quarta-feira, 27 de maio de 2026

FEEDBACK: COMO SER UM ADVOGADO MELHOR E MANTER CLIENTES SATISFEITOS

Como ser um melhor advogado com feedback

Como você mede a evolução do seu escritório ou da sua atuação independente? Nem sempre ter uma grande rotatividade de clientes significa ter atingido bons resultados. Obviamente que o contrário também não é um indicador de sucesso – a baixa procura pelos seus serviços revela que alguma coisa não está funcionando como deveria e precisa ser ajustada.
Mas como descobrir onde está o problema? Se você pensou que a resposta pode surgir de uma autoavaliação, está parcialmente certo. E se você imaginou consultar seus clientes para descobrir como melhorar seu atendimento e mantê-los próximos do seu negócio, matou a charada.
Apesar de ser uma tarefa que exige maturidade emocional e muito profissionalismo, pedir feedback é essencial para garantir a satisfação dos clientes, a prosperidade do seu negócio e ser um advogado melhor. Os benefícios de uma boa crítica construtiva ainda são desacreditados por alguns advogados. Se esse é o seu caso ou se você quer aprender qual a melhor maneira de pedir feedback e como lidar com as críticas negativas.

Por que pedir feedback?
Pode ser que, no primeiro momento, você acredite que solicitar uma pequena avaliação dos seus clientes sobre seu serviço será se jogar na cova dos leões. Mas, na prática, não é bem assim.
Receber críticas e opiniões sobre seu trabalho acelera seu amadurecimento profissional e o crescimento do seu escritório. Já imaginou quantas sugestões interessantes não podem surgir desse exercício? E, ao filtrá-las e colocá-las em prática, você ainda estará se diferenciando da concorrência, criando soluções mais personalizadas para seus clientes reais e potenciais.
Além disso, o ato de pedir feedback na advocacia é uma forma de deixar seus clientes mais satisfeitos. Afinal, você estará demonstrando que se preocupa com a opinião deles e que tem constante interesse de trabalhar seu potencial para evoluir e melhorar sempre. Este tipo de interação fortalece sua credibilidade e favorece sua confiabilidade.
Pense sempre que, ao agradar um cliente, você também estará criando oportunidades para novas recomendações. Não há nada como um bom boca a boca para aumentar a sua popularidade, não é mesmo?

Quando pedir feedback ao cliente?
Antes de pensar no momento ideal para abordar o cliente, é importante pensar na sua motivação para ouvir e absorver os feedbacks. Se você e seu negócio não estão preparados para lidar com as críticas, qualquer retorno que não for elogio, aprovação ou tapinha nas costas não será bem aproveitado. Nesse caso, uma opinião sincera não vai te ajudar a evoluir e o melhor a fazer, antes de tudo, é questionar a si mesmo para identificar em quais pontos está disposto a fazer mudanças.
Porém, se você já passou da fase de autoanálise e quer transformar as críticas em soluções positivas, fique sabendo que o momento em que você questiona seu cliente é tão importante quanto o conteúdo das suas perguntas. O timing faz parte da estratégia. Para clientes pontuais, procure pedir feedback ao final do atendimento. Já para clientes fixos, formais ou não, peça feedbacks a cada seis meses ou sempre que fizer alguma alteração importante no atendimento ou lançar um novo serviço.

Como pedir feedback?
Faça pesquisa com seus clientes
Você pode pedir feedback por telefone, por e-mail, através de um formulário em seu site, com uma enquete nas redes sociais e até pessoalmente. Essa escolha deve ser balizada pelo tipo de relacionamento que você estabeleceu com o cliente. O ideal é oferecer diferentes maneiras para seu cliente emitir suas opiniões e depois perguntar a ele como prefere ser abordado. Se for preciso, ligue em horário conveniente para marcar uma conversa presencial, por telefone ou vídeo conferência, ou então avise que enviará um formulário de satisfação por e-mail.

Faça seu cliente se sentir importante
Um feedback honesto gera informações úteis para você melhorar seu escritório. Para que seus clientes sejam francos e respondam às suas perguntas com vontade, é preciso abordá-los de forma apropriada. O segredo é fazê-los perceber que você quer ouvir, de verdade, o que eles têm para te dizer, que a opinião deles importa e é muito importante para que você consiga antedê-los melhor e estender o benefício a outras pessoas. Se a entrevista for presencial, vale a pena ler o nosso artigo sobre a importância da linguagem corporal para se preparar.

Planeje o seu pedido de feedback
Primeiro defina o objetivo das perguntas. Você quer uma avaliação do seu atendimento? Dos serviços prestados pelo seu escritório? Uma opinião sobre um novo serviço? Com essa questão resolvida, segmente os clientes que podem satisfazer seus questionamentos. Se você quer melhorar seu atendimento em direito civil, você não entrevistará um cliente da área trabalhista. Lembre-se que um problema bem definido é um problema 50% resolvido.

Aprenda a lidar com as críticas negativas para ser um advogado melhor
O verdadeiro problema não são as críticas, mas a forma como lidamos com elas. Separar questões profissionais de anseios pessoais é fundamental para melhorar a recepção de feedbacks. Algumas críticas podem não melhorar o seu dia, mas também não precisam ser responsáveis pela veia saltada no seu pescoço.
Atente-se para o fato de que nem toda opinião será relevante para você. Foque apenas no que é útil e descarte comentários e opiniões que não acrescentarão nada ao seu trabalho. Muitas vezes, o feedback negativo não é apenas sobre você – pode ser resultado de um dia ruim ou de opiniões profundamente pessoais.

Dicas práticas para acertar no pedido de feedback
  • Comece agradecendo o cliente pela disponibilidade: “Obrigado, Sr. Cliente, por aceitar o convite para esta pesquisa. Ouvir sobre suas experiências com os nossos serviços será muito valioso para o desenvolvimento interno. Podemos começar?”
  • Não tente induzir respostas. Seu objetivo não é reforçar uma crença, mas descobrir possíveis problemas e solucioná-los;
  • Faça perguntas específicas sobre seu serviço. Evite questões vagas e muito emocionais, como “o que você pensa sobre isso?”;
  • Esteja pronto para receber críticas que você não gostaria de ouvir;
  • Ouça com atenção o que as pessoas têm para falar e saiba que, ainda que elas estejam falando sobre o seu trabalho, elas não estão criticando você. Não é pessoal;
  • Esteja consciente que o seu papel neste momento é ouvir, coletar e registrar informações e não se justificar;
  • Divida os resultados da sua pesquisa com a equipe do escritório e busque soluções de forma coletiva. Muitas mentes juntas pensam melhor que uma;
  • Não tenha medo de arriscar. Use suas pesquisas como referência para adotar melhorias;
  • Teste algumas soluções e observe os resultados. Se forem positivos, incorpore as novidades aos seus serviços;
  • Antes de concluir a pesquisa, lembre-se de perguntar: “Existe algo sobre o tema que eu não perguntei, mas você gostaria de comentar?”;
  • Encerre o papo agradecendo, mais uma vez, pelo tempo dispensado e pela ajuda tão importante.
Fonte Astrea Software

terça-feira, 26 de maio de 2026

COMO SE TORNAR REALMENTE UM ADVOGADO DE SUCESSO E RECONHECIDO NO MERCADO?


Tornar-se um advogado de sucesso é um processo desafiador, que exige muita força de vontade e dedicação. Para que isso seja aderido ao perfil, é preciso adotar posturas e hábitos que influenciam diretamente no seu êxito profissional.
Por maior conhecimento que um advogado tenha, o mercado competitivo exige sempre o melhor desses profissionais. É preciso conquistar e fidelizar clientes, ter diferenciais no seu escritório, entre outros aspectos que podem fazer toda a diferença para se tornar um grande destaque entre os demais.
Pensando nisso, demonstramos, a seguir, algumas dicas sobre meios de se tornar um advogado próspero e com uma carreira profissional reconhecida. Confira!

FAÇA PLANEJAMENTOS
Quando você faz um planejamento, consegue identificar os riscos que pode correr em sua trajetória, independentemente da área que de atuação, seja autônomo, seja sócio de um escritório de advocacia ou profissional de um departamento jurídico.
Organize a sua agenda, planeje o percurso que fará até o fórum, o que vai dizer, a estratégia que será adotada na causa, a negociação quanto ao valor da ação etc. Planejar é estar prevenido e preparado para trabalhar com qualidade, mesmo em situações imprevisíveis.

CONSTRUA UMA BOA REDE DE CONTATOS
Uma das prioridades para se tornar um advogado de sucesso é a construção de uma rede de contato qualitativa (e não apenas quantitativa), pela qual seja possível receber indicações de outros profissionais e até de outros escritórios.
Além da participação em eventos, aproveite as mais variadas oportunidades, como palestras e correspondência jurídica. Essa ação fornece uma maior visibilidade ao advogado e confere mais confiabilidade aos clientes.

FIDELIZE OS CLIENTES
Uma das bases principais para se tornar um advogado de sucesso é ter um bom relacionamento com os clientes.
É normal que na carreira o advogado se enfrente situações não muito comuns, como orientar os clientes fora do período de trabalho. Nesse caso, o ideal é dar atenção, passar as orientações e esclarecer dúvidas. Isso gera um valor relevante para o cliente, aumentando a chance de fidelizá-lo.
Por causa desse atendimento especial, o cliente se lembrará de indicar o profissional para parentes e conhecidos, o que pode significar um aumento na captação de clientes do advogado. Portanto, contar com clientes satisfeitos é a maneira mais rápida e econômica de melhorar os negócios na advocacia.

TENHA UM MENTOR
As orientações de um mentor ajudam a definir e alcançar metas dentro da carreira como advogado. Entre as principais vantagens da relação com um profissional mais experiente, estão: desenvolvimento de novas aptidões, visão de mercado e auxílio para conquistar determinados objetivos.
As atividades presentes na rotina de um advogado exigem habilidades que são obtidas em longo prazo por meio de muita prática e estudo, como uma boa oratória, poder de persuasão e capacidade de memorização. Por isso, contar com um mestre que tenha essas características é, com certeza, a melhor forma de aprender a exercê-las.
Da mesma maneira, a orientação sobre possíveis crises no mercado somente pode ser repassada por um profissional com maior experiência.

TORNE-SE UM ESPECIALISTA
É importante avaliar as áreas em crescimento na hora de estabelecer o seu ramo de atuação profissional dentro da advocacia. Busque conhecer as áreas que estão sob forte tendência e com carência de profissionais especializados.
Após essa pesquisa, busque manter um estudo frequente e sob muita dedicação. Esse pode ser o momento de encontrar o seu diferencial e finalmente dar o pontapé inicial em busca de uma grande vantagem competitiva.

TENHA UMA BOA COMUNICAÇÃO
É essencial que os advogados desenvolvam a oratória e escrita com excelência. Como parte dos requisitos para essas habilidades, a comunicação do profissional deve ser um destaque, isto é, a capacidade de interagir e transmitir informações de maneira clara a todos.
Procure evitar frases ambíguas no seu vocabulário, comunique-se de modo suficiente para não deixar nenhuma dúvida e certifique-se de foi realmente compreendido. Pode parecer básico, mas cultivar uma rotina de leitura é um grande auxílio para desenvolver as habilidades de oratória e escrita.
Além disso, procure utilizar um português objetivo e adequado gramaticalmente no ambiente de trabalho. Assim, a possibilidade de todos os receptores entenderem a sua mensagem aumenta.

MANTENHA-SE ATUALIZADO
Com tantos acontecimentos no dia a dia, como o desenvolvimento de novas ferramentas tecnológicas e soluções para resolver necessidades, um advogado precisa estar sempre atualizado quanto aos avanços podem impactar diretamente o mundo ao seu redor e principalmente as suas relações de trabalho.
Nesse sentido, é importante investir na capacitação profissional. Uma pós-graduação pode ser uma maneira de tornar os seus conhecimentos mais específicos e melhorar as práticas jurídicas exercidas no cotidiano, além de melhorar a sua reputação frente a potenciais clientes.

PRATIQUE A CORDIALIDADE
O advogado com uma postura indiferente e um vocabulário complexo está se tornando cada vez menos prestigiado na advocacia. Isso não é à toa: os clientes desejam entender claramente quais serão as soluções propostas pelo profissional e buscam um relacionamento mais próximo com ele.
Saiba que ser cordial e agradável com o cliente não diminui a sua seriedade e comprometimento. Essas características marcam o advogado de sucesso na atualidade. Mostrar-se acessível e engajado são alguns dos atributos que colaboram para um bom reconhecimento no mercado de advocacia.

PRESERVE A CALMA
Saiba que a construção de uma reputação é um processo longo e diário. Busque trabalhar da forma mais transparente e eficiente, mantendo o respeito com seus clientes e parceiros. O estresse não só pode afastar parceiros e clientes, mas aumentar as chances de problemas de saúde.
Nesse sentido, procure dar feedbacks construtivos para abrir espaço para receber outros sobre o seu serviço. Não se esqueça de que o boca a boca é a melhor propaganda para garantir a simpatia de mais clientes.
Essas são algumas estratégias que fazem a diferença no perfil de um advogado de sucesso. Procure aplicá-las no seu trabalho e desenvolvê-las diariamente. Saiba que o foco na sua carreira jamais será um investimento em vão, mesmo que seja na mudança de pequenos hábitos.
Fonte Blog Juris Correspondente

QUE SERVIÇOS PODE OFERECER UM ADVOGADO ONLINE?


Através de um atendimento jurídico online, é possível recorrer a um advogado sem ter que se deslocar a um escritório. Entenda quais os tipos de serviço que você pode ter através da Internet.
Dúvidas sobre seus direitos como consumidor, problemas com a previdência ou desintementos com vizinhos. Muitas são as situações em que nos deparamos com a necessidade de consultar um advogado. E para casos de baixa complexidade é possível contar com uma consultoria por vias mais rápidas e simples.
Através de um atendimento jurídico online, é possível recorrer a um advogado sem ter que se deslocar a um escritório. Entenda que tipos de serviço você pode ter através da internet.

Para que serve?
Primeiro, vamos esclarecer qual é a finalidade deste tipo de serviço. A consultoria pode ser prestada a pessoas físicas ou jurídicas, nas mais diversas áreas do direito. E um advogado online poderá oferecer somente uma assessoria jurídica, ajudando o cliente na compreensão das leis.
Sendo assim, os serviços jurídicos via Internet poderão lhe auxiliar a solucionar conflitos jurídicos mais simples e esclarecer determinadas dúvidas. No entanto, se você tiver um caso em que seja necessário uma análise presencial de contratos e documentos ou uma ação judicial, por exemplo, a consultoria online já não poderá ser feita.
Por isso, uma assessoria online é mais indicada para casos preventivos, em que o cliente queira se resguardar e estar preparado diante de uma questão legal.

Como funciona a assessoria online?
Geralmente, os escritórios e advogados realizam o atendimento via e-mail ou outras ferramentas como o Skype. Uma boa assessoria online poderá lhe fornecer respostas esclarecedoras e rápidas sobre uma determinada questão legal, incluindo detalhes sobre a legislação e, caso houver, referências sobre como processos semelhantes ao seu vêm sendo tratados pela Justiça.

Que tipos de casos podem ser tratados?
Cada caso traz suas particularidades e você poderá confirmar se o seu problema pode ser tratado através de um atendimento online entrando em contato com um escritório especializado. Mas, abaixo, mostramos alguns exemplos e áreas que abrangem este tipo de serviço:
  • direito imobiliário: consultoria sobre conflitos entre proprietários e inquilinos, análise de contratos, atrasos na entrega do imóvel ou realização de financiamento.
  • direito do trabalho: dúvidas sobre contratos de trabalho, questão relacionadas a rescisão, demissão ou assédio.
  • direito do consumidor: assessoramento em casos de cobranças indevidas, defeitos em produtos ou serviços, contratos de consórcio, além de problemas com planos de saúde ou cartões de crédito.
  • direito da família: consultoria sobre reconhecimento de união estável, divórcio, partilha de bens, guarda de menores e pensão alimentícia.
  • direito previdenciário: informação sobre direitos aos benefícios, planejamento e cálculo previdenciário.
  • direito internacional: dúvidas sobre processo de imigração e emigração, investimentos e sobre questões tributárias no exterior.
  • pequenas empresas: um nicho que está em evidência são as "start ups", pequenas e médias empresas que buscam assessoria jurídica para elaboração de contratos sobre propriedade intelectual e questões trabalhistas.

Se você quer saber mais detalhes sobre assessoria jurídica online, pode entrar em contato com os nossos especialistas na sessão de "Perguntas". Lá, você encontrará mais de inúmeros advogados à sua disposição para esclarecer suas dúvidas.

Fonte Mundo Advogados

PRODUTIVIDADE NA ADVOCACIA: 06 DICAS PRÁTICAS PARA ORGANIZAR SUA ROTINA DE TRABALHO

Ser um profissional realmente produtivo pode mudar, e muito, a realidade da sua advocacia.

A natureza do advogado é querer se desafiar constantemente e ter maiores ganhos pelos seus resultados.
Ocorre que, na maioria das vezes, os advogados acabam ficando sobrecarregados de trabalho, o que impacta diretamente na qualidade do serviço prestado.
Contido, ser um profissional realmente produtivo pode mudar, e muito, a realidade da sua advocacia.
Com a organização da sua rotina diária, é possível otimizar o seu tempo.
Ao ganhar tempo, o advogado poderá implementar projetos que farão toda a diferença no seu escritório, tais como como uma estratégia de marketing, desenvolver um plano de gestão, controle financeiro, treinamentos, etc.
Para te ajudar nessa jornada em busca de ter uma melhor performance profissional, trago 06 dicas que tenho aplicado na prática e que vem me tornando mais produtiva no dia a dia da advocacia.
Aproveite esse momento de quarentena pela pandemia do Convid-19 para identificar os fatores que atrapalham na sua rotina, de forma que possa começar a por em prática mesmo no home office e quando passar a fase de isolamento, terá hábitos que aumentam a sua produtividade. As dicas são:
🎯 1. Identifique os gargalos que tomam tempo: faça a lista por escrito de todas as coisas que te atrapalham e lhe demandam tempo para o trabalho, tais como conversas fora de hora no escritório, mensagens no celular, procrastinação (sempre adiando as tarefas), perfeccionismo, cansaço, trânsito, tudo entre outras.
Ao elaborar essa lista vai te dar maior clareza da sua improdutividade e te ajudar a criar um plano de ação para se tornar mais focado no trabalho.

🎯2. Crie um ambiente de trabalho: é importante ter um ambiente adequado de trabalho porque isso influencia diretamente em sua produtividade.
Se você trabalha em casa, precisa de um lugar exclusivo para trabalhar, sem que outras pessoas venham a lhe atrapalhar.
Se você trabalha em um escritório, com outros colaboradores, conversem com os mesmos e estabeleçam regras de convivência.
É importante, seja em home office ou no escritório, criar rotinas que incluam um tempo de descontração, de pausa para o café, de trabalho silencioso, de reuniões e lanches.
🎯 3. Mantenha o ambiente de trabalho organizado: reduza a quantidade de papéis e
guarde o máximo de objetos possíveis nos armários e gavetas. Deixe apenas o que você usa o tempo todo).
É importante organizar a sua mesa todos os dias ao terminar o seu trabalho e não deixe a bagunça acumular.
Além disso, no final da sexta, sempre organizo a minha mesa e agenda para a semana seguinte.

Terminar a semana sem ter uma organização mental da próxima semana impacta diretamente na minha rotina e na minha produtividade.
🎯 4. Cuide da sua saúde (física e mental): para que uma pessoa seja produtiva, ela precisa ser, igualmente, focada em hábitos saudáveis.

Então, estabeleça hábitos saudáveis na sua rotina de vida, para que cuidar da sua mente e do seu físico.
Ter uma rotina de exercícios físicos diários, de yoga ou meditação trará inúmeros benefícios para o seu desempenho profissional.

🎯 5. Faça uma lista de tarefas: é importante organizar suas tarefas, de forma que você possa planejar seu dia de trabalho com mais facilidade.
Organizar as tarefas no início do dia ou no final do dia reduz a ansiedade com o trabalho.
Sempre tenho uma lista com todas as minhas “pendências” de tarefas a serem cumpridas e com base nelas vou distribuindo em atividades diárias.

🎯6. Não seja um perfil multitarefas: o cérebro não consegue usar de criatividade, raciocínio lógico, evocação de memórias de longo prazo, percepção visual refinada, quando executa várias tarefas ao mesmo tempo.

O ideal é não ser uma pessoa multitarefas, que faz várias coisas ao mesmo tempo, porque as chances de você se perder e não conseguir conclui-las ou deixar de executar com qualidade.
Durante muitos anos, sempre achei que seria vantagem ser um profissional multitarefas e fazia “várias coisas” ao mesmo tempo. Constantemente me pegava com várias abas abertas no computador sem ter concluído nenhuma.
Aprendi que quem realiza uma coisa de cada vez, acaba sendo mais produtivo.
E, com isso, tenho me disciplinado dia após dias a finalizar uma coisa antes de começar outra. E isso tem me feito ter uma produtividade muito maior.
Comece a colocar em prática as dicas e, em pouco tempo, você conseguirá perceber os benefícios de ter uma vida mais organizada, disciplinada, produtiva e, consequentemente, mais feliz.
Por Blog Eliza Novaes
Fonte JusBrasil Notícias

CONSULTOR GARANTE QUE CONVERSA FIADA AJUDA A CONQUISTAR CLIENTES


Em reuniões de negócios, a técnica do bate-papo, da conversa fiada, do jogar conversa fora, não é a praia dos americanos. Eles são muito práticos e tem uma frase-clichê para acabar rapidamente com qualquer “perda de tempo”: “Okay, let’s get down to business”. Isto é, "vamos ao que importa" (ou vamos aos negócios ou vamos direto ao assunto).
Para os advogados americanos — até mesmo para os que sabem que é preciso cultivar relacionamentos antes de “vender seu peixe” — essa é uma cultura difícil de escapar. Eles são acostumados com as técnicas agressivas de venda:
“Você tem um problema, nós temos a solução. E ninguém no mercado tem mais qualificações e experiência do que nós nessa área, como mostram tais e tais casos de sucesso. A qualidade de nosso serviço justifica a cobrança de US$ 250 por hora”, é mais ou menos o que se diz, em resumo.
Segundo o advogado-instrutor da Faculdade de Direito da Universidade de Minnesota e consultor, Randall Ryder, isso explica porque os clientes se mostram impressionados, mas dizem que vão pensar ou consultar alguém. E desaparecem sem deixar vestígios.
“Hoje em dia, o cliente já sabe que o advogado com o qual marcou uma reunião tem qualificação e experiência para resolver seu caso. Ele pesquisa nos sistemas de busca na Internet, consulta websites com informações sobre os advogados, suas áreas de atuação, etc., frequenta as redes sociais, lê comentários de antigos clientes, pede referências, etc. O que ele quer descobrir na reunião é se você é o advogado certo para ajudá-lo – em outras palavras, se ele quer trabalhar com você”, diz Randall Ryder.

Preliminares
Assim, o início de qualquer reunião deve ser usado para estabelecer empatia. “Empatia” tem várias definições. Mas o importante é o que ela faz. Ela cria uma espécie de cumplicidade entre duas pessoas, uma vontade de se ajudar, de colaborar com o outro, um sentimento de “estamos juntos nisso” ou de que “posso contar com você”. Enfim, abre as portas para um relacionamento produtivo.
Por isso, o consultor tenta convencer os advogados americanos a adotar uma técnica na qual os brasileiros são mestres: a do bate-papo, da conversa fiada, do jogar conversa fora (em inglês, small talk – ou “conversinha”).
Obviamente, há casos urgentes, em que o cliente quer falar imediatamente sobre seu problema e conseguir uma solução rápida. Não há tempo para “conversa mole” se, por exemplo, o filho foi preso, se estourou uma greve que vai parar a produção ou qualquer outro tipo de caso em que é preciso, conotativamente, “apagar um incêndio”.
No entanto, o advogado-instrutor faz “reuniões simuladas” para ensinar estudantes de Direito e bacharéis a fazer reuniões produtivas, que resultem em assinatura de contratos, e os resultados iniciais são desastrosos. Invariavelmente, os estudantes e bacharéis já começam a reunião com o que se pode chamar de “conversa dura”. A formação de relacionamento, definitivamente, não acontece.
Para ele, o bate-papo, com água e cafezinho, é a melhor arma de marketing para estabelecer empatia e desenvolver relacionamentos. Mas é importante entender que, o advogado deve saber, muito mais do que falar bem, ouvir bem. Deve se comportar como um jornalista, que faz perguntas, ouve as respostas e anota tudo em sua cabeça.
É preciso entender que o assunto favorito das pessoas é o de falar sobre elas mesmas. Basta puxar o fio da meada. Randall Ryder diz que mantém em sua mesa uma foto de seus filhos e outra de seu casamento. Frequentemente, as pessoas fazem um comentário sobre a foto dos filhos. Ele fala um pouco sobre eles e pergunta ao cliente se tem filhos. Depois pergunta sobre a família e depois sobre a empresa, o trabalho ou a profissão. E vai levando a “entrevista” até chegar ao problema do cliente, que lhe dará oportunidade para falar sobre a solução.
É claro que existem assuntos tabus, normalmente relacionados a preferências. Preferências religiosas, políticas, futebolísticas, sexuais e tantas outras podem puxar o fio da meada de um conflito entre o advogado e o cliente. Mas existe uma infinidade de assuntos neutros, que podem ser explorados. O melhor de todos, ele diz, é falar sobre filhos. 
Ao chegar à reunião, o cliente sabe que, se não der certo, a praça está cheia de advogados. Se for estabelecida uma empatia, o cliente esquece que existem outros advogados. É importante que o cliente se certifique de que o advogado é qualificado. Para isso, a parede do escritório pode ter vários quadros com diploma, certificados de cursos e de distinções, além de que o advogado terá oportunidade, durante a reunião, de esclarecer esse ponto.
No entanto, o cliente pode não decidir contratar o advogado com base em suas qualificações e experiência. Ele pode assinar o contrato depois de decidir, sem a menor lógica, que “esse é o cara”.
Muitas vezes as decisões não têm nada a ver com a lógica. Quantas vezes uma pessoa liga para outra e diz que finalmente encontrou o carro de determinada marca que queria comprar e a outra pessoa pergunta: “De que cor?”. Esqueça o que é realmente importante, como o ano do carro, a quilometragem, o estado geral do carro, a potência do motor ou a economia de combustível.
Uma pessoa pode contratar um advogado porque ele é... “legal”. Afinal, se ele se interessou por sua vida, por sua família, por seu trabalho, certamente irá se interessar por seu problema e irá ajudá-lo a encontrar a solução. Ao contrário do advogado que, muito apressado, vai direto ao assunto, porque não tem tempo a perder. Certamente, ele é muito ocupado e não terá tempo de cuidar com carinho de seu caso.
O advogado pode, caso a caso, decidir quanto tempo deve dedicar ao estabelecimento de empatia, para formação de um relacionamento produtivo. Mas, de qualquer forma, em todos os casos, se o advogado quer ser contratado, deve criar para o cliente uma “zona de conforto, diz Randall Ryder. Caso contrário, o cliente vai pensar que tudo que interessa ao advogado é quanto ele vai ganhar.
Por João Ozorio de Melo
Fonte Consultor Jurídico

8 COMPORTAMENTOS QUE PODEM TRANSFORMAR VOCÊ EM UM ALVO FÁCIL PARA HACKERS

Site lista hábitos ruins que deveriam ser evitados por usuários que se preocupam com sua segurança e privacidade digital

Ninguém quer ter seus dados roubados ou e-mails invadidos, mas poucas são as pessoas que de fato se protegem. Tanto que, recentemente, o Business Insider fez uma lista de comportamentos comuns que transformam as pessoas em alvo fácil para hackers. Afora ser humano, que é algo que ninguém consegue deixar de ser, o site traz importantes dicas do que pode ser evitado. Confira:

1) A sua senha é muito fácil
A porta de entrada mais fácil para os hackers é a senha, especialmente porque elas costumam ser simples e fáceis de descobrir. Tanto que todo o início de ano a SplashData faz um ranking das 25 piores senhas da internet do ano, baseando-se apenas naquelas que foram vazadas por cibercriminosos.
Pelo segundo ano consecutivo, “123456” segue como a mais utilizada pelos usuários. As senhas que aparecem pela primeira vez na lista de 2014 são "696969" e "Batman".
De acordo com a SplashData, a dica é usar senhas de oito caracteres ou mais com tipos mistos (letras, números e símbolos). Mas até mesmo senhas com substituições comuns como "dr4mat1c" podem ser vulneráveis à tecnologia cada vez mais sofisticadas dos criminosos, enquanto combinações aleatórias, como "j% 7K & YPX $" podem ser difíceis de lembrar.
Uma maneira de criar senhas mais seguras que são fáceis de lembrar é a utilização de "passphrases", senhas com frases, palavras curtas com espaços ou outros caracteres separando-as. Nesse caso, diz a SplasData, prefira palavras aleatórias em vez de frases comuns. Por exemplo, "cakes years birthday" ou "smiles_light_skip?".
Além disso, evite usar a mesma combinação de nome de usuário e senha para vários sites. É especialmente perigoso usar a mesma senha para sites de entretenimento, seu e-mail, redes sociais e sites de serviços financeiros. Use senhas diferentes para cada novo site ou serviço em que você se inscrever.

2) Você não usa autenticação em dois passos
Mesmo as mais fortes das senhas podem ser descobertas ou roubadas. Quando isso acontece, é bom ter um salva-vidas, neste caso, esse papel seria da autenticação em dois passos. Em geral, ela funciona da seguinte forma: além de colocar a sua senha, o serviço que você está acessando poderá pedir a inserção de um código enviado para ao usuário por mensagem de texto. Parece um pouco mais trabalhoso, mas é garantir de mais segurança. Além disso, grande parte dos sites que possuem esse tipo de autenticação permite que o usuário configure os dispositivos mais utilizados para que eles não precisem pedir o código. Ou seja, a autenticação em dois passos vai funcionar só naqueles aparelhos que você não usa com frequência.

3) Você usa (muito) Wi-Fi grátis
Nenhuma dúvida de que acessar a internet do café – alô Starbucks – ou de qualquer outro estabelecimento é muito conveniente, mas também abre uma porta interessante para hackers. Recentemente, a empresa de segurança Cylance descobriu uma enorme vulnerabilidade nos roteadores de algumas das maiores cadeias de hotéis ao redor do mundo. De acordo com o estudo, 275 hotéis ao redor do mundo ofereciam acesso a usuários em redes consideradas vulneráveis.
Além disso, já foi provado que o Wi-Fi público é ferramenta essencial para lançar ataques DDoS, ataque de negação de serviço, em grande escala. A navegação desprotegida favorece a ação de hackers mal intencionados que podem obter dados de navegação de clientes que utilizam Wi-Fi público, sem proteção.
Caso o usuário não tenha um aplicativo de defesa, a dica é não acessar contas pessoais e muito menos aplicativos de bancos, ou seja, qualquer serviço que exija senhas.

4) Você insere dados privados em sites não seguros
Esse é um comportamento que acontece o tempo todo: o usuário vê em um site algo que deseja comprar, clina no botão de pagamento, coloca suas informações pessoais e do cartão de crédito até concluir a transação. Durante esse processo, um passo deveria ser inserido: o de checar se a página é segura e utiliza o protocolo HTTPS.
Pode parecer fácil, mas é fácil de verificar: basta se certificar se a página em questão possui um símbolo de cadeado verde à esquerda da URL do site. Se não houver significa que aquele é um ambiente mais fácil dos hackers espionarem o que aquele usuário está fazendo, ver o que você está navegando bem como interceptar os dados que estavam tentando transmitir.
Publicidade

5) Você compra em sites de leilão como eBay e MercadoLivre
Esse comportamento pode soar muito específico, mas na verdade é algo que ocorre sim. Sites com MercadoLivre ou mesmo eBay que reúnem vendas de diferentes comerciantes são exemplos desse tipo de site que funciona como “leilão”. Nesse tipo de site é sempre muito mais importante do que parece ver a avaliação do vendedor.
Desconfie de bons negócios a partir destes sites, uma vez que muitas vezes acabam por ser scam, isto é, um golpe comum de hackers que tentam ganhar a confiança do usuário para fazer um uso malicioso dos seus dados ou simplesmente roubar dinheiro.

6) Você abre um anexo sem verificar sua segurança antes
Uma das formas mais sucedida dos hackers de entrar em suas contas pessoais é por meio do que se chama de engenharia social, que no contexto de segurança da informação, refere-se a manipulação psicológica de pessoas para a execução de ações ou divulgar informações confidenciais. É exatamente o que fazem os cibercriminosos com anexos.
Em vez de escrever um código longo, alguns scammers simplesmente enviar um e-mail com um anexo contendo um arquivo malicioso. Eles normalmente estão ligados a um arquivo JPG ou PDF e não podem ser vistos pelo usuário, mas na verdade são arquivos executáveis. E uma vez que o arquivo está no computador, não há como saber que topo de estrago pode causar.

7) Você clica em um link e digita suas informações pessoais sem verificar nada
Outro comportamento comum do usuário é cair no phishing. O phishing é um termo oriundo do inglês, fishing, que quer dizer pesca, ou seja, quando um fraudador tenta pescar informações pessoais de usuários desavisados ou inexperientes. Esta é uma das maneiras mais fáceis dos hackers obterem informações dos usuários. Se você receber um e-mail inesperado, solicitando dados privados, especialmente informações de contas bancárias, senhas ou identificações, pode estar sendo vítima de um golpe de phishing.

8) Você usa a mesma senha para todas as páginas
Uma alternativa além de criar uma mesma senha para vários serviços é usar gerenciadores de senha. Eles não só ajudam na organizam, mas criam também opções de senhas que costumam ser mais seguras do que aquelas da cabeça do usuário. LastPass e 1Password são bons exemplos.
Fonte iG Tecnologia

5 ATITUDES PARA TURBINAR O SEU PODER DE CONCENTRAÇÃO

Especialista explica por que é melhor apostar no desenvolvimento da capacidade de manter o foco do que ser multitarefa. Veja dicas para treinar a concentração

Quem mantém o foco é mais produtivo do que aquele que aposta na habilidade de ser multitarefa

Esqueça a capacidade de ser multitarefa, tão celebrada tempos atrás. A “menina dos olhos” nas organizações, hoje, é a habilidade de concentração. É a partir dela que profissionais têm se destacado e chamado a atenção de chefes e recrutadores. E a razão é basicamente uma: aumento da produtividade. “Quando perde o foco, a pessoa está desperdiçando energia e, com isso, fica menos produtiva”, diz a coach executiva Eva Hirsch Pontes. A especialista explica que, na hora de desenvolver tarefas complexas, precisamos acessar “partes nobres” do cérebro, onde estão os circuitos de atenção e foco. Quem consegue fazer isso, diz Eva, certamente vai apresentar respostas de melhor qualidade do que quem se divide para realizar várias atividades ao mesmo tempo. “O multitarefa sobrecarrega o sistema e faz atividades com mais superficialidade. É como uma única tomada com vários aparelhos conectados. Sem dúvida, ao fazer isso, está sobrecarregando”, diz Eva. Os vilões que sugam nossa energia cerebral são cada vez mais numerosos. Tecnologias aliadas ao acúmulo de informações - recebidas minuto a minuto - dão o tom do problema.
Para o americano Daniel Goleman, autor do livro "Inteligência Emocional", o resultado é visível sobretudo nos mais jovens que cresceram em meio aos aparelhos eletrônicos.
Em seu novo livro, "Foco", lançado em janeiro, ele defende que a falta de pausas e tempo para refletir resultou na “geração sem foco”. Mas é possível reaprender a se concentrar? Para Goleman, a resposta é sim. O foco, defende o autor, pode ser estimulado, assim como um músculo durante um exercício de ginástica.
Eva Hirsh concorda e, segundo ela, algumas atitudes simples já trazem resultados animadores até para os mais dispersos. Confira as dicas da especialista:

1 Primeiro passo é se observar
Toda mudança de comportamento passa pelo autoconhecimento e auto-observação”, diz Eva.
O que distrai sua atenção? Observe sua atitude diante de uma tarefa mais complicada. De quanto em quanto tempo você tem perdido a concentração? E o que tem feito seu foco se esvair?
Redes sociais, mensagens, notícias, música, o colega da baia ao lado, ou seus próprios pensamentos que insistem em invadir sua mente na hora que você mais precisa dela?

2 Tarefa complexa para resolver? Bloqueie estímulos
Precisa terminar aquele relatório complicado ou aquela apresentação para a reunião de amanhã? Feche a caixa de entrada de emails, coloque o celular no modo silencioso e desapareça das redes sociais pelo tempo que vai estabelecer. Ao se observar você vai perceber qual é o principal “algoz” da sua atenção.
“Estes são outros estímulos e nós somos curiosos. Só precisamos aprender a usar essa curiosidade a nosso favor”, diz Eva.
O cérebro, explica a especialista, é como o resto do corpo antes de uma atividade física: precisa de um tempo aquecimento. “Não liga imediatamente”, diz Eva. 
Cada vez que parar o que está fazendo para responder um email ou checar o feed de notícias do Facebook, além de perder tempo, você desaquece a sua mente para aquela tarefa mais complexa que precisa ser resolvida.

3 Determine as atividades que vão ter a sua atenção hoje
Estabeleça meta para o seu foco. “É muito legal começar o dia, pensando nos assuntos para os quais vale dispensar toda a sua atenção”, diz Eva. Priorize e tenha estas atividades como seu objetivo primordial de concentração.

4 Use seu período do dia mais produtivo a seu favor
Tem gente que produz mais pela manhã. Há aqueles que rendem à noite e outros que trabalham mais e melhor no turno vespertino. A dica da coach executiva é: descubra qual o seu melhor período do dia e use-o a seu favor.
“Trate aquelas horas como seu ‘filé mignon’", diz Eva. Ou seja, não gaste esse tempo propício ao foco checando emails ou resolvendo outra tarefa que necessite de tanta concentração.
Assim, é possível estabelecer algumas rotinas, tendo em vista os melhores horários para se concentrar. “Mas não tenha rotina pra tudo, porque assim a vida ficaria muito chata”, ressalta Eva.

5 Exercite a habilidade de concentração em uma coisa de cada vez
Algumas práticas ajudam nesse processo de turbinar a capacidade de manter o foco. De acordo com Eva, uma boa pedida é apostar em exercícios de respiração ou até meditação.
“Para exercitar a capacidade de se concentrar em uma só coisa”, explica.  Segundo ela, a consciência mais presente começa com a atenção voltada para si. “E a meditação cria este espaço”, explica.
Por Camila Pati
Fonte Exame.com

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segunda-feira, 25 de maio de 2026

RESPIRE, AMANHÃ TEM MAIS!

CONQUISTA DE CLIENTES - UM ERRO COMUM DE ADVOGADOS É FALAR MAIS DO QUE OUVIR


O primeiro encontro de um advogado com um cliente prospectivo não é muito diferente do primeiro encontro de um casal. Faz sucesso aquele que consegue fazer a conversa girar, na maior parte do tempo, em torno da vida, das realizações, do trabalho e dos problemas do outro. Essa é a orientação do diretor do Programa de Assistência de Gestão de Escritórios da seccional da American Bar Association (ABA), de Oklahoma, Jim Calloway, aos advogados.
O advogado bem-sucedido na captação de clientes emprega pelo menos 70% do tempo do primeiro encontro ouvindo o cliente falar sobre si mesmo e explicando a  ele a magnitude de seus problemas jurídicos. Sejam eles reais ou potenciais, o advogado deve explicar ao futuro cliente os riscos inerentes à falta de uma assistência jurídica competente, diz o consultor de marketing para advogados Trey Ryder.
"Um erro comum dos advogados é falar mais do que ouvir, na primeira reunião com clientes prospectivos", diz o Law Marketing Forum. Eles tendem a usar a maior parte do tempo de uma reunião ou encontro casual em um clube, falando sobre a grandeza de sua firma e de seus serviços jurídicos, em vez de se concentrar em descobrir possíveis problemas e riscos que podem afetar o desempenho de sua empresa, para, em seguida, apontar possíveis soluções.
O consultor Trey Ryder diz que, na porção menor do tempo, o advogado deve explicar ao prospectivo cliente a capacidade de sua firma de resolver seus problemas (atuais ou futuros). E, além disso, deve tratar de desenvolver sua credibilidade. Eis as sugestões do consultor para o primeiro encontro com um cliente prospectivo:

Garanta ao cliente a atenção total
Não permita que haja interrupções de qualquer forma. Se não for possível fazer isso, adie o encontro, até que esteja totalmente disponível. Seja um bom ouvinte e faça seu cliente prospectivo sentir que ele é a pessoa mais importante do mundo.

Desenvolva a afinidade com o cliente
Tente perceber o estado de espírito do cliente e responda de uma maneira prestativa e atenciosa. Isso reduz a resistência do cliente e estabelece um vínculo emocional, que os aproxima. Alguns advogados iniciam o encontro fazendo o cliente falar sobre sua vida pessoal. Isso faz o cliente falar. É um bom quebra-gelo. E muda o foco dele no advogado para sua própria vida, trabalho, problemas…

Coloque-se na posição do cliente
A melhor maneira de entender o que o cliente sente é se imaginar em seu lugar. Faça sua apresentação do ponto de vista do cliente e ele ficará mais receptivo. Em vez de dizer "você deve fazer isso", diga, por exemplo: "Se eu estivesse em seu lugar, eu tomaria (tal medida), por que (explique a razão).

Identifique problemas que o cliente possa ter
E também os objetivos ou metas que ele pretende atingir. E em que ele pode precisar de sua ajuda. Faça perguntas para determinar que tipo de serviço jurídico que você pode oferecer. Ouça atentamente para perceber o que o cliente considera mais importante.

Explique ao cliente a seriedade do problema
Mesmo que seja um problema em potencial, apenas. Quanto mais o cliente entender a gravidade do problema, maior a possibilidade de contratar o advogado para solucioná-lo. Tenha em mãos documentos e artigos publicados como prova. Mas, a esse ponto, não ofereça soluções, porque, antes disso, ele precisa entender claramente o problema e sua necessidade.

Seja didático nas explicações
Use palavras que o cliente entende, em todas as explicações. E não caia na armadilha de mencionar apenas os pontos mais importantes de sua apresentação. Lembre-se, essas informações são novas para ele, de forma que você deve explicar tudo com clareza e sem pressa. Muitos clientes podem não admitir que não entenderam alguma coisa.

Certifique-se de que o cliente entendeu cada explicação
Depois de responder uma questão, pergunte a ele se entendeu, se tem alguma dúvida. Assim você impede que ele volte a levantar essa preocupação mais à frente. Qualquer coisa que ele não entender, significa tempo e esforço perdidos. O cliente não vai ficar a fim de obter qualquer coisa que ele não entende o que é.

Antecipe perguntas do cliente
Muitas perguntas são comuns a todos os clientes. Você pode respondê-las, no momento certo, antes que sejam feitas. Se o cliente levantar muitas perguntas, a conversação pode parecer antagônica.

Estimule o cliente a contratar seus serviços
Explique porque seus conhecimentos, qualificações, capacidade de discernimento e experiência podem ajudar a empresa do cliente a atingir seus objetivos e prosperar sem problemas. Dê exemplos de outras pessoas ou empresas que você ajudou em situações similares. Mostre-lhe cópias de artigos publicados ou de entrevistas concedidas, que lhe conferem status de autoridade no assunto. Mostre ao cliente prospectivo cartas de agradecimento de clientes antigos.

Ofereça soluções específicas
Discuta os prós e os contras de cada uma delas. Se você oferecer apenas uma solução, ao cliente só restará dizer "sim" ou "não". No entanto, se apresentar três opções positivas, a maior possibilidade é que ele opte por uma delas — o que equivale a um "sim". Fica mais difícil ele dizer "não".
Ofereça razões lógicas e emocionais ao cliente para contratar seus serviços
Muitas vezes, os clientes contratam serviços por razões emocionais, seja porque eles gostam de você ou porque sentem que você realmente quer ajudá-lo. Depois usam razões lógicas para justificar a contratação na empresa e em casa. Quando você usa a lógica e a emoção, você ajuda seu cliente a justificar sua contratação.

Defina os honorários para cada serviço
Use o "princípio do contraste", para o cliente enxergar seus honorários dentro de uma perspectiva apropriada. Isto é, antes de especificar seus honorários, mencione algum número grande. Então, por contraste, seus honorários não parecerão tão altos. Depois, reforce sua cotação com um ou dois benefícios para o cliente, caso ele o contrate.
Em um exemplo americano: "No momento, Sr. Jones, seu passivo fiscal sobre heranças está acima de $ 200 mil. Depois que eu elaborar um plano de proteção a ativos, seu passivo fiscal será zero. Meus honorários para elaborar o plano serão fixados em $ 7.500. Mas, com o plano, sua família vai economizar mais de $ 200 mil em impostos sobre herança, vão ser eliminados pelo menos $ 25 mil em custos de inventário e também procedimentos demorados na Justiça".

Pergunte ao cliente se tem mais alguma dúvida
A cada questão, diga que "esse é um ponto interessante" ou uma "preocupação válida". Não trate as perguntas como se fossem objeções. O cliente apenas quer deixar algum ponto bem claro, provavelmente. Ou quer mais informações. Dê suas explicações com calma e confiança. O cliente quer se certificar de que a contratação é uma boa coisa.

Sumarize os riscos e benefícios
Deixe bem claro ao cliente os riscos de deixar o problema continuar (o que pode acontecer ou o que ele pode perder). E mostre os benefícios de resolver o problema ou impedir que ele realmente ocorra (o que ele pode ganhar).
Mostre ao cliente o quanto você quer ajudá-lo. Use a primeira pessoa do plural, como "nós", "vamos", para o cliente assumir que estão trabalhando juntos.

Deixe o cliente tomar as decisões
Oriente, mas não pressione. Se você forçar o cliente a tomar uma decisão, isso pode criar resistências. Coloque-se à disposição do cliente, para lhe prestar qualquer informação no momento ou no futuro, para que ele possa tomar uma decisão bem informada. Se o cliente o contrata, assegure-lhe de que tomou a decisão certa.

Envie uma carta ao cliente
Se o cliente contratou seus serviços, assegure-lhe por escrito que fez a coisa certa. Se ainda não tomou essa decisão, encoraje-o a fazê-lo. Aponte os riscos de esperar e se coloque outra vez à disposição para responder à qualquer pergunta, a qualquer tempo.

Por João Ozorio de Melo
Fonte Consultor Jurídico