segunda-feira, 16 de setembro de 2024

VOCÊ SABE AS REGRAS DE ETIQUETA PARA ESCREVER RECOMENDAÇÕES NO LINKEDIN?

Tomar a iniciativa para escrever recomendações para sua rede de contatos pode ser um bom hábito - mas o que vale escrever no LinkedIn?

Quem já recebeu uma recomendação inesperada no LinkedIn sabe como é bom ter seu trabalho reconhecido e elogiado na rede. Já pensou em retribuir e começar a escrever recomendações para sua rede de contatos?
Mas calma, não é para sair distribuindo elogios para qualquer um. Ou pior, apenas copiar e colar o mesmo texto genérico para quem você acha interessante.
De acordo com Natália Rocha, gerente para as soluções de marketing do LinkedIn na América Latina, as recomendações que aparecem no perfil da rede são como a nova carta de referência.
O recurso facilita e torna recíproco o hábito de oferecer uma validação da experiência e confiança no trabalho do outro. Além de recomendar competências, o breve texto enriquece o perfil e pode ajudar recrutadores na procura por candidatos.
A gerente do LinkedIn conta que a recomendação ideal é curta e objetiva. Também deve ser focada na relação profissional que teve com aquela pessoa.
“O principal é colocar como foi trabalhar com a pessoa, falando de seus talentos técnicos e interpessoais. Cabe usar adjetivos que ilustrem quem é aquele profissional”, fala Rocha.
Assim, é importante escrever recomendações para aqueles com quem você já teve uma relação profissional.
A gerente diz que não há regras para a recomendações, mas dá dicas do que evitar. Por exemplo, não é o momento de fazer uma crítica ou descrever pontos fracos. Não é um espaço para um feedback construtivo. “Ninguém é perfeito, mas é melhor evitar escrever algo que a pessoa tem dificuldade ou deve melhorar”, diz ela.
A recomendação deve ser sincera, por isso, não é bom escrever e exigir que o outro faça o mesmo. “O recurso não é uma moeda de troca”, alerta Natália.
O problema não é pedir por uma recomendação, o que a gerente considera positivo, principalmente se o profissional procurar por mentores e lideranças que considerou positivas em sua carreira. A questão é não colocar essa obrigação para um contato na rede.
Por último, Natália dá um conselho de curadoria: cada um pode escolher o que quer ou não apresentar no seu perfil da rede. “Ninguém precisa aceitar todas as recomendações, você pode aceitar apenas as que façam sentido para seu perfil”, diz.
Por Luísa Granato
Fonte Exame Online

terça-feira, 10 de setembro de 2024

12 PALAVRAS E EXPRESSÕES PARA RISCAR AGORA DO SEU CURRÍCULO

Substituir palavras muito utilizadas, acrescentar experiências concretas e buscar detalhes da carreira são alguns pontos que podem valorizar o documento

Currículo: palavras e expressões que são muito comuns podem diminuir as chances de contratação

Elaborar um currículo está longe de ser uma tarefa fácil. Em meio a tantas dúvidas, selecionar quais informações merecem mais ou menos destaque é o grande desafio de qualquer profissional.
Mesmo para aqueles que possuem uma grande experiência no mercado e uma carreira invejável, algumas palavras e expressões que são muito comuns em currículos podem diminuir as chances de uma contratação.
Pensando nisso, substituir palavras muito utilizadas, acrescentar fatos e dados concretos e buscar detalhes da carreira são alguns dos pontos positivos que os contratantes levam em consideração.
Com a ajuda de especialistas, Exame.com elaborou uma lista com algumas palavras e expressões que você deveria retirar, ou pelo menos substituir, do seu currículo para deixá-lo mais atraente. Confira:

Liderança
De acordo com o LinkedIn, “liderança” aparece como a palavra mais utilizada nos perfis dos usuários dessa plataforma. Mesmo sendo popular, a simples indicação dessa competência não acrescenta nada para o currículo.
Segundo o gerente de vendas da empresa de recrutamentos Michael Page, João Paulo Klüppel, o melhor a se fazer nesse caso é contar experiências já vividas em outros ambientes de trabalho que comprovem essa habilidade. “Sempre indicamos que não há necessidade de expor suas qualidades de maneira vaga, um bom currículo é aquele cujas competências aparecem ligadas às experiências”.

Pontual
A exemplo do termo liderança, colocar apenas a palavra “pontual” como uma qualidade não melhora seu histórico profissional. No mercado, espera-se que todo colaborador seja pontual e isso não o faz um melhor empregado.

Bom comunicador
Utilizar a expressão “bom comunicador” em um currículo pode não dizer muita coisa sobre a pessoa, já que qualquer característica de comportamento vai ser observada posteriormente em uma entrevista presencial.
Para a especialista em RH do site Vagas.com, Patrícia Sampaio, os adjetivos são dispensáveis no currículo. “O entrevistador vai chegar às conclusões sobre as qualidades do candidato sozinho. A dica nesse caso é sempre colocar algum exemplo prático que ajude a entender por que a pessoa se classifica dessa maneira”.

“Altamente qualificado”
No mesmo raciocínio sobre a expressão “bom comunicador”, ser “altamente qualificado” também diz pouco sobre o candidato. Para Klüppel, o profissional deve lembrar que o currículo é apenas um documento – de papel ou digital – e que não reflete competências. “Todas as características são competências que só são avaliadas ao vivo, e não no currículo”.

Ambicioso
O gerente de vendas da Michael Page afirma que é sempre bom evitar dar destaque a interesses pessoais e características de personalidade no currículo. Muitas vezes elas não ajudam a refletir o real profissional por trás disso.

Trabalho em equipe
A expressão “trabalho em equipe” também  deve ser substituída por resultados atingidos em grupo, recomendam os especialistas. “Apenas dizer que trabalha bem em equipe é muito vago. O ideal é apostar em exemplos práticos de resultados alcançados em equipe em outras experiências”, completa Klüppel.

Inovador
Outro adjetivo desnecessário. A inovação é uma qualidade que o candidato dificilmente conseguirá destacar num currículo sem  exemplos. Patrícia Sampaio ressalta que as seleções hoje em dia são direcionadas e que é a riqueza de detalhes concretos que faz a diferença na hora da escolha do melhor perfil.

Honesto
João Paulo Klüppel afirma que, nas empresas hoje, parte-se do pressuposto de que todos os seus colaboradores são honestos e éticos. “O mercado de trabalho tem esse tipo de valor enraizado. As organizações trazem isso dentro da sua cultura”. Colocar essa característica entre suas habilidades não vai diferenciar o profissional dos seus concorrentes.

“Meu objetivo é…”
O gerente de vendas da Michael Page afirma que a maneira como o candidato se descreve, tanto no objetivo como nas responsabilidades, pode ajudar a definir uma vaga. Para ele, o ideal é evitar o excesso de criatividade no currículo, com informações que não sejam pertinentes e expressões que não trazem informação alguma. “A questão ortográfica também é essencial. É sempre bom fazer uma revisão”.

Siglas
Em algumas carreiras, o uso de siglas e nomenclaturas próprias é muito comum. Porém, o profissional deve lembrar que muitas vezes a pessoa que lê os currículos pode não estar familiarizada com certas abreviações, o que pode prejudicar  o entendimento. “O gestor de RH, por exemplo, dificilmente dominará expressões específicas de determinadas áreas. É importante colocar as informações por extenso antes de utilizar as siglas”, afirma Klüppel.

Responsável por
Objetividade ao detalhar as funções anteriores conta pontos positivos e expressões como “responsável por” podem tirar o enfoque do que interessa. “O mais importante aqui é a informação que vem depois, nesse caso é melhor optar por colocar direto a função”, diz Patrícia. Mantenha apenas informações verdadeiras sobre sua carreira, sem dados falsos ou que maquiam as suas reais atividades, recomenda a especialista do Vagas.com.
Para João Paulo Klüppel, é necessário atenção na hora de descrever  responsabilidades em experiências anteriores. “Nossas funções nunca são iguais nos diferentes empregos. É importante destacar essas diferenças, evitar que as informações se repitam, para não empobrecer o currículo, e ajudar o recrutador a compreender a evolução profissional da pessoa”.

Pronomes pessoais como eu, meu, nosso
Currículos agrupam informações de uma mesma pessoa. O uso de pronomes pessoais é dispensável já que os dados falam de um mesmo profissional. “A forma mais direta sem pronomes pode tornar as informações mais claras, já que o currículo pressupõe contar a história da própria pessoa”, diz Patricia Sampaio.

Excesso de palavras
Um dos erros mais comuns  é pecar pelo excesso de palavras ao descrever a trajetória. O hábito, muito comum entre os jovens em início de carreira, traz uma falsa sensação de ter mais experiências profissionais. “Um bom currículo é aquele que traz todas as passagens de forma sucinta ou aquele que destaca os pontos altos das últimas passagens do profissional”, afirma Klüppel.
O gerente de vendas da Michael Page afirma que, no caso dos mais jovens, os recrutadores não levam tanto em consideração a quantidade de experiências que ele possui, mas sim o potencial que carrega consigo. “É natural que o currículo de um jovem que está entrando no mercado seja completamente diferente daquele de uma pessoa experiente. A dica para suprir essa falta de dados é colocar algumas experiências da faculdade, algum curso e/ou trabalho voluntário relevantes para conseguir a vaga, sempre de forma sucinta”.

Por Fernando Pivetti
Fonte Exame.com

ATENÇÃO

segunda-feira, 9 de setembro de 2024

O LADRÃO MORA AO LADO - SAIBA O QUE FAZER EM CASOS DE FURTO NO CONDOMÍNIO


Quem mora em prédio tem a sensação de estar mais protegido de roubos do que aqueles que moram em casas. No entanto, com um grande número de pessoas vivendo em um mesmo local, não são raros os casos de furtos, especialmente em áreas comuns do condomínio, como garagem e playground. Ou seja, o inimigo pode morar no apartamento ao lado.
Um morador de um grande condomínio passou por esta experiência. Ele pôs sua bicicleta na vaga de garagem e, quando chegou no dia seguinte, a magrela não estava mais lá. Pediu ajuda do síndico, solicitou as imagens das câmeras, mas não foi atendido. Agora, está processando o condomínio.
— É um absurdo não nos sentirmos seguros nem na nossa própria casa. Temos o serviço de segurança para não deixar nenhum estranho entrar no condomínio, mas dentro do próprio prédio temos casos de furto — reclama ele, que prefere não se identificar.
Segundo o advogado especializado em direito imobiliário Sérgio Sender, o condomínio é responsável pelos furtos somente se estiver expressamente determinado em sua convenção ou regulamento interno.
— No entanto, a grande maioria das convenções condominiais contém cláusula de não indenizar — explica.
Ao se ver diante de um caso destes, o síndico deve analisar a convenção do condomínio e o regulamento interno, para verificar se este prevê a responsabilidade em caso de furto ocorrido em área comum. E, se o condomínio tiver câmeras de circuito interno, o advogado sugere verificar as imagens para tentar identificar o culpado.
— O papel do síndico é apenas fazer valer o que está escrito na convenção. Em caso da omissão, cabe convocar uma Assembleia Geral Extraordinária (AGE) com fim específico, para deliberar o tema — lembra a diretora da Precisão Administradora, Sonia Chalfin.
Já a vítima deve tentar a solução internamente, registrando a reclamação em livro próprio do condomínio, onde deve inclusive solicitar que o síndico verifique as câmeras de segurança.
— A solução amigável interna é sempre o melhor remédio. Caso não seja atendido, aí sim deve ingressar com uma ação indenizatória na Justiça— explica Sender.
Caso o condômino encontre dificuldades para resgastar as imagens gravadas, então deverá procurar as autoridades policiais, lembra Sonia Chalfin:
— Fica a critério dos moradores e vizinhos a maneira como tomarão as providências nessa abordagem. Mas é preciso lembrar que a interação e um convívio amistoso entre os condôminos são essenciais. As tentativas amigáveis de solução dos conflitos devem estar bem documentadas, sob pena de caracterizar uma violação do condomínio.

DICAS:
NA SUA CASA - Os moradores devem cuidar dos seus pertences. Não devem deixar objetos em sua vaga de garagem acreditando que ninguém irá mexer. Cuidado com materiais de construção, capacetes e bicicletas: estes devem ficar nos apartamentos.

REGRAS - Se o prédio contratou uma empresa de vigilância específica contra furtos, o condômino furtado passa a ter grandes chances de ser reembolsado pelo condomínio, já que há uma despesa para este fim.

É LEI - Furto é crime. A vítima pode procurar a polícia para instauração de inquérito policial e de processo criminal contra o autor.
Por Ana Carolina Diniz
Fonte Extra – O Globo Online

sábado, 7 de setembro de 2024

OS GATOS E AS NOITES DE CANTORIA NA PRIMAVERA

Com a proximidade da primavera, muitos donos de gatos não castrados começam a se preocupar com o cio das gatas... e com as noites que estão por vir

Que os gatos têm suas particularidades, todo mundo já sabe, e não poderia ser diferente no quesito reprodução. Com a proximidade da primavera, muitos donos de gatos não castrados começam a se preocupar com as noites que estão por vir. A fase de reprodução está muito relacionada com a duração da iluminação, ou seja, com o aumento das horas de claridade durante o dia. O cio das gatas não tem período determinado. Em locais com clima definido como o temperado, os acasalamentos são mais frequentes na primavera.
No Brasil existe uma grande variação, dependendo da região. No Norte e Nordeste, as gatas podem ciclar o ano todo, assim como as que vivem em apartamento, pois se a fêmea não é fecundada, ela pode começar um novo período de cio em seguida do outro. Na época da reprodução, as gatas emitem um som característico e de grande alcance, que lembra o choro de uma criança, para alertar os machos da vizinhança. Diferentemente da cadela, a gata não tem sangramento, e o dono percebe apenas a mudança de comportamento. Elas começam a miar mais e a esfregar-se no chão, nos móveis e nas pessoas. Ao perceber uma fêmea no cio, os machos se tornam inquietos, ariscos e agressivos. O cio é o período onde a fêmea aceita a cobertura do macho, ele ocorre pela primeira vez entre 5 e 11 meses de idade, na maioria das raças. Fora do cio a fêmea não aceita a corte do macho. Um ferormônio (substância de atração sexual) é eliminado junto a urina das gatas nessa fase para atrair os pretendentes.
O cio pode durar de 4 a 7 dias, porém algumas gatas podem permanecer no cio por mais tempo. O intervalo entre cios pode ocorrer a cada 3 meses, ou durar toda a primavera e verão. Para evitar um aumento considerável da família de felinos, pois em uma única gestação a fêmea pode ter de 2 a 8 gatinhos e pode ter varias gestações em um ano, não permita que ela tenha contato com machos durante todo o cio, o que é bastante difícil. O uso de anticoncepcionais é totalmente contraindicado, devido aos inúmeros efeitos colaterais, que põe em risco a vida do animal. E como não existe menopausa nos pets, as gatas têm cio até o final da vida. 
Por isso a castração é a melhor opção para quem não quer que seu animal tenha crias e para evitar o incômodo do barulho que os gatos fazem durante o período fértil, para evitar a fuga e o desaparecimento de fêmeas e machos, além de prevenir doenças importantes como o câncer de mama e piometra nas gatas e câncer de próstata e testículo em gatos. Os benefícios são maiores se a castração ocorrer antes da puberdade. Animais castrados também são mais calmos e caseiros, comportamentos que auxiliam na prevenção de doenças infecciosas, como a aids felina e o vírus da leucemia felina, doenças graves que não têm cura e comprometem a imunidade do animal, reduzindo o tempo de vida. E o relacionamento com os vizinhos, principalmente com os que não compartilham de sua paixão pelos animais, disfruta de maior tolerância quando convivem com animais castrados.
Por Fernanda Fragata
Fonte Época Online

TUDO É ENERGIA

DIA DA INDEPENDÊNCIA DO BRASIL

sexta-feira, 6 de setembro de 2024

CONSCIENTIZAÇÃO CONTRA O LINFOMA – ISSO TAMBÉM VALE PARA O SEU PET

Diagnóstico precoce aumenta muito as chances de cura desta doença, um dos tumores mais frequentes em cães e gatos

Setembro é o mês de conscientização contra o linfoma, uma doença que vem crescendo bastante nos últimos 30 anos em pessoas e que também assombra cães e gatos.
O linfoma atinge tecidos hematopoiéticos sólidos, como os linfonodos, o fígado e o intestino, e é um dos tumores mais frequentes em cães e gatos. É um câncer que tem origem no sistema linfático, mais precisamente linfonodos ou gânglios, que estão distribuídos por todo o corpo e são responsáveis pela produção de anticorpos.
O dia 15 de setembro é o Dia Mundial da Conscientização sobre Linfomas. O objetivo é lembrar a todos sobre a importância do diagnóstico precoce e do tratamento contra esta doença que pode matar. O principal sinal é o aumento dos gânglios. Estes gânglios podem aparecer no pescoço, nas pernas, nas axilas, na virilha, no abdômen e no tórax.
Falta de apetite, apatia e cansaço podem estar presentes desde o inicio do quadro. Exames de sangue para avaliar a parte hematológica e bioquímica, além de exames de imagem como raio-x de tórax e ultrassom abdominal são importantes para uma triagem do caso. Exames mais específicos, como a citologia aspirativa ou a biopsia dos linfonodos, são fundamentais para o direcionamento diagnóstico e determinação da terapia.
O diagnóstico precoce auxilia muito no tratamento aumentando a sobrevida e a qualidade de vida das pessoas ou do animal. O tratamento é feito com quimioterapia para controle da doença. A detecção precoce aumenta muito as chances de cura. Por isso fique atento ao acariciar seu pet. Apalpe todo o corpo e a qualquer sinal de incômodo, presença de nódulo, formação ou aumento de volume, consulte o veterinário.
Por Fernanda Fragata
Fonte Exame.com

quinta-feira, 5 de setembro de 2024

5 DICAS PRÁTICAS PARA REDIGIR UM BOM CONTRATO


Mais do que manifestações de vontades, o contrato talvez seja o negócio jurídico mais praticado atualmente. Desde a assinatura de uma folha de papel até a aceitação de termos e condições gerais de uso em aplicativos, estamos, constantemente, expostos a cláusulas que criam, modificam ou extinguem direitos e obrigações.
Além dos requisitos legais que devem estar presentes, a confecção de um bom contrato se dá pela observância de vários detalhes. Elementos que facilitam sua compreensão e até anteveem a solução de conflitos.
Pensando na dificuldade que temos de encontrar informações específicas sobre este assunto, separamos 5 dicas práticas que o ajudarão a escrever um bom contrato.

1 - Redação simples e direta
Adotar uma linguagem simples e direta - ao contrário do que algumas pessoas imaginam - não significa falta de conhecimento. Pelo contrário. Usar palavras de fácil compreensão e frases reduzidas, valorizam e trazem mais credibilidade para as cláusulas contratuais.
No entanto, quando a situação assim o exigir, mesmo que dificulte um pouco o entendimento, termos técnicos deverão ser mantidos quando essenciais à finalidade do contrato.
Neste caso, pode-se optar por adicionar dispositivos com o conceito e a definição de determinada palavra ou expressão (ex. alvenaria estrutural). Detalhe que enriquecerá o contrato e conduzirá sua interpretação, prevenindo futuros desentendimentos.

2 – Tratamento igualitário
Uma dica que vale para qualquer acordo é tratar as partes como máximo de igualdade. Mesmo porque, quando decidimos assinar um contrato, nunca estamos em uma situação confortável, pois sempre paira alguma desconfiança sobre o seu cumprimento.
Assim, deve-se evitar cláusulas que coloquem apenas um dos lados em vantagem excessiva, tais como: aumentem ou restrinjam muito a responsabilidade, estabeleçam prazos longos ou curtos demais, prevejam garantias bastante custosas ou com pouca utilidade prática.

3 - Tudo deve estar escrito no contrato
Por mais que possa parecer irrelevante, descrever detalhadamente o objeto do contrato, pode evitar futuros problemas. Pois o que fora nele escrito servirá como instrução para sanar eventuais dúvidas sobre o negócio.
Desta forma, não tenha medo ou vergonha de exigir que todas as condições de entrega, prestação ou execução estejam presentes em suas cláusulas. Informações sobre quantidade, quantidade, cores, modelos, formas, dimensões, pesos, são alguns exemplos do que pode ser colocado.

4 - Prazos e responsabilidades devem estar bem discriminados
Tão importante quanto descrever detalhadamente o seu objeto é a estipulação de prazos e a delimitação de responsabilidade dos contratantes. As quais, quando não contrariarem a lei, poderão ser livremente preestabelecidas entre as partes.
Quando começa ou termina; prazo contados em dias úteis ou corridos; prorrogação ou antecipação do pagamento/entrega quando o vencimento ocorrer no feriado; quanto tempo leva para o contrato ser extinto após a cessação do pagamento. São alguns exemplos da estipulação de prazos.
Por outro lado, dependendo do negócio praticado, podem ser delimitadas algumas responsabilidades, tais como: garantia contratual; forma como se dará a devolução de bens; obrigações quanto ao reparo; indenizações suplementares; retenção de valores; indenizações por despensas com honorários advocatícios.

5 - Assinatura de duas testemunhas
Finalmente, nossa última dica não trata de como o contrato pode ser melhor redigido, mas sim sobre um elemento que poderá ajudá-lo na execução quando houver o seu descumprimento.
A assinatura de duas testemunhas possibilita que o contrato seja prontamente executado na justiça. Ou seja, ao contrário de uma ação judicial comum, na ação de execução de quantia certa o devedor será notificado (citado) para pagar em 3 dias. E caso não quite a dívida, seus bens poderão ser penhorados e vendidos para horar sua obrigação.

Considerações finais
Mesmo tomando todo o cuidado para redigir um contrato primoroso, sabemos que sua assinatura não garante o seu cumprimento. A confiança é o elemento chave para o sucesso de qualquer negócio!

Referencias
Lei 10.406/02 (Código Civil) Lei 13.105/15 (Código de Processo Civil) (art. 829)

Por Lucas Wlassak
Fonte JusBrasil Notícias

COMPREENDA A “CURVA DO ESQUECIMENTO”


Descoberta em 1885 pelo filósofo alemão Hermann Ebbinghaus, a curva do esquecimento mostra o quanto de informações nosso cérebro é capaz de reter com o passar do tempo, após uma sessão de estudo com uma hora de duração.
Ao analisar a imagem acima, percebe-se que a curva vai caindo com o passar do tempo e que na primeira vez que você tem contato com algum conteúdo, sua retenção chega a atingir 75%, mesmo que por um curto período de tempo.
No dia seguinte, caso não tenha contato novamente com essas informações, você recordará de aproximadamente 50% do que aprendeu e assim se sucede até que você recorde muito pouco – ou quase nada – daquilo que foi estudado.
Nota-se que nos primeiros dias a curva é mais acentuada e, portanto, em regra, esquece-se mais nas primeiras horas do que ao longo de 30 dias.
Por essa razão, Ebbinghaus chegou a conclusão de que suas chances de retenção do conteúdo são de até 80% superiores se você tiver contato novamente com o conteúdo dentro de 24h.
E quanto mais você repetir esta prática, mais “consciente” seu cérebro ficará em relação a importância desta informação, diminuindo as chances de que sua memória julgue necessário descartá-la.
Para aumentar sua eficiência ao estudar, revise o material mais próximo do dia que você teve contato com ele, ao invés de deixar para a véspera da prova.

Fonte Prova da Ordem

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quarta-feira, 4 de setembro de 2024

ANIMAIS EM CONDOMÍNIOS


Os peixes, tartarugas de aquários, gatos e determinadas raças de cães são mais adaptáveis a esse ambiente, pois, se tomados os devidos cuidados, não prejudicam a ordem condominial, a saúde, a segurança e o sossego dos vizinhos.
Para quem deseja transformar o lar em um ambiente mais alegre, nada melhor do que adotar um bichinho de estimação. Entretanto, os condomínios estabelecem algumas regras que devem ser obedecidas para manter a boa convivência. Para esse ambiente, por exemplo, há espécies que são mais recomendadas devido ao seu tamanho ou até a característica comportamental.
Os peixes, tartarugas de aquários, gatos e determinadas raças de cães são mais adaptáveis a esse ambiente, pois, se tomados os devidos cuidados, não prejudicam a ordem condominial, a saúde, a segurança e o sossego dos vizinhos.
O importante é lembrar que nem todos gostam de animais e, mesmo aqueles que têm certa afinidade, podem se incomodar com o mau comportamento dos bichos, em especial, com os latidos. Existem alternativas que ajudam a prevenir desentendimentos entre os moradores. Entre elas, está o investimento na educação. A advogada e sócia da empresa de, de Florianópolis, Planejamento e Assessoria de Condomínios (Plac) Dirlei Magro, cita a experiência que viveu no Condomínio Residencial Presidente Washington Luiz, em que reside em Florianópolis.
O síndico, com o consentimento dos condôminos, levou um especialista para orientar os donos sobre como educar os seus animais de estimação. “Pagamos um adestrador, que nos fez um bom preço para uma aula coletiva. Ele ensinou a todos os condôminos as maneiras para disciplinar o bichinho de acordo com as regras do condomínio”, conta.
Cada condomínio cria as próprias normas de convivência e, por elas, o síndico norteia suas ações. Dentre as regras mais comuns estão: carregar o animal no colo em áreas comuns, utilizar o elevador de serviço para circular com os bichos de estimação, manter o ambiente limpo, higienizando o local quando o cachorro fizer cocô ou xixi. Alguns condomínios também restringem a presença de determinadas espécies para evitar bichos como “cobras”, por exemplo, que podem provocar pânico, mesmo que não sejam nocivas.
O fato é que, legalmente, não existe impedimento ao morador de manter um animal de estimação no condomínio, porém há restrições. De acordo com o advogado Luiz Fernando Ozawa, especialista na área condominial em Balneário Camboriú, problemas acontecem porque, muitas vezes, ocorrem abusos desse direito. “O condômino é responsável pelos atos de seu animal de estimação, e quanto a isso não há discussão. Caso o condomínio detecte que o direito individual de propriedade do condômino esteja interferindo em igual direito de outro, é necessário que o condomínio intervenha”, diz.
O advogado Ozawa recomenda, ainda, que o síndico tenha sensibilidade em direcionar a conciliação por meio do diálogo, antes mesmo de advertências e multas, caso sejam previstas nas normas internas. “Existem amantes incondicionais de animais e também pessoas que não os toleram, cada um com suas razões. Assim, um ato da natureza básica do animal já poderá desencadear um conflito. O segredo é a conversa franca, caso contrário, o assunto cairá sobre os ombros da Justiça”, orienta.
Os animais são dependentes do dono tais como as crianças. Dessa forma, não podem ficar sozinhos por longo período nos apartamentos. Existem casos em que o dono do cão, ou gato, viaja e deixa o animal sem os cuidados essenciais como alimentação diária, água e companhia, criando, consequentemente, situações desagradáveis para os vizinhos.
As reações instintivas de latir, miar, entre outras maneiras que o animal encontra para chamar atenção, podem causar problemas para o síndico. Em casos de emergência, de acordo com o advogado, não é recomendado que o síndico aja sozinho. “O síndico deve acionar a polícia. É desaconselhável que ele entre no imóvel sem autorização do proprietário ou inquilino”.
Ozawa acrescenta que, apenas em casos extremos, e por hipotética omissão dos donos dos animais e também da polícia, o síndico, por intermédio de um chaveiro, pode abrir e fechar o imóvel sem danos, acompanhado de pelo menos dois condôminos que possam testemunhar o ato, para resolver o problema emergencial. “O condomínio deverá documentar toda a ação, preventivamente, com o máximo de registros possíveis, como testemunhas, fotos, boletins de ocorrência e atas de reuniões. As despesas extraordinárias com toda a diligência não devem ser rateadas, e sim debitadas exclusivamente na conta da unidade privada do dono do animal”, salienta.
Segundo o advogado Ozawa, na ocorrência de maus tratos, o síndico e qualquer outro morador podem denunciar maus tratos. Em casos de flagrante ou desconfiança por parte dos condôminos, deve-se acionar a polícia. “Condutas criminosas não podem passar em vão, e ninguém que se considere cidadão pode ser omisso da realidade e de sua participação social. Silenciar frente a maus tratos é ser conivente com eles”, alerta.
No ranking dos animais de estimação mais presentes em condomínios, o cachorro ocupa a primeira colocação. Todavia é preciso ter cuidado, pois nem toda raça se adapta à vida em apartamento. Muitos sofrem devido ao pouco espaço. “Existem cães que possuem a necessidade biológica natural de correr quilômetros por dia ou ainda aqueles que são extremamente agitados. Raças com essas características provavelmente vão sofrer se criados em apartamento.
Eles precisariam passear de seis a sete vezes por dia”, explica o educador canino de Florianópolis, André Luiz de Almeida. Os cachorros de pequeno porte são os mais indicados para viver em condomínio. Entretanto, o melhor é consultar um especialista de raças, pois, mesmo pequeno, o cão pode ter a tendência de latir por qualquer motivo.
“O Yorkshire, o Poodle e o Shih tzu, por exemplo, são pets pequenos e costumam ser silenciosos, mas todos eles são raças de companhia, altamente dependentes do dono. Se ficarem sozinhos por longo período, eles podem sofrer distúrbios comportamentais e podem passar a latir exageradamente”, esclarece a educadora de cães de Florianópolis, Milene Baixo.
No condomínio Dona Odília, no bairro Coqueiros, em Florianópolis, a moradora Lú Kurtz Gonçalves é dona do cachorro Francisco, da raça Lhasa Apso, de três anos. Ela explica que, no condomínio, o Francisco não dá trabalho e ela o faz seguir as regras do regimento interno para a boa convivência. “O Francisco praticamente não late. Ele está acostumado a fazer as necessidades fisiológicas no cantinho dele. Eu respeito todas as normas do condomínio e nunca tive problemas”, relata.
Confira as dicas sobre a convivência dos animais em condomínios com a advogada sócia da empresa Planejamento e Assessoria de Condomínios (Plac), Dirlei Magro:
- O síndico deve disciplinar a presença dos animais no condomínio e conscientizar os moradores para manter o bom convívio. Existem casos de descumprimentos em que é permitida a aplicação de comunicados e advertências, conforme regimento interno.
- A maioria dos regimentos determina prazo máximo para que os animais permaneçam sozinhos nas unidades, sendo aconselhável determinar o período de até oito horas. 
– tempo de trabalho dos condôminos.
- Se for viajar, jamais deixe seu animal sozinho no apartamento. Se não for possível entregar o animal aos cuidados de um conhecido, existem hotéis especializados que oferecem o serviço.
- Normalmente as convenções e regimentos proíbem que o animal ande solto nas áreas comuns do condomínio. Os condomínios menos rigorosos permitem que os animais transitem em áreas comuns, desde que levados por guia ou guia e focinheira. Existem, ainda, condomínios que oferecem o pet place.
– ambientes direcionados aos animais em que eles podem circular com liberdade. É preciso consultar a norma de cada condomínio.
- Os moradores devem sempre adestrar o animal e ter o cuidado de escolher uma raça que não causará transtornos aos demais.
- Aconselhamos ao síndico que promova uma reunião com todos os proprietários de animais, junto com um adestrador, que dará dicas úteis e fará um plano coletivo para adestramento dos pets.
Por Bernardo César Coura
Fonte Condominiossc

NADA COMO UM DIA APÓS O OUTRO

segunda-feira, 2 de setembro de 2024

10 COISAS QUE EU TE DESAFIO A FAZER HOJE

Hoje, eu desafio você a…

O que você faz todo dia já é importante porque você está trocando um dia de sua vida por isso. Mas hoje, eu te desafio a levá-la a outro nível, bombeando um pouco mais de vida extra a cada hora, e realmente fazer seu tempo contar.

1) Fazer outra pessoa sorrir
Pessoas comuns reclamam hoje e adiam sua felicidade para amanhã. Pessoas inteligentes adiam as preocupações para amanhã e são felizes hoje. Pessoas sábias desejam apenas felicidade para ambos, hoje e amanhã. Se você ter uma vida inteira de felicidades, dedique um tempo todo dia para fazer outras pessoas sorrirem em completa sinceridade e entusiasmo;

2) Ser imperfeito
Uma coisa que é realmente difícil, mas é totalmente válida, é deixar de ser perfeito e começar a jornada de se tornar seu verdadeiro você. A parte mais bonita desta jornada é simplesmente retornar ao sentimento pacífico de ser. A paz é o resultado de treinar novamente sua mente para processar a vida como ela é, ao invés de como você acredita que ela deveria ser;

3) Ser entusiasmado sobre o que você está fazendo
Você não tendo uma vida ruim ou uma vida boa. Você recebe uma vida, e você é o responsável em torná-la boa ou ruim. Então acorde e motive-se; nem todo mundo fez isso hoje. Não acredite na garantira de seu tempo. Não gaste seu tempo pensando em como você poderia ter feito diferente ontem. Mantenha seus olhos na estrada à frente e suas diferenças de hoje. Aonde quer que a estrada te leve, traga sua paixão. Qualquer coisa que você faça ao longo do caminho, faça isso com todo o seu coração;

4) Tirar o melhor do que acontecer
Mais importante do que acontece com você, é o que você faz com o que acontece com você. Quando mais grato você for, mais bonito este mundo irá parecer. Você precisa encontrar o bom no ruim, o feliz no triste, o ganho em sua perda, e o que te torna grato e não ingrato;

5) Perdoar seu passado
Algumas vezes, pessoas boas como vocês fazem escolhas ruins. Isso não significa que você é ruim. Isso significa que você é humano. Torne-se entediado por seu passado; ele já passou. Perdoe-se por aquilo que você acredita ter feito ou não, e foque-se naquilo que você irá fazer a partir de agora;

6) Investir algum tempo simplesmente sendo e respirando
A única forma de viver feliz todos os dias é um dia de cada vez. Apenas seja, respire e pense não sobre o que você está perdendo, mas no que lhe foi dado. Felicidade é algo que vem para nossas vidas de forma gradual através de portas que nem ao menos lembramos que deixamos abertas;

7) Aprender alguma coisa nova
É importante lembrar que você não pode se tornar quem você é capaz de ser ao permanecer exatamente no mesmo lugar onde você está. Se você não quer aprender e crescer, ninguém poderá te ajudar. Mas se você estiver determinado a aprender em crescer, ninguém poderá segurar você. Ao final, não existem trabalhos permanentes neste universo; todos nós somos interinos aqui. Aprenda com todos, envolva-se, mantenha-se humilde e não esqueça de aproveitar o momento;

8) Olhar-se no espelho e dizer o que você ama em você mesmo
O que nós vemos no espelho é o que vemos no mundo. Nossos desapontamentos com os outros reflete perfeitamente em nosso desapontamento conosco.  Nossa aceitação ao outros reflete perfeitamente em nossa auto-aceitação. Nossa habilidade de enxergar potencial nos outros reflete perfeitamente nossa habilidade de encontrar potencial em nós mesmos. Nossa paciência com os outros reflete perfeitamente em nossa paciência conosco. Você pegou a ideia – você deve mostrar algum amor próprio primeiro;

9) Focar-se nas qualidades que gosta daqueles ao seu redor
Sempre que nos focamos nas qualidades fantásticas das pessoas, nós temos um relacionamento fantástico com elas. Sempre que nos focamos nas qualidades não tão fantásticas das pessoas, nós temos um relacionamento não tão fantástico com elas. Aquilo no que focamos cresce em nossas mentes e corações;

10) Dizer “sim” a uma oportunidade espontânea
Nem todas as coisas da vida podem planejadas. Algumas das maiores oportunidades irão bater à sua porta quando você menos espera por elas. Seja flexível, seja espontâneo, e apenas diga “sim”.

NOVA SEMANA

sábado, 31 de agosto de 2024

É GRIPE OU RESFRIADO? CINCO DICAS PARA DIFERENCIAR UMA COISA DA OUTRA

As diferenças giram em torno da agressividade dos sintomas, que são muito mais fortes nos casos do vírus da gripe

Os sintomas podem até parecer os mesmos, mas não são. As diferenças giram em torno da agressividade dos sintomas, que são muito mais fortes nos casos de gripe.
Um “pré-diagnóstico” do próprio paciente pode ser determinante para que ele tome a decisão de procurar atendimento e seja medicado de forma adequada ainda nas primeiras 72 horas do início dos sintomas.
“É muito importante que o paciente tenha uma noção das diferenças e, caso desconfie de que esteja gripado, procure um médico e jamais ignore a doença. A gripe é uma doença tão séria que possui um tratamento e uma vacina específicos, enquanto o resfriado, não”, afirmou o infectologista Ralcyon Teixeira, supervisor do pronto-socorro do Instituto Emílio Ribas. Veja abaixo cinco dicas para identificar se você tem gripe ou resfriado:

1)Tenho febre: qual a temperatura?
Pode estar relacionada tanto à gripe quanto ao resfriado, mas a diferença fica por conta da intensidade. Resfriados causam febres de no máximo 38 graus, enquanto temperaturas que vão além disso podem ser entendidas como um sintoma claro de gripe;

2) Como começou?
O resfriado se instala de forma lenta e gradativa, enquanto a gripe sempre acontece de forma repentina e rápida, “derrubando” o paciente “de uma hora para outra”.

3) Estou tossindo: como é a tosse?
É um sintoma marcante da gripe, especialmente a tosse seca. Se for este o caso, fique em alerta! Resfriados não causam tosse ou apresentam o sintoma apenas na reta final da doença;

4) Estou espirrando?
O espirro, a coriza e o nariz vermelho, ao contrário do que se imagina, são características bem peculiares do resfriado e não da gripe. Quadros de gripe quase não apresentam irritação relacionada às narinas (vias respiratórias altas);

5) Há quanto tempo estou assim?
Resfriados duram em média de três a quatro dias. Gripes duram em média sete dias.

Fonte iG Saúde

NUNCA DISCUTA - MARK TWAIN

quinta-feira, 29 de agosto de 2024

MARKETING PARA ADVOCACIA: SAIBA O QUE NÃO FAZER


Vivemos em um modelo de mundo onde, cada vez mais, interagimos e nos comunicamos pelas redes sociais. Nessas redes, nossos perfis contam narrativas daquilo que postamos e, portanto, do que desejamos projetar.
Ao mesmo tempo que isso nos dá certo controle da dimensão pública de como somos percebidos, também procuramos manter a autenticidade na projeção de nossas personalidades.

Marketing para a advocacia
É claro que a advocacia não escapa desse modelo de convivência da atualidade.
Cada vez mais, escritórios de advocacia criam perfis virtuais onde publicam informações diversas e buscam garantir que a população tenha acesso à informação jurídica de qualidade.
As publicações, por sua vez, tem o potencial de criar uma imagem do escritório para o mundo digital. Um escritório bem prospectado na rede, que está constantemente postando conteúdos de qualidade, se molda como autoridade na sua área de especialidade e, portanto, é percebido como tal.
Na prática: quanto melhor a qualidade dos conteúdos postados, maior é a tendência de garantir um retorno de reconhecimento e de busca de clientes ao escritório.
Uma pergunta se impõe: quais os limites do marketing na advocacia?
O que um escritório pode e o que um escritório não pode fazer para atrair clientes?

O que a OAB diz?
No Brasil, dois atos normativos regem o que pode e o que não pode ser feito por advogados em quesito de marketing e de captação de clientes. São eles o Código de Ética e Disciplina da Organização dos Advogados do Brasil e o Provimento nº 94 do Conselho Federal da OAB.
A ideia central desses provimentos é evitar a mercantilização da profissão, protegendo a profissão de advocacia no Brasil daquilo que acontece com frequência nos Estados Unidos:

“Compre um divórcio, ganhe o próximo com 50% de desconto! Divórcios baratos. acabe com a miséria hoje mesmo. Propaganda de advocacia feita nos Estados Unidos.”

Em resumo, podemos estabelecer três princípios que norteiam a advocacia brasileira.
1.      Caráter informativo;
2.      Prima por discrição e sobriedade;
3.      Não mercantiliza da profissão

O que eu não devo fazer? 
·        Não devo: fazer menções a outros clientes ou a demandas profissionais
·        Não devo: fazer referência a função pública que já tenha exercido
·        Não devo: usar frases de persuasão ou de autoengrandecimento
·        Não devo: fazer comparações públicas com outros advogados
·        Não devo: divulgar os valores do meu serviço
·        Não devo: fazer oferta pública de serviços gratuitos
·   Não devo: usar publicidade para chamar as pessoas para litigarem, seja de forma administrativa ou judicial
·        Não devo: fazer veiculação do serviço de advocacia em conjunto a outra atividade. Ou seja, sem fazer "venda casada" do exercício de advocacia com escritório de contabilidade.
·   Não devo: usar ilustrações ou símbolos que não combinem com a sobriedade da advocacia
·    Não devo: usar outdoor, propaganda ou publicidade em vias públicas, salvo se necessário para identificar a localização do escritório de advocacia, sempre com discrição e sobriedade
·        Não devo: fazer publicidade em rádio, cinema ou televisão
·        Não devo: debater causa já patrocinada por outro advogado
·        Não devo: responder, com habitualidade, a consulta sobre matéria jurídica nos meios de comunicação social
·        Não devo: prometer resultados
·        Não devo: comprometer a dignidade da profissão

No meio de tantas restrições, uma dúvida se impõe.
O que eu posso e devo fazer para melhorar a imagem do meu escritório de advocacia e conseguir captar mais clientes, respeitando os limites éticos da OAB?

Por Blog do Jusbrasil
Fonte JusBrasil Notícias