sábado, 7 de novembro de 2026

FELIZ SÁBADO!

FELIZ SÁBADO!

COM O TEMPO, A GENTE PASSA A APRECIAR BOLETO PAGO, SUPERMERCADO, CASA ARRUMADA E SILÊNCIO


Amadurecer traz serenidade e paciência, pois vamos aprendendo a dar importância, cada vez mais, ao que realmente interessa, sem perdermos tempo com aquilo que só gasta energia inutilmente.
É muito interessante refletirmos sobre as mudanças de nossos objetivos ao longo do tempo, bem com sobre aquilo que nos dá prazer. Amadurecer traz serenidade e paciência, pois vamos aprendendo a dar importância, cada vez mais, ao que realmente interessa, sem perdermos tempo com aquilo que só gasta energia inutilmente.
A adolescência e a juventude são fases em que abraçamos o mundo em tudo o que ele tem, querendo que a roda gire sempre em nosso favor, desejando que nossos pontos de vista sejam aceitos. É como se somente as nossas verdades fossem as verdadeiras, como se tivéssemos uma capacidade sobrenatural de mudar os acontecimentos à nossa volta. Esse idealismo é importante, pois muitos avanços sociais desejáveis se conquistam por meio dele.
Porém, quanto mais amadurecemos, menos contrariados ficamos com o que vem contra nossas vontades e desejos, compreendendo que o mundo continua, mesmo com nossos gritos e recusas, ainda que à nossa revelia, pois o fluxo não para. Ou nos adequamos às nuances da vida, ou vivemos eternamente insatisfeitos e frustrados. Isso não significa aceitar tudo resignadamente, mas tão somente aceitar o que não pode ser mudado, entendendo que nem sempre estaremos certos.
A gente vai aprendendo que tudo passa, poucos ficam e que perder nem sempre é o pior que poderia ter acontecido. A gente vai se conformando com aquilo que não pode ser mudado, simplesmente porque o que não é para ser nunca o será. Isso, da mesma forma, traz a serenidade para constatarmos que aquilo que tiver de ser tem uma força descomunal, pois nada pode separar pessoas destinadas a ficar juntas, com verdade e disposição.
Gostoso mesmo é que passamos a nos contentar com pequenos prazeres, que engrandecem nossos dias e trazem uma satisfação imensa. A gente começa a valorizar cada detalhezinho, cada conquista, por menor que pareça, apreciando momentos junto à família, em frente à televisão, e até mesmo os espaços vazios, em que curtimos a nossa própria companhia, em silêncio. Ah, que delícia essa sabedoria que o tempo traz…
Por Marcel Camargo

sexta-feira, 6 de novembro de 2026

COMO PLANEJAR UM FIM DE SEMANA REALMENTE REVIGORANTE

Depois de uma semana inteira de trabalho intenso, o que você faz na sexta-feira?

Quem respondeu que se joga no sofá e contempla uma longa lista de tarefas não está sozinho: para muitos empreendedores, o fim de semana também conta como dia útil, e não como descanso.
O problema dessa rotina é acordar um tanto exausto na segunda-feira, afirma a escritora Laura Vanderkam. Ela acaba de publicar o e-book “What the Most Sucessful People Do on the Weekend” (o que as pessoas mais bem-sucedidas fazem no final de semana), para o qual conversou com empresários de sucesso sobre sua programação de fim de semana.
Em um artigo publicado no site da revista Inc, ela resume o que ouviu desses empreendedores e dá três dicas para usar melhor o sábado e o domingo para combater os efeitos do excesso de trabalho – e voltar novo em folha para o escritório.

1 – Conte as horas vagas – e aproveite-as
Você já contou quanto tempo livre tem entre abrir uma cerveja na sexta às seis da tarde e desligar o despertador às seis da manhã de segunda? São 60 horas no total, ou 36 horas úteis, descontando-se as 24 de sono – quase a mesma carga horária de uma semana de trabalho.
“Tanto tempo não pode ser desperdiçado”, diz Vanderkam. Por isso, ela recomenda dedicação máxima ao planejamento antecipado dos dias de folga e diz que é preciso traçar estratégias com o mesmo apuro e seriedade de compromissos profissionais.

2 – Planeje eventos-âncora
A intensa semana de trabalho geralmente deixa o empreendedor esgotado na sexta-feira. Mas Vanderkam argumenta que sentar inertemente na frente da TV ou surfar aleatoriamente na internet não são as melhores maneiras de se preparar para uma nova jornada.
Parece um paradoxo, mas para renovar as energias é preciso se mexer. “Outros tipos de trabalho, como exercícios físicos, um hobby, tomar conta dos filhos ou ser voluntário, ajudam mais a preservar o ânimo para os desafios da semana do que vegetar completamente”, afirma a escritora.
O segredo para ter um fim de semana ativo é planejar alguns eventos-âncora, afirmam os entrevistados por Vanderkam para o livro. Não é preciso encher todas as horas vagas, apenas ter em mente que haverá um horário reservado para ver atividades e apresentações dos filhos, jogar futebol ou cozinhar para os amigos.
“De início, isso pode parecer pouco divertido e muito trabalhoso, mas, de acordo com os entrevistados, gastar energia dá mais ânimo para retomar o trabalho”, afirma Vanderkam.

3 – Desfrute por antecipação
Planejar com minúcia até mesmo o fim de semana parece coisa de gente bitolada, mas Vanderkam defende que essa tarefa também pode ser muito prazerosa. “Projetar o futuro e antecipar o programa representa uma boa parte da felicidade gerada por qualquer evento”, afirma.
A tática de marcar as atividades com antecedência também economiza momentos preciosos do fim de semana que em geral são gastos negociando um plano com seu cônjuge ou correndo atrás de algum restaurante que ainda tenha lugares vagos – ou de alguém para tomar conta das crianças.
Além disso, marcar um compromisso desestimula a clássica desistência de fazer algo no final de semana por estar muito cansado.
  Por Bruna Maria Martins Fontes
Fonte Papo de Empreendedor

NADA DAQUELA CALÇA VELHA, AZUL E DESBOTADA

 
O que vestir (ou não) na empresa na ‘casual friday’, aconselham consultoras de moda

A sexta-feira chegou e, em muitas empresas, nota-se que os funcionários exibem um visual mais relax. Isso por conta do ''casual day'', que surgiu e se popularizou nos Estados Unidos, mas foi sendo incorporado aos poucos pelos brasileiros. É quando executivos e funcionários de organizações mais formais deixam de lado o terno, a gravata, os taileurs e o salto alto, e adotam trajes mais descontraídos. Mas nada de ir trabalhar de qualquer jeito, alertam as especialistas em moda e estilo. Segundo elas, não há uma regra definitida, e tudo vai depender do perfil da empresa e o segmento em que esta atua.
A consultora de moda e imagem Milla Mathias diz que, ainda hoje, as pessoas têm dúvidas quanto ao tipo de roupa que devem - ou podem - vestir nesses dias.
- Ainda pensam que podem ir de calça jeans, camiseta velha e tênis, quando na verdade não é bem assim.
A consultora explica que o intuito do casual day é trazer mais descontração às roupas, e consequentemente, ao ambiente de trabalho às vésperas do fim de semana, para que os profissionais possam trabalhar mais relaxados e contentes.
E, se antes, a prática se restringia apenas às sextas-feiras, e a poucas empresas, hoje a informalidade no vestir se estendeu a outros dias da semana e a diversos tipos de organizações, acrescenta Paula Acioli, coordenadora acadêmica do curso “Gestão de negócios no setor de moda”, da FGV.
- Essa mudança de padrões e quebra de paradigmas no vestir é, na verdade, um claro reflexo do tempo que estamos vivendo, muito mais democrático em todos os sentidos, social e economicamente falando - ressalta Paula.
Independentemente do dia, afirmam as especialistas, não se deve esquecer que estamos falando de ambiente de trabalho, e não fim de semana ou passeio. Para Paula, ética, bom-senso, observação, educação e adequação são valores que devem ser levados em conta, não só na vida pessoal e profissional, mas também quando falamos de vestuário:
- Esses valores facilitam as escolhas, aumentam as chances de acertos e diminiuem a possibilidade de erro. Se adicionarmos a isso toda a facilidade de acesso à quantidade de informações disponíveis em revistas, sites, blogs, e até mesmo nas trocas de idéias entre amigos nas redes sociais, a gente conclui que é quase impossível nos dias de hoje alguém "sair com qualquer roupa" para trabalhar, sem levar em consideração seu local de trabalho.
- É para ser casual, mas mantendo a elegância. Bom-senso é fundamental. É preciso cuidado para não cair na vulgaridade - completa a consultora de moda Renata Abranchs.
Por isso, é importante que algumas regras sejam observadas quanto à forma de se vestir no mundo corporativo.
E quando a empresa adota um ‘dress code’? A decisão de contar com um código específico sobre o que é ou não permitido trajar vai depender do perfil da companhia e de seus funcionários, diz Paula. Segundo a coordenadora acadêmica da FGV, faz toda a diferença ter conhecimento de como se dá o processo criativo de um uniforme ou de um padrão de roupa a ser usado, da complexidade de pensar o vestir institucional e de compreender o porquê de se adotar um código de vestir dentro de uma empresa.
- Os funcionários e profissionais passam a se sentir muito mais parte da empresa e a valorizar suas posições e funções dentro do sistema de trabalho. A roupa agrega valor. Seja para marcas de luxo, seja para marcas populares de varejo, seja em uniformes (que transmitem via funcionário o conceito e os valores de uma determinada empresa). Um funcionário que conhece e compreende a história do que veste passa a entender muito melhor a história da empresa para a qual está trabalhando, ou como diz a expressão, está "vestindo a camisa".

As dicas das especialistas em moda e estilo para o ‘casual day’

Para facilitar, consultoras listam o que é permitido ou não usar no ambiente de trabalho

Para elas:
- Vale a velha regra de proibição de decotes, fendas, transparências, roupas justas ou curtas;
- No lugar dos terninhos, coloque uma saia menos estruturada ou uma calça reta mais fluida, com uma camisa;
- Blusas de tricô com tramas mais abertas também são permitidas;
- Se quiser usar jeans, verifique se a empresa permite e, em caso positivo, use um de lavagem escura, corte reto e novo. Lembre-se: nada de rasgos, puídos, tachas etc.;
- Caso faça frio, leve um cardigã, suéter com gola careca ou blazer;
- Já no caso de muito frio, um casaco de lã ou de couro caem bem;
- Nos pés, sapatos mais baixos (e impecáveis) ou sapato-tênis de couro ou camurça;
- Bijuterias e enfeites de cabelo devem ser discretos.

Opções a serem riscadas da lista:
- Calça velha, azul e desbotada;
- Tops ou barriguinha de fora;
- Tecidos sintéticos ou brilhantes;
- Mules (tipo de calçado);
- Sandálias rasteirinhas;
- Estampas ou detalhes de bicho.

Para eles:
- Esqueça os ternos e adote as calças de lãzinha ou gabardine, para dias frios, e as de algodão ou sarja, para os mais quentes.
- Elimine a gravata;
- Se quiser usar jeans, verifique se a empresa permite e, em caso positivo, use um de lavagem escura, corte reto e novo (a regra vale para homens e mulheres).
- Camisa mais informal ou camiseta polo são uma ótima pedida.
- Se fizer frio, suéter, em decote V, cardigãs ou blazer azul marinho de tecido mais encorpado.
- Nos pés sempre mocassim social, combinando com a cor do cinto. Dê preferência ao tom café, pois ele é mais informal do que o preto.

É proibido usar:
- Jeans claro, rasgado, surrado, de balada etc;
- Calças com passante sem cinto;
- Calças com elástico na cintura;
- Camisetas sem manga ou com figurinhas ou piadinhas;
- Moletom;
- Boné;
- Roupa com camuflagem;
- Tênis ou sapato–tênis;
- Meia branca.
Por Ione Luques
Fonte O Globo Online

DIFICULDADE DE ACORDAR

Dificuldade de acordar pode ter relação com gene do relógio biológico

Por Marcos Muniz

THE WORKING WEEK

SEXTA É ESPECIAL!

BOM DIA, DEUS!

ENQUANTO VOCÊ DORMIA...

quinta-feira, 5 de novembro de 2026

5 JUSTIFICATIVAS QUE VOCÊ NÃO DEVE USAR NA HORA DE COBRAR SEUS HONORÁRIOS


Ao ser contratado por um cliente, o advogado deve tratar, como primeira providência, a elaboração de um contrato, estabelecendo as regras que devem conduzir o processo e, ao mesmo tempo, os honorários que serão pagos pelo trabalho.
O contrato deve ser elaborado para manter de forma oficial o vínculo com o cliente e, dependendo do processo, o advogado já está se submetendo a prazos, devendo tomar providências mais urgentes para que não haja problemas de perda de prazo ou outras situações específicas de cada processo.
Considerando os itens de cada processo, o contrato por escrito é determinante para gerar as obrigações de cada parte, devendo ser bastante claro para o cliente e com valores determinados, condições de pagamento negociadas e prazos vinculados, seja ao processo ou o pagamento dos próprios honorários.
Na hora da negociação, o advogado deve ser bem claro com o cliente, estabelecendo os valores com as devidas justificativas, dentro dos padrões exigidos pela ética de sua profissão.
A seguir, coloquei algumas das justificativas que o advogado não deve usar na hora de cobrar seus honorários:

1. Justificar que você precisa dos honorários para sobreviver
O cliente, quando procura um advogado, sabe que terá um custo sobre os serviços e tem consciência de que deverá pagar um valor determinado pelo processo que precisa ver concluído. Desta forma, como sabe que precisa trabalhar para sobreviver, também sabe que o advogado vive de seus serviços, o que não justifica essa informação, que se apresenta como redundante.

2. Justificar que está cobrando mais caro por ser processo mais difícil
O valor dos honorários deve ser estabelecido não somente pela dificuldade do processo, mas também pela competência do advogado que sabe o quanto vale sua própria dedicação. O cliente, ao procurar um advogado, já tem certa noção do valor do advogado no meio jurídico e, assim, não é necessário passar essa informação.

3. Justificar que o valor é mais alto por ser de outra jurisdição
A discriminação das despesas decorrentes de um processo devem fazer parte do escopo do contrato feito com o cliente, mostrando as justificativas de maneira bem clara, sem que haja necessidade de justificar que o valor é mais alto em virtude das viagens, da perda de tempo em locomoção etc.

4. Justificar que não poderá trabalhar sozinho por não ser sua área
Essa justificativa simplesmente não é aplicável. Se a área de atuação não é a sua, é melhor o advogado nem pegar a causa, indicando um profissional do meio para atender o cliente e, desta forma, mostrando-se ainda mais ético e confiável. Caso o processo exija a presença de outro advogado, em conjunto, o cliente deve ser informado sobre isso.

5. Justificar os custos do escritório
O cliente não tem necessidade de saber os custos do escritório ou qualquer outro relacionado à vida pessoal e profissional do advogado. Apresentar valores dessa espécie podem até contraponto a confiança que o cliente está buscando ao procurá-lo como advogado.

A solução é justificar que você cobra os referidos honorários em razão da qualidade do serviço prestado e pelo comprometimento para a solução do problema do cliente. Você estará sendo transparente e passará confiança para o cliente confiar no seu serviço.

Por Lauro Chamma Correia
Fonte JusBrasil Notícias

QUANTO VALE A VIDA?

Para a maioria das pessoas, essa é uma pergunta bem fácil de responder: a vida não tem preço. Mas será que você valoriza a sua como deveria?

Também acredito que a vida não tem preço. É como um presente frágil: devemos cuidar com carinho para não quebrar. Já pensou que, entre milhares de espermatozóides disponíveis para fecundar o óvulo de sua mãe, venceu aquele que daria origem a você? No dia a dia, damos pouca importância a esse pensamento. Mas ele serve para refletir se estamos fazendo a diferença na nossa vida e na do outro. Portanto, em vez de se martirizar com problemas materiais, que tal avaliar o que você tem feito?
Você respeita - e tenta entender - as escolhas do outro? Se esforça para se tornar alguém melhor? Tenta exercer sua espiritualidade sem criticar a opção dos outros e sem achar que a sua é a verdadeira, perfeita e melhor? Resolve que está nas suas mãos e entrega todo resto ao universo para que a ajude a encontrar a solução?
O mundo banaliza a violência e a morte. Mata-se por um celular, porque o refém tem pouco dinheiro ou pela agressão gratuita. Diante disso, ficamos impassíveis, como se estivéssemos alheios. Estudiosos afirmam que isso se trata de uma espécie de anestesia social, como se tivéssemos tomado uma injeção para não sentir dor.
Precisamos acordar dessa anestesia. Ao ouvir uma notícia ruim, poupe-se dos detalhes cruéis. Quer ajudar? Faça uma prece. Agradeça a Deus por dar-lhe a vida e peça que acolha quem perdeu a sua. E que Sua orientação toque o coração de quem faz barbaridades. Ao valorizar a vida, abrindo mão de programas que divulgam o mal, você corta essa corrente negativa. É como se fizesse uma reverência dizendo "namastê", ou - como dizem os espiritualistas - "o Deus que habita em mim saúda o Deus que habita em você".

"Ao ouvir uma notícia ruim, poupe-se dos detalhes cruéis.
Quer ajudar? Faça uma prece.
Agradeça a Deus por dar-lhe a vida e peça que acolha quem perdeu a sua.
E que Sua orientação toque o coração de quem faz barbaridades".
Por Mel Aitak
Fonte Ana Maria

VICIADOS EM DISTRAÇÕES


Seja honesta: No espaço de uma hora, quantas vezes você interrompe o trabalho para mergulhar em alguma distração deliciosa? Checar e-mails, conferir os últimos posts no Facebook, mandar um torpedo para um amigo… Cinco a dez vezes, seria a minha resposta. A verdade é que a tentação de abrir uma nova janela, responder àquele post no Twitter ou espiar as fotos novas no Tumblr é praticamente irresistível. Existe uma razão para isso, diz Ilya Pozin, empreendedor digital e colunista da Inc. Segundo ele, nós amamos as distrações. Somos praticamente viciados nelas. Mas o empresário faz um alerta: essas paradas, quando em excesso, podem ser fatais para a produtividade. Em artigo para a Inc, Pozin enumerou as sete dicas fundamentais para manter a produtividade e se livrar das distrações.

Desmonte seu projeto em pequenas partes
Não basta fazer uma lista de prioridades: “Montar o website da empresa”, “Aumentar as vendas”, “Criar um programa de benefícios para os funcionários” etc. É preciso desdobrar cada uma dessa prioridades em pequenas tarefas, de maneira que você saiba qual o próximo passo a tomar em cada caso. Dessa maneira, será possível estabelecer um cronograma e colocar cada projeto em movimento.

Evite fazer várias coisas ao mesmo tempo
Resista à tentação de ter e-mail, Facebook, Twitter e mais dez janelas abertas ao mesmo tempo no seu computador. O famoso multi-tasking é extremamente prejudicial ao trabalho. Segundo alguns especialistas, quem pula de tarefa para tarefa fica entorpecido. O efeito seria semelhante ao de uma droga: o raciocínio fica mais lento e a capacidade de decisão vai embora pelo ralo.

Elimine as distrações a qualquer custo
Se não estiver conseguindo completar uma tarefa importante, vale tomar medidas drásticas: trancar a porta, colocar um sinal de “Não perturbe”, desligar o celular, fechar o Outlook e, em casos mais drásticos, sair da internet. Você verá que o trabalho vai fluir com muito mais facilidade.

Determine horários para o e-mail
Escolha dois ou três horários ao longo do dia para ler e responder e-mails. Parar o que está fazendo o tempo todo para conferir mensagens cria um barulho enorme na sua cabeça, diminuindo pela metade a produtividade.

Troque o e-mail pelo telefone
Se você tiver que responder a um e-mail mais de duas vezes, sinal de que é melhor pegar o telefone e resolver de uma vez a questão. Pode ser bem mais rápido e indolor.

Seja o dono do seu tempo
Não deixe que suas atividades diárias sejam controladas por mecanismos externos. Determine sua agenda logo pela manhã e siga o que determinou, na medida do possível. Muita gente começa o dia lendo e-mails e enlouquece tentando resolver tudo ao mesmo tempo. Faça seu cronograma diário e deixe os e-mails para mais tarde.

Faça uma parada a cada 90 minutos
Está comprovado: seu cérebro consome mais glicose do que qualquer outra parte do corpo. Depois de uma hora, uma hora e meia, seu estoque de energia estará esgotado. Não é à toa que as pessoas ficam cansadas depois de longas reuniões. O ideal é fazer um intervalo a cada 90 minutos e recarregar: comer alguma coisa, bater um papo, curtir a paisagem (se houver uma). É bom para o cérebro e para a sua empresa.
Por Marisa Adán Gil
Fonte Papo de Empreendedor

4 MANEIRAS DE GASTAR DINHEIRO

ALGUNS AFASTAMENTOS SÃO NECESSÁRIOS

quarta-feira, 4 de novembro de 2026

ADVOGADO, QUEM SEU CLIENTE CONHECE, VOCÊ OU SEU ESCRITÓRIO?

A essência e o sentido de ser "o advogado" do cliente

Na labuta diária da advocacia, nem sempre temos o privilégio de sentar, ouvir e aprender, com a experiência de outro colega. Por vezes, deixamos de investir um tempo, para refletir nossos erros e acertos, ou de programar uma estratégia de atuação profissional.
Isso nos leva a uma importante pergunta: realmente estamos conscientes do que queremos, ou do caminho que trilhamos? A verdade, é que na maioria das vezes, somos absorvidos pela prática do loop do hábito, (deixa-rotina-recompensa), que acontece inconscientemente.
"Que óbvio!", você deve pensar... Pois é... Essa reflexão provocou um "flash mental", no exato momento em que ouvia a experiência de uma colega, que dizia: "o cliente deve conhecer você, quem você é, não o seu escritório!"
Essa afirmação, trouxe à tona o fato de que não temos o hábito de realizar o alinhamento da imagem de quem somos, com o que somos, para o cliente.
Sabemos quem somos, mas não sabemos "o que somos para nosso cliente". Para alguns, somos denominados como "o advogado, que tem o escritório no lugar X", quando deveríamos ser denominados como "O MEU advogado".
Infelizmente, a maioria dos advogados, não percebe que a prática se repete no mercado. O fato de sermos conhecidos, não por quem somos, enquanto advogados, mas por termos um escritório de advocacia, ocorre diariamente, gerando um abismo invisível, entre nós e nossos clientes.
Nessas situações, caso o escritório, sociedade ou parceria, chegue ao fim, dificilmente conseguiremos retomar um relacionamento profissional com esse cliente.
O fato de termos um escritório não é o problema, vez que o advogado necessita de ambiente físico, onde atende clientes, desenvolve atividades e até mesmo, utilize como endereço fiscal. 
Porém, esquecemos que o cliente procura a pessoa do advogado, para o exercício da advocacia, logo o escritório, apenas existe em função do advogado. Essa consciência deve ser absorvida a cada dia, ainda mais na atualidade, onde o conceito de escritório virtual, quebra o dogma da estrutura física que nos foi ensinado.
Por vezes, esquecemos esse conceito, e focamos apenas no "MEU ESCRITÓRIO", deixando de lado "O SER ADVOGADO". Estar, ter, alugar, comprar ou dividir uma sala, não torna a advocacia mais humana.
É através de um relacionamento contínuo, com técnica jurídica, transparência e doação da nossa essência (o que vivemos e aprendemos até chegar naquele ponto), é que a advocacia se torna tão especial, gerando o sentimento de "pertencimento" ao cliente e nos dando em troca o rótulo de "MEU ADVOGADO".
O advogado que assim vive, experimenta cenas extraordinárias, como ter a certeza de que seu cliente jamais aceitará ser atendido por outro advogado, mesmo que se apresente como sócio ou membro do seu escritório, pois para o cliente, a "ponte" existe com você, sendo irrelevantes os elementos que foram necessários para construí-la (o escritório, a sociedade e etc.).
Para alcançar esse grau de confiança, o caminho a trilar é muito longo, porém, gratificante, tanto financeiramente, quanto intelectualmente.
Essa análise fica clara, quando percebemos Ruy Barbosa, foi reconhecido por seu conhecimento, não por seu escritório, Thomas Edson, por sua persistência, não pela fábrica que fundou, Olympe de Gouges, por sua luta por igualdade, não pela sua condição social.
Finalizo dizendo, que a evidência e o foco da nossa advocacia, para nossos clientes, deve estar na essência de quem somos, não necessariamente, onde estamos.

Por Efigenia Márlia Brasilino de Morais Cruz
Fonte JusBrasil Notícias

COMO MONTAR UM PLANO DE CARREIRA EM 7 PASSOS

Onde você quer chegar com a sua carreira? Todos nós temos objetivos e construir um plano pode tornar muito mais fácil orientar sua trajetória profissional (e de desenvolvimento) em direção a eles.

Qual seu plano de carreira? Conseguir aquele emprego desejado, ser promovido, se tornar um líder… Todos esses são objetivos que exigem preparo para serem alcançados.

O investimento vale a pena. Quando você organiza seus objetivos, consegue visualizá-los com mais clareza e se sente mais motivado e comprometido para atingi-los.

De maneira geral, o plano de carreira também ajuda a definir de forma realista onde você quer estar profissionalmente em alguns anos e possibilita que você analise se as suas ações presentes se conectam com seu objetivo futuro.

Assim, você aumenta suas chances de sucesso e evita arrependimentos com tempo perdido na realização de atividades sem significado.

Aqui, você descobre que criar um plano de carreira não é algo de outro mundo.

E para facilitar a jornada, o NaPrática.org também disponibiliza um plano de ação para download, uma boa ferramenta para acompanhar seu plano de carreira e mantê-lo focado em suas metas pessoas.

Como fazer um plano de carreira em 7 passos

Basicamente, o plano de carreira deverá ser elaborado para levá-lo do seu estado atual (como você está hoje profissionalmente) ao estado desejado (como gostaria de estar dentro de um período determinado de tempo).

O objetivo pode ser de médio ou longo prazo, adaptado e remodelado com o passar do tempo. Para começar, basta ter papel e caneta e seguir os 7 passos delineados abaixo:

Passo 1: Não tenha medo de sair da zona de conforto

Estar aberto a correr riscos e se lançar a novas experiências é essencial para refletir sobre o que você realmente quer fazer.

No caso de Adam Steltzner, um dos principais engenheiros da NASA, sair da zona de conforto significou se inscrever, sem muitas expectativas e apenas pela curiosidade, num curso de astronomia local.

A escolha mudou sua vida e moldou sua crença de como é possível encontrar seu norte de uma maneira muito simples: “Se você está pensando nisso ou se sentindo estagnado, olhe para dentro e veja de onde vem sua alegria, o que acende sua curiosidade e siga isso.”

 ·        O que me faz vivo?

·        O que está no meu piloto automático?

·        O que levo nos meus bolsos?

·        Quem admiro e ainda não conheço pessoalmente?

·        Quem sou eu, sem falar de Veja algumas perguntas para começar a reflexão:trabalho em nenhuma parte da resposta?

·        Qual o meu propósito?

Caso precise de mais insumos, neste texto você encontra algumas perguntas que podem te ajudar a encontrar o seu propósito e neste outro um relato sobre o impacto que essas reflexões podem ter na carreira.

Aprenda a fazer sua mandala ikigai, uma ferramenta capaz de te ajudar a encontrar o trabalho ideal e unir vocação, propósito e impacto no mundo.

Passo 2: Reflita sobre seu Estado Atual

Entender o seu estado atual é a análise inicial para o seu plano de carreira.

Para avaliar todos os pontos de sua vida profissional hoje, seguem algumas reflexões básicas:

·        Qual sua ocupação atual?

·        Está feliz e satisfeito com ela?

·        O que você mais gosta de fazer durante o dia a dia de trabalho?

·        O que menos gosta de fazer durante o dia a dia de trabalho?

Deixe as ideias fluírem e anote tudo o que vier à sua cabeça. Muitas vezes, tudo parece confuso dentro da mente, e anotar ajuda a ter mais clareza.

Saiba como fazer seu mapa da felicidade e entender o que te faz feliz.

Passo 3: Defina seu estado desejado

Você já parou para pensar quem deseja ser profissionalmente daqui a dois, cinco ou dez anos?

Essa reflexão é importante para alcançar a felicidade e plenitude nesse setor da sua vida.

Quando você define seu objetivo, é capaz de guiar melhor sua carreira e aproveitar as oportunidades. Por fim, toma as rédeas da sua vida profissional e não fica à mercê dos acontecimentos.

Passo 4: Valide seu estado desejado

Mas não adianta apenas definir qual é seu estado desejado. Para se sentir efetivamente motivado e chegar até ele, você precisará compreender o que está por trás dessa vontade.

Algumas questões podem ajudá-lo nessa reflexão:

·    Por que valerá a pena alcançar tal objetivo?

·        Por que isso é importante para você?

 As respostas devem estar totalmente alinhadas aos seus valores e ao que você quer para sua vida. Somente assim será possível manter o foco durante toda a execução do seu plano de carreira.

Passo 5: Trace metas

Agora você já tem seu ponto de largada e o de chegada: só faltam os degraus que ligarão um ao outro.

Para defini-los, faça o seguinte:

·        Identifique a distância que o separa do seu estado desejado

·        Divida essa distância em espaços menores

·        Mapeie o que você precisa aprender, adquirir ou mudar para chegar lá

Passo 6: Invista em autoconhecimento e conhecimento de mercado

Identificar o que precisa aprender, adquirir ou mudar fica muito mais fácil quando você investe em autoconhecimento.

É muito importante descobrir quem você é, quais são seus pontos fortes e fracos, o que você que faz bem e o que precisa melhorar para desenvolver as habilidades e competências que permitirão que seu objetivo seja alcançado.

Também é importante conhecer de fato sua área de interesse e aquilo que você precisa saber para atuar naquele mercado.

Para tanto, você pode:

·        Fazer uma pesquisa aprofundada sobre o setor e entender quem são as grandes empresas e grandes modelos, quais são as tendências, desafios e oportunidades

·        Conversar com profissionais da área que podem lhe oferecer conselhos úteis e atualizados

·        Conectar-se com o meio através de cursos, projetos e eventos

Para quem se interessa por carreiras em Gestão Empresarial, Empreendedorismo Tecnologia, Mercado Financeiro, Gestão Pública, Educação e Terceiro Setor, uma boa oportunidade são os cursos temáticos Carreira Na Prática, que acontecem Brasil afora e facilitam o processo de decisão de carreira ao aproximar jovens do dia a dia do mercado.

Passo 7: Estipule prazos para cumprir cada meta

Agora que você tem metas, elas devem ser organizadas no plano de carreira de modo a permitir que você alcance determinado objetivo em um período bem definido. Isso exige que cada etapa seja cumprida dentro de um prazo.

Ao estipular tais prazos, você deve considerar realisticamente as dificuldades e os obstáculos que enfrentará.

Ao seguir todos esses passos, você faz do seu plano de carreira um verdadeiro mapa para chegar ao destino profissional desejado!

Quer descobrir que área de carreira te interessa mais? Baixe nossa matriz de decisão!

Por que fazer um planejamento de carreira importa?

Depois de ler todos os passos, talvez você esteja se questionando: mas para que se dar a todo esse trabalho? Na verdade, o momento é de comemoração: um campo tão aberto para um número tão grande de pessoas é novidade.

Durante muito tempo, a maior parte das pessoas entrava no mercado de trabalho e se movimentava simplesmente de acordo com as oportunidades que surgiam.

Suas decisões de carreira não eram pensadas dentro de uma estratégia individual e elas costumavam seguir um panorama tradicional que levava à estabilidade: passavam dez, vinte, cinquenta anos numa mesma empresa, trilhando um caminho traçado por outros e praticamente inalterável.

De certa forma, os profissionais também eram mais reativos em relação à carreira: algo externo acontecia e eles reagiam.

A intenção aqui não é denegrir a atitude profissional da geração anterior, que trabalhou em um contexto socioeconômico muito diferente do atual, mas sim constatar que existe hoje muito mais espaço para ser protagonista da própria carreira.

Na mesma medida em que ficou mais competitivo, o mercado também ficou mais diversificado e dinâmico.

Construir carreira atualmente significa escrever sua própria história profissional. A CEO da Microsoft Brasil Paula Bellizia resumiu o momento em uma palestra para jovens talentos na Conferência Na Prática, evento de carreiras da Fundação Estudar: “Quem manda na sua carreira é você”.

Quando ela mesma ainda era executiva na Whirpool, gigante do ramo de eletrodomésticos, tinha o objetivo de mudar de indústria e ir para bens de consumo.

“Uma pessoa me disse que eu nunca iria alcançar o meu objetivo. Fiquei muito brava e, naquele mesmo dia, construí um plano para fazer exatamente isso”, contou Bellizia, que hoje lidera uma empresa exatamente na área em que pretendia.

Assumindo o papel de protagonista da sua carreira, suas chances de ser bem-sucedido e realizado são bem maiores – e um bom plano de carreira pode te ajudar nesse processo com direcionamento e responsabilidade.

Recursos úteis para construir seu plano de carreira

Precisa de ajuda para traçar seu plano de carreira?

Existem diversos cursos, métodos e ferramentas que podem ajudá-lo a montar um plano de carreira eficaz, que reflita mais profundamente sobre suas motivações e resulte em metas mais assertivas.

Por Rafael Carvalho

Fonte Na Prática Org

A PIRÂMIDE DO APRENDIZADO

ESCUTE A SI MESMO

terça-feira, 3 de novembro de 2026

ENERGIA SOLAR - FONTE ENERGÉTICA ABUNDANTE


No decorrer da década de 70, o mundo adquiriu profunda consciência de uma escassez global de combustíveis fósseis e, com o inevitável declínio dessas fontes convencionais de energia à vista, os principais países industrializados empreenderam uma rigorosa campanha a favor da energia nuclear como fonte energética alternativa. O debate sobre como solucionar a crise energética concentra-se usualmente nos custos e riscos da energia nuclear, em comparação com a produção de energia proveniente do petróleo, do carvão e do óleo xistoso. Os argumentos usados por economistas do governo e das grandes companhias, bem como por outros representantes da indústria energética, são fortemente tendenciosos sob dois aspectos. A energia solar — a única fonte energética que é abundante, renovável, estável no preço e ambientalmente benigna — é considerada por eles "antieconômica" ou "ainda inviável", apesar de consideráveis provas em contrário; e a necessidade de mais energia é pressuposta de maneira indiscutível.
Qualquer exame realista da "crise energética" tem que partir de uma perspectiva muito mais ampla do que essa, uma perspectiva que leve em conta as raízes da atual escassez de energia e suas ligações com os outros problemas críticos com que hoje nos defrontamos. Tal perspectiva torna evidente algo que, à primeira vista, poderá parecer paradoxal: para superar a crise energética, não precisamos de mais energia, mas de menos. Nossas crescentes necessidades energéticas refletem a expansão geral dos nossos sistemas econômico e tecnológico; elas são causadas pelos padrões de crescimento não-diferenciado que exaurem nossos recursos naturais e contribuem, de modo significativo, para nossos múltiplos sintomas de doença individual e social. Portanto, a energia é um parâmetro significativo de equilíbrio social e ecológico. Em nosso estágio atual de grande desequilíbrio, contar com mais energia não resolveria os nossos problemas, mas só iria agravá-los. Não só aceleraria o esgotamento de nossos minerais e metais, florestas e peixes, mas significaria também mais poluição, mais envenenamento químico, mais injustiça social, câncer e crimes. Para fazer frente a essa crise multifacetada não necessitamos de mais energia, mas de uma profunda mudança de valores, atitudes e estilo de vida.
Uma vez percebidos esses fatos básicos, torna-se evidente que o uso de energia nuclear como fonte energética é absoluta loucura. Ultrapassa o impacto ecológico da produção de energia em grande escala a partir do carvão, impacto esse que já é devastador, em vários graus, e ameaça envenenar não apenas nosso meio ambiente natural por milhares de anos, mas até mesmo extinguir toda a espécie humana. A energia nuclear representa o caso mais extremo de uma tecnologia que tomou o freio nos dentes, impulsionada por uma obsessão pela auto-afirmação e pelo controle que já atingiu níveis patológicos.
Ao descrever a energia nuclear em tais termos, refiro-me a armas nucleares e a reatores nucleares. Esses dois fatores não podem ser considerados separadamente; esta é uma propriedade intrínseca da tecnologia nuclear. O próprio termo nuclear power tem dois significados vinculados. Power, além do significado técnico de "fonte de energia", possui também o sentido mais geral de "posse de controle ou influência sobre outros".
Assim, no caso do nuclear power (energia nuclear e poder nuclear), esses dois significados estão inseparavelmente ligados, e ambos representam hoje a maior ameaça à nossa sobrevivência e ao nosso bem-estar.
Por Fritjjof Capra 1982
Fonte O Ponto de Mutação

CUIDADOS AO CONTRATAR UM ADVOGADO SEM INDICAÇÃO


Via de regra o melhor Advogado é aquele indicado por um familiar ou por um amigo que já o experimentou. No entanto, ainda assim, é possível selecionar bons profissionais mesmo quando não se tem a referência de algum.
Hoje no Brasil, já são mais de um milhão de Advogados espalhados pelo território nacional, vindos de todas as regiões, formados em inúmeras Universidades Públicas e Privadas e com diferentes especializações. Ao menos uma vez em vida toda e qualquer pessoa irá necessitar de serviços advocatícios, inclusive, até após a morte.
O resultado da prestação de tais serviços quase sempre irá modificar substancialmente a existência de quem os contratou, tanto em relação ao seu patrimônio moral quanto em relação ao patrimônio material, além dos seus círculos familiar, social e profissional. Por isso é extremamente importante que a escolha do Advogado seja muito bem examinada no intuito de evitar arrependimento tardio e irreversível.
Assim, recomenda-se:
·  Procurar o Advogado por especialidade, seja em Direito do Consumidor, Direito Criminal, Direito de Família, Direito Trabalhista, Direito Tributário, etc. – de preferência na mesma Comarca onde eventualmente se dará a prestação do serviço;
·  Ao conhecer o nome do profissional, checar a situação de seu registro junto ao Conselho Federal da OAB (http://cna.oab.org.br/), a saber se ele realmente é Advogado e se não está suspenso ou até mesmo cassado. É possível obter ainda mais informações no Órgão de Classe do Estado em que o Advogado é inscrito;
·  Observar a formação acadêmica do Advogado, suas especializações, publicações, realizações e atividades profissionais, processos judiciais de que participou e participa, etc;
·  Ter em mente que apesar do telefone, email, redes sociais, WhatzApp, entre outros meios de comunicação à distância, nada é mais esclarecedor que uma conversa “cara a cara” com o Advogado, sendo isso indispensável;
·  Não faltar à consulta que agendou com o Advogado ou avisá-lo com antecedência se não for possível comparecer ao escritório. O interesse do Advogado na causa sempre será proporcional ao demonstrado pelo cliente;
·  Ter em mente que conhecimento jurídico, comprometimento, honestidade, organização, boa vontade, boa aparência, boa escrita, correta expressão corporal e verbal, atenção ao cliente e acessibilidade são requisitos essenciais ao Advogado;
·  Desconfiar de garantias do tipo “causa ganha”, afinal, o êxito de uma demanda depende de inúmeras circunstâncias, das quais algumas inclusive fogem ao controle do Advogado. O que existem são maiores ou menores probabilidades de sucesso;
·  Jamais escolher um Advogado pelo preço – nada se aplica melhor aqui que o ditado popular “o barato sai caro”. O preço é um dos fatores a serem considerados, mas não o único;
·  Conversar pessoalmente com mais de um Advogado antes de decidir por um ou outro profissional. Somente assim é possível obter parâmetros de comparação que possibilitem ao cliente escolher o profissional que melhor se encaixa a sua demanda;
·  Eleito o Advogado, certificar-se dos termos de contratação e da procuração concedida, sempre por escrito.

Para concluir, é praticamente impossível ao cliente de primeira viagem saber exata e integralmente quem é, o que fez, o que faz e o que fará o Advogado com quem ele está tratando, mesmo porque questões cruciais ainda surgirão posteriormente à contratação e a cada causa, que é sempre única. Todavia, existem certos critérios, como os acima elencados, que podem ser avaliados de imediato para eliminar potenciais riscos na contratação de um Advogado. O restante ficará a cargo da boa-fé!
Por Gustavo Nardelli Borges
Fonte JusBrasil Notícias