sábado, 27 de junho de 2026

COMO AS CORES MEXEM COM NOSSAS EMOÇÕES

Quando você pensa em paz, que cor vem a sua mente? Pode ser que você tenha pensado em outras cores, mas, provavelmente, a primeira que surgiu foi o branco, certo?

Se você refletir sobre as emoções primárias como raiva, medo, nojo, alegria, tristeza ou surpresa, vai atribuir uma cor para cada uma delas. Não é interessante perceber como estão conectadas diretamente com as nossas emoções?

Para entender como o cérebro humano identifica as cores e atribui uma sensação ou emoção a elas, contamos com a PSICOLOGIA DAS CORES.

O estudo analisa o comportamento humano em relação às cores e também ajuda a compreender a influência delas em nosso estado emocional.

Por isso, elas são muito usadas por empresas em embalagens para vender produtos; pela publicidade para comunicar ideias e conceitos; ou ainda na ambientação de hospitais, casas e escritórios.

Para ter uma ideia do impacto delas até em nossas decisões, Neil Patel (referência em marketing digital e responsável pelo sucesso de algumas empresas na internet como a Amazon e General Motors) afirmou que a “cor representa até 85% da razão pela você comprou um produto específico”.

Em termos práticos, essa informação compartilhada por Patel reforça que a cor é um elemento fundamental para qualquer projeto, desde a criação de uma identidade visual de uma marca até a escolha de um look para uma entrevista de emprego. O que deve ser considerado é objetivo, ou seja, qual emoção queremos despertar no outro e que reação esperamos como resultado.

Como PENSADORES VISUAIS, podemos (e devemos) usar também as cores para expressar sentimentos, comunicar ideias e criar experiências para aqueles que entram em contato com os materiais que produzimos.

 Quando quiser expressar emoções, as cores são aliadas criativas e poderosas! Algumas dicas para ajudar nesse processo.

🔵AZUL: serenidade, honestidade, inteligência.

🟢VERDE: esperança, equilíbrio, crescimento.

🟡AMARELO: confiança, alegria, criatividade.

🟠LARANJA: energia, jovialidade, amigável.

🔴VERMELHO: raiva, paixão, desejo.

🟣LILÁS: espiritualidade, calma, lealdade.

As cores podem mudar de significado de acordo com cada cultura. Fique atento em relação ao seu objetivo e para quem você irá usar a cor como forma de expressão.

Agora, aproveite esse recurso incrível para se comunicar com mais clareza e emoção!

FELIZ SÁBADO!

sexta-feira, 26 de junho de 2026

BOM FIM DE SEMANA...

GOLPE WHATSAPP

COMO PLANEJAR UM FIM DE SEMANA REALMENTE REVIGORANTE

Depois de uma semana inteira de trabalho intenso, o que você faz na sexta-feira?

Quem respondeu que se joga no sofá e contempla uma longa lista de tarefas não está sozinho: para muitos empreendedores, o fim de semana também conta como dia útil, e não como descanso.
O problema dessa rotina é acordar um tanto exausto na segunda-feira, afirma a escritora Laura Vanderkam. Ela acaba de publicar o e-book “What the Most Sucessful People Do on the Weekend” (o que as pessoas mais bem-sucedidas fazem no final de semana), para o qual conversou com empresários de sucesso sobre sua programação de fim de semana.
Em um artigo publicado no site da revista Inc, ela resume o que ouviu desses empreendedores e dá três dicas para usar melhor o sábado e o domingo para combater os efeitos do excesso de trabalho – e voltar novo em folha para o escritório.

1 – Conte as horas vagas – e aproveite-as
Você já contou quanto tempo livre tem entre abrir uma cerveja na sexta às seis da tarde e desligar o despertador às seis da manhã de segunda? São 60 horas no total, ou 36 horas úteis, descontando-se as 24 de sono – quase a mesma carga horária de uma semana de trabalho.
“Tanto tempo não pode ser desperdiçado”, diz Vanderkam. Por isso, ela recomenda dedicação máxima ao planejamento antecipado dos dias de folga e diz que é preciso traçar estratégias com o mesmo apuro e seriedade de compromissos profissionais.

2 – Planeje eventos-âncora
A intensa semana de trabalho geralmente deixa o empreendedor esgotado na sexta-feira. Mas Vanderkam argumenta que sentar inertemente na frente da TV ou surfar aleatoriamente na internet não são as melhores maneiras de se preparar para uma nova jornada.
Parece um paradoxo, mas para renovar as energias é preciso se mexer. “Outros tipos de trabalho, como exercícios físicos, um hobby, tomar conta dos filhos ou ser voluntário, ajudam mais a preservar o ânimo para os desafios da semana do que vegetar completamente”, afirma a escritora.
O segredo para ter um fim de semana ativo é planejar alguns eventos-âncora, afirmam os entrevistados por Vanderkam para o livro. Não é preciso encher todas as horas vagas, apenas ter em mente que haverá um horário reservado para ver atividades e apresentações dos filhos, jogar futebol ou cozinhar para os amigos.
“De início, isso pode parecer pouco divertido e muito trabalhoso, mas, de acordo com os entrevistados, gastar energia dá mais ânimo para retomar o trabalho”, afirma Vanderkam.

3 – Desfrute por antecipação
Planejar com minúcia até mesmo o fim de semana parece coisa de gente bitolada, mas Vanderkam defende que essa tarefa também pode ser muito prazerosa. “Projetar o futuro e antecipar o programa representa uma boa parte da felicidade gerada por qualquer evento”, afirma.
A tática de marcar as atividades com antecedência também economiza momentos preciosos do fim de semana que em geral são gastos negociando um plano com seu cônjuge ou correndo atrás de algum restaurante que ainda tenha lugares vagos – ou de alguém para tomar conta das crianças.
Além disso, marcar um compromisso desestimula a clássica desistência de fazer algo no final de semana por estar muito cansado.
  Por Bruna Maria Martins Fontes
Fonte Papo de Empreendedor

NADA DAQUELA CALÇA VELHA, AZUL E DESBOTADA

 
O que vestir (ou não) na empresa na ‘casual friday’, aconselham consultoras de moda

A sexta-feira chegou e, em muitas empresas, nota-se que os funcionários exibem um visual mais relax. Isso por conta do ''casual day'', que surgiu e se popularizou nos Estados Unidos, mas foi sendo incorporado aos poucos pelos brasileiros. É quando executivos e funcionários de organizações mais formais deixam de lado o terno, a gravata, os taileurs e o salto alto, e adotam trajes mais descontraídos. Mas nada de ir trabalhar de qualquer jeito, alertam as especialistas em moda e estilo. Segundo elas, não há uma regra definitida, e tudo vai depender do perfil da empresa e o segmento em que esta atua.
A consultora de moda e imagem Milla Mathias diz que, ainda hoje, as pessoas têm dúvidas quanto ao tipo de roupa que devem - ou podem - vestir nesses dias.
- Ainda pensam que podem ir de calça jeans, camiseta velha e tênis, quando na verdade não é bem assim.
A consultora explica que o intuito do casual day é trazer mais descontração às roupas, e consequentemente, ao ambiente de trabalho às vésperas do fim de semana, para que os profissionais possam trabalhar mais relaxados e contentes.
E, se antes, a prática se restringia apenas às sextas-feiras, e a poucas empresas, hoje a informalidade no vestir se estendeu a outros dias da semana e a diversos tipos de organizações, acrescenta Paula Acioli, coordenadora acadêmica do curso “Gestão de negócios no setor de moda”, da FGV.
- Essa mudança de padrões e quebra de paradigmas no vestir é, na verdade, um claro reflexo do tempo que estamos vivendo, muito mais democrático em todos os sentidos, social e economicamente falando - ressalta Paula.
Independentemente do dia, afirmam as especialistas, não se deve esquecer que estamos falando de ambiente de trabalho, e não fim de semana ou passeio. Para Paula, ética, bom-senso, observação, educação e adequação são valores que devem ser levados em conta, não só na vida pessoal e profissional, mas também quando falamos de vestuário:
- Esses valores facilitam as escolhas, aumentam as chances de acertos e diminiuem a possibilidade de erro. Se adicionarmos a isso toda a facilidade de acesso à quantidade de informações disponíveis em revistas, sites, blogs, e até mesmo nas trocas de idéias entre amigos nas redes sociais, a gente conclui que é quase impossível nos dias de hoje alguém "sair com qualquer roupa" para trabalhar, sem levar em consideração seu local de trabalho.
- É para ser casual, mas mantendo a elegância. Bom-senso é fundamental. É preciso cuidado para não cair na vulgaridade - completa a consultora de moda Renata Abranchs.
Por isso, é importante que algumas regras sejam observadas quanto à forma de se vestir no mundo corporativo.
E quando a empresa adota um ‘dress code’? A decisão de contar com um código específico sobre o que é ou não permitido trajar vai depender do perfil da companhia e de seus funcionários, diz Paula. Segundo a coordenadora acadêmica da FGV, faz toda a diferença ter conhecimento de como se dá o processo criativo de um uniforme ou de um padrão de roupa a ser usado, da complexidade de pensar o vestir institucional e de compreender o porquê de se adotar um código de vestir dentro de uma empresa.
- Os funcionários e profissionais passam a se sentir muito mais parte da empresa e a valorizar suas posições e funções dentro do sistema de trabalho. A roupa agrega valor. Seja para marcas de luxo, seja para marcas populares de varejo, seja em uniformes (que transmitem via funcionário o conceito e os valores de uma determinada empresa). Um funcionário que conhece e compreende a história do que veste passa a entender muito melhor a história da empresa para a qual está trabalhando, ou como diz a expressão, está "vestindo a camisa".

As dicas das especialistas em moda e estilo para o ‘casual day’

Para facilitar, consultoras listam o que é permitido ou não usar no ambiente de trabalho

Para elas:
- Vale a velha regra de proibição de decotes, fendas, transparências, roupas justas ou curtas;
- No lugar dos terninhos, coloque uma saia menos estruturada ou uma calça reta mais fluida, com uma camisa;
- Blusas de tricô com tramas mais abertas também são permitidas;
- Se quiser usar jeans, verifique se a empresa permite e, em caso positivo, use um de lavagem escura, corte reto e novo. Lembre-se: nada de rasgos, puídos, tachas etc.;
- Caso faça frio, leve um cardigã, suéter com gola careca ou blazer;
- Já no caso de muito frio, um casaco de lã ou de couro caem bem;
- Nos pés, sapatos mais baixos (e impecáveis) ou sapato-tênis de couro ou camurça;
- Bijuterias e enfeites de cabelo devem ser discretos.

Opções a serem riscadas da lista:
- Calça velha, azul e desbotada;
- Tops ou barriguinha de fora;
- Tecidos sintéticos ou brilhantes;
- Mules (tipo de calçado);
- Sandálias rasteirinhas;
- Estampas ou detalhes de bicho.

Para eles:
- Esqueça os ternos e adote as calças de lãzinha ou gabardine, para dias frios, e as de algodão ou sarja, para os mais quentes.
- Elimine a gravata;
- Se quiser usar jeans, verifique se a empresa permite e, em caso positivo, use um de lavagem escura, corte reto e novo (a regra vale para homens e mulheres).
- Camisa mais informal ou camiseta polo são uma ótima pedida.
- Se fizer frio, suéter, em decote V, cardigãs ou blazer azul marinho de tecido mais encorpado.
- Nos pés sempre mocassim social, combinando com a cor do cinto. Dê preferência ao tom café, pois ele é mais informal do que o preto.

É proibido usar:
- Jeans claro, rasgado, surrado, de balada etc;
- Calças com passante sem cinto;
- Calças com elástico na cintura;
- Camisetas sem manga ou com figurinhas ou piadinhas;
- Moletom;
- Boné;
- Roupa com camuflagem;
- Tênis ou sapato–tênis;
- Meia branca.
Por Ione Luques
Fonte O Globo Online

PREVISÃO DO TEMPO PARA SEXTA-FEIRA

DIFICULDADE DE ACORDAR

Dificuldade de acordar pode ter relação com gene do relógio biológico

Por Marcos Muniz

THE WORKING WEEK

BOM DIA, DEUS!

ENQUANTO VOCÊ DORMIA...

quinta-feira, 25 de junho de 2026

GOLPE DO FALSO ADVOGADO

VOCÊ SABE RECONHECER UM MANIPULADOR?

Todo mundo usa técnicas de manipulação no dia a dia, mesmo sem perceber. Aprenda a reconhecer as condutas mais comuns desses indivíduos e evite ser manipulado por eles

Já estava decidido: o jantar seria naquele restaurante italiano que você cobiça há meses. Mas, sem você nem sequer notar, o espaguete à bolonhesa perde a vez para uma legítima comida alemã, que seu parceiro escolheu. E quando aparece uma promoção no trabalho perfeita para seu perfil e seu colega afirma, de maneira muito convincente, que a mudança não seria apropriada para você neste momento? Antes mesmo de perceber, você declina o convite da chefia e quem fica com a vaga, claro, é o solícito companheiro de trabalho.
As cenas descritas são fantasiosas, mas poderiam ter acontecido. Isso porque o mundo está cheio de pessoas que manipulam as situações cotidianas de acordo com desejos e necessidades pessoais. “Há muita gente assim no mundo. Mas por meio de suas atitudes, é possível identificá-las e fugir das ciladas que elas preparam”, diz Marie-Josette Brauer, doutora em psicologia e expert em técnicas de persuasão.

Manipuladores criam um problema para depois vender a solução
Mas Marie-Josette pondera que nós todos somos manipuladores em algum momento da vida. “A manipulação é uma ferramenta social. Nós aprendemos a usá-la desde cedo”, exemplifica a psicóloga. “Só vira uma problema quando começa a acontecer repetidamente, com a pessoa manipulando os outros o tempo todo para conseguir o quer, sempre visando o bem próprio”, acrescenta a expert.
“O problema geral da manipulação é que cada experiência prepara o manipulador para fazê-lo mais e melhor”, pontua Sergio Senna, doutor em Psicologia e professor do Instituto Brasileiro de Linguagem Corporal. “Eles vão explorar qualquer aspecto que considerem adequado para melhorar as chances de sucesso em seus golpes”, complementa Sergio.
Psicólogo e especialista em Terapia Comportamental, Reginaldo do Carmo Aguiar diz que é preciso ter alguns fatores em mente para podermos diferenciar o grau de perigo que esses indivíduos oferecem. “Para avaliar algo como problema é importante pensar nas seguintes variáveis: frequência, duração, intensidade e a intenção da manipulação”, analisa Reginaldo.
Além desses fatores, alguns comportamentos são muito típicos nos manipuladores. Os especialistas apontaram os principais. Confira:

Conhecer as táticas de manipulação é uma maneira de evitar que pessoas mal-intencionadas nos transformem em 'marionetes'

1. Falsos elogios
A habilidade com as palavras é uma competência que o manipulador domina e usa sem dó. “Ele diz na frente de todo mundo para alguém que executou bem uma tarefa: ‘Parabéns, você deve ter passado o fim de semana inteiro fazendo isso’. Parece um elogio, mas na verdade ele está dizendo que a pessoa não dá conta do trabalho durante o expediente”, exemplifica Marie-Josette.

2. Reforço da culpa
Eles fazem as pessoas se sentirem culpadas para conseguir o que querem. “É um sentimento negativo, que motiva as pessoas a tomarem decisões para se livrarem da sensação aversiva que ele traz”, aponta Sergio, ressaltando que o manipulador gosta de se colocar na posição de vítima.

3. Desordem
“É a estratégia do ‘dividir para reinar’. No trabalho, isso aparece naquelas pessoas que lançam, discretamente, dúvidas sobre a competência e a conduta dos colegas, o que acaba provocando conflitos e gerando um ambiente de confusão. O manipulador vai criando uma situação para que ele apareça como a única pessoa sensata”, descreve Marie-Josette.

4. Narcisismo
“As coisas têm que ser do meu jeito porque sou o mais inteligente”. Para Reginaldo, essa frase é típica dos manipuladores e eles realmente acreditam nela. “Nessas pessoas, o comportamento interpessoal mais frequente envolve atitude de grandiosidade; busca incessante por admiração e insensibilidade ao outro”, afirma o psicólogo.

5. Exploração das fraquezas
Sergio diz que um manipulador está sempre em busca do ponto fraco de quem ele quer persuadir. “Eles analisam o comportamento alheio com facilidade em busca de vulnerabilidades a serem exploradas, como a ganância”, identifica o expert, contando que nessa situação é comum pessoas serem manipuladas em golpes que prometem o ganho de muito dinheiro de maneira fácil.

6. Uso de lógica aparente
Para conseguir o que quer, o manipulador usa dados e informações de maneira enviesada. “Por exemplo, um vendedor diz para você comprar um produto porque ele foi aprovado por 95% dos consumidores. Mas não diz que o número de pessoas pesquisadas foi bem pequeno, o que torna a estatística pouco confiável”, constata Marie-Josette.

7. Falso alívio
Estratégico, o manipulador primeiro cria uma dificuldade, para depois oferecer uma "solução". Marie-Josette descreve uma situação que exemplifica esta conduta: “O chefe diz para o subordinado: ‘Você tem que trabalhar o fim de semana inteiro para terminar um projeto’. Quando o empregado reclama, o patrão diz: ‘Então fica só hoje até mais tarde’. O empregado passa a madrugada trabalhando, mas acha que se deu bem”.
E o que fazer depois de identificar um indivíduo com essas características no nosso convívio? Sergio alerta que o mais importante é não tomar nenhuma medida precipitada ao perceber uma tentativa de manipulação. “Lembre-se que o manipulador está atrás de uma decisão. Basta mostrar-se cauteloso nas decisões que ele irá dispensá-lo por conta própria, pois tem uma fila de pessoas desatentas prontas para cair no golpe”, aconselha o especialista.
“Questione sempre e peça mais informações sobre o que o manipulador diz. Confira com outras pessoas se ele está dizendo a verdade. Você acabará descobrindo a tentativa de manipulação ou pelo menos desestimulando o autor dela”, finaliza Marie-Josette.

Por Ricardo Donisete
Fonte iG Comportamento 

OS 12 ESTÁGIOS DA SÍNDROME DE BURNOUT


A Síndrome de Burnout é um distúrbio psíquico de caráter depressivo, precedido de esgotamento físico e mental intenso, definido em livros médicos como "um estado de esgotamento físico e mental cuja causa está intimamente ligada à vida profissional".
A denominação vem do inglês "to burn out" (queimar por completo), também chamada de síndrome do esgotamento profissional; foi assim chamada pelo psicanalista nova-iorquino Herbert J. Freudenberger, após constatá-la em si mesmo, no início dos anos 1970.
A dedicação exagerada à atividade profissional é uma característica marcante da síndrome, mas não a única. O desejo de ser o melhor e sempre demonstrar alto grau de desempenho é outra fase importante da síndrome: o portador de Burnout mede a auto-estima pela capacidade de realização e sucesso profissional.
Sofre com o que tem início com satisfação e prazer, mas que termina quando esse desempenho não é reconhecido.
Nesse estágio, a necessidade de se afirmar e o desejo de realização profissional se transformam em obstinação e compulsão. O paciente nesta busca sofre, além de problemas de ordem psicológicas, forte desgaste físico, gerando fadiga e exaustão.
É uma patologia que atinge em maior número membros da segurança pública, da saúde pública e da educação - segundo o psicanalista estadunidense.

Os 12 estágios de Burnout
1. Necessidade de se afirmar ou provar ser sempre capaz;
2. Dedicação intensificada - com predominância da necessidade de fazer tudo sozinho e a qualquer hora do dia (é o chamado imediatismo);
3. Descaso com as necessidades pessoais. Por exemplo: comer, dormir, sair com os amigos começam a perder o sentido;
4. Recalque de conflitos: o portador percebe que algo não vai bem, mas não enfrenta o problema. É quando ocorrem as manifestações físicas;
5. Reinterpretação dos valores - isolamento, fuga dos conflitos. O que antes tinha valor sofre desvalorização: lazer, casa, amigos, e a única medida da auto-estima é o trabalho;
6. Negação de problemas - nessa fase os outros são completamente desvalorizados, tidos como incapazes ou com desempenho abaixo do seu. Os contatos sociais são repelidos. Cinismo e agressão são os sinais mais evidentes;
7. Recolhimento e aversão a reuniões (anti-socialização);
8. Mudanças evidentes de comportamento (dificuldade de aceitar certas brincadeiras com bom senso e bom humor);
9. Despersonalização (evitar o diálogo e dar prioridade aos e-mails, mensagens, recados etc);
10. Vazio interior e sensação de que tudo é complicado, difícil e desgastante;
11. Depressão - marcas de indiferença, desesperança, exaustão. A vida perde o sentido;
12. Finalmente, a síndrome do esgotamento profissional propriamente dita, que corresponde ao colapso físico e mental. Esse estágio é considerado de emergência e a ajuda médica e psicológica tem que ser prestadas com urgência.

Segundo o Dr. Jürgen Staedt, diretor da clínica de psiquiatria e psicoterapia do complexo hospitalar Vivantes, em Berlim, parte dos pacientes que o procuram com depressão são diagnosticados com a síndrome do esgotamento profissional.
O professor de psicologia do comportamento Manfred Schedlowski, do Instituto Superior de Tecnologia de Zurique, registra o crescimento de ocorrência de Burnout em ambientes profissionais, apesar da dificuldade de diferenciar a síndrome de outros males, pois ela se manifesta de forma muito variada: "Uma pessoa apresenta dores estomacais crônicas, outra reage com sinais depressivos; a terceira desenvolve um transtorno de ansiedade de forma explícita", e acrescenta que já foram descritos mais de 130 sintomas do esgotamento profissional.
Burnout é geralmente desenvolvida como resultado de um período de esforço excessivo no trabalho com intervalos muito pequenos para recuperação.
Pesquisadores parecem discordar sobre a natureza desta síndrome. Enquanto diversos estudiosos defendem que Burnout refere-se exclusivamente a uma síndrome relacionada à exaustão e ausência de personalização no trabalho, outros percebem-na como um caso especial da depressão clínica mais geral ou apenas uma forma de fadiga extrema - portanto omitindo o componente de despersonalização.
(Com informações do Wikipédia e da redação do Espaço Vital).
Fonte JusBrasil Notícias

NADA DE CHECAR E-MAIL NA CAMA. SAIBA COMO TERMINAR BEM SEU DIA

Como você fecha a jornada diariamente é tão importante quanto a forma como você dá início a ela

Você chega no trabalho, liga o computador e revê a sua agenda do dia. Começa a responder e-mails e a tocar sua lista de tarefas a cumprir. Mas, ao fim do dia, sempre dá aquela impressão de que não conseguiu fazer tudo o que tinha para fazer? Pois saiba que essa é uma sensação comum entre profissionais. O colunista da revista americana Inc., Kevin Daum, dá dicas de como fazer para encerrar o dia de modo a começar o seguinte de forma melhor e mais produtiva.

1. Termine seu projeto de organização
Pessoas ocupadas sempre estão tentando organizar algo ou planejando algum projeto que não conseguiram realizar. Seja limpar uma gaveta no escritório ou limpar o e-mail. O que quer que seja, procure reservar 20 minutos ao fim do seu dia para dar conta disso. Mesmo que não consiga terminar em um dia, você vai sentir que deu início ao “projeto de organização”. Quando, dentro de uma semana, tiver concluído a tarefa, se sentirá mais leve.

2. Responda a todos
Terminar o dia sem responder a todos os e-mails deixa muitos profissionais nervosos. Se esse é o seu caso, uma solução pode ser criar uma assinatura automática que diga algo como “Recebi sua mensagem. Estou um pouco ocupado, mas vou responder dentro de poucos dias”. Depois, você pode adicionar a tarefa de responder à sua lista de coisas a fazer sem culpa por aqueles que buscaram entrar em contato.

3. Faça uma limpeza cerebral
No fim do dia parece que sua cabeça vai explodir com tantas ideias, prazos e projetos? Em vez de tentar esquecer de tudo, talvez uma solução melhor seja liberar todas as ideias. Sente-se e escreva tudo que está na sua mente. Claro que nem tudo que anotar será necessariamente útil para o trabalho, mas o fato de “liberar” as ideias vai ajudá-lo a descansar. Uma outra opção é manter um diário, que pode ser alimentado todo dia antes de dormir — deixar um caderninho na cabeceira facilita esse trabalho.

4. Revise sua agenda e lista de coisas a fazer
Parece óbvio fazer isso, mas muita gente faz isso pela manhã. Experimente fazer isso ao fim da jornada de trabalho. Assim pode conseguir planejar melhor o seu dia seguinte e acabar rendendo mais. Não há nada pior do que tentar descansar e ser interrompido por aquela sensação de que está esquecendo algo.

5. Separe as suas roupas
Se você seguiu a dica número 4, saberá se tem alguma reunião importante ou não no dia seguinte. É melhor experimentar várias roupas e ter aquela crise de “não tenho nada para usar” à noite, enquanto vê televisão, do que, pela manhã, se atrasar porque não achou a gravata ou blusa que queria. Dá até para dormir mais um pouquinho deixando a roupa separada à noite.

6. Estabeleça uma hora de “desligar”
Não faz bem ficar checando e-mails e resolvendo coisas de trabalho até na cama. Determine um horário em que você vai se desconectar — preferencialmente, algumas horas antes de dormir — e procure fazer atividades relaxantes. A não ser que você seja um médico ou paramédico, poucas situações de trabalho vão exigir atenção imediata à noite.

7. Fique com você mesmo
Depois de organizar tudo para o dia seguinte, procure reservar uns 20 minutos de introspecção. Seja para meditar, rezar ou apenas ficar quieto com você mesmo. Aproveite esse tempo para rever o que o deixou chateado ao longo do dia e reflita sobre como superar o aborrecimento.
Fonte O Globo Online

BOM DIA!

quarta-feira, 24 de junho de 2026

7 FORMAS DE DETONAR SUA CARREIRA


Já parou para pensar nas coisas que aos poucos podem destruir sua carreira? Tem gente que investe um tempo desenvolvendo certas “competências” para se “auto detonar”. Existem pequenas coisas que fazemos que são tão tóxicas para a carreira quanto camarão para quem tem alergia. Pincei algumas para esse post:

Falta de comunicação
Quem não se comunica, delega com mais dificuldade, não é claro em suas posições gerando ruído nas atividades, além disso, perde a confiança e credibilidade perante seus pares. Uma comunicação aberta, produtiva e honesta é essencial desde simples delegações, reuniões até negociações que fazemos todos os dias em nosso trabalho.

Não desenvolver networking
Ninguém chega a lugar algum sozinho, por mais inteligente e brilhante que seja. A habilidade de criar e manter relacionamentos, profissionais e pessoais é essencial para quem quer desenvolver uma carreira de sucesso.

Ser incapaz de fazer apresentações
Sabe uma característica comum que executivos e líderes de sucesso tem em comum? Habilidade de fazer apresentações! Sejam públicas ou privadas. Não precisa ser perfeito nem estar totalmente confortável com a situação, o importante é fazer. Já vi gestores perderem oportunidades de crescer na carreira, pelo fato de não serem capazes de apresentar projetos dentro da própria empresa.

Ser desleal
Existem certos valores que não precisam ser discutidos, mas tem gente que faz de tudo para crescer a qualquer custo. Quem acha que vale derrubar o outro para subir, uma hora vai ter um retorno. O mundo é pequeno demais e hoje em dia, rápido. Ser íntegro, leal, honesto são coisas que deveriam ser indiscutíveis.

Achar que sabe tudo
Se você acha que sabe tudo e não precisa aprender, você descobriu a forma perfeita de enterrar sua carreira. Aprender é uma constante, nunca acaba. Eu tive a maior lição de humildade e sabedoria da minha vida, quando o CEO da Toyota se dispôs a passar 4h comigo para um treinamento de produtividade. Ele não estava apenas aprendendo a ser produtivo, estava dando uma lição de como liderar: pelo próprio exemplo.

Marcar território
Depois que meu filho ganhou umas porquinhas da índia, meu gato começou a fazer xixi fora do lugar e principalmente na areia das porquinhas. O veterinário disse que ele estava marcando território, dizendo que ali ele é o rei. Não vi melhor exemplo do que esse. Com certeza você conhece pessoas que “marcam território” no trabalho, que fazem coisas estúpidas ou inexplicáveis só pelo fato de querer dizer quem manda ou quem esta ali há mais tempo.

Improdutividade
Sem dúvida uma coisa que deixa uma marca na carreira é a falta de produtividade. É aquela pessoa que não entrega, que está sempre atrasada, cheia de e-mails, desorganizada, perdida e que coloca todo mundo na urgência. Você chamaria uma pessoa assim para gerenciar uma equipe?

Competências são desenvolvidas com treinamento, mentoring, coaching, atitudes e oportunidades. Você cria padrões de comportamento que dizem muito sobre você e sobre sua carreira. Pare para pensar, será que a sua carreira estacionou porque a empresa não enxerga você ou será que são as suas competências que estão enterrando você na areia?

Por Christian Barbosa
Fonte Exame.com

BONS OUVINTES SE SAEM MELHOR NA HORA DE RESOLVER CONFLITOS

Saber escutar é uma das principais características de um líder. Conheça as vantagens de ser um bom ouvinte

Para bom entendedor, meia palavra basta, diz a sabedoria popular. Ela reflete uma das características mais inconfundíveis dos bons ouvintes: a capacidade de compreensão. Esse comportamento, baseado em uma postura atenta e ponderada, porém ativa, é capaz de melhorar os relacionamentos e inspira credibilidade e sabedoria no ambiente profissional.
“É muito comum ver uma pessoa que parece escutar o outro, mas está com a cabeça longe, pensando em outras coisas. Quem não presta atenção ao diálogo já vai logo imaginando argumentos para contradizer o outro, criando conflitos. O bom ouvinte, ao contrário, abre mão de qualquer julgamento e colhe todas as informações que precisa, resultando numa conversa tranquila, sem atritos”, explica Cibele Nardi, coach e especialista em comportamento.
Pessoas muito dispersas e com uma postura arrogante têm dificuldade para abrir espaço para o diálogo horizontal e acabam funcionando como um “repelente” de relacionamentos. O extremo oposto também não é saudável: todo mundo gosta de se sentir que é compreendido, por isso a escuta passiva pode ser interpretada como uma atitude desinteressada do ouvinte.
Ser extrovertido, porém, não significa ser incapaz de prestar atenção ao que os outros falam. “Para não correr esse risco, é necessário ser uma pessoa empática, ou seja, saber se colocar no lugar do outro. Mesmo que você tenha vontade de falar e goste de interagir, é preciso saber o momento certo para falar”, ressalta Eduardo Ferraz, consultor em gestão de pessoas.

Liderança
Essa habilidade também é vista como uma vantagem estratégica no mercado de trabalho. “Os grandes negociadores são bons ouvintes, você nunca vai escutar um negociador matraca, que não dá atenção aos seus clientes. Essas pessoas prestam atenção também aos gestos do outro e não ficam alheios ao que está acontecendo, por isso eles costumam se sair melhor em situações de conflito”, acrescenta Eduardo Ferraz.
Além de terem uma postura muito mais lógica e racional no meio profissional, bons ouvintes são líderes que inspiram confiança, credibilidade, respeito e sabedoria.
“Você transmite a imagem de alguém que faz a diferença e traz harmonia aos relacionamentos. Na função de líder, essa pessoa vai ser mais reconhecida e conseguirá obter mais resultados da própria equipe. Todo mundo quer conviver com pessoas assim”, afirma Cibele Nardi.

Ego controlado
Como eles valorizam a escuta ativa e evitam julgamentos precipitados durante um diálogo, as expectativas em relação a outra pessoa acabam sendo reduzidas. Bons ouvintes não se deixam levar pelo próprio ego, que na maioria das vezes só causa sofrimento a todos os envolvidos, sejam eles ouvintes ou não.
Com o ego controlado e julgando menos as ideias e atitudes das outras pessoas, ou seja, trabalhando apenas com situações e exemplos concretos, baseados no que as outras pessoas realmente disseram, os bons ouvintes conseguem lidar melhor com situações de frustração.

Humildade e harmonia
“Uma pessoa que atropela a fala dos outros acaba passando uma imagem arrogante, é falta de educação. Ninguém gosta de conversar com pessoas assim”, pontua Manuela Rodriguez, especialista em comunicação e comportamento. Humildade é um traço recorrente entre as pessoas que sabem ouvir. Em vez de impor uma ideia ou argumento aos outros, eles buscam agregar algo de bom à discussão, ou apenas tirar alguma lição importante daquela conversa.
A principal consequência dessa atitude é que conflitos e brigas por conta de opiniões diferentes são evitadas, tornando as relações mais harmoniosas e construtivas.
“Essa é uma postura que pode ser levada até para o relacionamento a dois. Quantas vezes os casais não começam uma briga por um motivo bobo, mas transformam aquilo em algo ainda maior, por não terem essa humildade?”, questiona Manuela Rodriguez.

Sabedoria
Melhorar a capacidade de ouvir os outros é amadurecer, tornar-se uma pessoa menos apegada em relação às próprias ideias. Ser sábio, portanto, é compreender que o mundo não pensa exatamente como você e não há nada de errado com isso. Todos podem contribuir de alguma maneira durante uma conversa, mesmo que as ideias sejam conflitantes.
O primeiro passo para ser um bom ouvinte é ter consciência de que essa habilidade precisa ser trabalhada, ou seja, vale deixar a vaidade de lado e assumir que tem escutado os outros com pouco empenho e atenção.
“A partir daí, o importante é estabelecer metas para diminuir a ansiedade e melhorar a concentração, atributos fundamentais para quem quer prestar mais atenção aos outros. Ser uma pessoa mais segura também é válido, pois as ideias param de se basear no achismo e, consequentemente, julga-se menos”, finaliza Cibele Nardi.
Por Giovanna Tavares
Fonte iG Comportamento

FAÇA ISTO SE QUER AUMENTAR A CHANCE DE DESENVOLVER INTELIGÊNCIA EMOCIONAL

O Quociente Emocional (QE) ganhou destaque no mundo do trabalho por ser comprovadamente um fator determinante no sucesso. Confira como saber mais sobre isso

Não é raro que o modo como você lida com situações de pressão seja investigado durante um processo de seleção.
“Recrutadores identificam na história do candidato momentos em que foram exigidos resiliência e autocontrole para lidar com obstáculos”, explica a gerente de produtos e educação da Fundação Estudar, Anamaíra Spaggiari.
O interesse nas passagens marcantes da vida dos candidatos é medir seu nível de inteligência emocional. Discutido, analisado e estudado desde a década de 1960, o Quociente Emocional (QE) ganhou destaque no mundo do trabalho por ser comprovadamente um fator determinante no sucesso para a esmagadora maioria das profissões.
Pesquisa da TalentSmart mostra que a relação entre a inteligência emocional e o salário é direta: a cada ponto adicional no QE representa um ganho de 1,3 mil dólares no salário anual. Isso vale para qualquer área de trabalho seja qual for a região do planeta.
A grande questão é que, após mais de meio século de estudos e pesquisas sobre o tema, só há alguns poucos anos que o desenvolvimento das habilidades sócio-emocionais vem ganhando espaço teórico nos currículos de escolas e universidades.
E o movimento ainda é tímido, sobretudo no Brasil, onde a distância entre o conhecimento ensinado nos bancos da escola e a exigência do mercado de trabalho é grande.
Na análise da gerente de educação da Fundação Estudar, a adaptação do sistema educacional brasileiro às demandas atuais do mercado de trabalho passa obrigatoriamente pelo aumento de atividades práticas na grade curricular.
Pesquisa realizada pela Fundação Estudar, obtida pelo Site Exame, com 375 universitários e recém-formados com média de idade de 23 anos mostra que 79% sentem a faculdade deixa a desejar em algum ponto, sendo que 87% deles apontam que o que falta é ensino prático e atual. Os dados foram colhidos no ano passado.
“Quando envolve prática, vêm os projetos e, com eles, começam as surgir as demandas por habilidades emocionais”, diz Anamaíra. O desenvolvimento de competências sócio emocionais como disciplina formal ocorreria depois que as instituições de ensino elaborassem currículos mais práticos.
Enquanto isso não acontece, cabe aos interessados em desenvolver o quociente emocional de outras formas. Jovens que participam de projetos extracurriculares ou que integram organizações estudantis conseguem, em geral, desenvolver mais seu QE. Entrar para a gestão do centro acadêmico, da atlética, participar de empresa júnior, fazer trabalho voluntário, investir numa experiência de intercâmbio são algumas das indicações.
Os desafios dessas atividades são gatilho importante, mas é preciso antes saber mais sobre o que é, de fato, essa habilidade. Anamaíra sugere cinco livros que podem ajudar nesse processo e ela também indica um teste desenvolvido pela Fundação Estudar, para medir o QE.

1 – “Inteligência Emocional”, de Daniel Goleman
É o grande clássico sobre o assunto, publicado pela primeira vez em 1995, nos Estados Unidos. Esse livro mudou a forma como se encara a inteligência introduzindo o conceito de duas mentes, a racional e a emocional, como juntas tem impacto no destino do indivíduo.
Reconhecer emoções tem papel central no desenvolvimento da inteligência, já que a incapacidade de lidar com sentimentos pode minar a experiência escolar, acabar com carreiras promissoras e interferir em nossas vidas.
O livro também mostra quais cinco habilidades-chave da inteligência emocional e em que medida elas determinam o êxito nos relacionamentos, trabalho e até no bem-estar físico.

2 – Antifrágil, de Nassim Nicholas
O estado de incerteza deve ser desejável e esse livro explica que ele permite a construção de coisas mais concretas, ou seja, menos frágeis e dependentes de estabilidade.
A obra analisa inovações que surgiram a partir do método de tentativa e erro. Também há estudos relacionando incerteza e tomada de decisão, política, planejamento urbano, guerra, finanças pessoais, sistemas econômicos e medicina.
Por Camila Pati
Fonte Exame Online

8 HÁBITOS QUE PODEM TE AJUDAR A FICAR RICO MESMO COM UM SALÁRIO BAIXO

É POSSÍVEL CONSTRUIR FORTUNA E TER UMA APOSENTADORIA TRANQUILA MESMO GANHANDO POUCO, GARANTEM PLANEJADORES FINANCEIROS

Se você não faz parte da pequena (e privilegiada) parcela da população rica, é preciso fazer fortuna com o salário que recebe - mesmo que ele seja pouco atrativo. Para o planejador financeiro do site de finanças LearnVest, David Blaylock, é possível fazer fortuna mesmo ganhando pouco.
Em um artigo publicado no site Business Insider, Blaylock explica que o modo mais prático para isso é cultivar hábitos que te ajudem a poupar dinheiro. “Eu faço uma revisão periódica de todas as assinaturas que eu tenho - aquelas que atingem meus cartões de crédito todos os meses”, exemplifica o planejador. “Você ficaria surpreso com quantas assinaturas que nós temos e quantas não são utilizadas. Você poderia guardar esse dinheiro, que soma quantidades significativas a cada mês.”
“A maioria das pessoas ganha mais de um milhão de dólares ao longo de sua vida profissional, mas poucas se tornam milionárias”, disse a planejadora financeira, Nancy Butler. “Como elas gastam o dinheiro certamente faz a diferença.”
Ambos planejadores listaram mudanças simples no cotidiano que podem ajudar qualquer pessoa - independente de quanto ganha - a ter num futuro não tão distante uma conta mais “gorda”. Confira abaixo 8 desses hábitos:

1. INVERTA SEU PENSAMENTO
Depois que o governo abate grande parte do salário e as contas são pagas, não sobra muita coisa para aproveitar o resto do mês - o que pode dar a ideia de que poupar para a aposentadoria parece algo impossível. Mas, para construir a riqueza, é necessário uma mudança nesta mentalidade. Ou seja, em vez de gastar o resto do seu salário líquido, reserve uma parte também para aposentadoria (assim como foi reservada para os impostos e para as contas) de olho nos maiores objetivos financeiros.Segundo Blaylock, também não é preciso economizar muito, mas algum dinheiro que possa render, mas que não comprometa o orçamento. “Você deve economizar em prol dos seus objetivos financeiros em primeiro lugar, pagar suas contas e considerar gastar o que sobrou”, disse Nancy.

2. TENHA SEMPRE UM OBJETIVO DEFINIDO
Estudos comprovam que fixar metas melhoram a motivação. Sabendo disso, é preciso definir, antes de cultivar qualquer hábito, os planos com o dinheiro que você vai guardar.Para ter uma poupança pensando no futuro, os especialistas financeiros sugerem ter um plano de cinco anos - em que você cria metas específicas de dinheiro que você gostaria de alcançar em cinco anos e o que você precisa fazer para isso.“Tendo um objetivo específico em mente nos ajuda a economizar”, diz Blaylock. “Seja uma poupança de emergência, para viagem, para pagar universidade, comprar uma casa ou um carro.”

3. ADOTE AS PRÓPRIAS REGRAS FINANCEIRAS
O que é essencial para sua vida e o que você pode economizar? Colocar preços limites às compras podem ajudar no orçamento apertado. Por exemplo, se você não liga em ter uma roupa de marca, pode colocar um teto baixo e segui-lo. Por outro lado, se você não sabe viver sem o smartphone do momento, coloque um teto mais alto para este item, diminua o limite de outros e assim continue o ciclo.

4. VIVA COMO UM “SECRETO” RICO
Para alguns, a imagem de um milionário remete a enormes mansões, carros luxuosos e gastos excessivos. Mas a maioria dos milionários não vive assim - em vez disso, ela tende a aparentar ganhar menos do que realmente ganha e economiza mais que gasta.O livro “The Millionair Next Door: The Surprising Secrets of America’s Wealthy” revelou que grande parte dos ricos construiu sua fortuna com trabalho árduo, poupando e vivendo com menos que ganha.

5. PENSE EM SUA APOSENTADORIA AGORA
Se você está na faixa dos vinte a trinta anos, a aposentadoria parece algo bem distante - e poupar para isso pode não parecer uma prioridade. Mas é preciso ter um pensamento inverso. “Infelizmente, quanto mais tarde você começar, mais você vai ter de poupar no final da vida. Mas quanto mais cedo você iniciar sua poupança, poderá manter a aplicação ou até diminuí-la ao longo dos anos.”

6. SAIBA  QUANTO GANHA E QUANTO GASTA
A maioria das pessoas tem boas intenções quando se trata de poupar dinheiro. Mas se você não sabe quanto entra e quanto sai da sua conta bancária, você não sabe o quanto deve se dedicar aos seus objetivos.Grande parte geralmente não controla seus rendimentos e gastos. “É realmente chocante que os clientes com quem trabalho nem sempre reveem seu holerite”, disse o planejador. “Se eu não sei o quanto você gasta quando come fora, como eu posso esperar que você mude isso?”, questionou.

7. SAIA DO DÉBITO
Bem programada, uma dívida pode ter benefícios. Empréstimos estudantis, por exemplo, são boas escolhas, já cartão de crédito - que tem altas taxas de juros - nem tanto. Segundo Blaylock, dívidas que podem impulsionar a carreira são bem-vindas, mas até para elas deve elaborar um plano para que não impeça o progresso de outros objetivos.

8. AUMENTE SEUS GANHOS
Há duas maneiras de aumentar seu patrimônio líquido: ganhar mais ou economizar mais dinheiro. “E gastar menos é apenas uma parte dela - você tem que poupar e investir adequadamente”, diz a planejadora do LearnVest, Natalie Taylor. “Apenas ganhar mais não aumentará a renda porque o estilo de vida e as despesas também crescem com ele.”Mas, se você aumenta sua renda e definir o que fará com esses ganhos, esse dinheiro a mais será melhor aproveitado.Outra opção é diversificar seus fluxos de renda através de um segundo trabalho em tempo parcial (freelancer) ou procurar oportunidades de investimento. “Eu acho que a poupança para a aposentadoria deve vir de várias fontes, tais como o salário, a renda de trabalhos parciais e investimentos”, diz Blaylock.
Por Luiza Belloni Veronesi  
Fonte InfoMoney