Luiza's Blog
sexta-feira, 4 de setembro de 2026
COMO PLANEJAR UM FIM DE SEMANA REALMENTE REVIGORANTE
Depois de uma semana
inteira de trabalho intenso, o que você faz na sexta-feira?
Quem respondeu que se joga no sofá e
contempla uma longa lista de tarefas não está sozinho: para muitos
empreendedores, o fim de semana também conta como dia útil, e não como descanso.
O problema dessa rotina é acordar um tanto
exausto na segunda-feira, afirma a escritora Laura Vanderkam. Ela acaba de
publicar o e-book “What the Most Sucessful People Do on the Weekend” (o que as
pessoas mais bem-sucedidas fazem no final de semana), para o qual conversou com
empresários de sucesso sobre sua programação de fim de semana.
Em um artigo publicado no site da revista
Inc, ela resume o que ouviu desses empreendedores e dá três dicas para usar
melhor o sábado e o domingo para combater os efeitos do excesso de trabalho – e
voltar novo em folha para o escritório.
1 – Conte as horas
vagas – e aproveite-as
Você já contou quanto tempo livre tem entre
abrir uma cerveja na sexta às seis da tarde e desligar o despertador às seis da
manhã de segunda? São 60 horas no total, ou 36 horas úteis, descontando-se as 24
de sono – quase a mesma carga horária de uma semana de trabalho.
“Tanto tempo não pode ser desperdiçado”, diz
Vanderkam. Por isso, ela recomenda dedicação máxima ao planejamento antecipado
dos dias de folga e diz que é preciso traçar estratégias com o mesmo apuro e
seriedade de compromissos profissionais.
2 – Planeje eventos-âncora
A intensa semana de trabalho geralmente
deixa o empreendedor esgotado na sexta-feira. Mas Vanderkam argumenta que
sentar inertemente na frente da TV ou surfar aleatoriamente na internet não são
as melhores maneiras de se preparar para uma nova jornada.
Parece um paradoxo, mas para renovar as
energias é preciso se mexer. “Outros tipos de trabalho, como exercícios físicos,
um hobby, tomar conta dos filhos ou ser voluntário, ajudam mais a preservar o ânimo
para os desafios da semana do que vegetar completamente”, afirma a escritora.
O segredo para ter um fim de semana ativo é planejar
alguns eventos-âncora, afirmam os entrevistados por Vanderkam para o livro. Não
é preciso encher todas as horas vagas, apenas ter em mente que haverá um horário
reservado para ver atividades e apresentações dos filhos, jogar futebol ou
cozinhar para os amigos.
“De início, isso pode parecer pouco
divertido e muito trabalhoso, mas, de acordo com os entrevistados, gastar
energia dá mais ânimo para retomar o trabalho”, afirma Vanderkam.
3 – Desfrute por
antecipação
Planejar com minúcia até mesmo o fim de
semana parece coisa de gente bitolada, mas Vanderkam defende que essa tarefa
também pode ser muito prazerosa. “Projetar o futuro e antecipar o programa
representa uma boa parte da felicidade gerada por qualquer evento”, afirma.
A tática de marcar as atividades com antecedência
também economiza momentos preciosos do fim de semana que em geral são gastos
negociando um plano com seu cônjuge ou correndo atrás de algum restaurante que
ainda tenha lugares vagos – ou de alguém para tomar conta das crianças.
Além disso, marcar um compromisso
desestimula a clássica desistência de fazer algo no final de semana por estar
muito cansado.
Por Bruna Maria Martins Fontes
Fonte Papo de Empreendedor
NADA DAQUELA CALÇA VELHA, AZUL E DESBOTADA
O que vestir (ou não) na empresa na ‘casual friday’, aconselham consultoras de moda
A sexta-feira chegou e, em muitas empresas, nota-se que os funcionários exibem um visual mais relax. Isso por conta do ''casual day'', que surgiu e se popularizou nos Estados Unidos, mas foi sendo incorporado aos poucos pelos brasileiros. É quando executivos e funcionários de organizações mais formais deixam de lado o terno, a gravata, os taileurs e o salto alto, e adotam trajes mais descontraídos. Mas nada de ir trabalhar de qualquer jeito, alertam as especialistas em moda e estilo. Segundo elas, não há uma regra definitida, e tudo vai depender do perfil da empresa e o segmento em que esta atua.
A consultora de moda e imagem Milla Mathias diz que, ainda hoje, as pessoas têm dúvidas quanto ao tipo de roupa que devem - ou podem - vestir nesses dias.
- Ainda pensam que podem ir de calça jeans, camiseta velha e tênis, quando na verdade não é bem assim.
A consultora explica que o intuito do casual day é trazer mais descontração às roupas, e consequentemente, ao ambiente de trabalho às vésperas do fim de semana, para que os profissionais possam trabalhar mais relaxados e contentes.
E, se antes, a prática se restringia apenas às sextas-feiras, e a poucas empresas, hoje a informalidade no vestir se estendeu a outros dias da semana e a diversos tipos de organizações, acrescenta Paula Acioli, coordenadora acadêmica do curso “Gestão de negócios no setor de moda”, da FGV.
- Essa mudança de padrões e quebra de paradigmas no vestir é, na verdade, um claro reflexo do tempo que estamos vivendo, muito mais democrático em todos os sentidos, social e economicamente falando - ressalta Paula.
Independentemente do dia, afirmam as especialistas, não se deve esquecer que estamos falando de ambiente de trabalho, e não fim de semana ou passeio. Para Paula, ética, bom-senso, observação, educação e adequação são valores que devem ser levados em conta, não só na vida pessoal e profissional, mas também quando falamos de vestuário:
- Esses valores facilitam as escolhas, aumentam as chances de acertos e diminiuem a possibilidade de erro. Se adicionarmos a isso toda a facilidade de acesso à quantidade de informações disponíveis em revistas, sites, blogs, e até mesmo nas trocas de idéias entre amigos nas redes sociais, a gente conclui que é quase impossível nos dias de hoje alguém "sair com qualquer roupa" para trabalhar, sem levar em consideração seu local de trabalho.
- É para ser casual, mas mantendo a elegância. Bom-senso é fundamental. É preciso cuidado para não cair na vulgaridade - completa a consultora de moda Renata Abranchs.
Por isso, é importante que algumas regras sejam observadas quanto à forma de se vestir no mundo corporativo.
E quando a empresa adota um ‘dress code’? A decisão de contar com um código específico sobre o que é ou não permitido trajar vai depender do perfil da companhia e de seus funcionários, diz Paula. Segundo a coordenadora acadêmica da FGV, faz toda a diferença ter conhecimento de como se dá o processo criativo de um uniforme ou de um padrão de roupa a ser usado, da complexidade de pensar o vestir institucional e de compreender o porquê de se adotar um código de vestir dentro de uma empresa.
- Os funcionários e profissionais passam a se sentir muito mais parte da empresa e a valorizar suas posições e funções dentro do sistema de trabalho. A roupa agrega valor. Seja para marcas de luxo, seja para marcas populares de varejo, seja em uniformes (que transmitem via funcionário o conceito e os valores de uma determinada empresa). Um funcionário que conhece e compreende a história do que veste passa a entender muito melhor a história da empresa para a qual está trabalhando, ou como diz a expressão, está "vestindo a camisa".
As dicas das especialistas em moda e estilo para o ‘casual day’
- Vale a velha regra de proibição de decotes, fendas, transparências, roupas justas ou curtas;
- No lugar dos terninhos, coloque uma saia menos estruturada ou uma calça reta mais fluida, com uma camisa;
- Blusas de tricô com tramas mais abertas também são permitidas;
- Se quiser usar jeans, verifique se a empresa permite e, em caso positivo, use um de lavagem escura, corte reto e novo. Lembre-se: nada de rasgos, puídos, tachas etc.;
- Caso faça frio, leve um cardigã, suéter com gola careca ou blazer;
- Já no caso de muito frio, um casaco de lã ou de couro caem bem;
- Nos pés, sapatos mais baixos (e impecáveis) ou sapato-tênis de couro ou camurça;
- Bijuterias e enfeites de cabelo devem ser discretos.
Opções a serem riscadas da lista:
- Calça velha, azul e desbotada;
- Tops ou barriguinha de fora;
- Tecidos sintéticos ou brilhantes;
- Mules (tipo de calçado);
- Sandálias rasteirinhas;
- Estampas ou detalhes de bicho.
Para eles:
- Esqueça os ternos e adote as calças de lãzinha ou gabardine, para dias frios, e as de algodão ou sarja, para os mais quentes.
- Elimine a gravata;
- Se quiser usar jeans, verifique se a empresa permite e, em caso positivo, use um de lavagem escura, corte reto e novo (a regra vale para homens e mulheres).
- Camisa mais informal ou camiseta polo são uma ótima pedida.
- Se fizer frio, suéter, em decote V, cardigãs ou blazer azul marinho de tecido mais encorpado.
- Nos pés sempre mocassim social, combinando com a cor do cinto. Dê preferência ao tom café, pois ele é mais informal do que o preto.
É proibido usar:
- Jeans claro, rasgado, surrado, de balada etc;
- Calças com passante sem cinto;
- Calças com elástico na cintura;
- Camisetas sem manga ou com figurinhas ou piadinhas;
- Moletom;
- Boné;
- Roupa com camuflagem;
- Tênis ou sapato–tênis;
- Meia branca.
Por Ione Luques
Fonte O Globo Online
quinta-feira, 3 de setembro de 2026
CONFIRA 10 ARMADILHAS MENTAIS QUE ATRAPALHAM SEU SUCESSO
Muitas
vezes, nossa mente nos leva a pensar que não somos competentes para
realizar determinadas tarefas. Algumas pessoas tendem a criar
realidades “distorcidas”, acreditando que são incapazes. Esse
“pensamento tóxico” pode ser um obstáculo para os profissionais
terem sucesso e ainda torná-los mais suscetíveis a erros.
Para
evitar esse comportamento, conheça as 10 "armadilhas mentais",
que te impedem de ser bem-sucedido, dadas pelo site "Entrepreneur".
CRENÇAS
LIMITANTES
“Eu
não consigo fazer isso”. Essa frase é um clássico exemplo de
crença limitante. Muitas vezes, o sentimento de insegurança acaba
impedindo as pessoas de acreditarem em seu potencial.
Essas
crenças, geralmente, são formadas a partir de experiências
negativas. As pessoas devem tomar cuidado e não deixar que essa
crença falsa se consolide e vire uma verdade, porque isso pode
atrapalhar o potencial de sucesso delas. Em vez de dizer que não
pode fazer algo, se pergunte como você poderia fazer determinada
tarefa.
OBSESSÃO
COM O PERFECCIONISMO
A
busca por aprimorar o seu trabalho é uma ótima qualidade. Isso pode
ajudar as pessoas a crescerem e aprenderem mais. No entanto, é
preciso aceitar que você não é perfeito, aconselha o texto.
Muitas
vezes, a obsessão pelo perfeccionismo é o resultado do medo da
crítica e da rejeição. Muitos, profissionais, por exemplo, se
sentem apreensivos que outras pessoas julguem ou coloquem defeitos em
seu trabalho.
É
necessário tomar cuidado com o perfeccionismo. Essa atitude te leva
a perder prazos e ainda pode impedir que você aprecie suas
conquistas, porque para você seu trabalho nunca estará bom
suficiente.
TER
APENAS UM PONTO DE VISTA
As
pessoas tendem a ver as coisas com olhares diferentes. Entretanto,
muitas vezes nossa perspectiva pode vir carregada de uma visão
negativa. Essa armadilha mental, muitas vezes, confirma as nossas
próprias crenças.
As
pessoas tendem ver as coisas apenas por suas perspectiva. Em muitos
casos, elas interpretam as informações para que elas se encaixem na
“caixinha” do seu ponto de vista. Isso ocorre, principalmente,
com assuntos que somos ligados emocionalmente.
Esse
comportamento pode nos levar a decisões erradas e nos impedir de
sermos bem-sucedidos.
MEDO
DE MUDANÇA
“Para
que mudar? É muito mais seguro deixar as coisas como estão”. Esse
pensamento já deve ter passado pela mente de muitas pessoas. No
entanto, as mudanças são inevitáveis, de acordo com o texto.
Para
se alcançar o sucesso, é preciso apostar na inovação e na
resolução criativa dos problemas. Isso não irá ocorrer se
permanecemos realizando as tarefas sempre da mesma maneira.
Essa
mentalidade vai impedir seu crescimento e te tornar resistente a
ajuste necessários para aprimorar seu trabalho. A consequência
disso é deixar várias oportunidade interessantes escorrerem pelas
suas mãos.
DESPERDÍCIO
Não
perca tempo com algo que está fadado ao fracasso. Muitas vezes os
empreendedores gastam tempo e dinheiro em projetos que já mostraram
sinais de que não irão funcionar, O resultado disso é ter custos
irreparáveis.
Desperdiçar
capital, porque você cometeu um erro e não quer admitir ou porque
não há uma solução alternativa para seu projeto inicial, é um
caminho igualmente muito perigoso.
Começar
a pensar em novas opções pode te ajudar a encontrar outras
alternativas para colocar o seu projeto em prática.
PENSAR
QUE VOCÊ É UMA FRAUDE
A
síndrome do impostor é muito comum em nossa sociedade,
principalmente nos ambientes corporativas. Por mais que sejamos
bem-sucedidos e reconhecidos no nosso trabalho, aquela ponta de
dúvida, muitas vezes, ronda a nossa mente.
Nós
nos sentimos como atores desempenhamos papéis, que não correspondem
a nossa personalidade e que a qualquer momento seremos desmascarados.
Muitas
vezes, a pessoa consegue um emprego, mas acredita que não é
competente para a vaga. A síndrome do impostor pode estar
relacionada à ansiedade, depressão e insegurança.
A
consequência desse comportamento, de acordo com a coluna da
"Entrepreneur" pode fazer com que as pessoas adiem e evitem
assumir riscos. Além disso, impede que elas tenham sucesso já que
precisam ficar se provando constantemente.
Não
enxergar o meio termo das situações
As
pessoas tendem a dividir as situações em dois lados: bom ou ruim.
Para muitos, é difícil enxergar um meio termo.
Quando
polarizamos as situações, somos menos flexíveis e imparciais. É
necessário deixar de lado esse pensamento, para pode abrir a mente
para diferentes possibilidades.
TIRAR
CONCLUSÕES PRECIPITADAS
Você
já julgou mal alguém se baseando em suas percepções iniciais?
Isso ocorre com muitas pessoas que tiram conclusões precipitadas
sobre pessoas e situações sem ter todas as informações
necessárias.
Muitas
vezes, fazemos suposições ou generalizamos uma situação, porque
não conseguimos distinguir entre o que realmente observamos e o que
deduzimos. Isso pode levar às pessoas a tomarem decisões
equivocadas.
CULPAR
OS OUTROS
É
comum as pessoas culparem os outros pelas situações difíceis, que
elas estão enfrentando. No entanto, acreditar que nossos problemas
são produzidos por fatores externos não é bom, pois pode criar uma
atmosfera negativa em seu ambiente de trabalho.
Atribuir
a culpa de suas ações a um "bode expiatório" pode
impedir que as pessoas aprendam com os seus erros. Além disso, essa
postura passa aos outros uma imagem mesquinha do profissional.
TENTAR
CONTROLAR TUDO
O
microgestão é um dos grandes vilões do mundo corporativo. Recusar
a ajuda dos outros profissionais vai gerar conflitos em sua equipe.
Ter altos padrões para execução de tarefas não é uma solicitação
ruim. É necessário pensar se eles são alcançáveis. Intervir a
todo momento no trabalho pode reduzir a produtividade de seus
funcionários.
Pessoas
controladoras acreditam que seu nível de perfeição evitará
expor-se a riscos externos, mas não podemos controlar tudo. A dica é
reconhecer as suas prioridades e delegar as tarefas possíveis.
Fonte
Revista Pequenas Empresas Grandes Negócios
5 SINAIS DE QUE VOCÊ POSSUI INTELIGÊNCIA EMOCIONAL
Se você gostaria de aprender a lidar com seus
sentimentos e situações delicadas, pode começar a desenvolver sua inteligência
emocional. Confira 5 sinais de que você possui essa característica
Embora
muitas pessoas acreditem que a inteligência se refere apenas ao seu grau de
conhecimento, a verdade é que essa característica pode ser representada de
diversas formas. Uma delas, a inteligência emocional, se refere à capacidade de
uma pessoa de lidar com situações e sentimentos de maneira madura e evoluída,
extraindo sempre o melhor de cada situação. Entretanto, reconhecer sinais dessa
característica não é tão fácil. Se você gostaria de saber como é sua relação
com a inteligência emocional, confira 5 sinais que podem mostrar se você a
possui:
1. Curiosidade sobre pessoas que você não conhece
Se
você adora conhecer novas pessoas e tem a tendência natural de fazer diversas
questões a elas quando é apresentado, você tem grandes chances de possuir a
inteligência emocional bem desenvolvida. Esse comportamento mostra certo grau
de empatia, um dos principais componentes da inteligência emocional.
2. Conhecimento de pontos fortes e fracos
Grande
parte de possuir autoconsciência é ser honesto consigo mesmo sobre quem você é,
ou seja: saber em que tarefas você apresenta seu melhor desempenho e em quais
você enfrenta dificuldades. Mais que isso, você tem que aceitar essas
informações. Uma pessoa inteligente emocionalmente aprende a identificar suas
áreas de força e fraqueza e sabe como analisar maneiras mais eficientes de
trabalhar apesar dos pontos fracos.
3. Capacidade de prestar atenção
Se
você é o tipo de pessoa que se distrai a cada evento mínimo, isso é sinal de
que você ainda pode trabalhar melhor o seu nível de inteligência emocional.
Pessoas desenvolvidas nessa área são capazes de manterem-se atentas a uma
tarefa principal apesar do que está acontecendo ao seu redor.
4. Conhecimento dos motivos para tristeza
Qualquer
pessoa experimenta um grande número de variações emocionais ao longo do dia e,
em muitos casos, sequer entende o que está causando sensações como tristeza ou
raiva. Porém, um aspecto importante da autoconsciência e da inteligência
emocional é a habilidade de reconhecer de onde vêm suas emoções e entender o
que está causando tristeza.
5. Capacidade de automotivação
Se
você sempre se mostra como alguém ambicioso e trabalha duro, mesmo quando pode
não ser recompensado por isso, seus níveis de inteligência emocional
provavelmente estão bem desenvolvidos. Sendo capaz de motivar a si mesmo, você
concentra sua atenção e energia para alcançar seus objetivos.
Fonte
Universia Brasil
quarta-feira, 2 de setembro de 2026
terça-feira, 1 de setembro de 2026
5 CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS QUE ALAVANCAM SUA CARREIRA
Profissionais que conseguem suprir a novas demandas do mercado de trabalho têm mais chances de sucesso
Pesquisadores cada vez mais têm migrado do ambiente acadêmico para o mundo corporativo
Algumas competências específicas estão em alta no mercado de trabalho .É o que revela uma pesquisa feita mais de 30 países, divulgada pela Hays. "Para quem quer inserir a carreira no mercado global, estas são as habilidades para se concentrar e desenvolver", diz Alexia Franco, diretora da Hays no Rio de Janeiro.
1 Finanças e orçamento
Cada vez mais, as organizações estão procurando profissionais eficientes quando o assunto é controle de finanças e orçamentos. Mas, segundo a pesquisa, em muitos países faltam candidatos qualificados.
"Hoje em dia, todas as áreas de uma empresa estão diretamente comprometidas com resultados", diz Raphael Falcão, consultor da Hays.
Dica
Ficar atento aos custos e às receitas da área em que trabalha é essencial. "É importante ter uma noção destes aspectos independente da atividade exercida", diz Falcão.
2 Tecnologia para além das redes sociais
Profissionais especialistas em linguagens de programação tais como, JAVA, NET e C ++ têm chances promissoras no mercado. "Cada vez mais as empresas se interessam neste tipo de tecnologia para aumentar os resultados", diz Falcão.
Dica
Quem é do ramo deve estar atento ao que está acontecendo em termo de tecnologia de ponta. "É importante o profissional prestar atenção nas referências do segmento", diz Falcão. Cursos de aperfeiçoamento podem suprir deficiências em áreas específicas.
3 Sustentabilidade
Não tem como fugir. É um tema que está cada vez mais enraizado nas empresas. "É também uma exigência do mercado de consumo", diz Falcão.
Atualmente, os setores de energia e construção tem se envolvido bastante com o assunto.
Dica
Apesar de não ser uma graduação específica, instituições de ensino já oferecem cursos ligados a diferentes áreas e com foco em sustentabilidade.
4 Pesquisa e desenvolvimento
Companhias da área de tecnologia, bens de consumo, indústria e ciência buscam funcionários capazes de investir em pesquisas. Em processo de consolidação no Brasil, o setor de petróleo e gás, por exemplo, tem criado muitas oportunidades na área.
Dica
Profissionais da área acadêmica ganham mercado com mais pesquisas sendo desenvolvidas. "Tem ocorrido um movimento migratório da universidade para o ambiente corporativo", diz Falcão.
5 Assistência médica
Com a expectativa de vida cada vez maior, a demanda por assistência médica vem crescendo. Mas a falta destes profissionais especializados nesta área continua sendo uma ameaça para os próximos anos. "O mercado agora está mais focado em proporcionar qualidade de vida aos mais velhos e isso mexe em toda a cadeia produtiva", diz Falcão.
Dica
O setor de prevenção e qualidade de vida envolve equipes multiprofissionais. Especialidades em todas as áreas de saúde com foco nos idosos são promessas de oportunidades para profissionais de saúde.
Por Camila Pati
Fonte Exame.com
HOJE, TERÇA, É UM BOM DIA PARA VOCÊ ENVIAR SEU CURRÍCULO ÀQUELA EMPRESA
Especialistas tiram dúvidas sobre as estratégias para
despertar o interesse do recrutador pelo seu perfil
Na
hora de procurar um emprego ou disputar uma vaga, a primeira dúvida é como
elaborar um bom currículo para que ele ajude a despertar o interesse do
recrutador, divulgando todo o potencial do profissional. Mas outras estratégias
são importantes também: para ter melhores resultados, é preciso selecionar as
empresas que melhor se adequam ao seus objetivos, bem como as vagas mais
alinhadas ao seu perfil. Mas qual o melhor dia para enviar ou entregar o
currículo? Vale ir pessoalmente entregar o documento na empresa? O Boa Chance
listou as principais dúvidas e pediu que a diretora da Mira RH, empresa de
gestão de recursos humanos, Fátima Mangueira, e a coach High Performance,
Dirlene Costa, respondessem e dessem outras dicas:
Melhor dia
Os
melhores dias para procurar emprego e entregar o currículo são segundas e
terças-feiras, geralmente na parte da manhã, pois as melhores vagas são
fechadas rapidamente, explica Fátima. Nesses dois dias, as pessoas têm uma
visão de recomeço, e as empresas estão prontas para executar o que planejaram
para a semana, inclusive reposição de vagas, diz Dirlene. Na sexta-feira, ao
contrário, a visão dos empregadores é preparar as estratégias para a próxima
semana.
Pessoalmente ou por correio?
O
currículo de papel não está morto. Ainda há pessoas que vão espontaneamente
entregar o currículo pessoalmente nas empresas de seu interesse. Outras
comparecem atendendo ao anúncio da vaga que foi divulgada. A coach sugere que a
pessoa envie currículo mesmo quando não há vaga em aberto, já que esta é uma
oportunidade de entrar no banco de talentos de uma empresa.
Cara e coragem
Na
opinião da especialista, vale a pena, sim, o profissional deixar seu CV
pessoalmente nas empresas, mas o ideal é que ele telefone antes para agendar
uma entrevista. Assim, tem mais garantias de ser recebido. Para Fátima, é muito
importante que o profissional deixe o documento mesmo que não tenha vaga no
momento dentro de seu perfil, pois esta pode surgir a qualquer momento e ele
será convidado para participar do processo seletivo.
Dirlene,
por sua vez, aconselha que, antes de procurar algum funcionário específico para
entregar seu currículo, o profissional faça uma sondagem antes para ver se
conhece alguém que possa lhe apresentar a ele. De qualquer forma, os currículos
geralmente são gerenciados pelo departamento de RH das empresas. Por isso,
acredita, o melhor caminho é procurar o próprio RH, salvo se você conhece
alguém que possa lhe colocar de frente com o gestor e que ele esteja buscando
profissionais para sua equipe.
— A orientação é: menos é mais. Portanto, cuidado para não incomodar e
passar uma visão de desespero, o que pode comprometer oportunidades futuras.
Busque o RH ou uma indicação — completa Dirlene.
Telefonar ou não?
Você
pode ligar de vez em quando para o RH, mas somente para perguntar se estão com
alguma oportunidade para sua área, demonstrando interesse e se colocando à
disposição, sugere Dirlene. E não vale ligar diariamente, esta atitude precisa
ser periódica, de 15 em 15 dias, uma vez por mês, completa a coach. Outra
estratégia sugerida por Fátima é enviar o currículo, se cadastrando no site
pelo banco de empregos, pois desta forma os CVs são analisados e cadastrado já
dentro do perfil e experiência profissional. Feito isso, é aguardar ser convidado
para entrevista com horário agendado.
À espera de uma resposta
Se
você participou de algum processo seletivo e ainda não foi chamado, é porque
não chegou o momento. Por isso, calma. O processo pode ainda estar em andamento
ou realmente você não foi selecionado, diz a coach, lembrando que a maioria das
empresas avisa. De qualquer forma, acrescenta Dirlene, espere entre uma semana
e dez dias para saber sobre o andamento do processo. Mostre interesse sobre o
processo seletivo, mas cuidado para não ser insistente ou inconveniente. Apenas
mostre interesse em saber em que posição está e se coloque à disposição. Ainda
de acordo com a diretora da Mira RH, geralmente os currículos ficam cadastrados
por um prazo de seis meses e, a qualquer momento que surja uma vaga com o seu
perfil, o profissional pode ser convidado para uma entrevista.
Dever de casa
É
aconselhável procurar saber quais vagas constam do site da empresa, para se
cadastrar na melhor oportunidade e que esteja mais adequada com o seu perfil. A
dica mais importante é, ser for convidado para entrevista, estar presente pelo
menos 15 minutos antes da hora agenda e com o currículo impresso. Procure,
sempre, estar a par da cultura desta organização, e ficar atento à missão e à
visão da companhia.
E
lembre-se
—
Currículo precisa ser claro e objetivo, máximo 2 páginas;
—
Nada de ficar vendendo suas qualidades, o recrutador vai avaliar isso. Apenas
reforce os pontos fortes que você tem e que pode ajudar a empresa. Entre 3 a 5;
—
Faça uma carta se apresentando e demostrando interesse pela vaga. Carta
simples, objetiva e gentil;
—
Coloque sempre as empresas que trabalhou, período trabalhado e as atividades ou
resultados importantes que realizou;
—
Insira suas formações, mas de forma sucinta: coloque as três últimas;
—
Informe cursos, no máximo três de relevância e convergência com a vaga. Cursos
que não agregam valor para o cargo em questão, é melhor não citar.
Fonte
O Globo Online
segunda-feira, 31 de agosto de 2026
domingo, 30 de agosto de 2026
VOCÊ É RESPONSÁVEL
A mente ordinária sempre lança a responsabilidade em outro alguém. É sempre o outro que está lhe fazendo sofrer. Sua esposa está lhe causando sofrimento, seu marido está lhe fazendo sofrer, seus pais estão lhe fazendo sofrer, seus filhos estão lhe fazendo sofrer, ou o sistema financeiro da sociedade, capitalismo, comunismo, fascismo, a ideologia política prevalecente, a estrutura social, ou o destino, carma, Deus... você nomeia!
As pessoas têm milhões de maneiras de se esquivar da responsabilidade. Mas no momento que você diz que outra pessoa – X,Y,Z – está lhe causando sofrimento, assim você não pode fazer nada para mudar isso. O que você pode fazer? Quando a sociedade muda e o comunismo chega e há um mundo sem classes, então todos serão felizes. Antes disso, não é possível. Como é que você pode ser feliz numa sociedade pobre? E como você pode ser feliz numa sociedade que é dominada pelos capitalistas? Como você pode ser feliz com uma sociedade que é burocrática? Como você pode ser feliz com uma sociedade que não lhe permite liberdade?
Desculpas e mais desculpas – desculpas apenas evitam um insight que ”Sou responsável por mim mesmo. Ninguém mais é responsável por mim; é absolutamente e totalmente minha responsabilidade. O que quer que eu seja, sou minha própria criação”. Esse é o significado deste sutra:
Conduza toda a culpa para um.
E esse um é você.
Uma vez que esse insight se estabelece: "Sou responsável por minha vida – por todo meu sofrimento, pela minha dor, por tudo que aconteceu comigo e está acontecendo a mim – Eu escolhi esse caminho; essas são as sementes que eu semeei e agora estou colhendo a safra; sou responsável" – uma vez que esse insight se torna um entendimento natural em você, então tudo mais é simples.
Assim a vida começa a dar uma nova reviravolta. Começa a se mover numa nova dimensão. Essa dimensão é conversão, revolução, mutação – porque uma vez que sei que sou responsável, também sei que posso abandonar isso a qualquer momento que decida fazê-lo. Ninguém pode me impedir de abandonar isso.
Pode alguém lhe impedir abandonar sua miséria, de transformar sua miséria em felicidade? Ninguém. Mesmo que você esteja na prisão, acorrentado, preso, ninguém pode prender você; sua alma ainda permanece livre.
É claro, você fica numa situação muito limitada, mas mesmo nessa situação limitada você pode cantar uma canção. Você pode ou derramar lágrimas de desamparo ou pode cantar uma canção. Mesmo com correntes em seus pés você pode dançar; então até mesmo o som das correntes terá uma melodia nela.
Palavras de Osho
sábado, 29 de agosto de 2026
EMERGÊNCIA - LUÍS FERNANDO VERÍSSIMO
É fácil identificar o passageiro de primeira
viagem. É o que já entra no avião desconfiado. O cumprimento da aeromoça, na
porta do avião, já é um desafio a sua compreensão.
- Bom dia…
- Como assim?
Ele faz questão de sentar num banco de
corredor, perto da porta. Para ser o primeiro a sair no caso de alguma coisa
dar errado. Tem dificuldade com o cinto de segurança. Não consegue atá-lo. Confidencia
ao passageiro ao seu lado:
- Não encontro o buraquinho. Não tem
buraquinho?
Acaba esquecendo a fivela e dando um nó no
cinto. Comenta, com um falso riso descontraído: “Até aqui, tudo bem”. O
passageiro ao lado explica que o avião ainda está parado, mas ele não ouve. A
aeromoça vem lhe oferecer um jornal, mas ele recusa.
- Não, obrigado. Não bebo.
Quando o avião começa a correr pela pista
antes de levantar voo, ele é aquele com os olhos arregalados e a expressão de
Santa Mãe do Céu! No rosto. Com o avião no ar, dá uma espiada pela janela e se
arrepende. É a última espiada que dará pela janela.
Mas o pior está por vir. De repente ele ouve
uma misteriosa voz descarnada. Olha para todos os lados para descobrir de onde
sai a voz.
“Senhores passageiros, sua atenção, por
favor. A seguir, nosso pessoal de bordo fará uma demonstração de rotina do
sistema de segurança deste aparelho. Há saídas de emergência na frente, nos
dois lados e atrás.”
- Emergência? Que emergência? Quando eu
comprei a passagem ninguém falou nada de emergência. Olha, o meu é sem emergência!
Uma das aeromoças, de pé ao seu lado, tenta
acalmá-lo.
- Isto é apenas rotina, cavalheiro.
- Odeio rotina. Aposto que você diz isso
para todos. Ai, meu santo.
“No caso de despressurização da cabina, máscaras
de oxigênio cairão automaticamente de seus compartimentos.”
- Que história é essa? Que despressurização
? Que cabina?
“Puxe a máscara em sua direção. Isto acionará
o suprimento de oxigênio. Coloque a máscara sobre o rosto e respire normalmente.”
- Respirar normalmente? A cabina
despressurizada, máscaras de oxigênio caindo sobre nossas cabeças – e ele quer
que a gente respire normalmente?!
“ Em caso de pouso forçado na água…
- O quê?!
“…os acentos de suas cadeiras são flutuantes
e podem ser levados para fora do aparelho e…”
- Essa não! Bancos flutuantes, não! Tudo,
menos bancos flutuantes!
- Calma, cavalheiro.
- Eu desisto! Parem este troço que eu vou
descer. Onde é a cordinha? Parem!
- Cavalheiro, por favor. Fique calmo.
- Eu estou calmo. Calmíssimo. Você é que está
nervosa e, não sei por que, está tentando arrancar as minhas mãos do pescoço
deste cavalheiro ao meu lado. Que aliás , também parece consternado e levemente
azul.
- Calma! Isso. Pronto. Fique tranqüilo. Não
vai acontecer nada.
- Só não quero mais ouvir falar em banco
flutuante.
- Certo. Ninguém mais vai falar em banco
flutuante.
Ele se vira para o passageiro ao lado, que
tenta desesperadamente recuperar a respiração, e pede desculpas. Perdeu a cabeça.
É que banco flutuante foi demais. Imagine só.
Todo mundo flutuando sentado. Fazendo sala no meio do oceano Atlântico!
A aeromoça diz que lhe vai trazer um
calmante e aí mesmo que ele dá um pulo:
- Calmante, por quê? O que é que está acontecendo?
Vocês estão me escondendo alguma coisa!
Finalmente, a muito custo, conseguem acalmá-lo.
Ele fica rígido na cadeira. Recusa tudo que lhe é oferecido. Não quer o almoço.
Pergunta se pode receber sua comida em dinheiro. Deixa cair a cabeça para trás
e tenta dormir. Mas, a cada sacudida do avião, abre os olhos e fica cuidando a
portinha do compartimento sobre sua cabeça, de onde, a qualquer momento, pode
pular uma máscara de oxigênio e matá-lo do coração.
De repente, outra voz. Desta vez é do
comandante.
- Senhores passageiros, aqui fala o
comandante Araújo. Neste momento. À nossa direita, podemos ver a cidade de …
Ele pula outra vez da cadeira e grita para a
cabina do piloto:
- Olha para a frente, Araújo! Olha para a
frente!
(Luís Fernando Veríssimo)
Fonte Para Gostar de Ler - Crônicas (Volume VII)
sexta-feira, 28 de agosto de 2026
quinta-feira, 27 de agosto de 2026
O QUE É UM MAPA MENTAL? PARA QUE SERVE? PASSOS PARA FAZER UM
O que é um
mapa mental? Mapa mental é um diagrama que permite que você organize ideias de
forma simples e lógica, representando-as visualmente, facilitando o processo de
memorização. Ele começa com um tema central, que evolui através de linhas ou
“ramos” relacionando os subtópicos do tema.
Técnica de
estudo criada no final da década de 1960 por Tony Buzan, um consultor inglês. Ela
consiste em criar resumos cheios de símbolos, cores, setas e frases de efeito
com o objetivo de organizar o conteúdo e facilitar associações entre as
informações destacadas.
Como o
próprio nome diz, serve para você se orientar nessa vastidão de conteúdos. Essa
técnica de estudos ajuda a memorizar os principais pontos do tema estudado e
organizar os detalhes na sua cabeça.
A primeira
coisa que você deve fazer é pegar uma ficha em branco (pode ser uma folha sulfite
A4), deixe virada na horizontal e coloque algum conteúdo bem marcante no centro.
Faça desenhos, monte gráficos ou insira símbolos.
A partir
desse ponto central, você desenvolverá o estudo e organizará as principais
informações. É muito importante que você escolha bem o que vai representar sua
ficha de estudos, pensando nas conexões feitas entre ele.
Outro ponto
muito importante na construção do seu resumo é você decidir o que cada elemento
representará. Tudo tem que ter sentido, com diferentes significados.
Por isso, tudo
precisa ser muito bem pensado:
·
cores
– cada uma delas deve “comunicar” algo;
· formatos
– a escolha de cada formato deve ser pensada para associar conteúdos. O
retangular pode abordar aspectos políticos, enquanto o triangular diz respeito
ao aspecto econômico;
·
setas
– o tipo de seta também pode te deixar uma dica e criar conexões no mapa mental;
·
balõezinhos
– a mesma lógica se aplica a cada balão.
Veja os melhores sites para fazer de graça
1. GoConqr (goconqr.com/pt-BR/mapas-mentais).
2. MindMeister.
3. Draw.io.
4. Coggle (coggle.it).
5. Canva (canva.com/pt_br/graficos/mapa-mental).
6. Gliffy.
Passos para desenhar um mapa mental:
1. Defina o tema central, ex: Direito
Internacional.
2. Procure informações que
envolvam o tema e leia bastante sobre os assuntos que você precisará colocar no
mapa.
3. Utilize cores, setas e
desenhos. Esses elementos no mapa vão ajudar você a associar os assuntos e
lembrar deles posteriormente.
4. Use palavras-chave curtas para
montar o fluxo do seu mapa, pois as grandes tiram o foco e podem confundir.
5. Deixe a folha em formato
paisagem. Isso ajuda as ideias a fluírem melhor.
6. Comece desenhando no centro da
folha, colocando o tema central e o envolvendo com algum elemento visual. Exemplo:
um balão de idéia ou algum desenho que represente a palavra.
7. Conecte as linhas de forma
decrescente, ligando os maiores junto com os subtópicos e o tema central, e os
assuntos mais específicos, com linhas menores, ligando nos subtópicos. Ficou
confuso? Veja um exemplo:
8. Faça linhas com curvas. Desse
modo, o cérebro terá mais facilidade de manter a atenção, já que linhas retas
deixam a mente entediada com mais facilidade.
9. Por fim consulte-o sempre para
não esquecer a linha de raciocínio. O cérebro precisa de um tempo para
memorizar novas informações até que elas se tornem naturais.
Como criar um mapa mental no Word?
Como fazer um mapa mental
1. Selecione um template de mapa
mental.
2. Clique no texto para começar a
personalizar o seu mapa mental.
3. Personalize detalhes como
cores e fontes.
4. Escolha itens como quadros, formas
e linhas da nossa ampla seleção de elementos gráficos.
5. Baixe, imprima ou compartilhe.
Referências bibliográficas
DEL
RIO, V. Introdução ao desenho urbano no processo de planejamento. Um. Ed. São
Paulo: PINE, 1990.
MORAN,
J.M. Ensino e Aprendizagem inovadores com Tecnologias Audiovisuais e
Telemáticas; in NOVAS TECNOLOGIAS E MEDIAÇÃO PEDAGÓGICA. Campinas, SP: Papirus,
2000.
NOT,
LOUIS. Ensinando a Aprender. Elementos de Psico-Didática Geral. São Paulo: Summus,
1993.
Benigno Núñez Novo
Fonte JusBrasil Notícias
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