Luiza's Blog
quinta-feira, 25 de junho de 2026
OS 12 ESTÁGIOS DA SÍNDROME DE BURNOUT
A Síndrome de Burnout é um distúrbio psíquico
de caráter depressivo, precedido de esgotamento físico e mental intenso,
definido em livros médicos como "um estado de esgotamento físico e
mental cuja causa está intimamente ligada à vida profissional".
A denominação vem do inglês "to burn
out" (queimar por completo), também chamada de síndrome do esgotamento
profissional; foi assim chamada pelo psicanalista nova-iorquino Herbert J. Freudenberger,
após constatá-la em si mesmo, no início dos anos 1970.
A dedicação exagerada à atividade
profissional é uma característica marcante da síndrome, mas não a única. O
desejo de ser o melhor e sempre demonstrar alto grau de desempenho é outra fase
importante da síndrome: o portador de Burnout mede a auto-estima pela capacidade
de realização e sucesso profissional.
Sofre com o que tem início com satisfação e
prazer, mas que termina quando esse desempenho não é reconhecido.
Nesse estágio, a necessidade de se afirmar e
o desejo de realização profissional se transformam em obstinação e compulsão. O
paciente nesta busca sofre, além de problemas de ordem psicológicas, forte
desgaste físico, gerando fadiga e exaustão.
É uma patologia que atinge em maior número
membros da segurança pública, da saúde pública e da educação - segundo o
psicanalista estadunidense.
Os 12 estágios de
Burnout
1. Necessidade de se afirmar ou provar ser
sempre capaz;
2. Dedicação intensificada - com predominância
da necessidade de fazer tudo sozinho e a qualquer hora do dia (é o chamado
imediatismo);
3. Descaso com as necessidades pessoais. Por
exemplo: comer, dormir, sair com os amigos começam a perder o sentido;
4. Recalque de conflitos: o portador percebe
que algo não vai bem, mas não enfrenta o problema. É quando ocorrem as
manifestações físicas;
5. Reinterpretação dos valores - isolamento,
fuga dos conflitos. O que antes tinha valor sofre desvalorização: lazer, casa,
amigos, e a única medida da auto-estima é o trabalho;
6. Negação de problemas - nessa fase os
outros são completamente desvalorizados, tidos como incapazes ou com desempenho
abaixo do seu. Os contatos sociais são repelidos. Cinismo e agressão são os
sinais mais evidentes;
7. Recolhimento e aversão a reuniões (anti-socialização);
8. Mudanças evidentes de comportamento (dificuldade
de aceitar certas brincadeiras com bom senso e bom humor);
9. Despersonalização (evitar o diálogo e dar
prioridade aos e-mails, mensagens, recados etc);
10. Vazio interior e sensação de que tudo é complicado,
difícil e desgastante;
11. Depressão - marcas de indiferença,
desesperança, exaustão. A vida perde o sentido;
12. Finalmente, a síndrome do esgotamento
profissional propriamente dita, que corresponde ao colapso físico e mental. Esse
estágio é considerado de emergência e a ajuda médica e psicológica tem que ser
prestadas com urgência.
Segundo o Dr. Jürgen Staedt, diretor da clínica
de psiquiatria e psicoterapia do complexo hospitalar Vivantes, em Berlim, parte
dos pacientes que o procuram com depressão são diagnosticados com a síndrome do
esgotamento profissional.
O professor de psicologia do comportamento
Manfred Schedlowski, do Instituto Superior de Tecnologia de Zurique, registra o
crescimento de ocorrência de Burnout em ambientes profissionais, apesar da
dificuldade de diferenciar a síndrome de outros males, pois ela se manifesta de
forma muito variada: "Uma pessoa apresenta dores estomacais crônicas,
outra reage com sinais depressivos; a terceira desenvolve um transtorno de
ansiedade de forma explícita", e acrescenta que já foram descritos mais de
130 sintomas do esgotamento profissional.
Burnout é geralmente desenvolvida como
resultado de um período de esforço excessivo no trabalho com intervalos muito
pequenos para recuperação.
Pesquisadores parecem discordar sobre a
natureza desta síndrome. Enquanto diversos estudiosos defendem que Burnout
refere-se exclusivamente a uma síndrome relacionada à exaustão e ausência de
personalização no trabalho, outros percebem-na como um caso especial da depressão
clínica mais geral ou apenas uma forma de fadiga extrema - portanto omitindo o
componente de despersonalização.
(Com informações do Wikipédia e da redação
do Espaço Vital).
Fonte JusBrasil Notícias
quarta-feira, 24 de junho de 2026
BONS OUVINTES SE SAEM MELHOR NA HORA DE RESOLVER CONFLITOS
Saber escutar é uma
das principais características de um líder. Conheça as vantagens de ser um bom
ouvinte
Para bom entendedor, meia palavra basta, diz
a sabedoria popular. Ela reflete uma das características mais inconfundíveis
dos bons ouvintes: a capacidade de compreensão. Esse comportamento, baseado em
uma postura atenta e ponderada, porém ativa, é capaz de melhorar os
relacionamentos e inspira credibilidade e sabedoria no ambiente profissional.
“É muito comum ver uma pessoa que parece
escutar o outro, mas está com a cabeça longe, pensando em outras coisas. Quem não
presta atenção ao diálogo já vai logo imaginando argumentos para contradizer o
outro, criando conflitos. O bom ouvinte, ao contrário, abre mão de qualquer
julgamento e colhe todas as informações que precisa, resultando numa conversa
tranquila, sem atritos”, explica Cibele Nardi, coach e especialista em
comportamento.
Pessoas muito dispersas e com uma postura
arrogante têm dificuldade para abrir espaço para o diálogo horizontal e acabam
funcionando como um “repelente” de relacionamentos. O extremo oposto também não
é saudável: todo mundo gosta de se sentir que é compreendido, por isso a escuta
passiva pode ser interpretada como uma atitude desinteressada do ouvinte.
Ser extrovertido, porém, não significa ser
incapaz de prestar atenção ao que os outros falam. “Para não correr esse risco,
é necessário ser uma pessoa empática, ou seja, saber se colocar no lugar do
outro. Mesmo que você tenha vontade de falar e goste de interagir, é preciso
saber o momento certo para falar”, ressalta Eduardo Ferraz, consultor em gestão
de pessoas.
Liderança
Essa habilidade também é vista como uma
vantagem estratégica no mercado de trabalho. “Os grandes negociadores são bons
ouvintes, você nunca vai escutar um negociador matraca, que não dá atenção aos
seus clientes. Essas pessoas prestam atenção também aos gestos do outro e não
ficam alheios ao que está acontecendo, por isso eles costumam se sair melhor em
situações de conflito”, acrescenta Eduardo Ferraz.
Além de terem uma postura muito mais lógica
e racional no meio profissional, bons ouvintes são líderes que inspiram confiança,
credibilidade, respeito e sabedoria.
“Você transmite a imagem de alguém que faz a
diferença e traz harmonia aos relacionamentos. Na função de líder, essa pessoa
vai ser mais reconhecida e conseguirá obter mais resultados da própria equipe. Todo
mundo quer conviver com pessoas assim”, afirma Cibele Nardi.
Ego controlado
Como eles valorizam a escuta ativa e evitam
julgamentos precipitados durante um diálogo, as expectativas em relação a outra
pessoa acabam sendo reduzidas. Bons ouvintes não se deixam levar pelo próprio
ego, que na maioria das vezes só causa sofrimento a todos os envolvidos, sejam
eles ouvintes ou não.
Com o ego controlado e julgando menos as
ideias e atitudes das outras pessoas, ou seja, trabalhando apenas com situações
e exemplos concretos, baseados no que as outras pessoas realmente disseram, os
bons ouvintes conseguem lidar melhor com situações de frustração.
Humildade e harmonia
“Uma pessoa que atropela a fala dos outros
acaba passando uma imagem arrogante, é falta de educação. Ninguém gosta de
conversar com pessoas assim”, pontua Manuela Rodriguez, especialista em
comunicação e comportamento. Humildade é um traço recorrente entre as pessoas
que sabem ouvir. Em vez de impor uma ideia ou argumento aos outros, eles buscam
agregar algo de bom à discussão, ou apenas tirar alguma lição importante
daquela conversa.
A principal consequência dessa atitude é que
conflitos e brigas por conta de opiniões diferentes são evitadas, tornando as
relações mais harmoniosas e construtivas.
“Essa é uma postura que pode ser levada até para
o relacionamento a dois. Quantas vezes os casais não começam uma briga por um
motivo bobo, mas transformam aquilo em algo ainda maior, por não terem essa
humildade?”, questiona Manuela Rodriguez.
Sabedoria
Melhorar a capacidade de ouvir os outros é amadurecer,
tornar-se uma pessoa menos apegada em relação às próprias ideias. Ser sábio,
portanto, é compreender que o mundo não pensa exatamente como você e não há nada
de errado com isso. Todos podem contribuir de alguma maneira durante uma
conversa, mesmo que as ideias sejam conflitantes.
O primeiro passo para ser um bom ouvinte é ter
consciência de que essa habilidade precisa ser trabalhada, ou seja, vale deixar
a vaidade de lado e assumir que tem escutado os outros com pouco empenho e atenção.
“A partir daí, o importante é estabelecer metas
para diminuir a ansiedade e melhorar a concentração, atributos fundamentais
para quem quer prestar mais atenção aos outros. Ser uma pessoa mais segura também
é válido, pois as ideias param de se basear no achismo e, consequentemente,
julga-se menos”, finaliza Cibele Nardi.
Por Giovanna Tavares
Fonte iG Comportamento
FAÇA ISTO SE QUER AUMENTAR A CHANCE DE DESENVOLVER INTELIGÊNCIA EMOCIONAL
O Quociente
Emocional (QE) ganhou destaque no mundo do trabalho por ser comprovadamente um
fator determinante no sucesso. Confira como saber mais sobre isso
Não é raro que o modo como você lida com
situações de pressão seja investigado durante um processo de seleção.
“Recrutadores identificam na história do
candidato momentos em que foram exigidos resiliência e autocontrole para lidar
com obstáculos”, explica a gerente de produtos e educação da Fundação Estudar, Anamaíra
Spaggiari.
O interesse nas passagens marcantes da vida
dos candidatos é medir seu nível de inteligência emocional. Discutido, analisado
e estudado desde a década de 1960, o Quociente Emocional (QE) ganhou destaque
no mundo do trabalho por ser comprovadamente um fator determinante no sucesso
para a esmagadora maioria das profissões.
Pesquisa da TalentSmart mostra que a relação
entre a inteligência emocional e o salário é direta: a cada ponto adicional no
QE representa um ganho de 1,3 mil dólares no salário anual. Isso vale para
qualquer área de trabalho seja qual for a região do planeta.
A grande questão é que, após mais de meio
século de estudos e pesquisas sobre o tema, só há alguns poucos anos que o
desenvolvimento das habilidades sócio-emocionais vem ganhando espaço teórico
nos currículos de escolas e universidades.
E o movimento ainda é tímido, sobretudo no
Brasil, onde a distância entre o conhecimento ensinado nos bancos da escola e a
exigência do mercado de trabalho é grande.
Na análise da gerente de educação da
Fundação Estudar, a adaptação do sistema educacional brasileiro às demandas
atuais do mercado de trabalho passa obrigatoriamente pelo aumento de atividades
práticas na grade curricular.
Pesquisa realizada pela Fundação Estudar, obtida
pelo Site Exame, com 375 universitários e recém-formados com média de idade de 23
anos mostra que 79% sentem a faculdade deixa a desejar em algum ponto, sendo
que 87% deles apontam que o que falta é ensino prático e atual. Os dados foram
colhidos no ano passado.
“Quando envolve prática, vêm os projetos e, com
eles, começam as surgir as demandas por habilidades emocionais”, diz Anamaíra. O
desenvolvimento de competências sócio emocionais como disciplina formal
ocorreria depois que as instituições de ensino elaborassem currículos mais
práticos.
Enquanto isso não acontece, cabe aos
interessados em desenvolver o quociente emocional de outras formas. Jovens que
participam de projetos extracurriculares ou que integram organizações
estudantis conseguem, em geral, desenvolver mais seu QE. Entrar para a gestão
do centro acadêmico, da atlética, participar de empresa júnior, fazer trabalho
voluntário, investir numa experiência de intercâmbio são algumas das indicações.
Os desafios dessas atividades são gatilho
importante, mas é preciso antes saber mais sobre o que é, de fato, essa
habilidade. Anamaíra sugere cinco livros que podem ajudar nesse processo e ela
também indica um teste desenvolvido pela Fundação Estudar, para medir o QE.
1 – “Inteligência
Emocional”, de Daniel Goleman
É o grande clássico sobre o assunto, publicado
pela primeira vez em 1995, nos Estados Unidos. Esse livro mudou a forma como se
encara a inteligência introduzindo o conceito de duas mentes, a racional e a
emocional, como juntas tem impacto no destino do indivíduo.
Reconhecer emoções tem papel central no
desenvolvimento da inteligência, já que a incapacidade de lidar com sentimentos
pode minar a experiência escolar, acabar com carreiras promissoras e interferir
em nossas vidas.
O livro também mostra quais cinco
habilidades-chave da inteligência emocional e em que medida elas determinam o
êxito nos relacionamentos, trabalho e até no bem-estar físico.
2 – Antifrágil, de
Nassim Nicholas
O estado de incerteza deve ser desejável e
esse livro explica que ele permite a construção de coisas mais concretas, ou
seja, menos frágeis e dependentes de estabilidade.
A obra analisa inovações que surgiram a
partir do método de tentativa e erro. Também há estudos relacionando incerteza
e tomada de decisão, política, planejamento urbano, guerra, finanças pessoais, sistemas
econômicos e medicina.
Por Camila Pati
Fonte Exame Online
8 HÁBITOS QUE PODEM TE AJUDAR A FICAR RICO MESMO COM UM SALÁRIO BAIXO
É POSSÍVEL CONSTRUIR
FORTUNA E TER UMA APOSENTADORIA TRANQUILA MESMO GANHANDO POUCO, GARANTEM
PLANEJADORES FINANCEIROS
Se você não faz parte da pequena (e
privilegiada) parcela da população rica, é preciso fazer fortuna com o salário
que recebe - mesmo que ele seja pouco atrativo. Para o planejador financeiro do
site de finanças LearnVest, David Blaylock, é possível fazer fortuna mesmo
ganhando pouco.
Em um artigo publicado no site Business
Insider, Blaylock explica que o modo mais prático para isso é cultivar hábitos
que te ajudem a poupar dinheiro. “Eu faço uma revisão periódica de todas as
assinaturas que eu tenho - aquelas que atingem meus cartões de crédito todos os
meses”, exemplifica o planejador. “Você ficaria surpreso com quantas
assinaturas que nós temos e quantas não são utilizadas. Você poderia guardar
esse dinheiro, que soma quantidades significativas a cada mês.”
“A maioria das pessoas ganha mais de um milhão
de dólares ao longo de sua vida profissional, mas poucas se tornam milionárias”,
disse a planejadora financeira, Nancy Butler. “Como elas gastam o dinheiro
certamente faz a diferença.”
Ambos planejadores listaram mudanças simples
no cotidiano que podem ajudar qualquer pessoa - independente de quanto ganha - a
ter num futuro não tão distante uma conta mais “gorda”. Confira abaixo 8 desses
hábitos:
1. INVERTA SEU PENSAMENTO
Depois que o governo abate grande parte do
salário e as contas são pagas, não sobra muita coisa para aproveitar o resto do
mês - o que pode dar a ideia de que poupar para a aposentadoria parece algo
impossível. Mas, para construir a riqueza, é necessário uma mudança nesta
mentalidade. Ou seja, em vez de gastar o resto do seu salário líquido, reserve
uma parte também para aposentadoria (assim como foi reservada para os impostos
e para as contas) de olho nos maiores objetivos financeiros.Segundo Blaylock,
também não é preciso economizar muito, mas algum dinheiro que possa render, mas
que não comprometa o orçamento. “Você deve economizar em prol dos seus
objetivos financeiros em primeiro lugar, pagar suas contas e considerar gastar
o que sobrou”, disse Nancy.
2. TENHA SEMPRE UM OBJETIVO
DEFINIDO
Estudos comprovam que fixar metas melhoram a
motivação. Sabendo disso, é preciso definir, antes de cultivar qualquer hábito,
os planos com o dinheiro que você vai guardar.Para ter uma poupança pensando no
futuro, os especialistas financeiros sugerem ter um plano de cinco anos - em
que você cria metas específicas de dinheiro que você gostaria de alcançar em
cinco anos e o que você precisa fazer para isso.“Tendo um objetivo específico
em mente nos ajuda a economizar”, diz Blaylock. “Seja uma poupança de emergência,
para viagem, para pagar universidade, comprar uma casa ou um carro.”
3.
ADOTE AS PRÓPRIAS REGRAS FINANCEIRAS
O que é essencial para sua vida e o que você
pode economizar? Colocar preços limites às compras podem ajudar no orçamento
apertado. Por exemplo, se você não liga em ter uma roupa de marca, pode colocar
um teto baixo e segui-lo. Por outro lado, se você não sabe viver sem o
smartphone do momento, coloque um teto mais alto para este item, diminua o
limite de outros e assim continue o ciclo.
4. VIVA COMO UM “SECRETO” RICO
Para alguns, a imagem de um milionário
remete a enormes mansões, carros luxuosos e gastos excessivos. Mas a maioria
dos milionários não vive assim - em vez disso, ela tende a aparentar ganhar
menos do que realmente ganha e economiza mais que gasta.O livro “The Millionair
Next Door: The Surprising Secrets of America’s Wealthy” revelou que grande
parte dos ricos construiu sua fortuna com trabalho árduo, poupando e vivendo
com menos que ganha.
5. PENSE EM SUA
APOSENTADORIA AGORA
Se você está na faixa dos vinte a trinta
anos, a aposentadoria parece algo bem distante - e poupar para isso pode não
parecer uma prioridade. Mas é preciso ter um pensamento inverso. “Infelizmente,
quanto mais tarde você começar, mais você vai ter de poupar no final da vida. Mas
quanto mais cedo você iniciar sua poupança, poderá manter a aplicação ou até diminuí-la
ao longo dos anos.”
6. SAIBA QUANTO GANHA E QUANTO GASTA
A maioria das pessoas tem boas intenções
quando se trata de poupar dinheiro. Mas se você não sabe quanto entra e quanto
sai da sua conta bancária, você não sabe o quanto deve se dedicar aos seus
objetivos.Grande parte geralmente não controla seus rendimentos e gastos. “É realmente
chocante que os clientes com quem trabalho nem sempre reveem seu holerite”,
disse o planejador. “Se eu não sei o quanto você gasta quando come fora, como
eu posso esperar que você mude isso?”, questionou.
7. SAIA DO DÉBITO
Bem programada, uma dívida pode ter benefícios.
Empréstimos estudantis, por exemplo, são boas escolhas, já cartão de crédito - que
tem altas taxas de juros - nem tanto. Segundo Blaylock, dívidas que podem
impulsionar a carreira são bem-vindas, mas até para elas deve elaborar um plano
para que não impeça o progresso de outros objetivos.
8. AUMENTE SEUS GANHOS
Há duas maneiras de aumentar seu patrimônio
líquido: ganhar mais ou economizar mais dinheiro. “E gastar menos é apenas uma
parte dela - você tem que poupar e investir adequadamente”, diz a planejadora
do LearnVest, Natalie Taylor. “Apenas ganhar mais não aumentará a renda porque
o estilo de vida e as despesas também crescem com ele.”Mas, se você aumenta sua
renda e definir o que fará com esses ganhos, esse dinheiro a mais será melhor
aproveitado.Outra opção é diversificar seus fluxos de renda através de um
segundo trabalho em tempo parcial (freelancer) ou procurar oportunidades de
investimento. “Eu acho que a poupança para a aposentadoria deve vir de várias
fontes, tais como o salário, a renda de trabalhos parciais e investimentos”,
diz Blaylock.
Por Luiza Belloni Veronesi
Fonte InfoMoney
terça-feira, 23 de junho de 2026
8 CLIENTES QUE DEVEM SER DEMITIDOS
Um
dos maiores equívocos cometidos por advogados é a falta de conhecimento sobre
padrões de abusos de alguns clientes e como tratar essa questão com maturidade.
Uma
das formas de evitar esse tipo de dilema é sabendo identificar os
comportamentos mais problemáticos, criando estratégias ágeis de eliminação
dessas relações indignas.
1. Cliente "Tio Patinhas":FOGE DE PAGAMENTOS
PRELIMINARES
Um
dos primeiros sinais de um cliente problemático é a sua relação com pagamentos.
Uma das premissas que escritórios sustentáveis praticam, é a precificação de
modo profissional, sendo indicado que pelo menos as despesas geradas pela
demanda do cliente sejam cobertas por ele.
Esta
premissa faz com que esses advogados rejeitem, logo na entrevista preliminar,
clientes que não cobrem pelo menos o que representa o custo do processo ou
procedimento realizado.
“Mas dessa forma eles não perdem clientes?”
Sim,
eles perdem muitos clientes. Porém, ter muitos clientes não é garantia de
lucratividade, sendo evidente que um perfil de cliente com dificuldades de
arcar com as despesas da sua demanda, dificilmente terá maturidade emocional
para reconhecer o trabalho do advogado. No geral, o que se configura é uma
relação indigna, onde a troca sempre é desequilibrada.
Tem
muito cliente por ai que contrata o advogado, por exemplo, para fazer o
inventário extrajudicial, mas liga toda semana para tirar duvidas sobre um
divórcio, pensão alimentícia, contratos de locação e até sobre o corte de
energia por falta de pagamento...
Esse
cliente está tentando extrair o possivel da expertise do advogado porque
inconscientemente ainda não enxergou vantagem nessa parceria, ou seja, ele
entendeu que o advogado trabalhou pouco... Isso ocorre por dois motivos: Ou o
causídico não soube comunicar valor, ou a mentalidade do cliente é muito
escassa.
Além
disso, clientes que não querem investir logo de início naquilo que representa
os custos do que ele mesmo gerou, mais tarde ou mais cedo irão promover algum
tipo de inadimplência e serão muito resistentes a remunerar o profissional por
algo intangível.
Como proceder:
Diga logo ao seu cliente que só trabalha com um percentual do valor adiantado.
Explique que anteriormente já teve problemas com clientes que pagavam depois e
que prefere fazer dessa forma. Se ele não respeitar, é porque ele não é um bom
cliente para você.
2. QUER ADVOGAR MAIS DO QUE VOCÊ
Considero
que o bom relacionamento entre o advogado e o cliente é um dos segredos para
contratos de longo prazo. E para que esse relacionamento seja saudável, é
necessário que o cliente opine e troque algumas ideias, contribuindo com o
êxito da demanda. Contudo, existe uma grande diferença entre “dar algumas
opiniões” e querer advogar por você.
Infelizmente,
esse tipo de cliente pode corromper suas teses com menos qualidade, o que
acabará deixando você frustrado e com menos tempo para se dedicar aos clientes
que realmente interessam!
Como proceder:
Faça um teste de um mês com esse cliente. Se ele continuar sendo extremamente
intromissivo no seu trabalho, a melhor opção é dispensá-lo.
3. O CLIENTE CARENTE
Você
sabe aquele cliente que liga para você no domingo ou durante a semana logo às 7
da manhã? Pois é, esse é outro tipo de cliente que deve evitar. Com estas
atitudes, este tipo de cliente informa um claro sinal de que não respeita o seu
espaço ou talvez não te reconheça de modo profissional.
Como proceder:
Você aqui tem dois caminhos. O primeiro é evitar que esse tipo de situações
aconteçam através de clausulas contratuais mais assertivas. No contrato,
forneça o seu horário de trabalho e deixei bem claro que ele só pode ligar
dentro desse período de tempo. Se você não deixou isso definido, a segunda
possibilidade é avisar o cliente que só vai atender o celular dentro do seu
horário de trabalho.
4. CLIENTE ALZHEIMER
Você
marcou uma reunião e ele não apareceu? Você enviou um email e ele esqueceu de
responder? Ele não compareceu a audiência de conciliação? Esse é o cliente
esquecido. Os seus constantes esquecimentos podem até gerar a perda
irreversível do caso, além é claro, da perda irrecuperável do seu tempo.
Como proceder:
O primeiro passo é, obviamente, avisar o cliente. Avisar que desde cedo que
você vai cobrar por esse tempo perdido, etc. Se a situação persistir, ai talvez
seja o momento de desistir dessa relação.
5. O IMÃ DE PROBLEMAS
Sabe
aquele cliente que tem sempre um problema de última hora que o impede de te
pagar, de se reunir ou de executar qualquer tarefa de cunho colaborativo? Pois
é, esses são outros clientes que você deve evitar. São aqueles clientes que
inventam sempre uma desculpa de última hora para não fazerem algo...
-
“O meu carro quebrou!”
-
“Eu transferi o dinheiro mas o banco cometeu um erro”
-
Sabe como é né, escola, IPVA, IPTU...
-
“Estive em reuniões o dia todo e me esqueci do seu email”
-
“Eu não recebi o seu email porque ele foi para o SPAM!”
E
muitas outras desculpas semelhantes a esta.
Como proceder:
Fuja desse tipo de clientes o mais rápido possível! Eles podem ser clientes
“enrolões” que no final só querem o seu trabalho de graça. Acredite: enrolão
uma vez, enrolão para sempre.
6. O AMIGÃO
Existem
alguns clientes que gostam de convidar o seu advogado para eventos sociais, o
que pode fortalecer a colaboração, mas cuidado! Confira se isso não é uma
tentativa do cliente fazer uma longa amizade com você e depois não pagar pelos
seus serviços…
Como proceder:
Mesmo que o seu cliente comece a fazer o papel de amigo, não facilite na
questão de pagamentos, prazos, etc. Mantenha-se firme às datas combinadas com
ele.
Uma
estratégia muito utilizada por alguns dos nossos alunos é fazer uma proposta de
honorários anexando a tabela da OAB, ou mesmo o valor praticado no mercado.
Após essa apresentação formal, você pode criar formas flexíveis de pagamento,
usar parcelamentos, permutas... Mas não abra mão de receber honorários em troca
dos serviços.
Pense
comigo... A remuneração não é um elemento de troca usado para substituir o
serviço ofertado? Então... Se você decidir trocar serviços jurídicos por
churrasco, abraços ou posts de agradecimento no facebook, pelo menos deixe isso
claro.
O
que não é maduro é que essa troca seja feita de modo velado, como se a cobrança
não fosse legítima porque existe uma amizade envolvida... Afinal, é coerente
ser remunerado apenas por inimigos, já que os amigos "não devem
pagar"?
Tudo
é uma questão de perspectiva... Nesse campo, quanto mais maturidade emocional,
mais fácil será estabelecer esse dialogo.
7. O CLIENTE CHEIO DE PARENTES
Tem
o cliente que tem parentes:
1-
O que tem parentes amigos do desembargador, do juiz, ou do assessor do promotor
e que se ofereceram para dar uma ajuda com seus contatos;
2-
O que tem um parente que fez o segundo grau com você e disse que em nome da
amizade você faria um precinho bem especial;
3-
O que tem um parente que também é advogado e disse que se você tiver problema
com a causa e achar difícil, ele pode dar uma ajuda e ensinar como resolver.
8. O CAUSA GANHA
Aquele
que já chega pleiteando altos descontos de honorários, pressupondo que o
Advogado vai atuar de forma rasa e substituível, podendo ele mesmo fazer o
serviço, caso tivesse a "carteirinha rosa", diante de tamanha
simplicidade do caso.
Esse
perfil de cliente tem a convicção de que tem o direito - agindo como o juiz da
própria causa. Além de desmerecer o trabalho do advogado, certamente invalidará
publicamente o causídico em caso de improcedência da ação, que na sua opinião,
"já estava ganha".
É
comum que esse tipo de perfil confunda colaboração processual (obrigações como
parte no processo), com promoção da causa, diminuindo o valor do patrocinio, o
que pode gerar grande prejuizo moral ao advogado.
A pergunta é: excluídos esses 8 "perfis",
restará algum cliente na sua carteira atual?
Por
Advocacia in Foco
Fonte
JusBrasil Notícias
6 TENDÊNCIAS SOBRE O FUTURO DO TRABALHO QUE VOCÊ PRECISA CONHECER
Vivemos
um momento de muitas transições/mudanças, mas uma das mais significativas é a
Revolução Digital. O mercado de trabalho, assim como tantas outras áreas, é
diretamente afetado por tudo o que vem acontecendo.
A Cia de Talentos realizou um estudo para entender de que forma
a Revolução Digital e outras mudanças em curso já afetaram (e ainda irão
afetar) o mercado e as relações de trabalho. Como resultado dessa pesquisa,
nasceram as “6 Tendências do Futuro do Trabalho” que você vai conhecer agora:
1) Adaptar-se é preciso: os avanços da tecnologia exigem das empresas e pessoas uma
capacidade de adaptação cada vez maior. Apesar do ambiente complexo e
hierárquico das organizações ainda não possibilitar que as respostas sejam
dadas na velocidade necessária, estamos caminhando para isso. Você está pronto
para trabalhar de forma mais autônoma e descentralizada (hierarquia
horizontal)? Você é do tipo que pergunta tudo para o chefe ou gosta de se
desafiar e correr atrás das respostas?
2) Prepare-se para nunca estar pronto: vivemos em um ambiente veloz e de alta
imprevisibilidade. Não há mais tempo para tirar uma ideia do papel só quando
estiver “redondinha”, até porque, em um piscar de olhos ela poderá ficar
ultrapassada. Temos que aceitar que daqui em diante tudo o que desenvolvermos
terá prazo de validade. Sempre haverá algo para fazer diferente, para melhorar
e a ser aprendido. Experimente, arrisque! E se errar, aprenda a aceitar os
erros (eles fazem parte do processo de aprendizado) e seguir em frente!
3) Faça você mesmo: o estudo apontou também que há um esgotamento do modelo
tradicional de trabalho, pessoas buscam não só um emprego, mas um trabalho com
propósito (um objetivo maior). Por outro lado, nas empresas, os desafios são
cada vez mais multidisciplinares, complexos e velozes. Não dá mais para cada um
ficar dentro da sua “caixinha” e resolver só os problemas da sua área.
Aparentemente, trabalhar por projeto e com equipes multidisciplinares é a
solução para esse impasse. Você está preparado para isso?
4) Vá além do óbvio: para resolver os problemas multifacetados enfrentados hoje
pelas organizações e para encarar os desafios trazidos pelo rápido avanço da
tecnologia, não basta apenas o conhecimento cognitivo tradicional – raciocínio
matemático, linguagens etc. É preciso desenvolver também os saberes artístico,
socioemocional e holístico. Amplie seu repertório, busque
cursos/textos/filmes/livros fora da sua área de atuação, vá a lugares em que
não se imagina, conheça gente diferente… Tudo isso, mesmo que não pareça,
poderá te dar as respostas para novos problemas. Qual foi a última vez que você
fez algo pela primeira vez? Pense nisso!
5) Pensamento sustentável: você está enganado se acredita que aqui
vamos falar apenas da construção de uma relação sustentável com o meio
ambiente. Isso é o mínimo. Precisamos construir relações equilibradas, de
ganha-ganha, com todos a nossa volta: clientes, fornecedores e sociedade. Para
isso, a capacidade de colaboração, o trabalho em equipe e a vontade de gerar
uma experiência positiva para o outro são essenciais. Quando você sugerir uma
solução para um desafio, costuma se perguntar se é realmente boa/justa para
todos os envolvidos?
6) Capacidade de RealizaAÇÃO: entregar apenas um simples produto ou
serviço já não é mais suficiente. Hoje, as empresas precisam criar experiências
de impacto e fazer o cliente se sentir parte do todo. Mas como conseguir isso?
A resposta está na observação, na capacidade de “vestir o sapato” do outro, de
entender o problema por ele vivenciado e a partir disso agir. Criar soluções.
Quer um exemplo? Na última semana, a foto de um pote com saches de catchup e
uma tesoura no meio em uma lanchonete, chamou muita atenção em uma rede social.
Uma ideia simples, não? Sim, mas com certeza quem a colocou em prática,
primeiro, precisou observar a dificuldade dos clientes para abrir os saches. E
aí, já parou para pensar como o seu trabalho pode contribuir para a solução de
problemas cotidianos?
Por
Equipe Cia de Talentos
Fonte
Chega Mais
COMO ACABAR COM A PROCRASTINAÇÃO
Um
dos maiores inimigos da produtividade é a procrastinação. E o que é
procrastinação?
Procrastinar
é o ato de deixar para amanhã o que deve ser feito hoje. E isso não se dá
somente com relação ao trabalho, mas em diversas áreas e situações das nossas
vidas. Todos nós já passamos por momentos em que, ao invés de produzirmos algo
que sabemos que deveria ser feito, escolhemos fazer algo menos produtivo e mais
agradável para nós.
O
fato é que todos nós somos procrastinadores, alguns em maior escala do que
outros; mas todos sofremos, de alguma forma, desse mau hábito.
Sim,
a procrastinação é um hábito e pode ser eliminado a partir da adoção de novos
comportamentos a serem praticados diariamente. Não é uma tarefa fácil, eu sei.
Isso por que como todo mau hábito, para ser substituído por um novo hábito,
requer uma boa dose de dedicação, autopercepção, persistência e comprometimento
consigo mesmo, pois nada muda da noite para o dia.
Quais são os efeitos negativos da procrastinação?
- Acúmulo de
atividades incompletas;
- Stress;
- Sentimento
de culpa; e
- Falta de
autoconfiança.
Durante o processo de coaching a procrastinação é um tema trabalhado para que o coachee consiga realizar os seus objetivos. Assim, meu objetivo com esse artigo é lhe passar algumas dicas para ajudá-lo a afastar a procrastinação do seu dia a dia e conseguir fazer as atividades necessárias para a conquista dos seus objetivos.
Como acabar com a procrastinação
1º Passo – Assuma que você é procrastinador e descubra
porque você procrastina
Reconheça
que a procrastinação está na sua rotina e perceba o quanto ela te atrapalha.
Veja pelos comportamentos abaixo o quão procrastinador você é:
- Seu dia
está repleto de atividades para fazer e a maioria delas é irrelevante?
- Você lê
e-mails diversas vezes antes de iniciar o trabalho ou decidir o que vai
fazer com eles?
- Quando
você começa a fazer uma atividade importante você imediatamente sai para
tomar um café ou copo de água?
- Você deixa
as atividades mais importantes para serem feitas depois das menos
importantes?
- Você
sempre espera um melhor momento para realizar determinada tarefa?
Depois
identifique o que faz com que você não faça a ação ou a atividade necessária.
Associar a tarefa a algo ruim:
Se
você associa o que deve ser feito como algo chato e desagradável você será
tomado pela procrastinação. Ao invés de pensar nas dores em realizar
determinada atividade, por que você não passa a focar nas recompensas em
realizar aquela tarefa? O que você ganhará quando conseguir completar aquela
atividade? Quais serão os benefícios? Pensar nas recompensas ao invés de se
concentrar nas dores da tarefa ajuda a manter o foco.
Você é desorganizado:
Se
você não organiza a sua agenda com as tarefas e atividades a serem feitas a
cada dia e não as prioriza em ordem de importância, com certeza você acaba
adiando tarefas e é tomado pela procrastinação.
Passe
a adotar o hábito de ter uma agenda (pode ser o tipo de agenda que melhor se
adapte ao seu perfil. No meu caso eu prefiro a velha agenda de papel que eu
carrego comigo para onde eu vou) onde você tenha todas as suas atividades
planejadas e priorizadas. Sugiro a leitura do meu artigo sobre como organizar
uma agenda de trabalho postado aqui na minha página para que você consiga ter
melhores resultados.
Uma dica:
Se você tem um projeto muito grande para desenvolver ou uma peça processual
complexa e trabalhosa para escrever, divida o cumprimento dessa tarefa em metas
diárias que tornarão essa atividade menos custosa para você cumprir. Essa
prática deixará o seu dia mais organizado e será mais fácil para você lidar com
a tarefa.
Você é indeciso ou perfeccionista:
Pessoas
indecisas sofrem da incapacidade de fazer escolhas e isso as torna mestres em
adiar qualquer atividade que envolva tomada de decisões.
Outro
grupo de procrastinadores são os perfeccionistas. Por incrível que pareça,
pessoas perfeccionistas tendem a adiar a realização de tarefas por estarem
sempre na espera do melhor momento para praticar determinada atividade. A busca
pela perfeição acaba sendo um grande inimigo, pois nunca acreditam ser o melhor
momento e acabam não realizando o que deve ser realizado no tempo certo.
Existe
um ditado que eu sigo para a minha vida e que diz: “Melhor feito do que
perfeito!”
Analise
se você faz parte de um desses grupos de pessoas e reveja a sua forma de lidar
com as atividades e ações a serem realizadas no seu dia a dia.
2º Passo – Identifique as conseqüências negativas de
não realizar a tarefa
Ao
invés de ficar preso no quanto realizar determinada tarefa é desagradável,
pense no que você perderá se deixar de fazê-la, questionando-se: O que eu perco
em não realizar esta ação? Quais as conseqüências negativas que poderão
aparecer em curto, médio e longo prazos?
Dica:
Se você verificar que não existem perdas, talvez esta atividade não seja tão
importante e prioritária em sua vida e talvez você deva rever a sua agenda
pessoal.
Busque
também as conseqüências positivas e os ganhos, atrelados ao futuro, em realizar
aquela ação ou tarefa. Identificar os ganhos e benefícios futuros ajuda a
aumentar a motivação e a manter o foco.
Outra
coisa importante é identificar que sensações você terá quando conseguir
realizar determinada tarefa ou atividade. Geralmente quando realizamos aquilo a
que havíamos nos proposto aumentamos a nossa motivação intrínseca, geramos mais
autoconfiança e aumentamos cada vez mais a nossa produtividade.
3º Passo – Adote comportamentos efetivos
Analise
o quanto o hábito de deixar para amanhã tem sido uma desculpa para que você se
distancie cada vez mais da realização de seus objetivos ou deixe seus projetos
pendentes ou abandone os seus sonhos. Seu objetivo é realmente tão importante a
ponto de você vencer a procrastinação?
Lembre-se:
“Você é repetidamente o que faz. A excelência não é um evento, é um hábito.”
Aristóteles
Se
você quer realizar os seus sonhos e conquistar objetivos na vida, comprometa-se
diariamente consigo mesmo e passe a adotar novos comportamentos para combater a
procrastinação. Pense em novas estratégias que você ainda não adotou e
coloque-as em prática, pois: “Pessoas orientadas a resultados fazem o que deve
ser feito quando deve ser feito.”
Você
é o responsável pelos seus resultados. Então só depende de você!
Por
Lisandra Thomé Coaching & Consultoria
Fonte
JusBrasil Notícias
segunda-feira, 22 de junho de 2026
ADVOGADO AUTÔNOMO: O DESAFIO NA ADVOCACIA E COMO SUPERÁ-LO COM SUCESSO
Dia após dia, os advogados que trabalham
sozinhos são bombardeados com tarefas que precisam de sua atenção, tudo
realmente precisa ser feito para que o escritório de advocacia possa sobreviver.
Mas como você pode fazer tudo quando você
está fazendo isso sozinho?
Há um tema recorrente: os advogados que
dirigem por conta própria querem a flexibilidade para praticar o direito da
maneira que melhor lhes convêm.
Construir um negócio hoje requer uma combinação
de habilidades do velho mundo, como redes de contato, serviço ao cliente e
estratégias da era moderna, como campanhas de visibilidade online e marketing
de conteúdo.
O marketing online requer uma medida de
experiência tecnológica e de reflexão, e inclui alguns comportamentos que não
são necessariamente uma segunda natureza para todos os advogados:
Tome a sua marca, como
investimento
Os advogados individuais precisam
estabelecer uma marca online. As perspectivas não esperam que você tenha gasto
uma pequena fortuna criando seu logotipo. Mas construir uma marca para seu
escritório de advocacia ajuda seus futuros clientes a identificá-lo como um
escritório diferente do escritório de um concorrente. Também o ajuda porque o
tempo gasto na definição da sua marca o ajudará a verbalizar o valor da sua
empresa no futuro.
Considere seu site
como importante
Os advogados têm se preocupado com os sites
há anos, mas isso é porque eles são parte integrante da experiência de pesquisa
online. Saber por que você precisa trabalhar no seu site é essencial para um
advogado individual. Isso ocorre porque os sites de escritórios de advocacia
fornecem valor para você quando são construídos corretamente e gerenciados
efetivamente.
Nunca reduza suas
habilidades
Você nunca terá uma segunda chance de fazer
uma primeira impressão. A maneira como os advogados interagem com seus clientes
potenciais e os clientes atualmente, terão impacto absoluto em suas futuras
oportunidades de negócios. Desenvolver a sua capacidade de ganhar a confiança
dos seus clientes e nutrir a sua reputação online é sempre tempo bem gasto.
Tenha um plano para
os clientes
Os advogados podem fazer tudo exatamente nos
estágios iniciais da aquisição do cliente, mas podem tropeçar no final quando
mais importa. As consultas, os aconselhamentos gratuitos e as discussões sobre
seus honorários estão garantidos.
Os advogados individuais são obrigados a
desenvolver um plano para essas discussões, basicamente, desde seu primeiro dia
de trabalho.
Sem dúvida, isso é bastante para gerenciar
quando você é um advogado. Mas aqui estão as boas notícias. Os advogados
individuais não estão sozinhos. Eles encontraram sucesso aprendendo novas
habilidades, ano após ano com a internet construindo seus repertórios e
aumentando seus conhecimentos consideravelmente.
Fonte Jurídica Marketing
ADVOGADOS DEVEM APRENDER A VENDER SEUS SERVIÇOS
"Vendafobia"
e "marketingfobia" poderão, um dia, ser incluídas em dicionários para
expressar a aversão que seres humanos — nem todos — têm às atribuições de
vender e de "marquetear" — que incluam mais esta. A aversão é significativamente
maior entre advogados. Recusam-se — nem todos — a vender e a fazer marketing,
porque essas funções colidem com o senso que têm, justificadamente, da nobreza
da profissão. Esse é o lado filé-mignon da advocacia. No entanto, em nome do
sucesso profissional, também há que se aprender a roer ossos. Para esse mister
— o de roer ossos — é melhor dispor de algumas boas ferramentas.
"Não
é tão difícil vencer esse pavor", afirma o advogado e consultor de
comunicação John Cunningham. Na verdade, é preciso vencer essa resistência às
funções de marketing e de vendas, porque elas são inerentes ao funcionamento do
escritório de advocacia, e de qualquer organização que dependa de receita para
sobreviver. Todos os advogados de uma firma devem aprender e praticar as
técnicas de marketing e de vendas, ele diz. Às vezes se pensa que isso é um
problema dos sócios. Mas é um engano, porque a sobrevivência da firma e dos
empregos dos advogados contratados e associados depende do trabalho dos
rainmakers, expressão inglesa que define todos os advogados da firma que ajudam
a conquistar clientes.
Os
advogados empregados ou associados podem pensar que basta fazer um bom trabalho
para garantir a segurança no emprego. Mas não é novidade que competência não é
garantia de emprego, nem para advogados, nem para qualquer profissional.
"É muito comum se ver advogados experientes e competentes serem
substituídos por advogados mais jovens, com salários mais baixos, em tempos de
contensão de despesas", lembra Cunningham. "No entanto, os rainmakers
dificilmente são demitidos. A empresa precisa deles, mais do que nunca, para
conquistar novos clientes e enfrentar a crise". E, se forem dispensados
por qualquer razão, muitas firmas vão ficar interessadas em contratá-los,
garante Cunningham.
Na
verdade, o aprendizado da arte do marketing, da venda, da negociação e dos
negócios deveria começar, para todos os profissionais, nos cursos
universitários. E ser aperfeiçoado na educação continuada, como em cursos
profissionalizantes. Afinal, o profissional terá de fazer o marketing e a venda
de seu trabalho — e também de si mesmo — em todo o percurso do desenvolvimento
de sua carreira. Terá de negociar a vida inteira. Fora disso, fica na esperança
de que o sucesso caia dos céus com a próxima chuva.
A
razão porque grandes profissionais falham quando deixam um emprego para abrir
seus próprios negócios, seja em que ramo for, é que eles não passam de grandes
profissionais. Em cursos de negócios nos EUA, ensina-se que qualquer empresa, e
incluam-se aí firmas de advocacia, precisa ter a participação mínima de três
elementos humanos, fora capital e outros elementos materiais, para garantir
alguma chance de sucesso: um bom empresário, um bom marqueteiro e um bom
profissional. Se um desses elementos falhar, todo o empreendimento corre um
sério risco de não decolar.
Toda
a sociedade de advogados precisa de profissionais que desempenhem as funções de
empresário e de marqueteiro, para que os demais sócios e associados possam
exercer a de advogado, sem esperar por más notícias no fechamento do mês. Para
advogados autônomos e sócios de pequenas firmas, o único recurso de cada
elemento humano é se transformar em três-em-um. Isto é, ser capaz de exercer as
três funções, de empresário, marqueteiro e profissional, cumulativamente, mesmo
que tenha de designar dias na semana ou horários nos dias para assumir cada uma
de suas "personalidades" profissionais.
Qualquer
firma começa com força para decolar, mesmo que o escritório esteja em processo
de instalação em uma sala da casa, se tiver um ou dois clientes acertados. Isso
é, tudo começa com o trabalho do marqueteiro e do empresário. Antes mesmo de
alugar uma sala no centro da cidade, o marqueteiro pode anunciar ao mundo, ou
seja, a todas as pessoas que conhece e que passará a conhecer em encontros
ocasionais ou arrumados, que está no mercado, em tal área de atuação. O
empresário pode entabular as negociações e procurar fechar algum contrato,
mesmo que verbal. Ao profissional caberá corresponder a esse esforço, fazendo
um ótimo trabalho para realimentar os esforços de marketing e de vendas.
A
palavra "arte", no fim das contas, não é um bom atributo para as
funções de "marquetear", vender e advogar. Marketing e vendas, como
advogar, são capacidades, ou qualificações, que, acima de tudo, são adquiridas
e desenvolvidas por meio do aprendizado e da prática. Fazer marketing e vendas,
por sua vez, não depende de um esforço sobre-humano, de uma agressão às
próprias vísceras. É uma técnica que se aprende, se desenvolve e se põe em
prática, simplesmente.
A
melhor técnica de marketing para advogados e para qualquer profissional não
vem, necessariamente, de campanhas de marketing ou de campanhas publicitárias.
Pode vir de procedimentos tão simples quanto frequentar clubes, associações,
organizações, eventos, para fazer relacionamentos e obter informações sobre
clientes prospectivos.
A
melhor técnica de venda não vem, necessariamente, de um grande esforço de
venda. Pode vir de uma conversa com um prospectivo cliente, em que nada tem de
lhe ser vendido. Mas que informações têm de ser apuradas sobre a vida
individual e familiar do futuro cliente, sobre sua empresa e o funcionamento
dos negócios. Nessas conversas, problemas reais ou possíveis podem ser
identificados e soluções jurídicas podem ser apresentadas. O cliente pode, em
alguns casos, tomar a iniciativa de contratar os serviços do advogado. Se isso
não acontecer, cartas ou cartões de agradecimento podem estimular o cliente
prospectivo a tomar uma atitude. E assim por diante.
Na
reportagem seguinte, o advogado e consultor de comunicação John Cunningham fala
sobre os dez principais argumentos levantados por advogados para justificar sua
resistência ao marketing e às vendas. E oferece sugestões, muito apropriadas
para firmas de advocacia e advogados autônomos, que podem ajudar a superá-las.
Há dificuldades, mas é preciso enfrentá-las em nome do sucesso profissional e
da firma, ele diz. Vale o conselho de Pablo Picasso: "Estou sempre fazendo
o que não consigo fazer, para aprender como fazê-lo".
Por
João Ozorio de Melo
Fonte
Consultor Jurídico
Assinar:
Postagens (Atom)


















