sexta-feira, 6 de fevereiro de 2026

COMO PLANEJAR UM FIM DE SEMANA REALMENTE REVIGORANTE

Depois de uma semana inteira de trabalho intenso, o que você faz na sexta-feira?

Quem respondeu que se joga no sofá e contempla uma longa lista de tarefas não está sozinho: para muitos empreendedores, o fim de semana também conta como dia útil, e não como descanso.
O problema dessa rotina é acordar um tanto exausto na segunda-feira, afirma a escritora Laura Vanderkam. Ela acaba de publicar o e-book “What the Most Sucessful People Do on the Weekend” (o que as pessoas mais bem-sucedidas fazem no final de semana), para o qual conversou com empresários de sucesso sobre sua programação de fim de semana.
Em um artigo publicado no site da revista Inc, ela resume o que ouviu desses empreendedores e dá três dicas para usar melhor o sábado e o domingo para combater os efeitos do excesso de trabalho – e voltar novo em folha para o escritório.

1 – Conte as horas vagas – e aproveite-as
Você já contou quanto tempo livre tem entre abrir uma cerveja na sexta às seis da tarde e desligar o despertador às seis da manhã de segunda? São 60 horas no total, ou 36 horas úteis, descontando-se as 24 de sono – quase a mesma carga horária de uma semana de trabalho.
“Tanto tempo não pode ser desperdiçado”, diz Vanderkam. Por isso, ela recomenda dedicação máxima ao planejamento antecipado dos dias de folga e diz que é preciso traçar estratégias com o mesmo apuro e seriedade de compromissos profissionais.

2 – Planeje eventos-âncora
A intensa semana de trabalho geralmente deixa o empreendedor esgotado na sexta-feira. Mas Vanderkam argumenta que sentar inertemente na frente da TV ou surfar aleatoriamente na internet não são as melhores maneiras de se preparar para uma nova jornada.
Parece um paradoxo, mas para renovar as energias é preciso se mexer. “Outros tipos de trabalho, como exercícios físicos, um hobby, tomar conta dos filhos ou ser voluntário, ajudam mais a preservar o ânimo para os desafios da semana do que vegetar completamente”, afirma a escritora.
O segredo para ter um fim de semana ativo é planejar alguns eventos-âncora, afirmam os entrevistados por Vanderkam para o livro. Não é preciso encher todas as horas vagas, apenas ter em mente que haverá um horário reservado para ver atividades e apresentações dos filhos, jogar futebol ou cozinhar para os amigos.
“De início, isso pode parecer pouco divertido e muito trabalhoso, mas, de acordo com os entrevistados, gastar energia dá mais ânimo para retomar o trabalho”, afirma Vanderkam.

3 – Desfrute por antecipação
Planejar com minúcia até mesmo o fim de semana parece coisa de gente bitolada, mas Vanderkam defende que essa tarefa também pode ser muito prazerosa. “Projetar o futuro e antecipar o programa representa uma boa parte da felicidade gerada por qualquer evento”, afirma.
A tática de marcar as atividades com antecedência também economiza momentos preciosos do fim de semana que em geral são gastos negociando um plano com seu cônjuge ou correndo atrás de algum restaurante que ainda tenha lugares vagos – ou de alguém para tomar conta das crianças.
Além disso, marcar um compromisso desestimula a clássica desistência de fazer algo no final de semana por estar muito cansado.
  Por Bruna Maria Martins Fontes
Fonte Papo de Empreendedor

SOCIEDADE


Hoje, nossa sociedade como um todo encontra-se numa crise análoga. Podemos ler acerca de suas numerosas manifestações todos os dias nos jornais. Temos taxas elevadas de inflação e desemprego, temos uma crise energética, uma crise na assistência à saúde, poluição e outros desastres ambientais, uma onda crescente de violência e crimes, e assim por diante. Isso parece ajustar-se muito bem à nossa situação atual.
A crise que estamos hoje enfrentando não é uma crise qualquer, mas uma grande fase de transição, como as que ocorreram em ciclos anteriores da história humana.(...)
A crise atual, portanto, não é apenas uma crise de indivíduos, governos ou instituições sociais; é uma transição de dimensões planetárias. Como indivíduos, como sociedade, como civilização e como ecossistema planetário, estamos chegando a um momento decisivo.(...)
É uma situação tão paradoxal que beira a insanidade. Podemos controlar os pousos suaves de espaçonaves em planetas distantes, mas somos incapazes de controlar a fumaça poluente expelida por nossos automóveis e nossas fábricas. Propomos a instalação de comunidades utópicas em gigantescas colônias espaciais, mas não podemos administrar nossas cidades. O mundo dos negócios faz-nos acreditar que o fato de gigantescas indústrias produzirem alimentos especiais para cachorros e cosméticos é um sinal de nosso elevado padrão de vida, enquanto os economistas tentam dizer-nos que não dispomos de recursos para enfrentar os custos de uma adequada assistência à saúde, os gastos com educação ou transportes públicos. A ciência médica e a farmacologia estão pondo em perigo nossa saúde, e o Departamento de Defesa tornou-se a maior ameaça à segurança nacional.
Por Fritjo Capra
Fonte O Ponto de Mutação/1982

NADA DAQUELA CALÇA VELHA, AZUL E DESBOTADA

 
O que vestir (ou não) na empresa na ‘casual friday’, aconselham consultoras de moda

A sexta-feira chegou e, em muitas empresas, nota-se que os funcionários exibem um visual mais relax. Isso por conta do ''casual day'', que surgiu e se popularizou nos Estados Unidos, mas foi sendo incorporado aos poucos pelos brasileiros. É quando executivos e funcionários de organizações mais formais deixam de lado o terno, a gravata, os taileurs e o salto alto, e adotam trajes mais descontraídos. Mas nada de ir trabalhar de qualquer jeito, alertam as especialistas em moda e estilo. Segundo elas, não há uma regra definitida, e tudo vai depender do perfil da empresa e o segmento em que esta atua.
A consultora de moda e imagem Milla Mathias diz que, ainda hoje, as pessoas têm dúvidas quanto ao tipo de roupa que devem - ou podem - vestir nesses dias.
- Ainda pensam que podem ir de calça jeans, camiseta velha e tênis, quando na verdade não é bem assim.
A consultora explica que o intuito do casual day é trazer mais descontração às roupas, e consequentemente, ao ambiente de trabalho às vésperas do fim de semana, para que os profissionais possam trabalhar mais relaxados e contentes.
E, se antes, a prática se restringia apenas às sextas-feiras, e a poucas empresas, hoje a informalidade no vestir se estendeu a outros dias da semana e a diversos tipos de organizações, acrescenta Paula Acioli, coordenadora acadêmica do curso “Gestão de negócios no setor de moda”, da FGV.
- Essa mudança de padrões e quebra de paradigmas no vestir é, na verdade, um claro reflexo do tempo que estamos vivendo, muito mais democrático em todos os sentidos, social e economicamente falando - ressalta Paula.
Independentemente do dia, afirmam as especialistas, não se deve esquecer que estamos falando de ambiente de trabalho, e não fim de semana ou passeio. Para Paula, ética, bom-senso, observação, educação e adequação são valores que devem ser levados em conta, não só na vida pessoal e profissional, mas também quando falamos de vestuário:
- Esses valores facilitam as escolhas, aumentam as chances de acertos e diminiuem a possibilidade de erro. Se adicionarmos a isso toda a facilidade de acesso à quantidade de informações disponíveis em revistas, sites, blogs, e até mesmo nas trocas de idéias entre amigos nas redes sociais, a gente conclui que é quase impossível nos dias de hoje alguém "sair com qualquer roupa" para trabalhar, sem levar em consideração seu local de trabalho.
- É para ser casual, mas mantendo a elegância. Bom-senso é fundamental. É preciso cuidado para não cair na vulgaridade - completa a consultora de moda Renata Abranchs.
Por isso, é importante que algumas regras sejam observadas quanto à forma de se vestir no mundo corporativo.
E quando a empresa adota um ‘dress code’? A decisão de contar com um código específico sobre o que é ou não permitido trajar vai depender do perfil da companhia e de seus funcionários, diz Paula. Segundo a coordenadora acadêmica da FGV, faz toda a diferença ter conhecimento de como se dá o processo criativo de um uniforme ou de um padrão de roupa a ser usado, da complexidade de pensar o vestir institucional e de compreender o porquê de se adotar um código de vestir dentro de uma empresa.
- Os funcionários e profissionais passam a se sentir muito mais parte da empresa e a valorizar suas posições e funções dentro do sistema de trabalho. A roupa agrega valor. Seja para marcas de luxo, seja para marcas populares de varejo, seja em uniformes (que transmitem via funcionário o conceito e os valores de uma determinada empresa). Um funcionário que conhece e compreende a história do que veste passa a entender muito melhor a história da empresa para a qual está trabalhando, ou como diz a expressão, está "vestindo a camisa".

As dicas das especialistas em moda e estilo para o ‘casual day’

Para facilitar, consultoras listam o que é permitido ou não usar no ambiente de trabalho

Para elas:
- Vale a velha regra de proibição de decotes, fendas, transparências, roupas justas ou curtas;
- No lugar dos terninhos, coloque uma saia menos estruturada ou uma calça reta mais fluida, com uma camisa;
- Blusas de tricô com tramas mais abertas também são permitidas;
- Se quiser usar jeans, verifique se a empresa permite e, em caso positivo, use um de lavagem escura, corte reto e novo. Lembre-se: nada de rasgos, puídos, tachas etc.;
- Caso faça frio, leve um cardigã, suéter com gola careca ou blazer;
- Já no caso de muito frio, um casaco de lã ou de couro caem bem;
- Nos pés, sapatos mais baixos (e impecáveis) ou sapato-tênis de couro ou camurça;
- Bijuterias e enfeites de cabelo devem ser discretos.

Opções a serem riscadas da lista:
- Calça velha, azul e desbotada;
- Tops ou barriguinha de fora;
- Tecidos sintéticos ou brilhantes;
- Mules (tipo de calçado);
- Sandálias rasteirinhas;
- Estampas ou detalhes de bicho.

Para eles:
- Esqueça os ternos e adote as calças de lãzinha ou gabardine, para dias frios, e as de algodão ou sarja, para os mais quentes.
- Elimine a gravata;
- Se quiser usar jeans, verifique se a empresa permite e, em caso positivo, use um de lavagem escura, corte reto e novo (a regra vale para homens e mulheres).
- Camisa mais informal ou camiseta polo são uma ótima pedida.
- Se fizer frio, suéter, em decote V, cardigãs ou blazer azul marinho de tecido mais encorpado.
- Nos pés sempre mocassim social, combinando com a cor do cinto. Dê preferência ao tom café, pois ele é mais informal do que o preto.

É proibido usar:
- Jeans claro, rasgado, surrado, de balada etc;
- Calças com passante sem cinto;
- Calças com elástico na cintura;
- Camisetas sem manga ou com figurinhas ou piadinhas;
- Moletom;
- Boné;
- Roupa com camuflagem;
- Tênis ou sapato–tênis;
- Meia branca.
Por Ione Luques
Fonte O Globo Online

DIFICULDADE DE ACORDAR

Dificuldade de acordar pode ter relação com gene do relógio biológico

Por Marcos Muniz

THE WORKING WEEK

HOJE É SEXTA-FEIRA!

BOM DIA, DEUS!

ENQUANTO VOCÊ DORMIA...

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2026

SORTE DE HOJE

PAIXÃO JURÍDICA: QUE TIPO DE HABILIDADES DEVE REALMENTE TER UM PROFISSIONAL DO DIREITO?


Para obter sucesso na carreira jurídica, seja como advogado autônomo ou membro de algum escritório de advocacia, é necessário possuir alguns atributos especiais. É bom estar atento a vários aspectos inerentes a esse campo profissional – mas tudo começa com o conhecimento pleno das leis e dos trâmites judiciais.
O conhecimento técnico é fundamental. Desde o período da faculdade, é preciso estar imerso e familiarizado com o cotidiano da profissão, que envolve os diversos trâmites de um processo jurídico. Ao longo das aulas de Direito, o aspirante a jurista vai adquirir também noções ético-profissionais, relacionadas ao conceito de responsabilidade social e voltadas para a busca da dignidade do ser humano e do aprimoramento da sociedade. A partir do início da carreira, convém se aprofundar, buscar conhecimento e encarar novos desafios. Naturalmente, será desenvolvida a capacidade de se envolver em processos complexos, que requerem mais responsabilidades.
Mas características interpessoais, como a postura e a oratória, são igualmente importantes. O profissional de Direito precisa transmitir conceitos como segurança, firmeza, seriedade, confiança e senso de justiça. A cada discussão ou evento de que participar no âmbito profissional, o advogado deve ser impactante e carismático. Para conquistar essas virtudes, uma boa dica é observar o modo de agir e falar dos profissionais mais experientes. Também existem cursos livres de oratória que são fáceis de encontrar. A velha receita de cultivar o hábito de leitura continua valendo! É a melhor maneira de se adquirir um vocabulário rico e aprimorar a capacidade de falar e escrever corretamente.
Ter paixão pelo que faz, como em toda profissão, aumenta muito as chances de alcançar o sucesso. Portanto, se você sempre gostou de argumentar, defender o ponto de vista que considera mais justo, e pretende ganhar a vida com isso, o Direito parece ter tudo a ver contigo!

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026

COMO APRESENTAR A PRESTAÇÃO DE CONTAS DO CONDOMÍNIO

Veja a documentação necessária e o que não pode faltar

De acordo com o Código Civil, a Prestação de Contas e Previsão Orçamentária devem ser feitas e aprovadas anualmente em assembleia, o que, na maioria dos condomínios, costuma acontecer no início do ano.

Para ajudar na prestação de contas, o SindicoNet preparou algumas dicas de como ordenar, documentação a ser apresentada e como proceder em caso de reclamações.

DOCUMENTAÇÃO NECESSÁRIA

Documentos que você precisa ter em mãos para fazer e apresentar a prestação de contas. Se for necessário, peça a documentação para a administradora.

·  Certidões negativas do INSS, FGTS e Receita Federal, do condomínio, da administradora, das empresas terceirizadas.

·  AVCB e as cópias das NRs 5, 7 e 9, além do certificado de brigada de incêndio, pára raios, RIA dos elevadores, seguro do prédio e dos funcionários.

·  Não se esqueça do atestado de dedetização, lavagem das caixas d’agua e da última análise da potabilidade de água.

·  A pasta de prestação de contas pode ser composta por:

- Demonstrativo de despesas (que deve ser de fácil compreensão e contar um resumo do número de contas do balanço).

- Balanço contábil (que deve ser abrangente e detalhado. Pode dividido em três contas: Pessoal – que inclui salários, férias, cesta básica e outros; Fixas – água, luz, telefone, taxas, contratos de manutenção de elevadores, etc.; e Variáveis – limpeza da caixa d’água, recarga de extintores, entre outros).

- Documentação comprobatória de despesas e receita (a receita basicamente se divide em duas: condôminos adimplentes e inadimplentes).

APRESENTAÇÃO

Mais importante que fazer o balanço é apresentá-lo de forma clara para os condôminos. Separamos algumas dicas que vão te ajudar nesta tarefa.

·     No início da assembleia, é interessante que o síndico ou a administradora distribua no início dos trabalhos uma folha com os detalhes que serão discutidos na prestação de contas, como o comparativo com a previsão orçamentária aprovada no ano anterior.

·    Compare a previsão efetuada no ano anterior com os gastos reais e respectivas distorções com explicações claras, simples e sem deixar dúvidas sobre o motivo dos gastos.

·   Use a divisão por item como Funcionários, Consumo (água, luz, telefone, Internet), Manutenção, Material de Consumo, Administrativos, Despesas Diversas, isso facilita o entendimento.

·        Se necessário, o SíndicoNet disponibiliza modelo de demonstrativo em Word ou planilha em Excel que podem ser usados como referência.

·        É importante informar que as pastas relativas à prestação de contas ficarão disponíveis na administração do prédio.

·     Alguns especialistas pedem para evitar detalhar demais as despesas, o que pode gerar alguma confusão. Outros, entretanto, dizem que tudo deve ser colocado, pois, contabilmente, a compra de uma caixa de fósforo é tão importante quanto a de um equipamento de segurança.

·     Se houver críticas ou objeções, analise-as e, se realmente procederem, adote-as, caso contrário, dê explicações claras e convincentes. Procure adequar-se às necessidades do público, que irá manipular e aprovar ou não a pasta de prestação de contas.

O QUE NÃO PODE FALTAR

Existem alguns pontos que são fundamentais para que a prestação de contas esteja completa, outros, no entanto, podem ser deixados de lado. Confira o que você não pode esquecer.

·  Tenha sempre em mente que para o balanço ser transparente não pode faltar a receita, a lista de inadimplência e despesas.

·  Atenha-se somente ao período que está em pauta.

·  Nunca esqueça das pastas e da documentação original comprobatória de despesas e receita.

INADIMPLENTES

Assuntos delicados também fazem parte da prestação de contas e não podem ser esquecidos, veja a melhor forma de tratá-los.

·  Aborde a inadimplência de forma a mostrar quanto está custando ao condomínio, sem entrar em detalhes sobre situações particulares, isso pode gerar confusão.

·  Não cite o nome dos devedores, somente o número dos apartamentos.

·  Aborde também o percentual, quantidade de cotas, valor por unidade e ações tomadas (cartas de cobrança, cobranças amigáveis e ações judiciais).

·  Ouça a opinião de todos e tire suas conclusões. 

NÃO FOI APROVADO. O QUE FAZER?

Pode acontecer de sua prestação de contas não ser aprovada. Às vezes, um erro de digitação ou a falta de atenção em algum lançamento pode ocasionar esse incômodo. Saiba como agir se os condôminos não aprovarem o seu balanço.

·  Caso o balanço não seja aprovado, uma saída é auditar as contas. Muitos casos costumam ficar sem aprofundamentos, o que pode gerar problemas com os inadimplentes no futuro.

·  Outra solução é esclarecer quais itens ficaram pendentes e solicitar um prazo para que as explicações sejam feitas. Uma nova assembleia deve ser convocada.

·  O ideal é que quem fez o balanço consiga dar uma explicação convincente ou, se realmente houver um erro, o que pode acontecer, consertá-lo.

·  Persistindo a discordância, sempre usando de bom senso, quem aprova deve avaliar o teor e o montante envolvido acionando os mecanismos previstos na Convenção do Condomínio tais como: solicitar esclarecimentos via Conselho Fiscal, via assembleia e, por último, se for o caso, exigir por meios judiciais uma prestação de contas.

Por Edson Carvalho, Nilton Savieto e Wilton Augusto

Fonte SíndicoNet

SAIBA COMO LEVAR UM PROBLEMA DE CONSUMO À JUSTIÇA


O que os juizados especiais julgam
Em geral, os juizados decidem todas as ações de menor complexidade, como reparação de danos, compras pela internet, recusa em substituir produto com defeito, descumprimento contratual, acidentes de veículos, cobrança de condomínio, execução de cheque etc.

Como ingressar com ação
Para ingressar com ação nos juizados especiais é necessário protocolar uma petição. O interessado deve informar nesse documento o nome, endereço, profissão, carteira de identidade; os fatos e os fundamentos que originaram o pedido; o objeto do pedido e o valor da indenização. É recomendável apresentar notas fiscais, recibos, declarações, contratos, títulos extrajudiciais, entre outros.

Como funcionam os juizados especiais
Após o interessado protocolar o pedido no juizado, será marcada audiência de conciliação, na tentativa de um acordo entre as partes. Se a conciliação acontecer, o acordo será homologado por sentença pelo juiz. Caso contrário, será marcada audiência de instrução e julgamento, na qual o juiz ouvirá as partes e testemunhas, analisará os documentos e dará a sentença.

Advogado
Nas causas cujo valor da indenização for de até 20 salários mínimos, as partes não precisam de advogado. Nas de valor superior, até o limite de 40 salários, a assistência é obrigatória. O advogado é necessário, também, caso as partes recorram de qualquer decisão.

Custos do processo
Não há pagamento de custas processuais nas ações cíveis de até 40 salários mínimos. Apenas existirão gastos quando da interposição de eventual condenação do autor nesse recurso e se for ele que recorreu.
Fonte O Globo Online

CHANCES DE CURA


O câncer acomete diversas pessoas a todo instante, quem já se deparou com a doença, seja porque foi diagnosticado com ela, ou um ente querido recebeu a notícia, sabe que não é fácil.
Além dos desafios que serão vivenciados a partir do diagnóstico que para alguns é considerada uma sentença de morte, você passa a conviver com outros sentimentos desagradáveis, e infelizmente a raiva e o medo, tornam-se seus amigos mais íntimos.
E a legislação brasileira começou a compreender o quanto cada minuto é precioso no diagnóstico da doença, é importante e influencia nas chances e possibilidades de tratamento.
A Lei estabelecia que o paciente que descobre a doença, tem direito ao primeiro tratamento pelo SUS no prazo de até 60 dias, mas agora o artigo sofreu uma alteração, devendo esse tratamento respeitar o prazo de 30 dias, a Lei que alterou o artigo, passa a ter vigência após 180 dias da publicação oficial.
E essa alteração foi de suma importância, posto que no diagnóstico contra o câncer todo minuto é sagrado, é a chance de vencer a doença e tentar minorar os efeitos que infelizmente não podem ser revestidos quando a doença alcança o auge de seu desenvolvimento, além de facilitar o acesso as cirurgias, medicamentos, buscando melhores resultados com o tratamento imediato.
Além disso, a alteração veio em momento oportuno, justamente no mês da prevenção do câncer de mama, que lamentavelmente é causa de muitas pessoas perderem familiares queridos.
Essa alteração denota também uma afirmação de que todos nós temos direito a dignidade humana, que já é princípio Constitucional que não deve ser violado, a alteração reafirma a importância, mas acima de tudo renova esperança no coração de quem tem amor pela vida.

Por Lauenda Natiane Moreira dos Passos
Fonte JusBrasil Notícias

OS 15 PIORES ERROS DE CARREIRA, SEGUNDO OS ESPECIALISTAS

Acomodação e exibicionismo inadequado são dois dos erros de carreira citados por especialistas

Não investir na imagem profissional pode fazer com que o profissional perca oportunidades

Toda trajetória profissional tem altos e baixos. E - embora nem sempre -, os tais “baixos”, em muitos casos, podem acontecer por um erro de cálculo ou de atitude, uma escolha equivocada, uma movimentação de mercado atrapalhada.
Pensando nisso, EXAME.com foi investigar junto aos especialistas quais são os piores e mais frequentes erros de carreira que os profissionais cometem, na hora da escolher a atividade profissional, quando já estão empregados e quando vão mudar de emprego, carreira ou de profissão. Confira o que eles disseram:

1 Escolha de carreira não ancorada no autoconhecimento
Escolher uma profissão aos 17, 18 anos é motivo de angústia para muitos adolescentes. Não é à toa que muitos se decepcionam com o curso e acabam abandonando ou trocando de graduação ainda nos primeiros anos de universidade.
“O primeiro erro de carreira é escolher a profissão sem conhecer a si mesmo”, lembra José Carlos Ignácio, consultor empresarial e diretor da JCI Acquisition. Não saber quais são as suas aptidões, talentos e quais atividades que poderiam trazer mais satisfação e realização pessoal prejudica a tomada de decisão e pode colocar o jovem em uma rota acadêmica e profissional inadequada.

2 Acomodação
“O profissional não se atualiza e acaba perdendo oportunidades por conta disso”, diz Walter Tamaki, consultor empresarial e diretor da Ventana Capital. Passar longe de treinamentos, não buscar novos conhecimentos e não estar atento às demandas do mercado na sua área de atuação são alguns dos sintomas da acomodação na carreira.
Fechar-se na baia, fazendo sempre a mesma coisa, e não investir no desenvolvimento dos seus pontos fracos também são indicativos que merecem atenção. “O profissional faz apenas um tipo de tarefa, acaba se tornando muito especializado e não enxerga mais o todo”, explica Tamaki.

3 Não investir na sua imagem profissional
Projetos, treinamentos e atividades mais importantes devem ser registrados de alguma forma. São eles que vão ajudar a confirmar a sua competência para o mercado e podem aumentar o valor o seu passe.
Portanto, não apostar em um portfólio de projetos nem documentar as atividades mais importantes já realizadas é um erro, de acordo com Tamaki.

4 Achar que merece aumento porque a empresa está dando resultados
Quando uma empresa em crise dá sinais de recuperação e começa a gerar resultados positivos, muitos funcionários já logo acham que merecem aumento de salário, de acordo com Fernando Capella, diretor da Capella RH.
“Este é um erro típico, decorrente de uma visão atrasada. Profissionais de qualquer geração caem nesta armadilha e não pensam que o mais importante na hora de conquistar um aumento é a evolução do desempenho profissional”, explica Capella.
Para ele, o profissional só aumenta seu potencial de ganho financeiro na medida em que melhora seu desempenho. “E quando ele insiste em querer um aumento porque a empresa saiu da crise, cria uma situação desagradável perante a chefia e acaba se desgastando”, diz.

5 Não assumir a responsabilidade
Quem incorre neste erro tem sempre uma justificativa na ponta da língua para isentar-se de assumir a responsabilidade quando algo dá errado. São ótimos em apontar culpados, mas péssimos na hora de criar soluções.
“Dizem que a culpa foi do outro, que não tiveram recursos suficientes, que não tiveram tempo, mas não reconhecem que tiveram a possibilidade de mudar o quadro e não o fizeram”, diz Tamaki.

6 Exibicionismo inadequado
Outro erro, de acordo com Capella, acontece quando o profissional tenta se sobressair inadequadamente em uma situação de exposição. “Em uma reunião com os diretores, a pessoa, por exemplo, começa a fazer perguntas que em nada acrescentam apenas para mostrar conhecimento ou para desafiar os gestores”, explica.
Os exibicionistas de plantão, segundo o especialista, acabam queimando o filme e se prejudicando dentro da organização. “Perdem oportunidades de aprendizado. Em momentos como esse, é melhor ouvir e aprender do que falar”, diz.

7 Não zelar pela rede de relacionamentos
Lembrar-se da rede de relacionamentos apenas quando necessita dela, é um equívoco de carreira, de acordo com Tamaki e com Ricardo Yogui, consultor, professor e diretor da RYO Consulting. “As pessoas só lembram-se do networking quando são dispensadas”, diz Yogui.
Investir na rede de contatos não é colecionar cartões, muito menos, sair adicionando um sem número de pessoas no LinkedIn, diz o diretor da RYO Consulting. “É ter uma relação franca e assertiva e colaborar quando possível”, explica.

8 Estipular cargos como objetivos profissionais
“Quero ser presidente da empresa”, “quero sentar na cadeira de diretor”, diriam os mais ávidos por ascensão profissional. Para Ricardo Yogui ter um cargo como principal objetivo de carreira é um erro. É algo como mirar o topo da escada sem enxergar os degraus que levam até lá.
“Por já ter sido diretor de operação de uma multinacional, meus alunos me perguntam como fazer para chegar lá, mas a pergunta não deve ser esta e, sim, o que é preciso trabalhar e desenvolver para ter condições de estar sempre progredindo profissionalmente”, explica.

9 Falta de alinhamento com princípios e valores da empresa
Está aí o motivo pelo qual conhecer a cultura de uma empresa é muito importante na hora de decidir trabalhar para ela.  Capella conta uma história de um profissional que, por não concordar com certas mudanças na sua empresa, começou a atuar como um formador de opinião negativa dentro e fora dela.
“Ele, sendo gestor, viajava a trabalho e fazia comentários negativos sobre a empresa para os clientes, por exemplo”, conta. O resultado foi a sua demissão. “Ele não esperava que isso fosse acontecer, mas 80% das demissões acontecem por motivos comportamentais”, diz.

10 Manipular, divulgar ou usar informações confidenciais em benefício próprio
Capella também cita o caso de um engenheiro que trabalhava na área de negócios de uma indústria para explicar como este erro pode ser grave.
“Era uma pessoa que tinha um futuro brilhante dentro da organização, tinha acabado de voltar da Europa onde tinha ficado dois anos com recursos da companhia e, por ter grandes conhecimentos de informática, invadiu a o sistema de informações da empresa e teve acesso aos salários dos funcionários”, conta.
 De posse destas informações confidenciais começou a revelar valores e dizer que ganhava pouco e que seus colegas também ganhavam menos do que mereciam. Foi demitido por justa causa.
“Usar informações confidenciais por motivos pessoais pode acabar com a carreira de um profissional dentro de uma empresa”, diz Capella.

11 Tomar o cargo como identidade
“Ninguém é diretor, ninguém é presidente, a pessoa está diretor ou está presidente”, diz Yogui. Mas nem sempre as pessoas entendem isso. O erro é ficar tão deslumbrado por conta da posição ocupada na hierarquia e começar a mandar e desmandar em nome da empresa.
“O ambiente pode levar a isso, mas depois o mercado vai se lembrar das atitudes das pessoas que não tiveram discernimento para olhar este aspecto”, diz o especialista.

12 Aceitar um cargo para o qual não está preparado
Imagine que você é um tesoureiro e surge a oportunidade de trabalhar como diretor financeiro de uma grande organização. São duas posições distintas e com níveis diferentes de responsabilidade.
Caso não esteja ciente e preparado para as obrigações da nova posição, aceitar o cargo pode ser um tiro no pé, de acordo com Tamaki. “Aceitar um cargo sem ter noção clara nem preparo é um erro”, diz o especialista. De acordo com ele, há profissionais que têm uma ideia errada de suas competências.

13 Fazer movimentações com base apenas no salário oferecido
Não levar em conta o seu plano de carreira, os desafios do novo cargo, a cultura e o momento da empresa, além do impacto da mudança na vida pessoal na hora de mudar de emprego é um erro frequente, segundo os especialistas. “Trabalhar só pelo dinheiro é um erro”, diz Ignácio.
Quando a decisão é ancorada apenas na questão salarial, o risco é que os fatores ignorados comecem a pesar depois de um tempo, segundo Tamaki.

14 Sair do emprego sem se preocupar com o impacto na organização
Por receio de criar potenciais concorrentes, muitas vezes as pessoas não se preocupam em formar sucessores quando estão de saída de uma organização, diz Yogui.
De acordo com ele, preparar o terreno e montar um plano de transição é essencial quando um executivo planeja deixar uma organização. “A preocupação deve ser a de causar o menor impacto possível com a sua saída”, diz.
Ele diz isso a partir de sua própria experiência. Executivo de uma multinacional, Yogui decidiu mudar de carreira, mas apostou em uma saída planejada, preparou um sucessor e montou um plano de transição junto ao seu gestor na época. “Até pela minha postura, quando comecei a dar consultoria, as oportunidades foram surgindo no mercado”, diz.

15 Mudar de profissão sem ter um plano de consistente
Uma mudança radical na vida profissional pressupõe muito planejamento e estudo. “Um médico que deseje largar a medicina para abrir uma franquia precisa ter um plano de negócios consistente para que mudança de carreira dê certo”, diz Tamaki. Caso contrário, as chances de fracasso são grandes.
“Há pessoas que mudam de profissão ou de carreira baseadas, equivocadamente no sucesso de alguns poucos ou porque acreditam que é uma atividade com margem de rentabilidade superior às demais”, lembra o especialista.
Por Camila Pati
Fonte Exame.com

DICAS PARA AUMENTAR A CONCENTRAÇÃO E A MEMORIZAÇÃO


Algumas dicas muito importantes para aumentar a concentração nos estudos e a memorização da matéria vista em sala de aula. Todos sabem que a capacidade de se concentrar e de memorizar conteúdos faz toda a diferença no desempenho em concurso. Para vocês entrarem no grupo das pessoas dotadas de tal capacidade, precisam primeiro entender o funcionamento dessa “máquina” maravilhosa que controla toda a nossa área cognitiva: o cérebro.
Em geral, conhecemos muito pouco sobre nosso cérebro. Por exemplo, sabiam que ele representa 2% do peso do corpo e consome 20% das calorias que o organismo gasta diariamente? Vocês faziam ideia de que ele é constituído de 78% de água? Aliás, essa é uma das razões por que precisamos beber grande quantidade do líquido ao longo do dia. Se uma pessoa ficar sem consumir o que os antigos chamavam de “precioso líquido” por 3 a 5 dias, entra em choque e morre. Surpresos? Pois eis aí a primeira dica, para que vocês aproveitem ao máximo a capacidade de acessar os conhecimentos adquiridos e de processá-los devidamente: bebam bastante água; hidratem-se!
A segunda lição é a seguinte: o nosso cérebro aprende com repetição. A memória, se for treinada, se desenvolve; se for esquecida, atrofia. Como isso funciona? Explico. Segundo os pesquisadores do cérebro, está cientificamente comprovado que 5% da nossa memória residem no consciente e 95% dela estão no subconsciente. Quando a pessoa recebe informações, é nesses 5% que elas são processadas. Mas é à noite que a nossa mente faz o “download”, ou seja: pega o que é importante, joga na memória de médio e longo prazo – que está na região do córtex cerebral – e descarta o que não tem importância.
Não à toa, que é tão comum professores e psicólogos recomendarem que o aluno, depois de assistir a uma aula ou após ler algum material, faça imediatamente um resumo ou um mapa desse conteúdo e o revise antes de se passarem 24 horas. Seguindo esses passos, o estudante favorece o registro do conhecimento na memória de longo prazo. Assim, no chamado “Dia D” – o dia da prova –, ele pode buscar essas informações lá no fundo desse “baú” que está dentro de sua cabeça.
É por causa dessa atividade do cérebro que o educador búlgaro Georgi Lozanov, criador da Sugestopedia na década de 1960, falava que, antes de a pessoa entrar numa rotina intelectual, de estudos ou de leitura, tem de preparar o cérebro. Mas como fazer isso? Aí vai outra dica. Feche os olhos, controle a respiração por 5 a 10 minutos e ouça música barroca, que tem de 60 a 70 ciclos por minuto, para entrar em “estado alfa”. Esse estado de vigília e relaxamento é propício ao aprendizado. Lozanov demonstrou que, aplicando essa simples técnica, é possível melhorar o aprendizado em até 70%. O educador garantia que, ao adotar essa e outras técnicas da sugestopedia, uma pessoa é capaz de aprender 1,2 mil palavras de um novo idioma por dia. Note que grandes escolas que ensinam o idioma inglês prometem a assimilação de apenas 200 palavras por dia pelos seus métodos.
Nesse contexto, vou ensinar 2 exercícios que podem ser de grande utilidade para quem que está na estrada dos concursos e sente alguma dificuldade no aprendizado, sobretudo por não conseguir guardar na memória de longo prazo as informações das aulas ou das leituras. Essa é uma angústia que sempre me relatam nas palestras que apresento ou por e-mails, em geral enviados pelos concurseiros de plantão, apreensivos em razão da grande quantidade de conteúdo que precisam reter até o dia da prova.
Uma das técnicas para memorizar o conteúdo com mais facilidade é a seguinte: feche os olhos e, sempre controlando a respiração, imagine, do lado esquerdo, números e, do lado direito, letras. Simples, assim: 1, 2, 3, 4, 5... A, B, C, D, E. A técnica consiste em associar números e letras – 1A, 2B, 3C, 4D, 5E – até o número chegar ao final do alfabeto – número 26 e a letra Z. Esse exercício deve ser feito todos os dias. Logo você percebe como aumentou o seu poder de concentração. E em pouco tempo a técnica terá se tornado tão fácil e agradável, que você poderá até inverter a ordem dos fatores, que, como se sabe, não altera o produto: do lado esquerdo letras, do lado direito números. O importante é que o resultado final será sempre o mesmo: o aumento do poder de concentração e mais rapidez para buscar as informações arquivadas no córtex cerebral. Sem contar o aumento da capacidade de associar informações.
Outro exercício bastante útil: sente-se confortavelmente e, também de olhos fechados, inicie uma contagem regressiva, de 100 a 1. Não pode errar, sob pena de ter de recomeçar a contagem. Repita o exercício várias vezes ao dia, durante 5 dias, contando da seguinte forma: de 100 a 1, de 50 a 1, de 25 a 1, de 10 a 1 de 5 a 1.
Quero deixar claro que esses exercícios não foram inventados por mim. Não sou eu que estou falando, mas a ciência. Trata-se do resultado de pesquisas científicas realizadas por estudiosos. Os benefícios dessas técnicas ficaram comprovados em testes realizados em laboratório com “cobaias” humanas. As conclusões foram relatadas em congressos e publicadas em artigos de revistas especializadas mundo afora.
Essas pesquisas consolidam minha opinião de que a pessoa que pretende passar em concurso público não pode estudar de forma desorganizada, sem planejamento, nem que tenha todo o tempo do mundo. Se o candidato não estiver preocupado com fatores como concentração, relaxamento, técnica, organização, oxigenação do cérebro, alimentação, sono, hidratação, não vai conseguir reter todas as informações de que precisa nem, no “Dia D”, se lembrar de todas elas.
Por fim, uma dica para combater um mal de que os concurseiros tanto se queixam: o famoso “branco” na hora da prova, aquela desagradável constatação de que não consegue resgatar do fundo da memória as informações que aprendeu. Existe uma técnica bem simples para evitar o problema. Sugira ao seu cérebro: “Eu não me lembro agora, mas vou me lembrar em alguns segundos.” Ao receber essa “sugestão”, o cérebro trabalha para buscar a informação que a pessoa quer. Logo vem à mente o nome, a frase ou o dado que fora esquecido temporariamente, devido à tensão da prova.
Tudo isso, me traz à memória – olha aí o cérebro resgatando a memória de longo prazo – um pensamento de Confúcio, o sábio chinês que nos deixou um legado maravilhoso de lições de vida: “O que ouvimos, esquecemos; o que vemos, lembramos; e o que fazemos, aprendemos.” Em outras palavras: ouço, esqueço; vejo, entendo; faço, aprendo. Isso significa que fazemos bem aquilo que praticamos, que treinamos. Ou, como dizia Aristóteles, na Grécia antiga: “A excelência não é um feito, mas é um hábito."
Então, o segredo para a aprovação é treinar, treinar, treinar. Quando cansarem, continuem treinando.

6 ATITUDES QUE MATAM A CRIATIVIDADE

terça-feira, 3 de fevereiro de 2026

PROCRASTINAÇÃO É COMUM, MAS PODE COMPROMETER CARREIRA DE ADVOGADO


Você é daquelas pessoas que, volta e meia se pega deixando um prazo para a última hora? Sente também que com tanto estímulo ao seu redor como whatsapp, e-mails, ligações, mensagens de texto e por estar sempre a um clique de distância da internet, existem milhões de motivos para fazer algo mais interessante do que ter que lidar, por exemplo, com a ligação do cliente que tirará o seu bem estar?
Se você respondeu sim a estas perguntas, saiba que não está sozinho. A maior parte das pessoas tem tendência a procrastinar em algum grau. O problema acontece quando são tomadas por uma procrastinação crônica que começa a afetar as suas vidas, atrapalhando o seu dia a dia, o desenvolvimento do seu potencial, chegando até a comprometer as suas carreiras dentro do escritório.
Além disso, quanto mais você procrastina, mais se sente mal, aumentando o estresse e a angústia em sua vida. Contudo, a boa notícia é que a procrastinação é um hábito e como todos eles, é possível de ser mudado.
A melhor forma para começar a lidar com isso é se analisar. A chave para controlar esse hábito destrutivo é reconhecer quando você começa a procrastinar, entender por que isso acontece e tomar medidas para gerir o seu tempo e obter melhores resultados. Abaixo, estão elencados alguns motivos que levam à procrastinação.
A maior parte das pessoas procrastina porque acha determinada tarefa chata. Certa vez, escrevi uma frase dizendo que “Procrastinação é o ato de adiar por 2 meses, aquilo que a gente termina resolvendo em 2 minutos.” Isso acontece porque que o seu cérebro está naturalmente programado a fugir do desconforto, buscando algum prazer momentâneo. Contudo, quando você “põe a mão na massa”, percebe que aquilo não era tão maçante ou difícil assim. Este primeiro passo já traz uma sensação de alívio que aumenta ainda mais quando a tarefa é finalizada. Portanto, o melhor a fazer é entrar em ação. Quanto antes você enfrentar “o bicho de sete cabeças”, mais rápido irá tirá-lo do caminho sendo tomado pela deliciosa sensação de dever cumprido.
Outra razão que normalmente leva as pessoas procrastinarem é a sua desorganização. Pessoas mais organizadas tendem a evitá-la, porque têm uma lista de afazeres, compromissos e prioridades. Elas sabem que tarefa devem fazer primeiro, quando tempo durará, como devem começar e aonde querem chegar. Isso gera a motivação necessária para iniciar. Pessoas desorganizadas ficam perdidas nestas questões e tendem adiar as tarefas por não quererem enfrentar todos estes fardos. Sendo assim, organizar-se é uma excelente maneira de superar e muito a sua procrastinação.
O perfeccionismo também é um grande aliado da procrastinação. Acreditar que você não tem a competência ou ferramentas necessária para fazer um trabalho impecável é uma justificativa bastante usada para deixá-lo para depois. É importante notar que nem tudo precisa ficar perfeito para ser bem feito. Ajustar as exigências sobre si e sobre os seus colegas, podem fazer com que determinados projetos sejam bem mais simples e tranquilos de se realizar. Por isso, observe se está realmente sendo realista nas suas demandas ou está colocando condições demais. Lembre-se: O perfeccionismo é um grande inimigo da produtividade.
Por fim, esperar o momento exato, o melhor humor ou aguardar que as “condições normais de temperatura e pressão” sejam atingidas é botar um carimbo de procrastinação no seu trabalho. Consequentemente, quando tiver perto do prazo, de última hora, enfrentará o estresse de ter que terminar aquilo a qualquer custo, impedindo que seja feito um trabalho mais criativo e de maior qualidade e isso, ao longo do tempo, pode custar caro para você. Reflita sobre isso.
Por todos este motivos, analise-se, programe-se e organize-se. Mesmo que para tanto precise da ajuda de um profissional. A princípio, pode parecer muito custoso adquirir estes novos hábitos para combater a procrastinação, mas acredite, não é. Colocando-os em prática, você começa a encontrar mais tempo na sua vida, diminuindo o estresse, sentindo-se mais relaxado e no controle da sua própria vida.
Será que vale a pena? Se a sua resposta é “sim”, não procrastine. Mãos à obra!

Por Maria Olívia Machado
Fonte Consultor Jurídico