Luiza's Blog
sexta-feira, 10 de abril de 2026
quinta-feira, 9 de abril de 2026
quarta-feira, 8 de abril de 2026
ADVOGADOS DEVEM APRENDER A VENDER SEUS SERVIÇOS
"Vendafobia"
e "marketingfobia" poderão, um dia, ser incluídas em dicionários para
expressar a aversão que seres humanos — nem todos — têm às atribuições de
vender e de "marquetear" — que incluam mais esta. A aversão é significativamente
maior entre advogados. Recusam-se — nem todos — a vender e a fazer marketing,
porque essas funções colidem com o senso que têm, justificadamente, da nobreza
da profissão. Esse é o lado filé-mignon da advocacia. No entanto, em nome do
sucesso profissional, também há que se aprender a roer ossos. Para esse mister
— o de roer ossos — é melhor dispor de algumas boas ferramentas.
"Não
é tão difícil vencer esse pavor", afirma o advogado e consultor de
comunicação John Cunningham. Na verdade, é preciso vencer essa resistência às
funções de marketing e de vendas, porque elas são inerentes ao funcionamento do
escritório de advocacia, e de qualquer organização que dependa de receita para
sobreviver. Todos os advogados de uma firma devem aprender e praticar as
técnicas de marketing e de vendas, ele diz. Às vezes se pensa que isso é um
problema dos sócios. Mas é um engano, porque a sobrevivência da firma e dos
empregos dos advogados contratados e associados depende do trabalho dos
rainmakers, expressão inglesa que define todos os advogados da firma que ajudam
a conquistar clientes.
Os
advogados empregados ou associados podem pensar que basta fazer um bom trabalho
para garantir a segurança no emprego. Mas não é novidade que competência não é
garantia de emprego, nem para advogados, nem para qualquer profissional.
"É muito comum se ver advogados experientes e competentes serem
substituídos por advogados mais jovens, com salários mais baixos, em tempos de
contensão de despesas", lembra Cunningham. "No entanto, os rainmakers
dificilmente são demitidos. A empresa precisa deles, mais do que nunca, para
conquistar novos clientes e enfrentar a crise". E, se forem dispensados
por qualquer razão, muitas firmas vão ficar interessadas em contratá-los,
garante Cunningham.
Na
verdade, o aprendizado da arte do marketing, da venda, da negociação e dos
negócios deveria começar, para todos os profissionais, nos cursos
universitários. E ser aperfeiçoado na educação continuada, como em cursos
profissionalizantes. Afinal, o profissional terá de fazer o marketing e a venda
de seu trabalho — e também de si mesmo — em todo o percurso do desenvolvimento
de sua carreira. Terá de negociar a vida inteira. Fora disso, fica na esperança
de que o sucesso caia dos céus com a próxima chuva.
A
razão porque grandes profissionais falham quando deixam um emprego para abrir
seus próprios negócios, seja em que ramo for, é que eles não passam de grandes
profissionais. Em cursos de negócios nos EUA, ensina-se que qualquer empresa, e
incluam-se aí firmas de advocacia, precisa ter a participação mínima de três
elementos humanos, fora capital e outros elementos materiais, para garantir
alguma chance de sucesso: um bom empresário, um bom marqueteiro e um bom
profissional. Se um desses elementos falhar, todo o empreendimento corre um
sério risco de não decolar.
Toda
a sociedade de advogados precisa de profissionais que desempenhem as funções de
empresário e de marqueteiro, para que os demais sócios e associados possam
exercer a de advogado, sem esperar por más notícias no fechamento do mês. Para
advogados autônomos e sócios de pequenas firmas, o único recurso de cada
elemento humano é se transformar em três-em-um. Isto é, ser capaz de exercer as
três funções, de empresário, marqueteiro e profissional, cumulativamente, mesmo
que tenha de designar dias na semana ou horários nos dias para assumir cada uma
de suas "personalidades" profissionais.
Qualquer
firma começa com força para decolar, mesmo que o escritório esteja em processo
de instalação em uma sala da casa, se tiver um ou dois clientes acertados. Isso
é, tudo começa com o trabalho do marqueteiro e do empresário. Antes mesmo de
alugar uma sala no centro da cidade, o marqueteiro pode anunciar ao mundo, ou
seja, a todas as pessoas que conhece e que passará a conhecer em encontros
ocasionais ou arrumados, que está no mercado, em tal área de atuação. O
empresário pode entabular as negociações e procurar fechar algum contrato,
mesmo que verbal. Ao profissional caberá corresponder a esse esforço, fazendo
um ótimo trabalho para realimentar os esforços de marketing e de vendas.
A
palavra "arte", no fim das contas, não é um bom atributo para as
funções de "marquetear", vender e advogar. Marketing e vendas, como
advogar, são capacidades, ou qualificações, que, acima de tudo, são adquiridas
e desenvolvidas por meio do aprendizado e da prática. Fazer marketing e vendas,
por sua vez, não depende de um esforço sobre-humano, de uma agressão às
próprias vísceras. É uma técnica que se aprende, se desenvolve e se põe em
prática, simplesmente.
A
melhor técnica de marketing para advogados e para qualquer profissional não
vem, necessariamente, de campanhas de marketing ou de campanhas publicitárias.
Pode vir de procedimentos tão simples quanto frequentar clubes, associações,
organizações, eventos, para fazer relacionamentos e obter informações sobre
clientes prospectivos.
A
melhor técnica de venda não vem, necessariamente, de um grande esforço de
venda. Pode vir de uma conversa com um prospectivo cliente, em que nada tem de
lhe ser vendido. Mas que informações têm de ser apuradas sobre a vida
individual e familiar do futuro cliente, sobre sua empresa e o funcionamento
dos negócios. Nessas conversas, problemas reais ou possíveis podem ser
identificados e soluções jurídicas podem ser apresentadas. O cliente pode, em
alguns casos, tomar a iniciativa de contratar os serviços do advogado. Se isso
não acontecer, cartas ou cartões de agradecimento podem estimular o cliente
prospectivo a tomar uma atitude. E assim por diante.
Na
reportagem seguinte, o advogado e consultor de comunicação John Cunningham fala
sobre os dez principais argumentos levantados por advogados para justificar sua
resistência ao marketing e às vendas. E oferece sugestões, muito apropriadas
para firmas de advocacia e advogados autônomos, que podem ajudar a superá-las.
Há dificuldades, mas é preciso enfrentá-las em nome do sucesso profissional e
da firma, ele diz. Vale o conselho de Pablo Picasso: "Estou sempre fazendo
o que não consigo fazer, para aprender como fazê-lo".
Por
João Ozorio de Melo
Fonte
Consultor Jurídico
CONTRATAÇÃO EFICIENTE: DOS PEQUENOS SERVIÇOS ÀS GRANDES OBRAS
A contratação de serviços é uma das principais causas
de transtornos nos condomínios, mas é possível evitá-los com informação e
medidas eficazes
Embora
a contratação de serviços faça parte da rotina dos condomínios, é comum o
surgimento de problemas, desde as manutenções do dia a dia até os grandes
projetos.
Contratar
profissionais e empresas para prestar serviços é uma das funções mais
importantes dos síndicos, pois pode causar não apenas transtornos, mas também
prejuízos financeiros aos condôminos. Para evitar esse tipo de situação, o
advogado paulista Rodrigo Karpat, especialista em direito condominial, lista
passos fáceis a serem seguidos, sendo o primeiro deles a verificação da real
necessidade de realizar determinada manutenção ou obra.
Depois
de avaliar essa necessidade, devem ser feitas três cotações para a obra, para
então levar o assunto à assembleia – ou novamente, caso já tenha sido feita uma
reunião prévia. Com a aprovação, o próximo passo é a pesquisa da empresa e de
referências de pessoas que já adquiriram os serviços.
“Com
a escolha, deve ser feito o contrato de prestação de serviços com base no que
foi ajustado. Apenas após a assinatura do contrato é que a obra deverá ter
início. E, dependendo da natureza dessa obra, o condomínio ainda poderá optar
por contratar um engenheiro para acompanhamento”, explica Karpat.
Fazer
uma boa pesquisa das empresas disponíveis e buscar referências também é o
primeiro ponto de destaque para o advogado Alberto Luíz Calgaro. Segundo ele,
são inúmeros os casos de contratempos, por isso é essencial que a escolha seja
feita com cuidado. “A maioria dos problemas poderia ser evitada, ou ao menos
amenizada, com cuidados básicos na hora de escolher e contratar o prestador de
serviços”, frisa.
O
advogado ainda sugere uma consulta no site do Tribunal de Justiça da cidade para conferir a situação da empresa, utilizando apenas o nome e o
CNPJ. “A existência de uma ação não significa, necessariamente, que a empresa
seja ruim, mas um mau prestador de serviços não dura muito tempo sem ser
demandado em diversas ações judiciais”, diz Calgaro.
É
recomendável também que o condomínio sempre contrate empresas com situação
regular, “exigindo a emissão de notas fiscais, e, quando for o caso, realizando
a correta retenção de impostos na hora dos pagamentos”, completa o advogado.
Nesse quesito, Karpat chama a atenção para os profissionais autônomos. “Caso
seja um prestador autônomo para pequenos reparos, ele deverá emitir um RPA
(Recibo de Prestador Autônomo), com o devido recolhimento de 11% do INSS por
parte do empregado e 20% por parte do empregador”, acrescenta.
Contrato detalhado: uma prática essencial
Escolhido
o prestador de serviços, chega a hora de elaborar o contrato, outro ponto
essencial destacado pelos dois advogados. “Deve-se sempre fazer um contrato,
especificando ao máximo o serviço que será prestado, como o tipo do serviço,
quantidades, qualidade dos materiais e produtos, além dos prazos para execução,
valor total e das parcelas, forma de pagamento, entre outros. Quanto mais claro
o contrato, melhor. Em caso de contratos de maior valor ou maior complexidade,
é recomendável que o condomínio seja assessorado por um advogado. Prevenir é
sempre melhor e mais barato do que remediar”, frisa Calgaro.
A
forma de pagamento também é uma questão a ser detalhada no contrato, já que é
comum a opção de parcelamento, principalmente no caso de obras maiores e que
exijam várias etapas de serviços. “Deve-se definir em contrato as etapas a
serem atingidas pelo prestador de serviços. Nesse caso, o condomínio deverá
dividir o valor total do preço pelo número de etapas, vinculando o pagamento
das parcelas ao efetivo cumprimento de cada etapa, deixando uma parcela para
ser paga com o recebimento da obra pronta”, explica Calgaro.
“Por
exemplo, a primeira parcela é sinal, a segunda parcela é contra a remoção do
piso, a terceira parcela é contra a impermeabilização, a quarta parcela é no
aceite da obra, a quinta parcela é 30 dias após o aceite. Prestações
condicionais, como as informadas no exemplo, amarram o prestador de serviços,
e, no caso de ação judicial, facilitam o processo”, acrescenta Karpat.
Alguns
projetos ainda exigem que o profissional contratado seja técnico e devidamente
habilitado junto ao Crea/SC (Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de
Santa Catarina), caso contrário, a obra é considerada irregular – e a
probabilidade de problemas aumenta ainda mais. “A ART (Anotação de
Responsabilidade Técnica) ou RRT (Registro de Responsabilidade Técnica) em
obras é necessária, pois assegura o termo de responsabilidade técnica daquele
que está executando, assim como que a execução ocorrerá de acordo com o projeto
apresentado”, explica Karpat.
Responsabilidade mútua
Na
contratação de prestadores de serviços, existem duas situações distintas
relacionadas à responsabilidade do condomínio sobre os funcionários envolvidos.
“No caso de contratação de empresa regular para realizar uma obra, por exemplo,
não existe responsabilidade subsidiária pelo pagamento de salários de empregados.
Nesse caso, há que se focar na segurança do trabalho, qualidade de materiais,
entre outros”, detalha Calgaro.
Quando
há contrato de terceirização, por sua vez, as responsabilidades do condomínio
aumentam. “Há a responsabilidade subsidiária da parte trabalhista, e, portanto,
a necessidade de o condomínio exigir a prévia comprovação dos pagamentos dos
empregados, para, somente depois, efetuar o pagamento à empresa terceirizada”,
orienta o advogado. “O condomínio também deverá exigir o comprovante de depósitos
do FGTS e INSS de todos os empregados que prestam serviço, antes de realizar o
pagamento do boleto mensal”, completa.
A
responsabilidade mútua ainda inclui contratos firmados com empresa responsáveis
pela limpeza de fossa, por exemplo, que é uma prática comum em Santa Catarina.
“Via de regra, a responsabilidade pela operação é da empresa. Porém, caso o
condomínio contrate uma empresa sem licença, com conhecimento da ilegalidade,
poderá concorrer para o crime ambiental”, diz Karpat. Para serviços de dedetização,
ainda é aconselhável verificar se a empresa possui experiência e bom conceito
no mercado, além de conferir se os produtos utilizados possuem o devido
registro na Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).
“Não
são raros os casos de empresas que trabalham com produtos caseiros ou sem
registro oficial, que podem ser ineficazes ou excessivamente tóxicos”, ressalta
Calgaro, que não deixa de destacar novamente a exigência da nota fiscal, com as
informações sobre o período de garantia da dedetização. “Bem como verificar se
os empregados estão usando os equipamentos de proteção. Empresas sérias
trabalham com produtos de qualidade, fornecem todos os EPI (Equipamento de
Proteção Individual) aos seus empregados e fazem questão de demonstrar isso aos
seus clientes. Se a empresa apresentar justificativas para não o fazer,
desconfie”, finaliza o especialista.
O barato sai caro
A
falta de referências da idoneidade da empresa e a falta de formulação de um
contrato detalhado foram os dois motivos que levaram o condomínio Solar do
Araguaia a ter problemas com o prestador de serviços. Segundo Leiri Remor, que
assumiu o cargo de síndica quando o transtorno já havia começado, a intenção
era apenas instalar claraboias no telhado da garagem e reformar uma porta do
salão de festas e da entrada principal do edifício.
Logo
na execução da primeira parte da obra, no entanto, os problemas já começaram.
“O material usado na porta do salão de festas não foi o combinado. Tínhamos
combinado de fazer as molduras em alumínio, mas ao invés disso, foram feitas em
outro material e pintadas de cor prata. Material de quinta categoria, nem de
segunda. E ainda tamparam todos os defeitos com cantoneiras”, relata a síndica,
ao detalhar que as claraboias do telhado ainda resultaram em goteiras sobre os
carros na garagem.
Com
a insatisfação, o prestador voltou ao condomínio para fazer os reparos, mas a
situação ficou ainda pior. “Ele mexeu quatro vezes e ficou com mais defeitos.
Usou material de sobras, tudo muito mal feito”, contou Leiri, que decidiu
sustar os cheques que havia dado previamente e cancelar a obra no portão de
entrada. No entanto, 80% do serviço já haviam sido pagos e a empresa, que usou
CNPJ de terceiro para emitir a nota, se recusou a refazer o projeto.
Segundo
o advogado Calgaro, esse caso envolveu diversos erros: “a falta de um contrato
escrito, a contratação de pessoa física que emite nota fiscal de uma terceira
empresa e a entrega de cheques pré-datados. Com relação aos cheques, vale
registrar que eles podem ser repassados a terceiros pelo prestador de serviços,
gerando enorme dor de cabeça para o condomínio caso precise sustá-los, como
ocorrido”, diz o especialista.
“Por
isso, não é recomendável emitir cheques pré-datados, mas sim fazer constar no
contrato a obrigação de pagamento da parcela no momento em que uma determinada
etapa da obra for atingida, e somente após a emissão da respectiva nota fiscal.
Por fim, com relação ao fato de o prestador de serviços ter emitido uma nota
fiscal de outra empresa, é possível estudar a eventual responsabilização
solidária da referida empresa com o profissional contratado”, completa.
Para
evitar esse tipo de situação, o síndico profissional Ermildo Tadeu Rodrigues,
do Condomínio Edifício Max Tower Business Center, em Coqueiros, opta por
trabalhar com uma comissão de obras, “pois ela ajuda a elencar e fiscalizar.
Elaboramos um descritivo com isso quando solicitamos os orçamentos, e o
prestador já sabe o que tem de ser executado”, relata ele, que também busca
sempre profissionais habilitados e contrata empresas que apresentem ART ou RRT.
“Porque, além de ser norma técnica (ABNT), nos dão mais segurança durante a
obra”.
Para
o síndico, o principal indício de que a contratação de determinado profissional
ou empresa poderá dar prejuízo começa pelo valor muito abaixo do mercado. Esse
fator, aliás, foi um aprendizado relatado por Leiri. “É preciso desconfiar dos
valores muitos baixos e fazer um contrato bem elaborado, sem adiantar o
pagamento. Além disso, tem o ditado muito sábio que já se falava desde a época
da minha mãe: o barato sai caro”.
Por
Beatriz Carrasco
Fonte
Karpat Sociedade de Advogados
3 DICAS PARA ESCREVER COM UMA LINGUAGEM MAIS ACESSÍVEL
Escrever com uma linguagem mais acessível, pensando
em seu público-alvo, é essencial para conquistar a confiança e o engajamento
dos seus leitores. E no mundo do Direito isso é ainda mais necessário.
Isso porque, hoje, ser profissional dessa
área é estar constantemente envolvido com textos de leis, decisões, acórdãos e
doutrinas. Um mundo repleto de linguagem formal e rebuscada – essencial para o
Direito, pois, assim, busca-se garantir a interpretação mais adequada e justa
das normas.
Mas quando se trata de produzir textos
jurídicos com foco nos usuários da internet, é essencial deixar o “juridiquês”
de lado e escrever textos com uma linguagem mais acessível ao público-alvo.
A seguir três dicas práticas e comece a
escrever com uma linguagem mais acessível seus conteúdos jurídicos.
1. Conheça seu
público-alvo e fale como ele
É fundamental saber para quem o conteúdo
será direcionado. Busque conhecer seus prováveis leitores por meio de pesquisas,
conversas ou mesmo pela própria experiência adquirida no cotidiano do
escritório de advocacia.
E ao criar seu texto, garanta que a
linguagem utilizada faça parte do mundo do leitor, ou seja, que lhe seja
acessível por já estar familiarizado com cada palavra e expressão utilizada em
seu texto.
Não busque demonstrar conhecimento técnico
utilizando palavras rebuscadas ou que sejam comuns apenas no universo jurídico.
Elas podem confundir o leitor, causar mais dúvidas ou, ainda, fazê-lo perder o
interesse pelo seu material.
Em vez disso, passe a conquistar a confiança
e o engajamento de seus leitores ao garantir que eles, realmente, entenderam
sua mensagem, por meio de uma linguagem mais acessível e de fácil compreensão.
2. Evite indicação
de artigos e siglas
Outro vício de linguagem comum nos conteúdos
jurídicos é a indicação de artigos e siglas jurídicas.
Se o texto não se trata de uma petição, fundamentação
ou parecer jurídico, basta dizer ao leitor aquilo que a lei determina ou qual
foi a interpretação de um órgão julgador, por exemplo, de forma direta e
simplificada.
Salvo algumas exceções, seus leitores não
precisam saber, por exemplo, que o direito a uma indenização cível é garantido
pelo art. 186, conjugado com o art. 927 do CC. Da mesma forma, não é necessário
citar que determinado posicionamento jurisprudencial foi firmado no Ag. Reg. do
Rec. Extr. nº 1.234.567 do STF.
Melhor que fazer isso é focar seu texto no
direito em si, transmitindo uma informação clara e direta, que seja bem
compreendida e percebida como útil pelo seu leitor.
3. Não atraia os
concorrentes
Quase uma consequência do vício de linguagem
indicado no item anterior é a atração de outros advogados para o seu material
que, a princípio, foi criado com foco em atingir possíveis clientes.
Quando o texto tem uma carga de
fundamentação jurídica muito técnica, ele deixa de ser atrativo para os
prospectos e passa a ser muito útil para outros advogados que estejam com
alguma dúvida sobre aquele determinado tema.
Faça uma análise de quem está interagindo
com seu conteúdo e, se forem outros advogados, repense a linguagem utilizada.
Afinal, se seu objetivo for alcançar novos
clientes, seus textos precisam ter uma linguagem mais acessível e que atraia a
atenção deles e não de outros colegas de profissão.
É claro que existem exceções, como
escritórios de advocacia que pretendem firmar parcerias com outros escritórios
ou, ainda, advogados que queiram se destacar como correspondentes jurídicos, por
exemplo. Nesses casos, é vital atrair a atenção de outros colegas, mas isso nos
remete à primeira dica deste texto.
Além dessas dicas práticas, existem muito
mais técnicas infalíveis na hora de criar conteúdos bem elaborados, com uma
linguagem mais acessível, capazes de cativar seus prospectos e aumentar a sua
lista de futuros clientes.
Busque adquirir cada vez mais conhecimentos
e, enquanto testa novas técnicas, sempre acompanhe o engajamento do seu público-alvo
com seus materiais e avalie se seus objetivos estão sendo atingidos.
Fonte Prospecter
QUANTO CUSTA O TEMPO?
O tempo se tornou um
ativo cada vez mais importante para o consumidor. Entender esse fator é
realmente ganhar o coração e o respeito do cliente
Com a correria característica do nosso século,
ter tempo virou um luxo para poucos. As meras 24 horas do dia têm que ser muito
bem administradas para que haja equilíbrio entre todas as áreas da vida: trabalho,
família e descanso. Neste contexto, conseguir que alguém pare, ainda que por
alguns minutos, e preste atenção no que uma empresa tem para dizer é um grande
desafio. Não à toa que empresas dedicam, pelo menos, 5% de todo seu faturamento
para ativações de marketing, divulgação e comunicação com o objetivo de
conquistar o concorrido tempo de atenção do cliente.
Dessa maneira, ao se conseguir um minuto de
sua atenção, este tempo deve ser tratado com todo o valor que merece: com
respeito, objetividade, resolutividade e dedicação. Mas, se por um lado as
empresas disputam acirradamente o tempo de seus consumidores, por outro, falham
ao aproveitar possibilidades em que a atenção lhes é dada. Um exemplo é o tempo
do cliente em contato com uma central de atendimento.
Ao entrar em contato com um serviço de
atendimento ao consumidor, o cliente está interessado em ouvir o que a empresa
tem para apresentar, fazendo deste momento uma oportunidade estratégica para a
criação de uma ótima experiência. No entanto, este tempo considerado precioso, acaba
desperdiçado entre transferências de setores, gravações de espera, solicitações
repetidas e diversas burocracias que acabam
gerando uma quebra gigante de expectativa.
Dinheiro jogado fora
Se quantificarmos, em valores financeiros, o
valor de cada minuto do cliente para o negócio, perceberemos que jogamos pilhas
de dinheiro pela janela ao fazê-lo esperar e ao desperdiçar o seu tempo. Esse
cenário pode ser ainda mais prejudicial em um momento de pós-venda ou até mesmo
de suporte – momentos em que o cliente pode não estar amplamente satisfeito com
o que lhe foi oferecido pela empresa. Em larga escala e dependendo do momento
da compra, ele pode acabar procurando organizações de direito do consumidor.
Como fazer, então, para garantir que esses
momentos tempo sejam produtivos para a empresa e, principalmente, para o
cliente? Eficiência é a palavra-chave para minimizar esse o desperdício de
tempo – cujo motivo, em grande parte das situações, é fruto de problemas
técnicos, como falhas de sistema, ferramentas desatualizadas ou até processos
redundantes – como, por exemplo, repetir o CPF mais de uma vez para resolver um
problema.
Nesse ponto, investir em tecnologias que
garantam eficiência, acelerando e otimizando processos, é uma necessidade não
só de custos, mas também de qualidade da interação entre consumidor e
colaborador. Ao diminuir o desperdício do tempo, o funcionário tem mais
possibilidades de entender a necessidade do cliente, encantá-lo e também sair
mais cedo para aproveitar o seu tempo como desejar. Proporcionar uma boa
experiência ao cliente significa consumidores felizes, funcionários satisfeitos
e prosperidade do negócio.
Por Ricardo Gorski
Fonte Consumidor Moderno
4 TÉCNICAS DA NEUROCIÊNCIA PARA ACELERAR O SEU APRENDIZADO
Como driblar o cansaço, manter-se motivado e garantir
sua concentração? Veja dicas de neurocientistas para turbinar os seus estudos
Veja táticas recomendadas pela neurociência para
aprender mais rápido
Trancar-se
no seu quarto, debruçado sobre os livros de manhã até a noite, por meses a fio,
sem tempo para amigos, lazer ou academia: essa é a rotina de muita gente que
estuda para concursos públicos e outras provas de admissão consideradas
difíceis.
Esse
ritmo frenético de trabalho é considerado normal e até recomendado para quem
está se preparando de um grande desafio. Mas não pela neurociência.
Isso
porque descuidar do próprio bem-estar físico e mental prejudica o seu
desempenho cognitivo e, consequentemente, diminui as suas chances de reter o
conteúdo e tirar uma boa nota na prova.
“A
maioria das pessoas esquece que o cérebro é uma parte do corpo, tal como
língua, fígado ou coração”, diz o neurocientista Pedro Calabrez, professor da
Casa do Saber e pesquisador do Laboratório de Neurociências Clínicas (LiNC) da
Escola Paulista de Medicina da UNIFESP.
Só
é possível aprender rápido — e bem — se o seu organismo estiver bem alimentado,
hidratado, descansado e saudável como um todo. A parte mais negligenciada desse
autocuidado costuma ser o sono, fundamental para a eliminação de toxinas e para
a fixação das memórias.
Imagine
que você acordou subitamente após um repouso de 4 horas e agora se depara com
um dilema: levantar da cama para adiantar os estudos ou dormir por mais 2
horas?
A
segunda opção é definitivamente a mais inteligente, diz Carla Tieppo,
neurocientista e professora da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de
São Paulo.
Ela
explica que a noite de sono precisa durar entre 6 e 8 horas, no mínimo. É o
tempo necessário para entrar na fase REM (“Rapid Eye Movement” ou “movimento
rápido dos olhos”), quando ocorrem processos fundamentais para a memória.
Também
é bom evitar o consumo exagerado de álcool antes de dormir, já que a embriaguez
dificulta a entrada na fase REM. Melhor substituir as latas de cerveja por uma
rápida revisão da matéria. Segundo Tieppo, estudar um pouco logo antes de
dormir, nem que seja por 10 minutos, ajuda o cérebro a fixar esse conteúdo. Confira
a seguir outras técnicas recomendadas pela neurociência para acelerar o seu
aprendizado:
1. Busque atrelar emoções ao estudo
Muita
gente supõe que tudo que diz respeito aos estudos é racional. Mas não é: a
memorização é uma equação complexa em que a chamada “valência emocional” influi
de forma decisiva. De forma simplificada, se você associa uma certa informação
a um sentimento positivo, como a alegria, o seu cérebro será capaz de retomá-la
mais facilmente no futuro.
Daí
a técnica dos professores de cursinho pré-vestibular de contar piadas ou fazer
associações engraçadas sobre o conteúdo das aulas. “O humor é um canal de
acesso fácil às emoções”, explica Calabrez. O medo, a raiva, a tristeza e
outros sentimentos negativos, por outro lado, atuam na direção contrária e
condicionam uma aprendizagem de baixa qualidade.
Na
preparação para um concurso público, por exemplo, é interessante explorar o
significado dessa decisão para a sua vida. “Procure pensar no valor daquele
estudo para o seu engrandecimento profissional e pessoal, e não só como uma
ferramenta para ser aprovado numa carreira que pagará um salário alto”, diz o
professor da Casa do Saber.
Quanto
mais você atribuir significado emocional a um certo conhecimento, mais chances
terá de guardá-lo para sempre. E não apenas isso: mais motivação você terá para
persistir nos estudos.
É
o que Tieppo define como intenção genuína. “Se você está interessado só no
salário daquele cargo, quer só ‘atropelar’ a prova, você não vai estar
intimamente envolvido com o estudo”, explica a professora da Santa Casa. Para
agilizar o aprendizado, você precisa estar realmente motivado; e, para estar motivado,
você precisa genuinamente ter a intenção de aprender.
2. Não exercite apenas o cérebro
Quem
vai pensar em academia quando tem uma pilha de apostilas para estudar? Fazer
atividade física pode parecer supérfluo nesse momento, mas não é. De acordo com
Calabrez, exercícios regulares, especialmente os de natureza aeróbica, são os
mais indicados.
Buscar
atividade física faz o cérebro funcionar melhor, já que todo o corpo fica mais
saudável e bem regulado. Até os processos afetivos, ligados à motivação, podem
ser beneficiados com natação, corrida, caminhada ou outras práticas esportivas.
Isso
para não falar na importância desse tipo de atividade para liberar o estresse
da rotina, que prejudica a aprendizagem. Lazer, repouso e convívio social
também precisam ter algum espaço na sua agenda, pela mesma razão.
3. Descubra o seu estilo de aprender
Dada
a complexidade do cérebro humano, está comprovado que não existe uma única
forma de aprender. Por isso, não adianta insistir em métodos que claramente não
estão surtindo efeito.
Se
você sente que suas sessões de estudo só estão produzindo cansaço, é
fundamental experimentar diversas técnicas e adotar aquela que funciona melhor
para você.
“Se
você não tem um hábito de leitura consistente, formado na 1ª ou 2ª infância,
ler não será uma boa forma de estudo para você”, explica Tieppo. “Nesse caso,
experimente gravar áudios, assistir a vídeos, desenhar mapas mentais, enfim,
buscar instrumentos adequados ao seu funcionamento”.
4. Elimine os “ralos” de atenção
O
aprendizado se torna lento e irregular se você divide seu foco entre diversos
estímulos enquanto está estudando. É o que Calabrez chama de “ralos” de
atenção: mensagens nas redes sociais, notificações do celular, ruídos que vêm
da rua, pessoas que chegam para conversar.
As
interrupções não-programadas têm um efeito devastador sobre o aprendizado.
“Quando você não está inteiramente concentrado naquilo, você está dizendo para
o seu cérebro que aquela informação não é tão importante para você, e é
provável que ela acabe sendo descartada”, explica Tieppo.
Para
otimizar os seus estudos — e evitar o cansaço de retomar várias vezes o fio da
meada — a dica dos neurocientistas é buscar um local de estudos isolado e
silencioso, e desligar todo o seu contato com a tecnologia.
Você
pode programar alguns intervalos para levantar, tomar um café, checar o celular
e conversar com alguém. Nos blocos de tempo dedicados ao estudo, porém, é
preciso eliminar radicalmente qualquer possível fonte de distração.
Por
Claudia Gasparini
Fonte
Exame.com
TER AMIGOS INTELIGENTES, UMA DAS 10 DICAS PARA SE TORNAR MAIS ESPERTO E PRODUTIVO
Inteligência
é um trabalho em andamento que pode ser maximizada com atividades diárias, diz
estudo
Xadrez ajuda a desenvolver
a inteligência e memória
Você pode até achar que a inteligência é algo
adquirido. Ou algo que se alcança na juventude e depois não muda. Mas não é bem
assim. Aperfeiçoar o cérebro e tornar-se mais produtivo é uma questão de
trabalho contínuo e não está diretamente ligado a um comprometimento enorme de
tempo e energia, aponta pesquisa feita com empresários e executivos pelo site
de perguntas e respostas Quora.
Segundo o estudo, tornar-se mais produtivo e
esperto não significa necessariamente voltar para a escola ou trocar toda a
biblioteca com livros de temas superprofundos — embora ler seja um ótimo
combustível para a mente. A “Times” reuniu dez pequenas atitudes diárias deste
levantamento que podem melhorar significativamente a potência mental e,
consequentemente, o desempenho profissional.
1. Saiba usar seu
tempo on-line
Seus intervalos on-line não precisam ser
somente para checar as redes sociais ou publicar fotos diárias do seu animal de
estimação. A internet também funciona como uma grande fonte de pesquisa para
cursos on-line, vídeos motivadores profissionais e para melhorar o vocabulário.
Substitua alguns minutos de postagens irrelevantes com algo mais nutritivo
mentalmente.
2. Anote o que você aprende
Não precisa ser nada longo, mas reservar
alguns minutos do dia para refletir sobre o que você aprendeu é um bom estímulo
ao cérebro. “Escreva 400 palavras por dia sobre coisas que aprendeu”, sugere a
professora de ioga Claudia Azula. Mike Xie, pesquisador da Bayside Biosciences,
concorda: “Escreva sobre o que você aprendeu”.
3. Faça uma lista
das realizações
Grande parte de inteligência vem da confiança
e felicidade. Uma dica é parar de anotar tudo o que você não fez e, ao invés
disso, fazer uma lista do que você já conseguiu realizar. A ideia da “lista do
que foi feito” é recomendada pelo empresário Marc Andreessen, co-fundador da
Netscape Communications Corporation.
4. Jogue
Jogos de tabuleiro e quebra-cabeças não são
apenas diversão, mas também uma ótima maneira de exercitar seu cérebro. Segundo
Xie, jogos ajudam a exercitar sua memória de trabalho. Mas o segredo é jogar
sem a ajuda de livros ou pessoas.
5. Tenha amigos inteligentes
Pode ser duro com a sua autoestima, mas sair
com pessoas mais espertas do que você é uma das maneiras mais rápidas de
aprender. “Mantenha uma empresa inteligente. Lembre-se de que o seu QI é a média
das cinco pessoas mais próximas com as quais você sai”, afirma Saurabh Shah,
gerente de contas do Symphony Teleca. “Cerque-se de pessoas mais inteligentes e
seja sempre humilde, disposto a aprender”, orienta o desenvolvedor Manas J. Saloi.
6. Leia muito
Leitura é, definitivamente, essencial. As
opiniões variam sobre qual é o material mais indicado para o desenvolvimento da
inteligência, se é a leitura diária de assuntos leves ou mais teóricos. Um
ponto é fato entre os especialistas e todos concordam: a quantidade é muito
importante. Portanto, leia muito.
7. Ensine aos outros
“Se você não consegue explicar de forma
simples, você não entende bem o suficiente”, disse Albert Einstein. E a
pesquisa concorda que ensinar é uma excelente maneira de memorizar. Certifique-se
de que você realmente aprendeu e que a informação está em sua memória tentando
ensinar aos outros. Se conseguir, é porque, de fato, aprendeu mesmo.
8. Experimente
coisas novas
Você nunca sabe o que vai ser útil antes do
tempo. Só precisa experimentar coisas novas e esperar para ver como elas se
conectam com o resto de suas experiências mais tarde. Shane Parrish, do blog
Farnam Street, conta a história de aula de caligrafia de Steve Jobs. Segundo
ele, depois de abandonar a escola, o futuro fundador da Apple, tinha tempo
livre e decidiu fazer um curso de caligrafia, o que parecia irrelevante no
momento. Mas as habilidades de design que Jobs aprendeu foram mais tarde usadas
na criação dos primeiros Macs. “Para ter pontos a serem conectados, você precisa
estar disposto a tentar coisas novas, mesmo que elas não pareçam imediatamente úteis
ou produtivas”, diz Parrish.
9. Aprenda um novo
idioma
Você não precisa se tornar rapidamente
fluente ou morar em um país estrangeiro para dominar o idioma de sua escolha. É
possível fazer isso da sua mesa, através de cursos online, e ainda colher os
frutos mentais. “Aprenda uma nova língua. Há um monte de sites gratuitos para
isso”, diz Saloi.
10. Tire um tempo
ocioso
Ter um tempo livre para pensar e ficar em
silêncio é uma estimulação mental, além de ajudar na memória. Pode ser sentada,
correndo, enfim, o importante é ter um momento seu para digerir tudo o que tem
absorvido.
Por Times
Fonte O Globo Online
terça-feira, 7 de abril de 2026
ADVOGADO: DEFENDA UMA VIDA SAUDÁVEL
Cliente chato, colega sem discernimento, processo
“amarrado”, atividades burocráticas e cansativas, chefe durão e tantos outros
problemas, permeiam a vida de quem trabalha em advocacia - embora outras áreas
também desfrutem dos mesmos ‘privilégios’. Se você é advogado e deseja defender
uma vida saudável, aplique as sugestões seguintes; afinal, sucesso vocacional
sem saúde é decadência.
Proteja seu
emocional
A principal dica para deixar seu emocional
equilibrado e evitar estresse no Direito, é por saber filtrar aquilo que
realmente deverá mexer com você. Pode parecer um assunto bobo, mas não é! Ao
passo que aprendemos a discernir o que é prioridade, bem como quando entendemos
que nem todos os comentários devem ser levados tão a sério, a vida se torna
mais simples.
Fora os comentários irrelevantes e
atividades não prioritárias, é preciso blindar o emocional para o momento de
lidar com os nossos próprios erros. Tem profissional que fica tão abalado por
ter errado, que acaba esquecendo de continuar a caminhar. Mas, ao passo que
você passar a entender o que deverá receber a sua energia mental e física - isso
em todos os sentidos - você sentirá cada vez menos os sintomas do estresse.
Portanto, blinde o seu emocional para
afastar o estresse!
Trabalho é trabalho
Da mesma forma que trabalho é trabalho; casa
é casa! Aprenda a respeitar seu momento de descanso e evite fazer hora extra. Continuar
o trabalho fora do escritório de advocacia, às vezes é preciso, mas é
importante tomar cuidado com a constância que seu prato de jantar está sendo
substituído por um notebook e papeladas.
Saber que tudo tem seu devido lugar, é
indispensável para defender a sua produtividade no trabalho e qualidade de vida
fora dele. A constância de estender a jornada de trabalho em casa acaba se
tornando um vício, atrapalhando seu descanso físico e mental, que futuramente, afetarão
o seu desempenho profissional.
Entenda o poder do não (para outros ou para
si mesmo)!
Coma bem para viver
bem
Desfrutar de pratos saudáveis ao longo do
dia e praticar atividade física, irão fornecer a resistência que seu corpo
precisa para enfrentar desafios sem prejudicar a sua saúde. Muito cuidado para
não confundir facilidade com qualidade, optando por comidas industrializadas.
Mesmo que seja mais rápido e (aparentemente)
prazeroso optar por fast foods, a nutrição que essas opções alimentares
fornecem é pobre - especialmente para quem tem uma rotina agitada. Vale deixar
um alerta para os excessos também, que podem tornar algo bom em maléfico. A
vitalidade começa de dentro para fora, então, cuide do seu interior optando por
um estilo de vida saudável tanto na alimentação como na prática de exercícios
físicos.
Viva bem para viver!
Generosidade gera
felicidade
Mesmo que você não seja religioso, já deve
ter ouvido alguém citar aquelas passagem bíblica onde se diz que “há mais
felicidade em dar do que há em receber”. E, realmente, tirar um tempo para
ajudar outros fará muita diferença eu sua forma de encarar a vida de forma
geral.
Tirar um tempo para auxiliar a sua vizinha
idosa trocar a lâmpada da varanda, contribuir de algum modo com uma ong, alimentar
animais na rua ou realizar qualquer outro gesto generoso, farão você dá valor
no que realmente importa na vida. Então, não entenda que ajudar é subtrair; pelo
contrário, quem ganha é você.
Ajude e seja ajudado!
A sua carreira de advogado será facilmente
satisfatória se você seguir a essas sugestões aparentemente simples, mas que
são riquíssimas para evitar o estresse na advocacia.
Fonte EPD online
COMO CONQUISTAR CLIENTES NA ADVOCACIA: 4 DICAS PRÁTICAS DE SUCESSO
Fazer com que possíveis clientes entrem em
contato com seu escritório de advocacia é o que advogados sempre esperam, mas...
por boas razões. Ninguém pode criar clientes sem um primeiro contato. Então
imagine agora por alguns momentos o impacto que os conceitos a seguir podem ter
no trato com seus potenciais clientes.
1 – Urgência: Para manter os potenciais clientes que
estão entrando em contato com seu escritório, você e todos os envolvidos devem
estar voltados para o cliente na ação imediata em dar respostas. Então esteja
sempre pronto para responder ao primeiro contato e caso não seja possível fazê-lo,
se valha da tecnologia para não deixar um único contato no vácuo.
Dica: permitir que uma mensagem de boas vindas,
informe seus horários de atendimento, ou “para maiores informações acesse nosso
formulário de contato em nosso site www...” são saídas possíveis de respostas
em sua secretária eletrônica quando não puder responder rapidamente. Com os e-mails
a mesma regra, use uma mensagem automática de recebimento. Assim você melhora
suas chances de garantir um novo cliente.
2 – Empatia: Empatia significa a capacidade psicológica
para sentir o que sentiria uma outra pessoa caso estivesse na mesma situação. Ao
entender que as pessoas que entram em contato com seu escritório, geralmente
estão enfrentando situações difíceis, seja educado, gentil e acima de tudo
verdadeiro.
Dica: seu site também deve refletir o quanto você
se importa com seus clientes em toda a sua comunicação. Lembre-se: seu site é
sua presença digital na internet funcionando 24 horas por dia e 365 dias por
ano!
3 – Persistência: Em outras palavras, não desista de um
contato que seja difícil de alcançar. A falta de respostas pode estar
relacionada a uma série de coisas, e até você ouvir um "não" firme, não
pode ter a certeza de que realmente nada vai acontecer.
Dica: é claro que ninguém gosta de ser perseguido,
mas cabe a você dar a devida atenção em cada contato que expresse interesse em
seu escritório de advocacia.
4 - Coleta de Dados: Sem entender seus clientes que procuram seu
escritório, você terá dificuldade em identificar seus futuros clientes. Bons
dados podem mostrar todos os tipos de informações, como características de
clientes de alto valor e quais canais os trouxeram até seu escritório.
Dica: seus resultados irão melhorar o desempenho
se você rastrear e analisar seus dados obtidos corretamente, sempre entendendo
de onde estão vindo!
Como diz o ditado, você só tem uma chance de
causar uma boa primeira impressão. Portanto, certifique-se que seu escritório
de advocacia envie a mensagem certa aos seus futuros clientes. Isso é marketing
jurídico!
Fonte Jurídica Marketing
5 ETAPAS PARA UMA MUDANÇA DE CARREIRA TRANQUILA
Saiba quais aspectos levar em conta ao decidir dar uma
guinada na vida profissional, na opinião de duas especialistas
Transição de carreira é saudável e frenquente em
algumas profissões, diz especialista
É
comum que, em algum momento da carreira profissional, o desconforto em relação
às escolhas já feitas apareça. Você pensa estar no lugar errado fazendo algo
que não gosta e, então, a infelicidade toma conta. A vontade de mudança se
instala, mas as dúvidas são muitas e você não sabe o que fazer.
Antes
de dar uma guinada na carreira é preciso levar alguns aspectos em consideração,
na opinião de especialistas consultadas por EXAME.com. Confira um passo a passo
com 5 etapas para quem está considerando uma transição de carreira:
1º Investigue os motivos
O
que torna a sua vida profissional infeliz? Esta é primeira pergunta a ser
respondida quando o descontentamento reina pleno e absoluto antes, durante e
depois do expediente de trabalho.
“É
importante porque as pessoas se sentem desconfortáveis, percebem que precisam
mudar, mas não sabem direito o que”, diz Mariá Giuliese, diretora executiva da
consultoria Lens e Minarelli.
De
acordo com ela, é preciso saber o que está fora do lugar, antes de tomar
qualquer decisão. “Muitas vezes as pessoas estão infelizes com algumas partes
ou aspectos da carreira”, diz Adriana Felipelli, presidente da Felipelli.
É
a carreira? É a empresa? É o tipo de projeto com o qual está envolvido? São as
relações interpessoais no ambiente de trabalho?
2º Tenha clara a diferença entre profissão e carreira
Discriminar
carreira de profissão é importante durante este processo de transição, na
opinião de Mariá. “Uma mesma profissão permite carreiras diferentes”, lembra
Mariá.
Por
exemplo, antes de rasgar seu diploma de engenharia e optar abrir um pet shop –
entrando em um ramo em que lhe falta habilidade e experiência -, talvez você
devesse considerar as várias possibilidades dentro da sua atual profissão.
Mariá
lembra que a mudança de carreira é saudável e, muitas vezes, até necessária.
“Amplia o escopo de atuação do profissional. Em algumas profissões é algo
frequente”, diz.
3º Faça uma autoanálise
Você
sabe quais as suas aptidões e seus talentos? De acordo com as duas
especialistas, não tome nenhuma decisão antes de fazer uma autoanálise. “Para
quem não está feliz com a carreira escolhida, a primeira coisa a se fazer é se
conhecer pensar em que tipo de ambiente gostaria de trabalhar”, diz Adriana.
“As
pessoas precisam conhecer muito bem as suas habilidades, fazendo uma consulta
interna”, diz Mariá. A especialista lembra que não é o mercado de trabalho que
deve ditar essa mudança e, sim, o seu interesse e as suas competências.
4º Considere buscar ajuda especializada
Acha
difícil passar pela etapa anterior sozinho? Profissionais especializados em
aconselhamento de carreira e coaching podem ajudá-lo.
“A
pessoa vai precisar de instrumentos para que perceba comportamentos e, com
ajuda, pode encontrar as respostas e ser direcionado para a área de atuação em
que suas competências intrínsecas sejam valorizadas”, diz Adriana.“Um
profissional especializado vai ajudar na percepção do ônus e do bônus da
mudança”, diz Mariá.
5º Trace o caminho
Toda
mudança de direção pressupõe um novo caminho a ser percorrido. Você pode
definir um curso que precisará fazer, ou perceber que a solução é conversar com
o seu chefe e pedir transferência para outro departamento, ou ainda mudar de
empresa.
Pode
ainda descobrir que estágios em outros lugares – até outros países - trarão
experiências interessantes para sua vida profissional. As possibilidades estão
aí, resta saber qual delas trará mais satisfação para você.
6º Comece a transição
Mãos
à obra. Chegou a hora de iniciar a transição. Adriana indica investir no
networking. “O ideal é fazer essa mudança por meio da rede de relacionamentos”.
Conversando
com as pessoas que você já conhece talvez seja mais fácil conseguir uma nova
posição no mercado. Durante esta fase de transição, diz Mariá, é necessário,
contudo, considerar um período de renúncias e perdas. “A transição nem sempre é
fácil, muitas vezes, existe perda de remuneração”, alerta a especialista.
Por
Camila Pati
Fonte
Exame.com
5 VERBOS QUE AJUDAM A DESCOBRIR A PROFISSÃO CERTA PARA VOCÊ
Instruir, ajudar ou
multiplicar? Descubra seu dom de carreira a partir de 5 categorias de motivação
propostas no livro “O que falta para você ser feliz”
Dom. Todo mundo tem um e ele pode ser a
chave do sucesso profissional, desde sejam alinhadas preferências pessoais e
possibilidades. É o que pode torná-lo a pessoa certa no lugar certo.
A máxima faz parte do livro “O que falta
para você ser feliz” (Editora Gente) de Dominique Magalhães. “Proponho que
devamos assumir e realizar esse dom, buscando o equilíbrio em trabalhar
beneficiando o outro, através de sua vocação, dentro da situação do mercado de
trabalho escolhida”, revela a autora a EXAME.com.
O livro, segundo ela é um ponto de partida
para uma busca interior. O objetivo é estimular seus leitores a se questionar e
encontrar suas próprias respostas.
Para isso, Dominique desenvolveu um método
para ajudar pessoas a descobrir o seu dom por meio de categorias de motivação.
“Entender o que motiva uma pessoa é a chave
para criar um projeto de vida que abranja o maior número de seus talentos
orientados para uma finalidade prazerosa, rentável e – determinante para a
satisfação pessoal – de impacto positivo sobre a sociedade”, diz.
Assim, cada categoria de motivação é definida
por um verbo. “Verbo indica ação, ação busca resultados”, justifica. Confira
quais são os cinco verbos e veja as profissões ligadas a cada um deles:
1. Ajudar
“Seu prazer está em oferecer qualquer tipo
de alívio, amenizar angústias, promover a cura, facilitar rotinas, resolver
problemas mediar conflitos e organizar pensamentos”, escreve a autora.
Profissionais que se enquadram nesta
categoria: médicos, terapeutas, assessores, advogados, corretores, consultores,
líderes espirituais, desenvolvedores de software, e personais (de todos os
tipos).
2. Instruir
Quem tem a motivação ancorada no verbo
instruir age para melhorar o mundo transmitindo e sistematizando conhecimento e
informação.
Alguns profissionais que se enquadram nesta
categoria: professores, jornalistas, pesquisadores, escritores, treinadores,
analistas de sistemas e analistas de redes sociais.
3. Entreter
A missão aqui é divertir, distrair, promover
a quebra de rotina e a elevação do espírito, segundo a autora.
Alguns profissionais que se enquadram nesta
categoria: músicos, atores, palhaços, comediantes, bailarinos, contadores de
histórias e palestrantes.
4. Embelezar
São pessoas que tem como propósito melhorar
a experiência humana por meio da estética, da organização, da precisão e da
harmonia, escreve Dominique.
Alguns profissionais que se enquadram nesta
categoria: engenheiros, arquitetos, paisagistas, pintores, designers,
jardineiros, cabeleireiros, manicures, maquiadores, chefs de cozinha.
5. Multiplicar
Os multiplicadores são as pessoas que tornam
a vida das pessoas mais confortável, produzindo e ampliando riquezas.
Alguns profissionais que se enquadram nesta
categoria: economistas, gestores de finanças, negociantes, investidores e
empreendedores.
Por Camila Pati
Fonte Exame.com
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