quinta-feira, 25 de janeiro de 2024

20 IDÉIAS SIMPLES PARA COMBATER O DESPERDÍCIO


1. Vá a apresentações sobre finanças pessoais, organizadas normalmente por bancos ou empresas. Os temas são sempre exibidos de forma agradável e interessante, e assim você já começa a se familiarizar com os termos do mundo financeiro.

2. Com o valor gasto numa festa de criança em bufê, você pode até comprar um carro se aplicar corretamente e deixar o dinheiro render por um período. Negocie com seu filho a melhor maneira de celebrar o aniversário dele.

3. Organize os objetos da sua casa para não comprar itens repetidos, como– fita adesiva, lixas de unha etc.

4. Antes de fazer uma compra de vulto (uma TV de plasma, por exemplo), pense em quantos dias terá de trabalhar para pagar aquele valor e quantos dias de satisfação o produto lhe dará (depois de uma semana, a TV passa a ser uma coisa normal na rotina da família).

5. Cuidado com as “contas mentais”, aqueles planos mirabolantes feitos quando uma soma em dinheiro, como o 13º salário, está prestes a chegar. Coloque no papel como deseja gastar (ou poupar) essa soma.

6. Sugira que a escola do seu filho realize uma feira do livro anualmente: você doa ou vende os livros didáticos usados por ele no ano anterior e compra os que usará no ano corrente ou troca. Todo mundo sai ganhando.

7. Adie as compras parceladas e poupe o dinheiro para comprar depois, à vista ou em poucas parcelas. São duas vantagens: você compra mais barato e não paga juros. E até pode descobrir que o produto nem era tão necessário.

8. Abasteça no posto de gasolina com o melhor preço do bairro e esteja sempre prevenida. Assim, você não corre o risco de se ver numa emergência e ter de abastecer justo no posto mais caro da cidade.

9. Escolha bem os prestadores de serviço para reformar a casa. Vale mais a pena pagar um bom profissional do que economizar no serviço e depois ter que refazer parte ou tudo porque ficou ruim.

10. Revise seu carro periodicamente e mantenha-o sempre com as peças em dia. É melhor trocar as pastilhas de freio de vez em quando do que usá-las até gastar e ter de trocar também os caros discos.

11. Não deixe os aparelhos eletrônicos em stand by, porque desse modo eles continuam consumindo energia. Se for sair de casa, tire-os da tomada.

12. Não compre remédios, suplementos e vitaminas que você não vai tomar ou de que nem se quer precisa. Consulte um médico para conhecer suas verdadeiras necessidades em vez de agir por conta própria.

13. Vai trocar de carro? Não pense apenas no valor do veículo, e sim no do seguro, do IPVA e das peças de reposição. Converse com amigos e parentes e descubra alguém que tenha um modelo igual.

14. Consumo consciente também é uma forma de economia. Evite lâmpadas acesas à toa e torneiras abertas; peça nota fiscal; utilize a frente e o verso de folhas de papel; espere os alimentos esfriarem antes de colocá-los na geladeira; recicle o lixo; planeje suas compras de alimentos e roupas; dê carona sempre que possível.

15. Registre sua empregada doméstica com o salário real. Vale mais a pena pagar tudo em dia do que arcar com um processo judicial depois – ou ter que bancar sozinha uma licença por doença ou maternidade.

16. Nunca atrase a devolução dos filmes que retirou na locadora. A multa por isso é até pequena, mas desnecessária em qualquer orçamento.

17. Evite levar as crianças na hora da compra – tanto de supermercado quanto de presentes. Elas são muito influenciadas pela propaganda e fica mais difícil escolher de acordo com a relação custo-benefício.

18. Você pode economizar 12 caminhões-pipas, segundo pesquisa da Associação Pro Teste, de Direitos do Consumidor, apenas comprando uma máquina de lavar mais econômica. Para o mesmo volume de roupa, há máquinas que consomem de 160 a 220 litros por lavada. Escolha com critério.

19. O financiamento da loja pode sair mais caro do que obter um empréstimo pessoal no seu banco e pagar o valor à vista no estabelecimento. Pesquise sempre onde estão as melhores taxas.

20. Você já experimentou o Skype? Trata-se de um programa de computador, simples de instalar, que permite conversar ao vivo e de graça com pessoas em outras cidades e mesmo em outros países.
Com uma webcam, você consegue mesmo ver seu interlocutor em tempo real. A conta telefônica costuma despencar.
Fonte Revista Claudia

MUDANÇA

terça-feira, 23 de janeiro de 2024

COMO USAR O WHATSAPP PARA ADVOGAR? VEJA ALGUMAS DICAS QUE PODEM AJUDÁ-LO A MELHORAR SEU ATENDIMENTO


Seja você um advogado autônomo ou atuante em um escritório, um ponto fundamental para a construção de uma boa reputação é um relacionamento saudável com o cliente. Por isso, é sempre muito importante conhecer bem o seu cliente, para dar a ele um atendimento, na medida do possível, personalizado, garantindo uma experiência positiva para ambas as partes.
O que sustenta uma boa imagem é a percepção que os clientes têm do profissional. Essa percepção é afetada por uma série de fatores, que vão desde a recepção no escritório, modo de se vestir, pontualidade, obtenção de sucesso profissional, até os canais pelos quais o advogado se comunica.
No mundo globalizado, é preciso pensar no atendimento como algo que foge do escritório. Muitas vezes é preciso responder o cliente via e-mail ou até mesmo por meio de suas redes sociais pessoais. O WhatsApp é um aplicativo que tem sido muito usado para advogar. No entanto, por mais que seu uso permita reduzir o tempo de espera por procedimentos legais, há algumas decisões urgentes que o advogado deve levar em conta antes de disponibilizar seu número pessoal ao cliente.
Os aplicativos de comunicação instantânea, como é o caso do Whatsapp, revolucionaram a comunicação entre pessoas. Essa transformação, além de afetar os relacionamentos interpessoais, também trouxe consequências para os relacionamentos profissionais.
Se por um lado, o Whatsapp é um meio de comunicação ágil, prático e barato, por outro, o uso profissional dessa ferramenta deve ser feito tomando alguns cuidados.
No caso dos advogados, algumas restrições e diretrizes do Código de Ética devem ser observadas. Além disso, é fundamental estabelecer regras junto aos clientes acerca do uso do Whatsapp.
Diante disto, listamos algumas dicas que podem evitar problemas e auxiliar a dinamizar o uso do aplicativo com seus clientes. Confira!

1ª Dica: Conheça o Código de Ética da OAB e suas vedações a respeito do tema
Nenhum advogado é obrigado a utilizar o Whatsapp como um canal de comunicação. No entanto, por se tratar de um meio bastante eficiente e muito acessível, o atendimento de advogados pelo Whatsapp pode melhorar a relação com clientes.
Vale observar, no entanto, que o Código de Ética da OAB veda a prestação de serviços ou mesmo de assessoria por qualquer meio de comunicação, sem que haja a devida cobrança. Logo, antes de estabelecer esse meio de comunicação com o seu cliente, é fundamental alertá-lo sobre eventuais cobranças através do uso da ferramenta.
Outra prática que pode gerar problemas ao profissional é o envio de qualquer forma de propaganda sobre os seus serviços, especialmente para quem não faz parte da sua lista de contatos.
O Código de Ética veda o envio da chamada “mala direta” por qualquer meio, seja físico ou eletrônico. Assim, para evitar problemas com a OAB, evite qualquer tipo de mensagem que possa ser interpretada como o oferecimento de serviços ou mesmo publicidade profissional ou do seu escritório.

2ª Dica: Estabeleça um horário para contato
Ao distribuir seu número pessoal para os clientes, o advogado deve estar ciente de que o cliente pode entrar em contato a qualquer hora. Se o advogado não pretende estar 24 horas por dia e 7 dias por semana disponível, é preciso acordar isso com o cliente. Estabeleça um horário de disponibilidade, que é quando terá tempo para respondê-lo com calma e atenção, evitando contatos em momentos inconvenientes.
Outra prática seria alterar configurações de privacidade do aplicativo. Cabe considerar se é interessante, para o advogado, que o seu cliente disponha de informações como última vez em que o advogado esteve online, se a mensagem foi visualizada ou não e há quanto tempo.

3ª Dica: Apresente limitações para consultas, sempre de forma cortês
É fundamental colocar determinadas restrições para que isso não gere estresse no profissional e acabe dificultando o relacionamento com o cliente.
Também é importante separar horários de lazer dentro da rotina e desligar do trabalho. Como os gadgetsfacilitam a conexão por 24 horas é importante separar momentos de trabalho dos momentos de lazer.

4ª Dica: O WhatsApp não pode se tornar um meio de consulta jurídica gratuita
Outra preocupação que o advogado deve ter é em não trabalhar de graça. O cliente pode acabar por entender o WhatsApp como um canal para consultas, não precisando marcar uma hora com o advogado e, consequentemente, impossibilitando o advogado de cobrar seus honorários corretamente. Além disso, o código de ética da OAB veta esta prática, por julgar não ser possível a compreensão completa à distância, por isso a exigência da consulta formal.
Por isso, é importante que advogado especifique ao cliente o que deve e o que não deve ser tratado no aplicativo. Uma simples conversa evita que um canal ideal para facilitar a retirada de dúvidas, recebimento de documentos, agendar visitas e acelerar processos faça o advogado trabalhar mais, ganhando menos.

5ª Dica: O WhatsApp de atendimento não deve ser seu número pessoal
Ao invés de oferecer ao cliente seu número pessoal, é recomendado criar uma conta no WhatsApp em outro número a ser utilizado no horário comercial. Dessa forma, você receberá as demandas, somente em horário comercial, filtrando-as e dando os devidos encaminhamentos, sem precisar atender aquela ligação em pleno domingo a tarde ou ter que ignorar possíveis consultas em momentos inoportunos.
O aplicativo, portanto, é sim um instrumento muito útil ao advogado, tanto no relacionamento com o cliente, quanto na otimização de suas atividades, seja como advogado autônomo, seja no escritório de advocacia. Contudo, é preciso alinhar a comunicação com o cliente para garantir o melhor uso do WhatsApp para advogar.

6ª Dica: O uso do Whatsapp pelos 'penalistas' deve ser diferenciado
Em determinadas áreas do Direito, a comunicação e a presença do advogado podem ser mais relevantes. É o caso de profissionais que atuam nas áreas criminal e de família, onde a presença de réus presos, ou mesmo o uso de medidas protetivas, podem fazer com que o advogado possa ser solicitado a qualquer momento.
No caso de réus presos, o uso do Whatsapp possui uma questão ética: afinal, o uso do celular dentro dos presídios é proibido por lei.
Assim, caso o profissional receba qualquer forma de chamada pelo aplicativo, é importante esclarecer ao cliente que não utiliza esse meio e que o ideal é marcar uma visita ao presídio para que possa esclarecer a questão.
A internet e os aplicativos estão aí para facilitar o dia a dia. Porém, como se tratam de ferramentas digitais, devem ser utilizados com uma boa finalidade e, naturalmente, com limites.
O atendimento de advogados pelo Whatsapp pode ser uma forma de assessorar de forma mais ágil seus clientes. Porém, para que isso não haja desentendimentos ou estresse no futuro, a dica é estabelecer regras.
Por Elder Nogueira
Fonte JusBrasil Notícias

DEFINIR METAS DO ESCRITÓRIO FACILITA ESCOLHA DE SOFTWARE


Ano novo, novas promessas, hora de reforçar objetivos, planos e metas. Muito bem colocado pelo meu querido professor Carlos Bitinas em seu artigo “Sem planejamento e ação, Ano Novo será como os outros”. É preciso planejar e tirar do papel os projetos e dar movimento a eles.
Neste momento, precisamos avaliar quais as ferramentas serão necessárias e estarão ao nosso alcance para execução dos planos, medição, acompanhamento e monitoramento, para que as ações sejam passíveis de melhorias.
No último artigo, Claudio Wilberg mencionou as diversas opções de softwares e aplicativos disponíveis no mercado e a tendência é de multiplicação, cada vez mais alternativas. Importante dizer que também há soluções para todos os tipos de bolso. Desde o escritório do “eu sozinho”[1]  às organizações de grande porte.
O que assistimos na prática é uma demanda de orientação para “troca” do sistema, pois não funciona como esperado, não gera relatório. O que ocorre na verdade é que o cliente pouco conhece o produto, gerando informações distorcidas, incompletas e “não confiáveis”. A questão é: se inserirmos ar no programa vamos gerar ar, se inserirmos abacaxi no programa vamos gerar abacaxi! Não tem remédio.
Mas, tem prevenção. Juntando tudo que foi dito nos últimos artigos de meus colegas colunistas, o importante é planejar, organizar e MAPEAR! O mapeamento das atividades, rotinas, procedimentos para se atingir o objetivo traçado, monitorar acertos e erros, ajustar desvios, implantar melhorias, escolher softwares e ferramentas adequadas é um bom mecanismo. É uma maneira de se evitar os dissabores do tipo “comprei o que não serve”.
Os softwares disponíveis para o seguimento jurídico, todos com suas vantagens, possibilidades e diferenciais. Porém, em boa parte dos casos não é o problema e sim sua inadequada utilização.
Ao traçar planos de voo para este ano e futuros, é muito relevante que se conheça o que tem disponível em sua organização (escritório, jurídico interno e órgãos públicos) para saber se o que existe já lhe atende ou facilitar a percepção do que é necessário.
Segundo pesquisa da ComputerWorld, 60% das empresas que optaram por implantar sistemas sem a modelagem de processos experimentaram:

  • Retrabalho na revitalização dos sistemas;
  • Novo projeto, com redesenho e necessidade de reimplantação;
  • Perda de credibilidade da ferramenta e frustração dos colaboradores;
  • Aumento do tempo médio do projeto devido ao desalinhamento do negócio com o sistema.
Nesta etapa é preciso fazer como lista de supermercado, anotar o que tem em casa, o que precisa comprar, o que é prioridade, o que é supérfluo e na hora da compra saber optar pelos itens mais importantes, sabendo o que deseja e descobrindo novas opções. No caso do sistema controle de processos, prazos, alimentação automática de judiciário, biblioteca, GED, controle financeiro, integração com contabilidade fiscal, controle de contratos, marcas e patentes, integração com outros softwares, biblioteca, mobilidade, relatórios entre outros.
O período de janeiro e fevereiro permite que se priorize essas atividades, colocar a casa em ordem, abrir armários, gavetas, arquivos e “vasculhar” coisas que estão para fazer há longa data.
Essas informações ajudam a traçar o plano de voo, não evitam trovoadas e turbulências, mas nos preparam para melhor enfrentá-las.

[1] “Eu sozinho” é como denominamos o escritório de apenas um advogado.

Por Simone Viana Salomão
Fonte Consultor Jurídico

QUATORZE DICAS PARA EQUILIBRAR MELHOR O TRABALHO E A VIDA PESSOAL EM 2024

 
Dizer não, exercitar-se, adotar um hobby e conversar sobre possibilidade de horário flexível são algumas das sugestões de especialistas

Com as tecnologias fazendo com que o limite entre a vida pessoal e profissional fique cada vez mais confuso, é hora de profissionais reavaliarem se não estão passando dos limites quando o assunto é trabalho. Isso porque uma pesquisa apontou que 22% dos profissionais estavam insatisfeitos com o equilíbrio entre a vida pessoal e profissional, 53% chegavam em casa cansados demais para as tarefas domésticas várias vezes por mês e 30% tinham dificuldades para dar conta das atividades familiares por causa de trabalho em excesso.
Veja abaixo 14 dicas para equilibrar melhor trabalho e vida pessoal neste ano que está começando.

1) Diga não
Pratique a arte de dizer não. Isso vale para o trabalho e para a vida pessoal. Você não é obrigado a aceitar todos os convites que recebe e também pode dizer que está sobrecarregado quando o chefe lhe passa mais uma tarefa. “O mundo se abre quando você aprende a dizer sim para as oportunidades certas e não para as erradas”, diz a escritora americana Marley Majcher.

2) Aproveite o trânsito
Se o trânsito estiver ruim no caminho para o trabalho, ligue o rádio ou ponha para tocar suas músicas prediletas, sugere a psicóloga Márcia Merquior, do Vita Check-Up Center. Se dirigir o deixa muito estressado, pense em ir até o trabalho de ônibus ou de metrô, já que o transporte público permite que você leia ou até mesmo cochile.

3) Exercite-se
Márcia Merquior ressalta também a importância da atividade física: tente fazer com que essa meta seja realmente cumprida em 2024. “Invista em alguma atividade física aeróbica, pelo menos três vezes por semana, por no mínimo meia hora. Além de melhorar a autoestima, relaxa e alivia as tensões. E caminhe, sempre que for possível”.

4) Peça ajuda
Não pense que precisa ser o super-homem ou a mulher-maravilha para ter respeito no trabalho ou para ter a família perfeita. Admitir que precisa de ajuda é um passo importante para ter mais equilíbrio entre a vida pessoal e profissional. Não se deixe sobrecarregar: saiba quando é o momento de delegar, de montar uma equipe ou de contratar um assistente, afirma Willo O'Brien ao Huffington Post. E não hesite em pedir auxílio a alguém da família para tomar conta dos filhos, por exemplo.

5) Adote um hobby
Vale fazer aula de canto, de patins ou de costura — uma coisa nova que você queira aprender ou algo que gostaria de aprimorar. “Fazer pequenas coisas prazerosas fortalece a autoestima e traz a sensação de que também temos direitos e não apenas deveres”, destaca Márcia Merquior.

6) Desconecte-se
É verdade que, cada vez mais, a linha ente vida profissional e pessoal se confunde. E a tendência é que isso ocorra ainda mais, com o desenvolvimento das tecnologias. Por isso é importante que cada um saiba desenvolver uma estratégia própria para lidar com a tecnologia, afirma Ryan M. Johnson, da WorldatWork. Para um profissional, pode funcionar desligar o celular corporativo no fim de semana. Para outros, pode ser que dê certo reservar uma hora por dia para checar e responder e-mails. “Nós, como funcionários e empregadores, precisamos encontrar maneiras para que esses dois mundos coexistam de uma forma que não comprometa a produtividade e nem aumente o estresse”, diz Johnson.

7) Almoce com calma
Evite comer sanduíches em frente ao computador e os pratos congelados em excesso. “Coma bem e não engula a comida. Mastigue o mais devagar que puder, procurando saborear os alimentos. Depois, tente caminhar um pouquinho, dez minutos que seja, pois isso já ajuda na digestão e no relaxamento”, diz a psicóloga do Vita Check-Up Center.

8) Adote um horário flexível
Converse sobre a possibilidade de um horário flexível no trabalho. No Brasil, mais empresas estão aderindo a jornadas de trabalho flexíveis: vale negociar para chegar mais cedo por conta do trânsito ou para trabalhar em home office em alguns dias da semana. Não tenha medo de discutir com o RH sobre essa possibilidade — a empresa pode te surpreender com uma resposta positiva. Além disso, lembre-se que não há motivos para se sentir mal em relação aos colegas se optar pelo horário flexível e eles não. Cada um sabe como se organizar melhor.

9) Vá ao médico
Não deixe para depois suas consultas, seja com o dentista ou com o médico para fazer um check-up. “Cuidar de você é um passo importante para obter um melhor equilíbrio”, afirma a especialista em carreiras americana Cindy Goodman. Clique aqui para fazer um teste e avaliar seu nível de estresse.

10) Tire as suas folgas
Uma pesquisa feita pela Society for Human Resource Management (Sociedade para a Gestão de Recursos Humanos) descobriu que 61% dos funcionários nos Estados Unidos tinha uma média de três dias de folga vencidos. “Não negligencie seu tempo de descanso. Além disso, os chefes deveriam encorajar seus funcionários a tirar a suas folgas, mesmo que sejam de apenas um ou dois dias de cada vez”, acredita Cindy Goodman.

11) Avalie se o emprego compensa
Você trabalha 14 horas por dia, não tem tempo para ver a família ou para fazer um curso? Será que realmente vale a pena continuar nesta empresa? Embora a maioria das companhias ainda seja resistente aos horários flexíveis, é possível encontrar aquelas que têm opções que podem se encaixar melhor no seu estilo de vida. “Muitos projetos já provaram que quando um time de profissionais independentes é encorajado a ter seus próprios planos sobre quando e como querem trabalhar, a produtividade aumenta consideravelmente”, pondera Ron Ashkenas em artigo na Forbes.

12) Agrade a você
“Muitos de nós vivemos para agradar aos pais, aos cônjuges, aos colegas ou aos chefes. Não faça isso. Foque em conquistar o que você quer”, sugere o autor britânico Stephen Bruyant-Langer.

13) Gerencie o seu tempo
Pesquisadores britânicos do Direct Line descobriram o quanto uma pessoa gasta em média para realizar as principais atividades do dia a dia. Use a pesquisa como base para se organizar melhor e gerenciar melhor o seu tempo. Café da manhã: 22 minutos. Banho: 21 minutos. Transporte: 1 hora e 26 minutos. Checar as redes sociais: 18 minutos. Trabalho: 8 horas e 9 minutos. Ler jornais e sites: 18 minutos. Almoço: 53 minutos. Tempo com família e amigos: 49 minutos. Tempo pessoal: 1 hora e 6 minutos. Jantar: 1 hora e 4 minutos. Resolver burocracias: 45 minutos. Ver televisão: 1 hora e 3 minutos. Dormir: 7 horas e 26 minutos.

14) Faça um curso
Aprenda algo novo em 2024 seja um curso voltado para a sua carreira ou um que contemple os seus interesses pessoais. Não use a falta de tempo como desculpa para não estudar. “Sempre quis aprender espanhol ou a andar a cavalo? Pesquise as opções no início do ano e se matricule. Assim, também terá uma perspectiva boa para lidar melhor com o estresse do trabalho”, sugere a coach inglesa Amana Walker.
Fonte O Globo Online

quinta-feira, 18 de janeiro de 2024

SITE LISTA 20 PASSOS SIMPLES QUE PODEM TE TORNAR UM MILIONÁRIO

Lista mostra como se tornar um milionário

Conseguir mais de um milhão de reais parece um sonho distante para muitas pessoas. No entanto, o site “Business Insider” fez uma lista que mostra que algumas atitudes simples e mudanças básicas no dia a dia podem garantir uma conta bancária com milhões em dinheiro.
O artigo lembra que é mais fácil saber o que precisa ser feito do que realizar essas tarefas na prática. Mesmo que não exista uma fórmula infalível para conseguir guardar mais dinheiro, algumas decisões responsáveis podem garantir que a pessoa saiba investir seu dinheiro nas áreas certas e evite, pelo menos, passar por dificuldades financeiras. Confira os 20 passos para se tornar um milionário:

1 - Compre as coisas que você precisa, em vez das coisas que você quer
É preciso focar em suas reais necessidades para conseguir juntar dinheiro.

2 - Gaste menos do que você ganha
O clássico conselho busca que as pessoas consigam poupar parte de sua renda mensal.

3 - Tenha certeza de que você pode pagar as coisas que você comprar
Lembre-se que quanto mais rápido você conseguir pagar, melhor.

4 - Exercite a paciência
Saiba que algumas dificuldades fazem parte do caminho para conseguir uma melhor qualidade de vida no futuro.

5 - Programe as contas em débito automático
Assim, você não pode gastar o que não tem.

6 - Pague sua fatura integral do cartão de crédito
O cartão de crédito pode ser usado, mas só compre o que você pode pagar.

7 - Use o tempo a seu favor
Quanto mais cedo você começar a poupar, melhor.

8 - Perceba que dinheiro não traz felicidade
Quando você está trabalhando por um objetivo saudável, em vez de apenas querer satisfazer seus desejos materiais, suas metas serão alcançadas de forma mais rápida e fácil.

9 - Perceba que a “vida aconteça”
Saiba que o acaso também influencia a vida das pessoas. Por isso, sempre poupe dinheiro, já que você nunca sabe quando uma emergência financeira pode te afetar.

10 - Se concentre em ser livre de dívidas
Reduza as suas dívidas e elimine as despesas desnecessárias.

11 - Trabalhe duro
Se esforce em trabalhar de maneira eficiente para ter o esforço recompensado.

12 - Arranje um segundo emprego
Além de incrementar a poupança, um segundo emprego fixo ou “freela” vai deixá-lo sem tempo de gastar o dinheiro que está tentando guardar.

13 - Não tenha medo de sonhar alto
Ter altas ambições pode garantir que você atinja seus objetivos.

14 - Saiba administrar seu dinheiro
Mantenha-se atualizado sobre o que você precisa saber para administrar o seu dinheiro e perceba que sem uma boa gestão, ele nunca vai gerar os rendimentos que deveria.

15 - Faça o que você gosta
Trabalhar em algo prazeroso é a chave para ter sucesso na carreira e consequentes promoções e aumentos.

16 - Pague-se primeiro
Saiba se recompensar pelas suas vitórias. Isso vai te manter motivado a alcançar novos objetivos.

17 - Vá atrás do dinheiro
Não basta esperar que o dinheiro venha até você. Veja onde há oportunidades de ganhar uma renda extra e se concentre em conseguir uma chance.

18 - Invista em você mesmo
O profissional precisa investir em seu desenvolvimento, por meio de cursos de idiomas, especializações e outras ferramentas que façam ele se destacar no mercado de trabalho.

19 - Invista em imóveis
Comprar propriedades é sempre um bom recurso.

20 - Perceba que existe mais de uma maneira de abordar um problema
Ser versártil vai te ajudar a solucionar seus problemas de maneiras mais rápidas e criativas.

Fonte Extra – O Globo Online

terça-feira, 16 de janeiro de 2024

5 ERROS QUE OS ADVOGADOS COMENTEM AO TENTAR EMPREENDER NA ADVOCACIA


Empreender na Advocacia é cada vez mais urgente para quem deseja ascensão no mercado jurídico. Contudo, o caminho do sucesso na advocacia empreendedora depende de desenvolvimento de técnicas e habilidades que promovidas possibilitam o advogado a empreender.
É imprescindível que o Advogado invista em planejamento, conhecimento em gestão, empreendedorismo, cursos e treinamentos. Listaremos os principais erros que os Advogados cometem no intento para empreender na Advocacia e que senão sanados podem destruir o caminho da Advocacia Empreendedora.

1. Não investir em desenvolvimento pessoal
Conhecimento é tudo. O advogado que deseja empreender no Direito, precisa cada vez mais investir em conhecimento em negócios. É necessário que o advogado conheça além do Direito Material e Direito Processual.
Busque cursos voltados ao empreendedorismo jurídico, finanças, marketing, gestão, vá além da técnica jurídica e amplie sua visão de mundo, muitas oportunidades nascem de um ambiente diferente daquele que você está inserido.

2. Não agir de forma estratégica
Resultados são construídos a partir de metas, objetivos, de um plano de ação. Agir sem um planejamento estratégico é o mesmo que querer ter resultados sem saber como atingi-los.
O foco é elemento crucial para obtenção de resultados na Advocacia empreendedora. Decisões aleatórias sem planejamento é o caminho para o fracasso, sem objetivos não é possível medir e nem melhorar, como buscar melhorias se não se sabe a direção de onde quer chegar?
Defina seus objetivos, metas e quais os caminhos possíveis para ter sucesso, a direção é mais importante que a velocidade.

3. Ter medo de arriscar na Advocacia Empreendedora
A vida é feita de desafios, e nos negócios também temos que nos desafiar, advogados que se arriscam obtêm resultados ousados. Contudo, os riscos devem ser calculados de acordo com seus objetivos. Assuma controle sobre seu negócio e busque desafiar seus limites.
Aqueles que não arriscam provavelmente vão obter apenas os resultados que já alcançaram. Advocacia é para quem não tem medo de se lançar a novos desafios e conhecimentos, por isso, é imprescindível que o Advogado empreendedor não tenha medo de ousar e de se submeter a riscos calculados. O sucesso está longe da zona de conforto. Arrisque-se!

4. Ser paralisado pelo Erro
Precisamos compreender que a perfeição nos negócios é uma tremenda armadilha, inevitavelmente, iremos errar quando estamos dispostos a inovar, a nos lançarmos em novos projetos. A jornada empreendedora é o caminho do sucesso, e, os erros devem ser vistos como aprendizados que nos colocam em melhores posições, já que estaremos melhores preparados.
Logo, reconheça seus erros, avalie seus resultados e busque a melhoria constante, a cada avanço uma nova conquista. Não tenha medo de errar.

5. Não persistir
O sucesso é feito de escolhas e das decisões que tomamos ao longo do empreendimento. Advogar é plantar e colher, é persistir diante das circunstancias e desafios.
O Advogado Empreendedor conhece que o caminho não é fácil, e, por isso, mantém a disposição e a paixão em alta, porque somente ganha quem persiste.
Busque todas as possibilidades, cresça, invista em seu desempenho e conhecimento, e, não desista nos primeiros erros, o caminho da Advocacia Empreendedora é daqueles que persistem e confiam no trabalho de longo prazo.
Por Emanuelle Ferreira
Fonte JusBrasil Notícias 

ENTREVISTA DE EMPREGO EM INGLÊS: COMO NÃO DAR VEXAME

 Especialista mostra quais os erros mais comuns em uma entrevista em inglês
 
Em alguns setores e posições, falar inglês deixou, há muito tempo, de ser um diferencial no currículo para se tornar um requisito mínimo para desempenhar suas funções profissionais. Não por acaso, o idioma está se tornando figurinha carimbada em vários processos de seleção por aí – para desespero de alguns candidatos.
“Não importa seu nível, inglês sempre dá um frio na barriga”, afirma Marcelo Cuellar, gerente da Michael Page Brasil. E, por isso, em uma entrevista de emprego, muita gente tende a engasgar mais do que o normal no segundo idioma. Mas como evitar esse tipo de vexame? (Principalmente se você nunca passou por uma situação destas na vida) Confira as dicas:

Deixe as palmas para o headhunter
Erro fatal na hora de tocar no assunto fluência em inglês? Superestimar seus dotes linguísticos. “Cabe ao recrutador dizer se seu nível é avançado ou intermediário”, diz Cuellar.
Dica: Por isso, em vez de rotular, de cara, o domínio que você tem do idioma, descreva a sua experiência com o inglês. Já morou fora? Como o uso desta língua está presente na sua rotina?
Feito isso, seja proativo. Se você tem condições, peça para conversar um pouco em inglês com o recrutador – caso ele já não tenha feito isto.

Cuidado extra com os tempos verbais
De acordo com o especialista, um dos erros mais comuns durante as entrevistas em inglês é o uso dos tempos verbais. “Se você confundi-los, o headhunter, principalmente se for estrangeiro, não entenderá se você fez ou não determinada atividade”, explica.
Dica: Antes da entrevista, pense na sua experiência profissional e em questões relacionadas a sua carreira de acordo com os tempos verbais em inglês. Treine isso.

Na hora da empolgação, há candidatos que traduzem ao pé da letra expressões idiomáticas em português. Além de não fazer sentido, este hábito pode deixar o recrutador confuso – ou com vontade de rir no meio da entrevista.
Dica: Se você não sabe se existe uma expressão idiomática em inglês equivalente, não use. Antes, explique o que você quer dizer sem usar o termo.

Você não precisa ter um sotaque de Hollywood
Nem de Bollywood, evidentemente. Mas não é necessário se encher de cobranças para falar inglês como se você tivesse nascido em algum país anglo-saxão – e nunca saído de lá. É claro que qualquer recrutador ficará encantado se você articular o idioma de uma maneira exemplar. Mas se não é o caso, não é preciso ser tão neurótico.
“O importante é ser compreendido. E se você já é compreendido, se faça compreender”, diz Cuellar. Evidentemente, um sotaque claro, com frases concatenadas entre si e um vocabulário sofisticado impressionam, sim. Mas não são todas as carreiras e funções que exigem este nível de fluência, explica o especialista.
Dica: Se o inglês não faz parte da sua rotina de trabalho, esforce-se para incluí-lo na sua vida. Dedique-se aos estudos deste idioma, pelo menos, uma vez por semana. Assista filmes sem legenda, leia livros, converse. Faça de tudo para chegar na entrevista com mais segurança e clareza de seus conhecimentos.
Por Talita Abrantes
Fonte Exame.com

segunda-feira, 15 de janeiro de 2024

PLANEJAMENTO FINANCEIRO: CONFIRA AS DICAS PARA MANTER AS CONTAS EM DIA

Fazer um planejamento financeiro auxilia a controlar melhor os gastos e a manter o orçamento adequado ao longo do ano inteiro. Planilha elaborada pelo Idec ajuda nessa tarefa

Muitos consumidores enfrentam dificuldades para pagar as contas extras que surgem no início do ano, como o IPVA (Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores) e IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano). Com o início conturbado, colocar os gastos sob controle o resto do ano torna-se um desafio.
Para não se perder nas despesas, o Idec recomenda que o consumidor faça um planejamento financeiro. Visualizar a sua relação com o dinheiro, comparando o que entra com o que sai, pode ser uma boa maneira de ficar mais tranquilo e ainda de gastar de maneira mais responsável.
Um jeito simples de fazer o planejamento é construir uma tabela com duas colunas. De um lado devem ser listados todos os rendimentos (pessoais ou familiares), incluindo o salário e outras fontes de renda; do outro as despesas, começando pelas fixas (como aluguel, condomínio, água, luz, telefone, plano de saúde etc.), e, em seguida, as variáveis (como impostos, medicamentos, transporte, alimentação, lazer etc).
Dessa forma dá pra saber o quanto pode sobrar no final do mês, possibilitando remanejar gastos, definir uma quantia para guardar na poupança ou mesmo programar a compra de um bem à vista, por exemplo, fugindo dos juros do financiamento.

Orçamento anual
Um planejamento mais preciso, contudo, requer mais trabalho. Para isso, o consumidor deve grupar os comprovantes de todas as despesas do ano anterior (separando as fixas das eventuais), somá-las e depois dividir por doze para obter, assim, uma média de gasto mensal.
Isso não é tão difícil quanto parece e os benefícios do equilíbrio financeiro compensam! Confira, abaixo, as dicas do Idec, passo a passo, para a elaboração do orçamento anual:

1 - Adote uma organização mínima para guardar os comprovantes das despesas pagas durante o ano (uma pasta, um envelope, uma caixa), agrupando-os conforme o tipo de despesa;

2 - Junte as contas das despesas de serviços contínuos ou fixos. Some o comprovantes de janeiro a dezembro e divida o resultado por doze, para obter a média do que foi gasto no ano anterior.

3 - Reúna as contas de despesas eventuais. Avalie a possibilidade de novas ocorrências e estabeleça uma média a partir do que foi gasto e mais uma reserva de contingências de 10%;

4 - Organize as informações numa planilha, colocando no primeiro campo os rendimentos (valor do salário e outras fontes de renda). Nas colunas abaixo, na mesma ordem, identifique o campo para as despesas fixas e eventuais, detalhando do que se trata e o valor médio obtido em cada conta;

5 - Projete o valor médio mensal dos gastos para o período de 12 meses, observando o pagamento parcelado de impostos, por exemplo;

6 - Fique atento ao mês que entrará em férias e o pagamento de décimo terceiro salário para lançar os recursos no orçamento. Não se esqueça que as férias são pagas antecipadamente e no mês seguinte, quando retornar ao trabalho, não haverá salário;

7- Some todos os rendimentos, considerando o reajuste salarial de sua categoria baseado nos índices aplicados nos anos anteriores;

8 - Calcule o total de rendimentos menos o total de despesas (fixas e variáveis) e, do saldo restante, faça uma reserva ou avalie a possibilidade de investimento do dinheiro.

Planilha de Orçamento Doméstico 
Para auxiliar os consumidores a planejar suas finanças, o Idec criou a Planilha de Orçamento Doméstico.
A ferramenta é gratuita e muito útil para acompanhar a origem e o destino do dinheiro, permitindo contabilizar com mais clareza as compras parceladas, por exemplo, a prever os rendimentos futuros e, enfim, alcançar o equilíbrio financeiro. http://www.idec.org.br/especial/planilha-orcamento-domestico
Fonte Idec

sábado, 13 de janeiro de 2024

11 COMPORTAMENTOS ESSENCIAIS PARA SER MAIS RESILIENTE

Confira quais são os principais pilares comportamentais da resiliência, característica muito valorizada nos profissionais hoje em dia

Há algum tempo, a palavra resiliência deixou o campo da Física e ganhou importância como atributo pessoal em processos de seleção e de avaliação de profissionais.
Usado para identificar aquelas pessoas que conseguem superar dificuldades e desafios e se fortalecerem partir destas situações adversas, o conceito de resiliência sempre esteve ligado à capacidade de flexibilidade de objetos e materiais que voltam ao estado natural após sofrerem pressão, como é o caso de uma mola, por exemplo.
A importância da resiliência para carreira é grande. “No fim do dia, quem cresce na empresa, além de ter competência, é quem, de fato, é resiliente”, diz Yuri Keiserman, diretor executivo da Vetor Editora, que comercializa a EPR (Escala dos Pilares da Resiliência), teste organizacional que avalia o potencial de resiliência de profissionais.
Para ele, os altos níveis de cobrança por resultados e a competitividade presente nas organizações justificam a necessidade de pessoas resilientes. “A gente leva muita pancada. Vivemos situações que poderiam nos frustrar todos os dias”, diz o executivo.
O teste, elaborado pelas especialistas Tábata Cardoso e Maria do Carmo Fernandes Martins, tem como base uma escala de fatores - chamados de pilares - que contribuem para um comportamento potencialmente mais resiliente. Por ser uma qualidade que depende de fatores também externos, como educação, família e vivência, o teste não indica se o profissional é ou não resiliente mas mostra a força das estruturas internas que apoiam este tipo de atitude. Confira quais são os pilares comportamentais em jogo na resiliência:

1 Encarar mudanças e dificuldades como oportunidades       
É o que o teste EPR identifica como aceitação positiva de mudança, explica Rodrigo Fonseca, gerente corporativo da Vetor. “É aceitar que a mudança é uma oportunidade de crescimento, ter a visão de que as adversidades enfrentadas trazem essa possibilidade”, diz Fonseca.

2 Autoconfiança
É um comportamento relacionado à segurança que o profissional tem para encarar as diversas situações que se apresentam. “É a pessoa se sentir confiante para enfrentar desafios”, explica Fonseca.

3 Autoeficácia
Refere-se à percepção que a pessoa tem da sua própria capacidade. “É acreditar na competência, se sentir capaz”, explica Fonseca. Muitas vezes a pessoa pode até não ter potencial alto de inteligência, mas se tiver autoeficácia, diz Fonseca, vai se esforçar além do normal o que acabará compensando eventuais deficiências.

4 Bom Humor
Neste contexto é analisada a capacidade que a pessoa tem de usar o bom humor para lidar com momentos de stress. “As pessoas que tem bom humor se esforçam para tornar o ambiente mais leve em situações difíceis”, diz Fonseca.

5 Controle emocional
Ataques de ira não são próprios das pessoas flexíveis. “Uma reação desproporcional mostra uma falta de resiliência”, diz Yuri Keiserman.
O controle emocional permite ao profissional agir com mais calma e a não perder o foco. “Quem tem autocontrole consegue expressar adequadamente sua emoções o que permite enfrentar melhor situações difíceis”, diz Fonseca.

6 Empatia
Manter um comportamento resiliente pede uma boa dose de empatia. Saber se colocar no lugar do outro é essencial para minimizar e solucionar conflitos, segundo os especialistas. “No ambiente de trabalho, as relações podem ficar desgastadas porque são intensas e frequentes, por isso a importância da empatia é extrema”, diz Keiserman.

7 Independência
É um conceito bastante próximo da autonomia, de acordo com Fonseca. Pessoas independentes não se isolam mas também não são dependentes dos outros para desenvolver suas tarefas, atividades e projetos. “É não ter o receio de travar, de empacar”, diz Keiserman.

8 Otimismo
O nome técnico deste comportamento na EPR é orientação positiva para o futuro. Ou seja, as pessoas com esta característica têm esperança no que está por vir em suas vidas. “Mas não significa que não se preocupem com o futuro”, afirma Fonseca.

9 Reflexão
Ter a capacidade de analisar e refletir quando o mundo estpa desabando ao seu redor é um dos pilares que apoiam uma pessoa de atitude resiliente, de acordo com Fonseca. Geralmente pessoas assim conseguem encontrar as melhores soluções para os problemas.

10 Sociabilidade
Está ligada ao bom relacionamento interpessoal. Quem tem esta característica consegue criar vínculos com as outras pessoas. Quem desenvolve a sociabilidade apoia a equipe e é apoiado por ela, explica Fonseca.

11 Valores positivos
Pessoas que seguem seus valores e princípios acabam sendo mais resilientes, de acordo com Fonseca. Segundo ele, não se trata de qual valor a pessoa tem e, sim, da importância que ela dá a eles. “Cada um tem seus próprios valores, ter essa orientação é que é muito importante”, explica Fonseca.
Por Camila Pati
Fonte Exame.com

CONTROLE

quinta-feira, 11 de janeiro de 2024

AMBIÇÃO FAZ PARTE DA NATUREZA HUMANA E IMPULSIONA PROFISSIONAL DO DIREITO


As dificuldades da vida contemporânea, agravadas pela crise econômica e o aumento da concorrência, tornam a realização profissional um sonho mais difícil de ser alcançado do que há 20 ou mais anos.
As barreiras existentes para ingressar ou formar uma banca de advocacia, para ser aprovado em concurso público ou conseguir ser professor de uma Faculdade de Direito, podem levar o jovem profissional ao desalento e a um nocivo conformismo.  O psiquiatra Augusto Cury chama tal estado de ânimo de coitadismo, observando que:

“O coitadismo é o conformismo potencializado, capaz de aprisionar o Eu para que ele não utilize ferramentas para transformar uma história. Vai além do convencimento de que não é capaz, entra na propaganda do sentimento de incapacidade. O coitadista faz marketing de suas crenças irreais, de impotências e limitações. Não tem vergonha de dizer “Sou desafortunado!”, “Sou um derrotado!”, “Nada que faço dá certo!”, “Não tenho solução!”, “Ninguém gosta de mim!”  (O Código da Inteligência, Sextante, p. 50).

O coitadismo acaba sendo uma armadilha, pois leva seu portador à inanição, termina com sua vontade e ambição. E, de certa forma, acaba sendo aceito com benevolência por terceiros, pois o coitadista, aparentemente, não oferece nenhum grau de risco aos que o rodeiam e, por isso mesmo, desperta piedade.
Ao inverso, o ambicioso desperta sentimentos mistos, mais complexos, como admiração, medo e inveja. Afinal, o crescimento do ambicioso poderá exteriorizar o insucesso de quem, dele, está próximo.
Portanto, por essas peculiaridades do ser humano, na área do Direito quem se proclama um coitado, um perseguido pelo destino, é visto com mais simpatia do que quem se propõe a lutar, vencer, conquistar espaços.
Mas qual o resultado de uma ou de outra posição na vida pessoal e profissional da pessoa?
O coitadista pode ser um jovem iniciando sua vida profissional ou um bacharel em Direito com anos de casa. O jovem, depois de tentativas frustradas, pode rebelar-se contra o Exame de Ordem, o mercado de trabalho, os concursos, o sistema de Justiça ou qualquer obstáculo que se interponha entre ele e o sucesso.
Essa posição de vítima poderá resultar solidariedade dos que lhe estão próximos, solidariedade essa nem sempre será sincera. Na verdade, muitos concluirão, sem nada dizer-lhe, obviamente, que ele não é muito esforçado ou que seu Q.I. está bem abaixo do mínimo desejável. Em outras palavras, ao assumir tal posição o sujeito não avançará um passo na busca da realização pessoal.
Vejamos agora a situação de um coitadista mais vivido, com boa experiência profissional na bagagem. Suas queixas poderão atingir alvos diversos. Por exemplo, sendo juiz, poderá lamuriar-se que não é  reconhecido pelo seu Tribunal, não integrou, injustamente, a última lista tríplice de promoção ou que não recebeu apoio financeiro para cursar mestrado. Sendo advogado, poderá viver a lamentar a ingratidão dos clientes ou a demora no julgamento de suas causas.
Por sua vez, a ambição é o sentimento existente no lado oposto, a mola propulsora do mundo. Ela exige vontade, garra, força física e psicológica. Além disto, estimula a dedicação aos estudos, o aperfeiçoamento profissional, o crescimento cultural em sentido amplo e não apenas no campo do Direito.
O ambicioso, por vezes, é visto com reservas, como se fosse errado querer subir na escala social e econômica. Contudo, não há nada de errado em uma jovem recém-formada querer ter o melhor escritório de advocacia de sua cidade ou de um procurador do Estado almejar ser procurador da República e trabalhar em importantes processos envolvendo políticos e empresários. Da mesma forma, não merece qualquer crítica um desembargador que ambicione ser ministro do STJ ou um advogado consagrado que deseje ser ministro do STF.  São aspirações legítimas.
A ambição tem apenas um risco: tornar-se incontrolável. Aí, sim, ela é nociva. Quem, para alcançar destaque, bajula, corrompe-se, humilha-se perante os que podem ajudá-lo na empreitada, abandona seus ideais sob a justificativa de que não há outro jeito, evidentemente não está utilizando a ambição corretamente. É uma deformação de algo positivo.
Imagine-se um professor que, na busca de uma posição de mando em uma universidade, não hesita em divulgar, através de terceiros, os erros de seu oponente nas redes sociais, prejudicando a imagem do adversário. Ou um procurador de Justiça que, para alcançar a posição de procurador geral da Justiça acerta acordos com os que apoiam sua campanha, garantindo posições corporativas injustificáveis. Ainda, um líder da advocacia que, para alcançar posto de destaque na seccional da OAB, abandona os filhos à própria sorte, perdendo-se em sucessivas viagens para isto ou aquilo.
Nesses casos, a ambição não foi bem dimensionada. Ela deve estar sempre adequada a outros valores importantes, pois de nada valerá alcançar-se um objetivo profissional se nos outros setores de sua vida a pessoa carregar o fardo de fracassos familiares, rejeição pelos amigos ou pela sociedade. De que valerá ser ministro do STF se o filho, graduado em Direito, passar as tardes no quarto com depressão ou  entregue às drogas? De que adianta ocupar as mais altas posições na hierarquia do Estado e temer ser vaiado em um restaurante?
Em suma, na condução da vida profissional, nada há de errado no fato do profissional do Direito querer ser um vencedor na advocacia ou no serviço público, inclusive alcançando status e boa posição financeira. Ao contrário, Isto é muito mais saudável do que entregar-se ao escapismo, tornar-se um coitadista que dedica seu tempo a atribuir a outros ou ao destino a culpa por seu insucesso.
No entanto, na busca do êxito é preciso tomar cuidado com a via escolhida, pois a ambição não justifica o abandono de valores como a ética, a honestidade e a solidariedade, sem os quais o sucesso será apenas uma aparência exibida no Facebook, escondendo o sentimento amargo da insatisfação pessoal. Na longa caminhada das profissões jurídicas, cada um faz a sua opção e traça o seu destino.
Por Vladimir Passos de Freitas
Fonte Consultor Jurídico