Luiza's Blog
quarta-feira, 8 de julho de 2026
terça-feira, 7 de julho de 2026
DEZ LIÇÕES IMPORTANTES DE VIDA QUE VOCÊ TEM QUE APRENDER
Viver significa
aprender, e algumas lições devem ser incorporadas no cotidiano para uma vida
saudável e sem estresse.
Você precisa ser você
mesma antes de deixar os seus valores de lado para agradar as outras pessoas
A vida é um caminho de escolhas e
aprendizagens. Por mais que você pense que sabe o suficiente nesse ponto da sua
vida, sempre existe alguma lição que será ensinada quando você menos espera. Algumas
dessas lições devem fazer parte do nosso cotidiano, garantindo uma vida mais
saudável, balanceada e livre do estresse. Confira 10 lições de vida que você tem que
aprender:
1. Dinheiro nunca
vai solucionar todos os seus problemas
O dinheiro nunca vai solucionar todos os
seus problemas. Nós vivemos em um mundo onde o dinheiro é supervalorizado e as
pessoas acreditam o que o status social é a solução de tudo. Mas lembre-se daquele
ditado que você ouviu muitas vezes na sua vida: o dinheiro não pode comprar
felicidade.
2. Calma é o segredo
A calma é o segredo para uma vida longe do
estresse. Você pode acreditar que precisa fazer todas as suas tarefas ao mesmo
tempo, mas a verdade é que estar sobrecarregado faz com que você fique mais
estressado e preste menos atenção no que deve ser feito. Faça as coisas no seu
tempo.
3. Você não pode
agradar a todos
Você nunca será capaz de agradar todas as
pessoas. Você não é obrigado a concordar com todo mundo, e muitas pessoas
deixam os seus valores de lado para sentirem que pertencem a um grupo. É importante
acreditar nas suas convicções e, acima de tudo, lembrar de ser você mesmo antes
de tentar ser o que os outros esperam que você seja.
4. A sua saúde é o
mais importante
A sua saúde é a coisa mais importante que
você tem. As pessoas pensam que a saúde está garantida e tendem a esquecer de
cuidar do corpo e da mente. Lembre-se que você não sabe o que pode acontecer
amanhã e cuide da sua saúde o máximo possível.
5. Nem sempre você consegue
o que quer
Essa é uma das lições de vida mais duras que
você pode aprender, mas nem sempre você vai conseguir o que quer. A vida não
depende apenas de você, e às vezes as coisas simplesmente não saem como o
planejado.
6. Nem tudo é sobre
você
Nem tudo é sobre você, mesmo que seja difícil
olhar as coisas de uma perspectiva que não é a sua. Preste atenção no que
acontece ao seu redor, no seu ambiente de trabalho e com as pessoas ao seu
redor. Você pode descobrir as melhores coisas ao sair do seu próprio mundinho.
7. Não saber de algo
não é vergonhoso
Não existe vergonha em não saber alguma
coisa. Lembre-se de que, durante a sua vida, você aprendeu muitas coisas e vai
aprender mais. Ninguém sabe de tudo o que é possível saber, e a vergonha está em
ter medo de aprender.
8. Amar é uma
escolha
Amar é uma escolha, e nem todo o amor no
mundo é o “amor romântico”. Você pensa que só porque não tem um namorado ou
namorada você não tem amor? Pense nos seus pais, na sua família, nos seus
amigos. Amar pode ser difícil, mas escolher amar pode fazer de você uma pessoa
muito melhor.
9. Perspectiva é uma
coisa bonita
Problemas que parecem grandes demais podem não
significar nada. Você precisa aprender que a perspectiva é uma coisa bonita, e
olhar para o quadro geral pode ser um grande benefício. Nem tudo é o que parece
ser.
10. Não ache que
tudo é garantido
A vida é inconstante, e você não pode tomar
as coisas que você tem por garantidas. Seja grato por tudo o que você tem no
momento, perceba o seu valor antes que seja tarde demais. A vida pode mudar
drasticamente em poucos minutos, então saiba apreciar as coisas enquanto você as
tem.
Por Universia Brasil
PLANEJAMENTO E AUTOCONTROLE SÃO A CHAVE PARA ORGANIZAR MELHOR A ROTINA
Veja como ganhar
mais tempo e qualidade de vida adotando alguns hábitos das pessoas
superorganizadas
Parece senso comum dizer que 24h não são
suficientes para dar conta de todas as atividades cotidianas, tais como
trabalhar, arrumar a casa, ver os amigos ou simplesmente descansar fazendo nada.
Para os superorganizados, porém, a história é diferente: além de cumprir todos
os prazos e tarefas do dia a dia, eles sempre têm tempo para o lazer. Como eles
conseguem? Na teoria, parece fácil, mas na prática nada disso se dá sem
planejamento e autocontrole.
“Pessoas organizadas são extremamente
detalhistas e têm hábitos repetitivos. Elas gostam de estudar e aprender coisas
novas, mas evitam inovar, pois existe o receio da mudança, de perder o controle
da situação”, afirma o coach Marcelo Homci.
Embora não seja uma regra, os organizados têm
a tendência de lidar com as tarefas com mais objetividade, o que torna o
trabalho muito mais produtivo. Tempo livre e qualidade de vida, portanto,
acabam sendo uma consequência da organização.
Mesmo assim, é importante lembrar que o
equilíbrio entre organização e bagunça é fundamental para evitar as armadilhas
do vício. De acordo com José Carlos Carturan, neurologista e especialista em
medicina comportamental, a obsessão pela perfeição pode virar um sofrimento
para os superorganizados.
“Eles se tornam pouco flexíveis e toleráveis,
e sofrem quando vivem ao lado de quem não é organizado”, explica Carturan.
Alguns hábitos dos superorganizados, no
entanto, podem ser facilmente incorporados na rotina de quem deseja ganhar mais
tempo ao longo do dia. Ter uma agenda, por exemplo, já pode fazer diferença.
“O melhor caminho é sempre o
autoconhecimento. Desse jeito, é possível encontrar a melhor forma de se
organizar, que nem sempre é igual para todos”, diz o analista comportamental
Getúlio Chaves.
1. Cada coisa em seu
lugar
Como são metódicos, os organizados gostam de
estabelecer lugares exclusivos para guardar objetos pessoais, roupas, sapatos,
documentos e por aí vai. Assim eles não perdem tempo quando procuram por algo
específico. E após o uso cada coisa volta exatamente para onde estava, para ser
rapidamente encontrada no futuro.
2. Sem procrastinar
A máxima “não deixe para amanhã o que você pode
fazer hoje” é levada a sério pelos organizados. Isso evita que as tarefas se
acumulem ao longo da semana e comprometam as metas estabelecidas. “O maior medo
de uma pessoa muito organizada é de perder o controle da própria vida e da
agenda”, reforça o Marcelo Homci.
3. Gastos sob
controle
Os hábitos metódicos também se aplicam à vida
financeira dos superorganizados. Normalmente, uma planilha serve de apoio para
controlar os gastos, com anotações de todas as compras feitas, aplicações na
poupança e recebimento de salário, entre outros. Com as finanças em dia é possível
evitar gastos supérfluos e assim planejar viagens e investimentos sem passar
por nenhum sufoco.
4. Planejamento
“Desde uma arrumação simples no guarda-roupa
até projetos de médio e longo prazo, pessoas organizadas seguem cronogramas,
agendas e planejamentos”, explica José Carlos Carturan, especialista em
medicina comportamental. Dividindo o dia em blocos e listando as metas que
devem ser cumpridas, o trabalho flui com mais tranquilidade e objetividade.
5. Agenda organizada
Ninguém é tão perfeito a ponto de não
precisar de um apoio físico na hora de fazer o planejamento diário ou semanal. Os
organizados anotam tudo na agenda, seja ela virtual ou de papel, e não hesitam
em consultá-la em caso de dúvidas.
6. Hierarquia
Organizados sabem dividir o dia e as tarefas
de acordo com a importância de cada uma, evitando gastar foco e energia em
situações de simples resolução. Atividades mais urgentes e trabalhosas, por
exemplo, são realizadas no momento de maior produtividade, normalmente pela
manhã. Esse hábito é mais um exemplo de como a organização é fundamental para
quem quer aproveitar melhor o dia.
7. Uma coisa de cada
vez
Foco é uma característica acentuada nas
pessoas organizadas, por isso cada tarefa é executada por vez, com atenção e
dedicação. “O falso organizado faz justamente o oposto e nunca consegue
terminar suas atividades”, explica Marcelo Homci. Sabendo priorizar as metas
mais importantes, com o hábito anterior, nada se acumula ao longo da semana,
que fica menos estressante.
8. Recicladores
Nada pode ficar “estacionado” na vida de uma
pessoa que gosta de se organizar. Cada objeto, documento ou atividade tem uma
função específica; os que deixam de fazer sentido logo são reciclados, doados
ou jogados fora, para não comprometer a organização geral. Desapego é fundamental
para quem quer fazer parte do time dos organizados.
Por Giovanna Tavares
Fonte iG Comportamento
SÍNDROME DO PENSAMENTO ACELERADO PODE LEVAR À DEPRESSÃO
Resolver
problemas, participar de reuniões, checar mensagens no celular a todo momento e
ainda chegar ao fim do dia com a sensação de que precisa de mais 24 horas para
cumprir as obrigações. A correria no trabalho tem sido cada vez mais presente
na vida dos profissionais. E este comportamento pode causar a Síndrome do
Pensamento Acelerado, sintoma de quem sofre de ansiedade e não consegue
esquecer dos problemas até resolvê-los.
O
fenômeno é típico do mundo moderno, em que as pessoas se sentem mais cobradas
no trabalho. Ao ter mais acesso a informações por meio de tecnologias, como
celulares e tablets, elas passam a querer cada vez mais conhecimentos.
Psicóloga da Santa Casa de Misericórdia, Simone Freitas afirma que os
profissionais não conseguem desligar seus pensamentos e relaxar. Com isso, diz
a especialista, eles diminuem a qualidade de sono e se alimentam mal. “É uma
ansiedade antecipatória. Há sempre um pensamento por cima do outro, com mil
ideias, e de forma obsessiva”, explica.
Quem
sofre da síndrome corre riscos ainda de ter mais irritabilidade, falta de
concentração e problemas de memória. Por ser um sintoma de ansiedade, o mal
pode provocar o surgimento de doenças psicológicas mais graves, como depressão
e síndrome do pânico. A especialista ressalta que o pensamento acelerado é, em
certos casos, um dos causadores de doenças físicas, como as cardíacas e hipertensão.
“Eles tendem a se cuidar menos, contraindo mais patologias”, acrescenta.
Segundo
a psicóloga, esse sintoma aparece em qualquer idade, até mesmo em crianças. E
esse foi o caso da designer gráfica Stephanie Soares, de 22 anos, que tem
ansiedade desde pequena. Ela afirma que a síndrome se intensificou com as
cobranças profissionais. Para resolver os problemas, ela monta lista com as
atividades que precisa fazer em cada dia. “Quando não termino todos os itens,
fico nervosa”, conta a jovem.
Ter algum lazer é fundamental
Para
se prevenir da Síndrome do Pensamento Acelerado, o ideal é dedicar um período
do dia para momentos de descanso e de lazer, seja lendo um livro ou dando um
passeio. Além disso, uma atividade física também pode ajudar a aliviar a correria.
Segundo a psicóloga Simone Freitas, ao relaxarem as pessoas conseguem dormir
melhor, o que é fundamental para frear a mente agitada. “Os profissionais
precisam dividir o mesmo período de tempo para o trabalho e para o descanso”,
afirma.
Caso
os pensamentos continuem acelerados, o melhor é procurar uma terapia, diz
Simone. “O ideal é não deixar a síndrome evoluir para problemas mais sérios,
como depressão”, alerta a psicóloga.
Fonte
O Dia Online
HOJE, TERÇA, É UM BOM DIA PARA VOCÊ ENVIAR SEU CURRÍCULO ÀQUELA EMPRESA
Especialistas tiram dúvidas sobre as estratégias para
despertar o interesse do recrutador pelo seu perfil
Na
hora de procurar um emprego ou disputar uma vaga, a primeira dúvida é como
elaborar um bom currículo para que ele ajude a despertar o interesse do
recrutador, divulgando todo o potencial do profissional. Mas outras estratégias
são importantes também: para ter melhores resultados, é preciso selecionar as
empresas que melhor se adequam ao seus objetivos, bem como as vagas mais
alinhadas ao seu perfil. Mas qual o melhor dia para enviar ou entregar o
currículo? Vale ir pessoalmente entregar o documento na empresa? O Boa Chance
listou as principais dúvidas e pediu que a diretora da Mira RH, empresa de
gestão de recursos humanos, Fátima Mangueira, e a coach High Performance,
Dirlene Costa, respondessem e dessem outras dicas:
Melhor dia
Os
melhores dias para procurar emprego e entregar o currículo são segundas e
terças-feiras, geralmente na parte da manhã, pois as melhores vagas são
fechadas rapidamente, explica Fátima. Nesses dois dias, as pessoas têm uma
visão de recomeço, e as empresas estão prontas para executar o que planejaram
para a semana, inclusive reposição de vagas, diz Dirlene. Na sexta-feira, ao
contrário, a visão dos empregadores é preparar as estratégias para a próxima
semana.
Pessoalmente ou por correio?
O
currículo de papel não está morto. Ainda há pessoas que vão espontaneamente
entregar o currículo pessoalmente nas empresas de seu interesse. Outras
comparecem atendendo ao anúncio da vaga que foi divulgada. A coach sugere que a
pessoa envie currículo mesmo quando não há vaga em aberto, já que esta é uma
oportunidade de entrar no banco de talentos de uma empresa.
Cara e coragem
Na
opinião da especialista, vale a pena, sim, o profissional deixar seu CV
pessoalmente nas empresas, mas o ideal é que ele telefone antes para agendar
uma entrevista. Assim, tem mais garantias de ser recebido. Para Fátima, é muito
importante que o profissional deixe o documento mesmo que não tenha vaga no
momento dentro de seu perfil, pois esta pode surgir a qualquer momento e ele
será convidado para participar do processo seletivo.
Dirlene,
por sua vez, aconselha que, antes de procurar algum funcionário específico para
entregar seu currículo, o profissional faça uma sondagem antes para ver se
conhece alguém que possa lhe apresentar a ele. De qualquer forma, os currículos
geralmente são gerenciados pelo departamento de RH das empresas. Por isso,
acredita, o melhor caminho é procurar o próprio RH, salvo se você conhece
alguém que possa lhe colocar de frente com o gestor e que ele esteja buscando
profissionais para sua equipe.
— A orientação é: menos é mais. Portanto, cuidado para não incomodar e
passar uma visão de desespero, o que pode comprometer oportunidades futuras.
Busque o RH ou uma indicação — completa Dirlene.
Telefonar ou não?
Você
pode ligar de vez em quando para o RH, mas somente para perguntar se estão com
alguma oportunidade para sua área, demonstrando interesse e se colocando à
disposição, sugere Dirlene. E não vale ligar diariamente, esta atitude precisa
ser periódica, de 15 em 15 dias, uma vez por mês, completa a coach. Outra
estratégia sugerida por Fátima é enviar o currículo, se cadastrando no site
pelo banco de empregos, pois desta forma os CVs são analisados e cadastrado já
dentro do perfil e experiência profissional. Feito isso, é aguardar ser convidado
para entrevista com horário agendado.
À espera de uma resposta
Se
você participou de algum processo seletivo e ainda não foi chamado, é porque
não chegou o momento. Por isso, calma. O processo pode ainda estar em andamento
ou realmente você não foi selecionado, diz a coach, lembrando que a maioria das
empresas avisa. De qualquer forma, acrescenta Dirlene, espere entre uma semana
e dez dias para saber sobre o andamento do processo. Mostre interesse sobre o
processo seletivo, mas cuidado para não ser insistente ou inconveniente. Apenas
mostre interesse em saber em que posição está e se coloque à disposição. Ainda
de acordo com a diretora da Mira RH, geralmente os currículos ficam cadastrados
por um prazo de seis meses e, a qualquer momento que surja uma vaga com o seu
perfil, o profissional pode ser convidado para uma entrevista.
Dever de casa
É
aconselhável procurar saber quais vagas constam do site da empresa, para se
cadastrar na melhor oportunidade e que esteja mais adequada com o seu perfil. A
dica mais importante é, ser for convidado para entrevista, estar presente pelo
menos 15 minutos antes da hora agenda e com o currículo impresso. Procure,
sempre, estar a par da cultura desta organização, e ficar atento à missão e à
visão da companhia.
E
lembre-se
—
Currículo precisa ser claro e objetivo, máximo 2 páginas;
—
Nada de ficar vendendo suas qualidades, o recrutador vai avaliar isso. Apenas
reforce os pontos fortes que você tem e que pode ajudar a empresa. Entre 3 a 5;
—
Faça uma carta se apresentando e demostrando interesse pela vaga. Carta
simples, objetiva e gentil;
—
Coloque sempre as empresas que trabalhou, período trabalhado e as atividades ou
resultados importantes que realizou;
—
Insira suas formações, mas de forma sucinta: coloque as três últimas;
—
Informe cursos, no máximo três de relevância e convergência com a vaga. Cursos
que não agregam valor para o cargo em questão, é melhor não citar.
Fonte
O Globo Online
segunda-feira, 6 de julho de 2026
domingo, 5 de julho de 2026
O SEGREDO PARA COMEÇAR UMA SEMANA MARAVILHOSA
Para a maioria das pessoas, o final do domingo é o prenúncio de dores de cabeça. Parece que a segunda-feira é uma grande ameaça: fim do descanso, volta à rotina, pressões e preocupações, prazos… Será que não há como escapar? A solução para esse problema é simples e depende unicamente de nós. Algumas dicas para fazer com que a segunda-feira seja o início de uma ótima semana:
1 – Evite compromissos no domingo que acabem muito tarde
Sempre
que nos envolvemos em festas e eventos que se prolongam até altas horas no
domingo, temos menos tempo para descansar. Procure estabelecer o hábito de
dormir o suficiente na noite de domingo para segunda, para que o seu corpo
possa repor as energias necessárias para a semana de trabalho;
2 - Divirta-se durante a semana
Muitas
pessoas deixam para fazer somente no final de semana aquilo que lhes dá prazer.
É um erro! Nós precisamos de diversão e relaxamento todos os dias. Se
distribuirmos o divertimento ao longo da semana, não ficaremos tão
decepcionados quando o domingo terminar;
3 - Durma o suficiente todos os dias
Alguns
de nós têm o hábito de dormir pouco durante a semana e “descontar” no sábado e
no domingo. De nada adianta esse hábito, pois o corpo não fica esperando para
repor as horas perdidas. O ideal é dormir todos os dias pelo menos 6 horas (o
ideal pode variar entre 6 a 9 horas para cada pessoa);
4 – Controle o consumo de álcool
Bebidas
alcoólicas podem atrapalhar o seu repouso e ainda por cima causar uma ressaca
no dia seguinte;
5 – Concentre-se nas coisas positivas da segunda-feira
A
segunda-feira pode ser um dia maravilhoso para colocar a conversa em dia, rever
colegas de trabalho, buscar novos desafios. Faça da segunda-feira um dia
estimulante e positivo para você;
6 – Agrade a você mesmo
Aproveite
a segunda-feira para faze algo que seja bom para você. Almoce a sua comida
preferida, compre um livro, telefone para um grande amigo, ouça o CD que você
mais gosta. Espante assim qualquer “energia negativa” que o dia possa ter.
7 – Não se esqueça do mais importante
A
segunda-feira é o segundo dia da semana.
Para ter uma semana maravilhosa, cuide bem do seu domingo e não
comprometa o dia seguinte. Evite extravagâncias e aproveite a semana inteira
com muita disposição.
VIVER É UMA OPORTUNIDADE
Viver é a oportunidade de fazer e de sentir
coisas que nunca mais voltarás a fazer ou sentir...
Viver é um presente. Que te foi dado para que
experimentes...
Viver é aproximar-se do tempo. Senti-lo. Degustá-lo.
Ali, de onde tu vens e para onde regressarás, não há tempo. E aqui, na vida
terrena, o lugar onde se pode experimentá-lo. Depois, quando voltares à
realidade, viverás sem tempo. Não achas que é bom que fiques consciente dele?
Quanto à dor, à ignorância e ao desespero, agora
tu não entendes, mas também são experiências únicas. Só na matéria, na
imperfeição, é possível existir a tristeza, a impotência do doente e a amargura
do que sofre e de quem vê sofrer... Amanhã, quando já não mais estivermos aqui,
nada disso será possível.
Experimentar para que ninguém precise te
contar...
Viver para que ninguém te conte.
Viver é experimentar a limitação porque
amanhã serás ilimitado.
Viver é duvidar porque, em teu estado
natural, não poderias te permitir a isso...
Viver é estar perdido, temporalmente. Depois
acharás a ti mesmo, outra vez...
Viver é aceitar a morte; tu que, na verdade,
jamais morreste nem voltarás a morrer...
Viver é divertir-se no aparentemente pequeno
e insignificante.
Amanhã não será assim. Amanhã, quando
regressares à realidade, grandes coisas te esperam...
Viver é despertar, regressar, chorar, sonhar,
ver e não ver, querer e não poder, cair, levantar-se, saber e ignorar, despertar
na obscuridade, ficar sem palavras, não partir, aborrecer-se, amar e deixar de
amar, ser amado e deixar escapar, ver morrer e saber que vai morrer, trabalhar
sem saber por que nem para quê, entregar-se, acariciar a criança, não esperar
nada em troca, sorrir ante a adversidade, deixar que a beleza lhe abrace, ouvir
e voltar a ouvir, contradizer-se, esperar como se fosse a primeira vez, envolver-se
no que não quer, desejar acima de tudo, confiar, rebelar-se contra todos e
contra si mesmo, deixar fazer, e sobretudo, olhar o céu... E tudo isso para que
ninguém te conte depois que morrer...
(Cavalo de Tróia 9 – Caná - JJ Benítez)
sábado, 4 de julho de 2026
ASSISTÊNCIA HOLÍSTICA AO TRATAMENTO DO CÂNCER
O novo modo de tratamento do câncer é uma terapia de assistência
holística à saúde por excelência
“O
câncer é um fenômeno típico, uma doença característica de nosso tempo. O
desequilíbrio e a fragmentação que impregnam nossa cultura desempenham um papel
importante no desenvolvimento do câncer, impedindo ao mesmo tempo que os
pesquisadores médicos e os clínicos compreendam a doença ou a tratem com êxito.
A
imagem popular do câncer foi condicionada pela visão fragmentada do mundo em
nossa cultura, pela abordagem reducionista da nossa ciência e pelo exercício da medicina
orientado para o uso maciço de tecnologia. O câncer é visto como um forte e poderoso
invasor que ataca o corpo a partir de fora. Parece não haver esperança de controlá-lo,
e para a grande maioria das pessoas câncer é sinônimo de morte. O tratamento
médico — radiação, quimioterapia, cirurgia ou uma combinação dessas técnicas —
é drástico, negativo e danifica ainda mais o corpo. Os médicos estão cada vez mais
propensos a ver o câncer como um distúrbio sistêmico, uma doença que, no
início, é localizada, mas que tem a faculdade de se propagar e realmente
envolve o corpo inteiro, e em que o tumor original é apenas a ponta do iceberg.
Os pacientes, entretanto, insistem freqüentemente em considerar seu próprio
câncer um problema localizado, especialmente durante sua fase inicial. Vêem o
tumor como um objeto estranho e querem livrar-se dele o mais rapidamente
possível e esquecer todo o episódio. A maioria dos pacientes está tão completamente
condicionada em suas idéias, que se recusa a considerar o contexto mais amplo
de sua enfermidade, sem perceber a interdependência de seus aspectos psicológicos
e físicos. Para muitos pacientes cancerosos, seu corpo tornou-se um inimigo em
quem não podem confiar e do qual se sentem inteiramente divorciados.
Um
dos principais objetivos na abordagem Simonton é inverter a imagem popular do
câncer, que não corresponde às conclusões da pesquisa atual. A moderna biologia
celular mostrou que as células cancerosas não são fortes e potentes, mas, pelo
contrário, fracas e confusas. Elas não invadem, atacam ou destroem, mas,
simplesmente, se super-reproduzem. Um câncer principia com uma célula que
contém informação genética incorreta, porque foi danificada por substâncias
nocivas ou outras influências ambientais, ou simplesmente porque o organismo
produziu ocasionalmente uma célula imperfeita. A informação defeituosa impede a
célula de funcionar normalmente; e se essa célula reproduz outras com a mesma
constituição genética incorreta, o resultado é um tumor composto de uma massa
de células imperfeitas. As células normais se comunicam eficazmente com seu
meio ambiente para determinar suas dimensões ótimas e sua taxa de reprodução,
ao contrário do que acontece com a comunicação e a auto-organização das células
malignas. Em conseqüência disso, crescem mais do que as células saudáveis e
reproduzem-se a esmo. Além disso, a coesão normal entre as células pode se enfraquecer,
e então as células malignas desprendem-se da massa original e viajam para outras
partes do corpo, formando novos tumores — o que é conhecido como metástase.
Num
organismo saudável, o sistema imunológico reconhece as células anormais e as destrói,
ou, pelo menos, as mantém cercadas para que não possam propagar-se. Mas se, por
alguma razão, o sistema imunológico não é suficientemente forte, a massa de
células defeituosas continua a crescer. O câncer não é, portanto, um ataque
vindo do exterior, mas um colapso interno.
Os
mecanismos biológicos do crescimento canceroso deixam claro que a busca de suas
causas tem que caminhar em duas direções. Por um lado, precisamos saber a causa
da formação de células cancerosas; por outro, precisamos entender a causa do enfraquecimento
do sistema imunológico do corpo.
Muitos
pesquisadores chegaram à conclusão, ao longo dos anos, de que as respostas a
ambas essas questões consistem numa complexa rede de fatores genéticos,
bioquímicos, ambientais e psicológicos interdependentes. Com o câncer, mais do
que com qualquer outra doença, a tradicional prática biomédica de associar urna
doença física a uma causa física específica não é apropriada. Mas como a
maioria dos pesquisadores ainda trabalha dentro da estrutura biomédica, eles
acham o fenômeno do câncer extremamente desconcertante.
Simonton
assinalou: "O tratamento do câncer encontra-se hoje num estado de total confusão.
Quase se parece com a própria doença: fragmentado e confuso". E reconhece
plenamente o papel das substâncias e influências ambientais cancerígenas na
formação de células cancerosas e defendem vigorosamente a implementação de uma
política social apropriada para eliminar esses riscos para a saúde.
Entretanto, concluíram também que nem as substâncias cancerígenas, nem a radiação
ou a predisposição genética fornecem, por si e em si mesmas, uma explicação adequada
para a causa do câncer. Nenhuma explicação para o câncer será completa sem uma
resposta para esta questão crucial: o que impede que o sistema imunológico de uma
pessoa, num determinado momento, reconheça e destrua células anormais, permitindo,
assim, que elas cresçam e se convertam num tumor que ameaça a vida? Esta foi a
questão em que se concentraram, em suas pesquisas e na prática terapêutica; e concluí
que ela só pode ser respondida desde que sejam considerados, cuidadosamente, os
aspectos mentais e emocionais da saúde e da doença.
O
quadro emergente do câncer é compatível com o modelo geral de doença sobre o
qual estivemos discorrendo. Um estado de desequilíbrio é gerado pelo estresse prolongado,
que é canalizado através de uma determinada configuração da personalidade, dando
origem a distúrbios específicos. No caso do câncer, as tensões cruciais parecem
ser aquelas que ameaçam algum papel ou alguma relação central da identidade da pessoa,
ou as que criam uma situação para a qual, aparentemente, não há escapatória.
Numerosos
estudos sugerem que essas tensões críticas ocorrem tipicamente de seis a dezoito
meses antes do diagnóstico do câncer. Elas são passíveis de gerar sentimentos
de desespero, impotência e desesperança. Em virtude desses sentimentos, uma
doença grave e até a morte podem tornar-se consciente ou inconscientemente aceitáveis
como solução potencial.
Simonton e outros pesquisadores desenvolveram um modelo psicossomático de câncer que mostra como os estados psicológicos e físicos colaboram na instalação da doença. Embora muitos detalhes desse processo ainda precisem ser esclarecidos, tornou-se evidente que o estresse emocional tem dois efeitos principais: inibe o sistema imunológico do corpo e, ao mesmo tempo, acarreta desequilíbrios hormonais que resultam num aumento de produção de células anormais. Assim, estão criadas as condições ótimas para o crescimento do câncer. A produção de células malignas é incentivada precisamente na época em que o corpo é menos capaz de destruí-las.
Simonton e outros pesquisadores desenvolveram um modelo psicossomático de câncer que mostra como os estados psicológicos e físicos colaboram na instalação da doença. Embora muitos detalhes desse processo ainda precisem ser esclarecidos, tornou-se evidente que o estresse emocional tem dois efeitos principais: inibe o sistema imunológico do corpo e, ao mesmo tempo, acarreta desequilíbrios hormonais que resultam num aumento de produção de células anormais. Assim, estão criadas as condições ótimas para o crescimento do câncer. A produção de células malignas é incentivada precisamente na época em que o corpo é menos capaz de destruí-las.
No
que se refere à configuração da personalidade, os estados emocionais do indivíduo
parecem ser o elemento crucial no desenvolvimento do câncer. A ligação entre câncer
e emoções vem sendo observada há centenas de anos, existindo hoje provas substanciais
do significado de estados emocionais específicos. Estes são o resultado de uma
biografia particular que parece ser característica dos pacientes com câncer.
Perfis psicológicos de tais pacientes foram estabelecidos por numerosos
pesquisadores, alguns dos quais são até capazes de prever a incidência do
câncer com notável precisão, com base nesses perfis.
Estudados
mais de quinhentos pacientes com câncer e identificou os seguintes componentes
significativos em suas biografias: sentimentos de isolamento, abandono e
desespero durante a juventude, quando relações interpessoais intensas parecem
ser difíceis ou perigosas; uma relação forte com uma pessoa ou grande satisfação
com um papel no início da idade adulta, tornando-se o centro da vida do indivíduo;
perda da relação ou do papel, resultando em desespero; interiorização do desespero,
a ponto de os indivíduos serem incapazes de deixar outras pessoas saberem quando
eles se sentem magoados, coléricos ou hostis. Esse padrão básico foi confirmado
como típico de pacientes com câncer por numerosos pesquisadores.
A
abordagem Simonton afirma que o desenvolvimento do câncer envolve um certo
número de processos psicológicos e biológicos interdependentes, que esses
processos podem ser reconhecidos e compreendidos, e que a seqüência de eventos
que leva à doença pode ser invertida de modo a que o organismo se torne
saudável
novamente. Tal como em qualquer terapia holística, o primeiro passo no sentido de
se iniciar o ciclo de cura consiste em conscientizar os pacientes do contexto
mais amplo de sua enfermidade. O estabelecimento do contexto do câncer começa
por se solicitar aos pacientes que identifiquem as principais tensões que ocorreram em sua vida de seis a dezoito meses
antes do diagnóstico. A lista dessas tensões é, então, usada como base para
se analisar a participação dos pacientes no desencadeamento de sua enfermidade.
O objetivo do conceito de participação do paciente não é suscitar um sentimento
de culpa, mas criar a base para a inversão do ciclo de processos psicossomáticos
que culminaram na doença.
Enquanto
Simonton estabelece o contexto da enfermidade de um paciente, eles também
fortalecem sua crença na eficácia do tratamento e na potência das defesas do
corpo. O desenvolvimento dessa atitude positiva é crucial para todo o tratamento.
Estudos realizados mostraram que a resposta do paciente ao tratamento depende
mais de sua atitude do que da gravidade da doença. Uma vez gerados os sentimentos
de esperança e expectativa, o organismo traduz esses sentimentos em processos
biológicos, que começam a restaurar o equilíbrio e a revitalizar o sistema imunológico,
utilizando os mesmos caminhos que foram usados no desenvolvimento da doença. A
produção de células cancerosas decresce, enquanto o sistema imunológico se torna
mais forte e mais eficiente para lidar com elas. Enquanto ocorre esse fortalecimento,
a terapia física é usada em conjunto com a abordagem psicológica, a fim de
ajudar o organismo a destruir as células malignas.
O
Simonton vê o câncer não como um problema meramente físico, mas como um
problema da pessoa como um todo. Assim, a terapia por eles adotada não se concentra
exclusivamente na doença, mas ocupa-se do ser humano total. É uma abordagem
multidimensional que envolve várias estratégias de tratamento planejadas para
iniciar e dar apoio ao processo psicossomático de cura. No nível biológico, a finalidade
é dupla: destruir as células cancerosas e revitalizar o sistema imunológico.
Além
disso, usa-se o exercício físico regular para reduzir a tensão, aliviar a
depressão e ajudar os pacientes a manter um contato mais estreito com seu
próprio corpo. A experiência mostrou que os pacientes com câncer são capazes de
uma atividade física muito maior do que a maioria das pessoas supõe.
A
principal técnica de fortalecimento do sistema imunológico é um método de relaxamento
e de formação de imagens mentais que os Simontons desenvolveram quando
perceberam o importante papel das imagens visuais e da linguagem simbólica no biofeedback.
A técnica de Simonton consiste na prática regular de relaxamento e visualização,
durante a qual o câncer e a ação do sistema imunológico são descritos na própria
linguagem simbólica do paciente. Comprovou-se que essa técnica é um instrumento
extremamente eficiente para fortalecer o sistema imunológico, freqüentemente
resultando em reduções espetaculares ou na eliminação de tumores malignos. Além
disso, o método de visualização é também uma excelente maneira de os pacientes
se comunicarem com seu inconsciente. Simonton vem trabalhando estreitamente com
as imagens mentais de seus pacientes e aprenderam que elas dizem muito mais
acerca dos sentimentos dos pacientes do que quaisquer explicações racionais.
Embora
a técnica de visualização desempenhe um papel central na terapia Simonton, é
importante enfatizar que a visualização e a terapia física não são suficientes,
por si sós, para curar pacientes com câncer. Segundo Simonton, a doença física
é uma manifestação dos processos psicossomáticos subjacentes, que podem ser
gerados por vários problemas psicológicos e sociais. Enquanto esses problemas
não forem resolvidos o paciente não ficará bom, ainda que o câncer possa
temporariamente desaparecer. A fim de ajudarem os pacientes a resolver os
problemas que estão na raiz de sua enfermidade, Simonton faz do aconselhamento
psicológico e da psicoterapia elementos essenciais de sua abordagem. A terapia
tem usualmente lugar em sessões de grupo, nas quais os pacientes encontram
apoio e encorajamento mútuos.
Concentra-se
nos problemas emocionais, mas não os separa dos padrões mais amplos da vida dos
pacientes; assim, inclui geralmente aspectos sociais, culturais, filosóficos e espirituais.
Para
a maioria dos pacientes com câncer, o impasse criado pela acumulação de eventos
estressantes só pode ser superado se eles mudarem parte de seu sistema de crenças.
A terapia de Simonton mostra-lhes que sua situação parece irremediável apenas porque
eles a interpretam de uma forma que limita suas respostas. Os pacientes são encorajados
a explorar interpretações e respostas alternativas a fim de encontrarem um modo
saudável de resolver a situação estressante. Assim, a terapia envolve um exame contínuo
do sistema de crenças e da visão de mundo dos pacientes.”
Fonte
O Ponto de Mutação – Fritjof Capra
sexta-feira, 3 de julho de 2026
COMO PLANEJAR UM FIM DE SEMANA REALMENTE REVIGORANTE
Depois de uma semana
inteira de trabalho intenso, o que você faz na sexta-feira?
Quem respondeu que se joga no sofá e
contempla uma longa lista de tarefas não está sozinho: para muitos
empreendedores, o fim de semana também conta como dia útil, e não como descanso.
O problema dessa rotina é acordar um tanto
exausto na segunda-feira, afirma a escritora Laura Vanderkam. Ela acaba de
publicar o e-book “What the Most Sucessful People Do on the Weekend” (o que as
pessoas mais bem-sucedidas fazem no final de semana), para o qual conversou com
empresários de sucesso sobre sua programação de fim de semana.
Em um artigo publicado no site da revista
Inc, ela resume o que ouviu desses empreendedores e dá três dicas para usar
melhor o sábado e o domingo para combater os efeitos do excesso de trabalho – e
voltar novo em folha para o escritório.
1 – Conte as horas
vagas – e aproveite-as
Você já contou quanto tempo livre tem entre
abrir uma cerveja na sexta às seis da tarde e desligar o despertador às seis da
manhã de segunda? São 60 horas no total, ou 36 horas úteis, descontando-se as 24
de sono – quase a mesma carga horária de uma semana de trabalho.
“Tanto tempo não pode ser desperdiçado”, diz
Vanderkam. Por isso, ela recomenda dedicação máxima ao planejamento antecipado
dos dias de folga e diz que é preciso traçar estratégias com o mesmo apuro e
seriedade de compromissos profissionais.
2 – Planeje eventos-âncora
A intensa semana de trabalho geralmente
deixa o empreendedor esgotado na sexta-feira. Mas Vanderkam argumenta que
sentar inertemente na frente da TV ou surfar aleatoriamente na internet não são
as melhores maneiras de se preparar para uma nova jornada.
Parece um paradoxo, mas para renovar as
energias é preciso se mexer. “Outros tipos de trabalho, como exercícios físicos,
um hobby, tomar conta dos filhos ou ser voluntário, ajudam mais a preservar o ânimo
para os desafios da semana do que vegetar completamente”, afirma a escritora.
O segredo para ter um fim de semana ativo é planejar
alguns eventos-âncora, afirmam os entrevistados por Vanderkam para o livro. Não
é preciso encher todas as horas vagas, apenas ter em mente que haverá um horário
reservado para ver atividades e apresentações dos filhos, jogar futebol ou
cozinhar para os amigos.
“De início, isso pode parecer pouco
divertido e muito trabalhoso, mas, de acordo com os entrevistados, gastar
energia dá mais ânimo para retomar o trabalho”, afirma Vanderkam.
3 – Desfrute por
antecipação
Planejar com minúcia até mesmo o fim de
semana parece coisa de gente bitolada, mas Vanderkam defende que essa tarefa
também pode ser muito prazerosa. “Projetar o futuro e antecipar o programa
representa uma boa parte da felicidade gerada por qualquer evento”, afirma.
A tática de marcar as atividades com antecedência
também economiza momentos preciosos do fim de semana que em geral são gastos
negociando um plano com seu cônjuge ou correndo atrás de algum restaurante que
ainda tenha lugares vagos – ou de alguém para tomar conta das crianças.
Além disso, marcar um compromisso
desestimula a clássica desistência de fazer algo no final de semana por estar
muito cansado.
Por Bruna Maria Martins Fontes
Fonte Papo de Empreendedor
NADA DAQUELA CALÇA VELHA, AZUL E DESBOTADA
O que vestir (ou não) na empresa na ‘casual friday’, aconselham consultoras de moda
A sexta-feira chegou e, em muitas empresas, nota-se que os funcionários exibem um visual mais relax. Isso por conta do ''casual day'', que surgiu e se popularizou nos Estados Unidos, mas foi sendo incorporado aos poucos pelos brasileiros. É quando executivos e funcionários de organizações mais formais deixam de lado o terno, a gravata, os taileurs e o salto alto, e adotam trajes mais descontraídos. Mas nada de ir trabalhar de qualquer jeito, alertam as especialistas em moda e estilo. Segundo elas, não há uma regra definitida, e tudo vai depender do perfil da empresa e o segmento em que esta atua.
A consultora de moda e imagem Milla Mathias diz que, ainda hoje, as pessoas têm dúvidas quanto ao tipo de roupa que devem - ou podem - vestir nesses dias.
- Ainda pensam que podem ir de calça jeans, camiseta velha e tênis, quando na verdade não é bem assim.
A consultora explica que o intuito do casual day é trazer mais descontração às roupas, e consequentemente, ao ambiente de trabalho às vésperas do fim de semana, para que os profissionais possam trabalhar mais relaxados e contentes.
E, se antes, a prática se restringia apenas às sextas-feiras, e a poucas empresas, hoje a informalidade no vestir se estendeu a outros dias da semana e a diversos tipos de organizações, acrescenta Paula Acioli, coordenadora acadêmica do curso “Gestão de negócios no setor de moda”, da FGV.
- Essa mudança de padrões e quebra de paradigmas no vestir é, na verdade, um claro reflexo do tempo que estamos vivendo, muito mais democrático em todos os sentidos, social e economicamente falando - ressalta Paula.
Independentemente do dia, afirmam as especialistas, não se deve esquecer que estamos falando de ambiente de trabalho, e não fim de semana ou passeio. Para Paula, ética, bom-senso, observação, educação e adequação são valores que devem ser levados em conta, não só na vida pessoal e profissional, mas também quando falamos de vestuário:
- Esses valores facilitam as escolhas, aumentam as chances de acertos e diminiuem a possibilidade de erro. Se adicionarmos a isso toda a facilidade de acesso à quantidade de informações disponíveis em revistas, sites, blogs, e até mesmo nas trocas de idéias entre amigos nas redes sociais, a gente conclui que é quase impossível nos dias de hoje alguém "sair com qualquer roupa" para trabalhar, sem levar em consideração seu local de trabalho.
- É para ser casual, mas mantendo a elegância. Bom-senso é fundamental. É preciso cuidado para não cair na vulgaridade - completa a consultora de moda Renata Abranchs.
Por isso, é importante que algumas regras sejam observadas quanto à forma de se vestir no mundo corporativo.
E quando a empresa adota um ‘dress code’? A decisão de contar com um código específico sobre o que é ou não permitido trajar vai depender do perfil da companhia e de seus funcionários, diz Paula. Segundo a coordenadora acadêmica da FGV, faz toda a diferença ter conhecimento de como se dá o processo criativo de um uniforme ou de um padrão de roupa a ser usado, da complexidade de pensar o vestir institucional e de compreender o porquê de se adotar um código de vestir dentro de uma empresa.
- Os funcionários e profissionais passam a se sentir muito mais parte da empresa e a valorizar suas posições e funções dentro do sistema de trabalho. A roupa agrega valor. Seja para marcas de luxo, seja para marcas populares de varejo, seja em uniformes (que transmitem via funcionário o conceito e os valores de uma determinada empresa). Um funcionário que conhece e compreende a história do que veste passa a entender muito melhor a história da empresa para a qual está trabalhando, ou como diz a expressão, está "vestindo a camisa".
As dicas das especialistas em moda e estilo para o ‘casual day’
- Vale a velha regra de proibição de decotes, fendas, transparências, roupas justas ou curtas;
- No lugar dos terninhos, coloque uma saia menos estruturada ou uma calça reta mais fluida, com uma camisa;
- Blusas de tricô com tramas mais abertas também são permitidas;
- Se quiser usar jeans, verifique se a empresa permite e, em caso positivo, use um de lavagem escura, corte reto e novo. Lembre-se: nada de rasgos, puídos, tachas etc.;
- Caso faça frio, leve um cardigã, suéter com gola careca ou blazer;
- Já no caso de muito frio, um casaco de lã ou de couro caem bem;
- Nos pés, sapatos mais baixos (e impecáveis) ou sapato-tênis de couro ou camurça;
- Bijuterias e enfeites de cabelo devem ser discretos.
Opções a serem riscadas da lista:
- Calça velha, azul e desbotada;
- Tops ou barriguinha de fora;
- Tecidos sintéticos ou brilhantes;
- Mules (tipo de calçado);
- Sandálias rasteirinhas;
- Estampas ou detalhes de bicho.
Para eles:
- Esqueça os ternos e adote as calças de lãzinha ou gabardine, para dias frios, e as de algodão ou sarja, para os mais quentes.
- Elimine a gravata;
- Se quiser usar jeans, verifique se a empresa permite e, em caso positivo, use um de lavagem escura, corte reto e novo (a regra vale para homens e mulheres).
- Camisa mais informal ou camiseta polo são uma ótima pedida.
- Se fizer frio, suéter, em decote V, cardigãs ou blazer azul marinho de tecido mais encorpado.
- Nos pés sempre mocassim social, combinando com a cor do cinto. Dê preferência ao tom café, pois ele é mais informal do que o preto.
É proibido usar:
- Jeans claro, rasgado, surrado, de balada etc;
- Calças com passante sem cinto;
- Calças com elástico na cintura;
- Camisetas sem manga ou com figurinhas ou piadinhas;
- Moletom;
- Boné;
- Roupa com camuflagem;
- Tênis ou sapato–tênis;
- Meia branca.
Por Ione Luques
Fonte O Globo Online
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