terça-feira, 21 de julho de 2026

HOJE, TERÇA, É UM BOM DIA PARA VOCÊ ENVIAR SEU CURRÍCULO ÀQUELA EMPRESA

Especialistas tiram dúvidas sobre as estratégias para despertar o interesse do recrutador pelo seu perfil

Na hora de procurar um emprego ou disputar uma vaga, a primeira dúvida é como elaborar um bom currículo para que ele ajude a despertar o interesse do recrutador, divulgando todo o potencial do profissional. Mas outras estratégias são importantes também: para ter melhores resultados, é preciso selecionar as empresas que melhor se adequam ao seus objetivos, bem como as vagas mais alinhadas ao seu perfil. Mas qual o melhor dia para enviar ou entregar o currículo? Vale ir pessoalmente entregar o documento na empresa? O Boa Chance listou as principais dúvidas e pediu que a diretora da Mira RH, empresa de gestão de recursos humanos, Fátima Mangueira, e a coach High Performance, Dirlene Costa, respondessem e dessem outras dicas:

Melhor dia
Os melhores dias para procurar emprego e entregar o currículo são segundas e terças-feiras, geralmente na parte da manhã, pois as melhores vagas são fechadas rapidamente, explica Fátima. Nesses dois dias, as pessoas têm uma visão de recomeço, e as empresas estão prontas para executar o que planejaram para a semana, inclusive reposição de vagas, diz Dirlene. Na sexta-feira, ao contrário, a visão dos empregadores é preparar as estratégias para a próxima semana.

Pessoalmente ou por correio?
O currículo de papel não está morto. Ainda há pessoas que vão espontaneamente entregar o currículo pessoalmente nas empresas de seu interesse. Outras comparecem atendendo ao anúncio da vaga que foi divulgada. A coach sugere que a pessoa envie currículo mesmo quando não há vaga em aberto, já que esta é uma oportunidade de entrar no banco de talentos de uma empresa.

Cara e coragem
Na opinião da especialista, vale a pena, sim, o profissional deixar seu CV pessoalmente nas empresas, mas o ideal é que ele telefone antes para agendar uma entrevista. Assim, tem mais garantias de ser recebido. Para Fátima, é muito importante que o profissional deixe o documento mesmo que não tenha vaga no momento dentro de seu perfil, pois esta pode surgir a qualquer momento e ele será convidado para participar do processo seletivo.
Dirlene, por sua vez, aconselha que, antes de procurar algum funcionário específico para entregar seu currículo, o profissional faça uma sondagem antes para ver se conhece alguém que possa lhe apresentar a ele. De qualquer forma, os currículos geralmente são gerenciados pelo departamento de RH das empresas. Por isso, acredita, o melhor caminho é procurar o próprio RH, salvo se você conhece alguém que possa lhe colocar de frente com o gestor e que ele esteja buscando profissionais para sua equipe.
— A orientação é: menos é mais. Portanto, cuidado para não incomodar e passar uma visão de desespero, o que pode comprometer oportunidades futuras. Busque o RH ou uma indicação — completa Dirlene.

Telefonar ou não?
Você pode ligar de vez em quando para o RH, mas somente para perguntar se estão com alguma oportunidade para sua área, demonstrando interesse e se colocando à disposição, sugere Dirlene. E não vale ligar diariamente, esta atitude precisa ser periódica, de 15 em 15 dias, uma vez por mês, completa a coach. Outra estratégia sugerida por Fátima é enviar o currículo, se cadastrando no site pelo banco de empregos, pois desta forma os CVs são analisados e cadastrado já dentro do perfil e experiência profissional. Feito isso, é aguardar ser convidado para entrevista com horário agendado.

À espera de uma resposta
Se você participou de algum processo seletivo e ainda não foi chamado, é porque não chegou o momento. Por isso, calma. O processo pode ainda estar em andamento ou realmente você não foi selecionado, diz a coach, lembrando que a maioria das empresas avisa. De qualquer forma, acrescenta Dirlene, espere entre uma semana e dez dias para saber sobre o andamento do processo. Mostre interesse sobre o processo seletivo, mas cuidado para não ser insistente ou inconveniente. Apenas mostre interesse em saber em que posição está e se coloque à disposição. Ainda de acordo com a diretora da Mira RH, geralmente os currículos ficam cadastrados por um prazo de seis meses e, a qualquer momento que surja uma vaga com o seu perfil, o profissional pode ser convidado para uma entrevista.

Dever de casa
É aconselhável procurar saber quais vagas constam do site da empresa, para se cadastrar na melhor oportunidade e que esteja mais adequada com o seu perfil. A dica mais importante é, ser for convidado para entrevista, estar presente pelo menos 15 minutos antes da hora agenda e com o currículo impresso. Procure, sempre, estar a par da cultura desta organização, e ficar atento à missão e à visão da companhia.

E lembre-se
— Currículo precisa ser claro e objetivo, máximo 2 páginas;
— Nada de ficar vendendo suas qualidades, o recrutador vai avaliar isso. Apenas reforce os pontos fortes que você tem e que pode ajudar a empresa. Entre 3 a 5;
— Faça uma carta se apresentando e demostrando interesse pela vaga. Carta simples, objetiva e gentil;
— Coloque sempre as empresas que trabalhou, período trabalhado e as atividades ou resultados importantes que realizou;
— Insira suas formações, mas de forma sucinta: coloque as três últimas;
— Informe cursos, no máximo três de relevância e convergência com a vaga. Cursos que não agregam valor para o cargo em questão, é melhor não citar.
Fonte O Globo Online

VOCÊ

 

segunda-feira, 20 de julho de 2026

8 DICAS DE ORGANIZAÇÃO PARA SUA VIDA


1 - Organizar é preciso
Viver em meio a uma bagunça generalizada não é apenas desagradável. O caos gerado pela desorganização atrapalha a visão de soluções para os problemas.
Além disso, a desorganização de uma simples pilha de papéis pode gerar consequências desastrosas. Documentos perdidos, contas esquecidas e recibos jogados fora são sinônimos de pequenas dores de cabeça que poderiam ser evitadas caso esses papéis fossem agrupados e guardados de maneira ordenada.
Veja oito dicas de organização que podem ajudar você e sua família a terem mais qualidade de vida.

2 - Escolha a ferramenta correta para sua organização
Não importa se você prefere usar um aparelho eletrônico ou a velha e boa agenda de papel. O truque é centralizar a organização geral de sua vida em apenas um lugar.
Existem várias ferramentas tecnológicas feitas especialmente para auxiliar a organização da rotina. Mas é preciso ter o cuidado de escolher a que mais se adapta a seus hábitos e estilo de vida. De nada adianta adquirir uma agenda eletrônica se você não tiver paciência para aprender suas funcionalidades.
Usando a ferramenta escolhida, anote seus compromissos e suas tarefas pendentes ou incompletas.

3 - Defina objetivos
É importante incluir seus sonhos na lista de afazeres. Assim, fazer um curso, viajar ou comprar seu apartamento deixam de ser apenas sonhos e se tornam projetos.
Definir objetivos é uma maneira de se organizar e se motivar ao mesmo tempo. Sempre que revisar seu planejamento, procure alinhar seus objetivos aos seus valores pessoais para nortear suas decisões.

4 - Anote as etapas de suas tarefas
Analise a lista com tudo o que você precisa realizar e separe as tarefas categorizando-as em pessoais, profissionais, familiares e sociais, por exemplo. Você pode adaptar as categorias com o intuito de melhorar a visualização do que precisa ser feito versus o tempo disponível.
Depois, anote as tarefas secundárias que compõem a realização de uma tarefa específica. Por exemplo, mudar as crianças de escola pode incluir telefonemas para pedir indicações, pesquisas na internet e visitas a algumas escolas. Cada etapa da tarefa vai demandar um tempo que dever ser calculado. No exemplo dado, enquanto os telefonemas podem durar apenas cinco minutos, as visitas podem demandar uma tarde inteira.
Ao anotar todas as fases a serem cumpridas para completar seu objetivo, é possível saber com mais exatidão o tempo necessário para cada atividade, o que diminui a sensação de que você não conseguiu realizar tudo que precisava.

5 - Não deixe para depois
Responder um e-mail, fazer uma ligação e colocar a roupa no lugar depois de experimentá-la são pequenas tarefas que costumamos adiar. O problema é que se deixamos essas tarefas para depois, elas podem se tornar mais difíceis e demandar mais tempo. Uma peça de roupa que fica espalhada, por exemplo, pode amassar e até sujar, gerando muito mais trabalho do que se ela tivesse sido guardada na hora.
Sendo assim, analise as tarefas que aparecerem ao longo do dia. Se notar que podem ser resolvidas imediatamente, não deixe para depois.

6 - Deixe espaço em sua agenda
É tentador preencher todas as linhas da agenda quando estamos tentando resolver o máximo de problemas no menor número de horas possível. Mas, é preciso deixar espaço para as eventuais tarefas que surgirem e puderem ser resolvidas imediatamente, e é preciso estar ciente de que contratempos podem acontecer. E seja realista: não assuma mais compromissos do que você é capaz de realizar.
Não deixe de incluir momentos de descanso e lazer em seu planejamento. Participar do happy hour com os amigos após o trabalho, ir ao cinema ou ao parque são atividades que nos ajudam a recarregar as energias, e devem fazer parte de nossas rotinas.

7 - Não desista nos primeiros dias
Cometer deslizes é absolutamente normal na criação de novos hábitos, portanto, não desista se algumas tarefas estiverem atrasadas ou se o seu processo de organização tornou-se um pouco confuso.
Assuma os erros como uma forma de aprendizado e invista em seus acertos. Normalmente, é preciso de 21 a 30 dias para criar um novo hábito em nossa rotina.
Você pode determinar metas despretensiosas, como separar a correspondência assim que recebê-la, e tentar manter esse hábito por um mês, observando como ele se incorpora à sua rotina.

8 - Aprenda a jogar fora
Se você tem o hábito de guardar objetos que provavelmente nunca mais serão usados, separe uma área em seu armário para armazená-los. Anualmente, analise tudo o que estiver guardado nessa área. O que você realmente não utilizou nesse período deve ser jogado fora.
Guarde recibos e documentos importantes dos anos mais recentes em pastas sanfonadas para distingui-los dos papéis mais antigos, que podem ser armazenados em caixas de arquivo morto. Doe roupas velhas, reforme os móveis antigos e conserte ou venda aparelhos estragados. Um ambiente limpo e ordenado facilita a manutenção de bons hábitos de organização.

9 - Revise constantemente sua organização
Pense em sua organização como um processo contínuo. Em nossa rotina usamos objetos que depois precisam ser guardados, limpos ou descartados. Também temos que decidir o que fazer com as novas tarefas que surgem a todo o momento. Isso significa que não é possível deixar a vida mais organizada sem se comprometer a manter o processo e rever o que precisa ser modificado.
Se a sua casa está aparentemente organizada, mas você continua perdendo suas chaves, talvez seja uma boa ideia adquirir um porta-chaves e fixá-lo próximo à sua porta. Se não há mais espaço para sapatos em seu armário, não compre novos modelos até ter se livrado dos sapatos que não usa mais ou compre uma nova sapateira.
O pior aspecto da bagunça é que quanto mais ela se instala, mais difícil é desfazê-la. Isso porque tendemos a adiar a organização geral enquanto adicionamos mais e mais itens ao caos, sob o pretexto de que haverá um dia especial no qual deixaremos tudo em ordem de novo. Faça com que esse momento especial seja todos os dias e ganhe qualidade de vida!

Por Bebel Ferreira

DIFICULDADE DE ACORDAR

Dificuldade de acordar pode ter relação com gene do relógio biológico

Por Marcos Muniz

THE WORKING WEEK

SEGUNDA-FEIRA - RECOMEÇO

CERTOS AMIGOS, DEUS APRESENTA

BOA SEMANA

APESAR DA DISTÂNCIA

BOM DIA, DEUS!

ENQUANTO VOCÊ DORMIA...

domingo, 19 de julho de 2026

BOA SEMANA

TERMINANDO DOMINGO

O SEGREDO PARA COMEÇAR UMA SEMANA MARAVILHOSA


Para a maioria das pessoas, o final do domingo é o prenúncio de dores de cabeça. Parece que a segunda-feira é uma grande ameaça: fim do descanso, volta à rotina, pressões e preocupações, prazos… Será que não há como escapar? A solução para esse problema é simples e depende unicamente de nós. Algumas dicas para fazer com que a segunda-feira seja o início de uma ótima semana:

1 – Evite compromissos no domingo que acabem muito tarde
Sempre que nos envolvemos em festas e eventos que se prolongam até altas horas no domingo, temos menos tempo para descansar. Procure estabelecer o hábito de dormir o suficiente na noite de domingo para segunda, para que o seu corpo possa repor as energias necessárias para a semana de trabalho;

2 - Divirta-se durante a semana
Muitas pessoas deixam para fazer somente no final de semana aquilo que lhes dá prazer. É um erro! Nós precisamos de diversão e relaxamento todos os dias. Se distribuirmos o divertimento ao longo da semana, não ficaremos tão decepcionados quando o domingo terminar;

3 - Durma o suficiente todos os dias
Alguns de nós têm o hábito de dormir pouco durante a semana e “descontar” no sábado e no domingo. De nada adianta esse hábito, pois o corpo não fica esperando para repor as horas perdidas. O ideal é dormir todos os dias pelo menos 6 horas (o ideal pode variar entre 6 a 9 horas para cada pessoa);

4 – Controle o consumo de álcool
Bebidas alcoólicas podem atrapalhar o seu repouso e ainda por cima causar uma ressaca no dia seguinte;

5 – Concentre-se nas coisas positivas da segunda-feira
A segunda-feira pode ser um dia maravilhoso para colocar a conversa em dia, rever colegas de trabalho, buscar novos desafios. Faça da segunda-feira um dia estimulante e positivo para você;

6 – Agrade a você mesmo
Aproveite a segunda-feira para faze algo que seja bom para você. Almoce a sua comida preferida, compre um livro, telefone para um grande amigo, ouça o CD que você mais gosta. Espante assim qualquer “energia negativa” que o dia possa ter.

7 – Não se esqueça do mais importante
A segunda-feira é o segundo dia da semana.  Para ter uma semana maravilhosa, cuide bem do seu domingo e não comprometa o dia seguinte. Evite extravagâncias e aproveite a semana inteira com muita disposição.

APRENDA A FAZER MAGIA...

Porque você já faz sem saber...

Mago é aquele que manipula a energia vital universal em benefício de algo. Os elementos dessa magia são a ação mental do mago, seu foco ou concentração, somado à sua intenção limpa, clara e direta.
Você faz magia quando dedica tempo, concentração e intenção sobre determinado foco, objeto ou elemento, utilizando o poder do pensamento.
A energia vital universal é a força da vida que está presente em tudo e que magnetiza - que é o mesmo que conferir a vida - todo ser vivente, pois alimenta todos os corpos, e, no caso de seres pensantes como é o do ser humano, a magnetização ou imantação dessa força recebe influência dos pensamentos e emoções. Portanto, toda energia vital universal que toca e interpenetra os nossos corpos, recebe a influência direta de nossos temperamentos.
Quando você pensar em algo, não importa a natureza dos seus pensamentos, estará impregnando a energia vital que lhe toca, com os elementos desse pensamento. Assim sendo, a magia básica é a arte de conferir a energia livre, solta, que viaja e gravita no universo, o magnetismo específico que uma intenção focada carrega.
O pensar, simples e puro, é um exercício de magia. Uma vez que o pensamento é focado em algum ponto, objetivo ou objeto, ele é descarregado com sua intensidade, vibração ou magnetismo sobre esse objetivo ou objeto.
Se você pensa, logo você é mago! Mas a pergunta a ser feita é: Você é um mago da luz ou das trevas? Você é um mago consciente de sua magia ou está alienado em relação ao poder que você tem?
Se você quiser convocar seu poder de ser mago, saiba que pode fazer agora, entendendo, organizando, purificando e concentrando seus pensamentos nas direções que desejar.
Nesse momento em que você decidir ter a disciplina necessária para se concentrar no foco que deseja e adicionar a intenção necessária aos pensamentos, então, nesse instante você passará a ser um mago, ativo e consciente. Mas isso ainda não é tudo que você precisa saber...
Você ainda precisa saber que atitudes geram consequências que ecoam pela eternidade, e por isso, você precisará vigiar -no sentido de avaliar e lapidar - constantemente o produto de sua magia, para que ela seja sempre derivada de pensamentos e emoções superiores, pois dessa forma a sua missão como mago será a de melhorar o mundo.

Elementos básicos da Magia
Foco + Concentração + Intenção + Amor/Respeito/Gratidão = Magia Divina ou Magia de Luz
Foco + Concentração + Intenção + Desequilíbrios emocionais como Raiva/Egoísmo = Magia Negra

O universo mental e emocional do mago determinam a qualidade ou a polaridade da magia. Se o mago não aprender a curar suas emoções negativas, então ele, mesmo sem saber ou desejar, tornar-se-á um mago à serviço do mal.
Equilíbrio das emoções é a chave da Magia Divina ou Magia de Luz.

Por Bruno J. Gimenes
Fonte STUM

ONDE A CIÊNCIA E A ESPIRITUALIDADE SE JUNTAM

 

O sistema físico na dualidade é uma ilusão intencional. Vocês estão sonhando o sonho da humanidade. Vocês são seres espirituais poderosos usando filtros. São centelhas Divinas da Fonte Criadora frequentando a Universidade da Terra. E assim, têm que aceitar este axioma e tentar entender, do seu ponto de vista, as realidades maiores que existem além das suas percepções físicas… e elas são muitas. E o AMOR é o elemento básico, o “DNA” de tudo.

A NATUREZA DO TEMPO

Então vamos falar do Tempo. Tempo e espaço são aspectos do mesmo mecanismo. O espaço, de certo modo, é o tempo congelado, mantido num formato cinético matricial dentro da dualidade, que permite a separação e planejamento da ilusão intencionalmente programada da métrica do tempo sequencial. Assim, o tempo é o inverso do espaço, em fluxo dinâmico livre. Ambos ocorrem através do flash harmônico de unidades de consciência, pelos mecanismos de pulsação para dentro e para fora, da matéria para a antimatéria, via buracos negros e buracos brancos. O Flash Harmônico dentro/fora não é apenas o ponto em que espaço e tempo se fundem numa espuma homogênea, é também a taxa de percepção da unidade de consciência que dispara a atenção em direção a cada vida simultânea. Isto ocorre a uma proporção mágica chamada Número de Planck, precisamente a 10 elevado à potência -43 de um segundo. Nesse ponto, tempo e espaço se fundem e tornam-se não lineares, e o aspecto Toróide entra em cena. O espaço se inverte, voltando-se sobre si mesmo, e as unidades de tempo flutuam numa piscina quantizada, não-linear e descontínua, daquilo que vocês chamam passado, presente e futuro. O continuum espaço-tempo se dissolve, por assim dizer, e transforma-se em unidades de energia conscientes, que são transformadas em matéria e antimatéria, à medida que são puxadas para dentro e projetadas para fora, no flash harmônico, através dos buracos negros e brancos respectivamente.

A OMNI-TERRA 

A separação das suas “encarnações” – como vocês as chamam – está ancorada à Omni Terra em inserções holográficas ou programas de “Separação de Tempo”. Através de diversos mecanismos, o ser humano adiantado pode entrar nesses programas e, por meio da Mer-Ka-Na, penetrar o centro da super-alma, onde cada “encarnação” em tempo sequente está ancorada como raios de fibra ótica. Nesse ponto central, vocês realmente estão no painel de controle, onde podem explorar e examinar qualquer aspecto de qualquer uma das suas encarnações, no AGORA não linear.

Embora esses programas de tempo estejam ancorados na Omni Terra, em pontos específicos que muitas vezes apresentam anomalias multidimensionais, não é necessário visitar tais lugares para entrar neles. Entra-se nesses programas através da Consciência Quântica. Este processo é ensinado nas Chaves Metatrônicas.

Nota de M.C. Pereda: O Texto canalizado por James Tyberonn e o vídeo feito pelo físico Brian Green, estão completamente alinhados, mostrando que, embora não seja ainda oficial, ciência e espiritualidade estão realmente se fundindo.

O EQUILÍBRIO


Na tradição taoísta, assim como na cultura xamânica e até mesmo na astrologia encontramos estudos profundos da fisiologia de nossa alma, baseados nos 4 elementos naturais: Ar, Terra, Fogo e Água.
Em todas essas tradições ressalta-se a importância de mantermos um equilíbrio entre esses que dão forma a todas as coisas do nosso universo objetivo, incluindo nosso corpo físico.
A cultura taoísta em especial é tão precisa a respeito disto que afirma que não há como encontrar verdadeira felicidade se não tivermos os 4 elementos em equilíbrio dentro de nós. Nesse sentido ar e terra se contrapõem (e se complementam), assim como fogo e água. Veja como cada elemento se faz presente em você:

AR: Pensamento, criatividade, inspiração. Se bem equilibrado torna sua vida um fluxo criativo, um movimento de idéias que vão transformando sua caminhada. Quando em excesso você fica viajando demais, alimenta uma certa esquizofrenia, e você pode viver um mundo de fantasia que não tem nenhuma relação com a realidade em si e pode acabar em alguns casos levando a uma constante insatisfação e depressão. Para evitar isso, é bom buscar contato com a...

TERRA: o realizar, o concretizar, o fazer. Se bem equilibrada em você há uma organização, uma disciplina e uma ordem nas suas tarefas e relações que alimenta e engrandece o seu auto-respeito e compromisso, além de efetivamente concretizar seus planos e ações, trazendo progresso à sua vida. Agora ter somente os pés bem firmes no chão, sem deixar fluir a criatividade e a leveza do ar, faz com que você acabe trilhando sempre o mesmo caminho seguro, e sua vida acabe estagnada e você se aprisiona num realismo pessimista. É necessário manter o equilíbrio com o AR.

FOGO: a presença, o seu brilho, sua força interior. Em equilíbrio mostra o seu potencial natural, permite que os outros o admirem, e que você não se limite, nem se diminua e brilhe como você é. Se em excesso por outro lado, faz com que você acabe caindo no orgulho, e se tornando um pouco prepotente demais, ofuscando a chama dos outros, que passam naturalmente a evitar a sua presença, que acaba se tornando incômoda e você precise brigar e gritar pra continuar em evidência. "Essa pessoa é fogo!" não é um bom elogio. Nessas horas, é bom se recolher e buscar contato com a...

ÁGUA: a serenidade, a tranquilidade, sua paz interior. Quando bem equilibrada faz você fluir com facilidade pela vida, não se prendendo a pequenas coisas e permanecendo no seu centro, tranquilo, pacífico. Você está em paz e as pessoas passam a curtir estar na sua presença mesmo em silêncio. Quando demais por ouro lado, você acaba sendo muito permissivo e algumas pessoas e situações tendem a abusar da sua infinita paciência e uma hora você se nota com uma demanda superior a que você pode suportar. Quando isto acontece, é necessário se impor, marcar seu território e pra isso invocar o seu FOGO interior.

Todos temos os 4 elementos e suas dádivas dentro de nós. Com certeza temos algum se sobressaindo mais do que outro, mas quando estamos nos sentindo pra baixo, pesados, irritados ou indulgentes vale a pena dar uma analisada para ver o que está faltando ou sobrando.
No equilíbrio de ar e terra, e água e fogo, encontra-se você em seu potencial máximo, como criatividade, realização, presença e tranquilidade que te faz fluir leve e consciente por esse tempo e espaço.
Fonte Portal 11:11

VIVER É UMA OPORTUNIDADE


Viver é a oportunidade de fazer e de sentir coisas que nunca mais voltarás a fazer ou sentir...
Viver é um presente. Que te foi dado para que experimentes...
Viver é aproximar-se do tempo. Senti-lo. Degustá-lo. Ali, de onde tu vens e para onde regressarás, não há tempo. E aqui, na vida terrena, o lugar onde se pode experimentá-lo. Depois, quando voltares à realidade, viverás sem tempo. Não achas que é bom que fiques consciente dele?
Quanto à dor, à ignorância e ao desespero, agora tu não entendes, mas também são experiências únicas. Só na matéria, na imperfeição, é possível existir a tristeza, a impotência do doente e a amargura do que sofre e de quem vê sofrer... Amanhã, quando já não mais estivermos aqui, nada disso será possível.
Experimentar para que ninguém precise te contar...
Viver para que ninguém te conte.
Viver é experimentar a limitação porque amanhã serás ilimitado.
Viver é duvidar porque, em teu estado natural, não poderias te permitir a isso...
Viver é estar perdido, temporalmente. Depois acharás a ti mesmo, outra vez...
Viver é aceitar a morte; tu que, na verdade, jamais morreste nem voltarás a morrer...
Viver é divertir-se no aparentemente pequeno e insignificante.
Amanhã não será assim. Amanhã, quando regressares à realidade, grandes coisas te esperam...
Viver é despertar, regressar, chorar, sonhar, ver e não ver, querer e não poder, cair, levantar-se, saber e ignorar, despertar na obscuridade, ficar sem palavras, não partir, aborrecer-se, amar e deixar de amar, ser amado e deixar escapar, ver morrer e saber que vai morrer, trabalhar sem saber por que nem para quê, entregar-se, acariciar a criança, não esperar nada em troca, sorrir ante a adversidade, deixar que a beleza lhe abrace, ouvir e voltar a ouvir, contradizer-se, esperar como se fosse a primeira vez, envolver-se no que não quer, desejar acima de tudo, confiar, rebelar-se contra todos e contra si mesmo, deixar fazer, e sobretudo, olhar o céu... E tudo isso para que ninguém te conte depois que morrer...

(Cavalo de Tróia 9 – Caná - JJ Benítez)

MANTENHA VIVA A CHAMA

ÓTIMO DOMINGO PARA VOCÊ!

BOM DIA, DOMINGO!

sábado, 18 de julho de 2026

COMO NÃO PERDER O CONTROLE

A ciência revela o que se deve fazer para aumentar a força de vontade e a capacidade de autocontrole diante das tentações

Uma simples recordação de nossa vida cotidiana dá a dimensão do tamanho da batalha para mantermos nossas metas e vencer as tentações. Como conservar a perseverança e acordar mais cedo todos os dias para arranjar tempo para o exercício, se o cansaço paralisa? De que maneira encontrar forças para dizer não ao doce tentador que aparece na hora da sobremesa ou para ficar longe do shopping – e salvar o cartão de crédito – quando o dia foi pesado e a alma implora por um presentinho? É possível recusar o encontro com a colega atraente do escritório ao se pensar que a namorada pode vir a saber e isso virar um grande problema? Em um mundo no qual as compensações por um dia a dia massacrante podem ser abundantes, fica mesmo difícil resistir a elas. O resultado é conhecido: uma sociedade cada vez mais obesa e dependente de remédios que aplaquem a ansiedade e a depressão. Em busca de saídas eficazes para essa encruzilhada, a ciência começa a voltar seu olhar para dois fatores decisivos nessa questão: autocontrole e força de vontade. O primeiro é basicamente o poder de impedir a manifestação de comportamentos prejudiciais e de encontrar métodos que nos levem a alcançar os objetivos. O segundo é o que nos faz persistir e ir adiante na decisão de resistir por um bem maior. Mas o que é preciso fazer para tornar esses dois atributos algo disponível e durável nas nossas vidas?
As respostas que estão emergindo da comunidade científica desvendam um panorama fascinante. Indicam que essas duas habilidades têm raízes na história da evolução humana, na genética, no ambiente – enfim, são componentes da personalidade de cada um muito mais complexos e sujeitos a influências do que se imaginava. Não é simplesmente uma questão de ter ou não força de vontade e autocontrole. Há mais peças nesse jogo. A primeira conclusão importante a esse respeito vem das pesquisas sobre o comportamento do cérebro
quando exposto a a situações nas quais é obrigado a colocar em ação o poder de autocontrole. Nessas circunstâncias, o que ocorre é uma batalha entre os centros responsáveis pelo processamento dos desejos e do impulso – localizados no sistema límbico – e os que colocam em prática a razão, abrigados no córtex pré-frontal. Um lado pressiona pela recompensa. O outro, pela ponderação sobre a oportunidade e os benefícios reais que o prêmio trará.
Vista assim, essa disputa pode parecer apenas mais uma tarefa do cérebro, entre os milhares que realiza. Porém, ela simboliza um ponto-chave da nossa evolução. As áreas relacionadas aos desejos, ao prazer, foram as primeiras a se desenvolver, até porque se tratava de uma questão de sobrevivência. Nos primórdios da nossa história, comer, dormir, fazer sexo, conquistar um terreno só seu eram fundamentais para viver mais e aumentar a prole – e o cérebro acabou encontrando um caminho para tornar isso tudo um grande prazer.
Até aí, não somos diferentes dos outros animais. O que nos distingue, nesse aspecto, é que ao longo de milhões de anos desenvolvemos um sistema, o do córtex pré-frontal, capaz de segurar o impulso de realizar essas vontades quando elas mais prejudicam do que ajudam. “Alguns animais podem apresentar mecanismos bem rudimentares de autocontrole, mas é na espécie humana que o cérebro atingiu um grau de evolução que permite refrear os impulsos de satisfação imediata em função de uma gratificação futura”, afirma o psicólogo Marco Callegaro, mestre em neurociência e comportamento pela Universidade Federal de Santa Catarina. “O fundamento de nossa sociedade está nessa capacidade, pois a civilização depende basicamente de autocontrole. A habilidade de simular cenários de futuro e de escolher os mais desejáveis, de melhor custo/benefício, nos deu condições de fazer planos e de suportar adversidades e frustrações para poder chegar a uma meta distante”, diz.
O grande problema é que até hoje dificilmente resistimos a todas as tentações, além do fato de uns cederem mais aos desejos do que outros. Investigações sobre o que ocorre no cérebro dos mais resistentes e no dos mais auto-complacentes dão parte da resposta de por que isso acontece. Um trabalho importantíssimo nesse tema realizado na California Institute of Techonolgy (EUA) revelou que, nas pessoas menos vulneráveis às tentações, uma área do córtex pré-frontal, a dorsolateral, é mais ativa. Boa parte das considerações profundas sobre os benefícios da ação a ser tomada é feita nessa região.
A informação promissora é que, segundo os cientistas, é possível estimular o funcionamento dessa espécie de bastião cerebral do bom-senso. Uma das maneiras é lembrar aos indivíduos os aspectos realmente positivos da decisão no momento em que ele está pensando se deve ou não se entregar a um desejo. Essa estratégia vale tanto para a hora de decidir entre o brigadeiro e a fruta (é necessário lembrar-se, insistentemente, do valor nutricional de um e de outro) quanto para a hora de ceder à tentação da mulher bonita à sua frente (vale mesmo a pena ir ao encontro sabendo que isso pode acarretar vários problemas futuros com a namorada, por exemplo?).
Na esfera da personalidade, há dados interessantes que ajudam a identificar os elementos que compõem o autocontrole e a força de vontade de cada um. Pesquisa da Kellogg School of Management (EUA) revelou que, em geral, as pessoas acreditam ter mais força de vontade do que na verdade possuem. Pior: aqueles que se consideram muito perseverantes são os primeiros a fraquejar. “Os indivíduos não são muito bons em avaliar o poder de seus desejos”, escreveu Loran Nordgren, autora do trabalho. “E os mais confiantes são os mais vulneráveis”, complementou.
Além disso, os que tendem a ceder mais normalmente atribuem uma importância maior aos objetos da cobiça, segundo pesquisa das universidades americanas de Pittsburgh e do Texas. Em vez de entender o desejo como algo que pode esperar, um luxo, o encaram como uma necessidade. É o clássico “eu preciso”, que pode ser empregado tanto para a bolsa da vitrine, quando o armário está cheio de outras opções, quanto para o carro novo, quando o que se tem resolve perfeitamente a vida. Desses estudos, tira-se a lição de que conhecer nossos limites e as estratégias mentais que montamos para nos satisfazer a qualquer custo é um passo importante para segurar impulsos.
É preciso ficar atento ainda a outras armadilhas. Quando se está sob estresse, a tendência é deixar o impulso tomar conta. Uma revisão de estudos realizada na University of Southern California (EUA) deixa isso claro. “O estresse parece fazer com que as pessoas olhem apenas para o prazer que determinado ato proporcionará”, explicou Mara Mather, coordenadora da pesquisa. Sob tensão, busca-se desesperadamente apenas um conforto. E isso, obviamente, prejudica a capacidade de levar em consideração os resultados negativos da escolha. “A compulsão para ter uma recompensa fica mais forte e os indivíduos se tornam menos aptos a resistir”, disse a pesquisadora.
Fazer escolhas depois de ter se esforçado muito para manter o autocontrole em situações anteriores também é ruim. Se no mesmo dia a pessoa teve de superar a preguiça para ir fazer exercícios físicos logo cedo e depois foi obrigada a deixar o cansaço de lado para terminar o relatório no trabalho, ficará mais difícil ainda dizer não para o cigarro ou a bebida no fim da tarde. “Quando o autocontrole não foi muito requisitado, é mais fácil focar nas repercussões negativas do desejo”, escreveram os autores de um estudo a esse respeito feito na Hong Kong University e na Northwestern University. “Mas, se foi exigido demais, passamos a considerar apenas aspectos como a facilidade para obter a recompensa”, disseram.
A partir dessa constatação, pode-se comparar força de vontade e autocontrole a um músculo. Se for exigido demais, dá sinais de fadiga. Por outro lado, se bem condicionado, garante um corpo sadio. E é exatamente esse o pensamento que prevalece hoje entre os cientistas. “É possível treinar tanto a força de vontade quanto o autocontrole”, disse à ISTOÉ Roy Baumeister, da Florida State University e um dos principais pesquisadores da área. “E qualquer tipo de exercício que quebre rotinas pode fortalecê-los.” O cientista sugere coisas como usar a mão contrária à habitual para escrever, escovar os dentes ou beber algo. “A essência do autocontrole é se sobrepor a uma resposta já esperada.”
Um ingrediente imprescindível na receita que começa a ser montada para nos ajudar a resistir às tentações é exercitar a capacidade de esperar pela recompensa ou de trocá-la por outra, menos prejudicial. Esquecer o benefício imediato e olhar para o futuro, tentando enxergar o que essa ação trará de resultado dias, semanas, meses, anos depois. “É preciso criar uma forte conexão com o futuro”, disse à ISTOÉ Hal Hershfield, da New York University’s Stern School of Business. “Assim é mais fácil avaliar como os atos de hoje afetarão o amanhã.”
Na prática, porém, a maioria dos indivíduos não faz esse exercício. “Pergunte a uma pessoa onde ela quer estar daqui a cinco anos. Poucos têm ideia”, afirma o psicólogo Cristiano Nabuco de Abreu, do Instituto de Psiquiatria da Universidade de São Paulo. Por isso, essa é uma das perguntas-chave a se fazer para despertar a força de vontade. “Questione-se sobre o que realmente você quer da vida e de que jeito quer viver. Se a resposta não for muito clara, pergunte-se também o que faz mal a você”, ensina. “E tente descobrir como aliviar essa carga.”
O cardiologista Marcel Coloma, membro da Sociedade de Cardiologia do Rio de Janeiro, aplica a técnica de projetar o futuro para ajudar seus pacientes a deixar o cigarro. “Mostro a eles os ganhos a curto e a longo prazo. E os parabenizo a cada sucesso atingido”, diz. A nutricionista Elaine de Pádua, do Rio de Janeiro, também usa o elogio para incentivar as conquistas de seus pacientes. “Muitas mulheres chegam ao consultório com baixa autoestima. Seu resgate as estimula a seguir a meta de emagrecer.”
Colocar-se objetivos atingíveis e prever gratificações de fato positivas assim que forem alcançados é outra estratégia eficaz para fortalecer o “músculo” da força de vontade e do autocontrole. “Quando há luz no fim do túnel, as coisas ficam mais fáceis de ser alcançadas”, diz a psicóloga Ana Maria Rossi, presidente da Isma-Br, entidade voltada à pesquisa e prevenção do estresse. Tão importante quanto isso é acreditar nesses objetivos – parar de fumar, de comer demais, de ceder aos impulsos pelo sexo, por exemplo. “A força de vontade surge quando a pessoa se convence, sem sombra de dúvida, de que seu desejo é sua vontade real”, diz o endocrinologista Tércio Rocha, do Rio de Janeiro.
Outra ajuda importante é fugir de ambientes nos quais as tentações estejam perigosamente disponíveis. “No caso de quem deseja parar de fumar, por exemplo, a pessoa pode se ajudar eliminando situações que funcionam como gatilho, como o cafezinho”, orienta a psicóloga Ana Rossi. “Enfim, modificando hábitos e comportamentos”, ensina.
Na tarefa de aumentar a vontade e o autocontrole, um recurso profissional interessante é a terapia cognitivo-comportamental, um ramo da psicologia que busca modificar padrões de pensamentos e comportamentos prejudiciais. “Ela promove de forma mais estruturada a autopercepção e o autoconhecimento, bem como o controle de impulsos”, explica a psicóloga Andréia Calçada, do Rio de Janeiro.
Da Universidade de Miami (EUA), onde trabalha como professor, o brasileiro Juliano Laran dá ainda outra recomendação vital para fazer crescer o autocontrole: a diversão. Ele chegou a essa conclusão após realizar um experimento no qual observou que os indivíduos com maior capacidade de se controlar encaravam as situações nas quais eram obrigados a se conter mais como uma oportunidade de diversão do que de chateação. “As pessoas tendem a acreditar que exercer o autocontrole é algo que dá trabalho”, explicou à ISTOÉ. “O problema é que, se interpretamos dessa forma, depois que terminamos de usá-lo queremos nos divertir”, disse. Ou seja, a busca por uma recompensa pelo esforço permanece. Porém, quando se inverte o pensamento, essa necessidade deixa de existir. “A diversão muda a percepção do esforço que estamos fazendo e não sentimos mais como se depois devêssemos relaxar e nos divertir, comendo e bebendo demais, por exemplo.”
Quanto mais gente adotar essas lições, melhor. Isso porque, de acordo com uma pesquisa realizada na University of Georgia (EUA), o autocontrole é contagioso. “Observar outras pessoas conseguindo manter o controle, a força de vontade, a motivação, faz o indivíduo querer fazer o mesmo”, disse à ISTOÉ Michelle vanDellen, autora do estudo, o primeiro do gênero, publicado na revista científica “Personality and Social Psychology Bulletin”. O fenômeno ocorre basicamente porque as pessoas tendem a imitar o comportamento de quem está ao redor. “Pensar em alguém que tem autocontrole para se exercitar todos os dias pode fazer você ficar mais comprometido com suas metas financeiras.”
 
Por Cilene Pereira e Mônica Tarantino
Fonte IstoÉ Online

FELIZ SÁBADO!

sexta-feira, 17 de julho de 2026

PARA O FIM DE SEMANA...

GOLPE DO FALSO ADVOGADO

COMO PLANEJAR UM FIM DE SEMANA REALMENTE REVIGORANTE

Depois de uma semana inteira de trabalho intenso, o que você faz na sexta-feira?

Quem respondeu que se joga no sofá e contempla uma longa lista de tarefas não está sozinho: para muitos empreendedores, o fim de semana também conta como dia útil, e não como descanso.
O problema dessa rotina é acordar um tanto exausto na segunda-feira, afirma a escritora Laura Vanderkam. Ela acaba de publicar o e-book “What the Most Sucessful People Do on the Weekend” (o que as pessoas mais bem-sucedidas fazem no final de semana), para o qual conversou com empresários de sucesso sobre sua programação de fim de semana.
Em um artigo publicado no site da revista Inc, ela resume o que ouviu desses empreendedores e dá três dicas para usar melhor o sábado e o domingo para combater os efeitos do excesso de trabalho – e voltar novo em folha para o escritório.

1 – Conte as horas vagas – e aproveite-as
Você já contou quanto tempo livre tem entre abrir uma cerveja na sexta às seis da tarde e desligar o despertador às seis da manhã de segunda? São 60 horas no total, ou 36 horas úteis, descontando-se as 24 de sono – quase a mesma carga horária de uma semana de trabalho.
“Tanto tempo não pode ser desperdiçado”, diz Vanderkam. Por isso, ela recomenda dedicação máxima ao planejamento antecipado dos dias de folga e diz que é preciso traçar estratégias com o mesmo apuro e seriedade de compromissos profissionais.

2 – Planeje eventos-âncora
A intensa semana de trabalho geralmente deixa o empreendedor esgotado na sexta-feira. Mas Vanderkam argumenta que sentar inertemente na frente da TV ou surfar aleatoriamente na internet não são as melhores maneiras de se preparar para uma nova jornada.
Parece um paradoxo, mas para renovar as energias é preciso se mexer. “Outros tipos de trabalho, como exercícios físicos, um hobby, tomar conta dos filhos ou ser voluntário, ajudam mais a preservar o ânimo para os desafios da semana do que vegetar completamente”, afirma a escritora.
O segredo para ter um fim de semana ativo é planejar alguns eventos-âncora, afirmam os entrevistados por Vanderkam para o livro. Não é preciso encher todas as horas vagas, apenas ter em mente que haverá um horário reservado para ver atividades e apresentações dos filhos, jogar futebol ou cozinhar para os amigos.
“De início, isso pode parecer pouco divertido e muito trabalhoso, mas, de acordo com os entrevistados, gastar energia dá mais ânimo para retomar o trabalho”, afirma Vanderkam.

3 – Desfrute por antecipação
Planejar com minúcia até mesmo o fim de semana parece coisa de gente bitolada, mas Vanderkam defende que essa tarefa também pode ser muito prazerosa. “Projetar o futuro e antecipar o programa representa uma boa parte da felicidade gerada por qualquer evento”, afirma.
A tática de marcar as atividades com antecedência também economiza momentos preciosos do fim de semana que em geral são gastos negociando um plano com seu cônjuge ou correndo atrás de algum restaurante que ainda tenha lugares vagos – ou de alguém para tomar conta das crianças.
Além disso, marcar um compromisso desestimula a clássica desistência de fazer algo no final de semana por estar muito cansado.
  Por Bruna Maria Martins Fontes
Fonte Papo de Empreendedor

NADA DAQUELA CALÇA VELHA, AZUL E DESBOTADA

 
O que vestir (ou não) na empresa na ‘casual friday’, aconselham consultoras de moda

A sexta-feira chegou e, em muitas empresas, nota-se que os funcionários exibem um visual mais relax. Isso por conta do ''casual day'', que surgiu e se popularizou nos Estados Unidos, mas foi sendo incorporado aos poucos pelos brasileiros. É quando executivos e funcionários de organizações mais formais deixam de lado o terno, a gravata, os taileurs e o salto alto, e adotam trajes mais descontraídos. Mas nada de ir trabalhar de qualquer jeito, alertam as especialistas em moda e estilo. Segundo elas, não há uma regra definitida, e tudo vai depender do perfil da empresa e o segmento em que esta atua.
A consultora de moda e imagem Milla Mathias diz que, ainda hoje, as pessoas têm dúvidas quanto ao tipo de roupa que devem - ou podem - vestir nesses dias.
- Ainda pensam que podem ir de calça jeans, camiseta velha e tênis, quando na verdade não é bem assim.
A consultora explica que o intuito do casual day é trazer mais descontração às roupas, e consequentemente, ao ambiente de trabalho às vésperas do fim de semana, para que os profissionais possam trabalhar mais relaxados e contentes.
E, se antes, a prática se restringia apenas às sextas-feiras, e a poucas empresas, hoje a informalidade no vestir se estendeu a outros dias da semana e a diversos tipos de organizações, acrescenta Paula Acioli, coordenadora acadêmica do curso “Gestão de negócios no setor de moda”, da FGV.
- Essa mudança de padrões e quebra de paradigmas no vestir é, na verdade, um claro reflexo do tempo que estamos vivendo, muito mais democrático em todos os sentidos, social e economicamente falando - ressalta Paula.
Independentemente do dia, afirmam as especialistas, não se deve esquecer que estamos falando de ambiente de trabalho, e não fim de semana ou passeio. Para Paula, ética, bom-senso, observação, educação e adequação são valores que devem ser levados em conta, não só na vida pessoal e profissional, mas também quando falamos de vestuário:
- Esses valores facilitam as escolhas, aumentam as chances de acertos e diminiuem a possibilidade de erro. Se adicionarmos a isso toda a facilidade de acesso à quantidade de informações disponíveis em revistas, sites, blogs, e até mesmo nas trocas de idéias entre amigos nas redes sociais, a gente conclui que é quase impossível nos dias de hoje alguém "sair com qualquer roupa" para trabalhar, sem levar em consideração seu local de trabalho.
- É para ser casual, mas mantendo a elegância. Bom-senso é fundamental. É preciso cuidado para não cair na vulgaridade - completa a consultora de moda Renata Abranchs.
Por isso, é importante que algumas regras sejam observadas quanto à forma de se vestir no mundo corporativo.
E quando a empresa adota um ‘dress code’? A decisão de contar com um código específico sobre o que é ou não permitido trajar vai depender do perfil da companhia e de seus funcionários, diz Paula. Segundo a coordenadora acadêmica da FGV, faz toda a diferença ter conhecimento de como se dá o processo criativo de um uniforme ou de um padrão de roupa a ser usado, da complexidade de pensar o vestir institucional e de compreender o porquê de se adotar um código de vestir dentro de uma empresa.
- Os funcionários e profissionais passam a se sentir muito mais parte da empresa e a valorizar suas posições e funções dentro do sistema de trabalho. A roupa agrega valor. Seja para marcas de luxo, seja para marcas populares de varejo, seja em uniformes (que transmitem via funcionário o conceito e os valores de uma determinada empresa). Um funcionário que conhece e compreende a história do que veste passa a entender muito melhor a história da empresa para a qual está trabalhando, ou como diz a expressão, está "vestindo a camisa".

As dicas das especialistas em moda e estilo para o ‘casual day’

Para facilitar, consultoras listam o que é permitido ou não usar no ambiente de trabalho

Para elas:
- Vale a velha regra de proibição de decotes, fendas, transparências, roupas justas ou curtas;
- No lugar dos terninhos, coloque uma saia menos estruturada ou uma calça reta mais fluida, com uma camisa;
- Blusas de tricô com tramas mais abertas também são permitidas;
- Se quiser usar jeans, verifique se a empresa permite e, em caso positivo, use um de lavagem escura, corte reto e novo. Lembre-se: nada de rasgos, puídos, tachas etc.;
- Caso faça frio, leve um cardigã, suéter com gola careca ou blazer;
- Já no caso de muito frio, um casaco de lã ou de couro caem bem;
- Nos pés, sapatos mais baixos (e impecáveis) ou sapato-tênis de couro ou camurça;
- Bijuterias e enfeites de cabelo devem ser discretos.

Opções a serem riscadas da lista:
- Calça velha, azul e desbotada;
- Tops ou barriguinha de fora;
- Tecidos sintéticos ou brilhantes;
- Mules (tipo de calçado);
- Sandálias rasteirinhas;
- Estampas ou detalhes de bicho.

Para eles:
- Esqueça os ternos e adote as calças de lãzinha ou gabardine, para dias frios, e as de algodão ou sarja, para os mais quentes.
- Elimine a gravata;
- Se quiser usar jeans, verifique se a empresa permite e, em caso positivo, use um de lavagem escura, corte reto e novo (a regra vale para homens e mulheres).
- Camisa mais informal ou camiseta polo são uma ótima pedida.
- Se fizer frio, suéter, em decote V, cardigãs ou blazer azul marinho de tecido mais encorpado.
- Nos pés sempre mocassim social, combinando com a cor do cinto. Dê preferência ao tom café, pois ele é mais informal do que o preto.

É proibido usar:
- Jeans claro, rasgado, surrado, de balada etc;
- Calças com passante sem cinto;
- Calças com elástico na cintura;
- Camisetas sem manga ou com figurinhas ou piadinhas;
- Moletom;
- Boné;
- Roupa com camuflagem;
- Tênis ou sapato–tênis;
- Meia branca.
Por Ione Luques
Fonte O Globo Online