quarta-feira, 30 de julho de 2025
segunda-feira, 28 de julho de 2025
8 DICAS PARA CRIAR UM BOM PERFIL NO LINKEDIN
Manter informações
atualizadas, ter foto e recomendações são alguns dos pontos que melhoram o uso
da ferramenta
Há algum tempo o LinkedIn é a rede social
profissional mais utilizada entre aqueles que procuram novas oportunidades de
carreira, aumentar o network ou consumir informações relacionadas ao ambiente
corporativo e suas áreas de atuação. Com isso, a rede passou a ser uma
importante ferramenta de recrutamento e avaliação de candidatos, já que um perfil
pode revelar mais informações sobre o profissional do que um currículo clássico
de papel.
Justamente por isso, é preciso que a pessoa
utilize o site com cuidado, levando em consideração alguns pontos que podem
ajudá-la a aumentar ainda mais a sua visibilidade no LinkedIn e conseguir a
atenção de recrutadores ou novos contatos profissionais importantes para sua
carreira.
“Hoje, a gente já viu que a rede é muito
mais do que um site para procurar emprego. Essa é a quinta razão pela qual uma
pessoa está no LinkedIn. As pessoas usam mais para fazer contato profissional,
para consumir conteúdo ou seguir influenciadores”, observa Fernanda Brunsizian,
porta-voz do LinkedIn.
Para ajudar quem que quer fazer parte da
rede, o iG ouviu especialistas e criou uma lista com oito dicas de como montar
um perfil atraente no LinkedIn e aproveitar ao máximo a ferramenta. Confira:
1 - Preencha todo o
seu perfil
“Às vezes, a pessoa só coloca o nome ou
'estudante de administração'. Isso e nada é a mesma coisa. É como se ela não
estivesse no LinkedIn”, comenta a headhunter Eliane Figueiredo, da Projeto RH.
Quanto mais completo estiver o seu perfil,
melhor será a relevância da sua página no momento em que alguém estiver fazendo
uma busca pelo site. Utilize palavras chaves e termos conhecidos na sua área de
atuação, para que quando um outro profissional faça uma pesquisa que se alinhe
com suas características, você seja encontrado mais facilmente.
2 - Tenha uma foto
De acordo com Fernanda Brunsizian, um perfil
com foto é 14 vezes mais visto do que um perfil sem foto. “Quando alguém faz
uma busca e o seu perfil não tem foto, a pessoa geralmente nem entra. É uma
questão de credibilidade, de poder personalizar aquela informação que você tem.
Na hora em que você não vê a foto em uma rede social, as informações não ficam
tão palpáveis”, diz ela.
No entanto, é preciso lembrar que,
diferentemente do Facebook ou Google+, o LinkedIn é uma rede profissional. Por
isso, evite colocar fotos despojadas demais, a não ser que a sua área de
trabalho já seja mais informal.
3 – Faça novas conexões
- Conecte-se com profissionais interessantes para sua rede de contatos
As redes sociais são uma ótima ferramenta
para melhorar o seu network. Faça uma busca no LinkedIn por pessoas que já trabalharam
ou estudaram com você e comece a fazer novas conexões. Quanto mais pessoas você
tiver conectadas ao seu perfil, melhor será a sua visibilidade. O site
recomenda, porém, que o usuário não adicione pessoas totalmente desconhecidas. Como
a sua lista de contatos pode ser acessada por outras pessoas, adicionar alguém
desconhecido é correr o risco de ter em sua rede alguém que pode não ser um bom
profissional.
Para Rodrigo Miwa, sócio da Hound
Consultoria, voltada ao setor de recrutamento profissional, também é importante
que a pessoa mantenha contato com suas conexões. “É interessante retornar todas
as abordagens que receber. Se você não retornar, pode parecer desinteresse e
você não estará fazendo uso da rede”, diz.
4 - Peça recomendações
Muito visto por recrutadores, o site permite
que os seus contatos façam dois tipos de recomendações sobre você: em uma, as
pessoas endossam as suas habilidades e competências; na outra, elas podem
escrever um texto de recomendação mais completo. Nesta última, é importante que
o usuário peça para que seus contatos façam observações relevantes e que
ressaltem as suas qualidades, não o contrário. De qualquer maneira, ambos os
tipos de recomendações só serão publicados depois da aprovação do usuário.
5 - Customize a sua
URL
Ao criar uma conta no LinkedIn, você ganha
um link próprio para a sua página. É possível customizar este link, permitindo
que você substitua o código numérico por algo mais pessoal, como seu nome e
sobrenome. Desta maneira, além de ser um link mais apresentável do que um monte
de números quando for passar para alguém, também facilita que outras pessoas
cheguem até o seu perfil pela busca.
6 - Faça parte de
grupos e siga empresas e influenciadores
Para quem está no LinkedIn em busca de
conhecimento, é possível fazer parte de grupos de discussão sobre a área em que
atua ou assuntos de seu interesse. Nestes grupos, o usuário ou outros
profissionais podem compartilhar artigos ou até mesmo o seu próprio trabalho. Outra
possibilidade é a de seguir as informações postadas no perfil de empresas ou
dos chamados “influenciadores” – profissionais que são referência na área em
que atuam, como o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama.
7 - Veja as vagas
que o LinkedIn indica
Se você entrou no LinkedIn procurando por
uma nova oportunidade de trabalho, é interessante prestar atenção nas sugestões
de vagas que o próprio site faz na sua página. De acordo com Fernanda, a rede
conta com um mecanismo que cruza as informações das vagas de emprego publicadas
pelas empresas com as informações dos usuários. Desta maneira, o LinkedIn
sugere as oportunidades que tenham mais a ver com o seu perfil profissional. Além
disso, o profissional pode fazer a própria busca por vagas abertas no sistema.
8 - Mantenha o
perfil atualizado e ativo
Com várias ferramentas disponíveis e
diversas finalidades de uso, o seu perfil no LinkedIn só será útil se você conseguir
mantê-lo atualizado e usá-lo frequentemente. Da mesma maneira que você não
mandaria um currículo com informações de dez anos atrás para uma empresa,
manter a sua página desatualizada pode impedir que novas oportunidades cheguem
até você, ou que bons contatos profissionais lhe abordem. Ainda que não tenha
nenhuma informação nova para adicionar, tente acessar o seu perfil com uma certa
frequência, para manter-se informado ou verificar se há alguma nova mensagem ou
conexão esperando por aprovação.
Por Murilo Aguiar
Fonte iG Carreiras
domingo, 27 de julho de 2025
sábado, 26 de julho de 2025
quarta-feira, 23 de julho de 2025
TRABALHAR EM CASA VALE A PENA?
Trabalhar em casa não funciona igual para todo mundo, alerta especialista
Trabalhar em casa afeta sua produtividade?
Devido aos problemas de trânsito, custo e qualidade de vida, cada vez mais gente está optando por estratégias de home office para seus colaboradores. Porém, nem sempre isso é positivo, pois trabalhar em casa não funciona igual para todo mundo.
Para algumas pessoas, trabalhar de casa faz a produtividade cair, causa desânimo e fica difícil retomar o mesmo ritmo de quando trabalhavam no escritório.
É preciso ter perfil para trabalhar em casa. Esse perfil significa um conjunto de fatores, como o ambiente adequado. Será que sua casa possui uma mesa e cadeira confortáveis para o trabalho ou você usa a mesa da cozinha? A iluminação é adequada? Há muito barulho externo? A velocidade da internet é boa?
Outro exemplo é o ambiente familiar. Seus filhos precisam entender que apesar de estar em casa, você está trabalhando, não dá para dispensar a empregada e economizar ou trabalhar de pijama.
Além disso, existem pessoas que simplesmente precisam do ambiente da empresa para ser mais eficientes, que gostam de trabalhar em grupo, de ver movimento e de estar sempre do lado dos colaborares. Esses e outros fatores impactam bastante na sua produtividade em casa.
Por Priscila Zuini e Christian Barbosa
Fonte Exame.com
terça-feira, 22 de julho de 2025
O QUE É RANSOMWARE? É IMPORTANTE QUE OS ADVOGADOS E ADVOGADAS TENHAM CONHECIMENTO SOBRE ESTE ASSUNTO
Uma pergunta que vem sendo formulada em
vários lugares do país. O sequestro de dados é crime no Brasil? A resposta é
que o Código Penal Brasileiro estabelece no seu artigo 154-A que: “Invadir
dispositivo informático alheio, conectado ou não à rede de computadores, mediante
violação indevida de mecanismo de segurança e com o fim de obter, adulterar ou
destruir dados ou informações sem autorização expressa ou tácita do titular do
dispositivo ou instalar vulnerabilidades para obter vantagem ilícita: Pena –
detenção, de 3 (três) meses a 1 (um) ano, e multa”.
Portanto, a resposta é SIM!
Chama-se RANSOMWARE ou Ransom malware o
cibercrime de sequestro de dados, que pode afetar um país inteiro e é um
assunto que diz muito respeito aos advogados, advogadas e juristas em geral, pois
cada vez mais a prática se expande no Brasil e no mundo e todos precisam saber
como lidar e se defender do Ransmware, notadamente, os juristas.
O Ransomware é um cibercrime de sequestro de
dados que pode afetar um país inteiro e deveria ser tratado pela Câmara dos
Deputados e Senado Federal na modificação do artigo 154-A do Código Penal
Brasileiro, pois a pena é ínfima para um crime tão grandioso. Deveria pelo
menos o mencionado artigo ser apreciado e modificado para fixar a pena em grau ascendente
ao prejuízo causado pelo cibercriminoso.
Aquele conhecido sequestro de pessoas que
são aprisionadas para que os familiares sejam extorquidos a fornecerem dinheiro
aos bandidos para liberarem o sequestrado está fora do cardápio dos crimes das
quadrilhas bem estruturadas do Brasil em cibercrimes.
A grande novidade, que já se pode dizer que
se trata de tendência mundial, é sequestrar dados de grandes empresas, instituições
públicas e até hospitais pela internet.
Chama-se de ciberataque denominado
Ransonware, sendo “ransom” – o valor pago a título de resgate – e “ware”, que
advém de “malware” (software malicioso).
A prática deste crime ocorre com a
instalação de um programa em um sistema de informação que será responsável por
criptografar (tornar indecifrável) os dados ali existentes, deixando o poder de
acesso aos dados nas mãos de criminosos que geram uma chave, que só os eles têm
acesso.
Na posse da chave de acesso dos dados que, agora
estão inacessíveis, os cibercriminosos exigem resgates que podem chegar a
numerário milionário, sendo em reais ou em dólares, e só após receberem a soma
em dinheiro os bandidos liberam as informações.
O crime é praticado com a utilização de
links falsos, e-mails com arquivos maliciosos e até o acesso a determinados
sites para que os softwares sejam instalados no equipamento da vítima.
As informações são comprometidas sem que o
usuário tenha conhecimento do que está ocorrendo, já que todas as ações são
praticadas de forma abstrata para o usuário, silenciosamente, onde só é
possível perceber o ataque quando o acesso às informações já está comprometido
pelo "malware"(software malicioso).
Em regra, os ciberataques ocorrem contra
empresas, prefeituras e grandes instituições do Estado, no entanto, ninguém
está livre dos cibercriminosos, inclusive, escritórios de advocacia que poderão
ser alvos desses crimes com a intenção de obterem enormes lucros.
Esse crime já vem sendo praticado em outros
países, inclusive, nos Estados Unidos mais de 20 cidades sofreram ataques de Ransomware,
fazendo com que os principais sistemas ficassem inoperantes durante dias, fato
ocorrido recentemente, em abril de 2020.
Não se tem ideia do prejuízo que esses
ransomware podem causar aos Tribunais de Justiça dos Estados Brasileiros, inclusive
os Tribunais Superiores do país, bastando para tanto que consigam deixar
inativos os dados e processos pelo tempo necessário negociarem o resgate de
milhões de reais ou dólares? E caso não seja pago o resgate, assim como
acontece com as pessoas sequestradas, que são executadas, todos os dados
vinculados pela Tecnologia da Informação do Órgão serão destruídos, causando um
prejuízo incalculável.
Qualquer um de nós pode ter neste momento um
pop-up na tela do seu computador avisando sobre uma infecção por ransomware.
É importante saber que há diferentes formas
do ransomware, como você adquiri, qual a procedência, quem é o alvo e como
devemos agir para nos proteger contra esse crime.
Na década de 1980 já existia ransomware, no
entanto, a forma de resgate era diferente da atual, já que os pagamentos eram
exigidos através de envios pelos Correios, no entanto, atualmente os
cibercriminosos do ransomware determinam que os pagamentos sejam enviados via
criptomoeda ou cartão de crédito, demonstrando uma evolução até na forma de
receber o resgate criminoso.
O computador de qualquer usuário está
sujeito ao cibercrime, já que o ransomware ataca por diversas portas do seu
computador, infectando a sua máquina.
São várias formas de ataques, tais como: Spam
malicioso, enviado através de um e-mail não solicitado usado com a finalidade
de efetuar a entrega do malware, que ao abrir o seu computador aceita a entrada
do vírus criminoso.
Muitas pessoas são vítimas dos ransomware
por serem manipuladas pela forma como a mensagem é recebida, já que parecem
verdadeiras, com aparência legal e utilizando marcas legítimas e ainda, nomes
de pessoas com sobrenomes de parentes da vítima, o que faz a vítima dar
credibilidade ao Spam.
Muitas vezes os cibercriminosos utilizam
nomes de sites verídicos, como da Receita Federal, sites de Empresas Grandes
com propagandas interessantes e até de Cobranças indevidas, que a vítima
termina acessando ao site ou Spam, por ter alguma dívida e acha que a cobrança
é devida, muitas vezes com propostas interessantes de descontos para pagamentos,
daí, a vítima tem seu computador infectado.
São várias as formas de ransomware e algumas
delas são bem comuns, da menos prejudicial a extremamente prejudicial.
Em alguns casos você recebe informações de
sites de segurança, que na verdade são fraudadores que passam a bombardear seu
computador com mensagens "pop-up" exigindo que você pague determinado
valor para que as mensagens deixem de aportar no seu computador.
Em outros casos a sua tela é bloqueada e uma
mensagem é enviada a você informando que você cometeu alguma ilegalidade e que
deverá pagar uma multa, onde a mensagem parece vir de um site legal, como a
Receita Federal ou Órgão Fiscalizador, daí você termina pagando uma multa que
não existe.
E um dos casos mais graves são aqueles em
que seus arquivos são criptografados e você é obrigado a pagar o resgate dos
seus arquivos, o que nem sempre ocorre, mesmo que você pague o resgate, pois os
seus arquivos já foram destruídos.
Para se ter uma ideia de como agem de forma
inescrupulosa os cibercriminosos atente-se para o que ocorreu em 2007, quando o
WinLock inaugurou o surgimento de um novo tipo de ransomware que, em vez de
criptografar arquivos, bloqueavam as pessoas de usarem seus computadores. O
WinLock assumia a tela da vítima e exibia imagens pornográficas. Então, exigia
o pagamento através de um SMS pago para removê-los.
Conselhos: Se ainda não é vítima, tenha
muito cuidada ao acessar Spam, site sem credibilidade e aqueles que lhes são
verdadeiros, quando aparecerem para você, saia e entre novamente pelo seu
navegador. Se você acha que o site é suspeito, não arrisque acessar, o melhor é
prevenir, pois se for um ransomware lhe perseguindo, você não terá retorno
fácil. Faça sempre uma cópia dos seus arquivos importantes, lembrando que
atualmente você pode gravá-los nas nuvens. Não confie totalmente dos programas
que prometem proteção contra vírus cibernéticos.
Se for vítima, nunca pague o resgate, pois
você jamais estará livre de novas chantagens. Procure a Polícia Especializada
no assunto da sua cidade. Procure um profissional da tecnologia da informação
que possa lhe ajudar.
Por Sérgio Marcelino
Fonte Portal Justiça
REDAÇÃO LEVA AO SUCESSO OU AO FRACASSO NAS PROFISSÕES JURÍDICAS
No
Direito, a palavra escrita é o principal veículo de comunicação. Ninguém põe em
dúvida que este não é o único requisito para o sucesso, pois a oratória, expressão
corporal, apresentação pessoal, habilidade no trato com as pessoas e outras
formas de conduzir-se são essenciais.
Todavia,
no Brasil prepondera o processo escrito sobre o oral. Portanto, petições,
memoriais, recursos e outras peças são a forma de tentar convencer o julgador
do acerto da tese adotada. Transmitir o direito a quem o decide é uma arte que,
se não for bem utilizada, pode pôr a perder todo um trabalho.
Mas
a relevância da escrita não se resume a petições junto ao Poder Judiciário. Vai
muito além. Trabalhos acadêmicos serão examinados por um professor ou uma
banca. Cartas ofertando serviços serão avaliadas pela diretoria. Orientações a
clientes não podem suscitar dúvidas de interpretação. Decisões administrativas
ou judiciais necessitam levar ao interessado, com clareza, qual a sua situação
jurídica. E assim por diante, nas múltiplas situações que a riqueza da vida nos
proporciona.
No
entanto, ainda que isto seja óbvio, cada vez mais os estudantes e
profissionais, principalmente jovens, mas não só eles, têm dificuldades de
transmitir, de forma clara e correta, o que lhes passa na cabeça.
A
veiculação equivocada pode trazer consigo duas diferentes espécies de
dificuldades: erros gramaticais e redação incompreensível. Ambas, de formas
diferentes, prejudicam a exposição dos fatos.
Os
erros de português podem ser de pequena gravidade e em nada atrapalhar a
exposição dos fatos. Por exemplo, a nova redação, fruto do acordo Ortográfico
da Língua Portuguesa, ainda não foi absorvida pela maioria das pessoas.
Portanto, colocar idéia com acento agudo, já abolido, não dificultará o
entendimento de quem lê e, portanto, nenhum prejuízo causará.
Já
dirigir-se a um cliente com a construção: “Quero agradecê-lo pela confiança”
suscitará dúvidas sobre a competência do profissional e, eventualmente, poderá
até resultar na recusa de contratação. O verbo agradecer é transitivo indireto,
portanto o pronome deve ser lhe e não lo, usado com verbos transitivos diretos.
Muitas
vezes confunde-se há e a em expressões de tempo. Há com h indica passado, por
exemplo: “O réu há muito vinha praticando as infrações”. Para exprimir tempo
futuro, diz-se: “Ela, daqui a dois dias, devolverá a criança ao pai, como
combinado”.
Há
muitos erros no emprego da crase, que merecem atenção. Por exemplo, só pode ser
usada antes de palavras femininas. A conjunção que atrai o pronome se (p. ex.,
“é preciso que se apresentem amanhã” e não “é preciso que apresentem-se
amanhã...”).
O
particípio do verbo chegar é chegado e não chego, como muitas vezes se diz e se
escreve. Aonde só deve ser usado após verbos transitivos indiretos, que pedem a
preposição a; em outros casos usa-se onde.
Estas
falhas de redação, todavia, vêm recentemente sendo sobrepujadas por descrições
incompreensíveis, problema absolutamente diverso e até mais grave. Sim, mais
grave, porque o leitor simplesmente não entenderá o que está escrito.
O
que leva uma pessoa a transmitir de forma confusa as suas ideias?
Certamente,
não há um fator único. Uma pessoa filha de imigrantes provavelmente terá mais
dificuldades com o português, que poderá ser mais pobre em sinônimos e em
construção de frases. No passado, alguns eram criados falando o idioma de seus
pais (por exemplo, alemão) e só aprendiam o português quando entravam na
escola.
Outro
fator pode ser a falta de boas leituras. A era da tecnologia, com propostas
visuais muito mais atraentes, desestimula a leitura de livros, revistas ou
jornais impressos. É certo que uma pessoa que na infância usou seu tempo apenas
com vídeos ou jogos eletrônicos terá maior dificuldade de exteriorizar o que
pensa. E não só para escrever, mas também para falar.
Pode
haver também uma dificuldade de concatenação de ideias. Por vezes, o cérebro
não raciocina com uma sequência lógica e as pessoas expõem os assuntos que lhe
vêm à mente de forma desordenada. Isto é comum em petições que vão e voltam ao
mesmo assunto, repetindo-o inutilmente e cansando o leitor.
Este
tipo de dificuldade não é privativo de jovens estudantes. Alcança profissionais
já colocados no mercado de trabalho, por vezes com titulação acadêmica ou até
mesmo ocupando importantes posições profissionais.
Artigos
de doutrina, muitas vezes, têm uma escrita envolvida em tantas frases confusas,
em ordem indireta e com palavras em desuso, que não se sabe se o autor não
consegue ser claro ou se assim redige para mostrar erudição. O resultado será
sempre negativo, porque suas ideias não serão transmitidas simplesmente por não
serem compreendidas. Mesmo que os leitores não o revelem, temendo ser tidos por
ignorantes.
Petições
iniciais merecem cuidado. Uma boa técnica para evitar a escrita dispersa é
organizar as ideias em bloco. Por exemplo, primeiro descrever os fatos (quem,
quando e onde), sem detalhes inúteis. Só depois dar as razões de direito, aí
mencionando normas, doutrina e jurisprudência, estes só se o caso for complexo.
Finalmente, o pedido, que deve ser certo e determinado, pois a sentença
baseia-se nele (princípio da correlação).
Relatórios
de acórdãos, frequentemente, não informam qual a controvérsia. Por excesso de
trabalho, com certeza, muitas vezes limitam-se a copiar trechos da sentença e
não expõem ao leitor o que está sendo discutido. Por vezes, a própria ementa
não traduz o que se decidiu. Péssimo.
Que
fazer? A solução é simples: é preciso repensar a forma de comunicação escrita.
Para muitos, evidentemente, nada há a ser feito, redigem bem e só lhes resta
comemorar esta vantagem na competitiva vida profissional. Para os outros é
preciso mudar.
O
problema vem da base, evidentemente. No entanto, aqui não se tem a pretensão de
encontrar solução para todos os problemas do ensino no Brasil. O campo de
análise é mais restrito e menos pretensioso.
A
primeira medida deve partir do interessado, seja estudante de Direito ou um
profissional já com direito a vaga especial na garage, sob o título de idoso.
Quem quer se aprimorar não aguarda oferta, vai à procura.
Mas
aos que não têm tal poder de iniciativa, as Faculdades de Direito devem
propiciar aos seus estudantes cursos especiais ou suplementares de português e
redação. Professores especializados ensinarão técnicas de transmissão de
ideias, eliminando-se, por exemplo, palavras inúteis, frases desconexas e
redações confusas.
A
OAB poderia fornecer cursos específicos aos interessados, que poderiam ir além
da redação, incluindo também técnicas de estilo. Por exemplo, orientando a
evitar-se nas petições o excesso de negrito ou frases em vermelho, que dão à
peça aparência de baixa qualidade.
Tal
tipo de curso revela, inclusive, vícios de linguagem dos quais o autor não se
dá conta ou escrita incompreensível aos mais novos. Por exemplo, escrever
sempre na ordem indireta, o que dificulta a compreensão ou escrita totalmente
fora de época como “o ilustre representante do parquet” ou “nesse Egrégio
Areópago”.
Em
suma, estudar, seja qual for a idade ou a posição profissional ocupada, jamais
deve ser vergonha para ninguém. Ao contrário, revela grandeza. Por outro lado,
faculdades de Direito, instituições públicas, escritórios e demais
interessados, devem manter cada vez mais elevado o nível dos seus estudantes ou
profissionais, pois isto só fará crescer o seu conceito.
Por
Vladimir Passos de Freitas
Fonte
Consultor Jurídico
8 DICAS PARA TRANSFORMAR CARTÕES DE VISITA EM NETWORKING
Confira o que você deve
fazer para tornar seus contatos profissionais mais efetivos para a sua
carreira, segundo Caio Arnaes, da Robert Half
Manter uma pilha de cartões de visita na sua
mesa de trabalho não é sinônimo de networking. Colecionar estes pequenos pedaços
de cartolina não vai trazer benefícios para a sua carreira profissional a menos
que você saiba o que fazer com eles.
“Não é só ter cartões de visita, tem que
manter os contatos ativos”, diz Caio Arnaes, gerente sênior da Robert Half. Mas,
como transformar estes cartões em contatos de carreira mais efetivos? Confira
as dicas do especialista:
1 Foco e
planejamento são essenciais
A rede de contatos profissionais deve ser
criada tendo em vista o seu objetivo profissional. “O primeiro passo é construir
o networking em cima do mercado em que você atua ou que deseja atuar”, diz
Arnaes.
Deseja subir alguns degraus na sua carreira
dentro do mercado em que você já atua? Invista nos contatos dentro deste grupo
de atuação. Quer mudar de rumo na vida profissional? Aposte nos relacionamentos
com as pessoas que já estão inseridas no mercado que você está de olho.
“Foco resolve muita coisa”, lembra Arnaes. Por
isso planeje-se antes de fazer suas conexões para que elas estejam mais
alinhadas às suas metas.
2 Participe de
eventos regularmente
De que adianta ir a uma reunião, trocar um
monte de cartões, enfiá-los no bolso e nunca mais encontrar essas pessoas? “A
gente costuma falar que quem não é visto não é lembrado”, diz Arnaes.
O especialista recomenda que os
profissionais participem, com certa regularidade, de eventos do mercado em que
atuam. “Vá a jantares, reuniões e mantenha contato com essas pessoas”, diz ele.
3 Lembrar para ser
lembrado: crie vínculos
Conheceu uma pessoa que você considera um
contato importante pra sua carreira? Tente criar um vínculo com ela. “Encaminhe
uma notícia sobre o setor em que ela atua, diga que ao ler lembrou-se dela e
pergunte o que ela acha da reportagem”, sugere Arnaes.
Essa pessoa vai se sentir lembradas por você
e, de acordo como especialista, as chances de ela se lembrar de você quando
surgir alguma oportunidade ou algo relevante para a sua atividade profissional
aumentam.
Mas, cuidado! Envie mensagens
personalizadas, evite mandar um e-mail para dezenas de destinatários, porque
isso não vai causar uma boa impressão. “Há pessoas que exageram, mandam a mesma
mensagem para uma lista de 70 e-mails e isso não é bem visto e causa uma imagem
negativa”, diz.
Nestes moldes, a possibilidade desse e-mail
nem ser lido e acabar na pasta de lixo eletrônico é enorme, pense nisso, antes
de clicar no botão enviar.
4 Não aposte na sua rede apenas quando precisar
dela
Movimentação de mercado baseada em
networking é algo que acontece muito, diz Arnaes. “Conheço vários profissionais
que mudaram de posição a partir da rede de contatos”, diz ele.
Mas, a regra de ouro para fazer networking
do jeito certo e assim ter uma rede capaz de ajuda-lo a atingir seus objetivos é
mantê-la ativa mesmo quando não precisa dela. Do contrário, você pode ficar com
fama de interesseiro. “Não pode deixar para fazer networking apenas quando você
está de olho em novas oportunidades profissionais do mercado”, explica Arnaes.
A sua agenda de telefones deve ser construída
pouco a pouco, ao longo te toda a sua vida profissional. Não perca contato com
ex-chefes e colegas de trabalho, procure colegas de faculdade e de pós-graduação,
mande mensagens, use as redes sociais para encontrar essas pessoas.
5 Saia do mundo
virtual
“Se formos montar uma escala, o melhor é encontrar
pessoalmente, em segundo lugar vêm o contato telefônico e, por fim, mensagens
eletrônicas”, destaca Arnaes.
Redes sociais são ótimas ferramentas para
encontrar as pessoas, no entanto, levar estes contatos do ambiente virtual para
o real é importante. Um bate papo em um café é bem mais proveitoso do que uma
simples mensagem via LinkedIn.
6 Qualidade vale
mais do que quantidade
Mil conexões no LinkedIn impressionam quem
visitar o seu perfil. Mas, não significam muita coisa se não passarem de conexões
virtuais. É certo também que gerenciar mil contatos não tarefa das mais simples.
“Você não vai conseguir nem trabalhar”, diz Arnaes.
Uma rede mais enxuta pode ser muito mais
efetiva do que mil conexões inativas no seu perfil. É claro que ninguém está dizendo
para você não aceitar pedidos de conexão, mas não descuide dos contatos que
fazem mais sentido para o seu atual momento profissional.
“Dentro deste grupo de mil conexões, você deve
pensar com quais pessoas você deve manter um relacionamento mais próximo”,
aconselha Arnaes.
7 Organize seus
contatos
Encontrar um relatório no meio da bagunça de
uma mesa de trabalho pode ser uma tarefa hercúlea. Achar um contato importante
no meio de milhares de emails na sua caixa de entrada, dezenas de cartões de
visita empilhados ou em meio a milhares de conexões no LinkedIn também.
Por isso, priorize e organize seus contatos.
Crie subgrupos no LinkedIn para aqueles com os quais deseja manter um contato
mais próximo. Arrume os cartões de visita de modo que aqueles que considera
mais importantes fiquem mais visíveis. Crie subpastas no software de
gerenciamento de emails que você utiliza.
8 Crie uma rotina
Separar um determinado período de tempo para
visitar a sua rede de contatos é uma boa estratégia. “As pessoas têm a tendência
de procrastinar, estabelecer uma rotina evita isso”, diz Arnaes.
A frequência com que você deve parar para
checar como anda a sua rede de contatos é você quem vai estabelecer. “Vai
depender da intensidade e da quantidade de contatos”, lembra Arnaes.
Ao investir um tempo para esta atividade,
você pode perceber que está há mais seis meses sem conversar com um ex-colega e
descobrir que hoje ele está trabalhando na empresa dos seus sonhos. Que tal
ligar para ele e marcar um café?
Por Camila Pati
Fonte Exame.com
EM BUSCA DE EMPREGO? CONFIRA 6 ERROS QUE VOCÊ NÃO PODE COMETER NO CURRÍCULO
Problemas na
gramática podem ser muito mais graves do que a falta de experiência para os
recrutadores; fotos inadequadas também atrapalham
Cometer erros de português na hora de
elaborar um currículo pode ser mais prejudicial para sua contratação do que a
falta de experiência na área, por exemplo. Pelo menos, é o que diz uma pesquisa
realizada pela Catho, que mostrou que 34% dos candidatos são eliminados por
problemas na gramática. Mas esse está longe de ser o único equívoco cometido
por quem está em busca de uma oportunidade no mercado de trabalho.
Demonstrar falta de
foco e cuidado ao elaborar um currículo é um dos maiores problemas dos
candidatos, afirmam os recrutadores
Pode parecer um assunto batido, mas elaborar
um currículo sempre gera dúvidas. Seja você um profissional experiente ou
marinheiro de primeira viagem, há sempre um dilema quanto ao que colocar e como
causar uma boa impressão.
“Em um cenário de grande concorrência, o
número de candidaturas para vagas está cada vez maior. Se queimar no primeiro
contato por conta de erros de gramática não é perder uma oportunidade de
entrevista, e sim, várias. O currículo deve receber muita atenção antes de ser
enviado ao mercado”, recomenda a gerente da Catho, Bianca Machado.
Por mais que as intenções do candidato ao
elaborar um currículo sejam as melhores, é comum não saber se colocar uma foto
ou exaltar características pessoais são informações relevantes e bem vistas aos
olhos dos empregadores.
Com base nas dicas de especialistas em
recrutamento, o Brasil Econômico listou os maiores erros no currículo cometidos
na hora de elaborar um currículo e que podem estar te atrapalhando na busca por
um emprego.
1. Erros de
gramática
Não adianta preencher todos os pré-requisitos,
como graduação, cursos de especialização e experiência na área, se na hora de
elaborar o currículo o candidato cometer erros básicos de português.
Não usar a norma culta da língua também é
outro fator que contribui com uma impressão negativa por parte do recrutador. O
mesmo vale para problemas de digitação. Por isso, é imprescindível que o
candidato faça uma revisão em todo o conteúdo do currículo - e não apenas
confie no corretor ortográfico do Word - antes de compartilhar o documento com
as empresas.
2. Tamanho exagerado
É importante ter em mente que, dependendo da
vaga que você vai se inscrever, a concorrência pode ser enorme. Ainda segundo o
levantamento da Catho, um recrutador recebe uma média de 30 a 50 currículos por
vaga, desses, 5 a 10 candidatos chegam a participar de uma entrevista com o
recrutador. Currículos muito longos e prolixos só dificultam a localização de
informações importantes.
Além disso, fazer um currículo com mais de
uma página, principalmente quando o cargo que está sendo disputado é destinado
a um perfil júnior (que não se espera tanta experiência e informações do
profissional) só aumenta as chances de o documento ser descartado.
3. Nada de se gabar
Ambicioso, perfeccionista, dinâmico, dedicado,
essas e outras características pessoais, muitas vezes, não convencem o
recrutador. Colocar menções elogiosas no currículo pode parecer arrogante ou
até falso.
Se o objetivo é destacar suas
características, busque fazer isso ao priorizar informações objetivas, tais
como experiência, resultados alcançados e projetos liderados. Aproveite o
momento de contato da entrevista para potencializar as habilidades
profissionais.
4. Informações pessoais desatualizadas
Pode parecer que não, mas no ranking
levantado pela Catho sobre os itens que não devem ser colocados no currículo de
jeito nenhum, dados de contatos desatualizados ficam em primeiro lugar em
disparada, segundo uma pesquisa feita com mais de 400 recrutadores. 74% deles elegeu esse como o principal erro.
“Por mais simples que pareça, é muito comum
o recrutador receber currículos com número de telefone e e-mail desatualizados.
Facilmente esse currículo é descartado, diminuindo as chances desse candidato
de participar do processo seletivo e, consequentemente, de ser contratado”, diz
Machado.
Ocupando a área mais nobre do currículo, o
cabeçalho com os dados pessoais do candidato ocupa a base superior do documento
e contém os principais meios de contato entre o recrutador e o profissional. Mesmo
que pareça óbvio, é muito comum o entrevistador receber documentos com e-mail, endereço
e número de telefone desatualizados.
5. Fotos inadequadas
Uma grande dúvida na hora de enviar o
currículo é: colocar ou não uma foto? Bem, a resposta é simples. Se a empresa
não solicitou o envio, não colocar é a melhor opção, afinal de contas, o
objetivo do documento é destacar as qualificações profissionais do candidato.
“Apesar de não ser tão comum, às vezes é
interessante ter a foto. Se a ideia do candidato é associar sua imagem com o
perfil profissional que ele construiu, como quem quer colocar uma marca ao seu
currículo, pode ser uma boa ideia colocar foto”, diz Gabriel Tortejada, candidate
experience manager da Revelo, empresa que
intermedia processos de recrutamento e seleção para várias profissões.
Algumas áreas em específico veem como
diferencial o uso da foto. Nesses casos, dê preferência a fotos sóbrias, em
formato 3x4, com fundo neutro. E claro, em boa qualidade.
6. Falta de foco
A dificuldade para encontrar um emprego pode
fazer com que o candidato aposte em diversas áreas de atuação para tentar uma
oportunidade. Para economizar tempo, as pessoas costumam elaborar um currículo
e disparar para várias empresas. O problema disso é que o documento acaba
ficando sem foco e o campo "objetivo", muito genérico.
"O recrutador quer que a pessoa
demonstre interesse na empresa dele. Por isso, o ideal é o que o campo 'objetivo'
seja focado em uma área específica. Se o candidato é da área financeira, mas
quer tentar vagas de tesoureiro e analista,
é preciso fazer dois currículos diferentes", afirma Tortejada.
"Quanto mais abrangente forem as informações, maior é a impressão de que o
candidato não está focado", finaliza.
Fonte Economia - iG
segunda-feira, 21 de julho de 2025
COMO AS MULHERES PREJUDICAM AS PRÓPRIAS CARREIRAS
Após vasculhar mais de mil avaliações compreensivas de desempenho nos últimos anos, descobrimos, por ampla margem, que a maior crítica masculina a respeito de colegas do sexo feminino é que elas parecem ter pouca autoconfiança.
Nosso instinto diz que isso pode ser, em parte, uma questão de percepção – observamos que os homens às vezes interpretam mal a inclinação feminina em dividir créditos como um indicador de falta de confiança. Ainda assim, algumas pesquisas sugerem que as mulheres realmente sentem menos segurança no trabalho do que seus colegas masculinos. Por exemplo, um estudo do Institute of Leadership & Management, na Inglaterra, revelou que os homens eram mais confiantes em todas as faixas etárias, com 70 por cento deles tendo níveis altos ou muito altos de autoconfiança – frente a 50 por cento das mulheres entrevistadas.
Analisando os resultados de entrevistas que conduzimos no curso de nossos treinamentos profissionais e voltando aos relatórios compreensivos, chegamos aos quatro comportamentos mais comuns de baixa autoconfiança citados por gerentes (de ambos os sexos):
Excesso de modéstia
Os homens são geralmente mais inclinados a assumir publicamente o crédito por seus sucessos. As mulheres acreditam que suas realizações falam por si mesmas e se esforçam menos para garantir o recebimento da estrela dourada.
Deixar de pedir
Mulheres muitas vezes deixam de ser promovidas por não se mostrar. Pode parecer arriscado se impor e pedir por um grande projeto, mas não existe outra maneira de caminhar adiante.
Misturar-se
Algumas mulheres percorrem longos caminhos para evitar a atenção. Elas não querem se destacar – em reuniões, no espaço de convivência ou até mesmo no elevador. Mas misturar-se significa perder oportunidades – todos os dias – de vender suas ideias.
Permanecer em silêncio
Não é fácil ganhar a palavra durante reuniões, especialmente quando seis de seus colegas estão brigando por um espaço. Mas não se expressar quando você tem algo relevante para acrescentar é uma chance perdida de entrar no jogo e avançar com sua carreira.
Para as mulheres, criar maior impulsão na carreira não significa apenas agregar habilidades da função, mas também alterar os pensamentos e comportamentos do dia a dia. Geralmente não são necessárias grandes mudanças – pequenos ajustes em como você pensa e age podem aprimorar não só a autoconfiança que você parece ter, mas a confiança que você realmente tem.
Por hbr.org
Fonte MSN - The New York Times
SEUS CONTATOS AJUDAM OU ATRAPALHAM A CARREIRA? SAIBA FAZER BEM O NETWORKING
Um
estudo da Universidade Columbia de Nova York mostrou que com quem você se
relaciona na internet pode ajudar em movimentos sociais, os ambientes que cada
profissional frequenta, como academia de ginástica, restaurantes, cursos,
grupos de negócios, festas de lançamentos de produtos em empresas etc.
Segundo
a pesquisa, as pessoas são mais influenciadas por amigos que já conhecem e
pelos amigos dos amigos do que por amigos que não dividem o mesmo círculo
social.
Isso
quer dizer que, dependendo do ambiente que circula, você pode ter acesso a mais
oportunidades que outras pessoas.
Até
aí, sem novidades. Desde que o mundo é mundo, todos sabem que as conexões e
amizades são cruciais para crescermos na vida.
Isso
não significa, porém, que deva adicionar e se conectar com qualquer
profissional que julga ser conveniente para sua escalada social. O despreparo e
oportunismo arranham sua reputação perante o mercado.
Sua
reputação é seu ativo mais valioso, seja no campo profissional ou no pessoal,
portanto, desenvolva relacionamentos duradouros e verdadeiros.
Networking não é amizade
Observa-se
em alguns profissionais que amizades e a troca de "gentilezas
corporativas" está sendo mal interpretada. A premissa básica do networking
é a de uma relação puramente profissional, não tem nada a ver com amizade.
Estamos
cercados de profissionais que acionam sua rede de contatos somente quando ficam
desempregados.
Não
é assim que se ativa suas conexões. O processo é cíclico: deve-se começar aos
poucos, dar e receber. Depois, usar o próprio crescimento para expandir seus
contatos à medida que for tendo sucesso.
Trate,
portanto, de causar a melhor primeira impressão que puder, mostre que se
importa com os outros e trabalhe para construir uma boa imagem. Assim, todo
mundo vai querer entrar na sua rede.
O
fato é que, na vida, estamos todos no mesmo barco e tudo o que se consegue é
com a ajuda das pessoas. É inteligente, portanto, se empenhar na construção de
relacionamentos benéficos. Relacionamento se faz em casa, na família, no
trabalho, na comunidade, em toda parte.
Se
você está cultivando bons relacionamentos, continue. Se não está, comece
imediatamente. Para receber, é preciso dar. A vida tem suas estações, assim
como você! Seja prudente e mantenha o foco na qualidade, não na quantidade de
relacionamentos.
O
bom profissional faz a diferença e brilha, não porque está sendo observado
pelos outros, mas porque se observa o tempo todo.
É
importante reparar que o meio em que vive o influencia. E no seu caso: o que
tem o influenciado na construção dos seus relacionamentos?
Por
Daniela do Lago
Fonte
UOL Economia
sábado, 19 de julho de 2025
sexta-feira, 18 de julho de 2025
quinta-feira, 17 de julho de 2025
terça-feira, 15 de julho de 2025
domingo, 13 de julho de 2025
VALORIZE AQUILO QUE VOCÊ JÁ TEM
Eis
um dos grandes segredos para viver uma vida mais plena de sentido e de
propósitos, capaz de proporcionar diversos benefícios, inclusive em sua vida
financeira: valorizar aquilo que você já tem. Muitas pessoas, na ânsia de
querer ostentar mais status e impressionar mais outras pessoas (que muitas
vezes não conhecem), acabam consumindo além do que seu salário permite e, nesse
círculo vicioso de gastos e consumismo, acabam adoecendo e trabalhando mais do
que podem (e do que sua saúde permite).
Pior,
ficam frustradas quando não conseguem comprar o objeto de desejo, com
consequências negativas não só para seu bolso, como também para sua mente e
autoestima. São pessoas que, aos poucos, vão ficando cada vez mais
insatisfeitas com a vida, mais irritadas, nervosas, frustradas e estressadas.
Não saber valorizar aquilo que você já tem te impede de desfrutar das boas
coisas que a vida já lhe proporcionou até o presente momento.
Porque
se você acha que a vida é ruim, que mereceria um chefe melhor, que o carro que
deixou de comprar na promoção era a melhor opção, tente ir até o hospital mais
próximo e peça autorização para visitar a Unidade de Terapia Intensiva. O
exemplo é propositalmente forte, porque o tema merece reflexão. E a reflexão é,
até certo ponto, bastante óbvia: o sentido da vida não é preenchido apenas
pelas expectativas futuras que você tem em relação a certos bens, interesses ou
valores, mas também – e eu diria até, principalmente – por tudo aquilo que você
construiu ao longo de sua vida e que tem no presente momento.
Uma
TV nova é importante? Depende. Depende se a TV que você já tem é boa, funciona
e é suficiente para assistir os programas que gosta de assistir. Talvez você se
veja tentado a substituir a atual TV apenas porque a nova TV “está na promoção”
e tem mil e uma utilidades, como saída HDMI, entrada USB, resolução de não sei
quantos pixels e etc. Será que essas novas funções realmente são necessárias
para você ou são “necessidades” criadas pelo pessoal de marketing? Sua TV pode
não ser a melhor, nem impressionar tanto as visitas que chegam para jantar, mas
e daí? Como dizem os americanos, “who cares” (quem sem importa)?
E
aquele gadget que você tanto sonha em comprar? O fato de ele vir com retina
display, WiFi, GPS, 4G, Bluetooth, memória de 64 GB etc. não pode, sozinho,
servir de fundamento para compra quando o smartphone que você já tem é mais do
que suficiente para cobrir as suas necessidades básicas de mobilidade e
produtividade. Pode não ser de última geração, mas e daí? Quem se importa?
Comprar
um carro novo é útil quando os custos de manutenção do atual superam os
benefícios que você teria em mantê-lo rodando com você. Até aí, ok. Mas comprar
um carro novo só porque surgiu a oportunidade de fazer um “grande negócio” pode
esconder um grande perigo. Isso implicará em gastos extras com esse novo
automóvel, muitas vezes inexistentes no carro que você já tem, tais como
franquia mais cara de seguro, aquisição de novos opcionais, novas taxas e
impostos e por aí vai. Fora a eventual dificuldade de vender o atual.
A
lição por trás desses exemplos é muito simples: analise aquilo que está ao seu
redor e procure extrair a virtude das coisas que você já possui. Não dê aos
bens materiais – sejam eles quais forem – valor maior do que realmente merecem.
Não fique reclamando da vida ou esquentando a cabeça por causa de brigas e
discussões que tiveram como motivo coisas materiais (preço de produtos no
supermercado, nas lojas dos shopping, no comércio) ou mesmo dinheiro.
Valorizar
aquilo que você já tem lhe permitirá desfrutar ao máximo cada bem que você já
adquiriu, maximizando sua utilidade ao mesmo tempo em que fará você focar sua
energia mental, criatividade e comportamento nas áreas de sua vida que
realmente importam e que merecem sua atenção: sua saúde, seus relacionamentos,
sua espiritualidade, sua família, seus sonhos, suas metas e seus propósitos.
Agindo assim, você chegará, muitas vezes, à surpreendente conclusão de que
aquilo que você não tem não faria mesmo falta alguma.
Fonte
Valores Reais
sábado, 12 de julho de 2025
quinta-feira, 10 de julho de 2025
COMO CAPTAR CLIENTES NA ADVOCACIA EM 5 DICAS EXCLUSIVAS
Muitos são os
desafios enfrentados pelos profissionais para captar clientes na advocacia com
intuito de tornar a banca mais lucrativa a médio e longo prazos
Muitos são os desafios enfrentados pelos
profissionais para captar clientes na advocacia. Isso se deve por conta do aumento
da competitividade no mercado jurídico durante a última década. Além disso, não
podemos esquecer das limitações legais impostas pelo Código de Ética da OAB.
O cenário pode parecer desfavorável. Porém, com
o avanço da internet, os escritórios de advocacia de pequeno e médio portes
passaram a se sentir cada vez menos intimidados diante da concorrência. Eles
passaram a competir de igual para igual com players maiores. Para lidar com o
expressivo crescimento do número de advogados no Brasil, muitas bancas passaram
a investir em ideias diferenciadas para destacar a marca de forma ética.
As principais iniciativas adotadas pelos
escritórios de sucesso para conseguir captar clientes na advocacia combinam
três fatores:
• Atendimento de qualidade;
• Adoção de estratégias eficientes de
marketing jurídico;
• E a construção de uma promissora rede de
relacionamentos. Todos esses fatores ajudam o escritório a ampliar a carteira
de clientes e otimizá-la, aumentando a lucratividade.
Por isso é cada vez mais estratégico
gerenciar adequadamente o relacionamento com os clientes por meio do uso de um
software jurídico. A modernização na gestão do escritório de advocacia é
considerada uma boa prática a ser adotada. A partir da utilização de
ferramentas tecnológicas, a atuação jurídica dos profissionais se torna ainda
mais eficaz. Características que proporcionam um melhor atendimento aos atuais
clientes e, por consequência, aumentam as chances de captar clientes na
advocacia.
5 dicas para captar
clientes na advocacia
Mesmo com as restrições impostas aos
profissionais no que se refere ao uso da publicidade para captar clientes na
advocacia, não é de hoje que o Marketing Jurídico vem sendo explorado no setor.
O uso de técnicas para fidelizar e conquistar novos clientes está ganhando cada
vez mais força. Principalmente pelo fato de que 45% da população brasileira
está conectada à internet. Países como a China, por exemplo, já usam
aplicativos para conectar clientes e advogados com a ajuda de dispositivos
eletrônicos — uma espécie de Uber jurídico para captar clientes na advocacia. Apesar
dessa ser uma realidade distante para os advogados brasileiros, alguns
escritórios perceberam os benefícios de aumentar a presença online. É o caso do
escritório Koetz Advocacia.
Construa
uma imagem positiva do escritório no ambiente digital
Para conquistar uma presença digital
relevante, é necessário investir em ações de marketing jurídico no dia a dia da
banca. Algumas estratégias já podem ser colocadas em prática, inclusive com
pouca verba. Ao criar e manter um blog para o seu escritório, as pessoas passam
a localizar os seus serviços pela internet com mais facilidade. Afinal, milhares
de pessoas pesquisam no Google por soluções para seus problemas, sejam eles
jurídicos ou não.
Estar bem posicionado na plataforma pode
impulsionar o seu negócio, auxiliando na captação de clientes na advocacia com
baixo investimento. Saiba como posicionar melhor o seu site no Google e conheça
os benefícios dessa prática para captar clientes na advocacia. Além de apoiar
na prospecção de clientes com ética, a iniciativa ajuda a fortalecer a marca do
escritório e ampliar o relacionamento com atuais clientes.
Invista em
networking com clientes e parceiros estratégicos
A forma mais eficaz de captar clientes na
advocacia ainda é a publicidade "boca a boca". Por isso, promover o
networking com os que usam e são parceiros do seu negócio pode contribuir para
o crescimento sustentável da banca a longo prazo. É fundamental incentivar a
gestão eficaz do escritório. Essa iniciativa contribui para que gestores e
profissionais tenham visão mais estratégica da sua carteira de clientes.
Ao conhecer com profundidade os atuais
usuários do escritório, é possível identificar a área de atuação e os trabalhos
mais buscados. Também é possível ver novas demandas jurídicas que estão
surgindo e que podem ser atendidas. Uma gestão de clientes bem feita impacta no
aumento da receita do escritório de advocacia. Isso porque, ao garantir a
satisfação deles, as chances da banca ser recomendada à outras pessoas são
maiores. Além disso, a indicação feita por clientes satisfeitos aumenta a
credibilidade da banca. Como resultado, o seu escritório conquista uma ampla
rede de relacionamentos.
Busque se
diferenciar da concorrência
Em um mercado cada vez mais concorrido, é
importante ter diferenciais nos serviços prestados aos seus atuais clientes. Afinal,
já são mais de 1 milhão de advogados atuantes no Brasil. Investir na ampliação
da rede de relacionamentos pode fazer com que a banca seja recomendada por
parceiros estratégicos e, consequentemente, consiga captar clientes na
advocacia. Além de proporcionar um atendimento de qualidade, os profissionais
precisam ainda marcar presença em eventos e reuniões para promover a sua marca.
Modernize a prática
jurídica do escritório
Investir em ferramentas tecnológicas para
promover uma gestão eficaz do escritório é alternativa para quem deseja
modernizar a prática jurídica. A partir da adoção de um software jurídico que
opera na nuvem, é possível fazer o registro e o acompanhamento de atendimentos
e processos, gestão de tarefas e compromissos, entre outras atividades
relacionadas aos atendimentos.
Além disso, com o uso deste recurso, os
gestores conseguem gerenciar as informações de todas as áreas do escritório de
forma integrada, e acessá-las por meio de qualquer dispositivo móvel conectado
à internet. A tecnologia permite ainda que o profissional tenha uma agenda
jurídica organizada, capaz de proporcionar a integração entre as atividades do
escritório e os compromissos pessoais, o que garante uma atuação mais
profissionalizada.
Incentive uma gestão
de escritório de advocacia estratégica
Integrar todas as iniciativas apontadas
garante uma gestão de escritório de advocacia mais estratégica. Ao modernizar
as principais rotinas administrativas e operacionais da banca torna-se viável a
adoção de iniciativas inovadoras para captar clientes na advocacia sem que isso
impacte na qualidade dos atendimentos prestados.
A informatização dos escritórios de
advocacia é primordial para tornar a rotina dos profissionais mais eficaz e
produtiva, influenciando positivamente na prestação do serviço jurídico de
forma estratégica e com qualidade diferenciada.
Fonte Migalhas
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