quarta-feira, 5 de agosto de 2026

ESTAS 7 PERGUNTAS PODEM MEDIR A SUA INTELIGÊNCIA EMOCIONAL

Especialista propõe questões para avaliar competências emocionais de um candidato numa entrevista de emprego

Inteligência emocional é um recurso fundamental para ser contratado e promovido em qualquer área ou nível hierárquico.
Uma pesquisa da consultoria TalentSmart mostrou que o QE (Quociente Emocional) de um profissional pode ser até mais importante para seu sucesso do que o celebrado QI (Quociente de Inteligência).
Segundo o estudo, cerca de 90% dos funcionários mais bem avaliados pelas empresas têm uma boa gestão de suas emoções. Apenas 20% daqueles com desempenho insatisfatório são dotados de tal característica.
Mas como saber se você tem um nível satisfatório de inteligência emocional - ou se ainda precisa investir mais no desenvolvimento dessa competência?
Para Harvey Deutschendorf, especialista em inteligência emocional e autor do livro “The Other Kind Of Smart” (Amacon, 2009), o desafio de medir essa competência é considerável.
Não à toa, diz ele, muitos recrutadores fracassam ao tentar avaliar qualidades como autoconsciência, autocontrole e empatia em candidatos a vagas de emprego.
“Muitos [headhunters] recorrem a seus instintos ou impressões subjetivas”, escreve Deutschendorf em artigo para o site da revista Fast Company. “Qualquer pessoa esperta já aprendeu a parecer inteligente do ponto de vista emocional numa entrevista, mesmo que não o seja realmente”.
Para ajudar profissionais de RH e candidatos, o especialista propõe 7 perguntas decisivas para medir essa competência num processo seletivo. O questionário não esgota as possibilidades de avaliação e pode ser adaptado. Confira a seguir:

1. O que mais incomoda você nas outras pessoas?
Deutschendorf sugere que a pergunta seja direcionada para o ambiente profissional, isto é, que o candidato fale sobre chefes, subordinados ou colegas de trabalho que o irritavam em seu emprego anterior.
A resposta contará muito sobre como você percebe e julga o comportamento das outras pessoas. Ao descrever como tentou conviver de forma pacífica com quem o incomoda, você ainda dará pistas sobre como entende o efeito do seu próprio comportamento sobre os demais.

2. Como foi um dia na sua vida em que tudo deu errado?
Não basta responder com um longo relato de um jornada difícil. É preciso falar sobre o impacto dos acontecimentos sobre as suas emoções e, sobretudo, como você lidou com o caos e a frustração.
Você se martirizou por causa dos problemas e culpou os outros? Ou você se concentrou em procurar soluções? O objetivo desta pergunta é avaliar os mecanismos de resiliência do candidato, isto é, seu jogo de cintura diante de situações incertas e imprevisíveis.

3. Pense num colega de trabalho que virou seu amigo. Por que vocês se dão tão bem?
Quem nunca ouviu o ditado “Diz-me com quem andas e te direi quem és”? De fato, os relacionamentos interpessoais que construímos dizem muito sobre nossa forma de ser. Mas também há muita informação por trás da nossa própria percepção dessas relações.
Ao fazer essa pergunta, o recrutador pode identificar como o candidato se enxerga e o que valoriza nas outras pessoas. Quem descreve um relacionamento baseado no bom humor - a não ser que ele seja sarcástico ou agressivo - ganha pontos na visão de Deutschendorf.

4. O que você poderia ensinar às outras pessoas?
Sim, esta pergunta é bastante vaga e aberta. Mas justamente por isso ela pode suscitar reações tão reveladoras. O headhunter deve prestar atenção aos detalhes: como a pessoa usa expressões faciais, tom de voz e linguagem corporal para transmitir uma ideia ou conceito?
“Um candidato inteligente emocional assumirá a responsabilidade de se fazer compreender”, escreve o especialista no site da Fast Company. “A oportunidade de compartilhar seu conhecimento é empolgante para ele, não o induz ao estresse e exige habilidades de comunicação que esta pessoa adora exercitar”.

5. Pense numa pessoa que você admira. Por que ela é digna do seu respeito?
A ideia aqui é identificar os seus modelos de comportamento. O objeto do seu fascínio é uma pessoa extrovertida ou reservada? Trata-se de alguém com pensamento estratégico ou movido por suas intuições?
Não há resposta certa ou errada. Em alguns casos, o candidato falará sobre alguém com quem ele se identifica pessoalmente; em outros, mencionará uma pessoa que possui exatamente as características que lhe faltam. A resposta será ainda mais rica se incluir o que o entrevistado acha que tem em comum com a pessoa de que gosta - e também quais defeitos enxerga nela, apesar de sua admiração.

6. Do que você sente mais orgulho em sua vida? Por quê?
Esta questão permite avaliar a imagem que você faz de si mesmo, e também a importância que atribui ao julgamento alheio para o seu bem-estar.
Deutschendorf chama a atenção para um detalhe especialmente sintomático: o candidato dá crédito a outras pessoas pelas suas realizações ou descreve a si mesmo como um "herói" autossuficiente? Às vezes as conquistas são realmente individuais, afirma ele, mas pessoas com inteligência emocional não ignoram a importância do apoio de familiares, amigos e colegas para seu sucesso.

7. Se tivesse a sua própria empresa, que tipo de pessoa contrataria e por quê?
A pergunta permite avaliar as qualidades que você valoriza em outros profissionais, bem como a sua própria forma de se relacionar em equipe.
Variáveis ligadas à inteligência emocional poderão ser medidas no modo como o profissional descreve seus métodos favoritos de trabalho em grupo, os tipos de personalidade que mais o atraem e seu estilo de liderança, diz Deutschendorf.

Por Claudia Gasparini
Fonte Exame.com

DIFICULDADE DE ACORDAR

Dificuldade de acordar pode ter relação com gene do relógio biológico

Por Marcos Muniz

O CAMINHO DA PRODUTIVIDADE

terça-feira, 4 de agosto de 2026

QUAIS SÃO OS PRINCIPAIS ERROS COMETIDOS POR ADVOGADOS?


Muitos erros cometidos por advogados acontecem pelo fato de os cursos de Direito não os prepararem para a prática no mercado de trabalho ou pelo desconhecimento da rotina de um escritório.
Nesse sentido, quando os profissionais se deparam com o cenário jurídico, acabam executando certos atos viciados que podem influenciar negativamente o resultado do processo no qual estão atuando, prejudicando o cliente e a própria carreira.
Pensando nisso, separamos algumas das principais falhas cometidas por advogados para que você possa evitá-los. Confira!

1. Não conhecer o processo
Sem o conhecimento prévio do processo, a defesa pode se tornar impraticável. Por exemplo, ao estar despreparado para a audiência, você pode adotar estratégias erradas ou perder chances que podem influenciar no resultado e reduzir as possibilidades de uma sentença favorável.
Então, não deixe de estudar o caso. Se não for possível ler todas as peças, pelo menos faça a leitura das principais. Assim, poderá formular a estratégia adequada de atuação, formular as perguntas adequadas em audiência, conduzir um eventual acordo de forma eficaz ou tomar qualquer medida importante para a defesa dos interesses dos clientes.

2. Dirigir-se de forma desrespeitosa ao juiz e às partes
O respeito é um direito e dever de cada pessoa, e dentro da audiência não é diferente. No âmbito jurídico, algumas formalidades são tão importantes quanto o próprio comportamento. Discordâncias acontecerão, mas nesse momento mantenha a calma, tratando todas as partes com cortesia.
Não deixe que questões pessoais sejam confundidas ao longo da sessão. Além disso, ao descrever os fatos numa petição inicial, tome todo cuidado para ser estritamente profissional e não permitir que o lado emocional interfira no trabalho.

3. Deixar de orientar os clientes
Deixar de orientar o cliente também é um erro comum que acontece, na maioria das vezes, pela rotina atarefada dos profissionais. No entanto, o total desconhecimento por parte do cliente pode fazer com que ele fique perdido e comprometa a audiência. Dessa forma, é essencial explicar detalhadamente e da maneira mais clara possível todas as fases do processo, sobre a necessidade de ter controle emocional na audiência e da importância de falar a verdade em seu depoimento.
Lembre-se de formalizar as principais informações, como data, local e hora da audiência isso pode ajudar a evitar possíveis dores de cabeça. Elaborar uma carta convite para comparecimento em audiência é uma boa alternativa.

4. Não conferir o rol de testemunhas antes da audiência
Uma falha é não verificar antes da audiência quais são as testemunhas arroladas e deixar de conversar com seu cliente a respeito de como cada uma delas pode colaborar para a demanda. Quando você deixa de fazer isso, não pode se preparar para eventuais contraditas da testemunha ou elaborar perguntas prévias, ficando suscetível a surpresas que podem não ser tão agradáveis.
Por exemplo, nas audiências trabalhistas, uma dica é: antes do arrolamento das testemunhas, procura saber quem são e busque definir o envolvimento de cada testemunha ao que agrega ao processo, evitando trazer informações contraditórias ao alegado.

5. Arguir as testemunhas de forma inadequada
É importante ter em mente que os indícios não servem, necessariamente, como comprovações fiéis até que quem de direito julgue o contrário. A falta de cautela nessa hora pode fazer com que suas palavras tenham consequências desastrosas.
Fique atento para fazer colocações oportunas com base no estudo apurado e conhecimento profundo do processo, para agregar e enriquecer sua defesa.
Tome sempre cuidado para não cometer falsas acusações sem provas, as quais podem gerar responsabilização do próprio advogado por difamação ou mesmo litigância de má fé. Como precaução, sugerimos sempre obter um Termo de Veracidade das informações obtidas junto ao cliente para evitar estes riscos.

6. Atrasar-se ou faltar à audiência
Conforme o artigo 362, parágrafo 3º do Novo CPC, caso ocorra atraso injustificado superior a 30 minutos, a audiência poderá ser adiada, mediante requerimento de redesignação de audiência. Por outro lado, se acontecer algum imprevisto com você ou com seu cliente, é preciso que você comprove justa causa para tanto, sob pena de graves reflexos ao processo.
Este risco ocorrer por redação do CPC, que prevê em seu Art. 334, § 8º, que "o não comparecimento injustificado do autor ou do réu à audiência de conciliação é considerado ato atentatório à dignidade da justiça e será sancionado com multa", além dos efeitos da revelia dispostos na lei dos Juizados Especiais e na CLT. Por tais motivos, certifique-se que o cliente esta bem orientado sobre o local e horário e programe-se para chegar à audiência com antecedência.
Mas, se o atraso for inevitável, manifeste-se o quanto antes!

7. Deixar de protestar nas audiências trabalhistas
Entre as falhas cometidas por advogados em processos trabalhistas, está a falta experiência para lidar com algumas eventualidades.
Tem-se por exemplo, a irrecorribilidade das decisões interlocutórias, sendo cabível, no entanto, ao Advogado protestar na primeira oportunidade que vier ao processo, o que ocorre geralmente em audiência. Dessa forma, diante da surpresa que eventuais documentos podem causar ao Advogado, cabe destacar que é seu direito solicitar prazo para se manifestar no processo, sendo sempre cabível o Protesto Antipreclusivo.

8. Desconhecer o rito e os procedimentos da audiência
A audiência da Justiça Federal é diferente da audiência no Juizado Especial Civil, que é diferente da audiência na Justiça do Trabalho. Além disso, existem os ritos sumaríssimo, sumário e ordinário, que também se diferenciam. Isso exige que você se prepare especialmente para aquele ato, conforme os procedimentos específicos da audiência que vai realizar.
Uma alternativa é reler artigos e leis aplicáveis e estar atento aos momentos de praticar estas ou aquelas ações. Para saber como o juiz se comporta ou ter uma ideia de como de como funciona a audiência do início ao fim, assista a algumas delas com o mesmo juiz antes da sua. Essa é uma boa estratégia de preparação.

10. Elaborar procurações com erros
Ao elaborar a procuração ou substabelecimento, todos os atos a serem executados devem ser descritos, sob pena do outorgado ser impedido de realizar algum ato pro ausência de expressa permissão procuratória. Tem-se, por exemplo, o poder de declaração de hipossuficiência ou ingresso de Ação Penal Privada (Art. 44 CP), os quais devem estar expressamente autorizados. Esses devem ser delineados corretamente, pois qualquer falha pode levá-lo a ficar em prejuízo na realização dos atos.
Como você pode perceber, a falta conhecimento da causa, bom-senso, responsabilidade processual ou mesmo experiência podem comprometer o resultado do processo.

Agora você já sabe alguns dos principais erros cometidos na atuação processual. Fazer um planejamento, ter organização e contar com modelos de documentos jurídicos antes da audiência são ótimas alternativas a serem implementadas para evitar que problemas aconteçam e possam prejudicar o seu trabalho.
Fonte Advocacia Beatriz De Sá Cavalcante

MULHERES INTELIGENTES DÃO TRABALHO

Pesquisas revelam que 60% dos homens fogem de mulheres poderosas como o diabo foge da cruz

As pesquisas não revelaram nada e não sei se algum dia foi feito algum estudo no assunto, mas sempre tive vontade de começar um texto com “pesquisas revelam” então, apesar dessa informação não ter nenhuma fonte além das histórias que escuto por aí, posso afirmar que homens sentem mesmo medo de mulheres poderosas. O motivo é simples: elas não sossegam e tiram o namorado da sua zona de conforto.
A coisa já começa na conquista. Você precisa ter Q.I em bom estado pra chamar atenção dessa mulher porque ela simplesmente odeia gente burra assim como odeia a mania que os homens têm de simular inteligências citando filmes e livros chatos.
Pior que conquistar, é manter essa relação. A moça inteligente sabe o que quer. Você nunca vai ouvir ela dizer: não sei, talvez ou você quem sabe. – Ela sabe. Ela opina, ela quer muito conhecer o restaurante novo que abriu perto do trabalho, ela defende as próprias idéias nem que pra isso tenha que perder um ou dois amigos e aturar a cara feia de outros. E pior: ela liga no dia seguinte sem problema algum. Essa moça tem tantos planos e ambições que não sobrou tempo pra aprender a fazer joguinhos. Ela chora com o fim do namoro, mas por no máximo uma hora, porque amanhã tem reunião cedinho e se atrasar nem pensar. Isso sim seria o fim.
É o tipo de mulher que todos os homens sonham, mas não se acham capacitados para ter. - Estagiários.
Preferem a mulher igual, aquela, que todo amigo tem uma. Elas se reúnem em grupinhos e se entendem. Falam amenidades, acham graça de coisas pequenas, discutem marcas de sapatos e beijam seus namorados de cinco em cinco minutos porque a mulher igual tem sempre em mente que se não tratar bem o “zuzuquinho/fofuréco/tutuquinho”, outra igual vem e leva.
As respostas mais usadas são: não sei, talvez e você quem sabe. Ela nunca sabe. Concorda pra agradar o namoreco, come carne mesmo com vontade de comer frango, pinta as unhas sempre do mesmo tom: clarinho. Não importa a cor, ela diz. Desde que seja clarinho. Ela gostaria de usar laranja, verde ou tomate, mas isso seria ousar e tem mais: vai que o namorado não gosta? – A Francesinha sobrevive até hoje graças a essa mulher.
A mulher igual usa saia cintura alta, baixa, lançamentinhos no seu celular de capinha rosa. Ela adora rosa. Antenada com tudo que "está se usando" com medo de parecer brega, é escrava da moda, assim como da relação fofureca vou ver meu fofo jogar pra cuidar dele porque umas piriguetes andam frequentando lá blá-blá -blá.
É o tipo que faz do seu Facebook e do namorado um só. Foto do casal no perfil: Maria e Pedro [Foto de beijinho e imagem de um coração em forma de emoticon]. - Ali ela perde parte do dia postando fotos de biquinho e do churras no find com my love eterno.
Homens acham bacana esse tipo. É mais fácil de lidar e de manter. Como uma planta: a gente bota ali e ela fica. Só regar vez ou outra pra não morrer.
Mulheres inteligentes crescem mesmo se você não regar.
Por Vanessa Pinho

HOJE, TERÇA, É UM BOM DIA PARA VOCÊ ENVIAR SEU CURRÍCULO ÀQUELA EMPRESA

Especialistas tiram dúvidas sobre as estratégias para despertar o interesse do recrutador pelo seu perfil

Na hora de procurar um emprego ou disputar uma vaga, a primeira dúvida é como elaborar um bom currículo para que ele ajude a despertar o interesse do recrutador, divulgando todo o potencial do profissional. Mas outras estratégias são importantes também: para ter melhores resultados, é preciso selecionar as empresas que melhor se adequam ao seus objetivos, bem como as vagas mais alinhadas ao seu perfil. Mas qual o melhor dia para enviar ou entregar o currículo? Vale ir pessoalmente entregar o documento na empresa? O Boa Chance listou as principais dúvidas e pediu que a diretora da Mira RH, empresa de gestão de recursos humanos, Fátima Mangueira, e a coach High Performance, Dirlene Costa, respondessem e dessem outras dicas:

Melhor dia
Os melhores dias para procurar emprego e entregar o currículo são segundas e terças-feiras, geralmente na parte da manhã, pois as melhores vagas são fechadas rapidamente, explica Fátima. Nesses dois dias, as pessoas têm uma visão de recomeço, e as empresas estão prontas para executar o que planejaram para a semana, inclusive reposição de vagas, diz Dirlene. Na sexta-feira, ao contrário, a visão dos empregadores é preparar as estratégias para a próxima semana.

Pessoalmente ou por correio?
O currículo de papel não está morto. Ainda há pessoas que vão espontaneamente entregar o currículo pessoalmente nas empresas de seu interesse. Outras comparecem atendendo ao anúncio da vaga que foi divulgada. A coach sugere que a pessoa envie currículo mesmo quando não há vaga em aberto, já que esta é uma oportunidade de entrar no banco de talentos de uma empresa.

Cara e coragem
Na opinião da especialista, vale a pena, sim, o profissional deixar seu CV pessoalmente nas empresas, mas o ideal é que ele telefone antes para agendar uma entrevista. Assim, tem mais garantias de ser recebido. Para Fátima, é muito importante que o profissional deixe o documento mesmo que não tenha vaga no momento dentro de seu perfil, pois esta pode surgir a qualquer momento e ele será convidado para participar do processo seletivo.
Dirlene, por sua vez, aconselha que, antes de procurar algum funcionário específico para entregar seu currículo, o profissional faça uma sondagem antes para ver se conhece alguém que possa lhe apresentar a ele. De qualquer forma, os currículos geralmente são gerenciados pelo departamento de RH das empresas. Por isso, acredita, o melhor caminho é procurar o próprio RH, salvo se você conhece alguém que possa lhe colocar de frente com o gestor e que ele esteja buscando profissionais para sua equipe.
— A orientação é: menos é mais. Portanto, cuidado para não incomodar e passar uma visão de desespero, o que pode comprometer oportunidades futuras. Busque o RH ou uma indicação — completa Dirlene.

Telefonar ou não?
Você pode ligar de vez em quando para o RH, mas somente para perguntar se estão com alguma oportunidade para sua área, demonstrando interesse e se colocando à disposição, sugere Dirlene. E não vale ligar diariamente, esta atitude precisa ser periódica, de 15 em 15 dias, uma vez por mês, completa a coach. Outra estratégia sugerida por Fátima é enviar o currículo, se cadastrando no site pelo banco de empregos, pois desta forma os CVs são analisados e cadastrado já dentro do perfil e experiência profissional. Feito isso, é aguardar ser convidado para entrevista com horário agendado.

À espera de uma resposta
Se você participou de algum processo seletivo e ainda não foi chamado, é porque não chegou o momento. Por isso, calma. O processo pode ainda estar em andamento ou realmente você não foi selecionado, diz a coach, lembrando que a maioria das empresas avisa. De qualquer forma, acrescenta Dirlene, espere entre uma semana e dez dias para saber sobre o andamento do processo. Mostre interesse sobre o processo seletivo, mas cuidado para não ser insistente ou inconveniente. Apenas mostre interesse em saber em que posição está e se coloque à disposição. Ainda de acordo com a diretora da Mira RH, geralmente os currículos ficam cadastrados por um prazo de seis meses e, a qualquer momento que surja uma vaga com o seu perfil, o profissional pode ser convidado para uma entrevista.

Dever de casa
É aconselhável procurar saber quais vagas constam do site da empresa, para se cadastrar na melhor oportunidade e que esteja mais adequada com o seu perfil. A dica mais importante é, ser for convidado para entrevista, estar presente pelo menos 15 minutos antes da hora agenda e com o currículo impresso. Procure, sempre, estar a par da cultura desta organização, e ficar atento à missão e à visão da companhia.

E lembre-se
— Currículo precisa ser claro e objetivo, máximo 2 páginas;
— Nada de ficar vendendo suas qualidades, o recrutador vai avaliar isso. Apenas reforce os pontos fortes que você tem e que pode ajudar a empresa. Entre 3 a 5;
— Faça uma carta se apresentando e demostrando interesse pela vaga. Carta simples, objetiva e gentil;
— Coloque sempre as empresas que trabalhou, período trabalhado e as atividades ou resultados importantes que realizou;
— Insira suas formações, mas de forma sucinta: coloque as três últimas;
— Informe cursos, no máximo três de relevância e convergência com a vaga. Cursos que não agregam valor para o cargo em questão, é melhor não citar.
Fonte O Globo Online

THE WORKING WEEK

AUGE DA MATURIDADE

BOM DIA, DEUS!

ENQUANTO VOCÊ DORMIA...

segunda-feira, 3 de agosto de 2026

FILOSOFIA DE PLATÃO

ADVOGADO DEVE FAZER CLIENTE PERCEBER SEU VALOR, SUGERE CONSULTORA


Valor é uma palavra com múltiplas acepções, como se sabe. Há um sentido que denota uma percepção. É o caso do valor percebido pelo cliente dos serviços que um advogado competente pode lhe prestar. Mas o valor dos honorários do advogado não é uma percepção. É a dura realidade. Esse valor-custo é o que permeia a maioria das negociações, quando alguém quer contratar um advogado.
Advogado deve saber mostrar ao cliente que é o mais indicado para resolver seus problemas.
Mas não deve ser assim. O advogado tem de ajudar o cliente a perceber o valor de seus serviços, em termos de benefícios para ele.
Em todo o relacionamento com clientes, o advogado deve se lembrar do conselho dos Novos Baianos: “Chegou a hora dessa gente bronzeada mostrar seu valor”. Só assim a negociação de honorários pode ser um parto sem dor. Mesmo que o cliente se preocupe com os custos, ele também anseia por uma solução para seu problema jurídico.
É por aí que qualquer conversação deve se encaminhar, para não desandar. O cliente tem de pensar no valor-benefício do advogado, do escritório, dos serviços jurídicos, antes de calcular, por ele mesmo, o custo-benefício.
Mas basta isso para um advogado mostrar seu valor? A consultora Amy Larson, que há 17 anos trabalha com marketing para escritórios de advocacia, diz que “mostrar valor” implica um conjunto de estratégias e hábitos que deve ser adquirido e praticado pelos advogados. Em um artigo para o Above The Law, ela descreve alguns indicadores de valor, na percepção de clientes:

“Valor” sob a perspectiva do cliente
Não importa o que você pensa sobre o valor de seus serviços e de sua expertise. A verdade é que a única coisa que importa é o que seu cliente pensa. Os clientes definem valor de maneiras muito diferentes – e o custo é apenas uma delas. Quando um cliente contrata um advogado, ele leva em consideração a confiança que sente na qualificação, nos conhecimentos e na competência dele. Mas também pode considerar outros fatores, como criatividade, persistência, capacidade de resistência, compreensão, compaixão, lealdade, honestidade, sabedoria, atenção e outras qualidades pessoais e profissionais. Se ele ligar algumas dessas qualidades à perspectiva de solução de seu problema, ele irá se focar no valor percebido do advogado e seus serviços, não ao custo.

A psicologia do valor de um advogado
As pessoas contratam um advogado quando têm um problema ou, em alguns casos, quando não querem ter problemas. E pagam os honorários do advogado, porque supõem que ele é o guardião das soluções jurídicas. Mas não é só por isso que pagam. Elas pensam que pagam o advogado por outras capacidades indiretas, com ouvir o problema, entender o problema, explicar como e quanto esse problema pode afetar suas vidas e mostrar que ele pode ser o advogado certo para resolvê-lo. Para muitos clientes, um problema jurídico é uma batalha que eles não podem ganhar sozinhos. Por isso, precisam de um guerreiro advogado que esteja disposto a lutar por eles. E entendem que vão colocar seus destinos e seus futuros nas mãos desse guerreiro.

O relacionamento advogado-cliente
Como em todos os bons relacionamentos, um relacionamento funcional entre advogado e cliente se baseia em confiança. O cliente precisa se sentir seguro sobre a qualificação do advogado, de que ele entende seu problema e tem uma solução (ou pelo menos uma estratégia) e de que o advogado vai trabalhar arduamente em seu favor. No início de um relacionamento, o cliente busca sinais de que pode confiar no advogado e de que ele irá cuidar de seu caso diligentemente. Assim, o advogado deve lhe fornecer esses sinais: informá-lo sobre o progresso do caso frequentemente, ajudá-lo a entender seu caso, tranquilizá-lo tanto quanto possível, aconselhá-lo, encaminhá-lo para um colega especialista quando for necessário. Ou seja, fazer tudo o que for preciso para estabelecer as fundações da confiança.

Administração de expectativas
Os clientes têm uma expectativa muito alta da intervenção do advogado em suas vidas. Às vezes, alta demais. É uma responsabilidade do advogado manter as expectativas dos clientes bem atadas à realidade. Surpresas desagradáveis são as maiores exterminadoras de valor nessa profissão. Por isso, seja muito claro e preciso sobre o que você pode fazer e o que não pode, quais são as probabilidades de sucesso, quais são as opções, quanto tempo vai demorar, quais as provas, fatos, testemunhas, documentos que deverão ser apresentados.
“Em caso de dúvida, siga a regra: não prometa mais do que possa cumprir, sempre cumpra mais do que prometeu”, escreveu a consultora. Afinal, a advocacia não é um cargo eletivo.

Qualidade versus quantidade, versus eficiência
Não importa qual seja o valor de seus honorários, o cliente sempre quer tudo: qualidade, quantidade e eficiência. E mais que isso: querem que você tenha conhecimentos, especialização e competência para conseguir o que precisam. Mas o que precisam é entender que seu brilhantismo jurídico não é – e não pode ser – instantâneo. Pode tomar tempo, porque é preciso investigar, pesquisar, analisar, etc. Quanto tempo? A experiência é a melhor conselheira. De qualquer forma, o cliente precisa perceber, para atribuir valor a seu trabalho, que terá uma representação competente, dentro do tempo razoável que o sistema permite.

Comunique-se com frequência
Uma forma de compensar a demora dos procedimentos judiciais é a de comunicar ao cliente em que pé está seu caso, com alguma frequência. Isso pode tomar apenas um telefonema rápido ou um e-mail curto. O cliente não pode se sentir “abandonado”. Assim, comunicações abertas, transparentes, honestas, com alguma frequência, são muito importantes para manter o valor em alto nível. O cliente deve saber que você está trabalhando arduamente por ele, que está atento para os prazos, o que está fazendo e por que. Comunique-se, nem que for para dizer o que está esperando e qual será a próxima etapa. (Nos EUA, alguns escritórios atribuem essa função, em parte, a paralegais.)

Valorize o tempo do cliente
Você certamente espera que o cliente não o faça perder tempo. Quer que ele valorize seu tempo. A recíproca é verdadeira. Seja pontual, organizado, profissional e esteja sempre preparado para informar e responder perguntas. Se você cumpre essas obrigações diligentemente, o cliente irá assumir que você cuida dos casos dele da mesma forma.

Seja honesto
Uma das coisas que os clientes mais valorizam em um advogado é a honestidade – mesmo que seja a verdade nua e crua ou que sejam más notícias. Os clientes dão valor ao fato de que você é sincero e não tenta dourar a pílula. A honestidade cria confiança e credibilidade, qualidades que são especialmente necessárias quando as coisas não vão bem.

Pergunte para saber
O valor que os clientes lhe atribuem está acima do valor de seus honorários. Ele se estabelece com base na qualidade dos serviços que você presta, em quem você é, como você age e no desenvolvimento do relacionamento. Para avaliar a satisfação do cliente, é preciso lhe fazer perguntas – não necessariamente diretas. Pode-se perguntar (ou discutir com o cliente), por exemplo, o que lhe parece a estratégia que estão seguindo, se concorda que vale a pena fazer isso ou aquilo, se lhe parece bom o que foi conseguido até agora. Após o resultado final de um processo, pode lhe perguntar se acha que foram feitas as coisas certas ou se acha que alguma coisa poderia ter sido feita de outro jeito. Ao final, de uma maneira apropriada, mencione que tem de fazer o melhor que pode porque advogados vivem de indicações.
Por João Ozorio de Melo
Fonte Consultor Jurídico

O QUE AS PESSOAS DE ALTO DESEMPENHO FAZEM DIFERENTE

Livro mapeia quais são as características comuns de pessoas que saíram da curva em suas devidas áreas de atuação

Apenas 5% das pessoas conseguem aproveitar ao máximo o próprio potencial. É o que defende o autor Alex Bonifácio no livro “Pense Grande” (Editora Belas Letras), que deve ser lançado no final do mês.
Integrar este grupo, contudo, tem pouca ou nenhuma relação com questões genéticas, dons sobrenaturais ou outras justificativas do tipo, explica Bonifácio. A chave, segundo ele, para usar todo seu potencial e ter sucesso está, na verdade, ligada à maneira como este grupo dos 5% encara o mundo e age diante dos próprios incômodos e falhas, por exemplo. E este tipo de postura pode ser fundamental para a ascensão profissional.

Não aceitam o mundo como ele é
Premissa básica para existir por inteiro e integrar o grupo descrito por Bonifácio? Seja inconformado. Calma. Isso não significa que você deva sair por aí quebrando ou reclamando de tudo. O conceito aqui tem mais relação com a ideia de não tomar a forma, não aceitar como as coisas estão postas.
Os achados científicos, as inovações e revoluções mais relevantes da história da humanidade surgiram a partir do incômodo que cutucou algumas pessoas.
“Grandes mudanças surgem dos inquietos, daqueles exploradores que questionam o mundo e visualizam oportunidades onde muitos só enxergam problemas. O sociólogo italiano Domenico de Masi observa que, antes de 1687, tantas maçãs caíram na cabeça de várias pessoas, mas só Newton soube deduzir a teoria da gravidade, porque há anos atormentava-se com o problema”, afirma o autor no livro.

Encaram o conflito interno (e saem do conforto)
Mas não basta apenas se incomodar. “O que vemos nas pessoas de um modo geral é que elas são visitadas de vez em quando por estes sentimentos, mas preferem não lidar com eles”, disse em entrevista à EXAME.com. “Já os naturalmente inconformados veem nisso um aliado”. Uma oportunidade para mudar o status quo, o mundo em que vivem.
Exatamente por encararem a fonte de incômodo, tais pessoas tendem a ter coragem suficiente para sair da própria zona de conforto. E isso é fundamental para que a realidade mude.

Não se focam nas recompensas
Para essas pessoas, segundo o especialista, as recompensas financeiras são apenas um efeito colateral das suas ações, nunca o objetivo. “Pesquisas comprovam que quem trabalha pensando apenas na recompensa tem um desempenho inferior. Quem não foca nisso, lida melhor com as frustrações e é mais criativo”, afirma. 
Isso porque, ele explica, a base da motivação é o significado que o profissional confere aquilo que faz. Quem ficou deslumbrado com um aumento de salário no primeiro mês e, em pouco tempo, almejou outro reajuste sabe bem o que o ele está falando. Afinal, os desejos mudam e tudo encarece. A única coisa que permanece são seus valores.

Sabem tirar o melhor da escassez de recursos
De acordo com o especialista, quem integra este grupo tende a não ver os poucos recursos como um obstáculo, mas sim como uma oportunidade para inovar. A fundadora da Pastoral da Criança Zilda Arns é, segundo o autor, um exemplo claro disso.
“Para combater a desnutrição infantil, ela criou a multimistura a partir dos ingredientes que já estavam disponíveis”, explica.

Encaram o fracasso como uma etapa para o sucesso
“Fomos criados para dar certo, não para dar errado”, afirma Bonifácio. As pessoas de alto desempenho, contudo, não sucumbem a esta visão. “Elas sabem que o fracasso é uma condição para chegar lá”, diz.
E, por isso, segundo ele, elas erram intencionalmente, algumas vezes: “Elas produzem muito mais, erram muito mais”. Por conta disso, acertam muito mais também.

Aceitam as recompensas de longo prazo
Segundo estudo de um professor da Universidade de Stanford, crianças que conseguem resistir à tentação de comer um doce para ter uma recompensa maior no futuro têm mais condições de desenvolver uma carreira bem sucedida do que as impacientes.
Para provar isso, Michael Mischel (o responsável pela pesquisa) ofereceu um marshmallow a cada criança com uma regra clara: ela deveria esperá-lo sem comer o doce. Se não cedesse à tentação, ganharia como prêmio mais um doce.
Anos mais tarde, em 1981, as crianças que foram mais pacientes apresentaram uma postura mais positiva durante a adolescência. Eram mais motivadas, persistentes em situações difíceis e capazes de atrasar alguma recompensa em favor de seus objetivos de longo prazo.
De acordo com especialista, estas características são fundamentais para as pessoas de alto desempenho. Elas entendem que a excelência em alguma tarefa, por exemplo, leva tempo. E, como consequência, exige treino, experiência, paciência e persistência.

O sucesso tem outro sentido
Para o grupo dos 5%, como Bonifácio chama no livro, sucesso não é sinônimo de poder, status ou dinheiro. Antes, sucesso é “você conhecer o seu propósito na vida, atingir seu potencial máximo e levar esta semente para outras pessoas”, afirma o especialista.

Por Talita Abrantes
Fonte Exame.com

AINDA DÁ TEMPO DE REALIZAR AS METAS DE ANO NOVO! VEJA DICAS PRÁTICAS


Meta de ano novo em pleno mês de agosto? Gente, por que não?! O ano não acabou ainda e existem técnicas para chegar em dezembro com a sensação de missão cumprida mesmo se você passou o primeiro semestre praticamente todo no piloto automático. A sacada está em definir um passo a passo, como vou propor a seguir.
Antes de tudo, explico por que é tão comum se frustrar com as metas de ano novo: temos a tendência a falhar já na sua formulação, seja querendo realizar coisas grandiosas demais num curto período de tempo, seja fazendo uma lista quilométrica de mudanças. Outro problema: não distribuir as tarefas para sua realização ao longo dos meses. Sem ser diluída, a meta vira um peso, ganha ares de impossível e, consequentemente, é deixada de lado. Isso gera frustração — e eu sei que você já viu esse filme.

Metas de agosto a dezembro, lá vamos nós!
Estamos no meio de agosto e, portanto temos quatro meses e meio para cumprir qualquer coisa a que nos propusermos para 2024. Quatro meses não são 12 — jura?! –, e não custa lembrar que você vai precisar traçar objetivos realistas. Não se perde 40 quilos nesse período, mas pode-se perder 10, 20…
Então, o primeiro passo é olhar para as metas que você escreveu no ano novo. Caso não tenha feito isso, liste agora as coisas que gostaria de mudar na sua vida e que merecem ser postas em prática. Pode ser que você tenha listado uma, pode ser que tenha pensado em dezenas.
Mas agora é hora de escolher apenas três — três no máximo — para realizar até dezembro.

Para isso, utilize os seguintes critérios:
  • Cheque se é uma meta realista para quatro meses e meio. Precisa ser algo plausível e mensurável (coloque em números, estipule datas precisas, crie uma evidência de realização para visualizar).
  • Pergunte-se se ela é realmente importante para você, porque só assim você terá motivação para cumpri-la.
  • Faça um compromisso com você mesma e aceite a responsabilidade por realizá-la no período estipulado. Pode programar alarmes para ajudar a lembrá-la de ter essa tal de autorresponsabilidade.
  • Escolha uma meta de carreira, uma pessoal e uma para se equilibrar. Ou escolha apenas uma meta para cumprir, não tem problema — o importante é que você não se atole só de metas profissionais ou então pessoais e fique desequilibrada. Está claro aqui? Você pode escolher até três metas, mas apenas uma para cada seara da vida.

Escolhi as metas, e agora?
Convenhamos que a parte mais difícil é a realização. Para não se embananar agora, é preciso fazer um planejamento. No coaching, trabalhamos com o conceito de roadmap, um plano de ação programado numa espécie de linha do tempo. Faça um traço e divida em quatro meses e meio. Cada bloco será um mês, ok? Ou meio, no caso de agosto.
Aí é hora de planejar as etapas necessárias, mês a mês, semana a semana, para chegar em dezembro com a meta cumprida.
A vantagem desse método é enxergar o todo e ter a consciência da viabilidade do que se pretende. Assim, uma meta grandiosa se torna palatável, possível e planejável. Mês a mês, você avança em direção ao que quer, simplesmente seguindo um plano criado por você mesma!
Por exemplo, se sua meta é turbinar o inglês até dia 24 de dezembro, você pode separar assim:

Agosto
  • nesta semana: procurar escolas de inglês e professores particulares e comparar orçamentos;
  • próxima semana: fechar com professor e traçar um plano de estudos individual / começo das aulas
  • última semana: fazer aulas / assistir a um episódio de alguma série que já vi com legendas em inglêssetembro:
  • semana 1: continuar aulas e incluir 2h de estudo sozinha / assistir a série conhecida com legendas em inglês
  • semana 2:  continuar aulas e incluir 2h30 de estudo sozinha / assistir a série conhecida com legendas em inglês
  • semana 3: continuar aulas e incluir 3h de estudo sozinha / assistir filme a novo com legendas em inglês
  • semana 4: continuar aulas e incluir 3h30 de estudo sozinha / começar a ler artigos simples em inglês

Assim você vai agregando tarefas ou mudando as missões até o ano terminar. Toda semana, vale checar o que de fato funcionou e, se for o caso, rever o planejamento macro.
Importante: não negligencie a criação de uma evidência de que chegou lá em dezembro! No exemplo deste post, pode ser fazer uma ligação internacional, terminar um livro em inglês e fazer uma resenha dele, ter abandonado todas as legendas de filmes e séries, fazer uma apresentação só para gringos, viajar para fora e se comunicar perfeitamente na língua… Cada um tem uma evidência que faça sentido na vida e na carreira.

Dica extra…
Comece já, nesta segunda, a fazer esse planejamento. O passo a passo ao estilo roadmap funciona — é baseado em técnicas de coaching cientificamente comprovadas e testadas não só por esta que vos fala, mas por centenas e centenas de pessoa mundo afora. Quando chegar no fim de dezembro com a meta cumprida, defina uma comemoração para a sua conquista. Você merece.
Por Bru Fioreti
Fonte UOL 

14 COISAS QUE VOCÊ DEVE FAZER NO FINAL DE CADA DIA DE TRABALHO

A chave para o sucesso de um dia pode ser a maneira que você termina sua jornada

Finalizar o dia é tão importante como iniciar. Portanto, siga estes rituais básicos e torne-se mais produtivo e feliz.

De acordo com o especialista em comportamento profissional Lynn Taylor, autor do livro “Tame Your Terrible Office Tyrant“, a maneira como você termina o dia é tão importante quanto o modo como começará o próximo. “Esta é uma peça chave no desempenho, para que seja produtivo”, diz ele. “Este comportamento tem um impacto tremendo em sua maneira de trabalhar, atitudes e produtividade“. Portanto, aqui estão as 14 dicas para terminar bem um dia de trabalho.

1. Avalie sua lista de afazeres
Certifique-se de estar no caminho necessário para cumprir as tarefas que se propôs. “Se você está insatisfeito com os caminhos que tem tomado para realizar seus afazeres, este é um bom momento para pensar em novas maneiras de seguir estes caminhos”, diz o especialista. Desta forma, você poupa um bom tempo da manhã seguinte.

2. Reveja sua programação para o próximo dia
Tenha certeza de que fez as ligações que precisava, ou que anotou todos os horários de uma possível reunião. Você pode aproveitar este momento para reorganizar sua agenda em relação aos eventos mais próximos, principalmente para o dia seguinte. “Algumas pessoas gostam de visualizar mentalmente sua agenda, outras de efetivamente anotar. O importante é pensar sobre as coisas que precisa fazer de forma organizada”.

3. Faça o “check-in” com seu chefe e colegas de trabalho
Antes de ir para casa, visite a sala de seu chefe ou a mesa de seus colegas de trabalho e pergunte se faltou algo. Também é de bom gosto apresentar os avanços nos projetos em que está trabalhando.

4. Arrume sua bagunça
Ninguém gosta de trabalhar no meio de uma bagunça. Antes de sair pela porta, gaste alguns minutos organizando sua mesa de trabalho e jogando o lixo fora. Isso te dará a sensação de frescor no começo da manhã seguinte. A máxima também é válida para sua caixa de entrada no e-mail. Esta limpeza evita um stress desnecessário.

5. Complete os trabalhos menos importantes
O fim do dia também é um bom momento para completar aquele trabalho menos importante que fica acumulado em detrimento do trabalho de pico. Envie e-mails, faça telefonemas, adiante o que puder. É possível que o fim do dia determine qual será sua primeira tarefa no dia seguinte.

6. Faça o encerramento
Termine todas as atividades do dia, para não ir embora pensando em trabalho inacabado. Especialmente se é algo que possa ser finalizado rapidamente. Os últimos cinco minutos podem ser dedicados a se cumprir algo que tem adiado há muito, e que é tão simples que não precisava ser motivo de stress.

7. Faça uma nova lista de afazeres
Determine, por ordem de importância, tudo o que precisa ser feito no dia seguinte. Você provavelmente vai acrescentar outras atividades no outro dia, mas pelo menos já economizou tempo.

8. Reflita sobre seu dia
Muitas pessoas não fazem isso. Elas saem correndo pela porta e não parecem ter vivido situações de sucesso, fracasso ou marasmo. Refletir sobre o dia é um importante ritual de finalização.

9. Diga “tchau”
É importante criar rotinas e rituais no trabalho, que vão te ajudar a se sentir mais satisfeito durante sua carreira. “Assim você vai para casa renovado e reenergizado, inspirado para o novo dia”, diz Taylor. “Nós sempre nos lembramos de dar bom dia, já que isso nos faz sentir mais seguros para a jornada de trabalho, mas é igualmente importante dizer ‘tchau‘, para que o ciclo seja encerrado”.

10. Deixe uma nota positiva
Escreva algo bacana em um post-it ou bloco de anotações; um cumprimento para um colega, uma frase motivadora para si mesmo, qualquer coisa. “A ideia é encontrar algo positivo, que te faça se sentir bem com seu trabalho e certificar-se de que aquela mensagem seja a última coisa em sua cabeça antes de sair da empresa”.

11. Pense “verde”. Seja sustentável
Antes de ir embora, apague as luzes e desligue seu computador.
12. Desconecte-se
Não tenha medo de desligar seu smartphone ou o alerta de e-mails. Deixe que as pessoas saibam disso. Ao sair da empresa, tente não levá-la consigo. “É importante estar presente com sua família ou amigos“, afirma o especialista.

13. Deixe seu stress para trás
O dia pode ter sido dos piores, mas levar o stress para casa definitivamente não vai ajudar em nada. Pense que quanto mais descansar e relaxar, mais preparado estará para lidar com os problemas no dia seguinte. Além disso, sua família precisa de você.

14. Vá embora
Não adianta ficar além do seu horário, se isso não é estritamente necessário. Ser “workaholic” não é mais um sinal positivo. Vá embora, descanse e volte no dia seguinte completamente relaxado. Caso contrário, sua produtividade vai cair e seu cansaço vai aumentar. Talvez seja o momento de dar 80%, ao invés de 110%, pelo menos até que esteja refeito para trabalhar em sua melhor efetividade.

Dica bônus
Não fique a mais só para acompanhar seu chefe. Não vá embora só porque você pode. Seus colegas podem precisar de você. Faça as coisas certas da maneira correta.

Adaptado de texto de Jacquelyn Smith, originalmente publicado na Forbes.
Fonte Jornal do Empreendedor

BOA SEMANA

SEGUNDA-FEIRA!!!

domingo, 2 de agosto de 2026

BOA SEMANA

TERMINANDO DOMINGO

O SEGREDO PARA COMEÇAR UMA SEMANA MARAVILHOSA


Para a maioria das pessoas, o final do domingo é o prenúncio de dores de cabeça. Parece que a segunda-feira é uma grande ameaça: fim do descanso, volta à rotina, pressões e preocupações, prazos… Será que não há como escapar? A solução para esse problema é simples e depende unicamente de nós. Algumas dicas para fazer com que a segunda-feira seja o início de uma ótima semana:

1 – Evite compromissos no domingo que acabem muito tarde
Sempre que nos envolvemos em festas e eventos que se prolongam até altas horas no domingo, temos menos tempo para descansar. Procure estabelecer o hábito de dormir o suficiente na noite de domingo para segunda, para que o seu corpo possa repor as energias necessárias para a semana de trabalho;

2 - Divirta-se durante a semana
Muitas pessoas deixam para fazer somente no final de semana aquilo que lhes dá prazer. É um erro! Nós precisamos de diversão e relaxamento todos os dias. Se distribuirmos o divertimento ao longo da semana, não ficaremos tão decepcionados quando o domingo terminar;

3 - Durma o suficiente todos os dias
Alguns de nós têm o hábito de dormir pouco durante a semana e “descontar” no sábado e no domingo. De nada adianta esse hábito, pois o corpo não fica esperando para repor as horas perdidas. O ideal é dormir todos os dias pelo menos 6 horas (o ideal pode variar entre 6 a 9 horas para cada pessoa);

4 – Controle o consumo de álcool
Bebidas alcoólicas podem atrapalhar o seu repouso e ainda por cima causar uma ressaca no dia seguinte;

5 – Concentre-se nas coisas positivas da segunda-feira
A segunda-feira pode ser um dia maravilhoso para colocar a conversa em dia, rever colegas de trabalho, buscar novos desafios. Faça da segunda-feira um dia estimulante e positivo para você;

6 – Agrade a você mesmo
Aproveite a segunda-feira para faze algo que seja bom para você. Almoce a sua comida preferida, compre um livro, telefone para um grande amigo, ouça o CD que você mais gosta. Espante assim qualquer “energia negativa” que o dia possa ter.

7 – Não se esqueça do mais importante
A segunda-feira é o segundo dia da semana.  Para ter uma semana maravilhosa, cuide bem do seu domingo e não comprometa o dia seguinte. Evite extravagâncias e aproveite a semana inteira com muita disposição.