Luiza's Blog
terça-feira, 2 de junho de 2026
BARREIRA INVISÍVEL - CRENÇAS INTERNAS LIMITAM ADVOGADOS NA CAPTAÇÃO DE CLIENTES
Neste artigo, não se pretende descrever as 10
melhores dicas para o advogado captar clientes, pois já há vários textos com
este enfoque. Como também, não adianta ensiná-lo como conquistar o cliente, se
ele não acreditar em si mesmo ou nos serviços que oferece. As recomendações
cairão no vazio.
A ideia, pois, é abordar a prospecção de
cliente sob um viés mais ligado ao trabalho de coaching.
Sendo assim, o objetivo é falar um pouco
sobre crenças internas. Uma questão que está por trás de uma das maiores
dificuldades que os advogados encontram em suas carreiras: prospectar e atrair
clientes.
Entende-se por crença o sentimento de
certeza, a convicção íntima a qual se dá todo o crédito. Tudo o que o ser
humano faz na vida é baseado no que acredita, uma vez que funciona e interpreta
o mundo baseado em suas convicções internas.
As crenças são incorporadas quando algo de
muito forte e significativo acontece na vida do indivíduo. Geralmente, elas se
fixam na mente durante a infância, quando a criança está mais vulnerável, em
formação e conhecendo o mundo. Não há como se evitar isso. Na verdade, o que
atrapalha são as crenças fechadas ou limitantes, aquelas que não estão baseadas
na realidade ou são irracionais. De fato, são estas que impedem o ser humano de
tomar atitudes ou iniciativas. Enfim, de avançar.
Pesquisas feitas com advogados confirmam que
as crenças limitantes estão presentes tanto no discurso, quanto no
comportamento do profissional do Direito.
Quando se pergunta aos advogados quais as
razões que lhes dificultam a busca e a conquista de clientes obterá, na maioria
das vezes, uma das seguintes respostas:
“Não tenho jeito para vender”; ”Não sou
vendedor, porque não aprendi a sê-lo na Faculdade”. Tantos outros considerarão
indigno o advogado se vender ou aos seus serviços. E têm aqueles que acreditam
na superioridade da profissão Direito sobre a de vendedor. Alguns mais poderão
ter receio de vir ou estar infringindo o Código de Ética da OAB ao fazer
marketing jurídico. Entretanto, seja por este ou por aquele motivo alegado, por
detrás dele, existe uma crença interna que os impede de tomar a iniciativa da
venda.
O mais surpreendente é que o advogado é um
vendedor por excelência, embora ele não tenha consciência disso ou consiga se
enxergar desta maneira. De fato, o que o advogado faz quando elabora sua petição
inicial ou apresenta sua contestação? Ele vende uma ideia! O que ele está fazendo
quando dá um parecer ou realiza uma negociação a não ser vender sua opinião, sua
posição?
Mesmo que o advogado creia que não detém
esta competência em seu DNA, a verdade é que como toda e qualquer habilidade,
ela pode ser aprendida e desenvolvida. E embora o advogado não tenha sido
ensinado a vender e jamais tenha pensado que seria obrigado a fazê-lo, como a
grande maioria das coisas é algo que se pode aprender. Basta querer.
Cada advogado tem seu estilo de venda. Se
ele souber qual é e passar a utilizá-lo no seu dia-a-dia, naturalmente se
sentirá bem vendendo os seus serviços advocatícios. Conseguirá encontrar uma
forma própria de captar clientes que não contrarie os ditames do órgão de
classe e terá prazer em atuar como vendedor.
Contudo, para que o advogado queira aprender
essa nova competência, vai precisar questionar e superar as suas crenças
limitantes. Se desejar dar um passo à frente em direção a sua realização
profissional e pessoal, deve se permitir desafiar as suas crenças internas que
influenciam seus pensamentos e o impede de entrar em ação.
E como fazer isso? O advogado deve mudar seu
condicionamento mental, tomar consciência de que já existe um vendedor dentro
de si, esperando as condições certas para emergir.
Como a mudança não é um processo fácil, uma
vez que tira o indivíduo da zona de conforto e exige que adote um modo diferente
de pensar, sentir e agir, é aconselhável que o advogado busque ajuda. Pode ser
o apoio de um coach, de um conselheiro ou mentor, de um terapeuta, ou mesmo de
seu gestor ou colega.
Caso o advogado se permita mudar, ele será recompensado
com uma grande alegria ao conquistar seu primeiro cliente. E certamente esta
conquista não terá preço!
Por Maria Olívia Machado e Ana Barros
Fonte Consultor Jurídico
PRODUTIVIDADE NA ADVOCACIA: 06 DICAS PRÁTICAS PARA ORGANIZAR SUA ROTINA DE TRABALHO
Ser um profissional realmente
produtivo pode mudar, e muito, a realidade da sua advocacia.
A natureza do advogado é querer se desafiar
constantemente e ter maiores ganhos pelos seus resultados.
Ocorre que, na maioria das vezes, os
advogados acabam ficando sobrecarregados de trabalho, o que impacta diretamente
na qualidade do serviço prestado.
Contido, ser um profissional realmente
produtivo pode mudar, e muito, a realidade da sua advocacia.
Com a organização da sua rotina diária, é
possível otimizar o seu tempo.
Ao ganhar tempo, o advogado poderá
implementar projetos que farão toda a diferença no seu escritório, tais como
como uma estratégia de marketing, desenvolver um plano de gestão, controle
financeiro, treinamentos, etc.
Para te ajudar nessa jornada em busca de ter
uma melhor performance profissional, trago 06 dicas que tenho aplicado na prática
e que vem me tornando mais produtiva no dia a dia da advocacia.
Aproveite esse momento de quarentena pela
pandemia do Convid-19 para identificar os fatores que atrapalham na sua rotina,
de forma que possa começar a por em prática mesmo no home office e quando
passar a fase de isolamento, terá hábitos que aumentam a sua produtividade. As
dicas são:
🎯 1. Identifique os gargalos que tomam tempo:
faça a lista por escrito de todas as coisas que te atrapalham e lhe demandam
tempo para o trabalho, tais como conversas fora de hora no escritório, mensagens
no celular, procrastinação (sempre adiando as tarefas), perfeccionismo, cansaço,
trânsito, tudo entre outras.
Ao elaborar essa lista vai te dar maior
clareza da sua improdutividade e te ajudar a criar um plano de ação para se
tornar mais focado no trabalho.
🎯2. Crie um ambiente de trabalho: é
importante ter um ambiente adequado de trabalho porque isso influencia
diretamente em sua produtividade.
Se você trabalha em casa, precisa de um
lugar exclusivo para trabalhar, sem que outras pessoas venham a lhe atrapalhar.
Se você trabalha em um escritório, com
outros colaboradores, conversem com os mesmos e estabeleçam regras de
convivência.
É importante, seja em home office ou no
escritório, criar rotinas que incluam um tempo de descontração, de pausa para o
café, de trabalho silencioso, de reuniões e lanches.
🎯 3. Mantenha o ambiente de trabalho
organizado: reduza a quantidade de papéis e
guarde o máximo de objetos possíveis nos
armários e gavetas. Deixe apenas o que você usa o tempo todo).
É importante organizar a sua mesa todos os
dias ao terminar o seu trabalho e não deixe a bagunça acumular.
Além disso, no final da sexta, sempre
organizo a minha mesa e agenda para a semana seguinte.
Terminar a semana sem ter uma organização
mental da próxima semana impacta diretamente na minha rotina e na minha
produtividade.
🎯 4. Cuide da sua saúde (física e mental): para
que uma pessoa seja produtiva, ela precisa ser, igualmente, focada em hábitos
saudáveis.
Então, estabeleça hábitos saudáveis na sua
rotina de vida, para que cuidar da sua mente e do seu físico.
Ter uma rotina de exercícios físicos diários,
de yoga ou meditação trará inúmeros benefícios para o seu desempenho
profissional.
🎯 5. Faça uma lista de tarefas: é importante
organizar suas tarefas, de forma que você possa planejar seu dia de trabalho
com mais facilidade.
Organizar as tarefas no início do dia ou no
final do dia reduz a ansiedade com o trabalho.
Sempre tenho uma lista com todas as minhas
“pendências” de tarefas a serem cumpridas e com base nelas vou distribuindo em
atividades diárias.
🎯6. Não seja um perfil multitarefas: o
cérebro não consegue usar de criatividade, raciocínio lógico, evocação de
memórias de longo prazo, percepção visual refinada, quando executa várias
tarefas ao mesmo tempo.
O ideal é não ser uma pessoa multitarefas, que
faz várias coisas ao mesmo tempo, porque as chances de você se perder e não
conseguir conclui-las ou deixar de executar com qualidade.
Durante muitos anos, sempre achei que seria
vantagem ser um profissional multitarefas e fazia “várias coisas” ao mesmo
tempo. Constantemente me pegava com várias abas abertas no computador sem ter
concluído nenhuma.
Aprendi que quem realiza uma coisa de cada
vez, acaba sendo mais produtivo.
E, com isso, tenho me disciplinado dia após
dias a finalizar uma coisa antes de começar outra. E isso tem me feito ter uma
produtividade muito maior.
Comece a colocar em prática as dicas e, em
pouco tempo, você conseguirá perceber os benefícios de ter uma vida mais
organizada, disciplinada, produtiva e, consequentemente, mais feliz.
Por Blog Eliza Novaes
Fonte JusBrasil Notícias
MÉDICOS, ASSISTÊNCIA À SAÚDE E PACIENTE
De acordo com o modelo biomédico, somente o médico sabe o que é importante para a saúde do indivíduo, e só ele pode fazer qualquer coisa a respeito disso, porque todo o conhecimento acerca da saúde é racional, científico, baseado na observação objetiva de dados clínicos. Assim, os testes de laboratório e a medição de parâmetros físicos na sala de exames são geralmente considerados mais importantes para o diagnóstico do que a avaliação do estado emocional, da história familiar ou da situação social do paciente.
A autoridade do médico e sua responsabilidade pela saúde do paciente fazem-no assumir um papel paternal. Ele pode ser um pai benévolo ou um pai ditatorial, mas sua posição é claramente superior à do paciente. (...)
No sistema atual de assistência à saúde, os médicos desempenham um papel ímpar e decisivo nas equipes que se encarregam das tarefas de assistência aos pacientes. É o médico quem encaminha os pacientes para o hospital e os manda de volta para casa, é ele quem solicita as análises e radiografias, quem recomenda uma cirurgia e receita medicamentos. O pessoal de enfermagem, embora seja com freqüência altamente qualificado, como os terapeutas e os sanitaristas, é considerado mero auxiliar dos médicos e raramente pode usar todo o seu potencial. Em virtude da estreita concepção biomédica de doença e dos padrões patriarcais de poder no sistema de assistência à saúde, o importante papel que as enfermeiras desempenham no processo de cura, através do contato com os pacientes, não é plenamente reconhecido. Graças a esse contato, as enfermeiras adquirem freqüentemente um conhecimento muito mais amplo do estado físico e psicológico dos pacientes do que os médicos, mas esse conhecimento é considerado menos importante do que a avaliação, "científica" do médico, baseada em testes de laboratório. Fascinada pela mística que cerca a profissão médica, nossa sociedade conferiu aos médicos o direito exclusivo de determinarem o que constitui a doença, quem está doente e quem não está, e os procedimentos com relação ao indivíduo enfermo. Muitos outros profissionais, como os homeopatas, os quiropráticos e os herbanários, cujas técnicas terapêuticas são baseadas em modelos conceituais diferentes, mas igualmente coerentes, foram legalmente excluídos do ramo principal da assistência à saúde.
Embora os médicos disponham de considerável poder para influenciar o sistema de assistência à saúde, eles também estão muito condicionados por esse sistema. Como seu treinamento é substancialmente orientado para a assistência hospitalar, eles se sentem mais à vontade, em casos duvidosos, quando seus pacientes estão no hospital, e, como recebem muito pouca informação idônea acerca de medicamentos de fontes não-comerciais, tendem a ser excessivamente influenciados pela indústria farmacêutica.
Entretanto, os aspectos essenciais da assistência contemporânea à saúde são determinados pela natureza da educação médica. Tanto a ênfase na tecnologia de equipamentos como o uso excessivo de medicamentos e a prática da assistência médica centralizada e altamente especializada têm sua origem nas escolas de medicina e nos centros médicos acadêmicos. Qualquer tentativa de mudar o sistema atual de assistência à saúde terá de começar, portanto, pela mudança no ensino da medicina.
(...)
Sob o impacto do Relatório Flexner, a medicina científica voltou-se cada vez mais para a biologia, tornando-se mais especializada e concentrada nos hospitais. Os especialistas passaram a substituir os clínicos-gerais, como professores, tornando-se os modelos para os aspirantes a médicos. Em fins da década de 40, os estudantes de medicina dos centros médicos universitários não tinham quase nenhum contato com médicos que exerciam a clínica geral; e, como seu treinamento tinha lugar, cada vez mais, dentro de hospitais, eles estavam efetivamente afastados do contato com a maioria das enfermidades com que as pessoas se defrontam em sua vida cotidiana. Tal situação persiste até hoje. Enquanto dois terços das queixas registradas na prática médica cotidiana envolvem enfermidades menos importantes e de breve duração, que usualmente têm cura, e menos de 5 por cento das doenças graves envolvem uma ameaça à vida, essa proporção é invertida nos hospitais universitários. Assim, os estudantes de medicina têm uma visão distorcida da enfermidade. Sua principal experiência envolve apenas uma porção minúscula dos problemas comuns de saúde, e esses problemas não são estudados no seio da comunidade, onde seu contexto mais amplo poderia ser avaliado, mas nos hospitais, onde os estudantes se concentram exclusivamente nos aspectos biológicos das doenças. Por conseguinte, internos e residentes adquirem um notório desdém pelo paciente ambulatorial — a pessoa que os procura andando com suas próprias pernas e lhes apresenta queixas que usualmente envolvem problemas tanto emocionais quanto físicos —, e eles acabam por considerar o hospital um lugar ideal para a prática da medicina especializada e tecnologicamente orientada.
Uma geração atrás, mais de metade de todos os médicos eram clínicos-gerais; agora, mais de 15 por cento são especialistas, limitando sua atenção a um grupo etário, doença ou parte do corpo bem determinados. (...)
Quanto à assistência primária, o problema não é só o reduzido número de clínicos-gerais, mas também a abordagem da assistência ao paciente, freqüentemente restringida pelo treinamento fortemente tendencioso nas escolas de medicina. A tarefa do clínico-geral requer, além do conhecimento científico e da habilidade técnica, bom senso, compaixão e paciência, o dom de dispensar conforto humano e devolver a confiança e a tranqüilidade ao paciente, sensibilidade no trato dos problemas emocionais do paciente e habilidades terapêuticas na condução dos aspectos psicológicos da enfermidade. Essas atitudes e habilidades não são geralmente enfatizadas nos atuais programas de treinamento médico, nos quais a identificação e o tratamento de uma doença específica se apresentam como a essência da assistência médica. Além disso, as escolas de medicina promovem vigorosamente um sistema de valores "machista", desequilibrado, desprezando qualidades como a intuição, a sensibilidade e a solicitude, em favor de uma abordagem racional, agressiva e competitiva. (...) Por causa desse desequilíbrio, os médicos consideram amiúde uma discussão empática de questões pessoais inteiramente desnecessária; os pacientes, por sua vez, tendem a vê-los como indivíduos frios e hostis, queixando-se de que o médico não entende as preocupações que os afligem.
Nossos centros médicos universitários têm como finalidade não só o treinamento, mas a pesquisa. Tal como no caso do ensino da medicina, a orientação biológica também é substancialmente favorecida no patrocínio e na concessão de verbas para projetos de pesquisa. Embora as pesquisas epidemiológicas, sociais e ambientais sejam, freqüentemente, muito mais úteis e eficientes na melhoria da saúde humana do que a estrita abordagem biomédica, projetos dessa espécie são pouco incentivados e sofrivelmente financiados. A razão dessa resistência não é meramente o forte atrativo conceituai do modelo biomédico para a maioria dos pesquisadores, mas também sua vigorosa promoção pelos vários grupos de interesses na indústria da saúde.
Embora exista um descontentamento generalizado em relação à medicina e aos médicos, a maioria das pessoas não se apercebe de que uma das principais razões do atual estado de coisas é a exígua base conceituai da medicina. Pelo contrário, o modelo biomédico é geralmente aceito, estando seus princípios básicos tão enraizados em nossa cultura que ele se tornou até o modelo popular dominante de doença. A maioria dos pacientes não entende muito bem a complexidade de seu organismo, pois foram condicionados a acreditar que só o médico sabe o que os deixou doentes e que a intervenção tecnológica é a única coisa que os deixará bons de novo. Essa atitude pública torna muito difícil para os médicos progressistas mudarem os modelos atuais de assistência à saúde. Vários que tentam explicar aos pacientes seus sintomas, relacionando a enfermidade com seus hábitos de vida, mas que acabam por perceber que tal abordagem não satisfaz a nenhum dos seus pacientes. Eles querem alguma outra coisa, e, com freqüência, não se contentam enquanto não saem do consultório médico com uma receita na mão. Muitos médicos fazem grandes esforços para mudar a atitude das pessoas a respeito da saúde, para que elas não insistam em que lhes seja receitado um antibiótico quando estão com um resfriado, mas o poder do sistema de crenças dos pacientes faz com que esses esforços sejam freqüentemente baldados. Contou-me um clínico-geral: "Apresentou-se a mim uma mãe trazendo uma criança com febre e disse: 'Doutor, dê-lhe uma injeção de penicilina'. Então eu lhe disse: 'A senhora não entende que a penicilina não pode ajudar nesse caso?' E ela respondeu: 'Que espécie de médico é o senhor? Se não quiser dar a injeção, procuro outro médico'".
Hoje em dia, o modelo biomédico é muito mais do que um modelo. Na profissão médica, adquiriu o status de um dogma, e para o grande público está inextricavelmente vinculado ao sistema comum de crenças culturais. Para suplantá-lo será necessário nada menos que uma profunda revolução cultural. E tal revolução é imprescindível se quisermos melhorar, ou mesmo manter, nossa saúde. As deficiências de nosso sistema atual de assistência à saúde — em termos de custos, eficácia e satisfação das necessidades humanas — estão ficando cada vez mais notórias e são cada vez mais reconhecidas como decorrentes da natureza restritiva do modelo conceitual em que se baseia. (...) Os pesquisadores médicos precisam entender que a análise reducionista do corpo-máquina não pode fornecer-lhes uma compreensão completa e profunda dos problemas humanos. A pesquisa biomédica terá que ser integrada num sistema mais amplo de assistência à saúde, em que as manifestações de todas as enfermidades humanas sejam vistas como resultantes da interação de corpo, mente e meio ambiente, e sejam estudadas e tratadas nessa perspectiva abrangente.
A adoção de um conceito holístico e ecológico de saúde, na teoria e na prática, exigirá não só uma mudança radical conceitual na ciência médica, mas também uma reeducação maciça do público. Muitas pessoas aderem obstinadamente ao modelo biomédico porque receiam ter seu estilo de vida examinado e ver-se confrontadas com seu comportamento doentio. Em vez de enfrentarem tal situação embaraçosa e freqüentemente penosa, insistem em delegar toda a responsabilidade por sua saúde ao médico e aos medicamentos. Além disso, como sociedade, somos propensos a usar o diagnóstico médico como cobertura para problemas sociais. Preferimos falar sobre a "hiperatividade" ou a "incapacidade de aprendizagem" de nossos filhos, em lugar de examinarmos a inadequação de nossas escolas; preferimos dizer que sofremos de "hipertensão" a mudar nosso mundo supercompetitivo dos negócios; aceitamos as taxas sempre crescentes de câncer em vez de investigarmos como a indústria química envenena nossos alimentos para aumentar seus lucros. Esses problemas de saúde extrapolam os limites das preocupações da profissão médica, mas são colocados em foco, inevitavelmente, assim que procuramos seriamente ir além da assistência médica atual.
Ora, só será possível transcender o modelo biomédico se estivermos dispostos a mudar também outras coisas; isso estará ligado, em última instância, a uma completa transformação social e cultural.
Por Fritjof Capra
Fonte Extraído do Livro "O Ponto de Mutação"
segunda-feira, 1 de junho de 2026
QUE SERVIÇOS PODE OFERECER UM ADVOGADO ONLINE?
Através
de um atendimento jurídico online, é possível recorrer a um advogado sem ter
que se deslocar a um escritório. Entenda quais os tipos de serviço que você
pode ter através da Internet.
Dúvidas
sobre seus direitos como consumidor, problemas com a previdência ou
desintementos com vizinhos. Muitas são as situações em que nos deparamos com a
necessidade de consultar um advogado. E para casos de baixa complexidade é
possível contar com uma consultoria por vias mais rápidas e simples.
Através
de um atendimento jurídico online, é possível recorrer a um advogado sem ter
que se deslocar a um escritório. Entenda que tipos de serviço você pode ter
através da internet.
Para que serve?
Primeiro,
vamos esclarecer qual é a finalidade deste tipo de serviço. A consultoria pode
ser prestada a pessoas físicas ou jurídicas, nas mais diversas áreas do
direito. E um advogado online poderá oferecer somente uma assessoria jurídica,
ajudando o cliente na compreensão das leis.
Sendo
assim, os serviços jurídicos via Internet poderão lhe auxiliar a solucionar
conflitos jurídicos mais simples e esclarecer determinadas dúvidas. No entanto,
se você tiver um caso em que seja necessário uma análise presencial de
contratos e documentos ou uma ação judicial, por exemplo, a consultoria online
já não poderá ser feita.
Por
isso, uma assessoria online é mais indicada para casos preventivos, em que o
cliente queira se resguardar e estar preparado diante de uma questão legal.
Como funciona a assessoria online?
Geralmente,
os escritórios e advogados realizam o atendimento via e-mail ou outras
ferramentas como o Skype. Uma boa assessoria online poderá lhe fornecer
respostas esclarecedoras e rápidas sobre uma determinada questão legal,
incluindo detalhes sobre a legislação e, caso houver, referências sobre como
processos semelhantes ao seu vêm sendo tratados pela Justiça.
Que tipos de casos podem ser tratados?
Cada
caso traz suas particularidades e você poderá confirmar se o seu problema pode
ser tratado através de um atendimento online entrando em contato com um
escritório especializado. Mas, abaixo, mostramos alguns exemplos e áreas que
abrangem este tipo de serviço:
- direito
imobiliário: consultoria sobre conflitos entre proprietários e inquilinos,
análise de contratos, atrasos na entrega do imóvel ou realização de
financiamento.
- direito do
trabalho: dúvidas sobre contratos de trabalho, questão relacionadas a
rescisão, demissão ou assédio.
- direito do
consumidor: assessoramento em casos de cobranças indevidas, defeitos em
produtos ou serviços, contratos de consórcio, além de problemas com planos
de saúde ou cartões de crédito.
- direito da
família: consultoria sobre reconhecimento de união estável, divórcio,
partilha de bens, guarda de menores e pensão alimentícia.
- direito
previdenciário: informação sobre direitos aos benefícios, planejamento e
cálculo previdenciário.
- direito
internacional: dúvidas sobre processo de imigração e emigração,
investimentos e sobre questões tributárias no exterior.
- pequenas
empresas: um nicho que está em evidência são as "start ups",
pequenas e médias empresas que buscam assessoria jurídica para elaboração
de contratos sobre propriedade intelectual e questões trabalhistas.
Se você quer saber mais detalhes sobre assessoria jurídica online, pode entrar em contato com os nossos especialistas na sessão de "Perguntas". Lá, você encontrará mais de inúmeros advogados à sua disposição para esclarecer suas dúvidas.
Fonte
Mundo Advogados
DICAS PARA SE ORGANIZAR E COMEÇAR BEM A SEMANA DE TRABALHO
Durma bem, otimize seu tempo e foque nas tarefas
realmente prioritárias para ser mais produtivo
Saiba organizar seu tempo, focando nas tarefas
realmente prioritárias. Faça intervalos para recompor as energias
A
chegada do fim de semana é sempre comemorada pela maioria dos profissionais:
programas com a família ou amigos, um cineminha, um mergulho ou caminhada na
praia ou, simplesmente, dormir são algumas das atividades planejadas para os
dois dias que encerram uma semana estressante, de agenda cheia e muito trabalho.
Mas tudo que é bom dura pouco e lá vem a segunda-feira se aproximando!!!
Para
quem quer começar bem a semana e ser mais produtivo, Tony Schwartz,
executivo-chefe do Energy Project e autor do livro “Be Excellent at Anything:
The Four Keys to Transforming the Way We Work and Live.” (“Seja excelente em
tudo: os quatro pontos-chave para transformar a forma como trabalhamos e
vivemos”, em tradução livre), dá algumas dicas:
“Encontrar
o equilíbrio entre fazer o que é realmente urgente e focar naquilo que é menos
imediato, mas lhe dá prazer, pode trazer um bem duradouro”, afirma Schwartz, em
artigo publicado no site DealBook.
Você precisa de mais horas de sono do que pensa
Vivemos
em um mito persistente: a de que uma hora a menos de sono vai nos dar mais de uma
hora de produtividade. Muito pelo contrário! Na verdade, você ficou uma hora a
mais acordado e, de quebra, está menos descansado, o que provavelmente fará com
que seja menos produtivo ao longo do dia. Até pequenos períodos de privação de
sono terão um efeito devastador na nossa capacidade cognitiva, diz Schwartz.
Pesquisas comprovam que 95% das pessoas precisa de pelo menos de sete a oito
horas de sono para se sentir totalmente descansado, enquanto 2,5% precisam de
mais de oito horas bem dormidas. De acordo com o pesquisador Tom Roth, o
percentual daqueles que necessitam de apenas cinco ou menos horas de sono para
se sentirem dispostos, se arrendondarmos para um número inteiro, será zero.
Dormir o suficiente significa que você fará mais coisas, em menos tempo, e a um
nível superior de qualidade. O sono é a última coisa que deve ser sacrificada,
e não a primeira.
Faça as tarefas mais importantes primeiro
A
atração por limpar seus e-mails é poderosa. Ainda mais depois de uma noite em
que milhares de novas mensagens lotaram sua caixa de entrada (supondo que você
não estava dormindo com o seu smartphone ao lado, e dando uma olhada no meio da
noite). A grande maioria das mensagens que se acumula na verdade não exigem sua
atenção imediata. Em vez disso, eles ocupam o seu tempo e consumem a sua
atenção precisamente no momento do dia em que a maioria de nós tem mais energia
e menor número de distrações. Ao verificar seu e-mail primeiro, efetivamente
você irá arruinar com sua agenda do dia. O ideal é planejar seus compromissos
prioritários no dia anterior e se dedicar a eles logo no início da manhã, sem
interrupção. Se você precisa verificar e-mails assim que levanta, concentre-se
naqueles que realmente não podem esperar. Responda essas mensagens e ignore as
demais, para, em seguida, se concentrar no que realmente é prioritário.
Faça intervalos de tempos em tempos
Os
seres humanos são projetados para operar em ciclos de 90 minutos. Durante o
dia, passamos do alto estado de alerta fisiológico para fadiga fisiológica em
intervalos de 90 minutos. A consequência é que atuamos melhor quando fazemos
pausas intermitentes para renovar e reabastecer nossas baterias. Aqui está uma
maneira simples de pensar sobre isso: imagine que você é desafiado a fazer o
número máximo de abdominais que puder durante 30 minutos. Você tem a opção de
fazê-las continuamente até ficar esgotado, ou fazê-las em conjuntos de 5 ou 10
repetições, com um curto período de descanso entre cada um deles. Se optar por
esta última, vai conseguir fazer mais abdominais, manterá melhor forma ao longo
do caminho e se sentirá menos cansado no final. Trabalhando desta mesma forma,
você será capaz de se concentrar melhor na sua meta final. Ou seja: ao
concentrar-se mais intensamente por períodos mais curtos, você vai fazer mais,
em menos tempo, a um nível superior de qualidade, de forma mais sustentável.
Avalie como está administrando seu tempo
E,
por último, faça uma pergunta simples e direta antes de começar qualquer
atividade: “Esta é a melhor forma de gastar o meu tempo?” Se a resposta for
não, não faça isso.
Fonte
O Globo Online
DESCUBRA O SEU PERFIL PROFISSIONAL
Americano propõe teste que, através de quatro
cenários, diz em quais carreiras seríamos mais felizes
Você
tem dúvidas se escolheu a carreira na qual tem mais chances de ser bem-sucedido
e, consequentemente, mais feliz no dia a dia? Paul B.Farrell — colunista do
“Wall Street Journal” e autor de nove livros sobre finanças pessoais, economia
e psicologia — escreveu também “The Millionare Code”, em que traça parâmetros
que podem levar o profissional à descoberta de sua real vocação.
Em
artigo publicado no site do WSJ, Farrell cita o livro “The Millionaire Mind”,
de Thomas Stanley, que afirma que os milionários que têm uma inteligência
criativa alta muitas vezes tomam uma decisão correta sobre que rumo seguir:
elegem uma profissão que lhes proporcione grandes lucros e que, muitas vezes,
os inspirem. Resumindo: se você ama o que faz, sua produtividade será alta e
sua vocação de gênio criativo tem muitas chances de emergir.
Diante
disso, Farrell propõe um teste para que as pessoas descubram qual é seu “código
milionário”, formado por quatro letras, que mostrarão seu verdadeiro “eu” e que
profissões lhe cairiam bem. O segredo, segundo ele, é manter a mente aberta.
O
teste é muito simples, explica: com cada um dos quatro pares descritos abaixo,
use seu instinto, e escolha a letra que melhor se encaixa em seu perfil, sem se
deixar levar pela forma como outras pessoas esperam que você seja no trabalho,
em reuniões sociais ou até em família. Só assim perceberá seu verdadeiro “eu”.
As letras para o código estão baseadas nos termos em inglês, como ''I'', de introvert,
ou T, de thinker. Preparado? Então vamos lá (ao fim, confira seu perfil):
— Extrovertido (E) ou Introvertido (I)
Se
pudesse optar, em que mundo preferiria viver? Todos queremos um pouco de ambos,
mas os extrovertidos preferem interagir, se socializar, conversar e ouvir as
pessoas. O introvertido prefere seu próprio mundo, ficar sozinho, ler, pensar
em silêncio, solucionar as coisas antes de lidar com o mundo real.
— Sensorial (S) ou Intuitivo (N)
Como
utiliza a informação? Todos usamos os cinco sentidos para obter a informação
concreta, por meio da visão, audição, tato, paladar e olfato. No entanto, uma
pessoa sensorial compara a informação nova com a passada. Os intuitivos estão
orientados para o futuro, veem além da informação bruta, vão em busca de um
significado, possibilidades e abstrações. As pessoas sensoriais dependem mais
da informação. O intuitivo se guia por pressentimentos, conceitos e
inspirações.
— Pensador (T) ou Sentimentalista (F)
Como
você toma uma decisão? Os pensadores querem fazer sempre o correto, o justo e o
uniforme. Tendem a ser impessoais e imparciais, empregando a lógica, a
racionalidade e a razão. As pessoas sentimentalistas são mais subjetivas e
pessoais, suas decisões dependem de valores individuais e da empatia, em fazer
com que eles próprios e os outros se sintam bem em seu trabalho, em casa e no
mundo.
— Metódico (J) ou Observador (P)
Que
estilo de vida prefere? Uma pessoa metódica gosta de uma vida ordenada e
organizada, com horários, planos, lista de tarefas a serem completadas, metas
específicas. Os observadores valorizam a espontaneidade e as metas flexíveis,
se adaptam facilmente a novas situações. Preferem manter suas opções abertas em
um ambiente flexível e, na maioria das vezes, esperam até os últimos minutos.
E
agora, está sincronizado com o seu “eu”? Paul Ferrell, que também fez o teste,
diz ser um INFP, ou seja, um idealista buscando o significado da vida, maneiras
de tornar o mundo um lugar melhor para as pessoas. E você? Confira abaixo quem
você é qual é o seu código:
— Cérebros do Sistema (ENPJ, ENPP, INPJ ou INPP)
Você
é um pioneiro brilhante e energético, que aprecia desafios mentais e trabalhar
as 24 horas do dia tentando decifrar como melhorar os procedimentos, sistemas
etc. Impulsionado pelo desejo de que seus sonhos se tornem realidade e possa
transformar o mundo, suas decisões são baseadas naquilo que é melhor para o bem
de todos — não de um indivíduo específico — e os sentimentos estão equilibrados
com os resultados. Se há um grupo de pessoas, você tende a ser o líder.
Possíveis carreiras: líderes como você são encontrados em todos os segmentos.
Estas pessoas costumam ser felizes e realizados profissionalmente como
executivos corporativos, gerentes de banco, arrecadadores de fundos,
administradores de hospitais ou gerentes de vendas.
— Protetores do estabelecimento (ESTJ, ESFJ, ISTJ ou
ISFJ)
Você
é a coluna vertebral do mundo corporativo, está mais focado no presente do que
no passado, com um olho no futuro. Como planejador ávido, investe seu fundo de
aposentadoria em opções mais conservadoras e provavelmente faz depósitos em
poupança para garantir a faculdade dos filhos. Sua preferência é a segurança e a
ordem.
Possíveis carreiras: você se sente feliz em um ambiente organizacional de grande
porte, onde exista uma estrutura rígida com regras claras; também poderia fazer
parte de uma força policial ou militar. Pode se adaptar bem a qualquer posto
corporativo, como supervisor, gerente, executivo, especialista em tecnologia ou
gestor de pessoal.
— Criadores independentes (ESTP, ESFP, ISTP ou ISFP)
Prefere
trabalhar para si mesmo do que para um empregador e fica satisfeito em ajudar e
agradar aos demais. Não se incomoda em descumprir uma ou outra regra ou
trabalhar por conta própria. A pressão, as surpresas e a liberdade de ação
fazem com que seus dias sejam completos.
Possíveis carreiras: Empregue seu espírito empreendedor para abrir seu próprio
negócio, ainda mais se for de meio expediente. As empresas de corretagem podem
ser uma boa opção a ser explorada, já que você pode trabalhar quantas horas e
quando quiser. Dispõe de mais tempo e economias? Invista seu futuro financeiro
comprando uma franquia. Considere algumas opções baseadas em comissão, como
corretor imobiliário, escritor, agente de viagem, contato publicitário ou
representante de vendas.
— Pioneiro (ENFJ, ENFP, INFJ ou INFP)
Sua
disposição para ajudar os menos favorecidos e sua compaixão pelas pessoas fazem
com que você seja uma inspiração para todos. Você é idealista e apaixonado por
seu trabalho, a vida e pelo potencial de outras pessoas. Veio ao mundo para
inspirar, animar e motivar. Tem fortes instintos psíquicos, é muito intuitivo e
hábil em “ler” a linguagem corporal das pessoas e identificar os sentimentos
dos outros.
Possíveis carreiras: Serviço social, magistério, relações públicas, assessor
profissional (coach) e especialista em RH são carreiras fundamentadas em um
espírito de interesse e compaixão pelas pessoas, a necessidade de contato
pessoal e desejo natural de criar paz e harmonia.
Descoberto
seu código, tenha paciência. Quando chegar a hora, saberá o que fazer e, se
preciso, mudar totalmente o rumo de sua vida profissional.
Fonte
O Globo Online, com informações do The Wall Street Journal
O QUE É E COMO DESENVOLVER INTELIGÊNCIA EMOCIONAL
A Inteligência
Emocional é a capacidade de compreender e gerenciar os próprios sentimentos, assim
como o sentimento dos outros
Daniel Goleman, conhecido como o pai da
Inteligência Emocional, relata que não existe correlação entre ela e o QI, pois
eles são controlados por diferentes partes do cérebro. Enquanto o QI não é
capaz de mudar significativamente ao longo da vida, a Inteligência Emocional
pode evoluir e aumentar, e alguns hábitos podem ajudar a desenvolver esse tipo
de inteligência.
1.
Dê atenção ao seu corpo e comportamentos
Preste atenção ao seu comportamento!
Observe como você age quando está sentindo
certas emoções e como isso afeta sua vida. Uma vez que nos tornamos mais
conscientes disto, é fácil julgar e começar a atribuir rótulos ao nosso
comportamento.
Lembre-se também de ouvir o lado físico do
seu corpo, sensações e sentimentos como calafrios, por exemplo, podem sinalizar
que você precisa prestar mais atenção ao momento.
2. Reduza as emoções
negativas
Um dos principais pontos ao desenvolver a
Inteligência Emocional é ser capaz de gerir as suas emoções negativas.
Evite saltar para uma conclusão negativa
imediatamente e pense que as situações possuem várias opções de saída, basta
você procurá-las. Uma dica é escrever seus pensamentos e sentimentos, isso pode
ajudar a externalizar e compreender melhor.
3. Lide de frente
com o estresse e a ansiedade
Todos passam por momentos estressantes na
vida ou se sentem ansiosos por algum motivo. Saber lidar com estas situações
pode fazer a diferença entre o equilíbrio e a disfunção.
Quando sob pressão, a coisa mais importante
a ter em mente é manter a calma.
Dicas rápidas como lavar o rosto com água
fria, tomar ar fresco, evitar cafeína ou fazer exercícios intensos podem mudar
muito a maneira como nos sentimos.
4. Não julgue ou
mude seus sentimentos com muita rapidez
Neste caso a pressa é inimiga da perfeição. A
Inteligência Emocional é um processo gradual, pode ser lento e varia de pessoa
para pessoa.
Tente não descartar seus sentimentos antes
de ter uma chance de pensá-los.
Emoções saudáveis muitas vezes se elevam e
caem como uma onda, aumentando e desaparecendo naturalmente. Seu objetivo não
deve ser “furar a onda” antes de atingir seu pico.
5. Pratique o
“responder” ao invés do “reagir”
Segundo Goleman, o cérebro emocional
responde aos acontecimentos de forma mais rápida do que o cérebro pensante. Por
isso é importante se concentrar em suas ações e perceber a diferença entre o
responder e reagir.
O processo de reagir é um processo
inconsciente onde experimentamos um gatilho emocional e nos comportamos de
forma inconsciente, expressando essa emoção de maneira instantânea. Já o
responder é um processo consciente que envolve perceber como você se sente, depois
decidir como você quer se comportar.
Como dito antes, tome seu tempo e não se
deixe reagir de maneira impulsiva e imediata.
6. Pratique a
empatia
A empatia é sobre entender o próximo, como
alguém se sente ou se comporta de determinada maneira e poder comunicar essa
compreensão a eles.
O estado de empatia deve começar de você: quando
se sentir ou se comportar de certa maneira, pergunte "Por que eu acho que
estou me sentindo assim/fazendo isso?"
A primeiro plano a resposta será "Eu
não sei", mas continue prestando atenção ao seus sentimentos e
comportamentos, e você começará a notar diferentes respostas que chegam. Isso
nos torna mais sensíveis e abertos.
7. Crie um ambiente
positivo
Criar um ambiente positivo não só melhora a
sua qualidade de vida, mas pode ser contagioso para as pessoas ao seu redor.
Perceba o que está indo bem, o porquê e onde
você se sente agradecido em sua vida.
8. Conheça seus
limites e saiba quando é suficiente
Há momentos em que é importante definir
nossos limites adequadamente. Estes limites podem incluir o exercício do nosso
direito de discordar, de dizer "não" sem se sentir culpado, de
estabelecer nossas próprias prioridades e nos proteger da coação.
E é importante saber quando é hora de mudar
o seu foco. A inteligência emocional envolve não só a capacidade de olhar para
dentro, mas também de estar presente no mundo ao seu redor.
Melhorando a cada
dia
Em seu livro chamado Inteligência Emocional,
Goleman ressalta que o controle das emoções é um fator essencial para o
desenvolvimento da inteligência de um indivíduo.
Ao contrário do QI, a inteligência emocional
é altamente flexível. À medida que você treina seu cérebro com novos
comportamentos emocionalmente inteligentes, ele constrói os caminhos
necessários para transformá-los em hábitos.
Porém, ele adverte que devemos buscar
controlar apenas às emoções estressantes e incapacitantes, pois sentir emoções
é o que torna nossa vida rica.
Fonte HiperCultura
4 DETALHES QUE FAZEM TODA A DIFERENÇA PARA O SEU NETWORKING
Networking: para ter resultado, você precisa se
debruçar sobre a "psicologia" do networking, sugere especialista
No
delicado mundo do networking, perceber as sutilezas e nuances pode ser o
segredo para o seu sucesso.
A
regra mais elementar do processo, diz a coach Marie-Josette Brauer, é cuidar da
sua rede de contatos de forma constante - não só em momentos de necessidade.
No
entanto, aplicar esse princípio não basta.
Para
ter resultados consistentes, você precisará se debruçar um pouco sobre a
“psicologia” do networking, sugere Fabrício Barbirato, diretor executivo do
IDCE (Instituto de Desenvolvimento de Conteúdo para Executivos).
De
acordo com o especialista, é importante prestar atenção aos códigos culturais e
comportamentais implícitos em uma relação profissional.
Assumir
um tom levemente apreensivo em um email, por exemplo, pode transmitir ao outro
mensagens que você sequer imagina.
O
risco de passar o recado errado é maior no caso do brasileiro. “Ao contrário
dos americanos, somos pouco habituados ao networking”, diz Barbirato. “Essa
falta de prática muitas vezes se transforma em ruídos e mal-entendidos”.
A
seguir, você verá 4 detalhes sutis que você deve considerar antes de marcar o
próximo café com um colega de profissão:
1. Mostrar ansiedade é fatal
A
verdade é dura: ninguém gosta de quem parece desesperado por uma recolocação. O
brasileiro, como outros povos latinos, tende a desvalorizar quem demonstra
insegurança.
Por
isso, diz Barbirato, se você mandou um email para um contato há poucos dias e
ainda não obteve resposta, pense duas vezes antes de reencaminhar a mensagem.
O
melhor a fazer é respirar fundo. “Ainda que você esteja ansioso, a sua postura
deve ser sempre tranquila, paciente, confiante”, aconselha o especialista.
2. “Dar emprego” não é favor
Barbirato
também destaca um detalhe conceitual que tem um impacto profundo sobre a sua
relação com pares. Fazer networking não é pedir favor - é estabelecer uma
relação que beneficia todas as partes envolvidas.
“Ninguém
ofereceria uma vaga para você se também não tivesse interesse no que você pode
entregar para a empresa”, afirma. Por isso, em vez de agir como se procurasse
ajuda, ofereça trocas.
Essa
pequena mudança de mentalidade pode operar grandes mudanças. Consciente do seu
valor para a outra parte, você saberá se “vender” de forma mais confiante e
eficiente.
3. Humildade é o segredo de quem cativa
Na
tentativa de impressionar a outra pessoa, você pode esquecer um princípio
fundamental do networking: ser modesto faz os outros gostarem de você.
“Em
vez de dizer ‘fiz doutorado em Harvard’, comece o papo contando que fez
pós-graduação nos Estados Unidos, e deixe a pessoa ir descobrindo aos poucos os
detalhes”, recomenda a coach Marie-Josette Brauer.
Também
é importante valorizar o outro. Quando receber um cartão de visitas, por
exemplo, não o guarde automaticamente no bolso. Pare, leia e faça perguntas que
revelem interesse genuíno pelas suas realizações.
4. Networking não deve ser feito a qualquer hora - nem
com qualquer um
Segundo
Barbirato, é comum que os mais desavisados ignorem aspectos sutis da etiqueta
do networking.
Não
é bem visto se relacionar de forma muito ostensiva com profissionais do mesmo
segmento da sua empresa, por exemplo, já que vocês são concorrentes em
potencial.
Outro
cuidado tem a ver com o momento. Enquanto você não completar um ano no seu novo
emprego, é mais elegante desacelerar o networking. “Pode parecer que você é um
profissional volúvel, que mal aterrissou na empresa e já está de olho em outra
oportunidade”, diz o especialista.
Por
Claudia Gasparini
Fonte
Exame.com
O QUE DEVE SER ABOLIDO (OU EVITADO) NA MESA DE TRABALHO
Mais da metade dos americanos julgam negativamente
seus colegas de trabalho por causa da mesa; você vai deixar a desorganização
acabar com sua reputação?
A
sua mesa de trabalho pode estar minando sua reputação na carreira. De acordo
com pesquisa da Adecco, os americanos julgam seus colegas de trabalho por
causa da maneira como eles mantém a própria mesa.
E
o pior: para metade dos participantes da pesquisa, falta de organização é um
sinal muito claro de preguiça por parte do profissional.
Existem
diversas estratégias para banir a desorganização na mesa de trabalho. Mas a
principal delas é tirar os excessos de tudo aquilo que não está diretamente
ligado às suas atividades profissionais.
"As
pessoas dizem: eu me entendo na minha bagunça.
Mas isso é sempre uma mentira", diz Ivo de Abreu, especialista em
organização. "A pessoa tem pilhas e pilhas de documentos, nunca vai
descobrir onde o papel que precisa, realmente, está".
Por
isso, a dica é eliminar tudo o que está em excesso e que não tem uma relação
direta com o seu trabalho:
1. Post-its
Muitas
pessoas encaram os post-its como uma ferramenta para organizar a vida e
favorecer a memória. Mas, de acordo o especialista, esse é um erro crasso.
“O
post-it é um bilhete ou uma anotação, não é um lembrete”, afirma. “Por estar ao
alcance dos olhos,o post-it vira uma interrupção".
O
especialista alerta ainda que o recurso pode ser ineficaz. "Nosso cérebro
tem uma tendência de recompor imagens harmônicas. Com isso, o post-it como
lembrete só funciona nos primeiros dez minutos. Depois disso, o cérebro irá
recompor a imagem sem o post-it. Quando você perceber poderá ser tarde demais”.
Em
outros termos, além de roubar o foco, post-its não são tão eficazes como se
pensava. A dica? Organize todos os lembretes na agenda ou calendário.
2. Objetos pessoais
Equilíbrio
deve ser palavra de ordem na hora de decidir o que colocar (ou não) na mesa de
trabalho. Objetos pessoais até são permitidos, mas desde que apareçam com
moderação.
“Decorações
excessivas, coleções ou outros objetos pessoais mostram que a sua prioridade
não é o trabalho em si”, diz o especialista. “O espaço que você tem disponível
pertence à empresa, por isso, deve ser destinado ao trabalho”.
3. Trabalhos futuros
Sinal
vermelho se você deixa todo o trabalho e projetos futuros acumularem-se sobre a
sua mesa. O ideal, de acordo com o especialista, é reservar espaço na mesa
apenas para as atividades que você tem que desenvolver naquele momento. “Quanto
mais foco no trabalho, mais você presta atenção”, diz.
Por
Talita Abrantes
Fonte
Exame.com
domingo, 31 de maio de 2026
O QUE VOCÊ EMANA PARA O UNIVERSO, VOLTA PRA VOCÊ.
Perceba,
tudo o que você emana, retorna para você. A escolha é única e exclusivamente
sua! A energia está na intenção. Emane Luz, receba Luz!
ANJO DA HUMANIDADE
Esta hierarquia é chamada de "Senhores do Sacrifício". A energia por ela utilizada é a do poder do verbo: a linguagem. Foram assim denominados, porque, em outras vidas, deram um nível superior de consciência para o grupo em que viviam. Segundo Helena Blavatsky, estes seres seriam pilares de Luz, o princípio divino que está instalado na forma humana.
Se você faz parte dessa categoria deve estar se perguntando: "Então eu não tenho anjo?". A princípio não, pois você já tem uma essência angelical muito forte, em decorrência de atos humanitários, através dos quais sua própria vida foi doada em benefício de um grupo, mas você pode escolher o anjo que será o seu guardião.
Somente a presença física das pessoas nascidas em 19/03, 31/05, 12/08, 05/01 e 24/10 consegue afastar o anjo contrário de uma família ou de um grupo. Em nível cósmico, elas produzem a força total da consciência, dando uma combinação inteligente, o que de certa forma, representa uma aliança com Deus.
Os anjos da humanidade possuem costumes e leis admiráveis. Devem aprender a vibrar positivamente, ter mais coragem e não se conformar com as opiniões correntes das massas. Também devem ser inimigos da impureza, da ignorância e da libertinagem. Terão muito respeito pelos seres humanos, honrando suas palavras. Essas almas imortais viveram por muitos séculos seguidos aqui na terra. Os anjos terrenos nunca poderão transgredir essas leis, deixando-se dominar pelo anjo contrário. Se isso ocorrer, sua missão não se cumprirá e tudo se voltará contra eles. A amizade ou mesmo a união de duas pessoas nascidas nos dias governados pelos anjos da humanidade é uma aliança divina com Deus.
(Texto extraído dos livros Anjos Cabalísticos e A Magia dos Anjos Cabalísticos de Mônica Buonfiglio)
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