segunda-feira, 28 de julho de 2025

8 DICAS PARA CRIAR UM BOM PERFIL NO LINKEDIN

Manter informações atualizadas, ter foto e recomendações são alguns dos pontos que melhoram o uso da ferramenta

Há algum tempo o LinkedIn é a rede social profissional mais utilizada entre aqueles que procuram novas oportunidades de carreira, aumentar o network ou consumir informações relacionadas ao ambiente corporativo e suas áreas de atuação. Com isso, a rede passou a ser uma importante ferramenta de recrutamento e avaliação de candidatos, já que um perfil pode revelar mais informações sobre o profissional do que um currículo clássico de papel.
Justamente por isso, é preciso que a pessoa utilize o site com cuidado, levando em consideração alguns pontos que podem ajudá-la a aumentar ainda mais a sua visibilidade no LinkedIn e conseguir a atenção de recrutadores ou novos contatos profissionais importantes para sua carreira.
“Hoje, a gente já viu que a rede é muito mais do que um site para procurar emprego. Essa é a quinta razão pela qual uma pessoa está no LinkedIn. As pessoas usam mais para fazer contato profissional, para consumir conteúdo ou seguir influenciadores”, observa Fernanda Brunsizian, porta-voz do LinkedIn.
Para ajudar quem que quer fazer parte da rede, o iG ouviu especialistas e criou uma lista com oito dicas de como montar um perfil atraente no LinkedIn e aproveitar ao máximo a ferramenta. Confira:

1 - Preencha todo o seu perfil
“Às vezes, a pessoa só coloca o nome ou 'estudante de administração'. Isso e nada é a mesma coisa. É como se ela não estivesse no LinkedIn”, comenta a headhunter Eliane Figueiredo, da Projeto RH.
Quanto mais completo estiver o seu perfil, melhor será a relevância da sua página no momento em que alguém estiver fazendo uma busca pelo site. Utilize palavras chaves e termos conhecidos na sua área de atuação, para que quando um outro profissional faça uma pesquisa que se alinhe com suas características, você seja encontrado mais facilmente.

2 - Tenha uma foto
De acordo com Fernanda Brunsizian, um perfil com foto é 14 vezes mais visto do que um perfil sem foto. “Quando alguém faz uma busca e o seu perfil não tem foto, a pessoa geralmente nem entra. É uma questão de credibilidade, de poder personalizar aquela informação que você tem. Na hora em que você não vê a foto em uma rede social, as informações não ficam tão palpáveis”, diz ela.
No entanto, é preciso lembrar que, diferentemente do Facebook ou Google+, o LinkedIn é uma rede profissional. Por isso, evite colocar fotos despojadas demais, a não ser que a sua área de trabalho já seja mais informal.

3 – Faça novas conexões - Conecte-se com profissionais interessantes para sua rede de contatos
As redes sociais são uma ótima ferramenta para melhorar o seu network. Faça uma busca no LinkedIn por pessoas que já trabalharam ou estudaram com você e comece a fazer novas conexões. Quanto mais pessoas você tiver conectadas ao seu perfil, melhor será a sua visibilidade. O site recomenda, porém, que o usuário não adicione pessoas totalmente desconhecidas. Como a sua lista de contatos pode ser acessada por outras pessoas, adicionar alguém desconhecido é correr o risco de ter em sua rede alguém que pode não ser um bom profissional.
Para Rodrigo Miwa, sócio da Hound Consultoria, voltada ao setor de recrutamento profissional, também é importante que a pessoa mantenha contato com suas conexões. “É interessante retornar todas as abordagens que receber. Se você não retornar, pode parecer desinteresse e você não estará fazendo uso da rede”, diz.

4 - Peça recomendações
Muito visto por recrutadores, o site permite que os seus contatos façam dois tipos de recomendações sobre você: em uma, as pessoas endossam as suas habilidades e competências; na outra, elas podem escrever um texto de recomendação mais completo. Nesta última, é importante que o usuário peça para que seus contatos façam observações relevantes e que ressaltem as suas qualidades, não o contrário. De qualquer maneira, ambos os tipos de recomendações só serão publicados depois da aprovação do usuário.

5 - Customize a sua URL
Ao criar uma conta no LinkedIn, você ganha um link próprio para a sua página. É possível customizar este link, permitindo que você substitua o código numérico por algo mais pessoal, como seu nome e sobrenome. Desta maneira, além de ser um link mais apresentável do que um monte de números quando for passar para alguém, também facilita que outras pessoas cheguem até o seu perfil pela busca.

6 - Faça parte de grupos e siga empresas e influenciadores
Para quem está no LinkedIn em busca de conhecimento, é possível fazer parte de grupos de discussão sobre a área em que atua ou assuntos de seu interesse. Nestes grupos, o usuário ou outros profissionais podem compartilhar artigos ou até mesmo o seu próprio trabalho. Outra possibilidade é a de seguir as informações postadas no perfil de empresas ou dos chamados “influenciadores” – profissionais que são referência na área em que atuam, como o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama.

7 - Veja as vagas que o LinkedIn indica
Se você entrou no LinkedIn procurando por uma nova oportunidade de trabalho, é interessante prestar atenção nas sugestões de vagas que o próprio site faz na sua página. De acordo com Fernanda, a rede conta com um mecanismo que cruza as informações das vagas de emprego publicadas pelas empresas com as informações dos usuários. Desta maneira, o LinkedIn sugere as oportunidades que tenham mais a ver com o seu perfil profissional. Além disso, o profissional pode fazer a própria busca por vagas abertas no sistema.

8 - Mantenha o perfil atualizado e ativo
Com várias ferramentas disponíveis e diversas finalidades de uso, o seu perfil no LinkedIn só será útil se você conseguir mantê-lo atualizado e usá-lo frequentemente. Da mesma maneira que você não mandaria um currículo com informações de dez anos atrás para uma empresa, manter a sua página desatualizada pode impedir que novas oportunidades cheguem até você, ou que bons contatos profissionais lhe abordem. Ainda que não tenha nenhuma informação nova para adicionar, tente acessar o seu perfil com uma certa frequência, para manter-se informado ou verificar se há alguma nova mensagem ou conexão esperando por aprovação.
Por Murilo Aguiar
Fonte iG Carreiras

quarta-feira, 23 de julho de 2025

TRABALHAR EM CASA VALE A PENA?

Trabalhar em casa não funciona igual para todo mundo, alerta especialista

Trabalhar em casa afeta sua produtividade?

Devido aos problemas de trânsito, custo e qualidade de vida, cada vez mais gente está optando por estratégias de home office para seus colaboradores. Porém, nem sempre isso é positivo, pois trabalhar em casa não funciona igual para todo mundo.
Para algumas pessoas, trabalhar de casa faz a produtividade cair, causa desânimo e fica difícil retomar o mesmo ritmo de quando trabalhavam no escritório.
É preciso ter perfil para trabalhar em casa. Esse perfil significa um conjunto de fatores, como o ambiente adequado. Será que sua casa possui uma mesa e cadeira confortáveis para o trabalho ou você usa a mesa da cozinha? A iluminação é adequada? Há muito barulho externo? A velocidade da internet é boa?
Outro exemplo é o ambiente familiar. Seus filhos precisam entender que apesar de estar em casa, você está trabalhando, não dá para dispensar a empregada e economizar ou trabalhar de pijama.
Além disso, existem pessoas que simplesmente precisam do ambiente da empresa para ser mais eficientes, que gostam de trabalhar em grupo, de ver movimento e de estar sempre do lado dos colaborares. Esses e outros fatores impactam bastante na sua produtividade em casa.
Por Priscila Zuini e Christian Barbosa
Fonte Exame.com

DESCARTE E INVISTA

terça-feira, 22 de julho de 2025

O QUE É RANSOMWARE? É IMPORTANTE QUE OS ADVOGADOS E ADVOGADAS TENHAM CONHECIMENTO SOBRE ESTE ASSUNTO


Uma pergunta que vem sendo formulada em vários lugares do país. O sequestro de dados é crime no Brasil? A resposta é que o Código Penal Brasileiro estabelece no seu artigo 154-A que: “Invadir dispositivo informático alheio, conectado ou não à rede de computadores, mediante violação indevida de mecanismo de segurança e com o fim de obter, adulterar ou destruir dados ou informações sem autorização expressa ou tácita do titular do dispositivo ou instalar vulnerabilidades para obter vantagem ilícita: Pena – detenção, de 3 (três) meses a 1 (um) ano, e multa”.
Portanto, a resposta é SIM!
Chama-se RANSOMWARE ou Ransom malware o cibercrime de sequestro de dados, que pode afetar um país inteiro e é um assunto que diz muito respeito aos advogados, advogadas e juristas em geral, pois cada vez mais a prática se expande no Brasil e no mundo e todos precisam saber como lidar e se defender do Ransmware, notadamente, os juristas.
O Ransomware é um cibercrime de sequestro de dados que pode afetar um país inteiro e deveria ser tratado pela Câmara dos Deputados e Senado Federal na modificação do artigo 154-A do Código Penal Brasileiro, pois a pena é ínfima para um crime tão grandioso. Deveria pelo menos o mencionado artigo ser apreciado e modificado para fixar a pena em grau ascendente ao prejuízo causado pelo cibercriminoso.
Aquele conhecido sequestro de pessoas que são aprisionadas para que os familiares sejam extorquidos a fornecerem dinheiro aos bandidos para liberarem o sequestrado está fora do cardápio dos crimes das quadrilhas bem estruturadas do Brasil em cibercrimes.
A grande novidade, que já se pode dizer que se trata de tendência mundial, é sequestrar dados de grandes empresas, instituições públicas e até hospitais pela internet.
Chama-se de ciberataque denominado Ransonware, sendo “ransom” – o valor pago a título de resgate – e “ware”, que advém de “malware” (software malicioso).
A prática deste crime ocorre com a instalação de um programa em um sistema de informação que será responsável por criptografar (tornar indecifrável) os dados ali existentes, deixando o poder de acesso aos dados nas mãos de criminosos que geram uma chave, que só os eles têm acesso.
Na posse da chave de acesso dos dados que, agora estão inacessíveis, os cibercriminosos exigem resgates que podem chegar a numerário milionário, sendo em reais ou em dólares, e só após receberem a soma em dinheiro os bandidos liberam as informações.
O crime é praticado com a utilização de links falsos, e-mails com arquivos maliciosos e até o acesso a determinados sites para que os softwares sejam instalados no equipamento da vítima.
As informações são comprometidas sem que o usuário tenha conhecimento do que está ocorrendo, já que todas as ações são praticadas de forma abstrata para o usuário, silenciosamente, onde só é possível perceber o ataque quando o acesso às informações já está comprometido pelo "malware"(software malicioso).
Em regra, os ciberataques ocorrem contra empresas, prefeituras e grandes instituições do Estado, no entanto, ninguém está livre dos cibercriminosos, inclusive, escritórios de advocacia que poderão ser alvos desses crimes com a intenção de obterem enormes lucros.
Esse crime já vem sendo praticado em outros países, inclusive, nos Estados Unidos mais de 20 cidades sofreram ataques de Ransomware, fazendo com que os principais sistemas ficassem inoperantes durante dias, fato ocorrido recentemente, em abril de 2020.
Não se tem ideia do prejuízo que esses ransomware podem causar aos Tribunais de Justiça dos Estados Brasileiros, inclusive os Tribunais Superiores do país, bastando para tanto que consigam deixar inativos os dados e processos pelo tempo necessário negociarem o resgate de milhões de reais ou dólares? E caso não seja pago o resgate, assim como acontece com as pessoas sequestradas, que são executadas, todos os dados vinculados pela Tecnologia da Informação do Órgão serão destruídos, causando um prejuízo incalculável.
Qualquer um de nós pode ter neste momento um pop-up na tela do seu computador avisando sobre uma infecção por ransomware.
É importante saber que há diferentes formas do ransomware, como você adquiri, qual a procedência, quem é o alvo e como devemos agir para nos proteger contra esse crime.
Na década de 1980 já existia ransomware, no entanto, a forma de resgate era diferente da atual, já que os pagamentos eram exigidos através de envios pelos Correios, no entanto, atualmente os cibercriminosos do ransomware determinam que os pagamentos sejam enviados via criptomoeda ou cartão de crédito, demonstrando uma evolução até na forma de receber o resgate criminoso.
O computador de qualquer usuário está sujeito ao cibercrime, já que o ransomware ataca por diversas portas do seu computador, infectando a sua máquina.
São várias formas de ataques, tais como: Spam malicioso, enviado através de um e-mail não solicitado usado com a finalidade de efetuar a entrega do malware, que ao abrir o seu computador aceita a entrada do vírus criminoso.
Muitas pessoas são vítimas dos ransomware por serem manipuladas pela forma como a mensagem é recebida, já que parecem verdadeiras, com aparência legal e utilizando marcas legítimas e ainda, nomes de pessoas com sobrenomes de parentes da vítima, o que faz a vítima dar credibilidade ao Spam.
Muitas vezes os cibercriminosos utilizam nomes de sites verídicos, como da Receita Federal, sites de Empresas Grandes com propagandas interessantes e até de Cobranças indevidas, que a vítima termina acessando ao site ou Spam, por ter alguma dívida e acha que a cobrança é devida, muitas vezes com propostas interessantes de descontos para pagamentos, daí, a vítima tem seu computador infectado.
São várias as formas de ransomware e algumas delas são bem comuns, da menos prejudicial a extremamente prejudicial.
Em alguns casos você recebe informações de sites de segurança, que na verdade são fraudadores que passam a bombardear seu computador com mensagens "pop-up" exigindo que você pague determinado valor para que as mensagens deixem de aportar no seu computador.
Em outros casos a sua tela é bloqueada e uma mensagem é enviada a você informando que você cometeu alguma ilegalidade e que deverá pagar uma multa, onde a mensagem parece vir de um site legal, como a Receita Federal ou Órgão Fiscalizador, daí você termina pagando uma multa que não existe.
E um dos casos mais graves são aqueles em que seus arquivos são criptografados e você é obrigado a pagar o resgate dos seus arquivos, o que nem sempre ocorre, mesmo que você pague o resgate, pois os seus arquivos já foram destruídos.
Para se ter uma ideia de como agem de forma inescrupulosa os cibercriminosos atente-se para o que ocorreu em 2007, quando o WinLock inaugurou o surgimento de um novo tipo de ransomware que, em vez de criptografar arquivos, bloqueavam as pessoas de usarem seus computadores. O WinLock assumia a tela da vítima e exibia imagens pornográficas. Então, exigia o pagamento através de um SMS pago para removê-los.
Conselhos: Se ainda não é vítima, tenha muito cuidada ao acessar Spam, site sem credibilidade e aqueles que lhes são verdadeiros, quando aparecerem para você, saia e entre novamente pelo seu navegador. Se você acha que o site é suspeito, não arrisque acessar, o melhor é prevenir, pois se for um ransomware lhe perseguindo, você não terá retorno fácil. Faça sempre uma cópia dos seus arquivos importantes, lembrando que atualmente você pode gravá-los nas nuvens. Não confie totalmente dos programas que prometem proteção contra vírus cibernéticos.
Se for vítima, nunca pague o resgate, pois você jamais estará livre de novas chantagens. Procure a Polícia Especializada no assunto da sua cidade. Procure um profissional da tecnologia da informação que possa lhe ajudar. 
Por Sérgio Marcelino
Fonte Portal Justiça

REDAÇÃO LEVA AO SUCESSO OU AO FRACASSO NAS PROFISSÕES JURÍDICAS


No Direito, a palavra escrita é o principal veículo de comunicação. Ninguém põe em dúvida que este não é o único requisito para o sucesso, pois a oratória, expressão corporal, apresentação pessoal, habilidade no trato com as pessoas e outras formas de conduzir-se são essenciais.
Todavia, no Brasil prepondera o processo escrito sobre o oral. Portanto, petições, memoriais, recursos e outras peças são a forma de tentar convencer o julgador do acerto da tese adotada. Transmitir o direito a quem o decide é uma arte que, se não for bem utilizada, pode pôr a perder todo um trabalho.
Mas a relevância da escrita não se resume a petições junto ao Poder Judiciário. Vai muito além. Trabalhos acadêmicos serão examinados por um professor ou uma banca. Cartas ofertando serviços serão avaliadas pela diretoria. Orientações a clientes não podem suscitar dúvidas de interpretação. Decisões administrativas ou judiciais necessitam levar ao interessado, com clareza, qual a sua situação jurídica. E assim por diante, nas múltiplas situações que a riqueza da vida nos proporciona.
No entanto, ainda que isto seja óbvio, cada vez mais os estudantes e profissionais, principalmente jovens, mas não só eles, têm dificuldades de transmitir, de forma clara e correta, o que lhes passa na cabeça.
A veiculação equivocada pode trazer consigo duas diferentes espécies de dificuldades: erros gramaticais e redação incompreensível. Ambas, de formas diferentes, prejudicam a exposição dos fatos.
Os erros de português podem ser de pequena gravidade e em nada atrapalhar a exposição dos fatos. Por exemplo, a nova redação, fruto do acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, ainda não foi absorvida pela maioria das pessoas. Portanto, colocar idéia com acento agudo, já abolido, não dificultará o entendimento de quem lê e, portanto, nenhum prejuízo causará.
Já dirigir-se a um cliente com a construção: “Quero agradecê-lo pela confiança” suscitará dúvidas sobre a competência do profissional e, eventualmente, poderá até resultar na recusa de contratação. O verbo agradecer é transitivo indireto, portanto o pronome deve ser lhe e não lo, usado com verbos transitivos diretos.
Muitas vezes confunde-se há e a em expressões de tempo. Há com h indica passado, por exemplo: “O réu há muito vinha praticando as infrações”. Para exprimir tempo futuro, diz-se: “Ela, daqui a dois dias, devolverá a criança ao pai, como combinado”.
Há muitos erros no emprego da crase, que merecem atenção. Por exemplo, só pode ser usada antes de palavras femininas. A conjunção que atrai o pronome se (p. ex., “é preciso que se apresentem amanhã” e não “é preciso que apresentem-se amanhã...”).
O particípio do verbo chegar é chegado e não chego, como muitas vezes se diz e se escreve. Aonde só deve ser usado após verbos transitivos indiretos, que pedem a preposição a; em outros casos usa-se onde.
Estas falhas de redação, todavia, vêm recentemente sendo sobrepujadas por descrições incompreensíveis, problema absolutamente diverso e até mais grave. Sim, mais grave, porque o leitor simplesmente não entenderá o que está escrito.
O que leva uma pessoa a transmitir de forma confusa as suas ideias?
Certamente, não há um fator único. Uma pessoa filha de imigrantes provavelmente terá mais dificuldades com o português, que poderá ser mais pobre em sinônimos e em construção de frases. No passado, alguns eram criados falando o idioma de seus pais (por exemplo, alemão) e só aprendiam o português quando entravam na escola.
Outro fator pode ser a falta de boas leituras. A era da tecnologia, com propostas visuais muito mais atraentes, desestimula a leitura de livros, revistas ou jornais impressos. É certo que uma pessoa que na infância usou seu tempo apenas com vídeos ou jogos eletrônicos terá maior dificuldade de exteriorizar o que pensa. E não só para escrever, mas também para falar.
Pode haver também uma dificuldade de concatenação de ideias. Por vezes, o cérebro não raciocina com uma sequência lógica e as pessoas expõem os assuntos que lhe vêm à mente de forma desordenada. Isto é comum em petições que vão e voltam ao mesmo assunto, repetindo-o inutilmente e cansando o leitor.
Este tipo de dificuldade não é privativo de jovens estudantes. Alcança profissionais já colocados no mercado de trabalho, por vezes com titulação acadêmica ou até mesmo ocupando importantes posições profissionais.
Artigos de doutrina, muitas vezes, têm uma escrita envolvida em tantas frases confusas, em ordem indireta e com palavras em desuso, que não se sabe se o autor não consegue ser claro ou se assim redige para mostrar erudição. O resultado será sempre negativo, porque suas ideias não serão transmitidas simplesmente por não serem compreendidas. Mesmo que os leitores não o revelem, temendo ser tidos por ignorantes.
Petições iniciais merecem cuidado. Uma boa técnica para evitar a escrita dispersa é organizar as ideias em bloco. Por exemplo, primeiro descrever os fatos (quem, quando e onde), sem detalhes inúteis. Só depois dar as razões de direito, aí mencionando normas, doutrina e jurisprudência, estes só se o caso for complexo. Finalmente, o pedido, que deve ser certo e determinado, pois a sentença baseia-se nele (princípio da correlação).
Relatórios de acórdãos, frequentemente, não informam qual a controvérsia. Por excesso de trabalho, com certeza, muitas vezes limitam-se a copiar trechos da sentença e não expõem ao leitor o que está sendo discutido. Por vezes, a própria ementa não traduz o que se decidiu. Péssimo.
Que fazer? A solução é simples: é preciso repensar a forma de comunicação escrita. Para muitos, evidentemente, nada há a ser feito, redigem bem e só lhes resta comemorar esta vantagem na competitiva vida profissional. Para os outros é preciso mudar.
O problema vem da base, evidentemente. No entanto, aqui não se tem a pretensão de encontrar solução para todos os problemas do ensino no Brasil. O campo de análise é mais restrito e menos pretensioso.
A primeira medida deve partir do interessado, seja estudante de Direito ou um profissional já com direito a vaga especial na garage, sob o título de idoso. Quem quer se aprimorar não aguarda oferta, vai à procura.
Mas aos que não têm tal poder de iniciativa, as Faculdades de Direito devem propiciar aos seus estudantes cursos especiais ou suplementares de português e redação. Professores especializados ensinarão técnicas de transmissão de ideias, eliminando-se, por exemplo, palavras inúteis, frases desconexas e redações confusas.
A OAB poderia fornecer cursos específicos aos interessados, que poderiam ir além da redação, incluindo também técnicas de estilo. Por exemplo, orientando a evitar-se nas petições o excesso de negrito ou frases em vermelho, que dão à peça aparência de baixa qualidade.
Tal tipo de curso revela, inclusive, vícios de linguagem dos quais o autor não se dá conta ou escrita incompreensível aos mais novos. Por exemplo, escrever sempre na ordem indireta, o que dificulta a compreensão ou escrita totalmente fora de época como “o ilustre representante do parquet” ou “nesse Egrégio Areópago”.
Em suma, estudar, seja qual for a idade ou a posição profissional ocupada, jamais deve ser vergonha para ninguém. Ao contrário, revela grandeza. Por outro lado, faculdades de Direito, instituições públicas, escritórios e demais interessados, devem manter cada vez mais elevado o nível dos seus estudantes ou profissionais, pois isto só fará crescer o seu conceito.

Por Vladimir Passos de Freitas
Fonte Consultor Jurídico

8 DICAS PARA TRANSFORMAR CARTÕES DE VISITA EM NETWORKING

Confira o que você deve fazer para tornar seus contatos profissionais mais efetivos para a sua carreira, segundo Caio Arnaes, da Robert Half

Manter uma pilha de cartões de visita na sua mesa de trabalho não é sinônimo de networking. Colecionar estes pequenos pedaços de cartolina não vai trazer benefícios para a sua carreira profissional a menos que você saiba o que fazer com eles.
“Não é só ter cartões de visita, tem que manter os contatos ativos”, diz Caio Arnaes, gerente sênior da Robert Half. Mas, como transformar estes cartões em contatos de carreira mais efetivos? Confira as dicas do especialista:

1 Foco e planejamento são essenciais
A rede de contatos profissionais deve ser criada tendo em vista o seu objetivo profissional. “O primeiro passo é construir o networking em cima do mercado em que você atua ou que deseja atuar”, diz Arnaes.
Deseja subir alguns degraus na sua carreira dentro do mercado em que você já atua? Invista nos contatos dentro deste grupo de atuação. Quer mudar de rumo na vida profissional? Aposte nos relacionamentos com as pessoas que já estão inseridas no mercado que você está de olho.
“Foco resolve muita coisa”, lembra Arnaes. Por isso planeje-se antes de fazer suas conexões para que elas estejam mais alinhadas às suas metas.

2 Participe de eventos regularmente
De que adianta ir a uma reunião, trocar um monte de cartões, enfiá-los no bolso e nunca mais encontrar essas pessoas? “A gente costuma falar que quem não é visto não é lembrado”, diz Arnaes.
O especialista recomenda que os profissionais participem, com certa regularidade, de eventos do mercado em que atuam. “Vá a jantares, reuniões e mantenha contato com essas pessoas”, diz ele.

3 Lembrar para ser lembrado: crie vínculos
Conheceu uma pessoa que você considera um contato importante pra sua carreira? Tente criar um vínculo com ela. “Encaminhe uma notícia sobre o setor em que ela atua, diga que ao ler lembrou-se dela e pergunte o que ela acha da reportagem”, sugere Arnaes.
Essa pessoa vai se sentir lembradas por você e, de acordo como especialista, as chances de ela se lembrar de você quando surgir alguma oportunidade ou algo relevante para a sua atividade profissional aumentam.
Mas, cuidado! Envie mensagens personalizadas, evite mandar um e-mail para dezenas de destinatários, porque isso não vai causar uma boa impressão. “Há pessoas que exageram, mandam a mesma mensagem para uma lista de 70 e-mails e isso não é bem visto e causa uma imagem negativa”, diz.
Nestes moldes, a possibilidade desse e-mail nem ser lido e acabar na pasta de lixo eletrônico é enorme, pense nisso, antes de clicar no botão enviar.

4  Não aposte na sua rede apenas quando precisar dela
Movimentação de mercado baseada em networking é algo que acontece muito, diz Arnaes. “Conheço vários profissionais que mudaram de posição a partir da rede de contatos”, diz ele.
Mas, a regra de ouro para fazer networking do jeito certo e assim ter uma rede capaz de ajuda-lo a atingir seus objetivos é mantê-la ativa mesmo quando não precisa dela. Do contrário, você pode ficar com fama de interesseiro. “Não pode deixar para fazer networking apenas quando você está de olho em novas oportunidades profissionais do mercado”, explica Arnaes.
A sua agenda de telefones deve ser construída pouco a pouco, ao longo te toda a sua vida profissional. Não perca contato com ex-chefes e colegas de trabalho, procure colegas de faculdade e de pós-graduação, mande mensagens, use as redes sociais para encontrar essas pessoas.

5 Saia do mundo virtual
“Se formos montar uma escala, o melhor é encontrar pessoalmente, em segundo lugar vêm o contato telefônico e, por fim, mensagens eletrônicas”, destaca Arnaes.
Redes sociais são ótimas ferramentas para encontrar as pessoas, no entanto, levar estes contatos do ambiente virtual para o real é importante. Um bate papo em um café é bem mais proveitoso do que uma simples mensagem via LinkedIn.

6 Qualidade vale mais do que quantidade
Mil conexões no LinkedIn impressionam quem visitar o seu perfil. Mas, não significam muita coisa se não passarem de conexões virtuais. É certo também que gerenciar mil contatos não tarefa das mais simples. “Você não vai conseguir nem trabalhar”, diz Arnaes.
Uma rede mais enxuta pode ser muito mais efetiva do que mil conexões inativas no seu perfil. É claro que ninguém está dizendo para você não aceitar pedidos de conexão, mas não descuide dos contatos que fazem mais sentido para o seu atual momento profissional.
“Dentro deste grupo de mil conexões, você deve pensar com quais pessoas você deve manter um relacionamento mais próximo”, aconselha Arnaes.

7 Organize seus contatos
Encontrar um relatório no meio da bagunça de uma mesa de trabalho pode ser uma tarefa hercúlea. Achar um contato importante no meio de milhares de emails na sua caixa de entrada, dezenas de cartões de visita empilhados ou em meio a milhares de conexões no LinkedIn também.
Por isso, priorize e organize seus contatos. Crie subgrupos no LinkedIn para aqueles com os quais deseja manter um contato mais próximo. Arrume os cartões de visita de modo que aqueles que considera mais importantes fiquem mais visíveis. Crie subpastas no software de gerenciamento de emails que você utiliza.

8 Crie uma rotina
Separar um determinado período de tempo para visitar a sua rede de contatos é uma boa estratégia. “As pessoas têm a tendência de procrastinar, estabelecer uma rotina evita isso”, diz Arnaes.
A frequência com que você deve parar para checar como anda a sua rede de contatos é você quem vai estabelecer. “Vai depender da intensidade e da quantidade de contatos”, lembra Arnaes.
Ao investir um tempo para esta atividade, você pode perceber que está há mais seis meses sem conversar com um ex-colega e descobrir que hoje ele está trabalhando na empresa dos seus sonhos. Que tal ligar para ele e marcar um café?
Por Camila Pati
Fonte Exame.com

EM BUSCA DE EMPREGO? CONFIRA 6 ERROS QUE VOCÊ NÃO PODE COMETER NO CURRÍCULO

Problemas na gramática podem ser muito mais graves do que a falta de experiência para os recrutadores; fotos inadequadas também atrapalham

Cometer erros de português na hora de elaborar um currículo pode ser mais prejudicial para sua contratação do que a falta de experiência na área, por exemplo. Pelo menos, é o que diz uma pesquisa realizada pela Catho, que mostrou que 34% dos candidatos são eliminados por problemas na gramática. Mas esse está longe de ser o único equívoco cometido por quem está em busca de uma oportunidade no mercado de trabalho.

Demonstrar falta de foco e cuidado ao elaborar um currículo é um dos maiores problemas dos candidatos, afirmam os recrutadores
Pode parecer um assunto batido, mas elaborar um currículo sempre gera dúvidas. Seja você um profissional experiente ou marinheiro de primeira viagem, há sempre um dilema quanto ao que colocar e como causar uma boa impressão.
“Em um cenário de grande concorrência, o número de candidaturas para vagas está cada vez maior. Se queimar no primeiro contato por conta de erros de gramática não é perder uma oportunidade de entrevista, e sim, várias. O currículo deve receber muita atenção antes de ser enviado ao mercado”, recomenda a gerente da Catho, Bianca Machado.
Por mais que as intenções do candidato ao elaborar um currículo sejam as melhores, é comum não saber se colocar uma foto ou exaltar características pessoais são informações relevantes e bem vistas aos olhos dos empregadores.
Com base nas dicas de especialistas em recrutamento, o Brasil Econômico listou os maiores erros no currículo cometidos na hora de elaborar um currículo e que podem estar te atrapalhando na busca por um emprego.

1. Erros de gramática
Não adianta preencher todos os pré-requisitos, como graduação, cursos de especialização e experiência na área, se na hora de elaborar o currículo o candidato cometer erros básicos de português.
Não usar a norma culta da língua também é outro fator que contribui com uma impressão negativa por parte do recrutador. O mesmo vale para problemas de digitação. Por isso, é imprescindível que o candidato faça uma revisão em todo o conteúdo do currículo - e não apenas confie no corretor ortográfico do Word - antes de compartilhar o documento com as empresas.

2. Tamanho exagerado
É importante ter em mente que, dependendo da vaga que você vai se inscrever, a concorrência pode ser enorme. Ainda segundo o levantamento da Catho, um recrutador recebe uma média de 30 a 50 currículos por vaga, desses, 5 a 10 candidatos chegam a participar de uma entrevista com o recrutador. Currículos muito longos e prolixos só dificultam a localização de informações importantes.
Além disso, fazer um currículo com mais de uma página, principalmente quando o cargo que está sendo disputado é destinado a um perfil júnior (que não se espera tanta experiência e informações do profissional) só aumenta as chances de o documento ser descartado.

3. Nada de se gabar
Ambicioso, perfeccionista, dinâmico, dedicado, essas e outras características pessoais, muitas vezes, não convencem o recrutador. Colocar menções elogiosas no currículo pode parecer arrogante ou até falso.
Se o objetivo é destacar suas características, busque fazer isso ao priorizar informações objetivas, tais como experiência, resultados alcançados e projetos liderados. Aproveite o momento de contato da entrevista para potencializar as habilidades profissionais.

4. Informações pessoais desatualizadas
Pode parecer que não, mas no ranking levantado pela Catho sobre os itens que não devem ser colocados no currículo de jeito nenhum, dados de contatos desatualizados ficam em primeiro lugar em disparada, segundo uma pesquisa feita com mais de 400 recrutadores.  74% deles elegeu esse como o principal erro.
“Por mais simples que pareça, é muito comum o recrutador receber currículos com número de telefone e e-mail desatualizados. Facilmente esse currículo é descartado, diminuindo as chances desse candidato de participar do processo seletivo e, consequentemente, de ser contratado”, diz Machado.
Ocupando a área mais nobre do currículo, o cabeçalho com os dados pessoais do candidato ocupa a base superior do documento e contém os principais meios de contato entre o recrutador e o profissional. Mesmo que pareça óbvio, é muito comum o entrevistador receber documentos com e-mail, endereço e número de telefone desatualizados.

5. Fotos inadequadas
Uma grande dúvida na hora de enviar o currículo é: colocar ou não uma foto? Bem, a resposta é simples. Se a empresa não solicitou o envio, não colocar é a melhor opção, afinal de contas, o objetivo do documento é destacar as qualificações profissionais do candidato. 
“Apesar de não ser tão comum, às vezes é interessante ter a foto. Se a ideia do candidato é associar sua imagem com o perfil profissional que ele construiu, como quem quer colocar uma marca ao seu currículo, pode ser uma boa ideia colocar foto”, diz Gabriel Tortejada, candidate experience manager da Revelo, empresa que  intermedia processos de recrutamento e seleção para várias profissões. 
Algumas áreas em específico veem como diferencial o uso da foto. Nesses casos, dê preferência a fotos sóbrias, em formato 3x4, com fundo neutro. E claro, em boa qualidade.

6. Falta de foco
A dificuldade para encontrar um emprego pode fazer com que o candidato aposte em diversas áreas de atuação para tentar uma oportunidade. Para economizar tempo, as pessoas costumam elaborar um currículo e disparar para várias empresas. O problema disso é que o documento acaba ficando sem foco e o campo "objetivo", muito genérico.
"O recrutador quer que a pessoa demonstre interesse na empresa dele. Por isso, o ideal é o que o campo 'objetivo' seja focado em uma área específica. Se o candidato é da área financeira, mas quer tentar vagas de tesoureiro e analista,  é preciso fazer dois currículos diferentes", afirma Tortejada. "Quanto mais abrangente forem as informações, maior é a impressão de que o candidato não está focado", finaliza.
 Por Marina Teodoro
Fonte Economia - iG

segunda-feira, 21 de julho de 2025

COMO AS MULHERES PREJUDICAM AS PRÓPRIAS CARREIRAS


Após vasculhar mais de mil avaliações compreensivas de desempenho nos últimos anos, descobrimos, por ampla margem, que a maior crítica masculina a respeito de colegas do sexo feminino é que elas parecem ter pouca autoconfiança.
Nosso instinto diz que isso pode ser, em parte, uma questão de percepção – observamos que os homens às vezes interpretam mal a inclinação feminina em dividir créditos como um indicador de falta de confiança. Ainda assim, algumas pesquisas sugerem que as mulheres realmente sentem menos segurança no trabalho do que seus colegas masculinos. Por exemplo, um estudo do Institute of Leadership & Management, na Inglaterra, revelou que os homens eram mais confiantes em todas as faixas etárias, com 70 por cento deles tendo níveis altos ou muito altos de autoconfiança – frente a 50 por cento das mulheres entrevistadas.
Analisando os resultados de entrevistas que conduzimos no curso de nossos treinamentos profissionais e voltando aos relatórios compreensivos, chegamos aos quatro comportamentos mais comuns de baixa autoconfiança citados por gerentes (de ambos os sexos):

Excesso de modéstia
Os homens são geralmente mais inclinados a assumir publicamente o crédito por seus sucessos. As mulheres acreditam que suas realizações falam por si mesmas e se esforçam menos para garantir o recebimento da estrela dourada.

Deixar de pedir
Mulheres muitas vezes deixam de ser promovidas por não se mostrar. Pode parecer arriscado se impor e pedir por um grande projeto, mas não existe outra maneira de caminhar adiante.

Misturar-se
Algumas mulheres percorrem longos caminhos para evitar a atenção. Elas não querem se destacar – em reuniões, no espaço de convivência ou até mesmo no elevador. Mas misturar-se significa perder oportunidades – todos os dias – de vender suas ideias.

Permanecer em silêncio
Não é fácil ganhar a palavra durante reuniões, especialmente quando seis de seus colegas estão brigando por um espaço. Mas não se expressar quando você tem algo relevante para acrescentar é uma chance perdida de entrar no jogo e avançar com sua carreira.
Para as mulheres, criar maior impulsão na carreira não significa apenas agregar habilidades da função, mas também alterar os pensamentos e comportamentos do dia a dia. Geralmente não são necessárias grandes mudanças – pequenos ajustes em como você pensa e age podem aprimorar não só a autoconfiança que você parece ter, mas a confiança que você realmente tem.
Por hbr.org
Fonte MSN -  The New York Times

SEUS CONTATOS AJUDAM OU ATRAPALHAM A CARREIRA? SAIBA FAZER BEM O NETWORKING


Um estudo da Universidade Columbia de Nova York mostrou que com quem você se relaciona na internet pode ajudar em movimentos sociais, os ambientes que cada profissional frequenta, como academia de ginástica, restaurantes, cursos, grupos de negócios, festas de lançamentos de produtos em empresas etc.
Segundo a pesquisa, as pessoas são mais influenciadas por amigos que já conhecem e pelos amigos dos amigos do que por amigos que não dividem o mesmo círculo social.
Isso quer dizer que, dependendo do ambiente que circula, você pode ter acesso a mais oportunidades que outras pessoas.
Até aí, sem novidades. Desde que o mundo é mundo, todos sabem que as conexões e amizades são cruciais para crescermos na vida.
Isso não significa, porém, que deva adicionar e se conectar com qualquer profissional que julga ser conveniente para sua escalada social. O despreparo e oportunismo arranham sua reputação perante o mercado.
Sua reputação é seu ativo mais valioso, seja no campo profissional ou no pessoal, portanto, desenvolva relacionamentos duradouros e verdadeiros.

Networking não é amizade
Observa-se em alguns profissionais que amizades e a troca de "gentilezas corporativas" está sendo mal interpretada. A premissa básica do networking é a de uma relação puramente profissional, não tem nada a ver com amizade.
Estamos cercados de profissionais que acionam sua rede de contatos somente quando ficam desempregados.
Não é assim que se ativa suas conexões. O processo é cíclico: deve-se começar aos poucos, dar e receber. Depois, usar o próprio crescimento para expandir seus contatos à medida que for tendo sucesso.
Trate, portanto, de causar a melhor primeira impressão que puder, mostre que se importa com os outros e trabalhe para construir uma boa imagem. Assim, todo mundo vai querer entrar na sua rede.
O fato é que, na vida, estamos todos no mesmo barco e tudo o que se consegue é com a ajuda das pessoas. É inteligente, portanto, se empenhar na construção de relacionamentos benéficos. Relacionamento se faz em casa, na família, no trabalho, na comunidade, em toda parte.
Se você está cultivando bons relacionamentos, continue. Se não está, comece imediatamente. Para receber, é preciso dar. A vida tem suas estações, assim como você! Seja prudente e mantenha o foco na qualidade, não na quantidade de relacionamentos.
O bom profissional faz a diferença e brilha, não porque está sendo observado pelos outros, mas porque se observa o tempo todo.
É importante reparar que o meio em que vive o influencia. E no seu caso: o que tem o influenciado na construção dos seus relacionamentos?
Por Daniela do Lago
Fonte UOL Economia

domingo, 13 de julho de 2025

VALORIZE AQUILO QUE VOCÊ JÁ TEM


Eis um dos grandes segredos para viver uma vida mais plena de sentido e de propósitos, capaz de proporcionar diversos benefícios, inclusive em sua vida financeira: valorizar aquilo que você já tem. Muitas pessoas, na ânsia de querer ostentar mais status e impressionar mais outras pessoas (que muitas vezes não conhecem), acabam consumindo além do que seu salário permite e, nesse círculo vicioso de gastos e consumismo, acabam adoecendo e trabalhando mais do que podem (e do que sua saúde permite).
Pior, ficam frustradas quando não conseguem comprar o objeto de desejo, com consequências negativas não só para seu bolso, como também para sua mente e autoestima. São pessoas que, aos poucos, vão ficando cada vez mais insatisfeitas com a vida, mais irritadas, nervosas, frustradas e estressadas. Não saber valorizar aquilo que você já tem te impede de desfrutar das boas coisas que a vida já lhe proporcionou até o presente momento.
Porque se você acha que a vida é ruim, que mereceria um chefe melhor, que o carro que deixou de comprar na promoção era a melhor opção, tente ir até o hospital mais próximo e peça autorização para visitar a Unidade de Terapia Intensiva. O exemplo é propositalmente forte, porque o tema merece reflexão. E a reflexão é, até certo ponto, bastante óbvia: o sentido da vida não é preenchido apenas pelas expectativas futuras que você tem em relação a certos bens, interesses ou valores, mas também – e eu diria até, principalmente – por tudo aquilo que você construiu ao longo de sua vida e que tem no presente momento.
Uma TV nova é importante? Depende. Depende se a TV que você já tem é boa, funciona e é suficiente para assistir os programas que gosta de assistir. Talvez você se veja tentado a substituir a atual TV apenas porque a nova TV “está na promoção” e tem mil e uma utilidades, como saída HDMI, entrada USB, resolução de não sei quantos pixels e etc. Será que essas novas funções realmente são necessárias para você ou são “necessidades” criadas pelo pessoal de marketing? Sua TV pode não ser a melhor, nem impressionar tanto as visitas que chegam para jantar, mas e daí? Como dizem os americanos, “who cares” (quem sem importa)?
E aquele gadget que você tanto sonha em comprar? O fato de ele vir com retina display, WiFi, GPS, 4G, Bluetooth, memória de 64 GB etc. não pode, sozinho, servir de fundamento para compra quando o smartphone que você já tem é mais do que suficiente para cobrir as suas necessidades básicas de mobilidade e produtividade. Pode não ser de última geração, mas e daí? Quem se importa?
Comprar um carro novo é útil quando os custos de manutenção do atual superam os benefícios que você teria em mantê-lo rodando com você. Até aí, ok. Mas comprar um carro novo só porque surgiu a oportunidade de fazer um “grande negócio” pode esconder um grande perigo. Isso implicará em gastos extras com esse novo automóvel, muitas vezes inexistentes no carro que você já tem, tais como franquia mais cara de seguro, aquisição de novos opcionais, novas taxas e impostos e por aí vai. Fora a eventual dificuldade de vender o atual.
A lição por trás desses exemplos é muito simples: analise aquilo que está ao seu redor e procure extrair a virtude das coisas que você já possui. Não dê aos bens materiais – sejam eles quais forem – valor maior do que realmente merecem. Não fique reclamando da vida ou esquentando a cabeça por causa de brigas e discussões que tiveram como motivo coisas materiais (preço de produtos no supermercado, nas lojas dos shopping, no comércio) ou mesmo dinheiro.
Valorizar aquilo que você já tem lhe permitirá desfrutar ao máximo cada bem que você já adquiriu, maximizando sua utilidade ao mesmo tempo em que fará você focar sua energia mental, criatividade e comportamento nas áreas de sua vida que realmente importam e que merecem sua atenção: sua saúde, seus relacionamentos, sua espiritualidade, sua família, seus sonhos, suas metas e seus propósitos. Agindo assim, você chegará, muitas vezes, à surpreendente conclusão de que aquilo que você não tem não faria mesmo falta alguma.

Fonte Valores Reais

DIA MUNDIAL DO ROCK

quinta-feira, 10 de julho de 2025

COMO CAPTAR CLIENTES NA ADVOCACIA EM 5 DICAS EXCLUSIVAS

Muitos são os desafios enfrentados pelos profissionais para captar clientes na advocacia com intuito de tornar a banca mais lucrativa a médio e longo prazos

Muitos são os desafios enfrentados pelos profissionais para captar clientes na advocacia. Isso se deve por conta do aumento da competitividade no mercado jurídico durante a última década. Além disso, não podemos esquecer das limitações legais impostas pelo Código de Ética da OAB.
O cenário pode parecer desfavorável. Porém, com o avanço da internet, os escritórios de advocacia de pequeno e médio portes passaram a se sentir cada vez menos intimidados diante da concorrência. Eles passaram a competir de igual para igual com players maiores. Para lidar com o expressivo crescimento do número de advogados no Brasil, muitas bancas passaram a investir em ideias diferenciadas para destacar a marca de forma ética.
As principais iniciativas adotadas pelos escritórios de sucesso para conseguir captar clientes na advocacia combinam três fatores:
• Atendimento de qualidade;
• Adoção de estratégias eficientes de marketing jurídico;
• E a construção de uma promissora rede de relacionamentos. Todos esses fatores ajudam o escritório a ampliar a carteira de clientes e otimizá-la, aumentando a lucratividade.
Por isso é cada vez mais estratégico gerenciar adequadamente o relacionamento com os clientes por meio do uso de um software jurídico. A modernização na gestão do escritório de advocacia é considerada uma boa prática a ser adotada. A partir da utilização de ferramentas tecnológicas, a atuação jurídica dos profissionais se torna ainda mais eficaz. Características que proporcionam um melhor atendimento aos atuais clientes e, por consequência, aumentam as chances de captar clientes na advocacia.

5 dicas para captar clientes na advocacia
Mesmo com as restrições impostas aos profissionais no que se refere ao uso da publicidade para captar clientes na advocacia, não é de hoje que o Marketing Jurídico vem sendo explorado no setor. O uso de técnicas para fidelizar e conquistar novos clientes está ganhando cada vez mais força. Principalmente pelo fato de que 45% da população brasileira está conectada à internet. Países como a China, por exemplo, já usam aplicativos para conectar clientes e advogados com a ajuda de dispositivos eletrônicos — uma espécie de Uber jurídico para captar clientes na advocacia. Apesar dessa ser uma realidade distante para os advogados brasileiros, alguns escritórios perceberam os benefícios de aumentar a presença online. É o caso do escritório Koetz Advocacia.

Construa uma imagem positiva do escritório no ambiente digital
Para conquistar uma presença digital relevante, é necessário investir em ações de marketing jurídico no dia a dia da banca. Algumas estratégias já podem ser colocadas em prática, inclusive com pouca verba. Ao criar e manter um blog para o seu escritório, as pessoas passam a localizar os seus serviços pela internet com mais facilidade. Afinal, milhares de pessoas pesquisam no Google por soluções para seus problemas, sejam eles jurídicos ou não.
Estar bem posicionado na plataforma pode impulsionar o seu negócio, auxiliando na captação de clientes na advocacia com baixo investimento. Saiba como posicionar melhor o seu site no Google e conheça os benefícios dessa prática para captar clientes na advocacia. Além de apoiar na prospecção de clientes com ética, a iniciativa ajuda a fortalecer a marca do escritório e ampliar o relacionamento com atuais clientes.

Invista em networking com clientes e parceiros estratégicos
A forma mais eficaz de captar clientes na advocacia ainda é a publicidade "boca a boca". Por isso, promover o networking com os que usam e são parceiros do seu negócio pode contribuir para o crescimento sustentável da banca a longo prazo. É fundamental incentivar a gestão eficaz do escritório. Essa iniciativa contribui para que gestores e profissionais tenham visão mais estratégica da sua carteira de clientes.
Ao conhecer com profundidade os atuais usuários do escritório, é possível identificar a área de atuação e os trabalhos mais buscados. Também é possível ver novas demandas jurídicas que estão surgindo e que podem ser atendidas. Uma gestão de clientes bem feita impacta no aumento da receita do escritório de advocacia. Isso porque, ao garantir a satisfação deles, as chances da banca ser recomendada à outras pessoas são maiores. Além disso, a indicação feita por clientes satisfeitos aumenta a credibilidade da banca. Como resultado, o seu escritório conquista uma ampla rede de relacionamentos.

Busque se diferenciar da concorrência
Em um mercado cada vez mais concorrido, é importante ter diferenciais nos serviços prestados aos seus atuais clientes. Afinal, já são mais de 1 milhão de advogados atuantes no Brasil. Investir na ampliação da rede de relacionamentos pode fazer com que a banca seja recomendada por parceiros estratégicos e, consequentemente, consiga captar clientes na advocacia. Além de proporcionar um atendimento de qualidade, os profissionais precisam ainda marcar presença em eventos e reuniões para promover a sua marca.

Modernize a prática jurídica do escritório
Investir em ferramentas tecnológicas para promover uma gestão eficaz do escritório é alternativa para quem deseja modernizar a prática jurídica. A partir da adoção de um software jurídico que opera na nuvem, é possível fazer o registro e o acompanhamento de atendimentos e processos, gestão de tarefas e compromissos, entre outras atividades relacionadas aos atendimentos.
Além disso, com o uso deste recurso, os gestores conseguem gerenciar as informações de todas as áreas do escritório de forma integrada, e acessá-las por meio de qualquer dispositivo móvel conectado à internet. A tecnologia permite ainda que o profissional tenha uma agenda jurídica organizada, capaz de proporcionar a integração entre as atividades do escritório e os compromissos pessoais, o que garante uma atuação mais profissionalizada.

Incentive uma gestão de escritório de advocacia estratégica
Integrar todas as iniciativas apontadas garante uma gestão de escritório de advocacia mais estratégica. Ao modernizar as principais rotinas administrativas e operacionais da banca torna-se viável a adoção de iniciativas inovadoras para captar clientes na advocacia sem que isso impacte na qualidade dos atendimentos prestados.
A informatização dos escritórios de advocacia é primordial para tornar a rotina dos profissionais mais eficaz e produtiva, influenciando positivamente na prestação do serviço jurídico de forma estratégica e com qualidade diferenciada.
Fonte Migalhas