quarta-feira, 27 de abril de 2022

SAIBA COMO TER CONTROLE EMOCIONAL EM TRÊS FASES DECISIVAS DOS CONCURSOS

A maneira como o concurseiro reage à divulgação da concorrência, do gabarito e do resultado final pode influenciar diretamente o rendimento na seleção

Três momentos são divisores de águas na vida dos concurseiros: as divulgações da concorrência da seleção, do gabarito das provas e do resultado final do concurso. Saber como agir diante deles é essencial para assegurar o controle emocional durante a reta final de estudos e também para concorrer em outro processo seletivo, em caso de reprovação. O professor de direito penal do IMP Concursos Carlos Alfama e o especialista em comportamento Bruno Fracalossi, do Ponto dos Concursos, orientam os concurseiros a não se desesperar nessas situações e dão dicas sobre como agir em cada um desses momentos.

Concorrência monstro
Para o professor Carlos Alfama, a divulgação do número de concorrentes desestimula muita gente, mas o melhor é usá-la como motivação para aumentar o nível de estudo. Segundo ele, a forma de encarar o volume da concorrência é decisiva e pode representar uma aprovação ou uma reprovação. “Posso afirmar isso por experiência própria. Fiz uma prova de concurso e quando saiu a concorrência, eu praticamente parei de estudar, deixei de acreditar que a minha aprovação seria possível. Quando o resultado foi divulgado vi que fiquei de fora por apenas duas posições. Se não tivesse me abalado, poderia ter conquistado a vaga”.
Bruno Fracalossi lembra que o exemplo mais recente para essa situação é a concorrência para o concurso do INSS, que teve mais de um milhão de inscritos. “Cerca de 10% a 15% do total de candidatos inscritos fazem realmente o dever de casa, ou seja, estudam com foco, dedicação e método adequado. O restante está lá por motivos diversos, como treinamento, ‘oba-oba’, cobrança de parentes etc. Eles não são concorrentes em potencial para quem estuda direito”, aponta.

Gabarito
De acordo com o professor Alfama, quando o gabarito é divulgado o candidato já fez tudo o que podia ser feito. “Nesse momento é melhor esquecer, buscar algo que dê prazer e esperar. Pode ser que a nota de corte mude. Se couber recurso, também vale a pena procurar um profissional para tentar reverter a situação”, aconselha.
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“Sem chão. É assim que ficamos após corrigirmos um gabarito ruim. Um fator como esse, que você não consegue influenciar, deve ter menor proporção nesse momento. No meu caso, posso dizer que nunca fiquei mais do que uma semana desanimado. Sempre me levantei rapidamente e voltei ao ritmo. Quase sempre as coisas ruins têm um motivo para acontecer. A grande diferença entre aqueles que conseguem realizar os seus sonhos daqueles que não conseguem é o fato de conseguir superar a decepção rapidamente”, incentiva Bruno.

Resultado final
Alfama entende que diante de uma reprovação, o pensamento deve envolver a idéia de que é uma situação que acontece com todo mundo. “A reprovação também pode representar um passo mais perto da aprovação, pois o estudo não é desperdiçado e sim acumulado”.
Para o coach Fracalossi, são poucos os concurseiros que nunca foram reprovados em seleções e que ser reprovado faz parte do processo natural de estudo para concursos. “Os maiores vencedores, em todas as atividades e ramos, já sofreram tombos anteriores. A maioria dos grandes empresários já falhou inúmeras vezes até atingir o sucesso. Se houver a reprovação, tire constatações do que você fez de errado, e não cometa os mesmos erros. O que eu afirmo, com toda certeza, é que aqueles que não ficam se lamentando por não terem conseguido a aprovação serão os primeiros colocados nos próximos certames”.
Por Kléber Sales
Fonte Correio Web

terça-feira, 26 de abril de 2022

SETE ERROS NÃO-VERBAIS PARA EVITAR EM ENTREVISTAS DE EMPREGO

Aperto de mão frouxo ou forte demais, pigarrear excessivamente e gesticular demais: saiba como não prejudicar sua imagem diante do recrutador
 
O corpo fala e quase todo mundo sabe disso. Mas, na hora de uma entrevista de emprego, o nervosismo e ansiedade podem fazer com que o candidato deixe essa informação passar batido. A coach Lisa Quast, do site americano especializado em recrutamento NWJobs, reuniu sete dicas para que postulantes a uma vaga de emprego evitem erros não-verbais que podem comprometer o sucesso na entrevista.
Lisa diz que, embora nunca decida contratar alguém baseada unicamente na comunicação não-verbal, ela usa essas informações para avaliar o que ela chama de “cenário maior”, por isso recomenda que os candidatos evitem os sete erros.
Veja quais são:

1. Aperto de mão estranho
Um aperto de mão frouxo pode indicar insegurança, enquanto um aperto de mão muito forte pode indicar arrogância. Um aperto de mão muito longo pode passar a impressão ao recrutador de que o candidato está se esforçando demais para impressionar — e que você pode acabar “alongando” também suas realizações, conhecimentos e experiências.

2. Contato visual (em excesso ou quase nenhum)
Pouco contato visual pode sugerir que o candidato não está realmente interessado na vaga. Por outro lado, contato visual em excesso pode intimidar o entrevistador e acabar levando a conversa para outros rumos.

3. Gestos sem controle
Isso inclui balançar a perna, bater o pé, apertar o botão da caneta insistentemente, ou gesticular demais com braços enquanto fala — tudo isso tira a atenção do recrutador no candidato. O NWJobs cita o exemplo de uma candidata que gesticulava demais com os braços enquanto falava, acabou derrubando duas xícaras de café, e a entrevistou foi ladeira abaixo.

4. Pigarro constante
Embora alguns considerem o pigarro como comunicação verbal, é um hábito nervoso que faz com que seja quase impossível que o entrevistador preste atenção ao que o candidato está dizendo. Segundo Lisa Quast, uma das experiências mais estressantes pelas quais ela já passou foi quando entrevistou um profissional que limpava a garganta a todo instante enquanto falava.

5. Falta de expressão facial
Se o candidato não sorrir ou demonstrar qualquer tipo de emoção em seu rosto, pode passar a impressão de que não é muito motivado ou interessado.

6. Postura ruim
Inclinar-se para trás ou cruzar braços e pernas podem demonstrar que o candidato não está interessado na discussão, ou ainda parecer arrogante ou confiante demais.

7. Traje inapropriado
A roupa também revela muito sobre um candidato e pode causar impacto negativo se for incompatível com o cargo pretendido. Lisa conta que uma vez entrevistou uma candidato a uma vaga de gerente de marketing em uma empresa tradicional do ramo de saúde que apareceu vestido como John Travolta no filme “Embalos de sábado à noite”: camisa desabotoada, peito aparecendo e vários colares que não condiziam com a vaga, com a empresa, nem com a indústria em que ele pretendia atuar.

Fonte O Globo Online

quarta-feira, 6 de abril de 2022

MESMO COM AVANÇO TECNOLÓGICO, PRODUTOS TÊM DURABILIDADE INFERIOR

Obsolescência programada: Saiba o que é e como ela te afeta

Obsolescência programada. Poucos conhecem ou sabem o que quer dizer esse “palavrão”. Porém, hoje em dia, todo mundo já teve a sensação provocada por essa faceta do consumo moderno. Apesar do avanço tecnológico, resultando na criação de uma diversidade de materiais disponíveis para a produção e compra, hoje nossos eletrodomésticos e eletroeletrônicos têm durabilidade muito inferior do que os aparelho fabricados há 50 anos.
De acordo com o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), o desgaste natural dos produtos é normal. Mas, o produto ser “planejado” para parar de funcionar ou se tornar obsoleto em curto período de tempo é prática da indústria que deve ser combatida.
Um dos principais exemplos de obsolescência programada é a lâmpada. Quando criada, durava muito. Mas, os fabricantes perceberam que venderiam um número limitado de unidades. Assim, criaram uma fórmula para limitar o funcionamento das peças, que passaram a durar apenas mil horas, por exemplo. 
Um estudo do Idec e da Market Analysis sobre percepção e hábitos dos consumidores brasileiros em relação ao uso e descarte de aparelhos eletrônicos comprovou que as pessoas esperam uma vida útil de dois a três anos a mais do que, de fato, os equipamentos oferecem. A falta de assistência técnica, elevado custo para o conserto e a atualização estão entre os principais fatores que influenciam na troca.
Celulares, smartphones e computadores estão entre os equipamentos que apresentam a maior frequência de problemas de funcionamento. Para a entidade, a obsolescência funcional programada, ou seja, o tempo de durabilidade, é planejado para ser menor e induzir novas vendas.
Também existe a obsolescência psicológica, quando os consumidores são induzidos a trocar de produtos mesmo que ainda não apresentem defeitos, estimulados pela rápida substituição por modelos mais modernos lançados.
Pesquisadora do Idec, Renata Amaral diz que não existe nenhuma regulamentação que determine o tempo de vida útil de um equipamento. Segundo ela, a sensação de que os produtos duram menos é grande entre os consumidores.
Além disso, a pesquisadora alerta sobre a necessidade das pessoas refletirem se é mesmo necessário trocar de aparelho, às vezes, até com menos de um ano de uso.

Prazo maior de garantia
Professor do MBA em Estratégia e Ciências do Consumo da ESPM-Rio, Eduardo França diz que, desde a crise de 2008, há incentivo grande ao consumo. Segundo ele, é um movimento próprio da economia.
Porém, França afirma, no entanto, que há tendência de consumo consciente que leva a pessoa a refletir sobre preço, qualidade e necessidade na hora da compra de um novo produto.
Já uma pesquisa da Proteste — Associação Brasileira de Defesa do Consumidor, apontou que 45% dos eletrônicos e eletrodomésticos apresentam defeito antes de completarem dois anos de uso. Os campeões são as câmeras fotográficas, os computadores e os tablets.
Por isso, a entidade lançou uma campanha para ampliar o prazo da garantia legal, que hoje é de apenas três meses, para dois anos. A justificativa é que se a garantia for mais longa, a indústria investiria em produtos mais duradouros.

Por Aurélio Gimenez
Fonte O Dia Online

REDAÇÃO: CONFIRA 11 DICAS PARA NUNCA MAIS TEMER A FASE DISCURSIVA

Fase deve ser encarada como mais uma chance de o candidato mostrar que é capaz

Para muitos, responder mais de 100 questões objetivas, mesmo quando uma errada anula uma certa, é menos temeroso do que enfrentar uma página branca com 30 linhas que precisam ser preenchidas por uma redação. Muitos concurseiros até deixam de concorrer só porque terá fase discursiva na seleção. Mas nada que prática e uma boa orientação não deem jeito. Conheça algumas dicas valiosas, confira a seguir:

Brainstorming
No dia da prova, vá direto para a folha que contém a proposta de redação assim que abrir o caderno de questões. Leia e anote todas as ideias e palavras-chave que aparecerem em sua cabeça a partir do tema proposto. Assim, é mais fácil identificar quais argumentos realmente servem para embasar seu posicionamento sobre o tema. Essa a técnica é chamada de brainstorming ou tempestade de idéias.

Defenda suas ideias com unhas e dentes
É importante ser objetivo quanto ao posicionamento frente ao problema/tema apresentado pela banca organizadora. É preciso desenvolver bons argumentos para defender claramente seu ponto de vista. Assim, a ambiguidade deve ser descartada. Para facilitar o desenvolvimento da estrutura textual, separe os desdobramentos do tema proposto em tópicos e faça com que cada um se desenvolva em um parágrafo, depois é só interligar as idéias em sequência coerente.

Respeite os limites físicos da página
Geralmente, o máximo é de 30 linhas. Ultrapassar isso ou desrespeitar as margens da folha pode ser motivo para desclassificação. É importante ainda que o texto preencha toda a linha para que esteticamente o texto facilite a visualização e leitura.

Exemplifique seu ponto de vista
Podem ser dados estatísticos, testemunho de autoridade, fatos da realidade, ilustrações e comparações para fundamentar seu ponto de vista em relação ao tema proposto. Para isso, é fundamental que o candidato procure estar atualizado com temas como política, economia, meio-ambiente, entre outras áreas.

Não use termos que não conheça
Se tiver dúvida com relação à escrita ou significado de algum termo, substitua-o por outro de mesmo significado. Em vez de arriscar palavras mais rebuscadas, simplificar a linguagem é o mais adequado e seguro.

Estar realizando?
Evite gerundismo, clichês, gírias, pleonasmos (Ex.: subir para cima), linguagem coloquial (são comuns abreviações, estrangeirismos, palavras criadas, erros de concordância), “internetês” e vocabulário excessivamente requintado. Para aquisição de um vocabulário mais rico e sem vícios não há outro remédio a não ser ler com freqüência.
Aprenda o novo acordo ortografico

Lembre-se que o novo acordo ortografico já foi implementado. Não se esqueça que os verbos crer, ler, dar e ver não possuem mais acento circunflexo, quando colocados na 3ª pessoa do plural do modo indicativo. Ex: creem, leem, deem e veem. Ditongos abertos (Ex.: ideia, plateia), a hifenização sofreu alterações (ex.: dia a dia), assim como caiu os acentos diferenciais para distinção de palavras iguais (Ex.: para, pelo), entre outras modificações.

Treine sempre
O ideal é que o candidato que vai prestar redação em concurso produza pelo menos duas redações por semana. É importante ainda sempre reescrever os textos após submetê-lo à correção de um profissional ou de um amigo.

Texto excelente nem sempre é garante aprovação
Existe uma diferença entre um texto excelente e outro para passar em concurso. Para passar você só precisa atender aos tópicos do tema. Às vezes, o candidato vai além, aborda diversos aspectos e faz uma excelente redação. Mas se fugir do que é exigido, não adianta.

Ih, não é dissertação. O que fazer?
Não se assuste quando a banca pedir para você elaborar um estudo de caso ou peça técnica. Esses tipos de texto são subgêneros do texto dissertativo. Basicamente, a diferença entre eles é que a dissertação é baseada em texto motivado e o estudo de caso, em situações hipotéticas. Os critérios, em tese, são os mesmos para todas as redações. É preciso sempre estar dentro do tema, abordar os aspectos exigidos pelo enunciado, ser claro e montar o raciocínio com começo, meio e fim.

Focar o estudo por banca
Embora cada examinadora tenha características próprias, podemos separá-las em dois conjuntos quanto à prova de redação: Cespe e demais bancas:
- O Cespe faz uma prova de redação redundante: avalia praticamente o mesmo que na prova objetiva, ou seja, conteúdo. A redação tem 95% da nota para nível de conhecimento sobre o assunto. Os outros 5% são para apresentação e estrutura. Apurada a nota, o candidato pode perder pontos pelos erros gramaticais.
- Quanto às demais bancas, há sempre uma preocupação com incluir critérios mais típicos de correção de redação, que, em geral, podem ser organizados em três grandes critérios: conteúdo (conhecimento do assunto e fundamentação, que é a pertinência e relevância das ideias do desenvolvimento), estrutura (coerência, coesão) e correção gramatical (ortografia, vocabulário e morfossintaxe).
Por QualConcurso
Fonte JusBrasil Notícias

OS 7 TIPOS DE INTELIGÊNCIA: QUAL É O SEU?

Você se considera inteligente? Conheça os 7 tipos de inteligência e descubra qual deles é predominante em você!

Durante grande parte dos séculos 19 e 20, acreditou-se que a inteligência podia ser facilmente medida, determinada e comparada através de testes, como o famoso teste de QI, por exemplo, que determinava a inteligência da pessoa em números. No entanto, com o tempo, o teste de QI foi caindo em descrédito, pois pouco a pouco foi se notando que nem sempre as pessoas mais inteligentes e bem sucedidas obtinham os melhores resultados.
Os psicólogos e pesquisadores começaram a notar que havia alguns casos de pessoas que obtinham resultados medíocres nos testes de QI, mas que se davam bem na vida, pois eram determinadas, disciplinadas, persistentes e carismáticas.
A resposta é simples: existem vários tipos de inteligência!
Segundo Howard Gardner , psicólogo autor desta teoria, existem ao todo sete tipos de inteligência e todas as pessoas têm um pouco das sete dentro de si. No entanto, cada pessoa tem um desses tipos mais desenvolvido e que se sobrepõe sobre os outros.

Os 7 Tipos de Inteligência
Os 7 tipos de inteligência identificados no trabalho de Howard Gardner são:

Inteligência Linguística
As pessoas que possuem este tipo de inteligência têm grande facilidade de se expressar, tanto oralmente como na forma escrita. Além da grande expressividade, também têm um alto grau de atenção e sensibilidade para entender pontos de vista alheios. É uma inteligência fortemente relacionada ao lado esquerdo do cérebro é uma das mais comuns.

Inteligência Lógica
Pessoas com esse perfil de inteligência têm uma alta capacidade de memória e um grande talento para lidar com matemática e lógica em geral. Elas têm facilidade para encontrar solução de problemas complexos, com a capacidade de quebrar estes problemas em problemas menores e ir resolvendo cada um deles até chegar à resposta final. São pessoas organizadas e disciplinadas. É uma inteligência fortemente relacionada ao lado direito do cérebro.

Inteligência Motora
Pessoas com este tipo de inteligência possuem um grande talento em expressão corporal e têm uma noção espantosa de espaço, distância e profundidade. Têm um controle sobre o corpo maior que o normal, sendo capazes de realizar movimentos complexos, graciosos ou  fortes com enorme precisão e facilidade. É uma inteligência relacionada ao cerebelo, que é a porção do cérebro que controla os movimentos voluntários do corpo. Presente em esportistas olímpicos e de alta performance, é um tipo de inteligência diretamente relacionado à coordenação e capacidade motoras.

Inteligência Espacial
Pessoas com este perfil de inteligência têm uma enorme facilidade para criar, imaginar e desenhar imagens 2D e 3D. Elas possuem grande capacidade de criação em geral, mas principalmente apresentam um enorme talento para a arte gráfica. Pessoas com este perfil de inteligência têm como principais características a criatividade e a sensibilidade, sendo capazes de imaginar, criar e enxergar coisas que quem não tem este tipo de inteligência desenvolvido, em geral, não consegue.

Inteligência Musical
É um dos tipos mais raros de inteligência. Pessoas com este perfil têm uma grande facilidade para escutar músicas ou sons em geral e identificar diferentes padrões e notas musicais. Eles conseguem ouvir e processar sons além do que a maioria das pessoas consegue, sendo capazes também de criar novas músicas e harmonias inéditas. É como se conseguissem "enxergar" através dos sons. Algumas pessoas têm esta inteligência tão evoluída que são capazes de aprender a tocar instrumentos musicais sozinhas. Assim como a inteligência espacial, este é um dos tipos de inteligência fortemente relacionados à criatividade.

Inteligência Interpessoal
Inteligência interpessoal é um tipo de inteligência ligada à capacidade natural de liderança. Pessoas com este perfil de inteligência são extremamente ativas e em geral causam uma grande admiração nos outros. São os líderes práticos, aqueles que chamam a responsabilidade para si. Eles são calmos, diretos e têm uma enorme capacidade para convencer o outro a fazer tudo o que acharem conveniente. São capazes também de identificar as qualidades das pessoas e extrair o melhor delas, organizando equipes e coordenando trabalho em conjunto.

Inteligência Intrapessoal
É um tipo raro de inteligência também relacionado à liderança. Quem desenvolve a inteligência intrapessoal tem uma enorme facilidade para entender o que as pessoas pensam, sentem e desejam. Ao contrário dos líderes interpessoais, que são ativos, os lideres intrapessoais são mais reservados, exercendo a liderança de um modo mais indireto, através do carisma, e influenciando as pessoas através de ideias e não de ações. Entre os tipos de inteligência, este é considerado o mais raro.

As Inteligências Predominantes:
Porcentagem das pessoas em que cada tipo de inteligência predomina:

 * São as chamadas Inteligências Clássicas, as inteligências que aparecem no teste de QI.

Fonte Terra - Educação

segunda-feira, 4 de abril de 2022

OBRIGADA...O DIA ESTÁ TERMINANDO

BOA TARDE!

6 REGRAS PARA MONTAR UM CARTÃO DE VISITAS

A sua imagem profissional pode ser prejudicada com um cartão desleixado

A troca de cartões de visita não deve ser menosprezada; guarde os seus em local adequado

O cartão de visitas é a sua imagem profissional. Portanto, é esperado que você dedique o mínimo de atenção no ato de entregar o cartão ou de planejar a confecção de um novo.
Para a consultora de etiqueta empresarial Agni Melo, não é recomendável tentar atualizar seu cartão na hora de entregá-lo. Rabiscar informações e escrever novos dados podem demonstrar um pouco de desleixo, já que não foi reservado um tempo anterior para organizar a ferramenta que o representa.
“Acabou de mudar de telefone? Corra até a gráfica e faça outro cartão. Escrever no cartão é justificável quando o profissional se encontra em uma viagem e é necessário escrever o hotel que está hospedado”, explica. Mas o deslize não param por aí. Veja outros erros clássicos na hora de fazer um cartão de visitas.

As seis dicas sobre cartões de visitas:
1 - Profissionalize
Vá a uma gráfica e procure um designer, se necessário. Evite ao máximo usar cartões impressos em casa. Caso você não tenha experiência em fazer cartões, o amadorismo pode ficar evidente.

2 - Seja básico
Nome completo, cargo ou profissão, telefone, fax, e-mail e site. Caso sua empresa tenha um logotipo que representa a marca, não se esqueça de incluí-lo.
Não há necessidade de preencher todo o espaço do papel com outras informações. O objetivo do cartão de visitas é facilitar a vida de quem quer encontrá-lo.

3 - Frente e verso
O cartão duplo pode ser prático para profissionais que precisam incluir outros dados ou a logomarca de revendedores.

4 - Apresentação
Para Agni, o cartão de visita clássico pede cores claras. Já a cor da tipografia deve ser escura, preta ou grafite, que facilita a leitura. Outra recomendação é o uso de no máximo três cores na composição do cartão.
Caso a criação e cores faça parte da rotina da sua profissão, caso seja um designer, por exemplo, a criatividade não deve ser medida. Lembre-se que a elaboração do design de um cartão deve combinar com seu tipo de negócio.
O tipo de papel também deve ser levado em conta, utilize um de gramatura mais resistente.

5 - Revisão
Erros de português são inadmissíveis, então dedique um tempo para que nenhuma vírgula saia errada. Ou peça auxílio a outras pessoas.

6 - Armazenamento
Uma porta cartão é bem vindo tanto para guardar cartões de visitas novos quanto para arquivar os que você recebe ao longo de reuniões ou eventos de trabalho.

Fonte Exame.com

sábado, 2 de abril de 2022

GATO PASSANDO MAL NO CARRO? SAIBA COMO EVITAR ESSE PROBLEMA

Os felinos não gostam naturalmente de passear de carro, pois enjoam facilmente e não se adaptam bem a mudanças

Os felinos não são os maiores fãs de passeios de carro. Eles são animais de hábitos, por isso gostam de ficar no seu território e manter a rotina, sem mudanças. Além disso, ela ficam enjoados facilmente por causa do movimento constante. Por isso não é difícil ver um gato passando mal quando está dentro do carro.
No entanto, de vez em quando é difícil evitar o passeio. Ir ao veterinário, pet shop ou viajar são exemplos de situações que, às vezes, o bichano precisa ir junto. Mas como evitar o gato passando mal durante todo o trajeto? Existem algumas dicas que podem afastar o enjoo e garantir um passeio tranquilo.

1º A caixa de transporte
Mesmo se o percurso for curto, é importante colocar o bichano dentro da caixa de transporte. O recipiente funciona como uma proteção para o animal, além de evitar que ele fique andando pelo carro e distraia o motorista.
Por isso, compre uma  caixa de tamanho adequado e vá habitando gradativamente o bichano a ficar lá dentro. Dessa forma, não será traumático quando precisar realmente utilizar o objeto. Além disso, não se esqueça de que o gato deve ir à parte da trás do carro, é mais seguro. 

2º Tranquilize o bichano
Na maioria dos casos, o bichano passa mal no carro por causa do estresse que o deslocamento causa. Por isso, uma dica legal é colocar a caixa de transporte na parte baixa, impedindo que o gato olhe pela janela. Isso diminuirá a percepção de que está se movimentando.
Mas, se o pet continuar muito estressado, pulverize feromônios sintéticos pelo interior do veículo. É uma forma de acalmá-lo e fazê-lo acreditar que está no seu território. Uma alternativa é utilizar tranquilizantes, mas seu uso só pode ser indicado pelo veterinário.

3º Alimente o gato antecipadamente
O enjoo pode ser agravado se o estômago do pet estiver cheio, pois o movimento do carro leva ao vômito. Dessa forma, quando for passear ou — principalmente — viajar, procure alimentar o bichano cerca de três horas antes. Não precisa mudar a alimentação, apenas fazê-la mais cedo.

  Realize paradas
Se você for viajar de carro para um local distante, não deixe de fazer paradas a cada duas horas. Não é conveniente tirar o gato para fora durante as paragens, mas elas não necessáriss para que ele possa beber água, se refrescar e usar a caixa de areia. Por isso, compre um bebedouro e caixa próprios para viagem.

Outras dicas
Jamais deixe o gato sozinho no carro. Ele pode ficar mais nervoso por não ter companhia, se debater dentro da caixa e se machucar. Melhor evitar, não é? O ideal é sempre ter alguém ao lado dele, acalmando-o, acariciando-o e conversando em tom suave e tranquilo. Ele precisa entender que está tudo bem. Procure manter a música baixa quando estiver com o gato no carro, pois irá ajudá-lo a ficar calmo.
Caso nada disso funcione, recorra ao veterinário. Ele saberá identificar as possíveis causas do gato passando mal e como resolver o problema. É provável que ele receite um medicamento para tranquilizá-lo ou fazê-lo dormir.
  Fonte: Canal do Pet - iG

A VIDA É SIMPLES - BRINQUE CO SEU GATO

sexta-feira, 1 de abril de 2022

6 PISTAS PARA FLAGRAR MENTIRAS NUMA CONVERSA DE NEGÓCIOS

Mentira: aprenda a detectar se uma pessoa está mentindo para você numa conversa de negócios

Confiar em seus clientes, sócios e funcionários é fundamental para o bom funcionamento de um negócio. Porém, e se essas pessoas estiverem mentindo para você?
A falta com a verdade pode acontecer porque seu funcionário não quer te contar sobre um problema ocorrido no setor dele. Ou ainda pode ser que um parceiro de negócios queira tirar vantagem da sua confiança, e levar mais do que o combinado entre vocês.
Seja qual for a motivação, conseguir identificar quando se está sendo enganado é uma boa arma para se defender de possíveis frustrações, ou pior, de grandes prejuízos financeiros.
Foi pensando nisso que a psicóloga Jennifer Jordan, professora da escola de negócios suíça IMD, uma das mais prestigiadas do mundo, elencou algumas pistas para que os empreendedores fiquem atentos.
Em artigo publicado pela escola, a professora afirma que muitos executivos a procuram querendo saber como identificar mentiras em conversas virtuais, seja por telefone, e-mail ou mesmo via Whatsapp.
“Como um executivo de negócios, algumas das mentiras que as pessoas contam podem levar a más decisões, perda de lucros, ou pior”, escreve a psicóloga.
Veja a seguir seis pistas elencadas por Jennifer Jordan para detectar mentiras em conversas virtuais de negócios.

1- A pessoa com quem você está se comunicando não responde às perguntas diretamente
“Um colega ou cliente que se recusa a responder questões diretamente pode estar tentando não revelar toda a verdade”, alerta a professora. Segundo ela, as mentiras por omissão são mais comuns do que aquelas em que a pessoa de fato inventa uma informação.
“Normalmente, essas são mais fáceis de se livrar, de justificar que ‘eu na verdade não menti’, e não exigem a invenção de histórias complicadas. Uma forma de não entregar informação que se quer esconder é respondendo indiretamente às perguntas”, completa a pesquisadora.

2 - A pessoa fornece poucos detalhes do que importa
Uma boa forma de não ser flagrado numa mentira é dar informações vagas e genéricas para questões importantes.
“Como no primeiro item, quando a pessoa mente ao ocultar informações importantes, ela também irá responder de forma ampla, não descritiva, com o objetivo de não revelar certas informações para evitar ser pega dizendo uma mentira”, explica Jennifer.

3 - Detalhes irrelevantes onde não há necessidade
“O objetivo de um mentiroso é fazer com que a outra pessoa acredite no que ele está dizendo. Uma forma de fazer isso é fornecer excesso de detalhes em questões que são irrelevantes para a situação”, afirma a professora.
Mas por que eles fazem isso? Segundo a pesquisadora, o mentiroso pensa que, ao fornecer detalhes em pontos irrelevantes para uma discussão, ele irá desviar sua atenção da questão principal. Além disso, a riqueza de detalhes gera a ilusão de que a pessoa está dizendo a verdade, alerta.

4 - Eles seguem uma ordem cronológica rigorosa quando recontam os eventos
Inventar uma mentira não é fácil. Contá-la de forma convincente tampouco. Segundo a professora da IMD, a forma como os mentirosos contam uma história é diferente daquela usada por quem está falando a verdade.
“A recordação de eventos que nós realmente vivenciamos não é usualmente clara e ordenada. Porém, quando mente sobre uma cadeia de eventos ou um período, um mentiroso irá se esforçar consideravelmente em inventar uma história e, em seguida, ensaiar aquele período da história em sua cabeça repetidas vezes até que cada detalhe seja bem lembrado”, compara a especialista.

5 - Eles evitam se encontrar pessoalmente, mesmo que seja às suas custas
“Se alguma das dicas acima o faz suspeitar de que você seja o alvo de alguma mentira, peça para se encontrar cara a cara com a outra pessoa, assim você poderá tirar vantagem das diversas pistas não-verbais que possam indicar se alguém está mentindo: expressões faciais, movimentos das mãos e pés, sinais de ansiedade”, aconselha a professora.
Se você fizer a proposta de um encontro pessoal, mas pessoa resistir – é hora de ligar o alerta vermelho. “Para mim, há sempre uma bandeira vermelha se, após contatos virtuais, a pessoa se recusa (ou expressa relutância considerável) em se encontrar pessoalmente”, conclui Jennifer.
A dica dela é que você se ofereça para pagar os custos de uma reunião cara a cara, e, mesmo que não possa de fato encontrar com a pessoa, faça o convite a fim de estudar a reação dela.

6 - Eles fazem muitas pausas ao responder questões
Se você está numa conversa de negócios por telefone ou teleconferência, uma dica é ficar atento ao tempo de resposta do seu interlocutor.
“Quando responde a perguntas, principalmente aquelas que podem fornecer ‘evidências criminais’, um mentiroso costuma usar pausas, tomando tempo para buscar algo para dizer ou editar aquilo que está prestes a falar, a fim de ter certeza de não revelar nenhuma informação crucial, enquanto uma pessoa que diz a verdade irá fornecer respostas espontâneas e relaxadas”, explica Jennifer.
A professora conclui ressaltando que é importante buscar mais de um dos sinais destacados acima, antes de acreditar que se está sendo enganado.
“Por último, a sua intuição é uma ferramenta importante. Se algo está lhe dizendo que a situação não é boa, pode ser a hora de você ir embora e procurar outra alternativa.”

Por Mariana Desidério
Fonte Exame.com

1° DE ABRIL!!!