terça-feira, 10 de fevereiro de 2026

MANUAL DE SOBREVIVÊNCIA E SUCESSO NAS CARREIRAS JURÍDICAS


O curso de Direito é, de todos, o que oferece mais oportunidades no serviço público. São diversos os concursos para atraentes profissões jurídicas. A escolha varia em razão da vocação, da confiança em si próprio e do grau de ambição.
Mas, seja qual for a opção, sempre existirão disputas por espaço dentro do local de trabalho. É da natureza humana. E neste aspecto não serão diferentes as lutas travadas no cartório de uma pequena comarca do interior das existentes em um gabinete no Supremo Tribunal Federal.
Vejamos algumas situações, discutindo o que nunca se discute. Imagine-se que a mais bem intencionada pessoa sobre a face da Terra queira aprimorar o órgão público a que serve. Suponha-se uma jovem procuradora federal, cheia de ideias, querendo dar de si o máximo a favor da Advocacia-Geral da União. Seu desejo será suficiente? Não. Terá que ter perseverança e habilidade. Caso contrário desistirá no primeiro obstáculo e será uma a mais a lamuriar-se nos corredores, a queixar-se disso ou daquilo, sem nada resolver.
Aos que pretendem o serviço público, a primeira lição é o próprio concurso. Sobre ele deve-se guardar absoluta discrição. Preparar-se sem nada falar a ninguém, exceto uma ou duas pessoas próximas. Reservar-se para dar a boa notícia depois da aprovação.
Uma vez no exercício das funções, começar discretamente, impor-se aos poucos. O brilho prematuro suscita medo e inveja nos outros. Um exemplo. Quando começou o uso da informática no Judiciário, um jovem juiz, com poucos meses de magistratura, foi colocado como palestrante em um seminário. Era cedo demais para aquele destaque. A represália veio em seguida, foi propositadamente posto de lado.
O ingresso no serviço público exige adaptação. Os colegas estudarão o novo membro, aceitando-o ou rejeitando-o. Nesta fase é bom analisar os que estão no entorno. Suas virtudes e defeitos. Ter cautela com os que tudo criticam, falam mal dos outros. Evitar excessos nos momentos de descontração. Um pouco de bebida a mais pode relaxar os freios inibitórios e originar frases ou ações cuja repercussão negativa se farão sentir por longo tempo.
Não criticar os outros é regra de ouro. Porém elogiar também exige cautelas. É conveniente saber o grau de aproximação entre o que ouve e o elogiado. Um jovem promotor de Justiça, ao conversar com o procurador-geral da Justiça, poderá estar sendo sincero ao elogiar o corregedor. Mas serão eles amigos? Do mesmo grupo político na instituição? Será o elogio bem recebido? Ou criará uma antipatia desnecessária?
No ambiente jurídico existem regras próprias, não escritas. Quebrá-las pode gerar consequências. Os títulos, a hierarquia, o tratamento, devem corresponder ao cargo que se ocupa, à idade, à história de vida dos envolvidos. Sabidamente, isto tudo está sendo deixado de lado. Os mais novos, por vezes, confundem convivência harmônica com bajulação, subserviência. Por exemplo, o corregedor-geral da Justiça vem em inspeção e não encontra ninguém a esperá-lo no aeroporto. O que podem os juízes, dele, esperar? Boa vontade? Compreensão? Óbvio que não.
No serviço público, os que se dedicam mais acabam recebendo várias incumbências, mais trabalho. É preciso selecionar, saber dizer não. E quando aceitar uma missão, ir até o fim, de qualquer maneira e seja qual for o sacrifício. O único resultado admissível é o sucesso. É assim que se firma um bom conceito.
Quando se substitui alguém temporariamente, nada se modifica. Quem sai se revolta ao ver que mudaram suas práticas e lutará para que a pessoa ali não volte mais. Por exemplo, o Delegado de Polícia assume a Delegacia do município ao lado nas férias de seu colega. Deve limitar-se a rotinas e não alterar as práticas ou decisões tomadas, mesmo que obsoletas. Pode, depois de sair, delicadamente deixar sugestões ao seu colega. Nada mais. Afinal, ele não abrirá mão jamais de ser o autor da mudança.
Quando se precisa de algo é necessário escolher o momento de fazer o pedido. Conhecer a pessoa, seus hábitos, suas crenças. Se a pessoa estiver em um dia problemático, cansado e com fatos graves a resolver, o pedido deve ser deixado para outra ocasião. O telefone deve ser evitado ao máximo. É comum surgirem mal entendidos nesse tipo de conversa. Ligar para a pessoa na hora do almoço, nem pensar. Por outro lado, devem ser evitados pedidos que não possam ser atendidos, porque isto gerará frustrações em ambas as partes.
No exercício de chefia, comemorar as vitórias, dividindo-as com os servidores, reconhecendo-lhes publicamente a ajuda dada.
Ao alcançar uma vitória contra um adversário político, que pode ser ter sido escolhido para um cargo relevante, ou até mesmo puni-lo por uma falta, evitar a tentação de humilhá-lo, menosprezá-lo. Primeiro, uma questão de humanidade. Segundo, porque o mundo dá voltas e o com o tempo a situação pode ser inversa. E ele se lembrará disto.
Segredos não se confiam a ninguém. Absolutamente. Primeiro, porque são segredos. Segundo, porque ninguém sabe se aquele a quem se confiou será seu inimigo no futuro.
Cuidar com as explosões de ira, de revolta. Uma ofensa dita na cara nunca se reverte, mesmo que a vítima diga que o assunto está superado. Uma mensagem ofensiva na internet, idem. Uma frase infeliz no Facebook pode gerar consequências imprevisíveis, desde o ódio de pessoas até a perda de uma função de confiança. Nos momentos de revolta, respirar fundo dez vezes antes de exteriorizar a insatisfação. Depois, será tarde.
Nas funções públicas não é raro receber visitas prolongadas e que acabam prejudicando o trabalho. Para sair delicadamente de tal tipo de situação é bom ter um assessor já instruído para que, caso elas passem de determinado tempo (por exemplo, 15 minutos) venha avisar, cerimoniosamente, que aquela pessoa esperada já está aguardando o contato.
No trato com os membros da cúpula da hierarquia, nunca esquecer que eles gostam e querem ser o centro das atenções. Assim, expor suas conquistas e realizações longamente poderá ter o efeito oposto ao desejado, ou seja, causar irritação. Até para discordar há que se ter cautela.
Quem ocupa função pública sabe que nem tudo pode ser deferido. Mas, ainda que o pedido seja absurdo, deve ser evitado o não na cara do interlocutor. Ele gera revolta. Talvez nunca seja esquecido. Assim, duas ou três perguntas, uma reflexão mesmo que aparente, podem atenuar a negativa com bons resultados.
A ira contra alguém, por mais que justificada, não deve ser demonstrada através de ameaças ou expressões de ódio. Isto só fará o interlocutor preparar-se para o conflito. Por outro lado, mesmo que muitos sejam os merecedores da ira, não se recomenda entrar em conflito contra tudo e todos ao mesmo tempo. As chances de sucesso serão menores.
Então, estas máximas da experiência serão atuais? Éticas? Aplicáveis? Sim, sem dúvida.
Atuais, porque o ser humano é o mesmo, qualquer que seja a época. Os conflitos de hoje são os mesmo dos tempos de Confúcio, na China, no século V antes de Cristo, ou do Rei Arthur e os Cavaleiros da Távola Redonda, na Grã-Bretanha do século VI.
Sim, são éticas, porque o que se busca em última instância é o bem. Não se busca a dissimulação para alcançar o mal, para prejudicar terceiros. Tudo porque, sabidamente, não se conquista nada se não for dentro de determinadas regras, procedimentos não escritos. E se nada for conquistado, tudo terá sido em vão. Isto significa alguém que, mesmo sendo bom, permanece recluso em seu mundo particular, sem nada fazer para que seu trabalho, sua cidade, seu país, sejam melhores para todos.
Finalmente, estas e outras máximas de conduta são, sim, aplicáveis. E sem grandes dificuldades. Basta tê-las em mente ao procurar se alcançar um objetivo.

REFERÊNCIA:
Breviário dos Políticos, Cardeal Mazarin, Ed. 34, São Paulo, 6ª reimpressão,  2005.

Por Vladimir Passos de Freitas
Fonte Consultor Jurídico

HOJE, TERÇA, É UM BOM DIA PARA VOCÊ ENVIAR SEU CURRÍCULO ÀQUELA EMPRESA

Especialistas tiram dúvidas sobre as estratégias para despertar o interesse do recrutador pelo seu perfil

Na hora de procurar um emprego ou disputar uma vaga, a primeira dúvida é como elaborar um bom currículo para que ele ajude a despertar o interesse do recrutador, divulgando todo o potencial do profissional. Mas outras estratégias são importantes também: para ter melhores resultados, é preciso selecionar as empresas que melhor se adequam ao seus objetivos, bem como as vagas mais alinhadas ao seu perfil. Mas qual o melhor dia para enviar ou entregar o currículo? Vale ir pessoalmente entregar o documento na empresa? O Boa Chance listou as principais dúvidas e pediu que a diretora da Mira RH, empresa de gestão de recursos humanos, Fátima Mangueira, e a coach High Performance, Dirlene Costa, respondessem e dessem outras dicas:

Melhor dia
Os melhores dias para procurar emprego e entregar o currículo são segundas e terças-feiras, geralmente na parte da manhã, pois as melhores vagas são fechadas rapidamente, explica Fátima. Nesses dois dias, as pessoas têm uma visão de recomeço, e as empresas estão prontas para executar o que planejaram para a semana, inclusive reposição de vagas, diz Dirlene. Na sexta-feira, ao contrário, a visão dos empregadores é preparar as estratégias para a próxima semana.

Pessoalmente ou por correio?
O currículo de papel não está morto. Ainda há pessoas que vão espontaneamente entregar o currículo pessoalmente nas empresas de seu interesse. Outras comparecem atendendo ao anúncio da vaga que foi divulgada. A coach sugere que a pessoa envie currículo mesmo quando não há vaga em aberto, já que esta é uma oportunidade de entrar no banco de talentos de uma empresa.

Cara e coragem
Na opinião da especialista, vale a pena, sim, o profissional deixar seu CV pessoalmente nas empresas, mas o ideal é que ele telefone antes para agendar uma entrevista. Assim, tem mais garantias de ser recebido. Para Fátima, é muito importante que o profissional deixe o documento mesmo que não tenha vaga no momento dentro de seu perfil, pois esta pode surgir a qualquer momento e ele será convidado para participar do processo seletivo.
Dirlene, por sua vez, aconselha que, antes de procurar algum funcionário específico para entregar seu currículo, o profissional faça uma sondagem antes para ver se conhece alguém que possa lhe apresentar a ele. De qualquer forma, os currículos geralmente são gerenciados pelo departamento de RH das empresas. Por isso, acredita, o melhor caminho é procurar o próprio RH, salvo se você conhece alguém que possa lhe colocar de frente com o gestor e que ele esteja buscando profissionais para sua equipe.
— A orientação é: menos é mais. Portanto, cuidado para não incomodar e passar uma visão de desespero, o que pode comprometer oportunidades futuras. Busque o RH ou uma indicação — completa Dirlene.

Telefonar ou não?
Você pode ligar de vez em quando para o RH, mas somente para perguntar se estão com alguma oportunidade para sua área, demonstrando interesse e se colocando à disposição, sugere Dirlene. E não vale ligar diariamente, esta atitude precisa ser periódica, de 15 em 15 dias, uma vez por mês, completa a coach. Outra estratégia sugerida por Fátima é enviar o currículo, se cadastrando no site pelo banco de empregos, pois desta forma os CVs são analisados e cadastrado já dentro do perfil e experiência profissional. Feito isso, é aguardar ser convidado para entrevista com horário agendado.

À espera de uma resposta
Se você participou de algum processo seletivo e ainda não foi chamado, é porque não chegou o momento. Por isso, calma. O processo pode ainda estar em andamento ou realmente você não foi selecionado, diz a coach, lembrando que a maioria das empresas avisa. De qualquer forma, acrescenta Dirlene, espere entre uma semana e dez dias para saber sobre o andamento do processo. Mostre interesse sobre o processo seletivo, mas cuidado para não ser insistente ou inconveniente. Apenas mostre interesse em saber em que posição está e se coloque à disposição. Ainda de acordo com a diretora da Mira RH, geralmente os currículos ficam cadastrados por um prazo de seis meses e, a qualquer momento que surja uma vaga com o seu perfil, o profissional pode ser convidado para uma entrevista.

Dever de casa
É aconselhável procurar saber quais vagas constam do site da empresa, para se cadastrar na melhor oportunidade e que esteja mais adequada com o seu perfil. A dica mais importante é, ser for convidado para entrevista, estar presente pelo menos 15 minutos antes da hora agenda e com o currículo impresso. Procure, sempre, estar a par da cultura desta organização, e ficar atento à missão e à visão da companhia.

E lembre-se
— Currículo precisa ser claro e objetivo, máximo 2 páginas;
— Nada de ficar vendendo suas qualidades, o recrutador vai avaliar isso. Apenas reforce os pontos fortes que você tem e que pode ajudar a empresa. Entre 3 a 5;
— Faça uma carta se apresentando e demostrando interesse pela vaga. Carta simples, objetiva e gentil;
— Coloque sempre as empresas que trabalhou, período trabalhado e as atividades ou resultados importantes que realizou;
— Insira suas formações, mas de forma sucinta: coloque as três últimas;
— Informe cursos, no máximo três de relevância e convergência com a vaga. Cursos que não agregam valor para o cargo em questão, é melhor não citar.
Fonte O Globo Online

SUCESSO NA CARREIRA: CURRÍCULO QUE ABRE PORTAS


Um bom currículo pode fazer o candidato se destacar entre os outros e abre portas no mercado. A apresentação é fundamental. Escrever inúmeras páginas com informações irrelevantes ao cargo e anexar comprovantes de experiência profissional ou cópias de diplomas são sinais de que o candidato não está atualizado. Veja o que fazer para deixar claro para a empresa que oferece a vaga que você tem muito a contribuir.

Enviar currículos para várias empresas ainda é uma das melhores formas de se conseguir um emprego?
Sim, enviar currículos para as empresas ainda é uma boa forma de conseguir emprego. O que mudou foi, apenas, a forma de enviar. O currículo impresso está sendo substituído pelo digital, enviado pela Internet, e é preciso ter muita atenção ao conteúdo.
Um bom currículo tem, no máximo, duas páginas, com o resumo das qualificações e experiências que evidenciem o que o candidato pode fazer pela empresa. Portanto, para destacar as informações de interesse da empresa pretendida, é aconselhável que o candidato primeiro pesquise na Internet dados da companhia e do setor onde ela atua.
Apresente as informações em tópicos, iniciando por dados pessoais, como nome completo, endereço, telefone, e-mail, data de nascimento e estado civil, além do objetivo profissional: cargo e área pretendidos. Depois, cite sua formação acadêmica, iniciando pela mais importante. A seguir, liste sua experiência profissional, do último para o primeiro emprego, informando mês e ano da admissão e desligamento para cada função ocupada, descrevendo os resultados em cada uma delas.
Acrescente, também, informações de cursos complementares, como idiomas e informática. Cite três principais competências suas, como trabalho em equipe, por exemplo. Vale informar também experiência internacional, participação em projetos sociais, esportes que pratica e se há flexibilidade para mudar de cidade.
Não coloque informações falsas e, quando for chamado para a entrevista, demonstre ter muita garra e vontade de aprender. Este comportamento ajudará você a se destacar entre os demais candidatos.
Por Janaína Ferreira Alves
Fonte O Dia Online

DIFICULDADE DE ACORDAR

Dificuldade de acordar pode ter relação com gene do relógio biológico

Por Marcos Muniz

THE WORKING WEEK

BOM DIA, DEUS!

ENQUANTO VOCÊ DORMIA...

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2026

SOCIEDADE


Hoje, nossa sociedade como um todo encontra-se numa crise análoga. Podemos ler acerca de suas numerosas manifestações todos os dias nos jornais. Temos taxas elevadas de inflação e desemprego, temos uma crise energética, uma crise na assistência à saúde, poluição e outros desastres ambientais, uma onda crescente de violência e crimes, e assim por diante. Isso parece ajustar-se muito bem à nossa situação atual.
A crise que estamos hoje enfrentando não é uma crise qualquer, mas uma grande fase de transição, como as que ocorreram em ciclos anteriores da história humana.(...)
A crise atual, portanto, não é apenas uma crise de indivíduos, governos ou instituições sociais; é uma transição de dimensões planetárias. Como indivíduos, como sociedade, como civilização e como ecossistema planetário, estamos chegando a um momento decisivo.(...)
É uma situação tão paradoxal que beira a insanidade. Podemos controlar os pousos suaves de espaçonaves em planetas distantes, mas somos incapazes de controlar a fumaça poluente expelida por nossos automóveis e nossas fábricas. Propomos a instalação de comunidades utópicas em gigantescas colônias espaciais, mas não podemos administrar nossas cidades. O mundo dos negócios faz-nos acreditar que o fato de gigantescas indústrias produzirem alimentos especiais para cachorros e cosméticos é um sinal de nosso elevado padrão de vida, enquanto os economistas tentam dizer-nos que não dispomos de recursos para enfrentar os custos de uma adequada assistência à saúde, os gastos com educação ou transportes públicos. A ciência médica e a farmacologia estão pondo em perigo nossa saúde, e o Departamento de Defesa tornou-se a maior ameaça à segurança nacional.
Por Fritjo Capra
Fonte O Ponto de Mutação/1982

SETE ERROS QUE PODEM ESTAR LHE CUSTANDO UM EMPREGO VIA LINKEDIN

Veja como aumentar sua visibilidade e potencializar as chances de conseguir uma vaga

Você está em busca de um emprego. Criou um perfil no LinkedIn. Mas nada aconteceu. Será que você não está usando a rede social de forma equivocada? O site Huffington Post listou sete erros no LinkedIn que podem custar um emprego ao candidato. Veja as dicas para melhorar o seu perfil e torná-lo mais competitivo.

1. Um perfil vazio ou muito simples
Inclua em seu perfil as conquistas de que mais se orgulha e que são mais relevantes para o cargo que almeja. Use o espaço do summary para colocar palavras-chave que descrevam você e suas realizações, quantificando-as sempre que possível. Lembre-se também de que não é necessário se ater ao seu emprego atual ou mais recente. Descreva o que você já fez também em outros empregos, relacionando com seus objetivos atuais e com o que quer fazer no futuro.
O LinkedIn também oferece espaços para preencher com sua experiência, no qual deve constar sua trajetória profissional, incluindo trabalhos voluntários. Acrescentar também informações nas seções de “recomendações”, “certificações” e “idiomas” ajuda a tornar sua expertise mais visível.

2. Um perfil sem foto
Não colocar uma foto no perfil do LinkedIn passa a impressão de que o perfil é fake ou está abandonado. Se você acha que omitir a foto pode ajudar a minimizar as ocorrências de discriminação, talvez seja melhor rever essa ideia. Segundo uma pesquisa, perfil com fotos no estilo 3x4 têm 11 vezes mais chances de serem visitados por recrutadores. Ter a foto também torna mais fácil para antigos colegas te reconhecerem.

3. Cargo genérico
Usar um cargo genérico sob o seu nome não traz qualquer esclarecimento sobre o que você realmente faz, não contém palavras-chave e não vai atrair nenhum interesse. Quando você está procurando um emprego, você deve procurar colocar um título que deixei claro o que você quer no futuro. Para fornecer essas palavras-chave, é importante ser o mais específico possível. Lembre-se que não é nada definitivo e que você pode mudar esse texto no futuro, mesmo que esse futuro seja semana que vem. Muitos cargos no LinkedIn são vagos demais, como, por exemplo, “gerente de operações”, que não diz muita coisa. Por outro lado, gerente de operações de data center, com experiência em segurança cibernética e atuação no setor bancário produz boas palavras-chave - desde que sejam verdadeiras, é claro.

4. Inatividade
Poste alguma coisa relevante ao menos uma vez por semana na seção de “update” do seu perfil. Quanto mais, melhor, já que essas atualizações serão vistas por todas as suas conexões. Se não estiverem desativadas, seus comentários nos grupos de que participa também serão vistos por todos os seus contatos.

5. Não participar de grupos
Os grupos no LinkedIn são divididos por localização, profissão, indústria etc — existem mais de dois milhões e cada membro pode participar de até 50 grupos. Quando estiver procurando um emprego, peça para participar do máximo de grupos possível, porque membros de grupo podem trocar mensagens privadas sem estarem conectados, o que só é possível dentro dos grupos. Depois é muito fácil sair, se já tiver conseguido o emprego que quiser.

6. Ter poucos contatos
Quantos mais conexões, maior é a sua visibilidade. Tente adicionar uma ou duas pessoas por semana, até porque o maior número de contatos também aumenta sua credibilidade na rede.

7. Não ser profissional
Um estudo recente do LinkedIn apontou que 92% dos recrutadores usam a rede social para vetar candidatos. Ou seja: tome cuidado com a linguagem utilizada.

Fonte O Globo Online

SAIBA COMO FAZER NETWORKING E CONHECER PESSOAS COMO UM ESPECIALISTA

Conhecer pessoas se tornou algo fundamental para qualquer ser humano hoje em dia - e dominar esse aspecto da sua vida pode te levar muito longe

Não é de hoje que se diz que a habilidade de conhecer pessoas e estabelecer vínculos com elas vai deixar sua vida mais fácil e trazer mais oportunidades. Mas como fazer isso de um jeito simples?

Conhecer pessoas vai te levar para o topo do mundo na vida, e a conversa fiada veio para te ajudar nessa missão
As melhores coisas do mundo não vêm de graça, e conhecer pessoas pode ser intimidador de início. Mas basta dominar uma simples habilidade para que isso mude.

Conversa fiada = conhecer pessoas - Saber usar a conversa fiada na hora de conhecer pessoas vai te ajudar a conquistar grandes coisas na sua vida
Pode parecer estranho pensar assim, mas quem sabe fazer conversa fiada vai conseguir estabelecer uma rede de contatos com muito mais facilidade. E essa rede de contatos, atualmente conhecida como  networking, é crucial por alguns motivos.
Primeiro, caso você esteja a procura de novas oportunidades no mercado, conhecer pessoas do ramo em que queira trabalhar é fundamental. Tanto elas podem te indicar para a vaga se for preciso, como elas podem simplesmente te dar alguns toques a respeito de novas chances.
Em segundo lugar, o networking te ajuda em um âmbito mais pessoal, seja no trabalho, no bairro ou na faculdade. Conhecer quem são as pessoas ao seu redor vai ajudar a estabelecer um vínculo que pode te trazer oportunidades que variam de visitar novos lugares e fazer novas coisas a conhecer novas pessoas e integrar os seus diversos círculos sociais.
E aí entra a tal da conversa fiada, termo que, como explica a coach Paula Dias, do inglês small talk . Em português, falar em conversa fiada pode dar a impressão de que o assunto é inútil, mas como ela afirma, " essa é uma forma de puxar uma conversa com alguém desconhecido ou conhecido para estabelecer o primeiro contato", e isso é feito através da interpretação do contexto e do interesse do interlocutor.
Lembre-se que essa não é uma ciência exata: nem todas as pessoas estarão dispostas a entrar na conversa, seja por timidez, porque elas estão ocupadas ou por estarem em um mal dia.
A única forma de saber se irá dar certo ou não é tentando. Como Paula diz a seus clientes, "você não tem nada a perder, no máximo irá ganhar".
Mas calma, isso não é tudo. Existem algumas práticas que podem facilitar seu engajamento em conversas fiadas.

Contexto é tudo - Onde você está na hora de conhecer pessoas conta. Pode não ser uma boa falar de livros no meio do treino da academia
É preciso compreender o ambiente em que a interação vai acontecer. De nada adianta, por exemplo puxar assunto sobre livros no meio do treino pesado academia - suas chances de sucesso serão muito reduzidas.
O primeiro passo é definir o objetivo de conversar com aquela pessoa. "Ao saber o objetivo, pode direcionar a conversa para o contexto desejado", avisa Paula, e reforça que "o ideal é tentar se aproximar ao máximo de algum tema de interesse do outro".
Mesmo que seu objetivo não seja profissional é preciso sempre se lembrar desse caminho: encaixe seu assunto nas circunstâncias ao redor e seu potencial de comunicador vai para um outro nível.

Linguagem corporal - Olhe sempre para a linguagem corporal na hora de conhecer pessoas. Braços e pernas cruzados são uma negativa
Só que talvez isso não seja suficiente. De repente, você está sem bateria no celular numa sala de espera de um escritório, e quer desesperadamente puxar assunto com alguém. Você tem o contexto. Mas falta a oportunidade de envolver as pessoas com sua prosa.
A solução é mais simples do que você pode imaginar: observe a linguagem corporal daqueles à sua volta (bem como o que eles estão fazendo; afinal, interromper alguém que esteja de fones de ouvido, por exemplo, é quase garantia de uma resposta curta ou de um decidido "não").
Para a coach, se você não conhece a pessoa, existem alguns sinais aos quais você deve ficar atento. O primeiro é o olhar. Olhe nos olhos da pessoa, tente descobrir se ela está olhando para você ou não.
Já a segunda é um pouco mais sutil e envolve a linguagem corporal de fato. "Se a pessoa está de braços ou pernas cruzadas, apontando para outra direção, é um sinal de que ela não está aberta à conversa", adverte Paula.

Sinta-se em casa - Na hora de conhecer pessoas, você é seu maior inimigo. Cuidado com a sua própria linguagem corporal
Você já sabe o contexto, e agora também sabe identificar suas oportunidades de engajar numa "conversa pequena". Mas não acabou ainda: para dominar a arte de puxar assunto, você precisa ser mestre de sua própria linguagem corporal. Segundo o Instituto Brasileiro de Linguagem Corporal (Ibralc), 55% da comunicação se dá por meio da linguagem corporal - gestos, postura, maneirismos etc.
De acordo com Paula Dias, uma linguagem corporal impecável começa com o controle de manias como cruzar os braços, para demonstrar abertura, e olhar nos olhos, para criar uma aproximação mais forte com o interlocutor.
Caso não esteja convencido sobre a importância da linguagem corporal, há outros requisitos para dominar este aspecto da comunicação, segundo o portal Dicas de Etiqueta.
Em primeiro lugar, além das dicas da coach, procure sempre manter os ombros relaxados e evite passar as mãos repetidamente no cabelo. Ambos demonstram insegurança, e o segundo pode ser interpretado também como sinônimo de carência.
Claro, linguagem corporal não é só evitar se mexer de maneira inapropriada - não queremos que você vire um robô, não é? Por isso, o Dicas de Etiqueta recomenda algumas coisas, como inclinar-se em direção ao interlocutor (cuidado para não chegar muito perto e invadir o espaço pessoal dele) e mimetizar os gestos dele. Essas práticas vão demonstrar seu interesse pelo assunto.
O olhar também vai além do simples "olho no olho". Esfregar os olhos pode ser um indicador de tédio, e observar os arredores constantemente pode transmitir insegurança. Uma dica para manter seu olhar fixo é focar-se em apenas um dos olhos do seu interlocutor (e alternar de vez em quando).
Vale lembrar que enquanto essas correções são importantíssimas para você fazer, elas podem ser um ótimo indicador do interesse do seu interlocutor na hora que for puxar assunto, complementando as dicas da coach sobre o contexto.

Carisma x timidez - Antes de sair para conhecer pessoas, é fundamental conhecer a si mesmo - então não mais perca tempo
"Carisma é uma habilidade inata de alguns para conseguir encantar, persuadir, fascinar o outro através de sua forma de agir". É assim que Paula define o carisma, algo tão cobiçado, mas que poucos têm. Essa característica pode ser expressada de diversas maneiras (e não é sinônimo de extrovertimento).
Independentemente disso, o carisma dificilmente pode ser manifestado por quem não possui esse dom, sob o risco de parecer forçado. Nesses casos, como adverte a coach, a melhor coisa é ser você mesmo.
No entanto, é preciso ter muito autoconhecimento para conseguir agir assim. Não é uma tarefa fácil, mas com o tempo os resultados aparecerão - e o carisma nem parecerá tão importante para você na hora de puxar uma conversa.
E a timidez sofre o mesmo efeito sob o olhar do autoconhecimento. Seja a timidez um fator da sua essência, seja ela fruto de um trauma, se conhecer melhor (com ajuda de terapia, se necessário) e praticar a comunicação é a chave.
Por fim, de acordo com Paula, a assertividade é outro ponto importante para conquistar seu interlocutor na hora da conversa fiada. Ter certeza do que você quer e de quem você é na hora de bater um papo é crucial, e vai te facilitar muito a vida na hora de conhecer pessoas e fazer o networking.
Por Andre de Godoy
Fonte Deles - iG

SETE RAZÕES PELAS QUAIS FAZER LISTAS PODE MUDAR SUA VIDA


Organização mental, autoestima e performance profissional podem ser impactadas positivamente pelo simples ato de pensar nas tarefas a serem cumpridas e escrevê-las em um papel.
Listas de compras, de resoluções de ano novo e de tarefas no trabalho, por exemplo, trazem alguns benefícios interessantes para quem tem por hábito fazê-las. Veja alguns deles:

1. Listas liberam espaço na mente
Segundo o neurocientista Daniel Levitin, nós conseguimos equilibrar na mente apenas quatro pensamentos simultaneamente. A lista, portanto, ajuda a liberar espaço mental e a eliminar aquela sensação incômoda de que estamos esquecendo alguma coisa.
Fazer uma lista das tarefas a serem cumpridas também ajuda você a priorizar e planejar, gerenciar seu tempo e desmembrar projetos grandes em tarefas menores e mais gerenciáveis.
Mais ainda: ao escrever o que precisa ser feito, você leva ao papel aquela confusão de pensamentos atormentando a sua mente, o que pode ter um efeito calmante.
Fora o sentimento de satisfação pessoal e validação ao riscar as tarefas já cumpridas.

2. Listas podem torná-lo mais bem-sucedido
Pesquisas do psicólogo Jordan Peterson sobre definições de objetivos indicaram que estudantes têm desempenho notavelmente melhor quando seguem um processo que envolve refletir sobre seus hábitos e elaborar uma lista de metas para o futuro.
Os achados de Peterson estão em linha com as descobertas de um estudo de 2013, que apontou que funcionários conseguem aumentar sua produtividade em 10% ao traçarem objetivos específicos, desafiadores e realistas.
A mesma ideia vale para metas pessoais de longo prazo quando estruturadas em listas factíveis de passos a cumprir.

3. Listas ajudam a economizar dinheiro
Ao escrever tudo o que você precisa do supermercado antes de chegar, você tem mais chances de conseguir manter a objetividade, com menos compras de impulso ou extravagantes.
Isso, é claro, exige uma dose de autocontrole. Para garantir que os "desvios" se limitem ao aceitável, permita-se uma compra que não esteja na lista a cada ida ao mercado, ou estabeleça um limite de preço ao que pode ser levado para casa.

4. Listas elevam a autoconfiança
Se você está com uma sensação de insatisfação com a vida, tente fazer uma lista de tudo o que você já conquistou, das coisas pequenas às grandes. É uma forma simples de nos lembrarmos de tudo o que já fizemos, desde sucessos acadêmicos até triunfos pessoais simples - como ajudar um amigo ou concluir a leitura de um livro desafiador.
Para momentos de baixa autoestima, a ONG de combate a doenças mentais Mind recomenda que façamos uma lista de 50 coisas que gostamos a respeito de nós mesmos, ainda que levemos semanas para completar essa lista ou que tenhamos de pedir ajuda a pessoas conhecidas. Depois disso, devemos ler a cada dia um pouquinho dessa lista, para compreendermos e valorizarmos nossas qualidades.

5. Listas ajudam a prevenir erros
Aqui falamos da famosa "checklist", a lista de tarefas que não podem ser esquecidas - seja na organização de um casamento, em uma mudança de casa ou nos preparativos de uma viagem ao exterior. É ela que vai ajudá-lo a lembrar de pegar o passaporte antes de ir ao aeroporto, por exemplo.
Em hospitais, onde pequenos erros podem rapidamente escalar para fatalidades, listas desse tipo chegam a salvar vidas. Nos Estados Unidos, por exemplo, o primeiro checklist hospitalar formal ensinava cinco passos para entubar um paciente, resultando na eliminação de praticamente todas as infecções decorrentes de procedimentos equivocados.

6. Listas ajudam a manter o foco
Já ouviu falar do "efeito Zeigarnik"? Pode ser que ele esteja te atrapalhando sem que você sequer se dê conta.
Esse princípio psicológico atesta que nosso cérebro recorda tarefas que deixamos sem cumprir melhor do que as coisas que já concluímos. Como consequência, quando você está tentando focar em algo importante, muitas vezes se nota distraído por questões que deixou em aberto.
Para evitar isso, psicólogos sugerem que escrevamos em uma lista todos aqueles objetivos não cumpridos (por exemplo, aqueles e-mails que ainda não respondemos, aquela saia que precisa ser lavada manualmente etc). Isso dará ao cérebro a sensação de que ele lidou com essas coisas, permitindo que nós nos concentremos nas tarefas mais urgentes que temos diante de nós.

7. Com a lista, você enfrenta o que vinha adiando
Todos nós temos ali no canto do cérebro algo a fazer que sempre procrastinamos. Pois bem, é a hora de escrever essas tarefas e tirá-las da frente.
Concluir as tarefas de uma lista traz uma sensação de satisfação bastante grande, fora o peso que tira da nossa frente.
Então vá em frente - escreva a sua lista e complete as tarefas dela, desde aquela arrumação no apartamento até finalmente agendar a consulta no dentista.

Fonte BBCBrasil.com

4 SEGREDOS PARA SER MAIS PRODUTIVO NO SEU DIA A DIA


Sabe aquela sensação de terminar o dia esgotado e com um monte de tarefas pendentes? Você se sente assim com frequência? Isso pode ser sinal de que sua produtividade não está lá essas coisas.
Quem tem um negócio sabe que muitas decisões do dia a dia dependem do empreendedor e fica difícil dar conta de tudo.
Contas a pagar, fornecedores, clientes, estoque. As tarefas se multiplicam e parece que faltam horas no dia para resolver todas as pendências.
E tudo isso pode acabar afetando o seu bolso. Diversas pesquisas provam que a produtividade está diretamente ligada aos resultados de um negócio. Por isso, aquele dia que termina com muitas tarefas por fazer pode significar algum dinheiro a menos no final do mês.
Se você já se pegou desejando criar um clone de si mesmo para dar conta de tudo, saiba que não é único. Mas como isso está fora de cogitação – pelo menos no futuro próximo –, a solução é adotar técnicas para ser mais produtivo. Confira algumas:

1. Faça uma lista de prioridades
É difícil definir o que é mais importante em um negócio, mas ter uma lista de prioridades do dia ajuda bastante a se organizar e ser mais produtivo. Depois que pegar o jeito, você pode tentar também uma listinha de coisas para não fazer e incluir tarefas que outras pessoas podem fazer por você.
Para definir as prioridades, pense no resultado. Tudo aquilo que trará mais benefícios ao negócio, agora ou no futuro, deve ir para o topo da lista.

2. Limite o tempo das reuniões
Reuniões costumam ser uma ótima fonte de desperdício de tempo. Um grupo reunido em uma sala sem uma pauta bem definida pode passar horas conversando sem resolver uma única questão.
Por isso, antes de convocar o encontro faça uma pequena agenda com até dois assuntos para sentem discutidos. Limite o tempo das reuniões em até 30 minutos e avise todos os envolvidos que a discussão não pode extrapolar este período.

3. Cuidado com as distrações
Dar uma olhadinha nas redes sociais no meio do expediente não faz mal a ninguém, certo? Errado! Já existem pesquisas que comprovam que acessar o Facebook durante o trabalho – especialmente no meio de uma tarefa – diminui a produtividade. Se não quiser ficar por fora do que está rolando nas redes, separe um tempo na agenda para isso. E, para evitar a tentação, nada de deixar uma aba no navegador com a rede aberta.
Outra distração perigosa é a caixa de e-mail. Abrir e ler cada mensagem assim que ela pula na caixa de entrada atrapalha o fluxo de trabalho. Separe alguns momentos do dia para checar e responder os e-mails.

4. Use a tecnologia a seu favor
Existem diversas ferramentas e apps que ajudam a organizar as tarefas do dia-a-dia. Há gestores de tarefas, como o RememberTheMilk e o WunderList, que trazem lembretes no celular para suas prioridades.
Softwares que bloqueiam ou limitam o acesso a certas aplicações por um determinado tempo, como Think e Self-Control, por exemplo, são úteis para quem dificuldade de resistir às distrações.
Fonte UOL Virtual

SEGUNDA-FEIRA!!!

domingo, 8 de fevereiro de 2026

BOA SEMANA

TERMINANDO DOMINGO

BOA TARDE, DOMINGO!

O SEGREDO PARA COMEÇAR UMA SEMANA MARAVILHOSA


Para a maioria das pessoas, o final do domingo é o prenúncio de dores de cabeça. Parece que a segunda-feira é uma grande ameaça: fim do descanso, volta à rotina, pressões e preocupações, prazos… Será que não há como escapar? A solução para esse problema é simples e depende unicamente de nós. Algumas dicas para fazer com que a segunda-feira seja o início de uma ótima semana:

1 – Evite compromissos no domingo que acabem muito tarde
Sempre que nos envolvemos em festas e eventos que se prolongam até altas horas no domingo, temos menos tempo para descansar. Procure estabelecer o hábito de dormir o suficiente na noite de domingo para segunda, para que o seu corpo possa repor as energias necessárias para a semana de trabalho;

2 - Divirta-se durante a semana
Muitas pessoas deixam para fazer somente no final de semana aquilo que lhes dá prazer. É um erro! Nós precisamos de diversão e relaxamento todos os dias. Se distribuirmos o divertimento ao longo da semana, não ficaremos tão decepcionados quando o domingo terminar;

3 - Durma o suficiente todos os dias
Alguns de nós têm o hábito de dormir pouco durante a semana e “descontar” no sábado e no domingo. De nada adianta esse hábito, pois o corpo não fica esperando para repor as horas perdidas. O ideal é dormir todos os dias pelo menos 6 horas (o ideal pode variar entre 6 a 9 horas para cada pessoa);

4 – Controle o consumo de álcool
Bebidas alcoólicas podem atrapalhar o seu repouso e ainda por cima causar uma ressaca no dia seguinte;

5 – Concentre-se nas coisas positivas da segunda-feira
A segunda-feira pode ser um dia maravilhoso para colocar a conversa em dia, rever colegas de trabalho, buscar novos desafios. Faça da segunda-feira um dia estimulante e positivo para você;

6 – Agrade a você mesmo
Aproveite a segunda-feira para faze algo que seja bom para você. Almoce a sua comida preferida, compre um livro, telefone para um grande amigo, ouça o CD que você mais gosta. Espante assim qualquer “energia negativa” que o dia possa ter.

7 – Não se esqueça do mais importante
A segunda-feira é o segundo dia da semana.  Para ter uma semana maravilhosa, cuide bem do seu domingo e não comprometa o dia seguinte. Evite extravagâncias e aproveite a semana inteira com muita disposição.

VIVER É UMA OPORTUNIDADE


Viver é a oportunidade de fazer e de sentir coisas que nunca mais voltarás a fazer ou sentir...
Viver é um presente. Que te foi dado para que experimentes...
Viver é aproximar-se do tempo. Senti-lo. Degustá-lo. Ali, de onde tu vens e para onde regressarás, não há tempo. E aqui, na vida terrena, o lugar onde se pode experimentá-lo. Depois, quando voltares à realidade, viverás sem tempo. Não achas que é bom que fiques consciente dele?
Quanto à dor, à ignorância e ao desespero, agora tu não entendes, mas também são experiências únicas. Só na matéria, na imperfeição, é possível existir a tristeza, a impotência do doente e a amargura do que sofre e de quem vê sofrer... Amanhã, quando já não mais estivermos aqui, nada disso será possível.
Experimentar para que ninguém precise te contar...
Viver para que ninguém te conte.
Viver é experimentar a limitação porque amanhã serás ilimitado.
Viver é duvidar porque, em teu estado natural, não poderias te permitir a isso...
Viver é estar perdido, temporalmente. Depois acharás a ti mesmo, outra vez...
Viver é aceitar a morte; tu que, na verdade, jamais morreste nem voltarás a morrer...
Viver é divertir-se no aparentemente pequeno e insignificante.
Amanhã não será assim. Amanhã, quando regressares à realidade, grandes coisas te esperam...
Viver é despertar, regressar, chorar, sonhar, ver e não ver, querer e não poder, cair, levantar-se, saber e ignorar, despertar na obscuridade, ficar sem palavras, não partir, aborrecer-se, amar e deixar de amar, ser amado e deixar escapar, ver morrer e saber que vai morrer, trabalhar sem saber por que nem para quê, entregar-se, acariciar a criança, não esperar nada em troca, sorrir ante a adversidade, deixar que a beleza lhe abrace, ouvir e voltar a ouvir, contradizer-se, esperar como se fosse a primeira vez, envolver-se no que não quer, desejar acima de tudo, confiar, rebelar-se contra todos e contra si mesmo, deixar fazer, e sobretudo, olhar o céu... E tudo isso para que ninguém te conte depois que morrer...

(Cavalo de Tróia 9 – Caná - JJ Benítez)

QUANDO VOCÊ SENTIR

FELIZ DOMINGO!

ÓTIMO DOMINGO PARA VOCÊ!

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2026

COMO PLANEJAR UM FIM DE SEMANA REALMENTE REVIGORANTE

Depois de uma semana inteira de trabalho intenso, o que você faz na sexta-feira?

Quem respondeu que se joga no sofá e contempla uma longa lista de tarefas não está sozinho: para muitos empreendedores, o fim de semana também conta como dia útil, e não como descanso.
O problema dessa rotina é acordar um tanto exausto na segunda-feira, afirma a escritora Laura Vanderkam. Ela acaba de publicar o e-book “What the Most Sucessful People Do on the Weekend” (o que as pessoas mais bem-sucedidas fazem no final de semana), para o qual conversou com empresários de sucesso sobre sua programação de fim de semana.
Em um artigo publicado no site da revista Inc, ela resume o que ouviu desses empreendedores e dá três dicas para usar melhor o sábado e o domingo para combater os efeitos do excesso de trabalho – e voltar novo em folha para o escritório.

1 – Conte as horas vagas – e aproveite-as
Você já contou quanto tempo livre tem entre abrir uma cerveja na sexta às seis da tarde e desligar o despertador às seis da manhã de segunda? São 60 horas no total, ou 36 horas úteis, descontando-se as 24 de sono – quase a mesma carga horária de uma semana de trabalho.
“Tanto tempo não pode ser desperdiçado”, diz Vanderkam. Por isso, ela recomenda dedicação máxima ao planejamento antecipado dos dias de folga e diz que é preciso traçar estratégias com o mesmo apuro e seriedade de compromissos profissionais.

2 – Planeje eventos-âncora
A intensa semana de trabalho geralmente deixa o empreendedor esgotado na sexta-feira. Mas Vanderkam argumenta que sentar inertemente na frente da TV ou surfar aleatoriamente na internet não são as melhores maneiras de se preparar para uma nova jornada.
Parece um paradoxo, mas para renovar as energias é preciso se mexer. “Outros tipos de trabalho, como exercícios físicos, um hobby, tomar conta dos filhos ou ser voluntário, ajudam mais a preservar o ânimo para os desafios da semana do que vegetar completamente”, afirma a escritora.
O segredo para ter um fim de semana ativo é planejar alguns eventos-âncora, afirmam os entrevistados por Vanderkam para o livro. Não é preciso encher todas as horas vagas, apenas ter em mente que haverá um horário reservado para ver atividades e apresentações dos filhos, jogar futebol ou cozinhar para os amigos.
“De início, isso pode parecer pouco divertido e muito trabalhoso, mas, de acordo com os entrevistados, gastar energia dá mais ânimo para retomar o trabalho”, afirma Vanderkam.

3 – Desfrute por antecipação
Planejar com minúcia até mesmo o fim de semana parece coisa de gente bitolada, mas Vanderkam defende que essa tarefa também pode ser muito prazerosa. “Projetar o futuro e antecipar o programa representa uma boa parte da felicidade gerada por qualquer evento”, afirma.
A tática de marcar as atividades com antecedência também economiza momentos preciosos do fim de semana que em geral são gastos negociando um plano com seu cônjuge ou correndo atrás de algum restaurante que ainda tenha lugares vagos – ou de alguém para tomar conta das crianças.
Além disso, marcar um compromisso desestimula a clássica desistência de fazer algo no final de semana por estar muito cansado.
  Por Bruna Maria Martins Fontes
Fonte Papo de Empreendedor

NADA DAQUELA CALÇA VELHA, AZUL E DESBOTADA

 
O que vestir (ou não) na empresa na ‘casual friday’, aconselham consultoras de moda

A sexta-feira chegou e, em muitas empresas, nota-se que os funcionários exibem um visual mais relax. Isso por conta do ''casual day'', que surgiu e se popularizou nos Estados Unidos, mas foi sendo incorporado aos poucos pelos brasileiros. É quando executivos e funcionários de organizações mais formais deixam de lado o terno, a gravata, os taileurs e o salto alto, e adotam trajes mais descontraídos. Mas nada de ir trabalhar de qualquer jeito, alertam as especialistas em moda e estilo. Segundo elas, não há uma regra definitida, e tudo vai depender do perfil da empresa e o segmento em que esta atua.
A consultora de moda e imagem Milla Mathias diz que, ainda hoje, as pessoas têm dúvidas quanto ao tipo de roupa que devem - ou podem - vestir nesses dias.
- Ainda pensam que podem ir de calça jeans, camiseta velha e tênis, quando na verdade não é bem assim.
A consultora explica que o intuito do casual day é trazer mais descontração às roupas, e consequentemente, ao ambiente de trabalho às vésperas do fim de semana, para que os profissionais possam trabalhar mais relaxados e contentes.
E, se antes, a prática se restringia apenas às sextas-feiras, e a poucas empresas, hoje a informalidade no vestir se estendeu a outros dias da semana e a diversos tipos de organizações, acrescenta Paula Acioli, coordenadora acadêmica do curso “Gestão de negócios no setor de moda”, da FGV.
- Essa mudança de padrões e quebra de paradigmas no vestir é, na verdade, um claro reflexo do tempo que estamos vivendo, muito mais democrático em todos os sentidos, social e economicamente falando - ressalta Paula.
Independentemente do dia, afirmam as especialistas, não se deve esquecer que estamos falando de ambiente de trabalho, e não fim de semana ou passeio. Para Paula, ética, bom-senso, observação, educação e adequação são valores que devem ser levados em conta, não só na vida pessoal e profissional, mas também quando falamos de vestuário:
- Esses valores facilitam as escolhas, aumentam as chances de acertos e diminiuem a possibilidade de erro. Se adicionarmos a isso toda a facilidade de acesso à quantidade de informações disponíveis em revistas, sites, blogs, e até mesmo nas trocas de idéias entre amigos nas redes sociais, a gente conclui que é quase impossível nos dias de hoje alguém "sair com qualquer roupa" para trabalhar, sem levar em consideração seu local de trabalho.
- É para ser casual, mas mantendo a elegância. Bom-senso é fundamental. É preciso cuidado para não cair na vulgaridade - completa a consultora de moda Renata Abranchs.
Por isso, é importante que algumas regras sejam observadas quanto à forma de se vestir no mundo corporativo.
E quando a empresa adota um ‘dress code’? A decisão de contar com um código específico sobre o que é ou não permitido trajar vai depender do perfil da companhia e de seus funcionários, diz Paula. Segundo a coordenadora acadêmica da FGV, faz toda a diferença ter conhecimento de como se dá o processo criativo de um uniforme ou de um padrão de roupa a ser usado, da complexidade de pensar o vestir institucional e de compreender o porquê de se adotar um código de vestir dentro de uma empresa.
- Os funcionários e profissionais passam a se sentir muito mais parte da empresa e a valorizar suas posições e funções dentro do sistema de trabalho. A roupa agrega valor. Seja para marcas de luxo, seja para marcas populares de varejo, seja em uniformes (que transmitem via funcionário o conceito e os valores de uma determinada empresa). Um funcionário que conhece e compreende a história do que veste passa a entender muito melhor a história da empresa para a qual está trabalhando, ou como diz a expressão, está "vestindo a camisa".

As dicas das especialistas em moda e estilo para o ‘casual day’

Para facilitar, consultoras listam o que é permitido ou não usar no ambiente de trabalho

Para elas:
- Vale a velha regra de proibição de decotes, fendas, transparências, roupas justas ou curtas;
- No lugar dos terninhos, coloque uma saia menos estruturada ou uma calça reta mais fluida, com uma camisa;
- Blusas de tricô com tramas mais abertas também são permitidas;
- Se quiser usar jeans, verifique se a empresa permite e, em caso positivo, use um de lavagem escura, corte reto e novo. Lembre-se: nada de rasgos, puídos, tachas etc.;
- Caso faça frio, leve um cardigã, suéter com gola careca ou blazer;
- Já no caso de muito frio, um casaco de lã ou de couro caem bem;
- Nos pés, sapatos mais baixos (e impecáveis) ou sapato-tênis de couro ou camurça;
- Bijuterias e enfeites de cabelo devem ser discretos.

Opções a serem riscadas da lista:
- Calça velha, azul e desbotada;
- Tops ou barriguinha de fora;
- Tecidos sintéticos ou brilhantes;
- Mules (tipo de calçado);
- Sandálias rasteirinhas;
- Estampas ou detalhes de bicho.

Para eles:
- Esqueça os ternos e adote as calças de lãzinha ou gabardine, para dias frios, e as de algodão ou sarja, para os mais quentes.
- Elimine a gravata;
- Se quiser usar jeans, verifique se a empresa permite e, em caso positivo, use um de lavagem escura, corte reto e novo (a regra vale para homens e mulheres).
- Camisa mais informal ou camiseta polo são uma ótima pedida.
- Se fizer frio, suéter, em decote V, cardigãs ou blazer azul marinho de tecido mais encorpado.
- Nos pés sempre mocassim social, combinando com a cor do cinto. Dê preferência ao tom café, pois ele é mais informal do que o preto.

É proibido usar:
- Jeans claro, rasgado, surrado, de balada etc;
- Calças com passante sem cinto;
- Calças com elástico na cintura;
- Camisetas sem manga ou com figurinhas ou piadinhas;
- Moletom;
- Boné;
- Roupa com camuflagem;
- Tênis ou sapato–tênis;
- Meia branca.
Por Ione Luques
Fonte O Globo Online