quinta-feira, 26 de março de 2020

VEJA QUAIS OS CUIDADOS QUE DEVEM SER TOMADOS NA HORA DE ALUGAR UM IMÓVEL

É preciso estar muito bem informado para que nenhuma parte saia prejudicada com a locação

Famílias, solteiros e estudantes que ainda não possuem recursos suficientes para comprar a casa própria enxergam a locação como uma boa alternativa.
Na prática, esse modelo de negociação envolve uma série de direitos e deveres, tanto de locatário quanto de locadores, a Lei do Inquilinato (Lei 8.245/91). É preciso estar muito bem informado para que nenhuma parte saia prejudicada com a locação.
Conhecer a Lei 8.245/91, encontrar um fiador ou fechar um seguro-fiança, saber como funciona os reajustes do valor do aluguel e de quem é a responsabilidade pelo pagamento do IPTU, por exemplo, são medidas básicas e necessárias na hora de alugar um imóvel.
Abaixo, uma explicação de forma detalhada quais são os cuidados necessários na hora de alugar um imóvel e os deveres e direitos de cada um (locador e inquilino) nessa relação. Confira:

Contrato de locação
O contrato de locação tem, em média, duração de três anos e sempre com possibilidade de renovação. Nele, além de informações do imóvel, devem estar presentes todos os direitos e deveres das duas partes, isto é, locador e inquilino. Vale ressaltar que o custo da elaboração do contrato (taxas e fichas cadastrais) deve ser pago pelo locador.

Valor do aluguel
Em relação ao valor do aluguel, anualmente há um reajuste baseado em um índice mencionado no contrato. O mais comum é o Índice Geral de Preços ao Mercado (IGP-M) feito pela Fundação Getúlio Vargas (FGV).
Mesmo depois de assinado, o proprietário do imóvel tem o direito de fazer uma revisão do valor do aluguel após três anos de vigência do contrato. A ideia é encontrar um preço compatível com os imóveis do mesmo padrão.

Garantias pelo locatário
A grande dor de cabeça em locações imobiliárias é o atraso ou o não pagamento dos aluguéis. Em caso de atraso de aluguel, o valor máximo de multa é de 10% nos contratos de locação.
Por isso, devem ser apresentadas garantias pelo locatário dentro do contrato. A primeira e mais comum é a figura do fiador.
Neste  caso, o inquilino apresenta uma pessoa que responderá judicialmente pelo “calote” do locatário. Para ser fiador é preciso, no mínimo, possuir um imóvel próprio de valor próximo ao que está sendo alugado.
Outra alternativa é o depósito caução. Aqui, uma poupança conjunta entre locador e locatário será aberta e o inquilino deposita quantia de, no máximo, três prestações de aluguel como garantia. Por fim, a última opção é o seguro-fiança.
O inquilino contrata uma seguradora que assume as dívidas em caso de inadimplência. Essa é uma opção que pode pesar no bolso do locatário e impactar na negociação, já que pode corresponder ao valor de até três aluguéis por ano.

Despejo
O despejo é a medida extrema usada pelo dono do imóvel a partir do momento em que o locatário já não respeita mais as negociações do atraso do aluguel.
Outro caso que pode resultar em despejo é quando o inquilino subloca o imóvel sem conhecimento prévio do proprietário ou quando ele usa o imóvel para fins comerciais quando este foi alugado para fins residenciais.
Responsabilidades dos locadores - De acordo com a Lei do Inquilinato, pessoa ou a imobiliária responsável pelo aluguel deve entregar o imóvel em boas condições. Caso haja vazamentos ou infiltrações, os reparos são por conta do dono do imóvel.
Lembrando que essas reformas ficam sob responsabilidade do locador apenas antes da entrega das chaves. Por isso, vale a pena para o locatário fazer mais de uma visita.
Ainda dentro dos deveres dos locadores, estão o pagamento do IPTU, taxas extras de condomínio e prêmio de seguro complementar contra fogo.

Deveres dos locatários
Além do pagamento em dia do aluguel, compete ao locatário pagar as contas de água, gás, luz, telefone e o condomínio.
Ao término do contrato, é dever do inquilino entregar o imóvel como ele recebeu, ou seja, em boas condições. Por exemplo, renovar a pintura das paredes e mandar limpar os carpetes são algumas exigências.
E nada de tomar decisões por conta própria durante o contrato. Se o inquilino quiser fazer qualquer tipo de reforma, ele deve solicitar uma autorização por escrito do proprietário. Esses e outros cuidados garantem uma relação tranquila entre os dois lados.

Por Germano Leardi Neto
Fonte iG

ALMA

quarta-feira, 25 de março de 2020

NÃO FAÇA OUTRA FACULDADE SE NÃO SOUBER RESPONDER ESTAS 4 QUESTÕES

Pensando em ser estudante novamente? Confira um roteiro de reflexões para descobrir se essa é a melhor opção para a sua carreira

O momento amargo do mercado de trabalho tem levado muitos brasileiros a questionar suas escolhas profissionais. Estagnação no emprego atual, demissões inesperadas e dificuldades para conseguir emprego trazem a sensação de que é preciso passar a carreira a limpo, do zero.
Investir em um segundo curso de graduação é uma das formas de fazer isso — mas está longe de ser a única. A não ser que você esteja muito insatisfeito com a profissão que escolheu na juventude, existem soluções melhores para se reinventar e se relançar ao mercado de trabalho.
“Voltar para a faculdade só vale a pena se você quer mudar radicalmente de área”, diz o consultor em gestão de pessoas Eduardo Ferraz. Apostar numa pós-graduação ou até sair do país para aperfeiçoar o inglês são algumas alternativas com melhor custo-benefício em grande parte dos casos.
É claro que alguns profissionais podem ganhar muito com uma nova faculdade. Para Jorge Martins, sócio da consultoria de recrutamento Bullseye Executive Search, um exemplo típico é o do advogado que trabalha numa consultoria tributária e decide cursar ciências contábeis — um diploma obrigatório para fazer assinaturas técnicas e liderar determinados tipos de projetos.
No entanto, os casos em que é necessário acumular dois diplomas são bastante específicos e raros. Via de regra, diz o especialista, o investimento de tempo, dinheiro e esforço necessário para a aventura é desproporcional aos ganhos para a carreira.
Mas como ter certeza de que a decisão de fazer uma 2ª faculdade realmente é (ou não é) para você? A pedido de EXAME.com, Ferraz e Martins propuseram o seguinte roteiro de perguntas para orientar a sua reflexão:

1. Por que (realmente) quero fazer uma 2ª faculdade?
Você pode até pensar que já respondeu a essa pergunta, mas talvez seja necessário repeti-la e dar uma resposta mais completa. Se, no fundo, a sua ideia é simplesmente “embelezar” o seu currículo com um segundo diploma de faculdade na tentativa de impressionar possíveis recrutadores, esqueça.
Ao contrário do que muita gente pensa, os headhunters costumam estranhar trajetórias com essa característica. “O candidato transmitirá falta de foco se, depois de 15 anos trabalhando com marketing, ele decide fazer uma graduação em fisioterapia, por exemplo”, afirma Martins. “Se você só quer passar a ideia de que é muito estudioso ou ousado, o tiro pode sair pela culatra”.
E qual seria uma razão justa para se lançar à aventura? Para o especialista, é o desejo de recomeçar a sua vida profissional do zero, porque você já não suporta mais o que escolheu para si. Transformar drasticamente a sua carreira não é impossível — em muitos casos dá certo. Se essa é a sua motivação, o próximo passo é avaliar se você tem condições de colocar o seu plano em prática, como mostrará o próximo item.

2. Tenho todos os recursos necessários?
Tempo, dinheiro, energia física e disposição mental para ser estudante novamente serão variáveis fundamentais para sua a tomada de decisão, diz Ferraz. É importante desmembrar essa reflexão em várias perguntas.
Qual é o valor das mensalidades, caso a faculdade seja particular? Quanto custa o cursinho, se a ideia é tentar uma vaga numa universidade pública? O período de estudos seria matutino, vespertino ou noturno? Poderia ser conciliado com um emprego? Se não, é possível abdicar de uma renda temporariamente? Qual seria o tempo dos deslocamentos entre casa, emprego e faculdade? Você teria mesmo energia suficiente para estudar diariamente e fazer provas?
Parece complexo — e realmente é. Para colocar tudo isso na ponta do lápis, diz Ferraz, um profissional precisa fazer planos com pelo menos um ano de antecedência. A preparação também deve incluir boas doses de networking: você precisará ter contatos para começar a ingressar num mercado totalmente novo, e é importante prospectá-los o quanto antes.

3. A hora é boa?
De acordo com Martins, não é uma boa ideia fazer um segundo curso universitário logo depois de ter se formado na primeiro. “Espere um pouco, experimente, tente colocar o que você aprendeu em prática”, aconselha ele. É preciso confirmar se realmente você não gosta da sua área original antes de buscar uma nova.
Por outro lado, é possível que em algum momento seja tarde demais para tomar a decisão? Para o recrutador, a resposta é não. As chances de sucesso nunca serão nulas, mas podem ser bem mais baixas à medida que o profissional envelhece. “Quanto mais maduro, maior fica o seu custo de vida e mais estreitas se tornam as portas para um novo mercado”, explica ele.
Para quem é mais velho e quer fazer uma 2ª graduação, a dica é tentar aproveitar sua experiência anterior na nova carreira. É o caso de um médico com muitos anos de profissão que decide fazer um curso de Direito, por exemplo, para se tornar advogado de hospitais. Ele aproveitará o conhecimento acumulado sobre o universo da saúde para se diferenciar da concorrência e abocanhar um nicho em que as duas formações se cruzam.

4. Todas as outras possibilidades estão realmente descartadas?
Voltar para os bancos da faculdade exige bons motivos, recursos suficientes e muito planejamento. É um movimento arriscado e custoso, diz Ferraz, e deve ser feito somente depois que todas as alternativas tiverem sido consideradas.
Em muitos casos, a melhor saída é a pós-graduação. Além de ser mais rápido e adequado às necessidades de quem está trabalhando, esse tipo de curso é mais eficaz para quem quer se aprofundar num assunto sem entrar em detalhes muito básicos ou técnicos do assunto. Se você é formado em psicologia e quer trabalhar com publicidade, por exemplo, não vale a pena fazer uma graduação na área: é melhor buscar uma pós em marketing ou comunicação mercadológica.
“Na crise, cada vez menos pessoas têm optado por uma segunda faculdade, porque é um investimento a longo prazo, muito caro e incerto”, afirma Ferraz. Por outro lado, a pós-graduação costuma ser uma aposta mais garantida, porque é mais valorizada pelo mercado de trabalho já se consolidou como item obrigatório em currículos de quase todas as áreas.
 
Por Claudia Gasparini
Fonte Exame.com

FUTURO

A tendência das interfaces é simplesmente desaparecer

O nome do projeto do ILP é NeuroSys. Parte do princípio que os usuários não se sentirão agindo naturalmente ao usar computadores até que a interface desapareça por completo e o acesso à informação seja tão simples quanto pensar nessa informação. Muito embora ainda esteja em um estágio exploratório, o projeto NeuroSys já é capaz de inferir o estado cognitivo de uma pessoa a partir do seu padrão de atividade neural.

EVOLUINDO

PLENITUDE

segunda-feira, 23 de março de 2020

5 TIPS FOR LAWYERS USING LINKEDIN


We’ve written quite a bit about lawyers and social networking. Many of you are aware of the power of LinkedIn and how it can help you grow your network of clients, prospects and referral sources. We’ve also written about controlling your personal brand. LinkedIn can assist with this too.
Few will argue LinkedIn has become the most popular social network for professionals responsible for business development. Successful lawyers know their success depends upon their ability to build lasting relationships with members of their network and LinkedIn has a variety of tools to help. Here are 5 Tips you should find helpful.

1. Think “Marketing” When Preparing Your Headline
When looking at your LinkedIn profile, the Headline is directly below your name. After your name, it is the first thing a person viewing your profile sees. Think of your Headline as you would a business card. Use the Headline to tell people what it is you do, using keywords likely to be searched for.

2. Build A Robust Search Engine Optimized Profile
Your profile needs to be complete and filled with keywords making it search engine optimized. You only have one chance to make a first impression. This is an impression you have total control over, so make it a good one. Be sure, no matter what, to upload a photo of your face. Your success on LinkedIn depends a lot on your ability to build trust and credibility. Uploading your photo is a good start.

3. Use Your Links Wisely
Be sure to customize your URL. Many URLs look like this: linkedin.com/pub/brad-friedman/2a/376/263 when it could look like this: linkedin.com/in/bfriedman. Customize your URL. While you’re at it, customize your website links too. The default settings are “My Web Site,” “My Company” and “My Blog.” Edit those labels and be more specific. For example, my web site links are “The Friedman Group, LLC,” “The Fried Side Blog” and “Friend Me on Facebook.”

4. Your Firm Bio Is Not For Your Summary
The Summary section is a critical part of your robust search engine optimized LinkedIn profile. Don’t just copy your firm bio into this section. This is supposed to be a summary of what you currently do, not a history of your work. Talk about the work you do and the work you want to be doing. Use this area to beef up your brand and position you as an expert in your field. Unlike your firm bio, consider writing this in the first person.

5. Be Active In LinkedIn Groups And Answers
Being active in LinkedIn Groups and Answers is a great way to build trust and credibility. Join a variety of groups. Join lawyer Groups like the “ABA Section of Real Property, Trust and Estate Law.” Join Groups where clients and prospects are likely to be found. Join Groups related to where you reside like “Linked Local Boston” or “Linked to Denver.” Before jumping in on a discussion, take some time to do some listening. See the types of discussions occurring and the tone of these discussions. Once you are comfortable, jump in and make your presence known. The same is true for LinkedIn Answers. This is the place where you should really try to shine. Scroll through the questions and find ones you are confident answering. Be mindful of not establishing an attorney/client relationship, but don’t be afraid to let people know you know what you are talking about.

These are just 5 tips of the hundreds out there. These tips apply to people in other professions too. CPAs and Financial Services Providers could benefit from implementing these tips. Share a tip of your own in the comment section below, or expand on one of ours. We’d love to hear from you!
By Brad Friedman

domingo, 22 de março de 2020

TENHA CORAGEM DE VIVER UMA VIDA FIEL AO QUE VOCÊ É, E NÃO A VIDA QUE OS OUTROS ESPERAM DE VOCÊ


Não espere amanhã para ser feliz. Não dependa dos outros para ser feliz. Não espere possuir uma coisa para ser feliz. Não espere ocorrer uma situação para ser feliz. Afinal, você não precisa disso para ser feliz. A felicidade não é uma obrigação, mas sim uma opção; porém, por incrível que pareça, muita gente por aí está optando por não ser feliz. Como é que pode?
A felicidade precisa ser vivenciada no presente, com o que se tem e se pode ter, e não apenas planejada para se viver exclusivamente no futuro, com uma coisa ou situação que você (ainda) não tem ou que (ainda) não ocorreu. Tenha a coragem de viver uma vida fiel ao que você é, e não a vida que os outros esperam de você.
É o relato de Bronnie Ware, enfermeira australiana, que acompanhou seus pacientes terminais durante as últimas 12 semanas de vida deles. Ela revelou, em seu blog, e mais tarde no livro The Top Five Regrets of Dying: A Life Transformed by the Dearly Departing, os 5 arrependimentos mais comuns entre os que estão no leito de morte. O Alexandre traduziu, nos comentários, o conteúdo da página do referido blog, o qual passo a transcrever abaixo, pela importância e profundidade do seu conteúdo (ficam por minha conta os destaques e os links para outros artigos aqui do blog relacionados com o tema):

"Os 5 arrependimentos mais comuns no leito da morte

Durante muitos anos trabalhei dando assistência a pacientes terminais. Meus pacientes eram aqueles que voltavam para casa só para morrer, e com eles compartilhei momentos extremamente especiais. Eu passava com eles suas últimas três a doze semanas de vida.
As pessoas crescem muito quando se deparam com sua própria mortalidade. Aprendi a nunca subestimar a capacidade que as pessoas têm de crescer. Algumas mudanças eram fenomenais. Cada um desses pacientes sentia uma variedade de emoções: negação, medo, raiva, remorso, mais negação e por fim aceitação. Entretanto, todos os pacientes encontravam a paz antes de partirem, todos sem exceção.
Quando lhes perguntava se tinham algum arrependimento ou se fariam algo diferente em suas vidas, os assuntos eram sempre os mesmos. Os cinco principais seguem abaixo:

1. Eu gostaria de ter tido a coragem de viver uma vida fiel ao que eu sou, e não a vida que os outros esperavam de mim
Este é o arrependimento mais comum. Quando as pessoas percebem que sua vida está quase no fim e olham abertamente para trás, é fácil perceber que muitos sonhos não foram realizados. A maioria das pessoas não honrou nem a metade dos seus sonhos e morreu sabendo que era por causa das escolhas que fizeram, ou deixaram de fazer.
É muito importante tentar ou pelo menos honrar alguns de seus sonhos ao longo do caminho.
Quando você perder a saúde, será tarde demais. Só se percebe a liberdade que a saúde traz, quando já não a temos mais.

2. Eu gostaria de ter trabalhado menos
Todos os pacientes do sexo masculino que eu acompanhei tinham esse arrependimento. Eles perderam o crescimento de seus filhos e o companheirismo do cônjuge.
As mulheres também citaram este arrependimento, mas como a maioria era de uma geração menos recente, muitas pacientes do sexo feminino não tinham sido chefes de família. Todos os homens que eu acompanhei se arrependeram profundamente de passar tanto tempo da sua vida com foco excessivo no trabalho. Ao simplificar o estilo de vida e fazer escolhas conscientes ao longo da vida, é possível que você não precise de um salário tão alto. Ao criar mais espaço em sua vida, você se torna mais feliz e mais aberto a novas oportunidades, que serão mais adequadas ao seu novo estilo de vida.

3. Eu gostaria de ter tido a coragem de expressar meus sentimentos
Muitas pessoas suprimiram seus sentimentos para manter a paz com os outros, por isso, muitas desenvolveram doenças relacionadas à amargura e ao ressentimento que carregavam.
Como resultado, tiveram uma existência medíocre e nunca se tornaram realmente quem eram capazes de ser.
Nós não podemos controlar as reações dos outros. No entanto, mesmo que as pessoas reajam quando você muda a sua forma de ser e se expressa com honestidade, a sua relação entra em um nível mais elevado e saudável. Ou isso acontece, ou você se liberta de um relacionamento que não é saudável. Você ganha de qualquer maneira.

4. Eu gostaria de ter mantido contato com meus amigos
Muitas vezes os pacientes terminais não percebiam os benefícios de ter antigos amigos por perto até a semana da sua morte, e nem sempre era possível encontrá-los. Muitos haviam se tornado tão centrados em suas próprias vidas que tinham deixado amizades de ouro se diluírem ao longo dos anos. Havia muito arrependimento por não dar atenção a essas amizades da forma que mereciam. Todos sentem falta dos amigos quando estão morrendo.
É comum que as pessoas que têm um estilo de vida agitado se esqueçam das amizades. Mas quando você se depara com a proximidade da morte, os detalhes físicos da vida caem por terra. As pessoas querem deixar as finanças em ordem, mas não é dinheiro, nem status, que tem importância real para elas. Querem deixar tudo em ordem para beneficiar as pessoas que amam, mas em geral, estão doentes e exaustas para gerenciar essas tarefas. No final das contas, tudo se resume ao amor e relacionamentos. Repito: tudo o que resta nos dias finais é amor e relacionamentos.

5. Eu gostaria de ter me deixado ser mais feliz
Este arrependimento é surpreendentemente comum.
Muitos não perceberam, até o fim da vida, que a felicidade é uma escolha.
Eles haviam ficado presos em velhos padrões e hábitos. O chamado “conforto” com aquilo que é familiar sobrepujava suas emoções e a vida física. O medo das mudanças os faziam fingir para os outros e para si mesmos que eram felizes, enquanto lá no fundo ansiavam rir de verdade e ter uma certa loucura em suas vidas novamente.

Quando se está no leito da morte, pouco importa o que os outros pensam de você. Que maravilhoso poder relaxar e sorrir novamente, bem antes de morrermos.
A vida é uma escolha. É a SUA vida. Escolha com consciência, com sabedoria, com honestidade. Escolha ser feliz."
Fonte Valores Reais

CAUSA E EFEITO


sábado, 21 de março de 2020

ALIMENTAÇÃO PARA DIABÉTICOS


Primeiramente é preciso entender que existem alguns tipos diferentes de Diabetes, mas em todos os tipos a orientação nutricional é bem parecida.
A Diabetes tipo 1 é aquela que a pessoa descobre a doença nos primeiros anos de vida. É necessário aplicar a insulina como tratamento medicamentoso.
A Diabetes tipo 2 é desenvolvida ao longo da vida devido fatores genéticos e hábito de vida como a alimentação inadequada.
A Diabetes gestacional é desenvolvida durante a gestação e muitas vezes após o parto ela deixa de existir. A gestante que teve Diabetes Gestacional tem uma chance maior de desenvolver a Diabetes tipo 2 ao longo da vida. Encontramos também a pré-Diabetes. São aquelas pessoas que estão apresentando uma resistência ao funcionamento da insulina, o hormônio que coloca o açúcar no sangue para ser utilizado, mas que ainda não foram diagnosticadas com a doença.
A Diabetes é uma doença crônica, ou seja, uma doença que não tem cura. Mas assim como qualquer doença crônica existe um controle. O paciente Diabético pode conviver muito bem com a doença se fizer um tratamento adequado. Hoje em dia existem muitos alimentos próprios para os Diabéticos, mas ainda existem muitas dúvidas em relação à isso. Esse artigo tem como objetivo dar uma ideia do que é necessário tomar cuidado na alimentação do Diabético, mas é muito importante o paciente agendar uma consulta com um Nutricionista para receber as orientações individuais e específicas de cada caso.

1) Retirar totalmente o açúcar, mel, açúcar mascavo, açúcar cristal, açúcar orgânico e todas as preparações que vão esses ingredientes (doces e sobremesas)

2) Não misturar e nem repetir os carboidratos na mesma refeição. Ex: arroz, batata, mandioca, mandioquinha, macarrão, pão, aveia, granola.

3) Prefira o carboidrato integral. Ex: pão integral, macarrão integral, aveia, granola. A fibra presente nesse alimento ajuda a liberar o açúcar no sangue aos poucos e controlar a sobra de açúcar no sangue.

4) Consumir em torno de 3 frutas por dia, mas deve ser fracionado, ou seja, uma de cada vez a cada 3 horas. De preferência, consuma a casca junto.

5) Não  tomar suco de frutas concentrados. Somente 1 fruta por copo.

6) Os vegetais são importantíssimo na alimentação. As folhas podem ser consumidas à vontade. Em relação aos legumes cuidado com a beterraba. Nunca tome suco de beterraba. Consuma a beterraba junto com a refeição em pequena quantidade (em torno de 2 fatias finas ou 1 colher de sopa da beterraba ralada junto do almoço e jantar).

7) É preciso entender a diferença entre light e diet. Uma alimento classificado como light diz que esse alimento tem redução de pelo menos 25 % de um dos componentes. O diet significa que o alimento tem ausência total de um nutriente. No caso dos Diabéticos o termo correto é o diet, por ter ausência total de açúcar. Se for comprar algum alimento light precisa conferir nos ingredientes descritos no rótulo, se na composição tem açúcar ou não.

8 ) Os doces diet são boas opções para saciar a vontade de doces. Mas cuidado com a quantidade. Muitas vezes esses alimentos são mais gordurosos do que as versões normais.

9) Não abuse das quantidades de adoçante. A recomendação é de 3 a 5 gotas por copo ou 1 sachê por copo. Dê preferência para os adoçantes naturais (steviosídeo ou sucralose).

O mais importante de tudo é a aceitação da doença. Do momento que o Diabético aceita que o açúcar não poderá mais ser consumido, ele ficará aberto a começar a gostar das versões diet. A resistência no tratamento é o que mais dificulta. É lógico que o sabor do diet não é igual ao alimento normal, mas é possível consumir alimentos diets que são gostosos também.
A quantidade dos alimentos também será um fator fundamental para deixar o nível de açúcar no sangue controlado. Mas essa quantidade é individualizada. Para saber isso é necessário passar por uma avaliação nutricional individualizada.

Por Cristiane Mara Cedra - CRN3 19470
Fonte ANutricionista.Com

SUA ATENÇÃO

quinta-feira, 19 de março de 2020

OBRAS EM CASA E ATRASOS: VEJA COMO EVITAR PROBLEMAS

A orientação é sempre firmar um contrato de forma escrita, independentemente se for uma grande obra ou apenas pequenos reparos

Fazer uma grande reforma ou uma simples pintura. Não importa. Fazer qualquer obra em casa é quase sempre sinônimo de problema. O atraso é uma das principais dores de cabeça. O pedreiro que começa a fazer parte da família de tanto tempo que a obra dura já virou uma das piadas mais comuns no Brasil.
Segundo o especialista em direito do consumidor Leonardo Valente Santos, advogado do escritório Valente e Kranz, na contratação de um serviço de obras, o que se tem que levar em conta são os termos do contrato celebrado, seja ele verbal ou escrito.
"Caso haja a contratação de uma empresa para prestar um serviço de empreitada, deve haver uma cláusula de descumprimento do contrato", orienta Santos.
Normalmente há a previsão de multas a serem aplicadas na demora, sem justificativa, no cumprimento do contrato. Esta multa pode ser aplicada com a exigência da conclusão da obra sem o pagamento integral do valor combinado – retirando-se o percentual de multa, que pode ser de 10% do valor total.
"Ou a suspensão dos serviços da forma como está, sem pagar o saldo restante que houver", afirma.
A orientação do advogado é sempre celebrar um contrato de forma escrita, independentemente se for uma grande obra ou apenas pequenos reparos.
"É para poder ter provas e as condições bem estabelecidas", aponta Santos.

Fonte Terra Online

CONHEÇA OS DEZ PRINCIPAIS ERROS NA HORA DE PEDIR DEMISSÃO

Ao comunicar sua saída da empresa, evite 'lavar roupa suja' com o chefe, entre outras coisas
A primeira pessoa a ser comunicada oficialmente da saída deve ser o seu chefe
Pedir demissão sem cometer gafes: na hora de sair, não adianta mais desabafar contra o chefe

Pedir demissão é sempre um momento delicado. Como dizer que está se desligando da empresa sem cometer gafes? Por mais que se tenha convivido com um chefe linha-dura ou enfrentado a falta de reconhecimento da companhia, este é o momento de contornar as mágoas e ser educado.
Claro que todo mundo que pede demissão o faz porque está insatisfeito com alguma coisa. É importante para a empresa saber os reais motivos do desligamento, mas é necessário tomar cuidado para relatar as causas da saída de forma coerente, equilibrada e profissional. “Pontue as razões de sua decisão de maneira honesta e transparente, mas sempre com foco positivo, a fim de contribuir para o aprimoramento da empresa e da equipe como um todo. Isso demonstra maturidade e certamente você sairá com uma imagem positiva”, declara Moacyr Schittino, consultor de Recursos Humanos da Jobz Consulting.
Por isso, na hora de dizer adeus, nada de “chutar o balde”, dizer que estava de “saco cheio” ou sair “alfinetando” o chefe. Afinal, o ex-gerente de hoje pode se tornar o futuro líder de amanhã. “Apesar de o mundo ser dinâmico, os setores do mercado são muito pequenos, e os profissionais tendem a se esbarrar a todo instante”, comenta o consultor Eduardo Zugaib, especialista nas áreas de desenvolvimento humano e performance organizacional. Veja os principais erros a evitar na hora de sair de um trabalho:

Erro 1: Anunciar a demissão primeiro aos colegas
Sair falando aos quatro ventos que irá pedir demissão sem ter comunicado o seu chefe antes pega muito mal. Por mais que se peça sigilo, o burburinho será inevitável, o que poderá comprometer a sua imagem profissional. Por isso, antes de comentar com alguém sobre a sua decisão, fale sempre com seu superior direto – até mesmo porque ele pode fazer uma contraproposta que convença você a ficar.

Erro 2: Inventar desculpas para a saída
Muitas pessoas inventam histórias mirabolantes quando pedem demissão porque temem falar sobre os motivos que as levaram a deixar a empresa. Não precisa dizer que está largando o emprego para cuidar de um parente, que vai mudar de cidade ou se dedicar a outros projetos se estas razões não forem reais. “Eu sempre falo que nunca se deve mentir. Seja verdadeiro e não crie situações que possam lhe comprometer no futuro”, aconselha o escritor Luiz Gabriel Tiago, especialista em educação corporativa e autor do livro “Gentileza no Trabalho” (Editora Ideias e Letras).

Erro 3: Atribuir a saída da empresa ao chefe
Mesmo que a razão da demissão seja o mau relacionamento com o chefe, trate a situação com distanciamento, apontando o estilo de trabalho e não a pessoa em si. “Caso o gerente questione se a sua decisão teve algo a ver com a relação entre vocês, seja sincero sem ser cruel. Lembre-se que assertividade não significa agressividade, assim como objetividade não significa grosseria”, afirma o consultor Eduardo Zugaib. Uma coisa é dizer “não gosto de você”, outra é explicar “não concordo com o método de trabalho”.

Erro 4: “Lavar a roupa suja” na hora do desligamento
Caso você realmente decida deixar o emprego por causa de alguém, evite “lavar a roupa suja” no momento de pedir demissão. “Ninguém pode sair de uma empresa porque não se dá bem com um chefe ou com qualquer colega de trabalho. Esse tipo de problema no relacionamento interpessoal deve ser resolvido antes, de forma profissional, enquanto se está lá e não na hora de ir embora”, explica o especialista Luiz Gabriel Tiago.

Erro 5: Sair falando mal da empresa para todo mundo
Agora que você tomou a decisão de sair da empresa, de que adianta ficar dizendo que ela não valoriza os funcionários ou que não paga bem? “Falar mal do antigo empregador é uma atitude que não condiz com um profissional que se preocupa com valores – principalmente o respeito”, defende Luiz Gabriel. O melhor a fazer é se resguardar, para não ficar com fama de fofoqueiro ou reclamão.

Erro 6: Exaltar demais o novo trabalho aos colegas
Mesmo que se vá para um lugar maior, mais estruturado e desejado pelos profissionais do seu setor, ficar tripudiando em cima de quem ficou na empresa anterior é uma prática que mais destrói do que constrói pontes. O consultor Eduardo Zugaib aconselha tratar a situação apenas como um novo desafio que vai fazê-lo crescer ainda mais na carreira, sempre respeitando aqueles que ficaram.

Erro 7: Sair anunciando para onde vai
Você tem todo o direito de preservar sua vida pessoal e profissional. Por isso, não se sinta obrigado a dizer para qual empresa está indo. “Se não quiser contar para os colegas e para o chefe onde vai trabalhar, simplesmente diga que a própria empresa pediu sigilo na contratação, mas assim que estiver se estabelecido e exercendo sua nova função, enviará os contatos”, orienta o consultor Moacyr Schittino.

Erro 8: Mostrar que está saindo só por causa do salário
Se o motivo do desligamento for exclusivamente uma proposta financeira melhor, seja cauteloso na exposição. Neste caso, é aconselhado agir com transparência, mas com uma certa dose de jogo de cintura. Pode-se dizer que o salário será melhor, mas ressalte também outros pontos positivos além do dinheiro, como possibilidade de crescer na carreira ou que receberá uma bolsa de estudos, por exemplo.

Erro 9: Deixar a empresa na mão
Quando alguém pede demissão, deve-se levar em consideração que a atual empresa precisará encontrar alguém para substituí-lo. Sempre que possível, procure cumprir o aviso prévio ou combine um tempo justo com os superiores para conseguir deixar tudo em ordem. Lembre-se: até que você saia efetivamente de lá, o seu compromisso é com o atual empregador. Além disso, “segurar as pontas” demonstra responsabilidade, o que certamente será uma atitude bem vista por todos, inclusive pelo novo contratante.

Erro 10: Não formalizar a decisão
Sempre que for deixar um emprego, é necessário formalizar o seu pedido de demissão por meio de uma carta – pode até ser escrita de próprio punho. O documento é uma prova segura que tanto o empregado como o empregador têm para o cumprimento do aviso prévio e para fazer os cálculos de recisão. “Faça uma carta breve, sem tom agressivo e extremamente profissional. Grandeza e gratidão são valores que costumam deixar as portas sempre abertas”, ressalta Eduardo Zugaib.
Por Alessandra Oggioni 
Fonte iG

ESCOLHA

quarta-feira, 18 de março de 2020

COMO TER UMA CONTA DE GRAÇA EM QUALQUER BANCO

Sabia que dá para driblar os pacotes de serviços, que chegam a 1.000 reais por ano, ao contratar uma conta de serviços essenciais ou digital?

Proteja seu dinheiro: Não pague por serviços do banco que você não usa

A propaganda é pequena, por isso talvez você não saiba que pode ter uma conta gratuita em qualquer banco, sem pagar por aquele monte de saques, transferências e extratos que não usa. Tanto as contas digitais quanto as contas de serviços essenciais podem ser solicitadas por qualquer um —e não custam nada.
Os pacotes de serviços de algumas contas chegam a custar mais de 1.000 reais por ano, como mostrou um levantamento da associação de consumidores Proteste. Até mesmo as contas universitárias, vendidas com a promessa de serem baratas, passam dos 100 reais por ano.
“A conta gratuita é um direito de todos e os bancos não fazem questão de oferecê-la. Os consumidores precisam descobri-la sozinhos”, alerta a coordenadora institucional da Proteste, Maria Inês Dolci.
Desde 2008, o Banco Central obriga os bancos a oferecer uma conta com “serviços essenciais”, sem cobrar nada. Isso inclui, por mês, quatro saques, duas transferências entre contas do mesmo banco, dois extratos do mês anterior, um extrato anual e dez folhas de cheque. A gratuidade é estendida para conta-poupança.
O banco é obrigado a fornecer informações sobre essa conta e não pode criar dificuldades para que o consumidor migre de uma conta paga para outra gratuita, como ressalta o diretor do Instituto Brasileiro de Política e Direito do Consumidor (Brasilcon), Cristiano Schmitt.
Há, no entanto, alguns poréns. Essa conta não inclui a oferta de nenhuma modalidade de crédito, nem por meio do cartão ou por qualquer outro empréstimo.
Além disso, se o cliente precisar usar um serviço que não está incluído no pacote, precisa pagar por fora. Por isso, vale avaliar caso a caso se a conta realmente inclui todos os serviços que você precisa, ou se ela sairá ainda mais cara do que contratar um pacote de serviços mais completo.

Conta digital também é alternativa
Outra alternativa oferecida por alguns bancos são as contas exclusivamente digitais, também gratuitas. Nesse caso, o consumidor só pode fazer movimentações por celular, telefone, caixa eletrônico e internet, e não tem acesso às agências bancárias, nem a cheques.
Em contrapartida, a conta oferece serviços como transferência para outros bancos por DOC e TED,  além de saques e extratos ilimitados por canais eletrônicos. Nesse caso, se o consumidor se sentir seguro para não precisar de agências, a conta digital pode ser mais vantajosa do que a de serviços essenciais.
Por Júlia Lewgoy
Fonte Exame.com

QUEM CANTA SEUS MALES ESPANTA!

terça-feira, 17 de março de 2020

ESTRANGEIRO NO BRASIL:DIREITO E ACESSO À JUSTIÇA BRASILEIRA


Os advogados especializados na área do Direito Internacional são regularmente contratados por estrangeiros carecendo de auxílio jurídico no Brasil.
Para a perfeita prestação do auxílio necessário é fundamental esclarecer o tratamento jurídico conferido ao estrangeiro pelo Estado Brasileiro.
Conforme previsto na Constituição Brasileira, tanto o estrangeiro residente no Brasil como o estrangeiro não residente no Brasil tem direito a um tratamento idêntico aos conferidos ao cidadão brasileiro, podendo igualmente acionar o Poder Judiciário no Brasil.
O direito de ação admitido ao estrangeiro (tanto a pessoa física como a empresas sem sede ou filial no Brasil) é regulamentado pelo artigo 5º XXXV da Constituição Brasileira, onde se depreende que todos são iguais perante a Lei, havendo garantias de direito aos brasileiro e aos estrangeiros de obterem tutela jurisdicional para o exercício da defesa dos seus interesses de modo equivalente.
Entretanto cumpre observar o disposto no Artigo nº 835 do Código de Processo Civil, que aduz que em havendo uma ação judicial, cujo Autor seja pessoa estrangeira (residente fora do Brasil) e que não tenha no país bens imóveis (casa, apartamento) que lhe assegure o pagamento das custas processuais e honorários do advogado da parte contrária (sucumbenciais), este deverá prestar "caução" (garantia em dinheiro) em conta do juízo em valor suficiente para suportar tais despesas.
Uma vez superado o embasamento jurídico no tocando ao direito do estrangeiro no Brasil, seguimos ao aspecto prático para sua representação perante o Judiciário Brasileiro.
Para acionar o Judiciário Brasileiro o estrangeiro deverá constituir um advogado brasileiro para representá-lo o qual irá preparar uma Procuração, que poderá ser redigida em Português ou em Português e Inglês, ou ainda exclusivamente em outro idioma, sem restrição.
Esta procuração, internacionalmente conhecida como Power of Attorney, PoA ou Proxy é o documento jurídico necessário a sua representação, o qual deverá ser assinado por procurador capaz, ter a firma reconhecida em uma Notário ou Cartório local (notarização).
Após, esta Procuração deverá ser encaminhada ao Consulado Brasileiro mais próximo, onde será "consularizada", ato que consiste na legalização por Autoridade Consular Brasileira, através do reconhecimento da assinatura do Notário ou Autoridade Estrangeira competente que reconhece o documento original, nos termos do regulamento consular.
Concluído este procedimento, o documento deverá ser remetido ao advogado brasileiro que irá submetê-lo a tradução para o Português por tradutor juramentado e registrada em Cartório de Registro de Títulos e Documentos.
A procuração estrangeira também deverá ser acompanhada dos documentos de identidade do signatário, seja de uma cópia de sua identidade válida, passaporte, Estatuto ou Contrato Social no caso de pessoas jurídicas.
Com a Procuração regular recebida, o advogado poderá propor ações judiciais, apresentar defesa, e atos visando a proteção do direito da pessoa estrangeira, adquirir imóveis, veículos, ações e títulos, realizar registros públicos, comprar, vender, entre outros, praticando todos os atos juridicamente permitidos ao estrangeiro dentro da República Federativa do Brasil.
Cumpre recordar que de acordo com o Provimento 91/2000 da OAB restou definido que advogados estrangeiros que pretendam atuar no Brasil precisarão ter uma autorização da OAB, sendo limitados a prestação de consultoria sobre direito estrangeiro.
O exercício da advocacia no Brasil e a consultoria em direito brasileiro são proibidas a advogados estrangeiros e não podem ser realizada ainda que em sociedade com advogados nacionais.
Por Maurício Ejchel
Fonte  Jus Navigandi

DICAS DE OURO: DIGA ISTO QUANDO O RECRUTADOR PERGUNTAR QUAL É O SEU PIOR DEFEITO


Workaholic. Perfeccionista. Dedicado demais ao trabalho. Essas são algumas das respostas mais ouvidas em entrevistas de emprego à famigerada questão: “Qual é o seu principal defeito?”. O truque é manjado: temendo revelar suas falhas verdadeiras e ser reprovado na seleção, o candidato faz elogios disfarçados a si mesmo. Quem não contrataria uma pessoa cujo único problema é gostar demais de trabalhar?
Não funciona. “Se o avaliador é minimamente experiente, vai perceber que o candidato não está sendo sincero e quer esconder alguma coisa”, afirma Guilherme Malfi, gerente de recrutamento da consultoria Talenses.
Ao fazer a clássica pergunta, o recrutador tem três objetivos em mente.
O primeiro é simples e direto: conhecer os pontos que o profissional à sua frente ainda precisa desenvolver. Isso é essencial para saber se ele está preparado para assumir imediatamente a vaga, ou se será preciso treiná-lo em algum aspecto técnico ou comportamental depois de contratá-lo.
A segunda intenção, um pouco mais sutil, é investigar o grau de autoconhecimento do candidato. “A sua resposta revela muito sobre o seu grau de maturidade e inteligência emocional”, diz Malfi. “Quem tem consciência das próprias lacunas é muito valorizado pelo mercado, porque a consciência daquilo que você não sabe é o primeiro passo para o aprendizado”.
O terceiro intuito é avaliar a sua abertura às críticas, diz Isis Borge, gerente da consultoria de recrutamento Robert Half. Segundo ela, a resposta do candidato mostrará se ele é humilde o suficiente para reconhecer suas próprias fraquezas e se abrir a eventuais feedbacks negativos — uma capacidade que será fundamental no dia a dia caso ele seja contratado.
Naturalmente, não existe resposta certa ou errada para esse questionamento: a única regra é dizer a verdade.

Sinceridade ou sincericídio?
Ninguém gosta de expor suas falhas. Portanto, para conversar tranquilamente sobre os seus defeitos com o recrutador, é preciso entender a entrevista de emprego como um momento excepcional, único, atípico, totalmente diferente de qualquer outra situação social.
“Tire o peso atribuído culturalmente a essa pergunta e tente enxergá-la de outra forma, como uma ferramenta usada por outra pessoa para conhecer você de forma mais profunda”, afirma Borge. “Tire as máscaras e seja tão honesto com o recrutador quanto seria com você mesmo”.
A chave para deixar de enxergar a sinceridade como algo perigoso em um processo seletivo é compreender que nenhuma empresa séria e madura tem a pretensão de contratar um profissional perfeito. É aceitável e até esperado que você tenha problemas e dificuldades. Com um detalhe: é altamente desejável que você saiba muito bem quais eles são.
“No passado, era inadmissível dizer numa entrevista que você é uma pessoa desorganizada, por exemplo, era sinônimo de desclassificação”, afirma Malfi. “Hoje, as empresas estão muito mais abertas à sinceridade, preferem jogar um jogo mais transparente com os profissionais antes de contratá-los, para evitar surpresas desagradáveis depois”.
Ser honesto não é mais um risco, mas uma necessidade — tanto para ter um bom resultado na entrevista quanto para ser feliz no emprego que você eventualmente vai conseguir. Afinal, se os seus defeitos são considerados inaceitáveis pela empresa a ponto de eliminar você do processo seletivo, isso significa que você e aquele empregador não combinam e não serão felizes juntos.
A partir desse raciocínio, Borge e Malfi dão 3 conselhos básicos para se preparar para a pergunta mais temida da entrevista de emprego:

1. Pense a respeito do assunto com antecedência
Não necessariamente você será confrontado com o questionamento sobre os seus defeitos, mas é bom estar preparado para ela se acontecer. A dica de Malfi é dedicar um tempo antes da entrevista para pensar profundamente sobre as suas fraquezas, tanto técnicas quanto comportamentais.
Como vão suas habilidades de escrita? Você tem dificuldade com números? Seu inglês anda enferrujado? Tem facilidade para se relacionar com pessoas diferentes de você? Consegue administrar seu tempo ou vive correndo atrás do relógio? Perguntas desse tipo podem guiar a sua reflexão e produzir boas conclusões. “Com essa preparação, você irá para a entrevista com uma resposta clara, embasada e sincera na ponta da língua”, diz o gerente da Talenses.

2. Peça feedback
Mesmo pessoas com altíssimo grau de inteligência emocional não têm condições de saber tudo a seu próprio respeito. Por isso, antes da entrevista de emprego, é importante perguntar para profissionais que convivem com você quais são as principais falhas que eles percebem nas suas entregas e no seu comportamento de forma geral.
De acordo com Borge, é interessante ouvir o feedback de chefes, pares e subordinados. Quanto mais diversos forem os perfis dessas pessoas, melhor. Se você ainda não tem muita experiência profissional, vale também perguntar para familiares e amigos. O importante é ter uma visão externa sobre quem você é (ou aparenta ser).

3. Estude o perfil da empresa e os requisitos da vaga
Certo e errado podem ser conceitos muito relativos. A competitividade, por exemplo, é uma grande qualidade para empresas que valorizam o trabalho individual e a disputa agressiva por resultados. Por outro lado, pode ser um sério defeito sob o ponto de vista de um empregador com modelo de trabalho colaborativo e avesso ao “estrelismo” de um ou outro funcionário.
Na sua preparação, orienta Borge, busque investigar a fundo qual é a cultura da empresa e as características do cargo que você está pleiteando. Só assim você vai saber o que o recrutador realmente quer dizer com a palavra “defeito”.
Por Claudia Gasparin
Fonte Exame Online

FALSIDADE