segunda-feira, 26 de março de 2018

IMPOSTO DE RENDA 2018: QUAIS DOCUMENTOS E ARQUIVOS PRECISO GUARDAR APÓS O ENVIO DA DECLARAÇÃO?

Recomendação é que toda a documentação utilizada seja arquivada pelo prazo de 5 anos, incluindo a cópia do arquivo enviado à Receita Federal

Com o avanço digital, boa parte da papelada necessária para o preenchimento da declaração do Imposto de Renda desapareceu. Mas os contribuintes devem ficar atentos para não jogar fora comprovantes, documentos e arquivos que podem ser solicitados em casos de questionamentos da Receita Federal no futuro.
A recomendação é que os principais documentos, incluindo a cópia do arquivo enviado à Receita sejam guardados por pelo menos 5 anos. Este é o prazo fixado pelo Fisco para o contribuinte fazer uma eventual declaração retificadora.
"Toda a documentação utilizada para a elaboração da declaração deverá ser arquivada por um prazo de pelo menos 5 anos. Isso inclui os arquivos de envio, pois nesse período a Receita Federal pode questionar alguma informação e será muito importante que o contribuinte possua o arquivo para eventuais retificações", explica Daniel Nogueira, especialista em Imposto de Renda da Crowe Horwath.
Os principais documentos a serem arquivados são os informes de rendimentos, documentos referentes às despesas declaradas para fim de abatimentos como gastos com saúde e educação, escrituras de imóveis, documentos relativos a veículos e comprovantes de eventuais operações de dependentes.
Já o arquivamento da declaração enviada à Receita, incluindo o programa de preenchimento e cópia completa impressa com o número de recibo da entrega, costuma facilitar as declarações dos anos seguintes. Vale lembrar que é comum também este documento ser solicitado em outras situações do dia a dia como contratos de aluguel e financiamento.
A entrega da declaração do Imposto de Renda começou no dia 1º de março e vai até o dia 30 de abril.

Veja os documentos necessários para a declaração
Renda
  • informes de rendimentos de instituições financeiras inclusive corretora de valores;
  • informes de rendimentos de salários, pró labore, distribuição de lucros, aposentadoria, pensão etc.;
  • informes de rendimentos de aluguéis de bens móveis e imóveis recebidos de jurídicas;
  • informações e documentos de outras rendas percebidas no exercício, tais como rendimento de pensão alimentícia, doações, heranças recebida no ano, dentre outras;
  • resumo mensal do livro caixa com memória de cálculo do carnê-leão; DARFs de carnê-leão.

Bens e direitos
·        documentos que comprovem a compra e venda de bens e direitos;

Dívidas e ônus
·        informações e documentos de dívida e ônus contraídos e/ou pagos no período.

Renda variável
  • controle de compra e venda de ações, inclusive com a apuração mensal de imposto;
  • DARFs de renda variável.
Informações gerais
  • dados da conta bancária para restituição ou débitos das cotas de imposto apurado, caso haja;
  • nome, CPF, grau de parentesco dos dependentes e data de nascimento;
  • endereço atualizado;
  • cópia da última Declaração de Imposto de Renda Pessoa Física (completa) entregue;
  • atividade profissional exercida atualmente.

Pagamentos e doações efetuados
  • recibos de pagamentos ou informe de rendimento de plano ou seguro saúde (com CNPJ da empresa emissora e a indicação do paciente);
  • despesas médicas e odontológicas em geral (com CNPJ da empresa emissora ou CPF do profissional, com indicação do paciente);
  • comprovantes de despesas com educação (com CNPJ da empresa emissora com a indicação do aluno);
  • comprovante de pagamento de Previdência Social e previdência privada (com CNPJ da empresa emissora);
  • recibos de doações efetuadas;
  • GPS (ano todo) e cópia da carteira profissional de empregado doméstico;
  • comprovantes oficiais de pagamento a candidato político.

Fonte G1

OS SINAIS DE QUE ALGUÉM QUER PUXAR O SEU TAPETE

Apesar de não serem claros, é possível perceber alguns indicativos de que o seu tapete está prestes a ser puxado, segundo especialistas

Quanto menos íntegra é a pessoa, maiores as chances de ela puxar o seu tapete, diz Silvio Celestino, da Alliance Coaching

Os sinais de que alguém quer puxar o seu tapete, via de regra, são sutis. Por isso, desvendá-los não lá das tarefas mais fáceis, dizem os especialistas.
“Há situações completamente veladas em que a pessoa só vai perceber quando a notícia chega até ela”, pondera Sandra Oliveira, representante da Dale Carnegie Brasil, ressaltando que as puxadas de tapete são mais frequentes com profissionais que ocupam cargos hierárquicos mais elevados na organização.
O motivo pelo qual o profissional de sucesso está mais vulnerável a este tipo de situação tem nome: inveja. Como explica Renato Trachtenberg, autor do livro "As sete invejas capitais" (Artmed, 2009), o alvo do invejoso é quem se destaca.
“O invejoso ataca quem está acima dele. Na verdade, ele admira a pessoa, mas se sente sem condições de se aproximar do que a pessoa é”, diz. E, por isso, apela para a puxada de tapete.
Mas, é possível perceber quando uma situação de sabotagem ou um golpe está na iminência de ocorrer? De acordo com os especialistas, apesar de não serem claros, é possível perceber alguns indicativos. Confira:

1 A crítica que na verdade é um elogio disfarçado
“O Dale Carnegie dizia isso de que uma crítica pode ser um elogio disfarçado”, diz Sandra. Sabe quando você sente está indo bem no projeto, e vem aquele colega e, sob o pretexto de fazer uma crítica construtiva, diz que não é bem esse o caminho que você deve seguir, sugerindo um ajuste na rota? “Ele vê o sucesso do outro e tenta fazê-lo mudar a trajetória, fazendo esta crítica, que é um elogio disfarçado”, diz Sandra.
Uma analogia é interessante para entender este mecanismo. Imagine duas amigas que vão sair juntas para uma festa. Uma delas aparece com um vestido deslumbrante, e a outra diz que não acha que está tão bom, fazendo com que a amiga escolha outra roupa que a deixe menos em evidência do que ela.
“Este tipo de situação pode acontecer também no contexto corporativo”, diz Sandra. É claro que não é na primeira crítica que você vai perceber a má intenção, mas observe se há um padrão, se a situação se repete. “É o tempo que vai fazer a pessoa perceber e uma forma de se precaver é não se deixar influenciar”, recomenda Sandra.

2 Elogios exagerados
Por outro lado, ao receber elogios também fique alerta. De acordo com Trachtenberg, o invejoso corporativo, que é o mais forte candidato a puxar o tapete de seu alvo, também pode lançar mão de uma estratégia antes de atacar: tecer incontáveis elogios, principalmente na frente dos outros.
“Quanto mais a pessoa elogiada se sente importante, menos ela estará atenta aos seus inimigos de plantão”, explica. A dica é não se deixar levar tão facilmente pelos elogios e ficar atento às entrelinhas.
“A pessoa deve ter discernimento do que é real e o que não é”, indica Trachtenberg. Isso não significa que você deve desconfiar de qualquer palavra afável, mas atente aos exageros, eles podem indicar que há uma tentativa de tirar o seu foco em jogo.

3 Desestabilização intencional
Imagine a cena. Dois colegas estão participando de uma reunião com a diretoria. Um deles está mal intencionado e sabe que o outro é mais emocional do que racional.
 Sabendo disso, o mal intencionado alfineta ou cria uma situação inesperada nos bastidores e apresentada repentinamente ao colega com o objetivo de desestabilizá-lo perante a chefia.
Caso a reação seja mesmo uma explosão emocional, o profissional que caiu na armadilha vai prejudicar a sua imagem expondo-se de forma negativa para o deleite tal colega mal intencionado, de acordo com Sandra, da Dale Carnegie.
O sinal, neste caso, é dado pela crítica durante a reunião ou pela situação inesperada criada pelo colega que quer puxar o tapete do outro. Ou seja, é a provocação que antecede a reação emocional.
Cair no jogo já configura a puxada de tapete propriamente dita. “Isso acontece porque as pessoas são contratadas por conta de suas competências técnicas e demitidas ou preteridas em uma promoção por causa de suas inabilidades comportamentais”, explica Silvio Celestino, da Alliance Coaching.
Portanto, valem e muito aqueles 10 segundos de pausa para a reflexão: será que é uma provocação intencional? Estão querendo me desestabilizar? Vou dar este gostinho ao fulano?

4 Tentativas de passar por cima
Outro indicativo de que vem uma puxada de tapete por aí é revelado quando um colega de trabalho começa a lidar com temas e atividades que são de sua responsabilidade e não dele. “Ele começa a fazer sozinho coisas que deveriam ser alinhadas com o colega do qual ele quer puxar o tapete, passa por cima e faz sozinho”, explica Celestino.
Por se tratar de uma operação velada, haverá justificativas. “Ele vai dizer que tentou ligar e não conseguiu, que não encontrou o colega, mas na verdade foi apenas uma operação de fachada”, diz Celestino. Caso isto ocorra, é importante analisar se houve um esforço genuíno em envolvê-lo na atividade ou se foi mesmo apenas fachada para você não ter como reclamar depois.

5 Expressões corporais
Este é um item polêmico. Olhos virados, dedos batendo na mesa durante uma reunião e “nariz torto” podem, de acordo com Sandra, indicar que a pessoa está predisposta a jogar contra você. Mas, Trachtenberg faz um alerta: “só quem tem experiência com este tema é capaz de perceber a má intenção pelos sinais corporais”, diz.
Celestino vai além. De acordo com ele, tirar conclusões a partir da expressão corporal pode levar a um equívoco. “A pessoal mal intencionada vai geralmente usar a expressão corporal para iludir o outro”, diz.
Por conta disso ele diz o melhor caminho é a observação. “Os profissionais precisam procurar amadurecer no sentido de avaliar as pessoas”, diz. O importante, diz, é descobrir se é uma pessoa de boa índole ou não.
Uma pessoa íntegra é aquela que cumpre o que promete, que faz o que fala. “Quanto maior a integridade de uma pessoa, menores são as chances de ela querer puxar o tapete de alguém”, explica.
Por Camila Pati
Fonte Exame.com

BOA VIAGEM - PARA AMENIZAR JET LAG, CUIDADOS COM A LUZ E AJUDA DE APLICATIVOS

Evitar estimulantes é dica para diminuir impacto do jet lag

Sabe aquela vontade quase irresistível de tirar um cochilo no hotel, após dez horas em um avião apertado? Se não quiser trocar o dia pela noite logo no começo da viagem, guarde o sono para mais tarde. A dica é uma das muitas para amenizar os efeitos do jet lag, a confusão que grandes diferenças de fuso horário causam no relógio biológico do viajante.
Especializada em medicina do sono, a pneumologista Luciana Palombini diz que para atenuar o jet lag é preciso se adequar ao horário do destino, respeitando a hora de dormir e de comer, por exemplo. Segundo a médica, que integra o corpo docente do Instituto do Sono, de São Paulo, os efeitos são mais sentido em lugares que tenham mais de três horas de diferença de fuso para o lugar de partida. E se tornam ainda mais intensos quando se voa para o leste.
— Nosso relógio biológico se acostuma mais rapidamente a dias mais longos que mais curtos. É mais fácil ficar mais tempo acordado do que dormir antes do horário a que estamos habituados — explica a médica.
Quem viaja para o leste (Europa, Oriente Médio, África) deve evitar a exposição à luz do sol na parte da tarde, para começar a diminuir o ritmo do organismo, e abusar da luz natural pela manhã, já que um dos efeitos mais comuns é a dificuldade para despertar. Ao deitar, quanto mais escuro e silencioso o quarto estiver, melhor. Antes de dormir, o indicado é uma refeição com carboidratos leves, pouca proteína e sem gordura. É bom também evitar estimulantes, como cafeína, álcool e até tecnologia.

APLICATIVO REDUZ IMPACTO
— Se desconectar dos aparelhos eletrônicos duas horas antes de dormir ajuda. Celular, TV e computador atrapalham o sono — diz Luciana.
Para quem vai para o oeste (Américas, Ásia), é mais fácil se acostumar. Apesar do sono precoce, é melhor aguentar até a hora local de dormir, para evitar acordar no meio da madrugada. Luz do sol à tarde e atividades físicas são aconselháveis. Luciana também recomenda pequenas doses de melatonina, o hormônio do sono, para ajudar no novo fuso, mas não sem uma consulta médica.
A adaptação ao novo fuso também varia de acordo com o sentido da viagem. Em geral, para cada hora de diferença, o corpo leva um dia, no oeste, a um dia e meio, no leste, para se recuperar. Ou seja, em uma diferença de quatro horas, o viajante levaria quatro dias para se adaptar em um destino a oeste e seis a leste.
Dormir no avião só ajuda a amenizar o jet lag se o voo for noturno e, de preferência, no horário do destino. Neste caso, máscaras para cobrir os olhos e tampões de ouvido, são aliados. Se o voo for diurno, o ideal é ficar acordado.
Aviões modernos ajudam a amenizar os efeitos ainda a bordo. O Boeing 787 Dreamliner e o Airbus A380 têm iluminação interna que reproduz a claridade do dia e o ambiente da noite, de acordo com o horário no destino. O modelo da Boeing também tem sistemas que aumentam a umidade do ar e diminuem os ruídos internos, facilitando o descanso.
Luz artificial contra o jet lag também é uma das apostas da rede japonesa de hotéis Okura. Antes ou depois de massagens, o hóspede pode sentar em poltronas em frente a lâmpadas que simulam a luz do dia, ideais para quem desembarca na Ásia vindo das Américas.
Há até aplicativos de celular para diminuir o impacto da mudança repentina de fuso. O mais elaborado deles, disponível para iOS e Android, o Entrain, calcula as horas de maior ou menor luminosidade no destino, e quanto tempo é necessário para se adaptar ao novo horário. Já o Jetlag Genie, para iOS, sugere os melhores horários para dormir e acordar, de acordo com o itinerário.

Por Eduardo Maia
Fonte O Globo Online

domingo, 25 de março de 2018

FLUMINENSE É CAMPEÃO!!!

NADA É POR ACASO...


Aquele instante eterno quando os olhares se cruzam.
Dois corações tocando a mesma melodia.
Conhecer a alma gêmea na Internet.
Dobrar a esquina e dar um encontrão no cara de seus sonhos!
Discar um número errado por engano, engatar uma conversa animada e perceber que vocês têm muito em comum.
Descobrir que o seu cachorro é da mesma raça da cadela dela.
Adorar desenhar figurinos e ganhar um concurso com bolsa de estudos para a França.
Devolver o livro para a sua amiga no trabalho dela, conhecer o chefe dela e dar aquele click instantâneo.
Sonhar que a avó cigana lhe passou os poderes e acordar paranormal.
Entender que vocês foram almas gêmeas em vidas passadas e por isso, a atração permanece nesta vida, independente se a história continua...
Oferecerem a você a verdadeira irmã do seu filho adotivo para adoção.
Ficar em dúvida, abrir um livro e a resposta estar lá.
Perder o emprego e descobrir que tem talento para empreendedor(a).
Salvar animais feridos quando criança e virar veterinário quando adulto.
Cismar que quer aprender a pilotar avião desde pequena e descobrir que o instrutor é a sua cara-metade!
Sentar no cinema na mesma fileira daquela gata que você estava de olho, sem combinar.
Nascer com talentos únicos e usá-los para ajudar as pessoas.
Freqüentar um parque e sem motivos, mudar o percurso e cruzar com aquela pessoa...
Você, separada, indo na reunião de pais e mestres e descobrir que o melhor amigo de seu filho tem um pai atraente, separado e interessado em conhecê-la melhor!
Acordar para a vida após uma tempestade emocional.
Levar o celular dele por engano e descobrir que ele tem outra pessoa.
Nascer numa família humilde para acreditar que tudo é possível, basta querer.
Conhecer a pessoa certa de repente, estando noiva, faltando poucos dias pro casamento e seguir a voz do coração.
Querer fazer um curso durante 10 anos, sem tempo; consegue, estuda, ganha um prêmio importante da área e vira referência profissional!
Saber que todas as experiências de sua vida são para o seu crescimento holístico: corpo, mente, alma e espírito.
O momento certo, a hora exata, o lugar correto e o grande amor de sua vida.

O MONGE MORDIDO

sábado, 24 de março de 2018

HORA DO PLANETA 60+

USO DE ANTICORPOS MONOCLONAIS CRESCE NO TRATAMENTO DO CÂNCER

O desenvolvimento da técnica de produção de anticorpos monoclonais (MoAbs) propiciou aos médicos Niels K. Jerne, Georges J. F. Kohler e César Milstein o Prêmio Nobel de Medicina de 1984. Desde então, a descoberta revolucionou vários campos da medicina e viabilizou o desenvolvimento de novas tecnologias, consideradas hoje fundamentais para o diagnóstico médico. As técnicas de imunohistoquímica, imunocitoquímica, imunofenotipagem, Fluorescência por Hibridização in Situ (FISH) são exemplos da utilidade dos MoAbs no diagnóstico.
Dr. Wellington, diretor Técnico do Núcleo Hematologia e Oncologia, explica que o uso terapêutico dos anticorpos monoclonais começou na década de 80, em princípio com um grande entusiasmo. No entanto, poucos anticorpos lograram alcançar um lugar na prática médica, devido a limitações tecnológicas que só recentemente estão sendo vencidas.
Segundo o hematologista, existe atualmente uma grande expectativa de utilização desses fármacos: “Modernos anticorpos, desenvolvidos a partir da utilização de técnicas sofisticadas de biologia molecular e engenharia genética, têm sido colocados à disposição da classe médica para uso terapêutico. Hoje já existe uma série de anticorpos monoclonais disponíveis e aprovados para uso clínico, e, a cada ano, surgem novos produtos”.

Fármacos disponíveis
Dr. Wellington informa que os primeiros fármacos utilizando anticorpos monoclonais foram indicados para linfomas e leucemias (Rituximab ou Mabtheraâ, e Alentuzumab ou Campathâ). Posteriormente, surgiram outros dirigidos para o câncer de mama (Trastuzumab ou Herceptinâ). Parao tratamento de linfomas não-Hodgkins foi desenvolvido o Ibritumomabe Tiuxetan ou Zevalinâ.
Mais recentemente, foram disponibilizados para o tratamento de câncer de intestino grosso o Bevacizumab (Avastinâ), que age, entre outras maneiras, como um anticorpo, evitando a formação de novos vasos sanguíneos (angiangiogênico), fazendo com que o aporte de sangue para o tumor seja modificado.
“O papel desses fármacos está em constante estudo, mas já existem indicações precisas e se conhecem situações em que os medicamentos efetivamente melhoram as taxas de cura e aumentam significativamente a sobrevida de certos grupos de pacientes”, afirma o médico.
Finalmente, o médico lembra que a utilização racional desses recursos é fundamental, “pois eles são dispendiosos, têm efeitos colaterais importantes e precisam de indicação e orientação de médicos experientes para sua utilização”.

Entenda a nomenclatura dos fármacos com anticorpos monoclonais
A nomenclatura dos fármacos desenvolvidos a partir dos anticorpos monoclonais segue uma lógica e um padrão pré-estabelecido, que permite conhecer o “alvo” de sua utilização (doenças ou agentes e tipo de tumor) e a origem (fonte) do anticorpo monoclonal (humana, rato etc). O nome do remédio consta de quatro componentes – um prefixo, dois infixos e um sufixo, a saber:

Prefixo: é a sílaba inicial, escolhida para dar nome ao remédio.
Infixos: São dois. O primeiro aparece logo após a sílaba que dá nome ao remédio e identifica o “alvo” que o anticorpo pretende atingir (tabela 1). Em seguida, aparece o infixo que identifica a origem ou a fonte de anticorpos monoclonal (tabela 2)
Sufixo: é sempre o termo mabe, identificando que o fármaco foi produzido a partir de anticorpos monoclonais.

INFIXO QUE DEFINE O “ALVO” DOENÇAS OU AGENTES
Viral: -vir-
Bacteriano:-bac-
Imunológica: -li- (ou lim)
Lesões infecciosas: -les-
Cardiovascular: -cir-

TUMORES
Cólon: -col-
Melanoma: -mel-
Mama: -mar-
Testículo: -got-
Ovário: -gov-
Próstata: -pr(o)-
Miscelano: -tu- (ou tum)

INFIXO QUE DEFINE A ORIGEM
u = humano
o = camundongo
a = rato
zu = humanizado
e = hamster
i = primata
xi = quimera

Veja os exemplos abaixo:
·  Rituximabe: ri (nome dado ao remédio) + tu (alvo: tumores) + xi (fonte: quimérico) + mabe (anticorpo monoclonal)
·  Infliximabe: inf (nome dado pelo laboratório) + li (alvo: doença imunológica) + xi (fonte: quimérico) + mabe (anticorpo monoclonal).

Por Núcleo Hematologia e Oncologia  

SINAIS E SINTOMAS DO STRESS

FAÇA A DIFERENÇA!

quinta-feira, 22 de março de 2018

SABIA QUE É POSSÍVEL COMPRAR CARRO ZERO COM ATÉ 30% DE DESCONTO?

Diversos tipos de deficiências têm direito!

Todos sabemos que, durante a aquisição de um veículo, o consumidor está sujeito ao pagamento de numerosos tributos que, com toda certeza, majoram, de forma considerável, o preço final do produto. O que muita gente não sabe é que um em cada dois brasileiros tem direito a comprar carro zero com isenção de impostos e obter até 30% de desconto no preço da tabela. Muita gente já ouviu falar que pessoas com deficiência física têm esse direito. Todavia, muitos têm direito ao benefício de isenção fiscal e não sabem. Isso porque a isenção vai além das deficiências físicas visíveis.
O benefício, na verdade, não é destinado apenas aos portadores de deficiência física, mas também aos portadores de algum tipo de limitação física elencada pela lei 8.989, de 24 de fevereiro de 1995. Nesse caso, a lista é grande. Qualquer cidadão pode estar no meio dela. E não só o condutor precisa ter a doença ou deficiência para requerer o benefício. O condutor também poderá requerer o benefício, caso alguém que dependa dele tenha a doença ou deficiência listada por lei. Os benefícios são destinados a pessoas com deficiência condutoras ou não. Se o deficiente não puder dirigir, não há problema. O veículo ainda assim sai em seu nome, embora o motorista seja outro.
Lei nº 8.989, de 24 de fevereiro de 1995, que garante esses benefícios, ainda é pouco conhecida e muitos brasileiros acabam não usufruindo de seus direitos, por simplesmente desconhecê-los. Pessoas que possuem algum tipo de deficiência que causa limitações podem pedir isenção de impostos, tais como IPI, ICMS e IOF, no caso de financiamento. Em alguns Estados, ocorre ainda a isenção do IPVA, como no Estado de São Paulo e Rio de Janeiro, sendo que no Estado de São Paulo também ocorre a isenção do conhecido rodízio.
Mais de 50% de brasileiros tem direito a esse benefício, ou seja, mais de 100 milhões de brasileiros podem ter o direito de comprar um carro 0 km com a isenção de impostos, e não sabem. O próprio cidadão, conhecendo os seus direitos pode fazer o procedimento para aquisição do benefício, sem se preocupar com despachante, advogado ou qualquer outro profissional do tipo. Qualquer um é capaz de elaborar todo o processo de uma forma totalmente legal, apenas utilizando o conhecimento de seus direitos.
Tal disposição é prevista por lei, mas o Governo não divulga. Além das pessoas que possuem uma deficiência dita visível, há uma série de patologias não visíveis que dão direito aos benefícios. Pessoas com deficiência, familiares e pessoas com mobilidade reduzida têm direitos à isenção de impostos. Pessoas idosas, os hemofílicos, pessoas ostomizadas, pessoas que têm filhos com síndrome de down, autistas, cegos, pessoas com LER (lesão por esforço repetitivo), DORT (Distúrbios Osteo Musculares Relacionados ao Trabalho), artrite, artrose, osteoporose, bursite e outras diversas pessoas com problemas de coluna graves têm direito ao benefício. O governo, as montadoras e as empresas, todavia, escondem a sete chaves a vasta lista que dá direito a esses benefícios.

Fonte JusBrasil Notícias

quarta-feira, 21 de março de 2018

CONTRATO DE TRANSPORTE AÉREO DE PESSOAS. NO SHOW!!!


O cancelamento unilateral e automático de um dos trechos da passagem aérea sob a justificativa de não ter o passageiro se apresentado para embarque no voo antecedente é caracterizado como uma prática comercial de conduta abusiva.
As empresas do ramo de transporte aéreo de passageiros vêm adotando o cancelamento unilateral de um dos trechos da passagem em razão do não comparecimento no voo de ida (no show).
Ou seja, quando do não comparecimento do passageiro para o embarque no voo antecedente, automaticamente, sua passagem de volta é excluída com a aparente finalidade de viabilizar nova comercialização do assento da aeronave.
Todavia, constata-se que esta prática atende, tão somente, os interesses comercias da empresa, promovendo a obtenção de maior lucro a partir da dupla venda.
Apesar desta conduta justificar do ponto de vista econômico e empresarial, por outro lado, não a legitima posto que configura uma prática comercial que causa prejuízos à parte vulnerável da relação de consumo, cuja proteção é imposta pela Constituição Federal e concretizada pelo Código de Defesa do Consumidor.
De acordo com as linhas principiológicas do CDC, avalia esta prática comercial como abusiva por afrontar os direitos básicos do consumidor, tais como, a vedação do enriquecimento ilícito, a falta de razoabilidade nas sanções impostas e, ainda, a deficiência na informação sobre os produtos e serviços prestados.
Sobre o aspecto do enriquecimento ilícito configura-se de forma evidente no momento em que o consumidor, ainda que em contratação única e utilizando se de tarifa promocional, adquire o serviço de transporte materializado em dois bilhetes de embarque autônomos e vê-se impedido de fruir um dos serviços que contratou, o voo de volta.
Por sua vez, constata-se a falta de razoabilidade quanto à aplicação de penalidades pela empresa aérea frente ao abusivo cancelamento do voo subsequente.
Quanto a deficiência de informação nos contratos de adesão sobre cláusulas restritivas dos direitos do consumidor, configura-se afronta ao princípio da transparência (CDC, art. 4º, caput) – o que resulta a nulidade da respectiva cláusula contratual, com fundamento no art. 51, inciso XV, do CDC.
Conclui-se, desse modo, que a conduta da companhia de cancelar o bilhete de volta, por não ter sido utilizado pela parte o bilhete de ida, configura ato ilícito, gerando para o consumidor o direito de ser ressarcido por eventuais danos morais que suportar, dependendo das circunstâncias de cada caso.
STJ - REsp 1.595.731-RO, Rel. Min. Luis Felipe Salomão, por unanimidade, julgado em 14/11/2017, DJe 01/02/2018.

Por Renata C K Bastos
Fonte JusBrasil Notícias

CONTA-CORRENTE GRATUITA É UM DIREITO DOS BRASILEIROS

Serviço inclui quatro saques mensais, duas transferências, extratos e acesso ao internet banking

Os bancos brasileiros são obrigados a disponibilizar uma conta-corrente para pessoas físicas gratuitamente desde 2008. Na ocasião, o BC (Banco Central) determinou que qualquer pessoa tem o direito de usufruir dos serviços bancários sem pagar nada, se contratar uma conta de serviços essenciais.
Ione Amorim, economista do Idec, explica que a conta básica não tem um pacote de serviços, mas as instituições são obrigadas a oferecer aos clientes quatro saques mensais, duas transferências entre contas do mesmo banco, dois extratos do mês anterior, um extrato anual, dez folhas de cheque (se o correntista preencher os pré-requisitos exigidos pelo banco), acesso ao internet banking, cartão de débito e uma segunda via dele (exceto para solicitações decorrentes de perda, roubo, furto e danificação).
Ione também ressalta que "os bancos precisam avisar os correntistas que, além desses limites, os serviços serão tarifados".
No entanto, ela entende que a limitação da conta essencial não é um problema porque o consumidor pode usar muitos serviços de maneira ilimitada no internet banking.
— Via de regra, a maioria dos brasileiros se enquadra no perfil do usuário da conta de serviço essencial.

Documentação
Para abrir a conta gratuita, é preciso apresentar RG, CPF, comprovante de endereço e, em algumas instituições, financeiras um comprovante de renda.
Os usuários interessados podem obter informações referentes ao plano de serviços básicos diretamente no site do banco que escolher ou presencialmente nas agências.

Fonte R7

VEJA COMO ORGANIZAR OS ESTUDOS PARA CONCURSOS PÚBLICOS

Candidatos a concursos públicos devem planejar um cronograma de estudos

O planejamento dos estudos pode ser fundamental para quem sonha em passar em um concurso público. Os especialistas lembram que não há uma receita milagrosa que funcione com todos os candidatos, mas destacam que é essencial organizar uma rotina de aprendizado e, claro, cumpri-la semanalmente.
O diretor pedagógico da Academia do Concurso, Paulo Estrella, afirma que o primeiro passo é montar uma planilha com todas as atividades do concorrente a uma vaga: o tempo gasto no trabalho, faculdade, deslocamento, cursos, refeições, atividades de lazer e até mesmo dormindo ou namorando:
— A partir do tempo livre, ele vai montar sua rotina de estudos. Para começar, pessoas com agendas apertadas devem tentar encaixar duas horas de estudos diárias para os concursos públicos, mas isso deve se intensificar ao longo do tempo. Não podemos achar que há uma receita de bolo, então é preciso fazer uma grade compatível com a vida do concurseiro para poder aplicá-la na prática.
Rodrigo Schluchting, diretor da Elo Concursos, explica que o ideal para conseguir uma aprovação dentro de quatro a seis meses é estudar de três a quatro horas por dia.
— Caso o concorrente não tenha todo esse tempo disponível, ele pode diminuir para duas horas de estudos, menos do que isso ele dificilmente vai conseguir um bom aproveitamento. Mas, gostaria de reforçar, que ser aprovado em concurso público exige sacrifícios e muito esforço — destaca o professor.
Para que a rotina seja cumprida, o ideal é contar com o apoio das pessoas mais próximas:
— Se o participante trabalha durante o dia e tem a noite livre, o ideal é chamar a família e dizer que precisa se preparar para uma prova e que precisará de um tempo sozinha. O candidato deve dizer que isso não vai durar muito tempo, mas que ele precisa da compreensão de todos — completa Rodrigo.
Paulo Estrella afirma que é preciso dividir o tempo entre as matérias que serão cobradas na seleção e se dedicar a resolução de provas anteriores da mesma banca organizadora do certame:
— No início, fazer os exercícios e errar muitas questões vai ser frustrante. Mas é esse hábito que vai orientar para que o participanrte saiba o que tem que estudar. Ele vai encontrar alguns assuntos recorrentes e, assim, vai perceber o que é mais relevante para cada banca. Ele começa a saber o que as provas costumam cobrar dos seus candidatos.

Fins de semana também devem ser incluídos no planejamento
Os especialistas ensinam que as pessoas que sonham em passar em um concurso público não podem abrir mão das suas vidas pessoais e, portanto, devem ter tempo para lazer e descanso. No entanto, o equilíbrio é fundamental, e os concorrentes devem se dedicar também nos fins de semana e feriados, principalmente quem trabalha fora.
A pedido do EXTRA, o professor Rodrigo Schluchting montou duas tabelas de estudos para participantes de concursos públicos. As duas foram feitas a partir de disciplinas que são cobradas na maioria dos certames, mas os candidatos devem adequá-las de acordo com o conteúdo programático das seleções desejadas. O objetivo é que os interessados tenham um roteiro, mas o modelo deve ser adaptado de acordo com as atividades diárias de cada concorrente.
A primeira tabela é dedicada aos “concurseiros profissionais”, ou seja, a quem passa o dia estudando e não trabalha fora.


O outro cronograma de estudos para concursos públicos foi planejado pensando em concorrentes que estudam ou trabalham de segunda a sexta-feira.


Por Marcela Sorosini
Fonte Extra – O Globo Online

PSICÓLOGO AMERICANO SEPARA PESSOAS EM QUATRO PERFIS SEGUNDO FORMAS DE PENSAR


Livros de psicologia em tom de autoajuda têm inundado o mercado, trazendo ao leitor a promessa do autoconhecimento e propondo nova teorias. "Top Brain, Bottom Brain" (Cérebro de Cima, Cérebro de Baixo) é mais um deles, mas possui uma diferença: seu autor é Stephen Kosslyn, um psicólogo que de fato tem respeito na comunidade acadêmica.
Tendo trabalhado como professor nas universidades Harvard e Stanford, nos EUA, ele propõe um novo esquema para explicar de onde surgem as diferenças entre as pessoas em seus modos de pensar.
O livro também desmistifica a maneira como a cultura popular aborda a questão, separando pessoas entre os tipos "criativo" ou "racional" --associados ao lado direito e esquerdo do cérebro, respectivamente. Kosslyn explica por que considera essa noção simplista antes de detalhar sua própria teoria.
Com o jornalista G. Wayne Miller, seu coautor, o psicólogo argumenta que um corte "horizontal" no cérebro (dividindo-o entre as partes de cima e de baixo) é mais eficaz para mapear diferenças na forma como cada pessoa interage com o mundo.
Em vez de um hemisfério "criativo" contraposto a outro "racional", obtêm-se duas áreas com igual capacidade de intuição e raciocínio. Nesse caso, a distinção é que um deles é "executivo/planejador", enquanto o outro é "observador/perceptivo".
Como cada pessoa pode dar ênfase a uma das duas áreas, a ambas ou a nenhuma, Kosslyn conjectura que existam quatro tipos de pessoas, cada uma exibindo um "modo cognitivo" distinto.
"Se seu interesse é evoluir pessoalmente, socialmente ou nos negócios, acreditamos que compreender e considerar nossa 'Teoria dos Modos Cognitivos' pode beneficiá-lo", escrevem Kosslyn e Miller na introdução do livro. Ao fim, o leitor é convidado a preencher um teste que revela qual é seu modo predominante (veja quadro).
O tom de autoajuda em certos trechos do livro destoa da contracapa, na qual Robert Sapolsky e Steven Pinker, dois dos intelectuais mais respeitados da área, endossam o trabalho de Kosslyn.

QUATRO DIREÇÕES
Pinker, que descreve Kosslyn como "um dos maiores neurocientistas cognitivos" da atualidade, afirmou à Folha que não vê o livro como algo que invalide a divisão de funções entre os lados esquerdo e direito do cérebro --algo que existe, mas de modo mais sutil do que a cultura popular apregoa.
"As pessoas terem diferenças ao longo do eixo de cima para baixo do cérebro não tem nada a ver com elas poderem ter diferenças ao longo do eixo da esquerda para a direita", disse Pinker.
Em "Top Brain, Bottom Brain", a maior crítica à divisão lateral do cérebro é que a psicologia experimental falhou em comprovar a existência de um cabo de guerra entre os lados esquerdo e direito do cérebro, com a racionalidade tentando se sobrepor à intuição, e vice-versa.
A divisão cerebral entre andar de cima e andar de baixo seria mais flexível, por isso dá origem a quatro subtipos de pessoa, não apenas dois. Isso não impede Kosslyn de entrar em terreno delicado, quando defende que o "modo cognitivo" dominante de cada pessoa é parcialmente determinado pela genética.
Enquanto pessoas no modo "condutor" teriam propensão à liderança, aqueles em modo "adaptador" seriam bons companheiros de equipe, ideais para implementar planos que não são seus.
Seriam esses últimos, então, destinados à posição de subserviência, como as castas inferiores de "Admirável Mundo Novo"? "Espero que não", disse Kosslyn à Folha.
"A contribuição genética, que se dá principalmente pelo temperamento, é minoritária", afirma o psicólogo. "Você não está aprisionado pelos seus genes, mas é bom que esteja ciente de ter certo temperamento e que isso pode estar influenciando-o."
Kosslyn, por fim, não exibe sua teoria como trabalho completo; ele ainda busca psicólogos experimentais dispostos a testá-la. O livro, diz, já despertou esse interesse.

 

TOP BRAIN, BOTTOM BRAIN
AUTORES Stephen Kosslyn e G. Wayne Miller
EDITORA Simon & Schuster

Por Rafael Garcia
Fonte Folha de S. Paulo

O QUE É INTELIGÊNCIA EMOCIONAL?

segunda-feira, 19 de março de 2018

POSICIONAMIENTO Y CREDIBILIDAD EN EL NEGOCIO LEGAL


Cuando buscan un profesional del Derecho los clientes recurren a una lista que se compondrá de recomendaciones de familiares, amigos y conocidos y/o los resultados de su propia búsqueda a través de la publicidad realizada o notoriedad alcanzada por ese profesional. En este punto es importante que el profesional del Derecho parezca un experto en el campo que precisa el cliente ya que este es el criterio fundamental que inclina la balanza hacia un abogado u otro. Las actividades de posicionamiento pretenden precisamente crear esa percepción de experto.
Cuando se realizan actividades de marketing la mayor parte de la gente a la que apuntas no tienen necesidad de tus servicios o ya los tienen cubiertos por algún otro profesional. De ahí la especial importancia de las actividades de posicionamiento ya que incrementan tus oportunidades estar en el lugar adecuado en el momento correcto que te conseguirá ese cliente.
Las actividades de posicionamiento son especialmente importantes para los profesionales jóvenes que están intentando abrirse paso en el mundo del Derecho ya que quienes ya llevan un tiempo dentro de la profesión ya han desarrollado un cierto nombre y se les percibe como expertos en sus campos. Los jóvenes en cambio necesitan demostrar credenciales para que se les perciba como expertos.

Seleccionando las actividades de posicionamiento correctas
A la hora de seleccionar las actividades de posicionamiento más convenientes para tu trabajo tienes que reflexionar si realmente serán efectivas para tu objetivo de atraer clientes. Actividades como hablar en público o escribir un artículo pueden ser útiles para algunos profesionales pero no para otros no solamente por la propia habilidad de cada uno sino por el público al que se dirige y el potencial de clientes que puede encontrarse en él. Por eso antes de empezar una actividad de marketing hazte una serie de preguntas:
  1. ¿Quién es la audiencia? ¿Son las personas adecuadas para mí?
  2. ¿Cuál es el mensaje? Mientras que una audiencia puede estar interesada en consejos prácticos otros pueden estarlo en el fondo de la cuestión.
  3. ¿Cuál es el medio más efectivo? En función de la audiencia y el mensaje el medio más conveniente puede ser un seminario, una mesa redonda, un artículo, una conferencia, un boletín… Es una cuestión de ajustar el medio al tiempo y nivel de atención de tu audiencia.
  4. ¿Cómo medir el éxito? Puedes olvidarte de medirlo por los clientes que hayas conseguido. El marketing jurídico no funciona así, tras una actividad de marketing no aparecen repentinamente clientes salvo que seas especialmente oportuno… y afortunado. El marketing jurídico es una labor esforzada y continuada que entrega sus frutos a medio y largo plazo, de ahí la conveniencia de empezar cuanto antes. Eso no significar que el éxito de la actividad no se pueda medir, sólo que los indicadores son distintos. Piensa en objetivos como conseguir nuevas invitaciones para hablar, un listado de emails de contacto de personas interesadas en ti, visitas en tu página web…
  5. ¿Cómo realizar el seguimiento? Piensa en cómo usar esta actividad de marketing para posteriores actividades o exposición. La idea aquí es aprovechar el trabajo ya realizado para que rente más allá del corto plazo. Así, por ejemplo, si has conseguido un listado de emails procura mantener el contacto con esas personas.
No todas las actividades de marketing jurídico son iguales. Si quieres aprovecharlas al máximo sigue las siguientes recomendaciones:
  1. Haz cosas que te diviertan y en las que seas bueno. No hables si no eres buen orador. No escribas si no eres buen escritor. Y sobre todo disfrútalo. El marketing ya es suficientemente trabajoso como para que sea para ti una condena diaria.
  2. Escoge actividades en las que creas. Es inútil que participes en una organización en la que no crees con el fin de posicionarte. Al final no te involucrarás ni participarás lo suficiente y habrá sido tiempo perdido.
  3. Sé selectivo. No aceptes actividades que no sean apropiadas para ti. Si no puedes rechazarlas busca a otra persona que quiera hacerlas. El tiempo se va y no vuelve. No querrás invertirlo en actividades que no te van a reportar nada.
  4. Sé proactivo. No esperes a que las oportunidades llamen a tu puerta. Sal a buscarlas. Consigue el teléfono del presidente de esa asociación que te interesa. Cítate a comer con ese abogado con el que quieres estar en contacto.
  5. Mejora tus habilidades. Nunca se es lo suficientemente bueno. Mejora tus debilidades pero tampoco olvides tus fortalezas. Hablar, escribir, relacionarte con los demás. Todo es mejorable.
Fonte Info-derecho.com

E-ADVOCACIA - TECNOLOGIAS ABREM MERCADO PARA ADVOGADOS AUTÔNOMOS


A advocacia eletrônica ou e-advocacia, conhecida nos Estados Unidos como e-Lawering, é uma alternativa viável para qualquer advogado, devidamente qualificado, que não encontra um emprego decente, que é contratado mas está insatisfeito no trabalho e na vida, que não dispõe de recursos para montar e operar um escritório que valha a pena ou que, simplesmente, é atraído pela ideia. É o que mostra a American Bar Association (ABA — a ordem dos advogados dos EUA). A ABA está fazendo um esforço para popularizar a advocacia eletrônica, com a publicação de vários artigos sobre o assunto.
Para a ABA, essa seria uma forma de combater o desemprego na área jurídica e também uma solução para advogados que passam anos cumprindo tarefas burocráticas (ou quase) nos escritórios e nunca conseguem ter seus próprios casos para atuar. A proposta vem acompanhada de recomendações apresentadas em diversos artigos.

As principais dicas:
― A ideia do advogado virtual autônomo é talhada para advogados que se especializam em uma área específica da advocacia — um nicho de mercado, como no caso das firmas "butiques". Não cai bem para o advogado autônomo que oferece full service, um modelo que só serve para grandes bancas.
― Mesmo a seus próprios clientes, o advogado autônomo só deve prestar serviços de sua área de especialização jurídica. Por exemplo, se o advogado é especializado em patentes e seu cliente é acusado de assédio sexual, ele deve repassar o caso para outra firma. Reforçando: não serve para advogados que atuam na área criminal, civil, trabalhista, tributária... e que também vendem joias e rodas de magnésio nas horas vagas, caso o cliente esteja precisando.
― Para criar sua “marca”, o advogado deve fazer o marketing de um único "produto", como faz a Starbucks. Essa empresa vende mais de 30 produtos, mas só faz o marketing de um: o café. Mas, quando uma pessoa vai à Starbucks (ou mesmo a um supermercado), se depara com muitos produtos que podem lhe interessar, todos relacionados a café ou à marca da empresa (desde cappuccino engarrafado a xícaras de café). Assim, o advogado autônomo pode ter uma especialidade carro-chefe, a que cria a marca, e outras áreas de atuação, em que o inter-relacionamento faz sentido.
― O advogado autônomo deve desenvolver relacionamentos com outros advogados e com firmas de advocacia de todos os portes (especialmente as pequenas e médias) para troca de indicações. Alianças ou parcerias com firmas de médio porte, que já têm vários clientes mas não um advogado especializado na área do advogado autônomo, podem render frutos para ambos.
― As pessoas preferem fazer negócios com quem elas conhecem. Portanto, o advogado autônomo deve executar diligentemente o seu trabalho de networking — isto é, se envolver com associações frequentadas por empresários, profissionais ou quaisquer pessoas que, de alguma forma, têm contato com sua área de atuação. Deve fazer parte de entidades comunitárias, prestar serviços voluntários e comparecer a eventos que podem trazer novos relacionamentos. Tudo para conquistar novos clientes para sua firma e para as firmas com as quais está se inter-relacionando.
― Uma regra geral para profissionais que trabalham em casa, que normalmente não é encontrada em textos para advogados, é a de que é preciso se vestir "de acordo" com o trabalho que faz. Se um advogado vai de terno e gravata para o escritório ou para uma reunião ou para um tribunal, assim deve ser em casa, na hora do trabalho. De bermudas, será visto pelos outros a sua volta como o pai, o marido, o filho, o sogro, o genro, o vizinho, o amigo (ou todos os seus correspondentes femininos) e não como um advogado ou advogada trabalhando.

"Advogados sem amarras"
Em um de seus artigos sobre advocacia virtual, o advogado autônomo Jay Fleischman, dá dicas operacionais para os "advogados sem amarras". Suas sugestões apresentam, principalmente, formas de reduzir os custos operacionais dos advogados autônomos, o que lhes dá uma vantagem competitiva em relação aos escritórios formais: podem reduzir os custos dos clientes com serviços advocatícios, sem reduzir seus rendimentos.

Conheça as ideias:
Um escritório tradicional precisa de todos os recursos de comunicação disponíveis, como telefone, fax, e-mail e diversos outros meios disponibilizados pela internet. A firma sem escritório também. Mas, em qualquer dos casos, os advogados não podem se esquecer de que nenhuma comunicação eletrônica substitui os contatos feitos pessoalmente, face a face. O desenvolvimento de relacionamentos pessoais ainda é a melhor arma de marketing para qualquer firma de advocacia conquistar novos clientes e manter os existentes.

Telefone
Não pense que pode fazer todas as suas comunicações por e-mail, por mais que isso pareça desejável. O cliente quer ouvir sua voz, discutir seus problemas, expressar suas emoções pessoalmente ou por telefone, diz Fleischman.
Ele usa o Skype para fazer e receber chamadas, diretamente de seu laptop. Nos EUA, o serviço "premium" do Skype custa US$ 53,88 por ano. Isso lhe permite fazer chamadas ilimitadas (com vídeo, quando for o caso) para qualquer parte do país e do mundo. Ele paga um extra de US$ 72 por ano, para ter um número telefônico local, para que as pessoas possam chamá-lo, como se ele tivesse uma "linha telefônica real". Mesmo com esse extra, ele gasta menos por ano do que muitas firmas gastam por mês.

Secretária
É impraticável para o advogado manejar todas as ligações telefônicas, se quer executar seu trabalho a tempo. Para o ajudar nas comunicações telefônicas, Fleischman usa a "Call Ruby", uma empresa que oferece serviços terceirizados de secretária nos EUA. "As secretárias terceirizadas só não marcam reuniões, mas atendem o telefone, transferem a chamada para mim onde quer que eu esteja se certificam que os clientes entrem em contato comigo ou com outra pessoa da firma, se for o caso, e fazem com que os clientes fiquem satisfeitos. É melhor do que qualquer secretária eletrônica", diz.

PBX
Outra opção para firmas sem escritório, mas com mais de uma pessoa na equipe, é o Grasshopper, um sistema virtual de PBX testado por Fleischman. "É um sistema de atendimento automático, que não tem o mesmo valor do atendimento por secretária, mas, quando uma pessoa disca meu ramal, ele transfere as chamadas para um número que programei previamente", explica. "E as mensagens são enviadas para meu computador na forma de arquivo mp3".

Fax
Para os advogados que ainda usam fax, Fleischman apresenta uma solução: usar um serviço de "fax-para-e-mail", tal como o Maxemail ou o eFax. Qualquer um desses serviços dá ao usuário um número telefônico local para outras pessoas enviarem fax. O fax chega à caixa de e-mail no formato PDF (o que dispensa o escaneamento de fax recebido pelo aparelho tradicional).

E-mail
O e-mail é um meio de comunicação extremamente prático, mas desprovido de segurança. Os dados são transmitidos através de um espaço inseguro da internet e qualquer pessoa, com alguns conhecimentos, pode interceptá-los. Nos EUA, a CIA, o FBI e outros órgãos de segurança nacional fazem isso todos os dias. Fleischman diz que usa o Google Apps, que oferece mais segurança do que sua capacidade financeira pode adquirir e é usado por várias agências governamentais.

Armazenamento de dados
Documentos importantes devem ser arquivados no computador e em discos rígidos externos. Mas a novidade no mercado é a computação em nuvem, na qual pode ser montado um sistema para armazenamento de arquivos. A vantagem desse sistema é que os documentos dos clientes podem ser compartilhados com outras pessoas da equipe.
Fleischman diz que ele e sua equipe usam o Dropbox. O sistema sincroniza os arquivos dos computadores dos membros da equipe e faz o armazenamento em nuvem, para que toda a equipe tenha acesso a ele. Mas, como se trata de documentos de clientes, há que haver um bom nível de segurança. No caso, o sistema usa a "Camada de Soquetes de Segurança" (SSL – Secure Sockets Layer) e criptografia AES de 256 bits, para transmitir e armazenar arquivos. Outra provedora desse serviço é a Box.net.
O advogado diz que sua firma também usa um aplicativo de gerenciamento da prática, baseado em nuvem, para rastrear prazos, mensagens e atualizações dos arquivos. Uma das vantagens desses sistemas é a de que os advogados não têm de se preocupar com o back-up dos arquivos, porque isso é feito automaticamente.

Local de reuniões
Fleischman tem um sócio que tem um escritório com sala para reuniões com clientes, embora ele trabalhe de casa. Ter um sócio com escritório é uma ideia para o advogado autônomo, sem escritório. Mas outros advogados encontram novas soluções. Dependendo do cliente, marcar uma reunião para um café com um ambiente tranquilo pode ser uma saída.
Além disso, muitos tribunais disponibilizam salas de reuniões para advogados. Seccionais e subseccionais da Ordem dos Advogados e de associações de advogados têm, muitas vezes, salas de reunião que podem ser usadas pelos advogados. Outra alternativa é alugar uma sala de reunião, por determinado tempo, em um centro executivo.

Comunicações da equipe
Além do sócio com escritório, Fleischman trabalha com um advogado contratado e um assistente jurídico. Vez ou outra, usa assistentes que operam por meios virtuais, sem vínculos empregatícios, para fazer determinadas tarefas, sempre que necessário. Ele os contrata por meio de sites de assistentes free-lancing, como o eLance e outros. Os próprios assistentes o contatam, depois de verem uma oferta de trabalho que colocou no Facebook. A lógica é simples: ele precisa de assistentes familiarizados com tecnologia e o melhor lugar para encontrá-los é em um site com 700 milhões de membros tecnologicamente aptos.
As comunicações se desenvolvem com naturalidade. Todas as manhãs Fleischman, o advogado contratado e o assistente jurídico entram no Skype, para planejar o trabalho do dia e dos dias seguintes. Discutem o trabalho a ser feito e os desafios. E os resolvem, como em uma reunião normal de equipe em um escritório. Conforme necessário, se falam, durante o dia, pelo Skype ou pelo Google Talk — tão facilmente, como se estivessem em salas diferentes de um grande escritório.
A firma também mantém um "wiki" — um "site colaborativo", em que todas as pessoas (autorizadas, nesse caso) podem dar suas contribuições a conhecimentos e trabalhos que devem ser compartilhados e a procedimentos. O "wiki" é hospedado pelo servidor de internet da firma, com uma combinação de nome de usuário e de senha que é mudada regularmente, para efeito de segurança.

A vida de um advogado sem escritório
"Os clientes de nossa firma sabem que somos advogados sem escritório, autônomos e móveis. Nossa equipe tem a capacidade de trabalhar de casa ou de qualquer lugar, misturar a vida profissional com a pessoal, conforme surgem as necessidades ou oportunidades. A vida se torna mais livre", diz Fleischman.
"Além disso, a não ser pelo pequeno escritório de meu sócio, não temos as despesas de uma instalação física. Nosso sistema telefônico custa uma fração do que as firmas de advocacia gastam por mês e todas as nossas despesas são menores agora, que não temos todos os gastos com material de escritório", ele declara.
"A melhor parte é não perder muito tempo no tráfego, indo e vindo do escritório para casa. É um tempo que o advogado autônomo pode empregar adiantando o trabalho, estudando ou aprendendo a usar uma nova tecnologia, desfrutando a família ou resolvendo problemas pessoais. É só não descuidar do trabalho", conclui.

Por João Ozorio de Melo
Fonte Consultor Jurídico