Luiza's Blog
domingo, 9 de agosto de 2026
O SEGREDO PARA COMEÇAR UMA SEMANA MARAVILHOSA
Para a maioria das pessoas, o final do domingo é o prenúncio de dores de cabeça. Parece que a segunda-feira é uma grande ameaça: fim do descanso, volta à rotina, pressões e preocupações, prazos… Será que não há como escapar? A solução para esse problema é simples e depende unicamente de nós. Algumas dicas para fazer com que a segunda-feira seja o início de uma ótima semana:
1 – Evite compromissos no domingo que acabem muito tarde
Sempre
que nos envolvemos em festas e eventos que se prolongam até altas horas no
domingo, temos menos tempo para descansar. Procure estabelecer o hábito de
dormir o suficiente na noite de domingo para segunda, para que o seu corpo
possa repor as energias necessárias para a semana de trabalho;
2 - Divirta-se durante a semana
Muitas
pessoas deixam para fazer somente no final de semana aquilo que lhes dá prazer.
É um erro! Nós precisamos de diversão e relaxamento todos os dias. Se
distribuirmos o divertimento ao longo da semana, não ficaremos tão
decepcionados quando o domingo terminar;
3 - Durma o suficiente todos os dias
Alguns
de nós têm o hábito de dormir pouco durante a semana e “descontar” no sábado e
no domingo. De nada adianta esse hábito, pois o corpo não fica esperando para
repor as horas perdidas. O ideal é dormir todos os dias pelo menos 6 horas (o
ideal pode variar entre 6 a 9 horas para cada pessoa);
4 – Controle o consumo de álcool
Bebidas
alcoólicas podem atrapalhar o seu repouso e ainda por cima causar uma ressaca
no dia seguinte;
5 – Concentre-se nas coisas positivas da segunda-feira
A
segunda-feira pode ser um dia maravilhoso para colocar a conversa em dia, rever
colegas de trabalho, buscar novos desafios. Faça da segunda-feira um dia
estimulante e positivo para você;
6 – Agrade a você mesmo
Aproveite
a segunda-feira para faze algo que seja bom para você. Almoce a sua comida
preferida, compre um livro, telefone para um grande amigo, ouça o CD que você
mais gosta. Espante assim qualquer “energia negativa” que o dia possa ter.
7 – Não se esqueça do mais importante
A
segunda-feira é o segundo dia da semana.
Para ter uma semana maravilhosa, cuide bem do seu domingo e não
comprometa o dia seguinte. Evite extravagâncias e aproveite a semana inteira
com muita disposição.
VIVER É UMA OPORTUNIDADE
Viver é a oportunidade de fazer e de sentir
coisas que nunca mais voltarás a fazer ou sentir...
Viver é um presente. Que te foi dado para que
experimentes...
Viver é aproximar-se do tempo. Senti-lo. Degustá-lo.
Ali, de onde tu vens e para onde regressarás, não há tempo. E aqui, na vida
terrena, o lugar onde se pode experimentá-lo. Depois, quando voltares à
realidade, viverás sem tempo. Não achas que é bom que fiques consciente dele?
Quanto à dor, à ignorância e ao desespero, agora
tu não entendes, mas também são experiências únicas. Só na matéria, na
imperfeição, é possível existir a tristeza, a impotência do doente e a amargura
do que sofre e de quem vê sofrer... Amanhã, quando já não mais estivermos aqui,
nada disso será possível.
Experimentar para que ninguém precise te
contar...
Viver para que ninguém te conte.
Viver é experimentar a limitação porque
amanhã serás ilimitado.
Viver é duvidar porque, em teu estado
natural, não poderias te permitir a isso...
Viver é estar perdido, temporalmente. Depois
acharás a ti mesmo, outra vez...
Viver é aceitar a morte; tu que, na verdade,
jamais morreste nem voltarás a morrer...
Viver é divertir-se no aparentemente pequeno
e insignificante.
Amanhã não será assim. Amanhã, quando
regressares à realidade, grandes coisas te esperam...
Viver é despertar, regressar, chorar, sonhar,
ver e não ver, querer e não poder, cair, levantar-se, saber e ignorar, despertar
na obscuridade, ficar sem palavras, não partir, aborrecer-se, amar e deixar de
amar, ser amado e deixar escapar, ver morrer e saber que vai morrer, trabalhar
sem saber por que nem para quê, entregar-se, acariciar a criança, não esperar
nada em troca, sorrir ante a adversidade, deixar que a beleza lhe abrace, ouvir
e voltar a ouvir, contradizer-se, esperar como se fosse a primeira vez, envolver-se
no que não quer, desejar acima de tudo, confiar, rebelar-se contra todos e
contra si mesmo, deixar fazer, e sobretudo, olhar o céu... E tudo isso para que
ninguém te conte depois que morrer...
(Cavalo de Tróia 9 – Caná - JJ Benítez)
sábado, 8 de agosto de 2026
sexta-feira, 7 de agosto de 2026
COMO PLANEJAR UM FIM DE SEMANA REALMENTE REVIGORANTE
Depois de uma semana
inteira de trabalho intenso, o que você faz na sexta-feira?
Quem respondeu que se joga no sofá e
contempla uma longa lista de tarefas não está sozinho: para muitos
empreendedores, o fim de semana também conta como dia útil, e não como descanso.
O problema dessa rotina é acordar um tanto
exausto na segunda-feira, afirma a escritora Laura Vanderkam. Ela acaba de
publicar o e-book “What the Most Sucessful People Do on the Weekend” (o que as
pessoas mais bem-sucedidas fazem no final de semana), para o qual conversou com
empresários de sucesso sobre sua programação de fim de semana.
Em um artigo publicado no site da revista
Inc, ela resume o que ouviu desses empreendedores e dá três dicas para usar
melhor o sábado e o domingo para combater os efeitos do excesso de trabalho – e
voltar novo em folha para o escritório.
1 – Conte as horas
vagas – e aproveite-as
Você já contou quanto tempo livre tem entre
abrir uma cerveja na sexta às seis da tarde e desligar o despertador às seis da
manhã de segunda? São 60 horas no total, ou 36 horas úteis, descontando-se as 24
de sono – quase a mesma carga horária de uma semana de trabalho.
“Tanto tempo não pode ser desperdiçado”, diz
Vanderkam. Por isso, ela recomenda dedicação máxima ao planejamento antecipado
dos dias de folga e diz que é preciso traçar estratégias com o mesmo apuro e
seriedade de compromissos profissionais.
2 – Planeje eventos-âncora
A intensa semana de trabalho geralmente
deixa o empreendedor esgotado na sexta-feira. Mas Vanderkam argumenta que
sentar inertemente na frente da TV ou surfar aleatoriamente na internet não são
as melhores maneiras de se preparar para uma nova jornada.
Parece um paradoxo, mas para renovar as
energias é preciso se mexer. “Outros tipos de trabalho, como exercícios físicos,
um hobby, tomar conta dos filhos ou ser voluntário, ajudam mais a preservar o ânimo
para os desafios da semana do que vegetar completamente”, afirma a escritora.
O segredo para ter um fim de semana ativo é planejar
alguns eventos-âncora, afirmam os entrevistados por Vanderkam para o livro. Não
é preciso encher todas as horas vagas, apenas ter em mente que haverá um horário
reservado para ver atividades e apresentações dos filhos, jogar futebol ou
cozinhar para os amigos.
“De início, isso pode parecer pouco
divertido e muito trabalhoso, mas, de acordo com os entrevistados, gastar
energia dá mais ânimo para retomar o trabalho”, afirma Vanderkam.
3 – Desfrute por
antecipação
Planejar com minúcia até mesmo o fim de
semana parece coisa de gente bitolada, mas Vanderkam defende que essa tarefa
também pode ser muito prazerosa. “Projetar o futuro e antecipar o programa
representa uma boa parte da felicidade gerada por qualquer evento”, afirma.
A tática de marcar as atividades com antecedência
também economiza momentos preciosos do fim de semana que em geral são gastos
negociando um plano com seu cônjuge ou correndo atrás de algum restaurante que
ainda tenha lugares vagos – ou de alguém para tomar conta das crianças.
Além disso, marcar um compromisso
desestimula a clássica desistência de fazer algo no final de semana por estar
muito cansado.
Por Bruna Maria Martins Fontes
Fonte Papo de Empreendedor
NADA DAQUELA CALÇA VELHA, AZUL E DESBOTADA
O que vestir (ou não) na empresa na ‘casual friday’, aconselham consultoras de moda
A sexta-feira chegou e, em muitas empresas, nota-se que os funcionários exibem um visual mais relax. Isso por conta do ''casual day'', que surgiu e se popularizou nos Estados Unidos, mas foi sendo incorporado aos poucos pelos brasileiros. É quando executivos e funcionários de organizações mais formais deixam de lado o terno, a gravata, os taileurs e o salto alto, e adotam trajes mais descontraídos. Mas nada de ir trabalhar de qualquer jeito, alertam as especialistas em moda e estilo. Segundo elas, não há uma regra definitida, e tudo vai depender do perfil da empresa e o segmento em que esta atua.
A consultora de moda e imagem Milla Mathias diz que, ainda hoje, as pessoas têm dúvidas quanto ao tipo de roupa que devem - ou podem - vestir nesses dias.
- Ainda pensam que podem ir de calça jeans, camiseta velha e tênis, quando na verdade não é bem assim.
A consultora explica que o intuito do casual day é trazer mais descontração às roupas, e consequentemente, ao ambiente de trabalho às vésperas do fim de semana, para que os profissionais possam trabalhar mais relaxados e contentes.
E, se antes, a prática se restringia apenas às sextas-feiras, e a poucas empresas, hoje a informalidade no vestir se estendeu a outros dias da semana e a diversos tipos de organizações, acrescenta Paula Acioli, coordenadora acadêmica do curso “Gestão de negócios no setor de moda”, da FGV.
- Essa mudança de padrões e quebra de paradigmas no vestir é, na verdade, um claro reflexo do tempo que estamos vivendo, muito mais democrático em todos os sentidos, social e economicamente falando - ressalta Paula.
Independentemente do dia, afirmam as especialistas, não se deve esquecer que estamos falando de ambiente de trabalho, e não fim de semana ou passeio. Para Paula, ética, bom-senso, observação, educação e adequação são valores que devem ser levados em conta, não só na vida pessoal e profissional, mas também quando falamos de vestuário:
- Esses valores facilitam as escolhas, aumentam as chances de acertos e diminiuem a possibilidade de erro. Se adicionarmos a isso toda a facilidade de acesso à quantidade de informações disponíveis em revistas, sites, blogs, e até mesmo nas trocas de idéias entre amigos nas redes sociais, a gente conclui que é quase impossível nos dias de hoje alguém "sair com qualquer roupa" para trabalhar, sem levar em consideração seu local de trabalho.
- É para ser casual, mas mantendo a elegância. Bom-senso é fundamental. É preciso cuidado para não cair na vulgaridade - completa a consultora de moda Renata Abranchs.
Por isso, é importante que algumas regras sejam observadas quanto à forma de se vestir no mundo corporativo.
E quando a empresa adota um ‘dress code’? A decisão de contar com um código específico sobre o que é ou não permitido trajar vai depender do perfil da companhia e de seus funcionários, diz Paula. Segundo a coordenadora acadêmica da FGV, faz toda a diferença ter conhecimento de como se dá o processo criativo de um uniforme ou de um padrão de roupa a ser usado, da complexidade de pensar o vestir institucional e de compreender o porquê de se adotar um código de vestir dentro de uma empresa.
- Os funcionários e profissionais passam a se sentir muito mais parte da empresa e a valorizar suas posições e funções dentro do sistema de trabalho. A roupa agrega valor. Seja para marcas de luxo, seja para marcas populares de varejo, seja em uniformes (que transmitem via funcionário o conceito e os valores de uma determinada empresa). Um funcionário que conhece e compreende a história do que veste passa a entender muito melhor a história da empresa para a qual está trabalhando, ou como diz a expressão, está "vestindo a camisa".
As dicas das especialistas em moda e estilo para o ‘casual day’
- Vale a velha regra de proibição de decotes, fendas, transparências, roupas justas ou curtas;
- No lugar dos terninhos, coloque uma saia menos estruturada ou uma calça reta mais fluida, com uma camisa;
- Blusas de tricô com tramas mais abertas também são permitidas;
- Se quiser usar jeans, verifique se a empresa permite e, em caso positivo, use um de lavagem escura, corte reto e novo. Lembre-se: nada de rasgos, puídos, tachas etc.;
- Caso faça frio, leve um cardigã, suéter com gola careca ou blazer;
- Já no caso de muito frio, um casaco de lã ou de couro caem bem;
- Nos pés, sapatos mais baixos (e impecáveis) ou sapato-tênis de couro ou camurça;
- Bijuterias e enfeites de cabelo devem ser discretos.
Opções a serem riscadas da lista:
- Calça velha, azul e desbotada;
- Tops ou barriguinha de fora;
- Tecidos sintéticos ou brilhantes;
- Mules (tipo de calçado);
- Sandálias rasteirinhas;
- Estampas ou detalhes de bicho.
Para eles:
- Esqueça os ternos e adote as calças de lãzinha ou gabardine, para dias frios, e as de algodão ou sarja, para os mais quentes.
- Elimine a gravata;
- Se quiser usar jeans, verifique se a empresa permite e, em caso positivo, use um de lavagem escura, corte reto e novo (a regra vale para homens e mulheres).
- Camisa mais informal ou camiseta polo são uma ótima pedida.
- Se fizer frio, suéter, em decote V, cardigãs ou blazer azul marinho de tecido mais encorpado.
- Nos pés sempre mocassim social, combinando com a cor do cinto. Dê preferência ao tom café, pois ele é mais informal do que o preto.
É proibido usar:
- Jeans claro, rasgado, surrado, de balada etc;
- Calças com passante sem cinto;
- Calças com elástico na cintura;
- Camisetas sem manga ou com figurinhas ou piadinhas;
- Moletom;
- Boné;
- Roupa com camuflagem;
- Tênis ou sapato–tênis;
- Meia branca.
Por Ione Luques
Fonte O Globo Online
quarta-feira, 5 de agosto de 2026
ESTAS 7 PERGUNTAS PODEM MEDIR A SUA INTELIGÊNCIA EMOCIONAL
Especialista propõe questões para avaliar competências
emocionais de um candidato numa entrevista de emprego
Inteligência
emocional é um recurso fundamental para ser contratado e promovido em qualquer
área ou nível hierárquico.
Uma
pesquisa da consultoria TalentSmart mostrou que o QE (Quociente Emocional) de
um profissional pode ser até mais importante para seu sucesso do que o
celebrado QI (Quociente de Inteligência).
Segundo
o estudo, cerca de 90% dos funcionários mais bem avaliados pelas empresas têm
uma boa gestão de suas emoções. Apenas 20% daqueles com desempenho
insatisfatório são dotados de tal característica.
Mas
como saber se você tem um nível satisfatório de inteligência emocional - ou se
ainda precisa investir mais no desenvolvimento dessa competência?
Para
Harvey Deutschendorf, especialista em inteligência emocional e autor do livro
“The Other Kind Of Smart” (Amacon, 2009), o desafio de medir essa competência é
considerável.
Não
à toa, diz ele, muitos recrutadores fracassam ao tentar avaliar qualidades como
autoconsciência, autocontrole e empatia em candidatos a vagas de emprego.
“Muitos
[headhunters] recorrem a seus instintos ou impressões subjetivas”, escreve Deutschendorf
em artigo para o site da revista Fast Company. “Qualquer pessoa esperta já
aprendeu a parecer inteligente do ponto de vista emocional numa entrevista,
mesmo que não o seja realmente”.
Para
ajudar profissionais de RH e candidatos, o especialista propõe 7 perguntas
decisivas para medir essa competência num processo seletivo. O questionário não
esgota as possibilidades de avaliação e pode ser adaptado. Confira a seguir:
1. O que mais incomoda você nas outras pessoas?
Deutschendorf
sugere que a pergunta seja direcionada para o ambiente profissional, isto é,
que o candidato fale sobre chefes, subordinados ou colegas de trabalho que o
irritavam em seu emprego anterior.
A
resposta contará muito sobre como você percebe e julga o comportamento das
outras pessoas. Ao descrever como tentou conviver de forma pacífica com quem o
incomoda, você ainda dará pistas sobre como entende o efeito do seu próprio
comportamento sobre os demais.
2. Como foi um dia na sua vida em que tudo deu errado?
Não
basta responder com um longo relato de um jornada difícil. É preciso falar
sobre o impacto dos acontecimentos sobre as suas emoções e, sobretudo, como
você lidou com o caos e a frustração.
Você
se martirizou por causa dos problemas e culpou os outros? Ou você se concentrou
em procurar soluções? O objetivo desta pergunta é avaliar os mecanismos de
resiliência do candidato, isto é, seu jogo de cintura diante de situações
incertas e imprevisíveis.
3. Pense num colega de trabalho que virou seu amigo.
Por que vocês se dão tão bem?
Quem
nunca ouviu o ditado “Diz-me com quem andas e te direi quem és”? De fato, os
relacionamentos interpessoais que construímos dizem muito sobre nossa forma de
ser. Mas também há muita informação por trás da nossa própria percepção dessas
relações.
Ao
fazer essa pergunta, o recrutador pode identificar como o candidato se enxerga
e o que valoriza nas outras pessoas. Quem descreve um relacionamento baseado no
bom humor - a não ser que ele seja sarcástico ou agressivo - ganha pontos na
visão de Deutschendorf.
4. O que você poderia ensinar às outras pessoas?
Sim,
esta pergunta é bastante vaga e aberta. Mas justamente por isso ela pode
suscitar reações tão reveladoras. O headhunter deve prestar atenção aos
detalhes: como a pessoa usa expressões faciais, tom de voz e linguagem corporal
para transmitir uma ideia ou conceito?
“Um
candidato inteligente emocional assumirá a responsabilidade de se fazer
compreender”, escreve o especialista no site da Fast Company. “A oportunidade
de compartilhar seu conhecimento é empolgante para ele, não o induz ao estresse
e exige habilidades de comunicação que esta pessoa adora exercitar”.
5. Pense numa pessoa que você admira. Por que ela é
digna do seu respeito?
A
ideia aqui é identificar os seus modelos de comportamento. O objeto do seu
fascínio é uma pessoa extrovertida ou reservada? Trata-se de alguém com
pensamento estratégico ou movido por suas intuições?
Não
há resposta certa ou errada. Em alguns casos, o candidato falará sobre alguém com
quem ele se identifica pessoalmente; em outros, mencionará uma pessoa que
possui exatamente as características que lhe faltam. A resposta será ainda mais
rica se incluir o que o entrevistado acha que tem em comum com a pessoa de que
gosta - e também quais defeitos enxerga nela, apesar de sua admiração.
6. Do que você sente mais orgulho em sua vida? Por
quê?
Esta
questão permite avaliar a imagem que você faz de si mesmo, e também a
importância que atribui ao julgamento alheio para o seu bem-estar.
Deutschendorf
chama a atenção para um detalhe especialmente sintomático: o candidato dá
crédito a outras pessoas pelas suas realizações ou descreve a si mesmo como um
"herói" autossuficiente? Às vezes as conquistas são realmente
individuais, afirma ele, mas pessoas com inteligência emocional não ignoram a
importância do apoio de familiares, amigos e colegas para seu sucesso.
7. Se tivesse a sua própria empresa, que tipo de
pessoa contrataria e por quê?
A
pergunta permite avaliar as qualidades que você valoriza em outros
profissionais, bem como a sua própria forma de se relacionar em equipe.
Variáveis
ligadas à inteligência emocional poderão ser medidas no modo como o
profissional descreve seus métodos favoritos de trabalho em grupo, os tipos de
personalidade que mais o atraem e seu estilo de liderança, diz Deutschendorf.
Por
Claudia Gasparini
Fonte
Exame.com
AS RAZÕES PARA O FRACASSO DAS METAS PROFISSIONAIS
Confira os erros que podem estar atrapalhando muita
gente na hora de alcançar seus objetivos de carreira, sejam eles quais forem
Metas precisam
ser razoáveis, diz Ferreira, diretor executivo da 4hunter
Um
curso, uma pós-graduação, administrar melhor o tempo, participar de um projeto
importante, conseguir um cargo de gestão ou conquistar um emprego melhor. No
papel, as metas profissionais anunciam a possibilidade de ascensão na carreira,
de mais qualidade de vida e satisfação profissional.
Mas,
para algumas pessoas, os objetivos vão ficando pelo caminho, empoeirados em um
caderno no fundo da gaveta. Resultado: o tempo passa e nada do que você
prometeu é cumprido. Por que isso acontece? Confira o que atrapalha muitos
profissionais quando o assunto é cumprir seu plano de metas:
1 Não enxergar a diferença entre emprego e carreira
“Quem
não tem entendimento a respeito da diferença entre emprego e carreira não tem
consciência de metas”, diz Carlos Felicíssimo Ferreira, consultor de carreira e
diretor executivo da 4hunter.
Ou
seja, quem vê sua trajetória profissional como um apanhado de empregos é um
forte candidato a não cumprir objetivos. “Essa pessoa não enxerga a evolução
com um planejamento de carreira”, diz Ferreira.
O
plano de carreira é uma referência de onde você está e aonde quer chegar. É
como uma bússola que orienta o caminho a ser trilhado.
Com
ele, fica mais fácil ter motivação para se inscrever em um curso, garantir um
novo diploma ou se oferecer para liderar um projeto importante na empresa
porque você sabe que estas são etapas necessárias para atingir o sucesso a que
se propôs.
Sem
o plano, fica mais difícil compreender a importância dessas metas, o que as
torna vazias. Os objetivos simplesmente não fazem tanto sentido assim quando a
visão da trajetória não é ampliada.
2 Objetivos abstratos ou inatingíveis
Muita
gente peca pelo excesso. “As metas precisam ser razoáveis”, afirma Ferreira. Ao
listar um curso de MBA, a participação em um grupo de estudos, a liderança de
uma equipe no trabalho, um salário três vezes maior do que o atual e a retomada
de um projeto engavetado há anos como objetivos a serem atingidos talvez você
não esteja sendo realista consigo mesmo.
Se
o volume de metas fosse menor, talvez fosse possível. Que tal se inscrever no
MBA e deixar para liderar a equipe após a conclusão do curso? Você pode até ter
pique para começar tudo ao mesmo tempo, mas mantê-lo vai exigir um esforço
sobrenatural e, cansado, o seu rendimento no trabalho pode cair. Com fraco
desempenho, garantir a tão sonhada promoção vai ser impossível.
Objetivos
abstratos também são fortes candidatos a não saírem do papel. Colocar sucesso
profissional ou qualidade de vida na sua lista de metas é contraproducente. Em
vez disso, opte por coisas mais palpáveis, como, por exemplo, desenvolver
aquele projeto que vai alavancar o seu departamento ou negociar com o chefe
mais flexibilidade no horário de trabalho.
3 Não saber como trazer as metas para a realidade
Você
estipulou que neste ano vai sair do patamar técnico e assumir um cargo de
gestão. Essa é a sua meta. Tudo bem, mas como você vai chegar lá, qual o
caminho a ser traçado? Se você não souber o que deve fazer, será impossível
conseguir.
Conversar
com quem é mais experiente poderia ajudar, segundo Ferreira. “Quando se escolhe
um mentor, a pessoa conversa de tempos e tempos com ele que vai trazer
questionamentos pela sua experiência”, diz. O primeiro passo é entender o
caminho percorrido pelo seu mentor para, então, adaptá-lo ao seu mundo. “O
ponto é saber tangibilizar”, diz Ferreira.
4 Deixar os objetivos a cargo de outras pessoas
Muitas
vezes, os objetivos não são cumpridos porque estavam atrelados a outra pessoa.
Por exemplo, um projeto seu e do seu colega que não decola porque ele foi
promovido e não falou mais no assunto. Talvez tenha faltado inciativa da sua
parte também.
Para
cumprir uma meta que não depende apenas de você é preciso monitorar todas as
partes envolvidas. “É preciso saber gerenciar a sua expectativa e a outra
pessoa também”, diz Ferreira. Manter o controle e o monitoramento da situação é
essencial nesses casos.
“A
pessoa também tem que ter o comportamento de ir buscar, porque uma série de
variáveis pode jogar contra o seu planejamento, o que pode requerer uma mudança
de estratégia”, diz Ferreira.
Por
Camila Pati
Fonte
Exame.com
CÉREBRO É CAPAZ DE ANALISAR OITO LEMBRANÇAS POR SEGUNDO
De acordo com pesquisa publicada no periódico Nature, a memória é organizada em pequenos pacotes de 125 milissegundos
O cérebro analisa uma lembrança de cada vez e nunca mistura os lugares, dizem os cientistas
Cientistas descobriram que a memória é organizada em pequenos pacotes de lembranças com duração de 125 milissegundos, de acordo com um estudo publicado no periódico Nature. Isso quer dizer que o cérebro consegue processar, no máximo, oito lembranças em um único segundo.
Os cientistas da Universidade Norueguesa de Ciência e Tecnologia (Noruega) realizaram um experimento com ratos para entender o que acontece com o cérebro em situações de confusão. Os pesquisadores montaram um labirinto e uma caixa especial. Os animais foram treinados para reconhecer meticulosamente cada parte do labirinto e enquanto andavam sobre ele, eram aprisionados na caixa e depois soltos em outra parte.
Teletransporte
Os pesquisadores descrevem a técnica como se os ratos tivessem sido 'teletransportados' de um lugar para outro. Monitorando as ondas cerebrais, os cientistas tiveram certeza de que os animais estavam confusos. Eles não sabiam imediatamente onde estavam, assim como uma pessoa fica confusa ao descer do elevador no andar errado ou está em quarto que não reconhece por alguns instantes ao acordar.
De acordo com a pesquisa, apesar da sensação, o cérebro nunca se confunde. “Quando estamos desorientados por não reconhecer um lugar, nosso cérebro fica alternando mapas de lugares que conhecemos”, explica May Britt-Moser, uma das autoras do estudo. “O processo é tão rápido, que não percebemos que há uma competição entre várias lembranças”.
Pacotes
O cérebro analisa uma lembrança de cada vez e nunca mistura os lugares. "Não é uma posição intermediária: o cérebro analisa pacotes de lembranças que duram 125 milissegundos", explica May.
Os autores do estudo já haviam descoberto em qual parte do cérebro ocorre a sensação de lugar, mostrando como o órgão trabalha para diferenciar as lembranças. Eles descobriram que o cérebro tem um mecanismo para alternar entre as experiências por meio do uso de sensações e imagens guardadas nas lembranças.
Agora, os pesquisadores descobriram que o órgão alterna entre lembranças individuais, e quanto tempo o cérebro demora para analisar cada pedaço da memória. “Estamos começando a ter uma ideia mais clara sobre o mundo dos pensamentos”, disse May.
Fonte Exame.com
terça-feira, 4 de agosto de 2026
QUAIS SÃO OS PRINCIPAIS ERROS COMETIDOS POR ADVOGADOS?
Muitos erros cometidos por advogados
acontecem pelo fato de os cursos de Direito não os prepararem para a prática no
mercado de trabalho ou pelo desconhecimento da rotina de um escritório.
Nesse sentido, quando os profissionais se
deparam com o cenário jurídico, acabam executando certos atos viciados que
podem influenciar negativamente o resultado do processo no qual estão atuando, prejudicando
o cliente e a própria carreira.
Pensando nisso, separamos algumas das
principais falhas cometidas por advogados para que você possa evitá-los. Confira!
1. Não conhecer o
processo
Sem o conhecimento prévio do processo, a
defesa pode se tornar impraticável. Por exemplo, ao estar despreparado para a
audiência, você pode adotar estratégias erradas ou perder chances que podem
influenciar no resultado e reduzir as possibilidades de uma sentença favorável.
Então, não deixe de estudar o caso. Se não
for possível ler todas as peças, pelo menos faça a leitura das principais. Assim,
poderá formular a estratégia adequada de atuação, formular as perguntas
adequadas em audiência, conduzir um eventual acordo de forma eficaz ou tomar
qualquer medida importante para a defesa dos interesses dos clientes.
2. Dirigir-se de
forma desrespeitosa ao juiz e às partes
O respeito é um direito e dever de cada
pessoa, e dentro da audiência não é diferente. No âmbito jurídico, algumas
formalidades são tão importantes quanto o próprio comportamento. Discordâncias
acontecerão, mas nesse momento mantenha a calma, tratando todas as partes com
cortesia.
Não deixe que questões pessoais sejam
confundidas ao longo da sessão. Além disso, ao descrever os fatos numa petição
inicial, tome todo cuidado para ser estritamente profissional e não permitir
que o lado emocional interfira no trabalho.
3. Deixar de
orientar os clientes
Deixar de orientar o cliente também é um
erro comum que acontece, na maioria das vezes, pela rotina atarefada dos
profissionais. No entanto, o total desconhecimento por parte do cliente pode
fazer com que ele fique perdido e comprometa a audiência. Dessa forma, é
essencial explicar detalhadamente e da maneira mais clara possível todas as
fases do processo, sobre a necessidade de ter controle emocional na audiência e
da importância de falar a verdade em seu depoimento.
Lembre-se de formalizar as principais
informações, como data, local e hora da audiência isso pode ajudar a evitar
possíveis dores de cabeça. Elaborar uma carta convite para comparecimento em
audiência é uma boa alternativa.
4. Não conferir o
rol de testemunhas antes da audiência
Uma falha é não verificar antes da audiência
quais são as testemunhas arroladas e deixar de conversar com seu cliente a
respeito de como cada uma delas pode colaborar para a demanda. Quando você
deixa de fazer isso, não pode se preparar para eventuais contraditas da
testemunha ou elaborar perguntas prévias, ficando suscetível a surpresas que
podem não ser tão agradáveis.
Por exemplo, nas audiências trabalhistas, uma
dica é: antes do arrolamento das testemunhas, procura saber quem são e busque
definir o envolvimento de cada testemunha ao que agrega ao processo, evitando
trazer informações contraditórias ao alegado.
5. Arguir as
testemunhas de forma inadequada
É importante ter em mente que os indícios
não servem, necessariamente, como comprovações fiéis até que quem de direito
julgue o contrário. A falta de cautela nessa hora pode fazer com que suas
palavras tenham consequências desastrosas.
Fique atento para fazer colocações oportunas
com base no estudo apurado e conhecimento profundo do processo, para agregar e
enriquecer sua defesa.
Tome sempre cuidado para não cometer falsas
acusações sem provas, as quais podem gerar responsabilização do próprio
advogado por difamação ou mesmo litigância de má fé. Como precaução, sugerimos
sempre obter um Termo de Veracidade das informações obtidas junto ao cliente
para evitar estes riscos.
6.
Atrasar-se ou faltar à audiência
Conforme o artigo 362, parágrafo 3º do Novo
CPC, caso ocorra atraso injustificado superior a 30 minutos, a audiência poderá
ser adiada, mediante requerimento de redesignação de audiência. Por outro lado,
se acontecer algum imprevisto com você ou com seu cliente, é preciso que você
comprove justa causa para tanto, sob pena de graves reflexos ao processo.
Este risco ocorrer por redação do CPC, que
prevê em seu Art. 334, § 8º, que "o não comparecimento injustificado do
autor ou do réu à audiência de conciliação é considerado ato atentatório à
dignidade da justiça e será sancionado com multa", além dos efeitos da
revelia dispostos na lei dos Juizados Especiais e na CLT. Por tais motivos, certifique-se
que o cliente esta bem orientado sobre o local e horário e programe-se para
chegar à audiência com antecedência.
Mas, se o atraso for inevitável, manifeste-se
o quanto antes!
7. Deixar de
protestar nas audiências trabalhistas
Entre as falhas cometidas por advogados em
processos trabalhistas, está a falta experiência para lidar com algumas
eventualidades.
Tem-se por exemplo, a irrecorribilidade das
decisões interlocutórias, sendo cabível, no entanto, ao Advogado protestar na
primeira oportunidade que vier ao processo, o que ocorre geralmente em
audiência. Dessa forma, diante da surpresa que eventuais documentos podem
causar ao Advogado, cabe destacar que é seu direito solicitar prazo para se
manifestar no processo, sendo sempre cabível o Protesto Antipreclusivo.
8. Desconhecer o
rito e os procedimentos da audiência
A audiência da Justiça Federal é diferente da
audiência no Juizado Especial Civil, que é diferente da audiência na Justiça do
Trabalho. Além disso, existem os ritos sumaríssimo, sumário e ordinário, que
também se diferenciam. Isso exige que você se prepare especialmente para aquele
ato, conforme os procedimentos específicos da audiência que vai realizar.
Uma alternativa é reler artigos e leis
aplicáveis e estar atento aos momentos de praticar estas ou aquelas ações. Para
saber como o juiz se comporta ou ter uma ideia de como de como funciona a audiência
do início ao fim, assista a algumas delas com o mesmo juiz antes da sua. Essa é
uma boa estratégia de preparação.
10. Elaborar
procurações com erros
Ao elaborar a procuração ou
substabelecimento, todos os atos a serem executados devem ser descritos, sob
pena do outorgado ser impedido de realizar algum ato pro ausência de expressa
permissão procuratória. Tem-se, por exemplo, o poder de declaração de hipossuficiência
ou ingresso de Ação Penal Privada (Art. 44 CP), os quais devem estar
expressamente autorizados. Esses devem ser delineados corretamente, pois
qualquer falha pode levá-lo a ficar em prejuízo na realização dos atos.
Como você pode perceber, a falta
conhecimento da causa, bom-senso, responsabilidade processual ou mesmo
experiência podem comprometer o resultado do processo.
Agora você já sabe alguns dos principais
erros cometidos na atuação processual. Fazer um planejamento, ter organização e
contar com modelos de documentos jurídicos antes da audiência são ótimas
alternativas a serem implementadas para evitar que problemas aconteçam e possam
prejudicar o seu trabalho.
Fonte Advocacia Beatriz De Sá Cavalcante
COBRAR OU NÃO COBRAR PELA CONSULTA JURÍDICA?
Compreenda os argumentos contra e a favor da cobrança
pela consulta jurídica
Certamente
cobrar ou não cobrar pela consulta é um dos temas mais polêmicos que existem na
advocacia.
Antes
de mais nada, pode-se dizer que a grande competitividade do mercado foi uma das
principais responsáveis por dividir opiniões sobre o assunto.
Alguns
profissionais, em vista da grande dificuldade em conseguir clientes, acabam por
dispensar a cobrança da consulta, porém isso não é uma regra.
Na
verdade, é correto afirmar que cada profissional tem as suas razões pessoais
para instaurar ou não a cobrança pela consulta jurídica.
É preciso analisar os dois lados da questão
Todos
sabemos que não há verdade absoluta nas questões de valor agregado (não o valor
numérico, mas o sentimento que está atrelado ao exercício da profissão.
Um
advogado é representa muito mais do que um profissional disposto a lutar pelos
seus direitos: ele se torna um amigo, um confidente, um apoio para os mais
variados problemas dos cidadãos.
Por
isso, se você está na dúvida, cobrar ou não cobrar consulta jurídica deve ser
decidido depois de considerar as opiniões a favor e contra tal cobrança.
Cobrar ou não cobrar pela consulta jurídica: por que
se deve cobrar
Se
levar em consideração o exercício de outras profissões liberais, como médicos,
dentistas e psicólogos, o cliente já sabe de antemão que a consulta é cobrada.
Por
que com o advogado é diferente? Afinal de contas, ele tira o seu sustento de
seu trabalho e, assim como os profissionais citados acima, também estudou muito
para ter a capacidade de resolver os mais diversos problemas que afligem os
cidadãos.
A
OAB/SP estabelece um valor mínimo de consulta em horário comercial, o qual é
acrescido de cerca de 20% a 30% do valor, se a consulta ocorrer fora desse
horário. Portanto, cobrar pela consulta jurídica não é uma prática ilegal ou
algo que o valha.
Além
disso, um profissional da advocacia deve saber precificar seus honorários de
maneira justa porque compreende não só o valor (preço) do seu trabalho, como o
valor agregado (emoção) que ele traz consigo.
Alguns
profissionais, no entanto, podem se sentir incomodados em cobrar seus
honorários por uma questão de autoestima, ou seja, eles simplesmente não
confiam em seus conhecimentos para a prestação dos serviços.
Isso
é algo pessoal e deverá ser trabalhado adequadamente para que o profissional
seja capaz de viver da advocacia, aprendendo a precificar seu trabalho.
Outro
ponto importante, é que o Novo Código de Ética da OAB do Brasil regulamenta
agora a atuação pro bono. Portanto, caso julgue necessário, o profissional
poderá atuar dessa forma, depois de analisar cada um dos casos que chegam até
ele.
Por que não cobrar pela consulta jurídica
Argumentos
de por que não cobrar pela consulta jurídica também abundam. Uma boa parcela
dos profissionais escolheu não cobrar pela consulta jurídica por uma série de
razões pessoais.
Para
chegar à tal conclusão, os profissionais que optaram por não cobrar a consulta
analisam alguns fatores, como:
-
Região em que se encontram: os profissionais que atuam nos estados mais pobres
do Brasil reconheceram que a cobrança pela consulta se torna um empecilho na
contratação dos serviços.
-
Muitos se considerem ainda inexperientes, como pouco tempo de ordem, para poder
cobrar pela consulta.
-
Que tipo de advocacia esses profissionais querem praticar: alguns profissionais
encontram satisfação em exercer a profissão de uma forma menos mercantil e
optam por não cobrarem pela consulta.
-
Saber recusar um caso: não é porque não cobram consultas que assumem todos os
casos que chegam até eles. Eles sabem filtrar os casos e pegar aqueles que,
eventualmente, lhe trarão retorno financeiro.
A decisão é pessoal e intransferível
A
polêmica continuará, isso é um fato. Cada profissional tem argumentos
convincentes para justificar os dois lados dessa questão. Porém, é precisão ter
cuidado para que uma decisão pessoal não prejudique a classe.
Só
o próprio profissional poderá decidir se deve cobrar ou não cobrar pela
consulta. Cada advogado deve ter o discernimento para escolher o que é melhor
para a sua prática, de acordo com a sua vivência da profissão.
Fonte
examedaoab.com
MULHERES INTELIGENTES DÃO TRABALHO
Pesquisas revelam
que 60% dos homens fogem de mulheres poderosas como o diabo foge da cruz
As pesquisas não revelaram nada e não sei se algum dia foi feito algum estudo no assunto, mas sempre tive vontade de começar um texto com “pesquisas revelam” então, apesar dessa informação não ter nenhuma fonte além das histórias que escuto por aí, posso afirmar que homens sentem mesmo medo de mulheres poderosas. O motivo é simples: elas não sossegam e tiram o namorado da sua zona de conforto.
A coisa já começa na conquista. Você precisa ter Q.I em bom estado pra chamar atenção dessa mulher porque ela simplesmente odeia gente burra assim como odeia a mania que os homens têm de simular inteligências citando filmes e livros chatos.
Pior que conquistar, é manter essa relação. A moça inteligente sabe o que quer. Você nunca vai ouvir ela dizer: não sei, talvez ou você quem sabe. – Ela sabe. Ela opina, ela quer muito conhecer o restaurante novo que abriu perto do trabalho, ela defende as próprias idéias nem que pra isso tenha que perder um ou dois amigos e aturar a cara feia de outros. E pior: ela liga no dia seguinte sem problema algum. Essa moça tem tantos planos e ambições que não sobrou tempo pra aprender a fazer joguinhos. Ela chora com o fim do namoro, mas por no máximo uma hora, porque amanhã tem reunião cedinho e se atrasar nem pensar. Isso sim seria o fim.
É o tipo de mulher que todos os homens sonham, mas não se acham capacitados para ter. - Estagiários.
Preferem a mulher igual, aquela, que todo amigo tem uma. Elas se reúnem em grupinhos e se entendem. Falam amenidades, acham graça de coisas pequenas, discutem marcas de sapatos e beijam seus namorados de cinco em cinco minutos porque a mulher igual tem sempre em mente que se não tratar bem o “zuzuquinho/fofuréco/tutuquinho”, outra igual vem e leva.
As respostas mais usadas são: não sei, talvez e você quem sabe. Ela nunca sabe. Concorda pra agradar o namoreco, come carne mesmo com vontade de comer frango, pinta as unhas sempre do mesmo tom: clarinho. Não importa a cor, ela diz. Desde que seja clarinho. Ela gostaria de usar laranja, verde ou tomate, mas isso seria ousar e tem mais: vai que o namorado não gosta? – A Francesinha sobrevive até hoje graças a essa mulher.
A mulher igual usa saia cintura alta, baixa, lançamentinhos no seu celular de capinha rosa. Ela adora rosa. Antenada com tudo que "está se usando" com medo de parecer brega, é escrava da moda, assim como da relação fofureca vou ver meu fofo jogar pra cuidar dele porque umas piriguetes andam frequentando lá blá-blá -blá.
É o tipo que faz do seu Facebook e do namorado um só. Foto do casal no perfil: Maria e Pedro [Foto de beijinho e imagem de um coração em forma de emoticon]. - Ali ela perde parte do dia postando fotos de biquinho e do churras no find com my love eterno.
Homens acham bacana esse tipo. É mais fácil de lidar e de manter. Como uma planta: a gente bota ali e ela fica. Só regar vez ou outra pra não morrer.
Mulheres inteligentes crescem mesmo se você não regar.
Por Vanessa Pinho
HOJE, TERÇA, É UM BOM DIA PARA VOCÊ ENVIAR SEU CURRÍCULO ÀQUELA EMPRESA
Especialistas tiram dúvidas sobre as estratégias para
despertar o interesse do recrutador pelo seu perfil
Na
hora de procurar um emprego ou disputar uma vaga, a primeira dúvida é como
elaborar um bom currículo para que ele ajude a despertar o interesse do
recrutador, divulgando todo o potencial do profissional. Mas outras estratégias
são importantes também: para ter melhores resultados, é preciso selecionar as
empresas que melhor se adequam ao seus objetivos, bem como as vagas mais
alinhadas ao seu perfil. Mas qual o melhor dia para enviar ou entregar o
currículo? Vale ir pessoalmente entregar o documento na empresa? O Boa Chance
listou as principais dúvidas e pediu que a diretora da Mira RH, empresa de
gestão de recursos humanos, Fátima Mangueira, e a coach High Performance,
Dirlene Costa, respondessem e dessem outras dicas:
Melhor dia
Os
melhores dias para procurar emprego e entregar o currículo são segundas e
terças-feiras, geralmente na parte da manhã, pois as melhores vagas são
fechadas rapidamente, explica Fátima. Nesses dois dias, as pessoas têm uma
visão de recomeço, e as empresas estão prontas para executar o que planejaram
para a semana, inclusive reposição de vagas, diz Dirlene. Na sexta-feira, ao
contrário, a visão dos empregadores é preparar as estratégias para a próxima
semana.
Pessoalmente ou por correio?
O
currículo de papel não está morto. Ainda há pessoas que vão espontaneamente
entregar o currículo pessoalmente nas empresas de seu interesse. Outras
comparecem atendendo ao anúncio da vaga que foi divulgada. A coach sugere que a
pessoa envie currículo mesmo quando não há vaga em aberto, já que esta é uma
oportunidade de entrar no banco de talentos de uma empresa.
Cara e coragem
Na
opinião da especialista, vale a pena, sim, o profissional deixar seu CV
pessoalmente nas empresas, mas o ideal é que ele telefone antes para agendar
uma entrevista. Assim, tem mais garantias de ser recebido. Para Fátima, é muito
importante que o profissional deixe o documento mesmo que não tenha vaga no
momento dentro de seu perfil, pois esta pode surgir a qualquer momento e ele
será convidado para participar do processo seletivo.
Dirlene,
por sua vez, aconselha que, antes de procurar algum funcionário específico para
entregar seu currículo, o profissional faça uma sondagem antes para ver se
conhece alguém que possa lhe apresentar a ele. De qualquer forma, os currículos
geralmente são gerenciados pelo departamento de RH das empresas. Por isso,
acredita, o melhor caminho é procurar o próprio RH, salvo se você conhece
alguém que possa lhe colocar de frente com o gestor e que ele esteja buscando
profissionais para sua equipe.
— A orientação é: menos é mais. Portanto, cuidado para não incomodar e
passar uma visão de desespero, o que pode comprometer oportunidades futuras.
Busque o RH ou uma indicação — completa Dirlene.
Telefonar ou não?
Você
pode ligar de vez em quando para o RH, mas somente para perguntar se estão com
alguma oportunidade para sua área, demonstrando interesse e se colocando à
disposição, sugere Dirlene. E não vale ligar diariamente, esta atitude precisa
ser periódica, de 15 em 15 dias, uma vez por mês, completa a coach. Outra
estratégia sugerida por Fátima é enviar o currículo, se cadastrando no site
pelo banco de empregos, pois desta forma os CVs são analisados e cadastrado já
dentro do perfil e experiência profissional. Feito isso, é aguardar ser convidado
para entrevista com horário agendado.
À espera de uma resposta
Se
você participou de algum processo seletivo e ainda não foi chamado, é porque
não chegou o momento. Por isso, calma. O processo pode ainda estar em andamento
ou realmente você não foi selecionado, diz a coach, lembrando que a maioria das
empresas avisa. De qualquer forma, acrescenta Dirlene, espere entre uma semana
e dez dias para saber sobre o andamento do processo. Mostre interesse sobre o
processo seletivo, mas cuidado para não ser insistente ou inconveniente. Apenas
mostre interesse em saber em que posição está e se coloque à disposição. Ainda
de acordo com a diretora da Mira RH, geralmente os currículos ficam cadastrados
por um prazo de seis meses e, a qualquer momento que surja uma vaga com o seu
perfil, o profissional pode ser convidado para uma entrevista.
Dever de casa
É
aconselhável procurar saber quais vagas constam do site da empresa, para se
cadastrar na melhor oportunidade e que esteja mais adequada com o seu perfil. A
dica mais importante é, ser for convidado para entrevista, estar presente pelo
menos 15 minutos antes da hora agenda e com o currículo impresso. Procure,
sempre, estar a par da cultura desta organização, e ficar atento à missão e à
visão da companhia.
E
lembre-se
—
Currículo precisa ser claro e objetivo, máximo 2 páginas;
—
Nada de ficar vendendo suas qualidades, o recrutador vai avaliar isso. Apenas
reforce os pontos fortes que você tem e que pode ajudar a empresa. Entre 3 a 5;
—
Faça uma carta se apresentando e demostrando interesse pela vaga. Carta
simples, objetiva e gentil;
—
Coloque sempre as empresas que trabalhou, período trabalhado e as atividades ou
resultados importantes que realizou;
—
Insira suas formações, mas de forma sucinta: coloque as três últimas;
—
Informe cursos, no máximo três de relevância e convergência com a vaga. Cursos
que não agregam valor para o cargo em questão, é melhor não citar.
Fonte
O Globo Online
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