Luiza's Blog
sexta-feira, 15 de maio de 2026
COMO PLANEJAR UM FIM DE SEMANA REALMENTE REVIGORANTE
Depois de uma semana
inteira de trabalho intenso, o que você faz na sexta-feira?
Quem respondeu que se joga no sofá e
contempla uma longa lista de tarefas não está sozinho: para muitos
empreendedores, o fim de semana também conta como dia útil, e não como descanso.
O problema dessa rotina é acordar um tanto
exausto na segunda-feira, afirma a escritora Laura Vanderkam. Ela acaba de
publicar o e-book “What the Most Sucessful People Do on the Weekend” (o que as
pessoas mais bem-sucedidas fazem no final de semana), para o qual conversou com
empresários de sucesso sobre sua programação de fim de semana.
Em um artigo publicado no site da revista
Inc, ela resume o que ouviu desses empreendedores e dá três dicas para usar
melhor o sábado e o domingo para combater os efeitos do excesso de trabalho – e
voltar novo em folha para o escritório.
1 – Conte as horas
vagas – e aproveite-as
Você já contou quanto tempo livre tem entre
abrir uma cerveja na sexta às seis da tarde e desligar o despertador às seis da
manhã de segunda? São 60 horas no total, ou 36 horas úteis, descontando-se as 24
de sono – quase a mesma carga horária de uma semana de trabalho.
“Tanto tempo não pode ser desperdiçado”, diz
Vanderkam. Por isso, ela recomenda dedicação máxima ao planejamento antecipado
dos dias de folga e diz que é preciso traçar estratégias com o mesmo apuro e
seriedade de compromissos profissionais.
2 – Planeje eventos-âncora
A intensa semana de trabalho geralmente
deixa o empreendedor esgotado na sexta-feira. Mas Vanderkam argumenta que
sentar inertemente na frente da TV ou surfar aleatoriamente na internet não são
as melhores maneiras de se preparar para uma nova jornada.
Parece um paradoxo, mas para renovar as
energias é preciso se mexer. “Outros tipos de trabalho, como exercícios físicos,
um hobby, tomar conta dos filhos ou ser voluntário, ajudam mais a preservar o ânimo
para os desafios da semana do que vegetar completamente”, afirma a escritora.
O segredo para ter um fim de semana ativo é planejar
alguns eventos-âncora, afirmam os entrevistados por Vanderkam para o livro. Não
é preciso encher todas as horas vagas, apenas ter em mente que haverá um horário
reservado para ver atividades e apresentações dos filhos, jogar futebol ou
cozinhar para os amigos.
“De início, isso pode parecer pouco
divertido e muito trabalhoso, mas, de acordo com os entrevistados, gastar
energia dá mais ânimo para retomar o trabalho”, afirma Vanderkam.
3 – Desfrute por
antecipação
Planejar com minúcia até mesmo o fim de
semana parece coisa de gente bitolada, mas Vanderkam defende que essa tarefa
também pode ser muito prazerosa. “Projetar o futuro e antecipar o programa
representa uma boa parte da felicidade gerada por qualquer evento”, afirma.
A tática de marcar as atividades com antecedência
também economiza momentos preciosos do fim de semana que em geral são gastos
negociando um plano com seu cônjuge ou correndo atrás de algum restaurante que
ainda tenha lugares vagos – ou de alguém para tomar conta das crianças.
Além disso, marcar um compromisso
desestimula a clássica desistência de fazer algo no final de semana por estar
muito cansado.
Por Bruna Maria Martins Fontes
Fonte Papo de Empreendedor
NADA DAQUELA CALÇA VELHA, AZUL E DESBOTADA
O que vestir (ou não) na empresa na ‘casual friday’, aconselham consultoras de moda
A sexta-feira chegou e, em muitas empresas, nota-se que os funcionários exibem um visual mais relax. Isso por conta do ''casual day'', que surgiu e se popularizou nos Estados Unidos, mas foi sendo incorporado aos poucos pelos brasileiros. É quando executivos e funcionários de organizações mais formais deixam de lado o terno, a gravata, os taileurs e o salto alto, e adotam trajes mais descontraídos. Mas nada de ir trabalhar de qualquer jeito, alertam as especialistas em moda e estilo. Segundo elas, não há uma regra definitida, e tudo vai depender do perfil da empresa e o segmento em que esta atua.
A consultora de moda e imagem Milla Mathias diz que, ainda hoje, as pessoas têm dúvidas quanto ao tipo de roupa que devem - ou podem - vestir nesses dias.
- Ainda pensam que podem ir de calça jeans, camiseta velha e tênis, quando na verdade não é bem assim.
A consultora explica que o intuito do casual day é trazer mais descontração às roupas, e consequentemente, ao ambiente de trabalho às vésperas do fim de semana, para que os profissionais possam trabalhar mais relaxados e contentes.
E, se antes, a prática se restringia apenas às sextas-feiras, e a poucas empresas, hoje a informalidade no vestir se estendeu a outros dias da semana e a diversos tipos de organizações, acrescenta Paula Acioli, coordenadora acadêmica do curso “Gestão de negócios no setor de moda”, da FGV.
- Essa mudança de padrões e quebra de paradigmas no vestir é, na verdade, um claro reflexo do tempo que estamos vivendo, muito mais democrático em todos os sentidos, social e economicamente falando - ressalta Paula.
Independentemente do dia, afirmam as especialistas, não se deve esquecer que estamos falando de ambiente de trabalho, e não fim de semana ou passeio. Para Paula, ética, bom-senso, observação, educação e adequação são valores que devem ser levados em conta, não só na vida pessoal e profissional, mas também quando falamos de vestuário:
- Esses valores facilitam as escolhas, aumentam as chances de acertos e diminiuem a possibilidade de erro. Se adicionarmos a isso toda a facilidade de acesso à quantidade de informações disponíveis em revistas, sites, blogs, e até mesmo nas trocas de idéias entre amigos nas redes sociais, a gente conclui que é quase impossível nos dias de hoje alguém "sair com qualquer roupa" para trabalhar, sem levar em consideração seu local de trabalho.
- É para ser casual, mas mantendo a elegância. Bom-senso é fundamental. É preciso cuidado para não cair na vulgaridade - completa a consultora de moda Renata Abranchs.
Por isso, é importante que algumas regras sejam observadas quanto à forma de se vestir no mundo corporativo.
E quando a empresa adota um ‘dress code’? A decisão de contar com um código específico sobre o que é ou não permitido trajar vai depender do perfil da companhia e de seus funcionários, diz Paula. Segundo a coordenadora acadêmica da FGV, faz toda a diferença ter conhecimento de como se dá o processo criativo de um uniforme ou de um padrão de roupa a ser usado, da complexidade de pensar o vestir institucional e de compreender o porquê de se adotar um código de vestir dentro de uma empresa.
- Os funcionários e profissionais passam a se sentir muito mais parte da empresa e a valorizar suas posições e funções dentro do sistema de trabalho. A roupa agrega valor. Seja para marcas de luxo, seja para marcas populares de varejo, seja em uniformes (que transmitem via funcionário o conceito e os valores de uma determinada empresa). Um funcionário que conhece e compreende a história do que veste passa a entender muito melhor a história da empresa para a qual está trabalhando, ou como diz a expressão, está "vestindo a camisa".
As dicas das especialistas em moda e estilo para o ‘casual day’
- Vale a velha regra de proibição de decotes, fendas, transparências, roupas justas ou curtas;
- No lugar dos terninhos, coloque uma saia menos estruturada ou uma calça reta mais fluida, com uma camisa;
- Blusas de tricô com tramas mais abertas também são permitidas;
- Se quiser usar jeans, verifique se a empresa permite e, em caso positivo, use um de lavagem escura, corte reto e novo. Lembre-se: nada de rasgos, puídos, tachas etc.;
- Caso faça frio, leve um cardigã, suéter com gola careca ou blazer;
- Já no caso de muito frio, um casaco de lã ou de couro caem bem;
- Nos pés, sapatos mais baixos (e impecáveis) ou sapato-tênis de couro ou camurça;
- Bijuterias e enfeites de cabelo devem ser discretos.
Opções a serem riscadas da lista:
- Calça velha, azul e desbotada;
- Tops ou barriguinha de fora;
- Tecidos sintéticos ou brilhantes;
- Mules (tipo de calçado);
- Sandálias rasteirinhas;
- Estampas ou detalhes de bicho.
Para eles:
- Esqueça os ternos e adote as calças de lãzinha ou gabardine, para dias frios, e as de algodão ou sarja, para os mais quentes.
- Elimine a gravata;
- Se quiser usar jeans, verifique se a empresa permite e, em caso positivo, use um de lavagem escura, corte reto e novo (a regra vale para homens e mulheres).
- Camisa mais informal ou camiseta polo são uma ótima pedida.
- Se fizer frio, suéter, em decote V, cardigãs ou blazer azul marinho de tecido mais encorpado.
- Nos pés sempre mocassim social, combinando com a cor do cinto. Dê preferência ao tom café, pois ele é mais informal do que o preto.
É proibido usar:
- Jeans claro, rasgado, surrado, de balada etc;
- Calças com passante sem cinto;
- Calças com elástico na cintura;
- Camisetas sem manga ou com figurinhas ou piadinhas;
- Moletom;
- Boné;
- Roupa com camuflagem;
- Tênis ou sapato–tênis;
- Meia branca.
Por Ione Luques
Fonte O Globo Online
quinta-feira, 14 de maio de 2026
ESPECIALISTA APONTA OS 32 MAIORES MEDOS DOS ADVOGADOS NO EXERCÍCIO DA PROFISSÃO
Qualquer
advogado que sinta medo no exercício da profissão não está sozinho. Se não
quiser olhar para os colegas a seu lado, pode se mirar nos advogados do
primeiro mundo.
Há
um recado do advogado Bill Rotts, de Columbia (Missouri):
“Nós
nos movemos em uma atmosfera de medo. Essa é uma força intrínseca à profissão”.
Por que sentir medo é positivo?
O
professor emérito da Faculdade de Direito da Universidade de Missouri, John
Lande, pesquisou a fundo os medos dos advogados, para escrever o livro Escaping
from Lawyers’ Prison of Fear (“Escapando da Prisão do Medo dos Advogados",
em tradução livre).
Ele
afirma que o medo é um fator necessário para se desempenhar bem a profissão. O
medo leva o advogado a se preparar muito até que se sinta mais confiante em seu
desempenho.
Ele
compara a atuação de advogados à de soldados na frente de batalha. Todos
convivem com um tipo de medo que os leva a estar alerta, a ser cuidadoso e a
responder prontamente a ameaças.
“Há
um sentimento de se estar em um combate. Você está lidando com um inimigo
perigoso, que está sempre pronto a atirar, e você deve antecipar seus
movimentos e estratégias”, ele diz.
O medo e suas categorias
Em
seu livro, ele distingue categorias desse sentimento: medo realista, medo do
desconhecido, medo derivado da ansiedade, medo ilógico e medo de falhar.
E
de sua pesquisa, para escrever o livro, ele aponta os maiores medos dos
advogados americanos (que, em boa parte, se aplica a promotores, obviamente).
Os 32 mais comuns são os medos de:
·
Perder
uma causa (e frustrar as expectativas do cliente, da banca e de si mesmo);
·
Perder
o controle (de uma causa, do funcionamento do escritório, etc.);
·
Mudanças
nos procedimentos familiares;
·
Parecer
tolo por fazer certas perguntas;
·
Expressar
com toda a franqueza seus pensamentos e sentimentos;
·
Dar
“más notícias” ao cliente;
·
Ser
intimidado por superiores no escritório;
·
Ser
intimidado por juízes (ou mesmo oponentes);
·
Pedir
favores a oponentes em um caso ou receber pedidos de favores de oponentes;
·
Parecer
“bonzinho”;
·
Ser
culpado (por qualquer coisa que saia errado, por exemplo);
·
Falar
em público;
·
Faltar
qualificação e confiança, devido à experiência limitada em julgamentos;
·
O
cliente dar um falso testemunho;
·
Falhar
na busca ou na apresentação da prova essencial;
·
Frustrar
os interesses dos clientes;
·
Descobrir
que o oponente foi mais inteligente (ou esperto);
·
Ser
avaliado injustamente pelos jurados;
·
Sofrer
retaliações por pedir desqualificação do juiz ou por relatar má conduta
judicial;
·
Sofrer
“a dor, a humilhação e a vergonha da derrota”.
Negociações nervosas
Não
é apenas o contencioso que induz ao medo. A negociação também faz isso, de
acordo com a pesquisa de John Lande. Alguns são os medos de:
·
Se
sentir inseguro ou despreparado na hora da negociação;
·
Fazer
perguntas;
·
Ser
questionado agressivamente pela outra parte;
·
Parecer
tolo;
·
Ficar
em silêncio por não saber o que falar;
·
Parecer
fraco;
·
Ser
dominado ou explorado pela outra parte;
·
Falar
demais – como prestar informações que podem prejudicar a posição do cliente;
·
Cometer
erros de tática ou estratégia;
·
Avaliar
incorretamente o caso;
·
Deixar
de prever possíveis problemas e ser surpreendido;
·
Não
conseguir chegar a um acordo;
·
Não
conseguir um resultado suficientemente bom para o cliente;
Por
João Ozorio de Melo
Fonte
Conjur
ESTRESSE, O MAIOR GATILHO PARA AS SÍNDROMES DA VIDA MODERNA
Impor limites, fazer
exercícios e dormir bem são as dicas para evitar doenças
Lidar com as exigências de uma sociedade
contemporânea com o imperativo da pressa e das incertezas, sem falar na quase
obrigação de estar sempre conectado, ligado e produtivo, não é fácil. Não raro,
esse pacote provoca um desequilíbrio do ritmo biológico, levando ao
desenvolvimento de uma série de distúrbios igualmente contemporâneos. Até a
Justiça já começa a se preocupar com eles. Recentemente, uma decisão favoreceu
uma jovem atendente de telemarketing que teve uma crise nervosa e xingou um
cliente. Demitida por justa causa, teve o desligamento revertido ao ser
constatado que sofria da síndrome de burnout. Acabou ganhando o direito a uma
indenização da empresa.
Profissionais que vivem sob pressão extrema
até que se sintam exauridos e incapazes de lidar com a rotina, muitas vezes
desenvolvendo comportamentos agressivos e crises de ansiedade são candidatos clássicos
ao diagnóstico de burnout (algo como apagado, em tradução livre). Mas essa não é,
nem de longe, o único problema do tipo. Por trás deles está, geralmente, uma
condição conhecida da maioria: o estresse, que atinge, em diferentes níveis, 70%
dos trabalhadores brasileiros, segundo estudo da ISMA-BR, uma organização para
pesquisa e prevenção da estafa no Brasil. Só o burnout afetaria 30% da população
economicamente ativa do país.
— O estresse em si não é uma doença, mas
pode ser o gatilho, e é preciso estar alerta — explicou a psicóloga Ana Maria
Rossi, presidente da ISMA-BR.
O truque, segundo Ana Maria, é manter o
ritmo. Não aquele imposto pelos fatores externos, mas o do corpo. Enxergar a
alimentação saudável, a atividade física, o lazer e o sono de qualidade como
prioridades, e não meros coadjuvantes. Isso significa estabelecer objetivos e
impor limites, mesmo que, para isso, às vezes seja necessário reduzir
expectativas.
Insônia e depressão
Foi o que precisou aprender um profissional
de 36 anos do ramo de seguros. Ele conta que adorava o cargo de coordenador,
era produtivo, considerava-se um dos melhores do setor. Doava-se quase que
integralmente, esquecia de almoçar e até de ir ao banheiro. Por mais de uma década,
sua rotina era de dez a 18 horas de trabalho diárias.
— Não percebi que estava me deixando levar
demais — lembra-se. — Há três anos, notei que algo estava estranho; num relatório
que levava 30 minutos para fazer, comecei a gastar dois dias. Passei a ter
dificuldade de me concentrar e comunicar, gaguejava, estava exausto e, ainda
assim, passava noites inteiras sem dormir; tinha crises de choro sem motivo,
dores de cabeça, gastrite... Cheguei a não conseguir nem tomar banho...
Levado pela esposa, começou o tratamento
psicológico e, logo, precisou se afastar do trabalho. Nesse período, chegou a
pensar em suicídio. Voltou, depois de um tempo, para a mesma função. Porém,
passado o ano seguinte no cargo — garantido pelo direito de estabilidade —, foi
demitido. Ele alega que até conseguia realizar os projetos, mas não na
velocidade ou da forma requeridas pela empresa.
Autoconhecimento é um fator-chave nesse
processo, defende a psiquiatra Deborah Duwe, especialista em tratamento de
estresse:
— É preciso se conhecer e ter a qualidade de
vida como um valor. Essas pessoas, quando chegam a uma situação perigosa, param.
É bom também ter alguém próximo que possa levantar o cartão amarelo.
O chamado jetlag social, por exemplo, é uma
sensação de cansaço permanente de quem tem muitos compromissos e não consegue
acompanhá-los. A qualidade de sono é a primeira a ser afetada. Há um total
descompasso entre rotina e relógio biológico. A referência, não à toa, é à fadiga
provocada por viagens a lugares com o fuso horário diferente.
A doença da pressa é um sentimento
ininterrupto de urgência, de fissura na contagem do tempo.
— É a sensação de que não vai dar tempo para
nada. Daí surge a hostilidade a qualquer coisa ou pessoa que retarde o desenvolvimento
das tarefas. Por exemplo, alguém que venha querer conversar — explicou
pesquisadora do Instituto de Psicologia e Controle do Estresse, Marilda Lipp.
Dependência tecnológica
Numa sociedade cada vez mais conectada, a
dependência da tecnologia também virou síndrome. Atinge cerca de 10% dos
brasileiros, segundo estudos. Viciadas em internet e redes sociais ou incapazes
de desligar o celular, as vítimas têm até setor especializado para tratamento
no Hospital das Clínicas de São Paulo.
— Está explodindo o número de dependentes do
Facebook, do WhatsApp... Há pessoas que simplesmente não conseguem se desligar
hora nenhuma — comenta Deborah Duwe.
Por isso algumas iniciativas tentam ir no
sentido contrário. Movimento internacional chamado Slow (lento) prega uma
desaceleração radical. Em alguns momentos, adeptos se encontram para não fazer
absolutamente nada. E sem culpa.
Por Flávia Molhorance
Fonte O Globo Online
quarta-feira, 13 de maio de 2026
CONHEÇA A CONVENÇÃO DO SEU CONDOMÍNIO
Antes de fechar negócio, é bom se informar, pois as regras nem sempre agradam os novos moradores
Durante a procura por um apartamento para alugar ou comprar, o preço, a localização e o tamanho do imóvel são itens que costumam pesar na decisão. Mas você procura saber sobre a convenção do condomínio? Antes de fechar negócio, é bom se informar, pois as regras nem sempre agradam a moradores novos. O documento traz informações importantes sobre despesas, regras de convivência, multas e uso das áreas comuns.
- (A convenção) é a constituição do condomínio. Todas as regras internas devem estar neste documento, incluindo as proibições, permissões, assim como os direitos e deveres do morador. Cada condomínio redige a sua, assim que começa a ocupação pelos moradores - explica o diretor comercial e de locações da Primar Administradora de Bens, Carlos Samuel.
É na convenção também que é determinado o que será decidido pelas assembleias gerais ordinárias e extraordinárias, como deverá ser feita a convocação dessas assembleias, qual o "quorum" necessário para cada modalidade de deliberação. A validação do documento deve ser feita por pelo menos dois terços do total de condôminos e inclui o regimento ou regulamento interno, que trata do dia a dia do condomínio, podendo chegar a detalhes como horário e formas de utilização dos equipamentos de lazer. Trata ainda do relacionamento entre os condôminos e os empregados do prédio, contém as proibições de utilização de elevadores por entregadores, estabelece o tamanho dos animais admitidos no edifício.
A falta de conhecimento sobre a convenção condominial pode, na opinião do vice-presidente do Sindicato de Habitação do Rio (Secovi Rio), Manoel Maia, causar transtornos para o morador e para os vizinhos. Um problema que tem sido recorrente no Rio é a sublocação de apartamentos ou quartos sem a aprovação pela convenção condominial.
- É importante para quem está alugando um apartamento, saber quais são as regras daquele edifício. Tem condomínio que proíbe a sublocação, por exemplo, com o objetivo de não ameaçar a segurança e o ambiente familiar. Queixas relacionadas a animais e horário permitido para obras no imóvel também são recorrentes, devido à falta de conhecimento das normas do edifício - explica o vice-presidente do Secovi.
Fonte O Globo Online
A SAÚDE – MEDICINA & ASSISTÊNCIA MÉDICA
Acrescente dependência da assistência médica de uma tecnologia complexa acelerou a tendência para a especialização e reforçou a propensão dos médicos de tratar partes específicas do corpo. Esquecendo-se de cuidar do paciente como um todo.
A prática da medicina transferiu-se do consultório do clínico-geral para o hospital, onde se tornou progressivamente despersonalizada, quando não desumanizadas. Os hospitais converteram-se em amplas instituições profissionais, enfatizando mais a tecnologia e a competência científicas do que o contato com o paciente.
Os custos da assistência médica aumentaram num ritmo assustador. O desenvolvimento e o uso generalizado de uma dispendiosa tecnologia médica estão entre as principais razões que levaram a esse aumento acentuado dos custos da saúde.
De 30% a 50% dos casos de hospitalização atuais são clinicamente desnecessários. Serviços alternativos que poderiam ser, do ponto de vista terapêutico, mais eficazes, e economicamente mais eficientes são desprezados.
(Fritjof Capra – O Ponto de Mutação)
A VIDA É FEITA DE CONTRATOS
A
nossa vida em sociedade depende e baseia-se nos mais diversos contratos, que
envolvem o nosso trabalho, a nossa moradia, o nossa união com alguém, a nossa
saúde, a nossa aposentadoria. No entanto, cada dia mais parece que estes
contratos estão sendo descumpridos ou, talvez, esquecidos pelas partes
contratantes.
O
primeiro exemplo que se pode tomar é o contrato de trabalho. Quem trabalha
formalmente firma com o empregador um contrato, o qual deve ser cumprido tanto
pelo empregado quanto pelo empregador. Ora, se de um lado o empregador possui
inúmeras obrigações, de outro ele também possui direitos, dentre os quais o de
exigir que o trabalho seja devidamente prestado, dentro das especificidades
técnicas e profissionais exigidas para o cargo. Os direitos trabalhistas são
sempre lembrados pelos empregados, mais a estes direitos correspondem os
deveres, os quais o empregador está autorizado a exigir por força do contrato
de trabalho.
Outro
contrato sempre esquecido pelas partes envolvidas é o de casamento. Quando as
pessoas se casam preocupam-se bastante com os festejos e muito pouco com as
condições do contrato de casamento, não pensando sobre o regime de bens que
adotarão, como será compartilhado entre eles o custeio das despesas familiares,
como será a vida depois da festa. Mas, numa eventual separação, este descaso
com o contrato de casamento certamente gerará muitos dissabores e surpresas.
O
contrato com as operadoras de cartão de crédito é mais um dos contratos que
figuram entre os ignorados. A pessoa fica toda feliz que recebeu mais um cartão
de crédito, com um maravilhoso limite para as compras. Aqui as duas partes
contratantes fazem tudo para deixar o contrato de lado. O usuário do cartão de
crédito (contratante) acha que está livre para gastar, não verifica as
condições de contrato e depara-se com taxas de juros altíssimas, com cláusulas
leoninas, com duros ônus para a inadimplência. A operadora do cartão de crédito
vale-se do êxtase que o crédito fácil causa nas pessoas, para obter os melhores
e maiores rendimentos.
Os
contratos de fornecimento de luz, água, gás também merecem menção. As pessoas
acham que abrem a torneira em casa e a água escorre talvez por milagre. São
pouquíssimas as pessoas que se preocupam e verificam uma conta de água e as
condições para o fornecimento do serviço. Na verdade, as condições contratuais
somente serão conhecidas no momento em que houver alguma deficiência no serviço
ou algum valor excessivo na fatura mensal.
Existem
tantos outros contratos, os bancários, o de saúde o de previdência, sem contar
as compras e vendas que realizamos todos os dias. Há, ainda, um contrato que
não é formal, que não está escrito em nenhum papel, o contrato social, já
evoluído da sua versão inicialmente desenhada por Jean-Jacques Rousseau, o qual
determina a solidariedade entre as pessoas. Não a solidariedade vista como
caridade, mas sim como lealdade, ou seja, ao fim e ao cabo como lealdade
contratual.
Esta
lealdade está justamente no devido cumprimento das obrigações por cada parte
contratante, até mesmo na obrigação que todos tem de respeitar os limites, de
respeitar toda e qualquer pessoa, de ser educado e de educar-se. Enfim, de
progredir nas relações, aprimorando-se sempre. Quem não compreender esta
mudança na sociedade, não terá muito lugar nela.
Por
Ana Paula Oriola De Raeffray
Fonte
Última Instância
STRESS: OS 7 SINAIS FÍSICOS QUE DENUNCIAM O ESGOTAMENTO MENTAL
Ranger os dentes, manchas brancas nas unhas e prisão
de ventre estão entre eles, diz estudo
Você
sabia que o cérebro dá sinais ao corpo de que está sob pressão e que precisa
desacelerar? De acordo com a nutricionista britânica Charlotte Watts, autora do
livro The de-stress effect (O efeito anti-stress, em tradução livre), em
entrevista para o site especializado Healthista, existem sete sintomas físicos
que podem ajudar a identificar se uma pessoa está estressada – e a alimentação
desempenha um papel crucial na forma como o organismo responde ao estresse.
Segundo
Charlotte, esses sinais muitas vezes estão relacionados a deficiências de vitaminas
e minerais. “Em períodos de estresse, consumimos nossos nutrientes mais
rapidamente, pois todo o organismo funciona freneticamente, incluindo digestão,
respostas cerebrais, hormônios e imunidade”, disse ela.
Os
sete principais sinais do estresse são lábios rachados; ranger os dentes
(bruxismo), manchas brancas nas unhas, prisão de ventre ou diarreia,
sangramento na gengiva, espinhas ou sinais de alergia nos braços e nas coxas,
infecções frequentes no trato respiratório principalmente depois de gripes e
resfriados.
Nutrientes
Cada
sintoma, segundo a especialista, corresponde a uma deficiência nutricional.
Feridas e ressecamento dos lábios podem ser corrigidos com a reposição de
vitamina B6, importante para a produção de neurotransmissores como a serotonina,
a dopamina e a melatonina, responsáveis pela regulação do humor e do sono. Já a
vitamina B5, muitas vezes referida como a vitamina anti-estresse, ajuda na
reposição de hormônios adrenais e anticorpos, que respondem diretamente ao
estresse.
A
deficiência de cálcio e zinco são as principais responsáveis pelas manchas
brancas nas unhas, que de fato indicam a perda de minerais. O zinco é
importante para a imunidade e a produção de hormônios, incluindo a insulina.
Além disso, níveis baixos de magnésio pode tornar o organismo propenso ao
cansaço, ao estresse e à ansiedade, uma vez que ele está associado à saúde dos
ossos, relaxamento dos músculos e do cérebro e à regulação do sistema nervoso
entérico do intestino.
Outro
nutriente importante contra o estresse é a vitamina C, antioxidante necessário
para pelo menos 300 funções metabólicas no corpo. Além dos benefícios para o
sistema imunológico – evitando o sangramento das gengivas, por exemplo –, a
vitamina auxilia na produção de diversos hormônios anti-estresse.
Enquanto
isso, os sintomas na pele, que indicam aumento da ceratose folicular (produção
excessiva de queratina), podem estar associados a baixos níveis de vitamina E e
de ômega-3. Infecções na pele e nas mucosas, que incluem o trato respiratório,
gastrointestinal e urinário, também podem ser evitadas com a reposição de
vitamina A.
Segundo
um novo estudo da Universidade da Califórnia, San Francisco, nos Estados
Unidos, mulheres que sofrem estresse devido a eventos traumáticos tem um risco
maior de desenvolver obesidade do que aquelas que não se sentem estressadas.
“Sabemos
que o estresse pode afetar o comportamento, fazendo com que as pessoas comam
mais ou menos que o habitual, e a atividade neuro-hormonal, aumentando a
produção de cortisol, que também está associado ao ganho de peso”, disse
Michelle Albert, principal autora do estudo, ao jornal on-line britânico The
Independent.
Fonte
Veja Online
14 SINAIS DE QUE VOCÊ TEM INTELIGÊNCIA EMOCIONAL
A IE é formada por
autoconsciência, autorregulação, motivação, habilidades sociais e empatia
O que torna algumas pessoas mais bem-sucedidas
que outras no trabalho e na vida? QI e ética são importantes, mas não são tudo.
Nossa inteligência emocional - o modo como
gerenciamos as emoções, tanto as nossas como as dos outros - pode ter um papel
crítico para determinar nossa felicidade e nosso sucesso.
Platão disse que todo aprendizado tem uma
base emocional, e talvez ele tenha razão.
O modo como interagimos com nossas emoções e
as regulamos tem repercussões em quase todos os aspectos de nossa vida.
Para colocar em termos coloquiais, a
inteligência emocional (IE) é como a "sabedoria da rua", em oposição
à "sabedoria dos livros", e é responsável por grande parte da
capacidade de uma pessoa de navegar com eficiência pela vida.
"Quem tem inteligência emocional
geralmente é confiante, sabe trabalhar na direção de suas metas, é adaptável e
flexível. Você se recupera rapidamente do estresse e é resistente", disse
ao Huffington Post o psicólogo Daniel Goleman, autor de "Focus: The Hidden
Driver of Excellence" [“Foco: O Motor Oculto da Excelência”].
"A vida corre muito mais suavemente se
você tiver boa inteligência emocional."
Os cinco componentes da IE, como definidos
por Goleman, são autoconsciência, autorregulação, motivação, habilidades
sociais e empatia.
Podemos ser fortes em algumas dessas áreas e
deficitários em outras, mas todos temos o poder de melhorar em qualquer uma
delas.
Não tem certeza de qual é seu nível de
inteligência emocional? Aqui estão 14 sinais de que você tem uma IE alta.
1. Você sente
curiosidade sobre pessoas que não conhece
Você gosta de conhecer novas pessoas e
naturalmente tende a fazer muitas perguntas depois de ser apresentado a alguém?
Nesse caso, tem um certo grau de empatia, um
dos principais componentes da IE.
Pessoas altamente empáticas - as que estão
extremamente sintonizadas com as necessidades e os sentimentos dos outros, e
agem de uma maneira sensível a essas necessidades - têm uma coisa importante em
comum: são muito curiosas sobre estranhos e se interessam genuinamente em saber
mais sobre os outros.
Ter curiosidade sobre os outros também é uma
maneira de cultivar a empatia.
"A curiosidade expande nossa empatia
quando conversamos com pessoas de fora do nosso círculo social habitual,
encontrando vidas e visões de mundo muito diferentes das nossas", escreveu
Roman Krznaric, autor do livro "Empathy: A Handbook For Revolution"
[“Empatia: Um Manual para a Revolução”], em seu blog Greater Good.
2. Você é um ótimo
líder
Líderes excepcionais costumam ter uma coisa
em comum, segundo Goleman.
Além dos tradicionais requisitos para o
sucesso - talento, ética profissional e ambição, por exemplo -, eles possuem um
alto grau de inteligência emocional.
Em
sua pesquisa comparando os que se saíram extremamente bem em papéis de
liderança com aqueles que eram simplesmente medianos, ele descobriu que cerca
de 90% da diferença em seus perfis se devia à IE, e não à capacidade cognitiva.
"Quanto mais alta a categoria de uma
pessoa considerada um ator excelente, mais capacidades de inteligência
emocional apareciam como motivo de sua eficácia", escreveu Goleman na
"Harvard Business Review".
3. Você conhece suas
forças e suas fraquezas
Um grande fator da autoconsciência é ser
honesto consigo mesmo sobre quem você é - saber onde você se sai muito bem e
onde você tem dificuldade, e aceitar essas coisas.
Uma pessoa emocionalmente inteligente
aprende a identificar suas áreas de força e de fraqueza e analisa como pode
trabalhar com maior eficácia dentro desse quadro.
Essa consciência gera a autoconfiança, que é
um dos principais fatores da IE, segundo Goleman. "Se você sabe em que é
realmente eficaz, pode operar a partir dessa confiança", diz ele.
4. Você sabe prestar
atenção
Você é distraído por cada tuíte, mensagem e
pensamento que passa por sua cabeça?
Nesse caso, isso pode estar impedindo que
você funcione em seu mais alto nível de inteligência emocional.
Mas a capacidade de suportar distrações e se
concentrar na tarefa a ser feita é um grande segredo da inteligência emocional,
diz Goleman.
Sem estar presente consigo mesmo e com os
outros, é difícil desenvolver autoconsciência e relacionamentos fortes.
"Sua capacidade de se concentrar no
trabalho que está fazendo ou na sua tarefa escolar, e deixar para ler aquela
mensagem ou jogar aquele videogame quando terminar - seu nível de eficiência
nesse aspecto durante a infância vem a ser um fator de previsão mais forte de
seu sucesso financeiro quando adulto do que seu QI ou a riqueza de sua
família", diz Goleman. "E podemos ensinar as crianças a fazer
isso."
5. Quando você está
chateado, sabe exatamente por quê
Todos nós experimentamos uma série de
flutuações emocionais ao longo do dia, e muitas vezes nem sequer compreendemos
o que está causando uma onda de raiva ou de tristeza.
Mas um aspecto importante da autoconsciência
é a capacidade de reconhecer de onde vêm suas emoções e saber por que você está
chateado.
Autoconsciência também se trata de
reconhecer as emoções quando elas brotam, em vez de identificá-las mal ou
ignorá-las.
Pessoas emocionalmente inteligentes recuam
um passo diante das emoções, examinam o que estão sentindo e o efeito dessa
emoção sobre elas.
6. Você se dá bem
com a maioria das pessoas
"Ter relacionamentos satisfatórios e
eficazes - esse é um sinal [de inteligência emocional]", diz Goleman.
7. Você se importa
profundamente em ser uma pessoa boa e moral
Um aspecto da IE é nossa "identidade
moral", que tem a ver com a extensão em que queremos ver a nós mesmos como
pessoas éticas e cuidadosas.
Se você é uma pessoa que se importa em
construir esse lado de si mesma (independentemente de como você atuou em
situações morais anteriores), pode ter um alto índice de IE.
8. Você se dá um
tempo para desacelerar e ajudar os outros
Se você criar o hábito de desacelerar para
prestar atenção nos outros, seja saindo ligeiramente do seu caminho para
cumprimentar alguém ou ajudar uma mulher idosa no metrô, você demonstra
inteligência emocional.
Muitas pessoas, uma boa parte do tempo,
estão completamente concentradas em si mesmas. E com frequência é porque
estamos tão ocupados correndo em um estado de estresse, tentando fazer as
coisas, que simplesmente não temos tempo para perceber os outros, quanto menos
ajudar.
"[Existe um] espectro que vai da total
autoabsorção a perceber e a sentir empatia e compaixão", disse Goleman em
uma palestra TED sobre compaixão.
"O simples fato é que se estivermos
focados em nós mesmos, se estivermos preocupados - o que muitas vezes estamos
durante o dia todo -, realmente não perceberemos totalmente o outro."
Ser mais atencioso, em contraste com estar absorvido
em seu mundinho, planta as sementes da compaixão - um componente crucial da IE.
9. Você é bom em ler
as expressões faciais das pessoas
Ser capaz de sentir como os outros estão se
sentindo é uma parte importante de ter uma boa IE.
Faça este teste da Universidade da
Califórnia em Berkeley (em inglês) para descobrir sua eficiência em ler as
emoções dos outros.
10. Depois de cair
você se levanta rapidamente
Como você lida com os erros e reveses diz
muito sobre quem você é. Indivíduos com alta IE sabem que se há uma coisa que
todos temos de fazer na vida é seguir em frente.
Quando uma pessoa emocionalmente inteligente
sofre um fracasso ou revés, ela é capaz de se recuperar rapidamente.
Isto acontece em parte por causa da
capacidade de experimentar com atenção as emoções negativas sem deixar que elas
saiam do controle, o que oferece um grau mais alto de resistência.
"A pessoa resistente não fica presa às
emoções negativas, mas deixa que elas fiquem lado a lado com outros
sentimentos", disse Barbara Fredrickson, autora de "Positivity"
[Positividade], à "Experience Life".
"Por isso, ao mesmo tempo que elas estão
sentindo 'estou triste por causa disso', também tendem a pensar 'mas estou grata
por isto'."
11. Você é um bom
juiz de caráter
Você sempre consegue ter a sensação de quem
uma pessoa é desde o início - e suas intuições raramente se enganam.
12. Você confia em
seu instinto
Uma pessoa com inteligência emocional é
alguém que se sente à vontade seguindo sua intuição, diz Goleman.
Se você é capaz de confiar em si mesmo e em
suas emoções, não há motivo para não escutar aquela voz interior (ou aquela
sensação na barriga) que lhe diz que caminho deve seguir.
13. Você sempre foi
automotivado
Você sempre foi ambicioso e trabalhador
quando criança, mesmo quando não era recompensado por isso? Se você é uma
pessoa atuante e motivada - e consegue focar sua atenção e sua energia para
perseguir seus objetivos -, provavelmente tem um alto nível de IE.
14. Você sabe dizer
não
Autorregulação, um dos cinco componentes da
inteligência emocional, significa ser capaz de se disciplinar e evitar hábitos
insalubres.
As pessoas dotadas de IE geralmente são bem
equipadas para tolerar o estresse (um gatilho dos maus hábitos para muitas) e
controlar seus impulsos, segundo Goleman.
Por Carolyn Gregoire
Fonte Exame.com
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