quinta-feira, 25 de setembro de 2025

ASSÉDIO PROCESSUAL: O ABUSIVO EXERCÍCIO DO DIREITO DE DEMANDAR E O INTERESSE PROCESSUAL

A locução substantiva assédio processual etiqueta a situação na qual uma parte, a serviço de interesses menores, demanda para causar dano a outra parte.

É a própria relação jurídica processual, envolvendo a parte atingida como ré, com todas as incertezas, custos e incômodos daí decorrentes, que funciona como a causa eficiente dos danos.

O processo é utilizado para machucar e, em sua estrutura formalizada, no que coloca o réu sob ônus de responder, alcança o objetivo, principalmente quando acompanhado de ampla publicidade sobre sua própria existência. Mesmo porque, depois da improcedência, sempre permanecerá algo, como expressa a fórmula imortalizada por VOLTAIRE (“Mentez, mentez, quelque chose restera toujours”).

Além do mais, fazer parte de um processo, a mera condição de demandado, o estado de sujeição na relação jurídica processual, envolve comprometimento financeiro, físico, psíquico, sendo por vezes um exercício desmedido de paciência pelo tempo e esforço despendidos para demonstrar que o autor sem razão não tem razão.

Por vezes, ainda, esse autor, verdadeiro predador, utiliza de franquias constitucionais (artigo 5º, inciso LXXIII, da Constituição da República) ou infraconstitucionais (artigos 98 e seguintes do Código de Processo Civil – artigo 54 da lei 9.099, de 26 de setembro de 1995), para promover seu intento, razão por que sequer responderá, ao menos num primeiro momento, pelas despesas e honorários.

Obviamente, nem sempre é fácil identificar tais situações como abuso processual, na medida em que a visão de sacralidade do acesso à justiça ofusca tal análise, colocando-a em uma zona de penumbra, sendo que a dúvida milita em favor do trâmite processual.

Em contraponto – não se pode perder de perspectiva – o processo não é imune às práticas abusivas, asséptico às condutas emulatórias.

Assédio processual X extraprocessual

No campo extraprocessual o exercício abusivo do direito é tipificado pelo ordenamento jurídico e dele surge o dever de indenizar, como se verifica do artigo 187 do Código Civil (“Também comete ato ilícito o titular de um direito que, ao exercê-lo, excede manifestamente os limites impostos pelo seu fim econômico ou social, pela boa-fé ou pelos bons costumes”).[1]

Nesse contexto, a Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça condenou o autor a “reparar os danos de natureza extrapatrimonial que do ato ilícito de abuso processual decorrem.” (REsp 1817845/MS, Rel. Ministro PAULO DE TARSO SANSEVERINO, Rel. p/ Acórdão Ministra NANCY ANDRIGHI, DJe 17/10/2019).

Por sua vez, no campo endoprocessual a reprimenda ao exercício do direito de ação abusivo – quando mais facilmente identificável – pode ocorrer a partir da aplicação das penas de litigância de má-fé e da indenização por perdas e danos (artigos 79, 80 e 81 do Código de Processo Civil); com maior rigor, quando envolvidas tutelas de urgência (artigo 302 do Código de Processo Civil).

Tais soluções, entretanto, virão ao cabo de largo trâmite processual, quando, muitas vezes, os fatores tempo e processo já causaram danos irremediáveis ao réu, pelo que o autor predador teria realizado seu objetivo, acertado o alvo (sempre permanecerá algo).

Todavia, uma adequada visão sobre o interesse processual permite o controle sobre a admissibilidade da demanda, interditando seu trâmite, na hipótese de ser atestada a ocorrência de abuso processual.[2]

Sem pretender reviver toda a temática envolvendo as condições da ação, e a filiação do Código a essa ou aquela teoria, considerando sua persistência no sistema[3], como deflui dos artigos 19, 330, 337, inciso XI, e 485, inciso VI, todos do Código de Processo Civil, viável sua utilização para o controle de admissibilidade da demanda.

As condições da ação como índices de viabilidade da análise do pedido formulado, considerando o que afirmado na inicial (in statu assertionis[4]) e o contexto que envolve sua apresentação, permitem o trancamento do exame da pretensão na perspectiva do abuso processual.

Mercê do raciocínio hipotético estruturado na inicial, em conjunto com a situação contextual em que inserida a pretensão, será analisada a existência de interesse processual, também na dimensão do exercício abusivo do direito de demandar.

Isso porque, desde sua matriz histórica, o interesse processual está ligado aos pressupostos da necessidade e da utilidade da tutela jurisdicional, como meios à obtenção de interesse legítimo, ainda que improcedente.[5]

Noutras palavras, o autor tem que afirmar a imprescindibilidade da jurisdição à tutela de um direito, bem como a sua utilidade, como faces do interesse processual, o que deve ser objeto de consideração por parte do juiz, inclusive para permitir o trânsito da demanda.

Nessa medida, possível que em tal exame o magistrado verifique a ocorrência do abuso processual no ato de demandar e impeça o trâmite processual, a par da ausência de interesse processual nas dimensões da necessidade e da utilidade.

Ora, se a demanda não se apresenta como efetivamente necessária, nem como objetivamente útil, mas sim homizia interesses menores direcionados ao ataque do réu, claro está a ausência do interesse processual.

Como anteposto, esse exame será realizado a partir do marco das afirmações do autor e, também, considerando o contexto processual de sua apresentação.

Não é rara, por exemplo, a propositura, por um único autor ou por diversos autores, de demandas temerárias contra o mesmo réu, muitas vezes em juízos diferentes, sobre uma miríade de alegações inverossímeis. Por vezes, esse tem sido o método deletério para cercear a liberdade de expressão ou em disputas políticas renhidas, para a desconstrução do adversário ou daquele que se opõe aos interesses de quem demanda, com repercussão na opinião publicada e, em especial, com ampla difusão nas redes sociais.[6]

Assim como o abuso do direito de defesa produz consequências processuais, pois justifica a concessão pelo magistrado da tutela de evidência (artigo 311 do Código de Processo Civil), o exercício abusivo do direito de demandar também as produz, pois impõe ao julgador a prolação de decisão sem resolução de mérito (artigos 330, 354 e 485 do Código de Processo Civil)[7].

Por Zulmar Duarte

Fonte Migalhas

TRÊS PEQUENAS HISTÓRIAS

terça-feira, 23 de setembro de 2025

O QUE É CERTIDÃO NEGATIVA DE DÉBITOS?


Saiba o que é e para que serve a certidão negativa de débitos, além disso entenda como e onde você pode emitir esse documento.
Algumas entidades como empresas e bancos costumam requerer a chamada certidão negativa de débitos antes de conceder empréstimos ou aceitar ofertas de fornecedores, por exemplo, como forma de comprovar a ausência de dívidas tributárias e fiscais.
É muito mais comum do que se imagina que as pessoas só tomem conhecimento sobre a existência desse documento quando passam por uma situação que exige o uso do mesmo e por isso ainda há muitas dúvidas sobre o que é, para que serve exatamente ou como e onde emitir.
Para esclarecer essas e outras questões referente a certidão negativa de débitos reunimos neste artigo algumas das principais questões sobre o assunto.
 
O que é certidão negativa?
A certidão negativa de débitos é um documento que atesta a ausência de pendências financeiras ou processuais em nome de uma pessoa jurídica, física ou até mesmo de um bem, com as esferas federal, estadual e municipal.
 
Para que serve a certidão negativa?
Muitas pessoas ainda não sabem exatamente para que serve a certidão negativa ou mesmo algumas empresas sem um devido planejamento tributário possuem pendências e não sabem que isso pode prejudicá-las quando a certidão for consultada.
Geralmente esse tipo de documento é solicitado para empréstimos, processo de licitação, cadastro, perante fornecedores ou para homologações e serve para que todos esses processos possam ser liberados ou mesmo que uma negociação seja fechada, uma vez que demonstra o cumprimento quanto aos deveres fiscais e tributários de um indivíduo.
 
Como e onde fazer a emissão da certidão negativa?
Uma vez sabendo o que é e para que serve a certidão negativa o próximo passo é descobrir como e onde emitir esse documento.
Qualquer órgão do governo pode fazer a emissão da certidão negativa. Geralmente a solicitação do documento é feita online, mas existem órgãos que ainda emitem presencialmente, e podem ser gratuitas ou pagas dependendo do tipo solicitado.
Ela é válida por 180 dias a partir da data de sua emissão e basta acessar o portal da Receita Federal e informar o número do CNPJ ou CPF.
 
Quais são os tipos de certidão negativa?
Antes de fazer a emissão da certidão negativa é preciso saber para que fim ela se destina, saiba quais são os principais tipos:
 
Certidão da Receita Federal
Esse é um dos tipos de certidão negativa mais comuns. Emitido pela Receita Federal para atestar a ausência de pendências de tributos federais e Previdência Social.
Em caso de pendência não é possível fazer a emissão até que haja regularização dos débitos.
 
Certidão Municipal
Essa certidão é emitida pela Receita Municipal. Cada prefeitura possui sua particularidade e pode haver ou não pagamento de alguma taxa na hora da emissão assim como solicitação presencial.
 
Certidão de Protesto
Esse é o documento público que atesta ou não a inadimplência de pessoa física ou jurídica junto ao Cartório de Protesto.
 
Certidão da Justiça do Trabalho
Esse documento atesta se há processos trabalhistas tanto para pessoa física quanto jurídica.
 
Certidão da Justiça Federal
Esse é o tipo de certidão consultado para consultar se uma pessoa física já respondeu ou está respondendo a algum processo criminal.
 
Certidão de FGTS
Serve para consultar a regularidade do empregador, além disso por meio dela é possível obter o Certificado de Regularidade do FGTS.
 
Agora que você já sabe o que é certidão negativa e quais os tipos existentes resta apenas saber se você está em dia com seus deveres tributários e fiscais.
 
Fonte Monticelli e Pessoa Advogados Associados

domingo, 21 de setembro de 2025

LEI DO RETORNO

Quando fazemos um pequeno movimento, o universo coloca uma espécie de oléo nos trilhos e tudo começa fluir por este alinhamento

A doação contém uma carga energética muito parecida com a gratidão. Doar representa um atestado de confiança porque o espírito reconhece que o fluxo incessante do universo preenche o que está vazando. Aquilo que você tem para dar é o mesmo produto daquilo que está dando ao seu universo. Você é uma perfeita maquete da estrutura do universo: vivo, gerador de alta energia e criativo. No espírito do medo, nossos fluxos estancam porque assumimos uma postura protegida e desconfiada, que não flui e não se dá. E aquele que não dá, não sabe receber. O destino exige paixão e abandono para acontecer. Assim como a energia da riqueza requer uma despreocupação com o passado, presente e futuro.
As pessoas realmente prósperas emitem uma energia diferente para o mundo. Essa prosperidade é encontrada no campo da saúde, dos relacionamentos, bem-estar e no setor financeiro. O espírito da abundância é seguro e leve, ele sabe que do lugar onde flui a riqueza existe um manancial ininterrupto que é oferecido a ele… Aquele que está sofrendo nunca é capaz de doar e sim de retirar porque o medo lhe convence que a falta é constante em seu mundo. A doação assim como a gratidão não surge prontamente pelo caminho do buscador, são sentimentos energéticos que se alinham através do percurso.
O medo sabota os resultados porque a mente ainda não está convencida que o sucesso e a bem-aventurança são nossos direitos naturais. E sob controle, o medo tem medo até de desejar porque a mente está condicionada a lidar com as expectativas frustradas. E isso tudo é apenas um padrão maleável e condicionado por uma regra da insegurança. O direcionamento bloqueará os receios e inseguranças, pois a mente tenderá ao silêncio, ou, apenas conversará com você sobre o direcionamento de suas novas escolhas e admirações.
O sentimento determina os resultados, portanto, espere sempre o melhor e você receberá o melhor; espere o mais ou menos e você receberá. Espere o maravilhoso, o deslumbrante e a excelência e você se alinhará a essa realidade e obterá diamantes. Essas expectativas e respostas estão relacionadas ao seu impulso de se dar internamente ao seu propósito.  A vida sempre responde conforme o modo como a observamos; é um processo energético que é emitido e inexoravelmente exige um retorno.
Suas afirmações e o padrão de seus pensamentos lhe colocam em nível de atividade alinhado com as possibilidades do universo e essa resposta não tem a ver basicamente com a sua ação diante da vida. Essa reposta tem a ver com a postura vibratória e a maneira que você se coloca diante do infinito potencial. Para todo o chamado, há uma resposta. Cada energia, pensamento, sentimento ou palavra emite um sinal exato para o universo e ordeiro como ele é, nada fica sem retorno para o emissor. Muitas vezes, você sente o retorno da frequência que emitiu em forma de energia vibrátil como uma brisa que se faz presente por alguns instantes e com força suficiente para  lhe transformar de imediato. O retorno nem sempre é físico. Antes de assumir uma realidade, ele surge através de sinais, insights e sensações capazes de balançar o seu eixo sensorial de forma que você sente que seu desejo é real e está sendo administrado pelas engrenagens do universo por você e para você.
As pessoas mais generosas que conhecemos são aquelas que estão confiantes no seu destino, elas romperam com qualquer tipo de preocupação porque conhecem o caminho do retorno das recompensas. Essas pessoas se dão porque estão transbordando e esquecem que serão recompensadas pela lei do retorno. E essa riqueza espiritual reflete em sua conduta, no tratamento com o outro e na maneira cordial com que vislumbram tudo. Elas estão em franca parceria com uma rica fonte que está sempre jorrando em seu interior.

Fonte O Segredo

EU TENHO AS 7 MARAVILHAS DO MUNDO

quarta-feira, 17 de setembro de 2025

6 PASSOS PARA APRENDER MAIS RÁPIDO (E MELHOR)

Algumas mudanças em relação ao que os profissionais entendem como aprendizado são essenciais para turbinar a sua capacidade de aprender, confira quais são elas

"O que distingue as pessoas que chegam ao topo é que elas aprendem melhor e mais velozmente que as outras”. Esta frase foi dita a Fernando Jucá, sócio da Atingire - empresa de treinamento e desenvolvimento - por um ex-presidente com passagens por grandes empresas.
Jucá reuniu profissionais de RH, em São Paulo, para discutir o processo de aprendizagem. A inquietação divida pelo especialista durante o evento estava relacionada ao fato de que muitos treinamentos oferecidos pelas empresas aos seus executivos acabam falhando no seu objetivo principal: mudar comportamentos para atingir resultados melhores.
Certamente, muitos profissionais já tiveram a sensação de tempo perdido ao serem convocados para treinamentos na empresa. De acordo com Jucá, é comum ouvir dos executivos frases como: não adianta realizar programas de treinamento, nessa empresa as coisas nunca mudam”, ou “para que me inscrever em um curso de técnicas de apresentação, se não tenho o dom de falar em público”, ou ainda “o treinamento foi bom, mas quem deveria ter participado era o meu chefe e não eu...”.
“O que todas essas frases revelam é a ausência de uma competência fundamental atualmente: a expertise em aprender”, diz Jucá. Esta expertise, diz ele, é fundamental, já que a partir dela o processo de desenvolvimento de outras competências torna-se efetivo. “Há até um campo de pesquisa na área educacional em torno do termo heutagogia, que reflete sobre como é possível desenvolver a nossa capacidade de aprender a aprender”, lembra o especialista.
Mas, o que fazer para desenvolver esta capacidade? O que é preciso mudar para aprender mais rápido? Segundo o especialista, algumas mudanças em relação ao que os profissionais entendem como aprendizado são essenciais para turbinar a sua capacidade de aprender. Confira:

1 Atividade só intelectual x conexão direta com comportamentos
“O aprender é percebido como uma atividade puramente intelectual”, diz Jucá. Ou seja, você aprendeu o nome da capital de Botswana ou quando ocorreu a Guerra do Paraguai e guarda essas informações na cabeça. Se alguém perguntar, você responde e pronto.
O primeiro passo é mudar esta concepção de aprendizado, segundo Jucá. “Aprendizado implica a mudança de comportamento. Se tal mudança não ocorreu, estamos falando apenas de enciclopedismo gratuito, para gastar em almoços e festas”, explica.

2 Absorver x enriquecer ou modificar modelos mentais
Grande parte das pessoas imagina o aprendizado como um processo de absorção, pura e simplesmente, lembra Jucá. E se aprender é mudar comportamentos, a relação direta é com modelos mentais.
Eles são o gatilho para a mudança de comportamento, diz Jucá. “Modelos mentais são construídos e refinados sem parar. As fontes para esse processo são quase infinitas, mesmo que muitas vezes sutis”, explica o especialista.
Um comentário de um colega no corredor sobre o chefe pode ajustar seu modelo mental sobre perspectivas de carreira, por exemplo. “Os resultados frustrantes de uma reunião com a equipe de vendas podem reforçar seu modelo mental sobre o trabalho em equipe”, diz Jucá.

3 Conteúdo vem pronto de fora x o conteúdo é transformado por mim
O conteúdo vem pronto, resta absorver por meio da atividade intelectual. Este é mais um exemplo de quão deslocado pode estar o seu conceito de aprendizado.
Jucá explica. “Há uma interação constante entre novas experiências e meus modelos mentais, uma coisa influencia a outra”, diz.
Imagine duas pessoas que participam da mesma frustrante reunião de vendas citada no item 2. “O aprendizado ainda assim poderia ser completamente distinto”, diz Jucá.

4 Fontes formais, como livros x experiências variadas, às vezes até a leitura
De onde vem o conhecimento? “Dos livros, oras”, podem dizer alguns. “Da internet, mais especificamente do Google, diriam outros”.
Grande parte das pessoas entende que o conhecimento está nos cursos, livros, na internet, enfim são várias as fontes, mas todas formais. Jucá faz um contraponto: “o aprendizado vem de experiências variadas, às vezes até a leitura”, diz Jucá.

5 Momento específico x o tempo todo
Agora vou ler um livro, agora vou estudar, enfim só agora vou aprender. Conforme explica Jucá, é frequente dividirmos o tempo em dois momentos: hora de trabalhar, hora de estudar.
“Pode perguntar para um executivo o que ele fez no dia. Ele vai dizer que comandou, pensou, se comunicou, escreveu...dezenas de verbos, sem a menção da palavra aprender”, diz Jucá.
É importante desfazer essa separação. Aprender não é algo que se faz em um momento específico, você aprende o tempo todo.

6 Acúmulo gradual de saber x desaprender também é essencial
“Interessante também que a atividade de aprender sempre é associada ao acúmulo gradual de conhecimentos”, diz Jucá. É como um copo que vai sendo cheio de água, por exemplo. Você não descarta nada, apenas inclui novas informações.
De acordo com Jucá, desaprender é o x da questão e o grande desafio para os adultos interessados em turbinar a capacidade de aprender.
“A maior dificuldade dos adultos versus as crianças em aprender é explicada não porque não conseguimos fazer novas conexões neurais para enriquecer nossos modelos mentais e sim porque é muito difícil enfraquecer conexões neurais antigas, modificando então nossos modelos mentais atuais”, diz o especialista.
Assim, não deixe que o conhecimento antigo cristalizado paralise a transformação de modelos mentais. Por fim, fique com esta definição de aprendizado: “aprendo quando enriqueço ou modifico meus modelos mentais, alterando meu comportamento”.

Por Camila Pati
Fonte Exame.com

PRÓPRIO DESAFIO

quinta-feira, 11 de setembro de 2025

VEJA 10 ATITUDES PARA SE LIVRAR DO ENDIVIDAMENTO

Com mudanças de hábitos financeiros é possível quitar dívidas e sair da inadimplência

Quatro em cada dez consumidores inadimplentes admitem que não vão pagar suas dívidas nos próximos três meses. A conclusão é de uma pesquisa realizada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pelo portal Meu Bolso Feliz dos consumidores em todas as capitais.
O motivo citado pelos entrevistados para o não pagamento das contas é não abrir mão do prazer de comprar os produtos que desejam. Segundo o educador financeiro do Meu Bolso Feliz, José Vignoli, a resistência em cortar despesas e em mudar o padrão de consumo são alguns dos erros mais comuns para quem precisa sair do vermelho e sinalizam a falta de preocupação com o futuro.
Por isso, mudar os hábitos de consumo é o primeiro passo para ter uma vida financeira mais equilibrada. Não sabe por onde começar? Veja as 10 dicas sugeridas pelo especialista e pela psicóloga Cristiane Vaz de Moraes Pertusi:

1 – Entenda seus gastos
Para saber como economizar, é preciso antes entender como você vem gastando o seu dinheiro. Com este levantamento em mãos, você conseguirá avaliar melhor quais dos seus comportamentos de compra geram gastos em excesso.

2 – Mudança de atitude
O primeiro passo para organizar as finanças pessoais é reconhecer a necessidade de mudar hábitos que colocam o bolso em risco. Dois graves erros são subestimar os pequenos gastos, que passam despercebidos no dia a dia e fazer compras para que as demais pessoas tenham uma imagem positiva ao seu respeito, principalmente, pelas coisas que você possui ou veste. Fazer uma autoavaliação para entender o porquê de não estar honrando seus compromissos financeiros também é fundamental para que a experiência sirva de aprendizado.

3 – Organize suas finanças
Todo mundo deve ter suas finanças minimamente organizadas. Quem está inadimplente, então, deve ser ainda mais disciplinado. A implantação do planejamento financeiro não deve ser adiada para que as dívidas não cresçam ainda mais. Não importa a ferramenta – algumas pessoas têm facilidade com planilhas ou aplicativos, outras recorrem à boa e velha caderneta de controle – o fundamental é sempre registrar tudo o que se ganha e se gasta e jamais confiar na memória, porque ela falha.

4 – Mude agora suas atitudes de compra
A revisão dos hábitos de consumo deve ser imediata. Com conhecimento para tomar as decisões mais acertadas, a pessoa fica menos vulnerável aos impulsos emocionais que a fazem gastar mais do que pode. Informe-se sobre os empréstimos e dívidas que contrai, compare juros, calcule suas opções, enfim, estude sua economia pessoal.

5 - Repense o uso do cartão de crédito
O cartão de crédito trouxe conveniência e segurança porque viabiliza o poder imediato de compra, mesmo que o consumidor não disponha de dinheiro no momento do uso. Mas para usufruir das vantagens, é preciso controle para que a pessoa não gaste mais do que efetivamente possa pagar. Aqueles consumidores que não quitam o valor integral da fatura correm o risco de cair no efeito ‘bola de neve’, já qua a taxa média cobrada nessas operações gira em torno de 200% ao ano. "É uma das maiores do mundo”, destaca José Vignoli. Ou seja, se já possui dívidas, deixe o cartão de crédito em casa por um bom tempo.

6 – Cartão de loja? Só se for para pagar em dia
Cada vez mais estabelecimentos oferecem aos seus clientes os benefícios de se ter o cartão da loja. Em geral, os juros por atraso ou pagamento mínimo dos cartões oferecidos pelas lojas são maiores quando comparados aos cartões de crédito tradicionais. Os juros por atraso ou pagamento mínimo dos cartões de lojas são maiores quando comparados aos cartões de crédito tradicionais, podendo chegar a mais de 600% ao ano, segundo pesquisa da Proteste (Associação Brasileira de Defesa do Consumidor), enquanto os do cartão de crédito ficam em torno de 200%. Não é a toa que estes cartões ocupam o segundo lugar no ranking de dívidas em atraso, sendo mencionados por 48% dos inadimplentes, de acordo com a pesquisa do SPC e Meu Bolso Feliz.

7 – Seja consciente na hora de gastar
Muita gente associa o termo “economizar” com “deixar de fazer ou ter coisas”. Obviamente é preciso priorizar onde gastar o seu dinheiro e entender quando precisa controlar impulsos e guardar dinheiro. Lembre-se, no entanto, que embora a felicidade não esteja em um sapato novo, ela pode estar em uma tarde no parque com os amigos. “É fundamental investir em várias áreas da vida, inclusive na social. Quanto mais distribuídas estiverem suas fontes de bem estar, menos canalizado estará o seu prazer para gastos com bens materiais supérfluos que trazem apenas alegrias momentâneas”, ensina a psicóloga Cristiane Pertusi. Ou seja, economize, mas sem deixar de lado momentos de lazer.

8 – Tenha um "pé de meia"
Apesar de o desemprego se encontrar num nível historicamente baixo no país, ele foi citado por 24% da amostra como justificativa para a inadimplência. “Por mais que o desemprego seja um acontecimento alheio à própria vontade, um consumidor prevenido contaria com uma reserva emergencial para manter as despesas sob controle, evitando a inadimplência. Formar um ‘pé de meia’ para eventualidades é uma saída para organizar rendimentos e gastos. O recomendado é ter uma reserva financeira com a quantia suficiente para cobrir de três a seis meses de despesas da família”, orienta Vignoli.

9 – Cuide das suas emoções
Evite deixar aspectos da sua vida mal resolvidos. “Frustração, tristeza e ansiedade fazem com que, inconscientemente, a pessoa desconte tais emoções em gastos desnecessários que, com o tempo, resultam em dívidas”, alerta a psicóloga. Coloque a cabeça no lugar e acredite que, organizando-se melhor e com disciplina, você se verá livre de dívidas. Desconte as possíveis frustrações fazendo alguma atividade física, rindo com amigos, lendo um bom livro ou vendo um filme. Não comprando coisa que, futuramente, quando virarem novas dívidas, só gerarão ainda mais estresse e ansiedade.

10 – Se está endividado, negocie a dívida
Ao propor um acordo com o credor, é possível conseguir bons resultados como reduzir o tamanho das prestações, obter juros menores e prazos mais alongados. Se a intenção do consumidor for pagar à vista, é possível até pedir um desconto no valor total da dívida.

Fonte MSN Dinheiro

segunda-feira, 8 de setembro de 2025

O PAPEL DO ADVOGADO NOS MECANISMOS DE RESOLUÇÃO DE DISPUTAS


Advogado é o profissional que lida com questões de direito, não necessariamente processo, mas também análise e construção de contratos, intermediação de questões comerciais, enfim a pessoa capacitada que é a ponte entre o mundo jurídico e as questões sociais.
Assim como os médicos, há diversos ramos em que o advogado possa seguir: área criminal, direito de família, direito constitucional e na área de solução via métodos adequados de solução de conflitos – MASC’s. E por quê? Pelo simples fato que o advogado deve estar preparado para conter seus ânimos litigantes, como também saber qual mecanismo de resolução de disputas se adéqua a situação do seu cliente, afinal o advogado como primeiro "Juiz" da causa é que deverá dar o norte, seja para resolver via Judiciário, seja para a conciliação, mediação, arbitragem ou até mesmo a negociação.
Além da mudança cultura na própria vida do advogado e do seu escritório, deverá participar ativamente no mecanismo escolhido, trabalhando de forma precisa, defendendo sim o direito do seu cliente, mas sabendo quais os momentos e como agir, afinal ir para a mediação, por exemplo, já com a ideia de “não quero acordo” é uma ideia ultrapassada. Além, é claro, nos casos de métodos privados saber escolher qual é a câmara mais confiável, ou, até mesmo, o profissional que seja bom para o caso, transcendendo os interesses pessoais e elevando ao interesse da causa: este profissional/câmara realmente irá contribuir para resolver a situação?
Sabe-se que o advogado é peça chave para compreender as minúcias do ordenamento jurídico e mesmo em alguns casos em que a lei autorize a pessoa resolver seus casos sem o auxílio deste profissional não é uma atitude sábia não procurá-los. Afinal ele é o único que compreende não só a situação, mas quais consequências futuras poderão acontecer.

Por Centro de Mediadores
Fone JusBrasil Notícias

sábado, 6 de setembro de 2025

POR QUE MEU GATO ARRANHA TUDO?


Todo dono de gato faz esta pergunta ao se deparar com as marcas de unha no sofá ou no batente da porta. E a resposta é bastante simples: este é um comportamento natural dos gatos. Ao arranhar, os gatos renovam as unhas, se alongam, se exercitam, brincam, aliviam o estresse e marcam território.
Os sinais visuais e de olfato são facilmente detectados e reconhecidos por outros gatos. Mesmo que isto não nos agrade, não há como inibir este instinto. Mas nem tudo esta perdido.
Podemos desviar a atenção de móveis e objetos da mobília da casa para outros específicos aos gatos, que não afetarão a decoração e os utensílios domésticos. O objetivo não é acabar com o hábito de arranhar, mas sim oferecer locais e situações onde o gato possa exercer seus instintos sem causar estragos. O primeiro passo é tornar desagradável o local vítima das unhas felinas e ao mesmo tempo oferecer um local próprio como um arranhador para gatos.
Existe uma infinidade de modelos, do mais simples a verdadeiras obras de arte, mas a escolha fica a critério do estilo e vontade do dono. Para o gato, o que mais importa é ter o que arranhar. O arranhador deve ser colocado nos locais onde o gato passa a maior parte do tempo, onde ele costuma descansar ou brincar. Se puder, coloque em vários ambientes da casa, próximos as regiões mais destruídas. Estimule brincadeiras espalhando brinquedos pela redondeza e pendurando-os no arranhador. Borrife a essência da erva catnip no arranhador para atrair ainda mais o seu gato. Toda vez que o seu gato usar o arranhador, faça elogios e carinhos. Manter as unhas dos gatos sempre aparadas diminui o tempo que ele necessita para gastá-las e renová-las, assim ele se contentará com o arranhador e dificilmente procurará outros locais para arranhar.
Se mesmo assim ele se aproximar de um local desapropriado para arranhar, use o firme e sonoro NÃO. Não grite ou perca a calma. Leve-o ao arranhador e estimule o seu uso. Com paciência e persistência, rapidamente seu gato estará condicionado.
Por Fernanda Fragata
Fonte Exame.com

3 DICAS PARA LIDAR COM GATOS QUE FOGEM DE CASA

Seja apenas para um passeio ou com a intenção de acasalar, os gatos adoram passear sozinhos. Mas, às vezes, eles podem nunca mais voltar

Gatos que saem de casa sozinhos podem se perder, adquirir uma doença ou até sofrer algum acidente.  Mesmos os gatos que estão acostumados com as saídas diárias podem se perder ao seguir uma presa ou se assustarem com algum barulho ou animal. Para lidar com os fujões e evitar danos maiores, algumas medidas são bem vindas e muito eficazes. A lista de três maneiras de lidar com os gatos que fogem de casa.

1. Castrar o animal o torna mais caseiro
Castrar o animal  ainda se mostra um dos métodos mais eficazes para acalmar gatos que adoram sair de casa. Ao ser castrado, o gato fica mais tranquilo e tende a querer sair menos de casa. Fazendo isso quando os gatos ainda são pequenos, com até dois anos de idade, eles ficam mais caseiros, o que reduz a probabilidade de saírem de casa para acasalar ou brigar.
Segundo a Universidade da Califórnia, a castração é eficaz em até 90% dos gatos machos, pois, nesse procedimento, os testículos são retirados para não acontecer o acasalamento, e, dessa forma, o animal perde o hábito de marcar território, além de ficar menos agressivo.

2. Instale um chip de identificação
Outra opção é instalar um chip no animal. Apesar do custo um pouco maior, os chips possuem informações sobre o gato, que ajudam na hora de identificar um animal perdido. Além disso, as leis brasileiras impedem que qualquer animal que tenha um chip seja sacrificado.
A colocação do chip não é dolorosa.  Ele é introduzido com uma agulha e funciona como uma vacina; o gato sentirá apenas uma picada, que passa rapidamente e não deixa ardência ou irritação no local onde foi aplicado o aparelho. 

3. Tele a sua casa ou construa um gatil
As telas inclinadas impedem o gato de escalar o muro e fugir para a rua. Em casa, telar os muros pode ser uma tarefa difícil e, nesse caso, a alternativa é telar as janelas e acostumar os gatos a viverem dentro de casa. 
É necessário também tomar cuidado ao passar pelas portas, pois o gato é rápido e pode fugir pela porta. Instruir todos os moradores da casa a seguirem essa regra também é de grande importância.
O gatil é a versão felina do canil, e é um espaço reservado para o gato se exercitar e brincar. Essa alternativa estimula a independência desses animais, sem que eles corram perigo.

Fonte Linkanimal

GATOS NÃO SÃO AUTOSSUFICIENTES

 

Os gatos vão dominar as grandes cidades? Muito tem se falado sobre o índice Big Cat, um indicador de progresso dos países baseado na população de gatos nas residências. Pesquisadores constataram que quanto maior o número de casas com felinos numa região, maior o seu desenvolvimento, daí a criação do índice.
Nos últimos anos, o número de gatos nos lares brasileiros tem crescido muito. Em países como Estados Unidos, França e Alemanha, a população de gatos já é maior que a de cães. Segundo a Abinpet - Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação, em dez anos isso será uma realidade também no Brasil. Considera-se para isso o fato de os gatos se adaptarem melhor a pequenos espaços e a períodos maiores do dia sem o dono. São animais mais independentes que outros animais domésticos, como os cães. Essa característica é conhecida mesmo por quem nunca teve gatos. Mas, para quem pensa em ter um gato ou é dono de primeira viagem, atenção: gatos precisam de muitos cuidados. A alimentação deve ser adequada à idade, à raça e a características individuais. É preciso cuidados não só com qualidade, mas também com a quantidade.
São necessárias visitas periódicas ao veterinário, vacinação anual, vermifugação semestral e preventivo para pulgas mensalmente são obrigatórios, mesmo se o gato fica a maior parte do tempo ou na sua totalidade dentro de casa. A castração dos felinos antes da puberdade previne doenças do aparelho reprodutor e evita o desenvolvimento de comportamentos inadequados, como miados no meio da noite, demarcação de território com urina nos móveis e cantos da casa e acidentes como quedas de janelas e telhados na tentativa de sair para namorar. Doenças infecciosas como a FIV (imunodeficiência felina) e a FeLV (leucemia felina), ambas relacionadas a lesões por arranhadura e mordedura, frequentes nos cruzamentos e brigas por território, são evitadas mais facilmente em animais castrados. Alguns estudos mostram ainda que animais castrados têm uma maior expectativa de vida.
Outro cuidado importante é o estímulo para a prática de atividade física. Ela é essencial para uma vida saudável. O desafio aqui é não deixar que o gato se acomode à rotina de comer e dormir. A prevenção da obesidade melhora muito a qualidade de vida dos animais e diminui a incidência de suas consequências como diabetes, lipidose hepática, hipertensão, problemas articulares, doenças do trato urinário, problemas dermatológicos e constipação, entre outros. Mudanças simples como distanciar o pote de água, de comida, a cama e a caixa de areia uns dos outros, forçando pequenas caminhadas são bastante eficazes. Espalhar brinquedos pela casa e arranhadores com a erva conhecida como catnip (uma erva estimulante para gatos) também estimula o felino a se mexer. Brinquedos modernos com feixes de luz ou de laser que emitem sons distraem os gatos por bastante tempo. 
Os gatos são adoráveis, misteriosos, afetuosos e independentes. Porém, não são autossuficientes. Como outros animais de estimação, precisam de cuidados e carinho para uma vida saudável e feliz ao nosso lado.
Por Fernanda Fragata
Fonte Época Online

quarta-feira, 3 de setembro de 2025

5 COISAS QUE ACONTECEM QUANDO VOCÊ TORNA-SE EMOCIONALMENTE INTELIGENTE


A inteligência emocional, que é a capacidade de perceber emoções, bem como regular suas próprias emoções, não é um tipo de coisa que você tem ou não. Todos nós temos, mas às vezes ela precisa ser desenvolvida ao longo do tempo. Você aprende inteligência emocional da mesma forma que aprende a ler ou calcular. Quando você tornar-se emocionalmente inteligente, isto acontecerá:

1. Você se tornará mais autoconsciente
Somos todos um pouco autoconscientes. Faz parte de ser consciente. Mas a autoconsciência é levada a um novo patamar quando você se torna emocionalmente inteligente. Você não é apenas consciente, mas compreende a si mesmo e por que tem os sentimentos que tem. Você se torna uma pessoa mais completa.

2. Você gerenciará melhor sua vida
As pessoas com baixa inteligência emocional têm problemas para gerenciar suas vidas, porque são guiadas por pura emoção absoluta. Quando você se torna emocionalmente inteligente, aprende a verificar a sua bagagem e ser uma pessoa produtiva, guiada pela razão, não pelo coração.

3. Você se tornará um líder forte
Você não somente lida melhor consigo mesmo, mas lida melhor os outros também. Você pode ver o mundo de forma clara e, como resultado, se torna um excelente líder.

4. Você se tornará um empata
A inteligência emocional não é apenas sobre você, é sobre as pessoas ao seu redor também. Quando você aprende a compreender suas próprias emoções, aprende a compreender como outras pessoas se sentem. A empatia é programada em nossos cérebros. Parte do ser humano é compartilhar as experiências dos outros.

5. Suas habilidades sociais serão inigualáveis
Com uma maior empatia, sua capacidade de ler as pessoas e entender como se sentem desenvolve inúmeras qualidades de relacionamentos interpessoais. Você sabe exatamente o que dizer, quando dizer e como dizer. As pessoas recorrerão a você.

Traduzido pela equipe de O Segredo
Fonte Higher Perspectives

EU

terça-feira, 2 de setembro de 2025

COMO ATRAIR CLIENTES NA ADVOCACIA USANDO 4 ESTRATÉGIAS DE BAIXO CUSTO E ALTO IMPACTO


Conquistar um fluxo constante de clientes é um obstáculo que muitos advogados enfrentam em algum momento de suas carreiras. Embora existam muitas táticas que vão desde estratégias de desenvolvimento pessoal até o mais recente marketing jurídico digital. Restrições de tempo e orçamento podem dificultar o seu meio de campo. Aqui vão quatro dicas estratégias de baixo custo e alto impacto que ajudarão você a aproveitar o máximo cada situação.

1 - Cartões de visita
Nunca saia de casa sem o seu cartão de visita. Um erro comum cometido por muitos profissionais é não ter um cartão de visita quando ele é o mais necessário. É fácil lembrar-se de guardá-los quando você vai participar de um evento profissional ou social, mas há muitos cenários improvisados ​​no seu dia a dia que você pode desejar ter uma pilha de cartões no seu bolso. Então lembre-se, você nunca saberá quando poderá precisar até realmente precisar dele.

2 - Gerencie seus contatos com eficiência
Ao falar de cartões de visita, certifique-se de que você está efetivamente gerenciando os contatos que você faz. Não cometa o erro de pegar um cartão de visita ou um nome e esquecer detalhes importantes sobre a pessoa que você acabou de conhecer. Não se esqueça de anotar algumas palavras-chave e frases para refrescar sua memória. Isso também estabelece uma conexão pessoal e mostra que você se preocupa em fornecer pessoalidade em seus serviços.

3 - Todo mundo é um cliente em potencial
Pode nem sempre parecer, mas sua rotina diária coloca você em contato com uma infinidade de clientes em potencial. A interação mais rotineira e mundana pode colocá-lo em contato com alguém que precisa dos seus serviços, agora ou no futuro próximo. Por exemplo, digamos que você comece seu dia indo tomar um café. Porque não demonstrar ser amigável com todos a sua volta ao tomar o seu café? Cada pessoa que você conhece pode ser um cliente em potencial então lembre-se, disso!

4 - Ser digital
O bom e velho cartão de visita é uma das opções mais tradicionais e eficientes para filtrar as informações as quais devem ser dadas destaque. Mas você já ou viu falar de Cartão de Visita Digital ou Interativo? Essa é uma nova forma de disponibilizar todas as suas informações de forma fácil, eficiente, rápida e 100% ecológica. Tudo isso através do seu celular. Por ser online, existem várias possibilidades como direcionar para o seu site, redes sociais e até fornecer o mapa de seu escritório de advocacia. Tenha tudo sempre á mãos e coloque-se agora no caminho certo de seus clientes!
 Fonte Jurídica Marketing

VOCÊ É POUPADOR OU INVESTIDOR?

Os prazos e objetivos variam conforme o perfil: tudo depende do seu comportamento

Geralmente, vemos os termos “poupador” e “investidor” sendo usados como sinônimos – ou, pelo menos, como coisas muito parecidas. No entanto, há diferenças técnicas entre quem poupa e quem investe e você pode ser uma coisa ou outra – talvez as duas, se estiver com a disciplina financeira em dia.

Poupador: Planeja primeiro, compra depois
Tudo depende do seu comportamento. Quando pensa em comprar uma bicicleta nova e, em vez de parcelar a perder de vista no cartão de crédito, você vai juntando o dinheiro mês a mês antes de ir à loja? Esse é o traço fundamental do verdadeiro poupador: ele se planeja primeiro e gasta depois.
 “O poupador junta dinheiro pensando em utilizar o principal, não os rendimentos”, define Janser Rojo, planejador financeiro da Soma Invest. Neste caso, a reserva para aquela viagem ou para um conjunto de móveis novos é típica do poupador.

A primeira meta do poupador é evitar o parcelamento
A mira está no sonho de consumo e, por isso, o período de reserva não costuma ser maior que um ano. “Geralmente fica na poupança ou na conta corrente mesmo”, lembra Conrado Navarro, planejador financeiro e sócio do Dinheirama. No entanto, a opção da conta corrente não serve para todo mundo. “Quem não tem muito controle precisa separar o dinheiro do uso diário, senão vai embora.”
A maior preocupação do poupador deve ser, sempre, a manutenção do poder de compra. Além de procurar aplicações de renda fixa que tenham rendimento próximo da inflação, o poupador pode e deve continuar monitorando os preços do produto desejado. “É necessário acompanhar seu dia a dia. Só assim você garantir que está guardando seu dinheiro para ter pelo menos [o rendimento maior do que a] inflação no prazo em que você pretende realizar a compra.”

Investidor: Planeja, investe e volta a planejar
O investidor, por sua vez, está mais preocupado com os rendimentos da sua aplicação. “Essa pessoa está menos associada ao patrimônio material e é mais apegada à possibilidade de ter qualidade de vida e recursos em longo prazo”, sinaliza Navarro.
A previdência privada, por exemplo, é uma aplicação prática do investidor que guarda hoje e aposta no rendimento para recolher ganhos significativos lá na frente.

O que está em jogo é a rentabilidade e, justamente por isso, trata-se de uma modalidade de reserva um pouco mais complexa. Você terá de estudar os juros, as taxas de administração, os prazos e tudo mais.
“O investidor normalmente tem uma carteira de investimentos”, aponta Navarro. Neste sentido, você pode pensar em aplicações mais conservadoras para o curto prazo e as mais ousadas, como um fundo de ações, por exemplo, para o tiro mais longo.
Na hora de usufruir da rentabilidade, o investidor deve fazer mais uma rodada de planejamento

“Somos emocionais e imediatistas. É da nossa natureza”
Se você ainda não tem nenhuma reserva, ou só aquela para emergências, seu ponto de partida é o objetivo. Para quem ainda não está acostumado a ver dinheiro parado, é muito mais fácil ter algo na mira para prazos mais curtos. “Primeira meta é comprar coisas sem parcelamento”, explica Navarro.
Por isso, prefira começar vestindo a figura do poupador. “Quando você entende que é capaz de economizar pensando em algo e depois usufrui deste esforço, você entende o desafio”, comenta. “É uma etapa que todas as pessoas precisam passar.”
Tudo isso para deixar de lado uma faceta humana. “Somos emocionais e imediatistas. É da nossa natureza”, pontua o planejador financeiro.
No entanto, depois de dar o pontapé inicial, a melhor alternativa é manter três reservas independentes, com foco no curto, no médio e no longo prazo. Para Janser Rojo, da Soma Invest, o ideal é que os três recebam rigorosamente a mesma atenção – e os mesmos depósitos. “É necessário ter um equilíbrio entre aproveitar o presente e planejar o futuro.”
O centro das atenções deve estar na disciplina de aportes e de monitoramento. Acompanhar de perto suas aplicações garante que você esteja sempre observando a rentabilidade e os objetivos das aplicações. “Tem de estar sempre acompanhando e monitorando, para não perder dinheiro.”
Por Bárbara Ladeia
Fonte iG Economia