terça-feira, 9 de março de 2021

ESPECIALIZAR-SE É ESTRATÉGIA PARA CONQUISTAR CLIENTES, DIZ CONSULTOR


Fazer marketing para clientes corporativos pode ser uma tarefa difícil, especialmente se eles já têm um departamento jurídico na empresa. Mas podem não ter ou, se têm, podem não concordar plenamente com seus advogados. O que ocorre com maior frequência, no entanto, é que os executivos — e aí se incluem os advogados da empresa — podem precisar de ajuda externa vez ou outra. Isso é muito comum, quando um caso requer a intervenção de um especialista em alguma área do Direito.
O consultor de marketing para escritórios de advocacia, Trey Ryder, tem algumas sugestões para advogados que querem atrair clientes corporativos e que estão dispostos a interagir com eles com persistência, para abrir portas. Conheça-as:

1. Especialize-se em uma área restrita do Direito. A escolha de um nicho — e, muitas vezes, de um nicho dentro do nicho — ainda é o caminho das pedras para um advogado se destacar na multidão. Até porque, provavelmente, sequer haverá multidão. A área pode não estar bem coberta no mercado.
Veja a questão sob a ótica de outro profissional. Se uma empresa tem um sério problema de segurança em sua rede de computadores e examina os nomes de dois profissionais que podem resolvê-lo, um conhecido por seus conhecimentos de informática, outro por sua especialização em segurança de rede, qual dos dois será contratado? Se a empresa tem um departamento de TI, o próprio administrador do serviço vai sugerir a contratação do especialista, é claro.
A escolha de um nicho dentro da “advocacia corporativa” é a chave para abrir portas em empresas de todos os portes. Mas, advogados especializados de outras áreas do Direito também podem ter a sua vez. Em Hollywood, Califórnia, há um advogado conhecido como “o advogado de divórcio de celebridades”. Por que não um advogado de divórcio de empresários? O divórcio de empresários é sempre complexo, porque há muita coisa envolvida, incluindo o futuro da empresa.
Empresários podem ter muito mais problemas jurídicos que tributos, fusões e incorporações. Por exemplo, um processo por crime de colarinho branco não é um problema em que se possa aceitar riscos. Há oportunidades para advogados de praticamente todas as áreas à espera de especialistas.
É bem mais fácil para as pessoas se lembrarem de um advogado quando ele é conhecido por sua atuação em uma área bem restrita do Direito, diz Ryder. Os clientes dão preferência aos especialistas e os recomendam aos conhecidos. E isso em qualquer profissão.

2. Eduque seus possíveis clientes. Por “educar”, o consultor quer dizer “informar” os possíveis clientes sobre problemas jurídicos ou riscos que poderão ter de enfrentar, a qualquer momento. Isso se faz por meio de seminários, workshops e boletins (ou newsletters), o que já é uma prática disseminada no Brasil e em outros países. Ofereça recomendações para evitar os problemas e sobre o que fazer, se ocorrerem. Os empresários podem não contratar o advogado imediatamente, mais ficarão satisfeitos pelos esclarecimentos e deixarão a porta aberta para o futuro. Mantenha as linhas de comunicação abertas também.

3. Escreva artigos para um setor específico do mercado. De preferência, utilize publicações específicas para seu público alvo. Se for necessário, contrate uma empresa de assessoria de imprensa para colocar no papel suas ideias. Essa é “uma arma poderosa em qualquer mosaico de marketing”, afirma Ryder.

4. Seja palestrante ou mediador em conferências empresarias ou em qualquer encontro da classe. Prepare uma mensagem para a associação promotora do evento e se coloque à disposição. Esclareça os tópicos sobre os quais poderá falar e explique, rapidamente, os problemas e riscos que os empresários podem ter nessa área. Se for do interesse da audiência, você será convidado. Portanto, se relacione com quem planeja seminários, conferências e outros eventos.

5. Promova seminários “in-house” para executivos de empresas que quer representar, em algum momento. Pode ser um workshop, uma mesa redonda ou qualquer outra coisa que o coloque em contato com o público-alvo. Certifique-se de levar informações valiosas aos empresários, porque ninguém quer perder tempo com eventos inúteis.

6. Se você conseguir produzir um boletim útil — e, quem sabe, interessante — para empresários de um certo setor específico do mercado, mande-o por correio ou e-mail. Para isso, você tem de construir sua lista de possíveis clientes.
Além de informações úteis, o boletim pode levar aos empresários um convite para participar de um seminário que você está organizando. Promova o seminário junto com colegas que poderão atendê-los em outras áreas do Direito. Se o boletim for enviado por e-mail, certifique-se de colocar um link para o empresário pedir a retirada de seu nome de sua lista de contatos. No website do escritório, crie um link para uma página na qual empresários possam se inscrever para receber seus boletins.

7. Torne seu website uma ferramenta dinâmica de informações úteis para os empresários. Acompanhe o noticiário e saiba o que está acontecendo no setor. Pesquise e descubra quais são as preocupações mais atuais dos empresários. Escreva textos curtos sobre quaisquer dos temas em evidência, em linguagem comum, facilmente entendível pelo público-alvo, não em “juridiquês”. Se for necessário, peça a ajuda de profissionais especializados.

8. Valorize o networking para desenvolver conexões pessoais. Peça a ajuda de profissionais que já trabalham com os executivos das empresas sob sua mira, para viabilizar um encontro pessoal ou em algum evento. Não subestime o valor dos relacionamentos. Quando possíveis clientes gostam de você, eles podem contratá-lo por razões conscientes ou inconscientes. Crie uma situação em que você e seu possível cliente possam se conhecer mais bem. Em qualquer situação, dedique-se a conhecer o cliente, seus negócios, seus problemas e não o inverso. Uma vez que você conheça seus problemas e as soluções para eles, ele vai conhecer você de uma forma melhor, no momento certo.

9. Se você tem talento para comunicação, crie um programa de rádio, do tipo “talk show”, dirigido especificamente para seu público alvo. Convide empresários do setor, assessores jurídicos das empresas e administradores para serem entrevistados em seu programa. Se não tem talento para isso, contrate um entrevistador e seja o produtor ou diretor do programa. O importante, é estreitar o relacionamento com seu público-alvo.
É muito difícil alguém recusar um convite para ser entrevistado em um programa de rádio ou TV, a não ser por uma questão de timidez. Mas é muito importante que, ao contrário da maioria dos entrevistadores de rádio e televisão, você deixe o entrevistado responder às perguntas inteiramente. O grande problema dos entrevistadores é que eles querem ser a estrela da entrevista, quando esse papel deve ser reservado ao entrevistado.
É muito frustrante quando o entrevistado explica que há duas razões para alguma coisa e, depois de dizer a primeira razão, o entrevistador o corta e muda de assunto. Mas não custa pedir ao entrevistado que vá direto ao ponto e prefira respostas curtas, para a entrevista ficar mais dinâmica.
É possível dividir a responsabilidade do programa com colegas de outras áreas do Direito, para se atuar em equipe. Isso ajuda especialmente no trabalho de produção, em que é preciso encontrar entrevistados e “montar o show”. E também na divulgação do programa entre os empresários do setor. Além do mais, é bom ter apoio.

10. Dê o seu tempo, como voluntário, a organizações comunitárias, nas quais possa trabalhar lado a lado com possíveis clientes ou possíveis agentes de recomendação de advogados. Ryder cita o exemplo de uma advogada da Carolina do Norte que integrou o conselho de uma fundação de “colégios comunitários”, em que os outros membros eram executivos de bancos e de grandes corporações. “É uma maravilha poder esfregar cotovelos com essa gente, em uma mesa de reunião. Você pode ver como eles pensam e trabalham e acaba conquistando clientes”, ela disse ao consultor.

11. Crie uma organização sem fins lucrativos que possa ajudar os integrantes de seu público-alvo. Convide para o comitê consultivo da organização executivos e profissionais estabelecidos na área. Quando se trabalha junto por uma causa comum, cria-se um clima de confiança mútua favorável para os empreendimentos. Provavelmente surgirá uma rede de recomendações que pode ser útil para todos.

12. No início do relacionamento com o possível cliente, vá devagar. Ofereça-lhe uma pequena ajuda, apenas, como a de dar uma olhada em um documento, só para conferir. Com calma, identifique problemas e potenciais problemas e mencione possíveis soluções. Depois de cumpridas pequenas tarefas e de se assegurar que a porta está aberta, comece a pensar em projetos maiores. Dê tempo aos executivos para avaliar você, seu trabalho, sua competência, enquanto estabelece sua credibilidade.

13. Não desista. Não perca nunca as esperanças. Em algum momento, os executivos das empresas terão alguma questão jurídica importante e se lembrarão de você, porque precisam de um especialista no caso. Alguns executivos e chefes de departamentos jurídicos de empresas podem seguir seus passos, seus artigos, seus seminários por muito tempo, mas nunca vão chamá-lo até que um problema específico — o de sua área — os aflija.
Enquanto isso, crie oportunidades e razões para que os executivos interajam com você. Seja paciente, gentil e persistente. Que eles saibam que, quando precisarem, você estará à disposição, a qualquer hora. Cedo ou tarde, o telefone vai tocar e você ouvirá que estão precisando de sua ajuda. Se você deixa de interagir de alguma forma com esses executivos ou assessores jurídicos, eles vão concluir que você perdeu o interesse em trabalhar com eles. “Lembre-se, quando você anda desaparecido, você é esquecido”, diz Ryder.

Por João Ozorio de Melo
Fonte Consultor Jurídico

FELICIDADE E RIQUEZA

domingo, 7 de março de 2021

ONDE É A SUA DOR?

A enfermidade é um conflito entre a personalidade e a alma. O resfriado escorre quando o corpo não chora.

A dor de garganta entope quando não é possível comunicar as aflições. O estômago arde quando as raivas não conseguem sair.

O diabetes invade quando a solidão dói. O corpo engorda quando a insatisfação aperta. A dor de cabeça deprime quando as dúvidas aumentam.

O coração desiste quando o sentido da vida parece terminar. A alergia aparece quando o perfeccionismo fica intolerável. As unhas quebram quando as defesas ficam ameaçadas.

O peito aperta quando o orgulho escraviza.

A pressão sobe quando o medo aprisiona. As neuroses paralisam quando a "criança interna" tiraniza.

A febre esquenta quando as defesas detonam as fronteiras da imunidade. Os joelhos doem quando o orgulho não se dobra. O câncer mata quando não se perdoa e/ou cansa de viver.

E as dores caladas? Como falam em nosso corpo!

A enfermidade não é má, ela avisa quando erramos a direção. O caminho para a felicidade não é reto, existem curvas chamadas Equívocos.

Existem semáforos chamados Amigos. Luzes de precaução chamadas Família. Ajudará muito ter no caminho uma peça de reposição chamada Decisão.

Um potente motor chamando Amor.

Um bom seguro chamado FÉ.

Abundante combustível chamado Paciência.

Mas há um maravilhoso Condutor e solucionador chamado DEUS!!!

EU SOU

sábado, 6 de março de 2021

JOGOS EM TABLET PARA GATOS DIVERTEM PETS E DONOS

Conheça as novidades do mundo virtual que promovem diversão para bichanos e para seus donos

As brincadeiras para entreter os gatinhos de estimação são muitas, e podem destacar desde um simples barbante ou caixa de papelão até apetrechos mais elaborados, que contam com cordas, penas e a erva do gato (catnip) em suas propriedades para chamar a atenção destes animais independentes e brincalhões.
No entanto, o mundo virtual também evolui a passos largos, e cada vez mais jogos e aplicativos são lançados na web para atingir públicos envolvidos com o universo felino. Enquanto cresce o número de opções de jogos que têm gatos fofos e animados como protagonistas – para a alegria dos que tem um felino de estimação e são fãs de brincadeiras online – também começam a aparecer cada vez mais brincadeiras virtuais direcionadas para os próprios animais, que já podem fazer o uso de tablets para se entreter nas horas de lazer.
Embora o surgimento destas novas formas de diversão para os bichanos não diminua o amor dos pets felinos por brinquedos mais tradicionais, como arranhadores, bolinhas com catnip, túneis, varinhas com penduricalhos na ponta e até simples caixas de papelão com pequenas aberturas, o mercado voltado para o lançamento de opções tecnológicas de diversão para pets não mostra sinais de desaceleramento, caindo no gosto de mais e mais donos apaixonados pelo mundo da tecnologia.
Tendo a possibilidade de ficar com a tela do tablet um pouco arranhada como principal desvantagem, os jogos tecnológicos para gatos já podem ser encontrados com certa facilidade no mercado, propondo situações que os felinos de qualquer raça adoram e com as quais podem passar horas se distraindo, como a caça por ratinhos, peixes ou brinquedinhos diversos. Para que o dono do bichano também se divirta com as opções tecnológicas de jogos animados, já é possível brincar com aplicativos e games especiais sobre personagens felinos inesquecíveis, como Garfield, Gato Félix e Gato de Botas, entre outros.
Junto com isso, os que não têm um gatinho em casa também podem se beneficiar com esse tipo de tecnologia e até ser auxiliado na hora de saber se deve ou não ter um pet felino em casa – por meio de jogos que incentivam a pessoa a realizar as tarefas mais comuns na hora de tomar conta de um gato, como dar banho, acariciar e até escovar os dentes do bichano.
Entretendo dono e pet, os jogos virtuais do mundo dos bichanos também ajudam a incentivar parte dos instintos naturais dos gatos, permitindo que os dois evoluam e se conectem cada vez mais, tanto no mundo real como no virtual.
Por Priscila Franco
Fonte Terra - CachorroGato

GATO, TRANSMUTADOR DE ENERGIA

 

VIDA DESPENTEIA

quinta-feira, 4 de março de 2021

CONHEÇA AS TARIFAS QUE PODEM SER COBRADAS DO SEU CARTÃO DE CRÉDITO

 

Desde 2011, apenas cinco tarifas podem ser cobradas dos consumidores. Saiba quando elas podem ser aplicadas

Não é novidade para ninguém que os cartões de crédito cobram diversas tarifas dos consumidores. Algumas são mais populares, outras são pouco conhecidas, mas a maioria ainda gera espanto devido aos seus altos valores.

Até 2011, os bancos chegavam a cobrar 80 tarifas diferentes dos consumidores, os quais nunca sabiam o que era ou não permitido. Após a aprovação da Resolução nº 3.919/2010, o  Banco Central proibiu a prática e definiu que apenas cinco tarifas podem ser cobradas dos usuários de cartão.

Mas você sabe quais são essas tarifas? Confira abaixo cada uma delas e entenda melhor suas funcionalidades.

1. Anuidade

A mais famosa de todas, a anuidade é cobrada em quase todos os cartões de crédito. Ela é uma “tarifa de manutenção”, ou seja, serve para custear o serviço.

Os valores podem variar ou até mesmo não existir, dependendo da instituição financeira e da modalidade contratada. Por isso, vale a pena fazer uma pesquisa antes de adquirir um novo cartão.

2. Emissão de segunda via

Perdeu o cartão? Foi roubado ou furtado? Provavelmente você vai ter que pagar para emitir a segunda via.

Contudo, se o cartão for bloqueado devido a uma falha de operação ou tentativa de fraude, por exemplo, você não deve pagar por sua reemissão. A administradora é considerada responsável por esses problemas, e responde por qualquer prejuízo causado, desde que você não tenha facilitado tais ocorrências.

Vale lembrar que em caso de perda, furto ou roubo, é necessário comunicar a administradora e solicitar o bloqueio do cartão. Além disso, você pode registrar um boletim de ocorrência.

3. Saque

Não tinha dinheiro na carteira e precisou sacar com o cartão de crédito? Haverá cobrança de tarifa. A maioria dos bancos considera essa retirada um empréstimo, já que o valor só será pago no mês seguinte.

Além da tarifa de saque, as instituições financeiras podem cobrar juros e IOF (Imposto sobre Operações Financeiras), caso você esteja realizando a retirada em outro país.

4. Pagamento de contas

Muitas pessoas optam por pagar suas contas de água, luz e gás, por exemplo, com o cartão de crédito por acharem essa opção mais vantajosa. Porém, o que talvez elas não saibam é que também há cobrança de tarifa por cada conta paga, acrescidas de IOF. Ou seja, a conta acaba ficando mais cara.

Vale lembrar que, mesmo se optar por fazer o pagamento no débito automático do cartão, essa cobrança tarifária também será feita.

5. Aumento emergencial do limite de crédito

Essa é uma das tarifas que mais pega os consumidores de surpresa. Quando precisam fazer uma compra e percebem que o valor vai “estourar” o cartão, muita gente pede para o banco aumentar o limite. Entretanto, esse pedido de emergência tem um custo.

O Idec recomenda que o consumidor avalie constantemente suas contas, planeje sua vida financeira e evite ultrapassar o limite do seu cartão. Dessa forma, você se previne de cobranças inesperadas.

Onde reclamar?

Caso haja cobrança de uma tarifa em sua fatura que você desconheça ou seu valor aumente sem aviso prévio e de forma abusiva, entre em contato com o SAC (Serviço de Atendimento do Consumidor) do emissor do cartão. Se os valores não forem corrigidos, comunique à ouvidoria da empresa e registre a reclamação no Banco Central, na plataforma consumidor.gov.br, do Ministério da Justiça, ou no Procon de seu município.

Vale lembrar que qualquer consumidor que for cobrado por quantia indevida e pagá-la tem direito à devolução em dobro do valor pago em excesso, acrescido de correção monetária, conforme estabelece o artigo 42, parágrafo único, do Código de Defesa do Consumidor.

COMO ACERTAR NA HORA DE DIVULGAR SEU SITE NAS REDES SOCIAIS

Especialista diz que é importante personalizar o conteúdo para atrair os usuários

 Como acertar na hora de divulgar seu site nas redes sociais

As redes sociais oferecem diversas possibilidades para a divulgação de seu site. É importante, no entanto, saber explorar de maneira construtiva todas as ferramentas disponíveis e estar atento para o conteúdo publicado na página.
Não esqueça que cada mídia digital exige cuidados específicos, pois possuem características próprias. Confira abaixo algumas dicas para não errar na hora de divulgar seu site em redes sociais:

Seja também usuário
Se você fosse um usuário de seu site, compartilharia o conteúdo de sua página? Analise seu público-alvo e ofereça informações que sejam realmente relevantes, a ponto de serem espalhadas. Conteúdos inéditos, últimas novidades e promoções são boas maneiras de divulgação.

Acesso rápido às redes
Além de saídas para suas redes sociais, é importante que seu site ofereça botões de compartilhamento de conteúdo. Permita que o usuário compartilhe alguma informação de sua página e conheça todos os seus canais de comunicação.

Conteúdo otimizado para redes sociais
Verifique se seu site está programado da maneira correta para que, no momento do compartilhamento de conteúdo em redes sociais, os links e imagens não fiquem quebrados ou invisíveis. Cuide para que os títulos das páginas não fiquem muito grandes e que as imagens estejam em um tamanho adequado e com boa qualidade.

Personalização de conteúdo
Replicar exatamente as mesmas informações de seu site nas redes sociais não é um bom costume. Além de não agregar ao público, que está em busca de dados mais (ou menos) aprofundados, utilizar exatamente o mesmo conteúdo em seu site e redes sociais passa a impressão de desleixo e pouco cuidado com as plataformas.
Para redes como Facebook e Twitter, além de divulgar artigos ou produtos interessantes de sua página, aproveite para compartilhar conteúdos semelhantes produzidos por outras fontes. Já para redes como Pinterest, Tumblr e Youtube, é importante a atualização constante com fotos e vídeos relevantes e exclusivos.
Por Lucas Diniz
Editado por Priscila Zuini
Fonte Exame.com

HOJE

quarta-feira, 3 de março de 2021

6 PEDRAS NO CAMINHO DOS CONCURSEIROS DA ÁREA JURÍDICA

Confira quais são as maiores dificuldades dos candidatos, na opinião de três especialistas em concursos públicos

Conquistar a tão sonhada aprovação não é tarefa das mais simples. O conteúdo exigido pelos editais é complexo, as provas são longas e a concorrência é grande. Além disso, algumas questões acabam deixando muita gente de fora.
Exame.com consultou três especialistas em concursos públicos da área jurídica para saber quais as maiores dificuldades no caminho dos concurseiros. Vencer estas barreiras é sair na frente de grande parte dos candidatos. Confira quais são elas:

1 Raciocínio lógico
Fórmulas e conceitos de raciocínio lógico podem ser verdadeiros vilões para quem vai prestar concursos na área jurídica porque os candidatos não são da área de exatas, segundo o vice-presidente do Complexo Educacional Damásio de Jesus, Marco Antônio de Araújo Júnior.
“Por ser uma disciplina fora do âmbito do direito, os concurseiros precisam estudar mais”, diz ele. Vale lembrar que esta é uma disciplina presente, por exemplo, nos concursos para delegados.

2 Informática
A linguagem em bits e bytes dos sistemas de hardware e software também pode deixar muitos concurseiros de cabelo em pé e também é frequente em editais de concursos para delegado de polícia civil. “Não é informática básica de saber usar o computador, são questões de profundidade mediana, específicas para concursos públicos, e pegam muita gente desprevenida”, diz Araújo.

 3 Disciplinas de menor peso ou número de questões
Na opinião de Marcelo Hugo da Rocha, diretor acadêmico do Curso Retorno Jurídico e coordenador da coleção Passe em Concursos Públicos - Manual de Dicas (Editora Saraiva), as questões de menor peso nas provas ou com poucas questões são a pedra no sapato de muita gente na hora da prova. “Muitos concurseiros acabam estudando de forma superficial as matérias de menor peso”, diz Rocha.
O risco, diz o especialista, é que classificação, muitas vezes, é por 1 ou 2 pontos e, nesta hora, estas disciplinas podem fazer a diferença na aprovação. “Na grade de estudos, os concurseiros devem dar preferência para as matérias de maior peso, mas devem estudar todas as disciplinas e resolver provas anteriores”, diz ele.

4 Direito Administrativo
Nenhum concurseiro da área jurídica vai escapar de ter que estudar direito administrativo. Mas, apesar de sempre aparecer nos editais, a disciplina preocupa muitos concurseiros, diz Rocha. “O que temos é uma legislação esparsa, por isso das disciplinas jurídicas é a mais preocupante”, diz o especialista.
De acordo com ele, isto gera muitas dúvidas nos alunos. “Na minha área de estudos que muita gente me pergunta como são as ações do direito administrativo”, conta.
“Não há um código, não existe essa base em direito administrativo, o que gera divergência entre os estudiosos”, explica a professora Fernanda Marinela, da rede LFG. A solução sugere ela, é conhecer bem o posicionamento do Judiciário acerca dos temas.

5 Constituição e Direito Constitucional
“O direito constitucional e direito administrativo são disciplinas que o estudante vê na graduação por um ou dois semestres e geralmente não têm contato em estágios”, diz Rocha.
A falta de estudo durante o curso de direito faz com que os concurseiros precisem reforçar as leituras, já que a disciplina também aparece em todos as provas da área jurídica. “Pega muitos candidatos”, diz Fernanda.
A dica da professora é estudar bem a Constituição federal, “ Não há dúvida, quem conhece a Constituição não zera na prova porque todo o ordenamento jurídico brasileiro está embasado pela constituição”, explica.

6 Prova oral
A ansiedade de estar cara a cara com a banca examinadora é o que torna a prova oral uma preocupação constante de quem presta concurso público na área jurídica. “É o que derruba muitos candidatos”, diz Fernanda. Além de muito treinamento e estudo, o pulo do gato é conseguir manter a calma nesta hora.
Na opinião da professora da rede LFG, o modelo de prova oral também deixa muito candidato nervoso porque traz riscos à imparcialidade dos concursos. “O examinador olha na cara do candidato, é uma pessoalidade grande”, diz Fernanda.
Por Camila Pati
Fonte Exame.com

FRACASSO

segunda-feira, 1 de março de 2021

AUTOVISTORIA EM CONDOMÍNIOS É LEI

Prédios residenciais e comerciais agora terão que avaliar suas condições periodicamente
 
 
Para especialistas, legislação só terá resultado se todos os condôminos participarem

Incêndio, vazamento de gás, queda de marquise. Tragédias como essas expõem um inimigo comum e quase sempre invisível: a falta de manutenção de edifícios. Pois duas novas leis, uma municipal outra estadual, publicadas em março, acabam de tornar obrigatória a autovistoria em prédios residenciais e comerciais, que no caso do Rio, deverá ser feita a cada cinco anos. Só que será preciso preparar o bolso: os laudos podem sair bem caros.
Sancionada pelo prefeito Eduardo Paes há dez dias, a lei complementar 126 estipula multas, para os prédios que não cumprirem a determinação, que podem chegar ao valor usado para cálculo do IPTU do imóvel. E ainda estabelece que todos os laudos sejam enviados à prefeitura, indicando as condições de conservação, estabilidade e segurança, além, é claro, a necessidade, ou não, de obras reparadoras.
Para as outras cidades do estado, vale a lei 6.400/13: vistorias a cada cinco anos, para imóveis “com mais de 25 anos”; e a cada dez, para prédios “com menos de 25 anos” — só não especifica o que acontece com os de 25 anos. Todas as edificações de três ou mais pavimentos e as que tiverem mil metros quadrados ou mais de área construída são obrigadas a fazer a vistoria, que deverá verificar desde as condições da estrutura e subsolo até as instalações elétricas, hidráulicas, sanitárias, de gás e de prevenção de fogo e escape.

Até dois meses e R$ 20 mil por vistoria
— Uma vistoria tão completa demanda tempo, pode levar até dois meses dependendo do tipo de construção, do tamanho e da idade do prédio. Tenho medo que, com a obrigatoriedade, se crie um checklist para vistorias rápidas e sem a realização de todos os testes necessários — pondera Antero Parahyba, engenheiro especialista em vistorias e prevenção de acidentes.
É por isso que é importante definir o modelo dos laudos técnicos. Até mesmo o preço das vistorias depende disso. Hoje, empresas que já atuam nesse mercado cobram de R$ 1.200 a R$ 20 mil, dependendo do tipo de análise, dos testes a serem feitos, do tamanho e da idade da construção. Mas a criação desse modelo só será possível com a regulamentação das leis pelas prefeituras. Até lá, dizem administradores de condomínio, o melhor é esperar.
— Não há como se antecipar. Não sabemos ainda o que vem com a regulamentação, nem o tempo que isso vai demorar — diz Alexandre Corrêa, vice-presidente do Secovi-Rio, acrescentando que, pela lei municipal, condomínios que apresentarem problemas durante as vistorias terão prazo para resolvê-los, e depois, direito a uma nova checagem e nova avaliação. — Agora, se o prédio já tem problema conhecido, é melhor resolver logo. Até porque o problema vai aparecer na vistoria.
Ou seja, em caso de reprovação inicial, em vez de uma, são duas vistorias. O que mexe ainda mais no orçamento dos condomínios, que precisam começar a se organizar para incluir os novos gastos em suas despesas.
— Como as vistorias serão quinquenais, os condomínios podem se planejar para parcelar esse valor ao longo desses cinco anos — ensina Fernando Schneider, diretor superintendente da Apsa administradora, que tem parcerias com empresas de manutenção e costuma oferecer esse tipo de serviço a seus condomínios. — Mas eram questões mais simples, de manutenção.
Para as vistorias previstas pela lei, no entanto, é preciso contratar profissionais ou empresas legalmente habilitados pelo Crea (Conselho Regional de Engenharia e Agronomia) ou pelo CAU (Conselho de Arquitetura e Urbanismo), já que só esses profissionais poderão assinar os laudos técnicos. Presidente do CAU, Sydnei Menezes acredita que esse é um avanço da lei:
— A contratação do profissional habilitado garante um serviço competente e legal, e isso precisa ser compreendido pela sociedade.
Para Agostinho Guerreiro, presidente do Crea, a vistoria não deve ser feita só por um tipo de profissional, já que cada área exige um especialista:
— Por mais conhecimento que tenha, um engenheiro civil não pode verificar a parte elétrica, por exemplo.
Vale ressaltar que, pela lei estadual, os síndicos ficam responsáveis pela realização da vistoria, podendo ser responsabilizados em casos de acidente.

Conscientização para uma nova cultura
Com um peso desse nas costas é natural que síndicos fiquem preocupados. Tanto pelo aumento das despesas quanto pela possibilidade de responsabilidade civil em casos de acidentes. Para Alexandre Corrêa, vice-presidente do Secovi-Rio, no entanto, o síndico dificilmente será responsabilizado sozinho.
— Mesmo com a obrigatoriedade da lei, será necessária a realização de uma assembleia para aprovar, ou não, a vistoria. E caso a assembleia não aprove, o síndico não poderá ser responsabilizado caso aconteça alguma coisa — defende Corrêa, acrescentando que essa questão é muito mais de consciência dos proprietários. — As pessoas superestimam o valor do síndico, mas ele é apenas um administrador, um representante legal. A obrigação é do condomínio, que é sobre quem incide a multa.
Especialista em direito imobiliário, o advogado Hamilton Quirino acredita que exatamente por isso é tão imprescindível que todos os condôminos estejam conscientes da importância da aplicação da lei. Para ele, não se pode deixar a responsabilidade nas mãos dos síndicos:
— A manutenção predial só será completa se todos participarem, pois além da estrutura interna, é preciso analisar as instalações e as obras já realizadas no interior dos vários apartamentos. Deve ser criada uma nova cultura da prevenção predial. Como se faz hoje um check up completo para aferir a saúde, será preciso fazer um check up completo dos prédios.
Quirino avalia que uma medida a ser considerada é alterar as convenções.
— A questão é que só assim se pode exigir que qualquer obra a ser feita internamente seja submetida à administração do condomínio.
Diretor do Centro de Prevenção Rio, consultoria especializada em prevenção de acidentes, Marcelo Brocchi, que atua também na manutenção e vistoria predial, acredita que o ideal é que sejam feitas vistorias menores também em períodos mais curtos:
— Se é feita uma revisão a cada dois anos, o condomínio gasta menos pois se antecipa aos problemas e não chega ao extremo de ter que fazer uma obra complexa — diz Brocchi, lembrando que muitos acidentes acontecem porque são contratados profissionais desqualificados para os serviços. — Não se pode chegar num prédio de 40, 50 anos e colocar um split no lugar de um ar condicionado de 7 mil btus ou instalar um cooktop sem a fiação correta. Tudo tem que ser devidamente adequado.
Por Karine Tavares
Fonte O Globo Online

terça-feira, 23 de fevereiro de 2021

7 TEMAS QUE PODEM FAZER CANDIDATOS GAGUEJAREM NA ENTREVISTA

Confira quais são as perguntas mais espinhosas nas entrevistas de emprego e que podem fazer profissionais perderem a fala, segundo duas especialistas

Falar sobre decepções, fracassos e demissões deixa candidatos constrangidos

As palavras faltam, as mãos ficam geladas e algumas gotas suor dão o ar da graça. Algumas perguntas de entrevista de emprego chegam a exercem este poder sobre alguns candidatos.
“Geralmente são perguntas que englobam pontos fracos ou em desenvolvimento”, diz Elvira Berni, diretora da People on Time. Para Emmanuele Mourão, headhunter da De Bernt Entschev Human Capital, o nervosismo fica evidente quando se trata de algo “floreado” no currículo.
Pensando nisso, Exame.com procurou especialistas em recrutamento para tentar descobrir quais são, afinal, estas perguntas que fazem os candidatos gaguejarem. Confira os temas mais espinhosos que, invariavelmente, pintam durante a entrevista de emprego:

1 Movimentação intensa de cargo
“Na hora justificar a instabilidade - quando ela existe - eles gaguejam”, diz Emmanuele. Na opinião dela, os candidatos ficam nervosos na hora de explicar por que mudaram tanto de emprego.
“Na hora de falar sobre o que vem pela frente eles ficam mais confortáveis, mas na hora de explicar o que já existiu na carreira eles tremem, ficam constrangidos em falar que falharam na escolha da movimentação”, diz.
No entanto, ela faz uma ressalva. “Isso acontece quando as escolhas foram feitas apenas por aspiração financeira ou imaturidade”, explica.
Dica: Procure mostrar sempre que o que aprendeu a partir da movimentação de carreira. Deixar claro o aprendizado obtido conta pontos a favor do candidato.

2 Motivo da demissão
Este é outro tema que pode ser mais “cascudo” para alguns candidatos. Problemas de relacionamento, que lideram as causas de demissões, são omitidos e o resultado pode ser uma voz mais trêmula e palavras que faltam.
Vale um alerta. “O contratante quando quer descobrir o que aconteceu busca informações nos ex-empregadores e entra em contato com as equipes”, diz Elvira.
Dica: “Nossa recomendação é o candidato trate do assunto sob a melhor ótica possível, mas sem distorcer a realidade porque isso pode afetar a credibilidade dele perante a empresa”, diz Elvira. Mais uma vez, mostrar o aprendizado é a melhor alternativa.
O que você aprendeu ao ter o contrato encerrado? Pense nisso. “Fale sobre desligamentos com maturidade”, recomenda a diretora da People on Time.

3 Participação em um projeto
No currículo, a informação é que o candidato exerceu liderança em um projeto. Mas, na hora de explicar qual a participação efetiva, as palavras faltam. “A pessoa coloca como se o projeto tivesse disso dela, mas na realidade a participação foi de 1%”, diz Emmanuele.
Dica: sinceridade no currículo e durante a entrevista é o melhor remédio para não gaguejar.

4 Situação em que falhou na negociação
Em toda carreira, há negociações mal sucedidas. No entanto, quando o recrutador pede exemplos, muita gente acha que a melhor opção é negar, dizer que não se lembra ou que não vivenciou fracassos. E este é momento que também pode ser bastante constrangedor.
“Um profissional com 10 ou 15 anos de experiência tem, certamente, inúmeras situações de insucesso, todo mundo tem”, diz Elvira.
Dica: Prepare-se para a entrevista, relembrando situações em que a negociação falhou. Ter exemplos em mente vai deixa-lo mais tranquilo.

5 Momentos em que não foi capaz de influenciar positivamente a equipe
Até o mais preparado dos chefes enfrenta situações em que não consegue exercer seu poder de influência sobre os funcionários. Mas para quem busca um cargo de chefia, revelar um fracasso em relação a isso pode ser bastante difícil.
Dica: Vale a dica anterior, resgate na memória situações difíceis relacionadas à gestão de pessoas. O ideal é que a situação venha acompanhada de análise. Hoje, o que você faria de diferente?

6 Relato de passagens decepcionantes
“O candidato precisa entender que o recrutador quer ter um panorama equilibrado e isto engloba aspectos positivos e em desenvolvimento”, diz Elvira. Por isso, é bem provável que apareça alguma pergunta relacionada a dificuldades e decepções vivenciadas ao longo da trajetória profissional.
Mas na hora de contar com lidam com as passagens menos gloriosas, há profissionais que começam a gaguejar e dizer que não se lembram. “Eles falam que deu branco, mas o bom entrevistador espera ele se lembrar”, diz a especialista.
Dica: Decepções são parte da vida de qualquer profissional. “Ninguém é super homem”, lembra Elvira. “Ele pode dizer que na época não teve uma boa reação, mas que aprendeu com isso e que fará diferente caso a situação se repita”, diz ela.

7 Idioma
Emmanuele conta que quando um candidato coloca que é fluente em inglês ou em outra língua é comum o recrutador começar a conversar no idioma.
“Ao começar a falar na língua que ele disse que era fluente, já aconteceu de candidato começar a gaguejar pedir para voltar ao português”, lembra.
Esta situação é comum já que o idioma é o item campeão das mentiras no currículo. É o intermediário que é avançado e o avançado que é fluente.
Dica: Antes de colocar que é fluente em um idioma, pense na possibilidade de ter que demonstrar seus conhecimentos ao recrutador. Se não for capaz de desenvolver uma conversa no idioma reconsidere o nível que você apresenta no currículo.
Por Camila Pati
Fonte Exame.com 

CULPA DO DESTINO

BOM DIA!

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2021

MEU ESPOSO FALECEU E DEIXOU DINHEIRO NA CONTA POUPANÇA DELE. COMO FAÇO PRA SACAR?


Primeiramente necessário fazer o inventário ainda que o falecido não tenha bens em seu nome. Neste caso o inventário será negativo que terá como objetivo comprovar a inexistência de bens a partilhar em nome do falecido. O inventário negativo visa evitar embaraços futuros ao cônjuge sobrevivente e aos herdeiros.
Mas o que é o inventário? O inventário é o procedimento utilizado para apuração dos bens, direitos e dívidas do falecido. Com a partilha é instrumentalizada a transferência da propriedade dos bens aos herdeiros.
Desta forma, o procedimento de inventário é utilizado para regularizar os bens de uma pessoa que faleceu, ou seja, visa formalizar a transmissão da propriedade dos bens constantes no patrimônio do falecido para seus sucessores (herdeiros).
Pois bem, se o falecido tiver deixado herdeiros maiores e capazes, não existir testamento o inventário poderá ser feito em cartório de notas desde que não haja conflito. Caso haja discordância na partilha dos bens o inventário deverá ser judicial. Porém nada impede que se inicie judicialmente e finalize em cartório.
Deste modo, caso exista inventário judicial em andamento, os herdeiros podem, a qualquer tempo, desistir do processo e optar pela escritura de inventário extrajudicial.
Se houver filhos menores ou incapazes o inventário não poderá ser feito em cartório. Porém, havendo filhos emancipados, o inventário pode ser feito em cartório.
Ressalte se que tanto o inventário judicial quanto o inventário extrajudicial necessita da presença do advogado que irá auxiliar a parte que o contratou como os documentos necessários, certidões necessárias, como certidão de ônus expedida pelo Cartório de Registro de Imóveis (atualizada até 30 dias), cópia autenticada da declaração de ITR dos últimos 5 (cinco) anos ou Certidão Negativa de Débitos de Imóvel Rural emitida pela Secretaria da Receita Federal – Ministério da Fazenda, Certificado de Cadastro de Imóvel Rural (CCIR) expedido pelo INCRA, como outros. Para os bens móveis: documento de veículos, extratos bancários, certidão da junta comercial ou do cartório de registro civil de pessoas jurídicas, notas fiscais de bens e joias, etc.
Será preciso decidir quem será o inventariante, essa pessoa administrará os bens do espolio (conjunto de bens deixados pelo falecido), e será responsável pelo procedimento. O inventariante irá providenciar a documentação necessária para dar andamento ao inventário.
Geralmente, os inventariantes são os cônjuges ou filhos. E então, fazer o levantamento das dívidas e dos bens.
A lei exige a participação de um advogado como assistente jurídico das partes nas escrituras de inventário. (cartório). Este profissional comparece ao ato na defesa dos interesses de seus clientes. Os herdeiros podem ter advogados distintos ou um só advogado para todos. Caso seja o mesmo advogado para todos os honorários pode ser negociado com o profissional.
A Lei 11.441/07 facilitou a vida do cidadão e desburocratizou o procedimento de inventário ao permitir a realização desse ato em cartório, por meio de escritura pública, de forma rápida, simples e segura. O inventário extrajudicial pode ser feito em qualquer cartório de notas, independentemente do domicílio das partes, do local de situação dos bens ou do local do óbito do falecido. As partes podem escolher livremente o tabelião de notas de sua confiança.
A escritura de inventário (feita em cartório) não depende de homologação judicial. Para transferência dos bens para o nome dos herdeiros é necessário apresentar a escritura de inventário para registro no Cartório de Registro de Imóveis (bens imóveis), no Detran (veículos), no Cartório de Registro Civil de Pessoas Jurídicas ou na Junta Comercial (sociedades), nos bancos (contas bancárias) etc.
Assim no caso da pergunta feita no jusbrasil a viúva poderá optar pela via extrajudicial para realizar o inventário do seu marido. Sem a realização do inventário não será possível a movimentação do dinheiro ou saque de FGTS se existente junto a CAIXA ECONOMINA FEDERAL.

Sobrepartilha?                  
Se após o encerramento do inventário os herdeiros descobrirem que algum bem não foi inventariado, é possível realizar a sobrepartilha por meio de escritura pública, observados os seguintes requisitos: (a) herdeiros maiores e capazes; (b) consenso entre os herdeiros quanto à partilha dos bens; (c) inexistência de testamento (desde que não esteja caduco ou revogado), exceto se houver prévia decisão judicial autorizando o inventário em cartório; (d) participação de um advogado.
A sobrepartilha pode ser feita extrajudicialmente, a qualquer tempo, ainda que a partilha anterior tenha sido feita judicialmente e ainda que os herdeiros, hoje maiores, fossem menores ou incapazes ao tempo da partilha anterior.
Se o herdeiro não tiver interesse em receber a herança, a renúncia pode ser feita por escritura pública. Assim é possível renunciar a herança em nome do monte-mor.

Pode ser reconhecida a união estável em inventário?
Se o falecido vivia em união estável, os herdeiros podem reconhecer a existência dessa união na escritura de inventário. Se o companheiro for o único herdeiro ou se houver conflito entre ele e os demais herdeiros, o reconhecimento da união estável deve ser feito judicialmente. É reconhecida como entidade familiar a união estável entre o homem e a mulher, configurada na convivência pública, contínua e duradoura com o objetivo de constituição de família. O Supremo Tribunal Federal atribuiu às uniões homoafetivas os mesmos efeitos da união estável heteroafetiva. 
                                                                                                       Por Ana Paula Domingues Garcia
Fonte Colégio Notarial do Brasil

domingo, 21 de fevereiro de 2021

DESIDERATA

 

"Vá placidamente por entre o barulho e a pressa e lembre-se da paz que pode haver no silêncio.

    Tanto quanto possível, sem sacrificar seus princípios, conviva bem com todas as pessoas.

    Diga a sua verdade calma e claramente e ouça os outros, mesmo os estúpidos e ignorantes, pois eles também têm sua história. Evite as pessoas vulgares e agressivas, elas são um tormento para o espírito.

    Se você se comparar aos outros, pode tornar-se vaidoso ou amargo, porque sempre existirão pessoas superiores e inferiores a você.

    Usufrua de suas conquistas, assim como seus planos. Manter-se interessado em sua própria carreira, mesmo que humilde, é um bem verdadeiro na sorte incerta dos tempos.

    Tenha cautela em seus negócios, pois o mundo é cheio de artifícios, mas não deixe isso te cegar à virtude que existe. Muitos lutam por ideais nobres e por toda parte a vida é cheia de heroísmo.

    Seja você mesmo. Sobretudo, não finja afeições.

    Não seja cínico sobre o amor, porque apesar de toda aridez e desencantamento, ele é tão perene quanto a relva.

    Aceite gentilmente o conselho dos anos, renunciando com benevolência às coisas da juventude.

    Alimente a força do espírito para ter proteção em um súbito infortúnio. Mas não se torture com temores imaginários. Muitos medos nascem da solidão e do cansaço.

    Adote uma disciplina sadia, mas não seja exigente demais. Seja gentil consigo mesmo.

    Você é filho do Universo, assim como as árvores e as estrelas. Você tem o direito de estar aqui.

    E mesmo que não lhe pareça claro, o Universo, com certeza, está evoluindo como deveria.

    Portanto, esteja em paz com Deus, não importa como você O conceba.

   E, quaisquer que sejam as suas lutas e aspirações no ruidoso tumulto da vida, mantenha a paz em sua alma.

    Apesar de todas as falsidades, maldades e sonhos desfeitos, este ainda é um belo mundo. Alegre-se. Empenhe-se em ser feliz!”