quinta-feira, 2 de julho de 2026

AMANHÃ É SEXTA-FEIRA

HUMILDADE - O VERDADEIRO SENTIDO DE SER HUMILDE

 
Humildade - Pratique a humildade em seu dia a dia

Nesses tempos globalizados em que vivemos, a palavra humilde teve seu significado distorcido e, hoje, equivale a pobreza de espírito, ignorância e fraqueza. Sentidos que, na realidade, ela não possui, pois “humilde” vem do latim húmile e etimologicamente quer dizer baixo, rente com a terra.
De acordo com os hebreus, humildade é modéstia e reconhecimento – oriunda do termo hebraico hoda’a, que quer dizer “muito obrigado” a Deus. A humildade, ao contrário do que muitos pensam, não significa depreciar a si mesmo nem ver com ignorância o que somos, mas justamente o inverso, é o conhecimento exato do que não somos, é a aceitação plena dos próprios defeitos e qualidades sem a necessidade de invocar a vaidade.
A verdadeira humildade é vista apenas nos processos mais avançados de autoconhecimento, é aquela em que o homem tem plena consciência de quem ele é – de suas habilidades, qualidades e defeitos –, compreende, assim, a natureza de sua inferioridade e reconhece seus limites. No entanto, isso não o aflige, pois ele se esforça para atingir a excelência na busca incessante de seu aperfeiçoamento físico, mental e espiritual.

Praticando no dia a dia
A humildade é a coragem de assumir que “posso estar errado” e exige a responsabilidade de aprender com as experiências e conhecimentos disponíveis ao seu redor. De acordo com a filosofia judaica, se a tolerância é o motor da vida, a humildade é o seu combustível.
Juan Luis Lorda, professor de antropologia na Faculdade de Teologia da Universidade de Navarra, na Espanha, diz que quem ama a verdade procura formar a consciência: conhecer os princípios morais, pedir conselhos às pessoas certas e com experiência e não considerar humilhante ser corrigido. De fato, os outros nos observam com mais objetividade que nós mesmos. Além disso, é necessário tirar a experiência dos próprios atos, examinar-nos com frequência (diariamente) e corrigir nossos erros. É preciso ser humilde para reconhecer as falhas e retificá-las – e isso nos dará uma grande sabedoria e capacidade de ajudar os outros.
Sendo assim, o autoconhecimento é a base da humildade. E um exemplo inverso disso é a declaração de um jogador de futebol, o português Cristiano Ronaldo, no fim de 2008: “Eu sou o primeiro, o segundo e o terceiro melhor jogador de futebol do mundo”.
Quantos supostos Cristianos Ronaldos nós conhecemos na empresa e no mundo? Aquelas pessoas que acham que resolvem tudo sozinhas. Experimente colocá-lo num jogo em que somente ele integre o time. Humildade é trabalho em equipe, é reconhecer que o outro também é uma peça fundamental de seu sucesso, é aceitar que você não é perfeito tanto quanto o outro e, por isso, não deve julgar indiscriminadamente quem está ao seu redor.
Existem pessoas que nunca estão satisfeitas com nada, são eternas caçadoras de falhas e erros. Certa vez, li em uma revista a seguinte declaração: “Caso você encontre quaisquer erros nesta revista, por favor, lembre-se de que eles foram colocados ali de propósito. Tentamos oferecer algo para todos. Alguns indivíduos estão sempre procurando erros, e não desejamos desapontá-los”.

6 dicas para praticar a humildade
1. Admitir que você não é o dono da verdade nem sabe tudo.
2. Ouvir os outros com atenção, pois qualquer pessoa pode lhe ensinar alguma coisa.
3. Não confundir humildade com humilhação.
4. Ter coragem, porque humildade não é para covardes e fracos. Somente os fortes conseguem alcançá-la.
5. Enxergar os pontos fortes, e não somente os fracos das pessoas ao seu redor.
6. Possuir sensibilidade a fim de perceber e disponibilidade para servir.

Por Roberto Recinella
Fonte Motivação Online

COMO BOLAR UM PLANO B PARA CRISES E FRACASSOS

Veja como evitar prejuízos prevendo riscos e montando estratégias para contornar situações como uma falência, desemprego ou uma gravidez inesperada

Pensar em possíveis prejuízos pode não ser agradável, mas é a melhor forma de evitar que eles ocorram ou mesmo minimizá-los. Ninguém quer ficar desempregado, enfrentar uma alta do dólar com uma viagem marcada para os Estados Unidos ou ir à falência, mas essas situações não escolhem suas vítimas. Nestes casos, duas estratégias podem minimizar os danos: ter sempre em mente um plano B e fazer um gerenciamento de riscos, isto é, refletir com antecedência sobre todas as possibilidades, sejam elas positivas ou negativas.
"Quem não tem uma estratégia prevista para uma situação de crise pode entrar em desespero procurando opiniões na internet, ou mesmo com um vizinho, e acaba tomando uma decisão emocional, que pode ser desastrosa", diz André Massaro, especialista em finanças pessoais da Moneyfit e trader independente.
Veja a seguir como se preparar para seis crises inesperadas: desemprego, alta de dólar com uma viagem marcada, gravidez inesperada, desvalorização de um imóvel, falência e processos em função de erros profissionais.

Desemprego
O desemprego pode afetar tanto um Steve Jobs, quanto qualquer outro profissional, mas nem todos se preparam para isso. Especialistas recomendam que seja feito um colchão financeiro de emergência, ou seja, uma reserva de dinheiro capaz de manter o padrão financeiro do profissional no caso de ele ficar desempregado. Alguns dizem que o ideal é uma reserva que cubra um ano de despesas, outros sugerem seis meses. “Na minha opinião deve-se pensar em uma reserva para doze meses, que cobre 80% dos casos. O cálculo do quanto deve ser reservado para cada mês inclui todos os gastos, até o presente de Natal e o cafezinho”, explica o consultor financeiro Mauro Calil.
Se o colchão financeiro não foi constituído e a demissão acontecer, entra então a estratégia de pensar em um plano emergencial. É importante que seja realizado um planejamento para a nova situação financeira. Em primeiro lugar, deve-se verificar qual é o valor do seguro-desemprego, da rescisão trabalhista e o saldo no FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço).
O seguro-desemprego é válido para trabalhadores demitidos sem justa causa e o valor do benefício varia de 622 reais a 1.163,76 reais, de acordo com a média dos últimos salários anteriores à demissão. Já o valor da rescisão é calculado com base no último salário recebido, levando em conta o tempo de empresa, o motivo da demissão, a forma como foi feito o aviso prévio e se as férias estavam vencidas ou não. E o saldo do FGTS pode ser sacado em caso de demissão sem justa causa e corresponde ao valor acumulado pelos depósitos mensais efetivados pelo empregador, equivalentes a 8,0% do salário pago ao empregado.
Contar com estes recursos pode ajudar, mas um corte de gastos também deve entrar no planejamento. Se estas medidas não forem suficientes, muitas vezes é melhor abrir mão de investimentos que não tenham sido feitos com a finalidade de suportar uma situação de emergência, como uma aplicação que tinha como objetivo a compra de um novo imóvel. Será melhor do que contrair dívidas, já que um empréstimo normalmente tem taxas de juros muito mais altas do que o rendimento de uma aplicação.
Se ainda assim não for possível arcar com as despesas, entram algumas medidas mais duras. “A pessoa que tem bens, tem que praticar o desapego e abrir mão do patrimônio, vendendo o carro ou se mudando para uma casa menor antes de partir para o pedido de empréstimo”, orienta André Massaro.
Ele acrescenta que o desempregado deve lançar mão do empréstimo como último recurso, caso ainda haja necessidade de mais renda mesmo após a venda dos bens. Massaro explica que as instituições financeiras são menos propensas a oferecer crédito a pessoas desempregadas, pois as chances de inadimplência neste caso são maiores. Então, a última opção seria recorrer a familiares e amigos. “Esta é a última alternativa, pois cada vez que se pede dinheiro emprestado para amigo ou parente é um crédito que se perde com aquela pessoa”, afirma Massaro.

Gravidez inesperada
Segundo Mauro Calil, um filho representa, no mínimo, um adicional de 15% nas despesas no orçamento de um casal. No sentido financeiro, a parte boa deste imprevisto é que o período da gestação permite que haja alguns meses de planejamento até a chegada do bebê. “Neste tempo é possível realinhar as verbas para as despesas e cortar alguns gastos”, diz Calil.
André Massaro recomenda também que os pais busquem meios de aumentar a renda para que seja possível arcar com o novo padrão financeiro que o filho exigirá. “Os pais devem buscar uma pós-graduação ou algo que faça o currículo se tornar mais valioso. O aumento da renda pode ser difícil, mas eles têm que ir atrás do mesmo jeito para se adequar à nova responsabilidade”, afirma.
Recomenda-se que os pais invistam o dinheiro reservado para os gastos com a chegada do bebê em uma aplicação de renda fixa. Com a Taxa Selic a 8,5%, a poupança pode ser a aplicação mais vantajosa no curto prazo, e os CDBs, Tesouro Direto e fundos DI, são mais vantajosas no longo prazo (mais de um ano de aplicação). Quando existe um objetivo definido para o valor investido, no curto prazo, não se deve aplicar em renda variável, porque o investimento pode gerar algum prejuízo. Em uma compra de ações, por exemplo, se a chegada do bebê coincidir com um momento de baixa da Bolsa, os pais podem correr o risco de ter que resgatar o dinheiro em um momento em que as ações estejam desvalorizadas, perdendo parte do valor investido inicialmente.
É muito importante que os pais verifiquem se o plano de saúde da mãe tem cobertura obstétrica - ou seja, se inclui as consultas de pré-natal e o parto -, e se já foi cumprido o período de carência. Normalmente, o plano só cobre o parto se ele acontecer pelo menos 10 meses depois da assinatura do contrato.
Se o plano de saúde não fizer a cobertura, as despesas médicas devem ser a prioridade no planejamento, uma vez que são os gastos mais importantes e urgentes. Se o corte de gastos ou a tentativa de aumento de renda não cobrirem estas despesas, os próximos passos são os mesmos da situação de desemprego. Os pais devem vender algum patrimônio ou utilizar os recursos investidos em aplicações antes de pedir empréstimos.

Alta do dólar com viagem marcada
Prever a alta do dólar e de outras moedas é algo bastante difícil até mesmo para especialistas. Por isso, é sempre bom se prevenir sobre um efeito de valorização para que a viagem não seja prejudicada. “A moeda tem que ser comprada o quanto antes, não importa o valor, porque dependendo do tamanho da valorização futura, a pessoa pode ser obrigada a cancelar a viagem. Comprando logo, pelo menos já se sabe a taxa certa. Se cinco minutos depois o dólar cair, aí paciência, o câmbio é uma loteria”, diz André Massaro.
Além de comprar a moeda com antecedência, outra forma de se proteger contra a valorização do dólar é o investimento em um fundo cambial. O dinheiro investido neste tipo de aplicação é convertido em dólares e flutua de acordo com as variações da moeda americana, assim evita-se qualquer perda frente a uma valorização. Veja como funciona a aplicação em um fundo cambial.
Se, no entanto, ocorrer uma alta e a moeda não tiver sido comprada, então as alternativas que restam seriam gastar mais dinheiro do que o previsto, encurtar a viagem, postergá-la ou mudar o destino.
Se você quiser viajar de qualquer jeito, mas aumentando os gastos, deve atentar à forma de pagamento. Se para arcar com os custos for necessário utilizar o cartão de crédito, o consumidor deve ter em vista que o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) que incide em pagamentos com cartão de crédito internacional é de 6,38%, acima dos 0,38%, cobrados em operações normais de câmbio. Além disso, as taxas cobradas no rotativo do cartão de crédito são bem altas.
Calil explica que se os gastos previstos não couberem no orçamento, o mais recomendável seria então mudar a data da viagem, cancelá-la ou mudar o destino. “Se a viagem previa passar pelos Estados Unidos e Canadá, concentre-se apenas no Canadá”, diz. Ou talvez fazer uma viagem doméstica, paga em reais, seja o melhor caminho.

Falência
Os empresários têm algumas possibilidades antes que o juiz decrete a falência da empresa. Um dos principais planos B neste caso, são os mecanismos da recuperação judicial. Eles suspendem o pagamento imediato das dívidas e estabelecem um novo plano de pagamentos em comum acordo com os credores. Este plano é aprovado e homologado por um juiz, o que permite à empresa se reestruturar para pagar seus credores e posteriormente até mesmo se reerguer.
Muitas vezes o que se consegue obter é uma separação da parte boa e da parte ruim da empresa, e uma venda a interessados que possam dar uma solução de continuidade ao negócio. A recuperação pode dar mais condições para a empresa devedora se reerguer, em especial porque quem concede o crédito para a companhia na fase de recuperação judicial tem prioridade no pagamento posterior.
Caso seja decretada a falência, a empresa é encerrada, e um síndico apura os bens remanescentes - imóveis, veículos, máquinas, ferramentas e assim por diante. Todo o patrimônio é levado a leilão para que o valor apurado seja destinado aos credores, aos empregados, aos fornecedores, aos bancos e aos governos estadual, municipal e federal.
Segundo Carlos Mastrobuono, sócio do escritório Walfrido Jorge Warde, o melhor a se fazer no caso de uma falência seria buscar um acordo amigável com os credores. Mas, se não houver acordo, então o caso é decidido por meio de um processo judicial, e o juiz decidirá como será feito o pagamento. Em alguns casos, o juiz pode chegar até mesmo a bloquear o patrimônio do empresário. “Se a empresa praticou atos contrários à lei, os sócios são responsabilizados e podem ter seu patrimônio particular comprometido”, explica.
Uma falência pode trazer prejuízos astronômicos, sobretudo se os sócios forem responsabilizados particularmente. Por isso, a principal orientação neste caso é manter sempre em vista os riscos do negócio para que seja possível prevenir ao máximo uma falência.
Conrado Navarro, sócio-fundador da consultoria Dinheirama, destaca algumas das principais situações que levam uma empresa à falência e que devem ser evitadas: “Gastar com projetos e decisões ainda não avaliadas, confundir gastos pessoais com gastos da empresa - que é o principal problema dos pequenos negócios -, estabelecer prazos de venda sem levar em conta o capital de giro e usar muitos recursos de terceiros são alguns dos fatores fundamentais que devem ser pensados”, diz.

Desvalorização de um imóvel
J.R.T. é proprietário de uma casa que fica próxima ao estádio do Morumbi. Ele conta que depois do anúncio da construção da estação de metrô na região sua casa sofreu uma desvalorização de 50%. “Minha casa valia 1.000.000 de reais e agora, como este metrô deve passar em uma altura que deve acabar com a vista, ela está desvalorizando e agora vale 500.000 reais”. J.R. pretendia vender o imóvel quando os filhos saíssem de casa para reservar parte do valor para a aposentadoria.
Mauro Calil explica que neste tipo de situação, o proprietário deve primeiramente buscar alternativas para o imóvel ou tentar fazer um bom negócio, seja transformando-o em um ponto comercial ou vendendo-o a uma empresa que considere benéficos os projetos previstos para a região. “Um amigo meu morava em uma ótima casa, mas foi construída uma faculdade encostada na parede dele. Para não perder dinheiro com a desvalorização do imóvel, ele inaugurou uma rotisserie no local e obteve bons resultados com o negócio”, diz.
Se não houver este tipo de alternativa, Calil orienta que o proprietário não fique pensando no valor que pagou pelo imóvel, uma vez que isso não fará diferença na venda, e que ele procure vender a propriedade o quanto antes, para que o prejuízo seja o menor possível.

Processos em função de erros profissionais
Profissionais que correm risco de serem processados, como médicos, dentistas, engenheiros ou advogados, podem contratar um seguro de Responsabilidade Civil. O seguro protege o cliente no caso de uma ação judicial por danos causados ao meio ambiente, à saúde dos consumidores e outros eventuais processos.
Segundo Mauro Calil, pouquíssimos profissionais contratam este tipo de seguro. “Dependendo da apólice, ele pode cobrir processos que cheguem a até 500.000 reais e custa algo como uma garrafa de vinho por mês, algo factível com essas classes de profissionais”. Calil acrescenta que no Brasil a população em geral não costuma se prevenir para riscos, mesmo que a prevenção seja simples, como neste caso.
Por Priscila Yazbek
Fonte Exame.com

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Por Marcos Muniz

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quarta-feira, 1 de julho de 2026

ELEGÂNCIA SEM DOR


Dores nas costas, nos ombros, no pescoço e dor de cabeça insistente. "A causa pode estar dentro da sua bolsa", alerta o quiropraxista Felipe Trindade, de São Paulo. Grande ou pequena, o segredo é aliviar o peso que você leva dentro dela. O especialista também mostra a maneira correta de carregar esse acessório para evitar alterações no equilíbrio da postura que desencadeiam desconforto e dor.

1. Faça uma faxina na bolsa periodicamente eliminando o que for desnecessário.

2. Prefira uma bolsa com alça longa e ajustável, que passe por cima da cabeça e cruze a frente do corpo.

3. Coloque celular, chaves e outros objetos de uso frequente nos compartimentos na parte da frente da bolsa. Assim, quando for alcançá-los, você não precisa se esticar muito ou fazer movimentos bruscos, evitando o risco de mal jeito nas costas ou no pescoço.

4. Carregue o laptop ou o tablet em uma mochila, apoiada nos dois ombros. Isso evita sobrecarregar só um lado do corpo.
Por Yara Achôa
Fonte Boa Forma

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