quinta-feira, 21 de maio de 2026

SÍNDROME DO IMPOSTOR: VOCÊ SOFRE DELA?

Cada vez mais comum, ela faz com que uma pessoa se veja como uma farsa e minimize as próprias conquistas

Muitas pessoas bem-sucedidas costumam atribuir o próprio sucesso a um golpe de sorte — e por isso, a  qualquer momento, serão expostas como impostoras. Elas sofrem do que a ciência chama de síndrome do impostor. Essa denominação, que surgiu timidamente pela primeira vez em 1978, em um artigo publicado na revista Psychology and Psychotherapy: Theory, Research and Practice, é cada vez mais comum e descreve uma sensação interna que faz com que um individuo se veja como uma farsa e minimize as próprias conquistas.

Principais Sintomas
A baixa autoestima geralmente alimenta a síndrome do impostor. Não importa quanto sucesso obtenham, as pessoas afetadas sempre negam suas conquistas e questionam sua autoestima. Contrariando a lógica, ser bem-sucedido não os fazem se sentir mais confiantes, muito pelo contrário, faz com que tenham a sensação de estar sempre enganando as pessoas que os cercam.
Os sintomas comuns de quem sofre com essa síndrome são:
  • Preocupação ou medo de que colegas descubram que você não é tão capaz ou inteligente quanto eles acham que você é;
  • Creditar realizações como sendo “golpe de sorte” ou “não é grande coisa”;
  • Evitar fazer qualquer coisa desafiadora por duvidar das próprias habilidades;
  • Necessidade de fazer tudo perfeitamente;
  • Odiar cometer erros;
  • Sentir-se derrotado pelas críticas, vendo-as como prova de incompetência;
  • Acreditar que os outros são mais capazes, mais inteligentes e mais competentes que você;
  • Conviver diariamente com medo de ser descoberto como uma fraude.

1. Converse! Você não é o único
Aceitar que a síndrome do impostor existe e que você não é o único que sofre com ela, muitas vezes é suficiente para colocar acalmar a sua mente. Essa síndrome é comum e afeta desde estudantes do ensino médio até celebridades e ganhadores do Prêmio Nobel. Infelizmente, ela não costuma ser um tópico discutido; e isso se deve ao fato de as pessoas que passam por isso tenham a constante sensação de que se conversarem sobre o assunto, elas serão desmascaradas, preferindo manter esse “segredo obscuro”. No entanto, quando a questão é abordado, muitos sentem uma profunda sensação de alívio por não serem os únicos que se sentem assim.
2. Identifique a raiz do problema
Identificar exatamente o que está abalando a sua confiança pode ajudá-lo a ver com clareza a causa básica do problema, permitindo que você se concentre em superá-lo. Às vezes, a origem da síndrome está ainda na infância. Muitas crianças têm de competir com alguém que os pais costumam rotular de “melhor”. Sabe aquela frase “o filho de fulaninho fez isso ou aquilo?” que os pais usam como forma de estimular os filhos a serem melhores? É ela que, na maioria das vezes, desencadeia  a necessidade de se superar, mas como os pais parecem não enxergar as conquistas das crianças, elas acabam desenvolvendo a sensação de que as realizações não provêm do mérito, mas do acaso ou da sorte. É assim que a síndrome do impostor surge.

3. Lembre-se de suas conquistas
Manter um registro de todas as suas realizações e consultá-lo às vezes pode ajudá-lo a aceitar todas as suas conquistas. Seja um currículo, uma lista, um diário ou uma caixa de anotações que ilustrem suas vitórias pessoais, ter algo concreto pode lembrá-lo de que seus resultados são reais e não simplesmente fruto da sua imaginação. Depois de ter aceitado o sucesso, a crença na própria capacidade de realizar tarefas pode desempenhar um papel importante na maneira como você lida com responsabilidades, desafios e metas.
Para se tornar uma pessoa eficiente e alcançar ainda mais é preciso seguir alguns passos, como:
  • Definir metas que exijam muito;
  • Prosperar em desafios (ou seja, não evitá-los);
  • Estar sempre motivado;
  • Não parar diante dos obstáculos;
  • Dar o melhor de si para atingir seus objetivos.
Se você aprender a não subestimar suas conquistas, você vai estar mais preparado para seguir em frente e superar o problema.

4. Ninguém é perfeito
Aprenda a aceitar quem você é e seja gentil consigo mesmo quando as coisas derem errado: não fique destacando seus defeitos! Se você aceitar que nem tudo pode ser perfeito, fica mais fácil alcançar a felicidade, garantir seu bem estar e aumentar a sua resiliência.
Segundo Valerie Young, especialista em síndrome do impostor, existem cinco subgrupos de “impostores” e cada um deles tem uma forma de lidar e resolver os problemas.

O Perfeccionista espera alcançar seus objetivos desafiadores, mas experimentam dúvidas e se preocupam com a capacidade de alcançar o sucesso quando falham. Os indivíduos desse subgrupo raramente estão satisfeitos, pois sempre acreditam que poderiam ter feito melhor. Para superar esse problema, o perfeccionista precisa aprender a celebrar as próprias conquistas e enxergar os erros como uma parte inevitável do processo. Ao invés de desistir de começar um projeto enquanto espera pelo “momento perfeito”, lembre-se que talvez ele nunca chegue.

O Especialista acredita que deve saber tudo o que há para saber sobre um assunto antes de iniciar um projeto. Eles buscam, continuamente, ampliar suas habilidades e conseguir novas informações, o que pode ser visto como uma forma de procrastinação. Se você não sabe como fazer algo, não há nada errado em pedir ajuda.

O Solista sofre com a sensação de que pedir ajuda pode revelar sua farsa. Eles frequentemente recusam assistência, assim podem provar seu valor em uma situação. De novo: não há vergonha em pedir ajuda; admitir que você não pode fazer algo sozinho não o transforma em um impostor.

O Gênio Natural mede a competência com base na rapidez ou facilidade com que domina um novo papel e, quando são incapazes de se sobressair sem muito esforço, eles tendem a se condenar e experimentam sentimentos de vergonha. Lembre-se: Mesmo as pessoas mais confiantes precisam estar em constante processo de aprendizagem para desenvolver habilidades e alcançar o sucesso. Por isso, da próxima vez que você não conseguir alcançar os “padrões impossíveis”, determinados por você mesmo, divida a tarefa em pedaços menores ​​que possam ser trabalhados ao longo do tempo.

A Super-mulher e o Super-homem tentam se destacar em todos os papeis da vida e se esforçam para disfarçar as inseguranças que têm. No entanto, essa tentativa de ser o melhor em tudo trazer uma sobrecarga de trabalho que pode afetar a saúde mental e os relacionamentos com colegas, amigos e familiares. As pessoas desse subgrupo anseiam pela validação externa e recebem críticas construtivas como uma afronta pessoal. No entanto, é necessário se aceitar, cultivar a auto-estima e a aceitar críticas para que elas possam te ajudar a crescer.

5. Puxe o freio dos pensamentos negativos
A síndrome do impostor é caracterizada por sentimentos de inadequação que persistem apesar da evidência de sucesso. Muitas pessoas que sofrem com esse problema partilham sentimentos semelhantes que parecem nunca deixá-los. A chave para superar esses pensamentos é reformulá-los: acompanhar quando ocorrem é o primeiro passo para recuperar o controle. Nem sempre é uma tarefa fácil, mas é possível controlar o final da narrativa. E isso pode fazê-lo enxergar o lado positivo de situações desafiadoras.

Fonte Veja Online

7 SINAIS DE QUE VOCÊ ESTÁ LONGE DO SUCESSO FINANCEIRO

Veja quais erros na administração das finanças pessoais mostram que você não está preparado para alcançar seus objetivos

Não ter uma reserva suficiente para se manter durante um ano sem emprego, pode indicar que o sucesso está longe

Alguns erros cometidos ao administrar as finanças pessoais podem indicar a falta de preparo para alcançar objetivos, sejam eles a compra de uma casa, o primeiro milhão, ou uma aposentadoria tranquila. Mesmo quem já tem uma boa renda não está imune a alguns equívocos que podem transformar o sucesso financeiro em uma meta distante.

A seguir sete sinais de que você ainda não está preparado para alcançar seus objetivos financeiros.

1) A parcela da sua renda destinada aos investimentos é menor do que 10%
Todo orçamento pessoal deve ter uma parte exclusivamente destinada a investimentos, assim como às despesas fixas e variáveis. Os investimentos são o oxigênio de diversos projetos pessoais, por isso destinando menos de 10% da renda a aplicações, alguns objetivos podem demorar mais a se concretizar.
 “É claro que, para quem tem uma renda altíssima, 10% da renda pode ser pouco se a pessoa consegue investir 50% da renda. Mas 10% é uma medida bem geral e se não for possível guardar nem isso por mês, existe um problema”, explica o consultor financeiro André Massaro.
Os objetivos, o tempo de investimento e a quantia disponível irão definir quais são as melhores aplicações, quanto deve ser colocado em cada uma delas e se será preciso aumentar ou não a parcela da renda para os investimentos. Parte dos investimentos pode ser voltada à aposentadoria, outra parte a objetivos de médio prazo, como um casamento e outra ao curto prazo, como uma viagem a ser realizada em breve.

2) Você não teria dinheiro suficiente para se manter sem emprego durante um ano
A perda de emprego, um problema de família ou de saúde são imprevistos que podem facilmente minar um objetivo em pouco tempo. Por isso, é preciso ter uma reserva financeira que seja capaz de sustentar esse tipo de situação imprevisível.
Alguns especialistas falam que a reserva de emergência deve equivaler a pelo menos seis meses de despesas, outros um pouco mais. André Massaro acredita que uma pessoa realmente preparada para alcançar seus objetivos deve ter pelo menos uma quantia equivalente a um ano de despesas guardada. “Hoje, muitos conseguem se recolocar em pouco tempo porque o mercado está aquecido, mas o desemprego sempre foi um problema no país. Por isso é preciso se preparar para o pior cenário, não o melhor”, diz.

3) Seu investimento para a aposentadoria vai de mal a pior
Ter uma boa aposentadoria, para alguns, significa ter uma renda mensal de 10 mil reais; para outros, a renda deverá equivaler a 20 mil reais. Por isso não existe uma regra geral que mostre se a pessoa está cuidando bem ou não de sua aposentadoria.
Massaro afirma que em países desenvolvidos, os investidores acumulam para a aposentadoria um patrimônio suficiente para mantê-los durante 30 anos, um período que ele considera também recomendável para os brasileiros que planejam sua aposentadoria.
Seja qual for o período que o investidor considerar que viverá depois de aposentado, ele deve pensar se com a quantia que ele investe mensalmente hoje e com o tempo que ele tem até a aposentadoria, os recursos investidos serão suficientes para se aposentar com a renda pretendida. Caso não sejam, este pode ser um indício de que o caminho para o sucesso está ainda bem distante.

4) Mais de um terço da sua renda é destinada ao financiamento de um imóvel
Os próprios bancos, que têm total interesse em fornecer crédito para o financiamento do imóvel, recomendam que os clientes não comprometam mais de um terço de sua renda líquida (renda mensal descontados os impostos) com as parcelas do imóvel.
“Essa é uma regra bastante usada e vale para a maioria dos casos. Apenas não vale se a pessoa é solteira, ganha muito dinheiro e consegue manter um padrão de vida bom, mesmo gastando mais de um terço da renda com o imóvel”, diz André Massaro.
Com mais de um terço da renda destinada ao financiamento do imóvel, aumentam as chances de problemas financeiros. Alguns especialistas, inclusive, acreditam que o ideal é que o financiamento não ultrapasse 20% da renda, principalmente se ele ainda não tiver formado sua reserva de emergência, já que nesse caso, diante de algum imprevisto, a dívida com o financiamento pode tornar a situação insustentável.

5) Suas férias dependem do cartão de crédito
Usar o cartão de crédito para pagar algumas despesas durante as férias não é um problema e pode até ser vantajoso em alguns casos por causa do acúmulo de pontos no programa de fidelidade do cartão. Mas pagar tudo no crédito, inclusive passagem e a estadia, é um indício de que para um objetivo menor já há dificuldade de se programar. As metas maiores, portanto, podem se tornar extremamente complexas.
Uma orientação comum dos especialistas em finanças é que o período de pagamento de um bem ou serviço não extrapole sua vida útil. Ou seja, a viagem não deve continuar a ser paga depois que ela acaba.
Ao começar a pagar com antecedência, ou mesmo ao pagar à vista, um pacote de viagens, passagem ou estadia, normalmente é possível conseguir descontos. E com um bom planejamento também é possível investir o valor que será utilizado na viagem, por exemplo, em um fundo cambial, que permite poupar o valor necessário em moeda estrangeira, protegendo o dinheiro das oscilações cambiais até o momento de pagar as despesas.

6) Você dá mais importância ao investimento que ao valor poupado
Outra regra básica para quem quer alcançar o sucesso financeiro diz que poupar é mais importante do que investir. Isso significa que ter uma regularidade de aportes nos investimentos e poupar mais dinheiro é muito mais importante do que dar uma “grande tacada” e escolher a melhor aplicação disponível no mercado.
Alguém que tem dinheiro investido, mas tem dívidas a pagar, provavelmente estará pagando mais juros do que recebendo, já que os juros de empréstimos e financiamentos à pessoa física costumam ser bem maiores que o retorno das aplicações financeiras.
Por isso, quando as taxas forem altas, vale mais a pena poupar uma quantia suficiente para pagar esses financiamentos em aberto do que dar início a um novo investimento.
Além disso, quando o investidor consegue poupar e reunir uma boa quantia antes de investir, ele pode conseguir ter acesso a produtos financeiros melhores. Aplicações com aporte inicial maior muitas vezes também contam com remuneração maior e custos menores.

7) Você só consegue comprar um carro novo se for financiado em um prazo longo
Nem todo mundo consegue pagar à vista um bem de alto valor como um carro, mesmo com uma boa situação financeira. E isso não é um problema. Mas, se para comprar o carro pretendido é preciso entrar em um financiamento de mais de três anos, algo está errado.
Se o carro de 100 mil reais almejado só pode ser comprado se financiado em mais de 36 meses, isso pode significar que o valor do bem está acima da real possibilidade do comprador. Como as taxas podem ser maiores e os carros sofrem mais depreciação quanto maior o tempo, se o financiamento for muito longo, mesmo ao vender o carro o valor recebido pode não ser suficiente para quitar o financiamento.
Por Priscila Yazbek
Fonte Exame.com

COMPETIR

segunda-feira, 18 de maio de 2026

“PELA ORDEM EXCELÊNCIA”

Aprenda o uso correto dessa expressão!

O advogado tem dever de vigilância, a fim de, evitar prejuízos ao seu cliente em razão de equívocos ou dúvidas sobre os fatos envolvidos na demanda.
A expressão “Pela Ordem” é um dos modus operandi, pelo qual o advogado exerce uma de suas prerrogativas, qual seja, garantir o direito de exercer a defesa plena de seu outorgante com autonomia e independência.

Qual a finalidade do uso da expressão?
Há dois motivos que justificam, quais sejam:
1º Para esclarecer dúvidas e equívocos referentes a fatos, documentos e declarações duvidosas que possam influir no julgamento da demanda;
2º Para preservar a dignidade do advogado, quando houver violação de prerrogativas, mediante censura ou acusações.

Como utilizá-la?
De imediato, sumariamente. 
Dada sua finalidade, ineficaz seria se fosse necessário aguardar o momento para manifestar-se. Portanto, a intervenção deve ser imediata, de plano, independente de qualquer formalidade, a não ser pela conveniência da situação de fato. Observando é claro, o comedimento e esmero que acompanha a profissão, não ultrapassando os limites do estritamente necessário.

A quem é oponível?
A expressão é oponível aos magistrados, membros do Ministério Público, defensores, partes e demais que venham a acusar ou censurar o advogado no exercício profissional e a quem possa sanar equívocos e/ou elucidar fatos.

O magistrado tem que autorizar?
Independe de concessão.
É dever do magistrado permitir a intervenção, não podendo indeferi-la em qualquer hipótese, no entanto, é reservado ao magistrado indeferir a pretensão arguida pelo advogado por meio do chamamento à Ordem. Ressalta-se que, tal indeferimento deve ser fundamentado na decisão e caso haja recusa, pelo magistrado, para que conste em ata os motivos, pelos quais, indeferiu, estará incorrendo em ato arbitrário, sendo possível requerer a nulidade do processo por cerceamento de defesa, cabendo ao advogado comunicar o ocorrido a Ordem dos Advogados do Brasil e se for o caso, representar junto a Corregedoria de Justiça.
Em suma, a expressão “Pela Ordem” demonstra que o advogado pretende obter a palavra com preferência, a fim de, intervir no procedimento, tendo por propósito comunicar a ocorrência de alguma falha que possa gerar vícios repercutindo em nulidade, ou seja, a “interrupção” tem finalidade sanatória. E quando o chamamento é feito para preservar uma das prerrogativas do advogado, tem por finalidade, preservar a dignidade do exercício do profissional.
Há quem defenda que a correta expressão deveria ser “a bem da ordem”, por está sendo preterido algum procedimento solene ou prerrogativa.
Caso o advogado cometa infração disciplinar, no exercício de sua profissão, deverá ser representado junto à OAB – Ordem dos Advogados do Brasil, para que lhe seja aplicada a sanção que lhe compete, sem prejuízo das medidas civis e criminais cabíveis. Ou seja, durante o exercício de sua profissão, nenhum profissional presente tem competência de julgá-lo.
Por Andreia Ribeiro
Fonte JusBrasil Notícias

SEGUNDA-FEIRA - RECOMEÇO

BOA SEMANA

domingo, 17 de maio de 2026

BOA SEMANA

TERMINANDO DOMINGO

O SEGREDO PARA COMEÇAR UMA SEMANA MARAVILHOSA


Para a maioria das pessoas, o final do domingo é o prenúncio de dores de cabeça. Parece que a segunda-feira é uma grande ameaça: fim do descanso, volta à rotina, pressões e preocupações, prazos… Será que não há como escapar? A solução para esse problema é simples e depende unicamente de nós. Algumas dicas para fazer com que a segunda-feira seja o início de uma ótima semana:

1 – Evite compromissos no domingo que acabem muito tarde
Sempre que nos envolvemos em festas e eventos que se prolongam até altas horas no domingo, temos menos tempo para descansar. Procure estabelecer o hábito de dormir o suficiente na noite de domingo para segunda, para que o seu corpo possa repor as energias necessárias para a semana de trabalho;

2 - Divirta-se durante a semana
Muitas pessoas deixam para fazer somente no final de semana aquilo que lhes dá prazer. É um erro! Nós precisamos de diversão e relaxamento todos os dias. Se distribuirmos o divertimento ao longo da semana, não ficaremos tão decepcionados quando o domingo terminar;

3 - Durma o suficiente todos os dias
Alguns de nós têm o hábito de dormir pouco durante a semana e “descontar” no sábado e no domingo. De nada adianta esse hábito, pois o corpo não fica esperando para repor as horas perdidas. O ideal é dormir todos os dias pelo menos 6 horas (o ideal pode variar entre 6 a 9 horas para cada pessoa);

4 – Controle o consumo de álcool
Bebidas alcoólicas podem atrapalhar o seu repouso e ainda por cima causar uma ressaca no dia seguinte;

5 – Concentre-se nas coisas positivas da segunda-feira
A segunda-feira pode ser um dia maravilhoso para colocar a conversa em dia, rever colegas de trabalho, buscar novos desafios. Faça da segunda-feira um dia estimulante e positivo para você;

6 – Agrade a você mesmo
Aproveite a segunda-feira para faze algo que seja bom para você. Almoce a sua comida preferida, compre um livro, telefone para um grande amigo, ouça o CD que você mais gosta. Espante assim qualquer “energia negativa” que o dia possa ter.

7 – Não se esqueça do mais importante
A segunda-feira é o segundo dia da semana.  Para ter uma semana maravilhosa, cuide bem do seu domingo e não comprometa o dia seguinte. Evite extravagâncias e aproveite a semana inteira com muita disposição.

DIFICULDADE DE ACORDAR

Dificuldade de acordar pode ter relação com gene do relógio biológico

Por Marcos Muniz

AJOLHE-SE E OUÇA DEUS

ÓTIMO DOMINGO PARA VOCÊ!

BOM DIA, DOMINGO!

sexta-feira, 15 de maio de 2026

BOM FIM DE SEMANA!

COMO PLANEJAR UM FIM DE SEMANA REALMENTE REVIGORANTE

Depois de uma semana inteira de trabalho intenso, o que você faz na sexta-feira?

Quem respondeu que se joga no sofá e contempla uma longa lista de tarefas não está sozinho: para muitos empreendedores, o fim de semana também conta como dia útil, e não como descanso.
O problema dessa rotina é acordar um tanto exausto na segunda-feira, afirma a escritora Laura Vanderkam. Ela acaba de publicar o e-book “What the Most Sucessful People Do on the Weekend” (o que as pessoas mais bem-sucedidas fazem no final de semana), para o qual conversou com empresários de sucesso sobre sua programação de fim de semana.
Em um artigo publicado no site da revista Inc, ela resume o que ouviu desses empreendedores e dá três dicas para usar melhor o sábado e o domingo para combater os efeitos do excesso de trabalho – e voltar novo em folha para o escritório.

1 – Conte as horas vagas – e aproveite-as
Você já contou quanto tempo livre tem entre abrir uma cerveja na sexta às seis da tarde e desligar o despertador às seis da manhã de segunda? São 60 horas no total, ou 36 horas úteis, descontando-se as 24 de sono – quase a mesma carga horária de uma semana de trabalho.
“Tanto tempo não pode ser desperdiçado”, diz Vanderkam. Por isso, ela recomenda dedicação máxima ao planejamento antecipado dos dias de folga e diz que é preciso traçar estratégias com o mesmo apuro e seriedade de compromissos profissionais.

2 – Planeje eventos-âncora
A intensa semana de trabalho geralmente deixa o empreendedor esgotado na sexta-feira. Mas Vanderkam argumenta que sentar inertemente na frente da TV ou surfar aleatoriamente na internet não são as melhores maneiras de se preparar para uma nova jornada.
Parece um paradoxo, mas para renovar as energias é preciso se mexer. “Outros tipos de trabalho, como exercícios físicos, um hobby, tomar conta dos filhos ou ser voluntário, ajudam mais a preservar o ânimo para os desafios da semana do que vegetar completamente”, afirma a escritora.
O segredo para ter um fim de semana ativo é planejar alguns eventos-âncora, afirmam os entrevistados por Vanderkam para o livro. Não é preciso encher todas as horas vagas, apenas ter em mente que haverá um horário reservado para ver atividades e apresentações dos filhos, jogar futebol ou cozinhar para os amigos.
“De início, isso pode parecer pouco divertido e muito trabalhoso, mas, de acordo com os entrevistados, gastar energia dá mais ânimo para retomar o trabalho”, afirma Vanderkam.

3 – Desfrute por antecipação
Planejar com minúcia até mesmo o fim de semana parece coisa de gente bitolada, mas Vanderkam defende que essa tarefa também pode ser muito prazerosa. “Projetar o futuro e antecipar o programa representa uma boa parte da felicidade gerada por qualquer evento”, afirma.
A tática de marcar as atividades com antecedência também economiza momentos preciosos do fim de semana que em geral são gastos negociando um plano com seu cônjuge ou correndo atrás de algum restaurante que ainda tenha lugares vagos – ou de alguém para tomar conta das crianças.
Além disso, marcar um compromisso desestimula a clássica desistência de fazer algo no final de semana por estar muito cansado.
  Por Bruna Maria Martins Fontes
Fonte Papo de Empreendedor

NADA DAQUELA CALÇA VELHA, AZUL E DESBOTADA

 
O que vestir (ou não) na empresa na ‘casual friday’, aconselham consultoras de moda

A sexta-feira chegou e, em muitas empresas, nota-se que os funcionários exibem um visual mais relax. Isso por conta do ''casual day'', que surgiu e se popularizou nos Estados Unidos, mas foi sendo incorporado aos poucos pelos brasileiros. É quando executivos e funcionários de organizações mais formais deixam de lado o terno, a gravata, os taileurs e o salto alto, e adotam trajes mais descontraídos. Mas nada de ir trabalhar de qualquer jeito, alertam as especialistas em moda e estilo. Segundo elas, não há uma regra definitida, e tudo vai depender do perfil da empresa e o segmento em que esta atua.
A consultora de moda e imagem Milla Mathias diz que, ainda hoje, as pessoas têm dúvidas quanto ao tipo de roupa que devem - ou podem - vestir nesses dias.
- Ainda pensam que podem ir de calça jeans, camiseta velha e tênis, quando na verdade não é bem assim.
A consultora explica que o intuito do casual day é trazer mais descontração às roupas, e consequentemente, ao ambiente de trabalho às vésperas do fim de semana, para que os profissionais possam trabalhar mais relaxados e contentes.
E, se antes, a prática se restringia apenas às sextas-feiras, e a poucas empresas, hoje a informalidade no vestir se estendeu a outros dias da semana e a diversos tipos de organizações, acrescenta Paula Acioli, coordenadora acadêmica do curso “Gestão de negócios no setor de moda”, da FGV.
- Essa mudança de padrões e quebra de paradigmas no vestir é, na verdade, um claro reflexo do tempo que estamos vivendo, muito mais democrático em todos os sentidos, social e economicamente falando - ressalta Paula.
Independentemente do dia, afirmam as especialistas, não se deve esquecer que estamos falando de ambiente de trabalho, e não fim de semana ou passeio. Para Paula, ética, bom-senso, observação, educação e adequação são valores que devem ser levados em conta, não só na vida pessoal e profissional, mas também quando falamos de vestuário:
- Esses valores facilitam as escolhas, aumentam as chances de acertos e diminiuem a possibilidade de erro. Se adicionarmos a isso toda a facilidade de acesso à quantidade de informações disponíveis em revistas, sites, blogs, e até mesmo nas trocas de idéias entre amigos nas redes sociais, a gente conclui que é quase impossível nos dias de hoje alguém "sair com qualquer roupa" para trabalhar, sem levar em consideração seu local de trabalho.
- É para ser casual, mas mantendo a elegância. Bom-senso é fundamental. É preciso cuidado para não cair na vulgaridade - completa a consultora de moda Renata Abranchs.
Por isso, é importante que algumas regras sejam observadas quanto à forma de se vestir no mundo corporativo.
E quando a empresa adota um ‘dress code’? A decisão de contar com um código específico sobre o que é ou não permitido trajar vai depender do perfil da companhia e de seus funcionários, diz Paula. Segundo a coordenadora acadêmica da FGV, faz toda a diferença ter conhecimento de como se dá o processo criativo de um uniforme ou de um padrão de roupa a ser usado, da complexidade de pensar o vestir institucional e de compreender o porquê de se adotar um código de vestir dentro de uma empresa.
- Os funcionários e profissionais passam a se sentir muito mais parte da empresa e a valorizar suas posições e funções dentro do sistema de trabalho. A roupa agrega valor. Seja para marcas de luxo, seja para marcas populares de varejo, seja em uniformes (que transmitem via funcionário o conceito e os valores de uma determinada empresa). Um funcionário que conhece e compreende a história do que veste passa a entender muito melhor a história da empresa para a qual está trabalhando, ou como diz a expressão, está "vestindo a camisa".

As dicas das especialistas em moda e estilo para o ‘casual day’

Para facilitar, consultoras listam o que é permitido ou não usar no ambiente de trabalho

Para elas:
- Vale a velha regra de proibição de decotes, fendas, transparências, roupas justas ou curtas;
- No lugar dos terninhos, coloque uma saia menos estruturada ou uma calça reta mais fluida, com uma camisa;
- Blusas de tricô com tramas mais abertas também são permitidas;
- Se quiser usar jeans, verifique se a empresa permite e, em caso positivo, use um de lavagem escura, corte reto e novo. Lembre-se: nada de rasgos, puídos, tachas etc.;
- Caso faça frio, leve um cardigã, suéter com gola careca ou blazer;
- Já no caso de muito frio, um casaco de lã ou de couro caem bem;
- Nos pés, sapatos mais baixos (e impecáveis) ou sapato-tênis de couro ou camurça;
- Bijuterias e enfeites de cabelo devem ser discretos.

Opções a serem riscadas da lista:
- Calça velha, azul e desbotada;
- Tops ou barriguinha de fora;
- Tecidos sintéticos ou brilhantes;
- Mules (tipo de calçado);
- Sandálias rasteirinhas;
- Estampas ou detalhes de bicho.

Para eles:
- Esqueça os ternos e adote as calças de lãzinha ou gabardine, para dias frios, e as de algodão ou sarja, para os mais quentes.
- Elimine a gravata;
- Se quiser usar jeans, verifique se a empresa permite e, em caso positivo, use um de lavagem escura, corte reto e novo (a regra vale para homens e mulheres).
- Camisa mais informal ou camiseta polo são uma ótima pedida.
- Se fizer frio, suéter, em decote V, cardigãs ou blazer azul marinho de tecido mais encorpado.
- Nos pés sempre mocassim social, combinando com a cor do cinto. Dê preferência ao tom café, pois ele é mais informal do que o preto.

É proibido usar:
- Jeans claro, rasgado, surrado, de balada etc;
- Calças com passante sem cinto;
- Calças com elástico na cintura;
- Camisetas sem manga ou com figurinhas ou piadinhas;
- Moletom;
- Boné;
- Roupa com camuflagem;
- Tênis ou sapato–tênis;
- Meia branca.
Por Ione Luques
Fonte O Globo Online

DIA INTERNACIONAL DA FAMÍLIA

SEXTA-FEIRA ABENÇOADA!

quinta-feira, 14 de maio de 2026

ESPECIALISTA APONTA OS 32 MAIORES MEDOS DOS ADVOGADOS NO EXERCÍCIO DA PROFISSÃO


Qualquer advogado que sinta medo no exercício da profissão não está sozinho. Se não quiser olhar para os colegas a seu lado, pode se mirar nos advogados do primeiro mundo.
Há um recado do advogado Bill Rotts, de Columbia (Missouri):
“Nós nos movemos em uma atmosfera de medo. Essa é uma força intrínseca à profissão”.

Por que sentir medo é positivo?
O professor emérito da Faculdade de Direito da Universidade de Missouri, John Lande, pesquisou a fundo os medos dos advogados, para escrever o livro Escaping from Lawyers’ Prison of Fear (“Escapando da Prisão do Medo dos Advogados", em tradução livre).
Ele afirma que o medo é um fator necessário para se desempenhar bem a profissão. O medo leva o advogado a se preparar muito até que se sinta mais confiante em seu desempenho.
Ele compara a atuação de advogados à de soldados na frente de batalha. Todos convivem com um tipo de medo que os leva a estar alerta, a ser cuidadoso e a responder prontamente a ameaças.
“Há um sentimento de se estar em um combate. Você está lidando com um inimigo perigoso, que está sempre pronto a atirar, e você deve antecipar seus movimentos e estratégias”, ele diz.

O medo e suas categorias
Em seu livro, ele distingue categorias desse sentimento: medo realista, medo do desconhecido, medo derivado da ansiedade, medo ilógico e medo de falhar.
E de sua pesquisa, para escrever o livro, ele aponta os maiores medos dos advogados americanos (que, em boa parte, se aplica a promotores, obviamente).

Os 32 mais comuns são os medos de:
·  Perder uma causa (e frustrar as expectativas do cliente, da banca e de si mesmo);
·  Perder o controle (de uma causa, do funcionamento do escritório, etc.);
·  Mudanças nos procedimentos familiares;
·  Parecer tolo por fazer certas perguntas;
·  Expressar com toda a franqueza seus pensamentos e sentimentos;
·  Dar “más notícias” ao cliente;
·  Ser intimidado por superiores no escritório;
·  Ser intimidado por juízes (ou mesmo oponentes);
·  Pedir favores a oponentes em um caso ou receber pedidos de favores de oponentes;
·  Parecer “bonzinho”;
·  Ser culpado (por qualquer coisa que saia errado, por exemplo);
·  Falar em público;
·  Faltar qualificação e confiança, devido à experiência limitada em julgamentos;
·  O cliente dar um falso testemunho;
·  Falhar na busca ou na apresentação da prova essencial;
·  Frustrar os interesses dos clientes;
·  Descobrir que o oponente foi mais inteligente (ou esperto);
·  Ser avaliado injustamente pelos jurados;
·  Sofrer retaliações por pedir desqualificação do juiz ou por relatar má conduta judicial;
·  Sofrer “a dor, a humilhação e a vergonha da derrota”.

Negociações nervosas
Não é apenas o contencioso que induz ao medo. A negociação também faz isso, de acordo com a pesquisa de John Lande. Alguns são os medos de:
·  Se sentir inseguro ou despreparado na hora da negociação;
·  Fazer perguntas;
·  Ser questionado agressivamente pela outra parte;
·  Parecer tolo;
·  Ficar em silêncio por não saber o que falar;
·  Parecer fraco;
·  Ser dominado ou explorado pela outra parte;
·  Falar demais – como prestar informações que podem prejudicar a posição do cliente;
·  Cometer erros de tática ou estratégia;
·  Avaliar incorretamente o caso;
·  Deixar de prever possíveis problemas e ser surpreendido;
·  Não conseguir chegar a um acordo;
·  Não conseguir um resultado suficientemente bom para o cliente;

Por João Ozorio de Melo
Fonte Conjur