domingo, 2 de agosto de 2026

BOA SEMANA

TERMINANDO DOMINGO

O SEGREDO PARA COMEÇAR UMA SEMANA MARAVILHOSA


Para a maioria das pessoas, o final do domingo é o prenúncio de dores de cabeça. Parece que a segunda-feira é uma grande ameaça: fim do descanso, volta à rotina, pressões e preocupações, prazos… Será que não há como escapar? A solução para esse problema é simples e depende unicamente de nós. Algumas dicas para fazer com que a segunda-feira seja o início de uma ótima semana:

1 – Evite compromissos no domingo que acabem muito tarde
Sempre que nos envolvemos em festas e eventos que se prolongam até altas horas no domingo, temos menos tempo para descansar. Procure estabelecer o hábito de dormir o suficiente na noite de domingo para segunda, para que o seu corpo possa repor as energias necessárias para a semana de trabalho;

2 - Divirta-se durante a semana
Muitas pessoas deixam para fazer somente no final de semana aquilo que lhes dá prazer. É um erro! Nós precisamos de diversão e relaxamento todos os dias. Se distribuirmos o divertimento ao longo da semana, não ficaremos tão decepcionados quando o domingo terminar;

3 - Durma o suficiente todos os dias
Alguns de nós têm o hábito de dormir pouco durante a semana e “descontar” no sábado e no domingo. De nada adianta esse hábito, pois o corpo não fica esperando para repor as horas perdidas. O ideal é dormir todos os dias pelo menos 6 horas (o ideal pode variar entre 6 a 9 horas para cada pessoa);

4 – Controle o consumo de álcool
Bebidas alcoólicas podem atrapalhar o seu repouso e ainda por cima causar uma ressaca no dia seguinte;

5 – Concentre-se nas coisas positivas da segunda-feira
A segunda-feira pode ser um dia maravilhoso para colocar a conversa em dia, rever colegas de trabalho, buscar novos desafios. Faça da segunda-feira um dia estimulante e positivo para você;

6 – Agrade a você mesmo
Aproveite a segunda-feira para faze algo que seja bom para você. Almoce a sua comida preferida, compre um livro, telefone para um grande amigo, ouça o CD que você mais gosta. Espante assim qualquer “energia negativa” que o dia possa ter.

7 – Não se esqueça do mais importante
A segunda-feira é o segundo dia da semana.  Para ter uma semana maravilhosa, cuide bem do seu domingo e não comprometa o dia seguinte. Evite extravagâncias e aproveite a semana inteira com muita disposição.

VIVER É UMA OPORTUNIDADE


Viver é a oportunidade de fazer e de sentir coisas que nunca mais voltarás a fazer ou sentir...
Viver é um presente. Que te foi dado para que experimentes...
Viver é aproximar-se do tempo. Senti-lo. Degustá-lo. Ali, de onde tu vens e para onde regressarás, não há tempo. E aqui, na vida terrena, o lugar onde se pode experimentá-lo. Depois, quando voltares à realidade, viverás sem tempo. Não achas que é bom que fiques consciente dele?
Quanto à dor, à ignorância e ao desespero, agora tu não entendes, mas também são experiências únicas. Só na matéria, na imperfeição, é possível existir a tristeza, a impotência do doente e a amargura do que sofre e de quem vê sofrer... Amanhã, quando já não mais estivermos aqui, nada disso será possível.
Experimentar para que ninguém precise te contar...
Viver para que ninguém te conte.
Viver é experimentar a limitação porque amanhã serás ilimitado.
Viver é duvidar porque, em teu estado natural, não poderias te permitir a isso...
Viver é estar perdido, temporalmente. Depois acharás a ti mesmo, outra vez...
Viver é aceitar a morte; tu que, na verdade, jamais morreste nem voltarás a morrer...
Viver é divertir-se no aparentemente pequeno e insignificante.
Amanhã não será assim. Amanhã, quando regressares à realidade, grandes coisas te esperam...
Viver é despertar, regressar, chorar, sonhar, ver e não ver, querer e não poder, cair, levantar-se, saber e ignorar, despertar na obscuridade, ficar sem palavras, não partir, aborrecer-se, amar e deixar de amar, ser amado e deixar escapar, ver morrer e saber que vai morrer, trabalhar sem saber por que nem para quê, entregar-se, acariciar a criança, não esperar nada em troca, sorrir ante a adversidade, deixar que a beleza lhe abrace, ouvir e voltar a ouvir, contradizer-se, esperar como se fosse a primeira vez, envolver-se no que não quer, desejar acima de tudo, confiar, rebelar-se contra todos e contra si mesmo, deixar fazer, e sobretudo, olhar o céu... E tudo isso para que ninguém te conte depois que morrer...

(Cavalo de Tróia 9 – Caná - JJ Benítez)

quarta-feira, 29 de julho de 2026

VOCÊ É COMPETENTE EM INTELIGÊNCIA EMOCIONAL?

INTELIGÊNCIA EMOCIONAL NÃO É UMA QUALIDADE – SÃO HABILIDADES

Quando eu falo sobre inteligência emocional, não estou me referindo a uma característica específica. Inteligência emocional é um conjunto de habilidades que podem ser desenvolvidas. No meu modelo, essas habilidades são divididas em quatro domínios: autoconhecimento, autocontrole, consciência social e gestão de relacionamentos. Eu e Richard Boyatzis trabalhamos com o KF Hay Group para produzir uma ferramenta de avaliação das doze competências de inteligência emocional agrupadas em cada um desses quatro domínios que faz com que as pessoas se sobressaiam em seus ambientes de trabalho.
Competência é uma outra forma de dizer habilidade. É aprendida e aprendível. O próprio conceito de competência já existe por muitos anos. Eu e Richard trabalhamos com ele no começo do nosso trabalho com o professor de Harvard David McClelland. As empresas enxergaram isso como um método para determinar quais habilidades faziam com que os melhores funcionários fossem tão efetivos. Trata-se de uma informação importante e competitiva. As organizações olham para seus melhores funcionários e seus funcionários medianos e sistematicamente analizam o que eles veem nas pessoas do topo que não veem nos medianos. Então, eles buscam ajudar os funcionários a desenvolver essas competências e contratar e promover pessoas que parecem ser os melhores.
Em nossa pesquisa, especificamos as competências de inteligência emocional utilizadas por excelentes líderes que podem ser avaliadas objetivamente, de forma comportamental - todos podem ver, você sabe que está fazendo. Essas são as que incluímos no Emotional and Social Competencies Inventory (Inventário de Competências Emocionais e Sociais - ESCI). O ESCI é uma ferramenta de 360 graus, o que significa que um indivíduo completa uma pesquisa assim como pessoas que estão acima e abaixo delas em uma organização. Então, o indivíduo recebe a informação sobre sua própria auto-avaliação assim como avaliações anônimas feitas por outras pessoas.

AUTOCONHECIMENTO EMOCIONAL
Líderes que estão sintonizados com seus sentimentos e como eles afetam seu desempenho no trabalho. Eles utilizam seus valores para tomar decisões. Líderes que se conhecem emocionalmente são autênticos e conseguem falar abertamente sobre suas emoções.
Autocontrole

AUTOCONTROLE EMOCIONAL
Pessoas que possuem a habilidade de controlar suas emoções. Líderes com essa habilidade permanecem calmos e com pensamento claro em situações estressantes e mantém seu equilíbrio emocional.

INCLINAÇÃO PARA OBJETIVOS
Líderes que se mantém e mantém os outros em padrões altos. Eles trabalham com foco em objetivos desafiadores e mensuráveis. Eles buscam continuamente maneiras de melhorar seu desempenho e o desempenho de sua equipe.

VISÃO POSITIVA
Esses líderes enxergam cada situação como uma oportunidade, até aqueles que parecem ser um problema para outros. Eles enxergam as outras pessoas de forma positiva e esperam que eles façam o seu melhor. Eles esperam que as mudanças para o futuro sejam para o melhor.

ADAPTABILIDADE
Líderes com essa habilidade administram muitas demandas enquanto permanecem focados em seus objetivos. A incerteza é esperada e confortável para esses líderes. Eles se adaptam em resposta a novos desafios e são ágeis em se ajustar a mudanças repentinas.
Consciência social

EMPATIA
Líderes que conseguem compreender as emoções não ditas de um indivíduo ou um grupo. Eles escutam bem e facilmente compreendem as perspectivas dos outros. Líderes empáticos explicam suas ideias de formas que outras pessoas entendem e trabalham bem com pessoas de diversas culturas e perfis.

CONSCIÊNCIA ORGANIZACIONAL
Líderes que entendem todos os aspectos de uma organização: onde o poder formal e informal é exercido, relacionamentos que fornecem oportunidades para networking, conflitos, normas implícitas, e valores orientadores.
Gestão de Relacionamentos

INFLUÊNCIA
Líderes que possuem a habilidade de recorrer a outras e de conseguir apoio de atores chaves em uma situação. Eles são engajadores e persuasivos com indivíduos e grupos.

COACH E MENTOR
Líderes que têm interesse em ajudar os outros. Eles conhecem os indivíduos com quem trabalham, incluindo seus fortes e objetivos. Eles dão feedback construtivo para os colegas e ajudam os outros a focar em oportunidades de crescimento.

ADMINISTRAÇÃO DE CONFLITO
Estes líderes fazem um esforço em reconhecer diferentes perspectivas. Eles se concentram em ajudar todos a encontrarem um ponto em comum em que possam concordar. Eles permitem a opinião de todos e esforços diretos para encontrar uma resolução aceitável.

LIDERANÇA INSPIRACIONAL (INSPIRAÇÃO)
Um líder que inspira pode mudar pessoas. Sua articulação de missão compartilhada faz com que outros se juntem a ele. Eles mostram aos outros a razão por trás do trabalho diário.

TRABALHO EM EQUIPE
Esses líderes constroem uma atmosfera de cooperação, ajuda e respeito. Eles ajudam os outros a se comprometerem ao esforço do grupo. Eles ajudam uma equipe a desenvolver uma identidade, relacionamentos positivos e espírito.
Por Daniel Goleman
Fonte Administradores

terça-feira, 28 de julho de 2026

ADVOGADO, SERÁ QUE VOCÊ TEM ESPÍRITO DE LIDERANÇA?


Uma das diferenças fundamentais entre um chefe e um líder está na habilidade que o líder tem de estimular as pessoas e de conseguir fazê-las desenvolver todo o seu melhor potencial, aumentando a sua performance, acelerando o seu aprendizado e elevando os resultados da empresa ou do escritório.
O desenvolvimento de uma liderança eficaz é uma habilidade diferencial para o advogado que deseja obter melhores resultados na carreira, seja você dono do seu próprio escritório, coordenador de equipe, gerente ou diretor jurídico de uma empresa.
E desenvolver uma boa liderança é algo muito diferente de simplesmente exercer o poder sobre os seus colaboradores. Muita gente sabe mandar, mas não sabe liderar! Mandar é forçar ou coagir alguém a fazer a sua vontade, por causa de sua posição superior. Liderar, ao contrário, é a habilidade de influenciar pessoas a trabalharem com entusiasmo para atingir objetivos comuns.
Veja que eu disse que liderar é uma habilidade e sendo assim, é um comportamento a ser aprendido e desenvolvido por meio de um processo de mudança interna que requer autoconhecimento e quebra de paradigmas pelo líder, e para isso, o Coaching, poderoso processo de desenvolvimento humano, pode ser um excelente aliado.
Então, será que você tem espírito de liderança? Veja o quanto você tem comportamento de líder no teste abaixo:

  • Quanto me esforço para fazer o que não foi feito antes?
  • Quanto persevero nas minhas decisões?
  • Quanto sou justo com as pessoas?
  • Quanto me planejo para realizar meus objetivos?
  • Quanto me coloco no lugar do próximo?
  • Quanto descentralizo minhas atividades?
  • Quanto faço mais do que esperam de mim?

Agora pontue suas respostas de 5 a 10, some e classifique da seguinte forma: (de 35 a 45 – ruim, de 45 a 60 – bom, acima de 60 – excelente).

Lembre-se: Pessoas aturam chefes e idolatram líderes. Se você quer fazer uma diferença na vida das pessoas e influenciar positivamente, aprenda a desenvolver as habilidades da liderança.
Por Lisandra Thomé Coaching & Consultoria
Fonte JusBrasil Notícias

TRABALHA DE CASA? CONFIRA DEZ DICAS PARA MELHORAR SUA PRODUTIVIDADE


Por necessidade ou opção, muitos profissionais trabalham de casa. Enquanto o mundo discute se o home office é vantajoso ou não, por aqui o contratempo ainda é outro.
Quem já tentou cumprir uma tarefa em casa sabe como é complicado. A procrastinação é tentadora. Sem estar em uma ambiente profissional, as distrações são muitas: filhos, esposa (o), cama, geladeira, sofá ou o celular que está sempre à mão. A lista de complicadores é extensa.
O UOL consultou Tathiane Deândhela, especialista em produtividade, para listar dez maneiras de melhorar o rendimento do trabalho feito em casa.
"Cada vez que mudamos de uma tarefa para outra, perdemos de sete a 14 minutos para nos concentrarmos novamente", disse Tathiane. Confira as dicas.

1) FAÇA UM GRANDE ACORDO DE CONVIVÊNCIA
Se o trabalhador morar sozinho, obter certa tranquilidade é mais fácil. Agora, se a casa tem mais gente, o profissional deve fazer um acordo de convivência para que, em determinados períodos, não haja interrupções. Por isso é importante que os demais integrantes da casa tenham bem definidas as horas de labuta e de diversão, para que não atrapalhem quem precisa se concentrar no trabalho.

2) COLOQUE ROUPA ADEQUADA
Longe de ser um "dress code" ou uma regra de etiqueta, mas o trabalhador deve colocar uma roupa apropriada ao trabalho. Muitos, em casa, optam por ficar de pijamas o dia todo. O problema é que, dessa forma, o profissional não manda um comando para o cérebro de que está na hora do trabalho. Por isso a necessidade de se arrumar como fosse sair para visitar clientes, por exemplo.

3) UTILIZE OS "BALDES DE TAREFAS"
Para não haver tanta distração entre as tarefas, o trabalhador pode dividir o tempo como se ele coubesse em "baldes". Dentro desses recipientes, coloque tarefas similares em cada um deles.
Por exemplo: se precisa fazer algo na rua, coloque todos os compromissos externos nesse recorte de tempo e faça tudo de uma vez. O mesmo vale para um relatório, por exemplo: faça todas as tarefas semelhantes perto uma das outras e passe para o próximo balde. Dessa forma, a concentração irá melhorar, e o tempo será otimizado.

4) AMOR E DOR
Outra forma de aumentar a produtividade é baseada em um sistema de recompensas e penalidades. O profissional pode criar maneiras para parar de procrastinar (já que não há chefe cobrando a toda hora).
Assim, ele pode se dar ao luxo de, após cumprir uma tarefa, comer um bombom ou assistir a uma série na internet. Já, se não cumprir, deve depositar um dinheiro para algum amigo, por exemplo. Isso aumenta as probabilidades de cumprimento do prazo.

5) SEM NOTIFICAÇÕES OU MUITAS ABAS
As redes sociais são grandes vilãs para a concentração no trabalho. Uma dica para fugir desse perigo é desligar todas as notificações do celular e do computador. Assim, o profissional não ficará sempre parando para ver quem o está chamando. Outra dica é trabalhar com poucas abas abertas nos navegadores de internet para que a tentação não seja tão forte.

6) O CELULAR DEVE FICAR LONGE (OU ESCONDIDO)
Para se obter foco, o essencial é deixar o celular longe da mesa de trabalho. Coloque um volume que, caso o aparelho toque, possa atender. De resto, quanto menos celular, menos distração e mais trabalho. Agora, caso o aparelho seja fundamental no trabalho, insista na dica número cinco.

7) TIRE ALGUNS INTERVALOS, MAS TENHA HORÁRIO DEFINIDOS
De acordo com Tathiane, todos os seres humanos precisam de alguns intervalos. "É como na academia. Você faz um exercício e descansa. No trabalho em casa, também funciona", disse ela. Uma dica é trabalhar por 30 minutos e descansar por outros cinco minutos para beber um café, por exemplo.
Além disso, ter horários definidos é importantíssimo para criar hábitos. Quanto mais ele trabalhar no mesmo horário, mais natural isso será, e controlar todas as variáveis será mais fácil.

8) ORGANIZE O LOCAL DE TRABALHO
É importante que o profissional organize o ambiente de trabalho. Seja no quarto, cozinha ou escritório, quando começar a trabalhar, ele deve estar com tudo o que possa precisar em mãos. Dessa forma, não precisará parar (e demorar outros 14 minutos para voltar a se concentrar) a cada vez que necessitar de algo.

9) APRENDA EXERCÍCIOS QUE AJUDAM NA CONCENTRAÇÃO
Exercícios de respiração e mentalização auxiliam na concentração. Um exercício simples e muito eficaz é a regra dos quatro: inspire por quatro segundos, segure o ar com o peito cheio por outros quatro segundos, expire por quatro segundos também e, para finalizar, segure os pulmões vazios por outros quatro segundos. Qualquer prática que ajude a melhorar a concentração é válida.

10) EM ÚLTIMO CASO, PROCURE UM COWORKING OU CAFÉ
Se nada disso funcionar, a última instância é alugar um espaço de coworking, onde diversos profissionais trabalham, ou ir para um café ou praça pública. Talvez com diversas pessoas e menos distrações comuns (cama, geladeira etc.) o trabalhador se sinta mais confortável para desempenhar suas funções.
Por Vinicius Pereira
Fonte UOL Economia – Empregos e Carreiras

CONHECER AS PESSOAS

segunda-feira, 27 de julho de 2026

COMO SER UM BOM ADVOGADO?


Bom advogado
Diante da crise econômica e da forte concorrência no mercado de trabalho, um bom advogado precisa inovar. Caso contrário, perderá a oportunidade de conquistar novos clientes para o seu escritório de advocacia.
Algumas orientações para que você aprenda como ser um bom advogado. Aqui, não mostraremos leis e códigos, apenas alguns segredos para aplicar em seu dia a dia.

Invista no marketing de relacionamento
Sabemos o quanto um bom relacionamento com o cliente é importante. Quando aplicamos esse conceito em nossa rotina, conhecemos melhor o cliente, descobrimos os seus pontos fortes e fracos e fica mais fácil para desenvolver estratégias de acordo com as suas expectativas.
O estatuto da OAB proíbe a propaganda tradicional. No entanto, você ainda pode fazer muitas ações de marketing jurídico para captar e conquistar clientes.
Ademais, o marketing jurídico online está em crescimento e você deve sair na frente para aproveitar o momento e criar sua autoridade digital.

Solucione o problema do cliente
Ao receber um novo processo em seu escritório de advocacia, não encare aquele desafio como apenas um novo trabalho.
Demonstre para o cliente que você está interessado em solucionar o problema. Dessa forma, você conquista autoridade e confiança na relação. Para isso, é necessário seguir algumas recomendações, entre as quais:
·        adapte a sua linguagem ao seu cliente;
·        não gaste seu tempo falando o óbvio;
·        ouça o que seu cliente tem a dizer;
·        apresente suas soluções e estratégias;
·        coloque-se a disposição sempre quando for necessário;
·        ofereça um atendimento personalizado.

Busque atualização frequentemente
Para ser um bom advogado, você não pode parar o seu conhecimento, afinal, o mercado é muito dinâmico e perder qualquer informação poderá comprometer o seu trabalho.
No entanto, não é necessário fazer todos os cursos que aparecerem em sua frente. É importante escolher aquele que agregará valor para a sua área de atuação.

Use a tecnologia ao seu favor
A tecnologia é essencial para otimizar o seu trabalho. No entanto, é importante deixar claro que ela não pode dominar os seus processos, afinal, o seu toque pessoal é fundamental para o cliente.
No mercado é possível encontrar diversas tecnologias que facilitam o dia a dia. Já parou para pensar quanto tempo você gasta procurando documentos importantes para uma audiência?
Com um software de gestão, por exemplo, esse problema poderá ser evitado, afinal, todos os documentos ficarão centralizados em um único ambiente.

Torne-se um gestor
Adquira conhecimento e formação em gestão. Advogados são profissionais liberais e, no dia a dia, acabam lidando com temas que a faculdade de direito não os preparou adequadamente como:
·        marketing;
·        vendas;
·        liderança;
·        gestão de projetos;
·        estratégia;
·        organização;
·        gestão empresarial.

Certamente, um bom curso na área gestão ou um verdadeiro MBA são imprescindíveis para quem deseja ser um bom advogado.

Tome decisões corretas
Um dos maiores desafios de um advogado é tomar decisões com inteligência. Entre as mais importantes, estão a aceitação de um novo sócio, a contratação de novos colaboradores, o fechamento de um contrato ou a concessão de um desconto solicitado pelo cliente.

Algumas orientações para que você acerte em sua escolha:
·        conheça o problema antes de tomar uma decisão;
·        levante todas as alternativas possíveis;
·        desenvolva ações para executar uma decisão;
·        verifique quais são os desdobramentos de cada opção.
·        Aproveite a oportunidade da mediação
·        Os métodos alternativos de resolução de conflitos estão crescendo com o novo código de processo civil.

Aproveite a oportunidade qualificando-se em mediação ou arbitragem e ofereça aos seus clientes a solução do problema e não apenas o litígio tradicional.

Procure ter diferenciais frente aos outros advogados
O mercado da advocacia no Brasil pode ser visto como super competitivo pelos advogados que nele atuam. No entanto, ao comparar com o mercado nos Estados Unidos, os brasileiros têm um mercado pouco competitivo.
Certamente, a competitividade deve ampliar na atuação jurídica no Brasil e fazer mais do mesmo acabará por não gerar resultados nem para os advogados nem para clientes.
O caminho para atuar em mercados competitivos é destacar-se oferecendo algo melhor e diferenciado frente aos seus concorrentes.

Tenha uma boa comunicação
É imprescindível que os advogados tenham uma boa comunicação oral e escrita, além de serem bem articulados para conversarem com diferentes tipos de público. Deve-se ter a noção de que um cliente não tem o mesmo conhecimento em Direito do que os juízes e promotores.
De tal forma, ao se comunicar com diferentes pessoas, é preciso adaptar os discursos. Explique os termos jurídicos aos clientes, por exemplo. Assim você conseguirá passar mensagens claras e que são facilmente compreendidas.

Saiba como desenvolver um planejamento estratégico
O planejamento estratégico é oriundo da área da administração, mas isso não quer dizer que ele não possa ser desenvolvido por outros segmentos profissionais. Saber planejar é importante para que se saiba quais são os riscos e oportunidades que o mercado oferece, bem como potencializar as suas forças e amenizar as suas fraquezas.
É recomendado que o planejamento inclua a sua carreira como advogado, escolhendo cursos complementares que podem ser realizados, por exemplo. Também deve ter foco no escritório em si, como investimentos em melhorias.

Seja fluente em uma língua estrangeira
O mundo está cada vez mais globalizado e é por isso que dominar uma língua estrangeira é algo que cada vez mais é necessário para profissionais do Direito. Assim, é possível buscar mercados externos, conhecer leis de outros países e também fazer cursos de qualificação no exterior.
O inglês é considerado a língua universal, sendo uma exigência para os advogados que desejam trabalhar em atos de comércio internacional. Porém, também pode ser interessante conhecer outros idiomas, como o espanhol e o francês, aumentando assim o seu diferencial.

Busque por especializações
É interessante que os advogados busquem por especializações e que sempre continuem estudando e buscando por novos conhecimentos. Apenas assim será possível manter-se ativo no mercado e realmente ser um bom advogado.
Além de mestrados, doutorados, MBAs e outros tipos de pós-graduação, também é importante que sejam feitos cursos rápidos e de curta duração.

Saiba como mediar conflitos
Também é preciso para o profissional do Direito, saber como mediar conflitos, principalmente nos tribunais ou audiências em que há discordâncias entre as partes envolvidas.
Para fazer a resolução de conflitos, podem ser adotados os chamados métodos alternativos de conciliação, mediação, autocomposição e arbitragem. Colocando-os em prática, você terá mais facilidade para ser um bom advogado, trazendo resultados positivos aos seus clientes.

Por Juri Descomplica
Fonte direitoprofissional.com

DIFERENÇA ENTRE CONSULTORIA E ASSESSORIA

Qual a diferença entre consultoria e assessoria?

O que é consultoria?
Consultoria pode ser definida como um serviço de aconselhamento contratado por organizações junto a pessoas qualificadas e especialmente treinadas para lhes dar, de uma forma objetiva e independente, a possibilidade de identificar problemas gerenciais e oportunidades de melhoria. A consultoria analisa estes problemas e aponta soluções, chegando até a facilitar a implantação ou indicar assessores para que o façam, mas o consultor NÃO participa diretamente da implantação das soluções e aí está justamente a maior diferença entre consultoria e assessoria.
Basicamente as atividades da consultoria são palestras, treinamentos, pesquisas, estudos, comparações, análises, elaboração de pareceres, entre outros.

O que é assessoria?
A assessoria é o ato de assessorar, ou seja, é o ato de ajudar, assistir, auxiliar, coadjuvar ou colaborar com determinado processo. Na assessoria os problemas são identificados e as soluções implantadas com a participação direta do assessor interferindo nos processos da empresa.
Um exemplo comum de assessoria é a contábil. Na assessoria contábil a empresa fornece todos os subsídios para que o contador elabora a contabilidade da empresa. Veja que o trabalho do contador (assessor contábil) é realizar todos os cálculos e planejamento tributário, apenas informando e inteirando o empresário do processo. Outro exemplo bem didático de assessoria é a jurídica. A empresa contrata o advogado que toma todas as providências em relação aos processos em que a empresa é parte, havendo a participação do empresário somente quando indispensável. Basicamente a diferença entre consultoria e assessoria é que a assessoria entrega a solução pronta, completa, enquanto a consultoria entrega um parecer, um caminho para que seja implantada a solução.

Qual a diferença entre consultoria e assessoria?
Conforme informado acima, a maior diferença entre consultoria e assessoria está na forma de prestação do serviço. O consultor é contratado para realizar um diagnóstico, identificar falhas ou melhorias possíveis e indicar ao empresário alternativas para a solução de determinado problema, chegando até a indicar profissionais ou empresas que possam auxiliar no processo de implantação da solução, mas não participa diretamente das atividades de implantação em si. O que não o impede de acompanhar e verificar os resultados. 
Já o assessor é contratado para entregar uma solução pronta, seria como um segundo passo após a consultoria. O assessor tanto pode iniciar os trabalhos a partir de um diagnóstico realizado por uma consultoria (ou pelo próprio empresário), quanto pode começar do zero e passar por toda fase de diagnóstico e planejamento da solução.
Agora que você já conhece a diferença entre consultoria e assessoria, cabe a você decidir qual a mais apropriada para o momento do seu negócio.

Quando utilizar consultoria e quando utilizar assessoria?
A consultoria é recomendada quando o empresário deseja ter um diagnóstico completo da organização e precisa saber por onde começar, conhecer os fatores críticos de sucesso que não estão sendo bem desenvolvidos, identificar possibilidade de melhoria na gestão e elaborar um plano de ação para iniciar o desenvolvimento das soluções.
Em um mundo ideal todos os pequenos empresários seriam experts em gestão e administração de empresas, mas, como visto em um dos comerciais do SEBRAE (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas), ninguém abre uma padaria por ser especialista em gestão. De modo geral as Pequenas Empresas nascem de uma paixão do empresário por seu ramo de atividade, sendo assim, muitos encontram dificuldade para lidar com a complexidade da gestão de um pequeno negócio.
Neste sentido, muitas vezes não vale a pena o empresário investir tempo e dinheiro se capacitando em algo que não é sua especialidade, sendo mais econômico e inteligente contratar um assessor para cuidar de assuntos que o empresário tenha dificuldade em desenvolver.
Portanto, um bom indicador para que empresário identifique qual a melhor hora para contratar uma assessoria ao invés de uma a consultoria é quando determinada atividade lhe consome muita energia e empenho. Vamos exemplificar: suponha que o empresário é excelente em coordenar os operários no chão de fábrica, mas perde muito tempo e encontra enorme dificuldade em questões relacionadas a marketing. É mais indicado contratar uma assessoria em marketing, para que sobre energia e ele desenvolva outras atividades, do que deixar que este departamento “se arraste”, de modo que ele não faça 100% nem uma coisa, nem outra.
Se você encontra dificuldade em organizar e gerenciar departamentos específicos da sua empresa, como financeiro, marketing, processos, entre outros, veja se não é mais vantajoso pedir ajuda de um profissional especializado no assunto para que lhe sobre tempo e energia para as atividades que agregam mais valor ao seu negócio.
Fonte Acerto Consultoria

A PROVA É ESSENCIAL PARA GANHAR UMA AÇÃO JUDICIAL


Rotineiramente pessoas reclamam porque acham que estão repletas de razão, mas perdem as ações judiciais que propõem. Em geral, nestes casos, argumentam que a culpa é do juiz, do advogado, da outra parte. Enfim, ficam consternadas com uma situação que entendem como absolutamente injusta.
Existe, entretanto, um aspecto que é preciso perceber quando se ingressa com uma ação judicial,  o de que a produção da melhor prova possível é essencial. É que o juiz que julgará a causa tem como universo os limites do processo, ou seja, é daquilo que estiver encartado no processo que ele tirará suas conclusões sobre os fatos e o direito das partes. Em suma, se eu pretendo alegar que, por exemplo, paguei uma dívida, então tenho que apresentar para o juiz o comprovante do pagamento.
As pessoas se preocupam muito pouco, inclusive as empresas, em obter e manter provas de seus próprios direitos, ainda que não se tenham a pretensão de ingressar com qualquer ação judicial. Não existem, muitas vezes, comprovantes básicos de relações contratuais ou comerciais mantidas com terceiros.
Muitas empresas empregadoras ficam indignadas com o fato de que saem vencidas em determinadas reclamações trabalhistas, na quais há, algumas vezes, evidente má fé do empregado. Para enfrentar esta ação judicial, contudo, a empresa teria que ter provas da conduta do empregado, ouvir em audiência testemunhas que realmente conhecem os fatos, mandar como proposto. Seu representante, pessoa também conhecedora dos fatos, inclusive dos detalhes necessários. Ocorre que, na maioria das vezes, não há provas, as testemunhas nada sabem e o proposto nem conheceu empregado que ingressou com a ação judicial. A chance de que a empresa perca a ação é muito grande.
A mesma situação se verifica em qualquer outra ação judicial. Atualmente pode-se dizer que “está na moda" ingressar com ações judiciais alegando que determinadas cláusulas de um contrato são abusivas, mesmo que já se tenha cumprido parte do contrato, em especial quando as prestações, por exemplo, se tornam muito elevadas, nada como valer-se de uma ação judicial para dizer que não entendeu muito bem o contrato e de que se é o hipossuficiente na relação contratual. Nesta hipótese se houvesse provas de que a pessoa leu e entendeu o contrato, firmando-se declaração nesse sentido, bem como se fosse colhida informação sobre o grau de escolaridade dessa mesma pessoa, houvesse melhor defesa para as empresas, que muitas vezes se deparam com situações judiciais inusitadas, como a de um advogado alegando que foi enganado em um contrato e, o que é pior, ganhando a ação judicial.
Qualquer relação jurídica sempre precisa estar bem comprovada, pois não na hora de ingressar ou de contestar uma ação judicial que se produzirá provas. As provas devem ser produzidas durante toda a relação comercial ou contratual. Até mesmo no casamento, relação contratual por natureza, quem quer comprovar que amealhou parte do patrimônio conjugal apenas com o fruto exclusivo do seu trabalho, precisa ter prova desse fato, pois caso contrário o patrimônio pertencerá, via de regra, aos dois cônjuges, observadas as exceções legais.
Outra espécie de “moda" é pleitear sempre dano moral, nem que não se tenha sofrido qualquer dano. Uma boa forma de produzir boas provas quanto à este tipo de pedido é,  dentre outras: na esfera trabalhista, o de impedir fiscalizar o tratamento dos superiores hierárquicos aos seus subordinados, o de demitir pessoas por meio do departamento do departamento de recurso humanos e não diretamente; nas relações de consumo, o de sempre responder formalmente as eventuais reclamações dos clientes; nas relações comercias e contratuais a de não desrespeitar a outra parte da relação em nenhum momento.
De qualquer forma, a produção de prova deve ser preventiva, pois as melhores delas são aquelas obtidas no exato momento em que ocorreram os fatos.

Por Ana Paula Oriola De Raeffray
Fonte Última Instância

7 ATITUDES SIMPLES PARA TER UMA SEMANA DE TRABALHO FELIZ

Especialistas lembram: o trabalho mais incrível do mundo também tem seu lado B; veja como tirar o melhor do seu

A decisão por uma rotina de satisfação no trabalho é individual

Para muita gente, segunda-feira é sinônimo de início da maratona de uma agenda de atividades repletas de pesar.
A razão para isso, em alguns casos, é a desconexão entre o que a pessoa é e o que o trabalho dela oferece (ou permite). Se o profissional é um artista, por exemplo, provavelmente, ficará muito entediado em uma função que exija repetição.
Em outros casos, no entanto, a intermitente insatisfação passa pela falta de percepção prática de que nem tudo na vida é perfeito – nem mesmo a carreira dos sonhos.
“O emprego ideal é aquele em que 70% do tempo você faz o que adora e 30%, coisas desagradáveis”, explica Eduardo Ferraz, autor do livro “Seja a pessoa certa no lugar certo”.
Ou seja, até a melhor das situações tem também seu lado B. E cabe a cada profissional aprender a se adaptar a este fato da vida.
Algumas estratégias simples, como criar um ciclo de recompensas ou ajustar sua maneira de encarar a vida, podem ser úteis para o processo de lapidação da felicidade no trabalho. Confira:

1 Alinhe expectativas
O primeiro passo para uma semana mais plena está em colocar os pés no chão e ajustar suas expectativas com o tom da realidade.
Por exemplo, não adianta se encher de esperança de que os dias serão tranquilos se o prazo para entrega de um projeto está logo ali. Tampouco ficar ranzinza por isso.
“A vida é uma continuidade, ela não dá saltos”, diz Ferraz. “É ação e reação. A semana atual é consequência do seu histórico da semana passada, da retrasada e do mês passado”.
Ter consciência disso é a base para preparar o corpo e a mente para o que está por vir – sem stress exagerado ou frustração eminente.

2 Questione seus caminhos
Feito isso, é hora de avaliar as coordenadas que você está seguindo para viabilizar a própria carreira. “Reserve quinze minutos do dia para pensar no que é estratégico. Você está na direção que você quer? Está fazendo algo por que escolheu?”, sugere Alex Bonifácio, autor do livro “Pense Grande”.
Ao fazer este tipo de questionamento, ele explica, é possível dar prioridade ao que realmente é importante e, se necessário, até fazer mudanças de rota. “Você aumenta o aproveitamento no longo prazo”, diz.

3 Tenha metas
Além de garantir foco, metas também oferecem o necessário senso de direção – item que contribui para a satisfação pessoal.
Isso significa que ter claros objetivos de longo prazo é essencial, mas não suficiente. Segundo os especialistas, é preciso também criar metas de curto prazo que garantam a você pequenas vitórias ao longo do processo.
“A gente tem que comemorar os pequenos avanços em todas as etapas”, afirma Mônica Latorre, da Ativar.
Assim, mesmo se a meta de longo prazo não for alcançada, você terá condições de se alegrar e minimizar a frustração.

4 Dê presentes para si mesmo
Outra estratégia para elevar os índices de satisfação é criar um ciclo de recompensas. Funciona mais ou menos assim: cada pequeno avanço em direção ao seu objetivo vale um presente ou um mimo.
“Dê a si mesmo uma massagem, um almoço em um bom restaurante, um tempo livre”, enumera Ferraz. “Somos movidos por pequenas metas, as de longo prazo podem ser frustrantes”.

5 Desafie-se
Crie o hábito de deixar a sua zona de conforto e “subir a régua”. “Nossas potencialidades são ilimitadas, a gente tem que se provocar para extrair cada vez mais do nosso potencial”, diz Mônica.
Em outras palavras, toda semana, tente se colocar em um lugar ou uma situação que nunca esteve antes. Crie desafios inéditos. “Isso nos move a querer mais”, afirma a especialista.

6 Coloque os custos no papel
“A gente presta pouca atenção nos custos invisíveis que não aparecem no balanço, mas deixam a semana pesada e o trabalho mais penoso”, diz Bonifácio.
Neste sentido, já parou para pensar no preço de reclamar de tudo ou quanto custa gastar horas em reuniões intermináveis? E o que você perde ao não compartilhar ideias ou usar o próprio potencial?
Pois bem. Antes de dar uma resposta atravessada, guardar seu talento para si por causa do medo ou perder tempo com ninharias, faça uma avaliação de custo-benefício e opte pelo caminho mais leve.

7 Lembre-se: não está fácil para ninguém
Como já dissemos, nada na vida é perfeito. Lembrar-se diariamente disso pode ajudá-lo a encarar os “poréns” do seu trabalho com menos pesar.
“Tenha a noção de que as coisas não são fáceis para ninguém, nem para quem está no trabalho mais espetacular do mundo”, diz Ferraz. Ou seja, se consola, você não está sozinho diante das imperfeições da sua carreira.
Por Talita Abrantes
Fonte Exame.com