Luiza's Blog
quinta-feira, 5 de março de 2026
quarta-feira, 4 de março de 2026
DE OLHO NA MANUTENÇÃO E NAS OBRIGATORIEDADES DO CONDOMÍNIO
Os
gestores de condomínio precisam prestar atenção na necessidade de obra e assim
buscar melhores prestadores
Reforma de telhado, restauração de fachadas, troca de colunas de água ou esgoto e impermeabilização de lajes de cobertura são as obras mais executadas em condomínios.
E para que tudo saia dentro do esperado, sem
comprometer a segurança dos moradores e dos visitantes e sem as temidas cotas
extras, síndico e gestores condominiais precisam estar atentos a alguns
cuidados.
— O síndico, com o auxílio da administradora,
deve solicitar de dois a três orçamentos para comparação de preço e análise do
melhor serviço, para verificar se as empresas ou prestadores de serviços são
idôneos e se não são alvos de reclamações — orienta Mariana Portela de Andrade,
diretora da JB Andrade Imobiliária.
Ricardo Chalfin, diretor da Precisão
Empreendimentos Imobiliários, complementa que é importante não negligenciar a
responsabilidade com a contratação da obra. É sempre recomendável buscar
referências que avaliam o grau de seriedade da empresa.
— É importante levar em consideração itens
como preços dos produtos e da mão-de -obra, prazo de conclusão, multas por
atraso, garantias e a possibilidade de rescisão.
Orientamos também que nunca se efetue o
pagamento integral por serviços ainda não concluídos. Em caso de problemas, pode-se
reter o pagamento e notificar a empresa de que a quitação só ocorrerá depois
que o contrato for cumprido, conforme prevê o artigo 476 do Código Civil — destaca Chalfin.
Escopo bem definido
Ter um escopo (programação) de obra bem
definido, de preferência com base em algum relatório técnico gerado por um
arquiteto ou engenheiro habilitado é a recomendação de Fernando Santos, arquiteto
e diretor da Santos Projetos.
— O escopo pode conter especificação de
materiais, de procedimentos executivos, quantidades estimadas e também o
regulamento de obras do condomínio para que os proponentes estudem a logística
da obra. Tudo isso deve ser formalizado em um edital, que pode ser até simples,
mas é importante que seja escrito — diz o arquiteto.
Segundo ele, no edital também podem constar
os requisitos mínimos para concorrer à obra, como registro em conselho
profissional (Cau,Crea), sindicatos ou outras entidades de classe, e registro
de obras da mesma natureza em outros condomínios, entre outros.
— Estes cuidados já afastam potenciais
aventureiros de ocupar o tempo do síndico no processo de cotação. Depois de
feita a concorrência, o síndico deve ser exigente e pedir esclarecimentos para
todas as empresas que não tiveram sido claras em suas propostas para evitar
surpresas na hora do contrato. Os dados da propostas devem ser tabulados numa
planilha de equalização para que tudo fique mais fácil de comparar — sugere
Santos.
Síndico é sempre
responsável
E se a obra for dentro do apartamento? Ricardo
Chalfin destaca que o condômino deve sempre se atentar às regras da convenção e
do regulamento interno do condomínio. Isto é salientado também pelo gerente de
Condomínios da Cipa, Agnaldo Teixeira.
— Todas as unidades em que forem realizadas
obras deverão comunicar à administração o que será feito, com a emissão da Art (Anotação
de Responsabilidade Técnica) elaborada pelo engenheiro ou RRT (Registro de
Responsabilidade Técnica) elaborada por um arquiteto. — explica ele.
O síndico tem uma responsabilidade enorme. Ele
é o único responsável por realizar todas as manutenções necessárias (conservação)
e cumprir as obrigações previstas em lei.
— A não realização, caso resulte em
acidentes, dano perda implicará em despesas para o condomínio e uma possível
ação civil e até criminal contra o próprio síndico. Os maiores riscos estão na
manutenção de elevadores (obrigatoriedade do RIA — relatório de inspeção anual
emitido por empresa especializada), queda de pedaços de fachada e não
realização dos seguros obrigatórios — explica Luiz Barreto, presidente da
Estasa.
O síndico que não faz as manutenções do
condomínio responde civil e criminalmente pelas consequências que podem advir
dessa omissão. Existem leis municipais e estaduais que determinam prazos para a
execução de revisão de cada área do condomínio.
— Exemplo: a impermeabilização das cisternas
e a manutenção das fachadas devem ser revisadas de 3 a 5 anos, dependendo de
cada construção, os equipamentos de para raio devem ser revisados anualmente, as
caixas d’água devem ser limpas semestralmente, etc. As responsabilidades do
síndico estão previstas no artigo 1348 do Código Civil, inciso V — diligenciar
a conversação e a guarda das partes comuns e zelar pela prestação dos serviços
que interessem aos possuidores — explica Anna Carolina Chazan, gerente de
gestão predial da Estasa.
Fonte Estasa Soluções Imobiliárias
terça-feira, 3 de março de 2026
COMO CAPTAR CLIENTES NA ADVOCACIA COM ÉTICA E EFICÁCIA?
Vamos
começar falando desses materiais impressos e, em seguida, sobre marketing
digital e marketing de conteúdo, e como captar clientes de advocacia usando
essas novas tendências da comunicação em conjunto com as tradicionais.
1. Cartão de visita: tradicional aliado dos advogados
Pode
até funcionar para outras profissões, mas um advogado sem cartão de visitas não
tem como captar clientes para seu escritório de advocacia. E existem algumas
dicas básicas de como fazer um cartão de advogado:
- Seja
sóbrio nas cores: normalmente azul escuro, bordô ou cinza.
- Não
escreva demais: nome, especialidades do advogado e do escritório e, se for
o caso, indicar se é mestre, doutor, ou professor de alguma faculdade.
- Tamanho: o
usual é 9 cm X 5 cm.
- Criar um logotipo:
sim, isso dará muito mais personalidade ao seu cartão. Vamos falar sobre
isso no tópico seguinte.
- Gramatura
do papel: deve ser firme, no mínimo a gramatura de 200g/m².
- Tipo de
papel: o papel que dá o melhor efeito é o couchê fosco, transmitindo
sofisticação e sobriedade.
- Acabamento: um acabamento que pode dar um toque especial ao seu cartão de visitas é o chamado verniz UV aplicado somente em alguns detalhes, como no logotipo ou no nome do advogado.
2. Logotipo do escritório de advocacia
Poderíamos
ter começado falando do logotipo, pois ele deve ser aplicado em todas as peças
de comunicação. Mas achamos importante reforçar primeiro a necessidade de um
bom cartão de visitas.
Um
escritório com logotipo terá como captar clientes de advocacia de uma forma
mais profissional e estruturada, transmitindo seu posicionamento com este
elemento.
Atualmente,
sites de concorrência criativa podem ajudar sua empresa a fazer logos, cartões
de visita, folders, apresentações e muitos outros materiais de comunicação.
3. Crie um folder
Um
folder para escritório de advocacia deve ser um material bastante sóbrio e
objetivo, que traga o currículo dos principais advogados da casa, as
especialidades do escritório e seus contatos.
Na
verdade, é apenas um material que visa tangibilizar toda excelência de seus
serviços de uma forma sutil e elegante, depois de uma visita de prospecção.
4. Praticando o marketing digital
O
marketing digital é um grande aliado dos escritórios de advocacia.
Depois
de falarmos desses 3 materiais impressos mais tradicionais, e de qualquer forma
imprescindíveis para seu escritório, é hora de entrarmos no conceito de
marketing digital e como captar clientes de advocacia com ele.
Você
verá que é algo mais simples do que você imagina. A ideia, principalmente no
caso de escritórios de direito, é praticar um marketing menos invasivo e mais
voltado a oferecer conteúdo, por meio de 4 pontos de contato principais: site,
mídias sócias, blog e e-mail marketing.
Ao
oferecer esses materiais de qualidade para sues clientes, como artigos em
blogs, dicas de softwares, resenhas de livros, sugestões de cursos e até
e-books, você poderá solicitar em troca endereços de e-mail e telefones, com os
quais poderá dar prosseguimento ao seu trabalho de captação de clientes.
Vamos
ver a seguir como trabalhar isso.
5. Site do escritório de advocacia
Um
site deve transparecer confiança e solidez para seus clientes.
É
determinante que seja feito por um profissional de alto nível. De forma
semelhante ao folder, deve conter os currículos dos principais advogados, as
especialidades do escritório e também outras informações relevantes, como
filiais e parcerias no país e eventualmente no mundo, lista de clientes e algo
muito importante: depoimentos de clientes satisfeitos que atestem a excelência
daquela banca de advogados.
6. Blog corporativo
Um
blog com artigos bem escritos, que passem dicas para empresas ou pessoas
físicas que precisam de serviços jurídicos pode ser a porta de entrada para
novos clientes.
Esses
textos, além de conteúdo relevante e de qualidade, devem ser criados obedecendo
técnicas de SEO, que fazem os artigos serem facilmente encontrados em sites de
busca, como o Google.
Ao
notarem que o escritório entende do assunto que buscam, os clientes acabam
entrando em contato para mais informações.
7. Mídias sociais
No
caso de escritórios de advocacia, as mídias sociais muito informais, como
Facebook e Twitter, talvez não sejam as mais indicadas, a não ser que se
dediquem a divulgar alguma causa social praticada pela banca.
A
mídia social que pode trazer mais resultados é o LinkedIn, que é totalmente
focada no público corporativo. Ofereça conteúdos semelhantes aos do blog.
8. E-mail marketing
Deve
ser usado com muita cautela, mas é uma maneira de manter contato constante com
aquele público que assinar uma Newsletter depois de ter contato com seu blog ou
site.
Evite,
é claro, ofertas de serviços. Foque em prover um conteúdo interessante que
mostre toda capacidade de seu escritório.
9. Promover palestras e participar de ventos
Promova
palestras e mostre a competência de seu escritório.
Outra
forma de como captar clientes de advocacia é promover palestras que atraiam
possíveis interessados em seus serviços e estar sempre presente em eventos de
classe, associações, feiras de negócio, simpósios e outras oportunidades como
estas.
Por
Dra. Flávia Teixeira Ortega
Fonte
agendor. Com. Br
CULTIVAR MÁGOAS É ATRASO NA VIDA DOS PROFISSIONAIS DO DIREITO
Os
profissionais do Direito, e também os estudantes, costumam guardar mágoas que
levam consigo, alimentando-as por longo tempo, às vezes por toda a vida. Na
maioria das vezes elas se originam de uma decisão contrária aos interesses do
ofendido ou até mesmo de um conflito de opiniões. O fato é que as mágoas azedam
as relações entre as pessoas. Mas o que leva, na área do Direito, alguém a
sentir-se magoado? Bem, as causas são infinitas. Vejamos algumas a título de
exemplo.
Um
estagiário pode ofender-se com a chefia porque, ao seu modo de ver, seu
trabalho não é reconhecido. Um advogado pode ter mágoa do Poder Judiciário
porque um juiz obrigou-o a esperar longo tempo antes de iniciar a audiência e
não deu nenhuma justificativa. Um promotor de Justiça pode estar ofendido
contra a instituição, porque foi-lhe negado o direito de cursar mestrado no
exterior. Um juiz pode ter mágoa do Tribunal ao qual está vinculado, porque
suas antecipações de tutela são sistematicamente revogadas. Um candidato em um
concurso pode cultivar este sentimento pelo simples fato de não ter sido
aprovado.
A
mágoa é um sentimento unilateral, quase sempre é ignorado pelo suposto
causador. O psiquiatra Augusto Cury mostra com clareza que “ninguém tem o poder
de nos ferir, a não ser que permitamos ou que haja lesão física. A virtualidade
dos pensamentos nos liberta e nos protege, mas não sabemos usar essa
proteção”.[1]
Como
reage o magoado? Via de regra isolando-se e internalizando suas queixas.
Algumas vezes narrando-as, repetidamente, aos familiares e amigos mais
próximos. Frases amargas como: “aquele Tribunal de Justiça é onde mais se
pratica injustiça”; “de nada adianta trabalhar muito, auxiliei a Secretaria a
dar andamento a todos os processos e não recebi nem um obrigado”; “na Polícia
não adianta ser honesto, ninguém reconhece”.
Pouco
importa se tem o ofendido razão ou não, e às vezes até pode ter. O que importa
é que manter acesa a chama da mágoa causa mal físico e psicológico ao seu
portador e que, por vezes, transforma-se em sentimento de profundo rancor ou
até mesmo ódio. Os reflexos físicos posteriores são inevitáveis, problemas
gástricos, ansiedade, pressão elevada e outros tantos.
Como
é visto o magoado? Regra geral como alguém negativo e isto pode resultar em uma
má imagem. Ray Grose observa que “obviamente é fundamental que você crie e
mantenha a melhor imagem possível e uma imagem que seja a mais adequada à sua
organização”.[2]
Mas
o que significa imagem adequada ao perfil da organização? Sabidamente, cada
instituição, pública ou privada, tem seus valores, suas regras, explícitos ou
implícitos. Um escritório de advocacia que atue na área trabalhista a favor do
trabalhador, permite que o advogado tenha uma imagem menos formal, inclusive
para interagir com a clientela. Diferente será a situação em um tradicional
escritório destinado à advocacia empresarial. Aí, para os homens, o terno e a
gravata serão obrigatórios.
Órgãos
públicos também cultivam seus modelos. Magistratura, Polícia Federal, Ministério
Público e outros, colocam-se no termo amplo de organização e seus membros
assumem um modelo médio de conduta, adequando-se ao que deles se espera.
A
imagem adequada ao perfil da organização não se resume na vestimenta, nos
cabelos ou na forma de expressar-se, mas também no comportamento. E aí, seja
qual for o local de trabalho, instituição pública ou entidade privada, a
higidez mental é essencial para ter-se respeito e ser prestigiado. O magoado,
evidentemente, revela perfil inadequado e será colocado de lado.
Evidentemente,
desta postura podem advir resultados que influenciarão diretamente na vida
profissional do envolvido. Imagine-se uma juíza que, preterida na indicação por
merecimento, sinta-se profundamente ofendida porque sempre manteve a Vara em
dia, ao contrário dos três incluídos na lista tríplice. Ao externar sua mágoa,
o único resultado será obter a antipatia dos integrantes da lista e a repulsa
dos desembargadores que não a escolheram. Aceitar o fato, encarando-o como
parte da vida profissional, poderá significar entrar na lista na primeira vaga
que vier a ser aberta. Não aceitar, pode significar ver seu sonho mais
distante.
A
mágoa poderá exteriorizar-se de forma direta, como no exemplo acima, ou de
forma indireta, pulverizada. Esta costuma dar-se por ação ou omissão.
Um
oficial da Policial Militar pode ter mágoa da Polícia Civil porque levou vários
suspeitos ao delegado de Polícia e este não lavrou o auto de prisão em
flagrante. Consequentemente, recusa-se a prestar qualquer colaboração à PC, não
escondendo a sua repulsa. Na verdade, o oficial da PM não soube lidar com a
frustração e não absorveu o fato de que, no sistema judiciário, cada um é uma
peça dentro da engrenagem. Todos, vez por outra, são contrariados por um
terceiro que poderá rever o ato. Por exemplo, um ministro do STJ sujeita-se a
ver seu ato anulado por um ministro do STF e este, em agravo regimental, pelos
seus colegas. A revolta só fará
deteriorar as relações entre as duas instituições, sem qualquer vantagem
a quem quer que seja.
Outras.
A perda de uma importante chefia na Defensoria Pública pode ser a possibilidade
de iniciar um curso de mestrado, aproveitando-se a maior disponibilidade de
tempo. A decepção com um professor que se mostrou egoísta em um momento decisivo,
pode dar oportunidade a conhecer melhor a natureza humana e suas deficiências,
tornando o ofendido mais maduro e resiliente.
Vejamos
um exemplo de omissão. Imagine-se um servidor da Justiça do Trabalho que,
inconformado por não obter reajustamento de seus vencimentos, simplesmente
reduz seu trabalho a quase nada. A revolta não é contra alguém em particular,
mas sim contra o Congresso e a presidência da República. Qual será o resultado?
Simples, as pessoas que dele dependem e que nada têm a ver com a disputa,
sofrerão as consequências do atraso nos processos. O magoado, em seu íntimo,
saberá que está prejudicando terceiros e isto, psicologicamente, lhe será
nocivo.
Do
que se falou é possível extrair-se duas conclusões. A primeira delas já ficou
implícita, ou seja, o quanto é inútil e nocivo cultivar mágoas. A segunda é que
a utilização do tempo dedicado a mágoas deve ser utilizado de forma positiva e,
assim, constituir uma poderosa alavanca para a plena realização pessoal.
Em
suma, na área do Direito mágoas inúteis devem ser postas de lado e, no seu
lugar, a melhor via é ocupar o pensamento com coisas boas e positivas, na busca
da transformação dos sonhos profissionais em realidade.
[1] CURY, Augusto. A fascinante construção do eu,
2ª. edição. São Paulo: Academia, p. 126.
[2] GROSE, Ray. Como vender você. São Paulo:
Laselva, 2011, p. 11.
Por
Vladimir Passos de Freitas
Fonte
Consultor Jurídico
UMA GERAÇÃO DE DISTRAÍDOS
Você tem dificuldade de se concentrar, gosta de trabalhar escutando música, faz várias coisas ao mesmo tempo, abre muitas abas em seu browser, anda na rua digitando uma mensagem, e esquece rápido das coisas? Ou você é do tipo hiperativo, agitado?
Você não está sozinho. Você faz parte da nova geração que o mundo mobile criou: a geração de distraídos.
A tecnologia mobile nos permite estar conectado em todos os momentos. Somos bombardeados por informações, jogos, aplicativos, e-mails, entre notificações e mais notificações de nossos celulares. Esses objetos de desejo e adoração, também são vistos como um vício.
- 37% de adultos e 60% de adolescentes do Reino Unido se consideram viciados em seus celulares.
- 35% acessam a internet antes de levantar da cama.
A hiperconectividade nos leva a distração. Somos estimulados por todas as partes e acabamos por não prestando muita atenção em nada. Já não lemos textos muito compridos, esquecemos facilmente de algo porque recebemos outro tipo de estímulo.
O mundo online não é nada linear, e nossa atenção está começando a se comportar da mesma maneira. Quando digo linear, quero dizer na característica transmídia da internet, aonde podemos usar vídeos e fotos para contar histórias. Os links também representam bem esse pensamento não linear, pois permitem o leitor pular de texto para texto e, muitas vezes, nunca terminar nada.
Percebeu como vira um ciclo?
Sem atenção cai a produtividade, cai a qualidade de qualquer que seja a atividade que você está fazendo. E o que podemos fazer para resolver esse problema?
Assim como o cérebro, atenção é um músculo, algo que temos a capacidade de treinar. A geração dos distraídos também tem um lado positivo. Essa geração é ágil, dinâmica, e tem a capacidade de resolver problemas rapidamente. Não devemos deixar essas características de lado, mas também devemos treinar no cérebro a pensar em longo prazo, a focar e investir 100% em alguns momentos.
Sempre enfatizo a necessidade de desconectar-se. Desconecte-se! Comece com coisas pequenas, como tomar um banho um pouco mais demorado, ler um livro um pouco mais longo, olhar seu celular depois do café da manhã, ou quem sabe meditar? O importante é tomar uma atitude para quebrar o ciclo da distração.
Por Fernanda Bartels
Fonte Vocâ S/A
O QUE É RUMINAÇÃO MENTAL? VEJA COMO MINDFULNESS PODE AJUDAR
A ruminação mental é um dos principais
problemas psicológicos relacionados à depressão e ansiedade. Um exemplo de
ruminação é quando ficamos "remoendo" uma discussão com um colega de
trabalho ou familiar, e os pensamentos se repetem e persistem em nossa mente.
São pensamentos que frequentemente vêm de
maneira automática, e com os quais nos identificamos emocionalmente. É como se
os pensamentos ficassem grudados em nossas mentes. Muitas vezes esses
pensamentos são negativos, autocríticos e autodepreciativos, e nesses casos que
estão mais relacionados à depressão e ansiedade.
É como se não tivesse uma separação entre
nós e os pensamentos, e eles viram "verdades absolutas". Assim, não
nos damos conta do tempo que passamos pensando neles, porque somos totalmente
absorvidos pelos pensamentos.
A ruminação mental também pode acontecer a
partir de um "pensamento consciente", por exemplo, quando decidimos
pensar sobre a solução de algum problema que surgiu. Mas, em poucos segundos, a
mente já começa a "ruminar" de maneira automática nas preocupações
relacionadas ao problema, e acabamos perdendo um tempo importante e improdutivo
nesse "remoer" mental.
A meditação, em especial as técnicas de
mindfulness (atenção plena), permitem-nos "adestrar" o que as
tradições contemplativas chamam de mente do "macaco louco", referindo-se
à mente ruminativa que fica "pulando de galho em galho", movimentando-se
de forma caótica e distraída "por aí".
No processo de meditação o que se pretende
então é treinar (adestrar) a mente (o macaco louco) com a "corda" da
atenção, que está unida a uma "estaca bem presa ao chão", imagem que
usamos para representar o conceito de "ancoragem" das técnicas de
meditação ou mindfulness (clique aqui e conheça o passo a passo como é uma técnica
simples de mindfulness).
Uma das "âncoras" mais comuns nas
técnicas é a própria respiração, a qual nos ajuda a "adestrar o macaco
louco" diminuindo então a ruminação mental.
Os "macacos" (pensamentos) continuarão
lá, mas ficarão "menos loucos" com o tempo e a regularidade da
prática, e nossa mente ficará menos à deriva e menos tempo no "modo "ruminativo".
O corpo (sensações corporais) e a respiração são chave nesse processo, pois
estão sempre no "momento presente" (a mente ruminativa está , em geral,
pensando no passado ou no futuro), e por essa razão são considerados as
principais "âncoras" da prática meditativa ou de mindfulness.
Assim, a meditação, por meio das sensações
corporais e da respiração, "reinicia" ou "reseta" a mente
de tempos em tempos, permitindo que se saia dos ciclos ruminativos, melhorando
nossa performance e qualidade de vida.
Por Marcelo Demarzo
Fonte VivaBem
segunda-feira, 2 de março de 2026
ENTENDA SOBRE O MARKETING DIGITAL PARA ADVOGADOS
O marketing digital é uma estratégia fundamental para a divulgação de qualquer tipo de produto ou serviço nos dias atuais.
A internet se tornou o principal veículo de comunicação entre empresas e consumidores, além de oferecer novas possibilidades com o marketing digital.
Profissionais, como os advogados, que são proibidos pela OAB de usarem o marketing e publicidade, encontram no marketing digital uma possibilidade de serem vistos e reconhecidos por seu público-alvo, assim como empresas de locação de impressora colorida.
Essa técnica tem diversas vertentes, por isso algumas estratégias podem ser obtidas, como o marketing de conteúdo, o Whatsapp business e o e-mail marketing, que são muito usadas por advogados e escritórios de advocacia pelo país.
Isso acontece, pelo fato de que tais estratégias do marketing digital oferecem ao público-alvo desses profissionais dados necessários e importantes sobre assuntos que são do interesse dele.
Possibilitam também uma comunicação mais fácil e direta entre consumidor e profissional, além de permitir o relacionamento mais durável, que sempre gera bons frutos para ambos.
Neste artigo será definido marketing digital, ferramentas importantes para os profissionais jurídicos e as tendências dessa estratégia.
O que é marketing digital?
O marketing digital é um conjunto de estratégias que serve para divulgar um marca, como uma empresa de manutenção de geradores de energia e o que ela tem a oferecer, na internet.
É diferente do marketing tradicional, porque o digital faz uso de diferentes canais on-line e também de métodos que permitem sua mensuração em tempo real.
As pessoas estão cada vez mais dependentes da internet para qualquer coisa. Com o surgimento de aparelhos como smartphones e tablets, esse acesso é a realizado a qualquer momento e de qualquer lugar.
O consumidor moderno pesquisa sobre tudo na internet, indo desde uma simples curiosidade até a necessidade por um serviço ou uma informação sobre alguma empresa.
Por isso, o uso do marketing digital é cada vez mais importante para empresas como as de serviço de controle de acesso digital e profissionais.
Se o consumidor moderno pesquisa tudo na internet, as empresas e produtos também precisam dela para se promoverem.
O que é marketing jurídico?
Ao falar sobre marketing digital, é impossível não pensar nas milhares de possibilidades que ele oferece, como no caso do marketing jurídico.
Essa possibilidade existe, porque o marketing digital não é uma estratégia usada apenas para vender ou convencer, mas sim como um conceito muito mais amplo.
O marketing digital está focado em cuidar de causas, relações de engajamento, estratégias de atuação e também com o pós-venda, como no caso de uma empresa de reciclagem de papelão.
Sendo assim, quando um profissional faz uso correto do marketing jurídico, ele também está em busca da sua consolidação como profissional, obtendo diversos resultados.
Tais métricas estão relacionados ao objetivo do profissional, que pode se tornar autoridade em determinado assunto, marcar presença nas redes sociais para interagir mais com consumidores, atrair um público novo e diversos outros objetivos.
O principal foco do marketing jurídico é o interesse do bom direito, sempre dentro das normas de conduta da OAB.
Mas isso só é possível se o profissional ou escritório contar com uma equipe especializada neste tipo de marketing, fazendo uso de estratégias adequadas.
Estratégias de marketing digital para advogados
Há muita controvérsia quando o assunto é marketing para advogados, pois ele não é feito como para empresas de monitoramento atmosférico e muitas outras.
Em 1º de setembro de 2016 entrou em vigor um novo código dentro das Diretrizes do Código de Ética e Disciplina da Ordem dos Advogados do Brasil.
Esse novo código contempla os meios digitais como uma maneira de fazer conteúdos informativos, desde que respeitando algumas regras. Entre as principais possibilidades estão:
· Marketing de Conteúdo;
· Facebook;
· WhatsApp Business;
· E-mail Marketing;
· Entre outros.
Marketing de Conteúdo
De maneira resumida, o marketing de conteúdo tem como objetivo engajar o público-alvo de uma empresa ou profissional.
Ou seja, tem como objetivo fazer com que o público-alvo se envolva, interaja e estabeleça um contato com o marca, ou, neste caso, os advogados.
Como resultado desse engajamento, há um crescimento na rede de clientes, porque há a criação de conteúdo relevante e valioso.
Isso acontece porque o profissional trabalha diversos pontos como o público-alvo, por exemplo, atração, envolvimento e geração de valor. Dessa forma, fica mais fácil criar uma visão positiva de seu trabalho por parte das pessoas, gerando mais negócios.
Como exemplo de uso do marketing de conteúdo por advogados, podemos citar a Negócios, utilização dos blogs com conteúdos que abordam diversos assuntos do interesse do público e relacionados à especialidade do profissional.
Por exemplo, um advogado trabalhista pode criar conteúdos para o seu blog que abranjam assuntos relacionados a mudanças na lei trabalhista.
Ele também pode falar sobre as novas regras para aposentadoria e tudo o que estiver relacionado aos direitos do trabalhador.
É muito comum que as pessoas procurem informações sobre seus direitos na internet. Ao se depararem com um blog que contenha as informações que desejam, de maneira clara e objetiva, entendem que aquele profissional domina o assunto.
O blog, então, se torna uma excelente ferramenta para que o usuário e potencial cliente tenha acesso ao advogado.
Facebook
Uma outra dica importante, é colocar o link do perfil do profissional no Facebook.
Por meio dessa rede social, o profissional pode compartilhar os assuntos postados no blog e também receber perguntas dos usuários. Outra vantagem dessa rede é que aqueles que já são clientes podem classificar o profissional.
Quando outras pessoas veem esses comentários, sentem-se mais confiantes e à vontade para contatar o advogado.
WhatsApp Business
O uso de aplicativos como o WhatsApp Business também tem crescido entre os advogados. Isso porque a base da advocacia é a comunicação, a interlocução entre as partes envolvidas e uma decisão pautada na lei.
Para fazer um bom uso do WhatsApp Business, o primeiro passo é obter uma conta apenas para uso profissional.
O aplicativo permite que o proprietário da conta programe os horários e dias para atendimento.
É importante delimitar um horário e também divulgá-lo em sites, blogs e redes sociais para que, se o cliente enviar mensagem fora do horário, ele saiba quando será respondido.
O profissional também deve delimitar quais assuntos podem ser tratados pelo aplicativo, para que não haja uma comunicação dificultosa.
Além disso, é importante registrar uma mensagem automática, para que o cliente não fique sem resposta.
Essa organização básica impede que o WhatsApp Business se torne uma série de mensagens aleatórias que confundem o profissional e desagradam os clientes.
E-mail marketing
O uso de e-mail marketing é muito popular entre empresas dos mais variados setores, como no caso de uma empresa de alimentação hospitalar.
É por meio dele que os advogados mantêm o seu relacionamento com os clientes. O e-mail marketing ajuda no pós-venda, ou seja, no relacionamento entre empresa e profissional, depois que o serviço foi vendido.
Dentro das normas da OAB, o profissional não pode fazer disparos de e-mail marketing para qualquer pessoa, mas para parceiros e clientes que já tem contato, o uso de e-mails informativos é bem-vindo.
Tendências do marketing jurídico
Para os próximos anos, o marketing traz algumas tendências. Toda e qualquer empresa, como uma de manutenção em TV precisa estar atenta às tendências do marketing digital.
No caso do marketing jurídico, uma das principais tendências é o uso de vídeos, lives e streaming. Muito profissionais têm usado essas mídias para transmitir ao vivo webinários, palestras on-line e até mesas redondas.
Nas páginas de escritório é cada vez mais comum que os advogados dediquem um tempo para tratar assuntos de interesse geral.
Esse serviço de utilidade pública gera valor para os usuários e passa uma imagem confiante dos profissionais.
Outro uso comum são os chatbots, que já são feitos por diversas empresas de outros ramos, como no caso de serviços de pintura residencial.
Chatbot é um tipo de atendente virtual que está em alta na advocacia. Ele permite que os usuários interajam de maneira personalizada, reduzindo, inclusive, o número de atendentes.
Essa interação é feita de maneira natural, principalmente por meio de janelas de chat de texto. O uso de chatbot facilita a vida do profissional e também do cliente.
O marketing jurídico é imprescindível para os advogados, visto que esses profissionais atuam em um mercado tão competitivo e com tantas restrições de divulgação.
Dessa forma, sabendo usar os recursos certos no marketing digital, a ideia de fazer marketing para advogados se torna muito mais simples e acessível. Assim, é possível oferecer serviços e informações importantes para os clientes.
Texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.
Fonte Âmbito Jurídico
ABUSO DO DIREITO DE RECLAMAÇÃO POR PARTE DO CONDÔMINO
É fato que o condômino, como dono da coisa
comum, é detentor de direitos de fazer suas solicitações, reclamações e até
mesmo exigências junto à administração do condomínio, mas tudo isso observando
o mútuo dever de respeito, urbanidade e razoabilidade, sob pena de verificando-se
um excesso, caracterizar-se um abuso de direito, passível de diferentes formas
de reprimenda e punição, conforme a gravidade e intensidade deste excesso.
É evidente que aquele que assume uma função
de administração junto ao condomínio deve estar minimamente preparado para
saber driblar os “chatos de plantão”, com suas manias e temperamentos, mas que
encontram-se dentro da linha limítrofe do respeito.
Aqui trataremos dos excessos praticados, daquilo
que ultrapassa a normalidade e deve sofrer uma resposta, proporcional à ofensa.
Para efeitos didáticos, analisaremos o abuso de direito de reclamação em quatro
níveis, de acordo com a gravidade da atuação, bem como as medidas que podem ser
tomadas como punição.
O primeiro nível que chamamos de abuso de direito puro e simples: Aqui o condômino interpela o síndico com insistência perturbadora, desrespeitosa e grosseira, fazendo-lhe exigências inoportunas, mas ainda sem acusações graves, fazendo-o por temperamento, estado de ânimo alterado, problemas psicológicos, neuroses e outros, trazendo um certo desgosto ao exercício da função de síndico. Tal situação está prevista no art. 187 do Código Civil que dispõe:
“Também comete ato
ilícito o titular de um direito que, ao exercê-lo, excede manifestamente os
limites impostos pelo seu fim econômico ou social, pela boa-fé ou pelos bons
costumes.”
Aqui, havendo excesso em menor gravidade, poderá
o síndico, além de advertir o condômino, estabelecer restrições ao canal de
comunicação entre ambos, podendo, a título de exemplo, determinar que de aquele
momento em diante somente atenderá aquele condômino mediante relatos no livro
de ocorrência, ou por e-mail, de forma que ao mesmo tempo em que se evita o
contato físico, se constitui prova escrita do abuso.
2) O segundo nível que chamamos de
perturbação da tranquilidade: Aqui o condômino atua da mesma forma, mas com a
intenção manifesta de prejudicar o síndico, de tirar-lhe a tranquilidade, seja
por motivos egoístas ou reprováveis, chamando-o de incompetente, preguiçoso e
outros adjetivos, exigir-lhe seguidas prestações de contas e esclarecimentos
desnecessários. Aqui nós já temos a figura do assédio moral, tão utilizado no
direito do trabalho.
Neste caso, estar-se-ia diante de uma
contravenção penal, prevista no art. 65 da lei de contravenções penais: Art. 65
- Molestar alguém ou perturbar-lhe a tranquilidade, por acinte ou por motivo
reprovável: Pena – prisão simples, de 15 (quinze) dias a 2 (dois) meses, ou
multa.
Além dos mecanismos administrativos acima
indicados, poderá o síndico promover um registro de ocorrência perante a
delegacia de policial civil, o que gerará um termo circunstanciado e o
prosseguimento junto ao Juizado Especial Criminal competente.
3) O terceiro nível que chamamos de crimes
contra a honra: Aqui intensifica-se ainda mais o excesso, de forma que
acusações ou ofensas são levantadas contra o síndico atingindo sua honra de
forma criminosa. Alegações como “de que estaria levando um por fora”, “desviando
dinheiro do condomínio”, ou usando termos “ladrão”, “safado” e outros análogos.
Neste caso, constituindo em crimes contra a honra, deve o síndico, ao invés de
fazer um simples registro de ocorrência, ingressar diretamente com uma ação (queixa
crime) contra o ofensor, bem como ingressar com ação de indenização por danos
morais, pedindo a respectiva indenização.
4) O quarto nível que chamamos de ameaça e
risco a integridade física: Aqui está o ápice da intransigência. O condômino
ameaça com dizeres como “a tua batata esta assando”, “que vai pegar de pau” ou
mesmo de agressão física já consumada. Neste caso, deve o síndico promover uma
representação perante a delegacia de polícia pelo crime de ameaça e também
poderá requerer ao juiz criminal uma medida cautelar de proibição de
aproximação, prevista no art. 319, III do Código de processo penal:
Art. 319. As medidas cautelares
diversas da prisão serão as seguintes:
III - proibição de
manter contato com pessoa determinada quando, por circunstâncias relacionadas
ao fato, deva o indiciado ou acusado dela permanecer distante;
É importante que haja respeito mútuo entre
administração e condôminos, e de forma alguma o sindico permita estes excessos
praticados, devendo tomar as providencias que se fizerem necessárias em defesa
de sua honra e seu trabalho.
VEJA 5 HABILIDADES QUE OS PROFISSIONAIS DE DIREITO PRECISAM REALMENTE DOMINAR
Qualquer profissional precisa ter um perfil
adequado para a área que pretende atuar e isso não diz respeito apenas à
graduação. Para ser um advogado de sucesso e subir na carreira é preciso ter
outras habilidades que o tornem um bom profissional.
Saber lidar com as relações interpessoais é
uma delas, como entrar e sair das conversas e ambientes deixando impacto com a
sua presença. Saber gerir novas tecnologias e implementá-las ao seu trabalho
também tem se tornado uma habilidade bem-vinda em qualquer lugar.
1- Ter o conhecimento técnico
é importante.
Isso mostra que você sabe lidar com o todo o
processo a ser feito e com os trâmites mais básicos de um processo jurídico. O
conhecimento técnico deve estar bem apurado assim que você sai da universidade
e entre no mercado, a partir daí é necessário sempre aumentá-lo. Com o tempo
você será capaz de se envolver em processos mais complexos e chamar para si
novas responsabilidades.
2- Pensar positivo e
ter motivação em tudo o que faz é outra qualidade que o advogado deve ter.
Aqueles que possuem paixão pelo que fazem
têm 50% mais chances de alcançar o sucesso. Saber ter jogo de cintura para
lidar com situações que não se apresentam de forma benéfica é uma qualidade que
poucos têm e com certeza faz a diferença entre um profissional comum e um
profissional de sucesso. Saber motivar a equipe que trabalha com você e motivar
a si mesmo são habilidades necessárias para essa ramo do conhecimento.
3- Manter-se
atualizado com as novas tendências tecnológicas no mercado também é um fator de
grande importância.
Hoje em dia, um escritório não quer apenas
um advogado, mas sim uma pessoa que saiba trazer maior dinamismo para o
trabalho envolvendo novas tecnologias. Existem milhares e aplicativos e
softwares que melhoram a vida do profissional do direito. Até mesmo uma agenda
eletrônica ou planilhas, que são programas básicos possuem uma grande
capacidade de tornar o profissional mais eficiente e assim, ganha destaque.
4- Não apenas a
tecnologia, mas os conhecimentos devem ser aprimorados.
A empresa olha com bons olhos o funcionário
que está sempre buscando melhorar a si mesmo porque ela sabe que aquele
conhecimento será convertido em um trabalho de melhor qualidade e mais
produtivo. Não faça cursos apenas para encher currículo e sim, que aborde
assuntos que realmente são necessários para o seu emprego ou então o
certificado se tornará apenas uma simples moldura na parede da sala.
5- Outro
conhecimento que tem se tornado uma exigência para os advogados é ter
conhecimento de gestão em negócios.
Principalmente para aqueles que desejam
abrir o seu próprio escritório é preciso ter uma visão amplificada do mundo dos
negócios. Ter a percepção de quais são as principais exigências do mercado você
consegue se moldar a ele dentro dos suas metas e fazer um trabalho diferenciado
se comparado a outros profissionais.
A concorrência no mercado jurídico tem se
tornado expansiva e de difícil competição, mas sempre é possível oferecer mais
valor a sua empresa. Tenha iniciativa nos projetos do ambiente que você
trabalha, procure melhorar o que pode ser melhorado.
Tente identificar quais são as maiores
necessidades dos clientes e invista nisso para oferecer a melhor consultoria da
sua região.
Fonte Projuris
A VIDA PESSOAL PODE PREJUDICAR A CARREIRA PROFISSIONAL
É muito mais fácil crescer profissionalmente
se você tiver uma vida pessoal harmoniosa na maioria do tempo, podendo focar no
trabalho. Uma vida pessoal turbulenta desvia a concentração na atividade
profissional. Normalmente o que detona a carreira profissional não é um único
problema pessoal isolado, mas uma mescla deles. Abaixo os principais fatores
pessoais que prejudicam a carreira profissional.
1) Não dar a devida prioridade ao trabalho,
deixando ele muito longe em importância em relação à família, lazer, amigos etc.;
2) Ter um relacionamento sempre tumultuado
com o cônjuge e filhos;
3) Ter amante;
4) Não dar a devida atenção aos filhos
pequenos. Quando crescerem podem se perder na vida o que trará muita dor de
cabeça;
5) Excesso de baladas e noitadas nos dias de
semana;
6) Consumo excessivo de álcool;
7) Consumo de drogas;
8 ) Exercer atividades profissionais
paralelas ao emprego principal;
9) Dormir pouco;
10) Ter uma vida totalmente sedentária. Faltarão
energia e disposição no trabalho;
11) Não conseguir convencer a família que em
muitos momentos terá que se dedicar quase que exclusivamente ao trabalho;
12) Manter um padrão de vida superior ao que
o salário proporciona, gerando endividamentos;
13) Gastar boa parte do tempo no trabalho
cuidando de assuntos pessoais;
14) Gastar tempo demasiado para ir ao
trabalho e voltar para casa;
Com tudo isso não quer dizer que todos devem
ser uma “Madre Tereza de Calcutá”, mas sim que na maioria do tempo a vida
pessoal deve estar equilibrada.
É claro que todos podem e devem de vez em
quando “sair da linha”. Mas isso não pode ser constante. Caso contrário, a
possibilidade de prejudicar o crescimento profissional é muito grande.
Por Mauro Bernacchio
Fonte Terra
AS 6 REGRAS DO NETWORKING EFICAZ EM EVENTOS DE TRABALHO
Quer conhecer e
cativar outras pessoas do mercado? Saiba como usar as breves horas de um evento
profissional para aumentar sua rede de relacionamentos
Saber como agir em
eventos é a chave para o networking perfeito
Networking: até os
experientes podem ficar tímidos para fazer contatos em eventos, diz
especialista
Num evento, tudo o que você precisa fazer é não
se comportar como um chato. É assim que Marie-Josette Brauer, fundadora
do Innovation Coaching Center, resume as preocupações básicas de quem deseja
fazer contatos profissionais de forma eficaz em eventos.
Segundo ela, quem é bom em networking usa o
encontro para transmitir sua personalidade, encantar as pessoas e memorizar
nomes e detalhes sobre elas. São mestres, enfim, em formar vínculos
subjetivos com os demais em pouco tempo.
Não que isso seja fácil - principalmente
numa situação formal como a de um evento profissional. “Até pessoas muito
experientes às vezes ficam tímidas nessas ocasiões”, afirma Marie-Josette.
Como, então, adequar seu comportamento e
usar a oportunidade para verdadeiramente ampliar sua rede?
Um conceito básico, segundo a especialista, é
o de que ninguém faz relacionamentos com empresas, mas com pessoas. “A conexão
que você cria com elas permanecerá mesmo depois de elas passarem da empresa X
para a Y”, explica Marie-Josette.
A melhor postura é, portanto, enxergar o
encontro profissional como uma oportunidade para criar laços pessoais com um
outro indivíduo - ainda que o objetivo final do relacionamento esteja, de fato,
ligado às carreiras de vocês dois.
Viagens, arte, culinária - a rigor, qualquer
assunto pode ‘amaciar’ as conversas e dar liga ao networking. “Sem esses
ingredientes, a conversa pode ficar horrorosamente árida”, comenta Marie-Josette.
O importante, afinal, é criar uma ligação
significativa com a outra pessoa - uma relação que deverá ser nutrida
permanentemente. “O erro mais absurdo de todos é ativar a sua rede de contatos
só quando você precisa dela”, alerta ela.
A seguir, apresentamos alguns conselhos da
especialista para extrair o melhor do networking num evento:
1. Não fique mais do
que 5 minutos com um conhecido
Por mais confortável que seja estar
acompanhado por alguém familiar, é preciso abandonar o seu “porto seguro” depois
de 5 minutos com ele. “Por que você está ali? Para conhecer pessoas novas!”,
diz Marie-Josette. O momento pede que você respire fundo, vença a timidez e se
lance ao desconhecido.
2. Não fique mais do
que 10 minutos com um desconhecido
Conheceu alguém? A conversa está boa? Ótimo.
Mas evite passar tempo demais com a mesma pessoa. “Por mais interessante que
seja esse novo contato, ele não pode ocupar todo o seu tempo de networking”,
recomenda a especialista.
3. Fale sobre seu
perfil, não sobre seu currículo
Evento de networking não é entrevista de
emprego. Tente não se apresentar como aquele que estudou na universidade X ou
trabalhou na empresa Y. “É melhor mostrar o seu perfil profissional de forma
ampla, falar das suas convicções e características”, explica ela.
4. Valorize os cartões
de visita
Ao receber um cartão, não o guarde na bolsa
mecanicamente. “É importante parar para ler o que está escrito e aproveitar
para comentar ou perguntar alguma coisa sobre ele”, diz a especialista. Outra
dica é anotar, no verso, algum detalhe sobre a pessoa que pode ser importante
mais tarde.
5. Ouse revelar suas
expectativas
“Você pode, e deve, ser bastante claro sobre
o que espera daquele encontro”, afirma a especialista. Precisa de uma indicação
de um curso? Quer conhecer um possível cliente? Para Marie-Josette, perguntar não
ofende. Se não tiver as respostas, a outra pessoa pode, ao menos, indicar alguém
que as tenha.
6. Evite falar em “nós”
para se referir à sua empresa
Lembrando que o networking é feito entre
pessoas, e não entre empresas, é melhor evitar falar frases como “nós estamos
em 21 países” ou “nós tivemos o maior lucro da história”. Além de pedante, diz
Marie-Josette, a postura não reflete a realidade: não é a sua empresa que está ali
presente, é você.
Por Claudia Gasparini
Fonte Exame.com
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