quarta-feira, 29 de julho de 2026

VOCÊ É COMPETENTE EM INTELIGÊNCIA EMOCIONAL?

INTELIGÊNCIA EMOCIONAL NÃO É UMA QUALIDADE – SÃO HABILIDADES

Quando eu falo sobre inteligência emocional, não estou me referindo a uma característica específica. Inteligência emocional é um conjunto de habilidades que podem ser desenvolvidas. No meu modelo, essas habilidades são divididas em quatro domínios: autoconhecimento, autocontrole, consciência social e gestão de relacionamentos. Eu e Richard Boyatzis trabalhamos com o KF Hay Group para produzir uma ferramenta de avaliação das doze competências de inteligência emocional agrupadas em cada um desses quatro domínios que faz com que as pessoas se sobressaiam em seus ambientes de trabalho.
Competência é uma outra forma de dizer habilidade. É aprendida e aprendível. O próprio conceito de competência já existe por muitos anos. Eu e Richard trabalhamos com ele no começo do nosso trabalho com o professor de Harvard David McClelland. As empresas enxergaram isso como um método para determinar quais habilidades faziam com que os melhores funcionários fossem tão efetivos. Trata-se de uma informação importante e competitiva. As organizações olham para seus melhores funcionários e seus funcionários medianos e sistematicamente analizam o que eles veem nas pessoas do topo que não veem nos medianos. Então, eles buscam ajudar os funcionários a desenvolver essas competências e contratar e promover pessoas que parecem ser os melhores.
Em nossa pesquisa, especificamos as competências de inteligência emocional utilizadas por excelentes líderes que podem ser avaliadas objetivamente, de forma comportamental - todos podem ver, você sabe que está fazendo. Essas são as que incluímos no Emotional and Social Competencies Inventory (Inventário de Competências Emocionais e Sociais - ESCI). O ESCI é uma ferramenta de 360 graus, o que significa que um indivíduo completa uma pesquisa assim como pessoas que estão acima e abaixo delas em uma organização. Então, o indivíduo recebe a informação sobre sua própria auto-avaliação assim como avaliações anônimas feitas por outras pessoas.

AUTOCONHECIMENTO EMOCIONAL
Líderes que estão sintonizados com seus sentimentos e como eles afetam seu desempenho no trabalho. Eles utilizam seus valores para tomar decisões. Líderes que se conhecem emocionalmente são autênticos e conseguem falar abertamente sobre suas emoções.
Autocontrole

AUTOCONTROLE EMOCIONAL
Pessoas que possuem a habilidade de controlar suas emoções. Líderes com essa habilidade permanecem calmos e com pensamento claro em situações estressantes e mantém seu equilíbrio emocional.

INCLINAÇÃO PARA OBJETIVOS
Líderes que se mantém e mantém os outros em padrões altos. Eles trabalham com foco em objetivos desafiadores e mensuráveis. Eles buscam continuamente maneiras de melhorar seu desempenho e o desempenho de sua equipe.

VISÃO POSITIVA
Esses líderes enxergam cada situação como uma oportunidade, até aqueles que parecem ser um problema para outros. Eles enxergam as outras pessoas de forma positiva e esperam que eles façam o seu melhor. Eles esperam que as mudanças para o futuro sejam para o melhor.

ADAPTABILIDADE
Líderes com essa habilidade administram muitas demandas enquanto permanecem focados em seus objetivos. A incerteza é esperada e confortável para esses líderes. Eles se adaptam em resposta a novos desafios e são ágeis em se ajustar a mudanças repentinas.
Consciência social

EMPATIA
Líderes que conseguem compreender as emoções não ditas de um indivíduo ou um grupo. Eles escutam bem e facilmente compreendem as perspectivas dos outros. Líderes empáticos explicam suas ideias de formas que outras pessoas entendem e trabalham bem com pessoas de diversas culturas e perfis.

CONSCIÊNCIA ORGANIZACIONAL
Líderes que entendem todos os aspectos de uma organização: onde o poder formal e informal é exercido, relacionamentos que fornecem oportunidades para networking, conflitos, normas implícitas, e valores orientadores.
Gestão de Relacionamentos

INFLUÊNCIA
Líderes que possuem a habilidade de recorrer a outras e de conseguir apoio de atores chaves em uma situação. Eles são engajadores e persuasivos com indivíduos e grupos.

COACH E MENTOR
Líderes que têm interesse em ajudar os outros. Eles conhecem os indivíduos com quem trabalham, incluindo seus fortes e objetivos. Eles dão feedback construtivo para os colegas e ajudam os outros a focar em oportunidades de crescimento.

ADMINISTRAÇÃO DE CONFLITO
Estes líderes fazem um esforço em reconhecer diferentes perspectivas. Eles se concentram em ajudar todos a encontrarem um ponto em comum em que possam concordar. Eles permitem a opinião de todos e esforços diretos para encontrar uma resolução aceitável.

LIDERANÇA INSPIRACIONAL (INSPIRAÇÃO)
Um líder que inspira pode mudar pessoas. Sua articulação de missão compartilhada faz com que outros se juntem a ele. Eles mostram aos outros a razão por trás do trabalho diário.

TRABALHO EM EQUIPE
Esses líderes constroem uma atmosfera de cooperação, ajuda e respeito. Eles ajudam os outros a se comprometerem ao esforço do grupo. Eles ajudam uma equipe a desenvolver uma identidade, relacionamentos positivos e espírito.
Por Daniel Goleman
Fonte Administradores

DIFICULDADE DE ACORDAR

Dificuldade de acordar pode ter relação com gene do relógio biológico

Por Marcos Muniz

THE WORKING WEEK

BOM DIA, DEUS!

ENQUANTO VOCÊ DORMIA...

terça-feira, 28 de julho de 2026

ADVOGADO, SERÁ QUE VOCÊ TEM ESPÍRITO DE LIDERANÇA?


Uma das diferenças fundamentais entre um chefe e um líder está na habilidade que o líder tem de estimular as pessoas e de conseguir fazê-las desenvolver todo o seu melhor potencial, aumentando a sua performance, acelerando o seu aprendizado e elevando os resultados da empresa ou do escritório.
O desenvolvimento de uma liderança eficaz é uma habilidade diferencial para o advogado que deseja obter melhores resultados na carreira, seja você dono do seu próprio escritório, coordenador de equipe, gerente ou diretor jurídico de uma empresa.
E desenvolver uma boa liderança é algo muito diferente de simplesmente exercer o poder sobre os seus colaboradores. Muita gente sabe mandar, mas não sabe liderar! Mandar é forçar ou coagir alguém a fazer a sua vontade, por causa de sua posição superior. Liderar, ao contrário, é a habilidade de influenciar pessoas a trabalharem com entusiasmo para atingir objetivos comuns.
Veja que eu disse que liderar é uma habilidade e sendo assim, é um comportamento a ser aprendido e desenvolvido por meio de um processo de mudança interna que requer autoconhecimento e quebra de paradigmas pelo líder, e para isso, o Coaching, poderoso processo de desenvolvimento humano, pode ser um excelente aliado.
Então, será que você tem espírito de liderança? Veja o quanto você tem comportamento de líder no teste abaixo:

  • Quanto me esforço para fazer o que não foi feito antes?
  • Quanto persevero nas minhas decisões?
  • Quanto sou justo com as pessoas?
  • Quanto me planejo para realizar meus objetivos?
  • Quanto me coloco no lugar do próximo?
  • Quanto descentralizo minhas atividades?
  • Quanto faço mais do que esperam de mim?

Agora pontue suas respostas de 5 a 10, some e classifique da seguinte forma: (de 35 a 45 – ruim, de 45 a 60 – bom, acima de 60 – excelente).

Lembre-se: Pessoas aturam chefes e idolatram líderes. Se você quer fazer uma diferença na vida das pessoas e influenciar positivamente, aprenda a desenvolver as habilidades da liderança.
Por Lisandra Thomé Coaching & Consultoria
Fonte JusBrasil Notícias

TRABALHA DE CASA? CONFIRA DEZ DICAS PARA MELHORAR SUA PRODUTIVIDADE


Por necessidade ou opção, muitos profissionais trabalham de casa. Enquanto o mundo discute se o home office é vantajoso ou não, por aqui o contratempo ainda é outro.
Quem já tentou cumprir uma tarefa em casa sabe como é complicado. A procrastinação é tentadora. Sem estar em uma ambiente profissional, as distrações são muitas: filhos, esposa (o), cama, geladeira, sofá ou o celular que está sempre à mão. A lista de complicadores é extensa.
O UOL consultou Tathiane Deândhela, especialista em produtividade, para listar dez maneiras de melhorar o rendimento do trabalho feito em casa.
"Cada vez que mudamos de uma tarefa para outra, perdemos de sete a 14 minutos para nos concentrarmos novamente", disse Tathiane. Confira as dicas.

1) FAÇA UM GRANDE ACORDO DE CONVIVÊNCIA
Se o trabalhador morar sozinho, obter certa tranquilidade é mais fácil. Agora, se a casa tem mais gente, o profissional deve fazer um acordo de convivência para que, em determinados períodos, não haja interrupções. Por isso é importante que os demais integrantes da casa tenham bem definidas as horas de labuta e de diversão, para que não atrapalhem quem precisa se concentrar no trabalho.

2) COLOQUE ROUPA ADEQUADA
Longe de ser um "dress code" ou uma regra de etiqueta, mas o trabalhador deve colocar uma roupa apropriada ao trabalho. Muitos, em casa, optam por ficar de pijamas o dia todo. O problema é que, dessa forma, o profissional não manda um comando para o cérebro de que está na hora do trabalho. Por isso a necessidade de se arrumar como fosse sair para visitar clientes, por exemplo.

3) UTILIZE OS "BALDES DE TAREFAS"
Para não haver tanta distração entre as tarefas, o trabalhador pode dividir o tempo como se ele coubesse em "baldes". Dentro desses recipientes, coloque tarefas similares em cada um deles.
Por exemplo: se precisa fazer algo na rua, coloque todos os compromissos externos nesse recorte de tempo e faça tudo de uma vez. O mesmo vale para um relatório, por exemplo: faça todas as tarefas semelhantes perto uma das outras e passe para o próximo balde. Dessa forma, a concentração irá melhorar, e o tempo será otimizado.

4) AMOR E DOR
Outra forma de aumentar a produtividade é baseada em um sistema de recompensas e penalidades. O profissional pode criar maneiras para parar de procrastinar (já que não há chefe cobrando a toda hora).
Assim, ele pode se dar ao luxo de, após cumprir uma tarefa, comer um bombom ou assistir a uma série na internet. Já, se não cumprir, deve depositar um dinheiro para algum amigo, por exemplo. Isso aumenta as probabilidades de cumprimento do prazo.

5) SEM NOTIFICAÇÕES OU MUITAS ABAS
As redes sociais são grandes vilãs para a concentração no trabalho. Uma dica para fugir desse perigo é desligar todas as notificações do celular e do computador. Assim, o profissional não ficará sempre parando para ver quem o está chamando. Outra dica é trabalhar com poucas abas abertas nos navegadores de internet para que a tentação não seja tão forte.

6) O CELULAR DEVE FICAR LONGE (OU ESCONDIDO)
Para se obter foco, o essencial é deixar o celular longe da mesa de trabalho. Coloque um volume que, caso o aparelho toque, possa atender. De resto, quanto menos celular, menos distração e mais trabalho. Agora, caso o aparelho seja fundamental no trabalho, insista na dica número cinco.

7) TIRE ALGUNS INTERVALOS, MAS TENHA HORÁRIO DEFINIDOS
De acordo com Tathiane, todos os seres humanos precisam de alguns intervalos. "É como na academia. Você faz um exercício e descansa. No trabalho em casa, também funciona", disse ela. Uma dica é trabalhar por 30 minutos e descansar por outros cinco minutos para beber um café, por exemplo.
Além disso, ter horários definidos é importantíssimo para criar hábitos. Quanto mais ele trabalhar no mesmo horário, mais natural isso será, e controlar todas as variáveis será mais fácil.

8) ORGANIZE O LOCAL DE TRABALHO
É importante que o profissional organize o ambiente de trabalho. Seja no quarto, cozinha ou escritório, quando começar a trabalhar, ele deve estar com tudo o que possa precisar em mãos. Dessa forma, não precisará parar (e demorar outros 14 minutos para voltar a se concentrar) a cada vez que necessitar de algo.

9) APRENDA EXERCÍCIOS QUE AJUDAM NA CONCENTRAÇÃO
Exercícios de respiração e mentalização auxiliam na concentração. Um exercício simples e muito eficaz é a regra dos quatro: inspire por quatro segundos, segure o ar com o peito cheio por outros quatro segundos, expire por quatro segundos também e, para finalizar, segure os pulmões vazios por outros quatro segundos. Qualquer prática que ajude a melhorar a concentração é válida.

10) EM ÚLTIMO CASO, PROCURE UM COWORKING OU CAFÉ
Se nada disso funcionar, a última instância é alugar um espaço de coworking, onde diversos profissionais trabalham, ou ir para um café ou praça pública. Talvez com diversas pessoas e menos distrações comuns (cama, geladeira etc.) o trabalhador se sinta mais confortável para desempenhar suas funções.
Por Vinicius Pereira
Fonte UOL Economia – Empregos e Carreiras

CONHECER AS PESSOAS

segunda-feira, 27 de julho de 2026

COMO SER UM BOM ADVOGADO?


Bom advogado
Diante da crise econômica e da forte concorrência no mercado de trabalho, um bom advogado precisa inovar. Caso contrário, perderá a oportunidade de conquistar novos clientes para o seu escritório de advocacia.
Algumas orientações para que você aprenda como ser um bom advogado. Aqui, não mostraremos leis e códigos, apenas alguns segredos para aplicar em seu dia a dia.

Invista no marketing de relacionamento
Sabemos o quanto um bom relacionamento com o cliente é importante. Quando aplicamos esse conceito em nossa rotina, conhecemos melhor o cliente, descobrimos os seus pontos fortes e fracos e fica mais fácil para desenvolver estratégias de acordo com as suas expectativas.
O estatuto da OAB proíbe a propaganda tradicional. No entanto, você ainda pode fazer muitas ações de marketing jurídico para captar e conquistar clientes.
Ademais, o marketing jurídico online está em crescimento e você deve sair na frente para aproveitar o momento e criar sua autoridade digital.

Solucione o problema do cliente
Ao receber um novo processo em seu escritório de advocacia, não encare aquele desafio como apenas um novo trabalho.
Demonstre para o cliente que você está interessado em solucionar o problema. Dessa forma, você conquista autoridade e confiança na relação. Para isso, é necessário seguir algumas recomendações, entre as quais:
·        adapte a sua linguagem ao seu cliente;
·        não gaste seu tempo falando o óbvio;
·        ouça o que seu cliente tem a dizer;
·        apresente suas soluções e estratégias;
·        coloque-se a disposição sempre quando for necessário;
·        ofereça um atendimento personalizado.

Busque atualização frequentemente
Para ser um bom advogado, você não pode parar o seu conhecimento, afinal, o mercado é muito dinâmico e perder qualquer informação poderá comprometer o seu trabalho.
No entanto, não é necessário fazer todos os cursos que aparecerem em sua frente. É importante escolher aquele que agregará valor para a sua área de atuação.

Use a tecnologia ao seu favor
A tecnologia é essencial para otimizar o seu trabalho. No entanto, é importante deixar claro que ela não pode dominar os seus processos, afinal, o seu toque pessoal é fundamental para o cliente.
No mercado é possível encontrar diversas tecnologias que facilitam o dia a dia. Já parou para pensar quanto tempo você gasta procurando documentos importantes para uma audiência?
Com um software de gestão, por exemplo, esse problema poderá ser evitado, afinal, todos os documentos ficarão centralizados em um único ambiente.

Torne-se um gestor
Adquira conhecimento e formação em gestão. Advogados são profissionais liberais e, no dia a dia, acabam lidando com temas que a faculdade de direito não os preparou adequadamente como:
·        marketing;
·        vendas;
·        liderança;
·        gestão de projetos;
·        estratégia;
·        organização;
·        gestão empresarial.

Certamente, um bom curso na área gestão ou um verdadeiro MBA são imprescindíveis para quem deseja ser um bom advogado.

Tome decisões corretas
Um dos maiores desafios de um advogado é tomar decisões com inteligência. Entre as mais importantes, estão a aceitação de um novo sócio, a contratação de novos colaboradores, o fechamento de um contrato ou a concessão de um desconto solicitado pelo cliente.

Algumas orientações para que você acerte em sua escolha:
·        conheça o problema antes de tomar uma decisão;
·        levante todas as alternativas possíveis;
·        desenvolva ações para executar uma decisão;
·        verifique quais são os desdobramentos de cada opção.
·        Aproveite a oportunidade da mediação
·        Os métodos alternativos de resolução de conflitos estão crescendo com o novo código de processo civil.

Aproveite a oportunidade qualificando-se em mediação ou arbitragem e ofereça aos seus clientes a solução do problema e não apenas o litígio tradicional.

Procure ter diferenciais frente aos outros advogados
O mercado da advocacia no Brasil pode ser visto como super competitivo pelos advogados que nele atuam. No entanto, ao comparar com o mercado nos Estados Unidos, os brasileiros têm um mercado pouco competitivo.
Certamente, a competitividade deve ampliar na atuação jurídica no Brasil e fazer mais do mesmo acabará por não gerar resultados nem para os advogados nem para clientes.
O caminho para atuar em mercados competitivos é destacar-se oferecendo algo melhor e diferenciado frente aos seus concorrentes.

Tenha uma boa comunicação
É imprescindível que os advogados tenham uma boa comunicação oral e escrita, além de serem bem articulados para conversarem com diferentes tipos de público. Deve-se ter a noção de que um cliente não tem o mesmo conhecimento em Direito do que os juízes e promotores.
De tal forma, ao se comunicar com diferentes pessoas, é preciso adaptar os discursos. Explique os termos jurídicos aos clientes, por exemplo. Assim você conseguirá passar mensagens claras e que são facilmente compreendidas.

Saiba como desenvolver um planejamento estratégico
O planejamento estratégico é oriundo da área da administração, mas isso não quer dizer que ele não possa ser desenvolvido por outros segmentos profissionais. Saber planejar é importante para que se saiba quais são os riscos e oportunidades que o mercado oferece, bem como potencializar as suas forças e amenizar as suas fraquezas.
É recomendado que o planejamento inclua a sua carreira como advogado, escolhendo cursos complementares que podem ser realizados, por exemplo. Também deve ter foco no escritório em si, como investimentos em melhorias.

Seja fluente em uma língua estrangeira
O mundo está cada vez mais globalizado e é por isso que dominar uma língua estrangeira é algo que cada vez mais é necessário para profissionais do Direito. Assim, é possível buscar mercados externos, conhecer leis de outros países e também fazer cursos de qualificação no exterior.
O inglês é considerado a língua universal, sendo uma exigência para os advogados que desejam trabalhar em atos de comércio internacional. Porém, também pode ser interessante conhecer outros idiomas, como o espanhol e o francês, aumentando assim o seu diferencial.

Busque por especializações
É interessante que os advogados busquem por especializações e que sempre continuem estudando e buscando por novos conhecimentos. Apenas assim será possível manter-se ativo no mercado e realmente ser um bom advogado.
Além de mestrados, doutorados, MBAs e outros tipos de pós-graduação, também é importante que sejam feitos cursos rápidos e de curta duração.

Saiba como mediar conflitos
Também é preciso para o profissional do Direito, saber como mediar conflitos, principalmente nos tribunais ou audiências em que há discordâncias entre as partes envolvidas.
Para fazer a resolução de conflitos, podem ser adotados os chamados métodos alternativos de conciliação, mediação, autocomposição e arbitragem. Colocando-os em prática, você terá mais facilidade para ser um bom advogado, trazendo resultados positivos aos seus clientes.

Por Juri Descomplica
Fonte direitoprofissional.com

DIFERENÇA ENTRE CONSULTORIA E ASSESSORIA

Qual a diferença entre consultoria e assessoria?

O que é consultoria?
Consultoria pode ser definida como um serviço de aconselhamento contratado por organizações junto a pessoas qualificadas e especialmente treinadas para lhes dar, de uma forma objetiva e independente, a possibilidade de identificar problemas gerenciais e oportunidades de melhoria. A consultoria analisa estes problemas e aponta soluções, chegando até a facilitar a implantação ou indicar assessores para que o façam, mas o consultor NÃO participa diretamente da implantação das soluções e aí está justamente a maior diferença entre consultoria e assessoria.
Basicamente as atividades da consultoria são palestras, treinamentos, pesquisas, estudos, comparações, análises, elaboração de pareceres, entre outros.

O que é assessoria?
A assessoria é o ato de assessorar, ou seja, é o ato de ajudar, assistir, auxiliar, coadjuvar ou colaborar com determinado processo. Na assessoria os problemas são identificados e as soluções implantadas com a participação direta do assessor interferindo nos processos da empresa.
Um exemplo comum de assessoria é a contábil. Na assessoria contábil a empresa fornece todos os subsídios para que o contador elabora a contabilidade da empresa. Veja que o trabalho do contador (assessor contábil) é realizar todos os cálculos e planejamento tributário, apenas informando e inteirando o empresário do processo. Outro exemplo bem didático de assessoria é a jurídica. A empresa contrata o advogado que toma todas as providências em relação aos processos em que a empresa é parte, havendo a participação do empresário somente quando indispensável. Basicamente a diferença entre consultoria e assessoria é que a assessoria entrega a solução pronta, completa, enquanto a consultoria entrega um parecer, um caminho para que seja implantada a solução.

Qual a diferença entre consultoria e assessoria?
Conforme informado acima, a maior diferença entre consultoria e assessoria está na forma de prestação do serviço. O consultor é contratado para realizar um diagnóstico, identificar falhas ou melhorias possíveis e indicar ao empresário alternativas para a solução de determinado problema, chegando até a indicar profissionais ou empresas que possam auxiliar no processo de implantação da solução, mas não participa diretamente das atividades de implantação em si. O que não o impede de acompanhar e verificar os resultados. 
Já o assessor é contratado para entregar uma solução pronta, seria como um segundo passo após a consultoria. O assessor tanto pode iniciar os trabalhos a partir de um diagnóstico realizado por uma consultoria (ou pelo próprio empresário), quanto pode começar do zero e passar por toda fase de diagnóstico e planejamento da solução.
Agora que você já conhece a diferença entre consultoria e assessoria, cabe a você decidir qual a mais apropriada para o momento do seu negócio.

Quando utilizar consultoria e quando utilizar assessoria?
A consultoria é recomendada quando o empresário deseja ter um diagnóstico completo da organização e precisa saber por onde começar, conhecer os fatores críticos de sucesso que não estão sendo bem desenvolvidos, identificar possibilidade de melhoria na gestão e elaborar um plano de ação para iniciar o desenvolvimento das soluções.
Em um mundo ideal todos os pequenos empresários seriam experts em gestão e administração de empresas, mas, como visto em um dos comerciais do SEBRAE (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas), ninguém abre uma padaria por ser especialista em gestão. De modo geral as Pequenas Empresas nascem de uma paixão do empresário por seu ramo de atividade, sendo assim, muitos encontram dificuldade para lidar com a complexidade da gestão de um pequeno negócio.
Neste sentido, muitas vezes não vale a pena o empresário investir tempo e dinheiro se capacitando em algo que não é sua especialidade, sendo mais econômico e inteligente contratar um assessor para cuidar de assuntos que o empresário tenha dificuldade em desenvolver.
Portanto, um bom indicador para que empresário identifique qual a melhor hora para contratar uma assessoria ao invés de uma a consultoria é quando determinada atividade lhe consome muita energia e empenho. Vamos exemplificar: suponha que o empresário é excelente em coordenar os operários no chão de fábrica, mas perde muito tempo e encontra enorme dificuldade em questões relacionadas a marketing. É mais indicado contratar uma assessoria em marketing, para que sobre energia e ele desenvolva outras atividades, do que deixar que este departamento “se arraste”, de modo que ele não faça 100% nem uma coisa, nem outra.
Se você encontra dificuldade em organizar e gerenciar departamentos específicos da sua empresa, como financeiro, marketing, processos, entre outros, veja se não é mais vantajoso pedir ajuda de um profissional especializado no assunto para que lhe sobre tempo e energia para as atividades que agregam mais valor ao seu negócio.
Fonte Acerto Consultoria

A PROVA É ESSENCIAL PARA GANHAR UMA AÇÃO JUDICIAL


Rotineiramente pessoas reclamam porque acham que estão repletas de razão, mas perdem as ações judiciais que propõem. Em geral, nestes casos, argumentam que a culpa é do juiz, do advogado, da outra parte. Enfim, ficam consternadas com uma situação que entendem como absolutamente injusta.
Existe, entretanto, um aspecto que é preciso perceber quando se ingressa com uma ação judicial,  o de que a produção da melhor prova possível é essencial. É que o juiz que julgará a causa tem como universo os limites do processo, ou seja, é daquilo que estiver encartado no processo que ele tirará suas conclusões sobre os fatos e o direito das partes. Em suma, se eu pretendo alegar que, por exemplo, paguei uma dívida, então tenho que apresentar para o juiz o comprovante do pagamento.
As pessoas se preocupam muito pouco, inclusive as empresas, em obter e manter provas de seus próprios direitos, ainda que não se tenham a pretensão de ingressar com qualquer ação judicial. Não existem, muitas vezes, comprovantes básicos de relações contratuais ou comerciais mantidas com terceiros.
Muitas empresas empregadoras ficam indignadas com o fato de que saem vencidas em determinadas reclamações trabalhistas, na quais há, algumas vezes, evidente má fé do empregado. Para enfrentar esta ação judicial, contudo, a empresa teria que ter provas da conduta do empregado, ouvir em audiência testemunhas que realmente conhecem os fatos, mandar como proposto. Seu representante, pessoa também conhecedora dos fatos, inclusive dos detalhes necessários. Ocorre que, na maioria das vezes, não há provas, as testemunhas nada sabem e o proposto nem conheceu empregado que ingressou com a ação judicial. A chance de que a empresa perca a ação é muito grande.
A mesma situação se verifica em qualquer outra ação judicial. Atualmente pode-se dizer que “está na moda" ingressar com ações judiciais alegando que determinadas cláusulas de um contrato são abusivas, mesmo que já se tenha cumprido parte do contrato, em especial quando as prestações, por exemplo, se tornam muito elevadas, nada como valer-se de uma ação judicial para dizer que não entendeu muito bem o contrato e de que se é o hipossuficiente na relação contratual. Nesta hipótese se houvesse provas de que a pessoa leu e entendeu o contrato, firmando-se declaração nesse sentido, bem como se fosse colhida informação sobre o grau de escolaridade dessa mesma pessoa, houvesse melhor defesa para as empresas, que muitas vezes se deparam com situações judiciais inusitadas, como a de um advogado alegando que foi enganado em um contrato e, o que é pior, ganhando a ação judicial.
Qualquer relação jurídica sempre precisa estar bem comprovada, pois não na hora de ingressar ou de contestar uma ação judicial que se produzirá provas. As provas devem ser produzidas durante toda a relação comercial ou contratual. Até mesmo no casamento, relação contratual por natureza, quem quer comprovar que amealhou parte do patrimônio conjugal apenas com o fruto exclusivo do seu trabalho, precisa ter prova desse fato, pois caso contrário o patrimônio pertencerá, via de regra, aos dois cônjuges, observadas as exceções legais.
Outra espécie de “moda" é pleitear sempre dano moral, nem que não se tenha sofrido qualquer dano. Uma boa forma de produzir boas provas quanto à este tipo de pedido é,  dentre outras: na esfera trabalhista, o de impedir fiscalizar o tratamento dos superiores hierárquicos aos seus subordinados, o de demitir pessoas por meio do departamento do departamento de recurso humanos e não diretamente; nas relações de consumo, o de sempre responder formalmente as eventuais reclamações dos clientes; nas relações comercias e contratuais a de não desrespeitar a outra parte da relação em nenhum momento.
De qualquer forma, a produção de prova deve ser preventiva, pois as melhores delas são aquelas obtidas no exato momento em que ocorreram os fatos.

Por Ana Paula Oriola De Raeffray
Fonte Última Instância

7 ATITUDES SIMPLES PARA TER UMA SEMANA DE TRABALHO FELIZ

Especialistas lembram: o trabalho mais incrível do mundo também tem seu lado B; veja como tirar o melhor do seu

A decisão por uma rotina de satisfação no trabalho é individual

Para muita gente, segunda-feira é sinônimo de início da maratona de uma agenda de atividades repletas de pesar.
A razão para isso, em alguns casos, é a desconexão entre o que a pessoa é e o que o trabalho dela oferece (ou permite). Se o profissional é um artista, por exemplo, provavelmente, ficará muito entediado em uma função que exija repetição.
Em outros casos, no entanto, a intermitente insatisfação passa pela falta de percepção prática de que nem tudo na vida é perfeito – nem mesmo a carreira dos sonhos.
“O emprego ideal é aquele em que 70% do tempo você faz o que adora e 30%, coisas desagradáveis”, explica Eduardo Ferraz, autor do livro “Seja a pessoa certa no lugar certo”.
Ou seja, até a melhor das situações tem também seu lado B. E cabe a cada profissional aprender a se adaptar a este fato da vida.
Algumas estratégias simples, como criar um ciclo de recompensas ou ajustar sua maneira de encarar a vida, podem ser úteis para o processo de lapidação da felicidade no trabalho. Confira:

1 Alinhe expectativas
O primeiro passo para uma semana mais plena está em colocar os pés no chão e ajustar suas expectativas com o tom da realidade.
Por exemplo, não adianta se encher de esperança de que os dias serão tranquilos se o prazo para entrega de um projeto está logo ali. Tampouco ficar ranzinza por isso.
“A vida é uma continuidade, ela não dá saltos”, diz Ferraz. “É ação e reação. A semana atual é consequência do seu histórico da semana passada, da retrasada e do mês passado”.
Ter consciência disso é a base para preparar o corpo e a mente para o que está por vir – sem stress exagerado ou frustração eminente.

2 Questione seus caminhos
Feito isso, é hora de avaliar as coordenadas que você está seguindo para viabilizar a própria carreira. “Reserve quinze minutos do dia para pensar no que é estratégico. Você está na direção que você quer? Está fazendo algo por que escolheu?”, sugere Alex Bonifácio, autor do livro “Pense Grande”.
Ao fazer este tipo de questionamento, ele explica, é possível dar prioridade ao que realmente é importante e, se necessário, até fazer mudanças de rota. “Você aumenta o aproveitamento no longo prazo”, diz.

3 Tenha metas
Além de garantir foco, metas também oferecem o necessário senso de direção – item que contribui para a satisfação pessoal.
Isso significa que ter claros objetivos de longo prazo é essencial, mas não suficiente. Segundo os especialistas, é preciso também criar metas de curto prazo que garantam a você pequenas vitórias ao longo do processo.
“A gente tem que comemorar os pequenos avanços em todas as etapas”, afirma Mônica Latorre, da Ativar.
Assim, mesmo se a meta de longo prazo não for alcançada, você terá condições de se alegrar e minimizar a frustração.

4 Dê presentes para si mesmo
Outra estratégia para elevar os índices de satisfação é criar um ciclo de recompensas. Funciona mais ou menos assim: cada pequeno avanço em direção ao seu objetivo vale um presente ou um mimo.
“Dê a si mesmo uma massagem, um almoço em um bom restaurante, um tempo livre”, enumera Ferraz. “Somos movidos por pequenas metas, as de longo prazo podem ser frustrantes”.

5 Desafie-se
Crie o hábito de deixar a sua zona de conforto e “subir a régua”. “Nossas potencialidades são ilimitadas, a gente tem que se provocar para extrair cada vez mais do nosso potencial”, diz Mônica.
Em outras palavras, toda semana, tente se colocar em um lugar ou uma situação que nunca esteve antes. Crie desafios inéditos. “Isso nos move a querer mais”, afirma a especialista.

6 Coloque os custos no papel
“A gente presta pouca atenção nos custos invisíveis que não aparecem no balanço, mas deixam a semana pesada e o trabalho mais penoso”, diz Bonifácio.
Neste sentido, já parou para pensar no preço de reclamar de tudo ou quanto custa gastar horas em reuniões intermináveis? E o que você perde ao não compartilhar ideias ou usar o próprio potencial?
Pois bem. Antes de dar uma resposta atravessada, guardar seu talento para si por causa do medo ou perder tempo com ninharias, faça uma avaliação de custo-benefício e opte pelo caminho mais leve.

7 Lembre-se: não está fácil para ninguém
Como já dissemos, nada na vida é perfeito. Lembrar-se diariamente disso pode ajudá-lo a encarar os “poréns” do seu trabalho com menos pesar.
“Tenha a noção de que as coisas não são fáceis para ninguém, nem para quem está no trabalho mais espetacular do mundo”, diz Ferraz. Ou seja, se consola, você não está sozinho diante das imperfeições da sua carreira.
Por Talita Abrantes
Fonte Exame.com

10 PASSOS PARA VOCÊ GASTAR (E VIVER) MELHOR

Consumir somente o que você realmente precisa e pode pagar traz benefícios para o bolso e para seu bem-estar

Algumas medidas simples podem contribuir na qualidade da relação com o dinheiro

A vida hoje é mais corrida e estressante do que no tempo de nossos avós. E grande parte de toda essa tensão tem origem na competitividade e no consumismo desenfreado: para ser feliz, parece que é preciso ter o último modelo de celular, o melhor carro na garagem do prédio e ser o mais bem-vestido do escritório. Que tal rever seus parâmetros para fazer o dinheiro sobrar? Acredite: atitudes simples podem ajudá-lo a relaxar e ainda a equilibrar o orçamento.

Viva de acordo com seus recursos
Mesmo sendo tão básica, essa noção anda fora de moda e muita gente não consegue entendê-la. Significa comprar apenas o que você pode pagar, evitando dívidas. Na maioria dos casos é preciso juntar a quantia necessária antes de adquirir alguma coisa. Assim, dá para ganhar um período para refletir se realmente quer ou precisa daquilo. Adeus à cobrança de juros, ao estresse para pagar o cartão de crédito no fim do mês e ao consumo por impulso.

Faça uma lista dos desejos
Todos nós temos algum sonho de consumo, seja uma televisão nova, seja uma viagem especial. Antes de sacar o cartão de crédito no primeiro impulso, escreva seus desejos numa lista. No dia do pagamento, tire a lista da gaveta. Esse exercício ajuda a ser mais disciplinado ao longo do mês, a poupar para realizar uma vontade e a seguir a primeira regra: a de viver de acordo com seus recursos.

Aproveite os momentos
Desfrutar as pequenas alegrias da vida é essencial para nos sentirmos bem. Atualmente, a correria nas grandes cidades faz com que as pessoas passem cada vez mais tempo no trabalho e, frequentemente, queiram compensar, com o consumo, a falta de prazer e o pouco contato com a família e os amigos. Para melhorar a qualidade de vida, é preciso mudar o comportamento.
O dinheiro é fruto de seu trabalho e, portanto, de seu tempo. Ao usá-lo para consumir em excesso você aplica mal seu tempo e não tem resposta à falta de autoconhecimento e de contato com pessoas queridas.
Em vez de se presentear com roupas ou com o último modelo de celular, experimente valorizar cada momento em que está fazendo coisas de que gosta e junto de pessoas que são importantes: conversar sem pressa com os colegas no almoço, dirigir para o trabalho ouvindo sua música preferida, preparar o jantar e até mesmo gastar tempo em um ritual só seu antes de dormir.

Anote seus gastos
A maioria de nós não sabe exatamente como usa o dinheiro. Durante um ou dois meses, anote numa planilha absolutamente tudo o que gastar, do aluguel e mensalidade da pós-graduação à conta do pet shop e aquele cafezinho.
Denise Hills, responsável pelo programa Uso Consciente do Dinheiro, do Itaú-Unibanco, lembra que as pessoas trabalham em média 40 horas por semana para ter um retorno financeiro, mas nem todas dedicam parte de seu tempo para organizar o orçamento. Com a planilha de gastos, você vai perceber como as pequenas compras são responsáveis por boa parte de suas despesas e enxergar em que é possível economizar — sem sofrimento.

Longe dos shoppings
A melhor maneira de não gastar o que você não pode é manter-se longe dos shoppings. É claro que, se você realmente precisar de algo específico, a visita está justificada. Mas evite passear em frente às vitrines. Pergunte a si mesmo se realmente precisa daquilo que vai adquirir, antes de sair abrindo a carteira.

Tenha apenas um cartão
Escolha um único cartão de crédito para emergências e cancele todos os outros. Além de se livrar das anuidades, será mais fácil controlar as compras. Para quem tem dificuldade em segurar o impulso, é bom lembrar que alguém terá de trabalhar para sempre — ou você ou seu dinheiro.
Por isso, procure investir da melhor maneira o resultado de seu trabalho. Se você tiver alguma dívida, concentre esforços para quitá-la e, depois, invista as economias numa aplicação para grandes compras, como um carro ou a reforma da casa.

Use bem o carro
Não é à toa que a garantia de fábrica do automóvel só é mantida se você fizer todas as revisões. Independentemente da idade do carro, faça manutenção regular das peças, troque óleos e filtros nas datas certas.
Esse hábito simples melhora sua vida, diminuindo o estresse e a ansiedade de ter um veículo que pode dar problema a qualquer instante. Avalie bem se um segundo carro é mesmo necessário. Automóveis têm alto custo de manutenção, incluindo impostos, seguro, combustível e estacionamento.

Vá para a rua
Ir de carro a praticamente todos os lugares é tão comum atualmente que muita gente nem cogita a possibilidade de caminhar — até levar um susto e ganhar a recomendação do cardiologista. Não espere seu corpo reclamar: faça as atividades do dia a dia em seu bairro a pé. Saiba que viagens curtas, com o motor do carro ainda frio, são as principais responsáveis por desgastes e maior consumo de combustível.

Invista na carreira
Faça o que estiver ao seu alcance para aumentar seu valor profissional. Se ainda não for possível inscrever-se numa pós-graduação, procure cursos de curta duração que tenham relação direta com o trabalho e invista em aprender um idioma.
Não deixe o discurso negativo da rádio-peão desanimar você: as boas empresas investem na retenção de quem cuida do autodesenvolvimento, entrega resultados e demonstra que está pronto para mais desafios.

Escolha o bairro certo
Os valores de imóveis dentro da mesma cidade variam muito. Se o aluguel ou a prestação do financiamento está alto demais para seu orçamento, considere mudar-se para outro bairro mais barato, levando em conta também a proximidade com o trabalho e com meios de transporte público. Se o seu sonho é a casa própria, a regra de contrair a menor dívida possível continua valendo. O ideal é juntar reservas que permitam realizar os sonhos junto com o crédito.
Por Fernanda Tambelini
Fonte Idec