sábado, 31 de maio de 2025

FUMAÇA DE CIGARRO TAMBÉM FAZ MAL PARA CÃES E GATOS

Pets que vivem em lares de pessoas fumantes têm maior propensão para desenvolver doenças
  
Dia 31 de maio foi o Dia Mundial Sem Tabaco. Devido ao enorme prejuízo que o hábito de fumar traz à saúde, campanhas mostram de diversas formas os males que o cigarro causa para quem fuma e também para os que convivem com a fumaça de cigarro em casa.
Cães e gatos que vivem em lares de pessoas fumantes têm maior propensão para desenvolver rinite, asma, bronquite e conjuntivite, por exemplo. Espirros, tosse, engasgos, falta de ar, olhos vermelhos e com coceira são alguns dos sintomas que indicam que as coisas não vão bem. Por serem doenças crônicas, representam um custo elevado com tratamento, exames e internações frequentes, sem falar nos medicamentos que vão desde antialérgicos, corticoides, broncodilatadores, até antibióticos e colírios.
As complicações não são raras e o bichinho fica com a saúde frágil. A expectativa de vida cai consideravelmente. Alguns estudos apontam correlação também com o desenvolvimento de câncer.
Nesta campanha sem tabaco, toda a família, e o pet faz parte dela, se une em benefício da saúde dos bichinhos e de quem eles tanto amam: você. Pense nisto antes de acender um cigarro. Agora, se a dificuldade em parar de fumar for muito grande, evite essa prática dentro de casa, ou na companhia de seu pet.
Por Fernanda Fragata
Fonte Exame.com

quinta-feira, 29 de maio de 2025

PARADOXO DO ADVOGADO


O paradoxo do advogado (também chamado de paradoxo de Protágoras) é um antigo problema de lógica, criado na Grécia Antiga pelo sofista Protágoras (sábio/mestre em oferecer sua sabedoria, a fim de educar interessados).

O problema consiste no seguinte:
Um professor ensina direito a um aluno, sendo que este só precisará pagar pelas aulas quando ganhar seu primeiro caso em um tribunal.
Passado muito tempo, o aluno ainda não ganhou nenhum caso no tribunal e, também, não pagou o professor, de forma que este decide processá-lo.
Protágoras argumenta que, se o professor ganhasse o caso, receberia o dinheiro correspondente aos serviços prestados. Se o aluno ganhasse, o professor seria pago da mesma forma, visto que, segundo o contrato original, ele teria ganho o seu primeiro caso.
O aluno, no entanto, argumenta que, se ele ganhasse o caso, então, por decisão do tribunal, não teria que pagar o professor. Se não ganhasse, não teria ganho ainda nenhum caso e não teria que pagar o professor do mesmo jeito.

Assim, quem estaria correto?
Esse problema de lógica criado por Protágoras serve claramente para demonstrar que a atividade jurídica é de “meio” (não poder garantir um resultado) e não de “fim” (quando a finalidade será efetivamente o alcance daquele resultado esperado).
Muitos colegas de profissão alimentam, erroneamente, falsas expectativas nas contratações que estão por serem seladas e, quando advinda uma decisão de forma não esperada pelo cliente, acabam nascendo grandes transtornos a todos os envolvidos e, principalmente ao próprio profissional!
Portanto, o paradoxo do advogado ou paradoxo de Protágoras, serve perfeitamente como mecanismo de reflexão para o cidadão compreender como é a atividade desempenhada pelo advogado, ficando este profissional na pendência de uma decisão judicial, diante dos reveses da Justiça, devendo trabalhar para defender os interesses de seu cliente da melhor forma possível, mas jamais alimentando promessas ou afirmando, com ênfase, conclusões sem antes obtê-las, por infringir, assim, a ética profissional.

Por Neves e Cardoso Advogados Associados
Fonte JusBrasil Notícias

7 PASSOS PARA UMA VIDA EQUILIBRADA COM OS CICLOS DE IMERSÃO E MANUTENÇÃO!


Há uma grande chance de que você esteja enfrentando o seguinte dilema: há tantas coisas para fazer, tantos projetos acontecendo ao mesmo tempo e tantas áreas nas quais você está tentando progredir que manter tudo isso funcionando sem colocar nas suas costas uma grande carga de stress e ansiedade parece impossível.
Você está se formando em Direito, estagiando em um escritório de advocacia, trabalhando ou procurando por um emprego. Ainda precisa arranjar tempo de estudar para o Exame da Ordem, dentre outras aspirações e resoluções de ano novo que você definiu como meta (e já estamos em MAIO).
Acrescente a isso ao fato de manter o relacionamento saudável, harmonioso e cuidar da sua família, tentando manter uma vida social mínima aceitável.
Fazer todas essas coisas caminharem lado a lado e ser capaz de progredir em todas elas ao mesmo tempo é tarefa para gigantes. Existe sim, uma solução inteligente para esse grande desafio: ciclos de imersão e manutenção.

Entendendo os ciclos de imersão e manutenção
A ideia por trás dos ciclos de imersão e manutenção é simples:

Em vez de tentar avançar com todos os seus projetos e progredir em todas as áreas da sua vida ao mesmo tempo, escolha alguns deles e mergulhe fundo. Sim, você deve estar pensando exatamente no Exame da Ordem ou naquele tão desejado Concurso Público! Mas não esqueça todo o restante, coloque-os no “modo manutenção”.

O objetivo é definir períodos (ciclos) de trabalho duro e alta produtividade (imersão) para alcançar determinado resultado em algumas áreas, enquanto faz-se o mínimo necessário (e, por isso, usa-se menos recursos) para manter suas habilidades ou evitar grandes perdas em outras áreas.
Após o término do período definido para o ciclo você poderá então mudar o seu direcionamento, passando a colocar o seu foco (iniciar um novo ciclo de imersão) naqueles projetos e áreas que estavam no “modo manutenção” e colocando em “modo manutenção” os projetos e áreas nos quais você estava imerso antes.

A estratégia para trabalhar efetivamente com os ciclos de imersão e manutenção, ao ser desconstruída, deu origem aos 7 passos seguintes:
1.Descubra tudo com o que você está envolvido e comprometido;
2.Defina as áreas nas quais você deseja (ou precisa!) crescer com mais urgência;
3.Prepare o seu ciclo de imersão;
4.Defina a Dose Mínima Eficaz (DME) para as áreas de manutenção;
5.Prepare o seu ciclo de manutenção;
6.Mergulhe fundo (e sem culpa!);
7.Revise os ciclos regularmente;

Passo 1: Descubra tudo com o que você está envolvido e comprometido
O passo inicial para começar a criar a sua estratégia de ciclos é listar tudo aquilo com o que você está atualmente comprometido em alcançar resultados.
Está aprendendo a tocar um instrumento? Se preparando para o Exame da Ordem? Treinando para os seus primeiros 5Km, 10Km ou 21Km de corrida? Comprometido em perder peso e ganhar massa muscular? Trabalhando em um TCC? Criando um novo blog? Escrevendo o seu primeiro livro? Estudando algo que você deseja dominar? Montando uma empresa? Lutando para conseguir uma promoção no seu trabalho? Você entendeu a ideia!
Você precisa listar tudo com o que está envolvido e que está exigindo de você o investimento de seus recursos. Pense em “recursos” de maneira muito ampla: dinheiro, energia física e mental, tempo etc.

Passo 2: Defina as áreas nas quais você deseja (ou precisa!) crescer com mais urgência
Se você está prestes a concluir a sua graduação ou pós-graduação em Direito, mas ainda está atrapalhado com o seu TCC, mergulhar fundo na produção dele é uma excelente ideia.
Se a sua saúde não anda bem e você sente-se doente e fraco uma ótima ideia seria iniciar um ciclo de estudos sobre como realizar a sua reeducação alimentar e começar a se exercitar gratuitamente em casa ou nos parques públicos da sua cidade.
A sua situação atual e a etapa da sua vida na qual você se encontra dirão para você o que é importante naquele momento.

Passo 3: Prepare o seu ciclo de imersão
De quanto tempo você precisa para o Exame da Ordem? Sessenta dias com 3 ou 4 horas de trabalho diário darão conta do recado?
Para ajudar neste processo, o Endireitados disponibiliza gratuitamente um Ebook e planilha de estudo para você preparar e afiar as ferramentas, antes de começar a realmente colocar a mão na massa:
Mas e se você não souber de quanto tempo irá precisar para avançar o suficiente em determinada área ou projeto? Simplesmente use a sua experiência atual para estimar o tempo necessário e siga revisando os ciclos regularmente (Passo 7) e realizando os ajustes necessários.

Passo 4: Defina a Dose Mínima Eficaz (DME) para as áreas de manutenção
Se você irá encarar um ciclo de imersão nos estudos para ser aprovado em um Concurso Público extremamente concorrido é improvável que você possa continuar usando 2h do seu dia para deslocar-se até a academia, treinar e depois voltar para casa.
Nesse caso você precisa avaliar qual a Dose Mínima Eficaz (DME) necessária para que você possa manter-se saudável e em forma enquanto foca-se nos estudos. A Dose Mínima Eficaz (DME) é, aliás, um conceito poderoso para fazê-lo realizar mais com menos esforço. 

Passo 5: Prepare o seu ciclo de manutenção
A melhor maneira de explicar a preparação do seu ciclo de manutenção é a seguinte: preencha os “espaços” existentes entre as suas atividades principais (aquelas que fazem parte do seu ciclo de imersão) com as atividades que estão em “modo manutenção”.
Assim, entre duas sessões de estudos de 2h cada você pode, por exemplo, inserir uma corrida de 15 ou 20 minutos em algum local próximo da sua residência ou praticar um pouco ao violão.
Distribua as atividades que estão em “modo manutenção” nas janelas de tempo existentes entre as atividades do seu ciclo de imersão.

Passo 6: Mergulhe fundo (e sem culpa!) 
O objetivo dos ciclos de imersão e manutenção é permitir que você faça avanços significativos em uma direção (ou algumas direções) enquanto mantém (ou evita uma grande deterioração ou estagnação) aquilo que conquistou em outras áreas.
Para que isso realmente aconteça é preciso que você mergulhe fundo nos projetos e áreas que você elegeu como prioritários nesse momento e permaneça tranquilo por estar fazendo apenas um pouco em todas as outras áreas.
Você não deve sentir-se culpado por estar indo à academia apenas duas vezes por semana. Relaxe e saiba que, no momento apropriado, você também irá focar-se nas áreas e projetos que agora estão recebendo menos recursos e atenção.

Passo 7: Revise os ciclos regularmente
Defina períodos regulares para reavaliar os seus ciclos de imersão e manutenção e saber se chegou o momento de mover algumas peças do jogo.
Por Endireitados
Fonte Site Mude.Nu

EXCLUIR E ADICIONAR NA MINHA VIDA

segunda-feira, 26 de maio de 2025

USO DO FUNDO DE RESERVA DEVE SER PLANEJADO

Recurso deve ser utilizado com cautela para preservar o caixa do condomínio

Cuidar de um condomínio não implica somente em manter a engrenagem funcionando, com todos os assuntos em dia: é preciso também planejar o futuro e estar preparado para as adversidades. Para isso, o condomínio pode contar com o fundo de reserva. Com esse recurso em caixa, como o próprio nome indica, é possível programar obras e melhorias, cobrir o pagamento de despesas imprevistas e emergenciais, além de honrar eventuais custos de valor alto, aliviando a taxa rateada entre os condôminos mensalmente.
O síndico André de Souza Rafael, que atua na gestão do condomínio Somerville, no bairro Centro, em Criciúma, investe na poupança o valor mensal angariado para o fundo de reserva. “Além da conta corrente para os gastos mensais rotineiros, temos um valor fixo para essa arrecadação, que vai para uma conta de investimento”, afirma. Síndico há três anos do prédio que possui 70 apartamentos, Rafael lembra que, quando necessário, faz uso dessa verba para melhorias no edifício. “Agora, por exemplo, já temos previsão para usar o recurso, mas pretendemos retirar apenas entre 50% e 70% do que já está guardado, garantindo ainda um determinado valor em caixa”, destaca.
O síndico do Somverville está certo ao tomar esta precaução. Segundo o economista e professor da Universidade do Extremo Sul Catarinense (Unesc) Alcides Goularti Filho, o uso do fundo de reserva deve ser planejado, para não esgotá-lo repentinamente. “É importante usar apenas uma porcentagem, não usar todo o cofre”, ressalta o economista.

Planejamento
A lógica de ter esse capital para investir funciona, basicamente, da mesma forma que uma reserva financeira planejada para uma família ou uma empresa, segundo explica o economista. Com dinheiro em caixa, é possível até ter certo poder de barganha: o síndico pode optar por pagar à vista fornecedores de produtos e serviços, por exemplo, e garantir descontos consideráveis.
Outra dica dada por Goularti Filho é procurar um investimento financeiro seguro, sendo a poupança tradicionalmente o mais utilizado. O economista indica que também é possível buscar outras alternativas, como fazer um investimento de renda fixa. No entanto, como o dinheiro pode ser sacado em momentos emergenciais, é fundamental avaliar as características de cada aplicação. “O síndico deve conhecer o tipo de investimento que pretende utilizar e escolher o que melhor contemple seus objetivos”, lembra.
Sobre a implantação de outros fundos, como por exemplo, a criação de fundos de obras (para infraestrutura e compras diversas), o economista afirma que o fundo de reserva pode ter também essa função, e simplificar a quantidade de contas facilita a sua administração. “O importante é que o fundo não fique parado, sem rendimentos. O síndico pode e deve utilizar este recurso para investir no próprio imóvel, valorizando-o”, completa.

Por Bernardo César Coura
Fonte Condominiossc

segunda-feira, 19 de maio de 2025

AS REGRAS PARA TIRAR O MÁXIMO DE PROVEITO DO LINKEDIN

Quais os cuidados básicos que você deve tomar para tornar seu perfil no LinkedIn mais relevante para a sua carreira

Segundo pesquisa da Robert Half, os executivos brasileiros são os que mais apostam no fim do currículo convencional. De acordo com o levantamento, 34% destes profissionais acreditam que LinkedIn e Facebook têm tudo para ser a principal ponte entre candidato e recrutador.
Agora, como se preparar para esta tendência? EXAME.com consultou especialistas em recrutamento e marketing digital para listar quais os conceitos básicos para você aproveitar o máximo do LinkedIn.

Complete o perfil
Pode parecer óbvio, mas muita gente cede à tentação da preguiça e nunca vislumbra o ícone que mostra o perfil 100% completo no LinkedIn. Erro crasso, afirmam especialistas. “Quanto mais dados você colocar, mais chances do seu perfil ser mais visualizado”, afirma Camila Pinheiro, diretora da Pitanga Digital Branding.
Além de ser favorecido dentro do sistema de buscas da ferramenta, perfis completos tendem a saltar aos olhos dos recrutadores que, geralmente, encaram o LinkedIn como um meio para buscar informações mais profundas dos candidatos.

Seja minucioso
Se a ideia de “menos é mais” rege a elaboração dos currículos convencionais, no LinkedIn, a lógica é oposta. Para destacar seu perfil nos sistemas de busca, é essencial listar todas as experiências profissionais que você teve. E isso inclui empresas onde trabalhou, trabalhos voluntários e até cursos que, geralmente, ficam de fora do currículo que você envia às empresas.
Detalhar suas atribuições (com foco nas palavras-chaves) e conquistas em cada passagem profissional também é essencial. Além de alavancar suas chances no sistema de busca, eleva seus pontos com o recrutador.

Faça networking
Na busca interna do LinkedIn, geralmente, ficam favorecidas as páginas ou pessoas que têm alguma relação com o usuário que procura a informação. Isso significa que quanto maior o número de conexões, mais chances de aparecer nas buscas você terá.
Antes de sair adicionando todos os perfis que encontrar pela frente, é importante ter em mente que, no LinkedIn, ter uma nova conexão significa também mais trabalho de networking pela frente.
Em outros termos, de nada vale ter uma lista imensa de contatos se você não mantém qualquer relação além de um primeiro clique com cada um deles. Você perderá pontos caso um headhunter peça referências para um de seus contatos e ele não souber dar informações.

Participe de grupos
Os grupos do LinkedIn têm mais a oferecer do que o papel de simples ponte para novos contatos profissionais. Participar dos grupos certos pode render informações mais atualizadas sobre seu setor (o que é essencial para uma entrevista de emprego, por exemplo), além de visibilidade para os principais recrutadores do país. “Se você posta algo relevante, você acaba se destacando”, diz Camila.

Abuse dos aplicativos
Para dar mais visibilidade para seu trabalho, não relegue os aplicativos do LinkedIn ao ostracismo. Com eles é possível disponibilizar todas as apresentações de slides que você elabora, os posts de seu blog e até mostrar os livros que leu e está lendo.

Recomende e seja recomendado
“A recomendação no LinkedIn é aval de que o trabalho foi bem feito”, afirma Sérgio Sabino, diretor de marketing da Michael Page. Por isso, é sempre uma boa pedida exibir na sua página depoimentos que endossem seu perfil profissional. Pedir recomendações de uma maneira sutil e recomendar outras pessoas são duas estratégias eficazes. Cuidado, apenas, para não queimar seu filme neste processo. Não pega bem pedir por uma recomendação quando a pessoa sequer conhece bem seu trabalho.

Diga não aos feeds automáticos
Para economizar tempo, muita gente opta por ferramentas que sincronizam as informações postadas nas mais diferentes redes sociais. Camila não aconselha esta prática. “Postar a mesma coisa fica maçante. Mostra que você não teve cuidado”, diz. E não só isso. Lembre-se que cada ferramenta tem a sua vocação. “São coisas diferentes para trabalhar. É um erro misturar”, afirma a especialista.

Espalhe
Feito (tudo) isso, é hora de tornar o link do seu LinkedIn conhecido. Adicione o endereço ao seu cartão de visitas, à assinatura do seu e-mail, à sua descrição em outras redes sociais e por aí vai.
Por Talita Abrantes
Fonte Exame.com

ESTA É A MANEIRA DE APROVEITAR O HOME OFFICE SEM PERDER A PRODUTIVIDADE

O home office é o verdadeiro teste de produtividade pessoal

O mundo vem se transformando e com isso as novas formas de trabalho. Um exemplo disso é o home office, mais conhecido como trabalhar remoto. Se perguntarmos para os colegas se preferem ir diariamente à empresa ou se desejam realizar suas tarefas em casa, muitos provavelmente vão preferir pelo conforto de seus lares. Mas, trabalhar à distância não é para qualquer um!
Esse sim é o verdadeiro teste de produtividade pessoal. Afinal de contas, muitos profissionais sentem que ainda falta a autodisciplina e foco necessário para serem produtivos e eficientes. Existem alguns pré-requisitos que são naturais de um ambiente corporativo. Vamos conhecer algumas dicas valiosas para o trabalho render da mesma forma do escritório?

Acorde cedo           
Acordar mais tarde ou em cima do horário de trabalhar, pode ser tentador. E quem  não gosta de esticar na cama o máximo de tempo possível? Nosso corpo demora em torno de duas horas para acordar completamente e se ajustar ao melhor nível de concentração. A solução? Entre na rotina de acordar cedo. Pense nas vantagens e dos benefícios quando o alarme disparar. É legal mudar os exercícios para manhã e no momento em que o trabalho se inicia, o corpo está ativo, pronto para começar um dia de trabalho com motivação e disciplina.

Planeje o dia
Normalmente, temos muitas tarefas diárias e normalmente esquecemos de finalizar todas ou simplesmente não priorizamos. Faça um cronograma e um plano do dia, além de criar uma lista de atribuições a serem executadas. É importante determinar períodos de tempos curtos para cada missão, seguido por uma pausa rápida de cinco minutos.  Isso tende a manter o nível de foco. E como fazer isso? Forçando a trabalhar mais intensamente sem se distrair. É menos provável que se perca tempo navegando na internet e olhando para coisas sem tanta importância. Mas, caso prefira produzir por um longo período de tempo também não há problemas. Basta fazer uma pausa um pouco mais longa e dar uma respirada! Diga às pessoas que estão ao seu redor a sua programação e mantenha-se em silêncio, com tranquilidade e lugar adequado. Interrupções são assassinos de produtividade – e quando você trabalha em casa, sua família e amigos podem ser as fontes mais frequentes destas paradas que atrapalham o raciocino e a continuidade das missões profissionais. Deixe-os avisados, afinal, você está trabalhando!

Compre uma ótima cadeira
Trabalhar em frente a um computador por horas pede uma cadeira confortável e um ambiente aconchegante! A luz natural promove um conforto visual maior e, de acordo com estudos, pode deixar a pessoa mais produtiva. Se isso não for possível, invista na luz branca. Não dá para ter qualquer tipo de desconforto e isso será um investimento e não uma despesa.

Tenha horário para acabar o expediente
Dificilmente as tarefas enviadas pela empresa acabarão. Por isso, é importante se desligar das atividades em algum momento. Evite ficar até tarde resolvendo problemas. Assim como no escritório é importante ter um horário para desligar um computador e voltar para casa, no home office é preciso saber a hora de parar com um horário para seu expediente.

Faça planos depois do trabalho
Se possível, quando finalizar, tente dar uma espairecida e respirar novos ares! Não é preciso sair para festejar todas as noites da semana, mas se dê um motivo para estar fora de casa. Academia, caminhada, um cineminha ou um happy hour com os amigos sempre faz bem para o corpo e mente. Isso permitirá separar o tempo de trabalho do de relaxamento. Passar oito ou dez horas em uma pequena sala não é bom para a saúde mental de ninguém, não importa onde esteja.
Fonte Exame Online

QUE A SEMANA SEJA...

quinta-feira, 15 de maio de 2025

A ARMADILHA CHINESA (IMPORTANTE REFLETIR SOBRE ISSO)


Há mais de 40 anos - um Sábio Senhor, no fim de 1969, falava que o "grande" perigo do mundo seria quando os chineses o dominassem, comercialmente.
Segundo sua visão, nós seríamos enjaulados pelo comércio chinês, pois, com os seus mais de bilhão de habitantes e seu sistema de governo (escravidão), eles teriam condições de produzir a baixo custo.

Leia o artigo:
- A verdade é que agora, tudo o que compramos é Made in China - Por Luciano Pires (diretor de marketing da Dana e profissional de Comunicação )
Alguns conhecidos voltaram da China impressionados.
Um determinado produto que o Brasil fabrica em um milhão de unidades, uma só fábrica chinesa produz quarenta milhões.
A qualidade já é equivalente.
E a velocidade de reação é impressionante.
Os chineses colocam qualquer produto no mercado em questão de semanas.
Com preços que são uma fração dos praticados aqui.
Uma das fábricas está de mudança para o interior, pois os salários da região onde está instalada estão altos demais: 100 dólares. Um operário brasileiro equivalente ganha 300 dólares no mínimo, que acrescidos de impostos e benefícios representam quase 600 dólares.
Quando comparados com os 100 dólares dos chineses, que recebem praticamente zero benefícios, estamos perante uma escravatura amarela e alimentando-a.
Horas extraordinárias? Na China? Esqueça!
O pessoal por lá é tão agradecido por ter um emprego que trabalha horas extras sabendo que não vão receber nada por isso.
Atrás dessa "postura" está a grande armadilha chinesa.
Não se trata de uma estratégia comercial, mas sim de uma estratégia "poder" para ganhar o mercado ocidental.
Os chineses estão tirando proveito da atitude dos "marqueteiros" ocidentais, que preferem terceirizar a produção ficando apenas com o que ela "agrega de valor": a marca.
Dificilmente você adquire atualmente nas grandes redes comerciais dos Estados Unidos da América um produto "Made in USA".
É tudo "Made in China" com rótulo estadunidense.
As Empresas ganham rios de dinheiro comprando dos chineses por centavos e vendendo por centenas de dólares.
Apenas lhes interessa o lucro imediato e a qualquer preço.
Mesmo ao custo do fechamento das suas fábricas e do brutal desemprego.
É o que pode-se chamar de "estratégia preçonhenta".
Enquanto os ocidentais terceirizam as táticas e ganham no curto prazo, a China assimila essas táticas, cria unidades produtivas de alta performance, para dominar no longo prazo.
Enquanto as grandes potências mercadológicas que ficam com as marcas, com os designs e suas grifes; os chineses estão ficando com a produção, assistindo, estimulando e contribuindo para o desmantelamento dos já poucos parques industriais ocidentais.
Em breve, por exemplo, já não haverá mais fábricas de tênis ou de calçados pelo mundo ocidental.
Só haverá na China.
Então, num futuro próximo veremos os produtos chineses aumentando os seus preços e produzindo um "choque da manufatura", como aconteceu com o choque petrolífero nos anos setenta.
Aí já será tarde demais.
Então o mundo perceberá que reerguer as suas fábricas terá um custo proibitivo e irá render-se ao poderio chinês.
Perceberá que alimentou um enorme dragão e acabou refém do mesmo.
Dragão este que aumentará gradativamente seus preços, já que será ele quem ditará as novas leis de mercado. Será quem manda.
Terá o monopólio da produção.
Sendo a China - e apenas ela - quem possuirá as fábricas, inventários e empregos; é também quem vai regular os mercados, e não os "preçonhentos".
Iremos nós e os nossos filhos e netos assistir a uma inversão das regras do jogo atual que terão nas economias ocidentais o impacto de uma bomba atômica... chinesa.
Nessa altura em que o mundo ocidental acordar será muito tarde.
Nesse dia, os executivos "preçonhentos" olharão tristemente para os esqueletos das suas antigas fábricas, para os técnicos aposentados jogando boliche no clube da esquina, e chorarão sobre as sucatas dos seus parques fabris desmontados. E então lembrarão, com muitas saudades, do tempo em que ganharam dinheiro comprando "balatinho dos esclavos" chineses, vendendo caro suas "marcas- grifes " aos seus conterrâneos.
E então, entristecidos, abrirão suas "marmitas" e almoçarão as suas marcas que já deixaram de ser moda e, por isso, deixaram de ser poderosas, pois foram todas copiadas.
REFLITAM E COMECEM A COMPRAR JÁ - OS PRODUTOS DE FABRICAÇÃO NACIONAL, FOMENTANDO O EMPREGO EM SEU PAÍS, PELA SOBREVIVENCIA DO SEU AMIGO, DO SEU VIZINHO E ATÉ MESMO DA SUA PRÓPRIA E DE SEUS DESCENDENTES.
Ou já será tarde demais???
Por Sergio Parise

COMO TER MAIS DINHEIRO NA CARTEIRA


Andar com a carteira sempre vazia é realmente angustiante. Em meio às contas a pagar, parece que aquela expectativa pelo quinto útil do mês vira uma constante em nossas vidas. Se esse tipo de situação lhe parece comum, será que não teriam outras saídas para aliviar suas finanças? Por exemplo, se você trabalha em um emprego de meio turno e tem um estilo de vida dispendioso, está claro que é preciso aumentar a carga de trabalho ou reduzir os gastos para que você encontre um certo equilíbrio financeiro.
Seja qual for a sua opção, manter-se ocupada do jeito certo é a melhor forma de economizar dinheiro! Não é preciso virar uma completa workaholic ou acabar com sua vida social, mas dá para encontrar o caminho do meio e garantir que parte do seu contracheque fique na sua carteira.

Diversificando a diversão
Sejamos honestas, não adianta reclamar da falta de dinheiro se todo mês nos deixarmos levar pelas liquidações nos catálogos de moda que recebemos em casa. Adianta menos ainda se todas as nossas opções de diversão envolverem happy hours intermináveis em bares e reunir a galera para curtir uma balada.
Não é preciso ser radical a ponto de parar de fazer tudo que lhe agrada, mas vale a pena incluir programas gratuitos ou que não envolvam muito dinheiro. Festinhas em casa, com todo mundo rachando os comes e bebes, costumam sair bem mais barato do que a conta do bar.

Troque os passeios no shopping
Já que uma ou outra vitrine podem acabar te fisgando – por outras atividades, como um passeio no parque, uma visita a alguma exposição ou festival gratuitos. Uma boa forma de ocupar o tempo é descobrir um hobby. Seja artesanato, pintura, esportes, sempre existe alguma opção viável que não exija gastos exorbitantes.

Trabalho
Trabalha poucas horas do dia e não está estudando? Então é hora de fazer o seu tempo ser mais produtivo. Se não der para manter dois empregos fixos, busque então prestar alguns serviços como freelancer para aumentar a sua renda.
Aproveite o tempo livre também para qualificar-se. Faça cursos de especialização, participe de workshops, palestras, leia o máximo que puder, estude para conseguir uma bolsa de pós-graduação ou mestrado em uma instituição pública.
Veja bem, a questão não é multiplicar a quantidade de dinheiro na carteira do dia para a noite. O fato é que se você olhar bem de perto, vai encontrar formas de aproveitar melhor seu tempo e levar um padrão de vida que não destoe da quantidade de dinheiro que ganha por mês. Aprenda a aproveitar a vida sem depender tanto dos excessos financeiros!

Fonte Finanças Femininas

10 PASSOS PARA RENEGOCIAR SUAS DÍVIDAS COM O BANCO


Inflação, juros altos e desaceleração econômica. O cenário no Brasil não é dos melhores. Por isso, quem está no vermelho deve buscar um acordo com os credores o quanto antes para quitar dívidas e se preparar para eventuais turbulências da economia. Acompanhe os passos para obter uma boa negociação com a instituição financeira:

1) Faça cálculos realistas
De nada adianta chegar na mesa de negociação do banco e aceitar uma proposta que você não terá condições de pagar.
O primeiro passo, portanto, é colocar no papel a renda líquida do mês (descontados impostos e benefícios), e subtrair os gastos essenciais, como habitação e saúde.
Após realizar esse cálculo, o consumidor deve cortar os gastos supérfluos,. O saldo final é o que deve ser proposto como pagamento mensal da dívida ao banco.
Nesse cálculo, é possível também incluir rendas extras que serão recebidas no futuro, como o 13º salário, que podem ser utilizadas para abater a dívida e render descontos.

2) Analise o contrato
Antes de renegociar a dívida, verifique se o contrato do financiamento não contém irregularidades, seja porque provoca prejuízos consideráveis ou cobra taxas a mais.
Caso haja alguma irregularidade, o consumidor deve denunciá-la aos órgãos de defesa do consumidor e ao Banco Central e utilizar isso como argumento na busca por um acordo com o banco. Dessa forma, será possível melhorar as condições do pagamento do débito.
Ione Amorim, economista do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), diz que a dica é válida principalmente no caso de empréstimos que têm valor maior, como os financiamentos de veículos. “Essas operações podem embutir taxas extras irregulares. Também é recomendável revisar o cálculo do saldo devedor”.

3) Pesquise as condições oferecidas por outros bancos
É possível portar a dívida para outra instituição financeira que ofereça condições melhores de pagamento. Ao pesquisar taxas de juros, prazos e benefícios oferecidos por outras instituições o cliente pode pressionar o seu banco para que sejam oferecidas condições semelhantes.
Caso o acordo não avance, o consumidor deve considerar levar a dívida para outra instituição financeira. “Alguns bancos não exigem abertura de conta corrente nesse caso”, diz Ione, do Idec.

4) Contate o banco da forma certa
Alguns bancos, como o Bradesco, já permitem ao cliente renegociar a dívida online. Para realizar uma proposta, basta inserir o valor da entrada e prazo de pagamento.
Mas especialistas recomendam aos correntistas entrar em um acordo com a instituição financeira pessoalmente.
Soluções online, além de padronizadas, podem ser baseadas em um perfil médio de cliente. “A proposta pode não ser a melhor para o perfil do consumidor”, diz Ione Amorim.
Renata Pedro, técnica da associação de consumidores Proteste, indica que, de qualquer forma, o acordo deve ser documentado por escrito, e até com assinatura de testemunhas, no caso dos acordos feitos na agência.
Se a negociação só for possível por telefone, ela recomenda ao consumidor guardar o registro do atendimento.

5) Sugira soluções durante a conversa
É necessário participar de forma ativa do acordo. Mas, para isso, é necessário fazer propostas razoáveis.
Caso o consumidor tenha contratado um financiamento de veículo em 48 parcelas, com juros de 1,2%, e em apenas três meses de pagamento atrasar a parcela, dificilmente a instituição financeira vai reduzir os juros contratados, diz a economista do Idec.
“O consumidor estava ciente da taxa e o prazo é curto para negociar essa condição”, explica Ione. Nesse caso, é melhor renegociar tarifas extras, como seguros, por exemplo.
No caso do financiamento de veículos e outros bens, os juros geralmente podem ser negociados apenas quando a inadimplência ultrapassa três meses. Após esse prazo, os bancos podem passar a cobrar juros de mora, o que eleva a taxa de juros prevista no contrato.
Caso a dívida seja no cartão de crédito, a situação muda. “Os juros cobrados no cartão, em média de 10,5% ao mês, podem ser considerados abusivos”, diz Ione.
Portanto, no momento em que o consumidor verificar que não conseguirá pagar a fatura do cartão, é necessário pedir imediatamente a suspensão de cobrança de juros futuros e renegociar o débito o quanto antes.
“Enquanto o consumidor não se manifestar, a dívida irá crescer de forma rápida e pode se tornar impagável, o que dificulta acordos”, diz Ione.

6) Analise a contraproposta do banco
Antes de aceitar a proposta oferecida pela instituição financeira, no calor da negociação, peça um tempo para refletir sobre as condições do acordo.
Geralmente a primeira proposta do banco costuma vir com valores altos e apenas alonga a dívida, repartindo o débito em mais parcelas para dar a impressão de que a prestação não vai pesar no bolso. Porém, é necessário analisar se há, de fato, um benefício na opção. “Quanto mais parcelas, mais juros o consumidor vai pagar, ainda que a taxa seja baixa”, diz Ione.
É necessário verificar se o prazo proposto para o pagamento da dívida não é muito extenso e se, em um tempo menor, é possível que as parcelas ainda caibam no bolso do consumidor.
A taxa de juros cobrada também não deve estar acima da média praticada no mercado, o que pode aumentar de forma considerável o valor da dívida, além dos riscos de um novo descontrole no futuro.
Juntar todas as dívidas do banco em apenas um débito também pode não ser uma solução. Ao fazer isso pode ser mais difícil calcular o benefício do acordo, já que cada modalidade de crédito tem uma taxa de juros específica.

7) Não se intimide
Algumas instituições aproveitam o momento de fragilidade e assediam o cliente ao condicionar a renegociação da dívida à contratação de serviços.
Essa prática é considerada venda casada e é proibida pelo Código de Defesa do Consumidor. “Nesse caso o consumidor não deve aceitar nenhuma proposta que traga ônus e serviços que não irá utilizar”.
A forma de cobrança, caso seja feita em tom de ameaça, também pode render indenizações.

8) Se não houver acordo, peça ajuda
Caso não seja possível entrar em um acordo com o banco, é possível pedir ajuda de forma gratuita.
Os Núcleos de Superendividamento do Procon e a parceria da Federação Brasileira de Bancos (Febraban) com as Defensorias Públicas de Estado do Rio de Janeiro, de Rondônia e do Tocantins auxiliam acordos entre consumidores e instituições financeiras.
Porém, ambas as opções são apenas para clientes que se enquadrem no perfil de superendividado e já estão inadimplentes. Para quem precisa de ajuda e não se enquadra no perfil, pode ser necessário contratar um advogado, e arcar com as despesas do serviço.
Renata, da Proteste, aponta que o advogado pode ser contratado apenas para intermediar o acordo. Uma eventual ação judicial deve ser buscada apenas em último caso. “Além de gerar mais custos, para ser bem-sucedido o processo depende do entendimento do juiz”.

9) Participe de feirões
Antes de buscar um acordo com o banco, verifique também se há mutirões para renegociar débitos sendo realizados e se a instituição financeira participa dessas negociações. Esses eventos não têm um cronograma fixo.
As condições oferecidas nos feirões geralmente são melhores do que a oferecida em acordos individuais. Isso porque o banco busca receber pagamentos pelo volume de acordos, e não pelo valor de cada negociação.
Mesmo assim, o consumidor deve se preparar para a negociação. Na ansiedade de resolver o débito durante o evento, o acordo pode ser desfavorável ao cliente do banco, diz Ione.

10) Não caia de novo na armadilha
Depois que a dívida for renegociada, é necessário um cuidado ainda maior para não descontrolar as finanças novamente.
Caso o consumidor volte a não conseguir pagar a dívida, será mais difícil renegociar o débito com o banco. “A instituição financeira fica menos flexível em caso de reincidência”, diz a economista do Idec.
O banco pode, nesse caso, optar por não baixar a taxa de juros ou reduzir o valor da dívida e também se negar a alongar o prazo de pagamento.
Ione afirma que os bancos costumam ter seus próprios cadastros de inadimplência. “Apesar de consideramos a prática abusiva, ela existe. É necessário se prevenir”, conclui a economista do Idec.
O endividamento deve corresponder, no máximo, a 30% da renda para evitar descontroles financeiros, segundo especialistas.
Por Marília Almeida
Fonte Exame.com - MSN Dinheiro

GUIA DAS FINANÇAS: UM MANUAL PRÁTICO PARA QUEM QUER COMEÇAR A INVESTIR


Dar o pontapé inicial na vida financeira não é tão difícil quanto parece. É preciso tomar apenas alguns cuidados. Visitamos o site “Finanças Práticas” e selecionamos as melhores dicas para quem quer começar. Confira:

1) Identifique o seu perfil: você saberá qual é o melhor investimento para você quando escolher qual é o seu perfil de risco. Conservador (aplicações seguras com resultados demorados), moderado (expectativas, riscos e ganhos equilibrados) ou agressivo (aplicações com retornos maiores em um curto espaço de tempo)? Para tomar essa decisão, tenha em mente que os investimentos mais arriscados oferecem maior possibilidade de ganho. Ao mesmo tempo, as perdas podem ser maiores.

2) Quanto você pode investir? Planeje metas realistas. Não adianta dispor de uma quantia que você logo terá de resgatar. Verifique quais são as aplicações que permitem investimentos condizentes com seu perfil.

3) Saiba que você precisará esquecer a quantia aplicada por um tempo. Por isso, conte com uma reserva de emergência para cobrir qualquer despesa extra.

4) Tenha em mente que nem todo mundo está preparado para investir. Apenas os que são capazes de seguir estratégias claras e consistentes, o que só é compatível com uma situação financeira equilibrada.

5) Avalie qual é a sua situação ao final do mês: está “pendurado” e espera ansioso pelo próximo salário? Consegue pagar todas as contas em dia, mas com esforço? Se respondeu sim a uma dessas perguntas, ainda não é o momento de se tornar um investidor. Faça uma faxina financeira e equilibre seu orçamento em primeiro lugar.

6) Caso tenha dívidas, quite-as imediatamente. Saiu do aperto? Corte tudo o que não for essencial e passe a poupar, todos os meses, um percentual fixo. Comece aos poucos, mas seja regular. Logo você poderá dar o próximo passo.

7) Lembre-se: você pode ter uma situação financeira mais tranquila e manter pagamentos em dia, mas isso não significa que pode começar a investir. O ponto é que qualquer emergência pode desequilibrá-lo. Nesse caso, vale a pena rever o orçamento e realizar cortes que permitam uma poupança consistente. Em caso de necessidade, você poderá apelar para esse montante, e não o de investimentos.

8) Nunca se esqueça de que é preciso manter o dinheiro aplicado se quiser fazê-lo crescer.

Fonte Finanças Práticas

quarta-feira, 14 de maio de 2025

CONHEÇA DUAS DICAS QUE PODEM AJUDAR ADVOGADOS A CONSEGUIR EMPREGOS


Não faltam recomendações no mercado de trabalho sobre como criar uma boa impressão na busca de emprego — ou para conseguir uma promoção. A mais conhecida é, certamente: não seja modesto, destaque suas grandes realizações. Mas dois consultores americanos dizem, em artigos separados, que ultimamente os empregadores estão dando mais atenção a dois fatores especiais: o potencial de realizações do candidato, em oposição a suas realizações no passado, e o esforço que o candidato está investindo na empreitada de conseguir o emprego.
“Não seja modesto; destaque seu potencial para grandes realizações”, diz a consultora, escritora e diretora do Centro da Ciência da Motivação da Universidade da Colúmbia, Heidi Halvorson. “É uma estratégia mais eficaz. Nós temos uma tendenciosidade, abaixo da percepção consciente, que nos leva a preferir o potencial de grandeza a alguém que já a conquistou”, ela afirma.
Para a consultora, quando empregadores têm de decidir quem contratar, quem promover ou mesmo com quem fazer negócios, eles não gostam do “grande sucesso” tanto quanto gostam da “próximo grande sucesso”. Em outras palavras, elas gostam de “promessas” de um grande futuro, a consultora escreveu para o blog do Harvard Business Review.
Essas conclusões são sustentadas por estudos de pesquisadores da Universidade de Stanford e também da Escola de Negócios da Universidade de Harvard. Em um desses estudos, os pesquisadores pediram a entrevistados para decidir sobre a contratação de jogadores, oferecendo-lhes estatísticas de cada candidato — pontos marcados, rebotes, assistências etc. Para um jogador, os números revelavam o que ele já realizou na carreira. Para outro, mostravam projeções do que ele poderia fazer nos próximos cinco anos. O jogador com maior potencial, para o futuro, foi selecionado e os contratantes pagariam a ele o maior salário.
Em outro estudo, os pesquisadores examinaram avaliações de candidatos a empregos. Compararam as percepções de empregadores sobre alguém com dois anos de experiência relevante, com alta classificação no teste de liderança, contra alguém que sem experiência relevante, mas com alta classificação no teste de potencial liderança. O segundo candidato foi aprovado. Perguntados, os avaliadores disseram que o currículo do candidato com dois anos de experiência era mais impressionante. Mas, mesmo assim, selecionaram o candidato com potencial de liderança.
Há uma razão para isso, diz a consultora. Quando o cérebro depara com incertezas, ele presta mais atenção nas informações que podem esclarecê-las do que em informações sobre fatos comprovados. A incógnita leva a um processamento mais profundo das informações disponíveis. Por isso, segundo ela, é mais importante fornecer ao possível empregador informações sobre o potencial do candidato, para o futuro — ou sobre o que poderá fazer por ele — do que sobre suas realizações no passado — ou sobre o que fez para outro empregador.

Demonstração de esforço
Outro atributo que vem conquistando os empregadores, na hora de contratar um novo empregado, é a capacidade do candidato de investir esforço no processo de sua própria contratação.
A teoria é simples, diz o empresário Jason Fried, em artigo para o site Inc.: o candidato que investe um esforço acima da média para ser escolhido em um processo de seleção demonstra que será capaz de colocar esforços acima da média no trabalho, incluindo para superar as próprias limitações.
De uma maneira geral, um percentual significativo de candidatos atendem os requisitos de qualificação determinados pela empresa, para a contratação de novos funcionários. No entanto, menos de 10% demonstram essa capacidade de colocar um esforço extra para vencer uma concorrência. E uns poucos se sobressaem nesse quesito, subindo imediatamente para o topo da lista.
Nenhum empregador pede a um candidato para demonstrar sua capacidade de esforço. Cabe ao candidato demonstrá-lo de sua própria maneira. Isso começa na preparação do currículo. Muitos candidatos apresentam um currículo “genérico”, destinado a empregadores em geral. Alguns se dão ao trabalho de preparar um currículo específico para o empregador em questão.
Fried conta que um candidato ao emprego de designer, em sua empresa, fez uma página na Internet, em que juntou peças relevantes de seu portfólio a objetivos específicos da empresa, para demonstrar como se encaixavam. “Um grande candidato não fala sobre generalidades que o tornou grande na profissão. Ele fala sobre qualidades ou fatos específicos, que mostram como será útil para os planos da firma”, diz Fried.
Foi assim também que o empresário contratou seu primeiro funcionário, um estudante, que veio a ser seu sócio no futuro. Fried havia escrito no blog da empresa que estava tendo dificuldades com uma certa programação de computador. Muitos responderam, oferecendo algumas ideias. O estudante o ensinou a resolver o problema, passo a passo. E esclareceu todas as suas dúvidas, por e-mail.
“Ficou óbvio para mim que ele tinha essa capacidade de colocar mais esforço no que fazia do que todas as demais pessoas que me escreveram. Ele sequer tinha alguma coisa para escrever em seu currículo, mas, mesmo assim, eu o contratei como programador, por meio expediente. Quando ele se formou, se tornou funcionário em tempo integral e, algum tempo depois, meu sócio”, conta o empresário.
Por João Ozorio de Melo
Fonte Consultor Jurídico

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