sexta-feira, 12 de junho de 2026

O AMOR DEVERIA SER ASSIM...

Up - Carl & Ellie
Swears, swears, swears at heart?

A DIFERENÇA ENTRE RELAÇÃO E RELACIONAMENTO

"Quando falo de amor, estou falando desse amor: um amor que não é um relacionamento, mas um estado de ser. Lembre-se sempre que eu uso a palavra “amor”, eu a uso como um estado de ser, não como um relacionamento.

Relacionamento é apenas um aspecto muito pequeno do amor. Mas a ideia que você faz do amor é basicamente a do relacionamento, como se isso fosse tudo.

O relacionamento é necessário apenas porque você não pode ficar sozinho, porque você ainda não está pronto para a meditação. Portanto, a meditação é um dever antes de você poder realmente amar.

Deve-se ser capaz de ficar só, completamente só, e ainda assim ser imensamente feliz.

Então, você é capaz de amar. Então o seu amor não é mais uma necessidade mas, um compartilhamento, não mais uma necessidade; Você não vai se tornar dependente das pessoas a quem ama. Você vai compartilhar – e compartilhar é lindo.

Mas o que comumente acontece no mundo é, você não tem amor, a pessoa a quem você pensa que ama não tem amor no seu ser também, e ambos procuram amor um no outro. Dois mendigos mendigando um ao outro! Daí a luta, o conflito, a disputa contínua entre os amantes – sobre trivialidades, sobre insignificâncias, sobre idiotices! – mas ambos continuam competindo.

A disputa básica é que o marido pensa que não está recebendo o que lhe é de direito, a esposa pensa que não está recebendo o que lhe é de direito. A esposa pensa que está sendo enganada e o marido também pensa que está sendo enganado. Onde está o amor?

Ninguém se incomoda em dar, todo mundo quer receber. E quando todo mundo está atrás de receber, ninguém recebe e todo mundo se sente prejudicado, vazio, tenso.

Os fundamentos básicos estão faltando, e você construiu um templo sem fundações. Ele pode ruir a qualquer momento. Você sabe quantas vezes seu amor desmoronou e ainda assim você continua fazendo a mesma coisa uma vez atrás da outra.

Você vive em total inconsciência! Você não vê o que tem feito da sua vida e da vida dos outros. Você segue em frente mecanicamente, como um robô, repetindo os velhos padrões, sabendo muito bem que fez o mesmo antes. E você sabe qual sempre foi o resultado, e no fundo também está procurando que aconteça o mesmo outra vez – porque não há diferença. Você está se preparando para a mesma conclusão, o mesmo colapso.

Se você pode aprender alguma coisa com o fracasso do amor, será tornando-se mais atento, mais meditativo, mais consciente. E por meditação eu quero dizer de se alegrar sozinho. Raríssimas pessoas são capazes de ser felizes sem nenhum motivo – só por sentar-se em silêncio e contentes.

Outros vão achar que estão loucas, porque a ideia de felicidade é a de que felicidade tem de vir de outra pessoa. (…)

A meditação libera o seu esplendor aprisionado. E você fica tão feliz, uma tal euforia brota do seu ser, que você não precisa de nenhum relacionamento. Ainda assim, você pode se relacionar com as pessoas… e essa será a diferença entre relação e relacionamento.

Relacionamento é uma coisa: você se aferra a ele. Relação é um fluxo, um movimento, um processo.

Você conhece uma pessoa, vocês estão amando, porque vocês têm tanto amor para dar – e quanto mais vocês dão, mais vocês recebem. Depois de ter entendido essa estranha aritmética do amor: quanto mais você dá, mais você tem.. Isso é exatamente contra as leis econômicas que se aplicam ao mundo exterior.

Depois de saber disso, se você quiser ter mais amor e mais alegria, você dá e compartilha, então simplesmente compartilha. E seja quem for que permita a você compartilhar sua alegria com ele ou ela, você se sentirá grato a ele ou a ela. Mas isso não é um relacionamento, é um fluxo como o de um rio.

O rio passa ao lado de uma árvore, cumprimenta-a, alimenta-a, dá-lhe água… e vai em frente, dançando. Ele não se prende à árvore. (…) O vento chega, dança ao redor da árvore e segue em frente. E a árvore empresta o seu perfume ao vento.

Isso é relação. Se a humanidade crescesse, amadurecesse, essa seria a maneira de amar: as pessoas se conhecendo, compartilhando, seguindo em frente, sem possessividade, sem dominação. Do contrário, o amor se torna um jogo de poder.”

Osho no livro Intimidade, como confiar em si mesmo e nos outros.

NÃO TENHO TEMPO PARA NAMORAR?


Seja por receio de serem tachados por algum apelido constrangedor, como solteirões e encalhados, ou, ainda, por medo de ouvir a frase certa dos parentes e amigos “vai ficar para titia”, muitos homens e mulheres, ao serem questionados do porquê de não namorarem, dizem logo: Ah, não tenho tempo para isso! Pode até ser que a pessoa esteja realmente com uma vida muito agitada e repleta de atividades, mas ter ou não tempo para dedicar a um parceiro não é a melhor das desculpas.
Quando realmente queremos algo, mesmo se estamos com a agenda lotada de compromissos e a semana cheia de tarefas, damos um jeitinho de encaixar aquela atividade em nosso dia. Você nunca quis, por exemplo, conhecer um restaurante indicado por alguém, mas ele era longe da sua casa e da sua rotina, e, mesmo assim, deu um jeito de separar um tempinho para chegar até lá? Ou foi convidada para uma festa muito legal de uma amiga, mas descobriu que tinha algo agendado para aquele dia, e, ainda assim, conseguiu ir aos dois compromissos? Pois é, quando queremos namorar de verdade, conseguimos tempo e mais tempo para estarmos ao lado desta pessoa.
No caso dos homens, assumir que está solteiro há um tempo não é um problema, já que a maioria das pessoas entende isso como: ele quer curtir a vida. Mas quando se trata de uma mulher, acreditem, as pessoas ainda dizem: está encalhada, hein?! Talvez esse seja o maior motivo de ninguém assumir que está solteira porque quer, ou porque não conheceu a pessoa certa, ou simplesmente porque quer dedicar seu tempo para outras atividades.
Mas, se você não se encaixa em nenhuma desses motivos e ainda acredita que não namora por falta de tempo, que tal organizar a sua agenda para que isso não seja mais fator determinante na sua vida? Você pode começar organizando a semana. Adote um método de administração pessoal das suas atividades, pode ser um caderno, uma agenda ou um software. O importante é que você descreva a tarefa e o tempo que levará para realizar cada uma delas. Não se esqueça de separar um tempo para os imprevistos, aquelas tarefinhas que aparecem sem estarem programadas.
Depois de organizado, é hora de aproveitar o seu tempo livre. O que fazer com ele? Que tal prospectar candidatos a namorados? Aproveite para sair com os amigos ou amigas, conheça mais teatros, parques, faça novas amizades, curta um tempo só para você e, principalmente, entenda que o tempo não é o culpado das não realizações dos seus desejos e sonhos. Você é quem deve administrá-lo da melhor maneira para que o seu dia seja produtivo e realizador.
Namorar realmente não é fácil, mas, por outro lado, é muito bom poder contar com uma pessoa em situações difíceis e ter alguém para curtir um domingo de outono. E ser solteiro também tem seu lado bom, como conhecer pessoas, lugares, poder assumir atividades sem, necessariamente, consultar alguém e fazer o que der vontade. O importante é estar em dia com a sua agenda e ter tempo para fazer qualquer atividade que queira. E, quando te perguntarem novamente se você namora, é só dizer: tenho tempo, mas não quero. E seja feliz!
Por Christian Barbosa
Fonte Jornal Carreira e Sucesso

DIFICULDADE DE ACORDAR

Dificuldade de acordar pode ter relação com gene do relógio biológico

Por Marcos Muniz

THE WORKING WEEK

RELACIONAMENTO

ETERNAMENTE NAMORADOS

BOM DIA, DEUS!

ENQUANTO VOCÊ DORMIA...

quinta-feira, 11 de junho de 2026

CONTRATO DE NAMORO

Cartórios formalizam contratos de namoro

Na semana do Dia dos Namorados, mais do que pensar nos presentes, a data é propícia para que os casais reflitam sobre o futuro da relação e no que ela pode implicar emocional e financeiramente.
Para que a relação não termine em brigas e transtornos financeiros decorrentes de situações mal resolvidas, os pares estão recorrendo cada vez mais aos cartórios de notas para formalizar um contrato de namoro.
O instrumento pode ser feito entre duas pessoas que querem deixar claro que a relação é apenas um namoro, afastando a possibilidade de que seja considerada uma união estável, que pode gerar efeitos patrimoniais.
Assinando uma escritura pública de namoro, o casal pode evitar os efeitos da união estável, por exemplo, a possibilidade de partilha de bens adquiridos durante a vigência da relação, pensão, direitos sucessórios em caso de falecimento, entre outros.
“A Justiça vem aceitando este instrumento como uma importante prova para garantir a inexistência de união estável, até mesmo em casos de namorados que moram juntos”, afirma Andrey Guimarães Duarte, presidente do Colégio Notarial do Brasil – Seção São Paulo.
“Para fazer um contrato de namoro, basta os interessados procurarem o tabelião de notas de sua preferência”, diz Rebeka Batista Barbosa, analista notarial do Cartório Andrade Lima/1º Ofício de Notas do Recife.

Cinco motivos dados pelos cartórios para lavrar um contrato de namoro:
Meio de Prova
O contrato de namoro é uma importante prova para atestar que a união se trata apenas de um namoro. Se formalizada por escritura pública possui ainda maior credibilidade, pois o tabelião de notas possui fé pública para atestar as declarações feitas em sua presença, sem a necessidade de testemunhas.

Proteção
O contrato de namoro feito por escritura pública constitui prova robusta para que o relacionamento não seja atingido pelos efeitos gerados pela união estável (partilha de bens, pensão, direitos sucessórios em caso de falecimento, entre outros).

Igualdade
Casais do mesmo sexo também podem fazer o contrato de namoro em cartório, pois os efeitos da união estável também poderão ser aplicados às relações homoafetivas.

Agilidade
Os namorados devem comparecer ao cartório de notas com os seus documentos pessoais e o contrato de namoro será feito com rapidez e sem burocracia.

Perenidade
Com a escritura pública, não há risco do casal de namorados perder ou extraviar o contrato de namoro, uma vez que é possível obter uma segunda via (certidão) do documento a qualquer tempo.
Considerações: no que tange a vigência desse Contrato de Namoro, haja vista que se as partes fazem um contrato de namoro com a intenção de se livrarem de uma união estável e, na realidade, moram juntas, têm a vontade de constituir uma família, esse contrato de namoro perde completamente a sua aplicabilidade, pois união estável é um fato que não é solene, não precisa de ir no cartório para constituir união estável! Fiquem de olhos abertos e procurem sempre um advogado para instruí-los! 
Por Ana Beatriz Saraiva de Oliveira
Fonte JusBrasil Notícias

quarta-feira, 10 de junho de 2026

4 DICAS DA NEUROCIÊNCIA PARA MELHORAR A SUA CONCENTRAÇÃO

Exposição sobre cérebro humano: ouvir músicas conhecidas ajuda a segurar o foco

Do excesso de informações ao design dos escritórios, a rotina profissional está cheia de obstáculos para a concentração.
É injusto culpar apenas a tecnologia, o bode expiatório mais comum para justificar a distração. Usados com bom senso, recursos como apps e softwares podem ser grande aliados para a produtividade.
O problema está no mau uso desses dispositivos, de acordo com Carla Tieppo, professora adjunta da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo.
A neurocientista afirma que as pessoas desenvolveram uma relação de dependência com a tecnologia. "É prazeroso checar as redes sociais ou trocar mensagens pessoais pelo smartphone", diz ela. "Para muita gente, esse hábito se tornou irresistível, como um vício".
As distrações, no entanto, causam um enorme prejuízo de tempo e energia. A cada interrupção, demoramos cerca de 23 minutos para voltar à nossa tarefa original, segundo uma especialista ouvida pelo Wall Street Journal.
Como então manter o foco? Não há solução mágica. Segundo Carla, as distrações só são vencidas pelo esforço e pela autodisciplina. “É preciso se policiar diariamente”, afirma ela.
Mesmo assim, a neurociência traz algumas orientações fáceis de implementar que podem ajudar os mais dispersos. Confira a seguir:

1. Divida sua jornada de trabalho em fatias
Segundo Carla, o cérebro humano consegue se fixar num único objeto durante 50 ou 60 minutos. Depois desse período, a atenção inevitavelmente se esvai. 
A dica é trabalhar ininterruptamente durante esse bloco temporal, e então fazer um intervalo de cinco a 10 minutos para checar mensagens do celular, acessar redes sociais ou levantar para tomar um café.
“A pausa ajuda a descansar as áreas ativas no cérebro até então”, explica a professora. Após esse breve período de relaxamento, você estará pronto para outra sessão de trabalho.

2. Mantenha-se bem alimentado durante todo o dia
Trabalhar em jejum não é uma boa ideia para quem busca concentração. Isso porque o sitema atencional requer uma grande quantidade de energia, segundo a neurocientista.
Durante a jornada de trabalho, é aconselhável ter sempre algo no estômago: tanto para que haja força suficiente no organismo para manter o foco, quanto para que o cérebro não se distraia com a fome.
Não é necessário ingerir grandes quantidades de alimento. Segundo Carla, basta uma barrinha de cereais ou um suco entre as principais refeições do dia.

3. Ouça música (que você já conheça)
Fones de ouvido podem ser um recurso excelente para manter o foco. Além de reduzir o ruído ambiente, ouvir música pode trazer bem-estar.“Não é bom escolher um repertório ‘deprê’, o ideal é que ele seja leve e prazeroso”, diz Carla. “É importante que você não se envolva demais com a trilha sonora, apenas relaxe com ela”.
A neurocientista recomenda escolher um repertório que você já conhece. Uma música nova exige mais atenção do cérebro, até para ele decidir se gosta dela ou não, por exemplo.
Uma sugestão é montar playlists com duração de 50 a 60 minutos, já que esse é o tempo máximo em que conseguimos prestar atenção ininterrupta. “Quando a música acabar, você já saberá que é hora de fazer a pausa”, diz ela.

4. Elimine a bagunça e o desconforto
De acordo com Carla, mesas de trabalho caóticas são “horríveis para o cérebro”. Isso porque o sistema nervoso tende a se espelhar no ambiente externo. “Se não há lógica do lado de fora, fica difícil se organizar mentalmente”, afirma.
É verdade que o caos pode ser um grande aliado na busca por criatividade e inovação. Mas, se o seu objetivo é terminar uma tarefa, é melhor manter a sua escrivaninha limpa e organizada.
A falta de cuidado com a ergonomia também pode gerar distrações. “A sua postura de trabalho deve ser correta e confortável, para que o seu cérebro não se concentre mais no cansaço do corpo do que no trabalho”, recomenda a professora.
Por Claudia Gasparini
Fonte Exame.com

terça-feira, 9 de junho de 2026

HOJE, TERÇA, É UM BOM DIA PARA VOCÊ ENVIAR SEU CURRÍCULO ÀQUELA EMPRESA

Especialistas tiram dúvidas sobre as estratégias para despertar o interesse do recrutador pelo seu perfil

Na hora de procurar um emprego ou disputar uma vaga, a primeira dúvida é como elaborar um bom currículo para que ele ajude a despertar o interesse do recrutador, divulgando todo o potencial do profissional. Mas outras estratégias são importantes também: para ter melhores resultados, é preciso selecionar as empresas que melhor se adequam ao seus objetivos, bem como as vagas mais alinhadas ao seu perfil. Mas qual o melhor dia para enviar ou entregar o currículo? Vale ir pessoalmente entregar o documento na empresa? O Boa Chance listou as principais dúvidas e pediu que a diretora da Mira RH, empresa de gestão de recursos humanos, Fátima Mangueira, e a coach High Performance, Dirlene Costa, respondessem e dessem outras dicas:

Melhor dia
Os melhores dias para procurar emprego e entregar o currículo são segundas e terças-feiras, geralmente na parte da manhã, pois as melhores vagas são fechadas rapidamente, explica Fátima. Nesses dois dias, as pessoas têm uma visão de recomeço, e as empresas estão prontas para executar o que planejaram para a semana, inclusive reposição de vagas, diz Dirlene. Na sexta-feira, ao contrário, a visão dos empregadores é preparar as estratégias para a próxima semana.

Pessoalmente ou por correio?
O currículo de papel não está morto. Ainda há pessoas que vão espontaneamente entregar o currículo pessoalmente nas empresas de seu interesse. Outras comparecem atendendo ao anúncio da vaga que foi divulgada. A coach sugere que a pessoa envie currículo mesmo quando não há vaga em aberto, já que esta é uma oportunidade de entrar no banco de talentos de uma empresa.

Cara e coragem
Na opinião da especialista, vale a pena, sim, o profissional deixar seu CV pessoalmente nas empresas, mas o ideal é que ele telefone antes para agendar uma entrevista. Assim, tem mais garantias de ser recebido. Para Fátima, é muito importante que o profissional deixe o documento mesmo que não tenha vaga no momento dentro de seu perfil, pois esta pode surgir a qualquer momento e ele será convidado para participar do processo seletivo.
Dirlene, por sua vez, aconselha que, antes de procurar algum funcionário específico para entregar seu currículo, o profissional faça uma sondagem antes para ver se conhece alguém que possa lhe apresentar a ele. De qualquer forma, os currículos geralmente são gerenciados pelo departamento de RH das empresas. Por isso, acredita, o melhor caminho é procurar o próprio RH, salvo se você conhece alguém que possa lhe colocar de frente com o gestor e que ele esteja buscando profissionais para sua equipe.
— A orientação é: menos é mais. Portanto, cuidado para não incomodar e passar uma visão de desespero, o que pode comprometer oportunidades futuras. Busque o RH ou uma indicação — completa Dirlene.

Telefonar ou não?
Você pode ligar de vez em quando para o RH, mas somente para perguntar se estão com alguma oportunidade para sua área, demonstrando interesse e se colocando à disposição, sugere Dirlene. E não vale ligar diariamente, esta atitude precisa ser periódica, de 15 em 15 dias, uma vez por mês, completa a coach. Outra estratégia sugerida por Fátima é enviar o currículo, se cadastrando no site pelo banco de empregos, pois desta forma os CVs são analisados e cadastrado já dentro do perfil e experiência profissional. Feito isso, é aguardar ser convidado para entrevista com horário agendado.

À espera de uma resposta
Se você participou de algum processo seletivo e ainda não foi chamado, é porque não chegou o momento. Por isso, calma. O processo pode ainda estar em andamento ou realmente você não foi selecionado, diz a coach, lembrando que a maioria das empresas avisa. De qualquer forma, acrescenta Dirlene, espere entre uma semana e dez dias para saber sobre o andamento do processo. Mostre interesse sobre o processo seletivo, mas cuidado para não ser insistente ou inconveniente. Apenas mostre interesse em saber em que posição está e se coloque à disposição. Ainda de acordo com a diretora da Mira RH, geralmente os currículos ficam cadastrados por um prazo de seis meses e, a qualquer momento que surja uma vaga com o seu perfil, o profissional pode ser convidado para uma entrevista.

Dever de casa
É aconselhável procurar saber quais vagas constam do site da empresa, para se cadastrar na melhor oportunidade e que esteja mais adequada com o seu perfil. A dica mais importante é, ser for convidado para entrevista, estar presente pelo menos 15 minutos antes da hora agenda e com o currículo impresso. Procure, sempre, estar a par da cultura desta organização, e ficar atento à missão e à visão da companhia.

E lembre-se
— Currículo precisa ser claro e objetivo, máximo 2 páginas;
— Nada de ficar vendendo suas qualidades, o recrutador vai avaliar isso. Apenas reforce os pontos fortes que você tem e que pode ajudar a empresa. Entre 3 a 5;
— Faça uma carta se apresentando e demostrando interesse pela vaga. Carta simples, objetiva e gentil;
— Coloque sempre as empresas que trabalhou, período trabalhado e as atividades ou resultados importantes que realizou;
— Insira suas formações, mas de forma sucinta: coloque as três últimas;
— Informe cursos, no máximo três de relevância e convergência com a vaga. Cursos que não agregam valor para o cargo em questão, é melhor não citar.
Fonte O Globo Online

segunda-feira, 8 de junho de 2026

ADVOGADO PRECISA SABER LIDAR COM PERCEPÇÕES NEGATIVAS DO CLIENTE


O advogado pode fazer tudo como manda o figurino na primeira reunião com um cliente e ainda não ser contratado. Explica ao cliente seu problema jurídico e as consequências, indica possíveis soluções, mostra porque pode resolver o caso, discute honorários e tudo parece ir bem, até que o cliente diz que precisa pensar ou falar com familiares. Promete ligar mais tarde, mas desaparece. É uma frustração, para a qual o advogado não vai encontrar respostas técnicas, porque o motivo é irracional: o cliente teve alguma percepção negativa do advogado, que o deixou sem ânimo para contratá-lo.
O consultor de marketing para advogados Trey Ryder diz que os advogados precisam antecipar possíveis percepções negativas dos clientes, muitas das quais são óbvias, como “você é novo demais” ou “você é velho demais”, e aprender a lidar com elas, de forma a converter percepções negativas em percepções positivas durante a reunião.
O ponto principal, segundo o consultor, é saber que o cliente dificilmente vai mencionar sua “dúvida”, porque ninguém tenta justificar uma percepção irracional. Mas o advogado deve saber que ela existe e enfrentá-la, de qualquer forma.
Ryder apresenta oito tipos de percepções negativas que possíveis clientes podem ter de um advogado e ideias, que servem de exemplos, sobre como revertê-las para percepções positivas. São elas:

1. Você é novo demais.
É claro que ser jovem – ou parecer mais jovem do que se é – é uma boa parte da vida. Mas, no campo profissional, isso pode indicar algumas desvantagens, mesmo que falsas, como a falta de conhecimentos e de experiência. Muitas pessoas podem relutar em colocar o problema de suas vidas nas mãos de uma “pessoa pouco experiente”. 
Durante a reunião, você terá uma oportunidade de falar sobre suas qualificações e sua experiência. Você pode aproveitar a oportunidade para contar ao cliente uma historinha pessoal (que, por si só, ajuda a estabelecer um relacionamento construtivo, porque as pessoas gostam de negociar com quem conhecem).
Você pode dizer: “Você sabe que, apesar de todos os meus conhecimentos, qualificações e experiência nessa área, eu tive de lidar no passado com uma certa desconfiança dos clientes, porque ainda pareço muito jovem. Mas, felizmente, isso foi superado porque, pelo número de casos que atuei já posso ser considerado experiente e meus colegas advogados e meus clientes passaram a me recomendar”.
“Aliás, por falar em clientes, hoje eles acham uma vantagem o fato de eu ainda ser jovem, pois sabem que não vou me aposentar tão cedo, e eles não terão de começar tudo de novo com outro advogado que não sabe nada sobre a vida deles.”
Mais uma vantagem de advogados novos: por ainda não estar superlotado de casos, como, por exemplo, advogados que já atuam há 30 anos, o advogado novo pode dedicar mais tempo ao caso de cada cliente. “E, nessa altura, tudo o que quero é ganhar mais e mais casos para me firmar como o melhor (ou um dos melhores) nessa área que atuo”.

2. Você é velho demais.
Na cabeça de algumas pessoas, a idade mais avançada de um profissional pode ser vista como um ponto negativo, mesmo que não tenham uma explicação racional para isso, a não ser a suspeita de que o advogado pode já não ter tanta energia, vontade de trabalhar muitas horas, seja ranzinza etc.
Essa é uma percepção negativa que também pode ser superada no ponto em que o advogado apresenta suas credenciais – e, nesse caso, o fator decisivo é a experiência. A historinha pessoal, nesse momento, ajuda na formação do relacionamento e na eliminação da tal “dúvida”. Ele pode explicar, sem que o cliente tenha perguntado, como leva tempo para um advogado conhecer o caminho das pedras da profissão, aprender a lidar com juízes de uma forma produtiva para o cliente, lidar com o advogado oponente etc.
O advogado “mais experiente” pode se referir à falta de experiência dos advogados mais novos, sem falar isso diretamente. Pode dizer, por exemplo, que nesse ponto de sua vida profissional sente um grande prazer em ensinar os advogados mais novos a lidar com a Justiça, com os juízes e os funcionários dos tribunais, a escrever uma petição ganhadora e atuar de uma forma que produza bons resultados para os clientes. Pode contar os problemas que teve quando era inexperiente.

3. Seus honorários são muito baixos.
Ao falar sobre os honorários, apresente razões pelas quais tem condição de cobrar honorários mais baixos do que concorrentes. Explique os fatores que o ajudam a reduzir seus honorários, como a eficiência de seu trabalho, a contenção de despesas, o pequeno número de empregados no escritório – enfim, a redução de todos os seus custos operacionais.
Aliás, você não oferece alguns “luxos” que outros escritórios oferecem, para poder oferecer o benefício do custo menor ao cliente. E diga que seus clientes estão satisfeitos com essa “estratégia”. E que muitos advogados, que atuam em outras áreas do Direito e o recomendam, consideram isso uma vantagem.

4. Seus honorários são muito altos.
Se seus honorários são mais altos do que os de concorrentes, você deve enfatizar seu valor, ao discuti-los com o cliente na reunião. Diga que seus clientes preferem assim. Você tem conhecimentos, qualificações, experiência e uma forma de atuar e de lhes dar atenção que os agrada. E, porque é melhor remunerado, não precisa ter uma infinidade de clientes, podendo dedicar mais tempo à solução dos problemas de seus clientes seletos.
Você pode falar também sobre a estrutura que montou para atender cada cliente, mas evite citar custos que o cliente possa considerar desnecessários, como belos escritórios e pessoal de apoio numeroso – embora alguns clientes gostem disso. Deixe claro que seus honorários se baseiam nos resultados que pode obter para os clientes.
Coloque seus honorários em perspectiva, usando o princípio do contraste que diz: Você pode mudar como um cliente percebe seus honorários simplesmente mudando a informação que vem antes de declará-lo, diz o consultor.
Ele recomenda que, em vez de dizer “Eu posso preparar um planejamento sucessório por US$ 15 mil”, que seu cliente pode considerar muito alto, diga “Eu posso preparar um planejamento sucessório que irá economizar US$ 300 mil em tributos federais para sua família, por apenas US$ 15 mil”. Ao realçar a grande economia, em primeiro lugar, o cliente pode perceber os honorários como uma pequena percentagem do “lucro”. Se houver exemplos de caso, melhor ainda.

5. Você é ocupado demais.
Se você é muito ocupado, a ponto de ser difícil marcar um horário para a reunião ou mesmo para uma conversa por telefone, é lógico que o cliente poderá pensar que você é ocupado demais para cuidar devidamente de seu caso.
Explique que o escritório, por ter uma demanda acima da média, observa rigorosamente um calendário de trabalho e de cumprimento de prazos, que nunca é desrespeitado. Assim, todos os clientes são atendidos em tempo útil e nem você, nem nenhum advogado do escritório, jamais perde um prazo. Ou seja, nenhum cliente e nenhum processo deixam de ser atendidos na hora certa.

6. Você é disponível demais.
Essa é uma percepção negativa da qual profissional algum quer ser vítima nos Estados Unidos, provavelmente por uma cultura de negócios. Você pode ligar para um consultório médico novo, quase sem clientes ainda, que a secretária vai mostrar dificuldades para conseguir um horário para marcar a consulta. Pode até pedir seu telefone, para ligar se houver algum cancelamento de consulta. E certamente vai telefonar mais tarde, informando que houve um cancelamento no horário mais conveniente para você. Que coincidência!
Um advogado com poucos casos pode – e deve – reverter sua disponibilidade com outras atividades, como, por exemplo, de fazer marketing do escritório, fazer relacionamentos, fazer trabalhos comunitários que irão resultar em conquista de clientes. Nos EUA, o padrão é a secretária determinar duas possibilidades de horário, uma pela manhã e outra pela tarde. A partir daí, ela descobre qual é o horário mais conveniente e marca uma reunião ou telefonema. A crença geral é a de que profissional ocupado é profissional valioso. Está de acordo com o princípio da escassez.

7. Você é especializado demais.
A especialização é a tendência da moda para advogados e escritórios de advocacia novos. Abrem uma butique com um nicho – ou mesmo com um nicho dentro do nicho – porque isso estabelece a ideia de que são realmente bons nessa área. Porém, muitos clientes não querem correr atrás de um advogado para cada problema jurídico que tiverem na vida.
A melhor explicação é a de que você escolheu esse nicho para ser o melhor do mercado em sua área de atuação. No entanto, o escritório tem outros advogados que também são os melhores em outras áreas de atuação. E que qualquer advogado que for chamado irá trabalhar sob sua supervisão.
Outra opção é criar um grupo de advogados, cada um altamente qualificado em alguma área diferente, que funcione como um grupo de referência (ou de recomendações). Em primeiro lugar, isso ajuda você a conquistar novos clientes. Em segundo lugar, no caso do cliente na reunião, você vai explicar a ele que não atua nessa outra área, mas tem um grupo de recomendações, só com advogados e primeira linha, que lhe permite indicar um dos melhores advogados em qualquer área do Direito que ele precisar.
Assim, ele nunca terá de perder tempo procurando um outro advogado, porque você irá fazer isso por ele – sem custo adicional (ou comissão). E o cliente não terá receio de ficar sozinho, em um momento crucial em sua vida.

8. Você é generalista demais.
O advogado que atua em muitas áreas do Direito gera essa percepção negativa de que não tem qualificações e experiência suficientes para resolver um caso que exige mais do que conhecimentos gerais. A primeira coisa a fazer, na reunião (antes que o cliente pergunte), é destacar suas qualificações e experiência nessa área específica, para aumentar sua credibilidade. Isso se faz também explicando ao cliente seu problema e as possíveis soluções e contando histórias de casos semelhantes que foram bem resolvidos.
A segunda coisa a fazer é a já recomendada para advogados especializados demais: criar um grupo de recomendações. Nesse caso, o “clínico geral” faz o melhor que sabe fazer: recomendar especialistas para cuidar de problemas muito específicos – provavelmente, um especialista demais que, por essa característica, não poderá cuidar de outros problemas jurídicos do cliente.
Essas são as percepções negativas apontadas por Trey Ryder, acostumado a lidar com problemas de marketing dos escritórios de advocacia. Mas existem outras, que cada advogado deve identificar. Por exemplo, todo mundo já ouviu uma pessoa responder, ao ser perguntada por que não contratou um determinado profissional: “Não gostei dele”.
Nada mais irracional, mas acontece. O difícil é um profissional reconhecer que um cliente possa não gostar dele e, só por isso, se fosse o caso, não o contrate. Porém, se houver o reconhecimento – ou se houver uma pessoa com franqueza e coragem para apontar o problema – o profissional pode trabalhar sua forma de se relacionar com as pessoas. Ou dizer: “Eu sei que não pareço muito simpático, mas é que eu tenho esse problema de encarar a vida com muita seriedade”.
Por João Ozorio de Melo
Fonte Consultor Jurídico

A DIFÍCIL BUSCA DA AUTORREALIZAÇÃO


Hoje vigora vastamente uma erosão de valores éticos que normalmente eram vividos e transmitidos pela família e depois pela escola pela sociedade. Essa erosão fez com que as estrelas-guia do céu da ética ficassem encobertas por nuvens de interesses danosos para a sociedade e para o futuro da vida e do equilíbrio da Terra.
As crises recentes denunciaram máfias de especuladores instalados nas bolsas e nos grandes bancos cujo volume de rapinagem de dinheiros alheios quase levou à derrocada todo o sistema financeiro mundial. Ao invés de estarem na cadeia, depois de pequenos rearranjos, tais velhacos voltaram ao antigo vício da especulação e do jogo de apropriação indébita dos “commons”, dos bens comuns da humanidade (água, sementes, solos, energia etc.).
Esta atmosfera de anomia e de vale-tudo que se espraia também na política, faz com que o sentido ético fique embotado e as pessoas diante da geral corrupção se sintam impotentes e condenadas à amargura ácida e à resignação humilhante. Neste contexto muitos buscam sentido na literatura de auto-ajuda, feita de cacos de psicologia, de sabedoria oriental, de espiritualidade com receitas para a felicidade completa, ilusória, porque não se sustenta nem se apóia num sentido realista e contraditório da realidade. Outros procuram psicólogos e psicanalistas que recebem dicas melhor fundadas. Mas no fundo, tudo termina com os seguintes conselhos: “dada a falência das instâncias criadoras de sentido como as religiões e as filosofias, devido à confusão de visões de mundo, da relativização de valores e do vazio de sentido existencial, procure você mesmo seu caminho, trabalhe seu Eu profundo, estabeleça você mesmo referências éticas que orientam sua vida e busque sua auto-realização. “Auto-realização”: eis uma palavra mágica, carregada de promessas.
Não serei eu que vá combater a “auto-realização” depois de escrever “A águia e a galinha: uma metáfora da condição humana”(Vozes 1999), livro que estimula as pessoas a encontrarem em si mesmas as razões de uma auto-realização sensata. Esta resulta da sábia combinação da dimensão de águia e da de galinha. Quando devo ser galinha, quer dizer, concreto, atento aos desafios do cotidiano e quando devo ser águia que busca voar alto para, em liberdade, realizar potencialidades escondidas. Ao articular tais dimensões, cria-se a possibilidade de uma autorrealização bem sucedida.
Penso que esta autorrealização só se consegue se incorporar seriamente três outras dimensões. A primeira é a dimensão de sombra. Cada um possui seu lado autocentrado, arrogante e outras limitações que não nos enobrecem. Esta dimensão não é defeito, mas marca de nossa condição humana, feita da união dos contrários. Acolher tal sombra, cuidar que seus efeitos maléficos não atinjam os outros, nos faz humildes, compreensivos das sombras alheias e nos permite uma experiência humana mais completa e integrada.
A segunda dimensão é a relação com os outros, aberta, sincera e feita de trocas enriquecedoras. Somos seres de relação. Não há nenhuma autorrealização cortando os laços com os demais.
A terceira dimensão é alimentar certo nível de espiritualidade. Com isso não quero dizer que a pessoa deva se inscrever em alguma confissão religiosa. Pode até ocorrer mas não é imprescindível. O importante é abrir-se ao capital humano/espiritual que, ao contrário do capital material, é ilimitado e feito de valores como a verdade, a justiça, a solidariedade e o amor. É nesta dimensão que emerge a questão impostergável: que sentido tem, afinal, minha vida e o inteiro universo? Que posso esperar? A volta ao pó cósmico ou ao abrigo num Útero divino que me acolhe assim como sou?
Se esta última for a resposta, a autorrealização traz profundidade e uma felicidade íntima que ninguém pode tirar.
Por Leonardo Boff
Fonte Correio do Brasil

DIA MUNDIAL DA SAUDADE

TENHA UMA SEMANA ABENÇOADA

BOA SEMANA

domingo, 7 de junho de 2026

BOA SEMANA

TERMINANDO DOMINGO

O SEGREDO PARA COMEÇAR UMA SEMANA MARAVILHOSA


Para a maioria das pessoas, o final do domingo é o prenúncio de dores de cabeça. Parece que a segunda-feira é uma grande ameaça: fim do descanso, volta à rotina, pressões e preocupações, prazos… Será que não há como escapar? A solução para esse problema é simples e depende unicamente de nós. Algumas dicas para fazer com que a segunda-feira seja o início de uma ótima semana:

1 – Evite compromissos no domingo que acabem muito tarde
Sempre que nos envolvemos em festas e eventos que se prolongam até altas horas no domingo, temos menos tempo para descansar. Procure estabelecer o hábito de dormir o suficiente na noite de domingo para segunda, para que o seu corpo possa repor as energias necessárias para a semana de trabalho;

2 - Divirta-se durante a semana
Muitas pessoas deixam para fazer somente no final de semana aquilo que lhes dá prazer. É um erro! Nós precisamos de diversão e relaxamento todos os dias. Se distribuirmos o divertimento ao longo da semana, não ficaremos tão decepcionados quando o domingo terminar;

3 - Durma o suficiente todos os dias
Alguns de nós têm o hábito de dormir pouco durante a semana e “descontar” no sábado e no domingo. De nada adianta esse hábito, pois o corpo não fica esperando para repor as horas perdidas. O ideal é dormir todos os dias pelo menos 6 horas (o ideal pode variar entre 6 a 9 horas para cada pessoa);

4 – Controle o consumo de álcool
Bebidas alcoólicas podem atrapalhar o seu repouso e ainda por cima causar uma ressaca no dia seguinte;

5 – Concentre-se nas coisas positivas da segunda-feira
A segunda-feira pode ser um dia maravilhoso para colocar a conversa em dia, rever colegas de trabalho, buscar novos desafios. Faça da segunda-feira um dia estimulante e positivo para você;

6 – Agrade a você mesmo
Aproveite a segunda-feira para faze algo que seja bom para você. Almoce a sua comida preferida, compre um livro, telefone para um grande amigo, ouça o CD que você mais gosta. Espante assim qualquer “energia negativa” que o dia possa ter.

7 – Não se esqueça do mais importante
A segunda-feira é o segundo dia da semana.  Para ter uma semana maravilhosa, cuide bem do seu domingo e não comprometa o dia seguinte. Evite extravagâncias e aproveite a semana inteira com muita disposição.

15 COISAS QUE VOCÊ PRECISA ABANDONAR PARA SER FELIZ


1. Desista da sua necessidade de estar sempre certo
Há tantos de nós que não podem suportar a ideia de estarem errados – querem ter sempre razão – mesmo correndo o risco de acabar com grandes relacionamentos ou causar estresse e dor, para nós e para os outros. E não vale a pena, mesmo. Sempre que você sentir essa necessidade “urgente” de começar uma briga sobre quem está certo e quem está errado, pergunte a si mesmo: “Eu prefiro estar certo ou ser gentil?” (Wayne Dyer) Que diferença fará? Seu ego é mesmo tão grande assim?

2. Desista da sua necessidade de controle
Estar disposto a abandonar a sua necessidade de estar sempre no controle de tudo o que acontece a você e ao seu redor – situações, eventos, pessoas, etc. Sendo eles entes queridos, colegas de trabalho ou apenas estranhos que você conheceu na rua – deixe que eles sejam. Deixe que tudo e todos sejam exatamente o que são e você verá como isso irá o fazer se sentir melhor.
“Ao abrir mão, tudo é feito. O mundo é ganho por quem se desapega, mas é necessário você tentar e tentar. O mundo está além da vitória.” Lao Tzu

3. Pare de culpar os outros
Desista desse desejo de culpar as outras pessoas pelo que você tem ou não, pelo que você sente ou deixa de sentir. Pare de abrir mão do seu poder e comece a se responsabilizar pela sua vida.

4. Abandone as conversinhas auto-destrutivas
Quantas pessoas estão se machucando por causa da sua mentalidade negativa, poluída e repetidamente derrotista? Não acredite em tudo o que a sua mente está te dizendo – especialmente, se é algo pessimista. Você é melhor do que isso.
“A mente é um instrumento soberbo, se usado corretamente. Usado de forma errada, contudo, torna-se muito destrutiva.” Eckhart Tolle

5. Deixe de lado as crenças limitadoras sobre quem você pode ou não ser, sobre o que é possível e o que é impossível
De agora em diante, não está mais permitido deixar que as suas crenças restritivas te deixem empacado no lugar errado. Abra as asas e voe!
“Uma crença não é uma ideia realizada pela mente, é uma ideia que segura a mente.” Elly Roselle

6. Pare de reclamar
Desista da sua necessidade constante de reclamar daquelas várias, várias, várias coisas – pessoas, momentos, situações que te deixam infeliz ou depressivo. Ninguém pode te deixar infeliz, nenhuma situação pode te deixar triste ou na pior, a não ser que você permita. Não é a situação que libera esses sentimentos em você, mas como você escolhe encará-la. Nunca subestime o poder do pensamento positivo.

7. Esqueça o luxo de criticar
Desista do hábito de criticar coisas, eventos ou pessoas que são diferentes de você. Nós somos todos diferentes e, ainda assim, somos todos iguais. Todos nós queremos ser felizes, queremos amar e ser amados e ser sempre entendidos. Nós todos queremos algo e algo é desejado por todos nós.

8. Desista da sua necessidade de impressionar os outros
Pare de tentar tanto ser algo que você não é só para que os outros gostem de você. Não funciona dessa maneira. No momento em que você pára de tentar com tanto afinco ser algo que você não é, no instante em que você tira todas as máscaras e aceita quem realmente é, vai descobrir que as pessoas serão atraídas por você – sem esforço algum.

9. Abra mão da sua resistência à mudança
Mudar é bom. Mudar é o que vai te ajudar a ir de A a B. Mudar vai melhorar a sua vida e também as vidas de quem vive ao seu redor. Siga a sua felicidade, abrace a mudança – não resista a ela.
“Siga a sua felicidade e o mundo abrirá portas para você onde antes só havia paredes” Joseph Campbell

10. Esqueça os rótulos
Pare de rotular aquelas pessoas, coisas e situações que você não entende como se fossem esquisitas ou diferentes e tente abrir a sua mente, pouco a pouco. Mentes só funcionam quando abertas.
“A mais extrema forma da ignorância é quando você rejeita algo sobre o que você não sabe nada”. Wayne Dyer

11. Abandone os seus medos
Medo é só uma ilusão, não existe – você que inventou. Está tudo em sua cabeça. Corrija o seu interior e, no exterior, as coisas vão se encaixar.
“A única coisa de que você deve ter medo é do próprio medo”. Franklin D. Roosevelt

12. Desista de suas desculpas
Mande que arrumem as malas e diga que estão demitidas. Você não precisa mais delas. Muitas vezes nos limitamos por causa das muitas desculpas que usamos. Ao invés de crescer e trabalhar para melhorar a nós mesmos e nossas vidas, ficamos presos, mentindo para nós mesmos, usando todo tipo de desculpas – desculpas que, 99,9% das vezes, não são nem reais.

13. Deixe o passado no passado
Eu sei, eu sei. É difícil. Especialmente quando o passado parece bem melhor do que o presente e o futuro parece tão assustador, mas você tem que levar em consideração o fato de que o presente é tudo que você tem e tudo o que você vai ter. O passado que você está desejando – o passado com o qual você agora sonha – foi ignorado por você quando era presente. Pare de se iludir. Esteja presente em tudo que você faz e aproveite a vida. Afinal, a vida é uma viagem e não um destino. Enxergue o futuro com clareza, prepare-se, mas sempre esteja presente no agora.

14. Desapegue do apego
Este é um conceito que, para a maioria de nós é bem difícil de entender. E eu tenho que confessar que para mim também era – ainda é -, mas não é algo impossível. Você melhora a cada dia com tempo e prática. No momento em que você se desapegar de todas as coisas, (e isso não significa desistir do seu amor por elas – afinal, o amor e o apego não têm nada a ver um com o outro; o apego vem de um lugar de medo, enquanto o amor… bem, o verdadeiro amor é puro, gentil e altruísta, onde há amor não pode haver medo e, por causa disso, o apego e o amor não podem coexistir), você irá se acalmar e se virá a se tornar tolerante, amável e sereno… Você vai alcançar um estado que te permita compreender todas as coisas, sem sequer tentar. Um estado além das palavras.

15. Pare de viver a sua vida segundo as expectativas das outras pessoas
Pessoas demais estão vivendo uma vida que não é delas. Elas vivem suas vidas de acordo com o que outras pessoas pensam que é o melhor para elas, elas vivem as próprias vidas de acordo com o que os pais pensam que é o melhor para elas, ou o que seus amigos, inimigos, professores, o governo e até a mídia pensa que é o melhor para elas. Elas ignoram suas vozes interiores, suas intuições. Estão tão ocupadas agradando todo mundo, vivendo as suas expectativas, que perdem o controle das próprias vidas. Isso faz com que esqueçam o que as faz feliz, o que elas querem e o que precisam – e, um dia, esquecem também delas mesmas. Você tem a sua vida – essa vida agora – você deve vivê-la, dominá-la e, especialmente, não deixar que as opiniões dos outros te distraiam do seu caminho.

(Essa lista é uma tradução, o texto original e em inglês é do World Observer Online.)

Por Clara Fagundes
Fonte Ingresse.com

VIVER É UMA OPORTUNIDADE


Viver é a oportunidade de fazer e de sentir coisas que nunca mais voltarás a fazer ou sentir...
Viver é um presente. Que te foi dado para que experimentes...
Viver é aproximar-se do tempo. Senti-lo. Degustá-lo. Ali, de onde tu vens e para onde regressarás, não há tempo. E aqui, na vida terrena, o lugar onde se pode experimentá-lo. Depois, quando voltares à realidade, viverás sem tempo. Não achas que é bom que fiques consciente dele?
Quanto à dor, à ignorância e ao desespero, agora tu não entendes, mas também são experiências únicas. Só na matéria, na imperfeição, é possível existir a tristeza, a impotência do doente e a amargura do que sofre e de quem vê sofrer... Amanhã, quando já não mais estivermos aqui, nada disso será possível.
Experimentar para que ninguém precise te contar...
Viver para que ninguém te conte.
Viver é experimentar a limitação porque amanhã serás ilimitado.
Viver é duvidar porque, em teu estado natural, não poderias te permitir a isso...
Viver é estar perdido, temporalmente. Depois acharás a ti mesmo, outra vez...
Viver é aceitar a morte; tu que, na verdade, jamais morreste nem voltarás a morrer...
Viver é divertir-se no aparentemente pequeno e insignificante.
Amanhã não será assim. Amanhã, quando regressares à realidade, grandes coisas te esperam...
Viver é despertar, regressar, chorar, sonhar, ver e não ver, querer e não poder, cair, levantar-se, saber e ignorar, despertar na obscuridade, ficar sem palavras, não partir, aborrecer-se, amar e deixar de amar, ser amado e deixar escapar, ver morrer e saber que vai morrer, trabalhar sem saber por que nem para quê, entregar-se, acariciar a criança, não esperar nada em troca, sorrir ante a adversidade, deixar que a beleza lhe abrace, ouvir e voltar a ouvir, contradizer-se, esperar como se fosse a primeira vez, envolver-se no que não quer, desejar acima de tudo, confiar, rebelar-se contra todos e contra si mesmo, deixar fazer, e sobretudo, olhar o céu... E tudo isso para que ninguém te conte depois que morrer...

(Cavalo de Tróia 9 – Caná - JJ Benítez)