Luiza's Blog
segunda-feira, 12 de outubro de 2026
PARABÉNS, CRISTO REDENTOR!
O Cristo Redentor Mais que um ponto turístico
O símbolo mais conhecido do Rio de Janeiro, a estátua do Cristo Redentor foi instalada no topo do morro do Corcovado no dia 12 de outubro de 1931. Desde então, tornou-se uma referência na paisagem carioca e um dos pontos turísticos mais visitados da cidade.
6 SINAIS DE QUE VOCÊ ESTÁ PERTO DA ESTAFA
Se
você tem tido dificuldades para lidar com tarefas das quais sempre deu conta e
está se sentindo esgotado física e emocionalmente, fique de olho. Pode ser
estafa.
Também
conhecida como fadiga, a estafa é um desgaste do organismo que compromete nosso
desempenho em diversas atividades rotineiras, sejam elas físicas ou
intelectuais.
“É
um sinal de que a pessoa está sem condições de lidar com o excesso de pressão e
demandas do momento. A cobrança é superior à habilidade da pessoa de
corresponder a ela”, explica a doutora Ana Maria Rossi, presidente da
International Stress Management Association.
A
repetição dessa sobrecarga pode desencadear sintomas como dor de cabeça,
ansiedade e uma série de doenças como hipertensão, e fobias.
Sem
identificar o problema, as pessoas acabam recorrendo a medicamentos e drogas
como o álcool, em vez de melhorar alguns de seus hábitos.
“Os
indicadores da estafa são parecidos em todas as pessoas. E a melhor maneira de
combatê-la é mudando nosso estilo de vida”, ressalta o médico Marcelo Dratcu,
especialista em clínica médica e medicina preventiva.
Segundo
os especialistas, é possível identificar que a pessoa está próxima da fadiga
por suas mudanças de comportamento no trabalho. Veja a seguir alguns desses
sinais:
1. Seus hábitos alimentares pioraram
A
ansiedade causada pela pressão no ambiente de trabalho pode afetar o seu
apetite e enfraquecer seu paladar, fazendo com que você coma alimentos mais
condimentados para compensar a falta de sabor.
“A
pessoa sente menos o gosto e acaba consumindo produtos mais calóricos e
gordurosos”, explica Ana Maria.
Entre
as consequências dessa nova dieta, podem estar a mudança repentina de peso e
distúrbios gastrointestinais, como a azia, o refluxo e a prisão de ventre.
2. Você está mais agressivo
Se
cada comentário ou atitude de seus colegas de trabalho tem lhe causado
irritação, cuidado. Pode ser uma reação à sobrecarga mental.
“A
agressividade aumenta e a pessoa explode por razões inócuas”, aponta Ana Maria.
Segundo ela, essa falta de paciência acaba desencadeando conflitos
desnecessários no ambiente de trabalho.
3. Você trabalha, mas não produz
A
estafa no trabalho traz uma conhecida e inconveniente consequência tanto para
os funcionários quanto para a empresa: o presenteísmo. “A produtividade da
pessoa cai, mesmo com ela presente no ambiente de trabalho”, explica Dratcu.
Porém,
a dispersão emocional raramente leva a faltas, o que dificulta o diagnóstico do
problema. Diante da própria ineficiência, a pessoa começa a procrastinar. “Ela
fica mais ansiosa e passa a adiar e furar prazos”, afirma Ana Maria.
4. Você acabou de chegar, mas já quer ir embora
Se
você gostava de seu trabalho, mas passou a perder prazer e motivação para
executá-lo, pode ser um sinal da estafa. “A pessoa fica depressiva, cansada e
desanimada”, ressalta Dratcu.
A
perda de prazer pelo ofício também compromete a produtividade. "A pessoa
perde inspiração e energia para levar à frente seus projetos".
5. Você tem dormido mal
Você
têm passado noites inteiras se revirando na cama com assuntos profissionais na
cabeça? A insônia pode ser um sinal de que o excesso de trabalho foi com você
para casa depois do expediente.
“Observamos
que os distúrbios de sono têm aumentado entre os empresários, que não estão
conseguindo lidar com a demanda atribuída a eles”, destaca Ana Maria.
6. Sua memória está falhando
Você
costumava ser atento e bem planejado, mas tem errado muito e esquecido de
prazos? Esse comportamento pode ser um sinal da estafa.
O
esgotamento mental também traz dificuldades cognitivas. “A pessoa encontra
problemas na hora de se comunicar porque está com a capacidade de raciocínio
prejudicada”, explica Dratcu.
Por
Nicolas Gunkel
Fonte
Exame.com
domingo, 11 de outubro de 2026
O SEGREDO PARA COMEÇAR UMA SEMANA MARAVILHOSA
Para a maioria das pessoas, o final do domingo é o prenúncio de dores de cabeça. Parece que a segunda-feira é uma grande ameaça: fim do descanso, volta à rotina, pressões e preocupações, prazos… Será que não há como escapar? A solução para esse problema é simples e depende unicamente de nós. Algumas dicas para fazer com que a segunda-feira seja o início de uma ótima semana:
1 – Evite compromissos no domingo que acabem muito tarde
Sempre
que nos envolvemos em festas e eventos que se prolongam até altas horas no
domingo, temos menos tempo para descansar. Procure estabelecer o hábito de
dormir o suficiente na noite de domingo para segunda, para que o seu corpo
possa repor as energias necessárias para a semana de trabalho;
2 - Divirta-se durante a semana
Muitas
pessoas deixam para fazer somente no final de semana aquilo que lhes dá prazer.
É um erro! Nós precisamos de diversão e relaxamento todos os dias. Se
distribuirmos o divertimento ao longo da semana, não ficaremos tão
decepcionados quando o domingo terminar;
3 - Durma o suficiente todos os dias
Alguns
de nós têm o hábito de dormir pouco durante a semana e “descontar” no sábado e
no domingo. De nada adianta esse hábito, pois o corpo não fica esperando para
repor as horas perdidas. O ideal é dormir todos os dias pelo menos 6 horas (o
ideal pode variar entre 6 a 9 horas para cada pessoa);
4 – Controle o consumo de álcool
Bebidas
alcoólicas podem atrapalhar o seu repouso e ainda por cima causar uma ressaca
no dia seguinte;
5 – Concentre-se nas coisas positivas da segunda-feira
A
segunda-feira pode ser um dia maravilhoso para colocar a conversa em dia, rever
colegas de trabalho, buscar novos desafios. Faça da segunda-feira um dia
estimulante e positivo para você;
6 – Agrade a você mesmo
Aproveite
a segunda-feira para faze algo que seja bom para você. Almoce a sua comida
preferida, compre um livro, telefone para um grande amigo, ouça o CD que você
mais gosta. Espante assim qualquer “energia negativa” que o dia possa ter.
7 – Não se esqueça do mais importante
A
segunda-feira é o segundo dia da semana.
Para ter uma semana maravilhosa, cuide bem do seu domingo e não
comprometa o dia seguinte. Evite extravagâncias e aproveite a semana inteira
com muita disposição.
A CURA QUÂNTICA
O contexto em que se discute os modernos princípios de cura quântica vem oferecer uma interessante combinação de opostos, consoante a obra de Carl Gustav Jung. De um lado as discussões são colocadas dentro da estrutura da física teórica, relacionando o efeito quântico com o reexame da parte de muitos cientistas, no tocante à validade da causalidade, como princípio interpretativo único.
De outro lado, são referidos vários preceitos teológicos e transcendentais de épocas pré-científicas, como indícios do reconhecimento intuitivo, por parte do homem, da presença do princípio quântico no universo. Estas duas fontes de dados, os científico-racionais e os intuitivo-transpessoais, podem parecer conflitantes, mas não são contraditórios. Trata-se de duas faces de uma única realidade, e um dos propósitos do estudo é fazer com que percebamos sua qualidade comum e sua relação recíproca. Um efeito, contudo, da fusão de materiais tão diversos na argumentação pertinente é que suas teorias se tornaram suspeitas e desconcertantes para mentes mais convencionais.
Dada a atmosfera intelectual vigente ao longo de décadas, esta é uma das principais razões pelas quais a cura quântica tem recebido escassa atenção até agora. Sabemos, entretanto, que existe dentro de nós uma experiência direta, concretamente apreendida, embora o termo “dentro” necessite ser estendido além das fronteiras conscientes, atingindo por assim dizer a abrangência do inconsciente absoluto. Certamente, assim, a cura quântica permanecerá com o mérito especial de ser não apenas a chave para uma dimensão oculta da vida, mas principalmente uma chave que apresenta e utiliza os princípios da física moderna.
“A cura quântica é uma brilhante investigação da habilidade de um aspecto da consciência – a mente – em corrigir espontaneamente outro aspecto da consciência – o corpo.” (The washington Post do livro “A Cura Quântica”- ed.Best Seeler).
Ela não utiliza os métodos da alta tecnologia, em vez disso, penetra nos meandros mais íntimos do sistema mente-corpo ocorrendo substancialmente no núcleo mais profundo da mente consciente-inconsciente. Enquanto a faculdade de medicina ensina que o micróbio X causa a doença Y e deve ser combatida pelo medicamento Z, a interdisciplinaridade tem demonstrado que essa é apenas uma opção entre muitas outras.
Há uma década, se houvesse qualquer abordagem sobre uma terapia mente-corpo-espírito, aquele que o fizesse seria hilariamente ridicularizado. Entretanto, sem sombra dúvidas, as pessoas, pelo sistema mente-corpo-espírito, não só são capazes de participar do seu tratamento, como controlar todo o curso de uma doença mediante a aplicação de princípios e protocolos transpessoais da cura quântica.
Por Estenio Cavalcanti
sábado, 10 de outubro de 2026
INTERNET PODE GERAR DISTÚRBIO
Uso exagerado da rede de computadores leva a riscos
como dificuldade de memorização
Você
é viciado em internet? É preciso ter cuidado ao responder essa pergunta. Em um
cenário de velozes mudanças, novos distúrbios associados ao uso excessivo da
web vem se espalhando como vírus pelas mentes dos usuários da grande rede. Pode
ser o clique que faltava para sua consciência.
Segundo
especialistas, o primeiro problema provocado para quem fica muito tempo
navegando na internet é o ‘Efeito Google’: tendência do cérebro a não armazenar
informações por saber que o site abriga todas as respostas. De acordo com
Cristiano Nabuco de Abreu, coordenador do Ambulatório de Dependência de
Internet da Universidade de São Paulo (USP), estudos apontam decréscimo da
memória recente nos seres humanos em função do uso das ferramentas de busca na
rede.
“Ao
navegar na internet, há muitas coisas que chamam a atenção: links, anúncios,
figuras etc. Isso gera excesso de carga cognitiva no cérebro e dificulta que
retenha informações de forma cadenciada”, explica. Outro caso comum é a
‘Depressão de Facebook’, em que as pessoas sentem frustração por não desfrutar
de vidas tão “perfeitas” quanto a dos amigos na web.
Há casos em que usuários sentem frustração por não
desfrutar de vidas perfeitas dos amigos na web
“O
acesso diário a conteúdos que hiper valorizam situações de bem-estar e sucesso
geram insatisfação”, afirma Nabuco. “É preciso senso crítico ao observar as
postagens, pois os usuários costumam esconder traços do cotidiano ou da
personalidade que não são motivos de orgulho”, orienta o especialista Cristiano
de Abreu.
O
outro problema provocado é a “Náusea Digital”, que por sua vez, define a
sensação de vertigem que certos indivíduos sentem ao olhar para determinadas
interfaces. O novo sistema operacional móvel da Apple, por exemplo, registrou
reclamações de consumidores que vomitaram após interagir por muito tempo com o
aparelho.
“Chamamos
isso de ‘experiência de fluxo’, quando o usuário perde a noção do tempo e acaba
olhando para o mesmo ponto durante muitas horas a fio, acarretando o enjoo”,
descreve o coordenador da USP. Por fim, poucos escapam de um dos mais comuns de
todos: a “Síndrome do toque fantasma”, quando o cérebro dá a impressão de estar
recebendo uma chamada.
Síndrome do fantasma faz usuário ouvir celular tocar
Sobre
a Síndrome do toque fantasma”, o coordenador do Ambulatório de Dependência de
Internet da Universidade de São Paulo (USP), Cristiano Nabuco de Abreu, revela
mais detalhes a respeito do problema.
“O
acúmulo de todas as plataformas no telefone produz uma relação tão intensa com
o aparelho que promove impressões como estas, como a de ouvir o telefone
tocar”, afirma o psicólogo.
Se
você já sentiu isso, fique de olho: é o primeiro sintoma da obsessão provocada
pelo uso intenso da internet.
O
problema de não largar o dia inteiro o computador e celulares também pode
afetar as crianças. De acordo com Cristiano de Abreu, a exposição precoce a
aparelhos digitais na infância gera intensa discussão entre médicos e
educadores.
Uma
parte acredita que, com a prática constante, a criançada saberia lidar desde
cedo com um grande fluxo de informação e teria mais condições de administrá-lo.
O especialista da USP, porém, não compartilha dessa mesma opinião. “O acesso à
informação não significa acumular conhecimento. E o aprendizado tende a se
fixar com mais qualidade por meio da leitura de materiais impressos”, justifica
o coordenador.
Fonte
O Dia Online
sexta-feira, 9 de outubro de 2026
CARTILHA DÁ DICAS AOS PAIS DE COMO COMPRAR NO DIA DAS CRIANÇAS
Quem
já estiver planejando comprar o presente para os baixinhos no Dia das Crianças,
no dia 12, deve ficar de olho em cuidados para fazer uma compra segura e
barata. A Proteste Associação de Consumidores publicou uma cartilha virtual em
seu site oficial (www.proteste.org.br)
para orientar o consumidor na hora de ir às lojas. Atenção com o material dos
brinquedos, com a qualidade e com as peças são algumas das sugestões da
publicação para a segurança e saúde de crianças até 12 anos.
Basta
clicar em ‘Cartilha das Crianças’ na página inicial e visualizar o documento.
Com 36 páginas, o texto aborda direitos, dicas e boas práticas. “É um guia
prático, com foco na legislação, principalmente no Estatuto da Criança e do
Adolescente e no Código de Defesa do Consumidor”, diz Maria Inês Dolci,
coordenadora institucional da entidade.
Quando
for às prateleiras, a Proteste recomenda avaliar informações de origem, composição,
garantia e quaisquer riscos às crianças. A cartilha sugere cuidados com: ruídos
excessivos que podem causar danos à audição, bichos de pelúcia com pêlos
compridos que podem causar alergia, peças pequenas que podem se soltar e até
serem engolidas.
ALERTA
A
cartilha é um aviso para ficar de olho nos direitos e na segurança neste Dia
das Crianças. Além disso, as dicas podem ser acessadas gratuitamente pela
internet.
CONSUMO
O
consumidor desavisado que não considerar alguns dos pontos abordados pela
cartilha da Proteste corre o risco de adquirir produto de qualidade duvidosa.
Fonte
O Dia Online
COMO PLANEJAR UM FIM DE SEMANA REALMENTE REVIGORANTE
Depois de uma semana
inteira de trabalho intenso, o que você faz na sexta-feira?
Quem respondeu que se joga no sofá e
contempla uma longa lista de tarefas não está sozinho: para muitos
empreendedores, o fim de semana também conta como dia útil, e não como descanso.
O problema dessa rotina é acordar um tanto
exausto na segunda-feira, afirma a escritora Laura Vanderkam. Ela acaba de
publicar o e-book “What the Most Sucessful People Do on the Weekend” (o que as
pessoas mais bem-sucedidas fazem no final de semana), para o qual conversou com
empresários de sucesso sobre sua programação de fim de semana.
Em um artigo publicado no site da revista
Inc, ela resume o que ouviu desses empreendedores e dá três dicas para usar
melhor o sábado e o domingo para combater os efeitos do excesso de trabalho – e
voltar novo em folha para o escritório.
1 – Conte as horas
vagas – e aproveite-as
Você já contou quanto tempo livre tem entre
abrir uma cerveja na sexta às seis da tarde e desligar o despertador às seis da
manhã de segunda? São 60 horas no total, ou 36 horas úteis, descontando-se as 24
de sono – quase a mesma carga horária de uma semana de trabalho.
“Tanto tempo não pode ser desperdiçado”, diz
Vanderkam. Por isso, ela recomenda dedicação máxima ao planejamento antecipado
dos dias de folga e diz que é preciso traçar estratégias com o mesmo apuro e
seriedade de compromissos profissionais.
2 – Planeje eventos-âncora
A intensa semana de trabalho geralmente
deixa o empreendedor esgotado na sexta-feira. Mas Vanderkam argumenta que
sentar inertemente na frente da TV ou surfar aleatoriamente na internet não são
as melhores maneiras de se preparar para uma nova jornada.
Parece um paradoxo, mas para renovar as
energias é preciso se mexer. “Outros tipos de trabalho, como exercícios físicos,
um hobby, tomar conta dos filhos ou ser voluntário, ajudam mais a preservar o ânimo
para os desafios da semana do que vegetar completamente”, afirma a escritora.
O segredo para ter um fim de semana ativo é planejar
alguns eventos-âncora, afirmam os entrevistados por Vanderkam para o livro. Não
é preciso encher todas as horas vagas, apenas ter em mente que haverá um horário
reservado para ver atividades e apresentações dos filhos, jogar futebol ou
cozinhar para os amigos.
“De início, isso pode parecer pouco
divertido e muito trabalhoso, mas, de acordo com os entrevistados, gastar
energia dá mais ânimo para retomar o trabalho”, afirma Vanderkam.
3 – Desfrute por
antecipação
Planejar com minúcia até mesmo o fim de
semana parece coisa de gente bitolada, mas Vanderkam defende que essa tarefa
também pode ser muito prazerosa. “Projetar o futuro e antecipar o programa
representa uma boa parte da felicidade gerada por qualquer evento”, afirma.
A tática de marcar as atividades com antecedência
também economiza momentos preciosos do fim de semana que em geral são gastos
negociando um plano com seu cônjuge ou correndo atrás de algum restaurante que
ainda tenha lugares vagos – ou de alguém para tomar conta das crianças.
Além disso, marcar um compromisso
desestimula a clássica desistência de fazer algo no final de semana por estar
muito cansado.
Por Bruna Maria Martins Fontes
Fonte Papo de Empreendedor
NADA DAQUELA CALÇA VELHA, AZUL E DESBOTADA
O que vestir (ou não) na empresa na ‘casual friday’, aconselham consultoras de moda
A sexta-feira chegou e, em muitas empresas, nota-se que os funcionários exibem um visual mais relax. Isso por conta do ''casual day'', que surgiu e se popularizou nos Estados Unidos, mas foi sendo incorporado aos poucos pelos brasileiros. É quando executivos e funcionários de organizações mais formais deixam de lado o terno, a gravata, os taileurs e o salto alto, e adotam trajes mais descontraídos. Mas nada de ir trabalhar de qualquer jeito, alertam as especialistas em moda e estilo. Segundo elas, não há uma regra definitida, e tudo vai depender do perfil da empresa e o segmento em que esta atua.
A consultora de moda e imagem Milla Mathias diz que, ainda hoje, as pessoas têm dúvidas quanto ao tipo de roupa que devem - ou podem - vestir nesses dias.
- Ainda pensam que podem ir de calça jeans, camiseta velha e tênis, quando na verdade não é bem assim.
A consultora explica que o intuito do casual day é trazer mais descontração às roupas, e consequentemente, ao ambiente de trabalho às vésperas do fim de semana, para que os profissionais possam trabalhar mais relaxados e contentes.
E, se antes, a prática se restringia apenas às sextas-feiras, e a poucas empresas, hoje a informalidade no vestir se estendeu a outros dias da semana e a diversos tipos de organizações, acrescenta Paula Acioli, coordenadora acadêmica do curso “Gestão de negócios no setor de moda”, da FGV.
- Essa mudança de padrões e quebra de paradigmas no vestir é, na verdade, um claro reflexo do tempo que estamos vivendo, muito mais democrático em todos os sentidos, social e economicamente falando - ressalta Paula.
Independentemente do dia, afirmam as especialistas, não se deve esquecer que estamos falando de ambiente de trabalho, e não fim de semana ou passeio. Para Paula, ética, bom-senso, observação, educação e adequação são valores que devem ser levados em conta, não só na vida pessoal e profissional, mas também quando falamos de vestuário:
- Esses valores facilitam as escolhas, aumentam as chances de acertos e diminiuem a possibilidade de erro. Se adicionarmos a isso toda a facilidade de acesso à quantidade de informações disponíveis em revistas, sites, blogs, e até mesmo nas trocas de idéias entre amigos nas redes sociais, a gente conclui que é quase impossível nos dias de hoje alguém "sair com qualquer roupa" para trabalhar, sem levar em consideração seu local de trabalho.
- É para ser casual, mas mantendo a elegância. Bom-senso é fundamental. É preciso cuidado para não cair na vulgaridade - completa a consultora de moda Renata Abranchs.
Por isso, é importante que algumas regras sejam observadas quanto à forma de se vestir no mundo corporativo.
E quando a empresa adota um ‘dress code’? A decisão de contar com um código específico sobre o que é ou não permitido trajar vai depender do perfil da companhia e de seus funcionários, diz Paula. Segundo a coordenadora acadêmica da FGV, faz toda a diferença ter conhecimento de como se dá o processo criativo de um uniforme ou de um padrão de roupa a ser usado, da complexidade de pensar o vestir institucional e de compreender o porquê de se adotar um código de vestir dentro de uma empresa.
- Os funcionários e profissionais passam a se sentir muito mais parte da empresa e a valorizar suas posições e funções dentro do sistema de trabalho. A roupa agrega valor. Seja para marcas de luxo, seja para marcas populares de varejo, seja em uniformes (que transmitem via funcionário o conceito e os valores de uma determinada empresa). Um funcionário que conhece e compreende a história do que veste passa a entender muito melhor a história da empresa para a qual está trabalhando, ou como diz a expressão, está "vestindo a camisa".
As dicas das especialistas em moda e estilo para o ‘casual day’
- Vale a velha regra de proibição de decotes, fendas, transparências, roupas justas ou curtas;
- No lugar dos terninhos, coloque uma saia menos estruturada ou uma calça reta mais fluida, com uma camisa;
- Blusas de tricô com tramas mais abertas também são permitidas;
- Se quiser usar jeans, verifique se a empresa permite e, em caso positivo, use um de lavagem escura, corte reto e novo. Lembre-se: nada de rasgos, puídos, tachas etc.;
- Caso faça frio, leve um cardigã, suéter com gola careca ou blazer;
- Já no caso de muito frio, um casaco de lã ou de couro caem bem;
- Nos pés, sapatos mais baixos (e impecáveis) ou sapato-tênis de couro ou camurça;
- Bijuterias e enfeites de cabelo devem ser discretos.
Opções a serem riscadas da lista:
- Calça velha, azul e desbotada;
- Tops ou barriguinha de fora;
- Tecidos sintéticos ou brilhantes;
- Mules (tipo de calçado);
- Sandálias rasteirinhas;
- Estampas ou detalhes de bicho.
Para eles:
- Esqueça os ternos e adote as calças de lãzinha ou gabardine, para dias frios, e as de algodão ou sarja, para os mais quentes.
- Elimine a gravata;
- Se quiser usar jeans, verifique se a empresa permite e, em caso positivo, use um de lavagem escura, corte reto e novo (a regra vale para homens e mulheres).
- Camisa mais informal ou camiseta polo são uma ótima pedida.
- Se fizer frio, suéter, em decote V, cardigãs ou blazer azul marinho de tecido mais encorpado.
- Nos pés sempre mocassim social, combinando com a cor do cinto. Dê preferência ao tom café, pois ele é mais informal do que o preto.
É proibido usar:
- Jeans claro, rasgado, surrado, de balada etc;
- Calças com passante sem cinto;
- Calças com elástico na cintura;
- Camisetas sem manga ou com figurinhas ou piadinhas;
- Moletom;
- Boné;
- Roupa com camuflagem;
- Tênis ou sapato–tênis;
- Meia branca.
Por Ione Luques
Fonte O Globo Online
quinta-feira, 8 de outubro de 2026
HÁBITOS DE PESSOAS ALTAMENTE EFICAZES
Certo
dia, um pobre fazendeiro descobre um ovo de ouro em um dos ninhos de
suas galinhas. Ele não podia acreditar na sorte que teve. Porém,
ganancioso e impaciente para ficar logo milionário, decide matar a
galinha para obter todos os ovos de uma só vez, sem ter que esperar
um dia após o outro. Mas, para sua decepção, ao abrir o corpo da
ave, não havia nada além do que é comum em toda galinha. Nada de
ovos de ouro.
Você
deve estar se perguntando: O que tem a ver esta fábula de Esopo com
a formação de hábitos? Bem, foi com base nessa fábula que Stephen
Covey formulou a teoria da eficácia. Em outras palavras, o
equilíbrio entre a produção dos ovos de ouro e a capacidade de
produção. E esse equilíbrio só será contínuo e sequencial se
houver saúde e bem estar da galinha. A harmonia produz a eficácia
que, no caso da fábula, é a riqueza.
Daí
a necessidade de equilíbrio entre o que você produz e a sua
capacidade de produzir. Se você produz além de sua capacidade, você
irá se esgotar. Porém, se você estiver produzindo abaixo, quem
estará se esgotando será o seu tempo. O equilíbrio está em
produzir exatamente o que você é capaz dentro do tempo normal.
Os
sete hábitos estão em harmonia com essa lei natural. Não são um
conjunto desconexo de fórmulas milagrosas destinadas a estimular as
pessoas.
Os
três primeiros hábitos falam do seu autodomínio. São os que
dependem exclusivamente de você, não envolvendo outras pessoas.
Eles buscam aprimorar a personalidade para obter a sua independência.
Os três hábitos seguintes tratam das relações com os outros. Ou
seja, trabalho em equipe, cooperação e comunicação. Estão
orientados a conseguir a interdependência. O sétimo hábito só diz
a respeito de você mesmo. Finalmente, esse último hábito trata da
sua renovação contínua que o levará a compreender e alcançar o
sucesso desejado.
1.
SEJA PROATIVO
Victor
Frankl, famoso psiquiatra, viveu as circunstâncias mais terríveis
em um campo de concentração. Em meio ao caos, a pergunta que não
lhe saia da mente, era: O que diante do desespero total, após ter
perdido tudo, inclusive seus parentes mais queridos, o impedia de
suicidar-se?
A
resposta que encontrou é a de que – no fundo – havia uma
esperança, um desejo pela vida, um sonho. A partir de então, o
estudioso decidiu concentrar sua mente em adotar uma atitude proativa
e colaborativa com os que sofriam. Em um dos seus ensinamentos, diz:
“Por mais crítica que seja a sua situação, você sempre poderá
identificar uma razão, uma atitude e um caminho possível pelo qual
valha a pena viver.”
O
primeiro hábito, portanto, só depende de você . Seja proativo,
utilize suas forças para realizar o que você mais deseja. Assim, a
cada dia, você ficará mais e mais forte na direção do seu
objetivo. Ser proativo é assumir a responsabilidade por você mesmo.
O seu maior poder é a liberdade de escolha. Para desenvolver sua
proatividade, tente o seguinte:
-
Tenha um objetivo e atue dia após dia para alcançá-lo;
-
Preste atenção nas palavras que usa, há sempre uma forma positiva
de encaminhar sua vida;
-
Trabalhe durante trinta dias esses princípios. Coloque especial
atenção naquelas coisas que possa controlar;
Lembre-se
de Victor Frankl: ele não possuía muitas opções, mas adotou uma
atitude orientada para o que estava ao seu alcance fazer.Isso é
altamente transformador.
2.
TENHA UM OBJETIVO EM MENTE
Trace
um objetivo e foque nas metas mais desejadas por você. Aqui trago
uma sugestão minha: identifique quem você quer ser, social, pessoal
e profissionalmente. Imagine esse horizonte e vá construindo pouco a
pouco. Lembre-se: tudo nasce primeiro na mente, para depois se tornar
real. Portanto, você precisa saber aonde quer chegar, o que quer
conquistar e em quem quer se transformar.
3.
PRIMEIRO FAÇA O MAIS IMPORTANTE
Para
viver uma vida equilibrada, como falamos no início desse artigo,
você tem que reconhecer que não pode fazer tudo. Você tem o
direito de dizer não quando necessário e concentrar-se nas
prioridades.
E
o que são as prioridades? Prioridade é aquilo que você definiu
como de maior valor no hábito dois, o que você quer ser e fazer.
Para facilitar, faça uma lista simples dos papéis que você exerce:
Por exemplo: Marido, pai, filho, gerente em sua empresa etc.
Depois,
selecione seus objetivos para a próxima semana e pense em dois ou
três resultados importantes que você queira alcançar para cada um
dos seus papéis. Atente-se sempre para que as ações estejam
alinhadas aos seus objetivos a longo prazo.
Separe
o tempo para trabalhar com cada objetivo. Identifique com precisão
seus espaços de tempo e não deixe de considerar a importância que
as outras pessoas tem para você. Ninguém faz nada sozinho.
4. GANHA X
GANHA
As
necessidades de cada uma das partes devem ser satisfeitas por um
esforço conjunto, ou seja, a negociação é um processo de
entendimento recíproco. Porém, o lado primitivo da nossa mente nos
leva ao pensamento de que se alguém ganhou é porque alguém perdeu,
mas isso, segundo o autor, não é uma verdade absoluta.
Covey
vê diferente, ele defende que é possível um jogo onde ambas as
partes ganhem. Defende que a vida pode ser uma arena cooperativa. As
negociações devem ser mutuamente benéficas e satisfatórias e que
as pessoas ou organizações que abordam conflitos a partir de uma
atitude ganha x ganha possuem três traços de caráter vitais, que
são:
-
INTEGRIDADE: comportam-se de acordo com o que você acredita e
com os valores que defende.
-
MATURIDADE: sentimento que prioriza a nossa preocupação
pelos outros, mais até do que por nós mesmos. Talvez esse seja o
traço mais difícil de ser alcançado. Mentalidade da abundância:
acreditar que há muito para todos. Essa crença nos ajuda a pensar
que as pessoas não precisam sair perdendo. Todos podem sair
ganhando.
5.
COMUNICAÇÃO EMPÁTICA
Em
nosso cotidiano de trabalho, e mesmo na vida privada, travamos uma
guerra na qual as armas são as palavras. É pouco comum as pessoas
escutarem com a intenção de entender. Geralmente se escuta com a
intenção de responder. Esse hábito se destaca por enfatizar a
comunicação efetiva. É o mais emocionante e o mais simples para se
colocar em pratica imediatamente.
Quando
satisfeitas as necessidades físicas de sobrevivência, a prioridade
do ser humano passa a ser a de atender a sobrevivência psicológica,
que é a de ser entendido e respeitado. Ao escutar com empatia, você
estará satisfazendo essa necessidade, que, segundo Covey, está
dando “ar psicológico” ao outro.
Nas
organizações, a comunicação tem como regra a compreensão mútua.
Se ambas as partes se colocam em igualdade de condições, elas podem
dialogar entre si para compreender conjuntamente a realidade,
convergindo para um mesmo foco.
Encontrar
soluções ganha x ganha se torna muito mais fácil quando são
satisfeitas as necessidades básicas das pessoas, afinal suas defesas
são minimizadas e a capacidade de negociação aumenta.
6.
SINERGIA
Sinergia
significa que o todo é mais do que a soma das suas partes. O hábito
de sinergizar implica, portanto, na cooperação criativa e no
trabalho em equipe. As pessoas com mentalidade ganha x ganha e que
escutam com empatia podem aproveitar suas diferenças para gerar
idéias e opções que não existiam antes.
Reunir
várias perspectivas diferentes, com respeito mútuo, leva os
participantes a se sentirem livres e motivados para procurarem a
melhor alternativa possível. Com frequência, esse hábito leva as
pessoas a identificarem propostas diferentes e melhores que as
originais. Quando as pessoas começam a interagir genuinamente e
estão abertas à influência do outro, começam a ganhar uma nova
visão.
A
capacidade de inventar novas abordagens cresce muito em função da
exploração das diferentes idéias. Esse é um grande segredo: a
cooperação, aliada à confiança, conduz para um patamar sinérgico
que o autor denomina como ganha x ganha.
7.
AUTORRENOVAÇÃO
Aqui
você cuida de se aprimorar física, mental, social/emocional e
espiritualmente, porque o maior patrimônio é, sem nenhuma dúvida,
você mesmo! Um programa equilibrado de auto-renovação nas quatro
áreas de sua vida é fundamental, considerando as dimensões:
-
DIMENSÃO FÍSICA: inclui exercícios físicos, boa nutrição
e controle do stress. Ao comer adequadamente e exercitar-se trinta
minutos por dia, você conseguirá melhorar sua força,resistência e
performance mental. Caso contrário,, seu corpo se debilitará;
-
DIMENSÃO ESPIRITUAL: renovar seu compromisso com seus valores
e princípios, por meio de uma revisão da sua missão pessoal, ou
por meio da oração, meditação, ou imersão em música,
literatura, ou natureza. Se isso não acontecer, seu espírito pode
ser levado a um estado de insensibilidade.
-
DIMENSÃO MENTAL: sua mente se renova por meio de atividades
como leitura, escrita e planejamento, utilizando os hábitos dois e
três. Essa dimensão impede que sua mente responda aos atos
mecanicamente, o que não é bom.
-
DIMENSÃO SOCIAL/EMOCIONAL: enfocar-se nos hábitos quatro,
cinco e seis, participando de atividades sociais e melhorando o
relacionamento com os outros.
Como
as quatro dimensões estão intimamente relacionadas, qualquer coisa
que você faça em uma impactará positivamente nas outras. Se
trabalhar equilibradamente nas quatro, passando pelo menos uma hora
ao dia, você fará dos hábitos uma parte fundamental da sua vida.
E
agora que você conhece os sete Hábitos das pessoas altamente
eficazes, sabe que o seu objetivo não acontecerá por acaso. Você
precisa lutar por isso para que as coisas aconteçam.
Lembre-se,
esse processo criativo nunca acabará. Você deve continuar sempre
cultivando esses hábitos pelo resto da sua vida e tudo mudará
positivamente. Essa é a forma mais natural, segura, sem atalhos para
você alcançar sucesso.
Por
Endeavor Brasil
Fonte
PequenasEmpresasGrandesNegócios
quarta-feira, 7 de outubro de 2026
A IMPORTÂNCIA DE CONSULTAR (PREVIAMENTE) UM ADVOGADO
Tudo é tão difícil ou acredito demais no sistema?
A
contratação de serviços jurídicos no Brasil, apresenta um traço bastante
peculiar que é a completa ausência de planejamento. A maior parte das pessoas e
empresas, talvez em razão de fatores culturais, ou, se assim podemos dizer, de
um determinismo contextual (o tal do jeitinho) somente procura os profissionais
do direito quando já está diante de um problema que precisa ser solucionado. Do
ponto de vista da gestão, a contratação de serviços jurídicos no Brasil é o que
se denomina de “apagar incêndios”.
Essa
característica de apenas solucionar problemas ao invés de traçar planos, acaba
tendo um custo muito alto para as pessoas ou empresas. Sem que elas percebam,
ao fazerem uso apenas da faceta reativa do direito, perdem em capacidade de
planejamento; inserem um elemento de incerteza nas atividades ou negócios;
impedem a eficiência das atividades pessoais ou negócios empresariais; criam
dependência do poder judiciário, passando a achar normal, como elemento do
negócio, a empresa estar frequentemente sendo parte em processos judiciais etc.
Duas
situações são bem marcantes para exemplificar as assertivas acima. A primeira
situação diz respeito mais frequentemente às empresas, mas também é aplicável
às pessoas, e se refere a gestão tributária. A outra, se refere a gestão da
vida, em planejar o envelhecimento, a perda de capacidade laboral.
Qual
foi a última vez que o (a) senhor (a) procurou um advogado tributarista para
saber se a sua empresa, ou se você pode pagar menos tributos? Será que a
Administração fiscal, o seu setor de contabilidade, ou contador estão sempre
certos? Conhecem todos os meios de evitar problemas relacionados à exigência de
tributos? Conhecem os entendimentos mais atuais a respeito das leis
tributárias?
Com
a carga tributária que temos no Brasil, deveria ser uma necessidade básica de
toda pessoa, ou empresa consultar formas legais de evitar o pagamento de
tributos, ou ficar atento para não pagar nem um centavo a mais do que fosse
obrigado. Será que é isso que acontece? Claro que não! As pessoas e empresas
simplesmente fecham os olhos para esse fato, até reclamam dos tributos, acham
um absurdo pagar tanto e não “ter retorno”, mas procuram formas lícitas de
evitar? Não! Pagam tributos indevidos? Todos os dias! Fazem algum planejamento
tributário? Em regra, não! Preferem sonegar, com base no jeitinho que nos
referimos acima, confiando que o sistema é todo errado mesmo... Vai que cola?!
Não é? E aí, quando o problema surge, o fiscal chega na empresa, recebe citação
da execução fiscal, tem os bens penhorados, atividades e negócios
paralisados... Aí lembram do advogado. E se tivesse consultado antes? Mas não
foi!
Não
é diferente no caso do direito previdenciário. Como sabemos a população
brasileira tem aumentado a sua expectativa de vida nos últimos anos. O
desenvolvimento de novas tecnologias, remédios e tratamentos de saúde tem
permitido que as pessoas vivam por mais tempo. Ocorre que, nem sempre viver por
mais tempo significa ter capacidade laboral, ou permanecer durante todo o tempo
da vida apto ao trabalho, aliás nem o mundo do trabalho está adaptado a essa
realidade. Assim, é crucial que as pessoas planejem como que irão sobreviver
quando não mais estiverem inseridos no contexto laboral.
Para
isso existe a estrutura da previdência social, para garantir que todos aqueles
que contribuíram ao longo da vida com o seu trabalho possam desfrutar de um
mínimo de conforto (se é que podemos dizer que um benefício de aposentadoria
consegue suprir isso), no período em que está afastado do mundo do trabalho.
E
mais uma vez eu questiono, quantas pessoas procuram um advogado
previdenciarista para saber quais as suas opções para aposentadoria? Quantas o
fazem antes dos 30 anos de idade? Quantas tem conhecimento do sistema público
de aposentadoria? Pasmem..., quantas pensam que INSS é coisa de gente
assalariada (pobre)? Quantos só procuram um advogado após terem seu pedido de
aposentadoria negado, por falta de documento, falta de orientação, por falta de
atendimento aos requisitos? Quantos recebem aquém do que deveriam, por que
aceitaram a métrica de cálculo do INSS?
Esses
são apenas dois exemplos em dois ramos do Direito, mas com certeza em todos os
outros, poderíamos encontrar situações semelhantes de desinformação, falta de
planejamento, pouca eficiência, altos custos decorrentes da percepção
minimamente equivocada que o advogado serve apenas para “apagar incêndios”.
Portanto,
antes de reclamar da carga tributária, antes de reclamar que o tributo não tem
retorno, antes de receber o fiscal na sua empresa, antes da citação na ação
judicial, antes do judiciário ser elemento de risco da sua vida ou do seu
negócio, antes de bradar contra a negativa do benefício de aposentadoria, antes
de se sentir injustiçado com o valor do seu benefício, antes... Sempre antes, consulte
um advogado, afinal nem tudo deve ser tão difícil, você só deve estar
acreditando demais no sistema.
Por
Igor Costa
Fonte
JusBrasil Notícias
A QUESTÃO NÃO É O QUE VOCÊ OLHA, MAS O QUE VOCÊ VÊ
Tem tudo a ver com atenção! Podemos olhar e não vermos o que deveríamos ver. Temos a visão, mas nossa percepção se equivoca, falha ou se atenta para questões menos relevantes ou determinantes. Assim, mesmo atentos em termos de olhar para a direção certa, podemos não captar daquele foco o elemento mais rico, interessante ou necessário. Quantas vezes, nos vemos olhando para algo e pensando em outra coisa? Estamos onde estamos, olhamos para o que devemos e não percebemos o que deveríamos, pois nossa mente está em outra direção ou dimensão. Por isso se diz que a visão é o grande diferencial dos empreendedores. Eles se habilitam a ver o que os outros não vêem, mesmo quando todos estão olhando para a mesma direção. Olhos mais atentos é que fazem a diferença!
“Não é o que você olha que importa. O que importa é o que você vê.”
(Henry David Thoreau)
Fonte Gestão da Atenção
terça-feira, 6 de outubro de 2026
MARATONA PROCESSUAL
“Bom dia, telespectador! Vamos a acompanhar, ao vivo, a nova modalidade olímpica conhecida como Maratona Processual. Trata-se de uma prova de resistência que exige o preparo físico e emocional dos atletas. Na partida de hoje enfrentam-se Advogado x Juiz.
Começa a partida e o advogado distribui a Petição Inicial que, desde logo, tem o pedido de Justiça Gratuita indeferido pelo magistrado, mas... opa! Temos o primeiro lance polêmico da partida! Vamos rever o despacho no tira-teima:
“Apesar de o autor juntar Declaração do Imposto de Renda dando conta de que faria jus ao benefício da AJG, sabidamente, as pessoas costumam mentir em suas declarações. O pedido vai indeferido”.
Com a palavra, nosso comentarista:
– A regra é clara: presume-se pobre, até prova em contrário, quem afirmar essa condição nos termos da lei. Além disso, o juiz não poderia simplesmente supor a má-fé, por parte do autor.
Erra o juiz e o advogado agora tem que se desdobrar em recursos ou acatar a decisão para prosseguir na demanda. O causídico decide, então, marcar uma hora com o magistrado para conversar sobre o assunto, mas é informado pelo pessoal do gabinete que o doutor não atende advogados.
– O juiz está fazendo cera, está retardando o andamento da partida, sabe-se lá com que interesse - intervém o comentarista.
O advogado resolve aceitar a decisão e recolhe as custas. Dá-se a instrução e, com uma atuação perfeita, o causídico vence a causa, mas ´pera aí´! Pelo amor dos meus filhinhos! Com um golpe baixo, o magistrado estabelece honorários em menos de 300 reais, quando a causa possuía um valor astronômico!
– A regra é clara: os honorários devem ser fixados entre 10% e 20% do valor da condenação - pontua o comentarista.
O advogado recorre da decisão e consegue a majoração dos honorários. O feito volta para as instâncias ordinárias e, em sede de cumprimento de sentença, o réu não paga, discute-se multa, penhora, leilão! O jogo está truncado, mas, finalmente, deposita-se o valor da condenação. Só que juiz determina que o alvará seja expedido diretamente no nome do cliente que saca os valores e desaparece sem dar satisfação. O advogado que terá que atravessar toda uma nova maratona para reaver seus honorários.
Nas arquibancadas, os torcedores vaiam copiosamente e ameaçam invadir a arena. Xingam, esbravejam, mas assim termina a partida. A comissão organizadora não sabe para quem entregar as premiações, pois não se sabe quem foi o vencedor. O público certamente não foi. Sem dúvida, o juiz não ganhou nada. O advogado, menos ainda. Mas o fato é que, de situações como esta, sempre é possível tirar-se uma lição. Por esta razão passamos a palavra ao nosso comentarista que irá nos explicar qual a lição que fica da partida:
– Olha... Quando eu descobrir, eu aviso!...”
Por Rafael Berthold
Fonte Espaço Vital
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