sábado, 23 de maio de 2026

SIMPLIFICANDO A VIDA: 21 DIAS DE MINIMALISMO


Para ser minimalista você precisa viver com menos de 100 objetos, não pode ter uma casa, um carro ou uma TV, não pode ter uma carreira, tem que viver em locais esquisitos ao redor do mundo, ser solteiro(a) e não pode ter filhos.
OK, deixando a brincadeira de lado, minimalismo não se trata dessas coisasbom, até pode se você preferir viver assim.
Minimalismo é uma ferramentae não exclui o consumo, apenas o consumismo compulsório.
Você já sentiu aquele vazio que não sabia de onde vinha e decidiu que era porque não tinha aquele celular mais recente? Você foi lá comprou, se sentiu realizado(a) por um momento e depois tudo voltou ao normalao vazio. Isso se chama adaptação hedônica e ela não é a resposta para o seu problema.
O minimalismo é a ferramenta que pode lhe ajudar a quebrar esse ciclo e conseguir mais liberdade. Não existe problema em ter posses materiais, o problema reside no significado que atribuímos: a razão da nossa existência e o resultado do nosso trabalho.
Minimalismo é sobre dar significado ao que possuímos.
Se algo não lhe é útil, não lhe faz bem ou não lhe serve, por que você ainda se apega a isso?
Minimalismo é reduzir para ter mais; é fazer escolhas conscientes, ao invés de ser levado a uma decisão por fatores externos ou marketing.
Trata-se de reduzir ao que realmente importaaquilo que significa algo para vocêde forma a ter mais: mais tempo, mais experiências, melhores relacionamentos, mais espaço, uma vida com mais significado porque ele, agora, não depende mais do que está transbordando do seu guarda-roupa.
Minimalismo não é um estilo de vida radical pré-moldado, mas um sistema que pode se adaptar às suas necessidades.
E como tudo na vida, minimalismo é um processo. Para começar sua jornada, um desafio de 21 dias: 21 sugestões para começar a liberar espaço na sua casa e na sua mente.

#1 Separe 33 itens essenciais do seu guarda-roupas
Essa ideia, também chamada de Capsule Wardrobe, foi proposta pela Courtney Carversugiro ler o site para todas as instruções.
Muito provavelmente, você usa as mesmas roupas, os mesmos acessórios, as mesmas bolsas repetidamente, mesmo que não perceba. Seus jeans? As chances são de que você usa apenas uns 5 de todos os que possui.
Então, quais roupas você realmente se sente confortável ao vestir? Quais você realmente adora?
Separe essas roupas em um lado do seu guarda-roupa, o resto você coloca do outro lado ou em uma mala, o importante é tirar da sua frente. Se sentir necessidade de uma outra peça que não foi escolhida, não há problema em trocá-la por algo que você tinha selecionado anteriormente (trocar, não adicionar!).
Ao selecionar apenas 33 peças, você reduz o estresse de escolher o que vestir, é capaz de verificar o que realmente você usa ou não e faz um inventário de tudo o que você possui.

#2 Defina seu estilo
Quantas roupas você tem no seu guarda-roupa que nunca usou ou se arrependeu depois de comprar? Quantas camisas que você comprou por que estavam na promoção e não por que você gostaria de usá-las?
Definir seu estilo facilita o processo de limpar seu guarda-roupas e deixar sua casa em ordemsem enfeites desnecessários, sem algo que não combine com o resto. Isso também lhe deixará mais consciente dos itens que você planeja comprar e se eles se adequam, ou não, ao que você já possui.

#3 Hora de limpar: guarda-roupas
Se você conseguiu fazer o Capsule Wardrobe, então limpar o guarda-roupas vai ser uma tarefa fácil.
Primeiro, como sugere Marie Kondo no seu livro A Mágica da Arrumação, separe seus itens por categorias: calças, camisas/camisetas, jaquetas/casacos, sapatos, acessórios, bolsas... Tem sapatos espalhados em várias partes da casa? Junte-os em um local só, isso evita que você precise repetir o processo.
Depois, comece a analisar peça por peça. (Dica: agora, não analise os itens que têm algum valor sentimental.)
Verifique se a peça é similar a algo que você já tem ou se serve para o mesmo propósito (você precisa mesmo dessas 7 jaquetas?), mas, mais importante, verifique se você gosta dessa peça. Senão, pra que você a mantém? Se não usou nos últimos 6 meses, você não usará nos próximos 6 meses.
À medida que for analisando, vá separando em: manter, em dúvida, doar ou lixo. O que você realmente gosta vai para "manter" (e não adianta dizer que ama tudo ou já sabotou o processo inteiro). Não serve mais em você? Doar. Não está em bom estado? Lixo. Ficou na dúvida? Guarde em uma caixa e esconda por alguns meses, se não sentir falta, doe. É simples, mas você precisa ser honesto(a).

#4 Limpe todas as superfícies do seu quarto
Remova todos os objetos, todos os livros, todas as decorações de cima da mesa, cadeira, mesinha de cabeceira. Deixe todas as superfícies livres. Comece do zero. Se você morar sozinho(a), tente fazer isso na casa inteira.
Da mesma forma que você fez com seu guarda-roupa, mantenha apenas aquilo que você gosta e que é útil.
Se existe algo na sua mesa que você não gosta, mas não descarta, o que você está fazendo é apenas distraindo sua mente e sabotando sua concentração. As mesmas coisas que ocupam sua mesa também ocupam sua mente e lhe impedem de trabalhar direitopense nisso, apenas remover aquele jarro com a planta esquisita pode lhe ajudar a se concentrar.
Mas se você gosta da planta esquisita, então coloque-a de volta, não tem problema.

#5 Verifique o extrato do seu cartão de crédito
Muito provavelmente você recebe seu extrato do cartão, paga e pronto, mas existe uma abordagem melhor.
Pegue o extrato do seu cartão e verifique todos os pagamentos que anda fazendo. Provavelmente você verá várias coisas que paga, mas não usavocê está perdendo dinheiro e não percebe.
Você assina o Office 365, mas usa o Pages e Keynote, então para que você assinou? Você paga o Spotify Premium, mas quase não usa o aplicativo, então por que não voltar ao básico, mesmo que isso inclua alguns comerciais com a Ivete Sangalo?
Quando precisar, você assina novamente. Você não vai perder o braço.

#6 Hora de limpar: despensa
Se você quer ter mais consciência das suas escolhas, a cozinha também está inclusa no processo.
Você pode reduzir seus gastos, diminuir a quantidade de roupas e outros pertences, mas ainda agir de forma reativa no que se refere à sua própria saúde e comer qualquer besteira. Ou, se você passa o dia inteiro fora de casa, por que tem uma despensa cheia de coisas que você não vai usar?
Então, vá até sua cozinha, limpe sua despensa e sua geladeira. Jogue fora toda a comida que já passou da validade e selecione aquilo que você não precisa manteralguém pode fazer um uso melhor do que você faria.

#7 Dê unsubscribe nos emails que você não lê
Talvez você tenha perdido seu interesse em cozinhar, mas ainda recebe aquela newsletter de um site de cozinha que você visitou em 2019.
Da mesma forma que objetos na sua mesa atrapalham sua concentração, emails não lidos na sua caixa de entrada também podem ocupar espaço na sua mente. O que não lhe interessa mais? Abra o email e clique em unsubscribe. É rápido e indolor.

#8 Desative as notificações do seu celular
Vivemos em uma era de gratificação instantânea. Não sabemos mais o que é tédio e vivemos distraídos. Uma solução rápida: desative as notificações do celular.
Você não precisa saber que há 3 segundos alguém deu like na sua foto mais recente. Você não precisa saber que alguém acabou de dar um RT na sua última piada de 140 caracteres.
O que você precisa é viver no momento presenteas notificações você vê depois. Assim que a ansiedade inicial vai embora, você percebe que não está perdendo coisa alguma.

#9 Elimine as contas em papel
Considerando o serviço de entrega no Brasil, receber as contas pelos Correios é pedir para pagar multa.
Facilite sua vida: iniba a fatura impressa e receba o PDF no seu emailele vai chegar na data e não tem problema de congestionamento na caixa de entrada.
Conserve sua paciência, evite transtornos e salve algumas árvores no processo.

#10 Reduza seus objetivos
Todo final de ano, você provavelmente faz uma análise do que aconteceu, deixou de acontecer e faz os planos para o ano seguintemas se você definiu 15 objetivos para o próximo ano, você está se auto-sabotando.
Você não precisa ter mais do que quatro objetivosum em cada área importante da sua vidae eles não podem ser lisérgicos.
Simplifique sua vida, pare de correr em todas as direções.

#11 Digitalize contas antigas e outros documentos
Se você é como minha mãe, então tem pastas e pastas com pagamentos antigos e comprovantes que provavelmente nunca vai precisar. Como consequência, você perde espaço.
Pegue essas contas antigas e digitalize-asaproveite e faça isso com outros documentos como contratos, plantas do apartamento… Libere seu espaço físico ao transformá-las em uma versão digital.

# 12 Hora de limpar: livros
Eu sou bookworm e é realmente difícil me desapegar dos meus livros, e não tem problema se você também ama os livros que possui. Mas é provável que, assim como eu, você tenha vários que nunca leu e nunca vai ler. Ou livros que leu e achou uma porcaria.
Organize seus livros em categorias, assim como no dia #3, e decida aqueles que você realmente gosta e doe o resto, eles podem ser úteis para outra pessoa.

#13 Hora de limpar: celular
Se você não joga mais Jetpack Joyride, por que mantém o aplicativo? Se você não investe mais na bolsa de valores, por que não deleta o aplicativo da Bolsa?
Aplicativos demais nos fazem perder tempo no celular, tempo que poderia ser aproveitado fazendo coisas mais produtivas ou conhecendo pessoas novas.
Delete tudo aquilo que não lhe serve mais, se um dia precisar, você pode baixar de novo.

#14 Hora de limpar: banheiro
Três tipos de xampu, quatro hidratantes diferentes, dezenas de amostra grátis. Algumas coisas provavelmente já saíram da validade e você nem notou.
Além disso, você não precisa disso tudo (ou você tem três cabeças?). Libere espaço no seu banheiro reduzindo seus produtos de beleza.
#15 Hora de limpar: guarda-roupas (de novo)
É provável que você não tinha sido muito honesto(a) na hora de limpar seu guarda-roupas da primeira vez, então você tem uma nova chance!
Novamente, separe suas coisas em categorias e se pergunte se você gosta (e precisa) daquilo que manteve.

#16 Planeje a próxima semana
Quer ter uma semana produtiva? Então planeje tudo o que você precisa fazer com antecedência.
Decidir o que fazer durante o dia é uma forma reativa de lidar com as responsabilidades e você perde o foco do que é importante.

#17 Unfriend/unfollow
Ok, pode me chamar de Coração Gelado, mas eu dou unfriend e unfollow nas pessoas.
Contatos superficiais apenas consomem energia, energia que poderia ser redirecionada para relacionamentos importantes e relevantes. Também não tem sentido em manter uma amizade de Facebook com uma pessoa com quem você não fala há anosé apenas mais ruído para lhe distrair.
Não tenha medo de eliminar uma amizade de Facebook, especialmente se ela deixou de existir no mundo real.

#18 Não acesse redes sociais por um dia
Da mesma forma que nosso corpo precisa descansar depois de um dia de trabalho, nossa mente também precisa descansar.
Mas, em nosso tempo livre, somos constantemente perturbados(as). Esses estímulos não deixam nossa mente descansar, portanto passe um dia ausente das redes sociais. Melhor: desligue o celular durante um dia inteiro.
Aproveite o tempo livre para fazer algo que você deseja e vem procrastinando.

#19 Defina um sistema para gerenciar seus dias
Não importa se você vai usar um aplicativo como o Google Calendar ou Calendário do Mac OS, ou se você vai usar um caderno, tenha uma forma de gerenciar suas atividades.
Com o tempo, você se torna mais consciente das coisas para as quais diz "sim", para as coisas que apenas ocupam seu tempo ao invés de contribuir positivamente.
Como consequência, você aprende a dizer não e a valorizar a única moeda que realmente que importa: o tempo.

#20 Hora de limpar: itens sentimentais
Você mantém o objeto por que alguém lhe deu ou por que você realmente gosta dele?
Se você não gosta, não tem sentido em ocupar seu espaço com algo que não é importante para você, mesmo tendo sido um presente. Reúna os itens que tem algum valor sentimental ou presentes que ganhou e decida se vale a pena mantê-los. É difícil desapegar, mas é preciso porque o que importa são as memórias que mantemos, não as coisas que achamos que vão guardar essa memória.
E você sempre pode tirar fotos das coisasuma lembrança enquanto libera seu espaço.

#21 Agradeça
Existem duas formas de ser rico: tendo tudo o que deseja ou desejando tudo o que você tem.
Ao invés de tentar preencher um vazio comprando mais coisas, preencha agradecendo pelas coisas que você teme não falo apenas de objetos materiais. Liste 10 coisas pelas quais é grato(a) e você verá que tem muito mais do que imaginava.
Lembre-se: Epictetus disse que condicionar a felicidade a algo que você não possui é loucura. Você pode ser feliz agora.

#22 Dia bônus: minimalismo emocional
Reavalie as pessoas com quem você mantém contato.
Quem são seus amigos, quem são seus colegas?
Em que nível de importância você consegue classificá-los?
Quem lhe faz bem e quem lhe faz mal?
Quais são seus verdadeiros amigos?
As pessoas ao nosso redor influenciam nossos comportamentos, então, escolha bem quem ficará ao seu lado.
Por Sabrina Andrade

O DINHEIRO NÃO COMPRA NUNCA...

sexta-feira, 22 de maio de 2026

BOM FIM DE SEMANA!

COMO PLANEJAR UM FIM DE SEMANA REALMENTE REVIGORANTE

Depois de uma semana inteira de trabalho intenso, o que você faz na sexta-feira?

Quem respondeu que se joga no sofá e contempla uma longa lista de tarefas não está sozinho: para muitos empreendedores, o fim de semana também conta como dia útil, e não como descanso.
O problema dessa rotina é acordar um tanto exausto na segunda-feira, afirma a escritora Laura Vanderkam. Ela acaba de publicar o e-book “What the Most Sucessful People Do on the Weekend” (o que as pessoas mais bem-sucedidas fazem no final de semana), para o qual conversou com empresários de sucesso sobre sua programação de fim de semana.
Em um artigo publicado no site da revista Inc, ela resume o que ouviu desses empreendedores e dá três dicas para usar melhor o sábado e o domingo para combater os efeitos do excesso de trabalho – e voltar novo em folha para o escritório.

1 – Conte as horas vagas – e aproveite-as
Você já contou quanto tempo livre tem entre abrir uma cerveja na sexta às seis da tarde e desligar o despertador às seis da manhã de segunda? São 60 horas no total, ou 36 horas úteis, descontando-se as 24 de sono – quase a mesma carga horária de uma semana de trabalho.
“Tanto tempo não pode ser desperdiçado”, diz Vanderkam. Por isso, ela recomenda dedicação máxima ao planejamento antecipado dos dias de folga e diz que é preciso traçar estratégias com o mesmo apuro e seriedade de compromissos profissionais.

2 – Planeje eventos-âncora
A intensa semana de trabalho geralmente deixa o empreendedor esgotado na sexta-feira. Mas Vanderkam argumenta que sentar inertemente na frente da TV ou surfar aleatoriamente na internet não são as melhores maneiras de se preparar para uma nova jornada.
Parece um paradoxo, mas para renovar as energias é preciso se mexer. “Outros tipos de trabalho, como exercícios físicos, um hobby, tomar conta dos filhos ou ser voluntário, ajudam mais a preservar o ânimo para os desafios da semana do que vegetar completamente”, afirma a escritora.
O segredo para ter um fim de semana ativo é planejar alguns eventos-âncora, afirmam os entrevistados por Vanderkam para o livro. Não é preciso encher todas as horas vagas, apenas ter em mente que haverá um horário reservado para ver atividades e apresentações dos filhos, jogar futebol ou cozinhar para os amigos.
“De início, isso pode parecer pouco divertido e muito trabalhoso, mas, de acordo com os entrevistados, gastar energia dá mais ânimo para retomar o trabalho”, afirma Vanderkam.

3 – Desfrute por antecipação
Planejar com minúcia até mesmo o fim de semana parece coisa de gente bitolada, mas Vanderkam defende que essa tarefa também pode ser muito prazerosa. “Projetar o futuro e antecipar o programa representa uma boa parte da felicidade gerada por qualquer evento”, afirma.
A tática de marcar as atividades com antecedência também economiza momentos preciosos do fim de semana que em geral são gastos negociando um plano com seu cônjuge ou correndo atrás de algum restaurante que ainda tenha lugares vagos – ou de alguém para tomar conta das crianças.
Além disso, marcar um compromisso desestimula a clássica desistência de fazer algo no final de semana por estar muito cansado.
  Por Bruna Maria Martins Fontes
Fonte Papo de Empreendedor

O PODER DO ABRAÇO: VEJA BENEFÍCIOS À SAÚDE FÍSICA E MENTAL

Abraçar alguém que gostamos pode reforçar as relações e aumentar a autoestima

Que o poder do abraço é infinito, ninguém se atreve a duvidar. Mas depois que a ciência comprovou, ficou ainda mais gostoso o ato de abraçar. Porém, o que se sabe é que precisa ser feito de acordo com a vontade da pessoa, ou seja, é fundamental gostar. Caso contrário, o efeito pode ser bem diferente.
O poder do abraço não para por aí. Ele ainda melhora a memória e promove a liberação de endorfinas, substâncias conhecidas como “narcóticos naturais”, capazes de reduzir a dor e promover a euforia.
Esses efeitos benéficos que têm o poder do abraço ocorrem graças à liberação da ocitocina. Além dela, o ato de abraçar libera ainda a dopamina, um estimulante que produz uma sensação de prazer no cérebro.
Só tem um porém. A ocitocina só será liberada pelo corpo se abraçamos alguém que gostamos, confiamos ou conhecemos muito bem.

O que faz o poder do abraço 
Veja alguns benefícios do poder do abraço para a sua saúde:

1. Promove prazer
Com a liberação da ocitocina (hormônio do bem-estar ou do amor), e de endorfinas, a felicidade da pessoa aumenta.

2. Aumenta a autoestima
Faz com que você se sinta sexy e libera dopamina, que aumenta o desejo sexual. E sexo também faz bem para a mente e o corpo.

3. Reduz o estresse e a pressão arterial
Acontece graças à ocitocina, e nesse caso, diminui riscos de desenvolver doenças cardíacas, estresse e ansiedade.

4. O contato íntimo reforça a relação emocional
Seja entre mãe e filhos ou entre amigos ou ainda namorados, o abraço reforça as relações e cria momentos saudáveis.

5. Forma de comunicação
O abraço é um veículo que transmite compreensão e empatia e pode ser uma maneira saudável de falar sobre sentimentos.
Por Liliane Rose Christ

NADA DAQUELA CALÇA VELHA, AZUL E DESBOTADA

 
O que vestir (ou não) na empresa na ‘casual friday’, aconselham consultoras de moda

A sexta-feira chegou e, em muitas empresas, nota-se que os funcionários exibem um visual mais relax. Isso por conta do ''casual day'', que surgiu e se popularizou nos Estados Unidos, mas foi sendo incorporado aos poucos pelos brasileiros. É quando executivos e funcionários de organizações mais formais deixam de lado o terno, a gravata, os taileurs e o salto alto, e adotam trajes mais descontraídos. Mas nada de ir trabalhar de qualquer jeito, alertam as especialistas em moda e estilo. Segundo elas, não há uma regra definitida, e tudo vai depender do perfil da empresa e o segmento em que esta atua.
A consultora de moda e imagem Milla Mathias diz que, ainda hoje, as pessoas têm dúvidas quanto ao tipo de roupa que devem - ou podem - vestir nesses dias.
- Ainda pensam que podem ir de calça jeans, camiseta velha e tênis, quando na verdade não é bem assim.
A consultora explica que o intuito do casual day é trazer mais descontração às roupas, e consequentemente, ao ambiente de trabalho às vésperas do fim de semana, para que os profissionais possam trabalhar mais relaxados e contentes.
E, se antes, a prática se restringia apenas às sextas-feiras, e a poucas empresas, hoje a informalidade no vestir se estendeu a outros dias da semana e a diversos tipos de organizações, acrescenta Paula Acioli, coordenadora acadêmica do curso “Gestão de negócios no setor de moda”, da FGV.
- Essa mudança de padrões e quebra de paradigmas no vestir é, na verdade, um claro reflexo do tempo que estamos vivendo, muito mais democrático em todos os sentidos, social e economicamente falando - ressalta Paula.
Independentemente do dia, afirmam as especialistas, não se deve esquecer que estamos falando de ambiente de trabalho, e não fim de semana ou passeio. Para Paula, ética, bom-senso, observação, educação e adequação são valores que devem ser levados em conta, não só na vida pessoal e profissional, mas também quando falamos de vestuário:
- Esses valores facilitam as escolhas, aumentam as chances de acertos e diminiuem a possibilidade de erro. Se adicionarmos a isso toda a facilidade de acesso à quantidade de informações disponíveis em revistas, sites, blogs, e até mesmo nas trocas de idéias entre amigos nas redes sociais, a gente conclui que é quase impossível nos dias de hoje alguém "sair com qualquer roupa" para trabalhar, sem levar em consideração seu local de trabalho.
- É para ser casual, mas mantendo a elegância. Bom-senso é fundamental. É preciso cuidado para não cair na vulgaridade - completa a consultora de moda Renata Abranchs.
Por isso, é importante que algumas regras sejam observadas quanto à forma de se vestir no mundo corporativo.
E quando a empresa adota um ‘dress code’? A decisão de contar com um código específico sobre o que é ou não permitido trajar vai depender do perfil da companhia e de seus funcionários, diz Paula. Segundo a coordenadora acadêmica da FGV, faz toda a diferença ter conhecimento de como se dá o processo criativo de um uniforme ou de um padrão de roupa a ser usado, da complexidade de pensar o vestir institucional e de compreender o porquê de se adotar um código de vestir dentro de uma empresa.
- Os funcionários e profissionais passam a se sentir muito mais parte da empresa e a valorizar suas posições e funções dentro do sistema de trabalho. A roupa agrega valor. Seja para marcas de luxo, seja para marcas populares de varejo, seja em uniformes (que transmitem via funcionário o conceito e os valores de uma determinada empresa). Um funcionário que conhece e compreende a história do que veste passa a entender muito melhor a história da empresa para a qual está trabalhando, ou como diz a expressão, está "vestindo a camisa".

As dicas das especialistas em moda e estilo para o ‘casual day’

Para facilitar, consultoras listam o que é permitido ou não usar no ambiente de trabalho

Para elas:
- Vale a velha regra de proibição de decotes, fendas, transparências, roupas justas ou curtas;
- No lugar dos terninhos, coloque uma saia menos estruturada ou uma calça reta mais fluida, com uma camisa;
- Blusas de tricô com tramas mais abertas também são permitidas;
- Se quiser usar jeans, verifique se a empresa permite e, em caso positivo, use um de lavagem escura, corte reto e novo. Lembre-se: nada de rasgos, puídos, tachas etc.;
- Caso faça frio, leve um cardigã, suéter com gola careca ou blazer;
- Já no caso de muito frio, um casaco de lã ou de couro caem bem;
- Nos pés, sapatos mais baixos (e impecáveis) ou sapato-tênis de couro ou camurça;
- Bijuterias e enfeites de cabelo devem ser discretos.

Opções a serem riscadas da lista:
- Calça velha, azul e desbotada;
- Tops ou barriguinha de fora;
- Tecidos sintéticos ou brilhantes;
- Mules (tipo de calçado);
- Sandálias rasteirinhas;
- Estampas ou detalhes de bicho.

Para eles:
- Esqueça os ternos e adote as calças de lãzinha ou gabardine, para dias frios, e as de algodão ou sarja, para os mais quentes.
- Elimine a gravata;
- Se quiser usar jeans, verifique se a empresa permite e, em caso positivo, use um de lavagem escura, corte reto e novo (a regra vale para homens e mulheres).
- Camisa mais informal ou camiseta polo são uma ótima pedida.
- Se fizer frio, suéter, em decote V, cardigãs ou blazer azul marinho de tecido mais encorpado.
- Nos pés sempre mocassim social, combinando com a cor do cinto. Dê preferência ao tom café, pois ele é mais informal do que o preto.

É proibido usar:
- Jeans claro, rasgado, surrado, de balada etc;
- Calças com passante sem cinto;
- Calças com elástico na cintura;
- Camisetas sem manga ou com figurinhas ou piadinhas;
- Moletom;
- Boné;
- Roupa com camuflagem;
- Tênis ou sapato–tênis;
- Meia branca.
Por Ione Luques
Fonte O Globo Online

DIFICULDADE DE ACORDAR

Dificuldade de acordar pode ter relação com gene do relógio biológico

Por Marcos Muniz

THE WORKING WEEK

DIA DO ABRAÇO - VALE UM ABRAÇO

SEXTA-FEIRA ABENÇOADA!

BOM DIA, DEUS!

ENQUANTO VOCÊ DORMIA...

quinta-feira, 21 de maio de 2026

SÍNDROME DO IMPOSTOR: VOCÊ SOFRE DELA?

Cada vez mais comum, ela faz com que uma pessoa se veja como uma farsa e minimize as próprias conquistas

Muitas pessoas bem-sucedidas costumam atribuir o próprio sucesso a um golpe de sorte — e por isso, a  qualquer momento, serão expostas como impostoras. Elas sofrem do que a ciência chama de síndrome do impostor. Essa denominação, que surgiu timidamente pela primeira vez em 1978, em um artigo publicado na revista Psychology and Psychotherapy: Theory, Research and Practice, é cada vez mais comum e descreve uma sensação interna que faz com que um individuo se veja como uma farsa e minimize as próprias conquistas.

Principais Sintomas
A baixa autoestima geralmente alimenta a síndrome do impostor. Não importa quanto sucesso obtenham, as pessoas afetadas sempre negam suas conquistas e questionam sua autoestima. Contrariando a lógica, ser bem-sucedido não os fazem se sentir mais confiantes, muito pelo contrário, faz com que tenham a sensação de estar sempre enganando as pessoas que os cercam.
Os sintomas comuns de quem sofre com essa síndrome são:
  • Preocupação ou medo de que colegas descubram que você não é tão capaz ou inteligente quanto eles acham que você é;
  • Creditar realizações como sendo “golpe de sorte” ou “não é grande coisa”;
  • Evitar fazer qualquer coisa desafiadora por duvidar das próprias habilidades;
  • Necessidade de fazer tudo perfeitamente;
  • Odiar cometer erros;
  • Sentir-se derrotado pelas críticas, vendo-as como prova de incompetência;
  • Acreditar que os outros são mais capazes, mais inteligentes e mais competentes que você;
  • Conviver diariamente com medo de ser descoberto como uma fraude.

1. Converse! Você não é o único
Aceitar que a síndrome do impostor existe e que você não é o único que sofre com ela, muitas vezes é suficiente para colocar acalmar a sua mente. Essa síndrome é comum e afeta desde estudantes do ensino médio até celebridades e ganhadores do Prêmio Nobel. Infelizmente, ela não costuma ser um tópico discutido; e isso se deve ao fato de as pessoas que passam por isso tenham a constante sensação de que se conversarem sobre o assunto, elas serão desmascaradas, preferindo manter esse “segredo obscuro”. No entanto, quando a questão é abordado, muitos sentem uma profunda sensação de alívio por não serem os únicos que se sentem assim.
2. Identifique a raiz do problema
Identificar exatamente o que está abalando a sua confiança pode ajudá-lo a ver com clareza a causa básica do problema, permitindo que você se concentre em superá-lo. Às vezes, a origem da síndrome está ainda na infância. Muitas crianças têm de competir com alguém que os pais costumam rotular de “melhor”. Sabe aquela frase “o filho de fulaninho fez isso ou aquilo?” que os pais usam como forma de estimular os filhos a serem melhores? É ela que, na maioria das vezes, desencadeia  a necessidade de se superar, mas como os pais parecem não enxergar as conquistas das crianças, elas acabam desenvolvendo a sensação de que as realizações não provêm do mérito, mas do acaso ou da sorte. É assim que a síndrome do impostor surge.

3. Lembre-se de suas conquistas
Manter um registro de todas as suas realizações e consultá-lo às vezes pode ajudá-lo a aceitar todas as suas conquistas. Seja um currículo, uma lista, um diário ou uma caixa de anotações que ilustrem suas vitórias pessoais, ter algo concreto pode lembrá-lo de que seus resultados são reais e não simplesmente fruto da sua imaginação. Depois de ter aceitado o sucesso, a crença na própria capacidade de realizar tarefas pode desempenhar um papel importante na maneira como você lida com responsabilidades, desafios e metas.
Para se tornar uma pessoa eficiente e alcançar ainda mais é preciso seguir alguns passos, como:
  • Definir metas que exijam muito;
  • Prosperar em desafios (ou seja, não evitá-los);
  • Estar sempre motivado;
  • Não parar diante dos obstáculos;
  • Dar o melhor de si para atingir seus objetivos.
Se você aprender a não subestimar suas conquistas, você vai estar mais preparado para seguir em frente e superar o problema.

4. Ninguém é perfeito
Aprenda a aceitar quem você é e seja gentil consigo mesmo quando as coisas derem errado: não fique destacando seus defeitos! Se você aceitar que nem tudo pode ser perfeito, fica mais fácil alcançar a felicidade, garantir seu bem estar e aumentar a sua resiliência.
Segundo Valerie Young, especialista em síndrome do impostor, existem cinco subgrupos de “impostores” e cada um deles tem uma forma de lidar e resolver os problemas.

O Perfeccionista espera alcançar seus objetivos desafiadores, mas experimentam dúvidas e se preocupam com a capacidade de alcançar o sucesso quando falham. Os indivíduos desse subgrupo raramente estão satisfeitos, pois sempre acreditam que poderiam ter feito melhor. Para superar esse problema, o perfeccionista precisa aprender a celebrar as próprias conquistas e enxergar os erros como uma parte inevitável do processo. Ao invés de desistir de começar um projeto enquanto espera pelo “momento perfeito”, lembre-se que talvez ele nunca chegue.

O Especialista acredita que deve saber tudo o que há para saber sobre um assunto antes de iniciar um projeto. Eles buscam, continuamente, ampliar suas habilidades e conseguir novas informações, o que pode ser visto como uma forma de procrastinação. Se você não sabe como fazer algo, não há nada errado em pedir ajuda.

O Solista sofre com a sensação de que pedir ajuda pode revelar sua farsa. Eles frequentemente recusam assistência, assim podem provar seu valor em uma situação. De novo: não há vergonha em pedir ajuda; admitir que você não pode fazer algo sozinho não o transforma em um impostor.

O Gênio Natural mede a competência com base na rapidez ou facilidade com que domina um novo papel e, quando são incapazes de se sobressair sem muito esforço, eles tendem a se condenar e experimentam sentimentos de vergonha. Lembre-se: Mesmo as pessoas mais confiantes precisam estar em constante processo de aprendizagem para desenvolver habilidades e alcançar o sucesso. Por isso, da próxima vez que você não conseguir alcançar os “padrões impossíveis”, determinados por você mesmo, divida a tarefa em pedaços menores ​​que possam ser trabalhados ao longo do tempo.

A Super-mulher e o Super-homem tentam se destacar em todos os papeis da vida e se esforçam para disfarçar as inseguranças que têm. No entanto, essa tentativa de ser o melhor em tudo trazer uma sobrecarga de trabalho que pode afetar a saúde mental e os relacionamentos com colegas, amigos e familiares. As pessoas desse subgrupo anseiam pela validação externa e recebem críticas construtivas como uma afronta pessoal. No entanto, é necessário se aceitar, cultivar a auto-estima e a aceitar críticas para que elas possam te ajudar a crescer.

5. Puxe o freio dos pensamentos negativos
A síndrome do impostor é caracterizada por sentimentos de inadequação que persistem apesar da evidência de sucesso. Muitas pessoas que sofrem com esse problema partilham sentimentos semelhantes que parecem nunca deixá-los. A chave para superar esses pensamentos é reformulá-los: acompanhar quando ocorrem é o primeiro passo para recuperar o controle. Nem sempre é uma tarefa fácil, mas é possível controlar o final da narrativa. E isso pode fazê-lo enxergar o lado positivo de situações desafiadoras.

Fonte Veja Online

POUPAR DINHEIRO NÃO PRECISA SER UMA META DISTANTE. VEJA COMO FAZER ISSO DE FORMA SIMPLES

Qualquer sonho financeiro depende apenas de um único passo: poupar

No entanto, essa pequena palavra é capaz de despertar dúvidas e, pior, um sentimento de impotência, sobretudo para quem se acostumou a gastar mais do que tem. A boa notícia é que é possível reverter o quadro. Veja como:

A primeira dica é: tenha certeza de nunca gastar o dinheiro reservado para o futuro. Você pode fazer isso colocando-o numa conta poupança, por exemplo. Separada a quantia, você elimina o estresse de não saber quanto pode gastar consigo mesmo naquele mês. Basicamente, você só vai gastar o que tem.
Empréstimos são inevitáveis para quem não é rico e não pode, por exemplo, comprar uma casa à vista. Sendo assim, tente sempre juntar a maior quantia inicial (antes de financiar um bem), pois assim os juros serão menores e você ficará endividado por menos tempo. Saiba que dívidas que representem entre 10% e 20% de sua renda bruta são saudáveis. Acima disso despertam preocupação.

Motive-se a cada dia criando prazos para seus objetivos. Por exemplo, uma grande viagem daqui a um ano. Ficará mais fácil abrir mão de um jantar caro se você tiver esse sonho de curto prazo em mente.

Lembre-se: nada disso dará certo se você não mantiver o controle dos gastos. Para isso, crie um orçamento e acompanhe seu progresso a cada mês, sabendo exatamente quanto dinheiro entra, quanto dinheiro sai e para onde essa quantia vai. A partir daí, você também poderá fazer ajustes nos seus gastos. Existem diversos apps que podem ajudá-lo nessa tarefa, e vários são grátis.

Tenha cuidado com os gastos fixos. De acordo com o professor Samy Dana, da Fundação Getúlio Vargas, despesas como supermercado, escola, condomínio, plano de saúde, TV a cabo, etc. devem estar limitadas a 50% da renda. Se estiverem muito acima disso, é um sinal de que é necessário mudar o padrão de vida, de modo que ele caiba no orçamento.
Por fim, saiba que vale a pena guardar qualquer quantia. Muitas pessoas não começam a poupar porque acham que não conseguirão separar 10% da renda logo de cara, mas a verdade é que a regularidade é mais importante do que o valor, pelo menos inicialmente. Comece a poupar aos poucos e veja a diferença que isso faz. Ficará mais fácil poupar mais com o passar do tempo e alcançar o percentual recomendado pelos especialistas para ter uma garantia em momentos de necessidade.
Fonte Blog da Seguros

7 SINAIS DE QUE VOCÊ ESTÁ LONGE DO SUCESSO FINANCEIRO

Veja quais erros na administração das finanças pessoais mostram que você não está preparado para alcançar seus objetivos

Não ter uma reserva suficiente para se manter durante um ano sem emprego, pode indicar que o sucesso está longe

Alguns erros cometidos ao administrar as finanças pessoais podem indicar a falta de preparo para alcançar objetivos, sejam eles a compra de uma casa, o primeiro milhão, ou uma aposentadoria tranquila. Mesmo quem já tem uma boa renda não está imune a alguns equívocos que podem transformar o sucesso financeiro em uma meta distante.

A seguir sete sinais de que você ainda não está preparado para alcançar seus objetivos financeiros.

1) A parcela da sua renda destinada aos investimentos é menor do que 10%
Todo orçamento pessoal deve ter uma parte exclusivamente destinada a investimentos, assim como às despesas fixas e variáveis. Os investimentos são o oxigênio de diversos projetos pessoais, por isso destinando menos de 10% da renda a aplicações, alguns objetivos podem demorar mais a se concretizar.
 “É claro que, para quem tem uma renda altíssima, 10% da renda pode ser pouco se a pessoa consegue investir 50% da renda. Mas 10% é uma medida bem geral e se não for possível guardar nem isso por mês, existe um problema”, explica o consultor financeiro André Massaro.
Os objetivos, o tempo de investimento e a quantia disponível irão definir quais são as melhores aplicações, quanto deve ser colocado em cada uma delas e se será preciso aumentar ou não a parcela da renda para os investimentos. Parte dos investimentos pode ser voltada à aposentadoria, outra parte a objetivos de médio prazo, como um casamento e outra ao curto prazo, como uma viagem a ser realizada em breve.

2) Você não teria dinheiro suficiente para se manter sem emprego durante um ano
A perda de emprego, um problema de família ou de saúde são imprevistos que podem facilmente minar um objetivo em pouco tempo. Por isso, é preciso ter uma reserva financeira que seja capaz de sustentar esse tipo de situação imprevisível.
Alguns especialistas falam que a reserva de emergência deve equivaler a pelo menos seis meses de despesas, outros um pouco mais. André Massaro acredita que uma pessoa realmente preparada para alcançar seus objetivos deve ter pelo menos uma quantia equivalente a um ano de despesas guardada. “Hoje, muitos conseguem se recolocar em pouco tempo porque o mercado está aquecido, mas o desemprego sempre foi um problema no país. Por isso é preciso se preparar para o pior cenário, não o melhor”, diz.

3) Seu investimento para a aposentadoria vai de mal a pior
Ter uma boa aposentadoria, para alguns, significa ter uma renda mensal de 10 mil reais; para outros, a renda deverá equivaler a 20 mil reais. Por isso não existe uma regra geral que mostre se a pessoa está cuidando bem ou não de sua aposentadoria.
Massaro afirma que em países desenvolvidos, os investidores acumulam para a aposentadoria um patrimônio suficiente para mantê-los durante 30 anos, um período que ele considera também recomendável para os brasileiros que planejam sua aposentadoria.
Seja qual for o período que o investidor considerar que viverá depois de aposentado, ele deve pensar se com a quantia que ele investe mensalmente hoje e com o tempo que ele tem até a aposentadoria, os recursos investidos serão suficientes para se aposentar com a renda pretendida. Caso não sejam, este pode ser um indício de que o caminho para o sucesso está ainda bem distante.

4) Mais de um terço da sua renda é destinada ao financiamento de um imóvel
Os próprios bancos, que têm total interesse em fornecer crédito para o financiamento do imóvel, recomendam que os clientes não comprometam mais de um terço de sua renda líquida (renda mensal descontados os impostos) com as parcelas do imóvel.
“Essa é uma regra bastante usada e vale para a maioria dos casos. Apenas não vale se a pessoa é solteira, ganha muito dinheiro e consegue manter um padrão de vida bom, mesmo gastando mais de um terço da renda com o imóvel”, diz André Massaro.
Com mais de um terço da renda destinada ao financiamento do imóvel, aumentam as chances de problemas financeiros. Alguns especialistas, inclusive, acreditam que o ideal é que o financiamento não ultrapasse 20% da renda, principalmente se ele ainda não tiver formado sua reserva de emergência, já que nesse caso, diante de algum imprevisto, a dívida com o financiamento pode tornar a situação insustentável.

5) Suas férias dependem do cartão de crédito
Usar o cartão de crédito para pagar algumas despesas durante as férias não é um problema e pode até ser vantajoso em alguns casos por causa do acúmulo de pontos no programa de fidelidade do cartão. Mas pagar tudo no crédito, inclusive passagem e a estadia, é um indício de que para um objetivo menor já há dificuldade de se programar. As metas maiores, portanto, podem se tornar extremamente complexas.
Uma orientação comum dos especialistas em finanças é que o período de pagamento de um bem ou serviço não extrapole sua vida útil. Ou seja, a viagem não deve continuar a ser paga depois que ela acaba.
Ao começar a pagar com antecedência, ou mesmo ao pagar à vista, um pacote de viagens, passagem ou estadia, normalmente é possível conseguir descontos. E com um bom planejamento também é possível investir o valor que será utilizado na viagem, por exemplo, em um fundo cambial, que permite poupar o valor necessário em moeda estrangeira, protegendo o dinheiro das oscilações cambiais até o momento de pagar as despesas.

6) Você dá mais importância ao investimento que ao valor poupado
Outra regra básica para quem quer alcançar o sucesso financeiro diz que poupar é mais importante do que investir. Isso significa que ter uma regularidade de aportes nos investimentos e poupar mais dinheiro é muito mais importante do que dar uma “grande tacada” e escolher a melhor aplicação disponível no mercado.
Alguém que tem dinheiro investido, mas tem dívidas a pagar, provavelmente estará pagando mais juros do que recebendo, já que os juros de empréstimos e financiamentos à pessoa física costumam ser bem maiores que o retorno das aplicações financeiras.
Por isso, quando as taxas forem altas, vale mais a pena poupar uma quantia suficiente para pagar esses financiamentos em aberto do que dar início a um novo investimento.
Além disso, quando o investidor consegue poupar e reunir uma boa quantia antes de investir, ele pode conseguir ter acesso a produtos financeiros melhores. Aplicações com aporte inicial maior muitas vezes também contam com remuneração maior e custos menores.

7) Você só consegue comprar um carro novo se for financiado em um prazo longo
Nem todo mundo consegue pagar à vista um bem de alto valor como um carro, mesmo com uma boa situação financeira. E isso não é um problema. Mas, se para comprar o carro pretendido é preciso entrar em um financiamento de mais de três anos, algo está errado.
Se o carro de 100 mil reais almejado só pode ser comprado se financiado em mais de 36 meses, isso pode significar que o valor do bem está acima da real possibilidade do comprador. Como as taxas podem ser maiores e os carros sofrem mais depreciação quanto maior o tempo, se o financiamento for muito longo, mesmo ao vender o carro o valor recebido pode não ser suficiente para quitar o financiamento.
Por Priscila Yazbek
Fonte Exame.com