sexta-feira, 8 de maio de 2026

DIA DAS MÃES: CONFIRA ALGUMAS DICAS NA HORA DE COMPRAR O PRESENTE

Checar diferença de preço de acordo com a forma de pagamento e estar atento à segurança dos sites de compra são algumas das práticas que garantem uma escolha tranquila

Com a proximidade do Dia das Mães, as redes de varejo investem em propaganda e em promoções para chamar a atenção dos consumidores. Entretanto, para conseguir agradar as mães e ao mesmo tempo evitar problemas e prejuízo, é importante ficar atento a algumas práticas que garantem a segurança da compra e economia de tempo e dinheiro.
Na compra do  presente, a primeira dica é pesquisar, já que os preços costumam variar bastante nessas épocas de de grande apelo comercial. Outra prática que pode auxiliar na economia é, ao se interessar por uma promoção, levar o material de propaganda à loja para garantir que a oferta será cumprida. Além disso, anúncios de concorrentes também podem ser úteis na negociação.
Na compra de eletroeletrônicos, peça para testar o  funcionamento. Se optar por produtos importados, confira se há assistência técnica e peças de reposição no Brasil.

Compras online: atenção redobrada
Verificar a idoneidade da empresa que vende pela internet é essencial para uma compra segura. Cheque se a loja informa seu CNPJ e seus canais de contato, como endereço, telefone ou e-mail.
Imprima ou salve em seu computador as páginas que detalham a oferta do produto (preço, prazo de entrega etc.) e que confirmam a efetivação da compra.  
É sempre bom lembrar: por segurança, não realize compras por meio de computadores públicos, como os de lan houses, escola ou local de trabalho.

Fuja do endividamento
Após escolher o presente, o ideal é tentar  pagar à vista. Escolha um presente que se encaixe no seu orçamento e evite a contratação de crédito, pois os juros altos podem levar facilmente à inadimplência. Entretanto, se for inevitável recorrer ao parcelamento, verifique qual loja oferece as melhores condições de pagamento e fique atento às taxas de juros, não somente ao valor das prestações.  
No pagamento com cartão de crédito, confira se o preço é igual ao cobrado à vista. Se a loja insistir em cobrar um preço maior, ou estipular um valor mínimo de compras, não aceite e denuncie a loja aos órgãos de defesa do consumidor, como o Procon.

Trocas
Apesar de ser uma prática frequente nas redes de varejo, a loja não é obrigada a trocar o produto se ele não apresentar defeito, nem mesmo quando se trata de presente. No entanto, se o vendedor disser que a troca é realizada,  a promessa deve ser cumprida. Como a troca é facultativa, o estabelecimento também pode fixar um período para isso (até alguns dias após a compra)  e delimitá-la a determinados produtos, por exemplo.
Já em caso de defeito, a troca não necessariamente é imediata, a não ser que se trate de um produto essencial, como uma geladeira. Fora esses casos, o fornecedor (fabricante ou loja) tem até 30 dias para consertar o produto, segundo o artigo 18 do Código de Defesa do Consumidor (CDC).  Passado o prazo de 30 dias sem conserto, o o consumidor pode  escolher entre três opções:  trocar o produto por outro da mesma espécie, em perfeitas condições de uso; restituir imediatamente a quantia paga; ou ter abatimento proporcional do preço. O consumidor tem direito de optar pela solução que lhe for mais conveniente, independentemente da forma que pagou o produto (à vista, a prazo, no cartão etc.) 

Confira mais algumas dicas:
- Peça a nota fiscal com a discriminação do produto ou do serviço detalhadamente.
A troca não é obrigatória se o produto não tiver com defeito, a não ser que o vendedor tenha prometido trocar.
- Bazares e lojas em liquidação nem sempre permitem a troca porque não dispõem de grande estoque. Por isso, confira a numeração do calçado, o tamanho da roupa, a medida do móvel, enfim, todas as informações que evitarão engano.
- Um serviço mal executado pode ser refeito, mas a comemoração da data ficará comprometida. Por isso, informe-se antes da contratação e peça referências.
- Na compra pela internet, fique atento ao prazo de entrega para o presente não chegar depois da celebração.
Fonte Idec

THE WORKING WEEK

DIFICULDADE DE ACORDAR

Dificuldade de acordar pode ter relação com gene do relógio biológico

Por Marcos Muniz

BOM DIA, DEUS!

ENQUANTO VOCÊ DORMIA...

quarta-feira, 6 de maio de 2026

OS 3 TIPOS DE PESSOAS MAIS IMPORTANTES QUE VOCÊ NÃO DEVE DEIXAR DE MANTER CONTATO

Não pare em contatos óbvios: pensar amplamente para expandir sua rede é indispensável

Empregos podem ser imprevisíveis. Você nunca sabe quando precisará de conexões a mais. Por isso, permanecer em contato com variedade de pessoas é mais importante do que você imagina.
No entanto, um bom networking depende mais da qualidade do que da quantidade das pessoas com as quais você se relaciona. Mas como definir quem é prioridade? Veja a seguir três pessoas que você não pode deixar passar:

Alguém que fez você fazer o seu melhor
Seja um treinador, um professor, ou um supervisor, alguém em seu passado te empurrou para que você fizesse seu melhor. Pense nisso: essa pessoa viu que você tinha ainda mais potencial. E quando se trata de futuras oportunidades de carreira? É alguém que você quer ter do seu lado.
Fale com essa pessoa sobre suas últimas realizações, agradeça-lhe por todo o apoio ao longo dos anos e, em seguida, peça algum conselho sobre como você pode continuar a crescer.

Alguém que dá bons conselhos
A chave é perceber que há uma diferença entre alguém que lhe dá uma boa referência e alguém que se oferece para lhe dizer boas palavras. Este último é o tipo de pessoa que vai debater com você quando se está na necessidade de contatos.
Sempre que você encontrar-se em fase de transição, essa pessoa deve ser uma de suas primeiras chamadas. Diga-lhe o que você está esperando em fazer e, em seguida, pergunte se ele ou ela tem contatos ou conselhos.

O melhor assistente
Você provavelmente já ouviu falar que não deve ter apenas pessoas em posições mais altas do que você em sua rede. Mas é pouco provável que alguém que trabalhou para você chegue até você, a menos que ele ou ela precise de uma referência. Assim, você deve tomar a liderança na conexão com o seu ex-funcionário.
Ao pensar com quem você deve se reconectar, não tente apenas ter contato com ex-patrões. Pense amplamente sobre contatos do passado para expandir sua rede.

Fonte Forbes Brasil

7 CONSELHOS DE CARREIRA QUE NINGUÉM DÁ, MAS QUE VALEM OURO

Num momento de crise, é natural sentir dúvidas sobre o próprio futuro

O mundo do trabalho anda imprevisível. Cortes, reestruturações e demissões constantes deixam o mercado cada vez mais hostil e competitivo. Tudo sem previsão de melhora.
Nesse contexto de crise, é natural sentir muitas dúvidas quanto ao próprio futuro profissional. Como se diferenciar de outros candidatos a um emprego? Quais critérios levar em conta para aceitar ou não uma proposta? Como ser feliz em ambientes de trabalho a cada dia mais tensos?
É claro que receitas mágicas não existem, mas certos conselhos de carreira podem fazer toda a diferença para a sua trajetória.
O detalhe é que alguns deles — talvez os mais valiosos — desafiam o senso comum e não costumam ser dados com frequência.
Com a ajuda de três especialistas no assunto, EXAME.com complilou algumas dicas que fogem do habitual e podem ser surpreendentemente úteis para driblar as adversidades do mundo do trabalho. É o que você vê a seguir:

1. Não ignore o seu lado “irracional”
O universo corporativo cultua o raciocínio lógico, mas o instinto também tem um papel essencial para o sucesso, diz a coach Marie-Josette Brauer, presidente do Innovation Coaching Center. Segundo ela, seguir pressentimentos sobre uma situação ou pessoa pode levar a decisões estratégicas.
“A intuição pode ser ouvida nos momentos mais inesperados, e possivelmente quando for mais necessária”, diz. “É nas horas mais difíceis que ela será mais confiável e útil”.

2. Estude muito, mas não se esqueça de viver
Brauer é uma entusiasta dos livros, e até indica títulos clássicos sobre carreira que podem mudar a sua vida. Ainda assim, ela ressalta que o conhecimento adquirido em obras escritas ou cursos não é mais relevante do que aquele trazido pela experiência prática.
Aulas e leituras são fundamentais para a carreira, mas não substituem a vida real: nem o profissional mais estudioso chegará muito longe se não explorar o mundo, trocar ideias com outras pessoas e encarar desafios com a própria pele.

3. Saiba desistir
Muitos livros de autoajuda descrevam a persistência como o grande diferencial dos vencedores. Não é bem assim. Para o escritor e palestrante Roberto Shinyashiki, presidente da Editora Gente, a melhor resposta a certos impasses pode ser simplesmente “jogar a toalha”.
Está área que claramente não tem nada a ver com você? Mudou de profissão e não vai usar mais nada do que aprendeu na faculdade? O conselho do especialista é direto: abandone o que não funciona mais. Às vezes é preciso se libertar de escolhas que antes pareciam incontestáveis — ou você nunca se entregará totalmente a projetos novos e mais promissores.

4. Não se desvie do seu caminho por pequenas recompensas
Poucas pessoas se dão conta de que a ambição às vezes pode prejudicar o sucesso. De acordo com Shinyashiki, muitos profissionais perdem o foco das suas carreiras atraídos por projetos menores que oferecem algum dinheiro extra.
“Não vale a pena sair de um emprego interessante ou se distanciar de uma área promissora só para ganhar um ‘dinheirinho’ a mais”, diz o escritor. Daí a importância de cuidar das suas finanças pessoais e jamais permitir que a gestão da sua carreira se torne refém da necessidade de pagar as contas. De certa forma, é nadar contra a corrente: uma recente pesquisa da consultoria McKinsey revelou que metade dos brasileiros diz viver "de salário em salário", sem nenhuma margem de segurança financeira.

5. Mantenha certas pessoas a uma “distância segura”
Por melhor que seja o clima na sua empresa, é provável que haja pelo menos uma pessoa que contamina as demais com a sua negatividade. Segundo Brauer, é importante reconhecer o mais rápido possível essas personalidades, e dar um jeito de gerenciá-las.
“A figura tóxica do seu ambiente de trabalho pode ser um superior, um cliente, um colega”, explica a coach. “O importante é identificar essa pessoa e não deixá-la estragar o seu dia, ou mesmo atrasar o seu percurso até um objetivo profissional”.

6. Não espere que o seu empregador faça você feliz
Como o engajamento se tornou um ingrediente obrigatório para o sucesso de um negócio, o bem-estar dos funcionários está virando uma preocupação crescente no mundo corporativo. Não é por acaso que empresas como o Google têm apostado em escritórios cada vez mais repletos de "mimos" e benefícios.
Mas será que o empregador é o único que deve lutar pela sua satisfação? Na verdade, diz Brauer, essa é uma batalha pessoal e intransferível. “Enxergue seu ambiente de trabalho como um espaço em que cada um deve criar a sua felicidade”, afirma. Para aliviar o cotidiano, é melhor tirar o peso das dificuldades e cuidar do seu próprio bem-estar.

7. Não seja modesto demais
Fazer marketing pessoal não é fácil, sobretudo porque a prática é muitas vezes confundida com arrogância. “Em países latinos como o Brasil, existe uma certa vergonha em dizer que você é bom em alguma coisa”, afirma Fabrício Barbirato, diretor do IDCE (Instituto de Desenvolvimento de Conteúdo para Executivos).
Esconder as suas próprias qualidades, na tentativa de preservar a modéstia, pode ser um grande erro na visão do especialista. Criar uma “marca pessoal” é essencial para ser lembrado. “Nunca desperdice a oportunidade de falar sobre algo que você fez bem”, diz Barbirato. Se souber usar o tom adequado e mencionar acontecimentos concretos, a fala dificilmente será vista como pedante.
Por Claudia Gasparini
Fonte Exame.com

14 SINAIS DE QUE VOCÊ TEM INTELIGÊNCIA EMOCIONAL

A IE é formada por autoconsciência, autorregulação, motivação, habilidades sociais e empatia

O que torna algumas pessoas mais bem-sucedidas que outras no trabalho e na vida? QI e ética são importantes, mas não são tudo.
Nossa inteligência emocional - o modo como gerenciamos as emoções, tanto as nossas como as dos outros - pode ter um papel crítico para determinar nossa felicidade e nosso sucesso.
Platão disse que todo aprendizado tem uma base emocional, e talvez ele tenha razão.
O modo como interagimos com nossas emoções e as regulamos tem repercussões em quase todos os aspectos de nossa vida.
Para colocar em termos coloquiais, a inteligência emocional (IE) é como a "sabedoria da rua", em oposição à "sabedoria dos livros", e é responsável por grande parte da capacidade de uma pessoa de navegar com eficiência pela vida.
"Quem tem inteligência emocional geralmente é confiante, sabe trabalhar na direção de suas metas, é adaptável e flexível. Você se recupera rapidamente do estresse e é resistente", disse ao Huffington Post o psicólogo Daniel Goleman, autor de "Focus: The Hidden Driver of Excellence" [“Foco: O Motor Oculto da Excelência”].
"A vida corre muito mais suavemente se você tiver boa inteligência emocional."
Os cinco componentes da IE, como definidos por Goleman, são autoconsciência, autorregulação, motivação, habilidades sociais e empatia.
Podemos ser fortes em algumas dessas áreas e deficitários em outras, mas todos temos o poder de melhorar em qualquer uma delas.
Não tem certeza de qual é seu nível de inteligência emocional? Aqui estão 14 sinais de que você tem uma IE alta.

1. Você sente curiosidade sobre pessoas que não conhece
Você gosta de conhecer novas pessoas e naturalmente tende a fazer muitas perguntas depois de ser apresentado a alguém?
Nesse caso, tem um certo grau de empatia, um dos principais componentes da IE.
Pessoas altamente empáticas - as que estão extremamente sintonizadas com as necessidades e os sentimentos dos outros, e agem de uma maneira sensível a essas necessidades - têm uma coisa importante em comum: são muito curiosas sobre estranhos e se interessam genuinamente em saber mais sobre os outros.
Ter curiosidade sobre os outros também é uma maneira de cultivar a empatia.
 "A curiosidade expande nossa empatia quando conversamos com pessoas de fora do nosso círculo social habitual, encontrando vidas e visões de mundo muito diferentes das nossas", escreveu Roman Krznaric, autor do livro "Empathy: A Handbook For Revolution" [“Empatia: Um Manual para a Revolução”], em seu blog Greater Good.

2. Você é um ótimo líder
Líderes excepcionais costumam ter uma coisa em comum, segundo Goleman.
Além dos tradicionais requisitos para o sucesso - talento, ética profissional e ambição, por exemplo -, eles possuem um alto grau de inteligência emocional.
 Em sua pesquisa comparando os que se saíram extremamente bem em papéis de liderança com aqueles que eram simplesmente medianos, ele descobriu que cerca de 90% da diferença em seus perfis se devia à IE, e não à capacidade cognitiva.
"Quanto mais alta a categoria de uma pessoa considerada um ator excelente, mais capacidades de inteligência emocional apareciam como motivo de sua eficácia", escreveu Goleman na "Harvard Business Review".

3. Você conhece suas forças e suas fraquezas
Um grande fator da autoconsciência é ser honesto consigo mesmo sobre quem você é - saber onde você se sai muito bem e onde você tem dificuldade, e aceitar essas coisas.
Uma pessoa emocionalmente inteligente aprende a identificar suas áreas de força e de fraqueza e analisa como pode trabalhar com maior eficácia dentro desse quadro.
Essa consciência gera a autoconfiança, que é um dos principais fatores da IE, segundo Goleman. "Se você sabe em que é realmente eficaz, pode operar a partir dessa confiança", diz ele.

4. Você sabe prestar atenção
Você é distraído por cada tuíte, mensagem e pensamento que passa por sua cabeça?
Nesse caso, isso pode estar impedindo que você funcione em seu mais alto nível de inteligência emocional.
Mas a capacidade de suportar distrações e se concentrar na tarefa a ser feita é um grande segredo da inteligência emocional, diz Goleman.
Sem estar presente consigo mesmo e com os outros, é difícil desenvolver autoconsciência e relacionamentos fortes.
"Sua capacidade de se concentrar no trabalho que está fazendo ou na sua tarefa escolar, e deixar para ler aquela mensagem ou jogar aquele videogame quando terminar - seu nível de eficiência nesse aspecto durante a infância vem a ser um fator de previsão mais forte de seu sucesso financeiro quando adulto do que seu QI ou a riqueza de sua família", diz Goleman. "E podemos ensinar as crianças a fazer isso."

5. Quando você está chateado, sabe exatamente por quê
Todos nós experimentamos uma série de flutuações emocionais ao longo do dia, e muitas vezes nem sequer compreendemos o que está causando uma onda de raiva ou de tristeza.
Mas um aspecto importante da autoconsciência é a capacidade de reconhecer de onde vêm suas emoções e saber por que você está chateado.
Autoconsciência também se trata de reconhecer as emoções quando elas brotam, em vez de identificá-las mal ou ignorá-las.
Pessoas emocionalmente inteligentes recuam um passo diante das emoções, examinam o que estão sentindo e o efeito dessa emoção sobre elas.

6. Você se dá bem com a maioria das pessoas
"Ter relacionamentos satisfatórios e eficazes - esse é um sinal [de inteligência emocional]", diz Goleman.

7. Você se importa profundamente em ser uma pessoa boa e moral
Um aspecto da IE é nossa "identidade moral", que tem a ver com a extensão em que queremos ver a nós mesmos como pessoas éticas e cuidadosas.
Se você é uma pessoa que se importa em construir esse lado de si mesma (independentemente de como você atuou em situações morais anteriores), pode ter um alto índice de IE.

8. Você se dá um tempo para desacelerar e ajudar os outros
Se você criar o hábito de desacelerar para prestar atenção nos outros, seja saindo ligeiramente do seu caminho para cumprimentar alguém ou ajudar uma mulher idosa no metrô, você demonstra inteligência emocional.
Muitas pessoas, uma boa parte do tempo, estão completamente concentradas em si mesmas. E com frequência é porque estamos tão ocupados correndo em um estado de estresse, tentando fazer as coisas, que simplesmente não temos tempo para perceber os outros, quanto menos ajudar.
"[Existe um] espectro que vai da total autoabsorção a perceber e a sentir empatia e compaixão", disse Goleman em uma palestra TED sobre compaixão.
"O simples fato é que se estivermos focados em nós mesmos, se estivermos preocupados - o que muitas vezes estamos durante o dia todo -, realmente não perceberemos totalmente o outro."
Ser mais atencioso, em contraste com estar absorvido em seu mundinho, planta as sementes da compaixão - um componente crucial da IE.

9. Você é bom em ler as expressões faciais das pessoas
Ser capaz de sentir como os outros estão se sentindo é uma parte importante de ter uma boa IE.
Faça este teste da Universidade da Califórnia em Berkeley (em inglês) para descobrir sua eficiência em ler as emoções dos outros.

10. Depois de cair você se levanta rapidamente
Como você lida com os erros e reveses diz muito sobre quem você é. Indivíduos com alta IE sabem que se há uma coisa que todos temos de fazer na vida é seguir em frente.
Quando uma pessoa emocionalmente inteligente sofre um fracasso ou revés, ela é capaz de se recuperar rapidamente.
Isto acontece em parte por causa da capacidade de experimentar com atenção as emoções negativas sem deixar que elas saiam do controle, o que oferece um grau mais alto de resistência.
"A pessoa resistente não fica presa às emoções negativas, mas deixa que elas fiquem lado a lado com outros sentimentos", disse Barbara Fredrickson, autora de "Positivity" [Positividade], à "Experience Life".
 "Por isso, ao mesmo tempo que elas estão sentindo 'estou triste por causa disso', também tendem a pensar 'mas estou grata por isto'."

11. Você é um bom juiz de caráter
Você sempre consegue ter a sensação de quem uma pessoa é desde o início - e suas intuições raramente se enganam.

12. Você confia em seu instinto
Uma pessoa com inteligência emocional é alguém que se sente à vontade seguindo sua intuição, diz Goleman.
Se você é capaz de confiar em si mesmo e em suas emoções, não há motivo para não escutar aquela voz interior (ou aquela sensação na barriga) que lhe diz que caminho deve seguir.

13. Você sempre foi automotivado
Você sempre foi ambicioso e trabalhador quando criança, mesmo quando não era recompensado por isso? Se você é uma pessoa atuante e motivada - e consegue focar sua atenção e sua energia para perseguir seus objetivos -, provavelmente tem um alto nível de IE.

14. Você sabe dizer não
Autorregulação, um dos cinco componentes da inteligência emocional, significa ser capaz de se disciplinar e evitar hábitos insalubres.
As pessoas dotadas de IE geralmente são bem equipadas para tolerar o estresse (um gatilho dos maus hábitos para muitas) e controlar seus impulsos, segundo Goleman.

Por Carolyn Gregoire
Fonte Exame.com

ESTA PODE SER A CHAVE PARA SER MULTITAREFA (SEM SURTAR)


Em poucos minutos, uma pessoa que tenha um smartphone na mão pode receber mensagens em pelo menos cinco diferentes canais: conversas no Whatsapp, mensagens pelo Facebook, LinkedIn, e-mails de trabalho, e-mails pessoais. Toda a comunicação online é gerenciada em meio aos longos expedientes de trabalho, reuniões, relatórios, deslocamentos etc.
“Hoje em dia, não dá mais para não ser multitarefa. Mesmo que não queira você está conectado”, diz Renata Fabrini, sócia-fundadora da Plongé. Mas, o caminho sem volta da conexão 24 horas por dia pode cobrar seu preço em três diferentes dimensões: desatenção, improdutividade e problemas de saúde. “Quem faz tudo o tempo todo, não faz nada”, diz Beatriz Pacheco.
De acordo com ela, a questão é ainda mais crítica para profissionais em cargos de liderança que exigem constantes e rápidas tomadas de decisão. Passos em falso de gestores - conectados, mas distraídos - têm impactos em toda a equipe. “O risco de não estar consciente é não pensar nas implicações das decisões, não levar em consideração o outro”, diz Beatriz.
Grandes responsáveis pela tal revolução digital já perceberam prejuízos. E como resposta, empresas como Google, Facebook, LinkedIn já investem na promoção ambientes de trabalho aderentes à prática de “mindfullness” (atenção plena), estado maior de consciência que traz a pessoa para o presente, de fato.
Exemplo é a conferência Wisdom 2.0, que acontece anualmente nos Estados Unidos e traz o debate sobre a ampliação da consciência. “As empresas trouxeram casos e mostrando os ganhos desse estado mais consciente. Vários estudos da neurociência mostram como as pessoas se tornam mais produtivas ao se dedicar a práticas que permitam ter essa ampliação de consciência”, diz Renata.
Dedicar-se ao autoconhecimento e auto-observação é essencial nesse processo porque traz à luz os gatilhos da distração, segundo Beatriz Pacheco.
Meditação, exercícios físicos, yoga, refúgios na natureza - e até livros de colorir- são apenas algumas das alternativas a que pessoas recorrem. Mas cabe a cada um escolher a melhor maneira para silenciar a mente e se reconectar consigo mesmo e seus propósitos.
Estar mais consciente e atento, comprovadamente, é a chave que dá acesso aos processos intuitivos, à criatividade, dando espaço para novas perspectivas e, consequentemente, a melhores decisões na vida e na carreira.
Por Camila Pati
Fonte Exame.com

CICLOS SE FECHAM

terça-feira, 5 de maio de 2026

ADVOGADO E CLIENTE: UMA PRIMEIRA REUNIÃO DE SUCESSO

A primeira reunião com um potencial cliente é geralmente o marco inicial de um relacionamento que pode evoluir para a contratação

Não importa quanto tempo de prática um advogado tenha, a primeira reunião com um cliente é, geralmente, um misto de empolgação e estresse. Contudo, ambas as sensações podem ser gerenciadas e superadas, seguindo algumas orientações simples.
Antes de tudo, é importante lembrar que cada advogado tem seu próprio estilo, característica, pontos fortes e de melhoria, que ditam esta primeira interação. Isso contribui para que cada reunião inicial seja única, com seu conjunto de fatores, pessoas e circunstâncias. Contudo, apesar da singularidade da situação, algumas diretrizes podem ser universalmente aplicadas e são bastante úteis na preparação para a primeira reunião.

1. Estude o cliente.
A primeira reunião com um potencial cliente é geralmente o marco inicial de um relacionamento que pode evoluir para a contratação ou, dependendo do desempenho do advogado, remanescer apenas no networking. Dica valiosa que ajudará o advogado a ganhar a empatia dele, é demonstrar conhecimento sobre a sua empresa. Por isso, ainda que você pretenda fazer inúmeras perguntas para esclarecer as questões, não deixe transparecer que é a primeira vez que você se importa com esse cliente e com o seu ramo de negócios.
Mostrar-se interessado, demonstrando que já sabe um pouco sobre o mercado de atuação vai fazer com que o cliente desenvolva confiança e trará um impacto bastante positivo para este encontro. Analise os e-mails ou telefonemas que o precedem. Eles também são uma excelente fonte de conhecimento para este primeiro momento. Além do mais, este estudo irá deixá-lo muito mais confiante para conduzir esta reunião.

2. Transmita profissionalismo.
Uma atitude positiva pode fazer toda a diferença. Sorria quando atender o cliente, para que ele saiba que você está animado com a sua presença e a perspectiva de trabalhar em conjunto. Faça contato visual, dê um aperto de mão firme e ouça atentamente, quando o cliente estiver falando com você. Apresente-se como uma pessoa flexível e focada. O cliente gostará de sentir que você está aberto a desafios e consegue trabalhar bem sob pressão.
Deixe claro para o seu potencial cliente que você gosta do seu trabalho e tem satisfação em poder ajudá-lo a resolver seus problemas.
Mantenha um linguajar mais simples para que ele possa entendê-lo. Não tente impressioná-lo com o seu rebuscado "juridiquês".

3. Seja pontual
É imperativo que você chegue para a reunião no horário. Isso mostra que é organizado e que leva o seu trabalho e seus clientes a sério. Pontualidade pode dizer muito sobre uma pessoa, por isso, se não é o seu ponto forte, comece trabalhar nele.
Não se esqueça que não é apenas o seu tempo que está sendo investido nesta reunião, mas o do cliente também. Dê valor a isso.

4. Cumprimente-os pelo nome.
É importante numa primeira reunião cumprimentar o cliente pelo nome, apertar sua mão e se apresentar. Cuide para não pronunciá-lo de forma errada. Esta é uma maneira simples, mas fundamental de validá-lo e causar uma impressão positiva.

5. Como lidar com cartões de visita
Cartões de visita são uma ferramenta tradicional e fundamental de trabalho. Não se esqueça de levar e entregar o seu cartão profissional ao novo cliente, bem como de analisar brevemente o cartão profissional do cliente após recebê-lo. Caso haja diversos representantes do cliente ao mesmo tempo na reunião, organize os cartões recebidos sobre a mesa, à sua frente, para ter a certeza de que se lembrará do nome e da posição de todos os participantes do encontro. Jamais esqueça qualquer cartão que lhe foi entregue. Guarde-os consigo e em segurança após o término da reunião, preferencialmente dentro do seu próprio porta-cartões.

6. Recepcionando o cliente
Guie-o pelo escritório para que ele não se sinta perdido, indicando-o a posição que deverá ocupar à mesa de trabalho. De preferência, mantenha o cliente perto de você. Evite, no entanto, sentá-lo do seu lado oposto ou ao seu lado, porque o contato físico pode incomodá-lo.
Se a sala de reunião a ser utilizada tiver vista para uma paisagem interessante, posicione o cliente à mesa de forma que ele tenha acesso frontal à vista. Se possível, ofereça-lhe água e café antes de iniciar a conversa. Ao término da reunião, sempre acompanhe o cliente até o elevador, ou, se possível, até o estacionamento.

7. Prepare-se para conduzir a reunião da forma mais objetiva possível.
Reuniões são geralmente vistas como um problema. Falamos sobre isso num artigo anterior. Por isso, conduzir o primeiro encontro de forma eficiente servirá como amostra para o cliente potencial sobre como você conduzirá o trabalho, caso seja contratado. Por isso, é importante anotar os pontos-chave abordados, prestando atenção nos principais pontos de preocupação ressaltados pelo cliente, escrevendo breves notas sobre os insights e alternativas que lhe ocorrerem. Isso ajuda a manter o foco.
Dependendo do nível de informalidade da reunião e do cliente, é natural que o seu interlocutor se sinta à vontade para contar a história de sua vida. Isso é ótimo, porque a troca de amenidades ajuda a diminuir a pressão do primeiro encontro e a tensão que os problemas jurídicos normalmente envolvem. Aproveite o momento de descontração para conseguir informações valiosas sobre a personalidade do seu cliente: se meticuloso, detalhista, estrategista, conservador, vanguardista etc. Isso poderá ajudá-lo a traçar o perfil do cliente e, consequentemente, apresentar durante a reunião uma metodologia de trabalho alinhada com os mesmos valores. É importante, contudo, manter o controle daquilo que é importante e do que não é. Você não precisa cortá-lo de maneira incisiva, mas quando perceber que estão fugindo muito do assunto principal, traga-os de volta para o que importa.

8. Seja o mais realista possível
Não é incomum que os clientes já queiram uma solução ao final de uma reunião. E, mais ainda, a maioria deles espera, exclusivamente, uma resposta favorável. Contudo, por mais que isso seja comum, boa parte das vezes, foge da realidade. Por isso, é importante entender as expectativas do cliente, mas também deixar claro, desde o primeiro momento, as variáveis que envolvem a análise e resolução jurídica de uma questão legal: chances de êxito, tempo estimado à resolução de determinado caso, prós e contras das estratégias delineadas, estimativa de valores a serem gastos com o pagamento de honorários e despesas etc.
Manter uma postura clara e transparente em relação às chances de êxito, custo esperado e tempo a ser consumido na resolução de questões jurídicas mitigam o risco de surpresa e insatisfação do cliente, caso a sua expectativa não seja atendida. E isto certamente irá preservar e fortalecer o vínculo de confiança entre vocês.

9. Recapitule os principais pontos abordados ao final da reunião
Ao final da reunião, recapitule todos os principais pontos a serem solucionados com o cliente. Aproveite para verificar se todas as questões que poderiam ser respondidas de início foram, de fato, endereçadas e se todos assuntos relevante foram anotados para serem posteriormente avaliados. Desta forma, o cliente perceberá que você conduziu a reunião de forma atenta e que está munido de todas as informações necessárias para dar encaminhamento à solução jurídica que se espera.
Coloque-se à disposição por e-mail, telefone, e encoraje-o a manter contato, caso alguma preocupação ou dúvida venha a aparecer.
Por fim, após a reunião, faça um e-mail agradecendo a oportunidade do encontro e envie um sumário sobre os principais pontos discutidos e as próximas providências a serem seguidas. Compartilhar o cronograma de execução do trabalho com o cliente diminuirá a sua ansiedade sobre as expectativas e sobre os próximos passos e lhe dará um norte a ser seguido em relação às tarefas a serem cumpridas, informações e documentos que ele ainda precisa lhe fornecer para dar encaminhamento ao assunto. Lembre-se: falhas de comunicação são, geralmente, responsabilidade do advogado, não do cliente.
Em suma, a confiança do cliente é algo que se conquista e nunca deve ser presumida. Manter estas diretrizes em mente para uma reunião inicial e para as subsequentes poderá ajudá-lo a começar um relacionamento com um novo cliente com o pé direito, contribuindo, consequentemente, para uma relação forte e saudável daí para frente.

Por Maria Olívia Machado e Ana Barros
Fonte Migalhas

CONFIRA 10 EXCELENTES DICAS DE COMO MEMORIZAR AS LEIS, NORMAS E CÓDIGOS DE DIREITO


Muita coisa para arquivar na sua cabeça sobre Direito? Como memorizar com mais facilidade as Leis, Normas e Códigos de Direito? Como decorar mais rápido e não esquecer tudo que aprende em Direito?
A maneira de facilitar e acelerar a memorização das muitas informações e conhecimentos em Direito é aplicando técnicas adequadas de memorização. Quanto mais rápido você memorizar, mais rápido iniciará o estudo de outro assunto de Direito.
Abaixo você vai conhecer 10 técnicas de memorização básicas para memorizar mais rápido e com mais facilidade o que estuda em Direito. Comentaremos também a respeito das ferramentas de memorização avançadas da Neurosoftware, que facilitam muito o trabalho de colocar na memória toda a imensa quantidade de informações das aulas e livros de Direito:

10 DICAS DE MEMORIZAÇÃO DE DIREITO
Dicas básicas para memorização de Direito. Você pode complementá-las com o treinamento indicado na próxima tabela. Colocando em prática essas técnicas você evita os brancos memória e não esquece o que estuda em Direito:

1) FAÇA SEUS PRÓPRIOS FLASH CARDS
Faça pequenos cartões em cartolina e escreva o que deseja memorizar em forma de perguntas. Escreva de um lado a pergunta e do outro lado a resposta. Inclusive, você pode aproveitar o tempo livre em consultórios, ou num engarrafamento para revisar os cartões.

2) DESENHE MAPAS MENTAIS DE QUALIDADE
Para ajudar na fixação da informação, busque transformar a informação do texto em gráficos e mapas mentais, usando bastante cores e desenhos interessantes.

3) CONHEÇA A TÉCNICA DA MEMÓRIA FOTOGRÁFICA
O que diferencia uma pessoa com habilidade de memória fotográfica de outra que é incapaz de lembrar sequer a imagem do rosto de alguém que acabou de conhecer é simplesmente o tipo de conexão Olho-Mente que ambas possuem. Pessoas com memória fotográfica aprenderam a fortalecer o seu dom visual a tal ponto, que são capazes de enxergar uma imagem em suas mentes quase tão bem como fariam se estivessem observando a mesma imagem com seus olhos. São capazes, por exemplo, de olhar para a imagem de um quadro e descrever com precisão todos os elementos contidos na figura, incluindo suas cores, sombras e formas.

4) CRIE FILMES MENTAIS
Ao invés de tentar decorar fatos históricos, visualize como se você tivesse voltado no tempo e estivesse vivenciando aquele fato histórico. Só que ao invés de visualizar o acontecimento da forma como ele realmente ocorreu, procure colocar emoção e movimento nas cenas, o cérebro que adora emoções fortes vai memorizar mais facilmente.

5) ESCREVA... ESCREVA ATÉ MEMORIZAR
Algumas pessoas memorizam melhor o que fazem do que o que veem ou ouvem e nesses casos escrever a informação várias vezes é uma boa dica. Você pode inclusive usar cores variadas para títulos e subtítulos. Pode usar letras grandes ou com destaque, etc.

6) GRAVE E OUÇA A INFORMAÇÃO QUE DESEJA MEMORIZAR
Para memorizar com facilidade, grave a informação em áudio, usando um mp3 player e ouça diversas vezes até que o conteúdo seja memorizado.

7) FAÇA A INFORMAÇÃO SER EMPOLGANTE
Para memorizar um texto, procure recitá-lo com emoção, mudando o tom de voz, usando palavras engraçadas e etc. Você pode também ler sussurrando ou até mesmo gritando. Torne o texto engraçado ou aterrorizante. Seja criativo.

8) MEMORIZE A INFORMAÇÃO CANTANDO
Cante o texto a ser memorizado usando um ritmo de música conhecido, que você gosta bastante. Retire a letra original da música, substituindo pelo texto em questão. Usando esse método, você acaba memorizando a matéria com a mesma facilidade com a qual decora a letra de suas músicas prediletas.

9) MEMORIZE E ENSINE O QUE APRENDEU
Ensinar aquilo que você aprendeu é uma ótima forma de fixá-lo ainda mais na memória. Se você estuda com um grupo de colegas podem combinar de cada um estudar uma parte da matéria e dar ao resto do grupo uma aula sobre a parte da matéria estudada.

10) MÚSICA E TEATRO
Pesquisas comprovam que música e teatro aumentam a capacidade de concentração e geram ganhos tão significativos para a memória que você tem como extrapolar a melhora para outras áreas. Quem treina para tocar um instrumento parece ficar mais habilidoso em geometria e a compreender melhor um texto. Quem faz teatro, por fim, fica com a memória mais apurada, pelo hábito de decorar textos e interpretá-los no palco, e aumenta o nível de atenção – algo fundamental para aprender qualquer coisa.
Fonte comoaprenderestudar

8 PEQUENAS ATITUDES QUE VÃO AJUDAR VOCÊ A GERENCIAR MELHOR SEU TEMPO


Com certeza uma das principais reclamações do ser humano nos dias de hoje é a falta de tempo para fazer tudo que gostaríamos. Temos a sensação de que a vida está passando rápido demais e que acabamos por muitas vezes deixando de fazer coisas importantes na vida.
Administrar o tempo na época em que vivemos se tornou algo totalmente indispensável e necessário. É fato que não existe fórmulas mágicas que irão resolver o problema da falta de tempo do dia para a noite, porém tornar habituais algumas pequenas atitudes pode ajudar a ter uma vida com mais equilíbrio e mais foco em atividades importantes.

1 - Use uma ferramenta para gerenciar seu tempo: um dos grandes vilões da improdutividade humana é a mania que as pessoas têm de guardar o que deve ser feito na cabeça, pois isso gera esquecimentos e urgências. É necessário que você escolha uma ferramenta para anotar suas prioridades e liberar sua mente para pensar e não para se preocupar com o que deve ser feito. Um caderno, agenda, celular, uma planilha ou um software, enfim, algo que formalize.

2 – Delegue: quanto mais você delegar, mais tempo livre você terá. Se a tarefa é repetida constantemente, escreva um processo, imprima e treine as pessoas para segui-lo.

3 - Coloque momentos importantes em sua semana: não deixe que os dias sejam apenas para resolver urgências e “apagar incêndios”. Comece a colocar pequenos momentos importantes em seus dias, como por exemplo, um almoço em família, pegar seus filhos na escola, praticar um esporte ou um hobby.

4 - Aprenda com suas urgências: a maioria das urgências ocorridas poderia ser evitada! Da próxima vez que algo urgente acontecer, pare e pense de que forma esta situação poderia ter sido evitada, para que ela não se repita.

5 - Seja rigoroso: Uma olhada nas redes sociais, um lanchinho mais demorado, ou uma conversa mais animada com os colegas podem atrapalhar um dia inteiro de trabalho. Se atrasar por causa de algumas dessas distrações, pode fazer com que você tenha que correr para entregar algo dentro do prazo ou não se prepare tão bem quanto poderia para uma apresentação, por exemplo. Ser rigoroso com os cálculos de tempo que você estimou vai te ajudar a ter mais tranquilidade para produzir com qualidade e dentro dos prazos, além de garantir um melhor jogo de cintura se surgir qualquer imprevisto.

6 - Finais de semana são pessoais: sua família e sua vida precisam de você! Evite ao máximo utilizar seu final de semana para trabalhar. Desligue seu notebook, celular, esqueça a empresa. Faça passeios com a família, aproveite seu tempo com as pessoas importantes de sua vida.

7 - Mantenha seu ambiente organizado e limpo: organize seu local de trabalho e também seus pertences em casa. Estima- -se que uma pessoa gasta 40 minutos por dia localizando informações, e isso é muito tempo perdido.

8 - Controle seus e-mails: não fique com o e-mail aberto a todo o momento. É importante estipular horários e nesses períodos limpe sua caixa de entrada, movendo informações para pastas e transformando e-mails em tarefas ou reuniões.
Certamente existem inúmeros outros hábitos a serem colocados em prática para que os dias sejam mais produtivos e que a falta de tempo não seja algo corriqueiro. Como cada um tem suas particularidades nas atividades profissionais e pessoais, cabe fazer uma autoanálise e encaixar algumas ações para encontrar o equilíbrio desejado.

Por Eduardo Sehnem Ferr
Fonte Portal Administradores

HOJE, TERÇA, É UM BOM DIA PARA VOCÊ ENVIAR SEU CURRÍCULO ÀQUELA EMPRESA

Especialistas tiram dúvidas sobre as estratégias para despertar o interesse do recrutador pelo seu perfil

Na hora de procurar um emprego ou disputar uma vaga, a primeira dúvida é como elaborar um bom currículo para que ele ajude a despertar o interesse do recrutador, divulgando todo o potencial do profissional. Mas outras estratégias são importantes também: para ter melhores resultados, é preciso selecionar as empresas que melhor se adequam ao seus objetivos, bem como as vagas mais alinhadas ao seu perfil. Mas qual o melhor dia para enviar ou entregar o currículo? Vale ir pessoalmente entregar o documento na empresa? O Boa Chance listou as principais dúvidas e pediu que a diretora da Mira RH, empresa de gestão de recursos humanos, Fátima Mangueira, e a coach High Performance, Dirlene Costa, respondessem e dessem outras dicas:

Melhor dia
Os melhores dias para procurar emprego e entregar o currículo são segundas e terças-feiras, geralmente na parte da manhã, pois as melhores vagas são fechadas rapidamente, explica Fátima. Nesses dois dias, as pessoas têm uma visão de recomeço, e as empresas estão prontas para executar o que planejaram para a semana, inclusive reposição de vagas, diz Dirlene. Na sexta-feira, ao contrário, a visão dos empregadores é preparar as estratégias para a próxima semana.

Pessoalmente ou por correio?
O currículo de papel não está morto. Ainda há pessoas que vão espontaneamente entregar o currículo pessoalmente nas empresas de seu interesse. Outras comparecem atendendo ao anúncio da vaga que foi divulgada. A coach sugere que a pessoa envie currículo mesmo quando não há vaga em aberto, já que esta é uma oportunidade de entrar no banco de talentos de uma empresa.

Cara e coragem
Na opinião da especialista, vale a pena, sim, o profissional deixar seu CV pessoalmente nas empresas, mas o ideal é que ele telefone antes para agendar uma entrevista. Assim, tem mais garantias de ser recebido. Para Fátima, é muito importante que o profissional deixe o documento mesmo que não tenha vaga no momento dentro de seu perfil, pois esta pode surgir a qualquer momento e ele será convidado para participar do processo seletivo.
Dirlene, por sua vez, aconselha que, antes de procurar algum funcionário específico para entregar seu currículo, o profissional faça uma sondagem antes para ver se conhece alguém que possa lhe apresentar a ele. De qualquer forma, os currículos geralmente são gerenciados pelo departamento de RH das empresas. Por isso, acredita, o melhor caminho é procurar o próprio RH, salvo se você conhece alguém que possa lhe colocar de frente com o gestor e que ele esteja buscando profissionais para sua equipe.
— A orientação é: menos é mais. Portanto, cuidado para não incomodar e passar uma visão de desespero, o que pode comprometer oportunidades futuras. Busque o RH ou uma indicação — completa Dirlene.

Telefonar ou não?
Você pode ligar de vez em quando para o RH, mas somente para perguntar se estão com alguma oportunidade para sua área, demonstrando interesse e se colocando à disposição, sugere Dirlene. E não vale ligar diariamente, esta atitude precisa ser periódica, de 15 em 15 dias, uma vez por mês, completa a coach. Outra estratégia sugerida por Fátima é enviar o currículo, se cadastrando no site pelo banco de empregos, pois desta forma os CVs são analisados e cadastrado já dentro do perfil e experiência profissional. Feito isso, é aguardar ser convidado para entrevista com horário agendado.

À espera de uma resposta
Se você participou de algum processo seletivo e ainda não foi chamado, é porque não chegou o momento. Por isso, calma. O processo pode ainda estar em andamento ou realmente você não foi selecionado, diz a coach, lembrando que a maioria das empresas avisa. De qualquer forma, acrescenta Dirlene, espere entre uma semana e dez dias para saber sobre o andamento do processo. Mostre interesse sobre o processo seletivo, mas cuidado para não ser insistente ou inconveniente. Apenas mostre interesse em saber em que posição está e se coloque à disposição. Ainda de acordo com a diretora da Mira RH, geralmente os currículos ficam cadastrados por um prazo de seis meses e, a qualquer momento que surja uma vaga com o seu perfil, o profissional pode ser convidado para uma entrevista.

Dever de casa
É aconselhável procurar saber quais vagas constam do site da empresa, para se cadastrar na melhor oportunidade e que esteja mais adequada com o seu perfil. A dica mais importante é, ser for convidado para entrevista, estar presente pelo menos 15 minutos antes da hora agenda e com o currículo impresso. Procure, sempre, estar a par da cultura desta organização, e ficar atento à missão e à visão da companhia.

E lembre-se
— Currículo precisa ser claro e objetivo, máximo 2 páginas;
— Nada de ficar vendendo suas qualidades, o recrutador vai avaliar isso. Apenas reforce os pontos fortes que você tem e que pode ajudar a empresa. Entre 3 a 5;
— Faça uma carta se apresentando e demostrando interesse pela vaga. Carta simples, objetiva e gentil;
— Coloque sempre as empresas que trabalhou, período trabalhado e as atividades ou resultados importantes que realizou;
— Insira suas formações, mas de forma sucinta: coloque as três últimas;
— Informe cursos, no máximo três de relevância e convergência com a vaga. Cursos que não agregam valor para o cargo em questão, é melhor não citar.
Fonte O Globo Online