Luiza's Blog
quarta-feira, 15 de julho de 2026
COMO O ADVOGADO PODE CONSTRUIR UMA MARCA PESSOAL DE SUCESSO
Todos nós temos uma marca pessoal, independentemente
de construí-las da maneira que queremos ou de, simplesmente, deixá-la ao acaso.
E considerando que todos a tem, a grande questão é você se perguntar se a sua
está impulsionando a sua carreira ou não.
Você
se pergunta o porquê de certos colegas terem evoluído em suas carreiras tão
rapidamente. Você sonha ser notado, passar uma imagem carismática e inspiradora
para aqueles ao seu redor, mas acha complicado encontrar o equilíbrio entre o
chamar atenção positivamente e estar se comportando de uma maneira acintosa. O
que você gostaria mesmo, é saber como construir esta sua marca pessoal, sem se
sentir desconfortável com isso. Se você se identificou nestas frases acima,
este texto é para você.
Em
primeiro lugar, é importante saber que o processo de desenvolvimento da marca
pessoal é muito parecido com o de uma marca de um produto ou serviço. Você
precisa começar identificando os objetivos da marca com perguntas como: O que
exatamente se quer alcançar? Qual é o seu público? O que você quer que eles
pensem sobre sua marca? Que parcerias trariam os melhores resultados? Mutatis
mutandis, levando isso para o aspecto pessoal, o primeiro passo é saber quem
você é.
Alguma
vez, já parou para pensar sobre o que as pessoas dizem sobre você, quando não
está no ambiente? Como gostaria de ser conhecido? Pense nisso agora e escreva
as primeiras cinco a dez coisas que vêm à sua mente. Em seguida, peça àqueles
que lhe conhecem bem, tais quais, colegas, amigos, familiares para escreverem o
que vem à mente, quando pensam em você.
Qual
foi o resultado? Aquilo que eles escreveram se alinha àquilo que você gostaria
de transmitir? Se sim, você está num bom caminho. Caso contrário, é melhor
começar a pensar com mais cuidado sobre os impactos que está tendo sobre as
pessoas e que marca está construindo para si.
O
fato é que todos nós temos uma marca pessoal, independentemente de construí-las
da maneira que queremos ou de, simplesmente, deixá-la ao acaso. E considerando
que todos a tem, a grande questão é você se perguntar se a sua está
impulsionando a sua carreira ou não.
Construir
uma marca forte e influente que pode impactar muito positivamente a sua
trajetória como profissional do Direito. E como fazer isso? Seguem, abaixo,
alguns pontos para você se atentar.
1. Observe-se
Lembre-se
de que o elemento mais óbvio e convincente de sua marca é você. Portanto, como
tem se apresentado no local de trabalho e como tem se comunicado diariamente
com os seus colegas?
Busque
entender o impacto que você tem sobre as pessoas ouvindo-as mais e com empatia.
Desenvolva a sua inteligência emocional para que possa reconhecer as suas
próprias emoções e das pessoas ao seu redor. Assim, poderá usar esse
conhecimento para aprimorar as suas relações no trabalho. Expresse seus
pensamentos claramente, mas com tato para ganhar o apoio das pessoas.
É
importante também você prestar atenção na habilidade para a tomada de decisões.
Uma pessoa com a capacidade de tomar decisões inteligentes e oportunas tanto
para o escritório, departamento jurídico ou para o cliente, certamente, será
bem vista.
Seja
consciente em seu trabalho e considere as necessidades dos seus colegas também.
Se você se preocupa em ajudá-los, provavelmente, eles farão o mesmo por você.
Da mesma forma, cortesias simples, como não chegar atrasado em reuniões e
reconhecer os esforços de outras pessoas, contarão bastante a seu favor.
Não
se esqueça da sua aparência. Você tem se vestido adequadamente para ir ao
trabalho? Roupas malpassadas e uma falta de atenção ao asseio pessoal são
coisas simples que devem ser evitadas a qualquer custo.
Somando
estes pontos acima, você estará desenvolvendo o seu carisma e isso lhe dará uma
identidade distinta e positiva dentro e fora da organização.
2. Identifique os seus pontos fortes
Descubra
as características que fazem com que você tenha um valor único e concentre-se
em promovê-las. Faça uma análise pessoal para estabelecer quais são os seus
pontos fortes e pense sobre quais as oportunidades que você tem para usá-los.
Se tem facilidade para conquistar clientes, consegue se expressar com
tranquilidade em público ou consegue bons resultados com a sua liderança, muito
bem! Analise o seu papel dentro da sua equipe e pense sobre quais são as suas
responsabilidades e como melhor pode usar as suas forças para se destacar.
É
necessário que você perca a vergonha de falar sobre as suas realizações, para
que possa demonstrar o que pode oferecer aos seus colegas e equipe. Pense em
momentos de sua vida que você mostrou iniciativa, identifique os hábitos
positivos que lhe levaram até ali e determine como pode ajudar o seu time a
atingir seus objetivos.
3. Seja autêntico
Você
sabe quais são as suas prioridades e aonde quer chegar em sua carreira? É
importante que você consiga construir uma imagem mental clara de quais são as
suas metas pessoais e profissionais de vida. Em seguida, quebre estes grandes objetivos
em menores e comece focando naqueles de curto prazo e que são mais fáceis de
alcançar. Isso vai lhe dar motivação para se desenvolver e enfrentar novos
desafios.
Tenha
cuidado apenas para não ficar aumentando as suas realizações. Se não sabe algo,
assuma. Não tente enganar ninguém. Sua marca pessoal deve ser sinônimo de
confiança. Qualquer incompatibilidade entre a sua imagem e a realidade pode
manchar a sua reputação.
4. Identifique a sua audiência
Até
aqui, falamos sobre os três pontos importantes que lhe ajudam a estabelecer as
bases da sua marca pessoal, e eles são particularmente úteis para que você se
promova em seu escritório ou departamento jurídico. Contudo, é fundamental
pensar em projetar a sua marca pessoal de uma maneira mais ampla e para isso é
preciso que você mire:
-
No seu atual ou potencial empregador: você precisa destacar as semelhanças
entre seus valores e crenças e os deles. Por isso, se o que mais importa para a
sua organização é que você tenha títulos acadêmicos e tenha foco no cliente,
pense em exemplos de sua vida profissional e pessoal que reflitam essas
abordagens ou busque desenvolver estes pontos.
-
Nos seus clientes: advogados bem-sucedidos, hoje em dia, além de especialistas
em suas respectivas áreas de atuação, precisam ir além. Você deve saber
profundamente sobre o negócio do seu cliente, antecipar-se em relação aquilo
que eles precisam e saber como encontrar rapidamente a resposta certa para
aquilo que ainda não sabe. Em poucas palavras, para se tornar um advogado
diferenciado é recomendável que você escolha um nicho de atuação e mergulhe no
estudo sobre tudo aquilo que pode lhe cercar e ajudar a alcançar excelentes
resultados.
-
Busque ser uma autoridade: graças ao poder das mídias sociais e da Internet, os
advogados podem criar valor e posicionar-se como líderes de determinada área ao
compartilhar informações valiosas usando recursos como redes sociais, webinars,
newsletter, etc. Essas ferramentas estão disponíveis para todos. Desenvolver o
hábito de compartilhar consistentemente informações valiosas o levará a ser
reconhecido e se tornar, aos poucos, uma referência. Isso lhe gerará novas e
ótimas oportunidades de negócios.
5. Escolha o seu melhor canal de comunicação
Todas
as redes sociais e canais online que estão disponíveis hoje oferecem maneiras
de ajudá-lo a construir sua marca pessoal. Você deve escolher aquelas que tem
mais facilidade de nutrir e as que mais engajam a sua audiência. Por exemplo,
se você é bom em falar para câmera, crie sua marca através de vídeos online. Se
escreve bem, faça um blog. Descubra maneiras de levar conteúdo interessante
para os seus clientes e parceiros que isso fará uma grande diferença nos seus
resultados.
De
toda forma, independente da plataforma que escolher, considere cuidadosamente o
tipo de conteúdo que você compartilha em qualquer de suas redes, para que você
possa proteger sua reputação online. Lembre-se que, hoje em dia, é preciso ter
muito cuidado com a sua imagem, pois os seus posts permanecerão no ciberespaço
para sempre.
Por
fim, faça um plano de ação colocando em prática cada uma das estratégias acima
e transforme o seu nome numa marca de sucesso para a construção de uma grande
carreira.
Fonte
Migalhas
OS 10 MANDAMENTOS DA SEGURANÇA EM CONDOMÍNIOS
Conheça
algumas dicas para promover a cultura de segurança em seu condomínio. Todos têm
um papel importante para tornar o condomínio um lugar mais seguro para viver.
Confira:
Para síndicos
- Checar
antecedentes e referências de funcionários antes de contratá-los e manter
uma listagem com todas as informações sobre atuais e ex-empregados do
condomínio;
- Comunique
com clareza aos funcionários todas as normas e procedimentos de segurança
e verifique se as normas estão sendo cumpridas no dia-a-dia;
- Promova
periodicamente a reciclagem e treinamento dos funcionários, visando à
segurança do condomínio;
- Faça um
planejamento para que haja cobertura de outros funcionários durante
períodos de recesso (horários de almoço, por exemplo);
- Cadastre
todos os condôminos com dados pessoais, dos veículos e até de parentes
próximos, para facilitar e otimizar o processo de identificação e controle
de acessos;
- Procure
conscientizar os demais condôminos quanto à importância de se adotar
condutas de segurança. Uma boa dica é abordar o assunto nas assembléias
gerais e nos quadros de avisos do condomínio;
- Estabeleça
um sistema padronizado de identificação para todos os visitantes do
prédio.
- Crie um
cadastro das empresas que fornecem produtos e serviços ao condomínio e aos
moradores;
- Mantenha
bem iluminadas as entradas do condomínio e realize periodicamente uma
avaliação das áreas comuns, procurando identificar falhas como portões
danificados, luzes queimadas, áreas isoladas e facilidades de acesso;
- Teste
periodicamente alarmes sonoros e luminoso, e verifique o bom funcionamento
e velocidade dos portões automáticos.
Para funcionários
- Sempre
peça autorização ao morador, pelo interfone, para a entrada de qualquer
visitante. Na dúvida, não permita a entrada e peça apoio a outro
funcionário;
- Nunca
forneça informações sobre hábitos de condôminos ou sistemas de
funcionamento do condomínio a ninguém;
- Esteja
sempre atento ao que acontece nas imediações do condomínio. Carros parados
por um longo período, pessoas estranhas observando o movimento ou qualquer
outro fato estranho deve ser comunicado imediatamente ao seu superior;
- Seja
cordial com moradores e visitantes, porém, e em primeiro lugar, cumpra as
regras de segurança implementadas no condomínio, mesmo que isso desagrade
alguém;
- Não
permita que pessoas estranhas adentrem o portão para conversar com o
porteiro ou outro funcionário, pela janela da guarita;
- Não permitir aglomeração de pessoas em local próximo ao portão de
entrada / saída do condomínio;
- Antes de
abrir o portão da garagem, procure identificar quem está dentro do
veículo;
- Inteirar-se
das diferentes artimanhas utilizadas pelos assaltantes para entrar no
prédio;
- No caso de
entregas em domicílio, como pizza, flores e farmácia, dentre outras,
solicitar ao condômino para receber o solicitado na portaria;
- Não
forneça informações sobre hábitos de condôminos ou sistema de
funcionamento do condomínio a ninguém.
Para condôminos
- Sempre
participe das assembleias e reuniões, especialmente se um dos temas
abordados for a segurança;
- Elogie e
respeite as ações que visem garantir a sua segurança, mesmo quando essas
medidas possam representar certo incômodo para você ou aos visitantes;
- Antes de
sair do apartamento, procure observar o movimento na área interna do
condomínio, por meio do circuito interno de TV. Havendo qualquer dúvida,
comunique-se com a portaria e, caso necessário, chame a polícia;
- Ao entrar
ou sair do condomínio, fique atento para a presença de estranhos nas
imediações do edifício, posição de funcionários ou veículos desconhecidos
próximos à garagem;
- Evite
acionar portões automáticos a uma longa distância, especialmente se
observar a presença de “oportunistas” nas proximidades do prédio;
- Entre no
prédio sempre desacompanhado de visitantes, que devem, obrigatoriamente,
passar por um sistema de identificação, impedindo, assim, que moradores
possam ser utilizados como reféns para facilitar a entrada de criminosos;
- Evite
deixar cópias de chaves em portarias, guaritas e recepções, assim como em
locais “secretos” como batente de portas, embaixo de tapetes ou dentro de
vasos;
- Em
hipótese alguma fique conversando com parentes ou amigos em frente ao
prédio, especialmente à noite e em locais isolados ou mal iluminados;
- Sempre
tranque todas as portas do apartamento, mesmo durante rápidas saídas, e,
principalmente., antes de dormir;
- Procure
conhecer seus vizinhos e combinar medidas de auxílio mútuo, como sinais
luminosos, telefonemas e outros códigos de emergência.
Fonte
Lello Condomínios
terça-feira, 14 de julho de 2026
COMO É O SEU RELACIONAMENTO COM OS SEUS CLIENTES?
Caro
advogado, será que você atende bem às necessidades dos seus clientes? Seus
clientes estão satisfeitos com o seu trabalho? Como você ou o seu escritório é
visto pelos seus clientes?
Saiba
que o sucesso de todo negócio, incluindo do seu escritório de advocacia,
depende muito da satisfação dos seus clientes. Seus clientes são o seu maior
ativo, pois sem eles não haverá receita e o seu escritório não terá
sustentabilidade. Assim, é muito importante que você conheça muito bem quais
são as necessidades e os desejos dos seus clientes para tentar oferecer-lhes um
serviço de advocacia compatível com seus anseios e de forma diferenciada dos
demais concorrentes. Prestar um serviço personalizado e de excelência não deve
ser tido como um diferencial, pois isto é obrigação de todo advogado. O que
diferencia um serviço de outro e o torna melhor do que os demais é aquele que,
dentre outras coisas, atende a real necessidade do cliente.
Se
você não sabe quais as necessidades dos seus clientes, que tal fazer uma
pesquisa de satisfação? Saiba que as reclamações de seus clientes podem servir
como oportunidade de crescimento e melhoria do seu escritório.
Bill
Gates assim já disse: “Seus mais insatisfeitos clientes são sua maior fonte de
aprendizado.”
Aprenda
a prestar atenção aos seus clientes. Advogados e escritórios que sabem se
relacionar bem com seus clientes sempre se destacam frente aos concorrentes.
Como é o seu canal de comunicação com os seus
clientes?
Manter
um canal de comunicação aberto é muito importante para o relacionamento com
seus clientes. Seja responsivo às tentativas de contato de seus clientes, pois
isso é fundamental para manter a confiança e a boa imagem. Se você não se dá ao
trabalho de responder aos e-mails de seus clientes, isso pode demonstrar falta
de interesse e até mesmo desrespeito.
Também
é imperativo que você tenha uma comunicação clara, objetiva e assertiva com o
seu cliente, sem tentar impressioná-lo com o uso do velho “juridiquês”.
Sinceramente, essa prática não é legal e ao invés de impressionar, acaba
irritando o cliente por não conseguir manter com você uma comunicação clara e
simples.
E
para que se tenha um bom processo de comunicação, seja com o seu cliente, seja
com qualquer pessoa, algumas atitudes são essenciais:
1. Saiba ouvir: saiba ouvir o seu cliente, escutando-o
de forma atenta. Quando você se
mantém atento ao discurso da outra pessoa, isso demonstra interesse e gera
empatia. Mostre ao seu cliente que você se interessa pelo problema dele. Isso
transmitirá confiança e o fará se sentir mais à vontade com você.
2. Fale de forma simples e objetiva: lembre-se que o seu cliente não é advogado
e por isso não precisa entender os jargões jurídicos utilizados na profissão.
Adapte o seu discurso à realidade do seu cliente e explique o problema da
maneira que este possa entender.
3. Seja transparente: seja o mais realista possível com o seu cliente, sem tentar
iludi-lo a respeito da solução dos seus problemas.
4. Demonstre segurança/confiança: pessoas inseguras não cativam e não
capturam a atenção do interlocutor. Assim, é importante que você entenda do
assunto e das necessidades trazidas pelo seu cliente para poder ajudá-lo da
melhor forma possível, apresentando todas as possíveis soluções para o caso.
Entenda
que desenvolver uma boa comunicação e conhecer bem as necessidades dos seus
clientes, lhe proporcionará clientes fiéis e indicações de novos clientes por
seus clientes atuais.
Por
Lisandra Thomé Coaching & Consultoria
Fonte
JusBrasil Notícias
HOJE, TERÇA, É UM BOM DIA PARA VOCÊ ENVIAR SEU CURRÍCULO ÀQUELA EMPRESA
Especialistas tiram dúvidas sobre as estratégias para
despertar o interesse do recrutador pelo seu perfil
Na
hora de procurar um emprego ou disputar uma vaga, a primeira dúvida é como
elaborar um bom currículo para que ele ajude a despertar o interesse do
recrutador, divulgando todo o potencial do profissional. Mas outras estratégias
são importantes também: para ter melhores resultados, é preciso selecionar as
empresas que melhor se adequam ao seus objetivos, bem como as vagas mais
alinhadas ao seu perfil. Mas qual o melhor dia para enviar ou entregar o
currículo? Vale ir pessoalmente entregar o documento na empresa? O Boa Chance
listou as principais dúvidas e pediu que a diretora da Mira RH, empresa de
gestão de recursos humanos, Fátima Mangueira, e a coach High Performance,
Dirlene Costa, respondessem e dessem outras dicas:
Melhor dia
Os
melhores dias para procurar emprego e entregar o currículo são segundas e
terças-feiras, geralmente na parte da manhã, pois as melhores vagas são
fechadas rapidamente, explica Fátima. Nesses dois dias, as pessoas têm uma
visão de recomeço, e as empresas estão prontas para executar o que planejaram
para a semana, inclusive reposição de vagas, diz Dirlene. Na sexta-feira, ao
contrário, a visão dos empregadores é preparar as estratégias para a próxima
semana.
Pessoalmente ou por correio?
O
currículo de papel não está morto. Ainda há pessoas que vão espontaneamente
entregar o currículo pessoalmente nas empresas de seu interesse. Outras
comparecem atendendo ao anúncio da vaga que foi divulgada. A coach sugere que a
pessoa envie currículo mesmo quando não há vaga em aberto, já que esta é uma
oportunidade de entrar no banco de talentos de uma empresa.
Cara e coragem
Na
opinião da especialista, vale a pena, sim, o profissional deixar seu CV
pessoalmente nas empresas, mas o ideal é que ele telefone antes para agendar
uma entrevista. Assim, tem mais garantias de ser recebido. Para Fátima, é muito
importante que o profissional deixe o documento mesmo que não tenha vaga no
momento dentro de seu perfil, pois esta pode surgir a qualquer momento e ele
será convidado para participar do processo seletivo.
Dirlene,
por sua vez, aconselha que, antes de procurar algum funcionário específico para
entregar seu currículo, o profissional faça uma sondagem antes para ver se
conhece alguém que possa lhe apresentar a ele. De qualquer forma, os currículos
geralmente são gerenciados pelo departamento de RH das empresas. Por isso,
acredita, o melhor caminho é procurar o próprio RH, salvo se você conhece
alguém que possa lhe colocar de frente com o gestor e que ele esteja buscando
profissionais para sua equipe.
— A orientação é: menos é mais. Portanto, cuidado para não incomodar e
passar uma visão de desespero, o que pode comprometer oportunidades futuras.
Busque o RH ou uma indicação — completa Dirlene.
Telefonar ou não?
Você
pode ligar de vez em quando para o RH, mas somente para perguntar se estão com
alguma oportunidade para sua área, demonstrando interesse e se colocando à
disposição, sugere Dirlene. E não vale ligar diariamente, esta atitude precisa
ser periódica, de 15 em 15 dias, uma vez por mês, completa a coach. Outra
estratégia sugerida por Fátima é enviar o currículo, se cadastrando no site
pelo banco de empregos, pois desta forma os CVs são analisados e cadastrado já
dentro do perfil e experiência profissional. Feito isso, é aguardar ser convidado
para entrevista com horário agendado.
À espera de uma resposta
Se
você participou de algum processo seletivo e ainda não foi chamado, é porque
não chegou o momento. Por isso, calma. O processo pode ainda estar em andamento
ou realmente você não foi selecionado, diz a coach, lembrando que a maioria das
empresas avisa. De qualquer forma, acrescenta Dirlene, espere entre uma semana
e dez dias para saber sobre o andamento do processo. Mostre interesse sobre o
processo seletivo, mas cuidado para não ser insistente ou inconveniente. Apenas
mostre interesse em saber em que posição está e se coloque à disposição. Ainda
de acordo com a diretora da Mira RH, geralmente os currículos ficam cadastrados
por um prazo de seis meses e, a qualquer momento que surja uma vaga com o seu
perfil, o profissional pode ser convidado para uma entrevista.
Dever de casa
É
aconselhável procurar saber quais vagas constam do site da empresa, para se
cadastrar na melhor oportunidade e que esteja mais adequada com o seu perfil. A
dica mais importante é, ser for convidado para entrevista, estar presente pelo
menos 15 minutos antes da hora agenda e com o currículo impresso. Procure,
sempre, estar a par da cultura desta organização, e ficar atento à missão e à
visão da companhia.
E
lembre-se
—
Currículo precisa ser claro e objetivo, máximo 2 páginas;
—
Nada de ficar vendendo suas qualidades, o recrutador vai avaliar isso. Apenas
reforce os pontos fortes que você tem e que pode ajudar a empresa. Entre 3 a 5;
—
Faça uma carta se apresentando e demostrando interesse pela vaga. Carta
simples, objetiva e gentil;
—
Coloque sempre as empresas que trabalhou, período trabalhado e as atividades ou
resultados importantes que realizou;
—
Insira suas formações, mas de forma sucinta: coloque as três últimas;
—
Informe cursos, no máximo três de relevância e convergência com a vaga. Cursos
que não agregam valor para o cargo em questão, é melhor não citar.
Fonte
O Globo Online
segunda-feira, 13 de julho de 2026
SUCESSO PROFISSIONAL - ADVOGADOS DEVEM ENCONTRAR PERSONALIDADE ADVOCATÍCIA
Durante uma década, a advogada Sona Tatiyants odiou a advocacia. Aliás, ela já odiava a profissão desde a Faculdade de Direito. E assim foi até que descobriu sua “personalidade advocatícia”. Desde então, ela passou a fazer parte do seleto clube de advogados que amam sua profissão. Se ela pudesse voltar no tempo, ela daria alguns conselhos a si mesma e a seus colegas na Faculdade de Direito, segundo um artigo que publicou na revista Forbes e que foi destacado pelo jornal da American Bar Association (ABA), a OAB dos Estados Unidos.
As recomendações são válidas para advogados que ainda se debatem para encontrar seu caminho na profissão, em qualquer país. Leia abaixo o artigo:
Descubra sua personalidade jurídica
Desde cedo, concentre-se na busca de nichos em Direito que sejam compatíveis com sua personalidade. Pegue todas as matérias que despertem seu interesse. Faça estágios em firmas de advocacia e trabalho voluntário em associações de todos os tipos, só para experimentar o trabalho em diversas áreas do Direito e descobrir o que “bate com você” e lhe traz satisfação profissional. O retorno, no longo prazo, será enorme.
Muita gente pensa que se dará por feliz se encontrar um trabalho em qualquer área, depois da formatura, quando a economia do país passa por dificuldades e a concorrência é grande. Mas sempre há vagas para profissionais que são bons no que fazem e que se dedicam de corpo e alma ao trabalho. Entretanto, isso só acontece com profissionais que estão em uma área compatível com sua personalidade – a área que lhe dá gosto atuar.
A minha experiência foi a errada. Aceitei o primeiro trabalho que apareceu. Coube a mim atuar em contencioso e eu odiava até a ideia de entrar em um tribunal, sabendo que, no final das contas, alguém iria ganhar e alguém iria perder. A animosidade era exaustiva. Estava claramente negligenciando a relação entre a área de trabalho e minha personalidade. Isso mudou quando descobri como um advogado podia ser útil a famílias, ajudando-as a administrar seus patrimônios. A partir daí, minha vida mudou. Disparei na profissão, fundei minha própria firma e, hoje, tenho uma equipe de advogados trabalhando para mim. A propósito, minha firma é uma das melhores do ramo.
Preencha sua agenda de contatos
Desde cedo, dedique-se a aprender a arte de fazer relacionamentos. Networking é uma das ferramentas fundamentais para o crescimento profissional ou de uma firma de advocacia. Comece a desenvolver relacionamentos, anotar nomes, telefones, e-mails e endereços ainda na faculdade. Torne isso um hábito. Vá a todos os eventos da ordem dos advogados e das subseções, como das associações de advogado e quaisquer outras organizações que criam oportunidades de networking. Frequente essas organizações tanto quanto puder. Conheça profissionais bem-sucedidos e lhes diga que gostaria de ouvir suas histórias, a qualquer tempo. A maioria das pessoas gosta de falar sobre elas mesmas e sobre suas práticas. Se eles pagarem o almoço, não fique surpreso. Isso leva à próxima recomendação.
Arrume um mentor profissional
Em qualquer atividade nova em que você se meter na vida, as chances de sucesso são muito maiores se você tiver um bom mentor profissional. Alguém que “adote” você. Ninguém nasce com todos os equipamentos para ser um profissional de sucesso. Muitos profissionais são bem-sucedidos devido à assistência que tiveram de um mentor, em algum ponto de sua vida. Alguém que acreditou neles. Que ajudou a prepará-los para a vida profissional. Que os “forçou” a ir em frente. Um dos prazeres dos profissionais, empresários e executivos bem-sucedidos é ensinar alguém a seguir seus caminhos e suas lideranças. Encontre seu líder. Faça-lhe muitas perguntas e ouça com atenção – e com a mente aberta, não a de um adolescente que pensa que sabe tudo.
Trate muito bem seus colegas de faculdade
A atmosfera competitiva de muitas faculdades de Direito e do mercado jurídico desperta o que há de pior nas pessoas. Isso é lastimável, mas compreensível. Você está constantemente estressado. Preocupado com a “taxa de atrito”. Preocupado com o exame da Ordem e em conseguir emprego, depois da formatura. É fácil começar a ver seus colegas como concorrentes ou mesmo como inimigos. Mas isso é um grande erro. Esses mesmos colegas, no futuro, poderão ser fontes de referência, colegas de trabalho e mesmo um advogado oponente em uma disputa judicial. Entretanto, se você tratar bem – e com respeito – os colegas, você poderá ser consideravelmente recompensado por isso no futuro.
Torne-se erudito em high-tech
O maior progresso tecnológico que alguns advogados bem-sucedidos conseguiram, até hoje, foi passar da máquina de escrever para a máquina de escrever elétrica – ou para o WordPerfect. Mas muitos se adaptaram à era da informática e fazem o melhor que podem para lidar com a computação nas nuvens, entre outras novidades da tecnologia. Mas, ao que parece, as novas gerações nasceram com alguns “chips” a mais para lidar com o mundo digital. Esse é um atributo do qual você não pode se descuidar, porque seus conhecimentos de computação podem lhe garantir uma grande vantagem competitiva na profissão.
Por João Ozório de Melo
Fonte Consultor Jurídico
VIDA EM CONDOMÍNIO
Especialista mostra direitos e deveres a respeito da
vida condominial
Advogado explica direitos e deveres para convivência
em condomínios
Quem
opta por viver em um condomínio pensando apenas na questão de segurança pode se
deparar com um “universo” de regras e deveres até então desconhecidos. Exemplo
disso são as diretrizes para uso das áreas comuns, a proibição em certos casos
de ter acesso a essas áreas, a figura do síndico, bem como a quem cabe a
responsabilidade em casos de roubos ou furtos.
Sobre
o assunto, o presidente da Comissão de Direito Civil e Processo Civil da OAB-MT
Jorge Luiz Miraglia Jaudy concedeu entrevista ao e explicou como funciona a hierarquia de
normas em um condomínio. Jaudy explica que essas regras são estabelecidas pelo
Código Civil, na convenção de condomínio, no próprio regimento interno do condomínio
e por meio das decisões deliberadas em assembleia por todos os condôminos.
Quais são as regras e deveres em um condomínio?
Em primeiro lugar a lei vai ditar as regras
básicas de convivência e de instituição do próprio condomínio. Em sequência
temos a convenção de condomínio, que é aquilo que a gente pode chamar de
nascimento do condomínio propriamente dito, seguido do regimento interno e as
decisões tomadas em assembleia. Todo esse arcabouço jurídico normativo vai
regrar a conduta dos condôminos, assim como a sua convivência, direitos,
deveres.
O
Código Civil traz as regras básicas necessárias para que o condomínio possa funcionar
adequadamente. A partir dessas regras básicas cada condomínio tem a liberdade
de normatizar cada situação conforme lhe convier, desde que sejam respeitadas
as condições legais. Por exemplo, o síndico tem mandato de até dois anos. Essa
limitação é prevista em lei, não pode haver uma convenção de condomínio que
estabeleça um mandato superior a esse período
Qual a
função do síndico no condomínio?
O síndico tem várias funções e obrigações. O
Código Civil também traz uma série de atribuições. As principais delas:
convocar as assembléias, representar o condomínio ativa e passivamente seja em
juízo ou fora dele. É o síndico quem fala pelo condomínio, faz cumprir as
convenções, os regimentos internos e as determinações em assembléia. Ele quem
deve zelar pela conservação das unidades comuns e dos serviços que são
prestados pelos fornecedores de serviço aquele condomínio.
O
síndico tem salário?
Não necessariamente tem salário. A lei não
determina a exigibilidade de que ele tenha salário. O que ele precisa em
realidade é prestar contas de todo volume financeiro que ele administra. Agora,
via de regra, as convenções estipulam uma isenção no pagamento de taxa
condominial e algumas vezes até um valor pecuniário a título de remuneração
pelo serviço que é prestado por aquele condômino. Lembrando que a lei permite
que o condomínio estabeleça ou eleja um síndico que não seja necessariamente
condômino, pode ser um síndico administrador, que seja um síndico profissional
e assim ele contrata uma empresa para prestar esse tipo de serviço. Aí, nesse
caso, evidentemente que essa empresa vai ser remunerada para isso.
Ao síndico cabe
cobrar multas?
Com
certeza. No momento em que ele tem o poder de zelar pela manutenção da ordem de
um condomínio ele deve aplicar as sanções previstas na convenção e regimento
interno. O síndico também precisa zelar pelo pagamento das contribuições
condominiais, as taxas, fundo de reserva etc.
Uma
vez que há uma inadimplência o síndico pode exigir do condômino inadimplente
multa de 2% sobre o valor devido, correção monetária e juros legais de 1% ao
mês. Essas sanções estão previstas em lei e o síndico tem por obrigação de sua
função zelar pelo cumprimento dessas obrigações.
Quais as
sanções mais pesadas?
Uma
vez que não haja o pagamento dessa contribuição o condômino está sujeito a um
processo de execução. Nós tivemos uma alteração recente no Código de Processo
Civil que abreviou o procedimento para cobrança dessas dívidas de contribuições
condominiais. Antigamente o síndico tinha ao seu dispor uma ação de cobrança,
que é uma ação um pouco mais demorada para resgate desses créditos, demorava
uns cinco anos.
Agora
você tem ao seu dispor uma ação de execução, ela é muito mais abreviada. Você
ingressa em juízo intimando o condômino inadimplente a pagar sob pena de uma
penhora já, uma constrição patrimonial. Traduzindo, um bloqueio de conta
corrente, etc. Em determinadas extremas pode ser penhorada, inclusive, a
unidade autônoma daquele condômino inadimplente
Para
que serve a taxa de condomínio?
O valor da contribuição serve principalmente
para manter todos os serviços que são destinados à manutenção das áreas comuns,
incluindo serviço de segurança, limpeza, manutenção, elevadores, portões, todo
esse sistema que permite que os condôminos convivam harmonicamente. Além disso,
os condomínios costumam estabelecer um fundo de reserva, que é uma maneira de
destacar do orçamento uma reserva financeira para eventos extraordinários,
emergenciais, ou mesmo para a constituição de obras que possam valorizar o
condomínio.
Para
o reajuste é realizada anualmente uma assembléia ordinária para a prestação de
contas do síndico e deliberação desses reajustes.
Quem não paga condomínio pode participar de uma
assembléia, mas não pode votar?
Só pode participar e votar nas assembléias o
condômino que esteja adimplente. O inadimplente pode até participar das
reuniões, mas não vai poder votar. Isso quem determina é o Código Civil.
Em caso de roubos e furtos dentro do condomínio, a
responsabilidade é de quem?
Essa
questão é bastante controvertida. Se esse roubo ou furto acontece em uma área
comum, os Tribunais têm entendido que existe a obrigação do condomínio em arcar
com esses prejuízos, mas não dá para afirmar categoricamente, depende muito do
caso concreto.
Como funciona a
destituição de síndico?
Para destituir um síndico precisa convocar uma
assembleia especificamente para essa finalidade e, por maioria absoluta dos
membros, destituir o síndico que praticar qualquer irregularidade. Por exemplo,
não prestar contas e não administrar convenientemente o condomínio.
O que o Código
Civil diz sobre incomodar os demais moradores?
Um
dos deveres de todos os condôminos é não utilizar sua unidade ou partes comuns
de maneira prejudicial ao sossego, à salubridade e à segurança dos possuidores
ou os bons costumes. Ou seja, todo condômino, independente do que esteja
previsto nas convenções e regimentos internos, tem por obrigação zelar por
esses itens.
Então,
por exemplo, um som alto é passível de punição desde que previsto na sua
convenção. O regimento interno precisa prever as condutas vedadas e as
penalidades impostas. O que o Código determina é apenas um limite para essas
penalidades. Então aquele condômino que infringe qualquer disposição dessa natureza,
o Código Civil limita a multa em até cinco vezes o valor da taxa condominial.
Em
caso de reiteração dessa conduta, o Código também prevê a possibilidade de
condenação em até 10 vezes o valor atribuído à contribuição condominial. Esse
seria um limite. Agora isso tudo estamos falando da multa. O Código também
permite a cobrança por eventuais perdas e danos oriundos daquele fato.
Animais de
estimação, pode?
Uma
questão super polêmica são os animais de estimação. Existe muita discussão a
respeito disso. Muitos condomínios estabelecem em seus regimentos internos a
possibilidade de você possuir um animal de pequeno porte, essa é a expressão
que usam. Só que é difícil às vezes estabelecer, primeiro, o que é um animal de
pequeno porte? O que mais importa não é nem tanto se o animal é de pequeno
porte, o que vai importar é exatamente se esse animal está causando algum
transtorno para aqueles itens de segurança, salubridade para os demais
condôminos.
Sendo
infringida essa norma, ainda que seja um animal de pequeno porte você pode ser
penalizado. Os Tribunais superiores têm decidido pela impossibilidade de
vedação de ter um animal de estimação. Porque alguns condomínios chegam a vedar
completamente qualquer espécie de animal.
Funciona
até que um condômino ingresse com uma ação. Porque os Tribunais têm entendido
que você tem direito à propriedade e uma vez que você é dono daquele animal de
estimação você precisa usufruir desse direito de ter um animal, então um
condomínio não poderia proibir totalmente.
O que é
previsto para casos de som alto nas áreas comuns?
Qualquer condômino que vá interferir no
sossego dos seus vizinhos pode ser advertido. Independente inclusive do
horário. “Ah, mas até às 22h pode”. Claro que a gente tem uma tolerância maior
durante esse período, das 8h às 22h, mas a rigor não há nada que impeça que um
barulho excessivamente alto seja reprimido ou que o síndico faça uma
advertência dependendo do horário. Evidentemente que no período noturno aquele
nível de tolerância abaixa.
Para
esse tipo de reclamação não precisa estar adimplente, mas precisa para usar as
áreas comuns, desde que previsto em convenção e desde que não sejam áreas
essenciais. “Por exemplo, você não pode proibir o condômino de usar o elevador,
por exemplo. Agora, academia, piscina, desde que previsto em convenção é
possível”.
Quais são os
tipos de obras?
Existem
três tipos de obras, as necessárias, as úteis e as supérfluas. Para as
necessárias o síndico, a rigor, não precisa de autorização. As obras úteis, que
vão acrescer a utilidade daquele bem, por exemplo, uma piscina, churrasqueira,
salão de festa, reparo, essas tem que ter aprovação da assembléia, por maioria
aprova. Para as supérfluas precisa de dois terços de aprovação.
Fonte RDNews
4 RAZÕES PELAS QUAIS O SEU NETWORKING ESTÁ DANDO ERRADO
Networking: muita gente perde tempo ao mirar os alvos
errados, diz especialista
Você
conhece a importância do networking - ainda mais num mercado de trabalho
abalado pela crise econômica - e já tentou colocá-lo em prática diversas vezes.
No
entanto, até agora, os resultados têm sido praticamente nulos para a sua
carreira. O que está acontecendo?
Uma
primeira explicação para o fracasso das suas tentativas pode estar num equívoco
conceitual: você pensa que está fazendo networking, mas não está.
Cuidar
da sua rede de contatos não é trocar cartões, bajular colegas e chefes ou
participar eventualmente de um happy hour, diz Frederico Vani, diretor de
recrutamento da consultoria STATO.
Do
que se trata então? “Fazer networking é criar, gerir e preservar relações
profissionais de tal forma que todas as partes envolvidas saiam ganhando”,
define o especialista.
Na
prática, isso significa se posicionar como uma espécie de intermediário do
mercado: alguém que faz a ponte entre quem tem uma demanda e quem pode atendê-la.
“Às
vezes você indica algum conhecido seu para resolver o problema, às vezes é você
mesmo quem faz isso", completa Marcelo Derossi, cofundador do Clube do
Networking.
No
fim, o seu objetivo é ser a pessoa a quem todos recorrem quando precisam de uma
solução.
O
conceito de networking está claro para você e, mesmo assim, os seus esforços
têm sido em vão? Confira a seguir outras 4 possíveis explicações para o
problema:
1. Você está sendo impessoal demais
Como
outros povos latinos, o brasileiro valoriza muito as relações interpessoais -
inclusive quando se trata de trabalho. Por isso, é importante ir além dos
assuntos profissionais num café ou almoço com um novo conhecido, por exemplo.
“Aja
com naturalidade, faça perguntas, quebre o gelo com alguns comentários informais
sobre assuntos diversos”, explica Vani. "A criação de um vínculo pessoal é
o que fará o contato evoluir".
Contudo,
diz Derossi, a informalidade não pode tornar o seu discurso vago ou impreciso:
na hora certa, você precisa ser objetivo e claro quanto ao que deseja em termos
profissionais.
2. Você está sendo derrotado pela preguiça
Outra
possível explicação para o fracasso do seu networking pode estar na quantidade
de energia que você está dedicando a ele.
Segundo
Derossi, muitas pessoas só investem ocasionalmente em seus contatos - sobretudo
quando precisam de algo -, e acabam perdendo o timing da relação. Para render
frutos, o esforço precisa ser contínuo.
No
entanto, há uma diferença importante entre persistência e insistência. “Você
precisa ser obstinado até certo ponto, mas deve ter sensibilidade suficiente
para não se transformar num chato”, afirma o especialista.
3. Você está passando muito tempo na internet
A
tecnologia é uma aliada na gestão de contatos profissionais: redes sociais,
e-mails e aplicativos de mensagens podem e devem ser usados para alcançar os
seus pares.
O
problema está em se entregar à conveniência da comunicação online, e marcar
cada vez menos encontros presenciais.
“A
internet deve ser usada como apoio para preservar contatos, mas nunca para
criá-los do zero”, diz Vani. Até quando você já conhece alguém há anos, é
necessário marcar reuniões cara a cara de vez em quando para reafirmar o
vínculo.
4. Você está mirando os alvos errados
Você
pode não estar cometendo nenhum dos erros acima, mas não será bem-sucedido se
tiver uma visão míope sobre quem pode - ou não - ajudá-lo.
Isso
porque você pode estar superestimando o poder de influência de um determinado
conhecido, diz Derossi.
“Ter
um amigo numa determinada empresa não necessariamente vai abrir as portas para
você conseguir um emprego ou apresentar um projeto para a diretoria",
explica. “O seu contato pode ter menos poder internamente do que você imagina”.
Por
Claudia Gasparini
Fonte
Exame.com
5 PASSOS PARA REVISAR SUAS METAS PROFISSIONAIS (ATÉ AGORA)
Aproveite estes dias de folga para repensar a
trajetória profissional e avaliar o que você fez pela sua carreira até agora
Aproveite para repensar sua trajetória
profissional e ajustar a rota caso seja necessário
A
percepção da passagem do tempo varia de pessoa para pessoa. Para alguns, o ano
está voando, para outros, se arrasta. Mas é fato que, com o fim do mês de novembro,
é chegada a hora de fazer um balanço de carreira e avaliar realizações e
tropeços ocorridos até agora. Aproveitar
a calmaria de um feriado para repensar a trajetória profissional pode ser uma
boa ideia. Confira um roteiro para avaliar o que você fez pela sua carreira
nestes 6 primeiros meses do ano, tendo em vista o que havia planejado:
1 Encontre sua lista de metas para 2026
“A
primeira coisa a se fazer é encontrar o papel ou para os mais organizados a
planilha em que, em dezembro de 2025 foram desenhadas as metas para o ano de
2026”, sugere Carlos Felicíssimo Ferreira, da 4hunter.
O
ideal era que a lista estivesse sempre visível, mas caso não esteja, vale
vasculhar gavetas e os seus arquivos no computador para encontrar os planos
feitos para 2025 “Se achou já é um ótimo começo”, diz Ferreira.
Não
fez a lista? Faça agora. Você pode seguir este e adaptar os 10 mandamentos do planejamento de carreira para
os seis meses finais de 2026.
2 Confira as metas cumpridas
“Com
a lista em mãos, confira o que já foi feito e que está trazendo resultados
positivos”, recomenda Ferreira. Revisitar metas cumpridas é um estímulo para
investir nos objetivos ainda não alcançados. Portanto, comemore suas vitórias!
“Se
uma meta já foi cumprida, pode sobrar tempo para focar no que ainda não foi
cumprido ou para apostar em novas metas”, diz Ferreira.
3 Repasse metas não atingidas
No
papel ou na tela do computador os objetivos de carreira para 2026 prometiam um
mundo de possibilidades e ascensão profissional. Mas alguns podem ter ficado
pelo caminho. “Muita gente acaba não fazendo este balanço de metas justamente
porque vai ter que encarar o que não fez”, diz Ferreira.
4 Investigue os motivos que o impediram de cumprir os
objetivos
Aquele
curso de extensão, o sonhado MBA, a promoção, o emprego novo ou o projeto não
se transformaram em realidade por quê? “É hora de buscar estas respostas”, diz
Ferreira.
Não
cumpriu a meta porque ela dependia de outra pessoa? “Talvez então seja hora de
cobrar esta pessoa”, sugere Ferreira.
O
objetivo ficou só no papel por conta da agenda que não permitiu ou por que, no
fim das contas, não era mais importante? Verifique as razões para o fracasso
das metas profissionais.
5 Priorize
“Se
eram 10 metas, apenas uma saiu do papel e restam 9 ainda, é preciso priorizar”,
diz Ferreira. Dentre os objetivos estipulados, quais os mais urgentes? “Tome a
decisão do que efetivamente você vai colocar as mãos", diz, Ferreira.
Não
coloque o carro na frente dos bois, estipule planos razoáveis e que, tendo em
vista o seu momento de carreira, sejam possíveis de serem cumpridos. “Não
adianta, a pessoa achar que vai conseguir cumprir as 9 metas que faltam em seis
meses, com certeza, ela vai se frustrar”, diz Ferreira. Ele também sugere que
suas metas sejam revistas daqui três meses.
Por
Camila Pati
Fonte
Exame.com
COMO APROVEITAR AO MÁXIMO UM DIA DE TRABALHO
Especialistas afirmam que realizar muitas tarefas no dia não significa que o profissional está aproveitando bem o horário de seu expediente
Listar as tarefas diárias é o primeiro passo para que o dia seja aproveitado ao máximo
Valorizar suas tarefas diárias é um passo para que seus objetivos de carreira de médio e longo prazo sejam alcançados. “Se o profissional se vangloriar demais de suas conquistas, das metas atingidas e dos reconhecimentos, ele tenderá a repetir os comportamentos do passado e estará mais distante de mudanças e novos aprendizados”, afirma Caio Brisolla, diretor-executivo da Marcondes Consultoria.
Marcelo Marques, CEO da Kanui, trabalhou durante sete anos no mundo corporativo antes de entrar em uma startup e recomenda que todo profissional deve se perguntar as razões antes de realizar uma tarefa.
“E tentar enxergar a visão do todo, não é porque o serviço é simples que você não o fará bem feito”, afirma. Ele diz que quando você faz bem e as pessoas passam a acreditar em você e elas passam a ensinar coisas novas a você, pois foi demonstrado interesse. Confira as recomendações para que um dia no trabalho seja bem aproveitado:
1. Faça uma lista
Observe sua rotina de trabalho e anote tudo que você gostaria de fazer. Dessa maneira, a organização auxiliará para que cumpra suas tarefas obrigatórias e busque aprender outras novas.
2. Informe-se
“Procure ter clareza sobre o que é esperado do seu trabalho, não deixe passar batido nenhuma dúvida, pois isto pode prejudicar o seu desempenho”, diz Brisolla. Se a vergonha bate em algum momento, não hesite: demonstre que você não entendeu e peça orientação a colegas ou ao superior.
3. Verifique suas condições de trabalho
Detalhes como ferramentas, funcionamento do computador, verba ou até mesmo o auxílio de uma equipe precisam ser checados antes do começo de um dia de trabalho.
Reparou que a internet não está funcionando e é indispensável para a realização de suas tarefas? Busque soluções e comece a trabalhar.
4. Atente aos feedbacks
Para a coach executiva Jaqueline Weigel, às vezes, falta clareza nos papeis no ambiente de trabalho e algumas informações são indispensáveis para que o profissional execute bem suas demandas.
“Pergunte ao seu chefe, o que é muito importante no meu papel?”, ensina ela. A razão? “As pessoas podem ter uma percepção errada do que é realmente importante no trabalho”, afirma.
Brisolla completa que um feedback pode dar pistas se o profissional está trabalhando bem (ou não) e nos pontos que ainda precisa desenvolver no dia a dia.
5. Não se acomode
Mesmo que seja um dia comum no trabalho, especialistas afirmam que sempre é preciso buscar mais. Se as metas foram alcançadas, procure se superar.
6. Aprenda a dizer não
Para que o seu dia renda e seja produtivo, às vezes é preciso que o profissional evite abraçar todas as tarefas que chegam até ele. Limites precisam ser impostos pela própria pessoa e procurar demandas somente para que ela se sinta atarefada é um erro.
7. Reclame menos
“As pessoas reclamam demais e fazem muito pouco”, afirma Jacqueline. A coach recomenda que reclamações sejam feitas em uma conversa entre amigos ou familiares, durante o expediente foque no que precisa ser feito.
8. Tenha controle de suas tarefas
“Muito do estresse corporativo é resultado da falta de controle das atividades que precisam ser realizadas”, diz Marques. Se a agenda de um profissional consta uma lista de demandas atrasadas, o dia dele só será bem aproveitado se ele resolvê-las.
Ele afirma que qualquer objeto que auxilie na organização de tarefas é válido, desde aplicativos para tablets e celulares ao calendário do correio eletrônico.
Por Camila Lam
Fonte Exame.com
domingo, 12 de julho de 2026
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