quarta-feira, 11 de março de 2020

9 PECADOS QUE ROUBAM TEMPO PRECIOSO DE ESTUDO

Dois especialistas em concursos públicos revelam os piores erros cometidos por concurseiros na hora de estudar e que resultam em grandes perdas de tempo

Livros: usar material não específico para concursos é perda de tempo

Tempo. Para alguns concurseiros, ele é um grande aliado, para outros, o pior inimigo. O que explica esta dualidade? As estratégias de estudo, respondem dois especialistas em concursos públicos, consultados por EXAME.com.
Se acertado, o plano de estudos faz do tempo o maior amigo do estudante. Por outro lado, táticas erradas o desperdiçam em larga escala e comprometem o sucesso.  Confira quais os principais pecados na hora de estudar e que roubam tempo de dedicação:

1 Falta de agenda de médio e longo prazo
“O maior pecado é começar a estudar às vésperas do concurso ou logo após o edital”, diz Arenildo Santos, especialista em concursos do site Questões de Concursos.
Ao aguardar o edital, o concurseiro entra em uma corrida contra o tempo, após a sua publicação. E, explica o professor, cria uma armadilha para sua tranquilidade.
“Grande adversário de quem se prepara para concursos é o nervosismo. É a panela de pressão em que ele se insere quando espera a publicação do edital para estudar”, diz Santos.
A regra básica, diz o especialista, é elaborar uma agenda de estudos a médio e longo prazos. “Com base em editais anteriores”, diz. Assim, quando o edital for publicado, restarão apenas os pequenos ajustes no roteiro, caso haja mudanças em relação ao concurso anterior.

2 Estudar só a teoria
“Teoria e prática são duas faces da mesma moeda”, diz Santos. Apenas a combinação entre leitura e resolução de questões é que conduz o concurseiro ao sucesso.
“Fazer exercício é tão importante quando estudar a teoria porque mostra a evolução do aprendizado”, diz João Mendes, especialista em concursos do curso Ênfase.

3 Não resolver provas anteriores
Outro pecado relacionado a concurseiros que negligenciam a prática. A resolução de provas anteriores é fundamental na preparação do candidato.
Permite verificar o tempo gasto com cada questão, pontos fortes e pontos fracos em cada disciplina, além de ser a única forma de se familiarizar com estilo da banca examinadora.

4 Estabelecer meta irreal de horas de estudo por dia
O planejamento de estudos deve acompanhar o ritmo de aprendizagem de cada pessoa. Mas, alguns estudantes não levam em conta este aspecto e estabelecem uma agenda de dedicação insustentável.
“Importante é respeitar o próprio perfil. Há candidatos que se expõem a uma carga pesada de estudos e chegam ao concurso estressados o que compromete uma das principais armas na hora da prova que é a agilidade de raciocínio”, diz Santos.
Por isso, o plano de estudos deve ser compatível com as condições que cada um tem de aprender. Por quantas horas você consegue estudar concentrado? Pense nisso e use estratégias para conseguir estudar mais (efetivamente) em menos tempo.

5 Não criar uma rotina
O professor João Mendes alerta para a importância da rotina de estudos. Na opinião dele, pecam os concurseiros que não estipulam uma meta de estudos diária, dedicando-se a estudar sem planejamento prévio.
“É um erro não manter um padrão. Por exemplo: a pessoa estuda uma hora em um dia, três no outro, pula dois dias e por aí vai”, explica.

6 Pular etapas
A pressa em ir direto ao ponto compromete a evolução do candidato. De nada adianta começar a encarar questões “cabeludas” de raciocínio lógico sem compreender, em primeiro lugar, a base teórica desta disciplina. Além de desmotivadora, a tática é ineficiente.
O mesmo vale para qualquer matéria. Quem pula etapas leva muito mais tempo para aprender, de fato. “Na hora do concurso este candidato vai sentir falta da base”, diz Santos.

7 Estudar só matérias de que gosta
Trata-se de um dos pecados mais tentadores para quem estuda para concursos públicos. Desequilibrar agenda de estudos priorizando temas de interesse em detrimento de matérias menos “palatáveis” pode atrasar a aprovação. “Para passar é preciso saber tudo muito bem”, lembra o professor João Mendes.

8 Não fechar ciclos de temas
Escolha um tema e vá até o fim, recomenda Mendes. É um erro pular de assunto em assunto sem fechar ciclos. “Quebra a lógica e, na medida em que ele retorna ao estudo daquele tema, precisará voltar atrás para relembrar do que se tratava e vai perder tempo”, diz Mendes.
Sua recomendação é não mudar de tópico sem fechar o ciclo de pensamento do assunto anterior, mesmo que sejam necessários dias de dedicação.

9 Não fazer resumos
Como o tempo de preparação até conquistar a aprovação pode ser longo, uma rotina de revisões é essencial para consolidar o aprendizado.
Mas reler toda a matéria toma muito tempo, certo? E aí que entram os resumos feitos pelo próprio concurseiro. “É a partir do resumo é que ele deve fazer a revisão”, diz Mendes.
Deixar de apostar em sínteses de temas torna a revisão uma tarefa hercúlea, segundo o professor João Mendes. “A pessoa fica enxugando o gelo, não avança”, diz.

10 Apostar em materiais não direcionados para concursos
O estudo do candidato a cargo público tem um objetivo claro: passar na prova. Assim pouco estratégico é o candidato que aposta em livros não direcionados a concurseiros. Resultado: vai perder tempo estudando conteúdo que não entra na prova.
Assim, não adianta ler 30 livros e obter um conhecimento acadêmico profundo em uma matéria porque, se for fazer isso com todas, vai demorar 20 anos para passar, diz o professor. “Ele não está estudando para ser jurista, no caso de seleções na área do Direito, por exemplo, está estudando para ser aprovado no concurso”, diz Mendes.
Por Camila Pati
Fonte Exame.com

DEZ DICAS PARA NÃO CAIR NUMA CILADA AO ESCOLHER UM CURSO A DISTÂNCIA

Confira as 10 dicas dos especialistas para não ''levar gato por lebre'' ao escolher um curso telepresencial ou via internet

- Verificar se o curso assume suas responsabilidades legais como, por exemplo, se possui um CNPJ válido;
- Pesquisar se o mesmo possui reclamações em sites especializados ou ações judiciais que envolvam infrações ao Código de Defesa do Consumidor e, em caso positivo, qual a postura da empresa;
- Consultar se os membros envolvidos no programa (coordenadores e professores) possuem experiência no segmento;
- Buscar outras pessoas que tenham adquirido produtos/serviços desses cursos e conversar sobre suas experiências para saber se foram positivas;
- Conferir as informações detalhadas de cada módulo, curso e/ou disciplina para ter certeza absoluta de que o cronograma apresentado e o conteúdo programático oferecidos atendem ao concurso que deseja prestar;
- Avaliar as instalações (tele) ou plataforma de ensino (internet). Os bons cursos costumam oferecer sistemas de experimentação gratuita antes de o aluno fechar a aquisição do serviço;
- Buscar referências através dos comentários dos atuais alunos sobre o curso. O interessado consegue isso nos sites ou nas redes sociais das instituições e empresas que oferecem o serviço;
- Caso tenha contato com algum professor, verificar qual o curso que indicaria. O profissional sempre tem uma visão mais crítica a respeito das metodologias aplicadas;
- Verifique o cuidado que a instituição tem com seus alunos: por exemplo, se há plantões para sanar dúvidas, se o curso auxilia na elaboração de recursos de provas etc.;
- Um outro cuidado essencial é quanto ao material didático que acompanha o curso. Muitas aulas são incompreensíveis sem material didático em mãos. Pagar valores extra por isso pode ser uma grande cilada.
Por Ione Luques
Fonte O Globo Online

RESPIRAR

terça-feira, 10 de março de 2020

LISTA REVELA NOVE SINAIS DE QUE O PROFISSIONAL FOI BEM NA ENTREVISTA DE EMPREGO

Muitos profissionais saem confusos das entrevistas de emprego, mas dicas mostram a opinião do entrevistador

A entrevista de emprego é um processo que gera muita ansiedade e nervosismo. Quando essa conversa acaba, muitos profissionais se sentem confusos sobre como se saíram e passam horas revisando cada resposta dada. Porém, nem sempre a opinião do recrutador ou futuro chefe fica tão misteriosa. Segundo os especialistas em carreira, há alguns sinais que demonstram que o empregador gostou do que ouviu.
De acordo com o site “Business Insider”, existem nove sinais bastante promissores, apesar de não garantirem a contratação. Confira a lista:

1 - O entrevistador parece gostar da conversa
O entrevistador que ouve atentamente e parece realmente interessado é uma boa indicação de que o candidato está no caminho certo. A linguagem corporal diz muito nesse momento. São bons indícios: sorrisos, contato visual e inclinação em direção ao candidato.

2 - O entrevistador mostra o escritório
Se o responsável pela contratação mostra o escritório e apresenta o candidato aos funcionários, isso pode significar que pensa em oferecer o cargo a esse candidato.

3 - A entrevista extrapola o tempo determinado
Se a entrevista excede o tempo estipulado, o empregador claramente quer conhecer esse profissional um pouco melhor.

4 - O entrevistador exalta as qualidades da empresa
Geralmente, o candidato tenta convencer a empresa de suas qualidades. Quando o contrário acontece, e o recrutador passa um bom tempo falando sobre as qualidades da empresa, é um sinal de que está impressionado com o currículo do candidato e quer convencê-lo a ficar com essa oportunidade.

5 - O entrevistador usa seu nome frequentemente durante a entrevista
O fato do futuro chefe repetir o nome do candidato várias vezes pode ser um sinal sutil de que já o visualiza como parte da equipe.

6 - A empresa destaca os benefícios, políticas e remuneração
Se um gestor começa a debater as políticas e benefícios da empresa, sem que o candidato tenha perguntado, há uma boa chance de que faça a oferta de emprego a seguir.

7 - O processo de contratação é discutido
No fim da entrevista, é um bom indicador se o gestor explica quais são os passos para a contratação e explica os próximos passos para a negociação. No entanto, isso não vale para frases genéricas como “Entramos em contato em breve”.

8 - O entrevistador pede uma lista de referências
Pedidos como lista de referências, portfólio e outros exemplos de trabalhos anteriores também revelam um interesse sério no profissional.

9 - A conversa permanece até na despedida
Algumas vezes, os recrutadores continuam conversando, fazendo perguntas e elogiando a empresa mesmo quando já encerraram a entrevista. De acordo com o site, provavelmente o profissional deixou uma boa impressão nesses casos.

Fonte Extra – O Globo

FAXINA


domingo, 8 de março de 2020

O PODER DO ENTUSIASMO


Entusiasmo é acreditar na nossa capacidade de fazer as coisas acontecerem, de darem certo, de transformar a natureza e as pessoas.
Não espere ter as condições ideais para se entusiasmar.
Nós é que temos que transformar a nossa vida numa Vida Entusiástica.
Não é a realidade da vida que tem que nos entusiasmar, nós é que temos que entusiasmar a realidade da nossa vida!
Nós é que temos que entusiasmar nossas idéias...

"Dicas para nse viver entusiasticamente"

1 - Afaste-se das pessoas e dos fatos negadores e negativos. Se você se deixar envolver por um ambiente negativo, você vai se transformar numa pessoa negativa.

2 - Acredite nos seus "insights" positivos. Os vencedores são aqueles que acreditam nas suas idéias.

3 - Não reclame constantemente. Quando a gente reclama muito, se habitua a reclamar cada vez mais e acaba se transformando numa pessoa azeda. É insuportável conviver com pessoas que só vivem se queixando!

4 - Cultive a alegria e o bom humor... Aprenda a sorrir!
Terapia do Riso: Habituar-se a sorrir, a achar graça de si mesmo. O sorriso tem um efeito poderoso em nossa vida; as pessoas que zombam dos próprios erros, são mais felizes e mais fortes.

5 - Ilumine seu ambiente de trabalho e da sua casa. A escuridão traz a depressão! O ambiente determina a condição funcional em que as pessoas agem e fazem as coisas ocorrerem.

6 - Seja alguém disposto a colaborar com os outros. Sempre ache uma maneira de participar! Traga as pessoas mais próximo de você. Participe, converse com as pessoas com as quais convive. Interesse-se pelas pessoas à sua volta!
7 - Surpreenda as pessoas com "momentos mágicos". Contagie os outros... Faça com que ao entrar num ambiente, as pessoas se contagiem com a aura de entusiasmo que envolve você!

8 - Faça tudo com sentimento de perfeição. Faça as coisas com vontade de fazer! Não faça nada pela metade! Faça as coisas com desejo de acertar e de criar o mais correto possível! 

9 - Ande bem vestido, limpo e perfumado. Tenha orgulho da sua imagem. Gostar de si próprio, mantendo a auto-estima, é fundamental para o Entusiasmo.

10 - Aja prontamente. Faça agora! 
"Do it now!"
Não postergue, não deixe para amanhã. Quando tiver alguma coisa para fazer, faça imediatamente. Sentiu que é o momento certo? - Aja!!!

"Entusiasmo significa ter Deus dentro de si."

Descubra o entusiasmo na Vida!
Seja capaz de transformar as coisas e fazê-las acontecer.
Não espere as condições ideais, faça o Entusiasmo ocorrer pela crença de que você é capaz de realizações eficazes e de... Vencer Obstáculos!!!

VIDA DE MULHER

sábado, 7 de março de 2020

SETE PASSOS PARA VIAJAR DE AVIÃO COM SEU PET

Se for levar o bicho de estimação nas férias, é necessário cuidar da burocracia e das vacinas e conhecer as regras das companhias aéreas

A seis horas do voo, é preciso manter o animal em jejum, para que ele não enjoe durante a viagem

Se uma viagem aérea comum demanda organização, quando o plano inclui levar o bichinho de estimação, a quantidade de preparativos se multiplica – e eles começam muito antes do dia do embarque. Se você quer garantir que tudo corra bem, é importante seguir sete passos.

Dê vacina
Nenhum animal pode decolar sem tomar a vacina antirrábica, a vacina múltipla e o vermífugo. No caso específico da antirrábica, tenha o cuidado de escolher bem o dia de aplicar: o bichinho precisa ter tomado a vacina mais de 30 dias – e menos de um ano – antes do voo. Não se esqueça de levar ao aeroporto a carteirinha de vacinação do animal.

Treine com o kennel
A caixinha de transporte, conhecida com o nome de kennel, precisa seguir uma série de especificações: deve ser de fibra ou plástico rígido, possuir boa área de ventilação, travas seguras, ter a capacidade de evitar qualquer risco de o animal provocar arranhões e mordidas, chão protegido para que não haja vazamento de urina e fezes e tamanho bom o suficiente para que o pet possa girar 360 graus sem esbarrar nas paredes.
Mas nada disso tem valor se, na hora do voo, o animal ficar nervoso ao entrar no kennel. Para evitar o problema, nas semanas que antecedem a viagem, deixe a caixa de transporte aberta perto do bichinho, coloque comida para ele lá dentro e feche o equipamento com calma, tomando o cuidado de abrir novamente assim que ele se mostrar incomodado. É uma maneira de deixar claro para o animal que ele não precisa ficar estressado.

Resolva a burocracia
A carteirinha de vacinação é só um dos requisitos. Para viajar com um animal, é preciso levantar vários documentos. Voos nacionais exigem um atestado de saúde, emitido por um médico veterinário credenciado e atuando no mesmo estado onde o animal mora. Se o destino for Fernando de Noronha, é preciso ainda pedir uma autorização extra.
Para voos internacionais, a lista aumenta, dependendo do país de destino – o Certificado Zoossanitário Internacional, fornecido por um veterinário do Ministério da Agricultura, é exigência padrão. Além disso, os europeus e os japoneses, por exemplo, só aceitam bichos que tenham a identificação detalhada implantada na forma de chip ou tatuada atrás da orelha. Também exigem um Laudo de Sorologia e um exame de sangue realizado 90 dias antes da viagem. Se o filhote tiver menos de três meses, nada disso adianta. O embarque não será aceito em qualquer aeroporto do Brasil.

Reforce o orçamento
Voar com seu bichinho aumenta os custos da viagem. As companhias aéreas costumam cobrar de R$ 90 a R$ 200 extras pelo animal, fora as taxas por quilo a partir de determinado limite de peso. O atestado de saúde, por exemplo, pode dar trabalho no meio das férias: ele vale por dez dias; se o prazo entre a emissão do documento e a data do voo de volta for maior, vai ser preciso tirar outro.
E é necessário comprar as passagens com boa antecedência, porque as companhias costumam recusar mais do que três animais por voo e nem sempre aceitam pets em dias mais movimentados, principalmente nos finais de semana e feriados. Nada disso vale para cães-guia: eles têm embarque autorizado, ocupam um assento sozinho e não pagam passagem.

Interrogue a companhia aérea
As regras são mais ou menos as mesmas para todas as empresas, mas os detalhes fazem muita diferença. Apesar de a maioria aceitar que o bichinho viaje junto com o dono, com a caixinha de transporte sob o banco, existem limitações de tamanho do kennel e de peso total, incluindo o pet. Animais com cinco a dez quilos, dependendo da companhia, costumam ser enviados como carga especial e precisam ser despachados novamente a cada trecho.
Algumas raças com focinho curto e histórico de problemas respiratórios graves não costumam ser aceitas em hipótese alguma – é o caso do pug, do buldogue, do chow chow, do shih tzu, do pequinês e do llhasa apso, entre os cães, e dos gatos persa, burmês e himalaio. “Proprietários de animais que apresentem histórico de enfermidades graves como cardiopatias, doenças respiratórias ou neurológicas devem evitar levar seus pets em aviões”, alerta Camille Persiano, médica veterinária da rede Petz.
Além disso, em geral, apenas cães e gatos podem viajar – o Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) concede autorizações especiais para outras espécies, como peixes e pássaros, mas as companhias aéreas costumam recusar a carga. O mesmo ocorre com raças de cães como fama de agressivos, como pit bulls e rotweillers.
A solução, nos dois casos, é a mesma: procurar transportadoras especializadas exclusivamente em cargas. Elas realizam este serviço.

Capriche na dieta
Passagem comprada, detalhes acertados, burocracia solucionada? Agora chegou a hora de cuidar muito bem da alimentação do animal nos dois dias que antecedem a viagem. Comece dando comida leve.
A seis horas do voo, mantenha o bichinho em jejum, para que ele não enjoe. Se o trajeto for muito longo, dê água entre um trecho e outro, mas com parcimônia. E não se esqueça: caso o animal esteja com você no avião, procure monitorar sua respiração. Ele não pode se estressar demais, porque a tensão é capaz de provocar até mesmo a morte dele. E isso considerando que a viagem, para o bicho, começa muito antes: é preciso chegar ao aeroporto com duas horas de antecedência, em caso de voos nacionais, ou três horas, se o destino for outro país.
Sobre a necessidade de sedação, a veterinária Camille Persiano explica: “A recomendação deve ser conduzida pelo veterinário. Grande parte dos animais não precisa de sedação para viajar de avião”.

Aproveite!
Se você se deu a todo esse trabalho, é porque está indo para um destino que o bichinho vai adorar. Bom passeio!                                           
Fonte Terra Turismo

O PESO IDEAL DE SEU GATO

DICA DE BELEZA

sexta-feira, 6 de março de 2020

PENSÃO ALIMENTÍCIA É UM DIREITO DO SEU PET; ADVOGADA EXPLICA

Após a separação dos tutores, o juiz pode decidir pela guarda compartilhada e até por uma pensão alimentícia

Quando um casal passa por um divórcio e tem filhos menores de idade, uma das partes deve pagar pensão e a guarda da criança muitas vezes é compartilhada com um acordo entre os pais. Mas e com os animais de estimação? Muitos pets podem tanto sentir falta de um dos tutores que não está mais presente 100% na vida deles, assim como precisar de ajuda financeira para idas ao veterinário, ração, e mais.
Assim, durante o processo de divórcio pode ficar acordado entre as partes a guarda unilateral ou compartilhada e até uma pensão alimentícia. A advogada Claudia Nakano, especializada em direito pet, afirma que apesar de as medidas não estarem na lei, hoje em dia, se o juiz entender que o animal faz parte da família, ele pode exigir algumas delas.
“Na legislação, hoje, temos a guarda unilateral e compartilhada. A unilateral é aquela que só um é responsável. Já na compartilhada ambos tem a responsabilidade, e quando falamos responsabilidade é saúde, educação e outras questões que vão acontecendo no dia a dia, isso no caso das crianças. Quando são animais de estimação, as responsabilidades são de saúde, alimentação, entre outras”, explica Claudia.
Como o Brasil não tem uma legislação específica para pets, as medidas tomadas são baseadas no código civil. “Outra modalidade de guarda é a alternada, que um dos tutores fica 15 dias com o animal, e o outro fica mais 15 dias. Isso não funciona com criança e adolescente porque prejudica a rotina, mas no caso de cães e gatos têm acontecido bastante”, conta a advogada.
Quando o assunto é a pensão alimentícia, um valor em dinheiro que um dos tutores paga ao outro que mora com o cachorro, a decisão depende muito do juiz que está conduzindo o caso de divórcio. “A gente vê muito acontecer em relação às despesas. Esse pedido é feito de acordo com cada caso, como no caso de resolução de conflitos e regulamentação de visita”, diz Claudia. “Pensão alimentícia é mais rara de acontecer, mas tudo depende do juiz. A maior parte dos tribunais reconhecem animais dentro das varas de família, mesmo sem a legislação específica”, completa.
Para finalizar, Claudia explica que diferente de divisão de guarda normal, que acontece com filhos humanos, a tutela dos animais depende do interesse do tutor, não do pet. “O pedido de guarda para animais é do interesse da pessoa e não do animal. O acesso tutelado também. Ele é deve vir do interesse de um dos tutores”, finaliza.
Fonte Canal do Pet - iG

quinta-feira, 5 de março de 2020

ALTERAÇÕES DA VIAGEM POR AVIÃO

Regras da ANAC

Desistência em até 24h
Após receber o comprovante da compra da passagem aérea, o passageiro terá até 24 horas para desistir de sua compra, sem qualquer custo, desde que a aquisição da passagem tenha sido feita com 7 dias ou mais de antecedência em relação à data do voo. Esta regra vale para compras realizadas tanto nos endereços eletrônicos como em lojas físicas.
Após decorrido o prazo de 24 horas, você poderá remarcar o seu voo para outra data ou solicitar o reembolso do valor pago, estando sujeito a eventuais multas contratuais e ao pagamento de diferença tarifária, se for o caso.

Remarcação da data da viagem
Para solicitar a remarcação da viagem, você deve procurar a empresa aérea ou agência de turismo na qual adquiriu a passagem. A remarcação poderá ter custos adicionais e dependerá da disponibilidade de voos de empresa aérea.

O preço da passagem é composto dos seguintes itens:
  • valor dos serviços de transporte aéreo;
  • tarifas aeroportuárias; e
  • valores devidos a entes governamentais.

Os custos da remarcação são calculados sobre o valor dos serviços de transporte e sua variação ocorrerá de acordo com as regras do contrato de transporte da passagem aérea adquirida. As multas cobradas pela empresa aérea não poderão ser maiores que estes valores, mesmo que a passagem aérea seja promocional.

Reembolso da passagem
O prazo de reembolso é de 7 dias, contados da solicitação feita pelo passageiro. A empresa deverá observar os meios de pagamento utilizados na compra da passagem aérea pelo passageiro. Ou seja, nos casos de pagamentos feitos por cartão de crédito, a empresa tem até 7 dias para enviar o crédito para a operadora do cartão. Compras feitas em agências de viagem também podem sofrer alterações neste prazo.
Caso o passageiro concorde, o reembolso pode ser feito em créditos para a aquisição de uma nova passagem aérea. Neste caso, a empresa deve informar por escrito a validade e a quantidade dos créditos, bem como permitir a sua livre utilização pelo passageiro, que poderá comprar passagem aérea para ele mesmo ou para terceiros.
Os custos do reembolso recairão sobre o valor dos serviços de transporte e sua variação ocorrerá também de acordo com as regras do contrato de transporte da passagem aérea adquirida. As multas cobradas pela empresa aérea não poderão ser maiores que estes valores, mesmo que a passagem aérea seja promocional.
As tarifas de embarque e os impostos devem ser sempre reembolsados ao passageiro que não embarcou. Para passagens remarcadas, as tarifas aeroportuárias e tributos poderão ser utilizados no novo embarque.

Reembolso de valores pagos por serviços opcionais
Valem as regras do contrato. Portanto, antes de adquirir um seguro viagem, assento conforto ou bagagem extra, por exemplo, verifique quais os critérios estabelecidos pela empresa, caso haja desistência da viagem.

Manutenção do trecho de retorno mesmo cancelando a ida
Nas passagens do tipo ida e volta, em voos domésticos, se o consumidor desistir da ida (ou não conseguir chegar a tempo) e quiser manter a volta, deverá avisar a empresa aérea até o horário do voo de ida, por qualquer meio de comunicação. Nessa situação, a empresa aérea deverá manter o trecho de retorno, sem custos adicionais ao passageiro.
Atenção! Para que não tenha custos, o aviso tem que ser feito até o horário da partida do voo de ida.

Alteração do voo pela empresa aérea
Qualquer alteração feita pela empresa aérea, em especial quanto ao horário do voo e o seu itinerário (como a mudança de um voo direto para um voo com escala ou conexão), deve ser informada ao passageiro no prazo de até 72 horas antes da data do voo original.
Fique atento! A empresa pode alterar o horário do voo em até 30 minutos em voos domésticos e em até 1 hora em voos internacionais desde que avise com o mínimo de 72 horas antes da data do voo original. Se avisadas com antecedência elas não geram qualquer obrigação à empresa aérea.
Se esta informação não for repassada ao passageiro dentro do prazo ou a alteração for superior a 30 minutos (voos domésticos) e a 1 hora (voos internacionais) em relação ao horário de partida ou de chegada, a empresa aérea deverá oferecer ao passageiro as alternativas de reembolso integral da passagem aérea ou reacomodação em outro voo da própria empresa ou de outra.
Caso o passageiro não seja informado e compareça ao aeroporto, tomando conhecimento da alteração somente no local, a empresa aérea deverá oferecer, além das alternativas de reembolso e de reacomodação, a execução do serviço por outro meio de transporte e a assistência material, quando cabível.
Por Jorge Luiz de Castro Oliveira
Fonte JusBrasil Notícias

APRENDA COMO FAZER UM BOM NEGÓCIO NA HORA DE ADQUIRIR UM VEÍCULO

Etiqueta do torpedo: o certo e o errado na hora de enviar mensagens pelo celular

Mensagens de celular deixam a comunicação mais fácil, mas também geram aborrecimentos e confusões. Saiba evitá-los:
Se a referência forem as regras de etiqueta de alguns anos atrás, nunca fomos tão sociáveis e ativos nos relacionamentos e ao mesmo tempo tão mal educados, aponta consultora de etiqueta;
Metade dos usuários de smartphones acredita que a vida social seria muito pior sem eles, apontou uma recente pesquisa feita pela Intel – fabricante mundial de microprocessadores. De fato, a proliferação de aplicativos de envio de mensagens deixou a comunicação mais fácil, rápida e informal. O problema é quando essa facilidade em sair por aí disparando ideias gera confusão e aborrecimento.
“Estes aplicativos permitem que os usuários sejam cada vez mais rápidos e ativos nas suas interações, o que é fantástico. Mas, junto com essas possibilidades, os riscos de interações malsucedidas e com prejuízos à imagem pessoal aumentaram na proporção das facilidades que promoveram”, aponta a consultora de imagem e etiqueta profissional Lícia Egger.
Para ela, se usarmos como referência as regras de etiqueta de alguns anos atrás, nunca fomos tão antenados, sociáveis e ativos nos nossos relacionamentos e ao mesmo tempo tão mal educados. Segundo essas regras de etiqueta, aponta ela, passamos o dia cometendo gafes.
“Muitas das regras de sociabilidade da vida presencial, antes da era da mobilidade, não dão conta de atender às necessidades desses novos tempos. Hoje estamos vivendo um momento de adaptação entre o que é ser educado e o que pode ser adaptado”.

Faça o teste e descubra se você é uma pessoa educada
No quesito falta de noção, Lícia conta que já viu de tudo: o pai de uma noiva, no altar, mandar torpedo para um amigo, pessoas mexendo no celular em enterros, na hora das orações e com o caixão baixando ao solo e presidentes de empresa digitando enquanto seus diretores estão falando, ou o contrário.
“De modo geral, situações especiais familiares e das empresas não são adequadas para enviar torpedos”, aponta a especialista.
Veja a seguir as orientações da consultora para não errar na hora de mandar mensagens pelo celular:

Educação
É extremamente indelicado ler ou mandar mensagens pelo celular quando se está interagindo com uma ou mais pessoas em situações sociais ou profissionais. Da mesma forma, ficar trocando mensagens à mesa, durante uma refeição acompanhada de outras pessoas, é muito indelicado, ainda que sejam familiares ou amigos íntimos.

Mandar mensagens pelo celular quando na companhia de amigos é uma gafe sim
Caso seja impossível, avise que precisa enviar uma mensagem, digite o mais rápido possível e guarde o aparelho. “É preciso lembrar que não somos multitarefas e que precisamos prestar atenção ao que as pessoas estão falando”, diz Lícia.

Mensagem ou e-mail?
Torpedos, aplicativos de mensagens e chats diferem do e-mail porque devem, necessariamente, ser resumidos. Mesmo assim, é preciso deixar claro o que se quer comunicar. Abreviar palavras ou não prestar atenção ao que foi escrito é um risco para a imagem de quem escreve. Precisa escrever mais? Esqueça a mensagem e mande um e-mail.

Autocompletar
Ao escrever uma mensagem é bom lembrar os cuidados com o que se escreve e como se escreve. Correção e precisão no uso e no significado das palavras são fundamentais. Portanto, o mais prudente a fazer é desativar a função que permite ao aparelho completar automaticamente a palavra após a digitação das primeiras letras. O recurso, apesar de prático, pode ser um perigo para quem digita com pressa e não costuma reler com atenção o que escreveu antes de enviar a mensagem. Isso porque o software por vezes escolhe palavras totalmente fora de contexto, mudando o sentido da frase e gerando situações embaraçosas, tanto para quem envia quanto para quem recebe a mensagem.

Cabeça fria
Está furioso com alguém? Jamais ceda à tentação de enviar uma mensagem para o alvo da ira quando está com a cabeça quente. Por mais que você julgue correto dizer o que está sentindo, tenha em mente que pode se arrepender amargamente do que escreveu e enviou sem pensar.
“Muitas vezes as pessoas escrevem corretamente, são objetivas, mas fazem uso dessas ferramentas em momentos de forte emoção. Em geral, o resultado é arrependimento, mágoa e desgastes nos relacionamentos”, diz Lícia.

Smile para o chefe não
Chefe é chefe e deve ser tratado como tal. A formalidade é sempre boa e passa, em geral, bem longe, por exemplo, dos emoticons – caracteres tipográficos ou imagens animadas que traduzem expressões faciais ou o estado de espírito de quem os envia.
Por outro lado, abreviações como: hj, hs, abs, cel e fone, entre outras, não são ruins, pois reduzem o tempo empregado no texto da mensagem e agilizam a troca de informações.

Alertas
Em reuniões ou na presença de clientes, se for possível, o correto é sempre deixar o smartphone no modo de vibração. Caso não seja possível o melhor é reduzir ao máximo o volume dos alertas de mensagem. O uso de alertas customizados é sempre um risco se a escolha não for acertada. Os toques padrão de modo geral, são os mais adequados para todas as situações.

Um longo ou vários curtos?
Concentrar a mensagem toda em apenas um envio facilita a leitura e evita que quem recebe seja importunado por diversos alertas seguidos. Se precisar dividir o texto, limite-se a, no máximo, três envios. Se precisar escrever mais, mande um e-mail.

No cinema ou no teatro
Usar o celular no cinema, teatro ou em palestras é e sempre será uma gafe. Se a troca de mensagens for inadiável, tente diminuir o brilho da tela e proteger o celular para a luz não incomodar quem esta ao redor. No cinema: luz do celular incomoda e tira a atenção de quem está assistindo ao filme.

Na madrugada
Você é do tipo que usa o torpedo como recurso para contatar alguém sempre que fica constrangido de ligar em horários impróprios? Ao menos que o receptor da mensagem tenha autorizado o contato tarde da noite ou cedo da manhã, você está sendo indelicado.
“Isso funciona para os muito íntimos, ou em casos muito urgentes. Caso contrário é uma grande gafe”, diz Lícia.

Olho no olho
Assuntos graves ou de grande importância não devem ser discutidos pelo telefone. Mensagem então, nem pensar. Nesses casos, orienta Lícia, o melhor é encontrar com a pessoa para discutir o assunto.

Resposta imediata
Não é muito educado deixar uma mensagem sem resposta. Em algumas circunstâncias, entretanto, não é necessário que se responda um torpedo. Por exemplo: se você está esperando alguém que está atrasado para um encontro e a pessoa avisa isso por mensagem, um “Ok” dá conta de avisar que você recebeu a informação. Mensagens como “estou chegando” não precisam de resposta.

Símbolos e sinais gráficos
O cuidado para não parecer grosseiro deve se estender também ao uso de símbolos, tais como interrogações repetidas (?????), exclamações (!!!!!) ou palavras em maiúscula (POR QUÊ?). “O que se coloca graficamente tem significados que vão além do que está registrado”, explica Lícia.
Por Leoleli Camargo
Fonte iG Comportamento

A MÁSCARA CAI

quarta-feira, 4 de março de 2020

O QUE DEVE SER OBSERVADO NA COMPRA DE IMÓVEIS EM LEILÃO

Os cuidados que devem ser observados na compra de um imóvel em um leilão extrajudicial

Descontos no preço do imóvel chegam a superar 20%, mas é necessário tomar uma série de cuidados para o barato não sair caro

1.      Prefira imóveis desocupados – os atuais moradores tem prazo para sair do imóvel, o que pode levar um certo tempo.
2.  Verifique se há ações judiciais contra a execução – nem sempre os proprietários concordam com o leilão do imóvel. Nem sempre os bancos esperam o julgamento final dessas ações para colocar o imóvel em leilão extrajudicial.
3.    Visite o imóvel com antecedência – Verifique se é necessário entrar em contato com o leiloeiro e fazer um cadastro antes da visita. Faça uma inspeção minuciosa no imóvel, se possível com a presença de técnicos especializados, já que o comprador não poderá devolvê-lo sob a alegação de problemas não aparentes.
4.      Levante as dívidas do imóvel deixadas pelo atual ocupante – É normal que uma pessoa executada pela Justiça ou que teve seu imóvel retomado pelo banco por falta de pagamento também tenha deixado de pagar obrigações como IPTU, taxas e até mesmo o INSS de funcionários responsáveis pela construção ou reforma.
5.  Avalie a melhor forma de pagamento – O edital do leilão estabelece as regras de pagamento do imóvel. Essas regras podem ser tanto um facilitador quanto um empecilho para a compra. Muitos leilões não permitem, por exemplo, a utilização do FGTS no pagamento do imóvel arrematado. Também é necessário pagar ao leiloeiro uma comissão adicional de 5% do valor do lance no ato da arrematação. Por outro lado, muitas vezes é possível obter descontos de até 10% se o pagamento for feito à vista. Em geral, é necessário arcar com um sinal correspondente a 30% do valor do imóvel e o saldo devedor pode ser dividido em diversas parcelas.
6.   Preste atenção ao edital – Verifique com antecedência a descrição das condições de venda, o estado de conservação, a forma de pagamento, o preço mínimo, a comissão do leiloeiro, os impostos e o modelo de contrato que será assinado pelas partes.7 – Consulte um corretor de imóveis – Nem sempre o bem vale tanto quanto diz o edital do leilão. Consultar um corretor de imóveis que conheça a região do imóvel pode lhe dar um bom termômetro dos preços de mercado.
7.    Defina um lance máximo e não se empolgue – Não vá ao leilão com a expectativa de comprar um bom imóvel pelo lance mínimo. Quanto melhor a localização e o estado de conservação do imóvel, maior é a chance de que vários interessados se apresentem. De certa forma, o leiloeiro estimula uma disputa acirrada. Em um leilão viva-voz, o interessado apenas levanta a mão e cabe ao leiloeiro dizer o valor do lance. Quando há muitos interessados, o leiloeiro pode elevar o lance em 5.000 reais a cada vez que alguém levantar a mão. Quando percebe que a disputa começa a ficar morna, o leiloeiro passa a aumentar os lances de 500 em 500 reais, evitando que a disputa se encerre rapidamente.
8.      Não deixe de registrar o imóvel após a arrematação – Muitos imóveis leiloados possuem outras penhoras – inclusive essa informação deve constar do edital. Para que o bem comprado não seja arrematado em outro leilão, é necessário comunicar a aquisição ao cartório o mais rápido possível. A venda fica registrada na matrícula do imóvel.

Fonte Notaimoveis

SORRIR

terça-feira, 3 de março de 2020

PROCON CARIOCA DIISPONIBILIZA MODELOS DE CARTA PARA RECLAMAÇÃO DO CONSUMIDOR

Cada modelo de carta trata de um assunto diferente Cada modelo de carta trata de um assunto diferente

O Procon Carioca disponibiliza em seu site — www.rio.rj.gov.br/web/proconcarioca — seis modelos de cartas que vão ajudar o consumidor a garantir seus direitos, quando eles não são respeitados por empresas. As reclamações poderão ser enviadas diretamente às empresas pelos Correios ou por e-mail.
Cada modelo de carta trata de uma queixa específica: conserto de produto; troca de produto; cobrança indevida (bancos e financeiras); cláusula de arrependimento (sete dias, no caso de compras pela internet); não entrega de produto e acidente de consumo.
Esta é mais uma ação de educação sobre o consumo que o Procon Carioca vem promovendo para orientar e facilitar os consumidores na solução de problemas com fornecedores. Acesse os modelos de cartas para reclamar sobre produtos ou serviços, nos links abaixo:
1. Modelo de carta de reclamação sobre produtos comprados.
2. Modelo de carta para reclamar de fornecedor que não resolveu problema relativo a produto adquirido.
3. Modelo de carta para reclamações sobre serviços contratados.
4. Modelo de carta para reclamar sobre produtos comprados fora do estabelecimento comercial (via televendas ou pela internet).
5. Modelo de carta para reclamações relativas a produtos não entregues.
6. Modelo de carta para solicitação de ressarcimento em caso de acidentes de consumo.

Fonte Extra – O Globo Online

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