segunda-feira, 27 de julho de 2026

DIFERENÇA ENTRE CONSULTORIA E ASSESSORIA

Qual a diferença entre consultoria e assessoria?

O que é consultoria?
Consultoria pode ser definida como um serviço de aconselhamento contratado por organizações junto a pessoas qualificadas e especialmente treinadas para lhes dar, de uma forma objetiva e independente, a possibilidade de identificar problemas gerenciais e oportunidades de melhoria. A consultoria analisa estes problemas e aponta soluções, chegando até a facilitar a implantação ou indicar assessores para que o façam, mas o consultor NÃO participa diretamente da implantação das soluções e aí está justamente a maior diferença entre consultoria e assessoria.
Basicamente as atividades da consultoria são palestras, treinamentos, pesquisas, estudos, comparações, análises, elaboração de pareceres, entre outros.

O que é assessoria?
A assessoria é o ato de assessorar, ou seja, é o ato de ajudar, assistir, auxiliar, coadjuvar ou colaborar com determinado processo. Na assessoria os problemas são identificados e as soluções implantadas com a participação direta do assessor interferindo nos processos da empresa.
Um exemplo comum de assessoria é a contábil. Na assessoria contábil a empresa fornece todos os subsídios para que o contador elabora a contabilidade da empresa. Veja que o trabalho do contador (assessor contábil) é realizar todos os cálculos e planejamento tributário, apenas informando e inteirando o empresário do processo. Outro exemplo bem didático de assessoria é a jurídica. A empresa contrata o advogado que toma todas as providências em relação aos processos em que a empresa é parte, havendo a participação do empresário somente quando indispensável. Basicamente a diferença entre consultoria e assessoria é que a assessoria entrega a solução pronta, completa, enquanto a consultoria entrega um parecer, um caminho para que seja implantada a solução.

Qual a diferença entre consultoria e assessoria?
Conforme informado acima, a maior diferença entre consultoria e assessoria está na forma de prestação do serviço. O consultor é contratado para realizar um diagnóstico, identificar falhas ou melhorias possíveis e indicar ao empresário alternativas para a solução de determinado problema, chegando até a indicar profissionais ou empresas que possam auxiliar no processo de implantação da solução, mas não participa diretamente das atividades de implantação em si. O que não o impede de acompanhar e verificar os resultados. 
Já o assessor é contratado para entregar uma solução pronta, seria como um segundo passo após a consultoria. O assessor tanto pode iniciar os trabalhos a partir de um diagnóstico realizado por uma consultoria (ou pelo próprio empresário), quanto pode começar do zero e passar por toda fase de diagnóstico e planejamento da solução.
Agora que você já conhece a diferença entre consultoria e assessoria, cabe a você decidir qual a mais apropriada para o momento do seu negócio.

Quando utilizar consultoria e quando utilizar assessoria?
A consultoria é recomendada quando o empresário deseja ter um diagnóstico completo da organização e precisa saber por onde começar, conhecer os fatores críticos de sucesso que não estão sendo bem desenvolvidos, identificar possibilidade de melhoria na gestão e elaborar um plano de ação para iniciar o desenvolvimento das soluções.
Em um mundo ideal todos os pequenos empresários seriam experts em gestão e administração de empresas, mas, como visto em um dos comerciais do SEBRAE (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas), ninguém abre uma padaria por ser especialista em gestão. De modo geral as Pequenas Empresas nascem de uma paixão do empresário por seu ramo de atividade, sendo assim, muitos encontram dificuldade para lidar com a complexidade da gestão de um pequeno negócio.
Neste sentido, muitas vezes não vale a pena o empresário investir tempo e dinheiro se capacitando em algo que não é sua especialidade, sendo mais econômico e inteligente contratar um assessor para cuidar de assuntos que o empresário tenha dificuldade em desenvolver.
Portanto, um bom indicador para que empresário identifique qual a melhor hora para contratar uma assessoria ao invés de uma a consultoria é quando determinada atividade lhe consome muita energia e empenho. Vamos exemplificar: suponha que o empresário é excelente em coordenar os operários no chão de fábrica, mas perde muito tempo e encontra enorme dificuldade em questões relacionadas a marketing. É mais indicado contratar uma assessoria em marketing, para que sobre energia e ele desenvolva outras atividades, do que deixar que este departamento “se arraste”, de modo que ele não faça 100% nem uma coisa, nem outra.
Se você encontra dificuldade em organizar e gerenciar departamentos específicos da sua empresa, como financeiro, marketing, processos, entre outros, veja se não é mais vantajoso pedir ajuda de um profissional especializado no assunto para que lhe sobre tempo e energia para as atividades que agregam mais valor ao seu negócio.
Fonte Acerto Consultoria

A PROVA É ESSENCIAL PARA GANHAR UMA AÇÃO JUDICIAL


Rotineiramente pessoas reclamam porque acham que estão repletas de razão, mas perdem as ações judiciais que propõem. Em geral, nestes casos, argumentam que a culpa é do juiz, do advogado, da outra parte. Enfim, ficam consternadas com uma situação que entendem como absolutamente injusta.
Existe, entretanto, um aspecto que é preciso perceber quando se ingressa com uma ação judicial,  o de que a produção da melhor prova possível é essencial. É que o juiz que julgará a causa tem como universo os limites do processo, ou seja, é daquilo que estiver encartado no processo que ele tirará suas conclusões sobre os fatos e o direito das partes. Em suma, se eu pretendo alegar que, por exemplo, paguei uma dívida, então tenho que apresentar para o juiz o comprovante do pagamento.
As pessoas se preocupam muito pouco, inclusive as empresas, em obter e manter provas de seus próprios direitos, ainda que não se tenham a pretensão de ingressar com qualquer ação judicial. Não existem, muitas vezes, comprovantes básicos de relações contratuais ou comerciais mantidas com terceiros.
Muitas empresas empregadoras ficam indignadas com o fato de que saem vencidas em determinadas reclamações trabalhistas, na quais há, algumas vezes, evidente má fé do empregado. Para enfrentar esta ação judicial, contudo, a empresa teria que ter provas da conduta do empregado, ouvir em audiência testemunhas que realmente conhecem os fatos, mandar como proposto. Seu representante, pessoa também conhecedora dos fatos, inclusive dos detalhes necessários. Ocorre que, na maioria das vezes, não há provas, as testemunhas nada sabem e o proposto nem conheceu empregado que ingressou com a ação judicial. A chance de que a empresa perca a ação é muito grande.
A mesma situação se verifica em qualquer outra ação judicial. Atualmente pode-se dizer que “está na moda" ingressar com ações judiciais alegando que determinadas cláusulas de um contrato são abusivas, mesmo que já se tenha cumprido parte do contrato, em especial quando as prestações, por exemplo, se tornam muito elevadas, nada como valer-se de uma ação judicial para dizer que não entendeu muito bem o contrato e de que se é o hipossuficiente na relação contratual. Nesta hipótese se houvesse provas de que a pessoa leu e entendeu o contrato, firmando-se declaração nesse sentido, bem como se fosse colhida informação sobre o grau de escolaridade dessa mesma pessoa, houvesse melhor defesa para as empresas, que muitas vezes se deparam com situações judiciais inusitadas, como a de um advogado alegando que foi enganado em um contrato e, o que é pior, ganhando a ação judicial.
Qualquer relação jurídica sempre precisa estar bem comprovada, pois não na hora de ingressar ou de contestar uma ação judicial que se produzirá provas. As provas devem ser produzidas durante toda a relação comercial ou contratual. Até mesmo no casamento, relação contratual por natureza, quem quer comprovar que amealhou parte do patrimônio conjugal apenas com o fruto exclusivo do seu trabalho, precisa ter prova desse fato, pois caso contrário o patrimônio pertencerá, via de regra, aos dois cônjuges, observadas as exceções legais.
Outra espécie de “moda" é pleitear sempre dano moral, nem que não se tenha sofrido qualquer dano. Uma boa forma de produzir boas provas quanto à este tipo de pedido é,  dentre outras: na esfera trabalhista, o de impedir fiscalizar o tratamento dos superiores hierárquicos aos seus subordinados, o de demitir pessoas por meio do departamento do departamento de recurso humanos e não diretamente; nas relações de consumo, o de sempre responder formalmente as eventuais reclamações dos clientes; nas relações comercias e contratuais a de não desrespeitar a outra parte da relação em nenhum momento.
De qualquer forma, a produção de prova deve ser preventiva, pois as melhores delas são aquelas obtidas no exato momento em que ocorreram os fatos.

Por Ana Paula Oriola De Raeffray
Fonte Última Instância

7 ATITUDES SIMPLES PARA TER UMA SEMANA DE TRABALHO FELIZ

Especialistas lembram: o trabalho mais incrível do mundo também tem seu lado B; veja como tirar o melhor do seu

A decisão por uma rotina de satisfação no trabalho é individual

Para muita gente, segunda-feira é sinônimo de início da maratona de uma agenda de atividades repletas de pesar.
A razão para isso, em alguns casos, é a desconexão entre o que a pessoa é e o que o trabalho dela oferece (ou permite). Se o profissional é um artista, por exemplo, provavelmente, ficará muito entediado em uma função que exija repetição.
Em outros casos, no entanto, a intermitente insatisfação passa pela falta de percepção prática de que nem tudo na vida é perfeito – nem mesmo a carreira dos sonhos.
“O emprego ideal é aquele em que 70% do tempo você faz o que adora e 30%, coisas desagradáveis”, explica Eduardo Ferraz, autor do livro “Seja a pessoa certa no lugar certo”.
Ou seja, até a melhor das situações tem também seu lado B. E cabe a cada profissional aprender a se adaptar a este fato da vida.
Algumas estratégias simples, como criar um ciclo de recompensas ou ajustar sua maneira de encarar a vida, podem ser úteis para o processo de lapidação da felicidade no trabalho. Confira:

1 Alinhe expectativas
O primeiro passo para uma semana mais plena está em colocar os pés no chão e ajustar suas expectativas com o tom da realidade.
Por exemplo, não adianta se encher de esperança de que os dias serão tranquilos se o prazo para entrega de um projeto está logo ali. Tampouco ficar ranzinza por isso.
“A vida é uma continuidade, ela não dá saltos”, diz Ferraz. “É ação e reação. A semana atual é consequência do seu histórico da semana passada, da retrasada e do mês passado”.
Ter consciência disso é a base para preparar o corpo e a mente para o que está por vir – sem stress exagerado ou frustração eminente.

2 Questione seus caminhos
Feito isso, é hora de avaliar as coordenadas que você está seguindo para viabilizar a própria carreira. “Reserve quinze minutos do dia para pensar no que é estratégico. Você está na direção que você quer? Está fazendo algo por que escolheu?”, sugere Alex Bonifácio, autor do livro “Pense Grande”.
Ao fazer este tipo de questionamento, ele explica, é possível dar prioridade ao que realmente é importante e, se necessário, até fazer mudanças de rota. “Você aumenta o aproveitamento no longo prazo”, diz.

3 Tenha metas
Além de garantir foco, metas também oferecem o necessário senso de direção – item que contribui para a satisfação pessoal.
Isso significa que ter claros objetivos de longo prazo é essencial, mas não suficiente. Segundo os especialistas, é preciso também criar metas de curto prazo que garantam a você pequenas vitórias ao longo do processo.
“A gente tem que comemorar os pequenos avanços em todas as etapas”, afirma Mônica Latorre, da Ativar.
Assim, mesmo se a meta de longo prazo não for alcançada, você terá condições de se alegrar e minimizar a frustração.

4 Dê presentes para si mesmo
Outra estratégia para elevar os índices de satisfação é criar um ciclo de recompensas. Funciona mais ou menos assim: cada pequeno avanço em direção ao seu objetivo vale um presente ou um mimo.
“Dê a si mesmo uma massagem, um almoço em um bom restaurante, um tempo livre”, enumera Ferraz. “Somos movidos por pequenas metas, as de longo prazo podem ser frustrantes”.

5 Desafie-se
Crie o hábito de deixar a sua zona de conforto e “subir a régua”. “Nossas potencialidades são ilimitadas, a gente tem que se provocar para extrair cada vez mais do nosso potencial”, diz Mônica.
Em outras palavras, toda semana, tente se colocar em um lugar ou uma situação que nunca esteve antes. Crie desafios inéditos. “Isso nos move a querer mais”, afirma a especialista.

6 Coloque os custos no papel
“A gente presta pouca atenção nos custos invisíveis que não aparecem no balanço, mas deixam a semana pesada e o trabalho mais penoso”, diz Bonifácio.
Neste sentido, já parou para pensar no preço de reclamar de tudo ou quanto custa gastar horas em reuniões intermináveis? E o que você perde ao não compartilhar ideias ou usar o próprio potencial?
Pois bem. Antes de dar uma resposta atravessada, guardar seu talento para si por causa do medo ou perder tempo com ninharias, faça uma avaliação de custo-benefício e opte pelo caminho mais leve.

7 Lembre-se: não está fácil para ninguém
Como já dissemos, nada na vida é perfeito. Lembrar-se diariamente disso pode ajudá-lo a encarar os “poréns” do seu trabalho com menos pesar.
“Tenha a noção de que as coisas não são fáceis para ninguém, nem para quem está no trabalho mais espetacular do mundo”, diz Ferraz. Ou seja, se consola, você não está sozinho diante das imperfeições da sua carreira.
Por Talita Abrantes
Fonte Exame.com

10 PASSOS PARA VOCÊ GASTAR (E VIVER) MELHOR

Consumir somente o que você realmente precisa e pode pagar traz benefícios para o bolso e para seu bem-estar

Algumas medidas simples podem contribuir na qualidade da relação com o dinheiro

A vida hoje é mais corrida e estressante do que no tempo de nossos avós. E grande parte de toda essa tensão tem origem na competitividade e no consumismo desenfreado: para ser feliz, parece que é preciso ter o último modelo de celular, o melhor carro na garagem do prédio e ser o mais bem-vestido do escritório. Que tal rever seus parâmetros para fazer o dinheiro sobrar? Acredite: atitudes simples podem ajudá-lo a relaxar e ainda a equilibrar o orçamento.

Viva de acordo com seus recursos
Mesmo sendo tão básica, essa noção anda fora de moda e muita gente não consegue entendê-la. Significa comprar apenas o que você pode pagar, evitando dívidas. Na maioria dos casos é preciso juntar a quantia necessária antes de adquirir alguma coisa. Assim, dá para ganhar um período para refletir se realmente quer ou precisa daquilo. Adeus à cobrança de juros, ao estresse para pagar o cartão de crédito no fim do mês e ao consumo por impulso.

Faça uma lista dos desejos
Todos nós temos algum sonho de consumo, seja uma televisão nova, seja uma viagem especial. Antes de sacar o cartão de crédito no primeiro impulso, escreva seus desejos numa lista. No dia do pagamento, tire a lista da gaveta. Esse exercício ajuda a ser mais disciplinado ao longo do mês, a poupar para realizar uma vontade e a seguir a primeira regra: a de viver de acordo com seus recursos.

Aproveite os momentos
Desfrutar as pequenas alegrias da vida é essencial para nos sentirmos bem. Atualmente, a correria nas grandes cidades faz com que as pessoas passem cada vez mais tempo no trabalho e, frequentemente, queiram compensar, com o consumo, a falta de prazer e o pouco contato com a família e os amigos. Para melhorar a qualidade de vida, é preciso mudar o comportamento.
O dinheiro é fruto de seu trabalho e, portanto, de seu tempo. Ao usá-lo para consumir em excesso você aplica mal seu tempo e não tem resposta à falta de autoconhecimento e de contato com pessoas queridas.
Em vez de se presentear com roupas ou com o último modelo de celular, experimente valorizar cada momento em que está fazendo coisas de que gosta e junto de pessoas que são importantes: conversar sem pressa com os colegas no almoço, dirigir para o trabalho ouvindo sua música preferida, preparar o jantar e até mesmo gastar tempo em um ritual só seu antes de dormir.

Anote seus gastos
A maioria de nós não sabe exatamente como usa o dinheiro. Durante um ou dois meses, anote numa planilha absolutamente tudo o que gastar, do aluguel e mensalidade da pós-graduação à conta do pet shop e aquele cafezinho.
Denise Hills, responsável pelo programa Uso Consciente do Dinheiro, do Itaú-Unibanco, lembra que as pessoas trabalham em média 40 horas por semana para ter um retorno financeiro, mas nem todas dedicam parte de seu tempo para organizar o orçamento. Com a planilha de gastos, você vai perceber como as pequenas compras são responsáveis por boa parte de suas despesas e enxergar em que é possível economizar — sem sofrimento.

Longe dos shoppings
A melhor maneira de não gastar o que você não pode é manter-se longe dos shoppings. É claro que, se você realmente precisar de algo específico, a visita está justificada. Mas evite passear em frente às vitrines. Pergunte a si mesmo se realmente precisa daquilo que vai adquirir, antes de sair abrindo a carteira.

Tenha apenas um cartão
Escolha um único cartão de crédito para emergências e cancele todos os outros. Além de se livrar das anuidades, será mais fácil controlar as compras. Para quem tem dificuldade em segurar o impulso, é bom lembrar que alguém terá de trabalhar para sempre — ou você ou seu dinheiro.
Por isso, procure investir da melhor maneira o resultado de seu trabalho. Se você tiver alguma dívida, concentre esforços para quitá-la e, depois, invista as economias numa aplicação para grandes compras, como um carro ou a reforma da casa.

Use bem o carro
Não é à toa que a garantia de fábrica do automóvel só é mantida se você fizer todas as revisões. Independentemente da idade do carro, faça manutenção regular das peças, troque óleos e filtros nas datas certas.
Esse hábito simples melhora sua vida, diminuindo o estresse e a ansiedade de ter um veículo que pode dar problema a qualquer instante. Avalie bem se um segundo carro é mesmo necessário. Automóveis têm alto custo de manutenção, incluindo impostos, seguro, combustível e estacionamento.

Vá para a rua
Ir de carro a praticamente todos os lugares é tão comum atualmente que muita gente nem cogita a possibilidade de caminhar — até levar um susto e ganhar a recomendação do cardiologista. Não espere seu corpo reclamar: faça as atividades do dia a dia em seu bairro a pé. Saiba que viagens curtas, com o motor do carro ainda frio, são as principais responsáveis por desgastes e maior consumo de combustível.

Invista na carreira
Faça o que estiver ao seu alcance para aumentar seu valor profissional. Se ainda não for possível inscrever-se numa pós-graduação, procure cursos de curta duração que tenham relação direta com o trabalho e invista em aprender um idioma.
Não deixe o discurso negativo da rádio-peão desanimar você: as boas empresas investem na retenção de quem cuida do autodesenvolvimento, entrega resultados e demonstra que está pronto para mais desafios.

Escolha o bairro certo
Os valores de imóveis dentro da mesma cidade variam muito. Se o aluguel ou a prestação do financiamento está alto demais para seu orçamento, considere mudar-se para outro bairro mais barato, levando em conta também a proximidade com o trabalho e com meios de transporte público. Se o seu sonho é a casa própria, a regra de contrair a menor dívida possível continua valendo. O ideal é juntar reservas que permitam realizar os sonhos junto com o crédito.
Por Fernanda Tambelini
Fonte Idec

DIFICULDADE DE ACORDAR

Dificuldade de acordar pode ter relação com gene do relógio biológico

Por Marcos Muniz

THE WORKING WEEK

ORAÇÃO DA SEMANA...

BOM DIA, DEUS!

ENQUANTO VOCÊ DORMIA...

domingo, 26 de julho de 2026

QUÂNTICA - PENSAMENTOS EMITEM VIBRAÇÕES

OS DOZE SINAIS DO SEU DESPERTAR DIVINO

1. Dores no corpo e sofrimentos, especialmente no pescoço, ombros e costas. Isto é o resultado de intensas mudanças em seu nível de DNA, enquanto a "semente Crística" é despertada interiormente. Isto também passará.

2. Sentimento de profunda tristeza interna sem razão aparente. Você está liberando o seu passado (dessa vida e de outras) e isto causa o sentimento de tristeza. É semelhante a mudar-se de uma casa na qual você viveu por muitos, muitos anos para uma nova casa. Por mais que você queira mudar-se para a nova casa, existe uma tristeza de deixar para trás as memórias, energias e experiências da velha casa. Isto também passará.

3. Chorar sem razão aparente. Semelhante ao item 2 acima. É bom e saudável deixar as lágrimas fluírem. Ajuda a soltar a velha energia interna. Isto também passará.

4. Repentina mudança no trabalho ou carreira. Um sintoma muito comum. À medida que você muda, as coisas a sua volta também mudarão. Não se preocupe em achar o emprego ou carreira "perfeita" agora. Isto também passará. Você está em transição e poderá fazer várias mudanças de empregos até se estabelecer em algum que se ajuste a sua paixão.

5. Afastar-se dos relacionamentos familiares. Você está conectado com sua família biológica via velho carma. Quando você sai do ciclo cármico, os vínculos dos antigos relacionamentos são soltos. Parecerá que você está se afastando de sua família e amigos. Isto também passará. Depois de um período de tempo, você pode desenvolver um novo relacionamento com eles, se isso for apropriado. Entretanto, a conexão será baseada na nova energia sem elos cármicos.

6. Padrões de sono pouco comuns. É parecido como acordar muitas noites entre 2:00h e 4:00h da manhã. Há muito trabalho ocorrendo dentro de você, e isso muitas vezes faz você acordar para dar uma “respirada". Não se preocupe. Se você não puder voltar a dormir, levante-se e faça alguma coisa em vez de ficar deitado na cama e se preocupar com coisas humanas. Isto também passará.

7. Sonhos intensos. Nestes podem ser incluídos sonhos de guerra e batalhas, sonhos de caçadas e sonhos com monstros. Você está literalmente soltando a velha energia interna, e estas energias do passado são muitas vezes simbolizadas como guerras, corridas para escapar e o "bicho papão". Isto também passará.

8. Desorientação física. Às vezes você se sentirá muito sem chão, não aterrado. Você estará "espacialmente desafiado" com a sensação de que você não pode por os dois pés no chão, ou que você está andando entre dois mundos. Conforme sua consciência muda para a nova energia, seu corpo algumas vezes "fica para trás". Passe mais tempo na natureza para ajudar a aterrar a nova energia interior. Isto também passará.

9. Aumento da "conversa com si mesmo". Você se encontrará conversando com o seu "Eu" mais freqüentemente. Você de repente perceberá que esteve batendo papo com você mesmo pelos últimos 30 minutos. Existe um novo nível de comunicação acontecendo dentro do seu ser, e você está experimentando a "ponta do iceberg" com a "conversa consigo mesmo". As conversas aumentarão, e se tornarão mais fluídas, mais coerentes e com mais visões interiores. Você não está ficando maluco. Você é apenas Shaumbra movendo-se para a nova energia.

10. Sentimentos de solidão, mesmo quando em companhia de outros. Você pode se sentir-se sozinho e distante dos outros. Você pode sentir desejo de evitar grupos e multidões porque você está percorrendo um caminho sagrado e solitário. Como os sentimentos de solidão causam ansiedade, é difícil relatar isto aos outros nessa hora. Estes sentimentos de solidão estão associados ao fato de seus Guias terem partido. Eles estiveram com você em todas as suas jornadas, em todas as suas vidas. Chegou o tempo deles se afastarem, assim você poderia preencher esse seu espaço com a sua própria divindade. Isto também passará. O vazio interior será ocupado com o amor e a energia da sua própria consciência Crística.

11. Perda da paixão. Você pode se sentir totalmente sem paixão, com pouco ou nenhum desejo de nada. Isto está OK, e isto é apenas parte do processo. Tire este tempo para “não fazer nada mesmo”.

Não lute com você mesmo por isso, porque isto também passará. É semelhante a reprogramar um computador. Você precisa se fechar por um breve período de tempo para poder baixar um novo e sofisticado software, ou neste caso, a nova energia da semente Crística.

12. Um profundo desejo de ir para Casa. Esta talvez seja a mais difícil e desafiante de qualquer uma das condições. Você pode experimentar um profundo e avassalador desejo de voltar para Casa. Isto não é um sentimento “suicida”. Não é baseado em frustração ou raiva. Você não quer fazer um grande negócio disto ou causar drama para você mesmo ou para outros. Tem uma quieta parte de você que quer ir para Casa. A causa raiz que origina isto é bastante simples. Você completou seus ciclos cármicos. Você completou seu contrato para esta vida. Você está pronto para começar uma nova vida enquanto ainda neste corpo físico.

Durante este processo de transição você tem lembranças intimas do que é estar do outro lado. Você está pronto para se alistar para outra função aqui na Terra? Você está pronto para assumir os desafios de se mover para a Nova Energia. Sim, na verdade você pode ir para Casa agora mesmo. Mas, você chegou tão longe, e depois de muitas, muitas vidas seria uma vergonha ir embora antes de ver o final do filme.

Além disso, o Espírito precisa de você aqui para ajudar os outros na transição para a nova energia. Eles precisarão de um guia humano, exatamente como você, que fez a jornada da velha energia para a nova. O caminho que você está percorrendo agora fornece as experiências que te capacitam a vir a ser um Professor para o Novo Humano Divino. Tão solitária e escura quanto a sua jornada possa ser às vezes, lembre-se de que você nunca está sozinho.

Por Tobias através de Geoffrey Hoppe

Tradução: Silvia Tognato Magini

sábado, 25 de julho de 2026

BONS HÁBITOS ALIMENTARES NA TERCEIRA IDADE

As mudanças que o corpo sofre durante a terceira idade exigem uma alimentação diferente das outras fases da vida


Alimentação na terceira idade: os cuidados devem começar na aquisição dos alimentos, observando o prazo de validade, o armazenamento e a conservação

A dieta alimentar na terceira idade é, em geral, bastante diferente das demais etapas da vida. O processo de envelhecimento vem acompanhado de uma série de mudanças na função hormonal, no metabolismo energético e na atividade diária, o que afeta a necessidade de nutrientes. Nessa fase, olfato e paladar ficam progressivamente comprometidos. É comum o idoso se desinteressar por doces e salgados. A produção de saliva também é reduzida e aparecem as dificuldades no processo de mastigação e deglutição, que causam impacto significativo na quantidade e qualidade da ingestão do alimento. Além disso, a presença de doenças crônicas pode levar a restrições dietéticas, que associadas ao uso de diversos medicamentos (polifarmácia), reduzem o apetite ou interferem na absorção de vitaminas e minerais. Tudo isso se soma às alterações naturais nos mecanismos de defesa que tornam a pessoa idosa mais suscetível a infecções alimentares.
Outro fator de atenção é a redução da mobilidade que dificulta a compra e o preparo de alimentos e, às vezes, até o ato de se alimentar. Todas essas alterações requerem cuidados especiais com a alimentação na terceira idade. Os cuidados devem começar na aquisição dos alimentos, observando o prazo de validade, o armazenamento e a conservação adequados. Ainda no preparo das refeições, o processo de higiene pessoal e do ambiente, incluindo os utensílios a serem utilizados, reduzem o risco de contaminações.
O planejamento de ambientes, móveis e utensílios seguros, de fácil higiene, que exijam mínimo esforço físico e previnam quedas são parte integrante da boa alimentação. A identificação dos alimentos com etiquetas de fácil leitura, com letras de tamanhos apropriados e codificações por cores também podem contribuir para um ambiente alimentar seguro para o idoso.  Para o consumo dos alimentos, um ambiente agradável, iluminado, arejado, limpo, com facilidade para higiene das mãos e móveis com cantos arredondados, que estimule a companhia de outras pessoas e não ofereça muitas distrações (TV, por exemplo) tem um grande efeito no desfrute da refeição e na manutenção de bom estado nutricional.
Buscando superar as eventuais dificuldades e estimular um envelhecimento saudável, o Ministério da Saúde publicou, em 2010, um Manual de Alimentação Saudável para a Pessoa Idosa que sugere medidas simples para tornar o dia a dia do idoso mais prazeroso, favorecendo a autonomia, o entrosamento social e a segurança alimentar e nutricional. Para facilitar, descrevo essa receita de bons hábitos em dez passos:

1º – Faça pelo menos três refeições (café da manhã, almoço e jantar) e dois lanches saudáveis por dia. Não pular as refeições e comer devagar, mastigando bem os alimentos, é fundamental. Em caso de dificuldade para mastigar alimentos sólidos como carnes, frutas, verduras e legumes, pode-se picar, ralar, amassar, desfiar, moer ou batê-los no liquidificador.

2º – Ingira diariamente seis porções do grupo dos cereais (arroz, milho, trigo, pães e massas), tubérculos como a batata e raízes como o aipim. Dê preferência aos grãos integrais e aos alimentos na sua forma mais natural.

3º – Coma pelo menos três porções de legumes e verduras como parte das refeições e três porções ou mais de frutas nas sobremesas e lanches.

4º – Garanta o feijão com arroz no prato de cada dia ou, pelo menos, cinco vezes por semana. Esse prato brasileiro é uma combinação completa de proteínas e dá energia.

5º – Consuma diariamente três porções de leite e derivados e uma porção de carnes, aves, peixes ou ovos. Retire a gordura aparente das carnes e a pele das aves antes da preparação.

6º – Limite óleos vegetais, azeite, manteiga ou margarina a no máximo uma porção por dia.

7º – Evite refrigerantes e sucos industrializados, bolos, biscoitos doces e recheados, sobremesas doces e outras guloseimas. Limite esses alimentos a no máximo duas vezes por semana.

8º – Diminua a quantidade de sal na comida. Para temperar e valorizar o sabor natural dos alimentos utilize temperos como cheiro-verde, alho, cebola e ervas frescas e secas ou suco natural de frutas, como limão.

9º – Determine a ingestão de pelo menos dois litros (seis a oito copos) de água por dia. O baixo consumo de água pelo idoso, associado a uma série de alterações nos mecanismos de controle de água no organismo, leva muito facilmente à desidratação. A redução da água corporal total do idoso é em torno de 20%. Quem convive com idosos frequentemente escuta “não sinto sede”, “não gosto de água”. Incentivar o consumo de água é fundamental na alimentação saudável de qualquer pessoa e especialmente do idoso.

10º – Pratique pelo menos 30 minutos de atividade física todos os dias e evite as bebidas alcoólicas e o fumo.

Iniciativas como esta, do Prêmio Jovem Cientista, levam os jovens a refletir sobre os cuidados com a alimentação dos idosos com quem eles convivem e a cultivar seu próprio capital vital, ampliando suas chances de ter uma vida saudável e prazerosa por mais tempo.

Por Dr. Carlos Alberto Chiesa é diretor de operações do Hospital Placi — Cuidados Extensivos
Fonte Revista Época Online

quinta-feira, 23 de julho de 2026

O DIA ESTÁ TERMINANDO...

CONQUISTA DE CLIENTES - QUEIXA SOBRE VALOR DE HONORÁRIOS PODE SER SINTOMA DE OUTRO PROBLEMA


Advogados com dificuldades para conquistar clientes tendem a pensar que seus honorários são muito altos. Isso pode ser verdade, principalmente se seu público-alvo está na faixa de baixa renda da população. Mas, na maioria das vezes, o problema não está no valor dos honorários. É apenas uma consequência de um programa de marketing inadequado.
Essa é a conclusão a que chegou o consultor de marketing para advogados Trey Ryder, após anos de assistência a escritórios de advocacia nos EUA. “Tudo se resume na equação valor/preço”, ele diz.
Essa equação mostra que os clientes pagarão os honorários fixados pelo advogado, se eles acreditam que o “valor” dos serviços jurídicos que vão receber é maior do que o “preço” que vão pagar por eles.
“Porém, se o cliente colocar em um prato da balança o valor do serviço e, no outro prato, os honorários, e concluir que o serviço não vale o custo, então você tem um problema. E ele irá, provavelmente, buscar outro advogado”, ele afirma.
Assim, um elemento básico de um programa de marketing competente é fazer com que os possíveis clientes acreditem que os serviços jurídicos a serem prestados são muito mais valiosos do que os honorários colocados na mesa. Ou seja, o valor dos serviços é maior do que seus custos.
Muitas vezes, a má percepção do cliente pode derivar de um simples problema de comunicação. O advogado precisa avaliar, constantemente, sua capacidade de comunicar ao possível cliente o valor dos serviços que vai prestar a ele.
Ryder diz que encoraja os advogados, para os quais presta assessoria, a manter seus honorários na faixa superior dos que são praticados no mercado.
“É muito melhor você ser considerado o advogado mais caro da cidade — e ver os clientes valorizarem seus conhecimentos e sua experiência — do que se posicionar na faixa inferior do mercado — e ver os clientes desconfiarem de suas qualificações”, ele afirma.
Em um tom bem americano, ele aconselha: “Certamente, nem todas as pessoas poderão pagar seus honorários. Porém, se 30% da população pode pagar honorários na faixa superior do mercado, seu único problema será saber se esse público-alvo poderá gerar as receitas que o escritório almeja”.
Para o consultor, não importa quão estreita é a faixa da população em um determinado segmento de renda, nem quão definido é seu nicho dentro do mercado da advocacia, sempre haverá um público-alvo bem maior do que o que ele pode abarcar.
A chave é ter um programa de marketing competente, que possa, efetivamente, identificar, atingir e conquistar os clientes que precisa dentro desse universo, por mais delimitado que ele seja, explica.
A única maneira de um advogado superar essa dúvida sobre o que seria um alto valor de seus honorários é se posicionar acima dessa questão. “Do ponto de vista do marketing, você — ou seu escritório — tem de se mostrar, para o cliente, como tão incomum, no que se refere a seus conhecimentos, competência profissional e experiência, que seria um risco muito grande contratar outro advogado.
“Não caia na armadilha em que a fixação de honorários baixos parece ser o melhor chamariz”, ele sugere. Quando o advogado reduz seus honorários, ele também reduz o nível da percepção que o cliente tem dele. E só irá atrair clientes que escolhem advogados com base no que irão pagar por seus serviços.
É claro que há exceções à regra que sugere o posicionamento no segmento mais alto da população — ou mesmo em uma faixa intermediária. Há advogados que, por uma questão de opção, preferem atender a população nas faixas mais baixas de renda.
Porém, se o advogado consegue altas receitas, atuando com o público mais abastado da população, terá recursos suficientes para prestar serviços pro bono à população menos favorecida, em oposição a fixar honorários muito baixos.
Por João Ozorio de Melo
Fonte Consultor Jurídico

PASSATEMPOS QUE DESENVOLVEM ATENÇÃO, FOCO E RACIOCÍNIO LÓGICO

Especialistas apontam atividades para estimular o cérebro e ajudar a aumentar o rendimento dos estudantes

Estudar e rever conteúdos, ler sobre atualidades, escrever redações, fazer exercícios e simulados. Não é fácil o dia a dia de quem se prepara para concursos. Mas essa verdadeira maratona pode ser menos pesada se o candidato inserir passatempos divertidos na rotina.
Além de relaxar, xadrez, sudoku, palavras cruzadas e atividades similares ajudam no desenvolvimento da atenção, memória, foco, raciocínio lógico, entre outras habilidades.
Para estimular o cérebro e aumentar o rendimento dos estudantes, especialistas indicam criar pequenos hábitos e passatempos e assim conseguir sobressair. De acordo com Lissandra de Oliveira, especialista em leitura dinâmica e responsável pelo Instituto de Otimização da Mente (IOM), a simples atividade de escrever à mão, principalmente cartas e diários, pode ser benéfica.
— Nesta atividade treinamos a escrita e o resumo, desenvolvendo a capacidade de síntese. Sem falar na terapia que é desabafar e refletir sobre os fatos marcantes do dia. É uma forma excelente de treinar a memória e sair do piloto automático, valorizando o que aconteceu no dia. Quando escrevemos, normalmente somos mais cuidadosos, escolhemos melhor as palavras, o que exige uma concentração maior no ato de se comunicar — afirma a especialista.
Ainda de acordo com Lissandra, ler em ambientes barulhentos durante vinte e um dias seguidos é positivo para melhorar a concentração.
Coloque samba, rock, televisão ligada, tudo o que mais lhe incomoda e leia por 20 minutos no primeiro dia, depois acrescente mais cinco minutos de leitura diariamente. Muitas pessoas só conseguem estudar no silêncio, algumas usam até borrachinhas nos ouvidos, mas vivemos num mundo barulhento e o ideal é treinar. No início tudo irá incomodar e o cérebro reclamará bastante, mas o condicionaremos através da repetição do novo comportamento e nos libertaremos dos estímulos externos na hora do estudo e da leitura. É um ótimo exercício — garante.
Para Paula Emerick, presidente executiva e psicóloga do Instituto de Saúde Solace, a prática de passatempos é um completo estímulo à imaginação. Segundo ela, para saber se um jogo é de fato um material pedagógico, é importante identificar se ele irá provocar uma aprendizagem significativa, se estimula a construção de um novo conhecimento e, principalmente, se desperta o desenvolvimento de uma capacidade cognitiva.
Veja alguns dos passatempos mais indicados para melhorar a resistência física e mental dos estudantes, que ajudam a desenvolver as habilidades:
        
1) Jogo de Palavras: raciocínio mais veloz e vocabulário mais extenso a criatividade é bastante estimulada.
· Interpretação de textos
· Fluência verbal
· Percepção visual
· Atenção e Memória
· Raciocínio espacial
· Vocabulário e Criatividade

2) Sudoku: ajuda a desenvolver o planejamento, agilidade e raciocínio lógico e matemático.
· Raciocínio lógico
· Raciocínio matemático
· Planejamento
· Desenvolve a agilidade
· Habilidade de manter o foco

3) Xadrez: é considerado um excelente exercício para estimular o cérebro e ajuda a melhorar  o rendimento e o planejamento de estudo.
· Planejamento
· Capacidade de análise
· Tomada de decisão
· Gestão do tempo
· Controle de ansiedade
· Concentração

4) Dançar: alivia tensões e desenvolve o condicionamento físico dos estudantes para aguentar longas horas de prova
· Promove descanso
· Ajuda na consolidação da memória
· Alívio da tensão
· Reflexo motor
· Desenvolve a habilidade social
· Autoconfiança

5) Palavra Cruzada
· Exercita a memória de longa duração
· Cria novo vocabulário
· Estimulação neuronal
· Agiliza o raciocínio
· Atenção focada

6) Colorir: melhora o controle motor e a organização, sendo indicado para estudantes que estão se preparando para concursos.
· Reduz a ansiedade
· Capacidade de abstração
· Controle motor
· Trabalha a organização
Por Universidde Veiga e Almeida
Fonte O Globo Online

PODER MUDAR

MÍOPE

terça-feira, 21 de julho de 2026

DIREITO À SAÚDE


Joseph K., o personagem kafkiano de O Processo, é um homem chamado à Justiça sem nada ter feito. Comparece, anda pelo ambiente burocrático e ininteligível, e de lá sai com pouco ou nada compreender.
Poderia ser esta a breve história do direito à saúde: é chamado – com destaque – a integrar a nova ordem constitucional; mais de 20 anos depois, parece-lhe ter perdido tempo ao atender ao chamado.
A omissão do Estado no que toca à efetivação do direito à saúde cobrou seu preço: são milhares de processos judiciais que discutem o tema, o que resta por onerar ainda mais o Poder Público – seja o Executivo com ônus de sucumbência ou recursos para a sua defesa judicial; seja o Judiciário, por conta do aumento desnecessário da carga de processos.
O movimento de judicialização das políticas públicas tem seu aspecto positivo, pois demonstra um certo despertar dos cidadãos para os seus direitos, abandonando a histórica tradição da passividade política dos brasileiros.
Mas há o contraponto.
A concretização de primados básicos de nossa ordem constitucional, como a dignidade da pessoa humana e o mínimo existencial – figuras, aliás, que se confundem – perpassa a concretização do direito à saúde. A judicialização das políticas públicas, embora necessária, contudo, não pode prescindir do respeito às leis do país e, sobretudo, das regras constitucionais, sob pena de tomarmos o caminho sem volta da praxe inconstitucional institucionalizada.
A virtude está no meio, já o disse o mais sábio dos filósofos; a regra se aplica à análise judicial do complexo tema da efetivação do direito à saúde por meio de ações judiciais. É necessário manter uma postura consciente e responsável, tarefa tão cara aos Magistrados do país na atualidade, em função do excesso de processos sob sua jurisdição.
A banalização do acesso à Justiça – vide as chamadas “demandas artificiais” - alcança, em certa medida, as ações tendentes à efetivação do direito à saúde. Olvida-se, neste cenário, que o Poder Público tem recursos limitados, devendo reservar-se somente à efetivação daquilo que os recursos públicos alcançam (reserva do possível); que há uma estruturação administrativa baseada na divisão de competências, de modo que a tese da ilegitimidade passiva deve ser analisada seriamente, e não afastada por meio de uma solidariedade que esconde um ativismo judicial mal-pensado; que por vezes a parte pode alcançar a pretensão administrativamente, sem necessidade ou interesse real de provocar a máquina judiciária.
A crescente judicialização do direito à saúde – e das políticas públicas de um modo geral – mascara a desestrutura do Poder Executivo. A longo prazo, a prática desestruturará o Estado Democrático de Direito, pois a História demonstra que a harmonia dos poderes fica seriamente comprometida quando um deles, por absoluta inércia do outro, toma-lhe o lugar.
Juiz não é administrador do orçamento público, e vice-versa – ou, ao menos, não o deveria ser... É de todo louvável a tarefa hercúlea enfrentada pelo Poder Judiciário; todavia, a administração constante e progressiva das verbas públicas por meio da expedição de ordens judiciais e, até mesmo, por meio de bloqueio de valores junto ao erário público, é-lhe munus estranho, função atípica.
Assim como existe muito mais entre o céu e a terra do que sonha a nossa vã filosofia, a inefetividade do direito à saúde (e de outro tantos direitos fundamentais) esconde e demonstra muito mais do que enxergamos à primeira vista. O fato de a democracia brasileira ser juvenil não autoriza nem justifica o descampar das regras jurídicas, sejam constitucionais ou infraconstitucionais. A inefetividade da máquina estatal não deveria ser combatida com ativismo judicial – muito menos a longo prazo -, mas com lenta e progressiva maturação da sociedade civil e, por extensão, do Poder Público.
Até lá, recorramos ao direito de ação; suturemos os escaninhos do Judiciário; brinquemos de país civilizado.
Pau que nasce torto nunca se endireita!
Por Michel Müller
Fonte Espaço Vital

HOJE, TERÇA, É UM BOM DIA PARA VOCÊ ENVIAR SEU CURRÍCULO ÀQUELA EMPRESA

Especialistas tiram dúvidas sobre as estratégias para despertar o interesse do recrutador pelo seu perfil

Na hora de procurar um emprego ou disputar uma vaga, a primeira dúvida é como elaborar um bom currículo para que ele ajude a despertar o interesse do recrutador, divulgando todo o potencial do profissional. Mas outras estratégias são importantes também: para ter melhores resultados, é preciso selecionar as empresas que melhor se adequam ao seus objetivos, bem como as vagas mais alinhadas ao seu perfil. Mas qual o melhor dia para enviar ou entregar o currículo? Vale ir pessoalmente entregar o documento na empresa? O Boa Chance listou as principais dúvidas e pediu que a diretora da Mira RH, empresa de gestão de recursos humanos, Fátima Mangueira, e a coach High Performance, Dirlene Costa, respondessem e dessem outras dicas:

Melhor dia
Os melhores dias para procurar emprego e entregar o currículo são segundas e terças-feiras, geralmente na parte da manhã, pois as melhores vagas são fechadas rapidamente, explica Fátima. Nesses dois dias, as pessoas têm uma visão de recomeço, e as empresas estão prontas para executar o que planejaram para a semana, inclusive reposição de vagas, diz Dirlene. Na sexta-feira, ao contrário, a visão dos empregadores é preparar as estratégias para a próxima semana.

Pessoalmente ou por correio?
O currículo de papel não está morto. Ainda há pessoas que vão espontaneamente entregar o currículo pessoalmente nas empresas de seu interesse. Outras comparecem atendendo ao anúncio da vaga que foi divulgada. A coach sugere que a pessoa envie currículo mesmo quando não há vaga em aberto, já que esta é uma oportunidade de entrar no banco de talentos de uma empresa.

Cara e coragem
Na opinião da especialista, vale a pena, sim, o profissional deixar seu CV pessoalmente nas empresas, mas o ideal é que ele telefone antes para agendar uma entrevista. Assim, tem mais garantias de ser recebido. Para Fátima, é muito importante que o profissional deixe o documento mesmo que não tenha vaga no momento dentro de seu perfil, pois esta pode surgir a qualquer momento e ele será convidado para participar do processo seletivo.
Dirlene, por sua vez, aconselha que, antes de procurar algum funcionário específico para entregar seu currículo, o profissional faça uma sondagem antes para ver se conhece alguém que possa lhe apresentar a ele. De qualquer forma, os currículos geralmente são gerenciados pelo departamento de RH das empresas. Por isso, acredita, o melhor caminho é procurar o próprio RH, salvo se você conhece alguém que possa lhe colocar de frente com o gestor e que ele esteja buscando profissionais para sua equipe.
— A orientação é: menos é mais. Portanto, cuidado para não incomodar e passar uma visão de desespero, o que pode comprometer oportunidades futuras. Busque o RH ou uma indicação — completa Dirlene.

Telefonar ou não?
Você pode ligar de vez em quando para o RH, mas somente para perguntar se estão com alguma oportunidade para sua área, demonstrando interesse e se colocando à disposição, sugere Dirlene. E não vale ligar diariamente, esta atitude precisa ser periódica, de 15 em 15 dias, uma vez por mês, completa a coach. Outra estratégia sugerida por Fátima é enviar o currículo, se cadastrando no site pelo banco de empregos, pois desta forma os CVs são analisados e cadastrado já dentro do perfil e experiência profissional. Feito isso, é aguardar ser convidado para entrevista com horário agendado.

À espera de uma resposta
Se você participou de algum processo seletivo e ainda não foi chamado, é porque não chegou o momento. Por isso, calma. O processo pode ainda estar em andamento ou realmente você não foi selecionado, diz a coach, lembrando que a maioria das empresas avisa. De qualquer forma, acrescenta Dirlene, espere entre uma semana e dez dias para saber sobre o andamento do processo. Mostre interesse sobre o processo seletivo, mas cuidado para não ser insistente ou inconveniente. Apenas mostre interesse em saber em que posição está e se coloque à disposição. Ainda de acordo com a diretora da Mira RH, geralmente os currículos ficam cadastrados por um prazo de seis meses e, a qualquer momento que surja uma vaga com o seu perfil, o profissional pode ser convidado para uma entrevista.

Dever de casa
É aconselhável procurar saber quais vagas constam do site da empresa, para se cadastrar na melhor oportunidade e que esteja mais adequada com o seu perfil. A dica mais importante é, ser for convidado para entrevista, estar presente pelo menos 15 minutos antes da hora agenda e com o currículo impresso. Procure, sempre, estar a par da cultura desta organização, e ficar atento à missão e à visão da companhia.

E lembre-se
— Currículo precisa ser claro e objetivo, máximo 2 páginas;
— Nada de ficar vendendo suas qualidades, o recrutador vai avaliar isso. Apenas reforce os pontos fortes que você tem e que pode ajudar a empresa. Entre 3 a 5;
— Faça uma carta se apresentando e demostrando interesse pela vaga. Carta simples, objetiva e gentil;
— Coloque sempre as empresas que trabalhou, período trabalhado e as atividades ou resultados importantes que realizou;
— Insira suas formações, mas de forma sucinta: coloque as três últimas;
— Informe cursos, no máximo três de relevância e convergência com a vaga. Cursos que não agregam valor para o cargo em questão, é melhor não citar.
Fonte O Globo Online