quarta-feira, 22 de junho de 2022

INTERNET SEGURA: COMO PROTEGER MEUS DADOS NA REDE?

Confira cinco dicas do Idec para evitar que suas contas de e-mail, redes sociais etc. sejam invadidas ou suas informações vazadas na rede

O surgimento de novas plataformas tecnológicas traz diversos desafios para manter a segurança dos usuários. Cada vez mais conectados, os consumidores cadastram seus dados em uma série de serviços online, muitas vezes sem se preocupar com a vulnerabilidade das informações. Mas os riscos existem.
Plataformas como Dropbox, Last.fm e Yahoo já foram alvos de ataques de hacker no mundo inteiro. Entre as informações roubadas havia nomes, senhas, endereços de e-mail, números de telefone, entre outros dados que podem ser comercializadas na deep web – zona da internet que não pode ser detectada facilmente nos mecanismos de busca, repleta de atividades ilegais.
A seguir cinco dicas para navegar de forma mais segura na internet.

Conta segura
O primeiro passo para ter uma conta segura é verificar se ela já foi invadida alguma vez e se seus dados estão vulneráveis. Para isso, consulte o site haveibeenpwned.com (em inglês), criado pelo australiano Troy Hunt, diretor regional da Microsoft. Basta inserir seu endereço de e-mail e clicar em "pwned". Automaticamente, o site verifica se a conta está na lista de mais de 1 trilhão de e-mails hackeados nos últimos anos.
Caso apareça a frase "Good news — no pwnage found!", o endereço fornecido não foi afetado, e é possível criar um alerta automático, caso o e-mail apareça em futuros vazamentos. Já se o resultado for "Oh no — pwned!", o endereço está comprometido. Nesse caso, é importante mudar imediatamente sua senha nos serviços mais utilizados, como conta de e-mail e redes sociais.
Uma dica importante é criar senhas fortes que misturem letras, números e formem uma frase. Por exemplo: AmoPizza60. Também é recomendável trocar periodicamente as senhas.
Vale lembrar que não é seguro utilizar a mesma frase em todos os serviços. Se tiver medo de esquecê-la, anote-a em um papel (não no computador, pois ele também pode ser invadido) e deixe em um lugar seguro.

Validação dupla
Os serviços de e-mails e algumas redes sociais possuem um sistema que avisa o usuário, por mensagem SMS ou e-mail, caso a conta tenha sido acessada por um computador ou navegador novo, ou seja, que ele não reconhece.
O Facebook também possui um recurso em que você escolhe de três a cinco contatos confiáveis para receberem um código e uma URL da rede social para ajudá-lo a efetuar login novamente caso sua conta seja invadida.

Whatsapp mais seguro
Após ser invadido por hackers em 2017, o popular aplicativo de mensagens instantâneas mudou suas configurações para dar mais segurança aos usuários.
A versão possui um recurso complementar que aumenta a proteção da conta. Ele segue a lógica da validação dupla. Contudo, em vez de mandar um e-mail ou SMS com o aviso de acesso, exige que o usuário insira uma senha adicional para que o WhatsApp funcione em outros smartphones. Assim, em caso de clonagem do chip, não será possível habilitar uma nova conta informando apenas o código de segurança padrão.
Para ativar o recurso, você deve acessar as configurações do aplicativo. Nela, selecione a opção "Verificação em duas etapas" e clique em "Ativar". O aplicativo vai pedir para inserir uma senha numérica e confirmá-la. É possível informar também uma conta de e-mail para a recuperação da senha, assim será possível acessar o WhatsApp de outro dispositivo caso esqueça o código de acesso.

Cadastro completo
Possivelmente, ao baixar um novo aplicativo ou iniciar registro em um site, você já deparou com a opção de se cadastrar com a conta de sua rede social, principalmente do Facebook, em vez de fazer um novo cadastro.

Apesar de cômoda, essa opção não é recomendável, pois as redes sociais possuem uma vasta quantidade de dados pessoais armazenados. E são nesses dados que as empresas estão interessadas quando dão essa opção de cadastro rápido ao usuário. Você está disposto a compartilhá-los com elas? Antes de responder, lembre-se de que a segurança de muitos sites e aplicativos é baixa e, portanto, estes podem ser facilmente invadidos.

Objetos inteligentes
Também é importante ter cuidado com objetos que se comunicam e interagem via internet, como carros autônomos, aparelhos de saúde ou de monitoramento de atividades físicas. Esses produtos podem coletar e enviar informações pessoais sem seu conhecimento, representando riscos a sua segurança.
Para não se expor demais, procure ler a política de privacidade, observando se concorda com os dados que são coletados e com quem são compartilhados; desligar opções de rastreamento e de comando de voz, que habilita microfones e gravações; e manter o dispositivo desligado quando não estiver sendo utilizado.
Veja mais dicas na Cartilha de Segurança para Internet, do CGI.br (Comitê Gestor da Internet no Brasil) - https://cartilha.cert.br/livro/cartilha-seguranca-internet.pdf.

Fui vítima e agora?
Em casos mais graves, como vazamento de fotos íntimas, dados de cartões de crédito ou outros danos causados por falhas de segurança, por exemplo, o consumidor pode exigir reparação aos provedores do serviço com base no artigo 14 do Código de Defesa do Consumidor e no artigo 21 do Marco Civil da Internet. Eles são responsáveis mesmo se não tiverem causado o problema e independentemente de o serviço ser pago ou gratuito.
O primeiro passo é contatar os provedores por meio de seus canais de ajuda. Caso o problema não seja resolvido, procure os órgãos de defesa do consumidor ou ingresse com ação de reparação no JEC (Juizado Especial Cível).
Fonte Idec

5 VANTAGENS QUE TESTES DE PERSONALIDADE TRAZEM PARA CARREIRA

Ferramentas que mapeiam personalidade são comuns em processos de seleção, confira quais os benefícios que este tipo de teste traz para a sua carreira

Conhecer fatores de motivação é fundamental para acertar nas escolhas de carreira, diz especialista

É comum certo receio na hora de fazer um teste de personalidade, principalmente quando ele está atrelado a algum processo seletivo para uma oportunidade profissional. E isso acontece bastante, já que muitos profissionais de recrutamento costumam adotar ferramentas deste tipo para selecionar profissionais.
A explicação para o medo de encarar as perguntas que identificam o perfil pessoal comportamental pode ser etimológica. “A própria palavra teste pressupõe um parâmetro de adequação, parece que existe um certo e errado”, diz a psicóloga Giselle Mueller-Roger Welter, responsável técnica por um teste de personalidade, o Human Guide, apresentado durante o CONARH, que começou ontem em São Paulo.
Mas afinal, quais benefícios o profissional terá para a sua carreira (ou para o planejamento dela) ao encarar um teste de personalidade? É o que EXAME.com perguntou a Giselle. Confira cinco vantagens citadas pela especialista:

1 Conhecer o “DNA motivacional” traz autoconhecimento
“Não existe certo e errado quando se fala em personalidade. E o instrumento, no caso o teste, vai mapear o perfil da pessoa”, lembra Giselle. Ao encarar o teste e o seu resultado, o profissional vai dar um passo importante em direção ao autoconhecimento, segundo a especialista.
Vale destacar que o sucesso e a satisfação na carreira são, na maioria das vezes, resultantes da sintonia entre o desempenho da atividade e o perfil motivacional do indivíduo.
Assim fica claro que se conhecer, saber o que o inspira e o motiva para levantar todos os dias e ir trabalhar é parte fundamental deste processo. Isso porque, a partir da percepção dos fatores de motivação é possível ajustar a rota de carreira e aproximar-se daquilo que realmente faz sentido na sua vida.

2 Compreender a trajetória passada
“Agora eu entendo”. Sim, ao entrar em contato com motivadores e entender os contornos da sua personalidade, muito provavelmente movimentos, situações e conflitos ganharão a luz necessária para o seu real entendimento.
Uma pessoa que tenha se exposto muito em determinadas situações de trabalho pode compreender melhor suas ações ao perceber que a necessidade de atenção é um traço da sua personalidade. Ou seja, segundo Giselle, o resultado do teste vai organizar melhor a percepção que ela tem dela mesma.
Isso acontece porque ao entender o próprio funcionamento o profissional consegue traduzir o seu comportamento para o contexto da sua carreira. Conflitos profissionais, trocas de emprego e escolhas no passado podem ter mais relação com sua personalidade do que você imagina.

3 Fazer escolhas mais conscientes
“Ao identificar fatores de automotivação, a pessoa terá mais condições de avaliar se determinada tarefa vai trazer satisfação ou não”, diz Giselle.
Ou seja, a oferta de emprego pode ser boa em termos financeiros, mas se trouxer no “job description” uma atividade que você sabe que é altamente desmotivante para você, as chances de cair em uma cilada vão diminuir bastante.

4 Optar por fazer os ajustes necessários
Uma pessoa tímida e retraída que perceba que dentro da sua área de atuação ser expansiva é um valor social poderá fazer ajustes em seu comportamento para não se prejudicar.
“Esse profissional pode fazer um esforço no sentido de tomar ações para fazer as pazes com situações de exposição social caso perceba que sua timidez o atrapalha na hora de batalhar por uma promoção, por exemplo”, diz Giselle.
É claro que não haverá mudança na sua natureza, mas, de acordo com a especialista, é possível, nesse caso, trabalhar uma “expansividade instrumental”.

5  Aumento da tolerância
O olhar mais atento para a sua personalidade poderá trazer vantagens para o relacionamento interpessoal. “Ao me conhecer, passo a entender mais as outras pessoas e fico mais tolerante”, diz Giselle.
Por exemplo, você é uma pessoa mais sensível e tem um colega de trabalho extremamente objetivo. Ao se conhecer, fica mais fácil conhecer o outro e o resultado é que é menos provável que o modo de agir dele seja encarado como ofensivo. “Com melhor entendimento, a pessoa não se sente agredida pela objetividade dele”, diz Giselle.

Por Camila Pati
Fonte Exame.com

terça-feira, 21 de junho de 2022

MULHERES EM JORNADA INTEGRAL: HOME OFFICE EVIDENCIA DESEQUILÍBRIO DE GÊNERO


A modalidade de home office possibilitou a sobrevivência de milhares de empregos no período de quarentena. Se tornou, assim, um privilégio aos que podem continuar exercendo suas funções na segurança de suas casas, em meio a uma pandemia.
Em situações de crise, é importante a análise dos diferentes reflexos de uma mesma situação para homens e mulheres, já que a igualdade garantida na Constituição Federal, ainda não quebrou as barreiras culturais para alcançar seu cumprimento.
Para muitas mulheres, a casa ainda é sinônimo de trabalho doméstico e cuidado com outras pessoas. Com o isolamento social, em que escolas estão fechadas e empregados domésticos não estão trabalhando, há o desafio de incluir, neste mesmo espaço, suas vidas profissionais.
Antes da pandemia, mulheres gastavam em média, o dobro de horas semanais em atividades domésticas e de cuidados com pessoas, em relação aos homens, segundo pesquisa do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia Estatística). Com a pandemia, a tendência é que as mulheres estejam ainda mais sobrecarregadas.
São nos momentos de crise que o abismo entre homens e mulheres se evidencia e o machismo estrutural se torna um agravante dentre tantos desafios impostos pela pandemia, em vista que, administrar trabalho, atividades domésticas e filhos simultaneamente, se tornou a realidade de muitas mulheres em quarentena, independente dos cargos que ocupam e de classe social.
Diante deste cenário, dentre os trabalhadores em home office durante a crise do coronavírus, as mulheres são as mais prejudicadas, já que em tempos de contenções de custos e demissões em massa, a produtividade se torna um fator importante para sobrevivência no mercado de trabalho, e a sobrecarga imposta às mulheres pode afetar substancialmente o desempenho em suas atividades laborais.
Historicamente, as lutas das mulheres por conquistas de direitos em sociedade, sempre estiveram atreladas à desvinculação das limitações das obrigações domésticas. Atualmente, mesmo após a conquista de espaço e reconhecimento no mercado de trabalho, os resquícios de um tempo não muito distante, faz com que mulheres acumulem os papéis do passado com as conquistas do presente.
O estereótipo da mulher que consegue conciliar várias atividades ao mesmo tempo, também é reflexo do machismo estrutural e colabora com o afastamento de mulheres do mercado de trabalho, já que, se essa capacidade fosse real, haveria igualdade com os homens em cargos de alto escalão, políticos e no empreendedorismo.
A distinção de gênero não é mais compatível à sociedade atual. Para se possibilitar a equidade no mercado de trabalho, é necessário reconhecer e respeitar os limites das mulheres nas obrigações de suas vidas privadas, deixando de romantizar o papel da mulher que consegue dar conta de tudo e permitindo que elas sejam protagonistas de suas próprias vidas.
O cenário de crenças limitantes de uma cultura em que as maiores posições no mercado de trabalho são voltadas para homens, inviabiliza as mulheres e as levam a acreditar que são incapazes ou inferiores. A quarentena não é o momento de impor às mulheres a serem multitarefas, é o momento de homens e mulheres se conscientizarem de seus papéis, responsabilidades e limites, na vida profissional e doméstica, para a construção da equidade de gênero e consequentemente de um mercado de trabalho mais justo e coerente com o momento vivido. 
Por Laís Menezes Garcia
Fonte JusBrasil Notícias

VOCÊ ESTÁ PREPARADO PARA AS MUDANÇAS QUE ESTÃO ACONTECENDO NO MERCADO DE TRABALHO?


A crise econômica é apenas um dos fatores que estão influenciando mudanças no mercado de trabalho. O rápido avanço da tecnologia tem permitido o surgimento de novos modelos de negócios, que exigem uma nova postura de profissionais e empresas para sobreviverem no mercado. Por isso, é importante olhar para as transformações em curso e observar o quanto você está preparado para manter sua empregabilidade no futuro.
Para te ajudar nesse exercício, vou compartilhar aqui seis tendências do futuro do trabalho que a área de inovação de uma das empresas do Grupo DMRH identificou. Vamos lá?

Caminhos Adaptativos – Os avanços da tecnologia exigem das empresas e pessoas uma capacidade de adaptação cada vez maior. As decisões precisam ser tomadas rapidamente, sem enfrentar os obstáculos hierárquicos que tornam o processo de mudança lento. Você está pronto para trabalhar de forma mais autônoma, em uma hierarquia horizontal?  Você é do tipo que pergunta tudo para o chefe ou gosta de se desafiar e correr atrás das respostas?

Para Sempre Beta – A única maneira de acompanhar a velocidade das mudanças é aceitar que nunca estaremos 100% prontos. Se ficarmos muito tempo elaborando uma ideia, a chance de alguém colocá-la em prática antes ou de ela ficar ultrapassada é grande. Você costuma experimentar e arriscar? Vê o erro como uma oportunidade de desenvolvimento ou como um fracasso?

Carreiras Faça Você Mesmo – A relação tradicional de trabalho entre empresas e profissionais está se esgotando. Já há muitas pessoas procurando caminhos para se sentirem mais realizadas. Você está preparado para trabalhar por projeto e em equipes com pessoas de diferentes áreas? (Veja o que já postei sobre isso)

Mentes do Futuro – Os desafios da sociedade atual demandam muito mais do que raciocínio lógico. Você tem buscado viver experiências diferentes e ampliar seu repertório? Há quanto tempo fez algo pela primeira vez? Ir ao cinema, a exposições, shows, ler livros que não têm nada a ver com sua atividade profissional são coisas que você costuma fazer?

Pensar Ecológico – A economia colaborativa, que já emerge, deve se consolidar, levando à construção de relações mais equilibradas. Quando pensa em uma solução para um desafio, costuma se perguntar se é realmente boa e justa para todos os envolvidos?

Conect-Ação – Entregar apenas um simples produto ou serviço já não é mais suficiente. As empresas precisam criar experiências de impacto e fazer o cliente se sentir parte do todo. Por meio do seu trabalho, você pensa ou entrega soluções que geram conexão de verdade? Ao pensar em um produto, serviço ou dilema na gestão de suas equipes, o quanto você realmente “calça o sapato” dos seus clientes/consumidores/colaboradores?
Muitas pessoas já devem estar sentindo o impacto de algumas dessas mudanças em seu dia a dia. Mas acredito que organizá-las e discuti-las nos ajude a analisar o quanto estamos próximos ou não dessa realidade.
Por Sofia Esteves
Fonte Veja.com

segunda-feira, 20 de junho de 2022

O QUE FAZER NA PRIMEIRA HORA DE UM DIA DE TRABALHO PÓS-FERIADÃO

Colunista americano lista as ações de personalidades bem-sucedidas logo pela manhã. Checar e-mails não é uma delas, por incrível que pareça
   
Semana pós feriado prolongado começando, agenda cheia de compromissos, tarefas e mais tarefas pendentes. Dar conta de tudo pode ser complicado, mas para o colunista da revista de negócios Fast Company, Kevin Purdy, o segredo da boa administração do tempo está na primeira hora de trabalho. Segundo ele, para grandes empresários como Steve Jobs, co-fundador da Apple, que morreu em 2011, e David Karp, presidente do Tumblr, esse é o momento do dia para avaliar a rotina e focar no lado humano de seus negócios e não na “máquina” que faz tudo girar.
Na lista abaixo, confira as ações mais comuns na primeira hora de trabalho de quem é bem-sucedido no que faz, segundo artigo de Purdy, e inspire-se:

Nada de checar os e-mails
O fundador do Tumblr, David Karp, disse em entrevista a uma publicação americana, que tenta — com um certo esforço, admite — não checar e-mails antes das 9h30m ou 10h da manhã, quando ainda pode estar em casa. O motivo? “Ler e-mails em casa nunca é bom ou produtivo. Se alguma coisa for urgente, as pessoas vão ligar ou mandar mensagens”, afirma Karp.
O colunista Kevin Purdy, da Fast Company, usa o exemplo para destacar que o comportamento moderno de sempre esperar uma resposta rápida do outro nem sempre precisa ser levada a sério logo no começo do dia, como a maioria das pessoas está acostumada a fazer. Será que não vale a pena já ir acostumando colegas e até o chefe a esperar um pouco mais pela resposta?

Tarefas complicadas
O consultor de administração do tempo Brian Tracy se inspirou em uma frase do escritor Mark Twain para compor um de seus livros de auto-ajuda: “Se você engolir o maior sapo logo de manhã, nada mais parecerá tão ruim no resto do dia". Neste caso, a expressão em inglês “engolir um sapo” não quer dizer “levar desaforo para casa”, como em português, mas sim fazer a tarefa que for mais difícil. Ou seja: nada de deixar para resolver depois o que pode ser feito agora. A dica para administrar bem as tarefas está em listar as prioridades, das mais urgentes para as menos. Pensar sobre elas no caminho de casa para o trabalho pode adiantar o processo, sugere Purdy em seu artigo.

Momento meditação
O guru da auto-ajuda Tony Robbins, que tem como seguidores empresários bem-sucedidos em todo o mundo, pede a seus discípulos que, assim que acordarem, reservem uma hora, 30 minutos ou pelo menos 15 para entoar um mantra motivacional. Boa parte desse momento deve ser reservado para a reflexão das coisas pelas quais são gratos: família, amigos, carreira, tudo. A outra parte consiste em visualizar tudo o que se quer da vida como se elas já estivessem presentes hoje. O truque aqui é tentar acordar um pouco mais cedo e, sem a ansiedade de se preparar para sair, focar na meditação e analisar com calma o que fazer no dia.

Você faz o que realmente quer
O famoso discurso de Steve Jobs na Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, em 2005, é um dos mantras motivacionais mais compartilhados do momento. Jobs disse: “Quando eu tinha 17 anos, li uma frase que era mais ou menos assim: ‘Se você vive cada dia como se fosse o seu último, um dia você vai estar certo’. Isso me marcou e, desde então, pelos últimos 33 anos, tenho olhado para o espelho todas as manhãs e me perguntado: Se hoje fosse o último dia da minha vida, eu gostaria de fazer o que estou prestes a fazer hoje? E se a resposta fosse 'não' por muitos dias seguidos, eu sabia que precisava mudar alguma coisa”. Dica valiosa, não?

Mantendo contato
A última coisa que o presidente de uma empresa precisa fazer é responder a cada uma das reclamações dos clientes, certo? Errado. Segundo o empresário Craig Newmark, da empresa de anúncios Craigslist, responder os usuários na primeira hora do dia é o que o prende à realidade. No dia a dia de outras empresas, segundo Purdy, esse comportamento pode ser traduzido em fazer perguntas aos gestores das áreas e trocar experiências com colegas. Segundo ele, é nesse momento da rotina do trabalho que fica mais fácil fazer contato com as pessoas, antes que as tarefas comecem a se acumular na mesa e a “socialização” acaba ficando em segundo plano.
Fonte O Globo Online

domingo, 19 de junho de 2022

PELO PODER DE TRÊS VEZES TRÊS

 

Que a energia surja...

Que minha alma se expanda...

Que o amor seja sempre...

Que o desejo mais profundo seja realizado...

✨ PELO PODER DE TRÊS VEZES TRÊS ✨

Que as pontes sejam criadas...

Que o círculo se abra e não fique quebrado...

Que a magia se manifeste em nosso coração...

E milagre acontecer...

Que nosso espírito se junte ao ar,

Fogo, água, terra

Fazendo parte do Todo...

✨ PELO PODER DE TRÊS VEZES TRÊS ✨

Que minha luz reflita minha essência...

Que a prosperidade surja em todos os seus aspectos...

Que as portas se abram e as oportunidades

se tornem realidade neste mundo exterior...

Este universo é muito basto e próspero, cada ser

pode se iluminar no seu próprio caminho, sem se chocar nem incomodar o outro...

Que cada alma encontre seus iguais...

Que nossa mente possa ser aquietada

para que a intuição nos guie...

Que tudo seja, de coração para coração...

Para unir, não separar, onde o amor torna tudo possível...

Assim Seja!

Assim se Faça!

Assim é!

SIGNIFICADO DE HORAS IGUAIS

quarta-feira, 15 de junho de 2022

SINAIS DE QUE VOCÊ TEM UM EMPREGO - E NÃO UMA CARREIRA

Estar empregado não significa estar construindo a carreira. Especialistas explicam a diferença e revelam sinais de que uma pessoa tem emprego, e só

“Grande parte das pessoas têm emprego, mas não têm carreira”, diz o presidente da Sociedade Brasileira de Coaching, Villela da Matta. É que estar empregado não significa, necessariamente, estar na trilha de uma trajetória de sucesso.
Segundo especialistas, a diferença entre ter um emprego e estar construindo uma carreira é notável a partir de alguns sinais na vida profissional.
EXAME.com perguntou a três deles quais seriam estes indicativos. Confira os sinais de que o profissional está se mantendo em um emprego mas está longe de pensar na sua carreira:

1 Você faz o que deve ser feito, e só
Esta é definição dada pelo presidente da Sociedade Brasileira de Coaching para emprego. Para Simone Leon, diretora da Right Management, ter só emprego é ter uma ocupação que traz remuneração. E , ponto final. “Já a carreira predispõe movimentação, crescimento”, explica.
Estar estagnado na mesma função há um bom tempo, não ter mudança de responsabilidades nem encarar novos desafios revelam que o profissional está - como diz da Matta, - fazendo o que deve ser feito, e só. E sem a menor perspectiva de ir além disso.

2 Aprendizado zero
“A diferença entre emprego e carreira está ligada ao aprendizado. Quem está aprendendo está se desenvolvendo na carreira”, diz Eline Kullock, especialista em geração Y e sócia da Stanton Chase Internacional.
Há quanto tempo você não aprende algo novo na sua função ou sobre a sua empresa? “Às vezes o profissional está na mesma função mas vai se tornando mais sênior, começa a ser chamado para reuniões, recebe atribuições ligadas a tomada de decisão”, diz Simone.
Nesse caso há desenvolvimento de carreira. “Saber pra onde a empresa está indo também é sinal que a pessoa está evoluindo na sua carreira”, diz Eline.

3 Estar tão absorvido por tarefas cotidianas a ponto de nunca inovar ou influenciar
A ausência de inovação também acende a luz vermelha para a carreira. “O profissional não se empenha em fazer diferente, dentro da função que exerce”, diz Simone.
Criar coisas novas, trazer algo de diferente para a rotina do escritório, ter novas ideias e sugestões de como executá-las indica a vontade de ir além do job description.
Afinal, trazer ou procurar novas práticas é uma maneira de influenciar pessoas e se tornar uma referência. “Para assumir um cargo de liderança, o profissional tem que já ter mostrado habilidade de influência”, diz Simone.

4 Não ter um objetivo definido (nem saber qual o próximo passo)
Falta de foco, falta de meta. Quem está em um emprego, e não tem a visão de construção de uma carreira, não faz a mínima ideia de qual é o seu próximo passo, de acordo com Vilella da Mata.
Quem não toma as rédeas da sua trajetória, não planeja. Fica refém do que a empresa decide para a sua vida profissional.
É claro que o plano de carreira não é algo estanque. “Não é por estar trabalhando com algo diferente do que se imaginou no início que a pessoa fracassou”, lembra Eline.
Mas é essencial, mesmo que vá ajustando e refazendo, ter um esboço do que quer da sua vida profissional nos próximos anos.
“Se a pessoa não sabe nem a direção a ser seguida, não consegue avaliar as oportunidades de acordo com a aderência ao que estabeleceu como próximo passo”, diz Simone Leon, da Right Management.

5 Não acreditar que pode atingir seus objetivos
A falta de fé em si mesmo barra o desenvolvimento de qualquer carreira, segundo o presidente da Sociedade Brasileira de Coaching.
“As pessoas até sonham em chegar ao topo, mas, com frequência, não acreditam ser capazes de conseguir”, diz. Aqui fica explícita a distinção entre sonhar com uma posição e se planejar chegar ao seu objetivo.

6 Não desenvolver competências que o levem a um objetivo
Se o movimento é o principal divisor de águas entre emprego e carreira, a pessoa que cria condições propícias para a sua evolução demonstra que está atenta a sua trajetória profissional como um todo.
Desenvolver as competências necessárias para dar o próximo passo é fundamental nesse processo de cuidado com a carreira, segundo Villela da Mata.
“O profissional deve perceber o que será necessário saber lá na frente”, diz Simone. Hoje pode não fazer diferença, mas uma movimentação lateral que permita experiência na área comercial, por exemplo, pode contar pontos na hora de assumir um cargo de gestão.

Por Camila Pati
Fonte Exame.com

A INIMIZADE E A AMIZADE

domingo, 12 de junho de 2022

TODO CASAL DEVERIA LER


Por mais que o poder e o dinheiro tenham conquistado uma ótima posição no ranking das virtudes, o amor ainda lidera com folga.
Tudo o que todos querem é amar. 
Encontrar alguém que faça bater forte o coração e justifique loucuras. 
Que nos faça entrar em transe, cair de quatro, babar na gravata. 
Que nos faça revirar os olhos, rir à toa, cantarolar dentro de um ônibus lotado. 
Tem algum médico aí???
Depois que acaba esta paixão retumbante, sobra o que? 
O amor. Mas não o amor mistificado, que muitos julgam ter o poder de fazer levitar. O que sobra é o amor que todos conhecemos, o sentimento que temos por mãe, pai, irmão, filho. É tudo o mesmo amor, só que entre amantes existe sexo.
Não existem vários tipos de amor, assim como não existem três tipos de saudades, quatro de ódio, seis espécies de inveja. 
O amor é único, como qualquer sentimento, seja ele destinado a familiares, ao cônjuge ou a Deus. 
A diferença é que, como entre casados não há laços de sangue, a sedução tem que ser ininterrupta. 
Por não haver nenhuma garantia de durabilidade, qualquer alteração no tom de voz nos fragiliza, e de cobrança em cobrança acabamos por sepultar uma relação que poderia ser eterna. 
Casaram. "Te amo prá lá, te amo prá cá". Lindo, mas insustentável...
O sucesso de um casamento exige mais do que declarações românticas. Entre duas pessoas que resolvem dividir o mesmo teto, tem que haver muito mais do que amor, e às vezes nem necessita de um amor tão intenso. É preciso que haja, antes de mais nada, respeito. Agressões zero. Disposição para ouvir argumentos alheios. Alguma paciência... Amor, só, não basta.
Não pode haver competição. Nem comparações. Tem que ter jogo de cintura para acatar regras que não foram previamente combinadas.
Tem que haver bom humor para enfrentar imprevistos, acessos de carência, infantilidades. Tem que saber levar. Amar, só, é pouco.
Tem que haver inteligência. Um cérebro programado para enfrentar tensões pré-menstruais, rejeições, demissões inesperadas, contas pra pagar.
Tem que ter disciplina para educar filhos, dar exemplo, não gritar. Tem que ter um bom psiquiatra. Não adianta, apenas, amar.
Entre casais que se unem visando a longevidade do matrimônio tem que haver um pouco de silêncio, amigos de infância, vida própria, um tempo pra cada um. Tem que haver confiança.
Uma certa camaradagem, às vezes fingir que não viu, fazer de conta que não escutou. É preciso entender que união não significa, necessariamente, fusão. E que amar, "solamente", não basta.
Entre homens e mulheres que acham que o amor é só poesia, tem que haver discernimento, pé no chão, racionalidade. Tem que saber que o amor pode ser bom, pode durar para sempre, mas que sozinho não dá conta do recado. O amor é grande mas não é dois. É preciso convocar uma turma de sentimentos para amparar esse amor que carrega o ônus da onipotência. 
O amor até pode nos bastar, mas ele próprio não se basta.
Um bom Amor aos que já têm!

Um bom encontro aos que procuram!
E felicidades a todos nós!
Por Artur da Távola

EXISTE RAZÃO?

AME APENAS

terça-feira, 7 de junho de 2022

COMO SE SAIR BEM EM ENTREVISTAS


Se você está procurando um novo emprego é fundamental que se prepare para uma das etapas mais importantes do processo seletivo: a entrevista. Aqui reuni as principais dicas para você se sair bem nesse momento.

Detalhes são importantes
Fique atento, pois há detalhes que podem deixar uma impressão boa ou ruim sobre você:

• Planeje-se para chegar no horário marcado.
• Cumprimente o entrevistador com um aperto de mão firme.
• Mantenha contato visual com o entrevistador.
• Não exagere no perfume.
• Informe-se sobre o traje usual da empresa.
• Não fale mal de seu atual ou antigo empregador.
• Não revele informações confidenciais sobre a empresa na qual você trabalha ou trabalhou.
• Seja sincero quanto ao motivo da sua saída do antigo emprego.
• Se você tiver um real interesse em ocupar a vaga, mostre entusiasmo.
 
A entrevista é uma via de mão dupla
Aproveite o momento da entrevista para fazer perguntas e tirar dúvidas sobre o cargo para o qual você está concorrendo. Fazendo isso, além de demonstrar interesse pela vaga, você entende melhor quais serão suas atribuições e responsabilidades no novo cargo e consegue ter mais certeza sobre a decisão de continuar no processo seletivo ou não.

Você está participando de mais de um processo seletivo ao mesmo tempo?
Seja sincero com o entrevistador, isso será valorizado. Analise os prós e os contras de cada cargo para o qual está concorrendo e reúna o máximo de informações sobre cada um deles. Esse exercício o ajudará a decidir o quanto antes sobre qual das oportunidades melhor atende às suas expectativas.

Atenção ao mencionar informações sobre seu salário
Certifique-se de que você está passando as informações corretas sobre sua remuneração, deixando claro se o valor informado refere-se ao salário ou à remuneração total, incluindo benefícios e bônus. Lembre-se de que a empresa pode solicitar algum documento a fim de comprovar as informações. Tenha o mesmo cuidado ao falar sobre a sua pretensão salarial.

Leve referências
É comum que os entrevistadores peçam referências de pessoas com quem você já tenha trabalhado para saber mais sobre o seu perfil profissional. Por isso, é importante que você esteja sempre preparado para passar três ou mais contatos de pessoas com quem você já tenha se relacionado no âmbito profissional.
Por Fernando Mantovani
Fonte Exame.com

BOM DIA! ABENÇOADO SEJA!

segunda-feira, 6 de junho de 2022

OS 10 MANDAMENTOS DO CONSUMIDOR DEPOIS DO CORONAVÍRUS


A pandemia de coronavírus provocou uma ruptura brusca em nossas vidas, que deixará como legado novos hábitos de comportamento. É a essa conclusão que a consultoria McKinsey chega no estudo “O novo consumidor pós covid-19”, divulgado este mês.
O material aponta quais as principais preocupações dos brasileiros com a crise, que fazem desta diferente das anteriores que o país já enfrentou. A origem sanitária coloca no topo da lista de preocupações a saúde pública em geral, a disseminação do vírus, os cuidados com a família, a segurança e a incerteza quanto ao tempo de duração da pandemia. Somente depois vem a preocupação econômica.
A partir deste cenário atual, o estudo mapeou como os brasileiros adaptaram sua vida ao distanciamento social e à redução da atividade econômica. E a partir daí, projetou qual consumidor emergirá da pandemia. O E-Investidor lista, a partir do estudo, os 10 mandamentos deste novo consumidor.

1 – O digital estará em todas as dimensões das nossas vidas. O confinamento em casa apresentou diversas faces do mundo digital a milhões de brasileiros. Segundo o estudo, 72% dos brasileiros tiveram sua primeira experiência com plataformas de streaming, 48% recorreram a video-chamadas para bater papo nos finais de semana, 43% descobriram o TikTok e 42% usaram plataformas de ensino à distância para si próprio ou para os filhos. As compras digitais, naturalmente, também cresceram: 40% passaram a usar mais o comércio eletrônico, mesmo tendo cortado gastos.
A aceleração do marketing digital será obrigatória para atender a esse novo consumidor. Aprimorar a experiência do usuário, captar mais dados para melhor entender o consumidor e aproveitar novas oportunidades de negócios será mandatório. As lojas físicas terão de ser repensadas.

2 – Eu preciso mesmo consumir isso? Milhões de brasileiros perderam receita com a pandemia, seja por corte de salários ou demissão. A insegurança financeira deixará marcas nos hábitos de compra. A tendência é o consumidor se perguntar várias vezes se precisa mesmo daquele produto. Mesmo quando precisar, não se incomodará de adquirir de segunda mão.
As empresas devem ficar de olho nos novos padrões indicados pelos pontos de venda. E a comunicação terá de deixar muito claro que aquele produto ou serviço vale o quanto custa.

3 – Novas marcas. Com maior fidelidade. Os brasileiros têm experimentado o novo nas compras durante a pandemia: 25% estão frequentando novas lojas (mesmo que virtualmente); de 30 a 40%, comprando novas marcas. Explorar as conexões afetivas e ter produtos disponíveis em canais chave será fundamental para as marcas laçarem esses novos clientes. Quem conseguir, terá conquistado consumidores leais.

4 – Consumir presencialmente deve ser algo seguro. A reabertura do comércio físico dificilmente levará a lojas imediatamente lotadas. O medo de contaminação com o vírus acompanhará os brasileiros por longo tempo. Isso fará a limpeza das lojas ser mais importante que o preço. Não permitir aglomerações, mais atraente do que o comércio ser perto da casa do cliente.
O layout das lojas terá de ser repensado para transmitir a sensação de maior segurança. Máscaras serão parte do novo normal e algumas categorias serão afetadas, como maquiagem. Quem seguir apostando em vendas remotas ganhará mais fôlego para recuperar a venda presencial.

5 – Saúde (e qualidade de vida) é o que interessa. Em uma pesquisa de suporte ao estudo, 60% dos entrevistados disseram estar consumindo mais produtos frescos e não industrializados do que antes. Do mesmo universo, 80% garantem estar fazendo alguma atividade física dentro de casa. Será necessário expandir o portfólio de produtos e ofertas para atender a essa nova aspiração por saúde e qualidade de vida.

6 – Ficar mais tempo em casa será o novo normal. O coronavírus obrigou os brasileiros a passarem mais tempo em casa. Mesmo quando a pandemia passar, o lar deve ser um espaço de permanência maior do que antes. Seja para manter hábitos e conexões adquiridos durante o confinamento; seja porque as dificuldades econômicas não permitirão muito consumo fora de casa.
Para atender esta face do novo normal, a arquitetura e o layout das casas passarão a incorporar espaço de trabalho, bem como a internet terá de suportar as horas de home office e de streaming. Explorar o “faça você mesmo” para cuidados pessoais e culinária ou práticas de relaxamento serão boas oportunidades de atingir os consumidores.

7 – Na hora de se vestir, mais conforto e menos tendência. O enfraquecimento da fronteira entre casa e trabalho chegou também ao guarda-roupa. E pra ficar. 73% dos entrevistados na pesquisa que suporta o estudo disseram privilegiar o conforto na hora de se vestir durante a quarentena. Somente 19% disseram levar em conta a última moda.
O setor de beleza terá forte demanda por produtos e serviços que as clientes possam consumir por conta própria, sem sair de casa. As coleções de roupa terão de privilegiar também o conforto, a qualidade do material e a durabilidade, deixando o “conceito” no fundo da gaveta.

8 – A sustentabilidade será critério determinante de escolha. Ser sustentável deixará de ser um conceito abstrato para a maioria dos consumidores para passar a ser um critério de escolha. Segundo o estudo, a pandemia fez crescer nas pessoas o impacto do consumo no meio ambiente, levando a medidas práticas para reduzir essa consequência. As marcas terão de levar essa preocupação para sua produção e para a entrega dos serviços ou produtos. E quem errar a mão, será punido.

9 – A preocupação com a sociedade importa. Ao lado da sustentabilidade crescerá a importância do propósito. O consumidor já aumentou durante a crise a preocupação com o papel que as marcas procuram ter perante a sociedade. Na retomada, será necessário ser mais contundente na aplicação dos propósitos e reforçar a conexão afetiva com os consumidores.

10 – A cidade nunca mais será a mesma. O coronavírus deixou as ruas das cidades vazias. (Ok, estão começando a ser reocupadas antes do adequado). Mesmo assim, haverá marcas no comportamento do consumidor. Para muitos, trabalhar em casa se tornará o expediente definitivo. Por um longo tempo haverá preocupação com a transmissão do vírus – e isso pode levar muita gente a morar em cidades menores e mais baratas.

Para as marcas, a tarefa é direcionar esforços de marketing para este novo comportamento, olhar para o interior como um mercado com clientes que deixaram os centros urbanos e redistribuir a rede física.
Por Veruska Sayonara
Fonte JusBrasil Notícias

10 ERROS COMUNS E FÁCEIS DE EVITAR NO LINKEDIN

LinkedIn: incluir palavras-chave no seu perfil é essencial para ser encontrado na rede

Traduzido para o português em 2010, o LinkedIn cresceu rapidamente no Brasil. No início de 2013, contava com cerca de 10 milhões de usuários no país. Este ano, ultrapassou 20 milhões.
Somos o terceiro país com mais perfis na rede social, atrás somente dos Estados Unidos e da Índia. Mas, apesar dessa presença massiva, os brasileiros ainda estão descobrindo o que podem fazer no site.
Essa é a visão de Fernanda Brunsizian, gerente de comunicação do LinkedIn no Brasil e na América Latina. “Não existe um jeito certo ou errado de usar, mas muita gente ainda explora a rede de forma bem básica”, afirma.
Não saber “se vender” é o principal erro estratégico dos usuários, na opinião de Dan Sherman, autor do livro “Obtendo o Máximo do LinkedIn” (Editora M.Books). Para ele, perfis na rede social funcionam como peças de publicidade.
“É um anúncio de você mesmo: quem você é, o que pode fazer e como pode fazer a diferença em uma empresa”, disse Sherman em entrevista a EXAME.com.
A boa notícia é que melhorar a sua estratégia de marketing pessoal no site não dá muito trabalho. Isso porque a maior parte das oportunidades desperdiçadas está nos menores detalhes. Veja a seguir 10 erros comuns, mas fáceis de corrigir:

1. Não mostrar o seu rosto
De acordo com a gerente do LinkedIn, perfis com foto são 14 vezes mais clicados do que aqueles que não têm imagem nenhuma. “É um detalhe que traz credibilidade e uma sensação de proximidade”, explica ela.

2. Escrever demais
Aviso aos prolixos: perfis com textos muito longos ou imprecisos afastam as pessoas. Isso vale especialmente para a seção “Resumo”, segundo Fernanda. Outro erro grave de um texto é não conter palavras-chave sobre a sua área e as suas competências, já que elas servem como base para a busca no site.

3. Copiar textos do currículo
Simplesmente transferir o conteúdo do seu CV para o LinkedIn não faz sentido, já que os objetivos de cada recurso são bastante diferentes. De acordo com Fernanda, perfis na rede social têm uma linguagem própria e devem ser constantemente atualizados.

4. Não listar as suas competências
É fundamental compilar as suas habilidades e deixá-las à disposição de votos (os famosos “endorsements”) de outros usuários. Fernanda explica que o mecanismo de busca no LinkedIn considera as palavras que você escreve nessa seção. Portanto, se você quer ser encontrado na rede, é bom caprichar na lista.

5. Não ter um link personalizado
Pode reparar: o link para o seu perfil no LinkedIn tem uma expressão depois da barra (“/”). Pela configuração automática do LinkedIn, são apenas números e símbolos aleatórios. O ideal é substituir essa expressão pelo seu nome. Essa pequena mudança impulsiona o seu perfil em buscas no próprio LinkedIn e até no Google. “Além disso, o link fica mais simples e bonito em cartões de visita, assinaturas de email e apresentações de slides”, comenta Fernanda. O passo a passo para customizar o link está aqui.

6. Omitir certos detalhes pessoais
A gerente do LinkedIn diz que a maioria das pessoas deixa em branco a área do perfil destinada a projetos de voluntariado, causas sociais e eventos - e perdem com isso a chance de revelar sua identidade fora do trabalho. Essas informações importam, porque criam possibilidades de identificação e conexão pessoal com outros profissionais e até recrutadores.

7. Não mencionar resultados
A palavra mais repetida em perfis de brasileiros no LinkedIn é “responsável”, segundo um levantamento recente feito pela rede social. Segundo Fernanda, os usuários tendem a descrever suas funções e atribuições, e deixar de fora os resultados que trouxeram para seus empregadores. Vale lembrar que isso empobrece não apenas o seu perfil no LinkedIn, mas também o seu currículo.

8. Deixar o nome da sua universidade sem link
Quando você digita o nome da faculdade que você frequentou no campo “Educação”, é bom clicar no preenchimento automático que o site sugere. Se você não faz isso, o logo da instituição não aparece no perfil e você fica de fora da comunidade de ex-alunos. “Com isso, você perde a chance de ter notícias sobre a universidade e ter contato com outros egressos”, diz a gerente.

9. Subaproveitar o conteúdo
De acordo com Fernanda, o site se torna muito mais interessante - e útil - quando o usuário participa de grupos, segue empresas e acompanha influenciadores. “Muita informação relevante do mercado surge por esses canais”, afirma ela.

10. Conectar-se com pessoas aleatoriamente
Se você envia e aceita pedidos de conexão sem nenhum critério, é bom repensar essa prática. “Você não precisa necessariamente conhecer a pessoa, mas é essencial que vocês tenham algo em comum, como a área de atuação ou interesses profissionais”, diz a gerente do LinkedIn. O contrário é perda de tempo.
Por Claudia Gasparini
Fonte Exame.com

sábado, 4 de junho de 2022

NESSE INVERNO, SAIBA COMO PROTEGER SEU ANIMAL DA GRIPE E OUTRAS DOENÇAS RESPIRATÓRIAS


O inverno está chegando e já podemos sentir os dias mais frios começarem a surgir. Nessa época do ano a incidência de gripes e resfriados é maior em humanos, mas não somos os únicos a sofrer com esses males, nossos animais também estão sujeitos a doenças típicas de inverno, e assim como nós demandam cuidados especiais para aumentarem sua proteção.
De acordo com Jaime Dias, gerente técnico de animais de companhia da Merial Saúde Animal, é preciso ficar atento aos primeiros sintomas apresentados por cães e gatos. “As doenças respiratórias são as mais comuns nessa época do ano. A gripe canina ou felina apresenta sintomas bem parecidos com o que sentimos, como secreção nasal, tosse e espirros.”
Existem ainda inúmeras outras doenças infecciosas que podem acometer os animais, e no inverno outros males também podem surgir como é o caso da cinomose, doença viral transmitida entre cães, que apresentam sintomas similares aos da gripe canina, mas com uma gravidade maior, podendo levar o animal à morte.
O veterinário reforça que são necessários alguns cuidados e pontos de atenção para mantermos nossos amigos animais saudáveis nessa época do ano. “O clima seco, ambientes fechados, sem ventilação e o contato direto entre animais saudáveis e animais doentes facilitam a transmissão de microorganismos.
Algumas dicas para cuidar dos animais no frio:

Banhos
Evite banhos em dias muito frios, isso pode causar uma sensação de frio maior ao seu animal. Caso seja necessário, use água morna e capriche no momento de secar.

Pelos
Os pelos auxiliam na retenção do calor. Embora existam animais com pelo curto que não sentem necessariamente mais frio no inverno, essa época não é indicada para tosa completa dos animais.

Roupas
Aposte em cobertores, mantas e roupinhas confortáveis para seu animal, principalmente se eles ficam do lado de fora da casa. Comumente os animais não gostam de ficar o tempo todo com a roupinha, então utilize apenas ao perceber temperaturas muito baixas e sinais de que o animal está sentindo frio.
Fonte Agência de Notícias de Direitos Animais - ANDA

ANATOMIIA DE UM GATO