sexta-feira, 29 de abril de 2022
quarta-feira, 27 de abril de 2022
SAIBA COMO TER CONTROLE EMOCIONAL EM TRÊS FASES DECISIVAS DOS CONCURSOS
A maneira como o concurseiro reage à divulgação da
concorrência, do gabarito e do resultado final pode influenciar diretamente o
rendimento na seleção
Três
momentos são divisores de águas na vida dos concurseiros: as divulgações da
concorrência da seleção, do gabarito das provas e do resultado final do
concurso. Saber como agir diante deles é essencial para assegurar o controle
emocional durante a reta final de estudos e também para concorrer em outro
processo seletivo, em caso de reprovação. O professor de direito penal do IMP
Concursos Carlos Alfama e o especialista em comportamento Bruno Fracalossi, do
Ponto dos Concursos, orientam os concurseiros a não se desesperar nessas
situações e dão dicas sobre como agir em cada um desses momentos.
Concorrência monstro
Para
o professor Carlos Alfama, a divulgação do número de concorrentes desestimula
muita gente, mas o melhor é usá-la como motivação para aumentar o nível de
estudo. Segundo ele, a forma de encarar o volume da concorrência é decisiva e
pode representar uma aprovação ou uma reprovação. “Posso afirmar isso por
experiência própria. Fiz uma prova de concurso e quando saiu a concorrência, eu
praticamente parei de estudar, deixei de acreditar que a minha aprovação seria
possível. Quando o resultado foi divulgado vi que fiquei de fora por apenas
duas posições. Se não tivesse me abalado, poderia ter conquistado a vaga”.
Bruno
Fracalossi lembra que o exemplo mais recente para essa situação é a
concorrência para o concurso do INSS, que teve mais de um milhão de inscritos.
“Cerca de 10% a 15% do total de candidatos inscritos fazem realmente o dever de
casa, ou seja, estudam com foco, dedicação e método adequado. O restante está
lá por motivos diversos, como treinamento, ‘oba-oba’, cobrança de parentes etc.
Eles não são concorrentes em potencial para quem estuda direito”, aponta.
Gabarito
De
acordo com o professor Alfama, quando o gabarito é divulgado o candidato já fez
tudo o que podia ser feito. “Nesse momento é melhor esquecer, buscar algo que
dê prazer e esperar. Pode ser que a nota de corte mude. Se couber recurso,
também vale a pena procurar um profissional para tentar reverter a situação”,
aconselha.
Sorte
de principiante? Descubra o que levou concurseiros a passarem de primeira Transpetro
abre concurso para auditores com salário de R$ 9 mil
“Sem
chão. É assim que ficamos após corrigirmos um gabarito ruim. Um fator como
esse, que você não consegue influenciar, deve ter menor proporção nesse
momento. No meu caso, posso dizer que nunca fiquei mais do que uma semana
desanimado. Sempre me levantei rapidamente e voltei ao ritmo. Quase sempre as
coisas ruins têm um motivo para acontecer. A grande diferença entre aqueles que
conseguem realizar os seus sonhos daqueles que não conseguem é o fato de
conseguir superar a decepção rapidamente”, incentiva Bruno.
Resultado final
Alfama
entende que diante de uma reprovação, o pensamento deve envolver a idéia de que
é uma situação que acontece com todo mundo. “A reprovação também pode
representar um passo mais perto da aprovação, pois o estudo não é desperdiçado
e sim acumulado”.
Para
o coach Fracalossi, são poucos os concurseiros que nunca foram reprovados em
seleções e que ser reprovado faz parte do processo natural de estudo para
concursos. “Os maiores vencedores, em todas as atividades e ramos, já sofreram
tombos anteriores. A maioria dos grandes empresários já falhou inúmeras vezes
até atingir o sucesso. Se houver a reprovação, tire constatações do que você
fez de errado, e não cometa os mesmos erros. O que eu afirmo, com toda certeza,
é que aqueles que não ficam se lamentando por não terem conseguido a aprovação
serão os primeiros colocados nos próximos certames”.
Por
Kléber Sales
Fonte
Correio Web
terça-feira, 26 de abril de 2022
SETE ERROS NÃO-VERBAIS PARA EVITAR EM ENTREVISTAS DE EMPREGO
Aperto de mão frouxo ou forte demais, pigarrear
excessivamente e gesticular demais: saiba como não prejudicar sua imagem diante
do recrutador
O corpo fala e quase todo mundo sabe disso. Mas, na hora de uma entrevista de
emprego, o nervosismo e ansiedade podem fazer com que o candidato deixe essa
informação passar batido. A coach Lisa Quast, do site americano especializado
em recrutamento NWJobs, reuniu sete dicas para que postulantes a uma vaga de
emprego evitem erros não-verbais que podem comprometer o sucesso na entrevista.
Lisa
diz que, embora nunca decida contratar alguém baseada unicamente na comunicação
não-verbal, ela usa essas informações para avaliar o que ela chama de “cenário
maior”, por isso recomenda que os candidatos evitem os sete erros.
Veja
quais são:
1. Aperto de mão estranho
Um
aperto de mão frouxo pode indicar insegurança, enquanto um aperto de mão muito
forte pode indicar arrogância. Um aperto de mão muito longo pode passar a
impressão ao recrutador de que o candidato está se esforçando demais para
impressionar — e que você pode acabar “alongando” também suas realizações,
conhecimentos e experiências.
2. Contato visual (em excesso ou quase nenhum)
Pouco
contato visual pode sugerir que o candidato não está realmente interessado na
vaga. Por outro lado, contato visual em excesso pode intimidar o entrevistador
e acabar levando a conversa para outros rumos.
3. Gestos sem controle
Isso
inclui balançar a perna, bater o pé, apertar o botão da caneta insistentemente,
ou gesticular demais com braços enquanto fala — tudo isso tira a atenção do
recrutador no candidato. O NWJobs cita o exemplo de uma candidata que
gesticulava demais com os braços enquanto falava, acabou derrubando duas
xícaras de café, e a entrevistou foi ladeira abaixo.
4. Pigarro constante
Embora
alguns considerem o pigarro como comunicação verbal, é um hábito nervoso que
faz com que seja quase impossível que o entrevistador preste atenção ao que o
candidato está dizendo. Segundo Lisa Quast, uma das experiências mais
estressantes pelas quais ela já passou foi quando entrevistou um profissional
que limpava a garganta a todo instante enquanto falava.
5. Falta de expressão facial
Se
o candidato não sorrir ou demonstrar qualquer tipo de emoção em seu rosto, pode
passar a impressão de que não é muito motivado ou interessado.
6. Postura ruim
Inclinar-se
para trás ou cruzar braços e pernas podem demonstrar que o candidato não está
interessado na discussão, ou ainda parecer arrogante ou confiante demais.
7. Traje inapropriado
A
roupa também revela muito sobre um candidato e pode causar impacto negativo se
for incompatível com o cargo pretendido. Lisa conta que uma vez entrevistou uma
candidato a uma vaga de gerente de marketing em uma empresa tradicional do ramo
de saúde que apareceu vestido como John Travolta no filme “Embalos de sábado à
noite”: camisa desabotoada, peito aparecendo e vários colares que não condiziam
com a vaga, com a empresa, nem com a indústria em que ele pretendia atuar.
Fonte
O Globo Online
segunda-feira, 25 de abril de 2022
domingo, 24 de abril de 2022
sábado, 23 de abril de 2022
quarta-feira, 20 de abril de 2022
domingo, 17 de abril de 2022
sexta-feira, 15 de abril de 2022
quarta-feira, 13 de abril de 2022
segunda-feira, 11 de abril de 2022
domingo, 10 de abril de 2022
sábado, 9 de abril de 2022
quinta-feira, 7 de abril de 2022
quarta-feira, 6 de abril de 2022
MESMO COM AVANÇO TECNOLÓGICO, PRODUTOS TÊM DURABILIDADE INFERIOR
Obsolescência
programada: Saiba o que é e como ela te afeta
Obsolescência programada. Poucos conhecem ou
sabem o que quer dizer esse “palavrão”. Porém, hoje em dia, todo mundo já teve
a sensação provocada por essa faceta do consumo moderno. Apesar do avanço
tecnológico, resultando na criação de uma diversidade de materiais disponíveis
para a produção e compra, hoje nossos eletrodomésticos e eletroeletrônicos têm
durabilidade muito inferior do que os aparelho fabricados há 50 anos.
De acordo com o Instituto Brasileiro de
Defesa do Consumidor (Idec), o desgaste natural dos produtos é normal. Mas, o
produto ser “planejado” para parar de funcionar ou se tornar obsoleto em curto
período de tempo é prática da indústria que deve ser combatida.
Um dos principais exemplos de obsolescência
programada é a lâmpada. Quando criada, durava muito. Mas, os fabricantes
perceberam que venderiam um número limitado de unidades. Assim, criaram uma fórmula
para limitar o funcionamento das peças, que passaram a durar apenas mil horas,
por exemplo.
Um estudo do Idec e da Market Analysis sobre
percepção e hábitos dos consumidores brasileiros em relação ao uso e descarte
de aparelhos eletrônicos comprovou que as pessoas esperam uma vida útil de dois
a três anos a mais do que, de fato, os equipamentos oferecem. A falta de assistência
técnica, elevado custo para o conserto e a atualização estão entre os
principais fatores que influenciam na troca.
Celulares, smartphones e computadores estão
entre os equipamentos que apresentam a maior frequência de problemas de
funcionamento. Para a entidade, a obsolescência funcional programada, ou seja,
o tempo de durabilidade, é planejado para ser menor e induzir novas vendas.
Também existe a obsolescência psicológica,
quando os consumidores são induzidos a trocar de produtos mesmo que ainda não
apresentem defeitos, estimulados pela rápida substituição por modelos mais
modernos lançados.
Pesquisadora do Idec, Renata Amaral diz que
não existe nenhuma regulamentação que determine o tempo de vida útil de um
equipamento. Segundo ela, a sensação de que os produtos duram menos é grande
entre os consumidores.
Além disso, a pesquisadora alerta sobre a
necessidade das pessoas refletirem se é mesmo necessário trocar de aparelho, às
vezes, até com menos de um ano de uso.
Prazo maior de
garantia
Professor do MBA em Estratégia e Ciências
do Consumo da ESPM-Rio, Eduardo França diz que, desde a crise de 2008, há incentivo
grande ao consumo. Segundo ele, é um movimento próprio da economia.
Porém, França afirma, no entanto, que há tendência
de consumo consciente que leva a pessoa a refletir sobre preço, qualidade e
necessidade na hora da compra de um novo produto.
Já uma pesquisa da Proteste — Associação
Brasileira de Defesa do Consumidor, apontou que 45% dos eletrônicos e eletrodomésticos
apresentam defeito antes de completarem dois anos de uso. Os campeões são as câmeras
fotográficas, os computadores e os tablets.
Por isso, a entidade lançou uma campanha
para ampliar o prazo da garantia legal, que hoje é de apenas três meses, para
dois anos. A justificativa é que se a garantia for mais longa, a indústria
investiria em produtos mais duradouros.
Por Aurélio Gimenez
Fonte O Dia Online
REDAÇÃO: CONFIRA 11 DICAS PARA NUNCA MAIS TEMER A FASE DISCURSIVA
Fase deve ser encarada como mais uma chance de o
candidato mostrar que é capaz
Para
muitos, responder mais de 100 questões objetivas, mesmo quando uma errada anula
uma certa, é menos temeroso do que enfrentar uma página branca com 30 linhas
que precisam ser preenchidas por uma redação. Muitos concurseiros até deixam de
concorrer só porque terá fase discursiva na seleção. Mas nada que prática e uma
boa orientação não deem jeito. Conheça algumas dicas valiosas, confira a
seguir:
Brainstorming
No
dia da prova, vá direto para a folha que contém a proposta de redação assim que
abrir o caderno de questões. Leia e anote todas as ideias e palavras-chave que
aparecerem em sua cabeça a partir do tema proposto. Assim, é mais fácil
identificar quais argumentos realmente servem para embasar seu posicionamento
sobre o tema. Essa a técnica é chamada de brainstorming ou tempestade de
idéias.
Defenda suas ideias com unhas e dentes
É
importante ser objetivo quanto ao posicionamento frente ao problema/tema apresentado
pela banca organizadora. É preciso desenvolver bons argumentos para defender
claramente seu ponto de vista. Assim, a ambiguidade deve ser descartada. Para
facilitar o desenvolvimento da estrutura textual, separe os desdobramentos do
tema proposto em tópicos e faça com que cada um se desenvolva em um parágrafo,
depois é só interligar as idéias em sequência coerente.
Respeite os limites físicos da página
Geralmente,
o máximo é de 30 linhas. Ultrapassar isso ou desrespeitar as margens da folha
pode ser motivo para desclassificação. É importante ainda que o texto preencha
toda a linha para que esteticamente o texto facilite a visualização e leitura.
Exemplifique seu ponto de vista
Podem
ser dados estatísticos, testemunho de autoridade, fatos da realidade,
ilustrações e comparações para fundamentar seu ponto de vista em relação ao
tema proposto. Para isso, é fundamental que o candidato procure estar
atualizado com temas como política, economia, meio-ambiente, entre outras
áreas.
Não use termos que não conheça
Se
tiver dúvida com relação à escrita ou significado de algum termo, substitua-o
por outro de mesmo significado. Em vez de arriscar palavras mais rebuscadas,
simplificar a linguagem é o mais adequado e seguro.
Estar realizando?
Evite
gerundismo, clichês, gírias, pleonasmos (Ex.: subir para cima), linguagem
coloquial (são comuns abreviações, estrangeirismos, palavras criadas, erros de
concordância), “internetês” e vocabulário excessivamente requintado. Para
aquisição de um vocabulário mais rico e sem vícios não há outro remédio a não
ser ler com freqüência.
Aprenda
o novo acordo ortografico
Lembre-se
que o novo acordo ortografico já foi implementado. Não se esqueça que os verbos
crer, ler, dar e ver não possuem mais acento circunflexo, quando colocados na
3ª pessoa do plural do modo indicativo. Ex: creem, leem, deem e veem. Ditongos
abertos (Ex.: ideia, plateia), a hifenização sofreu alterações (ex.: dia a
dia), assim como caiu os acentos diferenciais para distinção de palavras iguais
(Ex.: para, pelo), entre outras modificações.
Treine sempre
O
ideal é que o candidato que vai prestar redação em concurso produza pelo menos
duas redações por semana. É importante ainda sempre reescrever os textos após
submetê-lo à correção de um profissional ou de um amigo.
Texto excelente nem sempre é garante aprovação
Existe
uma diferença entre um texto excelente e outro para passar em concurso. Para
passar você só precisa atender aos tópicos do tema. Às vezes, o candidato vai
além, aborda diversos aspectos e faz uma excelente redação. Mas se fugir do que
é exigido, não adianta.
Ih, não é dissertação. O que fazer?
Não
se assuste quando a banca pedir para você elaborar um estudo de caso ou peça
técnica. Esses tipos de texto são subgêneros do texto dissertativo.
Basicamente, a diferença entre eles é que a dissertação é baseada em texto
motivado e o estudo de caso, em situações hipotéticas. Os critérios, em tese,
são os mesmos para todas as redações. É preciso sempre estar dentro do tema,
abordar os aspectos exigidos pelo enunciado, ser claro e montar o raciocínio
com começo, meio e fim.
Focar o estudo por banca
Embora
cada examinadora tenha características próprias, podemos separá-las em dois
conjuntos quanto à prova de redação: Cespe e demais bancas:
-
O Cespe faz uma prova de redação redundante: avalia praticamente o mesmo que na
prova objetiva, ou seja, conteúdo. A redação tem 95% da nota para nível de
conhecimento sobre o assunto. Os outros 5% são para apresentação e estrutura.
Apurada a nota, o candidato pode perder pontos pelos erros gramaticais.
-
Quanto às demais bancas, há sempre uma preocupação com incluir critérios mais
típicos de correção de redação, que, em geral, podem ser organizados em três
grandes critérios: conteúdo (conhecimento do assunto e fundamentação, que é a
pertinência e relevância das ideias do desenvolvimento), estrutura (coerência,
coesão) e correção gramatical (ortografia, vocabulário e morfossintaxe).
Por
QualConcurso
Fonte
JusBrasil Notícias
OS 7 TIPOS DE INTELIGÊNCIA: QUAL É O SEU?
Você se considera inteligente? Conheça os 7 tipos de
inteligência e descubra qual deles é predominante em você!
Durante
grande parte dos séculos 19 e 20, acreditou-se que a inteligência podia ser
facilmente medida, determinada e comparada através de testes, como o famoso
teste de QI, por exemplo, que determinava a inteligência da pessoa em números.
No entanto, com o tempo, o teste de QI foi caindo em descrédito, pois pouco a
pouco foi se notando que nem sempre as pessoas mais inteligentes e bem
sucedidas obtinham os melhores resultados.
Os
psicólogos e pesquisadores começaram a notar que havia alguns casos de pessoas
que obtinham resultados medíocres nos testes de QI, mas que se davam bem na
vida, pois eram determinadas, disciplinadas, persistentes e carismáticas.
A
resposta é simples: existem vários tipos de inteligência!
Segundo
Howard Gardner , psicólogo autor desta teoria, existem ao todo sete tipos de
inteligência e todas as pessoas têm um pouco das sete dentro de si. No entanto,
cada pessoa tem um desses tipos mais desenvolvido e que se sobrepõe sobre os
outros.
Os 7 Tipos de Inteligência
Os
7 tipos de inteligência identificados no trabalho de Howard Gardner são:
Inteligência Linguística
As
pessoas que possuem este tipo de inteligência têm grande facilidade de se
expressar, tanto oralmente como na forma escrita. Além da grande
expressividade, também têm um alto grau de atenção e sensibilidade para
entender pontos de vista alheios. É uma inteligência fortemente relacionada ao
lado esquerdo do cérebro é uma das mais comuns.
Inteligência Lógica
Pessoas
com esse perfil de inteligência têm uma alta capacidade de memória e um grande
talento para lidar com matemática e lógica em geral. Elas têm facilidade para
encontrar solução de problemas complexos, com a capacidade de quebrar estes
problemas em problemas menores e ir resolvendo cada um deles até chegar à
resposta final. São pessoas organizadas e disciplinadas. É uma inteligência
fortemente relacionada ao lado direito do cérebro.
Inteligência Motora
Pessoas
com este tipo de inteligência possuem um grande talento em expressão corporal e
têm uma noção espantosa de espaço, distância e profundidade. Têm um controle
sobre o corpo maior que o normal, sendo capazes de realizar movimentos
complexos, graciosos ou fortes com
enorme precisão e facilidade. É uma inteligência relacionada ao cerebelo, que é
a porção do cérebro que controla os movimentos voluntários do corpo. Presente
em esportistas olímpicos e de alta performance, é um tipo de inteligência
diretamente relacionado à coordenação e capacidade motoras.
Inteligência Espacial
Pessoas
com este perfil de inteligência têm uma enorme facilidade para criar, imaginar
e desenhar imagens 2D e 3D. Elas possuem grande capacidade de criação em geral,
mas principalmente apresentam um enorme talento para a arte gráfica. Pessoas
com este perfil de inteligência têm como principais características a
criatividade e a sensibilidade, sendo capazes de imaginar, criar e enxergar
coisas que quem não tem este tipo de inteligência desenvolvido, em geral, não
consegue.
Inteligência Musical
É
um dos tipos mais raros de inteligência. Pessoas com este perfil têm uma grande
facilidade para escutar músicas ou sons em geral e identificar diferentes
padrões e notas musicais. Eles conseguem ouvir e processar sons além do que a
maioria das pessoas consegue, sendo capazes também de criar novas músicas e
harmonias inéditas. É como se conseguissem "enxergar" através dos
sons. Algumas pessoas têm esta inteligência tão evoluída que são capazes de
aprender a tocar instrumentos musicais sozinhas. Assim como a inteligência
espacial, este é um dos tipos de inteligência fortemente relacionados à
criatividade.
Inteligência Interpessoal
Inteligência
interpessoal é um tipo de inteligência ligada à capacidade natural de
liderança. Pessoas com este perfil de inteligência são extremamente ativas e em
geral causam uma grande admiração nos outros. São os líderes práticos, aqueles
que chamam a responsabilidade para si. Eles são calmos, diretos e têm uma
enorme capacidade para convencer o outro a fazer tudo o que acharem
conveniente. São capazes também de identificar as qualidades das pessoas e
extrair o melhor delas, organizando equipes e coordenando trabalho em conjunto.
Inteligência Intrapessoal
É
um tipo raro de inteligência também relacionado à liderança. Quem desenvolve a
inteligência intrapessoal tem uma enorme facilidade para entender o que as
pessoas pensam, sentem e desejam. Ao contrário dos líderes interpessoais, que
são ativos, os lideres intrapessoais são mais reservados, exercendo a liderança
de um modo mais indireto, através do carisma, e influenciando as pessoas
através de ideias e não de ações. Entre os tipos de inteligência, este é
considerado o mais raro.
As Inteligências Predominantes:
Porcentagem
das pessoas em que cada tipo de inteligência predomina:
* São as chamadas Inteligências Clássicas, as
inteligências que aparecem no teste de QI.
Fonte
Terra - Educação
segunda-feira, 4 de abril de 2022
6 REGRAS PARA MONTAR UM CARTÃO DE VISITAS
A sua imagem profissional pode ser prejudicada com um cartão desleixado
A troca de cartões de visita não deve ser menosprezada; guarde os seus em local adequado
O cartão de visitas é a sua imagem profissional. Portanto, é esperado que você dedique o mínimo de atenção no ato de entregar o cartão ou de planejar a confecção de um novo.
Para a consultora de etiqueta empresarial Agni Melo, não é recomendável tentar atualizar seu cartão na hora de entregá-lo. Rabiscar informações e escrever novos dados podem demonstrar um pouco de desleixo, já que não foi reservado um tempo anterior para organizar a ferramenta que o representa.
“Acabou de mudar de telefone? Corra até a gráfica e faça outro cartão. Escrever no cartão é justificável quando o profissional se encontra em uma viagem e é necessário escrever o hotel que está hospedado”, explica. Mas o deslize não param por aí. Veja outros erros clássicos na hora de fazer um cartão de visitas.
As seis dicas sobre cartões de visitas:
1 - Profissionalize
Vá a uma gráfica e procure um designer, se necessário. Evite ao máximo usar cartões impressos em casa. Caso você não tenha experiência em fazer cartões, o amadorismo pode ficar evidente.
2 - Seja básico
Nome completo, cargo ou profissão, telefone, fax, e-mail e site. Caso sua empresa tenha um logotipo que representa a marca, não se esqueça de incluí-lo.
Não há necessidade de preencher todo o espaço do papel com outras informações. O objetivo do cartão de visitas é facilitar a vida de quem quer encontrá-lo.
3 - Frente e verso
O cartão duplo pode ser prático para profissionais que precisam incluir outros dados ou a logomarca de revendedores.
4 - Apresentação
Para Agni, o cartão de visita clássico pede cores claras. Já a cor da tipografia deve ser escura, preta ou grafite, que facilita a leitura. Outra recomendação é o uso de no máximo três cores na composição do cartão.
Caso a criação e cores faça parte da rotina da sua profissão, caso seja um designer, por exemplo, a criatividade não deve ser medida. Lembre-se que a elaboração do design de um cartão deve combinar com seu tipo de negócio.
O tipo de papel também deve ser levado em conta, utilize um de gramatura mais resistente.
5 - Revisão
Erros de português são inadmissíveis, então dedique um tempo para que nenhuma vírgula saia errada. Ou peça auxílio a outras pessoas.
6 - Armazenamento
Uma porta cartão é bem vindo tanto para guardar cartões de visitas novos quanto para arquivar os que você recebe ao longo de reuniões ou eventos de trabalho.
Fonte Exame.com
sábado, 2 de abril de 2022
GATO PASSANDO MAL NO CARRO? SAIBA COMO EVITAR ESSE PROBLEMA
Os felinos não
gostam naturalmente de passear de carro, pois enjoam facilmente e não se
adaptam bem a mudanças
Os felinos não são os maiores fãs de
passeios de carro. Eles são animais de hábitos, por isso gostam de ficar no seu
território e manter a rotina, sem mudanças. Além disso, ela ficam enjoados
facilmente por causa do movimento constante. Por isso não é difícil ver um gato
passando mal quando está dentro do carro.
No entanto, de vez em quando é difícil
evitar o passeio. Ir ao veterinário, pet shop ou viajar são exemplos de
situações que, às vezes, o bichano precisa ir junto. Mas como evitar o gato
passando mal durante todo o trajeto? Existem algumas dicas que podem afastar o
enjoo e garantir um passeio tranquilo.
1º A caixa de
transporte
Mesmo se o percurso for curto, é importante
colocar o bichano dentro da caixa de transporte. O recipiente funciona como uma
proteção para o animal, além de evitar que ele fique andando pelo carro e
distraia o motorista.
Por isso, compre uma caixa de tamanho adequado e vá habitando
gradativamente o bichano a ficar lá dentro. Dessa forma, não será traumático
quando precisar realmente utilizar o objeto. Além disso, não se esqueça de que
o gato deve ir à parte da trás do carro, é mais seguro.
2º Tranquilize o
bichano
Na maioria dos casos, o bichano passa mal no
carro por causa do estresse que o deslocamento causa. Por isso, uma dica legal
é colocar a caixa de transporte na parte baixa, impedindo que o gato olhe pela
janela. Isso diminuirá a percepção de que está se movimentando.
Mas, se o pet continuar muito estressado, pulverize
feromônios sintéticos pelo interior do veículo. É uma forma de acalmá-lo e fazê-lo
acreditar que está no seu território. Uma alternativa é utilizar
tranquilizantes, mas seu uso só pode ser indicado pelo veterinário.
3º Alimente o gato
antecipadamente
O enjoo pode ser agravado se o estômago do
pet estiver cheio, pois o movimento do carro leva ao vômito. Dessa forma, quando
for passear ou — principalmente — viajar, procure alimentar o bichano cerca de
três horas antes. Não precisa mudar a alimentação, apenas fazê-la mais cedo.
4º Realize paradas
Se você for viajar de carro para um local
distante, não deixe de fazer paradas a cada duas horas. Não é conveniente tirar
o gato para fora durante as paragens, mas elas não necessáriss para que ele
possa beber água, se refrescar e usar a caixa de areia. Por isso, compre um
bebedouro e caixa próprios para viagem.
Outras dicas
Jamais deixe o gato sozinho no carro. Ele
pode ficar mais nervoso por não ter companhia, se debater dentro da caixa e se
machucar. Melhor evitar, não é? O ideal é sempre ter alguém ao lado dele, acalmando-o,
acariciando-o e conversando em tom suave e tranquilo. Ele precisa entender que
está tudo bem. Procure manter a música baixa quando estiver com o gato no carro,
pois irá ajudá-lo a ficar calmo.
Caso nada disso funcione, recorra ao
veterinário. Ele saberá identificar as possíveis causas do gato passando mal e
como resolver o problema. É provável que ele receite um medicamento para
tranquilizá-lo ou fazê-lo dormir.
sexta-feira, 1 de abril de 2022
6 PISTAS PARA FLAGRAR MENTIRAS NUMA CONVERSA DE NEGÓCIOS
Mentira: aprenda a detectar se uma pessoa está
mentindo para você numa conversa de negócios
Confiar
em seus clientes, sócios e funcionários é fundamental para o bom funcionamento
de um negócio. Porém, e se essas pessoas estiverem mentindo para você?
A
falta com a verdade pode acontecer porque seu funcionário não quer te contar
sobre um problema ocorrido no setor dele. Ou ainda pode ser que um parceiro de
negócios queira tirar vantagem da sua confiança, e levar mais do que o
combinado entre vocês.
Seja
qual for a motivação, conseguir identificar quando se está sendo enganado é uma
boa arma para se defender de possíveis frustrações, ou pior, de grandes
prejuízos financeiros.
Foi
pensando nisso que a psicóloga Jennifer Jordan, professora da escola de
negócios suíça IMD, uma das mais prestigiadas do mundo, elencou algumas pistas
para que os empreendedores fiquem atentos.
Em
artigo publicado pela escola, a professora afirma que muitos executivos a
procuram querendo saber como identificar mentiras em conversas virtuais, seja
por telefone, e-mail ou mesmo via Whatsapp.
“Como
um executivo de negócios, algumas das mentiras que as pessoas contam podem
levar a más decisões, perda de lucros, ou pior”, escreve a psicóloga.
Veja
a seguir seis pistas elencadas por Jennifer Jordan para detectar mentiras em
conversas virtuais de negócios.
1- A pessoa com quem você está se comunicando não
responde às perguntas diretamente
“Um
colega ou cliente que se recusa a responder questões diretamente pode estar
tentando não revelar toda a verdade”, alerta a professora. Segundo ela, as
mentiras por omissão são mais comuns do que aquelas em que a pessoa de fato
inventa uma informação.
“Normalmente,
essas são mais fáceis de se livrar, de justificar que ‘eu na verdade não
menti’, e não exigem a invenção de histórias complicadas. Uma forma de não
entregar informação que se quer esconder é respondendo indiretamente às
perguntas”, completa a pesquisadora.
2 - A pessoa fornece poucos detalhes do que importa
Uma
boa forma de não ser flagrado numa mentira é dar informações vagas e genéricas
para questões importantes.
“Como
no primeiro item, quando a pessoa mente ao ocultar informações importantes, ela
também irá responder de forma ampla, não descritiva, com o objetivo de não
revelar certas informações para evitar ser pega dizendo uma mentira”, explica
Jennifer.
3 - Detalhes irrelevantes onde não há necessidade
“O
objetivo de um mentiroso é fazer com que a outra pessoa acredite no que ele
está dizendo. Uma forma de fazer isso é fornecer excesso de detalhes em
questões que são irrelevantes para a situação”, afirma a professora.
Mas
por que eles fazem isso? Segundo a pesquisadora, o mentiroso pensa que, ao
fornecer detalhes em pontos irrelevantes para uma discussão, ele irá desviar
sua atenção da questão principal. Além disso, a riqueza de detalhes gera a
ilusão de que a pessoa está dizendo a verdade, alerta.
4 - Eles seguem uma ordem cronológica rigorosa quando
recontam os eventos
Inventar
uma mentira não é fácil. Contá-la de forma convincente tampouco. Segundo a
professora da IMD, a forma como os mentirosos contam uma história é diferente
daquela usada por quem está falando a verdade.
“A
recordação de eventos que nós realmente vivenciamos não é usualmente clara e
ordenada. Porém, quando mente sobre uma cadeia de eventos ou um período, um
mentiroso irá se esforçar consideravelmente em inventar uma história e, em
seguida, ensaiar aquele período da história em sua cabeça repetidas vezes até
que cada detalhe seja bem lembrado”, compara a especialista.
5 - Eles evitam se encontrar pessoalmente, mesmo que
seja às suas custas
“Se
alguma das dicas acima o faz suspeitar de que você seja o alvo de alguma
mentira, peça para se encontrar cara a cara com a outra pessoa, assim você
poderá tirar vantagem das diversas pistas não-verbais que possam indicar se
alguém está mentindo: expressões faciais, movimentos das mãos e pés, sinais de
ansiedade”, aconselha a professora.
Se
você fizer a proposta de um encontro pessoal, mas pessoa resistir – é hora de
ligar o alerta vermelho. “Para mim, há sempre uma bandeira vermelha se, após
contatos virtuais, a pessoa se recusa (ou expressa relutância considerável) em
se encontrar pessoalmente”, conclui Jennifer.
A
dica dela é que você se ofereça para pagar os custos de uma reunião cara a
cara, e, mesmo que não possa de fato encontrar com a pessoa, faça o convite a
fim de estudar a reação dela.
6 - Eles fazem muitas pausas ao responder questões
Se
você está numa conversa de negócios por telefone ou teleconferência, uma dica é
ficar atento ao tempo de resposta do seu interlocutor.
“Quando
responde a perguntas, principalmente aquelas que podem fornecer ‘evidências
criminais’, um mentiroso costuma usar pausas, tomando tempo para buscar algo
para dizer ou editar aquilo que está prestes a falar, a fim de ter certeza de
não revelar nenhuma informação crucial, enquanto uma pessoa que diz a verdade
irá fornecer respostas espontâneas e relaxadas”, explica Jennifer.
A
professora conclui ressaltando que é importante buscar mais de um dos sinais
destacados acima, antes de acreditar que se está sendo enganado.
“Por
último, a sua intuição é uma ferramenta importante. Se algo está lhe dizendo
que a situação não é boa, pode ser a hora de você ir embora e procurar outra
alternativa.”
Por
Mariana Desidério
Fonte
Exame.com
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