Luiza's Blog
terça-feira, 17 de março de 2026
GESTÃO FINANCEIRA - "ADVOGADOS DEVEM CRIAR CAIXA PREVENTIVO PARA CRISE
TRÊS SEGREDOS DO MARKETING JURÍDICO QUE TODO ADVOGADO PRECISA SABER
Hoje falaremos de marketing! Um daqueles temas que dividem opiniões. De um lado, os que o conhecem e se apaixonam. De outro, aqueles que defendem a sua inviabilidade na advocacia.
Atualmente, é possível à advocacia manter-se sustentável sem investir em boas estratégias de marketing jurídico?
Acreditamos que não! A realidade do mercado e da sociedade contemporânea não nos permitem sermos advogados ou advogadas sem presença virtual. Já não basta apenas ter muito conhecimento técnico! Precisamos ser conhecidos por todo esse conhecimento.
E, por presença virtual, entenda-se: ter um site ou uma rede social para relacionamento com clientes. Por isso, temos três valiosas dicas para compartilhar com vocês sobre o marketing jurídico.
Sabemos que o marketing e a publicidade são delicados quando aplicados à advocacia, em razão do nosso Código de Ética profissional. Mas, acreditamos que a maior parte do temor ao tema se deve, em realidade, pelo desconhecimento aprofundado das regras que temos.
Inicialmente, deve ser claro que a publicidade NÃO é vedada à advocacia. Muito pelo contrário, ela é permitida, observado o disposto no art. 39, do Código de Ética da OAB: “A publicidade profissional do advogado tem caráter meramente informativo e deve primar pela discrição e sobriedade, não podendo configurar captação de clientela ou mercantilização da profissão”.
Restritiva ou não a norma, a discussão é outra! A publicidade e o marketing na advocacia são permitidos e precisam ser entendidos como ferramentas aliadas ao seu crescimento profissional.
Por isso, fique atento aos três segredos do marketing jurídico a seguir apresentados:
Quem é você na advocacia e quem são seus clientes?
Conhecer-se enquanto profissional é primordial! Por isso, o primeiro passo para o sucesso é definir um nicho de atuação.
Mas, essa definição de nicho vai muito além da escolha de um ramo do Direito para atuar. Ser um advogado especialista, por exemplo, em Direito do Trabalho, já não é um diferencial no mercado.
Qual a sua especialidade? Atuar a favor de empregados ou de empregadores? Focar na prática extrajudicial de acordos trabalhistas ou preparar-se para o contencioso laboral?
Sabemos que, por vezes, as necessidades financeiras ou mesmo a inexperiência no mercado nos levam ao generalismo. Mas, essa forma de atuação, ao contrário do que se imagina, acaba reduzindo as chances de fechar contratos expressivos. Isso porque o advogado generalista, na maioria das vezes, possui um conhecimento raso, não aprofundado em qualquer ramo do Direito.
Se é claro para você ser um advogado ou advogada especialista na defesa de empregadores, isso facilita a comunicação com o seu público e te indica em quais matérias técnicas se aprofundar para prestar um serviço mais adequado às necessidades dos seus clientes.
Presença virtual é fundamental!
Sem dúvidas, as redes sociais são importantes ferramentas para que você possa atingir e compreender as dores do cliente.
É preciso ter, ao menos, uma rede social destinada à prática da advocacia. E aqui, muito cuidado: nesta rede você precisa se comunicar com o seu público como o profissional que deseja ser conhecido.
Claro que isso não significa criar um perfil engessado. Postagens pessoais são permitidas, mas elas precisam se adequar à imagem do profissional jurídico sério e ético que você é.
Por exemplo, se você é advogado ou advogada familiarista, mesclado às postagens de conteúdos jurídicos informativos, pode-se incluir fotos de uma viagem para participação em congresso ou mesmo de uma palestra proferida sobre o Direito das Famílias.
Acreditamos, aliás, que essas postagens com conteúdo mais pessoal são capazes de trazer a advocacia para mais perto de seus clientes.
Aliás, é importante dizer que a presença do advogado nas redes sociais não só permite o seu conhecimento por pretensos clientes, como também fornece condições para a formação de parcerias com outros colegas advogados.
Esqueça o “juridiquês”!
Para alcançar seus clientes você precisa saber utilizar uma linguagem simples e objetiva. Chavões técnicos e rebuscados devem ser evitados!
Fazer-se compreendido é fundamental!
A comunicação com o cliente precisa deixar claro o benefício que a sua contratação trará. Simplicidade, assertividade e objetividade demonstram que você tem a preocupação de entender o problema dele e de fazer-se entendido. Isso gera empatia e confiança no seu trabalho.
Esperamos que essas três dicas possam auxiliar no seu crescimento profissional.
Fonte Equipe IbiJus
ESTRESSE LABORAL: O QUE OS ADVOGADOS PRECISAM SABER?
QUANDO A BOCA CALA, O CORPO FALA
Às vezes as pessoas não encontram as palavras para expressar a dor que sentem, e então o corpo entra em cena e reage. Não sabemos nomear com exatidão o que acontece conosco para que as pessoas em volta nos entendam. Essa incapacidade de fazer coincidir as nossas palavras com as emoções que sentimos é conhecida no campo da psicologia como alexitimia.
Habitualmente, essa incapacidade tem sua origem em um sistema de comunicação familiar ineficiente ou deficitário. Muitas das doenças do tipo psicossomático atuais nos dão boas pistas sobre as necessidades não atendidas da população: necessidades de escuta, empatia e carinho.
Somatizar significa transformar uma dor emocional em outra física. Talvez por uma incapacidade de expressar corretamente a dor emocional. Uma incapacidade que deve ser entendida e tratada como a origem de um problema que cumpre uma função: a de comunicar com o corpo o que nossa mente quer expressar, mas nossa voz e nossas palavras não são capazes de reproduzir.
Origem psicológica, sintomas físicos reais em nosso corpo
O fato dos transtornos psiquiátricos terem uma origem psicológica não quer dizer que não se manifestem em sintomas físicos reais. Sintomas que doem, incomodam e que definitivamente interferem na vida de uma pessoa e no desenvolvimento satisfatório dessa.
Não é de se estranhar que em transtornos de humor, como a depressão, se observem estados vegetativos, uma mudança no padrão habitual de sono e muitas queixas somáticas: essa é a somatização da tristeza.
Há muitos tipos de depressão, algumas se caracterizam por um paciente que adota uma atitude agressiva, e outras por um paciente que adota uma atitude passiva. Em ambas, não há comunicação do que se sente, pelo menos não uma comunicação adequada. E então essa sensação se transforma em um mal-estar psicológico e físico.
O preço de ser forte a todo momento: somatizar
Quando não nos comunicamos, implicitamente assumimos que não seremos escutados, que não contamos com as estratégias sociais para nos fazermos entender, ou que seremos diretamente atacados. Em um mundo no qual nos dizem que ser forte é a qualidade mais preciosa que se pode ter, ninguém quer ir na direção contrária.
Muitas das pessoas que não expressam seu mal-estar o fazem porque não encontram as palavras para isso, ou simplesmente alguém os ensinou ao longo de sua educação que ficarão expostos se se expressarem demais. Não culpemos disso só os pais ou professores, mas sim toda a sociedade. Nos ensinam todo tipo de assuntos, mas o assunto de conhecer-se emocionalmente costuma ficar de fora.
De repente, um dia nos sentimos paralisados. Perguntamos a nós mesmos de onde vem tanta dor, e por que o corpo não dá motivos claros que nos expliquem. Os motivos estão na mente, mas estão anestesiados.
O resultado dessa ideia é bastante evidente: evitamos expressar como nos sentimos, e quando queremos nos dar conta, já não sabemos o porquê de nos sentirmos mal. Temos uma amnésia retrógrada que nos impede de poder chegar à verdadeira raiz do problema, de entender por que dói tanto e de onde surgiu toda essa dor.
O tratamento dos pacientes que somatizam pelos profissionais de saúde
A atenção integral da pessoa que vai a uma consulta com um transtorno de somatização é bastante deficitária em alguns casos. Essas pessoas precisam de uma atenção médica e psicológica.
Em alguns casos são acusadas de histriônicas, ou seja, manipuladoras e exageradas, quando na verdade não tem nada a ver com isso. Diferentemente das pessoas hipocondríacas, aqui a pessoa não está convencida que tem uma doença, apenas não sabe o que é que está ocorrendo.
Talvez sim, talvez seja certo que tenham um sistema amplificador dos sintomas e um foco muito centrado em si mesmos. Por exemplo, uma pessoa com alto grau de neurose pode apresentar esse padrão de busca e comprovação excessiva de sintomas.
Portanto, essa pessoa talvez esteja mais centrada em seus sintomas, e por isso o jeito ansioso dela está tomando lugar. Mas os sintomas mesmo assim estão aí, são reais: dores de cabeça, mal estar gastrointestinal, fadiga crônica persistente etc.
O paciente deve ser atendido de forma integral, tendo em conta as características psicológicas que podem estar influenciando os seus sintomas físicos, e avaliar também como seus sintomas físicos pioram o quadro psicológico.
Em muitos casos, quando uma doença somática não é tratada corretamente, se torna crônica e pode ocorrer uma consequência lógica e terrível para a pessoa que padece: a doença, já em sua forma crônica, faz com que a pessoa evite toda atividade social ou que altere sua rotina, acreditando que evita assim o mal-estar e que seus sintomas estarão mais controlados em sua rotina diária. Pouco a pouco, a pessoa vai deixar de lado sua vida por causa de seus sintomas.
As doenças psicossomáticas são reais e precisam de tratamento específico e ajustado às características de cada paciente. Uma vez descartadas as patologias orgânicas, os profissionais devem conseguir entender o que o corpo está querendo dizer, porque a boca cala sem dar a razão explicita a nenhuma causa específica.
Fonte A Mente é Maravilhosa
COISAFOBIA - PAÍS ESTÁ MUITO CHATO AO VER DISCRIMINAÇÃO EM TUDO
COMO ENFRENTAR O EXCESSO DE REALIDADE
DESCUBRA QUAL INTELIGÊNCIA DOMINANTE VOCÊ TEM
Dizem que Einstein e Chaplin, duas pessoas reconhecidas por sua inteligência, se encontraram uma vez em uma reunião social. Começaram a conversar e Einstein disse a Chaplin: “O que sempre admirei em você é que sua arte é universal; todas as pessoas a compreendem e admiram.”
Chaplin, de forma muito espirituosa, respondeu: “O que você faz é muito mais digno de respeito; todos admiram e praticamente ninguém compreende.” O que acontecia ali é que se tratavam de duas pessoas, cada uma com um tipo de inteligência diferente, porque não possuímos apenas uma, mas sim várias.
A teoria das múltiplas inteligências foi elaborada por Howard Gardner, professor da Universidade de Harvard, no ano de 1983. Essa teoria parte da base de que não existe uma única forma capaz de solucionar problemas e elaborar bens valiosos, mas sim que existem muitos tipos que se relacionam entre si.
Gardner e seus colaboradores da Universidade de Harvard comprovaram que há pessoas que obtêm boas notas na universidade e que conseguem um bom currículo acadêmico, mas que não sabem se relacionar bem com outras pessoas.
Pelo contrário, há pessoas que não são excelentes alunos, mas que se relacionam muito bem com as pessoas ao seu redor. Este fato demonstra que uma pessoa não é mais inteligente do que a outra, mas sim que as pessoas desenvolvem inteligências diferentes.
“O verdadeiro sinal de inteligência não é o conhecimento, mas a imaginação”.
– Albert Einstein –
Quais são os tipos de inteligência que Gardner propõe?
A pesquisa realizada por Gardner e sua equipe desenvolveu a ideia de que existem até oito tipos diferentes de inteligência. Cada pessoa possui graus diferentes de cada uma das oito e as combina de uma maneira distinta. Essa forma de mesclar as diferentes inteligências é o que nos torna únicos. As oito inteligências das quais Gardner falou são as seguintes:
Inteligência linguística
É a capacidade de empregar as palavras de forma eficaz, usando as estruturas da língua, a fonética, a semântica etc. Pessoas como os políticos, poetas, escritores e jornalistas costumam desenvolver este tipo de habilidades com o uso da palavra tanto em sua forma verbal como escrita.
Inteligência lógico-matemática
Está relacionada com a capacidade de empregar o raciocínio lógico e a resolução de problemas matemáticos. A rapidez para solucionar esse tipo de problema é o indicador que determina quanta inteligência lógico-matemática uma pessoa tem. Os cientistas, os engenheiros, matemáticos e economistas costumam se destacar neste tipo de capacidade.
Inteligência espacial
É a habilidade de construir imagens mentais, desenhar e detectar os detalhes, acompanhada de um senso especial voltado para a estética. Este tipo de capacidade pode ser encontrada nos pintores, fotógrafos, desenhistas, publicitários, arquitetos, pessoas criativas etc.
Inteligência musical
Está relacionada com as habilidades musicais, como o ritmo e a melodia. Ela serve para criar novos sons, para expressar emoções e sentimentos através da música. Nesta área destacam-se os músicos, cantores, compositores, maestros, bailarinas etc.
Inteligência corporal e cinestésica
Refere-se a tudo relacionado com o movimento, tanto corporal como o de objetos, e reflexos. É utilizada nas atividades que requerem coordenação e ritmo controlado. Destaca-se nas bailarinas, cirurgiões, artesãos, atletas etc.
“A criatividade requer a coragem de se desprender das certezas”.
– Erich Fromm-
Inteligência intrapessoal
Refere-se ao nosso próprio autoconhecimento, aos processos relacionados com a confiança e a motivação de nós mesmos. É usada para entender o que fazemos e valorizar nossas ações. Pode ser muito desenvolvida em teólogos, filósofos e psicólogos.
Inteligência interpessoal
É a capacidade de se relacionar com outras pessoas. Inclui a habilidade de usar gestos, controlar a voz e usar expressões faciais. Encontra-se presente em atores, políticos, professores, etc. É muito valiosa para as pessoas que trabalham com grandes grupos, pois elas saberão detectar e entender os problemas dos demais e vão aprender a lidar com o grupo.
Inteligência naturalista
Capacidade de distinguir, classificar e utilizar elementos do meio ambiente, objetos, animais ou plantas. As pessoas que têm este tipo de inteligência possuem uma grande habilidade para a observação, a experimentação e a elaboração de conclusões. Os ecologistas e botânicos trabalham com essa inteligência.
“O ritmo é o mais importante porque é a magia, é o que convida a audiência a dançar, e o que eu quero são leitores que dancem com as minhas palavras.”
-Haruki Murakami-
Gardner defende que todas as pessoas possuem
as oito inteligências, mas alguma delas sempre se destaca sobre as demais. É
aconselhável aprender a dominar grande parte dessas oito inteligências para
enfrentar a vida, independentemente de nossa profissão.
Fonte A Mente é Maravilhosa












