sexta-feira, 17 de julho de 2026

GOLPE DO FALSO ADVOGADO

COMO PLANEJAR UM FIM DE SEMANA REALMENTE REVIGORANTE

Depois de uma semana inteira de trabalho intenso, o que você faz na sexta-feira?

Quem respondeu que se joga no sofá e contempla uma longa lista de tarefas não está sozinho: para muitos empreendedores, o fim de semana também conta como dia útil, e não como descanso.
O problema dessa rotina é acordar um tanto exausto na segunda-feira, afirma a escritora Laura Vanderkam. Ela acaba de publicar o e-book “What the Most Sucessful People Do on the Weekend” (o que as pessoas mais bem-sucedidas fazem no final de semana), para o qual conversou com empresários de sucesso sobre sua programação de fim de semana.
Em um artigo publicado no site da revista Inc, ela resume o que ouviu desses empreendedores e dá três dicas para usar melhor o sábado e o domingo para combater os efeitos do excesso de trabalho – e voltar novo em folha para o escritório.

1 – Conte as horas vagas – e aproveite-as
Você já contou quanto tempo livre tem entre abrir uma cerveja na sexta às seis da tarde e desligar o despertador às seis da manhã de segunda? São 60 horas no total, ou 36 horas úteis, descontando-se as 24 de sono – quase a mesma carga horária de uma semana de trabalho.
“Tanto tempo não pode ser desperdiçado”, diz Vanderkam. Por isso, ela recomenda dedicação máxima ao planejamento antecipado dos dias de folga e diz que é preciso traçar estratégias com o mesmo apuro e seriedade de compromissos profissionais.

2 – Planeje eventos-âncora
A intensa semana de trabalho geralmente deixa o empreendedor esgotado na sexta-feira. Mas Vanderkam argumenta que sentar inertemente na frente da TV ou surfar aleatoriamente na internet não são as melhores maneiras de se preparar para uma nova jornada.
Parece um paradoxo, mas para renovar as energias é preciso se mexer. “Outros tipos de trabalho, como exercícios físicos, um hobby, tomar conta dos filhos ou ser voluntário, ajudam mais a preservar o ânimo para os desafios da semana do que vegetar completamente”, afirma a escritora.
O segredo para ter um fim de semana ativo é planejar alguns eventos-âncora, afirmam os entrevistados por Vanderkam para o livro. Não é preciso encher todas as horas vagas, apenas ter em mente que haverá um horário reservado para ver atividades e apresentações dos filhos, jogar futebol ou cozinhar para os amigos.
“De início, isso pode parecer pouco divertido e muito trabalhoso, mas, de acordo com os entrevistados, gastar energia dá mais ânimo para retomar o trabalho”, afirma Vanderkam.

3 – Desfrute por antecipação
Planejar com minúcia até mesmo o fim de semana parece coisa de gente bitolada, mas Vanderkam defende que essa tarefa também pode ser muito prazerosa. “Projetar o futuro e antecipar o programa representa uma boa parte da felicidade gerada por qualquer evento”, afirma.
A tática de marcar as atividades com antecedência também economiza momentos preciosos do fim de semana que em geral são gastos negociando um plano com seu cônjuge ou correndo atrás de algum restaurante que ainda tenha lugares vagos – ou de alguém para tomar conta das crianças.
Além disso, marcar um compromisso desestimula a clássica desistência de fazer algo no final de semana por estar muito cansado.
  Por Bruna Maria Martins Fontes
Fonte Papo de Empreendedor

DIFICULDADE DE ACORDAR

Dificuldade de acordar pode ter relação com gene do relógio biológico

Por Marcos Muniz

THE WORKING WEEK

SEXTA-FEIRA ABENÇOADA!

BOM DIA, DEUS!

ENQUANTO VOCÊ DORMIA...

quinta-feira, 16 de julho de 2026

AMANHÃ É SEXTA-FEIRA

HONORÁRIOS: O QUE EU DEVO PAGAR AO MEU ADVOGADO


A palavra Honorários no dicionários significa: "vencimentos, valores, quantia paga aos profissionais liberais; proventos."

Pela origem da palavra verificamos que não é somente o advogado que recebe "honorários", mas sim todo profissional liberal na prestação de serviços como médicos, arquitetos, contadores, dentistas, jornalistas etc.
Para os advogados, o direito aos honorários estão estabelecidos na Lei 8.906/1994 (Estatuto da Advocacia e da OAB), especificamente no artigo 22, que diz:

"A prestação de serviço profissional assegura aos inscritos na OAB o direito aos honorários convencionados, aos fixados por arbitramento judicial e aos de sucumbência."

Assim, temos três tipos diferentes de honorários, sendo o primeiro deles o convencional ou contratual, isto é, aquele estabelecido entre o advogado e o cliente, o que geralmente ocorre no momento da contratação para execução do trabalho (uma defesa, uma elaboração de contrato etc.). 
A OAB de cada Estado estabeleceu uma tabela com valores mínimos dos preços dos principais serviços realizados pelos advogados. 
Na cobrança dos honorários contratuais poderão ser incluídas cobranças com outras despesas que o profissional possa ter tais como custas do processo, deslocamentos, diárias etc.
Os honorários por arbitramento judicial são casos em que o cliente e seu advogado não estabeleceram valores contratuais, ficando ao critério do juiz determinar o valor do serviço.
O último tipo de honorários são os sucumbenciais, estabelecidos pelo juiz na sentença, respeitando o parâmetro de 10% a 20% sobre o valor da condenação, sobre o proveito econômico obtido ou sobre o valor da causa (valor dado na ação), conforme determinado pelo Código de Processo Civil (Artigo 85, § 2º).
Nos honorários sucumbenciais o juiz leva em conta o zelo do advogado, o tempo do processo, a complexidade da causa, a natureza da ação etc. 
Os honorários de sucumbência será pago pela parte perdedora do processo e não pelo cliente.
Cabe esclarecer que o advogado poderá receber os honorários contratuais e o de sucumbência no mesmo processo, pois como foi explicado acima, o primeiro será referente ao contrato com o cliente e o segundo será pago pela parte perdedora do processo ao advogado vencedor da ação.
Os defensores públicos não efetuam cobrança de honorários contratuais devido a própria função pública na prestação jurídica gratuita, mas recebem honorários arbitrados ou de sucumbência pelo juiz.
Por Camila Gouvêa
Fonte JusBrasil Notícias

10 DICAS DE COMUNICAÇÃO OU SERIA DE MARKETING JURÍDICO?


Se pudéssemos resumir o marketing jurídico em uma única palavra esta seria relacionamento. E relacionamento tem como base a comunicação entre os envolvidos. Assim, por decorrência lógica, errar na comunicação com clientes é cometer erros no marketing jurídico estratégico.
Neste sentido, as 10 dicas de comunicação abaixo escritas por Eduardo Ruano podem ser plenamente utilizadas para estreitar a relação com clientes e ajudar no próprio marketing jurídico.

1. Falar sem ouvir
Como disse Goethe, “falar é uma necessidade, escutar é uma arte.” É provável que as pessoas já imaginem o quão desagradáveis podem ser as situações que acontecem a partir de uma simples falha de ouvir. A negligência de escuta é um hábito muito comum, e um problema fundamental. Uma marca registrada de má audição é quando a pessoa fala interminavelmente (como em um monólogo) ou não faz qualquer pergunta relacionada ao que o outro falou (como se acometida por alguma distração). Habilidades pobres de escuta resultam em falhas de comunicação, oportunidades perdidas, além de menor produtividade devido a erros e esforços redundantes.

2. Interromper
Todos nós temos uma coisa em comum quando falamos: queremos ser ouvidos. As pessoas que interrompem as outras com frequência podem acabar cortando uma linha de raciocínio, e comprometer a integridade da mensagem. Às vezes, o ato de interromper é inevitável, mas são poucos que fazem isso quando é realmente necessário. Apesar de muitos acharem que suas interjeições (ou intromissões) são importantes para complementar o que o outro está dizendo, isso também pode demonstrar uma falta de envolvimento. Como disse o escritor e pintor Malcolm de Chazal, “a melhor forma de ser escutado é fazer de cada ser um auditório completo e, do auditório inteiro, um único ser”.

3. Mergulhar em distrações
Vivemos em terras rodeadas por mares de distração, e estes não saem de nosso horizonte. A revolução digital facilitou a hipercomunicação, mas tornou mais difícil, para qualquer um, ouvir. Celular, tablet e notebook, por exemplo, são ferramentas cruciais de comunicação, e por isso nós abusamos delas. No entanto, quando alguém solicita nossa atenção ou está nos falando algo e, ao mesmo tempo, ficamos mergulhados nas águas profundas da distração, isso demonstra uma clara falta de respeito, um péssimo hábito de comunicação, e o mais claro sinal de ruído.

4. Envolver em multitarefa
Independentemente de quem estamos falando, as conversas merecem total atenção, e não apenas olhares indiferentes por estarmos envolvidos em multitarefas simultâneas. Esse é um hábito do qual todos são passíveis de ser culpados. Mesmo que estejamos realizando uma atividade simples que permita uma conversa sincronizada com outra pessoa, corremos o risco de quebrar o canal de comunicação ao direcionar nosso foco para diversos alvos.

5. Evitar contato presencial
Grande parte das pessoas gosta da conveniência de mensagens de texto e e-mail. Porém, priorizar o contato à distância, ao invés do presencial, nos torna preguiçosos e condescendentes, além de sinalizar uma falta de prioridade em relação a não estar junto com a pessoa. Se é possível explicar para alguém, cara a cara, aquilo que tentamos comunicar por mensagens, então as razões para evitar o contato direto são produtos de uma escolha. Para a outra pessoa, isso pode ser decepcionante. A variedade infinita de recursos de comunicação facilitou a troca verbal, mas também impôs grandes distâncias. Esse mau hábito, se não for contornado constantemente, pode se tornar enraizado.

6. Entrar em embate
Há conversas que vão da paz à guerra em instantes. Algumas pessoas discutem para testar suas ideias, enquanto outras discutem simplesmente porque gostam de provocar. Esse mau hábito de comunicação faz de uma pessoa alguém difícil de interagir, ao mesmo tempo que abduz o outro a reagir de forma igualmente ofensiva ou indecorosa. Ou seja, combater a outra pessoa enquanto está falando pode ser um ato recíproco e automático, quando claramente indica uma resposta explosiva para um sinal de comunicação primário. Impor vontade sobre a outra pessoa através de discussões destrutivas é um mau hábito comum que, em sua veemência implacável, dificilmente melhora a oratória e a essência da mensagem transmitida.

7. Fazer perguntas mal-intencionada
Nem sempre é melhor fazer perguntas, para alimentar a conversa, do que fazer nenhuma. Algumas questões não são neutras. As perguntas fazem melhores conversas, mas podem causar problemas se a outra pessoa interpretá-las como sendo mal-intencionadas. Alguns problemas de comunicação refletem em habilidades de questionamento precárias. Perguntas defeituosas contribuem para muitas falhas de conversação e podem adicionar ansiedade defensiva, retração, repulsa e má vontade para interações. Algumas perguntas são suscetíveis de sufocar diálogos, mesmo que o propósito tenha sido a progressão produtiva da conversa.

8. Contatar alguém somente quando precisa
Esse é um dos principais hábitos de comunicação ruins. As pessoas acometidas por esse hábito costumam contatar outra pessoa quando tem algum problema, estão a caça de trabalho, precisam de uma referência ou buscam algumas ideias. Nesses períodos de necessidade, as conversas são solicitadas mais por conveniência do que por consideração. Seja qual for a razão pela qual as pessoas fazem isso, não deixa de ser desagradável para quem recebe esse tipo de mensagem sazonal. Afinal, ninguém gosta de sentir que está sendo usado.

9. Não retornar mensagens de texto, telefonemas ou e-mail
Esse é outro mau hábito de comunicação bastante comum. Em algumas comunidades e culturas de trabalho, não retornar mensagens de outra pessoa é uma verdadeira violação de conduta, enquanto em uma sociedade hiperconectada, não retornar outra pessoa é uma prática rotineira e até supérflua. Seja por ignorar alguém ou por não desejar a continuidade da comunicação, muitas pessoas preferem dar fim a uma conversa sem precisar dizer algo.

10. Contar mentira
Todos nós mentimos, por razões diversificadas, e não é curioso o fato de que alguém possa ser tão descredenciado por ter o hábito recorrente de mentir. Não importa que a mentira seja para evitar ferir os sentimentos de alguém ou proteger, poucas pessoas estão dispostas a confiar em alguém que mente em constância. Veracidade exige coragem e, essencialmente, habilidade, ao passo que mentir exige flexibilidade e pode ser um ato de manipulação. Sim, a verdade pode ferir, muitas vezes, mas as mentiras tendem a ser, no devido tempo, mais prejudiciais ainda. 

Importante que ao nos comunicarmos melhor com o cliente e estreitarmos assim nosso relacionamento, seremos mais importantes aos olhos do cliente e, portanto, mais cotados na contratação dos serviços prestados.
Neste sentido, devemos compreender que ter produtos claros para ofertar, fazer uma comunicação direta, objetiva e com foco no que interesse para o cliente, aliado a não cometer estes erros de comunicação acima descritos, teremos resultados efetivos em nossas ações.

Por Gustavo Rocha Giraldello
Fonte JusBrasil Notícias

UM GUIA PARA ORGANIZAR AS FINANÇAS A PARTIR DO ZERO

E-book de especialista em finanças pessoais ensina as 5 etapas do planejamento financeiro para quem não sabe por onde começar

Livro apresenta dicas práticas para quem quer investir, mas não sabe por onde começar

O professor e palestrante de finanças pessoais Elisson de Andrade acaba de lançar seu e-book “As 5 etapas do planejamento financeiro”. O livro é voltado para pessoas que querem começar a se planejar financeiramente, mas não sabem por onde começar.
Utilizando a mesma metodologia dos seus cursos de finanças pessoais na Faculdade Dom Bosco de Piracicaba e em cursos de MBA da Universidade Metodista de Piracicaba, o professor divide em cinco etapas o processo de organização financeira, sistematizando alguns conceitos e tornando-os mais aplicáveis ao dia a dia.
Dessa forma, o professor mostra de maneira prática como é possível se convencer de forma consistente a iniciar os planejamentos, como iniciar uma economia para alcançar um objetivo financeiro e como começar escolher as melhores formas de aplicação. "Existem livros que falam sobre como chegar ao primeiro milhão, mas há uma carência de metodologia para apresentação desses temas, e no livro eu coloco isso em uma ordem lógica", afirma Andrade.
O livro, que será vendido apenas na versão digital, pode ser comprado na página do professor Elisson na internet.

A seguir as cinco etapas do planejamento financeiro apresentadas no livro.

1. Convencimento pessoal
Nesta etapa, basicamente, o autor explica como passar o planejamento financeiro do campo das ideias para a prática. Neste ponto, o professor propõe uma reflexão sobre o conceito de riqueza e defende que o enriquecimento extrapola a noção meramente financeira e pode significar maior liberdade de escolhas.
“Nesta fase do livro eu faço uma discussão sobre a riqueza para mostrar onde as finanças pessoais se encaixam na vida de cada um. A partir do momento que a pessoa se convence que esta é uma dimensão importante da vida, começa o processo. Como é preciso uma série de ações práticas para fazer o planejamento financeiro, se ela não estiver convencida de que isso é importante, ela vai ficar apenas na boa intenção e não fará nada de prático”, explica o autor.

2. Conhecimento financeiro
O leitor, uma vez convencido da importância de iniciar um plano financeiro, passaria então para a fase da compreensão técnica sobre como iniciar as mudanças que o levarão ter uma nova postura financeira.
O professor apresenta os conceitos de balanço patrimonial e fluxo de caixa, que, segundo ele, são fundamentais para o bom gerenciamento do dinheiro. Em suma, ele explica que o balanço patrimonial mostra tudo que uma pessoa possui e o que ela deve em determinada data e o fluxo de caixa mostra as entradas e saídas de dinheiro ao longo do tempo. E em seguida, ele mostra como utilizar estes instrumentos na prática.
“É preciso que se entenda numericamente, com os instrumentos fluxo de caixa e balanço patrimonial, o que leva uma pessoa a um fracasso financeiro ou a acumular riqueza. A educação financeira tem dois pilares, um pessoal, de autoconvencimento e outro técnico, no qual se compreende como funciona o mercado capitalista. Essa parte é demonstrada com estes instrumentos de educação financeira”, relata o professor.

3. Definição dos objetivos
Na terceira etapa, o autor propõe que os leitores reflitam sobre suas metas e detalhem os objetivos que desejam alcançar, estabelecendo prioridades para cada um deles. “Depois que eu já refleti melhor e sei como uma pessoa enriquece, eu preciso ter metas de investimento e deixar de fazer hoje para fazer melhor depois”, comenta.
Depois de devidamente selecionados os objetivos, o autor então mostra ferramentas para calcular o valor destes objetivos, seus prazos e como organizá-los matematicamente. Ele mostra exemplos de como fazer isso com planilhas, relacionando as receitas e despesas familiares com os valores de metas como reformar uma casa, trocar de carro e fazer uma poupança para os filhos.
O autor comenta que este processo de definição das metas é também muito importante para o autoconhecimento e para que o leitor reflita sobre coisas que “são importantes para ele enquanto ser humano”.

4. Mudanças de hábitos
Elisson de Andrade explica que nesta quarta etapa do livro o objetivo é levar o leitor a não só pensar como uma pessoa rica, mas agir como tal. Para isso, primeiramente ele propõe uma organização das dívidas. Ele mostra formas de sustá-las, por meio da organização das finanças, usando o instrumento de fluxo de caixa, e apresenta dicas de renegociação, como falar em particular com o gerente e não com os funcionários que fazem atendimentos gerais para negociar prazos e juros das dívidas.
Em seguida, Elisson de Andrade mostra como controlar as despesas com dicas como: fazer compras com dinheiro contado; e fugir do ímpeto de gastar dinheiro com bens desnecessários apenas para aproveitar promoções.
Finalmente, o professor cita diversas considerações de autores da área de finanças pessoais sobre como ganhar mais dinheiro. Ao citar, por exemplo, o livro “Finanças pessoais: invista no seu futuro”, de José Segundo Filho, ele apresenta o seguinte conselho: “Aprenda a diferença entre um ativo e um passivo: ou seja, entenda quais são os bens que você compra que tiram dinheiro do bolso e aqueles que colocam".

5. Investimentos    
Chegada esta etapa, segundo Andrade, a vida financeira do leitor já começou a fluir positivamente: ele não tem mais dívidas e já existe uma margem no orçamento que permite iniciar os investimentos.
O autor explica o significado de conceitos como risco, rentabilidade e liquidez, que são fundamentais para a compreensão de como funcionam os investimentos. E, em seguida, apresenta o conceito de tripé de investimento que consiste no entendimento da relação entre o valor depositado, taxa de juros e prazo.
Por fim, ele explica sucintamente como funcionam as principais aplicações disponíveis no mercado, desde a caderneta de poupança e o Tesouro Direito aos fundos de investimentos e ações. O autor ressalta que nesta etapa ele apenas alerta sobre os tipos de investimentos existentes, sem aprofundar em cada um deles. “O objetivo desta etapa é alertar qual é o tipo de informação que a pessoa deve buscar para conseguir investir. Não é um livro sobre investimentos, existem livros específicos para isso. No livro, eu falo sobre a importância de seguir as etapas para que o leitor se organize e consiga dar início aos investimentos”.

Por Priscila Yazbek
Fonte Exame.com

BOM DIA!

quarta-feira, 15 de julho de 2026

COMO O ADVOGADO PODE CONSTRUIR UMA MARCA PESSOAL DE SUCESSO

Todos nós temos uma marca pessoal, independentemente de construí-las da maneira que queremos ou de, simplesmente, deixá-la ao acaso. E considerando que todos a tem, a grande questão é você se perguntar se a sua está impulsionando a sua carreira ou não.

Você se pergunta o porquê de certos colegas terem evoluído em suas carreiras tão rapidamente. Você sonha ser notado, passar uma imagem carismática e inspiradora para aqueles ao seu redor, mas acha complicado encontrar o equilíbrio entre o chamar atenção positivamente e estar se comportando de uma maneira acintosa. O que você gostaria mesmo, é saber como construir esta sua marca pessoal, sem se sentir desconfortável com isso. Se você se identificou nestas frases acima, este texto é para você.
Em primeiro lugar, é importante saber que o processo de desenvolvimento da marca pessoal é muito parecido com o de uma marca de um produto ou serviço. Você precisa começar identificando os objetivos da marca com perguntas como: O que exatamente se quer alcançar? Qual é o seu público? O que você quer que eles pensem sobre sua marca? Que parcerias trariam os melhores resultados? Mutatis mutandis, levando isso para o aspecto pessoal, o primeiro passo é saber quem você é.
Alguma vez, já parou para pensar sobre o que as pessoas dizem sobre você, quando não está no ambiente? Como gostaria de ser conhecido? Pense nisso agora e escreva as primeiras cinco a dez coisas que vêm à sua mente. Em seguida, peça àqueles que lhe conhecem bem, tais quais, colegas, amigos, familiares para escreverem o que vem à mente, quando pensam em você.
Qual foi o resultado? Aquilo que eles escreveram se alinha àquilo que você gostaria de transmitir? Se sim, você está num bom caminho. Caso contrário, é melhor começar a pensar com mais cuidado sobre os impactos que está tendo sobre as pessoas e que marca está construindo para si.
O fato é que todos nós temos uma marca pessoal, independentemente de construí-las da maneira que queremos ou de, simplesmente, deixá-la ao acaso. E considerando que todos a tem, a grande questão é você se perguntar se a sua está impulsionando a sua carreira ou não.
Construir uma marca forte e influente que pode impactar muito positivamente a sua trajetória como profissional do Direito. E como fazer isso? Seguem, abaixo, alguns pontos para você se atentar.

1. Observe-se
Lembre-se de que o elemento mais óbvio e convincente de sua marca é você. Portanto, como tem se apresentado no local de trabalho e como tem se comunicado diariamente com os seus colegas?
Busque entender o impacto que você tem sobre as pessoas ouvindo-as mais e com empatia. Desenvolva a sua inteligência emocional para que possa reconhecer as suas próprias emoções e das pessoas ao seu redor. Assim, poderá usar esse conhecimento para aprimorar as suas relações no trabalho. Expresse seus pensamentos claramente, mas com tato para ganhar o apoio das pessoas.
É importante também você prestar atenção na habilidade para a tomada de decisões. Uma pessoa com a capacidade de tomar decisões inteligentes e oportunas tanto para o escritório, departamento jurídico ou para o cliente, certamente, será bem vista.
Seja consciente em seu trabalho e considere as necessidades dos seus colegas também. Se você se preocupa em ajudá-los, provavelmente, eles farão o mesmo por você. Da mesma forma, cortesias simples, como não chegar atrasado em reuniões e reconhecer os esforços de outras pessoas, contarão bastante a seu favor.
Não se esqueça da sua aparência. Você tem se vestido adequadamente para ir ao trabalho? Roupas malpassadas e uma falta de atenção ao asseio pessoal são coisas simples que devem ser evitadas a qualquer custo.
Somando estes pontos acima, você estará desenvolvendo o seu carisma e isso lhe dará uma identidade distinta e positiva dentro e fora da organização.

2. Identifique os seus pontos fortes
Descubra as características que fazem com que você tenha um valor único e concentre-se em promovê-las. Faça uma análise pessoal para estabelecer quais são os seus pontos fortes e pense sobre quais as oportunidades que você tem para usá-los. Se tem facilidade para conquistar clientes, consegue se expressar com tranquilidade em público ou consegue bons resultados com a sua liderança, muito bem! Analise o seu papel dentro da sua equipe e pense sobre quais são as suas responsabilidades e como melhor pode usar as suas forças para se destacar.
É necessário que você perca a vergonha de falar sobre as suas realizações, para que possa demonstrar o que pode oferecer aos seus colegas e equipe. Pense em momentos de sua vida que você mostrou iniciativa, identifique os hábitos positivos que lhe levaram até ali e determine como pode ajudar o seu time a atingir seus objetivos.

3. Seja autêntico
Você sabe quais são as suas prioridades e aonde quer chegar em sua carreira? É importante que você consiga construir uma imagem mental clara de quais são as suas metas pessoais e profissionais de vida. Em seguida, quebre estes grandes objetivos em menores e comece focando naqueles de curto prazo e que são mais fáceis de alcançar. Isso vai lhe dar motivação para se desenvolver e enfrentar novos desafios.
Tenha cuidado apenas para não ficar aumentando as suas realizações. Se não sabe algo, assuma. Não tente enganar ninguém. Sua marca pessoal deve ser sinônimo de confiança. Qualquer incompatibilidade entre a sua imagem e a realidade pode manchar a sua reputação.

4. Identifique a sua audiência
Até aqui, falamos sobre os três pontos importantes que lhe ajudam a estabelecer as bases da sua marca pessoal, e eles são particularmente úteis para que você se promova em seu escritório ou departamento jurídico. Contudo, é fundamental pensar em projetar a sua marca pessoal de uma maneira mais ampla e para isso é preciso que você mire:
- No seu atual ou potencial empregador: você precisa destacar as semelhanças entre seus valores e crenças e os deles. Por isso, se o que mais importa para a sua organização é que você tenha títulos acadêmicos e tenha foco no cliente, pense em exemplos de sua vida profissional e pessoal que reflitam essas abordagens ou busque desenvolver estes pontos.
- Nos seus clientes: advogados bem-sucedidos, hoje em dia, além de especialistas em suas respectivas áreas de atuação, precisam ir além. Você deve saber profundamente sobre o negócio do seu cliente, antecipar-se em relação aquilo que eles precisam e saber como encontrar rapidamente a resposta certa para aquilo que ainda não sabe. Em poucas palavras, para se tornar um advogado diferenciado é recomendável que você escolha um nicho de atuação e mergulhe no estudo sobre tudo aquilo que pode lhe cercar e ajudar a alcançar excelentes resultados.
- Busque ser uma autoridade: graças ao poder das mídias sociais e da Internet, os advogados podem criar valor e posicionar-se como líderes de determinada área ao compartilhar informações valiosas usando recursos como redes sociais, webinars, newsletter, etc. Essas ferramentas estão disponíveis para todos. Desenvolver o hábito de compartilhar consistentemente informações valiosas o levará a ser reconhecido e se tornar, aos poucos, uma referência. Isso lhe gerará novas e ótimas oportunidades de negócios.

5. Escolha o seu melhor canal de comunicação
Todas as redes sociais e canais online que estão disponíveis hoje oferecem maneiras de ajudá-lo a construir sua marca pessoal. Você deve escolher aquelas que tem mais facilidade de nutrir e as que mais engajam a sua audiência. Por exemplo, se você é bom em falar para câmera, crie sua marca através de vídeos online. Se escreve bem, faça um blog. Descubra maneiras de levar conteúdo interessante para os seus clientes e parceiros que isso fará uma grande diferença nos seus resultados.
De toda forma, independente da plataforma que escolher, considere cuidadosamente o tipo de conteúdo que você compartilha em qualquer de suas redes, para que você possa proteger sua reputação online. Lembre-se que, hoje em dia, é preciso ter muito cuidado com a sua imagem, pois os seus posts permanecerão no ciberespaço para sempre.
Por fim, faça um plano de ação colocando em prática cada uma das estratégias acima e transforme o seu nome numa marca de sucesso para a construção de uma grande carreira.

Fonte Migalhas

OS 10 MANDAMENTOS DA SEGURANÇA EM CONDOMÍNIOS


Conheça algumas dicas para promover a cultura de segurança em seu condomínio. Todos têm um papel importante para tornar o condomínio um lugar mais seguro para viver. Confira:

Para síndicos
  1. Checar antecedentes e referências de funcionários antes de contratá-los e manter uma listagem com todas as informações sobre atuais e ex-empregados do condomínio;
  2. Comunique com clareza aos funcionários todas as normas e procedimentos de segurança e verifique se as normas estão sendo cumpridas no dia-a-dia;
  3. Promova periodicamente a reciclagem e treinamento dos funcionários, visando à segurança do condomínio;
  4. Faça um planejamento para que haja cobertura de outros funcionários durante períodos de recesso (horários de almoço, por exemplo);
  5. Cadastre todos os condôminos com dados pessoais, dos veículos e até de parentes próximos, para facilitar e otimizar o processo de identificação e controle de acessos;
  6. Procure conscientizar os demais condôminos quanto à importância de se adotar condutas de segurança. Uma boa dica é abordar o assunto nas assembléias gerais e nos quadros de avisos do condomínio;
  7. Estabeleça um sistema padronizado de identificação para todos os visitantes do prédio.
  8. Crie um cadastro das empresas que fornecem produtos e serviços ao condomínio e aos moradores;
  9. Mantenha bem iluminadas as entradas do condomínio e realize periodicamente uma avaliação das áreas comuns, procurando identificar falhas como portões danificados, luzes queimadas, áreas isoladas e facilidades de acesso;
  10. Teste periodicamente alarmes sonoros e luminoso, e verifique o bom funcionamento e velocidade dos portões automáticos.
Para funcionários
  1. Sempre peça autorização ao morador, pelo interfone, para a entrada de qualquer visitante. Na dúvida, não permita a entrada e peça apoio a outro funcionário;
  2. Nunca forneça informações sobre hábitos de condôminos ou sistemas de funcionamento do condomínio a ninguém;
  3. Esteja sempre atento ao que acontece nas imediações do condomínio. Carros parados por um longo período, pessoas estranhas observando o movimento ou qualquer outro fato estranho deve ser comunicado imediatamente ao seu superior;
  4. Seja cordial com moradores e visitantes, porém, e em primeiro lugar, cumpra as regras de segurança implementadas no condomínio, mesmo que isso desagrade alguém;
  5. Não permita que pessoas estranhas adentrem o portão para conversar com o porteiro ou outro funcionário, pela janela da guarita;
  6. Não  permitir  aglomeração  de pessoas em local próximo ao portão de entrada / saída do condomínio;
  7. Antes de abrir o portão da garagem, procure identificar quem está dentro do veículo;
  8. Inteirar-se das diferentes artimanhas utilizadas pelos assaltantes para entrar no prédio;
  9. No caso de entregas em domicílio, como pizza, flores e farmácia, dentre outras, solicitar ao condômino para receber o solicitado na portaria;
  10. Não forneça informações sobre hábitos de condôminos ou sistema de funcionamento do condomínio a ninguém.
Para condôminos
  1. Sempre participe das assembleias e reuniões, especialmente se um dos temas abordados for a segurança;
  2. Elogie e respeite as ações que visem garantir a sua segurança, mesmo quando essas medidas possam representar certo incômodo para você ou aos visitantes;
  3. Antes de sair do apartamento, procure observar o movimento na área interna do condomínio, por meio do circuito interno de TV. Havendo qualquer dúvida, comunique-se com a portaria e, caso necessário, chame a polícia;
  4. Ao entrar ou sair do condomínio, fique atento para a presença de estranhos nas imediações do edifício, posição de funcionários ou veículos desconhecidos próximos à garagem;
  5. Evite acionar portões automáticos a uma longa distância, especialmente se observar a presença de “oportunistas” nas proximidades do prédio;
  6. Entre no prédio sempre desacompanhado de visitantes, que devem, obrigatoriamente, passar por um sistema de identificação, impedindo, assim, que moradores possam ser utilizados como reféns para facilitar a entrada de criminosos;
  7. Evite deixar cópias de chaves em portarias, guaritas e recepções, assim como em locais “secretos” como batente de portas, embaixo de tapetes ou dentro de vasos;
  8. Em hipótese alguma fique conversando com parentes ou amigos em frente ao prédio, especialmente à noite e em locais isolados ou mal iluminados;
  9. Sempre tranque todas as portas do apartamento, mesmo durante rápidas saídas, e, principalmente., antes de dormir;
  10. Procure conhecer seus vizinhos e combinar medidas de auxílio mútuo, como sinais luminosos, telefonemas e outros códigos de emergência.
Fonte Lello Condomínios

O QUE É FLOW?


Você provavelmente já experimentou o Flow e nem fazia ideia do que se tratava. Basta lembrar de algum momento no qual você estava totalmente absorvido por uma atividade, a ponto de nem perceber o tempo passar: isso mesmo, você estava em Flow!
O estado de Flow é um momento no qual o indivíduo experimenta uma enorme satisfação, de modo que as atividades são realizadas com maior fluidez. Quando uma pessoa está neste estado, ela consegue apresentar melhores resultados. Isso acontece porque o corpo e a mente estão completamente integrados e imersos naquele momento, de modo que o indivíduo realiza sua tarefa com foco, concentração e segurança.
O Flow, também conhecido como estado de fluxo, é uma forma de você se conectar melhor com as pessoas com quem está se comunicando. A partir dele, a conversa simplesmente flui e se desenvolve naturalmente, sem que nenhuma das partes realmente perceba que isso está acontecendo.

Entenda o que é Flow
O conceito de Flow foi desenvolvido pelo psicólogo húngaro Mihaly Csikszentmihalyi e pode ser entendido como um estado no qual a pessoa está tão envolvida em uma atividade que se torna capaz de esquecer do tempo, da fome, da fadiga física e mental, do ambiente e até dos ruídos a seu redor. Este é um momento excepcional em que há engajamento total com a atividade, denominado como experiência de fluxo.
É muito comum que as pessoas passem por experiências de Flow quando estão praticando suas atividades preferidas. Este conceito defende que a qualidade da experiência é mais importante que a sua natureza, ou seja, qualquer atividade pode gerar Flow desde que elementos fundamentais estejam presentes.

A importância do Flow
Nos dias atuais o Flow se faz verdadeiramente importante, pois constantemente somos bombardeados por uma quantidade infinita de informações, as quais não conseguimos processar de maneira efetiva e com as quais, em muitos casos, não conseguimos lidar em nosso dia a dia, algo que, em pouco tempo, nos faz perder completamente a concentração naquilo que estamos fazendo.
Exemplo disso, são as frequentes interrupções que sofremos das notificações que recebemos no celular, de nossas redes sociais, e-mails que não param de chegar, pessoas ao nosso redor conversando, das notícias nos telejornais, ruídos das mais diversas origens, entre outros fatores, que acontecem principalmente quando estamos executando uma atividade realmente importante, seja no trabalho ou na vida pessoal.
Além disso, em nosso cotidiano, nos vemos também, com bastante frequência, diante de diversos conflitos, onde razão e emoção entram em embate, nos impedindo de manter o foco no que estamos desenvolvendo.
Quando isso acontece, é possível observar que nosso pensamento está direcionado para uma coisa, enquanto nossos sentimentos estão caminhando para outra direção e nossas ações indo para um terceiro caminho, que não tem nada a ver com os dois primeiros. Este cenário é um tanto quanto estressante, tendo o poder de causar um desgaste energético no indivíduo, sendo ele mais comum do que se imagina na realidade de muitas pessoas.
E é exatamente neste contexto que o Flow se encaixa, pois o indivíduo que consegue atingir este estado organizado de consciência passa aumentar a sua performance e alcançar melhores resultados em suas atividades. Isso porque quando ele está em fluxo tudo se alinha perfeitamente, ou seja, pensamentos, sentimentos e ações sintonizam-se e concentram-se em apenas uma direção, o que lhe permite dar foco ao que é mais importante e prazeroso para ele naquele momento.

Como atingir o estado de Flow?
Para que o Flow aconteça é necessário contar com a presença de alguns fatores, que nos ajudam, efetivamente e na prática, a alcançar este estado de consciência, onde tudo flui com perfeição ao nosso redor. Veja quais são eles a seguir:

Clareza de objetivos
É preciso ter metas e objetivos claros na mente, caso contrário qualquer atividade realizada não terá sentido e facilmente você perderá o foco daquilo que está realizando. Neste sentido, sempre que tiver lidando com alguma demanda, seja no âmbito profissional ou no pessoal, pare, pense e defina: os motivos pelos quais você está se dedicando a ela, os ganhos e o que você vai atingir ao cumpri-la.
Dessa maneira, fica muito mais fácil manter a concentração e entrar em Flow sem nem mesmo perceber.

Foco e concentração
O estado de Flow simplesmente não acontece se não trabalharmos a nossa capacidade de nos concentrarmos naquilo que verdadeiramente importa para nós no exato momento em que estamos nos dedicando a isso. Neste sentido, é preciso manter a nossa atenção realmente focada, nos limitando apenas ao que estamos realizando, sem nos deixar interromper por quaisquer tipos de distrações que surjam em nossa mente ou ao nosso redor.

Esqueça a autoconsciência
Lembre-se sempre de se lembrar de nunca esquecer que o foco para o qual o estado de fluxo vai te levar é para a atividade que você está desenvolvendo, fazendo com que você perca completamente o sentimento de autoconsciência que existe em você. Isso quer dizer, que os seus sentimentos, emoções, pensamentos, sensações físicas, entre outros fatores, serão deixados de lado, pois a sua mente e corpo estarão voltados apenas para a tarefa que está sendo realizada.

Distorção do tempo
Ao entrarmos em Flow, nós simplesmente esquecemos de tudo o que está acontecendo ao nosso redor. Essa conexão real e verdadeira com a atividade que estamos executando faz com que acabemos por perder completamente a noção do tempo, nos dando, assim, uma sensação de distorção deste.

Feedbacks imediatos e constantes
Precisamos saber, de forma imediata, de preferência, se o que estamos fazendo está trazendo os resultados que esperamos ou não. Sendo assim, é fundamental contar com feedbacks constantes ao longo do processo, para que assim tenhamos a oportunidade de corrigir possíveis falhas e finalizar a tarefa a nós demandada.

Equilíbrio entre habilidades e demandas
Em hipótese alguma a atividade a qual devemos nos dedicar pode se tornar um desafio que estão além de nossas possibilidades. Isso quer dizer que não podemos nos dedicar a algo que não esteja de acordo com as habilidades e competências que possuímos, pois caso isso venha a acontecer, as chances de nos perdermos no meio do caminho e acabarmos perdendo o Flow são grandes.

Controle pessoal
Outro ponto de verdadeira importância para que consigamos verdadeiramente atingir o Flow é ter controle pessoal. O que quero dizer com isso e que precisamos controlar, de maneira efetiva, a situação na qual estamos envolvidos ou a atividade a qual estamos os dedicando, pois somente assim teremos a chance de atingir plenamente o estado de fluxo.

Recompensa
Não necessariamente precisa ser financeira, mas é importante que tenhamos algum tipo de recompensa ao finalizarmos a atividade. Isso faz com que a nossa dedicação, concentração e foco sejam ainda maiores, o que nos dá a sensação de que não precisamos nos esforçar tanto para executá-la e nos permite atingir o Flow de forma plena e efetiva.

Integração com a atividade
A sensação que a pessoa tem quando entra em Flow por completa, é que ela e a atividade que está executando são uma coisa só, ou seja, ela se sente tão absorvida pelo o que está fazendo que é como se fizesse parte integrante da tarefa em si. 
Estes são todos os pontos que compõem o Flow. Porém, para que ele se caracterize, não necessariamente todos eles precisam estar presentes para que um indivíduo alcance, efetivamente e na prática, o estado de fluxo.

Fonte IBC  - Instituto Brasileiro de Coaching

7 METAS PARA & DIAS!

terça-feira, 14 de julho de 2026

ASSIM COMO NO PROCESSO, PARA GANHAR CLIENTES, ADVOGADO DEVE USAR PROVAS


Os advogados sabem o que é fundamental para ganhar uma causa nos tribunais: apresentar provas e testemunhos. O resto é suplemento, que pode ajudar ou atrapalhar. Em reuniões com possíveis clientes é a mesma coisa: o que “vende” bem é a apresentação de provas e testemunhos. Um discurso sobre a grandeza do escritório, sua história, longevidade, tamanho, proeminência, full service, serviço diferenciado, pode ajudar ou atrapalhar. De qualquer forma, não é o que convence o cliente a assinar um contrato.
A consultora australiana Linda Julian, autora do livro The passionate professional – creating value, success, prosperity — "O profissional apaixonado - criando valor, sucesso, prosperidade, uma coleção de recomendações práticas e fáceis de digerir para profissionais”, em tradução livre —, vendido em 17 países, afirma que argumentações vagas não vendem nada. Argumentações comprovadas vendem.
“Os clientes querem provas e testemunhos — não declarações. Mostre-lhes as comprovações e eles serão persuadidos muito mais facilmente”, ela diz. E acrescenta: “Apresente as provas ainda no início da reunião. Quanto mais provas você oferecer, melhor. E quanto mais cedo apresentar as provas, mais forte será o impacto. Você estabelece a credibilidade desde o início e, depois, ao apresentar sua proposta, você soará mais confiável”.
Cada escritório ou advogado deve examinar as provas e testemunhos que pode apresentar, para comprovar seus argumentos. Para um público australiano ou americano, ela recomenda apresentar estatísticas; estudos de casos; relatos; fluxogramas, mapeamentos de processos e diagramas; gráficos e linhas de tendências; relatórios técnicos; artigos; lista de clientes; projetos; referências e testemunhos de clientes e análises de especialistas independentes.
Nem tudo, nesse conjunto de ideias, é aplicável a advogados de outros países, incluindo os brasileiros. No entanto, cabe aos advogados, com a capacidade que têm de produzir provas concretas, avaliar as que podem apresentar a seus clientes locais.
“Se você não tem qualquer prova persuasiva, desenvolva algumas”, ela sugere. Essa recomendação é especialmente útil a advogados novos, que ainda não têm, por exemplo, estudos de casos para apresentar. Nesse caso, antes de abrir o próprio escritório, devem trabalhar para uma banca bem sucedida, prestar serviços jurídicos a associações comunitárias ou prestar serviços pro bono. Assim, pode desenvolver seu conjunto de provas.
O advogado deve se lembrar que todos os concorrentes podem citar termos da moda em marketing, como “diferenciado”, “proeminente”, “full service”, “custo-eficiente”, “foco no cliente” etc. Mas o que o diferencia mesmo dos concorrentes, nas negociações, é a apresentação de provas.

Relacionamento pessoal
Comunicações e sistemas de marketing, websites, blogs, são ferramentas para ajudar a estabelecer conexões. Mas essas ferramentas não estabelecem relacionamentos. Aliás, o relacionamento entre advogado e cliente vai mais longe do que a socialização, que também só serve para estabelecer conexões, o que já é muito bom. No entanto, na hora da reunião, o cliente espera mais do que isso.
A consultora oferece uma lista de qualidades e condições que servem para fortalecer um relacionamento entre um advogado e um cliente. O que encanta o cliente, ela diz, são as seguintes percepções sobre o advogado:

— É inteligente, competente e experiente;
— Conecta-se, se relaciona e desenvolve afinidade (ou empatia);
— Tem (ou desenvolve rapidamente) percepções genuínas do mundo e de seus desafios;
— É confiável, não decepciona o cliente, está à disposição sempre que o cliente precisa;
— Mostra um interesse autêntico no cliente e seus problemas;
— Trata o cliente como um indivíduo;
— Trabalha de forma fácil e colaborativa com o cliente;
— Dá fortes indicações de que se importa mais em fazer um grande trabalho do que apresentar a conta;
— Mostra que é um indivíduo autêntico, verdadeiro, confiável, que dedica tempo para ouvir o cliente, entendê-lo e, então, entrar de cabeça em seu caso.

Para a consultora, os advogados que procuram desenvolver essas qualidades e agem de uma forma que os clientes as percebam estão mais do que desenvolvendo relacionamentos: estão desenvolvendo negócios.
Por João Ozorio de Melo
Fonte Consultor Jurídico

COMO É O SEU RELACIONAMENTO COM OS SEUS CLIENTES?


Caro advogado, será que você atende bem às necessidades dos seus clientes? Seus clientes estão satisfeitos com o seu trabalho? Como você ou o seu escritório é visto pelos seus clientes?
Saiba que o sucesso de todo negócio, incluindo do seu escritório de advocacia, depende muito da satisfação dos seus clientes. Seus clientes são o seu maior ativo, pois sem eles não haverá receita e o seu escritório não terá sustentabilidade. Assim, é muito importante que você conheça muito bem quais são as necessidades e os desejos dos seus clientes para tentar oferecer-lhes um serviço de advocacia compatível com seus anseios e de forma diferenciada dos demais concorrentes. Prestar um serviço personalizado e de excelência não deve ser tido como um diferencial, pois isto é obrigação de todo advogado. O que diferencia um serviço de outro e o torna melhor do que os demais é aquele que, dentre outras coisas, atende a real necessidade do cliente.
Se você não sabe quais as necessidades dos seus clientes, que tal fazer uma pesquisa de satisfação? Saiba que as reclamações de seus clientes podem servir como oportunidade de crescimento e melhoria do seu escritório.
Bill Gates assim já disse: “Seus mais insatisfeitos clientes são sua maior fonte de aprendizado.”
Aprenda a prestar atenção aos seus clientes. Advogados e escritórios que sabem se relacionar bem com seus clientes sempre se destacam frente aos concorrentes.

Como é o seu canal de comunicação com os seus clientes?
Manter um canal de comunicação aberto é muito importante para o relacionamento com seus clientes. Seja responsivo às tentativas de contato de seus clientes, pois isso é fundamental para manter a confiança e a boa imagem. Se você não se dá ao trabalho de responder aos e-mails de seus clientes, isso pode demonstrar falta de interesse e até mesmo desrespeito.
Também é imperativo que você tenha uma comunicação clara, objetiva e assertiva com o seu cliente, sem tentar impressioná-lo com o uso do velho “juridiquês”. Sinceramente, essa prática não é legal e ao invés de impressionar, acaba irritando o cliente por não conseguir manter com você uma comunicação clara e simples.
E para que se tenha um bom processo de comunicação, seja com o seu cliente, seja com qualquer pessoa, algumas atitudes são essenciais:

1. Saiba ouvir: saiba ouvir o seu cliente, escutando-o de forma atenta. Quando você se mantém atento ao discurso da outra pessoa, isso demonstra interesse e gera empatia. Mostre ao seu cliente que você se interessa pelo problema dele. Isso transmitirá confiança e o fará se sentir mais à vontade com você.

2. Fale de forma simples e objetiva: lembre-se que o seu cliente não é advogado e por isso não precisa entender os jargões jurídicos utilizados na profissão. Adapte o seu discurso à realidade do seu cliente e explique o problema da maneira que este possa entender.

3. Seja transparente: seja o mais realista possível com o seu cliente, sem tentar iludi-lo a respeito da solução dos seus problemas.

4. Demonstre segurança/confiança: pessoas inseguras não cativam e não capturam a atenção do interlocutor. Assim, é importante que você entenda do assunto e das necessidades trazidas pelo seu cliente para poder ajudá-lo da melhor forma possível, apresentando todas as possíveis soluções para o caso.

Entenda que desenvolver uma boa comunicação e conhecer bem as necessidades dos seus clientes, lhe proporcionará clientes fiéis e indicações de novos clientes por seus clientes atuais.
Por Lisandra Thomé Coaching & Consultoria
Fonte JusBrasil Notícias