quinta-feira, 15 de outubro de 2026

EDUCADORES NÃO PODEM SER PRODUZIDOS, EDUCADORES NASCEM...

O estudo da gramática não faz poetas.
O estudo da harmonia não faz compositores.
O estudo da psicologia não faz pessoas equilibradas.
O estudo das "ciências da educação" não faz educadores.

Educadores não podem ser produzidos. Educadores nascem. O que se pode fazer é ajudá-los a nascer. Para isso eu falo e escrevo: para que eles tenham coragem de nascer.
Quero educar os educadores. E isso me dá grande prazer porque não existe coisa mais importante que educar. Pela educação, o indivíduo se torna mais apto para viver: aprende a pensar e a resolver os problemas práticos da vida. Pela educação ele se torna mais sensível e mais rico interiormente, o que faz dele uma pessoa mais bonita, mais feliz e mais capaz de conviver com os outros.
A maioria dos problemas da sociedade se resolveria se os indivíduos tivessem aprendido a pensar. Por não saber pensar tomamos as decisões políticas que não deveríamos tomar.
Nas minhas conversas com educadores os meus temas favoritos são: A alegria de ensinar, A educação dos sentidos, O prazer de ler, A arte de pensar, O educador como sedutor, O educador como feiticeiro, O educador como artista, O educador como cozinheiro, As leis do pensar criativo, Anatomia do pensamento: informação, razão, inteligência, conhecimento, alegria, Aprendendo a desaprender, Entre a ciência e sabedoria: o dilema da educação, Educação e política, Educação e Vida, Aprendizagem e prazer...
                                                                                                                                        (Rubem Alves)

PROFESSOR

quarta-feira, 14 de outubro de 2026

4 MANDAMENTOS PARA MALHAR A FORÇA DE VONTADE E FUGIR DAS TENTAÇÕES FINANCEIRAS


A disposição para fazer dieta, economizar ou fazer uma poupança para o futuro pode ser trabalhada – aprenda com os especialistas como garantir um futuro financeiro tranqüilo. Todos queríamos não precisar contar dinheiro, mas para a maioria não é assim.
Se qualquer pessoa perguntar qual é a fórmula mais simples para conseguir o sucesso financeiro, a resposta vem rápido: “Gaste menos do que ganha, reserve para emergências e guarde para o futuro”. Falando assim, o conselho parece simples e fácil de seguir, mas não é assim que funciona na prática.
Além da dificuldade em construir um orçamento, mais complicado ainda é se manter dentro dele, sem as famosas escapadinhas que drenam a conta no banco. Nesse caso, fica uma dúvida. Afinal, qual a diferença entre os pobres mortais e aquelas pessoas com histórias fantásticas de realização de sonhos, grandes aquisições, uma carreira brilhante, entre outros?
A resposta é simples e certamente já é sua velha conhecida: força de vontade.
É fato que algumas pessoas já nascem com um pouco mais de tolerância, ou um pouco mais capazes de segurar as vontades no presente para conseguir melhores benefícios no futuro. Um clássico desse raciocínio é o chamado Experimento do Marshmallow, criado pelo psicólogo e professor Walter Mischel, de Stanford, na década de 1960.
Crianças eram postas sozinhas em uma sala, com um marshmallow (ou biscoito ou outros doces). O pesquisador fazia a oferta: se as crianças esperassem até o retorno dele para consumir o doce, ganhariam mais um. Se quisesse, poderia comer naquele momento mesmo, mas não ganhariam o adicional.
Esse experimento foi repetido centenas de vezes em outras escolas desde então, mas o resultado observado por Mischel foi claro. As crianças que, na década de 60, resistiram ao doce para conseguir o benefício adicional, se tornaram adolescentes com melhor desempenho na escola e, hoje, são adultos com melhores estruturas financeiras e de carreira.
Parece óbvio que quanto maior o autocontrole, maiores as chances de conseguir melhores resultados na carreira ou nas finanças. Até aqui, nada de novo. A boa notícia é que você pode dar um empurrãozinho nas suas habilidades e na sua capacidade de autocontrole.
“Força de vontade é como um músculo, você consegue exercitá-la, mas ela sempre tem um limite”, afirma André Massaro, educador financeiro e consultor da MoneyFit. Não vale desistir, senão o seu músculo do autocontrole pode atrofiar, nas palavras do especialista.
No entanto, é preciso conhecer os seus limites e buscar estratégias para não se expor tanto à voracidade do mercado de consumo. “Essa força é finita. Pessoas que precisam usar da força de vontade em muitas frentes da vida tendem a esgotar esse recurso rapidamente”, pontua Adriana Rodopoulos, especialista em psicologia econômica da Oficina de Escolhas.
Quer aprender como esticar sua força de vontade? Confira as sugestões dos dois especialistas.

Pequenos objetivos te fazem se sentir mais capaz de realizar grandes feitos

1 – Crie pequenas metas
Assim como um alongamento muscular, aos poucos você vai esticando sua capacidade de autocontrole. Comece, por exemplo, estipulando uma meta para o seu gasto diário. Pequenas metas vencidas diariamente acrescentam alguns “centímetros” de tolerância para aqueles momentos de vontade incontrolável de comprar um sapato ou o celular da última geração.
A dica de Adriana é dividir a sua receita em fatias diárias. Sabendo que você tem um gasto fixo por dia é mais fácil não ultrapassar a barreira, que se renova a cada 24 horas. “Se pensarmos em um orçamento mensal, é mais fácil se perder e o prazer da compra dura muito pouco para um mês de meta”, explica. “Com metas diárias o prazer de comprar uma coisa ou outra acaba sendo melhor aproveitado e rapidamente renovado.”
Uma vez vencida a temporada de metas diárias, você estará pronto para os objetivos do mês, do trimestre, e assim por diante.

2 – Exercite pequenas metas (em vários aspectos da vida)
O exercício mental de se manter sob controle pode ampliar sua capacidade, independentemente de onde esse esforço esteja concentrado. Aguentar a vontade de beber refrigerante após o almoço, por exemplo, dia após dia, te ajudará a exercitar o auto controle. No futuro, seu bolso vai agradecer.
“Vale mexer em diversas áreas. Muitas pesquisas relacionadas ao sucesso, de uma forma geral, apontam que há uma enorme correlação entre o sucesso e a capacidade de postergar as recompensas”, diz Massaro.

Seja coerente: leva tempo até que sua mente se acostume com outro formato de operação

3 – Suporte os prazos (e os desconfortos)
Conforme-se com um fato. Não há mudança de comportamento sem esforço nem em curto prazo. Massaro ressalta que a maior questão entre o homem e o próprio sucesso está na falta de consistência. “Estatisticamente, quanto mais as pessoas estudam, maior é o sucesso profissional e financeiro. Aí as pessoas lembram do Steve Jobs ou do Bill Gates e se esquecem de notar que essas são pessoas fora da curva e não o contrário”, diz. “Somos extremamente inconsistentes. ”
“Assim como adquirir mais conhecimento é um trabalho típico de consistência, a maioria das pessoas é ansiosa e não consegue abandonar a zona de conforto para provocar uma real mudança nas suas vidas.”

4 – Fuja das tentações (mas não muito)
O fato é que, de tanta exposição às tentações, uma hora todos acabamos cedendo. Por isso, há especialistas que defendem o máximo de proteção possível – evitar os canais de compra, os sites de e-commerce, não andar com muito dinheiro, com cartões de crédito ou até mesmo fugir dos shopping centers. Em certa medida, tem razão, uma vez que quanto maior for a sua exposição, maiores as chances de falha.
No entanto, a não ser que escolhamos ser ermitões, dificilmente é possível fugir do bombardeio do consumo. “A gente quer nunca mais sentir vontade, para não ficar assistindo a briga entre a vontade e a racionalidade”, explica Adriana.
Vale lembrar que assim como as crianças resistentes ao marshmallow, uns são mais fortes que outros naturalmente. “Na maior parte das mentes, esse momento de ‘comprar ou não comprar’ é coordenado pelo sistema cerebral acionado pelos conflitos. Em algumas pessoas, essa batalha fica fora do ‘ambiente’ do conflito, o que torna a resistência mais alta sem tanto esforço.”
Mais do que isso, Massaro lembra que a falta de exposição ao conflito, novamente, atrofia o músculo do autocontrole. “A verdadeira consistência de objetivos implica em infringir algum desconforto em si mesmo que, mais tarde, vira zona de conforto.”

Por Bárbara Ladeia
Fonte iG Economia

DIFICULDADE DE ACORDAR

Dificuldade de acordar pode ter relação com gene do relógio biológico

Por Marcos Muniz

THE WORKING WEEK

BOM DIA, DEUS!

ENQUANTO VOCÊ DORMIA...

terça-feira, 13 de outubro de 2026

CONQUISTA DE CLIENTES - "O MELHOR MARKETING É FEITO SEM GRANDES ESFORÇOS"


Com as modernidades da era digital na cabeça, o consultor Michael McLaughlin fez um animado workshop sobre "as cinco estratégias essenciais de marketing para serviços profissionais". O workshop lhe parecia um sucesso total, até que ele notou, no meio da audiência, alguém que balançava a cabeça negativamente e sorria. Ou olhava para o teto, com impaciência. Terminada a sessão, McLaughlin aprendeu com o profissional impaciente qual é, na verdade, a melhor estratégia de marketing — aquela que o profissional pratica naturalmente, sem muito esforço.
Terminado o workshop, McLaughlin pegou o "impaciente" pelo braço e o arrastou para uma conversa particular. Era um advogado, do qual ouviu a explicação: "Eu não faço nada disso que você falou. Aliás, não faço marketing algum e minha firma é um sucesso. Tenho muitos clientes e minha renda é consideravelmente alta". McLaughlin interrogou o advogado e descobriu que, na verdade, ele era um marqueteiro de primeira linha — a seu jeito. Apenas não via suas atividades como marketing. Para ele, eram atividades normais de sua vida e de seus negócios, que ele fazia com facilidade e gosto.
Aí está o caminho das pedras. Para começar a fazer marketing pessoal ou da firma, o advogado deve, antes de tudo, avaliar quais são seus pontos fortes e suas preferências, quando se trata de escolher instrumentos de promoção profissional entre os disponíveis. É uma simples análise de gostos e talentos: conversar (se relacionar, socializar), escrever (blogs, artigos, cartas), falar em público (workshops, palestras, conferências, aulas), liderar (exercer cargos de liderança em organizações, ser militante de alguma causa) e assim por diante. E avaliar seus pontos fracos, que podem ser fortalecidos, e os pontos fraquíssimos, que devem ser abandonados.
São os pontos fortes e preferências do advogado e não de seus colegas de profissão, significando que o que é bom para uns não é necessariamente bom para outros (que não sabem fazer as coisas da melhor forma, nem tem prazer em fazê-las).

O poder do relacionamento
A mais antiga arma de promoção pessoal ou de produtos e serviços é a do relacionamento. Ela precede todas as teorias de marketing, pois sempre existiu na história da humanidade e nos negócios. Sempre funcionou e sempre vai funcionar, porque todos os seres humanos sabem se relacionar e podem aprender como fazê-lo de uma maneira eficaz para o sucesso dos negócios — ou podem "nascer sabendo", como se diz quando o talento é natural. Basta encontrar motivação — e agir. Esse foi o caminho tomado pelo advogado inquirido por McLaughlin, naturalmente.

Serviços voluntários
É uma das atividades costumeiras do advogado, que ele começou a praticar por pura satisfação pessoal. Não porque sabia, desde o início, que a prestação de serviços voluntários é uma estratégia eficiente de marketing. No princípio, prestou serviços gratuitos a organizações comunitárias. Exerceu um papel de liderança em uma organização beneficente e se tornou conselheiro de uma organização cívica em sua cidade.
Descobriu que isso o ajudava a se promover profissionalmente e que sua firma ficou mais conhecida na região que morava. Seguindo a inspiração, passou a participar ativamente de associações de empresários que têm negócios nos quais os serviços de advogados de sua área de atuação são frequentemente requisitados. Ele sempre tem contribuições importantes a dar aos membros da associação. A paixão de alguns advogados por certas causas também tendem a abrir caminhos para o sucesso de suas firmas, diz o consultor.
Em qualquer dessas atividades (que não constituem uma novidade no Brasil, obviamente), as notícias correm e, com o tempo, as organizações e as pessoas que fazem parte delas passaram a recomendá-lo, naturalmente (isto é, sem serem solicitadas), a quem precisasse de serviços jurídicos em sua área de atuação.
É a versão comercial do princípio franciscano "é dando que se recebe". Mas isso não é conseguido no circuito "casa-trabalho, trabalho-casa". Nem por quem acredita que horário de trabalho corresponde ao horário comercial. É preciso ter vontade e energia para trocar a televisão por algumas horas de participação em atividades de relacionamento desprendido com membros de algum setor da sociedade ou de uma comunidade específica — enfim, com todas as pessoas que podem se tornar clientes ou fontes de referência.

Rede de referência
É uma velha prática americana. Grupos de profissionais e empresas de áreas diferentes formam uma espécie de pacto de recomendação. É um trato formal, em que profissionais competentes se comprometer a recomendar membros do grupo aos próprios clientes e a pessoas ou empresas quem conhecem. Isso ajuda a conquistar clientes, em primeiro lugar. Mas também ajudar a criar uma boa reputação no mercado. Porque a maioria dos profissionais bem-sucedidos faziam isso, o advogado em questão também passou a fazê-lo.
No caso de advogados, a rede pode envolver, além de empresários, dirigentes de organizações, outros profissionais e os próprios colegas de profissão. Advogados, que se dedicam a um nicho de mercado, podem recomendar colegas que atuam em outra área. Assessores jurídicos de grandes empresas são, via de regra, fontes importantes de referência de advogados especializados em uma determinada área. Grandes bancas podem recomendar a seus clientes um advogado especialista — se houver um relacionamento entre esse especialista e os sócios da grande banca.
Com a combinação dessas duas atividades, apenas, a firma do advogado questionado por McLaughlin chegou ao sucesso. Pode não parecer muita coisa, diante de tantas técnicas modernas de marketing que foram desenvolvidas nos últimos anos. No entanto, uma pesquisa da RainToday revelou que os clientes contratam profissionais com base em duas formas mais frequentes de recomendação: a de outros profissionais e a de colegas de profissão.

O melhor marketing
Existem muitas estratégias de marketing diferentes, mas nem todas elas funcionam para todo mundo, diz o consultor. Cada profissional ou cada firma deve encontrar a estratégia que se encaixa em seu perfil profissional ou mental. E aquela que, segundo imagina, vai despertar o interesse de possíveis clientes e pode ser praticada de forma sustentável, a longo prazo. Qualquer estratégia que não agrade ao profissional (ou à firma) não vai produzir resultados satisfatórios.
Seja qual for a estratégia de marketing que o advogado escolher, entre tantas, o objetivo fundamental é um só: gerar uma conversação (ou reunião) entre ele e o possível cliente. Para gerar conversações produtivas — isto é, que resultem em contratação de seus serviços — o advogado tem de ter alguma coisa valiosa (ou interessante) a dizer a alguém que esteja interessado em ouvi-lo.
"Enquanto não tiver algo substantivo para comunicar, não se dê ao trabalho de fazer marketing", diz McLaughlin. "Quando tiver informações valiosas, passe-as a pessoas que podem se beneficiar delas. Elas são os seus futuros clientes", diz. Enquanto isso, deve continuar se relacionando. Pode ser que as coisas aconteçam naturalmente.

Por João Ozorio de Melo
Fonte Consultor Jurídico

HOJE, TERÇA, É UM BOM DIA PARA VOCÊ ENVIAR SEU CURRÍCULO ÀQUELA EMPRESA

Especialistas tiram dúvidas sobre as estratégias para despertar o interesse do recrutador pelo seu perfil

Na hora de procurar um emprego ou disputar uma vaga, a primeira dúvida é como elaborar um bom currículo para que ele ajude a despertar o interesse do recrutador, divulgando todo o potencial do profissional. Mas outras estratégias são importantes também: para ter melhores resultados, é preciso selecionar as empresas que melhor se adequam ao seus objetivos, bem como as vagas mais alinhadas ao seu perfil. Mas qual o melhor dia para enviar ou entregar o currículo? Vale ir pessoalmente entregar o documento na empresa? O Boa Chance listou as principais dúvidas e pediu que a diretora da Mira RH, empresa de gestão de recursos humanos, Fátima Mangueira, e a coach High Performance, Dirlene Costa, respondessem e dessem outras dicas:

Melhor dia
Os melhores dias para procurar emprego e entregar o currículo são segundas e terças-feiras, geralmente na parte da manhã, pois as melhores vagas são fechadas rapidamente, explica Fátima. Nesses dois dias, as pessoas têm uma visão de recomeço, e as empresas estão prontas para executar o que planejaram para a semana, inclusive reposição de vagas, diz Dirlene. Na sexta-feira, ao contrário, a visão dos empregadores é preparar as estratégias para a próxima semana.

Pessoalmente ou por correio?
O currículo de papel não está morto. Ainda há pessoas que vão espontaneamente entregar o currículo pessoalmente nas empresas de seu interesse. Outras comparecem atendendo ao anúncio da vaga que foi divulgada. A coach sugere que a pessoa envie currículo mesmo quando não há vaga em aberto, já que esta é uma oportunidade de entrar no banco de talentos de uma empresa.

Cara e coragem
Na opinião da especialista, vale a pena, sim, o profissional deixar seu CV pessoalmente nas empresas, mas o ideal é que ele telefone antes para agendar uma entrevista. Assim, tem mais garantias de ser recebido. Para Fátima, é muito importante que o profissional deixe o documento mesmo que não tenha vaga no momento dentro de seu perfil, pois esta pode surgir a qualquer momento e ele será convidado para participar do processo seletivo.
Dirlene, por sua vez, aconselha que, antes de procurar algum funcionário específico para entregar seu currículo, o profissional faça uma sondagem antes para ver se conhece alguém que possa lhe apresentar a ele. De qualquer forma, os currículos geralmente são gerenciados pelo departamento de RH das empresas. Por isso, acredita, o melhor caminho é procurar o próprio RH, salvo se você conhece alguém que possa lhe colocar de frente com o gestor e que ele esteja buscando profissionais para sua equipe.
— A orientação é: menos é mais. Portanto, cuidado para não incomodar e passar uma visão de desespero, o que pode comprometer oportunidades futuras. Busque o RH ou uma indicação — completa Dirlene.

Telefonar ou não?
Você pode ligar de vez em quando para o RH, mas somente para perguntar se estão com alguma oportunidade para sua área, demonstrando interesse e se colocando à disposição, sugere Dirlene. E não vale ligar diariamente, esta atitude precisa ser periódica, de 15 em 15 dias, uma vez por mês, completa a coach. Outra estratégia sugerida por Fátima é enviar o currículo, se cadastrando no site pelo banco de empregos, pois desta forma os CVs são analisados e cadastrado já dentro do perfil e experiência profissional. Feito isso, é aguardar ser convidado para entrevista com horário agendado.

À espera de uma resposta
Se você participou de algum processo seletivo e ainda não foi chamado, é porque não chegou o momento. Por isso, calma. O processo pode ainda estar em andamento ou realmente você não foi selecionado, diz a coach, lembrando que a maioria das empresas avisa. De qualquer forma, acrescenta Dirlene, espere entre uma semana e dez dias para saber sobre o andamento do processo. Mostre interesse sobre o processo seletivo, mas cuidado para não ser insistente ou inconveniente. Apenas mostre interesse em saber em que posição está e se coloque à disposição. Ainda de acordo com a diretora da Mira RH, geralmente os currículos ficam cadastrados por um prazo de seis meses e, a qualquer momento que surja uma vaga com o seu perfil, o profissional pode ser convidado para uma entrevista.

Dever de casa
É aconselhável procurar saber quais vagas constam do site da empresa, para se cadastrar na melhor oportunidade e que esteja mais adequada com o seu perfil. A dica mais importante é, ser for convidado para entrevista, estar presente pelo menos 15 minutos antes da hora agenda e com o currículo impresso. Procure, sempre, estar a par da cultura desta organização, e ficar atento à missão e à visão da companhia.

E lembre-se
— Currículo precisa ser claro e objetivo, máximo 2 páginas;
— Nada de ficar vendendo suas qualidades, o recrutador vai avaliar isso. Apenas reforce os pontos fortes que você tem e que pode ajudar a empresa. Entre 3 a 5;
— Faça uma carta se apresentando e demostrando interesse pela vaga. Carta simples, objetiva e gentil;
— Coloque sempre as empresas que trabalhou, período trabalhado e as atividades ou resultados importantes que realizou;
— Insira suas formações, mas de forma sucinta: coloque as três últimas;
— Informe cursos, no máximo três de relevância e convergência com a vaga. Cursos que não agregam valor para o cargo em questão, é melhor não citar.
Fonte O Globo Online

TRANSFORME-SE

segunda-feira, 12 de outubro de 2026

DIA DE NOSSA SENHORA APARECIDA - PADROEIRA DO BRASIL

PARABÉNS, CRISTO REDENTOR!

O Cristo Redentor Mais que um ponto turístico

O símbolo mais conhecido do Rio de Janeiro, a estátua do Cristo Redentor foi instalada no topo do morro do Corcovado no dia 12 de outubro de 1931. Desde então, tornou-se uma referência na paisagem carioca e um dos pontos turísticos mais visitados da cidade.

6 SINAIS DE QUE VOCÊ ESTÁ PERTO DA ESTAFA


Se você tem tido dificuldades para lidar com tarefas das quais sempre deu conta e está se sentindo esgotado física e emocionalmente, fique de olho. Pode ser estafa.
Também conhecida como fadiga, a estafa é um desgaste do organismo que compromete nosso desempenho em diversas atividades rotineiras, sejam elas físicas ou intelectuais.
“É um sinal de que a pessoa está sem condições de lidar com o excesso de pressão e demandas do momento. A cobrança é superior à habilidade da pessoa de corresponder a ela”, explica a doutora Ana Maria Rossi, presidente da International Stress Management Association.
A repetição dessa sobrecarga pode desencadear sintomas como dor de cabeça, ansiedade e uma série de doenças como hipertensão, e fobias.
Sem identificar o problema, as pessoas acabam recorrendo a medicamentos e drogas como o álcool, em vez de melhorar alguns de seus hábitos.
“Os indicadores da estafa são parecidos em todas as pessoas. E a melhor maneira de combatê-la é mudando nosso estilo de vida”, ressalta o médico Marcelo Dratcu, especialista em clínica médica e medicina preventiva.
Segundo os especialistas, é possível identificar que a pessoa está próxima da fadiga por suas mudanças de comportamento no trabalho. Veja a seguir alguns desses sinais:

1. Seus hábitos alimentares pioraram
A ansiedade causada pela pressão no ambiente de trabalho pode afetar o seu apetite e enfraquecer seu paladar, fazendo com que você coma alimentos mais condimentados para compensar a falta de sabor.
“A pessoa sente menos o gosto e acaba consumindo produtos mais calóricos e gordurosos”, explica Ana Maria.
Entre as consequências dessa nova dieta, podem estar a mudança repentina de peso e distúrbios gastrointestinais, como a azia, o refluxo e a prisão de ventre.

2. Você está mais agressivo
Se cada comentário ou atitude de seus colegas de trabalho tem lhe causado irritação, cuidado. Pode ser uma reação à sobrecarga mental.
“A agressividade aumenta e a pessoa explode por razões inócuas”, aponta Ana Maria. Segundo ela, essa falta de paciência acaba desencadeando conflitos desnecessários no ambiente de trabalho.

3. Você trabalha, mas não produz
A estafa no trabalho traz uma conhecida e inconveniente consequência tanto para os funcionários quanto para a empresa: o presenteísmo. “A produtividade da pessoa cai, mesmo com ela presente no ambiente de trabalho”, explica Dratcu.
Porém, a dispersão emocional raramente leva a faltas, o que dificulta o diagnóstico do problema. Diante da própria ineficiência, a pessoa começa a procrastinar. “Ela fica mais ansiosa e passa a adiar e furar prazos”, afirma Ana Maria.

4. Você acabou de chegar, mas já quer ir embora
Se você gostava de seu trabalho, mas passou a perder prazer e motivação para executá-lo, pode ser um sinal da estafa. “A pessoa fica depressiva, cansada e desanimada”, ressalta Dratcu.
A perda de prazer pelo ofício também compromete a produtividade. "A pessoa perde inspiração e energia para levar à frente seus projetos".

5. Você tem dormido mal
Você têm passado noites inteiras se revirando na cama com assuntos profissionais na cabeça? A insônia pode ser um sinal de que o excesso de trabalho foi com você para casa depois do expediente.
“Observamos que os distúrbios de sono têm aumentado entre os empresários, que não estão conseguindo lidar com a demanda atribuída a eles”, destaca Ana Maria.

6. Sua memória está falhando
Você costumava ser atento e bem planejado, mas tem errado muito e esquecido de prazos? Esse comportamento pode ser um sinal da estafa.
O esgotamento mental também traz dificuldades cognitivas. “A pessoa encontra problemas na hora de se comunicar porque está com a capacidade de raciocínio prejudicada”, explica Dratcu.
Por Nicolas Gunkel
Fonte Exame.com

FELIZ DIA DAS CRIANÇAS!

SEGUNDA-FEIRA - RECOMEÇO

BOA SEMANA

domingo, 11 de outubro de 2026

BOA SEMANA

TERMINANDO DOMINGO

O SEGREDO PARA COMEÇAR UMA SEMANA MARAVILHOSA


Para a maioria das pessoas, o final do domingo é o prenúncio de dores de cabeça. Parece que a segunda-feira é uma grande ameaça: fim do descanso, volta à rotina, pressões e preocupações, prazos… Será que não há como escapar? A solução para esse problema é simples e depende unicamente de nós. Algumas dicas para fazer com que a segunda-feira seja o início de uma ótima semana:

1 – Evite compromissos no domingo que acabem muito tarde
Sempre que nos envolvemos em festas e eventos que se prolongam até altas horas no domingo, temos menos tempo para descansar. Procure estabelecer o hábito de dormir o suficiente na noite de domingo para segunda, para que o seu corpo possa repor as energias necessárias para a semana de trabalho;

2 - Divirta-se durante a semana
Muitas pessoas deixam para fazer somente no final de semana aquilo que lhes dá prazer. É um erro! Nós precisamos de diversão e relaxamento todos os dias. Se distribuirmos o divertimento ao longo da semana, não ficaremos tão decepcionados quando o domingo terminar;

3 - Durma o suficiente todos os dias
Alguns de nós têm o hábito de dormir pouco durante a semana e “descontar” no sábado e no domingo. De nada adianta esse hábito, pois o corpo não fica esperando para repor as horas perdidas. O ideal é dormir todos os dias pelo menos 6 horas (o ideal pode variar entre 6 a 9 horas para cada pessoa);

4 – Controle o consumo de álcool
Bebidas alcoólicas podem atrapalhar o seu repouso e ainda por cima causar uma ressaca no dia seguinte;

5 – Concentre-se nas coisas positivas da segunda-feira
A segunda-feira pode ser um dia maravilhoso para colocar a conversa em dia, rever colegas de trabalho, buscar novos desafios. Faça da segunda-feira um dia estimulante e positivo para você;

6 – Agrade a você mesmo
Aproveite a segunda-feira para faze algo que seja bom para você. Almoce a sua comida preferida, compre um livro, telefone para um grande amigo, ouça o CD que você mais gosta. Espante assim qualquer “energia negativa” que o dia possa ter.

7 – Não se esqueça do mais importante
A segunda-feira é o segundo dia da semana.  Para ter uma semana maravilhosa, cuide bem do seu domingo e não comprometa o dia seguinte. Evite extravagâncias e aproveite a semana inteira com muita disposição.

AMANHÃ É FERIADO, BRASIL!

A CURA QUÂNTICA


O contexto em que se discute os modernos princípios de cura quântica vem oferecer uma interessante combinação de opostos, consoante a obra de Carl Gustav Jung. De um lado as discussões são colocadas dentro da estrutura da física teórica, relacionando o efeito quântico com o reexame da parte de muitos cientistas, no tocante à validade da causalidade, como princípio interpretativo único.
De outro lado, são referidos vários preceitos teológicos e transcendentais de épocas pré-científicas, como indícios do reconhecimento intuitivo, por parte do homem, da presença do princípio quântico no universo. Estas duas fontes de dados, os científico-racionais e os intuitivo-transpessoais, podem parecer conflitantes, mas não são contraditórios. Trata-se de duas faces de uma única realidade, e um dos propósitos do estudo é fazer com que percebamos sua qualidade comum e sua relação recíproca. Um efeito, contudo, da fusão de materiais tão diversos na argumentação pertinente é que suas teorias se tornaram suspeitas e desconcertantes para mentes mais convencionais.
Dada a atmosfera intelectual vigente ao longo de décadas, esta é uma das principais razões pelas quais a cura quântica tem recebido escassa atenção até agora. Sabemos, entretanto, que existe dentro de nós uma experiência direta, concretamente apreendida, embora o termo “dentro” necessite ser estendido além das fronteiras conscientes, atingindo por assim dizer a abrangência do inconsciente absoluto. Certamente, assim, a cura quântica permanecerá com o mérito especial de ser não apenas a chave para uma dimensão oculta da vida, mas principalmente uma chave que apresenta e utiliza os princípios da física  moderna.
“A cura quântica é uma brilhante investigação da habilidade de um aspecto da consciência – a mente – em corrigir espontaneamente outro aspecto da consciência – o corpo.” (The washington Post do livro “A Cura Quântica”- ed.Best Seeler).
Ela  não utiliza os métodos da alta tecnologia, em vez disso, penetra nos meandros mais íntimos do sistema mente-corpo ocorrendo substancialmente no núcleo mais profundo  da mente consciente-inconsciente. Enquanto a faculdade de medicina ensina que o micróbio X causa a doença Y e deve ser combatida pelo medicamento Z, a interdisciplinaridade  tem demonstrado  que essa é apenas uma opção entre muitas outras.
Há uma década, se houvesse qualquer abordagem sobre uma terapia mente-corpo-espírito, aquele que o fizesse seria hilariamente ridicularizado. Entretanto, sem sombra dúvidas, as pessoas, pelo sistema mente-corpo-espírito, não só são capazes de participar do seu tratamento, como controlar todo o curso de uma doença mediante a aplicação de princípios  e protocolos transpessoais da cura quântica.
Por Estenio Cavalcanti

DOMINGO

ÓTIMO DOMINGO PARA VOCÊ!

sábado, 10 de outubro de 2026

INTERNET PODE GERAR DISTÚRBIO

 
Uso exagerado da rede de computadores leva a riscos como dificuldade de memorização

Você é viciado em internet? É preciso ter cuidado ao responder essa pergunta. Em um cenário de velozes mudanças, novos distúrbios associados ao uso excessivo da web vem se espalhando como vírus pelas mentes dos usuários da grande rede. Pode ser o clique que faltava para sua consciência.
Segundo especialistas, o primeiro problema provocado para quem fica muito tempo navegando na internet é o ‘Efeito Google’: tendência do cérebro a não armazenar informações por saber que o site abriga todas as respostas. De acordo com Cristiano Nabuco de Abreu, coordenador do Ambulatório de Dependência de Internet da Universidade de São Paulo (USP), estudos apontam decréscimo da memória recente nos seres humanos em função do uso das ferramentas de busca na rede.
“Ao navegar na internet, há muitas coisas que chamam a atenção: links, anúncios, figuras etc. Isso gera excesso de carga cognitiva no cérebro e dificulta que retenha informações de forma cadenciada”, explica. Outro caso comum é a ‘Depressão de Facebook’, em que as pessoas sentem frustração por não desfrutar de vidas tão “perfeitas” quanto a dos amigos na web.

Há casos em que usuários sentem frustração por não desfrutar de vidas perfeitas dos amigos na web
“O acesso diário a conteúdos que hiper valorizam situações de bem-estar e sucesso geram insatisfação”, afirma Nabuco. “É preciso senso crítico ao observar as postagens, pois os usuários costumam esconder traços do cotidiano ou da personalidade que não são motivos de orgulho”, orienta o especialista Cristiano de Abreu.
O outro problema provocado é a “Náusea Digital”, que por sua vez, define a sensação de vertigem que certos indivíduos sentem ao olhar para determinadas interfaces. O novo sistema operacional móvel da Apple, por exemplo, registrou reclamações de consumidores que vomitaram após interagir por muito tempo com o aparelho.
“Chamamos isso de ‘experiência de fluxo’, quando o usuário perde a noção do tempo e acaba olhando para o mesmo ponto durante muitas horas a fio, acarretando o enjoo”, descreve o coordenador da USP. Por fim, poucos escapam de um dos mais comuns de todos: a “Síndrome do toque fantasma”, quando o cérebro dá a impressão de estar recebendo uma chamada.

Síndrome do fantasma faz usuário ouvir celular tocar
Sobre a Síndrome do toque fantasma”, o coordenador do Ambulatório de Dependência de Internet da Universidade de São Paulo (USP), Cristiano Nabuco de Abreu, revela mais detalhes a respeito do problema.
“O acúmulo de todas as plataformas no telefone produz uma relação tão intensa com o aparelho que promove impressões como estas, como a de ouvir o telefone tocar”, afirma o psicólogo.
Se você já sentiu isso, fique de olho: é o primeiro sintoma da obsessão provocada pelo uso intenso da internet.
O problema de não largar o dia inteiro o computador e celulares também pode afetar as crianças. De acordo com Cristiano de Abreu, a exposição precoce a aparelhos digitais na infância gera intensa discussão entre médicos e educadores.
Uma parte acredita que, com a prática constante, a criançada saberia lidar desde cedo com um grande fluxo de informação e teria mais condições de administrá-lo. O especialista da USP, porém, não compartilha dessa mesma opinião. “O acesso à informação não significa acumular conhecimento. E o aprendizado tende a se fixar com mais qualidade por meio da leitura de materiais impressos”, justifica o coordenador.
Fonte O Dia Online

FELIZ SÁBADO!

PRA HOJE

sexta-feira, 9 de outubro de 2026

CARTILHA DÁ DICAS AOS PAIS DE COMO COMPRAR NO DIA DAS CRIANÇAS


Quem já estiver planejando comprar o presente para os baixinhos no Dia das Crianças, no dia 12, deve ficar de olho em cuidados para fazer uma compra segura e barata. A Proteste Associação de Consumidores publicou uma cartilha virtual em seu site oficial (www.proteste.org.br) para orientar o consumidor na hora de ir às lojas. Atenção com o material dos brinquedos, com a qualidade e com as peças são algumas das sugestões da publicação para a segurança e saúde de crianças até 12 anos.

Basta clicar em ‘Cartilha das Crianças’ na página inicial e visualizar o documento. Com 36 páginas, o texto aborda direitos, dicas e boas práticas. “É um guia prático, com foco na legislação, principalmente no Estatuto da Criança e do Adolescente e no Código de Defesa do Consumidor”, diz Maria Inês Dolci, coordenadora institucional da entidade.
Quando for às prateleiras, a Proteste recomenda avaliar informações de origem, composição, garantia e quaisquer riscos às crianças. A cartilha sugere cuidados com: ruídos excessivos que podem causar danos à audição, bichos de pelúcia com pêlos compridos que podem causar alergia, peças pequenas que podem se soltar e até serem engolidas.

ALERTA
A cartilha é um aviso para ficar de olho nos direitos e na segurança neste Dia das Crianças. Além disso, as dicas podem ser acessadas gratuitamente pela internet.

CONSUMO
O consumidor desavisado que não considerar alguns dos pontos abordados pela cartilha da Proteste corre o risco de adquirir produto de qualidade duvidosa.
Fonte O Dia Online

COMO PLANEJAR UM FIM DE SEMANA REALMENTE REVIGORANTE

Depois de uma semana inteira de trabalho intenso, o que você faz na sexta-feira?

Quem respondeu que se joga no sofá e contempla uma longa lista de tarefas não está sozinho: para muitos empreendedores, o fim de semana também conta como dia útil, e não como descanso.
O problema dessa rotina é acordar um tanto exausto na segunda-feira, afirma a escritora Laura Vanderkam. Ela acaba de publicar o e-book “What the Most Sucessful People Do on the Weekend” (o que as pessoas mais bem-sucedidas fazem no final de semana), para o qual conversou com empresários de sucesso sobre sua programação de fim de semana.
Em um artigo publicado no site da revista Inc, ela resume o que ouviu desses empreendedores e dá três dicas para usar melhor o sábado e o domingo para combater os efeitos do excesso de trabalho – e voltar novo em folha para o escritório.

1 – Conte as horas vagas – e aproveite-as
Você já contou quanto tempo livre tem entre abrir uma cerveja na sexta às seis da tarde e desligar o despertador às seis da manhã de segunda? São 60 horas no total, ou 36 horas úteis, descontando-se as 24 de sono – quase a mesma carga horária de uma semana de trabalho.
“Tanto tempo não pode ser desperdiçado”, diz Vanderkam. Por isso, ela recomenda dedicação máxima ao planejamento antecipado dos dias de folga e diz que é preciso traçar estratégias com o mesmo apuro e seriedade de compromissos profissionais.

2 – Planeje eventos-âncora
A intensa semana de trabalho geralmente deixa o empreendedor esgotado na sexta-feira. Mas Vanderkam argumenta que sentar inertemente na frente da TV ou surfar aleatoriamente na internet não são as melhores maneiras de se preparar para uma nova jornada.
Parece um paradoxo, mas para renovar as energias é preciso se mexer. “Outros tipos de trabalho, como exercícios físicos, um hobby, tomar conta dos filhos ou ser voluntário, ajudam mais a preservar o ânimo para os desafios da semana do que vegetar completamente”, afirma a escritora.
O segredo para ter um fim de semana ativo é planejar alguns eventos-âncora, afirmam os entrevistados por Vanderkam para o livro. Não é preciso encher todas as horas vagas, apenas ter em mente que haverá um horário reservado para ver atividades e apresentações dos filhos, jogar futebol ou cozinhar para os amigos.
“De início, isso pode parecer pouco divertido e muito trabalhoso, mas, de acordo com os entrevistados, gastar energia dá mais ânimo para retomar o trabalho”, afirma Vanderkam.

3 – Desfrute por antecipação
Planejar com minúcia até mesmo o fim de semana parece coisa de gente bitolada, mas Vanderkam defende que essa tarefa também pode ser muito prazerosa. “Projetar o futuro e antecipar o programa representa uma boa parte da felicidade gerada por qualquer evento”, afirma.
A tática de marcar as atividades com antecedência também economiza momentos preciosos do fim de semana que em geral são gastos negociando um plano com seu cônjuge ou correndo atrás de algum restaurante que ainda tenha lugares vagos – ou de alguém para tomar conta das crianças.
Além disso, marcar um compromisso desestimula a clássica desistência de fazer algo no final de semana por estar muito cansado.
  Por Bruna Maria Martins Fontes
Fonte Papo de Empreendedor

NADA DAQUELA CALÇA VELHA, AZUL E DESBOTADA

 
O que vestir (ou não) na empresa na ‘casual friday’, aconselham consultoras de moda

A sexta-feira chegou e, em muitas empresas, nota-se que os funcionários exibem um visual mais relax. Isso por conta do ''casual day'', que surgiu e se popularizou nos Estados Unidos, mas foi sendo incorporado aos poucos pelos brasileiros. É quando executivos e funcionários de organizações mais formais deixam de lado o terno, a gravata, os taileurs e o salto alto, e adotam trajes mais descontraídos. Mas nada de ir trabalhar de qualquer jeito, alertam as especialistas em moda e estilo. Segundo elas, não há uma regra definitida, e tudo vai depender do perfil da empresa e o segmento em que esta atua.
A consultora de moda e imagem Milla Mathias diz que, ainda hoje, as pessoas têm dúvidas quanto ao tipo de roupa que devem - ou podem - vestir nesses dias.
- Ainda pensam que podem ir de calça jeans, camiseta velha e tênis, quando na verdade não é bem assim.
A consultora explica que o intuito do casual day é trazer mais descontração às roupas, e consequentemente, ao ambiente de trabalho às vésperas do fim de semana, para que os profissionais possam trabalhar mais relaxados e contentes.
E, se antes, a prática se restringia apenas às sextas-feiras, e a poucas empresas, hoje a informalidade no vestir se estendeu a outros dias da semana e a diversos tipos de organizações, acrescenta Paula Acioli, coordenadora acadêmica do curso “Gestão de negócios no setor de moda”, da FGV.
- Essa mudança de padrões e quebra de paradigmas no vestir é, na verdade, um claro reflexo do tempo que estamos vivendo, muito mais democrático em todos os sentidos, social e economicamente falando - ressalta Paula.
Independentemente do dia, afirmam as especialistas, não se deve esquecer que estamos falando de ambiente de trabalho, e não fim de semana ou passeio. Para Paula, ética, bom-senso, observação, educação e adequação são valores que devem ser levados em conta, não só na vida pessoal e profissional, mas também quando falamos de vestuário:
- Esses valores facilitam as escolhas, aumentam as chances de acertos e diminiuem a possibilidade de erro. Se adicionarmos a isso toda a facilidade de acesso à quantidade de informações disponíveis em revistas, sites, blogs, e até mesmo nas trocas de idéias entre amigos nas redes sociais, a gente conclui que é quase impossível nos dias de hoje alguém "sair com qualquer roupa" para trabalhar, sem levar em consideração seu local de trabalho.
- É para ser casual, mas mantendo a elegância. Bom-senso é fundamental. É preciso cuidado para não cair na vulgaridade - completa a consultora de moda Renata Abranchs.
Por isso, é importante que algumas regras sejam observadas quanto à forma de se vestir no mundo corporativo.
E quando a empresa adota um ‘dress code’? A decisão de contar com um código específico sobre o que é ou não permitido trajar vai depender do perfil da companhia e de seus funcionários, diz Paula. Segundo a coordenadora acadêmica da FGV, faz toda a diferença ter conhecimento de como se dá o processo criativo de um uniforme ou de um padrão de roupa a ser usado, da complexidade de pensar o vestir institucional e de compreender o porquê de se adotar um código de vestir dentro de uma empresa.
- Os funcionários e profissionais passam a se sentir muito mais parte da empresa e a valorizar suas posições e funções dentro do sistema de trabalho. A roupa agrega valor. Seja para marcas de luxo, seja para marcas populares de varejo, seja em uniformes (que transmitem via funcionário o conceito e os valores de uma determinada empresa). Um funcionário que conhece e compreende a história do que veste passa a entender muito melhor a história da empresa para a qual está trabalhando, ou como diz a expressão, está "vestindo a camisa".

As dicas das especialistas em moda e estilo para o ‘casual day’

Para facilitar, consultoras listam o que é permitido ou não usar no ambiente de trabalho

Para elas:
- Vale a velha regra de proibição de decotes, fendas, transparências, roupas justas ou curtas;
- No lugar dos terninhos, coloque uma saia menos estruturada ou uma calça reta mais fluida, com uma camisa;
- Blusas de tricô com tramas mais abertas também são permitidas;
- Se quiser usar jeans, verifique se a empresa permite e, em caso positivo, use um de lavagem escura, corte reto e novo. Lembre-se: nada de rasgos, puídos, tachas etc.;
- Caso faça frio, leve um cardigã, suéter com gola careca ou blazer;
- Já no caso de muito frio, um casaco de lã ou de couro caem bem;
- Nos pés, sapatos mais baixos (e impecáveis) ou sapato-tênis de couro ou camurça;
- Bijuterias e enfeites de cabelo devem ser discretos.

Opções a serem riscadas da lista:
- Calça velha, azul e desbotada;
- Tops ou barriguinha de fora;
- Tecidos sintéticos ou brilhantes;
- Mules (tipo de calçado);
- Sandálias rasteirinhas;
- Estampas ou detalhes de bicho.

Para eles:
- Esqueça os ternos e adote as calças de lãzinha ou gabardine, para dias frios, e as de algodão ou sarja, para os mais quentes.
- Elimine a gravata;
- Se quiser usar jeans, verifique se a empresa permite e, em caso positivo, use um de lavagem escura, corte reto e novo (a regra vale para homens e mulheres).
- Camisa mais informal ou camiseta polo são uma ótima pedida.
- Se fizer frio, suéter, em decote V, cardigãs ou blazer azul marinho de tecido mais encorpado.
- Nos pés sempre mocassim social, combinando com a cor do cinto. Dê preferência ao tom café, pois ele é mais informal do que o preto.

É proibido usar:
- Jeans claro, rasgado, surrado, de balada etc;
- Calças com passante sem cinto;
- Calças com elástico na cintura;
- Camisetas sem manga ou com figurinhas ou piadinhas;
- Moletom;
- Boné;
- Roupa com camuflagem;
- Tênis ou sapato–tênis;
- Meia branca.
Por Ione Luques
Fonte O Globo Online