quarta-feira, 3 de dezembro de 2025

TAXA CONDOMINIAL- COMO É CALCULADA?


Você sabe como calcular a taxa condominial? Essa é uma dúvida muito recorrente por parte dos moradores e também dos síndicos. Por essa razão, é importante saber como esse cálculo é feito, e principalmente por quais itens ela é composta. Só assim, é possível saber se tal taxa é justa.

O que é?
É o valor cobrado mensalmente pela administração para custear as despesas, e melhorias do condomínio.
A taxa condominial, abrange o rateio dos gastos entre as unidades, e servem para pagar despesas tais como:
·  Contas de água e energia elétrica do empreendimento;
·  salário dos funcionários contratados;
·  Gastos de conservação e manutenção dos equipamentos;
·  Compra de materiais para o condomínio;
·  Pagar obras e manutenções periódicas nas áreas comuns do condomínio.

Dessa maneira, o pagamento da taxa condominial contribui para a melhoria do todo predial, e também de todos que ali residem. Por essa razão, o pagamento dessa taxa é obrigatório, sendo, portanto, um dever do proprietário.

Como é feito o cálculo da taxa condominial?
1.  Some todas as despesas do condomínio, como por exemplo: pagamento dos empregados, conta de água (caso não haja hidrômetros individuais), energia consumida pelas áreas comuns (elevadores, iluminação, etc) e IPTU.
2. Faça uma projeção desse valor para 12 meses. Ou seja, calcule o quanto você gastará durante um ano.
3. Utilize um índice de inflação para ajustar esse valor, já que os custos aumentarão no futuro.
4.  Despesas extras, como obras previstas, podem ou não serem acrescidas a esse valor.
5.  Divida o montante final pelo total de apartamentos ou casas.
6.      O valor individual vai, então, para aprovação em assembleia, no primeiro semestre.

Meu imóvel está desocupado, mesmo assim tenho que pagar a taxa?
Sim! A taxa de condomínio serve para pagar as despesas ordinárias, que envolvem a manutenção das áreas comuns do prédio, as contas de água e energia elétrica, produtos de limpeza, gastos com funcionários e outros custos rotineiros.

Nenhum desses custos é interrompido porque um imóvel se encontra desocupado, certo?
E também não seria justo que os outros proprietários arquem com as taxas atribuídas à propriedade de outro.
Por este motivo, imóvel vazio paga condomínio. Os custos do condomínio continuam a ser distribuídos normalmente entre as unidades.
Esse pensamento vale, inclusive, para contas de água e de gás que não são individualizadas e também para realizações de obras.

Meu apartamento é alugado, e meu inquilino deixa de pagar as taxas, ao final do contrato de aluguel, descubro tal inadimplência, sou obrigado a pagar?
Sim! A taxa condominial recai sobre o imóvel em si, chamamos isso de natureza propter rem, ou seja, por causa da coisa, por consequência, o responsável pelo pagamento das dívidas do imóvel é de seu proprietário.
A obrigação propter rem é uma relação entre o atual proprietário e possuidor do bem, sendo decorrente da existência da coisa, pois a obrigação é imposta ao titular adquirente que se obriga a adimplir as despesas deste.
De toda forma, de acordo com a obrigação propter rem, especialmente no caso de débito condominial, ela se atrela à própria coisa e por ela responderá o titular, mesmo não sendo o proprietário do imóvel e ainda que o imóvel tenha sido alienado a terceiro.
Ainda que seu contrato de locação preveja que tal taxa deve ser paga pelo inquilino, isso não exclui a natureza da obrigação e, portanto, o pagamento deverá ser feito por parte do real proprietário do imóvel.
Caberá a proprietário, posteriormente ao pagamento, ajuizar contra seu ex/atual inquilino ação de regresso para reaver os valores pagos em virtude do descumprimento por parte do locatário.

O não pagamento da taxa condominial pode levar a penhora do imóvel?
Sim! Segundo o entendimento do Superior Tribunal de Justiça, é possível que se penhore um bem, ainda que seja o único bem de família em virtude do não pagamento de taxas com natureza propter rem.
Diferente daquelas dívidas que possuem caráter pessoal, nas quais quem originou o débito deve pagar, a dívida condominial fica vinculada ao imóvel e não à pessoa do devedor.
Por isso, aquele que pretende adquirir uma unidade condominial, deve verificar se este imóvel está livre de débitos, podendo auferir através de certidões negativas ou requisitando informações junto ao síndico e à administradora do condomínio, a fim de confirmar a inexistência de ações de cobranças condominiais sobre o apartamento que pretende comprar; pois se assim não o fizer, respondera pela dívida existente no imóvel, ainda que ela seja anterior a venda e compra do mesmo.

Quanto tempo o condomínio tem para cobrar judicialmente as taxas condominiais vencidas e não pagas?
O prazo prescricional aplicável à pretensão de cobrança de taxas condominiais passou a ser de cinco anos, nos termos do art. 206, § 5º, I, do Código Civil Brasileiro/2002.

Por Gabriella Fernandes
Fonte JusBrasil Notícias

QUANDO VOCÊ É SUA PRÓPRIA MARCA


Já está bastante claro para os usuários do Facebook que perfis se destinam a pessoas e páginas servem a empresas. Mas ainda hoje vejo dúvidas entre profissionais que têm uma marca forte a zelar em torno de seu nome. São pessoas, mas sua postura é quase de empresa. E agora, crio uma página ou um perfil no Facebook?
Embora seja claramente uma pessoa – um palestrante, autor de livros, consultor, ou todas essas coisas juntas – é também (e muito mais) um nome, uma marca. É o personal branding em sua expressão mais pura. A interação, portanto, não é exatamente entre amigos, e sim entre alguém que já tem (ou quer alcançar) certo posicionamento no mercado, tornando-se mais conhecido e/ ou interagindo melhor com as pessoas que, afinal, resultam no seu ganha-pão (seus leitores, potenciais clientes etc).
O que basicamente determina a escolha é a maneira como se quer interagir nessa rede social. Perfis e páginas, embora semelhantes, oferecem possibilidades diferentes. E aí é que começa a confusão.
A principal dúvida das “pessoas que são marcas” é em relação à “velocidade” em obter fãs. Motivadas por isso, as pessoas hesitam em criar uma página porque ela é mais “estática”, ou seja, você tem que esperar que os usuários venham a você e cliquem em “curtir”. Acham mais produtivo criar um perfil e agir proativamente, disparando solicitações de amizade.
Não caia em tentação. Se você é sua própria marca, opte por uma página.
Pessoas não querem ser “amigas” de marcas, mas querem revelar do que gostam. Cada “curtir” funciona como um bottom, integra o perfil de gostos e comportamentos dos usuários. E muitas vezes páginas oferecem a seus fãs conteúdos exclusivos – e todo mundo adora um mimo gratuito.
Uma das principais vantagens de ter uma página para o seu personal branding (em vez de um perfil) é que ela aparece melhor posicionada não só no sistema de busca do próprio Facebook mas também no Google.
A página permite – e aí está talvez o diferencial mais importante e útil – criar abas com outros conteúdos: vídeos, fotos, promoções, temas específicos que digam respeito à sua área de atuação.
Por fim, a nova aparência de timeline para páginas voltadas a business, que permite resgatar lá do fundo do baú os conteúdos e organizá-los de forma cronológica, além de ampliar a facilidade de exposição, é mais um trunfo que você pode ter para ficar mais evidente no Facebook. 
Por Mariela Castro
Fonte Exame.com

6 DICAS PARA O ADVOGADO LIDAR COM A PROCRASTINAÇÃO



NÃO ESQUEÇA QUE VOCÊ PODE

terça-feira, 2 de dezembro de 2025

O VALOR DO RELACIONAMENTO NA ADVOCACIA


Poucos empresários e profissionais liberais conhecem a verdadeira importância de construir e manter um relacionamento verdadeiro e permanente com seus clientes. As empresas e escritórios de advocacia de sucesso têm em comum uma grande capacidade de manter permanente contato com seus clientes, tratando-os não apenas como dados estatísticos, mas como verdadeiro patrimônio de seus negócios.
Em geral os advogados reconhecem a importância do relacionamento com seus clientes, no entanto a maioria não “encontra tempo” para manter contato com os clientes e parceiros de maneira consistente. Envolvidos na realização de tarefas corriqueiras, no preparo de processos e na busca de novos negócios, este assunto fundamental fica relegado a segundo plano.
A maioria dos escritórios e profissionais aos quais prestamos consultoria, muitos com vários anos de militância na advocacia, trata com displicência seu banco de dados. Quando muito, costumam mandar um cartão de natal no final do ano ou, quando acontece de trocar de endereço, comunicam este fato a seus clientes. Esta forma de contato eventual não é exatamente o que podemos classificar como um relacionamento consistente.
O modelo de relacionamento com clientes que gostaríamos de sugerir aos advogados é baseado no método de trabalho de Joe Girard, o maior vendedor de carros de todos os tempos, segundo o Guinness Book, o livro dos Records. Em seu método Joe Girard defende a necessidade de todo vendedor manter um relacionamento permanente com seus clientes, iniciando contatos personalizados após assinatura do primeiro contrato e mantendo uma freqüência de mensagens mensais daí em diante, por toda sua vida profissional.
Na verdade defendemos que todo escritório de advocacia deveria criar um “Sistema de Relacionamento com Clientes”, que pudesse transformar o contato inicial do profissional com seus clientes, numa relação que venha a perdurar ao longo dos anos. A implantação deste sistema fará com que o escritório tenha um crescimento sustentado, na medida em que seus clientes passam a ser fonte de novos negócios para o escritório.

Sistema de Relacionamento com Clientes
O principal objetivo deste sistema é possibilitar que se estabeleça uma relação entre escritório de advocacia e clientes desde o primeiro encontro, de forma previsível, e que as ações que irão criar esta relação sejam incorporadas às rotinas do escritório e assim possam ocorrer de forma natural sem a necessidade de uma intervenção explicita do profissional. Etapas necessárias à criação de um sistema de relacionamento:

Etapa 1 – Criação de um cadastro de clientes
É necessário criar cadastros diversos para cada tipo de pessoa ou empresa que se relaciona com o escritório. Os principais são:
Cadastro de clientes já atendidos – todos os clientes do escritório devem ser cadastrados com as principais informações necessárias ao relacionamento, como: nome, endereço, telefones, e-mail, histórico de serviços prestados e informações pessoais como data de nascimento, nome da esposa, filhos, hobbies etc.

Cadastro de clientes que fazem contato – todas as pessoas que ligarem para o escritório ou fizerem uma visita para consulta, bem como aquelas que se inscreverem no site ou mandarem e-mail para o escritório devem ser cadastradas.

Cadastro de empresas e profissionais parceiros – criar um cadastro de parceiros, como advogados de outras especialidades, escritórios de contabilidade, consultores em geral e empresas parceiras que podem indicar clientes ao escritório.

Cadastro de sua rede de relacionamento – cadastrar todas as pessoas que fizerem parte de seu Networking, como: amigos, parentes, ex-colegas de trabalho e escola, conhecidos de associações de classe, além de outros profissionais que tiver contato.

Etapa 2 – Definição de canais de comunicação
O escritório precisa definir diversas alternativas de contatos com seus clientes, fazendo com que a comunicação ocorra em diferentes momentos do relacionamento e por vários canais de comunicação. As principais formas de comunicação são:
  • Correspondência tradicional
  • E-mail
  • Telefone
  • Newsletter
  • Visita pessoal
  • Mala direta

Etapa 3 – Criação de um cronograma de contatos para cada tipo banco de dados
É preciso que o escritório defina um roteiro de datas e a freqüência de remessa das correspondências, e-mails, contatos telefônicos ou visitas comerciais e que ocorram de forma alternada, regular e previsível. Muitas destas ações poderão ser delegadas a secretárias ou estagiários, no entanto é fundamental que as mensagens sejam sempre personalizadas e dirigidas diretamente ao cliente.

Etapa 4 - incorporação das ações ás rotinas do escritório
Nesta etapa é preciso incorporar todas estas ações ao funcionamento normal do escritório. Dentro das atividades normais do escritório como: fazer o caixa, despachar documentos e realizar pagamento de contas, deve-se incluir o envio de mensagens e e-mails, além de programar visitas a clientes e parceiros estratégicos.
Como realizar os contatos
Os contatos com os clientes e também com outros membros da base de relacionamentos do escritório devem ser realizados utilizando todos os canais citados, e de acordo com os objetivos de cada contato.
No caso de clientes atendidos, é fundamental que para manter um relacionamento consistente, e fazer com que estes clientes possam gerar novos negócios, através da indicação de outros clientes ao escritório, e mesmo mantendo a fidelização destes, sugerimos a seguinte seqüência de contatos:

  • Envie uma mensagem ao cliente logo após a assinatura do primeiro contrato, e agradeça a confiança por ter escolhido o seu escritório entre tantos outros. Coloque-se a disposição para ajudá-lo sempre que for necessário, e inclua na correspondência alguns cartões de visita;
  • Crie um cronograma de contatos de forma que, pelo menos uma vez a cada mês, sempre em épocas festivas, aniversário, natal, datas comemorativas como dias das mães, dias dos pais etc., o cliente receba uma mensagem;
  • Realize os contatos utilizando-se das diversas formas de comunicação apresentadas, de forma alternada;
  • Certifique-se que, ao longo de um período de um ano, cada cliente receba de duas a três correspondências convencionais, pelo menos um contato telefônico e, dependendo do cliente, uma visita pessoal. Os demais contatos podem ser via e-mail ou Newsletter (jornal eletrônico). No caso do Newsletter, pode-se sugerir que o cliente reenvie o conteúdo do informativo a seus amigos e conhecidos.

As sugestões acima são indicadas para os clientes atendidos, e podem ser utilizadas com algumas adaptações para os demais grupos de pessoas cadastradas, de forma a manter a conformidade com o código de ética da Ordem dos Advogados do Brasil – OAB.
É preciso destacar que o objetivo deste sistema de relacionamento é reforçar o conceito da frase citada no início deste artigo, pois ela sintetiza uma importante filosofia de vendas: devemos manter permanentemente contato com nossos clientes. Uma vez que alguém contratou nossos serviços, o mínimo que devemos fazer em seguida, é lhe enviar uma correspondência agradecendo pela confiança depositada, e lhe garantir o máximo empenho do escritório no atendimento de suas expectativas.
Sabemos que esta é uma prática bastante incomum no mercado. Quantas vezes você já recebeu uma correspondência particular de uma empresa ou profissional que, após lhe vender um produto ou serviço, lhe remetesse uma breve correspondência agradecendo-o pela preferência e pela confiança, e colocando-se à disposição para ajudá-lo no futuro, em qualquer necessidade?
Na verdade poderíamos dividir a frase em epígrafe em duas partes: a primeira parte, “Nunca se esqueça de seus clientes”, recomenda que durante o prazo da vigência do contrato, você deve procurar mantê-lo sempre informado sobre o andamento do serviço que estiver prestando.
A segunda parte, “Nunca deixe que seus clientes se esqueçam de você”, sugere que você deve criar uma rotina de correspondência contínua, pois ela será uma ótima fonte de novos negócios, seja para o próprio cliente que pode vir a reutilizar os seus serviços, ou indicando amigos, conhecidos e parentes que venham necessitar do seu escritório.
É comum o cliente perder o contato com quem lhe vende produtos ou serviços, mas é imperdoável, para quem quer praticar um marketing moderno, esquecer seus clientes. Deixar de manter seu nome, sua marca e seus produtos em contato permanente com sua clientela pode lhe tirar muitas oportunidades de negócios.
Portanto, é fundamental a implantação de um sistema de relacionamento com clientes, para que a fidelização ocorra de forma natural e contínua. Crie modelos diferentes de mensagens, inclua nas correspondências assuntos de interesse destes clientes – novidades, curiosidades, informações úteis e, claro, sempre alguns cartões de visitas, para que ele tenha sempre à mão a possibilidade de um contato fácil com você, ou mesmo lhe indicar um novo cliente.

Por Ápeiron Office
Fonte OABGO

MAUS COSTUMES QUE VOCÊ PRECISA ABANDONAR PARA SER MAIS PRODUTIVO


Nada sabota tanto sua criatividade quanto maus costumes. Eles são traiçoeiros, e se infiltram na sua vida até o ponto em que você nem percebe o dano que estão causando.
Maus costumes o deixam mais lento, diminuem sua precisão, o tornam menos criativo e reprimem seu desempenho. Ter controle sobre seus maus costumes é crucial e não apenas pelo bem de sua produtividade. Um estudo da Universidade de Minnesota descobriu que as pessoas que exercem um alto grau de autocontrole tendem a ser muito mais felizes do que aquelas que não, tanto no presente quanto no longo prazo.

"Através da autodisciplina e autocontrole constantes você pode desenvolver grandeza de caráter" - Grenville Kleiser

Alguns maus costumes causam mais problemas do que outros e os nove seguintes são os piores deles. Mudar estes hábitos aumentará sua produtividade e permitirá que você aproveite o bom humor que resulta do autocontrole.

Surfar na Internet de forma impulsiva
Bastam 15 minutos consecutivos de concentração para que você possa se engajar por completo em uma tarefa. Quando isso acontece, você cai no estado eufórico de produtividade aumentada chamado de fluxo. Pesquisas mostram que pessoas num estado de fluxo são cinco vezes mais produtivas do que o normal. Quando você saí do trabalho porque está morrendo para olhar as notícias, Facebook, o resultado de um jogo, ou o quer que seja, isso te tira do fluxo. Isso significa que você necessita de outros 15 minutos de concentração contínua para entrar no estado de fluxo novamente. Se você começar e parar o trabalho várias vezes, pode passar um dia inteiro sem vivenciar o fluxo.

Perfeccionismo
A maioria dos escritores gasta inúmeras horas pensando em personagens e em enredos, alguns até escrevem páginas e mais páginas que sabem que não incluirão no livro. Eles fazem isso porque sabem que ideias precisam de tempo para se desenvolver. Nós tendemos a congelar quando está na hora de começar porque sabemos que nossas ideias não são perfeitas e que o que produzimos pode não ser nada de bom. Mas como você pode produzir algo grande em algum momento se você não dá o pontapé inicial e dá tempo para suas ideias se desenvolverem? O autor Jodi Picoult resumiu a importância de evitar o perfeccionismo de forma perfeita: "Você pode editar uma página ruim, mas você não pode editar uma página em branco".

Reuniões
Reuniões devoram seu precioso tempo como nenhuma outra coisa. Pessoas ultra-produtivas evitam reuniões o máximo possível. Elas sabem que uma reunião pode se arrastar para sempre, então quando precisam ter uma reunião, avisam a todos, logo no início, que é preciso se manter ao que foi programado. Isso determina um limite claro que motiva todo mundo a estar mais concentrado e ser mais eficiente.

Responder emails assim que eles são recebidos
Pessoas produtivas não permitem que seu email seja uma interrupção constante. Além de verificar seu email de forma programada, elas tiram vantagem das classificações que priorizam mensagens por remetente, colocando alertas para seus vendedores mais importantes e melhores clientes. O resto das mensagens são guardadas até que o trabalho tenha um pausa. Algumas pessoas até ajustam uma auto-resposta que permite que os remetentes saibam quando elas verificarão o email novamente.

Apertar o botão de soneca
Quando você dorme, seu cérebro se move por uma elaborada série de ciclos, sendo o último aquele que o prepara para estar alerta na sua hora de acordar. É por isso que você às vezes acorda bem antes do seu alarme despertar - seu cérebro sabe que é hora de acordar e está pronto para isso. Quando você aperta o botão de soneca e volta a dormir, você perde esse senso de alerta e acorda mais tarde, cansado e grogue. Pior de tudo, esse atordoamento pode levar horas para sair. Então não importa o quanto você acha que está cansado - quando seu alarme despertar, se force a sair da cama se você quiser sair da cama.

Multitarefa
A multitarefa é um real assassino de produtividade. Uma pesquisa conduzida na Universidade de Stanford confirma que fazer várias coisas de uma vez é menos produtivo do que fazer uma coisa de cada vez. Os pesquisadores descobriram que as pessoas que são regularmente bombardeadas com diversos fluxos de informação eletrônica não conseguem prestar atenção, lembrar de informação ou alternar de um trabalho para outro tão bem quanto alguém que completa uma tarefa de cada vez. Quando você tenta fazer duas coisas de uma vez, seu cérebro perde capacidade de desempenhar ambas as tarefas com sucesso.
Mas e se algumas pessoas tiverem o dom para a multitarefa? Os pesquisadores de Stanford compararam grupos de pessoas de acordo com sua tendência à multitarefa e sua crença de que isso ajudava em seu desempenho. Eles descobriram que os que executam a multitarefa em peso - aqueles que sentem que a prática impulsiona seu desempenho - eram na verdade os piores em multitarefa do que aqueles que gostavam de fazer uma coisa de cada vez. Os que fazem uso frequente da multitarefa tiveram um desempenho pior porque tinham mais problemas para organizar seus pensamentos e filtrar informação irrelevante e eram mais lentos em alternar de uma tarefa para outra. Ai!

Deixar de lado as tarefas difíceis.
Nós temos uma quantidade de energia mental limitada, e enquanto desgastamos essa energia, nossa tomada de decisão e produtividade cai rapidamente. Isso é chamado de fatiga de decisão. Quando você deixa de lado tarefas difíceis até tarde do dia porque elas são intimidadoras, você as guarda para quando você está pior. Para derrotar a fatiga de decisão, você deve investir nas tarefas complexas pela manhã, quando sua mente está fresca.

Usar seu telefone, tablet ou computador na cama. Isso é algo importante que a maioria das pessoas nem percebe que afeta seu sono e sua produtividade. A luz azul de onda curta exerce um papel importante no seu temperamento, nível de energia e qualidade de sono. Pela manhã, a luz solar contém altas concentrações dessa luz azul. Quando seus olhos são expostos diretamente a ela, a luz azul interrompe a produção de hormônios que induzem ao sono e o deixa mais alerta. À tarde, os raios solares perdem sua luz azul, o que permite que seu corpo produza melatonina e começa a lhe deixar com sono.
À noite, seu cérebro não espera nenhuma exposição à luz azul e é muito sensível à ela. A maioria dos nossos dispositivos favoritos - notebooks, tablets, televisões e telefones celular - emitem luz azul de onda curta, e no caso do seu notebook, tablet e telefone, eles o fazem muito forte e bem na sua cara. Esta exposição interrompe a produção de melatonina e interfere com sua habilidade de adormecer, além de prejudicar a qualidade do seu sono quando você consegue apagar. Como todos sabemos, uma noite de sono mal dormida possui efeitos desastrosos sobre nossa produtividade. O melhor que você pode fazer é evitar estes dispositivos após o jantar (televisão não é um problema grande se você estiver sentado longe do aparelho).

Comer muito açúcar
A glicose funciona como o "acelerador" de energia para o cérebro. Você precisa de glicose para se concentrar em tarefas desafiadoras. Com pouca glicose, você se sente cansado, desconcentrado e lento; muita glicose deixa você trêmulo e sem conseguir se concentrar. Pesquisas mostraram que o limite de açúcar é de 25 gramas de glicose. A armadilha é que você pode até consumir essas 25 gramas de glicose de qualquer forma que queira e se sentir do mesmo jeito - pelo menos inicialmente. Mas a diferença está em quanto que a produtividade durará. Pão doce, refrigerante e outras formas de açúcar refinado levam à um impulso de energia que dura apenas 20 minutos, enquanto que mingau de aveia, arroz integral, e outras comidas que contêm carboidratos complexos liberam energia lentamente, o que permite que você sustente seu foco.

Juntando as peças
Alguns destes costumes parecem ser pequenos, mas eles acumulam. A maioria se acumula durante escolhas pessoais entre prazeres imediatos e aqueles que duram. Afinal, o pior costume é perder o foco do que realmente importa para você.
Por Travis Bradberry
Fonte Administradores.com.

PESOS DESNECESSÁRIOS

segunda-feira, 1 de dezembro de 2025

PREPARE-SE: JANEIRO VERMELHO

BEM-VINDO DEZEMBRO!

O ADVOGADO COMO PARTE DA ADMINISTRAÇÃO DA JUSTIÇA


A Constituição Federal de 1988 trouxe, no seu artigo 133, uma inovação de grande significado, colocando o advogado como partícipe essencial à administração da Justiça. No entanto, esta participação ainda não está bem definida na doutrina e na jurisprudência.
Os poucos estudos que tratam do tema ressaltam, quase que com exclusividade, que o indispensável aí significa a necessidade absoluta de as partes estarem representadas por advogados para ingressar em Juízo. A razão é simples, é absolutamente indispensável uma boa defesa técnica para que as partes tenham bem expostos os seus interesses e que a decisão judicial seja a mais justa possível.
Por exceção, os Juizados Especiais permitem à parte reclamar pessoalmente, nas questões de valor até 20 salários mínimos (Lei 9.099/95, art. 9º). Os Juizados Especiais, na pretensão de serem os sucessores dos Juizados de Paz, buscaram ampliar o acesso à Justiça para os mais necessitados. Não são conhecidas estatísticas sobre o percentual de causas em que a parte não é assistida por advogados.
Ao redigir o artigo 133 da Carta Magna, por certo não passou pela cabeça dos constituintes que o advogado atuaria na administração de Tribunais e Foros, atividade esta restrita aos magistrados e servidores especializados. Sua atribuição é, como coadjuvante, auxiliar no aprimoramento da Justiça.
Mas, se isto é dito e repetido por todos, nem por isso é fácil saber realmente o que significa. Vejamos.
A primeira atuação do advogado é a de ser um pré-juiz, alguém que primeiro toma conhecimento do conflito e que, orientando e aconselhando a parte, pode encerrá-lo. Por exemplo, informando a quem o procura que não lhe assiste razão e que uma ação judicial certamente seria improcedente.
Em um segundo momento, o pode o advogado por fim ao litígio através de um acordo. Isto poderá ser feito com uma simples chamada da parte adversa ao seu escritório, sendo recomendável que no convite se sugira à pessoa que venha acompanhada de advogado. É indispensável que ao redigir uma transação particular, obedeça aos requisitos formais previstos no artigo 842 do Código Civil, a fim de que tenha eficácia de título executivo (CPC, art. 585, II), possibilitando execução em caso de descumprimento.
Na fase judicial, o advogado muito fará peticionando de forma clara e requerendo, a cada impulso processual, o ato judicial seguinte, apontando o artigo do CPC correspondente. Por exemplo, se a matéria é só de direito, logo após a contestação já pede o julgamento antecipado (CPC, art. 330, I). Designada a audiência de instrução e julgamento, leva pronto o memorial com razões finais e, se isto não for possível em razão da prova a ser colhida, vai com anotações para sustentar oralmente (CPC, art. 454). Na ação penal, não arrola testemunhas residentes em uma remota comarca de estado distante para ganhar tempo ou tumultuar o processo. Em recurso ao Tribunal, deixa a sustentação oral para casos controvertidos, evitando fazê-lo quando a matéria é pacífica.
Obviamente, também é preciso sempre estudar e manter-se atualizado nas constantes mudanças da legislação. Darei um exemplo, caso real. O desembargador julga monocraticamente o recurso de apelação (CPC, art. 557). O advogado da parte vencida, ao invés de interpor Agravo para a Câmara (CPC, art. 557, § 2º), entra com Recurso Especial para o STJ. O indeferimento foi inevitável. O que faltou no caso foi estudo, restando a parte altamente prejudicada.
Equívocos desse tipo ocorrem diariamente nos foros. Não há estatísticas, evidentemente. Mas eles são mais comuns do que se imagina e contribuem — além de prejudicar a parte — para uma má distribuição de Justiça.
É importantíssima a colaboração dos advogados, por seus órgãos de representação (OAB ou associações), na apresentação de sugestões para o aprimoramento dos serviços judiciários. O advogado é quem vive as dificuldades burocráticas no dia a dia (p. ex., o tratamento diferenciado em cada cartório ou secretaria de Vara). É sempre oportuno apontar incongruências, práticas nocivas a serem corrigidas e também exemplos de eficiência para serem estendidos a outras Varas.
Finalmente, há o lado da colaboração apontando más condutas, através de representação à Corregedoria. Neste particular, é preciso equilíbrio e objetividade. Acusações genéricas, em linguagem chula e sem provas, não têm a mínima chance de sucesso. É preciso que a acusação seja a um só tempo firme e respeitosa, pois, do contrário, quem representa será visto como um criador de caso. Nada mais.
Além disto, não se deve imaginar que o corregedor alguém que tudo pode. Ele tem, por vezes, resistências dentro do seu próprio Tribunal e dificuldades em abrir um processo administrativo. Ademais, não pode o corregedor quebrar o sigilo de telefone ou requisitar documentos bancários. Isto só pode ser feito judicialmente e aí todos ficam sabendo, principalmente o acusado. Portanto, o sucesso de uma investigação não é algo simples e não depende apenas do corregedor.
Finalmente, registra-se sugestão do professor Fábio Konder Comparato, um dos poucos a aprofundar-se na matéria. Sustenta ele que “seria altamente conveniente que a lei deferisse ao Conselho Federal e aos Conselhos Seccionais de nossa corporação a legitimidade para propor a competente ação penal, nos crimes contra a Administração Pública, não só na hipótese de o órgão do Ministério Público deixar de intentá-la no prazo legal, como ainda na hipótese de ele se recusar a fazê-lo, ao pedir o arquivamento do inquérito policial” (A função do advogado na administração da Justiça, RT v.694, p. 48).
Medidas como as apontadas, algumas bem simples, ajudam sim, e muito, a administração do processo e, consequentemente, a boa distribuição de Justiça. Tais sugestões não são manifestações de ingenuidade, mas sim a lembrança de que participar da administração da Justiça é um compromisso de adesão ético e até mesmo legal, porque a legislação manda que não se formulem pretensões destituídas de fundamento e não se produzam provas inúteis (CPC, art. 14). Adotando-as, o advogado destaca-se como profissional e engrandece a sua classe.
Em suma, o artigo 133 da CF ainda está a merecer análise mais detida. Aos operadores jurídicos cabe complementar a norma constitucional, através de ações, estudos e sugestões. Mãos à obra, o dever é de todos.
Por Vladimir Passos de Freitas
Fonte Consultor Jurídico

ATUALIZAR CONVENÇÃO É QUASE IMPOSSÍVEL


A convenção é o documento mais importante de um condomínio, altamente complexo, tendo a finalidade de regulamentar e limitar o direito de propriedade ao estabelecer regras para a convivência, os direitos e deveres, a forma de administração e das decisões, além das penalidades, possibilitando uma convivência pacífica e respeitosa. Os magistrados se baseiam na convenção para julgar os processos, sendo que a redação falha e confusa resulta em prejuízos para a coletividade. O problema é que há milhares de condomínios no País que têm procurado atualizar a convenção, mas são impedidos pelas diversas exigências dos Oficiais Registradores de Imóveis, ficando assim sem registrá-la, gerando insegurança jurídica, dentre outros problemas.
É comum o condomínio perceber que a convenção é mal elaborada e omissa em vários pontos quando perde um processo judicial, quando alguns moradores mudam por não suportar atritos ou quando, em alguns casos, acontece uma tragédia como os homicídios que são noticiados rotineiramente, decorrentes de desgastes (destacando-se, o barulho, garagem, infiltrações, rateio de despesas e outros abusos) que se acumulam por várias assembleias onde nada é resolvido.
Em alguns condomínios constata-se o empenho de alguns em manter os problemas, pois insistem em repudiar uma condução profissional e imparcial de quem poderia conciliar os interesses sem paixões e rancores típicos de partidos políticos, onde tudo que um lado faz, mesmo que seja bom, é combatido pelo outro grupo.
A realidade tem demonstrado que mais de 70% das convenções possui erros grosseiros, pois se originam de cópias de modelos, que ignoram que cada empreendimento imobiliário tem perfil bem diverso do outro, com públicos com visões e conceitos diferentes.
Com as mudanças trazidas pelo Código Civil (CC) de 2002, ficou evidente a necessidade de rerratificar as convenções. Para demonstrar apenas uma das dificuldades criadas pelo CC, tornou-se quase impossível aplicar uma multa contra um condômino antissocial com base nos artigos 1.336 e 1.337, pois exigem quóruns de 2/3 e até ¾ de todo o condomínio.
O problema é que os moradores, movidos somente pela boa vontade, cometem os mesmos erros de quem fez a primeira convenção. Do dia para a noite tornam-se legisladores, especialistas em Direito Imobiliário, e passam a redigir a convenção com base em palpites, modelos tão ruins quanto a própria convenção que desejam atualizar. Ignora-se que na advocacia há dezenas de especialidades, sendo lógico que ninguém contrataria um tributarista para atuar num crime de homicídio, e nem um advogado de família para uma causa trabalhista. Mas para redigir uma convenção constata-se que grande parte dos condôminos pensa que qualquer um pode fazê-lo. Assim vemos novas “colchas de retalhos”, onde os vizinhos têm receio de criticar a nova redação para evitar constrangimentos com o morador que fez o trabalho.

O resultado não poderia ser outro. Assembleias confusas, repetitivas, sem conseguir o quórum de 2/3 para aprovar a convenção. Muitos perdem a paciência e mudam para outro local.
Diante das novidades do Código de Normas da Corregedoria de Justiça de Minas Gerais de 2013, que respaldam os Oficiais dos Registros de Imóveis a exigirem que cada coproprietário atualize diversas dados, como a situação civil com a data e o regime de casamento ou o divórcio, inventário, índice cadastral do IPTU e outros casos, tem feito o processo de rerratificar a convenção uma tarefa quase impossível. Tais exigências são impraticáveis nos edifícios com dezenas de unidades, pois o síndico e os vizinhos não têm como exigir que cada coproprietário forneça dados sobre questões pessoais, que só teriam sentido no caso de alienação da unidade.
A vontade de economizar e até a intenção de criar cláusulas abusivas ou maliciosas impede que o condomínio entregue essa tarefa a um especialista isento, que para elaborar uma boa convenção deve ter vivência com litígios nos tribunais que envolvem diversas leis, dentre elas: Lei nº 4.591/64, o Código Civil, Constituição Federal, Código de Processo Civil, Lei nº 6.015/73 de Registros Públicos e a Lei do Inquilinato nº 8.245/91.
Passados 16 anos do CC em vigor, diante da falta de compreensão de como deve ser revisada a convenção, para que seja alcançado o quórum de 2/3, constatamos que continuarão a existir convenções que propiciam litígios e prejuízos que poderiam ser evitados com a redação profissional.
Por Kênio de Souza Pereira
Fonte Diário do Comércio

COMO APROVEITAR O 13° SALÁRIO DA MELHOR MANEIRA

Use o dinheiro extra para quitar dívidas e pagar as contas que chegam no inicio do ano; planejamento permite gastá-lo também com a aquisição de bens ou com as tão sonhadas férias

Com o 13º salário na conta, muita gente pensa “oba, vou torrar tudo!”. Mas o ideal é, primeiramente, quitar as dívidas e, depois, separar o necessário para pagar as contas que chegam no começo do ano, como IPVA, IPTU, licenciamento do carro, material escolar etc. Se houver planejamento, sobrará até uma graninha para comprar os presentes de Natal, planejar as próximas férias, reformar a casa, realizar um sonho de consumo ou investir em alguma aplicação. Veja, a seguir, algumas dicas:

Para quitar dívidas
A dica é tentar pagar primeiro os débitos que possuem maiores taxas de juros, como o cartão de crédito e o cheque especial. Em seguida, procure quitar os créditos parcelados. O consumidor que pagar esse tipo de dívida antes do prazo tem direito a desconto, de acordo com o artigo 52 do Código de Defesa do Consumidor (CDC), que estabelece que sempre que um débito for liquidado antecipadamente, é garantido o abatimento proporcional de juros e demais acréscimos. Essa regra vale para qualquer tipo de crédito ou financiamento: empréstimos pessoais, financiamento de veículos, crediário em lojas de varejo etc.
Se o valor recebido não for suficiente para liquidar a dívida, o consumidor pode adiantar o pagamento de algumas parcelas, pois a quitação parcial também dá direito a descontos. Para saber de quanto será o desconto, o consumidor pode verificar em seu contrato quanto é cobrado de juros em cada parcela. Essa tarefa se torna mais fácil com o Custo Efetivo Total – que detalha a composição dos custos -, obrigatório em todos os contratos de crédito.
Além disso, os bancos e as lojas não podem cobrar nenhum tipo de tarifa pela liquidação antecipada, conforme determina a Resolução nº 3.516/07 do Banco Central. Essa regra vale apenas para contratos celebrados a partir de dezembro de 2007. Para os firmados antes, é preciso negociar com a instituição.
Em caso de contratos de arrendamento mercantil ou leasing, se a quitação for feita antes de 24 meses, o banco pode cobrar uma multa pela quebra de contrato antes do prazo pré-estabelecido.

Para pagar contas
Se você não tiver dívidas, reserve uma parte do seu 13º salário para pagar contas como IPVA, IPTU, licenciamento do carro e para comprar o material escolar dos filhos, caso os tenha. Tente negociar o pagamento da matrícula e da mensalidade escolar das crianças e pesquise com bastante antecedência o preço do material escolar. Procure pagar à vista para conseguir bons descontos. Além disso, aproveitar materiais usados no ano anterior e que ainda estão em bom estado é, além de uma medida econômica, sustentável.

Para poupar
Inicie uma reserva financeira (poupança ou outro tipo de investimento) para uma eventual emergência durante o próximo ano ou para aplicar em um novo projeto ou realização de um sonho. Contudo, o hábito de poupar deve ser mensal, ou seja, guarde uma parte do seu salário todo mês assim que recebê-lo.

Para aproveitar a vida
Se a ideia for comprar um bem de consumo ou presentes de Natal para os familiares, pesquise o preço em vários estabelecimentos físicos e virtuais (há várias ferramentas de comparação de preço que ajudam nessa hora).
Outra dica é fugir do financiamentos e do parcelamentos. Também evite usar o cartão de crédito e passar cheques pré-datados. Pagar a vista é uma ótima forma de controlar os gastos e, ainda, obter bons descontos (se eles não forem oferecidos, não hesite em pedi-los!). Caso não seja possível essa forma de pagamento, preste atenção aos juros que serão cobrados. Faça os cálculos e veja se aquele gasto cabe no seu orçamento e se aquelas parcelas não o deixarão apertado nos meses seguintes.
Além disso, pesquise o preço dos itens que irão compor as ceias de Natal e Ano Novo em vários supermercados e feiras.  
Se o desejo é trocar de carro, avalie se o 13º salário pode ser parcialmente utilizado. O ideal é não depender de créditos.  Já se for viajar, reserve uma parte do 13º para cobrir gastos com hospedagem e passagens, por exemplo. Evite usar o cartão de crédito, principalmente fora do país.
Fonte Idec

IDEAL É COMPRAR PRESENTE POR SITE ATÉ O INÍCIO DE DEZEMBRO


Aproveitar a comodidade e até mesmo as promoções de lojas online para encher a árvore de Natal com presentes exige cuidado redobrado do consumidor. Há redes que garantem a entrega, a tempo, até mesmo de compras feitas nos dias que antecedem o Natal. Mas, para a coordenadora institucional da Associação Brasileira de Defesa do Consumidor (Proteste), Maria Inês Dolci, quem quiser assegurar a entrega antes do dia 24, deve fazer a compra, no máximo, até a primeira semana de dezembro:
— O fim de ano tem uma demanda muito grande. Seja por atraso dos Correios ou mesmo pela falta de mercadoria em estoque, ocorre muitas vezes de o produto não chegar a tempo. Acaba sendo um problemão quando essa encomenda é um presente de Natal. Quem já sabe o que quer deve fazer a compra o quando antes, para não ter dor de cabeça.
Segundo a especialista em Defesa do Consumidor, nos casos em que o prazo acertado no ato da compra não for cumprido, a loja virtual tem que entrar em contato com o cliente e oferecer a possibilidade de devolver imediatamente o valor pago, para que ele possa fazer a compra em outro lugar.
— O bom de comprar com antecedência é que o consumidor também terá tempo para trocar o produto, caso venha com algum defeito — explica Maria Inês.

Como reclamar:
Denúncias de problemas ao comprar em sites podem ser feitas a órgãos como o Procon-RJ (telefone 151) e à Comissão de Defesa do Consumidor da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), pelo 0800-2827060.

Por Ana Paula Viana, Andréa Machado e Rafaella Barros
Fonte Extra – O Globo Online

SAIBA COMO PLANEJAR UMA TRANSIÇÃO DE CARREIRA

Primeiro passo é ter consciência de que um processo de mudança não acontece do dia para a noite, afirma especialista

A complexidade da vida moderna, as novas opções de atividades profissionais e o desejo de maior liberdade e bem-estar pessoal têm levado muitas pessoas a pensarem em mudar de emprego e até mesmo de carreira. De acordo com a coach Dayse Gomes, mestre em administração e formada em coaching pelo Erickson College, podemos dizer que estamos na era da realização, onde o maior desejo é encontrar uma carreira gratificante, algo mais do que apenas um trabalho diário: uma atividade que permita suprir as necessidades financeiras, mas também gere satisfação pessoal.
E é neste cenário que surge a fatídica questão: como planejar o processo de transição de carreira?
O primeiro passo, segundo a coach, é ter consciência de que um processo de mudança não acontece do dia para a noite. Em média, um ciclo de transição de carreira demora cerca de dois a três anos para se concretizar, considerando desde os primeiros sinais da crise de insatisfação, a coragem de assumir o desejo de mudança, as experimentações e a tomada de decisão para se lançar em busca de novas opções.
— Qualquer ruptura não costuma ser uma decisão repentina — ressalta Dayse.
Segundo ela, é importante que a pessoa investigue a natureza das escolhas feitas até o momento atual da sua vida e avalie se estão em linha com a sua verdadeira vocação:
— Muitas das vezes, as escolhas realizadas na juventude, no início da vida profissional, carregam uma forte dose de herança familiar, em especial, a escolha da formação educacional. Quando isso ocorre, é bastante comum que, com o passar do tempo, as motivações do passado se esvaziem, abrindo lugar para dúvidas e, até mesmo, frustrações.
Para ajudar aqueles que estão vivendo este momento de questionamento, Dayse listou outras dicas de como fazer essa transição na vida profissional e pessoal ocorra de maneira tranquila e bem sucedida:

1. Invista no autoconhecimento. Busque entender os seus valores, os seus interesses, o estilo de vida que mais lhe agrada e as suas verdadeiras paixões. Muitas das vezes a ajuda de um coach é fundamental para esse tipo de investigação, ajudando a definir a sua verdadeira identidade e a identificar as motivações que mais pesam para a carreira: dinheiro, status, respeito, vocação, talento, vontade de fazer a diferença, uma causa, etc.

2. Abandone a crença limitadora de que trocar de carreira é desperdiçar experiências e habilidades. O fato de ter investido tanto tempo em uma área profissional não deve ser uma barreira para você seguir novos caminhos. Saiba que as competências adquiridas em experiências anteriores podem ser aplicáveis em novos contextos.

3. Pense em coisas que te chamam a atenção. Não pense em profissões, mas em realizações, em atividades que te dão prazer ou despertam o seu interesse. Ás vezes, um hobby pode esconder uma verdadeira vocação e uma habilidade pouco valorizada pode ser o pontapé para a realização de novos empreendimentos.

4. Elabore um plano de transição, com destaque para as ações que quer e as que não quer fazer. Ou seja, recalibre a sua agenda. Pense também nos recursos que precisa ou pode investir, ou mesmo naquilo que pode abrir mão, caso decida reduzir suas atividades profissionais atuais para se dedicar a outras.

5. Busque pessoas e grupos de referência dentro daquilo que possui interesse. Inicie novos relacionamentos, amplie o seu círculo social, seu networking.

6. Ao invés de colocar em prática o tradicional método de mudança com foco no “planejamento”, utilize o método da “experimentação”. Isso significa interagir com o ambiente, com as atividades e com as pessoas que, na sua visão, estão realizando aquilo que deseja. Ou seja, ao invés de apenas definir uma meta, um destino, a melhor forma de promover a mudança é iniciar um envolvimento com novas possibilidades, viver novas experiências e realizar experimentos, mesmo que em forma de projetos. Isso permite avançar, com menor risco e resultados efetivos.

7. Escolha um mentor, de preferência alguém que também tenha vivido um processo de transição. Este apoio é fundamental para ajudar a enfrentar os temores do novo caminho, compartilhar ensinamentos e ajudar a manter a autoestima e a confiança em alta.

8. Por último, abandone a ideia de que existe um único trabalho ideal, sob medida, capaz de gerar toda a satisfação e plenitude. O novo contexto e as mudanças de mercado substituem o conceito de estabilidade por empregabilidade. Isso significa que os relacionamentos e vínculos de longo prazo passam a ser substituídos por diferentes modelos e contratos de trabalho, incluindo a possibilidade de ter múltiplos empregadores ou de se construir uma carreira mais autônoma e empreendedora. Portanto, fique atento: é bem possível que a sua felicidade não seja alcançada com uma simples mudança de emprego, mas na descoberta da sua melhor forma de se relacionar com os seus talentos, interesses e prioridades particulares.
Fonte O Globo Online

DIA MUNDIAL DE COMBATE A AIDS


A Assembléia Mundial de Saúde, com o apoio da Organização das Nações Unidas (ONU), que instituiu a data de 1º de dezembro. A decisão foi tomada em outubro de 1987. No Brasil, a data passou a ser comemorada a partir de 1988, por decisão do Ministro da Saúde.

COMO BANIR AS DISTRAÇÕES NO TRABALHO


O e-mail não para de emitir alertas de novas mensagens; o telefone, as últimas demandas; seu colega da baia da frente insiste em pedir sua opinião sobre determinado assunto. Tudo isso, enquanto o feed de notícias do Facebook faz de tudo para roubar sua atenção.
Num contexto desse tipo, como conseguir colocar em ordem a lista de missões profissionais diárias, que também está cada vez mais extensa?
“Einstein dizia que ‘a falta de tempo é desculpa daqueles que perdem tempo por falta de método´”, afirma a especialista em administração do tempo Andrea Piscitelli. “É um mito achar que a pressão do tempo e das tecnologias estão fazendo com que as coisas sejam meio impossíveis. Ninguém é vítima do tempo”, diz.
Para que sua rotina de trabalho não vire uma sucessão de horas sem significado, confira quais os métodos para banir as distrações do expediente:

1. Decrete a morte (temporária) das redes sociais
“Se você olha o feed de notícias do Facebook, vê o quanto as pessoas não estão trabalhando”, diz Andrea, que também é consultora e professora na FGV, FAAP e FIA. A consequência disso? Trabalho acumulado e horas para além do horário do expediente.
Por isso, regra de ouro para fazer seu tempo, realmente, render no expediente? Lime as redes sociais da sua rotina ou determine horários específicos para checá-las.

2. Seja sociável com moderação
É impossível construir uma carreira bem sucedida sem o apoio e parcerias com terceiros. O problema é que, nas palavras da especialista, “as pessoas confundem bom relacionamento com a postura de relações públicas dentro da empresa”.
Muitos profissionais dão mais ênfase para as amizades que constroem no ambiente de trabalho do que às suas funções dentro da corporação. Ser amigável no ambiente de trabalho é essencial. Mas há tempo para tudo. Durante o expediente, o foco tem que estar no trabalho – que é digno de dedicação exclusiva naquele período.

3. Aprenda a dizer não
“O seu sucesso na administração do tempo é diretamente proporcional a sua habilidade de dizer não e fazer negociações”, afirma Andrea. No dia a dia, você precisará ser assertivo para evitar interrupções de terceiros. E a melhor forma para fazer isso?
Sendo claro e objetivo. Não tenha medo de sinalizar um polido cartaz de “não perturbe” imaginário na sua mesa. Admita que aquele não é o melhor momento para discutir um assunto ou atender determinada demanda. Se for o caso, delegue ou determine um horário (após resolver suas tarefas mais urgentes) para responder a interrupção.

4. Seja crítico (e sábio) com o e-mail
“Você não precisa responder a todos os e-mails de bate pronto”, diz a especialista. Por isso, diante de uma caixa de entrada repleta de novas mensagens, foque apenas naquelas que são realmente urgentes.

Não mantenha o hábito de checar seu e-mail o tempo todo. Para tornar sua rotina mais eficiente, determine horários para ler e responder as novas mensagens.

5. Use e abuse da caixa postal
Tenha o mesmo espírito diante do telefone. Se a tarefa exige absoluta concentração, a dica é deixar uma mensagem personalizada para a situação na caixa postal. “Informe quando retornará a ligação e peça para a pessoa deixar uma mensagem. É um jeito profissional de lidar com essa interrupção”, diz Andrea.

6. Seja organizado
“Quanto mais sua mesa estiver limpa, organizada e funcional mais você economizará tempo produtivo”, afirma Andrea. Por isso, dedique-se a manter tudo, desde anotações até arquivos no computador, segundo uma lógica.

7. Encare as pausas com seriedade
De acordo com a especialistas, em média, conseguimos ficar concentrados em uma atividade por até 90 minutos, desde que, durante este período, você faça pequenas paradas de cinco minutos a cada 20 minutos. “Esse é um método para que a sua energia não caia ao longo do dia”, diz.
Mas até estas pausas devem ser, criteriosamente, cronometradas. “Se ultrapassar cinco minutos, a tendência é que sua concentração diminua”, afirma.
Por Talita Abrantes
Fonte Info Exame Online

DIA MUNDIAL DE LUTA CONTRA A AIDS

DIA DE DOAR

PRIMEIRO DIA DO MÊS

domingo, 30 de novembro de 2025

MAGIA DE CORDÃO E DE NÓS - O FEITIÇO DOS NOVE NÓS

Qualquer emoção simples, objetivo ou força elemental podem ser amarrados e controlados simplesmente atando-os em um nó. Amor, poder mágico, ventos, nuvens, chuva, doença - isso tudo pode ser amarrado em um cordão para criar um tipo de "bateria de armazenamento", afim de manter o poder do feitiço. Um rito de nós pode ser realizado para qualquer fim desejado, e a corda amarrada pode ser levada ou costurada em alguma parte da roupa, ou usada de outros modos. Os nós devem ser desfeitos mais tarde para liberar o feitiço (banir a negatividade) ou o cordão pode ser cerimonialmente queimado ou enterrado. Qualquer ritual pequeno pode ser criado para fazer os nós; há registro de vários.

Para curar um resfriado ou outras doenças pouco graves, uma bruxa ou feiticeiro pode comprar um cordão por uma soma simbólica e imediatamente fazer um nó para "amarrar a doença". A corda deve então ser pendurada em um arbusto ou queimada em algum lugar remoto onde vive. Para curar verrugas, pegue um pedaço de barbante, faça um nó para cada verruga e toque-a com o nó. Pendure o barbante no beiral de sua casa e a água da chuva que escorrer pelo barbante vai lavar as verrugas. Depois da chuva, enterre o barbante na terra.

No feitiço dos nove nós, uma série de nove nós não muito apertados (para que possam ser desfeitos), é feita em uma corda escarlate especial de 30cm (trinta centímetros) usada apenas para esse fim. Conforme cada nó é feito, a intenção do feitiço é visualizada com mais força, dirigindo a concentração e a energia para o nó. Os nós são feitos na ordem e no padrão, com as palavras (ou semelhantes) a seguir:

⌘ Pelo nó UM, o feitiço começou.

⌘ Pelo nó DOIS, ele se realizará.

⌘ Pelo nó TRÊS, que assim seja.

⌘ Pelo nó QUATRO, esse feitiço eu guardo.

⌘ Pelo nó CINCO, o feitiço está vivo.

⌘ Pelo nó SEIS, esse feitiço eu fixo.

⌘ Pelo nó SETE, o poder é dado.

⌘ Pelo nó OITO, o poder é grande.

⌘ Pelo nó NOVE, esse feitiço eu lanço.

⌘ Pelo nó DEZ, isto começa de novo. Justiça!

Ao atar o último nó, toda a energia será dirigida para o cordão e os nós com uma visualização final da intenção. O poder acumulado é então armazenado nesses nós, o qual pode ser mantido até o momento apropriado de sua liberação. Embora os nós tenham sidos atados em um ritual, deverão ser desatados um de cada vez ao logo de nove dias consecutivos. Desfaça-os na mesma ordem em que foram amarrados, e não na ordem inversa! Todos os dias, antes de desamarrar os nós, concentre-se novamente no que deve acontecer e repita as mesmas palavras usadas no ato da amarração.

Fonte Diário Madras