quinta-feira, 10 de julho de 2025

PERFIL FALSO E SUAS CONSEQÜÊNCIAS - CRIAR UM PERFIL FALSO NA INTERNET É CRIME?


Quando falamos de perfis de internet, temos que ficar bem atentos, pois criar um perfil falso na internet, de uma pessoa que não existe, para proteger sua identidade, não é crime.
Porém se você fingir ser outra pessoa, criar um perfil se passando por outrem, você estará cometendo um crime de “falsa identidade”.
Se o fake é de uma pessoa real, viva ou morta, o responsável está cometendo o crime de falsa identidade, pois se faz passar por ela. Já os que usam perfis falsos para caluniar, além da falsa lógica, também devem pagar por crimes contra a honra. Se o perfil não for usado para obter vantagem nem para causar dano, não é crime de falsa identidade.

Qual é o tempo da pena de prisão para este tipo de crime?
Normalmente, as denúncias vêm quando o perfil falso é de uma pessoa real ou quando causa danos a outras pessoas. Neste caso, o acusado infringe o artigo 307 do Código Penal e pode pegar de 3 meses a 1 ano de prisão somente pela falsa identidade.
A tipificação do artigo 307 do Código Penal:
Art . 307 – Atribuir-se ou atribuir a terceiro falsa identidade para obter vantagem, em proveito próprio ou alheio, ou para causar dano a outrem:
Pena – detenção, de três meses a um ano, ou multa, se o fato não constitui elemento de crime mais grave.

Esta última frase, diz respeito aos crimes de calúnia, injúria ou difamação, que podem ser também tipificados em conjunto, agravando o crime e consequentemente aumentando a pena.

Usei a foto de um modelo em um perfil totalmente fake. É crime?
Colocar imagens de terceiros viola o direito de imagem e que só é permitido usar fotos se a pessoa fotografada fornecer autorização por escrito.
Veja bem, um modelo tem sua imagem atrelada ao seu trabalho, logo todos os direitos de utilização da imagem são dela. Caso queira se utilizar de uma foto, deve-se pagar à ela os direitos de imagem devidos.
Estamos em épocas tenebrosas, onde fake news, perfis falsos e internet andam de mãos dadas. Mas fique atento! Internet não é terra sem lei!
Caso tenha sua imagem, dados pessoais, utilizados para a criação de perfil falso, é impotante que seja feita a denúncia, e a consulta a um advogado especialista em Direito Penal lhe auxiliará no que for preciso para que sua honra não fique manchada por notícias.

Por Wander Barbosa Advogados
Fonte JusBrasil Notícias

ESTRESSE

terça-feira, 8 de julho de 2025

6 DICAS FANTÁSTICAS PARA DESLANCHAR SUA CARREIRA COMO ADVOGADO CORRESPONDENTE


Não são só os recém-formados em Direito e os advogados que ainda não se decidiram sobre sua área de atuação que optam pela advocacia de apoio, já que esse é um excelente campo para a ampliação dos rendimentos e o crescimento na carreira. Pois então que tal conhecer algumas dicas para você entrar nesse mercado tão rentável e gratificante de modo que você consiga render ao máximo na carreira? 

Trabalhe sua organização como um todo
Para se dar bem nesse setor é fundamental que você seja um profissional extremamente organizado. Mas vale lembrar que essa organização não se limita somente à parte física do local de trabalho — com a arrumação dos papéis, documentos e das ferramentas operacionais de modo adequado —, mas também à gestão do tempo, a fim de que se dê conta da programação do dia, sem perder quaisquer diligências ou tarefas. O advogado correspondente deve ter tempo hábil para cumprir bem aquelas funções delegadas a ele, porque muitas outras partes e etapas contam com essa eficiência.

Esteja sempre aberto ao aprendizado
Trabalhar como advogado de apoio é uma das melhores formas para se aprender muito sobre uma determinada área jurídica ou para se conhecer outras disciplinas legais com as quais não está tão acostumado a operar. Dessa forma, além de poder se aprofundar bastante na teoria sobre certa demanda ou diligência, o advogado vai visualizar, na prática, como tudo aquilo funciona. Ou seja, o trabalho como correspondente pode ensinar muito e em muito pouco tempo, ainda ajudando a entender com quais matérias jurídicas você mais gosta de trabalhar!

Elabore uma boa gestão de finanças
O trabalho de um advogado de apoio consiste na prestação de um serviço feita por meio de contratação direta — em geral para outro profissional do Direito ou para um escritório de advocacia. Isso quer dizer que você deverá se precaver, controlando suas finanças para o caso de épocas de menor demanda. Você pode investir em um software de gestão financeira, por exemplo, ou, ao menos, manter planilhas atualizadas com todas as suas entradas e saídas de recursos. Assim será possível fechar adequadamente as contas no final do mês sem se desesperar ou entrar no vermelho!

Mantenha-se sempre acessível
Em qualquer trabalho, principalmente naqueles serviços realizados à distância, os problemas de comunicação costumam ser graves empecilhos para o andamento dos procedimentos. Como o mundo jurídico é sempre carregado de prazos, online casino sendo que o cumprimento de diligências e de atos processuais deve preencher ritos e tempos apropriados, o advogado correspondente deve ser facilmente encontrável em seus canais de contato — seja por telefone ou até e-mail.

Seja extremamente responsável
Pequenos lapsos ou erros podem significar a perda de uma demanda, a impossibilidade de se protocolar um recurso ou até mesmo o prejuízo de grandes somas de dinheiro. É essencial, portanto, que se tenha atenção plena aos prazos, à maneira correta do desenvolvimento dos atos processuais e ao adequado cumprimento de diligências e acompanhamentos processuais. A responsabilidade foi colocada em suas mãos. Trate-a com o devido cuidado!

Inscreva-se em uma plataforma on-line
Existem, hoje, plataformas on-line de busca por profissionais que trabalham como advogados correspondentes, que se inscrevem e passam a fazer parte de um banco de dados do país todo. O Juris Correspondente, por exemplo, até o encerramento deste ano, já conta com 31 mil advogados de apoio cadastrados, operando em mais de 5 mil cidades brasileiras. É importante, portanto, que você se faça presente justamente onde as empresas e escritórios vão procurar pelos bons serviços de correspondência jurídica. Então o que ainda está esperando?
E você, tem essas qualificações ou se sente capaz de aprimorá-las? Então você tem grandes chances de se sair muito bem como um correspondente jurídico de grandes escritórios no país. Pois faça seu cadastro e se prepare para desempenhar as mais variadas funções do mundo da lei!
Fonte Blog Juris Correspondente

REDES SOCIAIS TÊM PESO NO PROCESSO DE RECRUTAMENTO

Empresas ficam de olho na web. Qualquer palavra considerada 'torta' exclui candidato na hora de disputar uma vaga

Currículo em dia, cadastro certinho em empresas de recrutamento e seleção, cursos de formação e atualização profissional feitos, perfil criado em redes sociais, inclusive no LinkedIn - maior rede profissional do mundo, com 500 milhões de usuários -, são algumas das dicas que O DIA vem dando aos candidatos que estão em busca de oportunidade de trabalho. Hoje, a série de reportagens abordará um tema que levanta debates: o uso das redes sociais e o que não deve ser feito nelas. Há quem ache que não é necessário se preocupar com o que escreve ou publica online. Mas especialistas em Recursos Humanos advertem: as empresas ficam, sim, de olho nos perfis. Há casos de demissões e não contratações por conta de publicações consideradas inadequadas pelo empregador.
"O candidato precisa ter atenção às postagens com palavrões, erros de português ou opiniões preconceituosas. Certamente textos desse tipo irão despertar no recrutador um sentimento negativo e dúvida sobre continuar com esse candidato no processo seletivo", orienta Débora Nascimento, diretora da Associação Brasileira de Recursos Humanos do Rio de Janeiro (ABRH-RJ).
"Enquanto um candidato está apenas se divertindo e tentando impressionar os amigos, um recrutador pode estar de olho no seu perfil. Zelar pela reputação online é tão necessário quanto construir um excelente currículo", acrescenta Sueli Fernandes, gerente de inserção profissional da Fundação Mudes.
Débora cita o exemplo de um candidato que foi eliminado no fim de um processo seletivo porque o gestor estava em dúvida sobre qual pretendente à vaga deveria contratar e decidiu olhar as redes sociais dos finalistas. "Na época, o Orkut era a rede mais famosa e no perfil de um dos candidatos foi verificado que ele participava de comunidades que revelavam que não tinha muito gosto por trabalho e pela carreira. Este foi eliminado", relata a especialista.

Oportunidade perdida na Nasa
Um caso de não contratação por causa de publicações rede social veio lá da Terra do Tio Sam. A norte-americana Naomi H. por conta do uso de linguagem inapropriada no Twitter, perdeu uma chance de estagiar para a Nasa, a agência espacial americana. A jovem compartilhou em sua conta (agora deletada) no microblog Twitter: "TODO MUNDO CALA A P**RA DA BOCA. EU FUI ACEITA PARA UM ESTÁGIO NA NASA!".
Ao que um usuário chamado Homer Hickam respondeu com um "Olha o linguajar". Naomi retrucou com uma escrita de baixo calão. O que ela não sabia, no entanto, é que Hickam também já foi funcionário da agência espacial norte-americana: hoje com 75 anos, ele trabalhou como engenheiro da Nasa e foi responsável por treinar os primeiros astronautas japoneses.
Após essa troca de mensagens, Naomi perdeu o estágio e acabou por deletar sua conta no Twitter. Homer Hickam compartilhou um texto em seu blog onde conta que a moça entrou em contato com ele pedindo desculpas e que ele acreditava que ela merecia aquela vaga de estágio, ressaltando que não teve nada a ver com a demissão.
"Descobri que ela perdeu a chance de estagiar para a Nasa. Isso não teve nada a ver comigo, e nem nada que eu pudesse fazer, já que não tenho liberdade para empregar ou demitir funcionários da agência espacial", escreveu ele. "Acabou que a demissão ocorreu por conta de uma hashtag que os amigos dela usaram para chamar a atenção da Nasa."

'Espiadinha' para verificar valores do candidato
Durante a fase final das entrevistas, os recrutadores costumam dar uma 'espiadinha' para ver se o candidato está alinhado aos valores da empresa. "Os recrutadores tendem a analisar o comportamento online, como o que ele publica, inclusive fotos, e quem segue, por exemplo. O conteúdo do que se expõe é observado tanto no aspecto quantitativo quanto o aspecto qualitativo, para checar o vocabulário e se a quantidade de erros ortográficos é relevante", explica Sueli, da Fundação Mudes.
Além disso, ela diz que os empregadores também analisam os grupos a que os candidatos fazem parte. "Assim podem observar a proporção entre grupos profissionais ou apenas de amizades", afirma Sueli.
Sueli afirma que os comentários que o candidato faz a cerca de assuntos polêmicos revelam muito de si.
Apologia ao uso de drogas, incitação ao ódio e opiniões preconceituosas devem ser evitadas. "É prudente evitar ainda as críticas às empresas anteriores, chefes e colegas de trabalho ou qualquer outra pessoa. É preciso ter foco e saber qual é a imagem que quer passar, tomando alguns cuidados, a fim de potencializar a sua carreira", finaliza.

Dicas de como rever as redes sociais
"Os profissionais devem compreender que são os ativos mais preciosos das companhias e quando estão nas redes sociais, devem tomar o máximo de cuidado. Entrar em espaços de conteúdo duvidoso, compartilhar notícias falsas e até participar de debates políticos de baixo nível são posturas que devem ser abandonadas. Todos são livres para pensar e agir como quiserem. A liberdade de expressão é um direito constitucional, dentro ou fora do trabalho. E por isso mesmo é recomendável que um profissional seja reconhecido por atitudes positivas e não por polêmicas e postagens duvidosas. Quanto maior for a exposição de uma pessoa nas redes sociais, mais vulnerável ela fica", explica Roberto Picino, diretor executivo da Michael Page, empresa de recrutamento.

Como rever/melhorar a presença profissional online?
Para começar, tudo o que o profissional precisa fazer é uma pequena mudança nos seus perfis. “Esta revisão pode ser feita de modo rápido e dinâmico, ou seja, em pouquíssimo tempo, e a presença nas redes sociais será ampliada. É preciso olhar de modo crítico para as informações compartilhadas e analisar se o conteúdo é favorável ou coerente com o seu discurso profissional, se é favorável a novos negócios ou se, no mínimo, é agradável em uma leitura livre, por exemplo, dentro de uma sala de reunião ou processo de recrutamento. Mas para que o processo seja efetivo, é importante repetir e melhorar a cada seis meses”, afirma Roberto Picino.

Quem é você no maior buscador de dados do mundo?
Pesquise seu nome no Google com e sem aspas. Talvez você precise direcionar o nome da sua cidade, as empresas para as quais você já trabalhou e as escolas por onde passou. Tudo por uma busca completa. “Veja em quais páginas você está associado: cursos, grupos de estudo, fóruns de debates, reclamações de serviços online, atividades esportivas, de lazer etc. Verifique quais são os temas mais lembrados quando alguém está lendo sobre a sua vida ou carreira na internet", diz o especialista.

Uma imagem (na web) vale mais do que 1000 likes? Sim
Verifique as imagens do Google. Além de muito importante, é mais fácil filtrar imagens do que milhares de links. "Na internet as imagens são quase determinantes para a boa/má reputação de alguém. Não é um processo justo, mas é a realidade. Portanto, cuidado ao subir fotos em redes sociais que podem atrelar imagem pessoal a qualquer tipo de desconforto social, cultural, político etc. E mais, às vezes, uma foto em um momento de descontração familiar ou happy hour profissional pode expor terceiros, o que é pior ainda", diz Picino.

Ser ou não ser, discreto ou falastrão? Aposta na discrição
Faça uma pesquisa nas redes sociais usando seu nome de usuário. Veja tudo: Twitter, LinkedIn, Facebook, YouTube e Instagram. "Analise se há incongruências em suas falas nas diferentes redes sociais. Você não pode ser um executivo no Facebook e um militante polêmico no Twitter. Não é razoável compartilhar conteúdo de qualidade no LinkdIn e xingar pessoas em fóruns do Youtube. Parece engraçado, mas a web é um campo aberto. É preciso ser coeso. De novo, ninguém deve criar personas para a carreira. Não é isso. O mais importante é ser criterioso com a vida profissional. Quem gosta e precisa se expor, o faça com qualidade, orientação e bom senso. Quem não precisa da web para nenhuma extensão profissional, seja discreto", afirma.

Já atualizou a sua nova versão? Valorize os seus avanços
Modifique o que você encontrou desatualizado, desinteressante ou simplesmente desconexo com o seu atual momento de vida. "Talvez você já tenha publicado algo embaraçoso e este é o momento de apagar. Com certeza, você amadureceu desde que você criou as suas contas. Observe que o Facebook possui opções para remover conteúdo da conta. Se quiser começar do zero, simplesmente exclua seu perfil e crie um novo. É possível que isso seja o mais adequado. Novamente, não é preciso se livrar das memórias, pelo contrário, mas é fundamental ter espírito de curador e selecionar o que há de melhor, ou no mínimo, menos constrangedor para você, sua família e colegas de trabalho. Conte ao mundo sobre os seus cursos, livros, filmes, viagens e experiências marcantes. Mostre o seu crescimento - isso não é propaganda - é uma atitude positiva e madura diante das redes sociais. Atribua informação à sua rede. Você vai atrair pessoas, empresas e até futuros negócios pela porta da frente da sua home de talentos", ressalta Picino.

Seja um facilitador. Deixe em off o 'especialista-de-tudo'
Quantas vezes você opina sobre o que não sabe nas redes sociais? "É natural que a gente queira falar abertamente sobre os temas que nos tocam. Mas é péssimo quando assumimos o papel de oráculos donos da razão. Vivemos a era dos influenciadores digitais. Mesmo que não queiramos participar disso com intensidade, é importante adotar a postura do facilitador. Aquele que compartilha coisas interessantes, valoriza o trabalho dos colegas (elogiando, dando likes) está sempre pronto para oferecer orientação, seja no grupo do WhatsApp ou em qualquer outra plataforma pública e digital. O profissional de hoje precisa facilitar o fluxo de dados, conceitos e temas de relevantes pelos seus canais online. Na dúvida, facilite, jamais complique. Ninguém é dono da verdade. Críticas construtivas são bem-vindas, mas exposição irônica, mal embasada e, ás vezes, leviana e maldosa, não têm mais espaço na web atual", finaliza o especialista.
Por Martha Imenes
Fonte O Dia Online

10 SINAIS DE QUE VOCÊ TEM INTELIGÊNCIA EMOCIONAL NO TRABALHO

Quem tem inteligência emocional não se ofende facilmente

Profissionais dotados de inteligência emocional estão à frente de seus colegas - inclusive daqueles com o raciocínio mais afiado.
Segundo uma pesquisa da consultoria TalentSmart, o QE (Quociente Emocional) pode ser mais decisivo para o sucesso na carreira do que o famoso QI (Quociente de Inteligência).
O levantamento mostrou que cerca de 90% dos funcionários mais bem avaliados por seus empregadores têm uma boa gestão de suas emoções. Enquanto isso, apenas 20% dos profissionais com desempenho aquém do esperado apresentam a mesma habilidade.
Não surpreende, portanto, que a competência seja fundamental para sobreviver à crise econômica no Brasil, como explicou a EXAME.com o professor espanhol José Ramón Pin, da IESE Business School.

Mas como saber se você tem essa competência?
De acordo com o consultor norte-americano Travis Bradberry, coautor do livro "Emotional intelligence 2.0" (Perseu Books, 2009), essa resposta só pode ser obtida cientificamente por meio de testes psicológicos - que raramente são gratuitos.
Para ajudar quem não pode (ou não quer) pagar por um teste, Bradberry listou no LinkedIn alguns traços típicos de profissionais que sabem administrar seus próprios sentimentos. Veja a seguir 10 deles:

1. Você sabe descrever suas emoções com palavras precisas
Ter um vasto “vocabulário emocional” é uma capacidade rara, segundo o consultor. Dizer apenas que está se sentindo “mal” é muito diferente de se descrever como “perplexo”, “frustrado” ou “ansioso”, por exemplo. Pessoas com inteligência emocional sabem gerir seus próprios sentimentos porque sabem exatamente quais são eles.

2. Você conhece o seu lado mais frágil
De acordo com Bradberry, saber quais são as suas principais vulnerabilidades é essencial na hora de administrar o seu comportamento. “Ter um QE [quociente emocional] alto significa conhecer as suas forças, e como usá-las a seu favor, mas também impedir que as suas fraquezas atrapalhem você”, escreve ele.

3. Você é um bom juiz
A habilidade para interpretar os sentimentos, intenções e motivações das outras pessoas é outro sinal típico desse tipo de inteligência. Se você tem um julgamento perspicaz e sensível a respeito dos demais, é provável que tenha um alto grau de competência emocional.

4. Você não se ofende facilmente
É difícil acabar com a alegria de quem tem autoconfiança. “Pessoas emocionalmente inteligentes são seguras e têm mente aberta, o que lhes garante uma 'pele' bastante grossa”, escreve o consultor. Isso significa relevar brincadeiras, críticas e agressões alheias - e até tirar sarro de si mesmo de vez em quando.

5. Você é capaz de dizer “não”
Levar comentários negativos na esportiva não significa ser passivo. Ter competência emocional implica, também, saber colocar limites. Segundo Bradberry, rejeitar novas tarefas e compromissos de forma assertiva é difícil, mas traz ganhos importantes para a saúde física e mental.

6. Você perdoa a si mesmo
Quem tem domínio sobre o que sente costuma contemplar seus próprios fracassos de forma tranquila - mas não ignorá-los. “Remoer os seus erros traz ansiedade e timidez, enquanto esquecê-los completamente pode fazer com que se repitam”, escreve o consultor. É como uma “corda estreita”, observa Bradberry, em que só os mais competentes conseguem andar sem tropeçar.

7. Você não cultiva rancores
Assim como são capazes de perdoar seus próprios erros, pessoas com inteligência emocional também costumam “absolver” os outros. Mágoa e rancor são dois ingredientes para o estresse e até para doenças como pressão alta. Quem consegue dominar seus próprios sentimentos, naturalmente, prefere fugir desses gatilhos de mal-estar.

8. Você é generoso
Oferecer ajuda sem pedir nada em troca é uma característica típica de quem tem inteligência emocional, diz Bradberry. “Essas pessoas constroem relacionamentos fortes porque estão sempre pensando nos outros”, escreve ele.

9. Você neutraliza pessoas “tóxicas”
Na hora de lidar com colegas ou chefes difíceis, o profissional com QE alto identifica seus próprios sentimentos, como frustração ou raiva, e impede que eles se transformem em descontrole. Além disso, ele procura respeitar o ponto de vista da pessoa “tóxica” e procura encontrar soluções positivas para as duas partes.

10. Você não busca a perfeição
“Pessoas com inteligência emocional não veem a perfeição como um objetivo, porque sabem que ela não existe”, escreve Bradberry. Diante da inevitabilidade dos problemas, elas não se queixam sobre o passado e simplesmente seguem em frente.
Por Claudia Gasparini
Fonte Exame.com

TESTES DA VIDA

segunda-feira, 7 de julho de 2025

TERMINANDO O DIA

ADVOGADO SE PASSA POR DEVEDOR E RELATA COBRANÇAS ABUSIVAS

Ronaldo Gotlib passou por situações de estressse e alerta devedores sobre seus direitos

O advogado Ronaldo Gotlib defende endividados há 20 anos e resolveu se passar por devedor para verificar irregularidades praticadas no processo de cobrança de dívidas.
Gotlib contraiu propositalmente dívidas em um financiamento de veículo e na linha de empréstimo pessoal e descreveu a experiência em no livro virtual gratuito "O Advogado Devedor", lançado neste mês.
O advogado conta que a maior parte das cobranças é feita fora do âmbito da Justiça, geralmente por carta ou telefone, porque as ações judiciais de cobrança geram custos altos para os bancos.
Para driblar essas despesas, as instituições financeiras contratam empresas especializadas em cobrança, com “nomes pomposos e intimidadores”, conforme define o advogado.
Essas empresas se anunciam como representantes do banco e formam, na opinião do advogado, a "indústria da cobrança". 
Para Gotlib, essas empresas terceirizadas fazem o “trabalho sujo” de “infernizar o devedor”. “Passei por muito estresse. Os devedores são tratados com injustiça apenas pelo fato de estar devendo, o que não é um crime”.
O advogado especialista em direito do devedor também é autor do livro "Dívidas? Tô Fora! – Um Guia para você sair do sufoco" , é presidente da Associação de Defesa de Direitos e de Pessoas em Situação de Endividamento e elaborou um Estatuto de Proteção ao Devedor, que pretende levar para análise no Congresso Nacional. Acompanhe abaixo os principais problemas encontrados pelo advogado "devedor":

Ligações ameaçadoras
No financiamento de veículo, cinco dias de atraso foram suficientes para a empresa de cobrança começar a ligar e pressionar o advogado a pagar os débitos.
Gotlib relata que as ligações são verdadeiras “torturas psicológicas” e que os cobradores tratam os devedores com uma intimidade desconcertante. "Os atendentes, a maioria jovens, geralmente me chamavam apenas pelo nome. Chegaram a perguntar quando caia meu salário e também a desligar sem me avisar”.
Os telefonemas foram recebidos durante quase toda a semana, de segunda a sábado, a partir das 8h da manhã. Cada ligação seguia o mesmo roteiro, e as perguntas eram repetitivas e insistentes.
O advogado chegou a ouvir que, caso não pagasse a dívida em até três dias, seus bens seriam penhorados. “Mas o atendente não informou que a regra só vale ao final de um processo judicial, obviamente", diz Gotlib.
Na opinião do autor, as empresas fornecem informações falsas sobre a consequência da inadimplência com o intuito de intimidar. Essa infração deve ser denunciada ao Procon.
Quando o atendente não obtinha uma resposta satisfatória sobre quando o advogado conseguiria pagar a dívida, ameaçava continuar ligando de forma constante. “Eu respondia que não sabia quando ia ter dinheiro para pagar. Certamente, essa resposta não ia mudar depois de apenas duas horas”.
Se o advogado não atendia as ligações, a empresa enchia sua caixa de mensagens no celular com recados para retornar as chamadas com urgência. "Chegaram até a ligar para a minha mãe, ignorando o fato de que não moro com ela e ela nada tem a ver com minha situação financeira", conta.
Os telefonemas foram feitos a partir de diversos números de celular, até mesmo com prefixos diferentes, que impedem a identificação da empresa. “Isso me obrigava a atender as ligações em locais impróprios”, afirma Gotlib.
Caso a prática seja frequente e for usado um tom ameaçador, ela é irregular. “O devedor pode proibir ligações e pedir indenização por assédio moral”.

Telemarketing jurídico
No caso da dívida na linha de empréstimo pessoal, as ligações para Gotlib foram inicialmente feitas por gerentes do banco, que não respondiam aos questionamentos do advogado quando ele perguntava detalhes sobre a dívida.
Em certo momento, Gotlib recebeu um telefonema de um escritório de advocacia. Ao questionar se a atendente era advogada, a funcionária respondeu que era uma negociadora. “O intuito é intimidar e assustar o devedor. Advogados somente podem realizar cobranças pela via judicial, e não por telefone”.
Nesse caso, é indicado anotar os dados do escritório (nome, CNPJ, inscrição na OAB e endereço) e denunciar a infração à Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) da região.
O devedor, por lei, não pode ser obrigado a pagar uma dívida maior do que o valor de sua renda ou de seus bens. "A expressão popular 'Devo, não nego. Pago quando puder' é verdadeira", diz Gotlib.
A dívida não prescreve (veja os dez passos para renegociar a dívida com o banco), mas o direito de cobrar acaba após cinco anos.

Falta de informação
De acordo com o advogado, o consumidor tem o direito de receber uma planilha com a evolução da dívida, que inclua o valor do empréstimo, a taxa de juros, multas, correção monetária e valor final do débito.
Gotlib pediu a planilha aos gerentes do banco, mas recebeu apenas uma carta avisando que seu nome seria inscrito no banco de dados de uma empresa de proteção ao crédito. Uma segunda carta informou que o advogado estava com o nome sujo.
A instituição financeira pode se recusar a fornecer informações porque a dívida pode embutir taxas irregulares, segundo o advogado. “Geralmente, são custos relacionados ao processo de cobrança que aumentam o valor da dívida”.
Não basta que o banco ou a empresa de cobrança anuncie um desconto vantajoso por tempo limitado para pressionar o devedor a acertar as contas. “Essa vantagem tem de ser demonstrada ao cliente”, diz o advogado.
Caso a instituição financeira se recuse a fornecer informações, elas podem ser requeridas pela via judicial.

Dívida que inclui comissão
Na hora em que a empresa de cobrança informou ao advogado o valor corrigido da dívida no financiamento do carro, Gotlib se deparou com um valor mais alto que o esperado e questionou o atendente. “A comissão da empresa de cobrança estava incluída no valor”.
Segundo Gotlib, a prática é um crime contra as relações de consumo, segundo o Código de Defesa do Consumidor. “O banco que contratou a empresa é quem deve pagar a comissão, e não o devedor. As empresas não podem se unir para lesar o consumidor”.
O devedor deve comparar o boleto enviado pela empresa de cobrança com o boleto disponível no banco para verificar se a cobrança é irregular.

Débitos indevidos
Por falta de saldo na conta, as parcelas do empréstimo pessoal em atraso foram descontadas do limite do cheque especial do advogado, o que é ilegal. “Para receber a dívida, o banco não pode criar uma nova obrigação financeira para o devedor”, diz Gotlib.
O limite do cheque especial é pré-aprovado, mas o uso deve ser autorizado pelo cliente. Mesmo que o correntista já esteja utilizando o limite do cheque especial, o banco não pode descontar parcelas de outras dívidas nesse valor.
As parcelas da dívida também não podem ultrapassar 30% da renda líquida mensal do devedor. É possível suspender cobranças que ultrapassem esses limites, diz o advogado.

Por Marília Almeida
Fonte Exame.com

A BUSCA POR NOVAS OPORTUNIDADES DEPOIS DOS 40

Especialistas dão dicas do que fazer ao se desligar da empresa e de como atrair propostas de trabalho por meio do currículo

Viagem de férias marcada para julho, crianças cobertas pelo plano de saúde, carro novo na garagem, apartamento com as prestações em dia, tudo correndo bem no trabalho. Fase tranquila da vida, certo? Errado. De repente, vem a notícia: contenção de despesas na empresa, acúmulo de cargos ou qualquer outra razão gerou cortes de funcionários. A dificuldade em lidar com a demissão é ainda maior para quem tem mais de 40 anos de idade. Mas especialistas garantem que voltar ao mercado não é tão difícil quanto parece.
Passado o baque, vem o receio: como sair da zona de conforto e enfrentar novos desafios? “O primeiro passo é manter a calma. Depois, é preciso cuidar um pouco de si antes de voltar a trabalhar. Vá ao médico, passe um tempo com a família. Só após separar estes dias para você, volte a pensar em seu emprego, interagindo com amigos e pessoas que conhece”, orienta Diogo Hudson, consultor da Statux, que atua no ramo de marketing empresarial.
Segundo o especialista, a dificuldade em conseguir trabalho depois de certa idade é mito e não cabe em um mundo globalizado como o que vivemos. “Se existe dificuldade, existe para todas as idades”, afirma Hudson.
Na hora de elaborar um novo currículo, é importante demonstrar experiência em diversas áreas de atuação, resumindo no máximo em duas páginas. O ideal, no entanto, é compilar tudo em uma folha só. De acordo com Hudson, não é necessário colocar objetivo. “Isto é a empresa que tem que querer e você se adapta ou não à proposta”.
Vale lembrar que carta de apresentação só é válida no corpo do e-mail. O candidato deve apontar, de forma resumida, seus pontos fortes, informar o envio do currículo em anexo e se disponibilizar para eventuais dúvidas.

Experiência e maturidade são fatores positivos
A preparação para ingresso na carreira pública é uma das opções para quem acaba de perder o emprego. Segundo o professor Alex Mendes, da Academia do Concurso, o mercado tem se transformado em excelente alternativa de carreira e renda em qualquer idade. Mas para quem tem mais de 40 anos, as chances podem ser ainda maiores. “A experiência acumulada no meio privado, somada à maturidade na organização e preparação, podem ser fatores de peso para o sucesso deste candidato”, diz Alex.
Entre as áreas mais atraentes para profissionais com este perfil estão os tribunais e o setor de gestão. “São concursos mais procurados em virtude da experiência profissional anterior do candidato”, diz.
Quem tem pouco tempo para estudar deve usar a organização a seu favor. “Antes de começar a preparação, é preciso definir a bibliografia básica e complementar, o local e o plano de estudo semanal, de forma a aproveitar todas as brechas existentes no dia, como deslocamentos de trem ou ônibus e os intervalos”, afirma.

Aberto a negociações
Ao se candidatar a um cargo, o profissional deve ficar atento se a empresa exige que ele informe a pretensão salarial. Caso não haja essa solicitação, o candidato não deve colocar o item.
De acordo com Ingrid Reis, especialista em Recursos Humanos do Multiplus, para não fechar portas, é importante mostrar que está aberto a negociações salariais, usando a frase: “Possível negociação à medida de conhecimento da carteira de benefícios da empresa”.
De acordo com a especialista, desta forma, o candidato não diz que aceita qualquer salário, mas educadamente se mostra aberto a negociar em um segundo momento. “É uma maneira de se valorizar e mostrar que é uma pessoa de visão”, orienta Ingrid.
Por Priscila Belmonte
Fonte O Dia Online

OS ERROS PARA FUGIR NA HORA DE FAZER SEU PERFIL NO LINKEDIN

Uma rede social profissional requer perfil e aspecto igualmente profissionais; confira e evite gafes no seu resumo de currículo

Se você está atrás de um emprego e conta com o Linkedin para alcançar seu objetivo, é bom passar uma impressão adequada na rede social para assuntos profissionais. Alguns aspectos são importantes para passar seriedade e para, quem sabe, captar a atenção do recursos humanos ou do próprio empregador.
Recrutadores analisam a rede social e costumam analisar profissionalmente o perfil dos candidatos. Mas há também a lista do que evitar e deixar exposto no perfil e no resumo do currículo. O "inc.com" publicou uma lista com uma série de dicas e o iG separou as 10 mais importantes para você não estragar uma oportunidade mesmo antes de chegar a uma entrevista de emprego:

Aquele e-mail antigo
Todo mundo tem um e-mail da época de quando era adolescente ou mesmo da época do acesso discado à internet. De uso estritamente pessoal, o endereço é muitas das vezes composto por abreviações e/ou apelidos. Manter essa conta é direito de cada um, mas é um erro colocá-lo à disposição no Linkedin. Aos olhos do mercado de trabalho, isso pode passar uma impressão bastante antiprofissional.

Experiência em que?
Tudo na vida tem um propósito e traz aprendizados, sem dúvidas. No entanto, trabalhos de verão e viagens de lazer não vão acrescentar muita coisa para quem visualizar o seu perfil. Por conta disso, essas tarefas não precisam estar na sua lista de experiência.

Linkedin não é WhatsApp
Encare a rede social para negócios como uma carta de apresentação para uma empresa na qual você deseja muito trabalhar. Então evite gírias, abreviações e – atenção! – não deixa passar erros de gramática. Revise mais de uma vez para evitar essa gafe.

Não prolongue para o lado pessoal
Informações como data de nascimento, etnia, afiliação política ou religiosa, razões pelas quais saiu ou foi mandado embora no emprego anterior. Anotou? Seleciona tudo isso e pressiona "delete".

Seu hobby não interessa
É sério! Você não está em um bar conversando com alguém sobre como admira esportes radicais ou gasta três horas em um café da livraria da esquina da sua rua. Ninguém ali está ligando para esse tipo de informação. 

Telefone residencial
Ao invés de deixar seu número de casa, coloque no seu perfil o seu contato de telefone celular. Para o empregador, é mais válido um meio pelo qual ele possa te encontrar a qualquer hora, seja lá onde você estiver.

Mais de uma página
Escrever é cortar. Hierarquize as suas principais informações e evite ao máximo ter que escrever "o resto" em uma segunda página. O nome já diz: é o resto

Foto ostentação
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Fonte Brasil Econômico

sábado, 5 de julho de 2025

SAIBA COMO IDENTIFICAR A IDADE DOS GATOS EM ANOS HUMANOS EM CÁLCULOS SIMPLES

 
Vários fatores influenciam na longevidade da vida de um gato, que tem uma expectativa média de 17 anos. Se bem cuidado, um gato doméstico pode viver muito com certa facilidade

É comum pensarmos que a cada ano de um animal de estimação – no caso de cães e gatos – sejam o equivalente a sete ou oito anos humanos, mas esse calculo está longe de ser verdadeiro. Um gato com um ano de idade, por exemplo, já é considerado mais maduro do que uma criança com sete.

Não existe uma ciência exata que defina de forma precisa a idade em “anos felino” para anos humanos, lembrando que a medida de tempo é uma invenção humana, mas foi estabelecida uma fórmula para se ter uma boa noção da idade de um gato, para que se possa, por meio disso, estabelecer orientações de cuidados, alimentação e expectativa de vida de cada animal.

Assim como nos cães, a expectativa de um gato pode depender de fatores, como raça e ambiente no qual o animal vive, um gato de rua estará exposto a traumas e doenças que um gato doméstico não terá, por exemplo. E, ao contrário dos cães, em que se estima que os menores viverão mais tempo do que os cães maiores, para os gatos esse fator não é um determinante tão acentuado.

Enquanto um ser humano leva em torno de nove meses para nascer, para um gato a gestação leva em média 65 dias. O primeiro ano da vida de um gato equivale a 15 anos da vida humana, dois anos equivalem a 24 e, daí por diante, são adicionados quatro “anos humanos” para cada ano felino.

De acordo com as diretrizes de idade criadas pela American Animal Hospital Association (AAHA), o International Cat Care (antes conhecido como Feline Advisory Bureau) e a American Association of Feline Practitioners (AAFP), a vida de um gato pode ser dividida em seis fases: filhote, jovem, adulto, maduro, sênior e geriátrico.

Na imagem a seguir pode ser vista uma tabela com o equivalente à idade felina, em comparação a vida humana, de acordo com cada fase da vida.

Estas diretrizes seguem uma classificação conveniente de estágio de vida desenvolvida pelo Feline Advisory Bureau e adotada nas recentes Diretrizes de Cuidados Sénior da AAFP

Como identificar a idade de um gato

Os gatos envelhecem muito mais rápido nos primeiros dois anos de vida e esse processo se torna mais lento, e diversos outros fatores também podem influenciar, como o ambiente em que o gato vive, como é tratado e como se alimenta.

Nem sempre o tutor conhece o pet desde que nasceu, pode ter adotado o gato ou mesmo resgatado o pet da rua. Os veterinários costumam verificar alguns fatores para ter uma ideia aproximada de qual é a idade de cada felino, como o comportamento do pet, por exemplo. Embora nem todos os gatos se comportem da mesma forma, alguns gatos, mesmo após uma certa idade, continuam sendo brincalhões e se comportam como um gato jovem.

Os gatos também não demonstram com muita clareza sinais de doenças que podem denunciar a idade, como a artrite, por exemplo.

Os dentes do gato não determinam, mas ajudam a ter uma ideia aproximada da idade dos pets

Pelos dentes: os dentes dos gatos não necessariamente determinam a idade do felino, considerando que o estado dos dentes do gato depende também de como o felino vive, mas alguns fatores ajudam a ter uma boa estimativa. Os primeiros dentes de um gato aparecem entre duas a quatro semanas de vida. Os dentes permanentes aparecem a partir dos quatro meses. Manchas amarelas (tártaro) podem surgir em alguns dentes após um ou dois anos de idade. Se a mancha for mais acentuada em vários dentes, pode indicar que o pet tenha de três a cinco anos.

Caso haja falta de dentes, isso pode indicar que o felino já é um pet idoso, com cerca de 10 a 15 anos. Mas deve-se levar em conta que os cuidados com os dentes dos bichanos influenciam diretamente nesta medida.

Pelagem: os pelos de um gato mudam de acordo com a idade. Um pelo mais fino e macio indica um gato mais jovem. Gatos mais velhos tendem a ter pelos mais grossos e ásperos, podendo até adquirir um tom mais grisalho – dependendo da cor do felino.

Olhos: os olhos dos gatos também são bons indicadores sobre a idade do pet. Gatos jovens têm olhos mais claros e brilhantes, geralmente sem nenhuma secreção – isso dependendo da saúde do pet e da raça. A íris de um gato jovem também costuma ser mais lisa e, conforme envelhece, vai se tornando mais turva. Geralmente isso ocorre após os 12 anos de idade, assim como começam a lacrimejar e ter secreção ocular, mas vale ter atenção. Alguns problemas de saúde também podem fazer com que o gato apresente alguns sintomas desse tipo, caso note que o gato está pressionando os olhos ou tendo secreções em excesso, o tutor deve levá-lo ao veterinário imediatamente.

Músculos e ossos: gatos mais jovens são musculosos e os mais velhos, geralmente, mais ossudos, com pele extra e omoplatas mais salientes. Gatos mais jovens também costumam ser mais ativos.

Comportamento: um pet idoso pode apresentar mudanças de comportamento, como aparentar maior ansiedade, confusão e até desorientação.

É importante entender a idade do gato

Se for medir de forma equivalente, um gato vive em média muito mais (em anos felinos) do que um ser humano.

A expectativa de um gato é de 16 a 18 anos, quando bem criado, mas não é incomum encontrar um gato com 20 anos ou mais. Algumas raças de gato podem viver mais do que outras, naturalmente, mas esse não é um fator que determine isso, já que outros fatores também podem afetar a vida de qualquer animal – mesmo humanos.

O gato mais velho do mundo, para se ter um exemplo,  morreu pouco depois de completar 38 anos de vida, em idade humana, seria o equivalente a cerca de 184 anos e um ser humano – ao menos até o momento – não é capaz de chegar até tal idade.

Animais idosos precisam de cuidados especiais e visitas frequentes ao médico veterinário, conhecer a idade do animal de estimação é determinante para que o tutor saiba quais são os melhores cuidados para oferecer ao pet.

Por Renan Silva

Fonte Canal do Pet

LINGUAGEM CORPORAL DOS GATOS: SAIBA O QUE SEU BICHANO ESTÁ QUERENDO DIZER

A posição da cauda, das orelhas e até a forma dos olhos podem indicar muito sobre o estão de humor dos gatos

Os gatos são animais tímidos e não costumam demonstrar tantos sentimentos quanto os cachorros, mas isso não significa que eles não se comunicam. Pelo contrário, o dono que sabe interpretar a linguagem corporal dos gatos consegue compreender, muitas vezes, o estado de humor do bichano ou o que ele está querendo dizer.

A linguagem corporal dos gatos serve para eles se comunicarem com seus donos
Analisar a posição da cauda, das orelhas, o movimento do corpo, o formato dos olhos e os sons emitidos pelo animal são as peças-chave para entender a linguagem corporal dos gatos. Essa compreensão pode ajudar não só na melhora do relacionamento entre o bichano e o dono, mas também no diagnóstico precoce de problemas de saúde quando uma diferença, mesmo que sutil, no comportamento, é notada, por exemplo.
Para te ajudar na missão de entender os sinais que o seu gato te dá, o Canal do Pet separou algumas dicas. Dá uma olhada!

Posição da cauda e do corpo - A posição da cauda faz parte da linguagem corporal dos gatos
A posição e o movimento da cauda do gato diz muito sobre como o animal está se sentindo. O rabo em pé significa que ele está feliz e, ainda mais, se tiver em pé e um pouco curvado, pode abusar dos carinhos porque o bichano está muito amigável.
O rabo em altura média, com a ponta curvada para cima significa que o gato está interessado em alguma coisa. Com toda a extensão reta em combinação com as patas de trás baixas, significa ansiedade. Com as patas dianteiras também dobradas, significa que ele está caçando.
Quando o rabo está para baixo e com os pelos eriçados, o gato está com medo. Nessa mesma posição, mas sem os pelos eriçados a mensagem é: "estou preocupado". Ela pode ser alterada caso, ao mesmo tempo, o corpo esteja curvado para cima, passando a ser: "estou bravo". Nesses momentos, não mecha com o animal.

Posição das orelhas e formato dos olhos - Orelhas eretas, viradas para o lado e olhos cerrados é uma linguagem corporal dos gatos que mostra que o bichano está agressivo
Poucas pessoas sabem, mas a orelha representa uma parte importante da comunicação do gato. Devido aos vários músculos presentes, o animal consegue mexer a orelha de diferentes maneiras. Cada posição da orelha, somada ao formato dos olhos, possui um significado diferente.
Quando as orelhas estão eretas, voltadas para frente e os olhos abertos, arredondados, posição mais comum, o gato está neutro. Na mesma posição da orelha, mas com os olhos semi-abertos, cerrados, o bichano está feliz. Nesses casos, abuse do carinho e das brincadeiras.
Agora, é melhor manter distância quando as orelhas estiverem eretas, mas viradas para o lado em combinação com olhos apertados porque o animal está nervoso e estressado. Mesma coisa para quando as orelhas estiverem baixas, já que representam agressividade.

Sons emitidos
Os barulhos emitidos pelos gatos costumam ser resumidos a ronronar, rosnar e miar. O ronronar, ao contrário do que muitas pessoas acreditam, não significa exclusivamente uma sensação de prazer por parte do bichano. Cientistas acreditam que o som tenha também função de alívio para o animal, por isso gatas dando a luz emitem o barulho. Bichanos doentes ou que acabaram de passar por uma situação de atropelamento já foram vistos ronronando. 
Quando ele rosna, está tentando te intimidar e faz parte de um comportamento de defesa quando o gato se sente ameaçado.
Já o miado possui diferentes variações, podendo ser curto e agudo, de tom médio e longos e graves. O primeiro é usado para cumprimentar os donos e demonstrar alegria. O segundo, geralmente, significa um pedido, pode ser comida, água ou para limpar a caixinha de areia suja. O terceiro representa uma reclamação e, provavelmente, o gato está atrás de briga.
Existem outros motivos para o miado: estresse, cio, dor e calor são alguns deles. Por isso, é importante analisar também os sinais do rabo, orelha e olhos para chegar a uma conclusão.
A combinação de todos esses sinais da linguagem corporal dos gatos pode ajudar o dono a compreender melhor o bichano. Agora basta observá-los e colocar a teoria em prática.

Fonte Canal do Pet - iG

VOCÊ CONHECE A PERITONITE? SAIBA COMO A DOENÇA AFETA OS GATOS

A peritonite é uma doença letal e sem um tratamento disponível; é preciso ficar atento aos sintomas

A peritonite infecciosa felina (também conhecida como PIF) é uma doença causada por uma variação do coronavírus, geralmente o principal causador de constipações e resfriados. A doença é mais comum em lugares onde muitos animais ficam juntos, como abrigos de animais e colônias. Mas os felinos domésticos também estão vulneráveis à doença, sobretudo os mais novos - com idade até seis meses.
Apesar do coronavírus ser responsável por várias doenças que afligem os humanos, a variação que causa a peritonite infecciosa felina é agressiva apenas para os felinos. A PIF afeta o intestino, fígado, rins, o cérebro e todo o sistema nervoso dos animais, causando em muitos casos a morte do bichinho.

Métodos de transmissão
O principal meio de transmissão da PIF é por via oral ou secreções respiratórias. Entretanto, uma gata prenha pode acabar infectando os seus filhos por meio da placenta ou até mesmo pela amamentação. O vírus também está presente na saliva, urina e fezes, infectando assim o ambiente onde o felino doente se encontra. Por conta dessa fácil propagação da doença, ambientes com superlotação de pets se tornam locais de grande alastramento da enfermidade.
Outras fatores, como a presença de outras doenças, infecções e desnutrição facilitam o contágio por fragilizar o sistema imunológico do pet. Algumas raças (como os persas, bengals, himalaios e abissínios) também tem mais chances de contrair a patologia.

Sintomas
A PIF pode ser divida em dois tipos: parcial (PIF seca) ou fraca (PIF úmida).

PIF seca: Nesses casos a doença evolui lentamente, manifestando os seguintes sintomas:
·  Alterações do sistema nervoso central;
·  Coloroção amarelada da pele, olhos ou nariz;
·  Uveíte;
·  Perda de peso;
·  Anorexia;
·  Apatia;
·  Febre;
·  Letargia;
·  Corrimento nasal e ocular.

PIF úmida: Essa é a manifestação aguda da doença e costuma evoluir entre duas e seis semanas após o aparecimento dos sintomas; que são:
·  Febre;
·  Apatia;
·  Anorexia;
·  Aumento de volume abdominal;
·  Perda de peso;
·  Coloração amarelada da pele, olhos e nariz.

O aumento do volume abdominal se dá por conta de um acúmulo de fluídos em membranas da região. Derrames também podem se manifestar a partir da doença, assim como alterações nos olhos e sistema neurológico do animal.

Diagnóstico e tratamento
Não existem vacinas ou tratamentos rotineiros completamente eficazes contra essa patologia, o que a faz ser extremamente letal na grande maioria dos casos. Por conta de muitos gatos não apresentarem todos os sintomas da doença, o diagnóstico também pode ser difícil. O ideal é que o tratamento da doença seja feito por um especialista em felinos.
Os exames que podem ser feitos incluem:
·  Exames de sangue;
·  Testes de DNA (geralmente feitos através das fezes);
·  Análise de tecidos;
·  Análise do histórico do animal.

Tratamento
A expectativa de vida para um gato diagnosticado com PIF úmida não é boa, sendo que a maioria dos felinos sobrevive no máximo 2 meses. Já os felinos com a forma clínica seca costumam sobreviver por até 1 ano.
Nos dois casos o único tratamento disponível é paliativo (para atenuar os sintomas). Geralmente são ministrados medicamentos quimioterápicos, estimulantes para o sistema imunológico, anti-inflamatórios, suplementação vitamínica, esteroides para estimular o apetite,  fluidoterapia e transfusões de sangue.
Sempre consulte um médico veterinário para que os produtos corretos sejam receitados. Caso seja constatado que um gato contraiu a peritonite, não é recomendado a adoção de outros animais por um período de três meses. Especialistas recomendam que os novos gatos do núcleo familiar também tenham mais de 2 anos de idade, diminuindo assim o risco de contaminação pela doença.
Fonte Canal do Pet - iG