segunda-feira, 31 de agosto de 2026
domingo, 30 de agosto de 2026
VOCÊ É RESPONSÁVEL
A mente ordinária sempre lança a responsabilidade em outro alguém. É sempre o outro que está lhe fazendo sofrer. Sua esposa está lhe causando sofrimento, seu marido está lhe fazendo sofrer, seus pais estão lhe fazendo sofrer, seus filhos estão lhe fazendo sofrer, ou o sistema financeiro da sociedade, capitalismo, comunismo, fascismo, a ideologia política prevalecente, a estrutura social, ou o destino, carma, Deus... você nomeia!
As pessoas têm milhões de maneiras de se esquivar da responsabilidade. Mas no momento que você diz que outra pessoa – X,Y,Z – está lhe causando sofrimento, assim você não pode fazer nada para mudar isso. O que você pode fazer? Quando a sociedade muda e o comunismo chega e há um mundo sem classes, então todos serão felizes. Antes disso, não é possível. Como é que você pode ser feliz numa sociedade pobre? E como você pode ser feliz numa sociedade que é dominada pelos capitalistas? Como você pode ser feliz com uma sociedade que é burocrática? Como você pode ser feliz com uma sociedade que não lhe permite liberdade?
Desculpas e mais desculpas – desculpas apenas evitam um insight que ”Sou responsável por mim mesmo. Ninguém mais é responsável por mim; é absolutamente e totalmente minha responsabilidade. O que quer que eu seja, sou minha própria criação”. Esse é o significado deste sutra:
Conduza toda a culpa para um.
E esse um é você.
Uma vez que esse insight se estabelece: "Sou responsável por minha vida – por todo meu sofrimento, pela minha dor, por tudo que aconteceu comigo e está acontecendo a mim – Eu escolhi esse caminho; essas são as sementes que eu semeei e agora estou colhendo a safra; sou responsável" – uma vez que esse insight se torna um entendimento natural em você, então tudo mais é simples.
Assim a vida começa a dar uma nova reviravolta. Começa a se mover numa nova dimensão. Essa dimensão é conversão, revolução, mutação – porque uma vez que sei que sou responsável, também sei que posso abandonar isso a qualquer momento que decida fazê-lo. Ninguém pode me impedir de abandonar isso.
Pode alguém lhe impedir abandonar sua miséria, de transformar sua miséria em felicidade? Ninguém. Mesmo que você esteja na prisão, acorrentado, preso, ninguém pode prender você; sua alma ainda permanece livre.
É claro, você fica numa situação muito limitada, mas mesmo nessa situação limitada você pode cantar uma canção. Você pode ou derramar lágrimas de desamparo ou pode cantar uma canção. Mesmo com correntes em seus pés você pode dançar; então até mesmo o som das correntes terá uma melodia nela.
Palavras de Osho
sábado, 29 de agosto de 2026
EMERGÊNCIA - LUÍS FERNANDO VERÍSSIMO
É fácil identificar o passageiro de primeira
viagem. É o que já entra no avião desconfiado. O cumprimento da aeromoça, na
porta do avião, já é um desafio a sua compreensão.
- Bom dia…
- Como assim?
Ele faz questão de sentar num banco de
corredor, perto da porta. Para ser o primeiro a sair no caso de alguma coisa
dar errado. Tem dificuldade com o cinto de segurança. Não consegue atá-lo. Confidencia
ao passageiro ao seu lado:
- Não encontro o buraquinho. Não tem
buraquinho?
Acaba esquecendo a fivela e dando um nó no
cinto. Comenta, com um falso riso descontraído: “Até aqui, tudo bem”. O
passageiro ao lado explica que o avião ainda está parado, mas ele não ouve. A
aeromoça vem lhe oferecer um jornal, mas ele recusa.
- Não, obrigado. Não bebo.
Quando o avião começa a correr pela pista
antes de levantar voo, ele é aquele com os olhos arregalados e a expressão de
Santa Mãe do Céu! No rosto. Com o avião no ar, dá uma espiada pela janela e se
arrepende. É a última espiada que dará pela janela.
Mas o pior está por vir. De repente ele ouve
uma misteriosa voz descarnada. Olha para todos os lados para descobrir de onde
sai a voz.
“Senhores passageiros, sua atenção, por
favor. A seguir, nosso pessoal de bordo fará uma demonstração de rotina do
sistema de segurança deste aparelho. Há saídas de emergência na frente, nos
dois lados e atrás.”
- Emergência? Que emergência? Quando eu
comprei a passagem ninguém falou nada de emergência. Olha, o meu é sem emergência!
Uma das aeromoças, de pé ao seu lado, tenta
acalmá-lo.
- Isto é apenas rotina, cavalheiro.
- Odeio rotina. Aposto que você diz isso
para todos. Ai, meu santo.
“No caso de despressurização da cabina, máscaras
de oxigênio cairão automaticamente de seus compartimentos.”
- Que história é essa? Que despressurização
? Que cabina?
“Puxe a máscara em sua direção. Isto acionará
o suprimento de oxigênio. Coloque a máscara sobre o rosto e respire normalmente.”
- Respirar normalmente? A cabina
despressurizada, máscaras de oxigênio caindo sobre nossas cabeças – e ele quer
que a gente respire normalmente?!
“ Em caso de pouso forçado na água…
- O quê?!
“…os acentos de suas cadeiras são flutuantes
e podem ser levados para fora do aparelho e…”
- Essa não! Bancos flutuantes, não! Tudo,
menos bancos flutuantes!
- Calma, cavalheiro.
- Eu desisto! Parem este troço que eu vou
descer. Onde é a cordinha? Parem!
- Cavalheiro, por favor. Fique calmo.
- Eu estou calmo. Calmíssimo. Você é que está
nervosa e, não sei por que, está tentando arrancar as minhas mãos do pescoço
deste cavalheiro ao meu lado. Que aliás , também parece consternado e levemente
azul.
- Calma! Isso. Pronto. Fique tranqüilo. Não
vai acontecer nada.
- Só não quero mais ouvir falar em banco
flutuante.
- Certo. Ninguém mais vai falar em banco
flutuante.
Ele se vira para o passageiro ao lado, que
tenta desesperadamente recuperar a respiração, e pede desculpas. Perdeu a cabeça.
É que banco flutuante foi demais. Imagine só.
Todo mundo flutuando sentado. Fazendo sala no meio do oceano Atlântico!
A aeromoça diz que lhe vai trazer um
calmante e aí mesmo que ele dá um pulo:
- Calmante, por quê? O que é que está acontecendo?
Vocês estão me escondendo alguma coisa!
Finalmente, a muito custo, conseguem acalmá-lo.
Ele fica rígido na cadeira. Recusa tudo que lhe é oferecido. Não quer o almoço.
Pergunta se pode receber sua comida em dinheiro. Deixa cair a cabeça para trás
e tenta dormir. Mas, a cada sacudida do avião, abre os olhos e fica cuidando a
portinha do compartimento sobre sua cabeça, de onde, a qualquer momento, pode
pular uma máscara de oxigênio e matá-lo do coração.
De repente, outra voz. Desta vez é do
comandante.
- Senhores passageiros, aqui fala o
comandante Araújo. Neste momento. À nossa direita, podemos ver a cidade de …
Ele pula outra vez da cadeira e grita para a
cabina do piloto:
- Olha para a frente, Araújo! Olha para a
frente!
(Luís Fernando Veríssimo)
Fonte Para Gostar de Ler - Crônicas (Volume VII)
sexta-feira, 28 de agosto de 2026
quinta-feira, 27 de agosto de 2026
O QUE É UM MAPA MENTAL? PARA QUE SERVE? PASSOS PARA FAZER UM
O que é um
mapa mental? Mapa mental é um diagrama que permite que você organize ideias de
forma simples e lógica, representando-as visualmente, facilitando o processo de
memorização. Ele começa com um tema central, que evolui através de linhas ou
“ramos” relacionando os subtópicos do tema.
Técnica de
estudo criada no final da década de 1960 por Tony Buzan, um consultor inglês. Ela
consiste em criar resumos cheios de símbolos, cores, setas e frases de efeito
com o objetivo de organizar o conteúdo e facilitar associações entre as
informações destacadas.
Como o
próprio nome diz, serve para você se orientar nessa vastidão de conteúdos. Essa
técnica de estudos ajuda a memorizar os principais pontos do tema estudado e
organizar os detalhes na sua cabeça.
A primeira
coisa que você deve fazer é pegar uma ficha em branco (pode ser uma folha sulfite
A4), deixe virada na horizontal e coloque algum conteúdo bem marcante no centro.
Faça desenhos, monte gráficos ou insira símbolos.
A partir
desse ponto central, você desenvolverá o estudo e organizará as principais
informações. É muito importante que você escolha bem o que vai representar sua
ficha de estudos, pensando nas conexões feitas entre ele.
Outro ponto
muito importante na construção do seu resumo é você decidir o que cada elemento
representará. Tudo tem que ter sentido, com diferentes significados.
Por isso, tudo
precisa ser muito bem pensado:
·
cores
– cada uma delas deve “comunicar” algo;
· formatos
– a escolha de cada formato deve ser pensada para associar conteúdos. O
retangular pode abordar aspectos políticos, enquanto o triangular diz respeito
ao aspecto econômico;
·
setas
– o tipo de seta também pode te deixar uma dica e criar conexões no mapa mental;
·
balõezinhos
– a mesma lógica se aplica a cada balão.
Veja os melhores sites para fazer de graça
1. GoConqr (goconqr.com/pt-BR/mapas-mentais).
2. MindMeister.
3. Draw.io.
4. Coggle (coggle.it).
5. Canva (canva.com/pt_br/graficos/mapa-mental).
6. Gliffy.
Passos para desenhar um mapa mental:
1. Defina o tema central, ex: Direito
Internacional.
2. Procure informações que
envolvam o tema e leia bastante sobre os assuntos que você precisará colocar no
mapa.
3. Utilize cores, setas e
desenhos. Esses elementos no mapa vão ajudar você a associar os assuntos e
lembrar deles posteriormente.
4. Use palavras-chave curtas para
montar o fluxo do seu mapa, pois as grandes tiram o foco e podem confundir.
5. Deixe a folha em formato
paisagem. Isso ajuda as ideias a fluírem melhor.
6. Comece desenhando no centro da
folha, colocando o tema central e o envolvendo com algum elemento visual. Exemplo:
um balão de idéia ou algum desenho que represente a palavra.
7. Conecte as linhas de forma
decrescente, ligando os maiores junto com os subtópicos e o tema central, e os
assuntos mais específicos, com linhas menores, ligando nos subtópicos. Ficou
confuso? Veja um exemplo:
8. Faça linhas com curvas. Desse
modo, o cérebro terá mais facilidade de manter a atenção, já que linhas retas
deixam a mente entediada com mais facilidade.
9. Por fim consulte-o sempre para
não esquecer a linha de raciocínio. O cérebro precisa de um tempo para
memorizar novas informações até que elas se tornem naturais.
Como criar um mapa mental no Word?
Como fazer um mapa mental
1. Selecione um template de mapa
mental.
2. Clique no texto para começar a
personalizar o seu mapa mental.
3. Personalize detalhes como
cores e fontes.
4. Escolha itens como quadros, formas
e linhas da nossa ampla seleção de elementos gráficos.
5. Baixe, imprima ou compartilhe.
Referências bibliográficas
DEL
RIO, V. Introdução ao desenho urbano no processo de planejamento. Um. Ed. São
Paulo: PINE, 1990.
MORAN,
J.M. Ensino e Aprendizagem inovadores com Tecnologias Audiovisuais e
Telemáticas; in NOVAS TECNOLOGIAS E MEDIAÇÃO PEDAGÓGICA. Campinas, SP: Papirus,
2000.
NOT,
LOUIS. Ensinando a Aprender. Elementos de Psico-Didática Geral. São Paulo: Summus,
1993.
Benigno Núñez Novo
Fonte JusBrasil Notícias
quarta-feira, 26 de agosto de 2026
6 MANEIRAS DE CHAMAR A ATENÇÃO
Autopromover-se
sem parecer arrogante é uma tarefa difícil para a maioria. As pessoas oscilam
entre a tentativa de se ofuscar e a exposição quase narcisista. No entanto, em
algum lugar nesse meio termo está a arte de ser notado de maneira positiva no
ambiente profissional.
Shelley
Prevost, cofundadora de uma incubadora nos Estados Unidos, listou, no site da
Inc., seis maneiras de fazer uma autopromoção, mas sem exageros.
1. Deixe seus resultados falarem por você
As
pessoas se importam mais com o que você já fez do que com o que você irá fazer.
Não há nada como um currículo para chamar a atenção. Não precisa ser nada muito
robusto e inatingível. Por exemplos, quais problemas você já resolveu na sua
empresa? Quais foram as iniciativas que você tomou? Você foi capaz de ajudar
alguém no seu trabalho? Ao conquistar coisas de valor, você tem a oportunidade
de se promover.
2. Promova os outros
Alguém
que sabe valorizar os colegas de trabalho raramente percebe o quão inspirador é
para eles. Quanto mais você notar o sucesso em outras pessoas, mais confiança e
aprovação você passará a elas.
As
pessoas podem esquecer o que você falou ou fez, mas dificilmente esquecerão
como você as fez sentir. Se você as fizer sentir notadas, elas irão notá-lo.
3. Fale sobre aquilo em que você acredita
“Eu
acredito em criar empregos e fazer pessoas se sentirem importantes em seus
cargos” é diferente de “Eu sou fundador de uma empresa de 200 funcionários”. A
diferença é sutil, mas está lá.
Apresentar
aquilo em que você realmente crê é uma pista para os colegas terem uma noção de
suas conquistas, sem que você precise ser explícito. Se estiverem de fato
interessados em dados mais específicos, perguntarão.
4. Admita suas falhas
Assumir
um erro é um sinal de vulnerabilidade, uma característica encontrada em líderes
de negócios. As falhas humanizam o sucesso, assim como é importante que colegas
de trabalho percebam o ser humano em você.
Lógica
e intelecto o conduzem até certo ponto. Autenticidade e humildade podem levá-lo
além.
5. Decida pelo que quer ser conhecido
Aprimore
aquilo que lhe dê destaque, mas deixe para os outros a tarefa de falar sobre
isso. Se você for muito superficial e amador, não entenderão seus atributos.
Sua
tarefa é descobrir seu superpoder, o que o diferencia, e fazer isso melhor do
que todos. Se você for verdadeiramente muito bom em algo, receberá elogios.
6. Permita-se algumas exceções
Certas
vezes é necessário falar um pouco sobre si mesmo. Se você realizou uma tarefa
difícil, fale sobre ela. Tenha a garantia de que você está conversando com as
pessoas certas e de que seu feito é diferenciado. Os colegas certos se
empolgarão junto com você.
Por
Mariana Grazini
Fonte
Papo de Empreendedor
terça-feira, 25 de agosto de 2026
segunda-feira, 24 de agosto de 2026
domingo, 23 de agosto de 2026
ORAÇÃO KAHUNA DO PERDÃO
Buscando eliminar todos os bloqueios que atrapalham minha evolução, dedicarei alguns minutos para “PERDOAR”. A partir deste momento, eu perdôo todas as pessoas que, de alguma forma, me ofenderam, me injuriaram, me prejudicaram ou me causaram alguma dificuldades desnecessárias. Perdôo, sinceramente, quem me rejeitou, me odiou, me abandonou, me traiu, me ridicularizou, me humilhou, me amedrontou, me iludiu.
Perdôo, especialmente, quem me provocou, até que eu perdesse a paciência e reagisse violentamente, para depois me fazer sentir vergonha, remorso e culpa inadequada. Reconheço, também que fui responsável pelas agressões que recebi, pois várias vezes confiei em indivíduos negativos, permiti que me fizessem de tola e descarregassem sobre mim seu mau caráter.
Por tempo demais suportei tratamento indigno, humilhações, medo, grosserias e desamor, perdendo muito tempo e energia, na tentativa inútil de conseguir um bom relacionamento com essas criaturas.
Já estou livre da necessidade compulsiva de sofrer e livre da obrigação de conviver com pessoas e ambientes tóxicos. Iniciei agora, uma nova etapa na minha vida em companhia de pessoas mais positivas, cheias de boas intenções, que se preocupam em ser amigas, saudáveis, alegres, prósperas e iluminadas. Pessoas preocupadas em melhorar a qualidade de vida não só de si mesmas, mas de todo o planeta. Queremos compartilhar sentimentos nobres, aprendendo uns com os outros e nos ajudando mutuamente, enquanto trabalhamos pelo nosso progresso material e evolução espiritual, sempre procurando difundir nossas ideias de unidade, de paz e de amor.
Evitarei me queixar, falando sobre mágoas e pessoas negativas. Se por acaso pensar nelas, lembrarei que já estão perdoadas e descartadas de minha vida íntima definitivamente. Agradeço pelas dificuldades que essas pessoas me causaram, pois isso me ajudou a evoluir, do nível humano comum ao nível espiritualizado em que estou agora.
Quando me lembrar destas pessoas que me fizeram sofrer, procurarei valorizar suas boas qualidades e pedirei ao Criador que as perdoe também, evitando que elas sofram pela lei de causa e efeito, nesta vida ou em futuras. Dou razão a todas as pessoas que rejeitaram meu amor e minhas boas intenções, pois reconheço que é um direito de cada um, não me corresponder e me afastar de suas vidas.
(Fazer uma pausa, respirar profundamente algumas, para acúmulo de energia).
Agora, sinceramente, peço perdão a todas as pessoas a quem, de alguma forma consciente ou inconsciente, eu ofendi, magoei, prejudiquei ou fiz sofrer. Analisando e fazendo julgamento de tudo realizei ao longo de minha vida, vejo que o valor das minhas boas ações é suficiente para pagar todas as minhas dívidas e resgatar todas as minhas culpas, deixando um saldo positivo a meu favor.
Sinto-me em paz com minha consciência e de cabeça erguida, respiro profundamente, prendo o ar e me concentro para enviar uma corrente de energia destinada ao meu Eu Superior. Ao relaxar, minhas sensações revelam, que este contato foi estabelecido.
Agora, dirijo uma mensagem de fé ao meu Eu Superior, pedindo orientação, proteção e ajuda, para a realização, em ritmo acelerado, de um projeto muito importante que estou mentalizando e para o qual estou já estou trabalhando com dedicação e amor, que será, com certeza, para o bem maior de todos os envolvidos.
Agradeço de todo o coração, a todas as pessoas que me ajudaram e comprometo-me a retribuir trabalhando para o bem do próximo, atuando como agente catalisador de entusiasmo, prosperidade e auto-realização. Tudo farei em harmonia com as leis da natureza e com a permissão do nosso Criador, eterno, infinito, indescritível que eu, intuitivamente, sinto dentro e fora de mim.
Assim seja, assim é e assim será.
Oração ensinada pelos Kahunas, antigos polinésios.
sexta-feira, 21 de agosto de 2026
quinta-feira, 20 de agosto de 2026
CONSULTOR RECOMENDA "EDUCAÇÃO" PARA ATRAIR CLIENTES
O
advogado tem duas opções para orientar a oferta de seus serviços a
clientes: a técnica de marketing baseada em vendas ou a técnica de
marketing baseada na "educação". No primeiro caso, ele
assume o papel de vendedor, que se esforça por vender seus produtos
e serviços, como qualquer outro da classe. No segundo, assume o
papel de consultor, que trata de apresentar ao cliente seus
potenciais problemas e mostrar as possíveis soluções para
resolvê-los. Na prática, é pavimentar caminho para deixar claro
qual é sua área de atuação e especialidade.
Por
isso, o consultor de marketing para escritórios de advocacia, Trey
Rader, desenvolveu o método que chamou de Education-based Marketing.
Para os Americanos, "educar" o cliente significa oferecer
abordagens que esclareçam, antes mesmo de uma eventual contratação,
os aspectos jurídicos de determinados empreendimentos ou atividades.
Mostrar que sempre há problemas em andamento ou à espreita, com
consequências que podem ser mais ou menos graves. Mas sempre há
medidas jurídicas que podem ser tomadas para solucioná-los.
Rader
trabalha com advogados desde 1984, aos quais recomenda,
constantemente, que evitem qualquer técnica que associe sua imagem a
de vendedores do que seja. De uma maneira geral, imagens, negativas
ou positivas, se impregnam na mente dos clientes, via subconsciente,
e não se desfazem tão facilmente.
O
"marketing baseado em educação" é, na verdade, uma forma
de consultoria preliminar, que substitui a proposta de venda. Isso é
feito em contato pessoal com o cliente ou através de outros meios de
comunicação apropriados, como seminários, workshops, reuniões,
websites, boletins, blogs, artigos em publicações (de preferência
especializadas), press releases, entrevistas, e-mails etc. — sempre
com o objetivo de esclarecer os clientes e possíveis clientes.
Quando alguém precisar de seus serviços, já saberá quem procurar.
Isso porque, na prática, a "isca" foi lançada.
Para
isso, basta que o advogado se veja como um consultor, em vez de
vendedor. O consultor Trey Rader vê os seguintes problemas com o
"marketing baseado em vendas". Um artigo de apresentação
dessa técnica de marketing educacional ocupou o espaço da principal
chamada de capa da revista Marketing News, editada pela American
Marketing Association. Veja o diagnóstico feito pelo consultor:
1.
Possíveis clientes mudam seu caminho para evitar um encontro com
você, porque estão cansados de enfrentar pressões de "vendedores".
2.
Possíveis clientes pensam que não podem confiar em você, porque a
maioria das pessoas já foi "escaldada" por algum vendedor
ansioso por fazer uma venda, com base em informações incorretas ou
falsas;
3.
Possíveis clientes ficam na defensiva e tentam se proteger, porque
esperam que você vai pressioná-los para comprar alguma coisa que
não precisam ou não querem.
Com
o "marketing baseado em educação", a atitude do possível
cliente muda, diz o consultor:
1.
Você dá aos possíveis clientes o que eles querem: informação e
aconselhamento. E não os incomoda com o que não querem: uma
proposta de venda.
2.
Você não precisa se dar ao trabalho de fazer uma coisa que não
gosta, no caso da maioria dos advogados: um esforço de venda.
3.
Você cria na mente dos possíveis clientes uma imagem que agrada aos
dois: a de autoridade no assunto. E passa a ser uma fonte confiável
de informações.
4.
Você não procura os clientes. Eles procuram você. Podem contatar o
escritório ou visitar seu website para solicitar o envio de boletins
etc.
5.
Você começa a desenvolver um relacionamento com o cliente no
primeiro estágio da tomada de decisão, frequentemente antes que
tenham uma noção mais clara de seus problemas e de contatar outro
escritório.
6.
Você identifica possíveis clientes que rejeitam telefonemas com
ofertas de serviços, mas que não têm qualquer problema em ligar
para o escritório para pedir mais informações.
7.
Os possíveis clientes descobrem que não precisam ter receio de
telefonar para seu escritório, porque já conhecem sua disposição
para esclarecer seus problemas.
8.
Você economiza dinheiro, em comparação com outras técnicas de
marketing.
9.
Os possíveis clientes que telefonam para seu escritório, depois que
você lhes despertou a vontade de fazer isso, estão genuinamente
interessados em seus serviços. Quanto aos que não estiverem, você
os identifica facilmente.
10.
Você cria uma primeira impressão positiva e, mais que isso,
estabelece sua credibilidade, ao oferecer informações úteis, em
vez de uma proposta de venda.
11.
Você economiza tempo, por criar seções de perguntas e respostas em
seus meios de comunicação, em vez de responder as mesmas perguntas
a cada consulta pessoal, por telefone ou e-mail.
12.
Você ganha o respeito e a lealdade do possível cliente, pelo
esforço que fez para ajudá-lo. Mesmo que ele não o contrate, por
qualquer razão, ele será uma boa fonte de referência.
13.
Você sabe, precisamente, como seu marketing está funcionando,
porque pode contar o número de possíveis clientes que telefonam ou
mandam e-mails e os que, de fato, acabam se tornando clientes.
14.
Você ganha uma vantagem competitiva porque a maioria dos advogados
não usa essa técnica para formar relacionamentos produtivos.
15.
Você aprende a lidar com diversos métodos "educacionais"
e acaba por criar uma sinergia entre eles, em que um reforça o
outro.
16.
A margem de lucro resultante é maior, porque resulta em menos
trabalho e menos despesas.
Por João Ozorio de Melo
Fonte
Consultor Jurídico
SAIA DA ZONA DE CONFORTO
A
zona de conforto é sempre perigosa, deve-se evitá-la. Ela seduz, mas impede o
progresso do seduzido, que acredita estar em uma posição confortável e de
segurança, quando, em verdade, tais circunstâncias são meras ilusões. A zona de
conforto é traiçoeira.
Muitos
advogados corporativos (e muitos dos advogados que atuam em escritório) são
vítimas da zona de conforto e, através dela, acabam por também vitimar os seus
clientes (no caso, os clientes internos da companhia em que trabalham),
colocando como barreiras ou escudos em sua atuação, exatamente, o seu saber
jurídico.
Para
muitos advogados corporativos é fácil se esquivar de um dado problema ou
situação temerária se valendo, por exemplo, daquilo que consta na lei ou na
jurisprudência. Alguns chegam a impedir o avanço para o encontro de uma
solução, sob o argumento de que isto ou aquilo não é permitido legalmente, pura
e simplesmente.
Pois
bem. O advogado a serviço da empresa também deve ser um gestor de pessoas e
projetos; deve saber como compartilhar uma visão, motivar as pessoas com quem
interage, coordenar talentos; quanto aos projetos, deve saber definir metas,
planejá-los e implementá-los. O advogado corporativo deve ser capaz de se
afirmar como um líder “vertical”, a fim de inspirar a sua equipe; e “horizontal”,
em todas as situações de colaboração com outras funções de negócios, sendo um
contribuinte ativo para o desenvolvimento sustentável da empresa da qual faz
parte.
Faça
algo a mais, enfim. Saia da zona de conforto.
Por
Marcelo José Ferraz Ferreira
Fonte
Exame.com
quarta-feira, 19 de agosto de 2026
5 PASSOS PARA DESENVOLVER A RESILIÊNCIA
Thomas Edison, o inventor da lâmpada, realizou
mais de mil experiências e enfrentou vários fracassos antes de realizar seu
intento. Perguntado sobre como nunca desistira ou se desanimara entre as
centenas de tentativas fracassadas, ele respondeu: “Eu nunca fracassei. Eu
apenas descobri 10.000 maneiras que não funcionavam”.
Quantos de nós temos essa qualidade de não
desistir de tentar alcançar nossos objetivos? Quantos de nós não se deixam
abater pelos obstáculos da vida e pelas crises do momento?
A resiliência separa os vencedores de todos
os demais. Pessoas resilientes possuem um espírito heroico: são pessoas
determinadas e motivadas que não desistem facilmente, nem cansam de tentar
alcançar seus objetivos e propósito. A frase de Churchill ilustra a resiliência,
que é a capacidade de se recuperar de situações de crise e aprender com ela. É
ter a mente flexível e o pensamento otimista mesmo em situações difíceis, com
metas claras e a certeza de que tudo passa.
Pessoas resilientes não se vitimizam –
sempre se responsabilizam pelos seus atos, erros e acertos. Pessoas resilientes
possuem grandes projetos de vida e não é qualquer dificuldade que consegue
colocá-las para baixo. Pessoas resilientes possuem conhecimento sobre si mesmo,
sua própria força, limitações e sentimentos. Pessoas resilientes derrotam a
crise!
Resiliência: uma
armadura psicológica
A resiliência pode ser desenvolvida em
qualquer idade. Ela fornece uma “armadura psicológica” composta por cinco
elementos ou fatores. De acordo com George S. Everly Jr., Douglas A. Strouse e
Dennis K. McCormack, autores do livro “Stronger: develop the resilience you
need to succeed”, existem cinco atributos que caracterizam uma pessoa
resiliente:
1. Otimismo ativo
Quando você se encontra ativamente otimista,
você se torna um agente orientador da mudança. O seu otimismo é um instrumento
poderoso, uma força interior capaz de impulsionar você corajosamente adiante, mesmo
quando os demais estão fugindo da luta.
Uma atitude otimista é uma afirmação
psicológica que resulta em uma mudança fisiológica benéfica. Quando você se
torna resiliente, o seu corpo é “sobrealimentado com um aumento moderado de
hormônios como adrenalina, noradrenalina, ácido gama-aminobutírico, neuropeptídeo
Y e cortisol”. Este surto de hormônios fortalece a memória e permite maior
tolerância à dor, reações mais rápidas e maior consciência e força.
O pensamento otimista torna as pessoas mais
felizes e mais bem-sucedidas. Os “otimistas passivos” esperam algo melhor; porém
os “otimistas ativos” tomam medidas para moldar o futuro. Por exemplo, para
militares de elite, o sucesso ou o fracasso pode representar a vida ou a morte.
Portanto uma atitude negativa pode significar a derrota. Em sua filosofia, o resiliente
acredita que sucesso “acontece porque você faz tudo para que ele aconteça”.
Uma dica aqui é: procure interpretar os
acontecimentos na sua vida a fim de promover resultados eficazes e um ótimo
desempenho. O seu mindset, isto é, a sua perspectiva mental sobre o evento, é
fator determinante para o sucesso. Como dizia Henry Ford: “Se você acredita que
você pode ou que você não pode, você está correto”.
Estudos científicos comprovam que quanto
mais sucessos você obtém, mais fácil é compreender o que é preciso para ser bem-sucedido,
ou seja, aquilo que pode gerar maiores triunfos; o cérebro humano, então, vai
acabar também vivendo na expectativa de alcançar novas conquistas. É a profecia
que se autorealiza.
Albert Bandura, da Universidade de Stanford,
afirma que as pessoas podem desenvolver a autoeficácia, uma manifestação do
otimismo ativo, através dos passos a seguir:
·
Realizações pessoais – O sucesso gera sucesso. Comece com
pequenos sucessos para aumentar a sua confiança.
·
Observação – Observe as pessoas que conseguem alcançar os seus objetivos. Se
elas podem chegar lá, você também pode.
·
Incentivo e apoio – Quanto mais apoio você tiver, mais fácil vai ser desenvolver
a autoconfiança e o otimismo. As pessoas vão apoiar você, caso você as apoie.
·
Autocontrole – Mantenha a calma, procure além da gratificação instantânea, controle
seus impulsos e se mantenha saudável.
O otimismo ativo é mais do que uma esperança
ou uma crença. É uma prescrição para que você se recupere, seja bem-sucedido e deixe
de viver como vítima.
2. Ação decisiva
Para se recuperar de um revés temporário, as
pessoas resilientes estão preparadas para agir com coragem. Uma pessoa que se
sinta fortalecida e determinada é capaz de tomar decisões difíceis sob pressão
e agir com proatividade, escolhendo entre várias opções e avançando. Este nível
de determinação ajuda você a enfrentar os problemas de frente e aproveitar as
adversidades para crescer e desenvolver resiliência. Mas para que isso aconteça,
você precisa agir.
As pessoas respeitam quem age com firmeza. Esse
respeito constrói um efeito halo, isto é, as pessoas veem com bons olhos e
admiram os mais determinados. Para elas, uma atitude orientada à ação é
louvável e possui um potencial impulsionador de carreiras.
Por isso, a dica é: aja com determinação e
aprenda a superar os comumente obstáculos existentes tais como:
·
Medo
paralisante do fracasso
·
Medo
do ridículo
·
Procrastinação
·
Falhar
ao comunicar os detalhes relevantes a respeito das suas ações
·
Tentar
agradar a todos
·
Sentir-se
intimidado pela extensão do desafio
·
Perder
a visão dos objetivos de longo prazo
3. Bússola moral
A sua bússola moral, ou seja, a sua “honra, integridade,
fidelidade e comportamento ético”, deve orientar todas as suas decisões, mesmo
que as coisas não estejam indo bem.
Quando as pessoas sentem que você está
fazendo a coisa certa, elas creditam mais respeito e confiança. Para
influenciar pessoas de maneira eficaz, os líderes sabem que a credibilidade e
confiança se constituem em pilar fundamental. Em tempos de crise, as pessoas
podem se permitir a cometer mais falhas, mas a moral e a ética serão sempre
admiradas e valorizadas pelos públicos com os quais você se relaciona.
Kouzes e Posner, autores do livro “O Desafio
da Liderança” entrevistaram milhares de líderes extraordinários no mundo
inteiro. Os especialistas concluíram que o primeiro fator de sucesso do líder é
ele ser “líder pelo exemplo”. Em primeiro lugar, grandes líderes sabem liderar
a si mesmo, mantendo autocontrole e professando valores positivos.
Durante uma crise, o negativismo, o
ceticismo e a desesperança são fatais. É preciso muito autocontrole, disciplina
e inteligência emocional para superar as dificuldades.
4. Tenacidade
implacável
Em 1939, o exército alemão de Hitler atacou
a Polônia, dando início à 2ª. Guerra Mundial. Até outubro de 1941, a Alemanha
ocupou a Europa Continental. A Grã-Bretanha manteve a sua liberdade. O primeiro-ministro
Winston Churchill já havia conclamado o Reino Unido a resistir com firmeza aos
nazistas. Ele se dedicou a “desafiar com tenacidade” as hordas de Hitler.
Churchill disse: “Nós lutaremos na França, lutaremos
nos mares e oceanos, lutaremos com crescente confiança e crescente força no ar,
defenderemos nossa ilha, a qualquer custo. Lutaremos nas praias, lutaremos nos
campos de aterrissagem, lutaremos nos campos e nas ruas, lutaremos nas colinas;
jamais nos renderemos”. Graças a tenacidade de Churchill, o vento começou a
virar e os aliados, com a ajuda dos EUA, derrotaram os nazistas.
Inspire-se em Churchill e naqueles que
seguiram seu exemplo corajoso. Não importa o obstáculo que você deva superar, confie
na sua tenacidade “autossustentável”. Você tem controle total sobre o esforço
necessário para seguir em frente. A determinação é abastecida pelo seu empenho
total, nada menos do que isso. Espelhe-se no modelo estabelecido
Pessoas corajosas e
determinadas são persistentes diante de desafios
5. Apoio
interpessoal
Aristóteles afirmava que o grupo supera
sempre os seus membros individuais. Este aumento da capacidade deriva da
prontidão dos membros de se ajudarem mutuamente para o bem-estar coletivo. Este
fenômeno é conhecido como “coesão interpessoal”, isto é, a partilha e o apoio.
Charles Darwin também comentou sobre o
grande valor dos grupos coerentes. Ele concluiu que as tribos que conseguiriam
prevalecer naturalmente seriam aquelas cujos membros defendessem uns aos outros
e fizessem sacrifícios para o bem das suas comunidades.
Em outras palavras, você é mais bem-sucedido
quando conta com relacionamentos sólidos. A dica aqui é: fortaleça as suas
conexões interpessoais utilizando a fórmula “homofilia x proximidade”. Encontre
pessoas com os mesmos valores e atitudes que os seus (homofilia) e passe um bom
tempo nos locais onde elas costumam se reunir (proximidade). Vá atrás de
mentores e exemplos a seguir.
Apoie as pessoas dispostas a apoiar você. Demonstre
o seu respeito pelos outros. Escute o que as pessoas têm a dizer. Não presuma
que as pessoas ao seu redor são maliciosas, mesmo que algumas se levantem
contra você; pode ser que estejam agindo por pura ignorância ou insensatez. Não
leve as ações dessas pessoas para o lado pessoal.
Esses cinco fatores interagem entre si e vão
se desdobrando um após o outro. O otimismo ativo leva a uma ação decisiva, a
qual depende da sua bússola moral; estes três passos requerem uma tenacidade
implacável e se tornam mais fáceis quando você conta com um apoio interpessoal.
Resiliência é a
capacidade de recarregar
Estou certo de que ser flexível e ágil é a
melhor competência profissional do século XXI. No mundo volátil, cheio de
incertezas e turbulências, aja como um bambu diante das tempestades e não como
uma rígida figueira. As duas árvores sofrerão a mesma realidade, mas a forma de
reagir de cada uma será diferente. Qual delas sobreviverá? A figueira se
quebrará e o bambu se vergará, sobrevivendo à crise e se reerguendo. Quem cai e
dá a volta por cima, sempre vence no final.
Muitos associam resiliência com força (o
soldado que se arrasta na lama e não sofre, o boxeador que sempre se reergue
depois do nocaute). Mas força e trabalho duro representam o oposto da
resiliência. Arianna Huffington descobriu que os EUA perdem 11 dias de
produtividade por trabalhador por causa da falta de sono revigorante dos
trabalhadores.
A chave para a resiliência é a capacidade de
recarregar. É tentar de maneira determinada, então pausar, tentar novamente, recuperar-se,
e então tentar de novo. Mas melhorando a cada vez, como fez Thomas Edison. Esta
conclusão tem base científica na biologia, mais especificamente no conceito de
homeostase – a capacidade do cérebro de continuamente recarregar e sustentar o
bem-estar. O neurocientista Brent Furl chamou de “valor homeostático” esta
capacidade que temos de recarregar e buscar o equilíbrio novamente de forma
natural.
Lembretes para o
sucesso
Para desenvolver eficazmente a resiliência, lembre-se
das seguintes premissas:
·
A simplicidade é crucial – Concentre-se nos cinco fatores da
resiliência. Outros comportamentos também consolidam a resiliência, incluindo o
autocontrole e uma mentalidade “calma, inovadora e não taxativa”. Lembre-se: menos
é mais. Busque soluções simples.
·
A resiliência pode ser aprendida em qualquer idade – As dificuldades, a ansiedade e os eventos
dolorosos podem levar a “eventos neurológicos e neuroendócrinos” semelhantes à
plasticidade cerebral das crianças, o que melhora a aprendizagem. Assim, nossos
revezes e eventuais fracassos devem ser encarados como lições de aprendizagem.
·
A autoeficácia é uma estrutura útil – Lembre-se de que o “primeiro sucesso é o
mais difícil”.
·
É importante monitorar a sua resiliência – O autoconhecimento é um requisito
fundamental para o sucesso. Conheça e tire proveito de seus pontos fortes e
habilidades. Lembre-se: a prática e o treino aperfeiçoam.
·
Estude o passado – Encontre seus heróis pessoais de resiliência. Estude as suas
palavras e ações. Inspire-se neles. Churchill, por exemplo, dizia: “O sucesso
consiste de ir de um fracasso a outro fracasso sem perder o entusiasmo”.
Por Marco
Morsh
Fonte Portal Administradores
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