quarta-feira, 22 de abril de 2026

DIA DA TERRA

O dia 22 de abril é conhecido como aquele em que se comemora o Dia da Terra

O Dia da Terra foi criado nos anos 70 pelo então senador americano e ativista ambiental Gaylord Nelson. A ideia era que todo o dia 22 de abril, os habitantes do planeta pudessem refletir acerca de questões ambientais e conservacionistas, além de incentivar o debate acerca de soluções para diminuir o impacto da atividade humana na natureza.
Oficialmente, contudo, a data de 22 de abril se concretizou como um momento de homenagem a Terra em 2009. Foi durante uma assembleia da Organização das Nações Unidas (ONU), realizada naquele ano na Bolívia, que ficou estabelecido o Dia Internacional da Mãe Terra. “A Terra e seus ecossistemas são a nossa casa, é necessário, portanto, que seja promovida a harmonia entre a natureza e o planeta”, declarou a organização em comunicado.

5 DICAS PARA SER UM FREELANCER DE SUCESSO NA CRISE

É a hora de fazer escolhas estratégicas para impulsionar seus ganhos, mas sem deixar a qualidade da sua entrega — ou a sua saúde — desabarem

Sucesso e crise são duas palavras que parecem não combinar em hipótese alguma. Mas depende: ao mesmo tempo em que fecha portas para uns, a situação ruim da economia pode abrir oportunidades para outros.
A necessidade de enxugar despesas faz com que muitas empresas busquem mais flexibilidade nas contratações e apostem menos em funcionários “full-time” para determinadas atividades — o que abre espaço para quem atua como freelancer, diz Guillermo Bracciaforte, cofundador da Workana, plataforma de trabalho autônomo. 
Não que o profissional independente também não sofra com a maré ruim. Ainda que possa haver mais pedidos de “jobs”, o freelancer muitas vezes precisa aceitar pagamentos mais baixos por suas entregas. Isso para não falar nos atrasos para receber, que podem se tornar mais longos em tempos de finanças apertadas para as empresas.
Mais do que nunca, é preciso fazer escolhas estratégicas para ganhar clientes e maximizar os seus ganhos, sem deixar a qualidade das suas entregas —e a sua saúde física e mental —desabarem.
O segredo para conseguir isso é zelar pela sua reputação, garante Sebastián Siseles, diretor internacional do portal Freelancer.com. “A credibilidade é sempre o principal recurso de um freelancer, com ou sem crise na economia”, diz ele.
Mas como fazer isso em tempos tão difíceis para o mercado? Confira a seguir 5 dicas valiosas sobre o assunto:

1. Saiba o preço mínimo que você pode cobrar
Na crise, muitos profissionais reduzem drasticamente seus preços para atrair clientes e derrotar a concorrência. A tática pode até funcionar a curto prazo, mas no fim dará errado: você acabará com muito trabalho e pouco dinheiro.
“Saiba o seu limite, isto é, o mínimo que você precisa ganhar para que o trabalho seja rentável”, diz Bracciaforte. Combinar um valor inicial baixo demais pode obrigar o freelancer a fazer cobranças adicionais durante a realização do trabalho — o que pode gerar irritação no cliente e até comprometer sua reputação perante o mercado como um todo.
Uma ferramenta gratuita recentemente lançada pela Workana permite fazer o cálculo da sua hora de trabalho em áreas como marketing, conteúdo, design, administrativo e TI. Os parâmetros usados para a conta são o país, o tempo de experiência e a função desempenhada. Clique aqui para acessá-la.

2. Mostre interesse pelo trabalho
A melhor forma de se diferenciar na crise não é reduzir selvagemente o próprio preço, mas conquistar a plena confiança do cliente. Mais do que pagar pouco, o grande incentivo para uma empresa que busca eficiência é a garantia contra riscos: pode-se esperar que você entregará tudo no prazo, com excelente qualidade. Para isso, é importante demonstrar interesse pelo objetivo do cliente, e não apenas vontade de ganhar dinheiro com aquilo.
“Leia o briefing com atenção, faça as perguntas certas, seja gentil e mostre que você está disponível para feedbacks”, explica Bracciaforte. Associada à qualidade e à pontualidade da entrega, esse tipo de atitude faz toda a diferença para ganhar credibilidade e ser chamado para novos trabalhos no futuro.

3. Administre seu tempo com sabedoria
Um dos segredos de um freelancer bem-sucedido é a capacidade de ter uma rotina organizada e disciplinada. Isso é especialmente importante em tempos de crise, quando a carga de trabalho aumenta e os prazos ficam mais apertados.
“Não dá para acordar tarde e começar a trabalhar sem qualquer planejamento do seu dia”, diz Siseles. Você precisa estabelecer prazos para si mesmo, escolher um local de trabalho adequado e, assim, garantir a sua produtividade.
Fazer uma gestão estratégica do seu tempo também é essencial para que você não viva correndo atrás do relógio e nem se torne um “escravo” das suas obrigações. Com uma agenda equilibrada, você não precisará abdicar do lazer, do descanso ou da convivência com pessoas queridas.

4. Crie relacionamentos de longo prazo
Por definição, um freelancer é alguém que faz trabalhos de forma pontual, com data explícita para terminar. Essa transitoriedade não pode também se aplicar também às relações com seus clientes — elas precisam durar mais do que um “job”. Na crise, a fidelidade de um cliente vale ouro.
“Mande um e-mail ou faça uma ligação telefônica uma vez por mês para saber como vão os seus contatos mais importantes”, recomenda Bracciaforte. É importante manter o diálogo ativo mesmo depois que o trabalho já foi encerrado, tanto para receber novas solicitações daquele cliente quanto para que ele indique o seu nome para terceiros.
Também vale investir em relacionamento com outros freelancers. “Faça networking com colegas de profissão ou pessoas de áreas correlatas à sua”, diz Siseles. “Além de trocar dicas e informações sobre o mercado, vocês podem eventualmente dividir projetos multidisciplinares”.

5. Tenha um bom planejamento financeiro
Com ou sem crise, um freelancer sempre precisa lidar com a intermitência de seus rendimentos. Para não ficar no vermelho, é preciso ter um controle rigoroso das suas finanças. Isso envolve fazer uma previsão dos seus gastos mensais, cobrar um valor justo pelo seu trabalho e sempre alimentar um fundo de reserva para emergências.
Também é necessário contar com possíveis atrasos de pagamentos, que podem se tornar mais frequentes e longos por causa da crise. Para evitar grandes “furos”, uma possibilidade é programar mensagens automáticas de cobrança. “É uma forma mais sutil e menos pessoal de lembrar os seus clientes que eles lhe devem dinheiro”, diz Bracciaforte. Ferramentas de envio de lembretes costumam ser pagos, mas podem valer a pena em alguns casos.
O cuidado com as finanças também é o que permite que você seja seletivo na hora de escolher projetos e não trabalhe desesperadamente para pagar as contas. Se for organizado e tiver uma boa reputação, um dia você poderá apenas escolher os clientes que pagam melhor, conclui Siseles.
Por Claudia Gasparini
Fonte Exame.com

10 ESTUDOS QUE MUDARÃO O QUE VOCÊ PENSA QUE SABE DE SI MESMO

Alguns dos experimentos psicológicos mais famosos do século passado revelam verdades universais e muitas vezes surpreendentes sobre a natureza humana

Muitas vezes sabemos pouco sobre nossa mente, e menos ainda como pensam outros
Por que fazemos as coisas que fazemos? Não obstante nossos esforços mais sinceros para seguir a máxima “conhece-te a ti mesmo”, a verdade é que muitas vezes sabemos surpreendentemente pouco sobre nossa própria mente, e menos ainda sobre como pensam os outros.
Como disse Charles Dickens, “um fato assombroso que merece reflexão é que cada ser humano é feito de modo a ser um segredo e mistério profundo para cada outro”.
Não é de hoje que os psicólogos buscam entender melhor como apreendemos o mundo e o que motiva nossos comportamentos, e eles já avançaram muito para desfazer esse véu de mistério.
Além de fornecer assunto para bate-papos instigantes em festas, alguns dos experimentos psicológicos mais famosos do século passado revelam verdades universais e muitas vezes surpreendentes sobre a natureza humana.
Veja a seguir dez estudos psicológicos clássicos que podem mudar seu entendimento sobre si mesmo:

Todos possuímos alguma capacidade de cometer o mal
Possivelmente o experimento mais famoso na história da psicologia, o estudo da prisão de Stanford, de 1971, se deteve sobre como situações sociais podem afetar o comportamento humano.
Os pesquisadores, comandados pelo psicólogo Philip Zimbardo, montaram uma falsa prisão no subsolo do prédio do departamento de psicologia da Universidade Stanford e selecionaram 24 estudantes (que não tinham ficha policial e foram avaliados como psicologicamente saudáveis) para representar os papéis de presos e carcereiros.
Pesquisadores observaram os presos (que tinham que ficar nas celas 24 horas por dia) e os guardas (que dividiam turnos de oito horas), usando câmeras ocultas.
O experimento estava programado para durar duas semanas, mas teve que ser abortado depois de apenas seis dias devido ao comportamento abusivo dos guardas – que chegaram a cometer tortura psicológica – e o estresse emocional e ansiedade extremos manifestados pelos presos.
“Os guardas foram intensificando as agressões contra os prisioneiros, obrigando-os a ficar nus, colocando sacos sobre suas cabeças e, finalmente, os fizeram praticar atividades sexuais mais e mais humilhantes”, Zimbardo contou à American Scientist.
“Depois de seis dias tive que encerrar a experiência porque estava fora de controle. Eu ficava acordado à noite, preocupado com o que os guardas poderiam estar fazendo com os detentos.”

Não notamos o que está bem à nossa frente
Você pensa que sabe o que se passa à sua volta? Talvez não tenha tanta consciência disso quanto imagina.
Em 1998, pesquisadores de Harvard e da Kent State University convocaram pedestres que transitavam por um campus de faculdade para determinar quanto as pessoas notam do ambiente imediato à sua volta.
No experimento, um ator abordava um transeunte e pedia indicações para chegar a um local.
Enquanto o transeunte estava dando as indicações, dois homens carregando uma grande porta de madeira passavam entre o ator e seu interlocutor, bloqueando completamente a visão que um tinha do outro por alguns segundos.
Durante esse período, o ator era substituído por outro ator de altura e aparência diferente, com penteado, voz e roupa diferentes. Nada menos que metade dos participantes não notou a substituição.
O experimento foi um dos primeiros o ilustrar o fenômeno da chamada “cegueira a mudanças”, que mostra como somos seletivos em relação ao que apreendemos em qualquer cena visual dada.
Parece que nos pautamos muito mais do que talvez imaginemos pela memória e o reconhecimento de padrões.

Adiar a recompensa é difícil, mas somos mais bem-sucedidos quando o fazemos
Um experimento famoso feito na Universidade Stanford no final dos anos 1960 testou a capacidade de crianças da pré-escola de resistir à atração da recompensa instantânea –e rendeu algumas informações úteis sobre a força de vontade e a autodisciplina.
No experimento, crianças de 4 anos foram colocadas sozinhas numa sala com um marshmallow sobre um prato diante delas.
Foi dito a elas que podiam comer o doce na hora ou, se esperassem até a pesquisadora voltar, em 15 minutos, poderiam ganhar dois marshmallows.
A maioria das crianças disse que preferia esperar, mas muitas acabaram cedendo à tentação, comendo o doce antes de a pesquisadora voltar, disse a TIME.
As crianças que conseguiram esperar por 15 minutos usaram táticas para evitar a tentação, por exemplo, dando as costas para o doce ou cobrindo os olhos.
As implicações do comportamento das crianças foram significativas: aquelas que conseguiram adiar a recompensa tiveram muito menos chances de chegar à adolescência obesas, dependentes de drogas ou com problemas comportamentais e tiveram mais sucesso mais tarde na vida.

Podemos sentir impulsos morais profundamente conflitantes
Um estudo famoso (e um pouco alarmante) de 1961 do psicólogo de Yale Stanley Milgram testou até onde as pessoas se dispunham a ir para obedecer a figuras de autoridade quando estas lhes pediam para fazer mal a outras pessoas, além do intenso conflito interno entre a moral pessoal e a obrigação de obedecer às figuras de autoridade.
Milgram quis fazer o experimento para descobrir como foi possível que criminosos de guerra nazistas perpetrassem atos hediondos durante o Holocausto.
Para isso, ele testou uma dupla de participantes, um dos quais designado o “professor” e o outro o “aprendiz”. O professor foi instruído a aplicar choques elétricos ao aprendiz cada vez que este errava a resposta a uma pergunta.

O aprendiz supostamente estava sentado em outra sala, mas na realidade não recebia os choques
Em vez disso, Milgram tocava gravações que soavam como se o aprendiz estivesse sofrendo dor. Se o “professor” manifestava o desejo de parar de aplicar choques, o pesquisador o incentivava a continuar.
No primeiro experimento, 65% dos participantes chegaram a aplicar um choque final e doloroso de 450 volts (rotulado o choque “XXX”), apesar de muitos ficarem visivelmente estressados e incomodados por fazê-lo.
O estudo tem sido visto como um aviso sobre os perigos da obediência cega à autoridade, mas a Scientific American o reviu recentemente e sugeriu que os resultados são mais indicativos de conflito moral profundo.
“A natureza moral humana inclui a propensão a sermos empáticos, gentis e bons com nossos familiares e os membros de nosso grupo, além de uma tendência a sermos xenófobos, cruéis e perversos com membros de ‘outras tribos’”, escreveu o jornalista Michael Shermer.
“Os experimentos com choques revelam não obediência cega, mas tendência morais conflitantes profundamente enraizadas nas pessoas.”
Recentemente alguns observadores questionaram a metodologia de Milgram. Um crítico observou que os registros do experimento realizado em Yale sugerem que na realidade 60% dos participantes tenham desobedecido às ordens de aplicar o choque mais forte.
Somos facilmente corrompidos pelo poder
Há uma razão psicológica por trás do fato de as pessoas no poder às vezes tratarem as outras com desrespeito e agirem como se tivessem direitos adicionais.
Um estudo de 2003 publicado no periódico Psychological Review juntou estudantes em grupos de três para escreverem um trabalho curto juntos.
Dois estudantes deviam escrever o texto, enquanto o terceiro deveria avaliá-lo e determinar quanto seria pago a cada um dos estudantes redatores.
No meio do trabalho, um pesquisador trazia um pratinho com cinco biscoitos. Embora o último biscoito quase nunca fosse comido, o “chefe” quase sempre comia o quarto – e o fazia de modo desleixado, mastigando com a boca aberta.
“Quando os pesquisadores conferiam poder a pessoas em experimentos científicos, as pessoas mostravam tendência maior a tocar as outras pessoas fisicamente de modo inapropriado, flertar de modo mais direto, fazer apostas e escolhas arriscadas, fazer as primeiras ofertas em negociações, dizer exatamente o que estavam pensando e comer biscoitos como se fossem o personagem Come-Come (de Vila Sésamo), espalhando migalhas sobre o queixo e peito”, escreveu o psicólogo Dacher Keltner, um dos responsáveis pelo estudo, num artigo para o Greater Good Science Center da Universidade da Califórnia em Berkeley.

Buscamos a lealdade a grupos sociais e nos envolvemos facilmente em conflitos entre grupos
Este experimento social clássico dos anos 1950 lançou uma luz sobre a possível razão psicológica pela qual grupos sociais e países se envolvem em conflitos – e como podem aprender a cooperar novamente.
O líder do estudo, Muzafer Sherif, levou dois grupos de 11 meninos, todos de 11 anos, para o Parque Estadual Robbers Cave, no Oklahoma, supostamente para um acampamento de férias.
Os grupos (chamados “Águias” e “Cascavéis”) passaram uma semana separados. Seus integrantes se divertiram juntos e ficaram amigos, sem terem conhecimento da existência do outro grupo.
Quando os dois grupos finalmente interagiram, os garotos começaram a xingar uns aos outros. Quando começaram a competir em várias brincadeiras, surgiram mais conflitos, e em seguida os dois grupos se recusaram a comer juntos.
Na fase seguinte da pesquisa, Sherif criou experimentos para tentar reconciliar os meninos, fazendo-os compartilhar atividades de lazer (o que não deu certo) e depois fazendo-os resolver um problema juntos. Foi isso o que finalmente levou à suavização do conflito.

Só precisamos de uma coisa para sermos felizes
O estudo Harvard Grant, um dos estudos longitudinais mais abrangentes jamais realizado, foi feito ao longo de 75 anos com 268 estudantes homens da Universidade Harvard que se formaram entre 1938 e 1940 (hoje eles estão na casa dos 90 anos), promovendo uma coleta regular de informações sobre aspectos diversos de suas vidas.
Qual foi a conclusão universal? Que o amor realmente é a única coisa que importa, pelo menos quando se trata de determinar a felicidade e satisfação com a vida no longo prazo.
O psiquiatra George Vaillant, que dirigiu o estudo durante muitos anos, disse ao Huffington Post que existem dois pilares da felicidade:
“Um deles é o amor. O outro é encontrar uma maneira de lidar com a vida que não afaste o amor.” Por exemplo, um participantes começou o estudo com o escore mais baixo entre todos os participantes em matéria de chances de estabilidade futura. E já tinha tentado o suicídio anteriormente. Mas, perto do final da vida, ele era um dos mais felizes. Por que? Como explica Vaillant, “ele passou sua vida procurando o amor”.

Vivemos bem e nos sentimos fortalecidos quando temos autoestima forte e status social
Alcançar a fama e o sucesso não é apenas algo que dá um reforço ao ego – também pode ser uma chave da longevidade, segundo o notório estudo dos ganhadores do Oscar.
Pesquisadores do Sunnybrook and Women’s College Health Sciences Centre, de Toronto, constataram que os atores e diretores premiados com o Oscar tendem a viver mais tempo que seus colegas que são nomeados, mas perdem o prêmio.
Os atores e atrizes ganhadores vivem quase quatro anos mais que seus pares que não ganham.
“Não estamos dizendo que você viverá por mais tempo se receber um Oscar”, disse à ABC News Donald Redelmeier, autor principal do estudo.
“Nem que as pessoas deveriam sair para fazer aulas de atuação. Nossa conclusão principal é simplesmente que os fatores sociais são importantes... O estudo sugere que um senso interno de autoestima é um aspecto importante da saúde e do cuidado com a saúde.”

Procuramos constantemente justificar nossas experiências, para que façam sentido para nós
Qualquer pessoa que já tenha feito a matéria de psicologia básica sabe o que é a dissonância cognitiva, uma teoria segundo a qual os seres humanos têm propensão natural a evitar conflitos psicológicos baseados em crenças incompatíveis ou mutuamente excludentes.
Num experimento de 1959 que é citado com frequência, o psicólogo Leon Festinger pediu a participantes que realizassem uma série de tarefas monótonas, como virar cavilhas numa maçaneta de madeira, durante uma hora.
Em seguida, elas eram pagas ou US$1 ou US$20 para dizer a um “participante” (ou seja, um pesquisador) que a tarefa era muito interessante.
Aqueles que recebiam US$1 classificaram as tarefas como mais agradáveis que aqueles que receberam US$20.
A conclusão: os participantes que receberam mais dinheiro sentiram que tinham tido justificação suficiente para realizar a tarefa entediante por uma hora, mas aqueles que receberam apenas US$1 sentiram que precisavam justificar o tempo gasto (e reduzir o nível de dissonância entre suas crenças e seu comportamento), dizendo que a atividade tinha sido divertida.
Em outras palavras, temos o hábito de mentir a nós mesmos para fazer o mundo parecer um lugar mais lógico e harmonioso.

Acreditamos muito em estereótipos
Quase todos nós estereotipamos diversos grupos de pessoas com base em grupo social, etnia ou classe social, mesmo que nos esforcemos para não fazê-lo.
E isso nos pode levar a conclusões injustas e potencialmente prejudiciais sobre populações inteiras.
Os experimentos sobre o “automatismo de comportamentos sociais” feitos pelo psicólogo John Bargh, da Universidade de Nova York, revelaram que com frequência julgamos pessoas com base em estereótipos dos quais não temos consciência – e que não conseguimos deixar de agir com base nesses estereótipos.
Também tendemos a acreditar nos estereótipos relativos a grupos sociais dos quais consideramos que fazemos parte.
Em um estudo, Bargh pediu a um grupo de pessoas que organizasse palavras relacionadas à velhice, como “Flórida” (onde vivem muitos aposentados americanos), “impotente” e “enrugado”.
Depois disso, eles caminharam por um corredor, andando bem mais devagar que os membros de um grupo que tinham organizado palavras não relacionadas à idade.
Bargh teve os mesmos resultados em dois outros estudos comparáveis em que eram aplicados estereótipos baseados em raça e cortesia.
“Os estereótipos são categorias levadas longe demais”, disse Bargh à Psychology Today.
“Quando usamos estereótipos, apreendemos o gênero, a idade e a cor da pele da pessoa que está diante de nós, e nossa mente responde com mensagens dizendo ‘hostil’, ‘estúpido’, ‘lento’, ‘fraco’. Essas características não estão presentes no ambiente. Elas não refletem a realidade.”
Por Carolyn Gregoire
Fonte Exame.com

UMA CIVILIZAÇÃO DIFERENTE

segunda-feira, 20 de abril de 2026

ACABOU O FIM DE SEMANA


ATÉ QUEM JÁ MORREU DEVE DECLARAÇÃO DE IMPOSTO DE RENDA

Bens devem ser declarados como espólio até o término do inventário

A morte de um ente é sempre uma situação delicada. Para além do envolvimento emocional, a questão da partilha costuma levar tempo. Sob o aspecto tributário, fica a dúvida: como declarar os bens deixados por parentes que faleceram? Segundo a Receita Federal, é necessária a entrega da declaração de Imposto de Renda em nome do falecido enquanto o inventário não for concluído. Caso isso não seja feito, os herdeiros podem ser obrigados a arcar com juros e multa com o dinheiro do espólio.
O prazo para abrir inventário é de 60 dias a partir do dia em que a pessoa morre. Do contrário, haverá a cobrança de multa fiscal. O inventário é um processo que formaliza a transferência do patrimônio. Nesse momento, são apuradas as dívidas, rendimentos e bens que o falecido deixou. Se não existir testamento e houver consenso entre os herdeiros, pode ser feita uma partilha por escritura pública lavrada em cartório. Isso só é possível, porém, se todos os envolvidos forem maiores de idade e contarem com a assistência de um advogado.
Esse processo é muito mais ágil, permitindo a conclusão da partilha de um dia para o outro. Mas caso a divisão envolva menores de idade ou herdeiros em desacordo, será necessário abandonar a via administrativa e partir para um inventário judicial. Quem baterá o martelo sobre a distribuição dos bens será um juiz da vara familiar.
Filhos não reconhecidos, descoberta de outras fontes de rendimento, divergências entre as partes. Quanto mais variáveis envolvidas, maior a chance do processo se arrastar na Justiça. Até mesmo quando há consenso, o inventário judicial não costuma ser concluído em menos de um ano. As formalidades são muitas, e há processos que levam mais de uma década para ser concluídos.
Ao longo deste tempo, uma pessoa ficará incumbida de responder legalmente pelos bens. Apontado pelos herdeiros em consenso, ou mesmo designado pelo juiz, o chamado inventariante representará o espólio (herança) em juízo. Normalmente, o papel fica para o cônjuge ou um dos filhos.
Saber em que pé anda este processo é essencial para não errar na hora de declarar os bens de quem faleceu. Isso porque enquanto o inventário estiver aberto, a declaração de rendimentos deverá ser apresentada em nome do contribuinte falecido, com todos os bens e fontes de renda indicados segundo as mesmas regras que eram seguidas em vida.
Serão duas as possibilidades de prestar contas ao Fisco: por meio da declaração inicial e intermediária de espólio, feita do ano em que o indivíduo faleceu até a partilha ser decidida judicialmente, e por meio da declaração final de espólio, obrigatória quando os bens forem enfim divididos legalmente entre os herdeiros.
Veja como proceder em cada situação:

Declaração inicial e intermediária de espólio
Para a Receita, a pessoa física não deixa de existir depois da sua morte - ela continua a entregar a declaração por meio do seu espólio, seu conjunto de bens, direitos e obrigações tributárias.
Até que a partilha seja homologada judicialmente, as declarações são feitas exatamente da mesma forma que seriam se o contribuinte estivesse vivo, seja com relação às deduções legais possíveis, seja com relação aos rendimentos próprios e bens existentes que constarem no inventário, como imóveis, carros e ações.
A diferença é que a condição do contribuinte será apontada na sua ficha de Identificação. No campo “Natureza da Ocupação”, será necessário selecionar o código “81 - Espólio”. Além disso, o inventariante também deverá ser informado à Receita através do preenchimento da ficha “Espólio”, no canto esquerdo da tela, onde serão submetidos seu nome, CPF e endereço.
Enquanto o inventário não acabar, eventuais fontes de renda, como aluguéis, serão do espólio. Nesse meio tempo, o inventariante depositará os rendimentos na conta do contribuinte falecido, que permanecerá ativa até que o inventário seja concluído. Às vezes e especialmente em casos consensuais, o juiz autoriza a movimentação da conta com um alvará, mas essa não é a regra.
Vale lembrar que 50% dos bens comuns com o cônjuge devem constar na declaração de espólio. O viúvo poderá optar por tributar 50% dos rendimentos decorrentes na sua declaração ou a totalidade destes ganhos em nome do cônjuge falecido.
Se o contribuinte que morreu dever impostos à Receita, o tributo deverá ser pago com os recursos do espólio. Caso ele não tenha deixado bens ou fontes de renda, cônjuge e dependentes não responderão pela dívida. Neste caso, a orientação é que ele tenha o CPF cancelado. A solicitação poderá ser feita nas unidades locais da Secretaria da Receita Federal.
Para os herdeiros, a regra é simples: enquanto o inventário estiver em aberto, nenhum novo bem entrará em suas declarações de ajuste anual.

Declaração final de espólio
Aos olhos do Fisco, a responsabilidade tributária da pessoa física só é extinta depois que sair a decisão judicial sobre o inventário ou for lavrada a escritura pública da partilha. A partir daí, será preciso entregar a declaração final de espólio.
O formulário pode ser acessado na tela inicial do programa da Receita. Ao invés de escolher a “Declaração de Ajuste Anual”, será preciso selecionar a “Declaração de Final de Espólio”, preenchendo o nome e CPF do contribuinte que morreu. O prazo para entregar a declaração final de espólio será o último dia útil do mês de abril do ano seguinte ao da partilha. O pagamento do imposto apurado também deverá ser quitado dentro desse mesmo período, com os recursos do espólio. Não existe possibilidade de parcelamento.
Os detalhes do inventário deverão ser preenchidos na ficha “Espólio”, onde devem constar o nome, CPF e endereço do inventariante. Todos os bens e direitos divididos entre os beneficiários também devem ser detalhados. As informações precisam ser lançadas, discriminadamente, na ficha “Bens e Direitos”.
No item “Situação na Data da Partilha”, será repetido o valor que já era informado em vida pelo contribuinte. Esse é o preço que foi pago no momento da aquisição do bem. Já no item “Valor de Transferência”, deverá ser lançado o valor pelo qual o bem será incluído na declaração do beneficiário. A decisão de manter ou alterar essa informação cabe a cada um dos herdeiros.
Estarão sujeitas à apuração de ganho de capital - com alíquota de 15% e cálculo do IR devido pelo programa GCap - todas as operações que registrarem mudanças de valor nesses dois campos. Nesse caso, o pagamento do tributo deve sair do espólio.
Para o herdeiro, o patrimônio que for incorporado à sua declaração ganhará o tratamento de um bem “novo”. Logo, eventuais isenções a que o contribuinte falecido tinha direito serão perdidas. Por isso, o melhor é lançar no campo “Valor de Transferência” o preço “atualizado” de um imóvel, como se fosse uma transação de venda.
Para imóveis adquiridos de 1969 a 88, são concedidos descontos sobre o lucro na alienação. Aqueles que tiverem sido comprados antes de 1969 gozam de isenção total sobre ganho de capital. Sobre qualquer valorização registrada neste caso, não haverá incidência alguma de IR devido. Logo, se o imóvel era declarado por 100.000 reais (“Situação na Data da Partilha”) e passa a ser indicado por 1.000.000 de reais (“Valor de Transferência”), o novo dono poderá incluir o bem na sua declaração pelo que seria seu último preço de custo. Quando eventualmente se desfizer do imóvel, irá pagar menos IR sobre a venda.
Caso repita o mesmo valor que era declarado no formulário do contribuinte falecido e venda o bem por 1 milhão de reais mais tarde, esse indivíduo pagará 15% sobre o ganho de 900.000 reais, devendo nada menos que 135.000 reais à Receita.
Por Marcela Ayres
Fonte Exame.com

TRABALHO EXCESSIVO: 6 SINAIS DE QUE VOCÊ PASSOU DOS LIMITES

É importante saber traçar um limite entre a dedicação e o excesso de trabalho: a linha é tênue e pode acabar prejudicando sua vida pessoal

O excesso de trabalho pode prejudicar a pessoa de diversas maneiras – desde problemas pessoais, quanto de saúde

Numa época em que a cultura dos negócios é extremamente competitiva e online, algumas qualidades tais como comprometimento e dedicação são cada vez mais procuradas em empregados. De fato, o amor pelo trabalho, o interesse em desenvolver conteúdo para a empresa e a pró-atividade são comportamentos esperados em todo e qualquer funcionário, isso já sabemos. No entanto, é importante que nós saibamos, cada vez mais, traçar uma linha entre a dedicação e o excesso: e ela é tênue.
O excesso de trabalho pode prejudicar a pessoa de diversas maneiras – desde problemas na vida pessoal, quanto de saúde. Ninguém nasceu, afinal, para ser escravo de uma profissão ou companhia – por mais que gostamos do que fazemos. A pausa, afinal, se faz necessária (inclusive para melhor produtividade). Isso não é papo para boi dormir!
Nesse sentido, o site Entrepreneur reuniu alguns sinais fáceis de serem detectados para você perceber se está ultrapassando esses limites (ou deixando que seus funcionários façam isso, por exemplo). Fique de olho:

1. Tempo, que tempo?
Quando o termo “tempo livre” se torna um acontecimento desconhecido na sua vida, é melhor você parar. Pelo menos que seja para refletir um pouco. Tudo bem, você deve se sentir envolvido com seu trabalho, mas deixar-se consumir pelos compromissos profissionais é algo totalmente diferente.
Se você não tem “tempo pra nada”, se não consegue se lembrar da última vez que pode encontrar com sua família ou seus amigos, se você não consegue ler um livro, assistir a um bom filme, relaxar, viajar... Bem, você tem aí uma GRANDE dica de que as coisas não vão bem – e que é mais do que hora de procurar equilibrar sua agenda. Você precisa e tem uma vida lá fora.

2. Burro de carga
Você tem a sensação de que está carregando todo o peso do mundo nas costas. Então, quando observa suas qualidades e defeitos percebe que é muito perfeccionista, que tem uma necessidade natural de “abraçar o mundo”, nunca satisfeito com que é realizado (já que não está perfeito...). Percebe? Esta tendência poderia ser uma ferramenta para você, se não fosse tão pronunciada, se não causasse o extremo oposto.
Carregar todos os problemas nos próprios ombros só vai te causar ainda mais problemas! Você não é um super-herói, não pode fazer tudo sozinho. Por isso, entregue, confie, saiba trabalhar em equipe. E isso é ainda mais importante para as pessoas que são líderes ou chefes na empresa. Se você paga uma equipe para realizar o trabalho, deve aprender a confiar nessas pessoas.

3. Cadê seus sonhos?
Você pensa em um sonho na sua vida. Depois em outro. E outro. Melhor, faça uma lista. Fez? Perceba quantos de seus objetivos e metas de curto, médio e longo prazo estão relacionados ao trabalho. Claro que é admirável que você tenha aspirações profissionais, mas é interessante que sua família, seu cachorro, seus amigos, você também tenham prioridade nas suas metas! Seja altruísta, afinal.
O futuro deve refletir mais do que, simplesmente, alcançar bons resultados na carreira. Quando alguém te pergunta se você possui sonhos futuros e suas únicas respostas são relacionadas à profissão... Bem, você está, obviamente, se doando em demasiado ao trabalho.

4. A cabeça no escritório
Você pode até sair da empresa, mas a empresa não sai de você? Claramente, é um sinal de que está exagerando na dose! Claro que existem situações especiais que nos fazem levar dever de casa extra para casa, mas não é sempre que essa obsessão por entregar resultados deve te perseguir para fora do trabalho.

Se sua cabeça ou seu corpo estão sempre trabalhando – mesmo em casa ou no bar com os amigos – você está recebendo sinais físicos de que ultrapassou a linha do saudável e aceitável.

5. Papo chato
Quando você só sabe falar sobre o trabalho... Ah! Como essas pessoas são chatas, não? Então, se vigie – você não quer se tornar aquela pessoa que todo mundo evita nas festas, certo? É claro que, vez ou outra, você pode e deve falar sobre sua profissão, sobre seus feitos e cases de sucesso dos quais se orgulha. Mas, como estamos vendo, tudo tem limite. E se você é um desses chatos, deve tentar mudar a partir de agora. Deixe o trabalho para trás um pouco e seja uma pessoa interessante!

6. Meu trabalho, minha vida
Se você é daqueles profissionais que têm a vida inteira impactada (e vive por conta) do trabalho, nem é preciso dizer que está fazendo errado, certo? Tome cuidado sobre o quanto você deixa que sua carreira diga aos outros quem você é, o quanto isso te define. Seus interesses não devem estar todos ligados ao que você quer alcançar profissionalmente: seus hobbies e atividades fora da empresa devem te trazer prazer, por exemplo, e não devem ser determinadas pela vida profissional.
Atenção! Se suas decisões são sempre voltadas para a sua carreira, se suas reações dependem de como isso influenciaria na sua vida profissional, é hora de revisitar o quanto você precisa e quer se doar ao trabalho. Lembre-se de que viver é muito mais que isso.

Fonte Economia - iG 

INICIA-SE MAIS UMA SEMANA

domingo, 19 de abril de 2026

SETE LEIS DA SINCRONICIDADE PARA COMEÇAR A VER A MÁGICA DA VIDA


1. Seu espírito é um campo de possibilidades infinitas que conecta tudo o mais. Esta frase resume a totalidade do que estou expondo. Se você esquecer tudo o mais, lembre-se apenas disso.

2. Seu diálogo interno reflete seu poder interno.
O diálogo interno das pessoas auto- realizadas pode ser descrito assim: é imune a críticas; não tem apego aos resultados; não tem interesse em obter poder sobre os outros; não tem medo. Isso porque o ponto de referência é interno, não externo.

3. Suas intenções têm poder infinito de organização.
Se a sua intenção vem do nível do silêncio, do espírito, ela traz em si os mecanismos para se concretizar.

4. Relacionamentos são a coisa mais importante na sua vida.
Alimentar os relacionamentos é tudo o que importa. As relações são cármicas e quem nós amamos ou odiamos é o espelho de nós mesmos: queremos mais daquelas qualidades que vemos em quem amamos e menos daquelas que identificamos em quem odiamos.

5. Você sabe como atravessar turbulências emocionais.
Para chegar ao espírito é preciso ter sobriedade. Não dá para nutrir sentimentos como hostilidade, ciúme, medo, culpa, depressão. Essas são emoções tóxicas. Importante: onde há prazer, há a semente da dor, e vice-versa. O segredo é o movimento: não ficar preso na dor, nem no prazer (que então vira vício). Não se deve reprimir ou evitar a dor, mas tomar responsabilidade sobre ela;

6. Você abraça o feminino e o masculino em si.
Esta é a dança cósmica, acontecendo no seu próprio eu.
A energia masculina: poder, conquista, decisão. A energia feminina: beleza, intuição, cuidado, afeto, sabedoria. Num nível mais profundo, a energia masculina cria, destrói, renova. A energia feminina é puro silêncio, pura intenção, pura sabedoria.

7. Você está alerta para a conspirações das improbabilidades.
Tudo o que lhe acontece de diferente na vida é carmico. É, portanto, um sinal de que pode aprender alguma coisa com essa experiência. Em toda adversidade há a semente da oportunidade.
Por Deepak Chopra

VIVER É UMA OPORTUNIDADE


Viver é a oportunidade de fazer e de sentir coisas que nunca mais voltarás a fazer ou sentir...
Viver é um presente. Que te foi dado para que experimentes...
Viver é aproximar-se do tempo. Senti-lo. Degustá-lo. Ali, de onde tu vens e para onde regressarás, não há tempo. E aqui, na vida terrena, o lugar onde se pode experimentá-lo. Depois, quando voltares à realidade, viverás sem tempo. Não achas que é bom que fiques consciente dele?
Quanto à dor, à ignorância e ao desespero, agora tu não entendes, mas também são experiências únicas. Só na matéria, na imperfeição, é possível existir a tristeza, a impotência do doente e a amargura do que sofre e de quem vê sofrer... Amanhã, quando já não mais estivermos aqui, nada disso será possível.
Experimentar para que ninguém precise te contar...
Viver para que ninguém te conte.
Viver é experimentar a limitação porque amanhã serás ilimitado.
Viver é duvidar porque, em teu estado natural, não poderias te permitir a isso...
Viver é estar perdido, temporalmente. Depois acharás a ti mesmo, outra vez...
Viver é aceitar a morte; tu que, na verdade, jamais morreste nem voltarás a morrer...
Viver é divertir-se no aparentemente pequeno e insignificante.
Amanhã não será assim. Amanhã, quando regressares à realidade, grandes coisas te esperam...
Viver é despertar, regressar, chorar, sonhar, ver e não ver, querer e não poder, cair, levantar-se, saber e ignorar, despertar na obscuridade, ficar sem palavras, não partir, aborrecer-se, amar e deixar de amar, ser amado e deixar escapar, ver morrer e saber que vai morrer, trabalhar sem saber por que nem para quê, entregar-se, acariciar a criança, não esperar nada em troca, sorrir ante a adversidade, deixar que a beleza lhe abrace, ouvir e voltar a ouvir, contradizer-se, esperar como se fosse a primeira vez, envolver-se no que não quer, desejar acima de tudo, confiar, rebelar-se contra todos e contra si mesmo, deixar fazer, e sobretudo, olhar o céu... E tudo isso para que ninguém te conte depois que morrer...

(Cavalo de Tróia 9 – Caná - JJ Benítez)

THE WORKING WEEK

DIFICULDADE DE ACORDAR

Dificuldade de acordar pode ter relação com gene do relógio biológico

Por Marcos Muniz

DIA DE SANTO EXPEDITO - É PARA HOJE!

Por Tulio Fagim Visual Artist 

Santo Expedito é sempre invocado nos casos que exigem solução imediata, nos negócios urgentes, e que qualquer demora poderia causar grande prejuízo.  
 

DEUS É UMA FREQUÊNCIA. SINTONIZE

BOM DIA, DEUS!

ENQUANTO VOCÊ DORMIA...

sexta-feira, 17 de abril de 2026

COMO PLANEJAR UM FIM DE SEMANA REALMENTE REVIGORANTE

Depois de uma semana inteira de trabalho intenso, o que você faz na sexta-feira?

Quem respondeu que se joga no sofá e contempla uma longa lista de tarefas não está sozinho: para muitos empreendedores, o fim de semana também conta como dia útil, e não como descanso.
O problema dessa rotina é acordar um tanto exausto na segunda-feira, afirma a escritora Laura Vanderkam. Ela acaba de publicar o e-book “What the Most Sucessful People Do on the Weekend” (o que as pessoas mais bem-sucedidas fazem no final de semana), para o qual conversou com empresários de sucesso sobre sua programação de fim de semana.
Em um artigo publicado no site da revista Inc, ela resume o que ouviu desses empreendedores e dá três dicas para usar melhor o sábado e o domingo para combater os efeitos do excesso de trabalho – e voltar novo em folha para o escritório.

1 – Conte as horas vagas – e aproveite-as
Você já contou quanto tempo livre tem entre abrir uma cerveja na sexta às seis da tarde e desligar o despertador às seis da manhã de segunda? São 60 horas no total, ou 36 horas úteis, descontando-se as 24 de sono – quase a mesma carga horária de uma semana de trabalho.
“Tanto tempo não pode ser desperdiçado”, diz Vanderkam. Por isso, ela recomenda dedicação máxima ao planejamento antecipado dos dias de folga e diz que é preciso traçar estratégias com o mesmo apuro e seriedade de compromissos profissionais.

2 – Planeje eventos-âncora
A intensa semana de trabalho geralmente deixa o empreendedor esgotado na sexta-feira. Mas Vanderkam argumenta que sentar inertemente na frente da TV ou surfar aleatoriamente na internet não são as melhores maneiras de se preparar para uma nova jornada.
Parece um paradoxo, mas para renovar as energias é preciso se mexer. “Outros tipos de trabalho, como exercícios físicos, um hobby, tomar conta dos filhos ou ser voluntário, ajudam mais a preservar o ânimo para os desafios da semana do que vegetar completamente”, afirma a escritora.
O segredo para ter um fim de semana ativo é planejar alguns eventos-âncora, afirmam os entrevistados por Vanderkam para o livro. Não é preciso encher todas as horas vagas, apenas ter em mente que haverá um horário reservado para ver atividades e apresentações dos filhos, jogar futebol ou cozinhar para os amigos.
“De início, isso pode parecer pouco divertido e muito trabalhoso, mas, de acordo com os entrevistados, gastar energia dá mais ânimo para retomar o trabalho”, afirma Vanderkam.

3 – Desfrute por antecipação
Planejar com minúcia até mesmo o fim de semana parece coisa de gente bitolada, mas Vanderkam defende que essa tarefa também pode ser muito prazerosa. “Projetar o futuro e antecipar o programa representa uma boa parte da felicidade gerada por qualquer evento”, afirma.
A tática de marcar as atividades com antecedência também economiza momentos preciosos do fim de semana que em geral são gastos negociando um plano com seu cônjuge ou correndo atrás de algum restaurante que ainda tenha lugares vagos – ou de alguém para tomar conta das crianças.
Além disso, marcar um compromisso desestimula a clássica desistência de fazer algo no final de semana por estar muito cansado.
  Por Bruna Maria Martins Fontes
Fonte Papo de Empreendedor

NADA DAQUELA CALÇA VELHA, AZUL E DESBOTADA

 
O que vestir (ou não) na empresa na ‘casual friday’, aconselham consultoras de moda

A sexta-feira chegou e, em muitas empresas, nota-se que os funcionários exibem um visual mais relax. Isso por conta do ''casual day'', que surgiu e se popularizou nos Estados Unidos, mas foi sendo incorporado aos poucos pelos brasileiros. É quando executivos e funcionários de organizações mais formais deixam de lado o terno, a gravata, os taileurs e o salto alto, e adotam trajes mais descontraídos. Mas nada de ir trabalhar de qualquer jeito, alertam as especialistas em moda e estilo. Segundo elas, não há uma regra definitida, e tudo vai depender do perfil da empresa e o segmento em que esta atua.
A consultora de moda e imagem Milla Mathias diz que, ainda hoje, as pessoas têm dúvidas quanto ao tipo de roupa que devem - ou podem - vestir nesses dias.
- Ainda pensam que podem ir de calça jeans, camiseta velha e tênis, quando na verdade não é bem assim.
A consultora explica que o intuito do casual day é trazer mais descontração às roupas, e consequentemente, ao ambiente de trabalho às vésperas do fim de semana, para que os profissionais possam trabalhar mais relaxados e contentes.
E, se antes, a prática se restringia apenas às sextas-feiras, e a poucas empresas, hoje a informalidade no vestir se estendeu a outros dias da semana e a diversos tipos de organizações, acrescenta Paula Acioli, coordenadora acadêmica do curso “Gestão de negócios no setor de moda”, da FGV.
- Essa mudança de padrões e quebra de paradigmas no vestir é, na verdade, um claro reflexo do tempo que estamos vivendo, muito mais democrático em todos os sentidos, social e economicamente falando - ressalta Paula.
Independentemente do dia, afirmam as especialistas, não se deve esquecer que estamos falando de ambiente de trabalho, e não fim de semana ou passeio. Para Paula, ética, bom-senso, observação, educação e adequação são valores que devem ser levados em conta, não só na vida pessoal e profissional, mas também quando falamos de vestuário:
- Esses valores facilitam as escolhas, aumentam as chances de acertos e diminiuem a possibilidade de erro. Se adicionarmos a isso toda a facilidade de acesso à quantidade de informações disponíveis em revistas, sites, blogs, e até mesmo nas trocas de idéias entre amigos nas redes sociais, a gente conclui que é quase impossível nos dias de hoje alguém "sair com qualquer roupa" para trabalhar, sem levar em consideração seu local de trabalho.
- É para ser casual, mas mantendo a elegância. Bom-senso é fundamental. É preciso cuidado para não cair na vulgaridade - completa a consultora de moda Renata Abranchs.
Por isso, é importante que algumas regras sejam observadas quanto à forma de se vestir no mundo corporativo.
E quando a empresa adota um ‘dress code’? A decisão de contar com um código específico sobre o que é ou não permitido trajar vai depender do perfil da companhia e de seus funcionários, diz Paula. Segundo a coordenadora acadêmica da FGV, faz toda a diferença ter conhecimento de como se dá o processo criativo de um uniforme ou de um padrão de roupa a ser usado, da complexidade de pensar o vestir institucional e de compreender o porquê de se adotar um código de vestir dentro de uma empresa.
- Os funcionários e profissionais passam a se sentir muito mais parte da empresa e a valorizar suas posições e funções dentro do sistema de trabalho. A roupa agrega valor. Seja para marcas de luxo, seja para marcas populares de varejo, seja em uniformes (que transmitem via funcionário o conceito e os valores de uma determinada empresa). Um funcionário que conhece e compreende a história do que veste passa a entender muito melhor a história da empresa para a qual está trabalhando, ou como diz a expressão, está "vestindo a camisa".

As dicas das especialistas em moda e estilo para o ‘casual day’

Para facilitar, consultoras listam o que é permitido ou não usar no ambiente de trabalho

Para elas:
- Vale a velha regra de proibição de decotes, fendas, transparências, roupas justas ou curtas;
- No lugar dos terninhos, coloque uma saia menos estruturada ou uma calça reta mais fluida, com uma camisa;
- Blusas de tricô com tramas mais abertas também são permitidas;
- Se quiser usar jeans, verifique se a empresa permite e, em caso positivo, use um de lavagem escura, corte reto e novo. Lembre-se: nada de rasgos, puídos, tachas etc.;
- Caso faça frio, leve um cardigã, suéter com gola careca ou blazer;
- Já no caso de muito frio, um casaco de lã ou de couro caem bem;
- Nos pés, sapatos mais baixos (e impecáveis) ou sapato-tênis de couro ou camurça;
- Bijuterias e enfeites de cabelo devem ser discretos.

Opções a serem riscadas da lista:
- Calça velha, azul e desbotada;
- Tops ou barriguinha de fora;
- Tecidos sintéticos ou brilhantes;
- Mules (tipo de calçado);
- Sandálias rasteirinhas;
- Estampas ou detalhes de bicho.

Para eles:
- Esqueça os ternos e adote as calças de lãzinha ou gabardine, para dias frios, e as de algodão ou sarja, para os mais quentes.
- Elimine a gravata;
- Se quiser usar jeans, verifique se a empresa permite e, em caso positivo, use um de lavagem escura, corte reto e novo (a regra vale para homens e mulheres).
- Camisa mais informal ou camiseta polo são uma ótima pedida.
- Se fizer frio, suéter, em decote V, cardigãs ou blazer azul marinho de tecido mais encorpado.
- Nos pés sempre mocassim social, combinando com a cor do cinto. Dê preferência ao tom café, pois ele é mais informal do que o preto.

É proibido usar:
- Jeans claro, rasgado, surrado, de balada etc;
- Calças com passante sem cinto;
- Calças com elástico na cintura;
- Camisetas sem manga ou com figurinhas ou piadinhas;
- Moletom;
- Boné;
- Roupa com camuflagem;
- Tênis ou sapato–tênis;
- Meia branca.
Por Ione Luques
Fonte O Globo Online