terça-feira, 23 de junho de 2026

6 TENDÊNCIAS SOBRE O FUTURO DO TRABALHO QUE VOCÊ PRECISA CONHECER


Vivemos um momento de muitas transições/mudanças, mas uma das mais significativas é a Revolução Digital. O mercado de trabalho, assim como tantas outras áreas, é diretamente afetado por tudo o que vem acontecendo.
A Cia de Talentos realizou um estudo para entender de que forma a Revolução Digital e outras mudanças em curso já afetaram (e ainda irão afetar) o mercado e as relações de trabalho. Como resultado dessa pesquisa, nasceram as “6 Tendências do Futuro do Trabalho” que você vai conhecer agora:

1) Adaptar-se é preciso: os avanços da tecnologia exigem das empresas e pessoas uma capacidade de adaptação cada vez maior. Apesar do ambiente complexo e hierárquico das organizações ainda não possibilitar que as respostas sejam dadas na velocidade necessária, estamos caminhando para isso. Você está pronto para trabalhar de forma mais autônoma e descentralizada (hierarquia horizontal)? Você é do tipo que pergunta tudo para o chefe ou gosta de se desafiar e correr atrás das respostas?

2) Prepare-se para nunca estar pronto: vivemos em um ambiente veloz e de alta imprevisibilidade. Não há mais tempo para tirar uma ideia do papel só quando estiver “redondinha”, até porque, em um piscar de olhos ela poderá ficar ultrapassada. Temos que aceitar que daqui em diante tudo o que desenvolvermos terá prazo de validade. Sempre haverá algo para fazer diferente, para melhorar e a ser aprendido. Experimente, arrisque! E se errar, aprenda a aceitar os erros (eles fazem parte do processo de aprendizado) e seguir em frente!

3) Faça você mesmo: o estudo apontou também que há um esgotamento do modelo tradicional de trabalho, pessoas buscam não só um emprego, mas um trabalho com propósito (um objetivo maior). Por outro lado, nas empresas, os desafios são cada vez mais multidisciplinares, complexos e velozes. Não dá mais para cada um ficar dentro da sua “caixinha” e resolver só os problemas da sua área. Aparentemente, trabalhar por projeto e com equipes multidisciplinares é a solução para esse impasse. Você está preparado para isso?

4) Vá além do óbvio: para resolver os problemas multifacetados enfrentados hoje pelas organizações e para encarar os desafios trazidos pelo rápido avanço da tecnologia, não basta apenas o conhecimento cognitivo tradicional – raciocínio matemático, linguagens etc. É preciso desenvolver também os saberes artístico, socioemocional e holístico. Amplie seu repertório, busque cursos/textos/filmes/livros fora da sua área de atuação, vá a lugares em que não se imagina, conheça gente diferente… Tudo isso, mesmo que não pareça, poderá te dar as respostas para novos problemas. Qual foi a última vez que você fez algo pela primeira vez? Pense nisso!

5) Pensamento sustentável: você está enganado se acredita que aqui vamos falar apenas da construção de uma relação sustentável com o meio ambiente. Isso é o mínimo. Precisamos construir relações equilibradas, de ganha-ganha, com todos a nossa volta: clientes, fornecedores e sociedade. Para isso, a capacidade de colaboração, o trabalho em equipe e a vontade de gerar uma experiência positiva para o outro são essenciais. Quando você sugerir uma solução para um desafio, costuma se perguntar se é realmente boa/justa para todos os envolvidos?

6) Capacidade de RealizaAÇÃO: entregar apenas um simples produto ou serviço já não é mais suficiente. Hoje, as empresas precisam criar experiências de impacto e fazer o cliente se sentir parte do todo. Mas como conseguir isso? A resposta está na observação, na capacidade de “vestir o sapato” do outro, de entender o problema por ele vivenciado e a partir disso agir. Criar soluções. Quer um exemplo? Na última semana, a foto de um pote com saches de catchup e uma tesoura no meio em uma lanchonete, chamou muita atenção em uma rede social. Uma ideia simples, não? Sim, mas com certeza quem a colocou em prática, primeiro, precisou observar a dificuldade dos clientes para abrir os saches. E aí, já parou para pensar como o seu trabalho pode contribuir para a solução de problemas cotidianos?
Por Equipe Cia de Talentos
Fonte Chega Mais

COMO ACABAR COM A PROCRASTINAÇÃO


Um dos maiores inimigos da produtividade é a procrastinação. E o que é procrastinação?
Procrastinar é o ato de deixar para amanhã o que deve ser feito hoje. E isso não se dá somente com relação ao trabalho, mas em diversas áreas e situações das nossas vidas. Todos nós já passamos por momentos em que, ao invés de produzirmos algo que sabemos que deveria ser feito, escolhemos fazer algo menos produtivo e mais agradável para nós.
O fato é que todos nós somos procrastinadores, alguns em maior escala do que outros; mas todos sofremos, de alguma forma, desse mau hábito.
Sim, a procrastinação é um hábito e pode ser eliminado a partir da adoção de novos comportamentos a serem praticados diariamente. Não é uma tarefa fácil, eu sei. Isso por que como todo mau hábito, para ser substituído por um novo hábito, requer uma boa dose de dedicação, autopercepção, persistência e comprometimento consigo mesmo, pois nada muda da noite para o dia.

Quais são os efeitos negativos da procrastinação?
  • Acúmulo de atividades incompletas;
  • Stress;
  • Sentimento de culpa; e
  • Falta de autoconfiança.

Durante o processo de coaching a procrastinação é um tema trabalhado para que o coachee consiga realizar os seus objetivos. Assim, meu objetivo com esse artigo é lhe passar algumas dicas para ajudá-lo a afastar a procrastinação do seu dia a dia e conseguir fazer as atividades necessárias para a conquista dos seus objetivos.

Como acabar com a procrastinação
1º Passo – Assuma que você é procrastinador e descubra porque você procrastina
Reconheça que a procrastinação está na sua rotina e perceba o quanto ela te atrapalha. Veja pelos comportamentos abaixo o quão procrastinador você é:

  • Seu dia está repleto de atividades para fazer e a maioria delas é irrelevante?
  • Você lê e-mails diversas vezes antes de iniciar o trabalho ou decidir o que vai fazer com eles?
  • Quando você começa a fazer uma atividade importante você imediatamente sai para tomar um café ou copo de água?
  • Você deixa as atividades mais importantes para serem feitas depois das menos importantes?
  • Você sempre espera um melhor momento para realizar determinada tarefa?
Depois identifique o que faz com que você não faça a ação ou a atividade necessária.

Associar a tarefa a algo ruim:
Se você associa o que deve ser feito como algo chato e desagradável você será tomado pela procrastinação. Ao invés de pensar nas dores em realizar determinada atividade, por que você não passa a focar nas recompensas em realizar aquela tarefa? O que você ganhará quando conseguir completar aquela atividade? Quais serão os benefícios? Pensar nas recompensas ao invés de se concentrar nas dores da tarefa ajuda a manter o foco.

Você é desorganizado:
Se você não organiza a sua agenda com as tarefas e atividades a serem feitas a cada dia e não as prioriza em ordem de importância, com certeza você acaba adiando tarefas e é tomado pela procrastinação.
Passe a adotar o hábito de ter uma agenda (pode ser o tipo de agenda que melhor se adapte ao seu perfil. No meu caso eu prefiro a velha agenda de papel que eu carrego comigo para onde eu vou) onde você tenha todas as suas atividades planejadas e priorizadas. Sugiro a leitura do meu artigo sobre como organizar uma agenda de trabalho postado aqui na minha página para que você consiga ter melhores resultados.
Uma dica: Se você tem um projeto muito grande para desenvolver ou uma peça processual complexa e trabalhosa para escrever, divida o cumprimento dessa tarefa em metas diárias que tornarão essa atividade menos custosa para você cumprir. Essa prática deixará o seu dia mais organizado e será mais fácil para você lidar com a tarefa.

Você é indeciso ou perfeccionista:
Pessoas indecisas sofrem da incapacidade de fazer escolhas e isso as torna mestres em adiar qualquer atividade que envolva tomada de decisões.
Outro grupo de procrastinadores são os perfeccionistas. Por incrível que pareça, pessoas perfeccionistas tendem a adiar a realização de tarefas por estarem sempre na espera do melhor momento para praticar determinada atividade. A busca pela perfeição acaba sendo um grande inimigo, pois nunca acreditam ser o melhor momento e acabam não realizando o que deve ser realizado no tempo certo.
Existe um ditado que eu sigo para a minha vida e que diz: “Melhor feito do que perfeito!”
Analise se você faz parte de um desses grupos de pessoas e reveja a sua forma de lidar com as atividades e ações a serem realizadas no seu dia a dia.

2º Passo – Identifique as conseqüências negativas de não realizar a tarefa
Ao invés de ficar preso no quanto realizar determinada tarefa é desagradável, pense no que você perderá se deixar de fazê-la, questionando-se: O que eu perco em não realizar esta ação? Quais as conseqüências negativas que poderão aparecer em curto, médio e longo prazos?
Dica: Se você verificar que não existem perdas, talvez esta atividade não seja tão importante e prioritária em sua vida e talvez você deva rever a sua agenda pessoal.
Busque também as conseqüências positivas e os ganhos, atrelados ao futuro, em realizar aquela ação ou tarefa. Identificar os ganhos e benefícios futuros ajuda a aumentar a motivação e a manter o foco.
Outra coisa importante é identificar que sensações você terá quando conseguir realizar determinada tarefa ou atividade. Geralmente quando realizamos aquilo a que havíamos nos proposto aumentamos a nossa motivação intrínseca, geramos mais autoconfiança e aumentamos cada vez mais a nossa produtividade.

3º Passo – Adote comportamentos efetivos
Analise o quanto o hábito de deixar para amanhã tem sido uma desculpa para que você se distancie cada vez mais da realização de seus objetivos ou deixe seus projetos pendentes ou abandone os seus sonhos. Seu objetivo é realmente tão importante a ponto de você vencer a procrastinação?
Lembre-se: “Você é repetidamente o que faz. A excelência não é um evento, é um hábito.” Aristóteles
Se você quer realizar os seus sonhos e conquistar objetivos na vida, comprometa-se diariamente consigo mesmo e passe a adotar novos comportamentos para combater a procrastinação. Pense em novas estratégias que você ainda não adotou e coloque-as em prática, pois: “Pessoas orientadas a resultados fazem o que deve ser feito quando deve ser feito.”
Você é o responsável pelos seus resultados. Então só depende de você!

Por Lisandra Thomé Coaching & Consultoria
Fonte JusBrasil Notícias

DIFICULDADE DE ACORDAR

Dificuldade de acordar pode ter relação com gene do relógio biológico

Por Marcos Muniz

THE WORKING WEEK

DESENVOLVIMENTO PESSOAL

BOM DIA, DEUS!

ENQUANTO VOCÊ DORMIA...

segunda-feira, 22 de junho de 2026

ADVOGADO AUTÔNOMO: O DESAFIO NA ADVOCACIA E COMO SUPERÁ-LO COM SUCESSO


Dia após dia, os advogados que trabalham sozinhos são bombardeados com tarefas que precisam de sua atenção, tudo realmente precisa ser feito para que o escritório de advocacia possa sobreviver.
Mas como você pode fazer tudo quando você está fazendo isso sozinho?
Há um tema recorrente: os advogados que dirigem por conta própria querem a flexibilidade para praticar o direito da maneira que melhor lhes convêm.
Construir um negócio hoje requer uma combinação de habilidades do velho mundo, como redes de contato, serviço ao cliente e estratégias da era moderna, como campanhas de visibilidade online e marketing de conteúdo.
O marketing online requer uma medida de experiência tecnológica e de reflexão, e inclui alguns comportamentos que não são necessariamente uma segunda natureza para todos os advogados:

Tome a sua marca, como investimento
Os advogados individuais precisam estabelecer uma marca online. As perspectivas não esperam que você tenha gasto uma pequena fortuna criando seu logotipo. Mas construir uma marca para seu escritório de advocacia ajuda seus futuros clientes a identificá-lo como um escritório diferente do escritório de um concorrente. Também o ajuda porque o tempo gasto na definição da sua marca o ajudará a verbalizar o valor da sua empresa no futuro.

Considere seu site como importante
Os advogados têm se preocupado com os sites há anos, mas isso é porque eles são parte integrante da experiência de pesquisa online. Saber por que você precisa trabalhar no seu site é essencial para um advogado individual. Isso ocorre porque os sites de escritórios de advocacia fornecem valor para você quando são construídos corretamente e gerenciados efetivamente.

Nunca reduza suas habilidades
Você nunca terá uma segunda chance de fazer uma primeira impressão. A maneira como os advogados interagem com seus clientes potenciais e os clientes atualmente, terão impacto absoluto em suas futuras oportunidades de negócios. Desenvolver a sua capacidade de ganhar a confiança dos seus clientes e nutrir a sua reputação online é sempre tempo bem gasto.

Tenha um plano para os clientes
Os advogados podem fazer tudo exatamente nos estágios iniciais da aquisição do cliente, mas podem tropeçar no final quando mais importa. As consultas, os aconselhamentos gratuitos e as discussões sobre seus honorários estão garantidos.
Os advogados individuais são obrigados a desenvolver um plano para essas discussões, basicamente, desde seu primeiro dia de trabalho.
Sem dúvida, isso é bastante para gerenciar quando você é um advogado. Mas aqui estão as boas notícias. Os advogados individuais não estão sozinhos. Eles encontraram sucesso aprendendo novas habilidades, ano após ano com a internet construindo seus repertórios e aumentando seus conhecimentos consideravelmente.
Fonte Jurídica Marketing

APLICAÇÃO DE ADVERTÊNCIAS EM CONDOMÍNIOS


INTRODUÇÃO
Viver em comunidade é um exercício diuturno de tolerância e exige sabedoria e estratégia ao lidar com uma multiplicidade de personalidades cada qual com sua característica e modo de compreensão de mesmo assunto.
E a coisa se torna mais complica quando o assunto é CONDOMÍNIO. Não basta ser conhecedor das regras de condominiais é preciso saber aplicar de forma a ajustar ao entendimento de cada um, pois ninguém é obrigado a conhecer leis, mas regras consuertudinais, aquelas que o costume nos impõe e se perdeu no tempo e mesmo assim obedecemos e nem sabemos por que, estas podem se tornar com paciência e insistência uma regra de uso automático.

POSTURA PREVENTIVA DO SÍNDICO
  • Um elemento importante para garantir o respeito às normas do condomínio é a própria postura do síndico ou administrador;
  • Nesta postura, a comunicação é um fator preventivo. Uma providência essencial é que todos os moradores e proprietários possuam cópia atualizada da Convenção e do Regulamento Interno (RI);
  • Assim, evita-se as infrações por desconhecimento do RI, e haverá mais respaldo na eventual aplicação de multas e advertências. Alegar ignorância das normas será, de uma vez por todas, um argumento impossível;
  • Para complementar - já que é possível que muitos não leiam os documentos na íntegra - sugere-se elaborar um "guia rápido": um resumo apenas com os principais pontos de conflito tratados no RI (contendo, na mesma comunicação, as normas sobre animais, barulho, uso da garagem etc.);
  • Este "guia rápido" pode ser afixado em elevadores ou outras áreas sociais;
  • Outra dica é utilizar-se de bom humor, principalmente na elaboração desses cartazes, para evitar o tom de cobranças "carrancudas", antipáticas;
  • Considerar o tipo de condomínio administrado é um fato crucial para entender o perfil dos moradores, e saber como lidar com seu convívio social;
  • Para novos moradores, também é importante informá-los sobre as regras do condomínio, de uma forma cordial, logicamente.

PRIMEIRO PASSO
Quando ocorrer infração a norma de condomínio advirta verbalmente através de uma conversa amigável, alerte para, o desagradável da situação em si, busque educar o condômino e informe que a reincidência não será tolerada e que poderá receber CARTA DE ADVERTÊNCIA as normas condominiais e até multado, pergunte se tem uma cópia do Regimento Interno (RI) ou Convenção. Seja rígido, austero, e imparcial, afinal regras são regras e se aplicam a todos. 
Na dúvida se adverte ou multa, o primeiro é sempre o melhor caminho, as advertências devem preceder as multas, que são aplicadas após 03 (três) notificações por escrito pelo mesmo motivo.

PASSO A PASSO
  • Tentar conversa amigável, sempre que cabível e se possível, antes de multar ou advertir.
  • Ter provas, como imagens no CFTV, fotos, testemunhos ou reclamações por escrito, de que a infração do fato ocorrido.
  • Saber se foi a primeira vez que determinado morador cometeu a falta.
  • Dependendo do que ocorreu, não cabe advertência. Um exemplo é se um condômino, que nunca cometeu nenhuma falta, destrói a pilastra da garagem do condomínio. Nesse caso, ele deve ser multado, já que ocasionou prejuízos ao condomínio, e dever ser convidado a reparar o dano.
  • Antes da multa, ou advertência chegar à unidade do infrator, vale mandar uma notificação do ocorrido. Não é recomendado fazer a notificação pessoalmente nem diretamente por funcionário do condomínio, mas sim via comunicação impressa. Se possível, encaminhada pela empresa administradora.
  • A carta de notificação deve ser bastante objetiva e com dados concretos, citando-se o item do RI ou da Convenção que foi desrespeitado, o horário, o local, etc.
  • Dependendo da convenção, há a possibilidade do morador multado pedir uma revisão para o conselho ou assembleia.

DA INFRAÇÃO
Comprovada a infração, registrada em livro de ocorrências e superada a fase anterior, respeitando os princípios constitucionais DA AMPLA DEFESA E DO CONTRADITÓRIO, esse condômino infrator poderá se defender diante do conselho fiscal e até da assembleia.
A infração deve estar descrita na convenção e no regimento interno com clareza, registro escrito no livro de ocorrências, pois este é o embasamento máximo, deverá haver provas inequívocas do ato, como testemunhas, filmagens e gravações CFTV.
Quando o condômino inovar e cometer ato considerado infracional por de alguma de alguma forma incomodar os demais, tente uma conversa nos moldes descritos anteriormente e ajuste esse ato infracional analogicamente a outro e faça a reprimenda oralmente.
Explique ao morador que fez o registro por exemplo que as construções modernas não tem vedação acústica e que nem sempre poderá repreender o vizinho, e em alguns casos o excesso de notificações passam a TURBAR A POSSE DE TERCEIROS, já que alguns sons são inerentes ao movimento natural das pessoas no uso legal de sua propriedade.
O sindico poderá multar o condômino em espécie de acordo com o avençado em Convenção e/ou Regimento Interno. Em convenções mais antigas, onde as multas são baseadas em URV ou em outras unidades, ou mesmo quando a multa é atrelada ao salário mínimo, o ideal é que haja uma assembleia para alterar a convenção.
Vale lembrar que a multa deve ser aplicada apenas sobre o valor da taxa mensal, sem incluir aí rateios extras ou despesas extraordinárias.
A primeira multa deve ser a de valor mais baixo, para que assim o valor possa crescer em caso de reincidência.

DAS MULTAS ESPECÍFICAS
Geralmente, o valor da multa não pode passar de cinco vezes o valor da taxa condominial. Mas há o caso do CONDÔMINO ANTISSOCIAL, daquele que reiteradamente comete desrespeitos ao regulamento interno e à convenção do condomínio. Para multá-lo é necessária a anuência da assembleia de condomínios. Nesse caso, a punição pode chegar a até 10 (dez) vezes o valor da contribuição mensal.

OBSERVAÇÕES IMPORTANTES
Pode caracterizar a prática de algum delito a atitude de determinada pessoa que cause tumulto numa assembleia de condomínio?
Sim. A atitude pode ter o enquadramento da contravenção penal prevista no art. 40 do Dec. Lei nº 3.688/41 - Lei das Contravenções Penais, qual seja, o delito de provocação de tumulto ou conduta inconveniente, sujeitando seu causador à prisão de 15 (quinze) dias a 6 (seis) meses, ou ao pagamento de multa: “Art. 40. Provocar tumulto ou portar-se de modo inconveniente ou desrespeitoso, em solenidade ou ato oficial, em assembleia ou espetáculo público, se o fato não constitui infração penal mais grave: Pena – prisão simples, de 15 (quinze) dias a 6 (seis) meses, ou multa”.

O atual Código Civil impõe a atualização da Convenção do Condomínio?
Não há obrigatoriedade de ajuste da Convenção do Condomínio para que haja uma harmonização com o atual Código Civil, já que as regras da Lei de Introdução ao Código Civil (Decreto-lei nº. 4.657/42) servem justamente para tal fim, isto é, as Convenções anteriores a 11/01/03 continuam em vigor naquilo que não contrariarem disposições de ordem pública (obrigatórias) expressas da nova lei; esta não fixa prazo para que as Convenções se ajustem às suas novas disposições; assim, salvo conveniência particular, poderão permanecer inalteradas. Todavia, a conveniência de se efetuar a modificação deverá ser analisada caso a caso, Já o REGIMENTO INTERNO deve sim ser adaptado as mudanças da lei por motivos óbvios e também pela própria mudança inerente ao ser humanos e as relações interpessoais.

Quando houver conflito entre a Convenção do Condomínio e o Regimento Interno, qual das normas prevalecerá?
A Convenção do Condomínio difere do Regimento Interno pela natureza das matérias tratadas. Compete à Convenção dispor sobre a estrutura do condomínio e os direitos fundamentais do condômino. Já o Regimento Interno tem por objetivo reger apenas convivência entre os condôminos. Por tais características, quando surgir conflito entre o dizer da Convenção e o do Regimento Interno, prevalecerá o primeiro. Espelha tal realidade o julgado seguinte: “A convenção condominial é o instrumento que constitui a co-propriedade; o regulamento interno disciplina a vida social e não o direito real que o título constitutivo outorga o que conduz à certeza de que, no confronto entre dispositivos conflitantes entre as duas normas, acerca do uso de garagem, vale o que consta da convenção registrada no Cartório de Registro (art. 9º, § 1º, da Lei nº.591/64).

O síndico é obrigado a dar cópia da Convenção do Condomínio aos condôminos ou ocupantes?
Não. Obrigatoriedade não existe já que a Convenção do Condomínio é documento público e por conta disto, seu acesso é franqueado a todos. Melhor explicando, sendo compulsório o registro da Convenção do Condomínio no Registro Imobiliário (art. 1.333, parágrafo único, do novo Código Civil e art. 167, I, 17, da Lei nº 6.015/73), não será obrigatório o fornecimento, pelo síndico, de cópia da mesma aos condôminos ou ocupantes. Porém, ainda que não haja obrigatoriedade, é conveniente que seja dada uma cópia integral da Convenção a cada um dos condôminos, incentivando o pleno conhecimento do seu teor por todos.
Por analogia ao artigo de lei em análise carta cartas de notificação de infração as normas condominiais são documentos do condomínio e não devem passar da pessoa que as recebeu, não sendo o síndico obrigado a apresentá-las quando solicitado por condômino a não ser por força de imposição judicial.
Por Sheyla Melo
Fonte JusBrasil Notícias

VOCÊ SABE TOMAR BOAS DECISÕES?

Instinto, razão e experiência: entenda os fatores que guiam a boa tomada de decisões e como eles se equilibram

Tomar uma boa decisão é o produto de uma tríade: instinto, experiência e razão. Na prática, se não estiver certo se quer ter filhos, aplique a trinca descrita em questão. O instinto dirá que a espécie deve ser perpetuada. Já experiência é o que indivíduo viveu, as suas lembranças. E a razão o fará pensar nos gastos da criação de uma criança.

Diante de uma escolha, é preciso fazer uma avaliação com base em instinto, razão e experiência
Portanto, diante de uma escolha, é preciso analisar o terreno sob todos os aspectos. Usando a cabeça, de maneira calculista, ou com o coração, deixando a emoção rolar. É o cérebro que decide qual rumo tomar, e para isso ele compara as possibilidades. Estar no controle da situação e saber quando alternar entre a razão e a emoção é um talento desenvolvido ao longo da vida.
Mas ter alguns dilemas também é um bom sinal. “Quem não tem sonho, não tem meta, e portanto, não pode tomar decisões”, explica Valdizar Andrade, especialista em comportamento organizacional e autor do livro “O Poder da Decisão - Reflexões de um Peregrino” (Universidade da Inteligência). Diariamente tomamos centenas de decisões, sendo a maioria sem parar para pensar. Mastigar ou mudar de marcha enquanto dirige, por exemplo, não requer qualquer tipo de elucubração. É automático.
Mas para a realização dos nossos objetivos de longo prazo, seja no campo profissional, familiar ou afetivo, é preciso ter coragem e direcionamento. “Uma decisão significa uma mudança, ou seja, é um ato de coragem para quem quer fazer a diferença, superar os próprios limites e sair da zona de conforto”, resume Andrade. “Tomar boas decisões e alcançar objetivos exige autoconhecimento e foco”.

Decida-se!
Quanto mais opções, mais dúvidas e mais difícil de decidir. Limitar as alternativas e o tempo ajuda na tomada de decisão. Quando não há urgência, muita gente esquece de decidir e realizar uma tarefa. “Para não perder o timing da decisão, estipule prazos”, recomenda o especialista Alexandre Rodrigues Barbosa, autor do livro“Construa Seus Sonhos” (Thomas Nelson Brasil).

O segredo das boas decisões está no equilíbrio dos três fatores. E, se errar, não tema: é melhor tomar uma decisão equivocada que nenhuma decisão
As emoções podem ser perigosas nessa hora, influenciando a pessoa a tomar a decisão errada. Quem nunca fez uma besteira como gastar demais em uma liquidação de roupas, quando, em vez de economizar, você acaba se endividando? Segundo Barbosa, ao estabelecer metas e planejar a carreira e a vida pessoal, as decisões estarão alinhadas com a sua vida. O segredo está no equilíbrio entre os três fatores para fazer a coisa certa, usando o melhor de cada um deles.
Se houver um equívoco, não se desespere. Na próxima vez, seu sistema de recompensa irá alertá-lo para não cometer o mesmo erro. É o que afirma o jornalista científico Jonah Lehrer, autor do livro “Imagine – How Creativity Works” (Imagine – Como a criatividade funciona; ainda sem edição no Brasil).
Lehrer acredita que quanto mais entendermos o funcionamento do cérebro, mais perto estaremos de acertar nossas escolhas. Isso porque o ser humano seria capaz de bloquear impulsos nervosos, o que evitaria delizes.
De acordo com ele, o cérebro está sempre um passo à frente, vislumbrando resultados. Para realizar esse processo, faz uso do neurotransmissor dopamina, que aumenta de nível quando o resultado é positivo, tornando a experiência alegre. Quando a vivência dá errado, a dopamina cai sensivelmente e ficamos frustrados. O problema é que a busca por essa sensação de bem-estar pode ser prejudicial, tornando-se um vício.
O humor e o pensamento positivo expandem a percepção, segundo apontou um estudo realizado pelo neurocietista norte-americano Mark Jung-Beeman. A pessoa feliz tem mais rapidez e facilidade na tomada de decisões, enquanto quem está tenso parece sofrer certo bloqueio mental diante de potenciais soluções.
A intuição se sobressai na hora de tomar decisões sob pressão – como em um acidente de trânsito. A primeira estratégia em caso de risco é ouvir a voz interior, ou a intuição, também conhecida como sexto sentido.
António Damásio, neurocientista português e professor da University of Southern California, em Los Angeles, onde dirige o Instituto do Cérebro e da Criatividade, ensina um método para fazer a coisa certa diante de várias alternativas. Não importa a dúvida, pergunte-se “Isso é a minha cara?” A resposta o norteará pelo caminho certo, sem deixar a decisão nas mãos de outra pessoa.
O verdadeiro problema, segundo Damásio, não é errar, e sim abdicar do próprio poder. Ou seja, é melhor tomar uma decisão errada do que confiar sua resolução a alguém. O medo é paralisador e ter coragem é indispensável para tomar decisões. “Todo mundo sofre da síndrome do medo de errar. Quando pensam em tomar uma decisão, já pensam antes que vai dar errado. Isso cria um campo negativo, que impede que tomem decisões assertivas”, alerta Andrade.
Se não tem confiança para agir, esperar e refletir pode ser uma solução. No entanto, o tempo perdido com a hesitação jamais será recuperado. A procrastinação, hábito de deixar para amanhã até que as coisas virem urgentes, já é uma decisão: a de negligenciar.
“Quando perceber que é sua voz interior da preguiça falando, faça o contrário do que ela manda”, aconselha Barbosa. Isso não significa que decisões importantes devam ser tomadas num estalar de dedos. “Às vezes tomam mais tempo e a gestão do mesmo nos ajudará a decidir melhor”, completa Barbosa.
A impulsividade tampouco é a saída. “É preciso ser ousado, acreditar na capacidade de superar e então transcender. Isso não significa ser irresponsável na tomada de decisões”. É bom trabalhar com 70% de certeza. Os 30% restantes você dribla. A segurança afasta a possibilidade negativa”, diz Andrade.
Por Renata Reif
Fonte iG Delas Comportamento

SANTA PACIÊNCIA!

SEGUNDA-FEIRA - RECOMEÇO

PREVISÃO DO TEMPO PARA ESTA SEMANA

domingo, 21 de junho de 2026

BOA SEMANA

TERMINANDO DOMINGO

POR QUE A PRESSA?

O SEGREDO PARA COMEÇAR UMA SEMANA MARAVILHOSA


Para a maioria das pessoas, o final do domingo é o prenúncio de dores de cabeça. Parece que a segunda-feira é uma grande ameaça: fim do descanso, volta à rotina, pressões e preocupações, prazos… Será que não há como escapar? A solução para esse problema é simples e depende unicamente de nós. Algumas dicas para fazer com que a segunda-feira seja o início de uma ótima semana:

1 – Evite compromissos no domingo que acabem muito tarde
Sempre que nos envolvemos em festas e eventos que se prolongam até altas horas no domingo, temos menos tempo para descansar. Procure estabelecer o hábito de dormir o suficiente na noite de domingo para segunda, para que o seu corpo possa repor as energias necessárias para a semana de trabalho;

2 - Divirta-se durante a semana
Muitas pessoas deixam para fazer somente no final de semana aquilo que lhes dá prazer. É um erro! Nós precisamos de diversão e relaxamento todos os dias. Se distribuirmos o divertimento ao longo da semana, não ficaremos tão decepcionados quando o domingo terminar;

3 - Durma o suficiente todos os dias
Alguns de nós têm o hábito de dormir pouco durante a semana e “descontar” no sábado e no domingo. De nada adianta esse hábito, pois o corpo não fica esperando para repor as horas perdidas. O ideal é dormir todos os dias pelo menos 6 horas (o ideal pode variar entre 6 a 9 horas para cada pessoa);

4 – Controle o consumo de álcool
Bebidas alcoólicas podem atrapalhar o seu repouso e ainda por cima causar uma ressaca no dia seguinte;

5 – Concentre-se nas coisas positivas da segunda-feira
A segunda-feira pode ser um dia maravilhoso para colocar a conversa em dia, rever colegas de trabalho, buscar novos desafios. Faça da segunda-feira um dia estimulante e positivo para você;

6 – Agrade a você mesmo
Aproveite a segunda-feira para faze algo que seja bom para você. Almoce a sua comida preferida, compre um livro, telefone para um grande amigo, ouça o CD que você mais gosta. Espante assim qualquer “energia negativa” que o dia possa ter.

7 – Não se esqueça do mais importante
A segunda-feira é o segundo dia da semana.  Para ter uma semana maravilhosa, cuide bem do seu domingo e não comprometa o dia seguinte. Evite extravagâncias e aproveite a semana inteira com muita disposição.

HARMONIZE SEMPRE A SUA ENERGIA ANTES DE AGIR


Você nunca precisa se preocupar a respeito de como e quando uma coisa poderá acontecer. Simplesmente defina a sua intenção. O Universo é capaz de organizar todas as circunstâncias e eventos necessários no momento certo e perfeito. O momento certo diz respeito a você se harmonizar com o seu eu superior. Evite dizer: "Quero que isso aconteça na semana ou no mês que vem", já que determinar uma escala de tempo precisa gera resistência se uma parte sua não acreditar que o que você quer possa acontecer tão rápido. Você pode se lançar em um conflito. (Por outro lado, se essa atitude fizer com que você tenha uma sensação maravilhosa, vá em frente!) Do mesmo modo, você não precisa calcular como irá conhecer o seu Parceiro Ideal, como irá encontrar o emprego ou a casa ideal, como irá pagar as suas dívidas, como irá descobrir um escoadouro criativo ou resolver uma questão complicada. O universo destrincha todos os detalhes relacionados com a maneira, o momento e o lugar em que o seu desejo irá se realizar. Não tente se apressar na direção da meta, porque o fluxo o levará para lá quando tudo estiver configurado para você. Se você se mantiver vibratoriamente em harmonia com qualquer desejo, o Universo seguramente encontrará uma maneira de torná-lo realidade. Isso é garantido. É assim que essa realidade mágica funciona. A sua tarefa é simplesmente entrar no fluxo.

(Gill Edwards – Vida - Um Presente do Universo)

ME LIVREI!

DOMINGO

ÓTIMO DOMINGO PARA VOCÊ!

sábado, 20 de junho de 2026

FELIZ SÁBADO!

SAL GROSSO CIENTIFICAMENTE PROVADO - ONDA VIOLETA


O sal grosso tem é considerado um potente purificador de ambientes. Povos distintos usam o sal para combater o mau-olhado e deixar a casa a salvo de energias nefastas.

O sal é um cristal e por isso emite ondas eletromagnéticas que podem ser medidas pelos radiestesistas. Ele tem o mesmo comprimento de onda da cor violeta, capaz de neutralizar os campos eletromagnéticos negativos.

Visto ao microscópio o sal bruto revela que é um cristal, formado por pequenos quadrados ou cubos achatados.

As energias densas costumam se concentrar nos cantos da casa, por isso, colocar um copo de água com sal grosso ou sal de cozinha equilibra essas forças e deixa a casa mais leve. Para uma sala média onde não circula muita gente, um copo de água com sal em dois cantos é suficiente. Em dois ou três dias, já se percebe a diferença. Quando se formam bolhas é hora de renovar a salmoura.

A solução de água e sal também é capaz de puxar os íons positivos, isto é, as partículas de energia elétrica da atmosfera, e reequilibrar a energia dos ambientes. Principalmente em locais fechados, escuros ou mesmo antes de uma tempestade, esses íons têm efeito intensificador e podem provocar tensão e irritação.

A prática simples de purificação com água e sal deve ser feita à menor sensação de que o ambiente está carregado, depois de brigas ou à noite, no quarto, para que o sono não seja perturbado.

Já foi considerado o ouro branco (salmoura para conservar alimentos).

Os povos foram desenvolvendo técnicas de usar o sal, como as abaixo descritas:

Uma pitada de sal sobre os ombros afasta a inveja.

Para espantar o mau-olhado ou evitar visitas indesejáveis, caboclos e caipiras costumam colocar uma fileira de sal na soleira da porta ou um copo de salmoura do lado esquerdo da entrada.

A mistura de sal com água ou álcool absorve tudo de ruim que está no ar, ajuda a purificar e impede que a inveja, o mau-olhado e outros sentimentos inferiores entrem na casa.

Depois de uma festa, lavar todos os copos e pratos com sal grosso para neutralizar a energia dos convidados, purificando a louça para o uso diário.

Na tradição africana, quando alguém se muda, as primeiras coisas a entrar na casa são: um copo de água e outro com sal.

Usam sal marinho seco, num pires branco atrás da porta para puxar a energia negativa de quem entra.

Também tomam banho com água salgada com ervas para renovar a energia interna e a vontade de viver.

No Japão, o sal é considerado poderoso purificador. Os japoneses mais tradicionais jogam sal todos os dias na soleira das portas e sempre que uma visita mal vinda vai embora.

Símbolo de lealdade na luta de sumô. Os campeões jogam sal no ringue para que a luta transcorra com lealdade. Use esse poderoso aliado!

É barato, fácil de encontrar, e pode lhe ajudar em momentos de dificuldade e de esgotamento energético!

Modo de tomar o banho de sal grosso:

Após seu banho convencional, deixe um punhado de sal grosso escorrer do pescoço para baixo, embaixo da água da ducha.

Banho de sal grosso e o antigo escalda-pés (mergulhar os pés em salmoura bem quente) têm o poder de neutralizar a eletricidade do corpo.

Para quem mora longe da praia é um ótimo jeito de relaxar e renovar as energias.

Tomar banho de água salgada com bicarbonato de sódio descarrega as energias ruins e é relaxante.

O famoso banho de assento, com água morna e bicarbonato de sódio, é excelente para a higiene íntima, pois evita infecções.

Mas no banho, o único cuidado é não molhar a cabeça, pois é aí que mora o nosso espírito e ele não deve ser neutralizado.

Uma opção que agrada muitas pessoas é colocar um punhado de sal dentro de uma meia, e repousar esta na nuca (atrás do pescoço) debaixo da ducha.

Não são aconselháveis banhos frequentes com o sal.

Dê preferência para os banhos na fase da Lua Cheia, utilize velas no banheiro, e se quiser ativar sua intuição, apague as luzes do banheiro.

Benefícios de banhos e escalda pé com sal grosso.

Fisiológicos:

Ajuda a desintoxicar o corpo e afastar os vírus.

Estimula a circulação natural para a melhoria da saúde

Ajuda a aliviar o pé do atleta, calos e calosidades.

Relaxa a tensão, dores musculares e nas articulações.

Ajuda a aliviar artrite e reumatismo

Ajuda a aliviar a dor lombar crônica

Benefícios estéticos:

Tira as impurezas da pele

Alivia irritações da pele como psoríase /eczema.

Alivia comichão, ardor e picadas.

Suaviza e amacia a pele e incentiva a pele se renovar.

Ajuda a curar as cicatrizes.

Restaura o equilíbrio a umidade da pele.

Ocupacional:

Alivia o cansaço, os pés doloridos e os músculos das pernas

Alivia a tensão nas mãos e punhos.

Ajuda a aliviar lesões ocorridas nas práticas esportivas.

Psicofísica:

Proporciona um relaxamento profundo

Ajuda a aliviar o estresse e tensão.      

(ZATOR SETTE)

FELIZ INVERNO!

sexta-feira, 19 de junho de 2026

COMO PLANEJAR UM FIM DE SEMANA REALMENTE REVIGORANTE

Depois de uma semana inteira de trabalho intenso, o que você faz na sexta-feira?

Quem respondeu que se joga no sofá e contempla uma longa lista de tarefas não está sozinho: para muitos empreendedores, o fim de semana também conta como dia útil, e não como descanso.
O problema dessa rotina é acordar um tanto exausto na segunda-feira, afirma a escritora Laura Vanderkam. Ela acaba de publicar o e-book “What the Most Sucessful People Do on the Weekend” (o que as pessoas mais bem-sucedidas fazem no final de semana), para o qual conversou com empresários de sucesso sobre sua programação de fim de semana.
Em um artigo publicado no site da revista Inc, ela resume o que ouviu desses empreendedores e dá três dicas para usar melhor o sábado e o domingo para combater os efeitos do excesso de trabalho – e voltar novo em folha para o escritório.

1 – Conte as horas vagas – e aproveite-as
Você já contou quanto tempo livre tem entre abrir uma cerveja na sexta às seis da tarde e desligar o despertador às seis da manhã de segunda? São 60 horas no total, ou 36 horas úteis, descontando-se as 24 de sono – quase a mesma carga horária de uma semana de trabalho.
“Tanto tempo não pode ser desperdiçado”, diz Vanderkam. Por isso, ela recomenda dedicação máxima ao planejamento antecipado dos dias de folga e diz que é preciso traçar estratégias com o mesmo apuro e seriedade de compromissos profissionais.

2 – Planeje eventos-âncora
A intensa semana de trabalho geralmente deixa o empreendedor esgotado na sexta-feira. Mas Vanderkam argumenta que sentar inertemente na frente da TV ou surfar aleatoriamente na internet não são as melhores maneiras de se preparar para uma nova jornada.
Parece um paradoxo, mas para renovar as energias é preciso se mexer. “Outros tipos de trabalho, como exercícios físicos, um hobby, tomar conta dos filhos ou ser voluntário, ajudam mais a preservar o ânimo para os desafios da semana do que vegetar completamente”, afirma a escritora.
O segredo para ter um fim de semana ativo é planejar alguns eventos-âncora, afirmam os entrevistados por Vanderkam para o livro. Não é preciso encher todas as horas vagas, apenas ter em mente que haverá um horário reservado para ver atividades e apresentações dos filhos, jogar futebol ou cozinhar para os amigos.
“De início, isso pode parecer pouco divertido e muito trabalhoso, mas, de acordo com os entrevistados, gastar energia dá mais ânimo para retomar o trabalho”, afirma Vanderkam.

3 – Desfrute por antecipação
Planejar com minúcia até mesmo o fim de semana parece coisa de gente bitolada, mas Vanderkam defende que essa tarefa também pode ser muito prazerosa. “Projetar o futuro e antecipar o programa representa uma boa parte da felicidade gerada por qualquer evento”, afirma.
A tática de marcar as atividades com antecedência também economiza momentos preciosos do fim de semana que em geral são gastos negociando um plano com seu cônjuge ou correndo atrás de algum restaurante que ainda tenha lugares vagos – ou de alguém para tomar conta das crianças.
Além disso, marcar um compromisso desestimula a clássica desistência de fazer algo no final de semana por estar muito cansado.
  Por Bruna Maria Martins Fontes
Fonte Papo de Empreendedor

NADA DAQUELA CALÇA VELHA, AZUL E DESBOTADA

 
O que vestir (ou não) na empresa na ‘casual friday’, aconselham consultoras de moda

A sexta-feira chegou e, em muitas empresas, nota-se que os funcionários exibem um visual mais relax. Isso por conta do ''casual day'', que surgiu e se popularizou nos Estados Unidos, mas foi sendo incorporado aos poucos pelos brasileiros. É quando executivos e funcionários de organizações mais formais deixam de lado o terno, a gravata, os taileurs e o salto alto, e adotam trajes mais descontraídos. Mas nada de ir trabalhar de qualquer jeito, alertam as especialistas em moda e estilo. Segundo elas, não há uma regra definitida, e tudo vai depender do perfil da empresa e o segmento em que esta atua.
A consultora de moda e imagem Milla Mathias diz que, ainda hoje, as pessoas têm dúvidas quanto ao tipo de roupa que devem - ou podem - vestir nesses dias.
- Ainda pensam que podem ir de calça jeans, camiseta velha e tênis, quando na verdade não é bem assim.
A consultora explica que o intuito do casual day é trazer mais descontração às roupas, e consequentemente, ao ambiente de trabalho às vésperas do fim de semana, para que os profissionais possam trabalhar mais relaxados e contentes.
E, se antes, a prática se restringia apenas às sextas-feiras, e a poucas empresas, hoje a informalidade no vestir se estendeu a outros dias da semana e a diversos tipos de organizações, acrescenta Paula Acioli, coordenadora acadêmica do curso “Gestão de negócios no setor de moda”, da FGV.
- Essa mudança de padrões e quebra de paradigmas no vestir é, na verdade, um claro reflexo do tempo que estamos vivendo, muito mais democrático em todos os sentidos, social e economicamente falando - ressalta Paula.
Independentemente do dia, afirmam as especialistas, não se deve esquecer que estamos falando de ambiente de trabalho, e não fim de semana ou passeio. Para Paula, ética, bom-senso, observação, educação e adequação são valores que devem ser levados em conta, não só na vida pessoal e profissional, mas também quando falamos de vestuário:
- Esses valores facilitam as escolhas, aumentam as chances de acertos e diminiuem a possibilidade de erro. Se adicionarmos a isso toda a facilidade de acesso à quantidade de informações disponíveis em revistas, sites, blogs, e até mesmo nas trocas de idéias entre amigos nas redes sociais, a gente conclui que é quase impossível nos dias de hoje alguém "sair com qualquer roupa" para trabalhar, sem levar em consideração seu local de trabalho.
- É para ser casual, mas mantendo a elegância. Bom-senso é fundamental. É preciso cuidado para não cair na vulgaridade - completa a consultora de moda Renata Abranchs.
Por isso, é importante que algumas regras sejam observadas quanto à forma de se vestir no mundo corporativo.
E quando a empresa adota um ‘dress code’? A decisão de contar com um código específico sobre o que é ou não permitido trajar vai depender do perfil da companhia e de seus funcionários, diz Paula. Segundo a coordenadora acadêmica da FGV, faz toda a diferença ter conhecimento de como se dá o processo criativo de um uniforme ou de um padrão de roupa a ser usado, da complexidade de pensar o vestir institucional e de compreender o porquê de se adotar um código de vestir dentro de uma empresa.
- Os funcionários e profissionais passam a se sentir muito mais parte da empresa e a valorizar suas posições e funções dentro do sistema de trabalho. A roupa agrega valor. Seja para marcas de luxo, seja para marcas populares de varejo, seja em uniformes (que transmitem via funcionário o conceito e os valores de uma determinada empresa). Um funcionário que conhece e compreende a história do que veste passa a entender muito melhor a história da empresa para a qual está trabalhando, ou como diz a expressão, está "vestindo a camisa".

As dicas das especialistas em moda e estilo para o ‘casual day’

Para facilitar, consultoras listam o que é permitido ou não usar no ambiente de trabalho

Para elas:
- Vale a velha regra de proibição de decotes, fendas, transparências, roupas justas ou curtas;
- No lugar dos terninhos, coloque uma saia menos estruturada ou uma calça reta mais fluida, com uma camisa;
- Blusas de tricô com tramas mais abertas também são permitidas;
- Se quiser usar jeans, verifique se a empresa permite e, em caso positivo, use um de lavagem escura, corte reto e novo. Lembre-se: nada de rasgos, puídos, tachas etc.;
- Caso faça frio, leve um cardigã, suéter com gola careca ou blazer;
- Já no caso de muito frio, um casaco de lã ou de couro caem bem;
- Nos pés, sapatos mais baixos (e impecáveis) ou sapato-tênis de couro ou camurça;
- Bijuterias e enfeites de cabelo devem ser discretos.

Opções a serem riscadas da lista:
- Calça velha, azul e desbotada;
- Tops ou barriguinha de fora;
- Tecidos sintéticos ou brilhantes;
- Mules (tipo de calçado);
- Sandálias rasteirinhas;
- Estampas ou detalhes de bicho.

Para eles:
- Esqueça os ternos e adote as calças de lãzinha ou gabardine, para dias frios, e as de algodão ou sarja, para os mais quentes.
- Elimine a gravata;
- Se quiser usar jeans, verifique se a empresa permite e, em caso positivo, use um de lavagem escura, corte reto e novo (a regra vale para homens e mulheres).
- Camisa mais informal ou camiseta polo são uma ótima pedida.
- Se fizer frio, suéter, em decote V, cardigãs ou blazer azul marinho de tecido mais encorpado.
- Nos pés sempre mocassim social, combinando com a cor do cinto. Dê preferência ao tom café, pois ele é mais informal do que o preto.

É proibido usar:
- Jeans claro, rasgado, surrado, de balada etc;
- Calças com passante sem cinto;
- Calças com elástico na cintura;
- Camisetas sem manga ou com figurinhas ou piadinhas;
- Moletom;
- Boné;
- Roupa com camuflagem;
- Tênis ou sapato–tênis;
- Meia branca.
Por Ione Luques
Fonte O Globo Online