sexta-feira, 23 de outubro de 2026

COMO PLANEJAR UM FIM DE SEMANA REALMENTE REVIGORANTE

Depois de uma semana inteira de trabalho intenso, o que você faz na sexta-feira?

Quem respondeu que se joga no sofá e contempla uma longa lista de tarefas não está sozinho: para muitos empreendedores, o fim de semana também conta como dia útil, e não como descanso.
O problema dessa rotina é acordar um tanto exausto na segunda-feira, afirma a escritora Laura Vanderkam. Ela acaba de publicar o e-book “What the Most Sucessful People Do on the Weekend” (o que as pessoas mais bem-sucedidas fazem no final de semana), para o qual conversou com empresários de sucesso sobre sua programação de fim de semana.
Em um artigo publicado no site da revista Inc, ela resume o que ouviu desses empreendedores e dá três dicas para usar melhor o sábado e o domingo para combater os efeitos do excesso de trabalho – e voltar novo em folha para o escritório.

1 – Conte as horas vagas – e aproveite-as
Você já contou quanto tempo livre tem entre abrir uma cerveja na sexta às seis da tarde e desligar o despertador às seis da manhã de segunda? São 60 horas no total, ou 36 horas úteis, descontando-se as 24 de sono – quase a mesma carga horária de uma semana de trabalho.
“Tanto tempo não pode ser desperdiçado”, diz Vanderkam. Por isso, ela recomenda dedicação máxima ao planejamento antecipado dos dias de folga e diz que é preciso traçar estratégias com o mesmo apuro e seriedade de compromissos profissionais.

2 – Planeje eventos-âncora
A intensa semana de trabalho geralmente deixa o empreendedor esgotado na sexta-feira. Mas Vanderkam argumenta que sentar inertemente na frente da TV ou surfar aleatoriamente na internet não são as melhores maneiras de se preparar para uma nova jornada.
Parece um paradoxo, mas para renovar as energias é preciso se mexer. “Outros tipos de trabalho, como exercícios físicos, um hobby, tomar conta dos filhos ou ser voluntário, ajudam mais a preservar o ânimo para os desafios da semana do que vegetar completamente”, afirma a escritora.
O segredo para ter um fim de semana ativo é planejar alguns eventos-âncora, afirmam os entrevistados por Vanderkam para o livro. Não é preciso encher todas as horas vagas, apenas ter em mente que haverá um horário reservado para ver atividades e apresentações dos filhos, jogar futebol ou cozinhar para os amigos.
“De início, isso pode parecer pouco divertido e muito trabalhoso, mas, de acordo com os entrevistados, gastar energia dá mais ânimo para retomar o trabalho”, afirma Vanderkam.

3 – Desfrute por antecipação
Planejar com minúcia até mesmo o fim de semana parece coisa de gente bitolada, mas Vanderkam defende que essa tarefa também pode ser muito prazerosa. “Projetar o futuro e antecipar o programa representa uma boa parte da felicidade gerada por qualquer evento”, afirma.
A tática de marcar as atividades com antecedência também economiza momentos preciosos do fim de semana que em geral são gastos negociando um plano com seu cônjuge ou correndo atrás de algum restaurante que ainda tenha lugares vagos – ou de alguém para tomar conta das crianças.
Além disso, marcar um compromisso desestimula a clássica desistência de fazer algo no final de semana por estar muito cansado.
  Por Bruna Maria Martins Fontes
Fonte Papo de Empreendedor

NADA DAQUELA CALÇA VELHA, AZUL E DESBOTADA

 
O que vestir (ou não) na empresa na ‘casual friday’, aconselham consultoras de moda

A sexta-feira chegou e, em muitas empresas, nota-se que os funcionários exibem um visual mais relax. Isso por conta do ''casual day'', que surgiu e se popularizou nos Estados Unidos, mas foi sendo incorporado aos poucos pelos brasileiros. É quando executivos e funcionários de organizações mais formais deixam de lado o terno, a gravata, os taileurs e o salto alto, e adotam trajes mais descontraídos. Mas nada de ir trabalhar de qualquer jeito, alertam as especialistas em moda e estilo. Segundo elas, não há uma regra definitida, e tudo vai depender do perfil da empresa e o segmento em que esta atua.
A consultora de moda e imagem Milla Mathias diz que, ainda hoje, as pessoas têm dúvidas quanto ao tipo de roupa que devem - ou podem - vestir nesses dias.
- Ainda pensam que podem ir de calça jeans, camiseta velha e tênis, quando na verdade não é bem assim.
A consultora explica que o intuito do casual day é trazer mais descontração às roupas, e consequentemente, ao ambiente de trabalho às vésperas do fim de semana, para que os profissionais possam trabalhar mais relaxados e contentes.
E, se antes, a prática se restringia apenas às sextas-feiras, e a poucas empresas, hoje a informalidade no vestir se estendeu a outros dias da semana e a diversos tipos de organizações, acrescenta Paula Acioli, coordenadora acadêmica do curso “Gestão de negócios no setor de moda”, da FGV.
- Essa mudança de padrões e quebra de paradigmas no vestir é, na verdade, um claro reflexo do tempo que estamos vivendo, muito mais democrático em todos os sentidos, social e economicamente falando - ressalta Paula.
Independentemente do dia, afirmam as especialistas, não se deve esquecer que estamos falando de ambiente de trabalho, e não fim de semana ou passeio. Para Paula, ética, bom-senso, observação, educação e adequação são valores que devem ser levados em conta, não só na vida pessoal e profissional, mas também quando falamos de vestuário:
- Esses valores facilitam as escolhas, aumentam as chances de acertos e diminiuem a possibilidade de erro. Se adicionarmos a isso toda a facilidade de acesso à quantidade de informações disponíveis em revistas, sites, blogs, e até mesmo nas trocas de idéias entre amigos nas redes sociais, a gente conclui que é quase impossível nos dias de hoje alguém "sair com qualquer roupa" para trabalhar, sem levar em consideração seu local de trabalho.
- É para ser casual, mas mantendo a elegância. Bom-senso é fundamental. É preciso cuidado para não cair na vulgaridade - completa a consultora de moda Renata Abranchs.
Por isso, é importante que algumas regras sejam observadas quanto à forma de se vestir no mundo corporativo.
E quando a empresa adota um ‘dress code’? A decisão de contar com um código específico sobre o que é ou não permitido trajar vai depender do perfil da companhia e de seus funcionários, diz Paula. Segundo a coordenadora acadêmica da FGV, faz toda a diferença ter conhecimento de como se dá o processo criativo de um uniforme ou de um padrão de roupa a ser usado, da complexidade de pensar o vestir institucional e de compreender o porquê de se adotar um código de vestir dentro de uma empresa.
- Os funcionários e profissionais passam a se sentir muito mais parte da empresa e a valorizar suas posições e funções dentro do sistema de trabalho. A roupa agrega valor. Seja para marcas de luxo, seja para marcas populares de varejo, seja em uniformes (que transmitem via funcionário o conceito e os valores de uma determinada empresa). Um funcionário que conhece e compreende a história do que veste passa a entender muito melhor a história da empresa para a qual está trabalhando, ou como diz a expressão, está "vestindo a camisa".

As dicas das especialistas em moda e estilo para o ‘casual day’

Para facilitar, consultoras listam o que é permitido ou não usar no ambiente de trabalho

Para elas:
- Vale a velha regra de proibição de decotes, fendas, transparências, roupas justas ou curtas;
- No lugar dos terninhos, coloque uma saia menos estruturada ou uma calça reta mais fluida, com uma camisa;
- Blusas de tricô com tramas mais abertas também são permitidas;
- Se quiser usar jeans, verifique se a empresa permite e, em caso positivo, use um de lavagem escura, corte reto e novo. Lembre-se: nada de rasgos, puídos, tachas etc.;
- Caso faça frio, leve um cardigã, suéter com gola careca ou blazer;
- Já no caso de muito frio, um casaco de lã ou de couro caem bem;
- Nos pés, sapatos mais baixos (e impecáveis) ou sapato-tênis de couro ou camurça;
- Bijuterias e enfeites de cabelo devem ser discretos.

Opções a serem riscadas da lista:
- Calça velha, azul e desbotada;
- Tops ou barriguinha de fora;
- Tecidos sintéticos ou brilhantes;
- Mules (tipo de calçado);
- Sandálias rasteirinhas;
- Estampas ou detalhes de bicho.

Para eles:
- Esqueça os ternos e adote as calças de lãzinha ou gabardine, para dias frios, e as de algodão ou sarja, para os mais quentes.
- Elimine a gravata;
- Se quiser usar jeans, verifique se a empresa permite e, em caso positivo, use um de lavagem escura, corte reto e novo (a regra vale para homens e mulheres).
- Camisa mais informal ou camiseta polo são uma ótima pedida.
- Se fizer frio, suéter, em decote V, cardigãs ou blazer azul marinho de tecido mais encorpado.
- Nos pés sempre mocassim social, combinando com a cor do cinto. Dê preferência ao tom café, pois ele é mais informal do que o preto.

É proibido usar:
- Jeans claro, rasgado, surrado, de balada etc;
- Calças com passante sem cinto;
- Calças com elástico na cintura;
- Camisetas sem manga ou com figurinhas ou piadinhas;
- Moletom;
- Boné;
- Roupa com camuflagem;
- Tênis ou sapato–tênis;
- Meia branca.
Por Ione Luques
Fonte O Globo Online

PREVISÃO DO TEMPO PARA SEXTA-FEIRA

quinta-feira, 22 de outubro de 2026

A HERMENÊUTICA E O GÊNIO DA LÂMPADA


O jovem Bossinha adorava a fama de menino levado que mantinha entre seus coleguinhas e professores. Por sua causa, ninguém mais brincava de “lâmpada mágica”, na escola. Fora dele a idéia de “escravizar” o Gênio, sempre pedindo “mais infinitos pedidos,” algo que tirou a graça da brincadeira, mas que gerou inveja entre os meninos e as meninas. Eles frustrados por não serem os autores da idéia brilhante; elas enfeitiçadas pela personalidade ousada e indomável do anti-herói.
Hoje, 15 anos depois, Bossinha é mais conhecido como Doutor Bossalino P. Dante, advogado.
Um dia, ao inventariar os despojos de uma massa falida, na qualidade de síndico, o Dr. Bossalino deparou-se com uma antiga lâmpada a óleo. Riu, relembrando as repetidas situações de sua infância em que brincara de “gênio da lâmpada”, e, instintivamente, esfregou o objeto. Foi quando um gênio materializou-se em sua frente:
– Concedo-vos três desejos, quaisquer que sejam, com apenas duas restrições: o livre arbítrio de ninguém poderá ser restringido, assim como vida alguma poderá ser retirada ou devolvida.
– Pois o que desejo são infinitos pedidos! – respondeu Dr. Bossalino, orgulhoso de sua esperteza.
O Gênio riu muito. Considerou ofensiva a pretensão do advogado. Esclareceu que a regra era clara e que se tratavam de apenas três pedidos. Por seu lado, Dr. Bossalino não se convencia. Entendia que a única restrição era o direito à vida e ao livre arbítrio. Assim sendo, não haveria vedação a que se fizesse infinitos pedidos.
 A questão acabou no Judiciário. O Gênio estava tão convencido do seu direito que disse ser pela honra que aceitava qualquer que fosse a decisão da Justiça, afinal, num passe de mágica, poderia encerrar a questão, se quisesse. No recurso de apelação apreciado pelo TJ estadual, a sentença foi mantida na íntegra:
"A controvérsia deve ser resolvida a partir da hermenêutica. Assiste razão ao autor, segundo o critério literal de interpretação, o fato de que em matéria de contratos particulares, o que não é proibido é permitido. Entretanto, o Direito não se socorre de apenas uma modalidade interpretativa. Teleologicamente, ou seja, perquirindo-se a finalidade a que a cláusula se destina, observa-se que o contrato em exame é criado como uma forma de agradecimento ao ato de libertação de uma situação de cárcere. É inadmissível que um ato proposto em agradecimento a uma libertação se transformasse, em uma nova situação de aprisionamento. Soma-se a isso, o fato de a pretensão do autor afrontar o disposto no art. 113 do Código Civil Brasileiro, segundo o qual ´os negócios jurídicos devem ser interpretados conforme a boa-fé´ ...”
O aresto lembrou que "no Direito Comparado, encontra-se o precedente do Sr. Aladim, onde o contratante teve direito a apenas três pedidos".
Julgada improcedente a ação, o autor foi condenado como litigante de má-fé, por usar o expediente processual para subjugar alguém à condição de escravo. Mas juiz e tribunal ressalvaram que "entretanto, o efeito da decisão é apenas o de invalidar a pretensão de infinitos pedidos, não eximindo o réu de atender aos demais pedidos do autor, que, corolário lógico, não poderão ser de infinitos pedidos"(...).
O efeito da decisão final foi devastador para o Dr. Bossalino, que verteu lágrimas. O Gênio, na condição de ser superior, comoveu-se com a cena. Compreendia, agora, o espírito juvenil do advogado. Por esta razão, e observando que ainda lhe devia pedidos, foi ao seu encontro e os dois tiveram uma conversa reconciliadora. Com um olhar humilde, Bossalino indagou:
– Quer dizer que, pela honra, você seria capaz de se submeter à condição de meu escravo?
– Exatamente. Neste caso, sim, pois a honra é a principal qualidade exigida para a posição de “gênio da lâmpada” - foi a resposta.
– Devo fazer um pedido, então? - Bossalino mantinha o olhar humilde.
– Por favor, meu amo... – disse sorridente o Gênio.
- Gostaria que minha ação fosse procedente.
Por Rafael Berthold

quarta-feira, 21 de outubro de 2026

17 REGRAS DE ETIQUETA PARA O LINKEDIN

A rede social profissional não funciona como as demais. Veja 17 dicas de etiqueta para não errar e preservar sua imagem no LinkedIn

A maioria das redes sociais não exige nenhum padrão de comportamento específico ou regras de etiqueta rígidas. Porém, o LinkedIn possui certos princípios comuns ao mundo corporativo, mas com adaptações para a plataforma online. Para não errar e preservar sua imagem profissional, confira dicas de etiqueta para o LinkedIn.

Ações online X ações presenciais
No blog do LinkedIn, a especialista em carreira Lindsey Pollak compartilha uma dica muito válida: “Se você não faria determinada coisa presencialmente, não faça no LinkedIn”. Essa é uma ótima regra geral, especialmente se você está em dúvida sobre determinada atitude.

Mande mensagens personalizadas
Quando for adicionar alguém no LinkedIn mande mensagens personalizadas para essas pessoas. É muito mais educado e amigável do que mandar a mensagem padrão. Não é necessário escrever um texto longo, faça apenas uma pequena nota que transpareça sua vontade de se comunicar com aquela pessoa como contato profissional.

Por favor e obrigado
Lembra-se das velhas palavrinhas mágicas? Elas continuam tão necessárias e eficazes e fazem uma diferença enorme nas coisas que você fala, especialmente online, onde não é possível identificar entonações e as mensagens ficam muito sensíveis a interpretações erradas.

Excesso de atualizações
Atualizar seu status é sempre muito bom, mas se você faz isso mais de 10 vezes antes da hora do almoço passa a imagem errada para seus contatos e pode até mesmo ser bloqueado para parar de incomodá-los.

Dê recomendações
Se você gostaria de receber recomendações no LinkedIn, então comece a fazer isso também. Use o princípio antigo de que você colherá o que plantar. Escreva boas recomendações e talvez você receba outras em troca tão boas quanto.

Peça por recomendações de forma estratégica
Se você vai pedir recomendações de seus contatos, não peça para todas ou para qualquer pessoa. Pense de maneira estratégica em quem pode escrever algo realmente significante para seu perfil e fazer a diferença para atrair novas oportunidades.

Mantenha-se profissional
Mesmo os usuários mais experientes podem cair nesse erro. Não se esqueça que o LinkedIn é uma rede social estritamente profissional e que quaisquer informações fora dessa esfera podem causar constrangimentos. Fotos das férias, reclamações e qualquer tipo de postura inapropriada são muito ruins para sua imagem.

Não seja o foco exclusivo
Em seu perfil é muito importante compartilhar aquilo que te interessa, mas é bom ter cautela para que a página não fique “narcisista” demais. Pense no LinkedIn como uma verdadeira “rede” de conexões e compartilhe coisas que interessem não apenas para você, mas também para seus contatos.

Adicionar desconhecidos
É bom ter uma rede extensa de contatos, mas você não deve aceitar desconhecidos e estranhos apenas para aumentar seus números. Aceite e adicione pessoas com quem você tem pelo menos uma conexão e não seja inconveniente.

Como fazer as pessoas se lembrarem de você
Se você se conectou com alguém que não conhece muito bem e corre o risco de não se lembrar de você, facilite o processo. Ao adicionar essa pessoa, escreva um recado que contenha o local e contexto em que se conheceram, mas de forma indireta. Por exemplo, “Foi ótimo conhecê-lo (ou encontrá-lo) na conferência...”.

A importância da foto
A foto de seu perfil deve ser apropriada para os negócios. Fotos tiradas na praia, ou imagens de você com seus amigos ou companheiro não são adequadas. Tenha uma foto específica para esse perfil e passe a impressão correta para seus contatos.

Não perpetue o spam
Por mais óbvio que essa regra seja, ainda é possível encontrar muito spam no LinkedIn. Avalie aquilo que for postar para que não seja informação desnecessária, irrelevante ou repetida.

Não se envolva em discussões
Tenha cuidado quando for participar de fóruns abertos, para que você não se envolva em discussões desnecessárias e prejudiciais. Faça o possível para manter o LinkedIn um local positivo para sua carreira.

Twitter
Mantenha o Twitter no Twitter, ou seja, deixe as atualizações de status para essa rede social. Aquilo que você escreve no Twitter não exige muita atenção quanto o que você escreve para o LinkedIn, por isso as mensagens devem ser diferenciadas e compartilhadas no lugar certo.

Tenha paciência com novos usuários
Se você já é experiente na rede social, não perca a paciência com pessoas que começaram a conhecê-la recentemente. Lembre-se que um dia você já esteve tão perdido quanto elas e precisou de pessoas atenciosas para ajudar você a entender a dinâmica do LinkedIn e como se comportar nele.

Regras de grupos
Se você participar de algum grupo no LinkedIn, dê atenção para as regras estabelecidas por ele. Você deve sabê-las e respeitá-las para não receber nenhum e-mail ou recado equivocado sobre possíveis erros cometidos por falta de atenção.

Sempre responda
Se alguém entrar em contato e você não tiver tempo para responder a mensagem, mande uma resposta curta mostrando que você leu o texto e irá respondê-lo em breve. Assim que puder, responda a mensagem.
Fonte Universia Brasil

9 PÉSSIMOS HÁBITOS QUE VOCÊ PRECISA LARGAR


Todos temos alguns hábitos que não deveríamos ter. Pode ser por falta de atenção, um descuido, mas em algum momento nós vamos nos pegar propagando um mau hábito.
Jeff Hope, colunista do Inc, lembra: pessoas bem sucedidas não deixam seus padrões serem comprometidos. "Elas não descansam por menos do que esperam conseguir e não colocam suas vidas no piloto automático", afirma.
Sucesso só vem com vontade e realização. Então, viva dessa forma. Veja 9 hábitos que pessoas de sucesso não têm e que você precisa largar imediatamente:

1 - Deixar o passado ditar o futuro
Nós todos temos limitações. Todos temos desafios. Todos cometemos erros. A chave é não se prender a isso, mas aprender com isso. "Falar parece mais fácil que fazer, mas tudo depende apenas de perspectiva", diz Hope. "Cometa erros: quando algo der errado, transforme em oportunidade de aprender algo que você não sabia, especialmente sobre você", explica ele.

2 - Fazer fofoca
Em alguns momentos é difícil resistir. Descobrir os motivos de uma decisão ou de uma atitude, descobrir o que alguém vai fazer nesta semana ou saber se existe algum caso no ambiente de trabalho. Porém, a pessoa que está sempre fofocando sobre outros também está fofocando sobre sim.
Na próxima vez em que você perceber que está prestes a falar algo sobre outra pessoa, pare para pensar se você diria isso a ela. Quando começarem a falar de outra pessoa, saia do ambiente. Não se preocupe em perder o respeito do fofoqueiro: pessoas fofoqueiras não respeitam ninguém.

3 - Dizer sempre sim
Recusar um pedido de colegas, clientes ou até amigos é realmente difícil. Mas raramente dizer não vai ser tão ruim quanto você está esperando. De acordo com Jeff, muitas pessoas vão entender sua reposta, e caso não entendam, você precisa se perguntar se realmente se importa com o que aquela pessoa pensa.
"Quando você responde não, a sensação ruim dura pouco tempo. Aceitar realizar algo que você não quer fazer vai lhe fazer se sentir mal por um longo tempo. Pessoas bem sucedidas praticam o 'não'. Elas se tornam muito boas no assunto: sabem que isso permite criar o foco para realizar o que é realmente necessário e importante", escreve Hope.

4 - Interromper as pessoas
Quando você interrompe alguém, o que você realmente está dizendo é "eu não estou pensando no que você está dizendo, eu escuto pensando no que quero dizer e o que eu quero dizer é tão importante que você precisa ouvir agora", segundo Jeff.

5 - Andar sempre atrasado
Todos nós, em algum momento, ficamos sobrecarregados. E acabamos nos atrasando. E isso deixa as outras pessoas furiosas: "Sempre que você se atrasa, outras pessoas entendem - com razão - que você acredita que o seu tempo é mais importante que o delas, o que, óbvio, destrói suas chances de criar bons relacionamentos pessoais ou profissionais", diz Hope.
Estar atrasado é uma escolha, você se deixa atrasar. Comece o dia mais cedo. Pessoas bem sucedidas são as primeiras a chegar, e não perdem o tempo que passam esperando pelas pessoas que se atrasam.

6 - Guardar ressentimentos
"Guardar ressentimento é como beber veneno e esperar que seus inimigos morram", disse Nelson Mandela. O mesmo vale para a inveja, ódios ou sentimentos negativos para qualquer outra pessoa.

7 - Achar que não tem tempo
"Todo mundo conhece alguém que parece fazer mais coisa que todas as outras pessoas. Como conseguem? Eles não deve ter vida, certo? Na verdade, eles têm uma ótima vida: descobriram o que é importante e estão trabalhando nisso. Descubra o que é importante para você. Afaste tudo o que não for. Então, faça acontecer", aconselha Hope. O dia tem 24 horas para todos, e a única diferença é como esse tempo é utilizado.

8 - Viver mudando para se encaixar nos padrões
As pessoas não gostam de nós pelo que vestimos, pelo carro que dirigimos ou pela casa em que moramos. As pessoas não gostam de nós pelos nossos títulos, também. "Tudo isso são apenas 'coisas' e, apesar de outras pessoas na verdade gostarem dessas 'coisas', não significa que elas gostam de você", revela Hope. "Pessoas bem sucedidas decidiram simplesmente ser quem elas realmente são", completa Jeff.

9 - Ter medo de fazer o que é importante
O medo é natural ao ser humano. Temos medo do que não conseguimos mudar, do que pode ou não acontecer, de como os outros vão perceber qualquer atitude. Não deixe seus medos impedirem você de realizar algo. Seja lá o que planeja, seja lá o que imagina, comece hoje. Comece agora, se possível. Tome o primeiro passo.
Fonte Portal Administradores

COMO ESTOU EMOCIONALMENTE HOJE?

Para o verde: contente, satisfeito, bem humorado.
Para o amarelo: neutro, sem perspectiva, levando.
Para o vermelho: raiva, mágoa, sofrendo, decepção.


terça-feira, 20 de outubro de 2026

O QUE VOCÊ PRECISA SABER SOBRE O SEU CLIENTE NA ADVOCACIA?

Como entender melhor o cliente na Advocacia, como estrutura uma pesquisa para obter dados mais consistentes e traçar um perfil do seu cliente ideal

O que você precisa saber sobre o perfil do seu cliente para conseguir vender melhor o seu serviço e fechar mais contratos?
Um equívoco comum no universo dos vendedores é tentar empurrar um produto ou serviço sem saber que problema o comprador está tentando resolver com a compra.
Algumas dicas de como entender melhor o seu cliente e traçar um perfil mais preciso do (s) seu (s) cliente (s) ideal (is).

O vendedor que não conhece o cliente
Não é irritante quando você quer comprar apenas um celular básico para as ligações do seu escritório e o vendedor fica tentando empurrar o modelo de smartphone top de linha da loja?
O mesmo pode acontecer no caso de Advogados que prospectam ativamente clientes no sentido de vender produtos de consultoria, de ações preventivas, assessoria jurídica, elaboração de documentos, gestão de contencioso, recuperação de créditos tributários, realização de diligências, conciliação e arbitragem, advocacia correspondente.
Enfim, todos aqueles serviços para os quais não é o cliente quem procura o Advogado, mas exatamente o contrário.
Antes de oferecer um serviço como os acima listados, é interessante que, assim como qualquer bom vendedor, você conheça o perfil do seu cliente e a natureza específica do problema por ele enfrentado.
Tendo domínio destas informações, você terá condições, inclusive, de determinar se o seu produto jurídico, de fato, terá condições de resolver os problemas enfrentados pelo seu cliente.

Traçando o perfil dos seus clientes ideais
Esse perfil será importante não só para compreender melhor seus futuros clientes, mas também para a construção da sua mensagem de marketing.
Quando você atende o seu cliente pela primeira vez, é o momento de levantar o maior número de informações possíveis, para determinar não só como você irá resolver o problema apresentado da melhor maneira, mas também para criar um perfil demográfico e comportamental dos seus clientes.
Esse perfil será importante não só para compreender melhor seus futuros clientes, mas também para a construção da sua mensagem de marketing (principalmente, o marketing feito através de publicação de artigos, palestras, vídeos e geração de conteúdo informativo).
Pense em como seria interessante determinar, com precisão, o perfil de clientes que tendem a compreender melhor a forma como você trabalha e, por isto, valorizam mais os seus serviços? Ou, por outro lado, o perfil dos clientes que, não compreendendo o seu serviço, tendem à insatisfação e inadimplência?

8 coisa que você precisa saber sobre os seus clientes
Há várias coisas importantes que você precisa saber sobre o seu cliente caso queira se tornar um vendedor melhor e traçar um perfil mais acurado dos seus clientes potenciais.

  1. Qual o perfil demográfico e comportamental do seu cliente? // idade, sexo, renda, profissão, onde mora, usa a Internet, está nas redes sociais, formação educacional etc.
  1. Qual o problema para o qual ele busca uma solução? // o problema deve ser compreendido na perspectiva do cliente, não pelo ângulo jurídico e técnico do Advogado. 
  1. O que o cliente espera de você? // resultado, agilidade, credibilidade, informação, status, expertise, relacionamento, acolhimento e atenção etc. 
  1. Quais as fontes de pesquisa usadas? // indicação de amigo ou parente, busca no Google, redes sociais, pelo site ou blog do escritório, por um artigo publicado em um portal jurídico, pelo ponto comercial, indicação de outro escritório, etc. // foram consideradas outras alternativas? // quais? 
  1. Quais as dúvidas e objeções mais fortes antes de contratar os serviços? // preço, confiança, incerteza quanto aos resultados, demora na solução da causa, falta de expertise, prestação de contas, falta de cuidado com prazos etc. 
  1. Quais os diferenciais que mais pesaram na sua contratação (e não a do concorrente)? // preço, atendimento, apresentação da solução, o fato de ter sido indicado, renome no mercado, estrutura do escritório etc. 
  1. Das soluções que você apresentou, quais não foram consideradas como relevantes pelo cliente? // assessoria permanente, acompanhamento do negócio ou execução de projeto, elaboração direta dos documentos, realização de diligências, prestação de informações regulares, visitas, reuniões, encontros telepresenciais, treinamentos, perícias etc. 
  1. Que problemas você já teve ao contratar um Advogado (caso já tenha) // cobrança, falta de informação, resultados, incompatibilidade pessoal, falta de responsabilidade, não cumprimento de prazos etc.

Perceba que são muitas informações e que, nem sempre, você terá condições de perguntar tudo isso a todos os seus clientes.
Selecione clientes mais abertos a uma possível entrevista ou aplicação de um questionário.
Caso não tenha uma carteira de clientes tão expressiva, você também pode levantar estas informações com pessoas que, apesar de não serem clientes, poderiam se enquadrar na categoria de clientes potenciais dos seus serviços.
Não custa nada convidar as pessoas para um bate-papo. Lembre-se que o “não”, você já tem.
Por Ricardo Orsini
Fonte JusBrasil Notícias

NÃO DEIXE QUE EMOÇÕES NEGATIVAS ARRUINEM SUA VIDA FINANCEIRA


Quando se trata de investimentos, seja no caso de consumo, lidar bem com o dinheiro é mais uma questão de comportamento do que de matemática. Repito: lidar bem com o dinheiro é mais uma questão de comportamento do que de matemática. Traduzindo em outras palavras: a raiz de muitos desequilíbrios financeiros está muitas vezes – ou na maioria das vezes – na dificuldade de gerenciar bem as próprias emoções. Lembram-se daquele ditado: “não decida nada de cabeça quente”? Isso vale para qualquer decisão que você vá tomar na vida, mas é especialmente relevante nas decisões financeiras, sobretudo naquelas com impactos de médio e longo prazo.
Suponha que você ache que a sua vida está “uma droga”. Você chega todo dia do trabalho, à noite, cansado, depois de pegar mais de uma hora de trânsito. Ao ligar a televisão, se depara com uma “maravilhosa” propaganda de carro, que faz você sentir vergonha do atual veículo que possui. Pronto! Está preparada a armadilha do consumo. Do consumo inconsciente. Do consumo irresponsável. Aí, para completar a trama, você se dirige, na concessionária mais próxima, onde é atendido por um vendedor, que, como profissional que é, lhe convida a fazer um test drive, onde você, só de entrar no veículo e sentir aquele “cheirinho bom” de carro novo, já pensa em perguntar para o vendedor quais são as formas de pagamento, mas prefere se conter um pouco, e faz antes o dito cujo do test drive. No final do passeio, ao voltar para a loja, o vendedor – tchã-rã! – “adivinha” seu pensamento (lembre-se: ele é um vendedor profissional, e você, um comprador amador) e mostra as 1.001 opções de financiamento do veículo, reforçando, ao mesmo tempo, as mil maravilhas do carro, e ocultando, na mesma proporção, todos os mil defeitos desse mesmo carro.
Não deixe que emoções negativas destruam sua vida financeira. Saiba distinguir aquilo que é superficial e que traz um eventual benefício artificial de curto prazo, daquilo que é duradouro e pode lhe trazer recompensas de longo prazo. Geralmente, entre duas escolhas possíveis, preferimos aquela que nos traz alívio momentâneo, apesar de ser a pior a longo prazo. Para saciar uma fome implacável, preferimos um chocolate a um sanduíche natural. Para matar “aquela” sede, optamos por um refrigerante bem gelado do que um copo d’água. Para curar um estresse qualquer, preferimos um sapato, uma roupa ou um belo de um celular, do que uma melhor análise da situação.
Não que um chocolate, um refrigerante ou um sapato não possam ser bons. Eles podem até serem úteis, mas desde que comprados na medida certa, na hora certa e, sobretudo, pelos motivos certos. O que não podemos fazer é deixar que nossas emoções negativas nos traiam e nos levem a tomar decisões financeiras inadequadas, ao nosso orçamento doméstico e aos nossos planos de investimentos, pois essas decisões financeiras ruins, além de piorarem, por evidente, nossa própria vida financeira, ainda podem repercutir negativamente em todos os demais aspectos de nossa existência, como saúde, trabalho, família etc.
Controle sua mente, e não deixe que sua mente controle você. De certa forma, Nuno Cobra tem razão ao dizer que, no excelente livro A semente da vitória, nosso cérebro é “burro”, no sentido de que aceita qualquer coisa que a gente diz para ele. O problema, nos dias de hoje, é que, como quase todas as coisas que fazemos tangenciam, em algum ponto, o dinheiro, muitas de nossas escolhas na vida – o que fazemos depois de uma briga, o que fazer diante de uma ação cuja cotação na Bolsa só cai dia após dia etc. – se forem feitas sob o impulso de emoções negativas, tendem a ter impactos financeiros igualmente ruins. Quem disse que somos seres racionais? Somo sim, mas também somos, como qualquer outra pessoa feita de carne e osso, feitos de emoção. Não podemos tirar as emoções de nossas vidas; aliás, nem devemos, pois são elas que dão “sabor” a essas mesmas vidas. E também não podemos eliminar por completo as emoções negativas de nossas vidas, pois aborrecimentos, frustrações, tristezas, são aspectos inerentes a qualquer ser humano. Mas podemos, sim, lidar melhor com elas, e, ao lidar melhor com elas, estaremos também construindo uma vida financeiramente mais saudável e harmoniosa.

Dicas para diminuir o impacto ruim de emoções negativas em sua vida financeira
Se não podemos remover completamente as emoções negativas de nossas vidas, afinal, somos seres humanos, e não robôs, ao menos podemos gerenciá-las melhor sob a ótica financeira. Nesse sentido, aqui vão algumas dicas simples, úteis, mas sobretudo práticas, para você melhorar sua relação com o dinheiro, não deixando que emoções negativas façam tantos estragos na sua relação com o dinheiro:

1. Não decida de “cabeça quente”
Não é conveniente curar o estresse do dia-a-dia agindo como a nossa amiga do exemplo 2, ou seja, fazendo “sapatoterapia”, ou ainda “carroterapia”, “iphoneterapia”, ou qualquer outra forma de “shoppingterapia”. E isso por uma razão bastante lógica: problemas de aspecto psicológico não se resolvem com soluções nos níveis físico e material. Problemas psicológicos se resolvem e se compensam com soluções de mesma natureza, ou seja, com soluções igualmente psicológicas, que podem até envolver aspectos espirituais.

2. Reduza a exposição às propagandas.
Desligue a TV. “Passe batido” pelas propagandas de revistas (ou nem as leia). Não se fixe nos anúncios publicitários que se estampam com vigor nas páginas de jornais. Pois, “se a propaganda puder envergonhar alguém, terá um consumidor em potencial”. Sábias essas palavras de Vicki Robin, co-autora do esplêndido livro Dinheiro e Vida. Afinal, se você é influenciado por aquilo a que se expõe, quanto menos televisão você assistir, menos persuadido você será a comprar aquilo que estiver sendo anunciado.

3. Seja frio com o dinheiro, e amável com as pessoas
“Ser frio com o dinheiro” foi uma frase que ouvir há alguns anos, ao assistir a uma palestra do Mauro Calil, educador financeiro de primeira linha. Embora a frase tivesse sido colocada, à época, no contexto do investimento no mercado de ações, ela desde então nunca mais saiu da minha cabeça, e penso que tal frase se aplica também a todas as demais relações da vida. No exemplo 3 acima descrito, nosso amigo não precisava demonstrar sua compaixão com o gerente de banco fazendo uso do dinheiro próprio (que, aliás, nem iria para o gerente, mas sim para o banco). Mas diuturnamente somos convencidos a levar para casa produtos que se mostram, muitas vezes, fúteis e sem grande utilidade. Por quê? Porque do outro lado da relação estava um vendedor profissional, que, como profissional que é (desculpe a redundância), apela aos seus mais nobres e primitivos sentimentos para lhe fisgar no bolso. Agradeça as ofertas, e responda com um amável “Não, obrigado“.
Visto sob outro ângulo, há pessoas que invertem a frase e acabam sendo controladas pelo dinheiro: são amáveis com o dinheiro, e frios com as pessoas. Destroem, com esse vil comportamento, relacionamentos, a própria saúde, e outros valores imateriais mais importantes. Tome cuidado para não ser uma dessas pessoas escravizadas pelo dinheiro!

4. Tenha capacidade de fazer uma análise crítica de suas próprias ações
Algumas pessoas não fazem essa análise por ignorância, ou seja, falta educação financeira em suas vidas. Outras não a fazem por inércia, deixando, por exemplo, de colocar “no papel” um registro detalhado de suas compras exageradas na última viagem de férias. Mas existe um terceiro grupo de “faltosos”, que não fazem essa análise por medo de encararem a própria realidade que vivenciam. Mas tudo isso é superável. É preciso encarar de frente os problemas, e “cortar na própria carne”, se preciso for. Exercite seu lado racional (que existe, se você leu esse artigo até aqui), para fazer um exame do que está ocorrendo de errado no seu lado emocional. Pense “fora da caixa” e busque soluções que também estejam situadas no mesmo plano psicológico. Não é se entulhando de coisas ou de péssimos investimentos que você vai viver uma vida melhor e mais feliz.

5. Leia
Quanto mais você investir em educação financeira, menos propenso você estará a tomar decisões erradas. E, vamos ser sinceros, num país cujo hábito de leitura – não a financeira, a leitura geral mesmo – vem, lamentavelmente, caindo ano após ano, você deve se considerar privilegiado por ler livros sobre investimentos, blogs de finanças pessoais como esse (aham) e seções econômicas de jornais impressos. O nosso amigo do exemplo 1 estaria mais bem servido se, ao invés de ter vendido as ações no ano passado, tivesse comprado mais. Comprar na baixa, vender na alta. Mas quem faz isso se não tiver as emoções sob controle e souber que essa é a melhor estratégia? É uma coisa que eu sempre digo: conhecimento modifica comportamento. E, por tabela, faz você ter uma vida melhor.

Conclusão
Não aja impulsivamente sob o domínio de emoções negativas. Como eu disse em outro artigo, para ter equilíbrio financeiro, gostar de matemática é o de menos. O que você precisa é gostar de si próprio, e para gostar de si próprio, é preciso valorar adequadamente todas as escolhas que fizer, a fim de que emoções ruins não repercutam negativamente em suas finanças pessoais. Com um conjunto equilibrado de princípios a dirigir suas ações, as chances de isso ocorrer tendem a diminuir consideravelmente. E isso não é bom somente para seu bolso. É bom também para sua própria qualidade de vida.
Fonte Valores Reais

CILADAS PROFISSIONAIS


As pessoas sofrem com a tendência à acomodação. Não é natural procurar maneiras novas de fazer as mesmas coisas. Por se encontrar em uma zona conhecida (confortável e morna), a pessoa "vai ficando", sem se dar conta de que o tempo passa e o mercado muda. Acreditar que a situação vá se transformar sozinha, sem que o profissional faça algo diferente, só complica a situação.
Abaixo algumas ciladas da vida profissional. Se elas estiverem acontecendo com você, vale a pena analisar se é conveniente permanecer na companhia, pois você pode estar perdendo a oportunidade de se desenvolver, colocando sua carreira em risco.

Promoções prometidas que nunca acontecem:
Na tentativa de manter o colaborador motivado, alguns gestores dizem que vão promover o funcionário, mas nunca cumprem a promessa. Converse com seu chefe e verifique, efetivamente, quais são as chances disso ocorrer e defina um prazo razoável.

Não ter reconhecimento, pessoal ou público, sobre o trabalho
Nem só de remuneração vivem as pessoas. Reconhecimento é importante, mas é comum gestores não elogiarem publicamente a contribuição da equipe. Permanecer em um lugar onde, apesar dos resultados, o reconhecimento não vem, pode gerar insegurança e baixa autoestima.

Sentir-se "emburrecendo"
Ter a percepção de que você não está aprendendo nada de novo, que não há incentivo e nem investimento para assumir novos desafios ou projetos, é outra cilada para a carreira. Certamente sua empregabilidade também estará comprometida.

Não haver critérios claros para promoção
Seu colega, com menos tempo de empresa, foi promovido, sem que você saiba o que falta para também atingir esse objetivo. É preciso receber da empresa referências sobre o que você precisa fazer efetivamente para mudar a situação.

Não ter autonomia
Realizar a mesma atividade por muito tempo e saber realizá-la com propriedade, sem que seu gestor delegue a você responsabilidades sobre a tomada de decisão, pode gerar insegurança para assumir maiores responsabilidades. Isso é uma cilada.

Por Adriana Gomes
Fonte Folha de S. Paulo

A TERCEIRA INTELIGÊNCIA: O "QS"


"No início do século 20, o QI era a medida definitiva da inteligência humana. Só em meados da década de 90, a descoberta da inteligência emocional(QE) mostrou que não bastava o sujeito ser um gênio se não soubesse lidar com as emoções. A ciência começa o novo milênio com descobertas que apontam para um terceiro quociente, o da inteligência espiritual. Ela nos ajudaria a lidar com questões essenciais e pode ser a chave para uma nova era no mundo dos negócios."

Drª Dana Zohar - Oxford

No livro QS - Inteligência Espiritual, a física e filósofa americana Dana Zohar aborda um tema tão novo quanto polêmico: a existência de um terceiro tipo de inteligência que aumenta os horizontes das pessoas, torna-as mais criativas e se manifesta em sua necessidade de encontrar um significado para a vida.
Ela baseia seu trabalho sobre Quociente Espiritual (QS) em pesquisas só há pouco divulgadas de cientistas de várias partes do mundo que descobriram o que está sendo chamado "Ponto de Deus" no cérebro, uma área que seria responsável pelas experiências espirituais das pessoas. O assunto é tão atual que foi abordado em recentes reportagens de capa pelas revistas americanas Neewsweek e Fortune. 

Afirma Dana:
"A inteligência espiritual coletiva é baixa na sociedade moderna. Vivemos numa cultura espiritualmente estúpida, mas podemos agir para elevar nosso quociente espiritual".
Dana tem sido procurada por grandes companhias interessadas em desenvolver o quociente espiritual de seus funcionários e dar mais sentido ao seu trabalho.

- O que é inteligência espiritual?
- É uma terceira inteligência, que coloca nossos atos e experiências num contexto mais amplo de sentido e valor, tornando-os mais efetivos. Ter alto quociente espiritual (QS) implica ser capaz de usar o espiritual para se ter uma vida mais rica e mais cheia de sentido, adequado senso de finalidade e direção pessoal. O QS aumenta nossos horizontes e nos torna mais criativos. É uma inteligência que nos impulsiona. É com ela que abordamos e solucionamos problemas de sentido e valor. O QS está ligado à necessidade humana de ter propósito na vida. É ele que usamos para desenvolver valores éticos e crenças que vão nortear nossas ações.

- De que modo essas pesquisas confirmam suas idéias sobre a terceira inteligência?
- Os cientistas descobriram que temos um "Ponto de Deus" no cérebro, uma área nos lobos temporais que nos faz buscar um significado e valores para nossas vidas. É uma área ligada à experiência espiritual. Tudo que influencia a inteligência passa pelo cérebro e seus prolongamentos neurais. Um tipo de organização neural permite ao homem realizar um pensamento racional, lógico. Dá a ele seu QI, ou inteligência intelectual. Outro tipo permite realizar o pensamento associativo, afetado por hábitos, reconhecedor de padrões, ser emotivo. É o responsável pelo QE, ou inteligência emocional. Um terceiro tipo permite o pensamento criativo, capaz de "insights", formulador e revogador de regras. É o pensamento com que se formulam e se transformam os tipos anteriores de pensamento. Esse tipo lhe dá o QS, ou inteligência espiritual.

- Qual a diferença entre QE e QS?
- É o poder transformador. A inteligência emocional me permite julgar em que situação eu me encontro e me comportar apropriadamente dentro dos limites da situação. A inteligência espiritual me permite perguntar se quero estar nessa situação particular. Implica trabalhar com os limites da situação. Daniel Goleman, o teórico do Quociente Emocional, fala das emoções. Inteligência espiritual fala da alma. O quociente espiritual tem a ver com que algo significa para mim, e não apenas como as coisas afetam minha emoção e como eu reajo a isso. A espiritualidade sempre esteve presente na história da humanidade. Dana Zohar identificou dez qualidades comuns às pessoas espiritualmente inteligentes. Segundo ela, essas pessoas:
1. Praticam e estimulam o autoconhecimento profundo;
2. São levadas por valores. São idealistas;
3. Têm capacidade de encarar e utilizar a adversidade;
4. São holísticas;
5. Celebram a diversidade;
6. Têm independência;
7. Perguntam sempre "por quê?";
8. Têm capacidade de colocar as coisas num contexto mais amplo;
9. Têm espontaneidade;
10.Têm compaixão.