Luiza's Blog
quinta-feira, 9 de julho de 2026
quarta-feira, 8 de julho de 2026
DEPENDÊNCIA DE INTERNET TEM GRAVES CONSEQUÊNCIAS
Pagar as contas, fazer compras, comparecer à
reunião de trabalho e matar as saudades de quem mora longe. Com a correria do
dia a dia, dar conta de todos esses afazeres fica cada vez mais difícil e, em
alguns casos, até mesmo impossível. Porém, com as facilidades oferecidas pela
internet é possível fazer tudo isso em apenas alguns cliques, sem precisar sair
da comodidade de casa.
Por trás de toda praticidade da internet
existe um mal com consequências graves para o usuário. A dependência desse meio
de comunicação pode acarretar prejuízos no trabalho, perda de contato com
amigos e familiares, entre outros problemas. Conheça as causas, consequências e
como evitar esse mal.
Reconhecendo os
sintomas
Segundo Dora Sampaio Góes, psicóloga do
Grupo de Dependência de Internet do Instituto de Psiquiatria do Hospital das
Clínicas de São Paulo, o tempo que o usuário permanece conectado não é o fator
mais determinante para identificar a dependência de internet. "O
diagnóstico é traçado a partir das respostas referentes a oito critérios. Para
que o paciente seja considerado um dependente de internet, ele deve se encaixar
em pelo menos cinco desses oito pontos", explica a psicóloga.
Abaixo quais são os critérios utilizados
pelo Instituto de Psiquiatria do HC para diagnosticar a dependência de
internet.
- Preocupação
excessiva com internet
- Necessidade
de aumentar o tempo conectado para ter a mesma satisfação
- Exibir
esforços repetidos para diminuir o tempo de uso da internet
- Apresentar
irritabilidade e/ou depressão e buscar conforto navegando na internet
- Quando
o uso da internet é restringido, apresenta instabilidade emocional
- Permanece
mais tempo conectado do que o programado
- Trabalho
e relações sociais (amigos e família) em risco por conta do uso excessivo
- Mentir
para os outros a respeito da quantidade de horas que fica conectado
Os sintomas são muito parecidos com os apresentados por quem sofre com dependência de substâncias ou comportamentais, explica Monica Levit Zilberman, pós-doutora em dependência e gênero. Ela ainda acrescenta: "a pessoa fica conectada por um tempo muito maior do que o que gostaria, com inúmeros prejuízos, seja do ponto de vista familiar, social ou mesmo profissional. Outros afazeres e atividades antes valorizadas deixam de ser prioritárias ou até de serem realizadas", explica Monica.
A pós-doutora ainda revela que muitos
pacientes chegam a comparar a internet com uma droga, pela qual eles tentam se
livrar de todas as outras atividades, para poderem ficar conectados sem serem
interrompidos. "Nesse estágio começam as mentiras sobre o quanto se está
usando ou mesmo desculpas como 'estou só dando uma checadinha nos e-mails'. Os
parceiros tendem a se irritar com esse comportamento, pois são os primeiros a
serem deixados de lado", conclui Monica.
mento
A popularização da internet veio com muitas
melhorias, principalmente na abrangência do serviço e velocidade de conexão. O
preço tem se tornado atrativo também, apesar do serviço de internet no Brasil
ter os custos mais elevados do mundo, segundo estudo divulgado pelo Comitê
Gestor da Internet, em outubro de 2011. A facilidade de conexão ocasiona diversas
situações de isolamento do indivíduo, indo de casos mais simples aos mais
complexos, com comprometimento severo no trabalho e vida social. Conheça as
causas apontadas pelas especialistas para essa dependência.
Causas
Segundo as psicólogas, ainda não há estudos
que comprovem quais são as origens dessa dependência, porém, alguns fatores são
comuns entre os dependentes. Os quadros dos pacientes geralmente trazem
características de pessoas tímidas, com baixa autoestima, transtornos
psiquiátricos, transtornos impulsivos, predisposição pessoal e disponibilidade
de acesso. "Em uma época onde o acesso à conexão é muito rápido, aumenta a
possibilidade daqueles indivíduos que tenham alguma vulnerabilidade se tornarem
'viciados' em comportamentos repetitivos, tornando-se dependentes. Quando a
conexão era mais difícil, lenta e caía com frequência, isso aborrecia as
pessoas. As chances delas se viciarem eram menores", explica Monica
Zilberman.
Consequências
As maiores perdas, segundo as psicólogas,
são em relação aos relacionamentos sociais dos dependentes de internet. Isso
porque a vontade de ficar conectado ao mundo virtual é mais forte do que
sustentar os laços com os amigos ou até mesmo a própria família. "O
isolamento acaba causando brigas com a família e o indivíduo chega a deixar os
estudos e até mesmo o trabalho de lado para se dedicar à internet",
comenta Dora. Além desses fatores, a psicóloga explica que nem mesmo quem já
está casado escapa dos problemas causados pela dependência. "Muitas
pessoas procuram ajuda apenas depois que o casamento terminou. Além da questão
de isolamento, muitos relatam casos de traição virtual", complementa a
psicóloga Dora Góes.
As inovações no campo de comunicação pela
internet contam também com a ajuda dos dispositivos móveis, como celulares e
tablets. Por conta disso, segundo Monica Zilberman, quanto maior a facilidade
de acesso, mais rápido as pessoas que já tem alguma tendência se tornam
dependentes. Dora Góes explica que ainda não há estatística que comprove o
aumento de casos de dependência de internet por conta do acesso em smartphones
e tablets, porém, a probabilidade é que essa facilidade ao acesso contribua sim
para aumentar as estatísticas.
Crianças
É natural que os pais também se preocupem
com a dependência de internet por causa da exposição de conteúdo ao qual seus
filhos são submetidos diariamente. Dora Góes explica que os pais precisam
monitorar o tempo e o conteúdo que seus filhos estão acessando, mas não de
forma policialesca. "O ideal é que os pais saibam como eles usam, quanto
tempo usam e que proponham atividades além da internet. Eles devem ficar atento
se os filhos não estão deixando de lado as atividades de escola e com os
amigos. Quando a criança prefere ficar na internet do que na companhia dos
amigos, os pais devem conversar para saber qual é o motivo. Dar limites é
fundamental e, se for o caso, buscar ajuda profissional para resolver o
problema", orienta Dora.
Evite a dependência
Monica explica que é preciso buscar
estratégias para controlar o alcance desse comportamento no dia a dia. A
sugestão da psicóloga é estabelecer horários para conexão e não se manter
conectado o tempo todo. "É preciso evitar o uso de dispositivos móveis de
conexão, principalmente durante atividades sociais ou durante a noite",
explica a pós-doutora em dependência.
Fonte Portal BBel
5 DICAS PARA CONSTRUIR SUA REPUTAÇÃO EM 30 SEGUNDOS
De acordo com especialistas, 30 segundos são
suficientes para formar uma opinião sobre outra pessoa; veja o que fazer para
não acabar com esta única chance
Para especialistas, 30 segundos são suficientes para
formar uma primeira impressão
Trinta
segundos. Este é o tempo suficiente para alguém criar uma opinião (ou o que
muitos classificam como primeira impressão) sobre você – segundo estimativas de
especialistas.
Se
eles estiverem certos, os primeiros trinta segundos em uma entrevista de
emprego, em uma reunião com pessoas que você não conhece ou quando você faz
networking podem contar para seu sucesso em cada uma destas ocasiões.
Segundo
Minoru Ueda, especialista em inteligência emocional, as pessoas têm a
capacidade de, a partir de alguns poucos sinais, criar uma espécie de “trailer
sobre quem você é”.
É
claro que, com o aprofundamento da relação, esta versão pode ser refutada no
futuro, mas é importante estar atento ao que você transmite logo de cara.
Afinal, “nunca teremos uma segunda chance para causar uma ‘boa primeira
impressão’”, brinca Reinaldo Passadori, do Instituto Passadori
Atenção aos mínimos detalhes
Nos
30 primeiros segundos, o máximo que se pode captar de uma pessoa é a mensagem
que ela passa além das palavras: a maneira como ela olha, modula o tom de voz,
gesticula ou se posiciona – tudo, de alguma forma, “fala”. “A comunicação não
verbal age como uma legenda constante em nossa frente”, afirma Ueda.
A
começar pelo aperto de mão. Quem já teve os ossos quase quebrados ao
cumprimentar alguém ou ficou confuso quando alguém deu um aperto muito leve
sabe o que estamos falando. Uma dica é permanecer “com a palma na posição
vertical e aplique a mesma pressão que receber da outra pessoa”, segundo dica
do livro “A linguagem corporal no trabalho” (Editora Sextante).
Dica:
Para tomar consciência do que você diz sem usar palavras, crie o hábito de se
ouvir. Ueda sugere, por exemplo, que você grave a própria voz. “Quando você se
conhece, você controla a si mesmo”, diz o especialista. Por isso, mergulhe para
dentro de si e aprenda a captar os sinais que emite para melhor geri-los.
As palavras mágicas
Os
termos “por favor”, “obrigado” e “com licença” deveriam estar no vocabulário de
toda pessoa, fato. No entanto, é verdade, que muita gente se esquece disso no
dia-a-dia, mas, além de básica, a boa educação é essencial para a sua imagem
profissional.
Dica:
“É preciso respeitar o espaço do outro”, diz Passadori.
Cartões de visita
“Uma
simples troca de cartão de visitas pode pegar mal”, afirma Passadori. “Tirá-lo
bolso de traz da calça, procurá-lo na bolsa bagunçada, entregá-lo todo
amassado”. Tudo isso pode conspirar contra a percepção que terão sobre você.
Dica:
Inspire-se em como algumas culturas de negócios do oriente reverenciam este
momento. “No Japão, o jovem deve entregar o cartão antes do mais velho”, ensina
Ueda. Na China, a dica é fazer isso com as duas mãos com seu nome já voltado
para o receptor. E, atenção: leia antes de guardá-lo.
Simpatia como palavra de ordem
“Mostre
bom humor e interesse pela outra pessoa”, aconselha Passadori. Por isso, sorrir
é fundamental. Deixar o outro falar, também.
Conheça a cultura
Saber
o terreno em que você pisa também é essencial para evitar gafes ou mal
entendidos. Se for viajar para outro país, estuda a cultura de negócios de lá.
Se o desafio é fazer parceria com uma empresa ou uma entrevista de emprego,
saiba tudo sobre o contexto da companhia. E por aí vai.
Por
Talita Abrantes
Fonte
Exame.com
terça-feira, 7 de julho de 2026
PROMOVA-SE COMO ESPECIALISTA, ATUE COMO GENERALISTA, SUGERE CONSULTOR
Nem
todos os advogados resistem à tentação de anunciar ao mundo suas qualificações
em diversas áreas do Direito. No entanto, a forma mais eficaz e mais rápida de
um advogado se destacar na multidão é concentrar todos seus esforços de
marketing possíveis em um único nicho, o que ele domina e que o leva a ser
percebido como um mestre em sua praça.
Isso
não contradiz a ideia de muitos advogados de que atuar em diversas áreas do
Direito aumenta suas chances de garantir uma receita maior para o escritório,
diz o consultor, escritor e CEO do The Rainmaker Institute, Stephen Fairley. “O
advogado deve se promover como especialista e atuar como generalista”, ele
afirma.
Sempre
que esse assunto vem à tona, nos EUA, é lembrada a estratégia de marketing da
Starbucks. Essa empresa vende uma variedade de produtos, como cafeteiras,
garrafas térmicas, café em pó e em grão, canecas, bolos, sanduíches, cartões
para acessar a internet dentro da loja etc. Mas a empresa só anuncia seu café —
que, por sinal, tem um menu variado.
A
Starbucks tem mesinhas do lado de dentro e de fora, além de sofás, onde as
pessoas se instalam para fazer reuniões negócios, estudar, fazer pesquisas na
Internet e bater papo (de graça), enquanto saboreiam um capuchino ou um latte.
E sabe-se também que a Starbucks só compra café direto dos produtores de países
pobres, dentro do programa “Fair Trade” – um ponto alto para uma grande parte
da população que aprecia responsabilidade corporativa. Mas a empresa só anuncia
seu café.
Para
Fairley, a estratégia de marketing da Starbuck pode servir bem aos advogados.
Os clientes só descobrem todos os produtos e serviços que a empresa oferece
depois que começam a frequentá-la, porque um vizinho ou amigo disse, sem
nenhuma razão fundamentada, na verdade, que é o melhor café da cidade.
Assim,
os clientes que baterem à porta do advogado especialista, porque é o melhor da
cidade em sua área, vão aprender no devido momento que o escritório pode
atendê-los em diversas outras áreas do Direito. O advogado se encarregará de
informá-los. E, se não puder atendê-los em alguns casos, poderá recomendar um
advogado que lhes prestará a boa assistência jurídica que esperam.
Muitos
advogados fazem o contrário, diz Fairley: se promovem como generalistas e atuam
como (ou quase como) especialistas. “Quando examino o desempenho do escritório,
vejo que a maior parte da receita vem de uma ou duas áreas do Direito”, ele
diz. No mercado competitivo de hoje, o advogado não pode ser visto como “mestre
faz tudo”, porque será percebido como “mestre em nada”, afirma.
Foco no nicho
Diferentemente
das empresas, os advogados não podem fazer anúncios. Mas existem diversas
ferramentas de marketing, às quais podem recorrer, sem ferir a ética
profissional. No entanto, qualquer esforço na área exige a utilização de alguns
recursos, como financeiros e de tempo. Muitas vezes esses recursos são
escassos. Então, melhor do que pulverizá-los em um campo aberto da advocacia, é
melhor concentrar o foco no nicho.
Um
dos problemas de ser um generalista é que é significativamente mais difícil
conseguir recomendações. Para começar, nenhum advogado vai recomendar um colega
generalista, por duas razões: uma, é difícil considerar um generalista o melhor
da praça, em qualquer área do Direito; outra, o generalista, por atuar em todas
as áreas, é um concorrente (que pode, aliás, tirar seu cliente).
Outras
fontes de recomendações costumeiras são outros profissionais, como um contador
ou um administrador de empresas, por exemplo. Quando um profissional recomenda
outro, a sua reputação e principalmente seu relacionamento com o cliente corre
risco. Ele certamente ficará mais tranquilo se puder dizer apenas ao cliente
que o advogado é um especialista em tal área. Os clientes também podem
recomendar advogados, mas ficarão mais tranquilos se puderem recomendar um
especialista.
No
que se refere à contratação de advogados por uma assessoria jurídica de uma
empresa, o risco também será avaliado. Um assessor jurídico vai contratar um
advogado reconhecidamente especializado na questão jurídica a sua frente ou vai
contratar um generalista?
“A
percepção que se tem de um advogado generalista é a de que ele tem um bom
conhecimento geral do Direito, mas que não está suficientemente preparado – ou
não tem a experiência necessária – para cuidar de um caso mais complexo. Se
você diz que pode cuidar de qualquer problema jurídico, de A a Z, prevalece a
impressão de que ninguém pode ser realmente bom em tudo”.
Fairley
recomenda definir com cuidado o nicho para seu plano de marketing, embora na
vida real esse plano possa ser furado por outras circunstâncias. Ele sugere:
- Foque seu
nicho em uma área específica do Direito. Em circunstâncias específicas,
pode-se começar com duas ou três áreas correlatas e observar a que decola
melhor. Um “nicho dentro de um nicho” é uma tendência hoje em dia.
- Foque-se
em seu público-alvo, estreitando o nicho. Em vez de Direito de Família, o
nicho pode ser divórcio. Em vez de divórcio, o nicho pode ser divórcio de
celebridades. Em vez de contratos, o nicho pode ser contratos de jogadores
de futebol (e outros atletas).
- Foque-se
em seu público-alvo, no que se refere a rendas ou receitas. Se o advogado
vai se especializar, por exemplo, em gestão de patrimônios, seu
público-alvo será composto por clientes com um patrimônio superior a $ 1
milhão. Em outras áreas, poderão ser empresas com receitas de $ 5 milhões
a $ 50 milhões.
Tudo
isso deve ser comparado, obviamente, com o tamanho do mercado em que o advogado
atua. Uma cidade de pequeno ou mesmo médio porte pode não comportar um nicho
muito estreito. O advogado deve adaptar seu plano à área geográfica em que
atua. De qualquer forma, o advogado deve ter em mente de que a percepção
favorável que seu público-alvo tem de especialistas é um fator decisivo na hora
de contratar um advogado.
Por
João Ozorio de Melo
Fonte
Consultor Jurídico
PLANEJAMENTO É FUNDAMENTAL PARA SUCESSO NA CARREIRA, DEFENDE ESPECIALISTA
Conquistar objetivos passo a passo é uma dica interessante
Sucesso é o que todo profissional deseja, independente do significado que essa palavra tenha para cada um. Assim, consegui-lo é a grande meta. Nesse caminho, entretanto, há objetivos menores a serem alcançados passo a passo, até se chegar ao destino final. E, para isso, planejamento é fundamental, defende o coach ontológico Marcello Árias Dias Danucalov.
"Neste novo mercado, a inovação e a capacidade de superação são características necessárias para crescer. O primeiro passo é saber exatamente aonde quer atuar, identificando e organizando os objetivos, as competências. Há que se respeitar as habilidades profissionais, investir em conhecimento", afirma o coach.
Danucalov explica que o planejamento profissional estratégico é uma ferramenta que estipula diretrizes importantes. "Tanto profissionais quanto organizações podem se fazer valer deste método em busca de um objetivo comum. As pessoas precisam se conhecer para organizar seu projeto profissional", ressalta.
Há pessoas que têm mais dificuldades ao planejar a carreira. A administradora de empresas e coach ontológica Káritas de Toledo Ribas explica que ter um plano de ação é importante. "Muitos buscam apenas uma estabilidade salarial. Hoje, este profissional acaba estagnado em uma única empresa ou setor. Um plano de carreira estipula objetivo. É como um desafio a si mesmo onde só se tem a ganhar", destaca Káritas.
Um plano de carreira pode ser feito em curto, médio e longo prazo. Káritas recomenda iniciar o planejamento a longo prazo. "Começamos imaginando onde queremos estar daqui há dez anos. A partir daí, traça-se o perfil, o caminho, o plano de ação. Desta forma, é possível focar inclusive a busca pelo conhecimento capacitando com precisão", explica.
Fonte Administradores.com.br
DEZ LIÇÕES IMPORTANTES DE VIDA QUE VOCÊ TEM QUE APRENDER
Viver significa
aprender, e algumas lições devem ser incorporadas no cotidiano para uma vida
saudável e sem estresse.
Você precisa ser você
mesma antes de deixar os seus valores de lado para agradar as outras pessoas
A vida é um caminho de escolhas e
aprendizagens. Por mais que você pense que sabe o suficiente nesse ponto da sua
vida, sempre existe alguma lição que será ensinada quando você menos espera. Algumas
dessas lições devem fazer parte do nosso cotidiano, garantindo uma vida mais
saudável, balanceada e livre do estresse. Confira 10 lições de vida que você tem que
aprender:
1. Dinheiro nunca
vai solucionar todos os seus problemas
O dinheiro nunca vai solucionar todos os
seus problemas. Nós vivemos em um mundo onde o dinheiro é supervalorizado e as
pessoas acreditam o que o status social é a solução de tudo. Mas lembre-se daquele
ditado que você ouviu muitas vezes na sua vida: o dinheiro não pode comprar
felicidade.
2. Calma é o segredo
A calma é o segredo para uma vida longe do
estresse. Você pode acreditar que precisa fazer todas as suas tarefas ao mesmo
tempo, mas a verdade é que estar sobrecarregado faz com que você fique mais
estressado e preste menos atenção no que deve ser feito. Faça as coisas no seu
tempo.
3. Você não pode
agradar a todos
Você nunca será capaz de agradar todas as
pessoas. Você não é obrigado a concordar com todo mundo, e muitas pessoas
deixam os seus valores de lado para sentirem que pertencem a um grupo. É importante
acreditar nas suas convicções e, acima de tudo, lembrar de ser você mesmo antes
de tentar ser o que os outros esperam que você seja.
4. A sua saúde é o
mais importante
A sua saúde é a coisa mais importante que
você tem. As pessoas pensam que a saúde está garantida e tendem a esquecer de
cuidar do corpo e da mente. Lembre-se que você não sabe o que pode acontecer
amanhã e cuide da sua saúde o máximo possível.
5. Nem sempre você consegue
o que quer
Essa é uma das lições de vida mais duras que
você pode aprender, mas nem sempre você vai conseguir o que quer. A vida não
depende apenas de você, e às vezes as coisas simplesmente não saem como o
planejado.
6. Nem tudo é sobre
você
Nem tudo é sobre você, mesmo que seja difícil
olhar as coisas de uma perspectiva que não é a sua. Preste atenção no que
acontece ao seu redor, no seu ambiente de trabalho e com as pessoas ao seu
redor. Você pode descobrir as melhores coisas ao sair do seu próprio mundinho.
7. Não saber de algo
não é vergonhoso
Não existe vergonha em não saber alguma
coisa. Lembre-se de que, durante a sua vida, você aprendeu muitas coisas e vai
aprender mais. Ninguém sabe de tudo o que é possível saber, e a vergonha está em
ter medo de aprender.
8. Amar é uma
escolha
Amar é uma escolha, e nem todo o amor no
mundo é o “amor romântico”. Você pensa que só porque não tem um namorado ou
namorada você não tem amor? Pense nos seus pais, na sua família, nos seus
amigos. Amar pode ser difícil, mas escolher amar pode fazer de você uma pessoa
muito melhor.
9. Perspectiva é uma
coisa bonita
Problemas que parecem grandes demais podem não
significar nada. Você precisa aprender que a perspectiva é uma coisa bonita, e
olhar para o quadro geral pode ser um grande benefício. Nem tudo é o que parece
ser.
10. Não ache que
tudo é garantido
A vida é inconstante, e você não pode tomar
as coisas que você tem por garantidas. Seja grato por tudo o que você tem no
momento, perceba o seu valor antes que seja tarde demais. A vida pode mudar
drasticamente em poucos minutos, então saiba apreciar as coisas enquanto você as
tem.
Por Universia Brasil
PLANEJAMENTO E AUTOCONTROLE SÃO A CHAVE PARA ORGANIZAR MELHOR A ROTINA
Veja como ganhar
mais tempo e qualidade de vida adotando alguns hábitos das pessoas
superorganizadas
Parece senso comum dizer que 24h não são
suficientes para dar conta de todas as atividades cotidianas, tais como
trabalhar, arrumar a casa, ver os amigos ou simplesmente descansar fazendo nada.
Para os superorganizados, porém, a história é diferente: além de cumprir todos
os prazos e tarefas do dia a dia, eles sempre têm tempo para o lazer. Como eles
conseguem? Na teoria, parece fácil, mas na prática nada disso se dá sem
planejamento e autocontrole.
“Pessoas organizadas são extremamente
detalhistas e têm hábitos repetitivos. Elas gostam de estudar e aprender coisas
novas, mas evitam inovar, pois existe o receio da mudança, de perder o controle
da situação”, afirma o coach Marcelo Homci.
Embora não seja uma regra, os organizados têm
a tendência de lidar com as tarefas com mais objetividade, o que torna o
trabalho muito mais produtivo. Tempo livre e qualidade de vida, portanto,
acabam sendo uma consequência da organização.
Mesmo assim, é importante lembrar que o
equilíbrio entre organização e bagunça é fundamental para evitar as armadilhas
do vício. De acordo com José Carlos Carturan, neurologista e especialista em
medicina comportamental, a obsessão pela perfeição pode virar um sofrimento
para os superorganizados.
“Eles se tornam pouco flexíveis e toleráveis,
e sofrem quando vivem ao lado de quem não é organizado”, explica Carturan.
Alguns hábitos dos superorganizados, no
entanto, podem ser facilmente incorporados na rotina de quem deseja ganhar mais
tempo ao longo do dia. Ter uma agenda, por exemplo, já pode fazer diferença.
“O melhor caminho é sempre o
autoconhecimento. Desse jeito, é possível encontrar a melhor forma de se
organizar, que nem sempre é igual para todos”, diz o analista comportamental
Getúlio Chaves.
1. Cada coisa em seu
lugar
Como são metódicos, os organizados gostam de
estabelecer lugares exclusivos para guardar objetos pessoais, roupas, sapatos,
documentos e por aí vai. Assim eles não perdem tempo quando procuram por algo
específico. E após o uso cada coisa volta exatamente para onde estava, para ser
rapidamente encontrada no futuro.
2. Sem procrastinar
A máxima “não deixe para amanhã o que você pode
fazer hoje” é levada a sério pelos organizados. Isso evita que as tarefas se
acumulem ao longo da semana e comprometam as metas estabelecidas. “O maior medo
de uma pessoa muito organizada é de perder o controle da própria vida e da
agenda”, reforça o Marcelo Homci.
3. Gastos sob
controle
Os hábitos metódicos também se aplicam à vida
financeira dos superorganizados. Normalmente, uma planilha serve de apoio para
controlar os gastos, com anotações de todas as compras feitas, aplicações na
poupança e recebimento de salário, entre outros. Com as finanças em dia é possível
evitar gastos supérfluos e assim planejar viagens e investimentos sem passar
por nenhum sufoco.
4. Planejamento
“Desde uma arrumação simples no guarda-roupa
até projetos de médio e longo prazo, pessoas organizadas seguem cronogramas,
agendas e planejamentos”, explica José Carlos Carturan, especialista em
medicina comportamental. Dividindo o dia em blocos e listando as metas que
devem ser cumpridas, o trabalho flui com mais tranquilidade e objetividade.
5. Agenda organizada
Ninguém é tão perfeito a ponto de não
precisar de um apoio físico na hora de fazer o planejamento diário ou semanal. Os
organizados anotam tudo na agenda, seja ela virtual ou de papel, e não hesitam
em consultá-la em caso de dúvidas.
6. Hierarquia
Organizados sabem dividir o dia e as tarefas
de acordo com a importância de cada uma, evitando gastar foco e energia em
situações de simples resolução. Atividades mais urgentes e trabalhosas, por
exemplo, são realizadas no momento de maior produtividade, normalmente pela
manhã. Esse hábito é mais um exemplo de como a organização é fundamental para
quem quer aproveitar melhor o dia.
7. Uma coisa de cada
vez
Foco é uma característica acentuada nas
pessoas organizadas, por isso cada tarefa é executada por vez, com atenção e
dedicação. “O falso organizado faz justamente o oposto e nunca consegue
terminar suas atividades”, explica Marcelo Homci. Sabendo priorizar as metas
mais importantes, com o hábito anterior, nada se acumula ao longo da semana,
que fica menos estressante.
8. Recicladores
Nada pode ficar “estacionado” na vida de uma
pessoa que gosta de se organizar. Cada objeto, documento ou atividade tem uma
função específica; os que deixam de fazer sentido logo são reciclados, doados
ou jogados fora, para não comprometer a organização geral. Desapego é fundamental
para quem quer fazer parte do time dos organizados.
Por Giovanna Tavares
Fonte iG Comportamento
SÍNDROME DO PENSAMENTO ACELERADO PODE LEVAR À DEPRESSÃO
Resolver
problemas, participar de reuniões, checar mensagens no celular a todo momento e
ainda chegar ao fim do dia com a sensação de que precisa de mais 24 horas para
cumprir as obrigações. A correria no trabalho tem sido cada vez mais presente
na vida dos profissionais. E este comportamento pode causar a Síndrome do
Pensamento Acelerado, sintoma de quem sofre de ansiedade e não consegue
esquecer dos problemas até resolvê-los.
O
fenômeno é típico do mundo moderno, em que as pessoas se sentem mais cobradas
no trabalho. Ao ter mais acesso a informações por meio de tecnologias, como
celulares e tablets, elas passam a querer cada vez mais conhecimentos.
Psicóloga da Santa Casa de Misericórdia, Simone Freitas afirma que os
profissionais não conseguem desligar seus pensamentos e relaxar. Com isso, diz
a especialista, eles diminuem a qualidade de sono e se alimentam mal. “É uma
ansiedade antecipatória. Há sempre um pensamento por cima do outro, com mil
ideias, e de forma obsessiva”, explica.
Quem
sofre da síndrome corre riscos ainda de ter mais irritabilidade, falta de
concentração e problemas de memória. Por ser um sintoma de ansiedade, o mal
pode provocar o surgimento de doenças psicológicas mais graves, como depressão
e síndrome do pânico. A especialista ressalta que o pensamento acelerado é, em
certos casos, um dos causadores de doenças físicas, como as cardíacas e hipertensão.
“Eles tendem a se cuidar menos, contraindo mais patologias”, acrescenta.
Segundo
a psicóloga, esse sintoma aparece em qualquer idade, até mesmo em crianças. E
esse foi o caso da designer gráfica Stephanie Soares, de 22 anos, que tem
ansiedade desde pequena. Ela afirma que a síndrome se intensificou com as
cobranças profissionais. Para resolver os problemas, ela monta lista com as
atividades que precisa fazer em cada dia. “Quando não termino todos os itens,
fico nervosa”, conta a jovem.
Ter algum lazer é fundamental
Para
se prevenir da Síndrome do Pensamento Acelerado, o ideal é dedicar um período
do dia para momentos de descanso e de lazer, seja lendo um livro ou dando um
passeio. Além disso, uma atividade física também pode ajudar a aliviar a correria.
Segundo a psicóloga Simone Freitas, ao relaxarem as pessoas conseguem dormir
melhor, o que é fundamental para frear a mente agitada. “Os profissionais
precisam dividir o mesmo período de tempo para o trabalho e para o descanso”,
afirma.
Caso
os pensamentos continuem acelerados, o melhor é procurar uma terapia, diz
Simone. “O ideal é não deixar a síndrome evoluir para problemas mais sérios,
como depressão”, alerta a psicóloga.
Fonte
O Dia Online
HOJE, TERÇA, É UM BOM DIA PARA VOCÊ ENVIAR SEU CURRÍCULO ÀQUELA EMPRESA
Especialistas tiram dúvidas sobre as estratégias para
despertar o interesse do recrutador pelo seu perfil
Na
hora de procurar um emprego ou disputar uma vaga, a primeira dúvida é como
elaborar um bom currículo para que ele ajude a despertar o interesse do
recrutador, divulgando todo o potencial do profissional. Mas outras estratégias
são importantes também: para ter melhores resultados, é preciso selecionar as
empresas que melhor se adequam ao seus objetivos, bem como as vagas mais
alinhadas ao seu perfil. Mas qual o melhor dia para enviar ou entregar o
currículo? Vale ir pessoalmente entregar o documento na empresa? O Boa Chance
listou as principais dúvidas e pediu que a diretora da Mira RH, empresa de
gestão de recursos humanos, Fátima Mangueira, e a coach High Performance,
Dirlene Costa, respondessem e dessem outras dicas:
Melhor dia
Os
melhores dias para procurar emprego e entregar o currículo são segundas e
terças-feiras, geralmente na parte da manhã, pois as melhores vagas são
fechadas rapidamente, explica Fátima. Nesses dois dias, as pessoas têm uma
visão de recomeço, e as empresas estão prontas para executar o que planejaram
para a semana, inclusive reposição de vagas, diz Dirlene. Na sexta-feira, ao
contrário, a visão dos empregadores é preparar as estratégias para a próxima
semana.
Pessoalmente ou por correio?
O
currículo de papel não está morto. Ainda há pessoas que vão espontaneamente
entregar o currículo pessoalmente nas empresas de seu interesse. Outras
comparecem atendendo ao anúncio da vaga que foi divulgada. A coach sugere que a
pessoa envie currículo mesmo quando não há vaga em aberto, já que esta é uma
oportunidade de entrar no banco de talentos de uma empresa.
Cara e coragem
Na
opinião da especialista, vale a pena, sim, o profissional deixar seu CV
pessoalmente nas empresas, mas o ideal é que ele telefone antes para agendar
uma entrevista. Assim, tem mais garantias de ser recebido. Para Fátima, é muito
importante que o profissional deixe o documento mesmo que não tenha vaga no
momento dentro de seu perfil, pois esta pode surgir a qualquer momento e ele
será convidado para participar do processo seletivo.
Dirlene,
por sua vez, aconselha que, antes de procurar algum funcionário específico para
entregar seu currículo, o profissional faça uma sondagem antes para ver se
conhece alguém que possa lhe apresentar a ele. De qualquer forma, os currículos
geralmente são gerenciados pelo departamento de RH das empresas. Por isso,
acredita, o melhor caminho é procurar o próprio RH, salvo se você conhece
alguém que possa lhe colocar de frente com o gestor e que ele esteja buscando
profissionais para sua equipe.
— A orientação é: menos é mais. Portanto, cuidado para não incomodar e
passar uma visão de desespero, o que pode comprometer oportunidades futuras.
Busque o RH ou uma indicação — completa Dirlene.
Telefonar ou não?
Você
pode ligar de vez em quando para o RH, mas somente para perguntar se estão com
alguma oportunidade para sua área, demonstrando interesse e se colocando à
disposição, sugere Dirlene. E não vale ligar diariamente, esta atitude precisa
ser periódica, de 15 em 15 dias, uma vez por mês, completa a coach. Outra
estratégia sugerida por Fátima é enviar o currículo, se cadastrando no site
pelo banco de empregos, pois desta forma os CVs são analisados e cadastrado já
dentro do perfil e experiência profissional. Feito isso, é aguardar ser convidado
para entrevista com horário agendado.
À espera de uma resposta
Se
você participou de algum processo seletivo e ainda não foi chamado, é porque
não chegou o momento. Por isso, calma. O processo pode ainda estar em andamento
ou realmente você não foi selecionado, diz a coach, lembrando que a maioria das
empresas avisa. De qualquer forma, acrescenta Dirlene, espere entre uma semana
e dez dias para saber sobre o andamento do processo. Mostre interesse sobre o
processo seletivo, mas cuidado para não ser insistente ou inconveniente. Apenas
mostre interesse em saber em que posição está e se coloque à disposição. Ainda
de acordo com a diretora da Mira RH, geralmente os currículos ficam cadastrados
por um prazo de seis meses e, a qualquer momento que surja uma vaga com o seu
perfil, o profissional pode ser convidado para uma entrevista.
Dever de casa
É
aconselhável procurar saber quais vagas constam do site da empresa, para se
cadastrar na melhor oportunidade e que esteja mais adequada com o seu perfil. A
dica mais importante é, ser for convidado para entrevista, estar presente pelo
menos 15 minutos antes da hora agenda e com o currículo impresso. Procure,
sempre, estar a par da cultura desta organização, e ficar atento à missão e à
visão da companhia.
E
lembre-se
—
Currículo precisa ser claro e objetivo, máximo 2 páginas;
—
Nada de ficar vendendo suas qualidades, o recrutador vai avaliar isso. Apenas
reforce os pontos fortes que você tem e que pode ajudar a empresa. Entre 3 a 5;
—
Faça uma carta se apresentando e demostrando interesse pela vaga. Carta
simples, objetiva e gentil;
—
Coloque sempre as empresas que trabalhou, período trabalhado e as atividades ou
resultados importantes que realizou;
—
Insira suas formações, mas de forma sucinta: coloque as três últimas;
—
Informe cursos, no máximo três de relevância e convergência com a vaga. Cursos
que não agregam valor para o cargo em questão, é melhor não citar.
Fonte
O Globo Online
segunda-feira, 6 de julho de 2026
domingo, 5 de julho de 2026
O SEGREDO PARA COMEÇAR UMA SEMANA MARAVILHOSA
Para a maioria das pessoas, o final do domingo é o prenúncio de dores de cabeça. Parece que a segunda-feira é uma grande ameaça: fim do descanso, volta à rotina, pressões e preocupações, prazos… Será que não há como escapar? A solução para esse problema é simples e depende unicamente de nós. Algumas dicas para fazer com que a segunda-feira seja o início de uma ótima semana:
1 – Evite compromissos no domingo que acabem muito tarde
Sempre
que nos envolvemos em festas e eventos que se prolongam até altas horas no
domingo, temos menos tempo para descansar. Procure estabelecer o hábito de
dormir o suficiente na noite de domingo para segunda, para que o seu corpo
possa repor as energias necessárias para a semana de trabalho;
2 - Divirta-se durante a semana
Muitas
pessoas deixam para fazer somente no final de semana aquilo que lhes dá prazer.
É um erro! Nós precisamos de diversão e relaxamento todos os dias. Se
distribuirmos o divertimento ao longo da semana, não ficaremos tão
decepcionados quando o domingo terminar;
3 - Durma o suficiente todos os dias
Alguns
de nós têm o hábito de dormir pouco durante a semana e “descontar” no sábado e
no domingo. De nada adianta esse hábito, pois o corpo não fica esperando para
repor as horas perdidas. O ideal é dormir todos os dias pelo menos 6 horas (o
ideal pode variar entre 6 a 9 horas para cada pessoa);
4 – Controle o consumo de álcool
Bebidas
alcoólicas podem atrapalhar o seu repouso e ainda por cima causar uma ressaca
no dia seguinte;
5 – Concentre-se nas coisas positivas da segunda-feira
A
segunda-feira pode ser um dia maravilhoso para colocar a conversa em dia, rever
colegas de trabalho, buscar novos desafios. Faça da segunda-feira um dia
estimulante e positivo para você;
6 – Agrade a você mesmo
Aproveite
a segunda-feira para faze algo que seja bom para você. Almoce a sua comida
preferida, compre um livro, telefone para um grande amigo, ouça o CD que você
mais gosta. Espante assim qualquer “energia negativa” que o dia possa ter.
7 – Não se esqueça do mais importante
A
segunda-feira é o segundo dia da semana.
Para ter uma semana maravilhosa, cuide bem do seu domingo e não
comprometa o dia seguinte. Evite extravagâncias e aproveite a semana inteira
com muita disposição.
VIVER É UMA OPORTUNIDADE
Viver é a oportunidade de fazer e de sentir
coisas que nunca mais voltarás a fazer ou sentir...
Viver é um presente. Que te foi dado para que
experimentes...
Viver é aproximar-se do tempo. Senti-lo. Degustá-lo.
Ali, de onde tu vens e para onde regressarás, não há tempo. E aqui, na vida
terrena, o lugar onde se pode experimentá-lo. Depois, quando voltares à
realidade, viverás sem tempo. Não achas que é bom que fiques consciente dele?
Quanto à dor, à ignorância e ao desespero, agora
tu não entendes, mas também são experiências únicas. Só na matéria, na
imperfeição, é possível existir a tristeza, a impotência do doente e a amargura
do que sofre e de quem vê sofrer... Amanhã, quando já não mais estivermos aqui,
nada disso será possível.
Experimentar para que ninguém precise te
contar...
Viver para que ninguém te conte.
Viver é experimentar a limitação porque
amanhã serás ilimitado.
Viver é duvidar porque, em teu estado
natural, não poderias te permitir a isso...
Viver é estar perdido, temporalmente. Depois
acharás a ti mesmo, outra vez...
Viver é aceitar a morte; tu que, na verdade,
jamais morreste nem voltarás a morrer...
Viver é divertir-se no aparentemente pequeno
e insignificante.
Amanhã não será assim. Amanhã, quando
regressares à realidade, grandes coisas te esperam...
Viver é despertar, regressar, chorar, sonhar,
ver e não ver, querer e não poder, cair, levantar-se, saber e ignorar, despertar
na obscuridade, ficar sem palavras, não partir, aborrecer-se, amar e deixar de
amar, ser amado e deixar escapar, ver morrer e saber que vai morrer, trabalhar
sem saber por que nem para quê, entregar-se, acariciar a criança, não esperar
nada em troca, sorrir ante a adversidade, deixar que a beleza lhe abrace, ouvir
e voltar a ouvir, contradizer-se, esperar como se fosse a primeira vez, envolver-se
no que não quer, desejar acima de tudo, confiar, rebelar-se contra todos e
contra si mesmo, deixar fazer, e sobretudo, olhar o céu... E tudo isso para que
ninguém te conte depois que morrer...
(Cavalo de Tróia 9 – Caná - JJ Benítez)
sábado, 4 de julho de 2026
ASSISTÊNCIA HOLÍSTICA AO TRATAMENTO DO CÂNCER
O novo modo de tratamento do câncer é uma terapia de assistência
holística à saúde por excelência
“O
câncer é um fenômeno típico, uma doença característica de nosso tempo. O
desequilíbrio e a fragmentação que impregnam nossa cultura desempenham um papel
importante no desenvolvimento do câncer, impedindo ao mesmo tempo que os
pesquisadores médicos e os clínicos compreendam a doença ou a tratem com êxito.
A
imagem popular do câncer foi condicionada pela visão fragmentada do mundo em
nossa cultura, pela abordagem reducionista da nossa ciência e pelo exercício da medicina
orientado para o uso maciço de tecnologia. O câncer é visto como um forte e poderoso
invasor que ataca o corpo a partir de fora. Parece não haver esperança de controlá-lo,
e para a grande maioria das pessoas câncer é sinônimo de morte. O tratamento
médico — radiação, quimioterapia, cirurgia ou uma combinação dessas técnicas —
é drástico, negativo e danifica ainda mais o corpo. Os médicos estão cada vez mais
propensos a ver o câncer como um distúrbio sistêmico, uma doença que, no
início, é localizada, mas que tem a faculdade de se propagar e realmente
envolve o corpo inteiro, e em que o tumor original é apenas a ponta do iceberg.
Os pacientes, entretanto, insistem freqüentemente em considerar seu próprio
câncer um problema localizado, especialmente durante sua fase inicial. Vêem o
tumor como um objeto estranho e querem livrar-se dele o mais rapidamente
possível e esquecer todo o episódio. A maioria dos pacientes está tão completamente
condicionada em suas idéias, que se recusa a considerar o contexto mais amplo
de sua enfermidade, sem perceber a interdependência de seus aspectos psicológicos
e físicos. Para muitos pacientes cancerosos, seu corpo tornou-se um inimigo em
quem não podem confiar e do qual se sentem inteiramente divorciados.
Um
dos principais objetivos na abordagem Simonton é inverter a imagem popular do
câncer, que não corresponde às conclusões da pesquisa atual. A moderna biologia
celular mostrou que as células cancerosas não são fortes e potentes, mas, pelo
contrário, fracas e confusas. Elas não invadem, atacam ou destroem, mas,
simplesmente, se super-reproduzem. Um câncer principia com uma célula que
contém informação genética incorreta, porque foi danificada por substâncias
nocivas ou outras influências ambientais, ou simplesmente porque o organismo
produziu ocasionalmente uma célula imperfeita. A informação defeituosa impede a
célula de funcionar normalmente; e se essa célula reproduz outras com a mesma
constituição genética incorreta, o resultado é um tumor composto de uma massa
de células imperfeitas. As células normais se comunicam eficazmente com seu
meio ambiente para determinar suas dimensões ótimas e sua taxa de reprodução,
ao contrário do que acontece com a comunicação e a auto-organização das células
malignas. Em conseqüência disso, crescem mais do que as células saudáveis e
reproduzem-se a esmo. Além disso, a coesão normal entre as células pode se enfraquecer,
e então as células malignas desprendem-se da massa original e viajam para outras
partes do corpo, formando novos tumores — o que é conhecido como metástase.
Num
organismo saudável, o sistema imunológico reconhece as células anormais e as destrói,
ou, pelo menos, as mantém cercadas para que não possam propagar-se. Mas se, por
alguma razão, o sistema imunológico não é suficientemente forte, a massa de
células defeituosas continua a crescer. O câncer não é, portanto, um ataque
vindo do exterior, mas um colapso interno.
Os
mecanismos biológicos do crescimento canceroso deixam claro que a busca de suas
causas tem que caminhar em duas direções. Por um lado, precisamos saber a causa
da formação de células cancerosas; por outro, precisamos entender a causa do enfraquecimento
do sistema imunológico do corpo.
Muitos
pesquisadores chegaram à conclusão, ao longo dos anos, de que as respostas a
ambas essas questões consistem numa complexa rede de fatores genéticos,
bioquímicos, ambientais e psicológicos interdependentes. Com o câncer, mais do
que com qualquer outra doença, a tradicional prática biomédica de associar urna
doença física a uma causa física específica não é apropriada. Mas como a
maioria dos pesquisadores ainda trabalha dentro da estrutura biomédica, eles
acham o fenômeno do câncer extremamente desconcertante.
Simonton
assinalou: "O tratamento do câncer encontra-se hoje num estado de total confusão.
Quase se parece com a própria doença: fragmentado e confuso". E reconhece
plenamente o papel das substâncias e influências ambientais cancerígenas na
formação de células cancerosas e defendem vigorosamente a implementação de uma
política social apropriada para eliminar esses riscos para a saúde.
Entretanto, concluíram também que nem as substâncias cancerígenas, nem a radiação
ou a predisposição genética fornecem, por si e em si mesmas, uma explicação adequada
para a causa do câncer. Nenhuma explicação para o câncer será completa sem uma
resposta para esta questão crucial: o que impede que o sistema imunológico de uma
pessoa, num determinado momento, reconheça e destrua células anormais, permitindo,
assim, que elas cresçam e se convertam num tumor que ameaça a vida? Esta foi a
questão em que se concentraram, em suas pesquisas e na prática terapêutica; e concluí
que ela só pode ser respondida desde que sejam considerados, cuidadosamente, os
aspectos mentais e emocionais da saúde e da doença.
O
quadro emergente do câncer é compatível com o modelo geral de doença sobre o
qual estivemos discorrendo. Um estado de desequilíbrio é gerado pelo estresse prolongado,
que é canalizado através de uma determinada configuração da personalidade, dando
origem a distúrbios específicos. No caso do câncer, as tensões cruciais parecem
ser aquelas que ameaçam algum papel ou alguma relação central da identidade da pessoa,
ou as que criam uma situação para a qual, aparentemente, não há escapatória.
Numerosos
estudos sugerem que essas tensões críticas ocorrem tipicamente de seis a dezoito
meses antes do diagnóstico do câncer. Elas são passíveis de gerar sentimentos
de desespero, impotência e desesperança. Em virtude desses sentimentos, uma
doença grave e até a morte podem tornar-se consciente ou inconscientemente aceitáveis
como solução potencial.
Simonton e outros pesquisadores desenvolveram um modelo psicossomático de câncer que mostra como os estados psicológicos e físicos colaboram na instalação da doença. Embora muitos detalhes desse processo ainda precisem ser esclarecidos, tornou-se evidente que o estresse emocional tem dois efeitos principais: inibe o sistema imunológico do corpo e, ao mesmo tempo, acarreta desequilíbrios hormonais que resultam num aumento de produção de células anormais. Assim, estão criadas as condições ótimas para o crescimento do câncer. A produção de células malignas é incentivada precisamente na época em que o corpo é menos capaz de destruí-las.
Simonton e outros pesquisadores desenvolveram um modelo psicossomático de câncer que mostra como os estados psicológicos e físicos colaboram na instalação da doença. Embora muitos detalhes desse processo ainda precisem ser esclarecidos, tornou-se evidente que o estresse emocional tem dois efeitos principais: inibe o sistema imunológico do corpo e, ao mesmo tempo, acarreta desequilíbrios hormonais que resultam num aumento de produção de células anormais. Assim, estão criadas as condições ótimas para o crescimento do câncer. A produção de células malignas é incentivada precisamente na época em que o corpo é menos capaz de destruí-las.
No
que se refere à configuração da personalidade, os estados emocionais do indivíduo
parecem ser o elemento crucial no desenvolvimento do câncer. A ligação entre câncer
e emoções vem sendo observada há centenas de anos, existindo hoje provas substanciais
do significado de estados emocionais específicos. Estes são o resultado de uma
biografia particular que parece ser característica dos pacientes com câncer.
Perfis psicológicos de tais pacientes foram estabelecidos por numerosos
pesquisadores, alguns dos quais são até capazes de prever a incidência do
câncer com notável precisão, com base nesses perfis.
Estudados
mais de quinhentos pacientes com câncer e identificou os seguintes componentes
significativos em suas biografias: sentimentos de isolamento, abandono e
desespero durante a juventude, quando relações interpessoais intensas parecem
ser difíceis ou perigosas; uma relação forte com uma pessoa ou grande satisfação
com um papel no início da idade adulta, tornando-se o centro da vida do indivíduo;
perda da relação ou do papel, resultando em desespero; interiorização do desespero,
a ponto de os indivíduos serem incapazes de deixar outras pessoas saberem quando
eles se sentem magoados, coléricos ou hostis. Esse padrão básico foi confirmado
como típico de pacientes com câncer por numerosos pesquisadores.
A
abordagem Simonton afirma que o desenvolvimento do câncer envolve um certo
número de processos psicológicos e biológicos interdependentes, que esses
processos podem ser reconhecidos e compreendidos, e que a seqüência de eventos
que leva à doença pode ser invertida de modo a que o organismo se torne
saudável
novamente. Tal como em qualquer terapia holística, o primeiro passo no sentido de
se iniciar o ciclo de cura consiste em conscientizar os pacientes do contexto
mais amplo de sua enfermidade. O estabelecimento do contexto do câncer começa
por se solicitar aos pacientes que identifiquem as principais tensões que ocorreram em sua vida de seis a dezoito meses
antes do diagnóstico. A lista dessas tensões é, então, usada como base para
se analisar a participação dos pacientes no desencadeamento de sua enfermidade.
O objetivo do conceito de participação do paciente não é suscitar um sentimento
de culpa, mas criar a base para a inversão do ciclo de processos psicossomáticos
que culminaram na doença.
Enquanto
Simonton estabelece o contexto da enfermidade de um paciente, eles também
fortalecem sua crença na eficácia do tratamento e na potência das defesas do
corpo. O desenvolvimento dessa atitude positiva é crucial para todo o tratamento.
Estudos realizados mostraram que a resposta do paciente ao tratamento depende
mais de sua atitude do que da gravidade da doença. Uma vez gerados os sentimentos
de esperança e expectativa, o organismo traduz esses sentimentos em processos
biológicos, que começam a restaurar o equilíbrio e a revitalizar o sistema imunológico,
utilizando os mesmos caminhos que foram usados no desenvolvimento da doença. A
produção de células cancerosas decresce, enquanto o sistema imunológico se torna
mais forte e mais eficiente para lidar com elas. Enquanto ocorre esse fortalecimento,
a terapia física é usada em conjunto com a abordagem psicológica, a fim de
ajudar o organismo a destruir as células malignas.
O
Simonton vê o câncer não como um problema meramente físico, mas como um
problema da pessoa como um todo. Assim, a terapia por eles adotada não se concentra
exclusivamente na doença, mas ocupa-se do ser humano total. É uma abordagem
multidimensional que envolve várias estratégias de tratamento planejadas para
iniciar e dar apoio ao processo psicossomático de cura. No nível biológico, a finalidade
é dupla: destruir as células cancerosas e revitalizar o sistema imunológico.
Além
disso, usa-se o exercício físico regular para reduzir a tensão, aliviar a
depressão e ajudar os pacientes a manter um contato mais estreito com seu
próprio corpo. A experiência mostrou que os pacientes com câncer são capazes de
uma atividade física muito maior do que a maioria das pessoas supõe.
A
principal técnica de fortalecimento do sistema imunológico é um método de relaxamento
e de formação de imagens mentais que os Simontons desenvolveram quando
perceberam o importante papel das imagens visuais e da linguagem simbólica no biofeedback.
A técnica de Simonton consiste na prática regular de relaxamento e visualização,
durante a qual o câncer e a ação do sistema imunológico são descritos na própria
linguagem simbólica do paciente. Comprovou-se que essa técnica é um instrumento
extremamente eficiente para fortalecer o sistema imunológico, freqüentemente
resultando em reduções espetaculares ou na eliminação de tumores malignos. Além
disso, o método de visualização é também uma excelente maneira de os pacientes
se comunicarem com seu inconsciente. Simonton vem trabalhando estreitamente com
as imagens mentais de seus pacientes e aprenderam que elas dizem muito mais
acerca dos sentimentos dos pacientes do que quaisquer explicações racionais.
Embora
a técnica de visualização desempenhe um papel central na terapia Simonton, é
importante enfatizar que a visualização e a terapia física não são suficientes,
por si sós, para curar pacientes com câncer. Segundo Simonton, a doença física
é uma manifestação dos processos psicossomáticos subjacentes, que podem ser
gerados por vários problemas psicológicos e sociais. Enquanto esses problemas
não forem resolvidos o paciente não ficará bom, ainda que o câncer possa
temporariamente desaparecer. A fim de ajudarem os pacientes a resolver os
problemas que estão na raiz de sua enfermidade, Simonton faz do aconselhamento
psicológico e da psicoterapia elementos essenciais de sua abordagem. A terapia
tem usualmente lugar em sessões de grupo, nas quais os pacientes encontram
apoio e encorajamento mútuos.
Concentra-se
nos problemas emocionais, mas não os separa dos padrões mais amplos da vida dos
pacientes; assim, inclui geralmente aspectos sociais, culturais, filosóficos e espirituais.
Para
a maioria dos pacientes com câncer, o impasse criado pela acumulação de eventos
estressantes só pode ser superado se eles mudarem parte de seu sistema de crenças.
A terapia de Simonton mostra-lhes que sua situação parece irremediável apenas porque
eles a interpretam de uma forma que limita suas respostas. Os pacientes são encorajados
a explorar interpretações e respostas alternativas a fim de encontrarem um modo
saudável de resolver a situação estressante. Assim, a terapia envolve um exame contínuo
do sistema de crenças e da visão de mundo dos pacientes.”
Fonte
O Ponto de Mutação – Fritjof Capra
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