terça-feira, 30 de junho de 2026

TÉCNICAS PARA SER UM EXCELENTE ADVOGADO NEGOCIADOR

O advogado negociador é aquele que usa técnicas de negociação e resolução de conflitos para fechar os melhores acordos em nome dos clientes e organizações

Negociamos diariamente, ainda que não saibamos que estamos negociando. Na vida privada, negociações são feitas com parceiros, com filhos, com sócios. Essas são chamadas de negociações internas. Outras vezes, quando negociamos em nome de alguém ou alguma organização, são negociações externas.
Na advocacia, nos deparamos diversas vezes com essas negociações externas, onde representamos o cliente, seja ele uma organização ou uma pessoa física.
Entretanto, para ser reconhecido como um bom advogado negociador, é necessário saber além da lei, doutrina e jurisprudência. É preciso conhecer as técnicas de negociação, e são elas que abordaremos nesse artigo.

A importância do advogado negociador
Qualquer que seja o ramo de atuação no direito, a negociação está presente. Geralmente, a primeira negociação que fazemos é do contrato de serviços advocatícios.
Se formos contratados para atuar em um processo, negociaremos em uma audiência de conciliação, muito provavelmente. Se for para elaborar um contrato, negociaremos os termos do contrato. E por aí vai…
Independente do tipo de negociação, existem aspectos chaves os quais o advogado necessita dominar, como estratégia, preparação, barganha e administração de tempo.
As técnicas de negociação para advogados fazem a total diferença. É o que faz o contrato ser ou não fechado, o que pode gerar uma margem maior de lucro ou até mesmo resolver um conflito.
Em tempos de isolamento social, temos visto a importância desse processo de comunicação. Isso porque diversos pactos têm sido descumpridos em virtude do cenário turbulento, aumentando a demanda por profissionais capacitados para negociar.
E sabe o melhor? A habilidade para se tornar um bom advogado negociador pode ser aprendida. Afinal, a negociação efetiva é composta pelas ferramentas certas.

Como ser um advogado negociador
Em um primeiro momento é importante levar em consideração a preparação necessária para negociar de maneira eficaz. No geral, é comum que advogados se preparem para as negociações estudando somente as leis que regem aquela determinada situação.
Apesar de ser muito importante saber quais normas incidirão ao caso, existem outras questões que devem ser aferidas bem antes de se trazer à mesa de negociação a legislação, jurisprudência e afins. Existe um momento específico para levantar essas questões da ancoragem, como falaremos mais adiante.
É comum que o advogado tenha uma linguagem mais assertiva e “vá direito ao ponto” por assim dizer. Contudo, é necessário construir a ponte antes de atravessá-la. Essa ponte é a comunicação efetiva com a outra parte.

Três dimensões da negociação na advocacia
Toda negociação é composta de três dimensões que devem ser levadas em conta pelo advogado ao se preparar: pessoas, problema e processo.

Dimensão das pessoas
As pessoas são as partes envolvidas na negociação, seja aquelas que estão “na mesa” negociando, ou aquelas que não estão presentes, mas fazem diferença para o acordo ou para a implementação do mesmo.

Relacionamento entre os envolvidos
Em um primeiro momento é importante entender se estamos diante de uma relação de longo prazo, que necessariamente precisa ser mantida, como é o caso de uma relação de família ou até entre parceiros empresariais, ou se não existe uma “relação”, como no caso de uma demanda consumerista.
Isso vai fazer toda a diferença na abordagem do advogado negociador, pois no primeiro caso é preciso restabelecer a relação e levar em conta o longo prazo.
Além disso, é preciso considerar duas situações que podem ocorrer: você não conhece a outra parte, ou conhece e já teve algum problema com ela ou com seu representante.
Na primeira situação, lembre-se: a primeira impressão é a que fica. É importante sempre chegar com tempo para se apresentar de forma adequada, e construir o rapport (criar uma relação) antes de entrar na substância da negociação. Talvez um papo furado ajude. Exemplo: “E aí doutor, o que senhor tem feito se divertir?”, entre outros.
Na segunda opção você conhece a pessoa. No entanto, existiu um problema entre vocês no passado ou com o advogado que a está representando. Nesse caso, a depender do problema e se estiver negociando em nome de alguém, considere um substituto.
Caso não seja um problema grave, ou não tenha como ser substituído, é preciso estudar a melhor forma de restabelecer a relação. Levar um presente, pedir desculpas, ou os dois.
Por fim, lembre-se de nunca subestimar o outro lado.

O mandato
Quando negociamos na condição de advogados, estamos representando o interesse de outra pessoa que nos contratou. É comum também que a outra parte esteja representada por um advogado. E isso é importante por quê? Porque são os representados que darão a palavra final.
Nesse sentido, é importante em um primeiro momento você definir de forma clara o seu mandato, ou seja, até aonde você pode ir? O que o seu cliente não quer de forma alguma e o que ele quer a todo custo? Se, por exemplo, você está negociando uma quantia que seu cliente terá que desembolsar, a pergunta seria: até qual quantia posso fechar um acordo?
Lembre-se que na advocacia é muito importante respeitar os limites da sua representação. É melhor não ter acordo do que ultrapassar os limites do mandato.
Da mesma forma, o seu objetivo é saber quais os limites do mandato recebido pela outra parte para saber se existe uma zona de possível acordo.

Stakeholders
Os stakeholders são partes interessadas que, apesar de não estarem na mesa, devem ser levadas em conta no momento da negociação, ou porque tem poder de influenciar a decisão ou porque podem auxiliar ou atrapalhar na implementação do acordo.
Na dimensão das pessoas, considere quem influencia o conflito somente quem te contratou ou outra pessoa que não necessariamente está presente. Para descobrir isso, faça perguntas abertas e deixe o seu cliente falar, em determinado momento será possível perceber se existem outras pessoas que também influenciam na decisão.
Outra questão é a assertividade. O advogado negociador precisa ser assertivo. Contudo, antes de fazê-lo é necessário que ele consiga ser ouvido pela outra parte. Para isso, a empatia é fundamental e deve vir em primeiro lugar.
É preciso escutar o outro negociador de uma forma que ele sinta que você o entende. Assim, quando chegar a sua vez de falar, terá mais chances do outro se propor a escutar.
Muitas vezes a relação entre as partes está desgastada, mas não a sua com o seu colega que a representa. Chegue antes no local de negociação e se proponha a conhecer o outro advogado falando de algum assunto em comum. Conseguir a simpatia da outra parte traz mais chances de que concessões possam ser feitas em benefício do seu cliente.

Dimensão do problema
O problema é a substância da negociação. O que estamos negociando, quais os objetivos e motivações dos envolvidos?

Motivações
Negociamos porque queremos algo que com a anuência do outro será mais fácil de conseguir do que porque conta própria. Por isso, o que o seu representado quer? Quais são os objetivos e quais as motivações que o leva a querer isso? Faça as mesmas perguntas para o outro lado.
Saber a motivação das partes é essencial para aumentar as soluções, tendo em vista que por vezes as posições são incompatíveis, mas as motivações têm pontos em comum que podem levar ao consenso.
Observe que os stakeholders também têm motivações.
Primeiro busque as motivações que são comuns, essas podem ajudar a construir confiança. Quais soluções podem surgir após a identificação das motivações?
Não existe apenas uma solução, então em um momento inicial é preciso fazer um brainstorm e evitar a tentação de respostas óbvias. Permita a criatividade para depois afunilar as opções.
As soluções que criam mais valor para o outro lado, com pouco esforço para o seu cliente, são as melhores.
Na preparação, pergunte-se: quais soluções eu posso colocar na mesa? Quais eu posso esperar? Qual solução irá ancorar? Qual eu usarei somente em último caso?

Ancoragem
Aqui sim o advogado negociador vai entrar em ação com seu conhecimento técnico das leis e jurisprudência.
A âncora é responsável por fixar navios em determinadas posições. A ancoragem na negociação é capaz de fixar as soluções, pois se baseia em critérios objetivos, como a lei e precedentes.
Essas referências não são facilmente rebatíveis e, por isso, servem também de escudo, como uma legítima razão para você não aceitar determinada coisa.

Solução fora da mesa
É preciso identificar o que o seu cliente pode fazer sem necessitar da cooperação do outro e o que o outro pode fazer sem necessitar da colaboração do seu cliente. Podemos chamar isso de plano B.
É importante saber qual o plano B disponível para o seu cliente, pois um bom advogado negociador não aceitará uma alternativa que seja pior do que o plano B.
Outra pergunta a ser feita e respondida antes de ir para a mesa de negociação: o que é a pior coisa que pode acontecer ao seu cliente caso não feche o acordo?

Dimensão do processo
Já o processo está relacionado a forma. Quanto tempo teremos? Qual será a ordem das coisas? Onde será realizada a negociação?
A organização é essencial na negociação e esse é um trabalho que cabe ao advogado. É o momento de fazer perguntas como: quanto tempo vamos gastar? Quais prazos estão correndo para mim e para a outra parte?
Montar uma agenda também é importante. A agenda é a lista de pontos a serem discutidos e precisa ser estruturada antes de toda negociação. Mostre a agenda para o advogado da outra parte e veja se ela concorda nos pontos que devem ser debatidos.
Em relação aos pontos, é possível que se trabalhe a negociação de um por mim, fechando os acordos separadamente ou discutir todos e somente fechá-lo depois de finalizadas as discussões sobre todas as questões.

Comunicação
Dentro da forma, está incluída a comunicação. Faça uma lista que conste em o que você precisa dizer, o que você não deve dizer, qual informação você gostaria de ter acesso, quais as perguntas a serem feitas e qual melhor forma de fazê-lo para conseguir essas informações.

Logística
A logística se refere à pontualidade para se chegar a uma negociação, ao ambiente, o material que será necessário, às diferenças culturais e de etiqueta do local, entre outras coisas.

Conclusão
Esses elementos vão ajudar você a se preparar para uma negociação de forma eficaz! Lembre-se de que toda a negociação a advocacia gira em torno de conseguir algo que o seu cliente não conseguiria sem a ajuda do outro, ou teria mais dificuldade.
Assim, pense na maneira mais fácil de conseguir essa concessão. Muitas vezes a lei e a jurisprudência vão ser os aspectos menos relevantes para que isso ocorra.
Por fim, negociar é comunicação! Como advogados, por vezes recebemos críticas sobre a maneira como falamos que, apesar de soar bem, pode ser é inteligível para pessoas que não são da área jurídica. Faça o seu melhor para o outro te entender.
Por Marta Mendes
Fonte JusBrasil Notícias

HOJE, TERÇA, É UM BOM DIA PARA VOCÊ ENVIAR SEU CURRÍCULO ÀQUELA EMPRESA

Especialistas tiram dúvidas sobre as estratégias para despertar o interesse do recrutador pelo seu perfil

Na hora de procurar um emprego ou disputar uma vaga, a primeira dúvida é como elaborar um bom currículo para que ele ajude a despertar o interesse do recrutador, divulgando todo o potencial do profissional. Mas outras estratégias são importantes também: para ter melhores resultados, é preciso selecionar as empresas que melhor se adequam ao seus objetivos, bem como as vagas mais alinhadas ao seu perfil. Mas qual o melhor dia para enviar ou entregar o currículo? Vale ir pessoalmente entregar o documento na empresa? O Boa Chance listou as principais dúvidas e pediu que a diretora da Mira RH, empresa de gestão de recursos humanos, Fátima Mangueira, e a coach High Performance, Dirlene Costa, respondessem e dessem outras dicas:

Melhor dia
Os melhores dias para procurar emprego e entregar o currículo são segundas e terças-feiras, geralmente na parte da manhã, pois as melhores vagas são fechadas rapidamente, explica Fátima. Nesses dois dias, as pessoas têm uma visão de recomeço, e as empresas estão prontas para executar o que planejaram para a semana, inclusive reposição de vagas, diz Dirlene. Na sexta-feira, ao contrário, a visão dos empregadores é preparar as estratégias para a próxima semana.

Pessoalmente ou por correio?
O currículo de papel não está morto. Ainda há pessoas que vão espontaneamente entregar o currículo pessoalmente nas empresas de seu interesse. Outras comparecem atendendo ao anúncio da vaga que foi divulgada. A coach sugere que a pessoa envie currículo mesmo quando não há vaga em aberto, já que esta é uma oportunidade de entrar no banco de talentos de uma empresa.

Cara e coragem
Na opinião da especialista, vale a pena, sim, o profissional deixar seu CV pessoalmente nas empresas, mas o ideal é que ele telefone antes para agendar uma entrevista. Assim, tem mais garantias de ser recebido. Para Fátima, é muito importante que o profissional deixe o documento mesmo que não tenha vaga no momento dentro de seu perfil, pois esta pode surgir a qualquer momento e ele será convidado para participar do processo seletivo.
Dirlene, por sua vez, aconselha que, antes de procurar algum funcionário específico para entregar seu currículo, o profissional faça uma sondagem antes para ver se conhece alguém que possa lhe apresentar a ele. De qualquer forma, os currículos geralmente são gerenciados pelo departamento de RH das empresas. Por isso, acredita, o melhor caminho é procurar o próprio RH, salvo se você conhece alguém que possa lhe colocar de frente com o gestor e que ele esteja buscando profissionais para sua equipe.
— A orientação é: menos é mais. Portanto, cuidado para não incomodar e passar uma visão de desespero, o que pode comprometer oportunidades futuras. Busque o RH ou uma indicação — completa Dirlene.

Telefonar ou não?
Você pode ligar de vez em quando para o RH, mas somente para perguntar se estão com alguma oportunidade para sua área, demonstrando interesse e se colocando à disposição, sugere Dirlene. E não vale ligar diariamente, esta atitude precisa ser periódica, de 15 em 15 dias, uma vez por mês, completa a coach. Outra estratégia sugerida por Fátima é enviar o currículo, se cadastrando no site pelo banco de empregos, pois desta forma os CVs são analisados e cadastrado já dentro do perfil e experiência profissional. Feito isso, é aguardar ser convidado para entrevista com horário agendado.

À espera de uma resposta
Se você participou de algum processo seletivo e ainda não foi chamado, é porque não chegou o momento. Por isso, calma. O processo pode ainda estar em andamento ou realmente você não foi selecionado, diz a coach, lembrando que a maioria das empresas avisa. De qualquer forma, acrescenta Dirlene, espere entre uma semana e dez dias para saber sobre o andamento do processo. Mostre interesse sobre o processo seletivo, mas cuidado para não ser insistente ou inconveniente. Apenas mostre interesse em saber em que posição está e se coloque à disposição. Ainda de acordo com a diretora da Mira RH, geralmente os currículos ficam cadastrados por um prazo de seis meses e, a qualquer momento que surja uma vaga com o seu perfil, o profissional pode ser convidado para uma entrevista.

Dever de casa
É aconselhável procurar saber quais vagas constam do site da empresa, para se cadastrar na melhor oportunidade e que esteja mais adequada com o seu perfil. A dica mais importante é, ser for convidado para entrevista, estar presente pelo menos 15 minutos antes da hora agenda e com o currículo impresso. Procure, sempre, estar a par da cultura desta organização, e ficar atento à missão e à visão da companhia.

E lembre-se
— Currículo precisa ser claro e objetivo, máximo 2 páginas;
— Nada de ficar vendendo suas qualidades, o recrutador vai avaliar isso. Apenas reforce os pontos fortes que você tem e que pode ajudar a empresa. Entre 3 a 5;
— Faça uma carta se apresentando e demostrando interesse pela vaga. Carta simples, objetiva e gentil;
— Coloque sempre as empresas que trabalhou, período trabalhado e as atividades ou resultados importantes que realizou;
— Insira suas formações, mas de forma sucinta: coloque as três últimas;
— Informe cursos, no máximo três de relevância e convergência com a vaga. Cursos que não agregam valor para o cargo em questão, é melhor não citar.
Fonte O Globo Online

DIFICULDADE DE ACORDAR

Dificuldade de acordar pode ter relação com gene do relógio biológico

Por Marcos Muniz

THE WORKING WEEK

A GRAÇA DESCER

APRENDA...

MULHER SEGURA

BOM DIA, DEUS!

ENQUANTO VOCÊ DORMIA...

segunda-feira, 29 de junho de 2026

A ARTE DA NEGOCIAÇÃO - CAPACIDADE DE ESTABELECER EMPATIA AJUDA ADVOGADO A NEGOCIAR MELHOR


O atributo pessoal mais importante que um advogado pode levar para a mesa de negociações não é sua mente sagaz, nem sua língua afiada. É a empatia, definida como a capacidade de compreender e se identificar com os sentimentos, pensamentos e experiências de outra pessoa, combinada com autocontrole.
“Essa é a receita mais indicada para se obter o melhor resultado em uma negociação, com o benefício adicional de fazer você se sentir mais satisfeito com você mesmo e com seu trabalho”, diz o advogado Andy Mergendahl em um artigo publicado pelo Lawyerist.
Em muitas negociações, o advogado é seu principal oponente. Pensa que sabe negociar – e debater – porque foi bem nas aulas de contencioso na faculdade de Direito. “Mas, na verdade, o sistema contraditório americano, no qual os advogados são treinados, os tornam negociadores muito ruins. Isso acontece porque nossa cultura jurídica criou a imagem obsessiva do advogado guerreiro, sem qualquer sentimento de empatia pela outra parte”, diz Andy Mergendahl.
Para o advogado, a negociação não tem nada a ver com a guerra. É uma busca por resultados que beneficiem as duas partes, da melhor maneira possível. Com essa visão, quando o advogado decide negociar mesmo que duramente, seguindo a lei ao pé da letra, a possibilidade de que a negociação termine em acordo é muito alta.

Negociação não é contraditório
Andy Mergendahl compara uma boa negociação com o Aikidô, uma arte marcial japonesa centrada na defesa pessoal, que não machuca o agressor. Se baseia no princípio da não-resistência, onde o peso do adversário é usado para imobilizá-lo. A abordagem é conhecida como o prolongamento do “ki”, que significa espírito ou energia. Os uniformes dos praticantes trazem uma frase em japonês que se traduz como “a verdadeira vitória é a vitória sobre si mesmo”.
“Eu penso nessa frase, quando estou em uma negociação. Isso me mantém focado no comportamento conciliatório, compreensivo e determinado a chegar ao acordo objetivado pelo cliente e, quem sabe, promover um espírito de cooperação entre as partes no futuro. Isso faz algumas pessoas pensarem que eu não pareço um advogado. Mas o fato é que, por mais compreensivo que me mostre, jamais me esqueço dos interesses de meu cliente”, ele diz.
O advogado diz que, frequentemente em negociações relacionadas a uma demanda ou a um contrato, ouve o colega da outra parte explicar as razões de seu cliente para chegar a um acordo proposto e, é claro, todos os argumentos são a seu favor. “Isso é equivalente a um ataque no Aikidô”, ele diz.
Porém, em vez de contraditar imediatamente as razões do oponente com as razões de seu próprio cliente, que obviamente são opostas, ele explica ao colega que as entende (chegando ao ponto de repeti-las). E diz que, se estivesse no lugar dele, se sentiria da mesma forma.
Então – e só então – ele explica, calmamente, as posições de seu cliente e diz algo como: “Estou certo de que você compreende o que estou dizendo, da mesma forma que eu entendi o que você disse”. Frequentemente, isso funciona como um lubrificante para reduzir o atrito. E, muitas vezes, o caminho para o acordo é aberto e se chega ao objetivo em um tempo razoavelmente curto.

Guerreiro pacífico
“Isso é parecido com o Aikidô porque, de certa forma, eu me esquivo do ataque e uso a própria energia do adversário para colocá-lo em uma posição favorável para as duas partes. Faço o colega perceber que não há problema em abraçar uma solução conciliatória. Procuro ser compreensivo e peço a ele que também seja. E essa é uma abordagem útil para muitos outros tipos de conflitos na vida”, ele afirma.
Mas não se engane, ele ressalva. O advogado tem de saber o que seu cliente precisa conseguir e do que ele pode ou não pode abrir mão. E deve estar pronto para se levantar da mesa de negociação, se despedir e ir embora sem um acordo, se a outra parte não mostrar vontade alguma de fazer qualquer concessão e de buscar uma solução conciliatória.
Mas, se o advogado conseguir sossegar sua mente sagaz e calar sua língua afiada, para se entregar ao desafio de conseguir o acordo que beneficia seu cliente, como ele espera, sua chance de cumprir tal missão é muito mais alta. E talvez você se credencie para usar uma camiseta que diz: “I am a peaceful warrior” (“sou um guerreiro pacífico”), ele sugere.

Por João Ozorio de Melo
Fonte  Consultor Jurídico

6 DICAS PARA SE CONECTAR COM DESCONHECIDOS NO LINKEDIN

Aprenda quais são os melhores métodos para conhecer novos contatos profissionais na rede social

Após conhecer novos contatos, trabalhe para estabelecer uma conexão também na vida real, aconselham especialistas

Ferramenta obrigatória para toda pessoa em idade ativa no Brasil, o LinkedIn vai além do simples papel de currículo online. Graças ao sistema, é possível conhecer um universo de pessoas – que, há alguns anos, seriam completamente inacessíveis sejam por barreiras geográficas, hierárquicas ou de agenda.
Apesar de simples, esse tipo de ação também exige um comportamento estratégico por parte de quem pretende conhecer novos contatos pela rede social. Confira seis passos para fazer isso de maneira eficaz.

1. Defina seus objetivos
Primeira regra para estabelecer novos relacionamentos profissionais através do LinkedIn: não peça para integrar a lista de contatos de alguém sem uma justificativa plausível e coerente para isso.
Por isso, antes de qualquer ação, faça um mergulho para dentro de si e tente definir quais as razões para fortalecer sua rede de contatos profissionais.

2. Delimite seu alvo
Investigue quais são os melhores contatos para compartilhar seus objetivos. Por mais lindo que seja ter um CEO em sua lista de contatos, nem sempre uma pessoa nesse posto é a pessoa ideal para atender a suas expectativas.
“Você precisa pensar qual é o seu público alvo e, assim, focar no nível hierárquico que você precisa alcançar”, diz Othamar Gama Filho, diretor-executivo da Recruiters.

3. Torne pessoal
Agora, não vale se aproximar dessa conexão alvo tendo em mãos apenas a mensagem padrão que o Facebook oferece. De acordo com os especialistas, é essencial tornar esse contato pessoal – e mais próximo do que seria na vida real.
Dessa forma, o ideal é escrever uma mensagem diferente para cada novo contato tendo em vista seus objetivos e, principalmente, quem a pessoa é.

4. Invista nos pontos comuns
Para tornar esse processo mais tranquilo, aproveite os aspectos que vocês dois compartilham em comum como gancho para estabelecer o primeiro contato. Vale mencionar grupos de discussão, contatos no Facebook ou até um hobby parecido – que ele tenha mencionado no LinkedIn.
Dica: Coincidências são um ótimo aliado para evitar a gafe de adicionar a pessoa fingindo ter um vínculo anterior (lembre-se, o LinkedIn só autoriza amigos, colegas de classe, colegas de trabalho ou pessoas que fizeram algum negócio juntas).
Se você tiver em sua rede de contatos alguma pessoa em comum, basta pedir para que esse contato apresente você, virtualmente, para a conexão alvo. Outra estratégia é participar dos mesmos grupos online que a pessoa em questão participa. Esse vínculo abre caminhos para que você adicione o outro profissional a sua rede de contatos.

5. Seja direto
O objetivo desse contato inicial é exatamente aguçar a curiosidade da pessoa para manter um vínculo com você. Por isso, não “venda” tudo de uma vez.
Mas isso não significa que você deva ser extremamente abstrato e vago sobre seus objetivos em entrar em contato com a pessoa em questão. “Você tem que ser direto e assertivo sobre o que você quer”, diz Rogerio Sepa, especialista em gerenciamento de carreiras no mundo virtual da DBM.
 Agora, também “não adianta você querer enviar o portfólio completo da sua empresa, isso é característica de spam”, diz Gama Filho. “Essa mensagem inicial serve como uma espécie de teaser”.
Em campanhas publicitárias, essa é uma estratégia para aguçar a curiosidade do público sobre determinado produto. E esse deve ser o seu objetivo ao entrar em contato com um desconhecido no LinkedIn. Ele deve ficar motivado para estabelecer um vínculo futuro com você.

6. Faça pontes com o real
Não enclausure esse novo relacionamento apenas aos limites do virtual. Tente, de todas as formas possíveis, marcar um encontro ao vivo com a pessoa em questão. “O networking online foi criado para ajudá-lo a gerenciar o seu networking na vida real”, diz Gama Filho.
Cuidado, no entanto, com exageros. Tenha bom senso e fique atento aos sinais. Se a pessoa não se empolgar com seu contato, não banque o grudento. Mas também não fique tímido de tentar retomar a conversa. “Reenvie novas mensagens após uma semana ou duas semana, depois de um mês”, diz o especialista. Se a pessoa não responder, o melhor é partir para outra – sem ressentimentos.
Por Talita Abrantes
Fonte Exame.com

3 TÉCNICAS PARA REALIZAR O DOBRO NOS 6 MESES QUE FALTAM PARA O ANO ACABAR

Que tal aproveitar o dia mais tranquilo para fazer um balanço e programar o restante do ano?

Do plano de se aperfeiçoar no inglês ao projeto fora do escopo do dia a dia que não saiu do papel, o que gostaria de fazer ainda neste ano, mas deixou engavetado até agora? Já se passaram seis meses de 2025, e você só se tocou agora de que deixar para depois pode custar mais um fim de ano com a incômoda sensação de que poderia ter feito mais?!
É o seu caso?
No que depender de mim, ajudarei você a evitar essa frustração, não com pílulas motivadoras, mas com técnicas eficazes de produtividade.
A ideia aqui é dividir com você três das ferramentas mais utilizadas no coaching de empresas e executivos para acelerar seus resultados.
Aproveite o feriado para sentar e fazer seu plano de ação usando o trio de ideias a seguir.

1) Usar a proporção 80/20 para priorizar
Conhecida como a Lei de Paretto, a proporção 80/20 postula que 80% dos resultados que obtemos decorre de apenas 20% das atividades que fazemos. Há várias maneiras de aplicar essa teoria, popularíssima no campo da administração. Mas aqui vamos nos ater ao viés da produtividade.
Imagine que a maior parte dos resultados positivos que vem tendo na sua vida pode estar vindo de atividades com as quais você ocupa pouquíssimo tempo!
Isso é especialmente aplicável quando se trata de planos B ou de projetos que não estão exatamente previstos no trabalho. Aquela ideia que parece mirabolante sobre a qual você gostaria de pesquisar mais; o curso extra que ninguém mais está fazendo, o projeto fora da caixa que está começando como um hobby, o evento que vai custar todo o fim de semana "só" para fazer contatos…
As atividades que estão sendo negligenciadas, ou ocupando apenas 20%  do seu tempo, são as mesmas que poderiam elevar a autoconfiança, trazer reconhecimento profissional, acelerar a transição de carreira e assim por diante. Ou seja, você pode estar ocupando só 20% do seu tempo e dedicando pouquíssima energia (e até dinheiro) ao que é mais importante e traz 80% dos resultados.
Entendeu?
Para aplicar a Lei de Paretto, sugiro que liste todas as atividades que faz hoje profissionalmente (tarefas diárias, cursos, reuniões, pesquisas…) e coloque a média de tempo que gasta para cada uma. Depois escolha, entre elas, aquela que traz mais resultados macro — de longo prazo, ou que sejam fundamentais para levar sua carreira ao próximo nível.
É nesta atividade que deve se concentrar até dezembro. Substitua uma tarefa menos importante por essa, dedicando mais tempo ao que definiu como importante no dia a dia.
Para fazer com que isso funcione em meio à rotina corrida, use a técnica a seguir.

2) Mirar na Lei de Parkinson para render mais
A Lei de Parkinson postula que as tarefas se expandem de acordo com o tempo que damos a elas. Ou seja: se você determinar que vai fazer algo até dezembro, provavelmente levará esse tempo para finalizar, mas se determinar que terminará em um mês, há grandes chances de cumprir esse prazo.
Por isso, depois que definir o que é prioridade para que 2025 seja um ano especialmente produtivo, como propus no tópico anterior, é hora de planejar um passo a passo considerando prazos mais apertados do que gostaria.
Para que a técnica funcione melhor, sugiro se comprometer com alguém — um cliente, um sócio, um amigo ou até nas redes sociais. A vergonha por "furar" vai lhe estimular a cumprir o que prometeu. Se marcou uma reunião com a diretoria para o início do mês que vem para apresentar uma ideia provavelmente vai se obrigar a montar uma apresentação.
Outra tática é se colocar à prova. Se tiver um exame de proficiência em língua estrangeira para prestar em outubro, vai valorizar cada aula do curso às terças e quintas à noite e ainda arrumará um tempinho para estudar em casa.
Use isso no dia a dia, diminuindo os prazos para tudo o que puder e se comprometendo a entregar.

3) Aplicar a técnica do Roadmap para planejar
É fundamental estabelecer prioridades e encurtar prazos no dia a dia, mas, sem um planejamento de longo prazo, a chance de se perder ou desanimar no caminho é grande.
Aí entra a ferramenta do roadmap, que nada mais é que estabelecer os passos necessários para chegar a um objetivo e posicioná-los em uma linha do tempo.
Faça assim: trace uma linha diagonal em uma folha em branco e coloque o ponto inicial sendo hoje e o final em dezembro de 2025. Comece de trás para frente, perguntando-se o que quer ser realizado no fim do ano. A partir disso vá se perguntando: "Para que isso tenha acontecido, o que preciso ter feito antes?".
Vá fazendo essas perguntas e esmiuçando as atividades necessárias até chegar ao início — o dia de hoje.
Minha sugestão é que, depois disso, você olhe a linha do tempo em ordem cronológica e analise se precisa alterar algum prazo ou incluir algum passo que não vislumbrou.
Use o roadmap como um guia de prioridades mês a mês e cheque sempre se está dedicando tempo extra para as tarefas que tendem a trazer 80% dos resultados profissionais desejados. Realize-as mais rapidamente, usando os prazos estabelecidos usando a Lei de Parkinson e se comprometendo com terceiros. 
Cheque o andamento dos objetivos na primeira semana de todos os meses e ajuste o roadmap se precisar.

2025 (ainda) promete, mas só vai cumprir se você se esforçar para isso.

Por Bru Fioreti
Fonte Universa

APRENDA A SUPERAR AS FRUSTRAÇÕES

Oito atitudes essenciais para resolver qualquer problema e sair das frustrações ainda mais forte

Seja resiliente: encare as dificuldades com humor!
Por que algumas pessoas levam um safanão da vida e conseguem se reerguer, enquanto outras se afundam em sentimentos negativos? A resposta tem uma única palavra, pouco usada no dia a dia, mas fundamental para uma vida feliz: resiliência. Esse é o nome dado à capacidade de vencer dificuldades e se deixar transformar por elas, saindo ainda mais forte da situação.
O termo resiliência foi adotado para descrever aqueles que se adaptam facilmente às mudanças, assumem responsabilidades e encaram tudo com humor e energia.
O que nos faz resilientes?
"O que leva as pessoas a enfrentar o luto com esperança e sair de uma situação dolorosa - a morte de alguém querido ou a perda de um emprego - é a maturidade adquirida com o sofrimento. O resiliente se fortalece na luta", afirma o psicólogo George Souza Barbosa, professor do Instituto de Pesquisas e Desenvolvimento Aliança (SP). Todos podem se treinar para conquistar a resiliência - adotando as atitudes a seguir:

1. Autocontrole
O segredo está no equilíbrio emocional. "Ser capaz de administrar as emoções diante do inesperado é sinal de maturidade", diz George. Quanto pior a situação, maior a necessidade de ter a mente serena para tomar a decisão certa - não se resolve problema de cabeça quente.
Treino: Antes de agir, respire fundo para equilibrar os batimentos cardíacos e se acalmar. Explica o psicólogo: "Essa breve pausa impede a reação imediata, possivelmente desastrosa, lhe dando tempo para ver o que fazer de racional".

2. Flexibilidade
Nem sempre as coisas saem como se quer, mas quem é flexível reage melhor diante de imprevistos e encontra saídas alternativas, às vezes melhores do que havia planejado.
Treino: Tenha um plano B. "Imagine outros caminhos até seu objetivo. Se de um jeito não deu certo, tenha desprendimento e avalie o lado bom de algo novo, ou seja, do que não era o que você esperava", orienta Claudia.

3. Humor
O otimismo suaviza o stress e ajuda a encarar problemas de forma prática e positiva, transformando a angústia em esperança.
Treino: Ter humor não é sorrir o dia inteiro, e sim manter uma atitude otimista, a qual pode ser desenvolvida ao assumir o papel de observadora. "Olhe a situação como se não fizesse parte dela: você terá mais leveza e encontrará novas saídas", sugere George.

4. Sociabilidade
Estudo do psiquiatra americano Steven Wolin revelou: 35% das crianças com histórico de vida difícil (como maus-tratos e fome), e que conseguiram superar, tinham maior facilidade para se relacionar. Diz George: "Devemos criar laços com quem nos dá força e segurança".
Treino: Cultive seus relacionamentos. "O segredo é se mostrar interessada, presente e útil", ensina ele. Que tal usar o Facebook para nunca esquecer o aniversário dos amigos?

5. Iniciativa
Não adianta esperar que a solução para os problemas caia do céu. Só você tem o poder de mudar sua vida. "Iniciativa é o impulso necessário para desenvolver e conquistar projetos positivos. Esse movimento combate a estagnação e a depressão", alerta Elko.
Treino: Quem vive de passado é museu, portanto, viva o presente olhando para o futuro. Não é porque ontem foi difícil que hoje também será. A cada dia podemos recomeçar. Precisa de uma injeção de ânimo? Espelhe-se em pessoas corajosas e com boas propostas de vida. "O exemplo dos outros nos dá gás e nos ajuda a caminhar com firmeza em direção aos nossos objetivos", aconselha George.

6. Autonomia
Você não é responsável pelo comportamento de ninguém - apenas pelo seu. "Cada um é dono da própria cabeça e dos pensamentos", diz Claudia. Ter a habilidade física e emocional de se afastar de situações ou pessoas que nos fazem mal é uma característica fundamental.
Treino: "Faça um esforço para concentrar-se no que é positivo em sua vida, sem valorizar as situações contrárias", avalia George.

7. Determinação
"Quando há determinação, há superação", diz Claudia. "Aprendi essa lição num estudo realizado com mais de 180 pessoas que viveram grandes sofrimentos e, ainda assim, mantiveram-se fortes, determinadas, invencíveis." Sim: até o fim os sobreviventes enfrentam e resistem, com esperança.
Treino: Nunca abra mão dos sonhos antes de realizá-los. "Para tanto, decida não desistir. Isso fortalece o desejo de vencer", ressalta ela.

8. Coragem
Depois de um baque é preciso reaprender a viver. "É fundamental aceitar a dor e respeitar o que você está sentindo, sem medo nem vergonha. Mas nada de se entregar", afirma Claudia.
Treino: Assuma um compromisso sério com a felicidade. Ao mesmo tempo, não fuja da dor - quando ela aparecer, viva o luto, mas ponha um limite nele. "Se agir assim, não será qualquer ventinho a derrubar você", enfatiza Claudia. Respire fundo, reconheça seus erros e siga em frente.
Por Andrezza Duarte
Fonte MdeMulher

4 DICAS IMPERDÍVEIS PARA COMEÇAR O DIA MAIS PRODUTIVO

Especialistas ensinam como empreendedores podem melhorar a produtividade e pensar mais na estratégia do negócio

A maioria dos empreendedores adoraria que o dia tivesse ao menos 30 horas. Com um tempo a mais, seria quase possível resolver todas as tarefas que a pequena empresa demanda. Geralmente com poucos funcionários, esses negócios consomem quase toda a agenda dos empresários, que cumprem a função de vendas, marketing, RH e financeiro ao mesmo tempo.
Com a semana começando, muita gente promete fazer diferente do passado. Fazer o que tem que ser feito durante a semana ou o mês é possível, desde que o empreendedor organize melhor suas tarefas e dedique algum momento do mês a ser mais estratégico do que operacional. Veja as dicas dos especialistas abaixo.

1. Seja menos operacional
Pensar o negócio de forma estratégica é o que os especialistas chamam de tempo nobre. “São as ações que ele vai fazer hoje que vão garantir o crescimento futuro, a sustentabilidade da empresa”, explica Andrea Piscitelli, consultora de estratégia humana e professora do MBA da FIA.
Geralmente, estas atividades devem consumir até 40% do tempo do empreendedor no mês. Sem essas tarefas, ele vira um gerente caro da empresa ao invés de um gestor com liderança estratégica. “Tire o máximo do operacional e delegue para a equipe”, ensina Christian Barbosa, especialista em gestão de tempo e produtividade.

2. Deixe folgas na agenda
Nunca ocupe todos os horários do dia com reuniões ou tarefas. “Ele tem que fazer bloqueios preventivos na agenda, para se dedicar ao futuro estratégico e ao autodesenvolvimento”, ensina Andrea. Além disso, é importante priorizar as atividades mais custosas para a parte do dia em que há mais disposição. “No geral, o brasileiro é mais produtivo de manhã. Prioriza o que é mais chato e vai ter mais disposição para fazer”, indica Barbosa.
Se a agenda estiver abarrotada, comece fazendo um corte de 30%. Reuniões desnecessárias, microgerenciamento e tarefas que podem ser delegadas são as primeiras coisas a serem tiradas da agenda.

3. Calcule o tempo perdido
Além de deixar espaços vagos na agenda, faça um cálculo do tempo que pode ser perdido, o chamado tempo pobre. “São tarefas urgentes para o resultado atual, mas não importantes para a sustentação futura. Você acaba virando um membro operacional da sua própria empresa”, diz Andrea.
Se participar de reuniões externas, diminua a carga de tarefas daquele dia. “Uma reunião pode consumir uma energia grande e tem que contar deslocamentos e este consumo de energia pessoal”, define Barbosa.

4. Evite listas diárias
Não faça listas de tarefas apenas para o dia. Preveja, sempre que possível, de três dias a uma semana no futuro. “Se a pessoa faz só o planejamento do dia, ela aumenta o volume de urgências. Planeje três dias para frente. Não é só fazer uma lista de tarefas, é uma lista de estratégias, para serem feitas ao longo do dia”, ensina Barbosa.
Essa técnica ajuda também a prever urgências e saber lidar com elas. A melhor forma é não correr para resolver tudo sozinho. “O empreendedor acaba vinculando a resolução da urgência a sua imagem e ele fica travado, vira escravo do negócio. Compartilhe a autonomia e os desafios com a equipe”, diz Andrea.
Por Priscila Zuini
Fonte Exame.com

ELEGÂNCIA SEM DOR


Dores nas costas, nos ombros, no pescoço e dor de cabeça insistente. "A causa pode estar dentro da sua bolsa", alerta o quiropraxista Felipe Trindade, de São Paulo. Grande ou pequena, o segredo é aliviar o peso que você leva dentro dela. O especialista também mostra a maneira correta de carregar esse acessório para evitar alterações no equilíbrio da postura que desencadeiam desconforto e dor.

1. Faça uma faxina na bolsa periodicamente eliminando o que for desnecessário.

2. Prefira uma bolsa com alça longa e ajustável, que passe por cima da cabeça e cruze a frente do corpo.

3. Coloque celular, chaves e outros objetos de uso frequente nos compartimentos na parte da frente da bolsa. Assim, quando for alcançá-los, você não precisa se esticar muito ou fazer movimentos bruscos, evitando o risco de mal jeito nas costas ou no pescoço.

4. Carregue o laptop ou o tablet em uma mochila, apoiada nos dois ombros. Isso evita sobrecarregar só um lado do corpo.
Por Yara Achôa
Fonte Boa Forma

SENHOR, NOVA SEMANA!

domingo, 28 de junho de 2026

TERMINANDO DOMINGO

O SEGREDO PARA COMEÇAR UMA SEMANA MARAVILHOSA


Para a maioria das pessoas, o final do domingo é o prenúncio de dores de cabeça. Parece que a segunda-feira é uma grande ameaça: fim do descanso, volta à rotina, pressões e preocupações, prazos… Será que não há como escapar? A solução para esse problema é simples e depende unicamente de nós. Algumas dicas para fazer com que a segunda-feira seja o início de uma ótima semana:

1 – Evite compromissos no domingo que acabem muito tarde
Sempre que nos envolvemos em festas e eventos que se prolongam até altas horas no domingo, temos menos tempo para descansar. Procure estabelecer o hábito de dormir o suficiente na noite de domingo para segunda, para que o seu corpo possa repor as energias necessárias para a semana de trabalho;

2 - Divirta-se durante a semana
Muitas pessoas deixam para fazer somente no final de semana aquilo que lhes dá prazer. É um erro! Nós precisamos de diversão e relaxamento todos os dias. Se distribuirmos o divertimento ao longo da semana, não ficaremos tão decepcionados quando o domingo terminar;

3 - Durma o suficiente todos os dias
Alguns de nós têm o hábito de dormir pouco durante a semana e “descontar” no sábado e no domingo. De nada adianta esse hábito, pois o corpo não fica esperando para repor as horas perdidas. O ideal é dormir todos os dias pelo menos 6 horas (o ideal pode variar entre 6 a 9 horas para cada pessoa);

4 – Controle o consumo de álcool
Bebidas alcoólicas podem atrapalhar o seu repouso e ainda por cima causar uma ressaca no dia seguinte;

5 – Concentre-se nas coisas positivas da segunda-feira
A segunda-feira pode ser um dia maravilhoso para colocar a conversa em dia, rever colegas de trabalho, buscar novos desafios. Faça da segunda-feira um dia estimulante e positivo para você;

6 – Agrade a você mesmo
Aproveite a segunda-feira para faze algo que seja bom para você. Almoce a sua comida preferida, compre um livro, telefone para um grande amigo, ouça o CD que você mais gosta. Espante assim qualquer “energia negativa” que o dia possa ter.

7 – Não se esqueça do mais importante
A segunda-feira é o segundo dia da semana.  Para ter uma semana maravilhosa, cuide bem do seu domingo e não comprometa o dia seguinte. Evite extravagâncias e aproveite a semana inteira com muita disposição.