domingo, 31 de agosto de 2025

VOCÊ OUSA SONHAR?


Vídeo sobre como alcançar os seus sonhos, sair da zona de conforto, e conquistar os seus objetivos!
Idealizado por Matti Hemmi  e Ilustrado por Ramón Rodrigez
Fonte Arte de Viver

sexta-feira, 29 de agosto de 2025

DIA NACIONAL DE COMBATE AO FUMO

Cigarro, que droga!

Os pneumologistas afirmam que os males do fumo passivo causam severos prejuízos à saúde. A fumaça do cigarro libera a adrenalina e o cortisol, hormônios causadores do estresse ao fumante passivo, aquele que aspira o ar poluído pelo cigarro.
Evitar restaurantes, boates ou locais fechados, freqüentados por fumantes, não é suficiente. O importante é coibir o cigarro também no trabalho e em casa. As substâncias tóxicas de apenas um cigarro aceso já poluem ambientes fechados. No final de um dia, aqueles que convivem 80% do tempo com fumantes podem ter respirado o equivalente a dez cigarros. Depois de passar pelo filtro do cigarro, a fumaça, pode poluir o ar, em média, com três vezes mais nicotina, três vezes mais monóxido de carbono, e até 50 vezes mais substâncias cancerígenas do que a fumaça inalada pelo próprio fumante ''. E os chamados fumantes passivos são os que mais sofrem, podendo adquirir asma, otite, alergias, sinusite, faringite, bronquite e dor de cabeça, entre outras doenças como as arteriais, as cardíacas, o câncer de pulmão e de garganta.
Muitas pessoas fumam na varanda, na janela, ou nos corredores dos prédios acreditando que estão evitando o mal aos filhos pequenos. Mas os pediatras afirmam que as substâncias químicas são muito abrangentes, mesmo que o cheiro do cigarro não seja sentido.
Crianças e idosos, que convivem com pessoas fumantes, ficam com o sistema imunológico debilitado e correm o risco de sofrerem problemas respiratórios graves pelo resto da vida.
As substâncias químicas do cigarro são absorvidas pela placenta e prejudicam o desenvolvimento do feto. Daí ser necessário que as gestantes evitem ambientes onde haja fumantes, para evitar que seus bebês nasçam com baixa imunidade e muito abaixo do peso.
Pais e mães fumantes expõem seus filhos a um risco cinco vezes maior de padecerem de doenças pulmonares e também de virem a sofrer de morte súbita.
Não fume e não permita que fumem em lugares públicos! Respeite a vida!

Fonte Velhos Amigos

segunda-feira, 25 de agosto de 2025

5 CUIDADOS QUE UM ADVOGADO DEVE TER AO USAR AS REDES SOCIAIS


As redes sociais são plataformas eficientes e baratas para executar uma estratégia de marketing jurídico. No entanto, essa praticidade faz com que muitos advogados se confundam e acabem cruzando a linha entre o uso regular de redes sociais e a publicidade advocatícia permitida nos termos do Código de Ética e Disciplina da OAB.
Se você é advogado e usa plataformas e recursos digitais como parte do seu planejamento de marketing jurídico, leia nosso artigo e confira 5 dicas para evitar infrações disciplinares e manter a sua presença nas redes sociais de forma ética, sustentável e eficiente.

1. Não usar interações como consultas
O art. 33, I, do Código de Ética e Disciplinada OAB determina que o advogado deve se abster de “responder com habitualidade consulta sobre matéria jurídica, nos meios de comunicação social, com intuito de promover-se profissionalmente”.
Isso porque a advocacia deve ser um serviço personalizado, prestado de forma individual, em um ambiente de sigilo. Ademais, a expertise do advogado deve ser oferecida de acordo com a dignidade de sua profissão; preferencialmente, de forma remunerada, é claro.
Dúvidas podem ser respondidas de forma selecionada, comedida e não habitual; mas evite fazer com que as interações em redes sociais se transformem em verdadeiras consultas jurídicas.

2. Não falar em preços
Precificar serviços publicamente é uma atitude que pode causar problemas perante a OAB. Além disso, esta atitude pode passar uma impressão pouco profissional, pois mostra a advocacia como um serviço comoditizado.

3. Não prometer resultados
A advocacia é uma atividade de meio, não de fim. O advogado que usa as redes sociais para fazer promessas e garantir ganho de causas está infringindo disposições éticas.
A título de complementação, vale destacar que esta também é uma estratégia extremamente ruim em termos de construção de marca (branding). Afinal, a sua marca jurídica deve estar centrada na sua expertise e sua identidade própria; não em promessas de resultados.

4. Cuidado com as credenciais
É comum ver advogados que se especializam em outras áreas como contabilidade, coaching e consultoria financeira, para agregar valor ao seu serviço; e existem também aqueles que exercem mais de uma profissão. Se você se encaixa em algum desses casos, tome cuidado com a forma como você se divulga nas redes sociais. O Código de Ética e Disciplina da OAB proíbe a divulgação da advocacia em conjunto com outra atividade.
Se você investiu na aquisição de mais conhecimento, é natural que queira divulgar seus títulos e credenciais – mas, se for fazê-lo, tenha a cautela de não misturar a sua marca jurídica com os seus outros trabalhos.

5. A publicidade deve ser discreta e moderada
Por fim, é importante que toda a publicidade advocatícia nas redes sociais seja feita de forma sóbria, discreta e moderada. Essas características devem direcionar desde a identidade visual da marca, linguagem utilizada, até o conteúdo dos posts.
O Código de Ética diz que a publicidade deve ser sempre informativa, com textos ou vídeos que passem conteúdos relevantes sobre uma área do direito e que possam ajudar pessoas e empresas com informações preventivas ou com soluções jurídicas para o seu dia-a-dia.

Por Alexandre de Souza Teixeira

quinta-feira, 21 de agosto de 2025

5 DICAS PARA CAPTAR MUITOS CLIENTES NA ADVOCACIA


A concorrência no mercado jurídico é muito acirrada. Escritórios de advocacia, principalmente de pequeno e médio porte, buscam descobrir como captar clientes na advocacia e apostam em estratégias para se destacar no meio, além de criar uma boa rede de relacionamento.
Para tornar o escritório mais lucrativo, é importante investir em um plano tático: avaliar o mercado e as possibilidades de crescimento, traçar metas e, por que não, lançar mão de um bom planejamento de marketing jurídico para aumentar a carta de clientes e o reconhecimento dos sócios.
A montagem desse planejamento em escritórios iniciantes, onde ainda não está bem definida a área de atuação, exige foco. Delinear o nicho de mercado vai ajudar a definir como captar clientes na advocacia e como posicionar-se no segmento. Para isso, é importante investir em atualização e especialização dos sócios e na definição clara de todas as necessidades e do perfil do cliente. Quais são as expectativas e como vou consolidar minha marca no mercado devem ser perguntas respondidas nesse caso.
As respostas das perguntas acima podem ser bastante eficazes para orientar a sua autopromoção. Para aumentar o networking, o advogado pode lecionar em faculdades de direito, por exemplo. A dica é se apresentar ao mercado como referência de conteúdo específico. Quando o advogado se torna especialista em uma área, é convidado a escrever artigos para revistas, jornais ou blogs e chamado a dar entrevistas para programas de televisão. Dessa forma o advogado se torna uma referência no assunto e passa a produzir conteúdo rico, o que gera bons resultados para clientes que buscam uma autoridade para resolver uma questão jurídica.
Além das aulas, outras estratégias podem ser adotadas. Abaixo, apresentamos cinco estratégias para implementar no seu escritório o quanto antes:

Como captar clientes na advocacia em 5 dicas

Aposte na comunicação
Como captar clientes na advocacia? Comece aproveitando bem os canais digitais. Um site bem construído, com todas as informações sobre a atuação do escritório de advocacia, é uma porta de entrada para clientes. Grande parte dos brasileiros consulta a internet antes de comprar um produto ou serviço.
Crie um layout que represente o escritório. Logotipos e cores bem aplicados farão parte da composição visual da marca e estarão presentes em cartões de visita, materiais de escritório, placas e no site da empresa.

Participe de entidades e associações empresariais
Participar ativamente faz toda a diferença para se tornar conhecido no meio. Marque presença em eventos importantes da área, ministre palestras e compartilhe seu conhecimento. Eventos e entidades são bons lugares para aumentar a rede de contatos, e consequentemente, de clientes.

Crie uma rede de relacionamento
Uma sugestão é propor serviços de consultoria para empresas de conhecidos, ou ainda buscar na rede de relacionamento pessoas com problemas trabalhistas, previdenciários, ou como consumidor, por exemplo. Normalmente se um conhecido tem problema trabalhista ou previdenciário, outras pessoas que trabalham com ele devem ter os mesmos problemas.

Invista na profissionalização
Você seguiu as dicas acima e resolveu o dilema de como captar clientes na advocacia. De nada adianta triplicar a carteira se o atendimento não for bem feito. Uma equipe especializada vai servir como apoio para o crescimento do negócio. Conte com o apoio de um software jurídico para organizar a demanda e de um profissional que entre com contato com os clientes, entenda suas necessidades e transfira para o advogado responsável.

Siga o Código de Ética
Ainda no tema “como captar clientes na advocacia“, quando se fala em marketing jurídico é preciso ficar atento ao que preconiza o Código de Ética. Há uma limitação, de acordo com o provimento 94/2000, relacionado ao capital intelectual e sua divulgação. De acordo com o parágrafo 1º do provimento, “a publicidade deve ser realizada com discrição e moderação, observado o disposto nos arts. 28, 30 e 31 do Código de Ética e Disciplina”. O uso de informação para fins de prospecção de clientes deve ser muito bem avaliado.

Nesse contexto, alguns profissionais pensam em usar estratégias que, por muitas vezes, contradizem o disposto no Código de Ética. Nesse caso, fuja do “casa de ferreiro, espeto de pau”. Um advogado bem quisto no mercado deve, acima de tudo, prezar pela ética e pela qualidade. Mostramos acima algumas formas permitidas e viáveis de divulgar seu trabalho e gerar demanda sem burlar as regras. Já falamos aqui no blog sobre o assunto. Conheça nossa opinião sobre marketing jurídico e algumas dicas de como captar clientes na advocacia utilizando marketing digital.
Por SAJ ADV
Fonte JusBrasil Notícias

CONHEÇA AS DICAS PARA EVITAR O ENDIVIDAMENTO E A INADIMPLÊNCIA

Planejar antes de começar um financiamento, fazer uma planilha com o orçamento mensal e utilizar cheques e cartão de crédito com cautela são dicas fundamentais para o consumidor não acumular dívidas

Recentemente, o governo tem colocado em prática uma série de medidas para reduzir as taxas de juros cobradas pelos principais bancos do País. A ideia é manter a economia aquecida e a estratégia principal é o estímulo ao consumo, especialmente de bens duráveis. No entanto, os elevados índices de inadimplência têm demonstrado que esse consumo pode não estar sendo muito bem planejado pelas famílias brasileiras.
Para evitar que a compra de seu carro, casa ou eletrodoméstico o leve a uma situação de endividamento em excesso e, consequentemente, à inadimplência, o Idec preparou uma série de respostas para as perguntas mais frequentes em relação ao tema e também apresenta algumas dicas para que o consumidor mantenha as finanças organizadas.

Qual a diferença entre endividamento e inadimplência?
Quando uma pessoa pega emprestado recursos financeiros para adquirir algum bem, ele está se endividando. O excesso de dívidas pode levar o consumidor à situação de inadimplência, que é quando não se consegue pagar um compromisso financeiro até a data de seu vencimento.

Como o consumidor pode evitar o endividamento excessivo ou superendividamento?
A regra principal para evitar o endividamento excessivo ou superendividamento é não deixar que as parcelas dos empréstimos ultrapassem 30% da renda mensal familiar. Se isso acontecer, o consumidor terá dificuldades em arcar com as despesas básicas do dia a dia. Fazer uma planilha com o orçamento doméstico mensal e saber exatamente o valor da sua renda para saber quanto poderá gastar são dicas fundamentais para que o consumidor não acumule dívidas. Também é aconselhável optar pelo pagamento de menor quantidade de parcelas em um financiamento para evitar o pagamento de juros altos por um longo período.

Quais são as recomendações antes de começar um financiamento?
A primeira recomendação é planejar. Fazer um empréstimo em uma situação emergencial ou desesperadora não dá certo. O consumidor precisa analisar sua capacidade de pagamento, lembrando sempre que os cálculos não devem se basear no valor do salário, mas no que sobra depois do pagamento das contas do mês e outras dívidas que já possua. Imprevistos como desemprego ou doença devem ser levados em consideração. Diminua gastos desnecessários e tenha controle do seu dinheiro.
Antes de começar um financiamento, o consumidor precisa saber que tipo de crédito é o mais adequado para a finalidade dele. Se for para aquisição de bens, procure a linha específica ao invés de simples empréstimos pessoais. As linhas específicas para a aquisição de bens costumam ser mais baratas, porque o bem fica como garantia. Fuja de crédito caros como cheque especial ou cartão de crédito. Para uso do dinheiro sem finalidade específica, compare empréstimos pessoais em diferentes bancos.
É importante, ainda, pesquisar os diferentes bancos antes de fechar negócio, pois as condições oferecidas costumam variar bastante, bem como as taxas aplicadas. Também vale evitar financiamentos em mais de 24 parcelas e dar o maior montante possível de entrada, a fim de diminuir ao máximo o prazo de pagamento.
Como usar cheque, cartão de crédito e o cheque especial sem acumular dívidas?
Sempre que utilizar cheque pré-datado, anote os números das folhas e as datas previstas para os descontos. Desta forma, o consumidor tem o controle de seus gastos e pode se programar para ter o dinheiro na conta quando o cheque for descontado.
Já o consumidor que parcelar as compras no cartão de crédito também deve ficar atento não só ao valor da parcela, mas ao total que sua fatura vai somar com aquela nova aquisição. O pagamento integral da fatura é fundamental, uma vez que os juros cobrados no parcelamento da fatura são um dos mais altos do mercado. Assim, ao parcelar ou pagar o “valor mínimo”, a dívida acumula para o mês seguinte e fica cada vez mais alta!
Quanto ao cheque especial, evite-o ao máximo. As taxas de juros dessa modalidade são muito altas e é importante lembrar que, quando seu salário for depositado no próximo mês, ele primeiramente cobrirá sua dívida no cheque especial - também conhecido como “limite” de sua conta corrente. Sendo assim, você terá menos dinheiro disponível para arcar com seus gastos do mês em questão, o que poderá levá-lo a entrar novamente no cheque especial, criando um circuito sem fim de cobranças de juros e uma conta corrente que não sai do vermelho nunca.
Fonte Idec

TENSÃO MÁXIMA - BURNOUT

Você já ouviu falar em Burnout? Conheça a doença que atinge de 30% a 40% dos trabalhadores e saiba como se prevenir.

De cada dez profissionais brasileiros, sete são estressados. Entre eles, três desenvolvem a Síndrome de Burnout. Este nome não é muito conhecido, mas os sintomas são. “A doença é caracterizada por um conjunto de sinais desencadeados pelas pressões do ambiente de trabalho: exaustão profissional, distanciamento nas relações pessoais (despersonalização) e sentimento de baixa realização”, explica o dr. Paulo César Souza, da Diretoria Técnica da Amil. O burnout – que pode ser traduzido para “queimar por completo” – não escolhe um perfil específico, embora alguns profissionais sejam mais suscetíveis a desenvolver a doença, como aqueles que atuam sob pressão o tempo inteiro: médicos e enfermeiros – sobretudo os que atuam em emergência –, policiais, controladores de voo, entre outros; e pessoas que são muito dedicadas ao trabalho (workaholics), perfeccionistas ou que têm dificuldades de estabelebecer limites. Ainda assim, as causas que levam à síndrome são muito particulares. “A interação entre a percepção de um ambiente estressante e a resposta do indivíduo é o que promove a Síndrome de Burnout”, explica o dr. Paulo César.

Diagnóstico
Apesar de relativamente comum, a síndrome não é tão facilmente detectada. O perigo mora na semi-invisibilidade do burnout, já que trabalhar em ambientes de alta pressão e enfrentar situações desgastantes todos os dias constituem hábitos cada vez mais recorrentes e os sintomas acabam sendo encarados com naturalidade. Vale levar em conta também que cada um tem o próprio nível de tolerância e o esgotamento pode chegar para alguns mais cedo do que para outros – há quem conviva muito bem com um ambiente estressante e quem acabe não suportando. E o que acontece com frequência é que as pessoas só se dão conta de que estão com um problema quando atingem o pico máximo de estresse. Outro ponto que dificulta o diagnóstico é a confusão que se costuma fazer entre burnout e doenças de ordem pessoal, como depressão, pânico e ansiedade – que podem ser relacionados ao trabalho, mas não se limitam a essa área. “A doença não tem a ver com questões pessoais ou isoladas. Não deve ser confundida com depressão e com sinais parecidos”, diz o dr. Paulo César. Uma forma muito eficaz de detectar a síndrome é por meio de uma ferramenta de avaliação-padrão. Segundo o dr. Paulo César, na prática, a ferramenta mais usada é o Questionário de Maslach (Maslach Burnout Inventory), que conta com tradução validada para o português.

Recuperação
O tratamento mais comum é o afastamento do ambiente estressante, psicoterapia de suporte e tratamento comportamental. Em alguns casos, o uso de medicamentos auxilia o processo. Por causa do alto índice de reincidência, o paciente deve ficar em observação constante. “A doença pode ser tratada e controlada, desde que a relação entre o indivíduo e o local de trabalho se modifique, com menos pressão, sobre aqueles que mais se ressentem. Não há cura definitiva, pois, retornando ao ambiente estressante, aquele que sofreu do distúrbio tende a tê-lo de novo”, explica o médico. Para a dra. Ana Maria Rossi, presidente do International Stress Management Association – Br (ISMA), o burnout requer cuidados especiais e deve ser levado a sério. “Há os que acreditam que o doente tem capacidade de sair sozinho da situação. Não acredito na autorrecuperação. A síndrome é uma doença e deve ser tratada como tal.”

Previna-se
A melhor maneira de lidar com o burnout ainda é a prevenção
Ainda que pareça fora de controle – afinal, a pessoa não tem autonomia total para determinar o nível de estresse em sua rotina –, é possível tomar algumas medidas simples para evitar a doença e viver melhor. A dra. Ana Maria ressalta que dormir bem, cultivar um estilo de vida saudável e lidar com situações difíceis sem se desgastar são ações que ajudam. Saber reconhecer, respeitar e impor os próprios limites também é essencial. Para o dr. Paulo César, a empresa pode desempenhar um papel importante no combate à doença. “O que é possível, mas ainda pouco frequente em nosso país. Ambientes ou empresas que trabalhem sob elevados níveis de pressão e estresse talvez devessem pensar na existência do distúrbio e tentar avaliá-lo por meio de ferramentas específicas (como o questionário de Maslach). Uma vez diagnosticado, fazer a prevenção, antes que vire um problema com consequências mais graves”, diz o profissional.

Sinal vermelho
Será que é burnout? Reconheça os sintomas da doença
A dra. Ana Maria Rossi cita três características predominantes;
• Exaustão física e mental: a pessoa está constantemente cansada, mesmo quando sai de férias.
• Ceticismo: desesperança, conclusão de que não há saída para aquela situação.
• Ineficácia: baixo rendimento, frustração. Mesmo que trabalhe por muitas horas, a pessoa mostra pouco resultado.

Para a médica, outro sintoma pontual da doença é a passividade ou a agressividade ao extremo – dependendo do perfil do atingido.
Para o dr. Paulo César Souza, alienação (quando o trabalhador fica quieto no seu canto, alheio às outras pessoas) e estresse emocional (pessimismo, irritação extrema, sentimento de injustiça, complexo de inferioridade, antipatia, insegurança, ansiedade) também entram na lista de sinais obrigatórios do burnout. “A primeira reação ao estresse ligado ao trabalho é a sensação de esgotamento e dificuldades de relacionamento. Pode haver, ainda, cansaço, desânimo, dores no corpo, desleixo, hipertensão, disfunção digestiva, procrastinação e intolerância.” E não é só o profissional que perde com a doença. As empresas também acabam sofrendo as consequências. Segundo o médico, há estudos que mostram a perda da lucratividade, seja por queda na produtividade, seja pelos aumentos de absenteísmo ou nos custos com saúde.
Por Alana Della Nina
Fonte One Health

PARE E AGRADEÇA

quarta-feira, 20 de agosto de 2025

GUIA DO ADVOGADO EXEMPLAR: SAIBA QUAL A POSTURA ADEQUADA EM UMA AUDIÊNCIA


O que fazer e como se portar em uma audiência são dúvidas frequentes para os advogados em início de carreira ou aqueles mais acostumados ao trabalho burocrático — fazendo peças e mais peças jurídicas e analisando contratos dentro das instalações de um escritório, sem participar tanto da vida do Fórum em circunstâncias de embate direto com outro causídico. O conhecimento jurídico deve guiar quem vai à audiência, sem dúvida, mas não é tão simples assim. Afinal, há todo um conjunto de regras a serem seguidas que, se não forem respeitadas, poderão resultar em situações constrangedoras para todos.
Que tal saber de alguns detalhes bem válidos para qualquer tipo de audiência, seja no âmbito civil, penal ou trabalhista? Então não deixe de conferir agora mesmo nossas dicas:

CUIDADO COM AS ROUPAS
O advogado deve se trajar de acordo com a formalidade da profissão, ou seja, preferencialmente com roupas mais sóbrias e que respeitem a famosa moral e os célebres bons costumes. Dessa forma, é necessário sempre evitar o excesso. Os advogados do sexo masculino devem se apresentar preferencialmente em ternos, de cores sóbrias (nada de usar aquela sua camiseta azul-bebê cafona). No caso das advogadas, vestimentas com decotes muito proeminentes ou roupas curtas estão, obviamente, fora de cogitação. Uma entrada imponente na sala de audiência tem início com a preparação, bem antes de se chegar lá. Então não pule essas etapas!

SEJA PONTUAL
É importante chegar cedo ao Tribunal onde a audiência ocorrerá, de maneira que, quando o pregão acontecer, você e o cliente estejam preparados para entrarem na sala. Ao adentrarem o aposento, cada parte senta em seu devido lugar, acompanhada de seu representante legal. Em uma audiência cível de conciliação ou de instrução e julgamento, o advogado do autor se senta à direita do magistrado, à mesa, e o advogado do réu se senta à esquerda, cada parte com seu representante. Nas audiências trabalhistas, no entanto, essa disposição se inverte. Se há dúvida sobre onde se sentar, não demonstre tensão, simplesmente deixando que o outro advogado tome seu assento primeiro. Depois, é só ocupar o lado contrário da mesa.
Caso você esteja com dúvidas, procure se informar com algum colega advogado mais experiente, que já esteve nestas situações, sobre a postura adequada para cumprir o ritual de uma audiência. Desta forma, você consegue evitar que haja insegurança de sua parte (fatal para o trabalho do advogado), na hora da audiência.

ATENÇÃO AO PALAVREADO
Não use gírias, palavras de baixo calão ou expressões nada técnicas quando estiver diante do magistrado e da parte adversária na audiência. E não se esqueça de orientar o seu cliente a fazer o mesmo, guiando-o a, inclusive, evitar se expressar muito emocional ou ofensivamente. Comportamentos inadequados podem acarretar em punições, seja para você, seja para seu cliente. Afinal, o tribunal é um espaço cuja formalidade deve ser prontamente respeitada por todos os presentes.
É interessante, sempre no dia anterior, ou poucos dias antes, da audiência, que você explique ao seu cliente qual deve ser o comportamento correto no tribunal, diante do juiz. Oriente-o quanto aos rituais que ele deverá seguir, e explique para o cliente que as perguntas do juiz devem ser prontamente respondidas, sem rodeios, mas somente na exata medida do que for perguntado.

TRANSMITA CREDIBILIDADE
Cada audiência tem um conjunto de atos processuais específicos, o que vai variar bastante de acordo com cada caso — como a tentativa de conciliação, a fixação de pontos controvertidos, a fase probatória e as alegações finais, por exemplo. O mais importante é estar bem preparado, tanto no plano jurídico como no que diz respeito ao conhecimento daquele caso em especial, de modo que transmita grande credibilidade quando for se dirigir ao juiz ou à outra parte. Esse cuidado facilitará o convencimento favorável do magistrado, além de, claro, passar segurança ao seu cliente, que certamente estará enfrentando um momento difícil e decisivo de sua vida.

CONCLUSÃO
Com boas práticas e atenção a coisas simples, o advogado poderá cumprir muito bem seu papel e produzir uma excelente performance nas audiências de que fizer parte. Dessa forma, você será cada vez mais capaz de atrair novos clientes, e o respeito no mundo jurídico.

Blog Juris Correspondente

CONFIRA 7 DICAS INCRÍVEIS PARA MELHORAR SUA CONCENTRAÇÃO


Para ajudar você a melhorar sua capacidade de concentração, confira essas 7 dicas que a neurociência tem sobre o funcionamento do seu cérebro:

Escutar música (não a sua favorita)
Ouvir música traz relaxamento e concentração, além de bloquear os ruídos do ambiente (campeões da desconcentração). Ocorre que buscamos sempre ouvir um repertório conhecido, e isto acontece porque o seu cérebro pode se distrair tentando avaliar uma música totalmente nova para ele.
E é aqui que mora o segredo. Antes de montar sua playlist, não escolha nada que você adore (ou deteste). Cientistas já descobriram que sentimentos excessivamente positivos ou negativos tiram o foco da sua tarefa. Escolha músicas que faça você sinta-se um pouco indiferente.

Movimente-se
Praticar atividade física regular não é apenas importante para uma vida mais longa e saudável. A prática aeróbica desenvolve partes do cérebro ligadas à atenção e à memória.
Em pouco tempo os benefícios já podem ser sentidos. A rapidez de processamento das informações aumenta após meia hora de exercícios moderados, como uma caminha na esteira por exemplo.

Permaneça alimentado e hidratado
Estar com o estômago ‘cheio’ é essencial para manter a concentração nos estudos. Não precisa ser nada substancioso, basta um suco ou uma fruta entre as refeições principais. O importante é fornecer ao seu organismo a energia suficiente para a atividade.
Água é essencial para manter o cérebro funcionando a todo vapor. Numa experiência feita por pesquisadores ingleses, ficou comprovado que pessoas com sede demoram mais tempo para completar tarefas do que aquelas que estão bem hidratadas.

Meditação
Não adianta torcer o nariz ou dizer que não tem tempo pra isso. Em tempos de excesso de informações e estímulos, esvaziar a mente pode ser difícil, mas os benefícios são imensos para as suas funções cognitivas.
Pesquisadores americanos analisaram o córtex cerebral de praticantes de meditação e concluíram que a prática aumenta a capacidade de fixar a atenção, além de favorecer a memória e facilitar a tomada de decisões. Ou seja, tudo que um concurseiro precisa.

Dormir o suficiente
Pessoas que dormem pelo menos sete horas por noite têm atividade cerebral significativamente superior àquelas que passam menos tempo na cama. Tirar sonecas também pode ajudar a concentração durante o dia.

Escrever à mão
A tecnologia onipresente em nossas vidas reduziu drasticamente hábitos muito saudáveis, dentre eles escrever à mão. Me lembro que recentemente rolou até uma brincadeira no Instagram onde as pessoas publicavam fotos das suas letras. As pessoas estão esquecendo a sua própria letra! Isso é muito sério.
No entanto, anotar suas ideias à moda antiga guarda uma grande vantagem. Segundo pesquisadores da Universidade de Princeton e da Califórnia, quem escreve à mão tem mais facilidade de compreendê-las e memorizá-las do quem as digita. Isto porque o processamento de dados ocorre de forma superficial quando se usa o teclado.

Faça intervalos
Já comprovado pelos especialistas, nosso cérebro consegue se fixar numa única tarefa pelo período máximo de uma hora. Após esse tempo, recomenda-se fazer uma pausa de 5 a 10 minutos, que você pode aproveitar para tomar um café, aliás, segundo pesquisadores austríacos, ingerir cerca de 230ml de café diminui consideravelmente as chances de distração.
Por Coruja Concurseira
Fonte JusBrasil Notícias

quinta-feira, 14 de agosto de 2025

O PACTO COM O DIABO À LUZ DO DIREITO CONTRATUAL BRASILEIRO


Chifres, vapores de enxofre e gritos de sofrimento o anunciam. Responde por Lúcifer para os cristãos, Loki para os nórdicos, Exu para os africanos e Karna para os Hindus. Quem nunca ouviu falar em um pacto com o Diabo? Boatos históricos apontam aqueles que, supostamente, venderam a alma em troca da satisfação de seus desejos mundanos. Juram que o guitarrista Robert Johnson, precursor do blues, adquiriu sua espantosa habilidade musical subitamente em uma encruzilhada em Mississipi, EUA. Defendem que a magnífica Divina Comédia, com seus nuances e enigmas, só poderia resultar da aproximação do seu autor, Dante Alighieri, com o Príncipe do Mal.
Os que acreditam na personificação do Mal preferem evitar o assunto. A maioria prefere considerá-lo inexistente. Mas só os conhecedores do Direito têm certeza. Não é necessário buscar respostas metafísicas, refugiar-se em religiões ou recorrer a simpatias e exorcismos. Basta enxergarmos à luz do Direito: o contrato de venda de alma é absurdo, pois contraria uma série de normas jurídicas.
Dizem que a origem desse contrato remonta ao direito romano e que ele seria uma manifestação do pactum romano, espécie de acordo de vontades sem obediência a formas, que junto com o contractus (acordo em que a forma era exigida) compunha o gênero conventio. Assim, de forma precursora, o Diabo, já nesse tempo, defendia o abandono do formalismo presente nos meados da República Romana. Coincidentemente ou não, é nesse período em que Roma transformou-se de simples cidade-estado em grande Império. Não teria tal ambição recebido uma ajudinha sobrenatural?
Esse consenso maligno seria realmente uma espécie de compra e venda? Nós juristas não podemos nos deixar levar pelos jargões populares que usam a imagem negativa de “Venda” para se referir a esse inusitado acordo, título forte e reprovável, que visa depreciar ainda mais a decadente reputação do Belzebu. Na verdade esse contrato mais se aproxima da espécie Troca ou permuta, uma vez que ele é feito com base na utilidade e necessidade da prestação e contraprestação em determinado momento, sem, contudo, serem estabelecidas estimativas pelo valor real do objeto. Contudo, para a Troca, aplicam-se as disposições referentes à compra e venda (art.533 CC).
Neste ponto, qualquer graduando atento já acusaria a invalidade desse contrato sob o argumento de ele não atender aos requisitos de validade do negócio jurídico. Isso, uma vez que contratos são negócios jurídicos com pluralidade de partes, dotados de patrimonialidade, que, nos termos do art. 104, II do Código Civil, devem ter objeto possível. Portanto, o contrato seria inválido por ser impossível a alienação de almas. Porém, o Diabo, como eloquente advogado que é, provavelmente convenceria a todos da ausência de provas para comprovar essa impossibilidade.
Assim, na eventualidade de ser considerado válido, o contrato com o Satan ainda seria defeituoso, o que salvaria os incautos que o assinaram com sangue.
O senhor das trevas, mestre da mentira e enganação, sempre age com dolo. Ele utiliza de fraudes, ardis, enganações, todos os artifícios naturais e sobrenaturais para enganar os “Faustos” a venderem suas preciosas almas. Basta lembrar do tradicional exemplo da cobra e da maça, que nunca perde a força de evidenciar a ardileza do tal Lúcifer. Assim, nos termos do art. 145 do Código Civil, o contrato seria anulável.
Também ocorre a coação, que vicia a declaração da vontade e gera a extinção da obrigação. Independentemente do sexo, idade e condição daquele que se depara com o Demônio (art. 153 CC), provavelmente não deve haver nada nesse mundo, ou em outro, que gere mais temor que a própria personificação do Mal. Como se isso, por si só, não configurasse constrangimento, o Demo ainda utiliza de grave ameaças, sugerindo possibilidades de ocorrerem desastres iminentes com o incauto, sua família e até mesmo seus bens (art.151 CC).
Nos casos em que o Diabo foi espontaneamente procurado nas encruzilhadas em que se localizam seus escritórios, deve ser alegado vício por ocorrência de lesão (art.157 CC), uma vez que só buscam esse contrato os inexperientes e necessitados. Assim, serão atendidos os requisitos legais, pois há explicita ofensa ao princípio do equilíbrio entre as prestações, porque não existe prazer mundano que se iguale à danação perpetua e eterna trabalhando nas caldeirinhas do inferno.
O direito também tutela os vícios no objeto. Se o Capeta, por artimanha enjeitar a prestação com defeitos e vícios ocultos que a tornem imprópria ao uso ou diminua seu valor, o contratante sensato pode alegar a existência de vício e requerer a redibição da coisa, conforme o art.441 CC.
Feliz era o Tinhoso na época em que vigorava a teoria clássica dos contratos em que a autonomia da vontade era absoluta e os contratos eram intangíveis. Atualmente isso mudou, não há brecha para o “Coisa-Ruim”. Os princípios contratuais como o da dignidade da pessoa humana, do equilíbrio e da boa fé limitam a autonomia privada visando efetuar a justiça contratual, sendo até mesmo admitida a revisão contratual em alguns casos específicos.
Não é atoa que ele tem perdido sua popularidade.

Esse texto lúdico serve ao objetivo de "brincar" com a matéria estudada. Existem outras inúmeras inconformidades desse contrato mitológico com o direito contratual brasileiro, além de vários aspectos que podem ser abordados pelo viés jurídico. Cabe ao comentarista abordá-los ou criar situações hipotéticas para os exemplificar.
Por Macgarem Hübner

sexta-feira, 8 de agosto de 2025

COMPRAS DE ÚLTIMA HORA PARA O DIA DOS PAIS? VEJA QUAIS CUIDADOS TOMAR

Confira algumas dicas para presentear o seu pai sem gastar muito

Com o Dia dos Pais, é inevitável sentir certa urgência de conseguir o presente ideal para que a data não passe em branco. Por isso, para aqueles que farão compras de última hora, aí vão algumas dicas:
- Lembre-se sempre de pedir nota fiscal. Ela é a garantia em caso de problemas ou de uma eventual troca. Caso seja necessária a entrega do item comprado ou a apresentação do serviço, isso deve estar detalhado no documento. Se a compra foi feita pela internet, certifique-se que o comprovante de pagamento estará disponível pra consulta online;
- É válido lembrar que toda compra feita fora de estabelecimentos comerciais – que incluem desde a internet até compras realizadas por catálogo ou telefone - tem um prazo de até sete dias para arrependimento, qualquer que seja o motivo. Esse direito está consolidado no art. 49 do CDC (Código de Defesa do Consumidor);
- Entre outras questões, o consumidor deve estar atento às taxas embutidas nos preços dos produtos nas compras a prazo. Em compras parceladas com o cartão de crédito, o preço pode ser igual ao cobrado à vista, caso a loja ofereça o parcelamento. Nos casos das compras com cartão de crédito que incidem juros, isso sempre deve ser informado ao consumidor. O cliente deve calcular se terá condições de quitar as faturas do cartão integralmente, pois "pagar o mínimo" ou parcelar a fatura sempre sai mais caro, devido às altas taxas de juros do crédito rotativo estabelecidas pelas administradoras;
- Em caso de contratempos ou reclamações com os serviços, o primeiro passo é tentar negociar com o estabelecimento ou procurar algum órgão de defesa do consumidor, como o Procon;
- Caso queira economizar, é válido pesquisar os preços, tanto em lojas físicas quanto lojas online. Pechinchar com o vendedor por um desconto também é sempre uma boa ideia para guardar algum dinheiro;
- Caso não se queira gastar muito, pode-se optar por algo mais pessoal, como cozinhar o almoço para a família ao invés de visitar um restaurante, já que estes são sempre muito concorridos nessas datas;
- Também pode valer a pena optar por um presente feito à mão. É uma boa chance de exercitar suas qualidades artísticas, presentear sem gastar muito e criar algo único e personalizado para o papai. O importante é demonstrar a importância dele na sua vida, e essa é a parte mais fácil.
Fonte Idec

DIA INTERNACIONAL DO GATO

quinta-feira, 7 de agosto de 2025

COMO ECONOMIZAR NO SUPERMERCADO

Veja como escapar das "armadilhas" das redes e não colocar no carrinho itens que não pretendia comprar

Além de paciência com as longas filas, ir ao supermercado exige muito jogo de cintura, afinal, não é nada fácil escapar das armadilhas das redes para promover seus produtos e levar o consumidor a gastar mais que o planejado.
A organização das prateleiras é um dos principais truques de sedução. À entrada das lojas, por exemplo, normalmente são colocadas bancas temáticas, relacionadas com a época do ano (verão, início do ano escolar, Natal etc.). Como o carrinho ainda está vazio, o consumidor pode acabar levando produtos que não pretendia comprar.
Outra tática bastante comum é a de expor produtos logo nas cabeceiras dos corredores - longe, portanto, dos seus similares - trazendo etiquetas vermelhas ou algo que sinalize preço promocional. Só que essa "promoção" refere-se apenas ao preço normal daquele produto, o que não significa que ele seja o mais barato de sua categoria.
Os bens de primeira necessidade, como o pão e a carne, costumam ficar no fundo da loja, de modo que o cliente tem de passar por dezenas de prateleiras com artigos cuidadosamente dispostos para chamar a sua atenção. Em algumas redes, os produtos com preços mais em conta são dispostos nas prateleiras mais altas ou mais baixas, reservando ao centro, na altura dos olhos do consumidor, os artigos que oferecem mais lucros à empresa.
Na hora de pagar, mais tentações: pequenas bancas ao lado da caixa, com revistas, doces, entre outros artigos, fazem as últimas tentativas de entrar no carrinho.

Como escapar
Com tantos apelos pelo caminho, fica difícil para o consumidor resistir ao impulso de levar mais que o necessário para abastecer a despensa. Confira, então, algumas dicas para escapar das armadilhas:
- Não abra mão da boa e velha lista: ela é fundamental para norteá-lo a comprar o que realmente precisa. Leve em conta os folhetos promocionais dos supermercados da sua região;
- procure fazer as compras do mês de uma só vez ou então só vá ao supermercado uma vez por semana. Quanto mais você for, maiores são as chances de levar artigos por impulso;
- comparar preços é uma das melhores formas de poupar, mas requer tempo e disposição. Por isso, evite ir com pressa ou cansado;
- leve uma calculadora. Ela é muito útil para saber o preço unitário dos produtos (lembre-se que nem sempre o maior é o mais econômico);
- seja crítico com as promoções: questione-se se o preço compensa e se você está realmente precisando daquilo;
- evite levar crianças. Está comprovado que elas influenciam na decisão de compra dos pais;
- informe-se com um funcionário do supermercado sobre os períodos de promoções.

Fonte Idec

SITUAÇÕES DIFÍCEIS


quarta-feira, 6 de agosto de 2025

QUATRO IDEIAS PARA MANTER O FOCO

Jordan Cohen, consultor e ex-executivo da Pfizer, conta uma história engraçada em seu blog no site da Harvard Business Review

Recentemente, ele fez uma viagem de negócios a Londres. A agenda era carregada, por isso planejou tudo minuciosamente com grande antecedência. Quando, ainda no aeroporto, foi vestir o terno para a primeira reunião, descobriu que tinha esquecido nada menos do que as calças. Não lhe restou opção além do jeans surrado que havia escolhido para suportar o desconforto do voo transatlântico. Fazendo um retrospecto rápido, percebeu que a causa do lapso foi uma interrupção de sua filha, que pediu uma ajuda nos exercícios de geometria quando ele arrumava a mala.
Mais de um estudo famoso já mediu as consequências das interrupções. Um deles afirma que retomar a atenção pode levar até 23 minutos. Outro reduz esse intervalo para 5, mas calcula em até 60 vezes o número de interrupções por dia (total de 5 horas perdidas). Num ambiente de trabalho as interrupções podem vir de colegas e chefes que pedem sua atenção, e também das vozes e ruídos do entorno, telefones tocando, avisos de e-mails etc. Cohen revela quatro estratégias que desenvolveu para reduzir esses desvios:

Ficar em casa
Se você for bem organizado e planejar todo o trabalho de uma semana, alguns dias podem ser reservados para fazer o que deve ser feito em casa, onde, em geral, a possibilidade de controlar o ambiente é bem maior.

Desligar-se da rede
Fechar a caixa de email e até desligar o computador são providências que ajudam muito a manter o foco numa tarefa claramente definida.

Estabelecer o tamanho da lista diária de coisas a fazer
Antes de começar o dia de trabalho, defina o que deve ser concluído até o fim do expediente (Cohen sugere selecionar três coisas prioritárias). Assim fica mais fácil se organizar.

Bloquear o ruído
Para se desligar da cacofonia reinante, os fones de ouvido são a ferramenta mais óbvia e eficiente, mas podem fazer com que você ignore sons que precisa ouvir. Cohen dá uma sugestão alternativa surpreendente: concentrar-se num barulho uniforme no ambiente (o ruído de uma máquina, por exemplo).
Antes de encerrar o post, faz uma ressalva importante: nem toda interrupção é nociva. Algumas até podem ser indispensáveis para orientar o trabalho. Outras são tão importantes quanto o próprio trabalho – a lição de geometria da filha, lembra Cohen, pode tê-la ajudado a chegar mais perto da faculdade de arquitetura.

Por Márcio Ferrari
Fonte Papo de Empreendedor

segunda-feira, 4 de agosto de 2025

COMO FAZER MARKETING PESSOAL DE UM JEITO MAIS EFICIENTE

Entenda as diferenças entre marca, branding e marketing pessoal e confira como usar tudo isso a seu favor na carreira

Quando ainda estudava Administração de Empresas, no fim dos anos 1990, conheceu um designer num escritório vizinho ao seu e aceitou o desafio de ajudá-lo a gerir sua empresa e a visão estratégica do negócio.
Já interessada, fez pós-graduação em Marketing e teve a chance de dar aulas sobre o assunto para alunos de design do Centro Universitário Belas Artes de São Paulo.
Rapidamente notou que tinham o mesmo problema que o primeiro designer que conheceu: eram ótimos profissionais criativos, mas precisavam de ajuda para entender e administrar todo o resto.
Não era um problema só de uma categoria específica. Muita gente precisava (e precisa) de ajuda para entender os conceitos de uma boa gestão de marca pessoal, que transmite uma mensagem clara sobre quem você é como profissional.

Branding pessoal e marketing pessoal: o que muda?
Para quem quer começar já, o NaPrática.org conversou sobre o assunto com Marcia, que hoje é consultora em branding e gestão de design, coordenadora de pós-graduação no Belas Artes e gestora executiva do portal InfoBranding.
Aos jovens interessados em saber mais sobre marketing e branding pessoal – termos cada vez mais em voga –, sua primeira lição é que é preciso distinguir bem os termos.
“Branding pessoal é o mesmo que gestão da marca pessoal e seu objetivo é construir uma marca de destaque no mercado”, começa. “Já o marketing pessoal ajuda a construir essa marca ao definir estratégias ideais para o sucesso profissional e pessoal.”
Como acontece com o marketing de um produto ou serviço, tais estratégias servem para alavancar o sucesso daquilo que está sendo divulgado para outros. Os resultados de uma má gestão são os mesmos: a percepção do mercado será negativa.
É aí que entra a importância do assunto num mundo cada vez mais competitivo e transparente. “Como o gestor da sua marca pessoal é você mesmo, entender de branding pessoal é fundamental”, afirma ela.

Como criar sua marca pessoal
Qual é a diferença entre marca pessoal e marketing pessoal?
É essencial não confundir marca pessoal com marketing pessoal. Marca pessoal é a reunião de seus talentos e de seus atributos, bons e ruins.

Marketing pessoal é como você vai mostrar ao mundo todas essas características, ou seja, as estratégias que vai adotar para refletir ao mercado o diferencial do seu produto e o valor da sua marca pessoal.

Por que o marketing pessoal é importante profissionalmente?
A marca pessoal é a percepção que seu público tem da sua identidade, seus talentos e atributos. É o que determina que imagem você quer passar.
Como acontece em empresas, o profissional precisa revelar qual é a sua missão (razão de ser), visão (como quer ser lembrado) e valores (princípios éticos).
A partir destes três elementos, é possível estabelecer uma estratégia de marketing pessoal, que é como o profissional mostra suas características ao mercado, e que esteja focada em ações estratégicas para construir uma marca de valor – nesse caso, você.
A credibilidade é despertada a partir da consistência da gestão desta marca pessoal, conhecida também como branding pessoal.

O que é constante quando se trata de marketing pessoal?
Os famosos 4 Ps: produto, preço, ponto de venda e promoção.
A grande diferença é como utilizá-las a favor da marca pessoal: a metodologia é a mesma, mas a atitude do profissional é o grande diferencial no processo de construção de marca de valor.

Imagine que sou uma jovem cliente sua. Como posso entender minha história e saber como me apresentar? Há reflexões que você recomenda?
Com certeza irei começar com uma pergunta: qual é sua paixão? O que te chama atenção no dia a dia e te enche de vontade de aprender mais sobre o assunto?
Em seguida vou perguntar: qual é seu propósito?
Tudo começa com o propósito. É o que conduz à marca pessoal e sua determinação é o ponto de partida.
A maioria das pessoas vive uma corrida insana com suas responsabilidades, compromissos, metas profissionais, questões financeiras e esquece que o sucesso é resultado deste propósito, que exige pensar mais além e de maneira mais abrangente.
Um propósito de vida muito bem definido e planejado nos ajuda a encontrar ou concretizar a razão de ser da marca pessoal.
Quando o profissional sabe o que quer, fica mais fácil definir sua missão de vida, sua visão de longo prazo e os valores que irão conduzi-lo ao melhor caminho.

Quais são os erros mais comuns que as pessoas cometem quando se trata de marketing pessoal?
O primeiro é não estarem apaixonadas pela carreira que escolheram. O sucesso na vida profissional é resultado da escolha certa.
Quando o profissional gosta daquilo que faz, tem foco, um posicionamento estratégico claro de sua marca pessoal e será diferenciado, pois vai querer saber mais e mais sobre a área escolhida.
Como acontece nas empresas, o marketing pessoal não consegue colocar um produto no mercado se ele não for bom.

Em termos de atitude e comportamento, qual é o melhor jeito de se apresentar?
As atitudes e o comportamento de uma marca pessoal são o que comprova seu valor e dão credibilidade para o conteúdo.
Por exemplo, vamos pensar que precisamos de um cardiologista para uma consulta. Chegando na clínica, nos deparamos com o médico fumando.
Como vou me consultar com um cardiologista que está fumando? É um comportamento inadmissível para um profissional desta categoria.
Outro exemplo: digamos que eu preciso de um designer e em nossa primeira reunião ele me entrega um cartão de visita mal impresso. Se ele não está se preocupando com a apresentação da sua empresa, como vai cuidar da apresentação da minha?
São detalhes que fazem a diferença para um profissional. A maneira como você se relaciona com as pessoas, o jeito que trabalha, como arruma a mesa, como fala, se veste ou escreve – tudo faz parte da gestão da sua marca.
Mesmo que você nunca tenha pensado nisso de forma estratégica, é com base nestes itens que as pessoas vão lembrar de você e se referir à sua marca pessoal.

Há algum elemento que você considera um diferencial quando se trata de marca pessoal?
A paixão. Numa entrevista, é perceptível quando o entrevistado é apaixonado pela área escolhida.
A paixão é a parte externa e a mais visível da sua marca. É o “brilho nos olhos” que altera a percepção de valor da sua marca no mercado. Um alimenta o outro.
Se você for apaixonado pelo que faz, terá uma obsessão natural e saudável por saber mais, buscar mais, querer mais. E quanto mais você busca, mais aumenta a sua paixão.
E vale ressaltar que uma marca sem conteúdo pode ter o melhor trabalho de marketing pessoal, mas com certeza um dia se atrapalhará – e o estrago será muito maior se descobrirem que você é uma fraude.

Muitos jovens pensam que não têm nada para falar sobre si mesmos. Como contornar esse pensamento?
Todos nós temos histórias para contar, não importa a idade.
Se um jovem foi escolhido pelos colegas para ser representante de sala, por exemplo, isso demonstra liderança e com certeza diz muito sobre sua marca pessoal.

Lembre-se: toda marca tem uma personalidade que foi se desenvolvendo com os aprendizados recebidos em casa e fora dela. Tudo nos torna pessoas melhores e com marcas diferenciadas.
Por NaPrática.org
Fonte Exame.com