sábado, 6 de maio de 2017

GATO PRECISA DE BANHO? VETERINÁRIO ESCLARECE E DÁ DICAS


Os gatos são animais conhecidos pela limpeza, não se pode negar, mas, ainda assim, eles precisam de banho. De tempos em tempos, os felinos devem tomar um bom banho, como lembra o veterinário Francisco Duarte. “Os gatos se lambem e a saliva realmente funciona. No entanto, com esta prática, os animais, especialmente os de raça peluda, acabam engolindo pelos que se transformam em um bolo, podendo atrapalhar a digestão e até causar a morte do gato. A saída, então, é escovar os pelos e dar banho”, explica Duarte.
Para aqueles que defendem que o bichano tem medo de água, o veterinário garante que é questão de hábito. “Se o tutor banhar o gato desde filhote, com água morna e cuidado, ele vai se acostumar”, diz. Segundo Francisco, um banho por mês já é suficiente para os gatos, mas “sempre com água morna e lembrando de secar bem depois”.

Cinco dicas para dar banho no seu gato
Os tutores de gatos sabem bem a missão que é tentar dar um banho no animal, tranquilidade passa longe. Para ajudá-los nesta hora, confira cinco dicas:

Banho a seco
Existem no mercado produtos específicos para gatos, como lenços umedecidos e sprays, que podem fazer a limpeza do felino de forma prática e rápida. O bichano, muitas vezes, nem mesmo percebe que está tomando banho.

Escove a pelagem
Escovar bem os pelos do gato antes da lavagem, é uma dica que importante, mas é importante lembrar que o procedimento deve ser feito no sentido contrário ao crescimento.

Não exagere na água
A dica é não colocar o felino diretamente na água. Para o banho, o ideal é usar um esguicho ou um copo com água morna, sempre iniciando pelas patas.

Utilize os produtos certos
Produtos voltados para humanos podem causar reações alérgicas ou até mesmo serem tóxicos para o gato. Então, para evitar problemas, use produtos feitos para animais e lembre-se de enxaguar o bichinho o máximo que puder.

Secador é permitido
No caso de felinos com pelos muito compridos, a dica é utilizar o secador com a temperatura e velocidade mais baixas, mantendo o equipamento sempre longe do animal.

Por Agência de Notícias de Direitos Animais - ANDA
Fonte NE10