segunda-feira, 24 de fevereiro de 2025

CONDOMÍNIOS SEM RISCO

Prédios residenciais têm que ter plano de segurança contra incêndio renovado a cada cinco anos

Sobrecarga nos equipamentos da rede elétrica e falta de adequação das áreas comuns são os principais problemas encontrados em prédios no Rio, especialmente nos mais antigos. Isso pode causar ou agravar incêndios
Entre as muitas questões levantadas, uma foi a da prevenção. Nos condomínios residenciais isto é papel de todos, sendo que a responsabilidade do síndico é ainda maior, uma vez que é ele quem responde civil e criminalmente em casos de tragédia.
Para estar com a segurança em dia, os prédios residenciais precisam ter um plano de segurança contra incêndio, que atenda às exigências do Corpo de Bombeiros, o chamado Certificado de Aprovação. O processo para obtenção desse certificado é parecido com o da autovistoria predial, em que cabe ao condomínio buscar a regularização e informar ao órgão competente.
O responsável legal — geralmente o síndico — deve chamar um engenheiro ou empresa credenciada ao Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro (CBMERJ) e do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Rio de Janeiro (CREA-RJ) para apresentar o plano de segurança da edificação, a partir das exigências do órgão (que podem ser conferidas neste site: http://www.cbmerj.rj.gov.br/para-o-cidadao/regularizacao/saiba-como-se-regularizar.
Um dos erros mais comuns no trâmite, segundo o secretário de Estado de Defesa Civil e comandante-geral do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio, coronel Roberto Robadey, é que os condomínios fazem obras por conta própria, sem antes consultar o Corpo de Bombeiros.
Caso esteja tudo certo com o condomínio e não haja nenhuma adaptação a ser feita, é só enviar o plano para o CBMERJ, que vai avaliar para conceder o Certificado de Aprovação.
Caso seja necessário fazer correções, o condomínio deve se adequar às normas de segurança contra incêndio e, após os reparos, uma nova vistoria será realizada pelos Bombeiros, para conferir se foi tudo executado corretamente. A periodicidade da renovação varia em cada estado — no Rio a deve ser realizada a cada cinco anos.
Anna Carolina Chazan, gerente de relacionamento da Estasa Soluções Imobiliárias, explica que entre os itens avaliados, estão a capacidade de brigada de incêndio do condomínio, anotação de responsabilidade técnica de instalação de gás, para certificar de que não há vazamentos, e o sistema de combate adequado, com hidrantes, sinalização de emergência e portas corta-fogo.
Também se avalia a abrangência do grupo gerador, para comprovar se o aparelho do condomínio funciona correta- mente e se a escada pressurizada está em dia.
Segundo Thiago Ramos, presidente da Associação Interamericana de Condomínios (Aincondo), a maioria dos prédios antigos tem equipamento de combate a incêndio ineficazes.
Diversos estão com os extintores de incêndio vencidos e o sistema de hidrante na parte interna da escada. Isso faz com que, para se combater um incêndio, seja necessário manter a porta corta-fogo aberta, o que acaba por inutilizar esta barreira. O que mais mata em um incêndio é a fumaça. Se esta invadir a escada, fica difícil para os moradores evacuarem o edifício.
Este é um procedimento para todos os imóveis, novos ou antigos, mas no caso das unidades entregues pela construtora, o plano já deve constar no Habite-se (certidão de habitação). O coronel Roberto Robadey faz a ressalva de que há casos, especialmente nas cidades menores, em que não há este laudo no documento.
No condomínio, Anna Carolina cita que as principais falhas no combate contra incêndios são referentes à falta de manutenções simples, como verificar se as luzes de emergência estão funcionando, o tamanho adequado da mangueira e do corrimão, bem como a obstrução das portas corta-fogo e das rotas de fuga.
Anna Carolina destaca outra questão: a quantidade de imóveis antigos no Rio. A lei que regulamentou a segurança contra incêndio e pânico é de 1976, mas há uma infinidade de prédios residenciais construídos antes disso. Na maioria deles, é complicado mexer na estrutura. Entretanto, o coronel Robadey ressalta que há medidas alternativas, como a instalação de escadas externas ou de corta-fogo em certas edificações.

UMA RESPONSABILIDADE DE TODOS 
Tanto o coronel Robadey quanto o presidente do CREA-RJ, Luiz Antonio Consenza, lembram que não cabe apenas à administração do condomínio se precaver contra incêndios. Eles fazem ressalvas sobre o uso de equipamentos elétricos dentro das casas e apartamentos.
Há muitos imóveis antigos no Rio e a fiação já não suporta o que morador quer usar em 2018. O chuveiro elétrico no passado, por exemplo, tinha potência de 2.500 Watts. Hoje, não se encontra um com menos de 5.000 Watts. Mas o morador usa assim mesmo e, quando queima, compra outro. Em momento algum, o morador se preocupa se a instalação suporta. Caso o disjuntor desligue constantemente, o que já é um aviso de que o sistema não está aguentando, ele vai lá e troca também. As pessoas foram comprando equipamentos e aumentando a carga. Chega um ponto em que a fiação não aguenta e começa a esquentar — detalha Consenza.
Outro vilão apontado pelos especialistas no assunto é a régua de tomadas (aquele benjamin comprido que alimenta vários aparelhos) e o ar-condicionado, muitas vezes instalado sem a preocupação de adequar a carga.
Aquilo sobrecarrega muito a fiação da unidade, pois no fim é só uma tomada que liga todas as outras — reforça Consenza. — Muitos dos incêndios de que temos notícia acontecem porque as pessoas não se preocupam com a manutenção. Estão mais preocupados com aparência. A autovistoria veio para dar segurança, mas a maioria não faz e a prefeitura não fiscaliza como deveria.
Em 2017, segundo o CBMERJ, foram realizadas 55.309 fiscalizações em todo o Estado do Rio, sendo emitidos 6.929 Laudos de Exigências e 7.871 Certificados de Aprovação.
Além dos condomínios irem atrás da regularização, a corporação também faz a fiscalização quando é solicitada a documentação de segurança ao Corpo de Bombeiros; quando é solicitada emissão ou renovação do certificado de registro, por denúncias e em ações aleatórias.
Além da manutenção em dia, autovistoria a cada cinco anos e cuidado dos moradores, há um outro problema recorrente que põe em risco a segurança dos condomínios contra incêndio: a obstrução das áreas de fuga.
As portas corta-fogo, frequentemente, são deixadas abertas ou as escadas são usadas como depósito. Em um dia normal, parece não haver problemas. Mas se o fogo e a fumaça se alastrarem, isso põe em risco a vida dos moradores.
Outra questão, segundo Anna Carolina Chazan, da Estasa, é os moradores aceitarem realizar as mudanças necessárias para adequar o condomínio às normas de segurança, uma vez que as alterações geralmente têm custos altos.
Os valores variam conforme a metragem e quantidade de dispositivos que precisam ser instalados, como extintores, canalização preventiva e mangueiras no tamanho certo.
Como é o síndico que responde civil e criminalmente caso aconteça uma morte ou algo mais trágico, eles se preocupam em fazer a autovistoria. Mas, dependendo do valor, já que as obras costumam ser caras, precisa de uma aprovação em assembleia dos moradores e estes resistem, achando que é uma obra desnecessária, muitas vezes—explica.
Anna Carolina também lembra que o seguro pode não cobrir os custos do incêndio setor comprovada negligência com os equipamentos e normas de segurança.

Fonte O Globo

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2025

A DOENÇA DE ALZHEIMER

Entenda mais sobre as três fases da doença de Alzheimer

Por Dr. Claudio Fernandes Corrêa

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2025

SORTE DE HOJE

6 MEDIDAS PROTETIVAS CONTRA PERSEGUIÇÃO NA INTERNET

Saiba como blindar stalker e hater das redes sociais

O stalker é uma pessoa que observa e vigia a outra de maneira obsessiva. O hater é o indivíduo que posta mensagem agressiva e comentários ofensivos a alguém sem fundamento. Os atos de ambos, são considerados cyberbullying.
Com o objetivo de prevenir os ataques desses perseguidores, o advogado especialista em direito civil e digital Fabricio Posocco, do escritório Posocco & Associados Advogados e Consultores, lista seis atitudes a serem tomadas. Confira:

1. Independentemente das medidas legais, pense na sua privacidade. Reduza sua exposição pública gratuita e limite – nas configurações de privacidade – quais contatos podem ter acesso às suas informações pessoais.

2. Cuidado com o que pública. O conteúdo da internet é indexado, ou seja, fica disponível por anos em qualquer mecanismo de busca. Um stalker usará tudo o que pode contra você. Logo, é necessário medir as consequências de suas publicações, até mesmo porque dependendo daquilo que for divulgado, você jamais poderá se utilizar disso para se dizer vítima. A peça-chave é o bom senso. Sempre pese o que você ganha e o que pode perder ao disponibilizar informações pessoais na internet.

3. Lembre-se de que a grande rede é uma faca de dois gumes: há o lado rápido, prático e ótimo para a comunicação, mas há também o lado perigoso da maldade de muitos criminosos. A verdade é que eles estão sempre à frente, buscando maneiras de quebrar a privacidade de suas vítimas. Portanto, faça o possível para se antecipar a esses malfeitores.

4. Se for vítima de cyberstalking ou hater, faça um boletim de ocorrência junto a delegacia especializada (Delegacia de Crimes Digitais) ou a mais próxima da sua residência, além de uma Ata Notarial em cartório. Esses documentos facilitarão os processos a serem movidos no futuro: ação civil de indenização e processo criminal (Contravenção Penal, Crimes contra Honra, Lei Maria da Penha).

5. Se for vítima de stalking real, procure identificar testemunhas que possam depor em seu favor, colhendo seus dados pessoais para contato futuro, bem como imagens/filmagens que possam comprovar essa perseguição. Da mesma forma, elabore sempre um boletim de ocorrência com o intuito de identificar o ato e agente que comete esse fato. Na hipótese da vítima ser mulher, solicite uma medida judicial de proteção.

6. Procure um advogado, não deixando de ingressar com as ações pertinentes para fazer valer seus direitos. Se esconder não vale de nada!

Por Posocco & Associados Advogados e Consultores
Fonte O Vale do Ribeira

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2025

SETE ATITUDES CONTRA A INADIMPLÊNCIA NO CONDOMÍNIO


Em grandes cidades, o mais comum é que 10% das unidades estejam com alguma taxa em aberto. Isso pode parecer pouco, mas já representa um peso no orçamento, principalmente em residenciais menores, com poucas unidades.
A inadimplência é um dos grandes sinais de que a crise está cada vez mais presente na economia brasileira. Com mais dívidas do que o salário permite pagar, a taxa de condomínio acaba tendo seu pagamento postergado ou suspenso, à espera de dias melhores. 
Quando um condomínio chega nesse patamar de falta de pagamento fica muito difícil para o síndico manter não apenas os serviços do local funcionando - é complicado não aumentar a taxa para cobrir o que está faltando para fechar as contas, o que pode elevar ainda mais o número de inadimplentes.
Em grandes cidades, o mais comum é que 10% das unidades estejam com alguma taxa em aberto. Isso pode parecer pouco, mas já representa um peso no orçamento, principalmente em residenciais menores, com poucas unidades.
Mas se o problema está em todos os locais, há também algumas soluções que podem servir para a grande maioria dos condomínios. Veja os sete passos para melhorar a situação financeira do condomínio e evitar que o mal da inadimplência aumente ainda mais:

1. Acompanhamento das contas:
O síndico deve acompanhar ao menos uma vez por semana a situação financeira do condomínio, e saber quem está em dia, ou não, com a sua taxa. Deve também ser informado sobre quem está fazendo acordo com a administradora e também a respeito de novidades referentes a ações na Justiça.

2. Cobrança rápida:
A administradora deve ter agilidade no momento logo após o vencimento da taxa, enviando uma carta amigável já com o boleto para pagamento. Dessa forma, consegue fazer com que aqueles que se esqueceram do pagamento consigam efetuá-lo o mais rapidamente. Quando esse boleto vencer, a empresa pode enviar outra carta, dessa vez explicitando o referido débito em aberto. Outra medida interessante é a cobrança telefônica. Há administradoras que oferecem esse tipo de serviço, contratado à parte, normalmente.
Há, além das administradoras, empresas especializadas no serviço de cobrança. O síndico pode contratar seu serviço diretamente, caso sua administradora não ofereça esse serviço, ou por outros motivos.
Esse pode ser um bom caminho para os condomínios, já que aceleram o pagamento das cotas atrasadas. Também pesa a favor o fato dessas empresas cobrarem seus serviços daqueles que estão em atraso, evitando que o condômino em dia arque com mais um prejuízo.

3. Ação judicial
Esse é o ponto crucial no trato contra os devedores, apontado por todos os especialistas ouvidos. O síndico não deve demorar para entrar com ação judicial contra os inadimplentes. O ideal é que se espere 90 dias, esgotando assim todas as formas amigáveis de cobrança.
Entrando com a ação rapidamente, o condômino inadimplente percebe que sua situação está sendo acompanhada de perto. Sente também a pressão para que o pagamento seja efetuado rapidamente.
Nesses casos é imprescindível que o síndico tenha regras para se guiar. O ideal é que os prazos para que se entre com ação judicial esteja na convenção. Caso não haja nada no documento sobre isso, o síndico deve chamar uma assembleia que irá definir como o assunto será tratado no condomínio. Assim, evita-se tratamento diferenciado para moradores do condomínio - e ampara o síndico legalmente no momento de tomar esse tipo de decisão.

Protesto de cotas vencidas
Um passo diferente que o síndico pode dar em algumas cidades do país é o protesto de inadimplentes. A medida deve ser aprovada em assembleia. Com ela, o condômino com cotas em aberto fica com o nome negativado, e por isso, não pode contrair empréstimos ou fazer crediários.
Muitos condomínios se utilizam do protesto, que deve ser feito cercado de cuidados. O ideal é contar com a assessoria jurídica da administradora – ou de um advogado especialista – para isso.

4. Pagamento facilitado
Aqui, a ideia é que seja fácil efetuar o pagamento do condomínio. Uma opção é o DDA (Débito Direto Autorizado), uma espécie de pagamento automático. Para tanto, o morador deve se cadastrar no seu banco, e depois pedir para a administradora mandar os dados para a instituição financeira.
Outra medida que pode parecer pequena, mas bastante utilizada, é o serviço de segunda via de boletos pelo site da administradora. Dessa forma, quem perder o boleto consegue imprimi-lo ou mesmo pagar a conta sem precisar ligar para a administradora.
Também é importante que o morador tenha prazo para pagar sua cota. Por isso quanto antes recebe uma conta, mais rápido ele poderá pagá-la. Então, o ideal é que ao menos dez dias antes do vencimento o condômino já esteja com seu boleto em mãos para efetuar o pagamento.

5. Conscientização dos moradores
É importante que os condôminos entendam como funciona a parte financeira do condomínio. Por isso, campanhas periódicas têm o efeito de diminuir a inadimplência sazonal, daquela pessoa que privilegia o pagamento de outras contas, em detrimento da cota do condomínio. Nessas campanhas é importante salientar o que é a taxa condominial, do que é composta, e como é utilizada.
Também é importante mostrar o impacto da inadimplência nas contas do condomínio. Descrever o que não deverá sair do papel por causa de pagamentos pendentes costuma ter efeito positivo. Apontar que os vizinhos custeiam os atrasados, também.

6. Conversa com o síndico
Quando o síndico tem tato e é bom de conversa, pode desatar grandes nós da vida condominial. Por isso, se você se sente a vontade, e se o devedor dá abertura, vale a pena conversar de uma maneira informal e positiva com o morador inadimplente.
Mesmo que a ação já esteja na Justiça, se houver espaço, converse com o morador com tranquilidade, e explique como está o caixa do condomínio. Já houve situações em que uma boa argumentação do síndico conseguiu pagamento imediato dos atrasados.

7. Plantão de pagamento
Quando a inadimplência já está muito disseminada no condomínio, o ideal é que o síndico solicite à administradora um plantão com um funcionário para que os condôminos inadimplentes possam conversar sobre os atrasados.
Caso haja algum tipo de benefício, como parcelamento da dívida, o mesmo deve ter sido aprovado em assembleia.
O plantão de pagamento é uma boa ferramenta principalmente para condomínios grandes, como do tipo clube. Vale lembrar que uma ótima época para o plantão é no final do ano. Quando o morador recebe seu décimo terceiro salário, com certeza poderá usar o recurso para pagar os atrasados no condomínio, principalmente se enxergar ali uma boa oportunidade.

Por Bernardo César Coura
Fonte Sindiconet

DIA DE KUAN YIN

SEJA LEVE

terça-feira, 18 de fevereiro de 2025

MARKETING JURÍDICO: ADVOGADO DESCUBRA SUA MARCA EM TUDO O QUE VOCÊ FAZ

Sua marca é a sua identidade, isso significa dizer que seu escritório tem uma marca

Então, qual é a marca do seu escritório de advocacia?
É como você evidencia o que você e sua atuação no direito são, incluindo sua reputação.
Assim, como a declaração de missão e valores em seu site, seus materiais do escritório, sua presença nas redes sociais são partes essenciais de sua identidade. Ainda existem outras maneiras menos óbvias de construir sua marca, mas igualmente importantes.

A primeira impressão
Sim, a maneira como você atende o telefone também faz parte da sua marca. Quando os clientes ligam para o seu escritório de advocacia, o que eles ouvem? Uma saudação cordial e amigável que identifica seu escritório e sugere que você está apto para ajudar e dar as informações que o cliente procura? Ou isso é indiferente para você?
Essa primeira impressão pode reforçar a percepção positiva da sua marca ou instantaneamente negar isso.

Serviço ao cliente
Serviço responsável antes, durante e depois de uma chamada beneficia seu cliente. Ajudar os clientes é sua missão como advogado e, portanto, também parte de sua marca. Ao responder às necessidades dos clientes de maneira cordial e eficiente, você também está obtendo uma forte reputação boca a boca. Os clientes satisfeitos são mais propensos a divulgar a boa notícia sobre seu escritório. Isso também ajuda a construir sua marca.

O que outros estão dizendo...
Boca a boca não é a única maneira pela qual os clientes podem ajudar a impulsionar os negócios. Comentários em seu blog jurídico e das redes sociais também são muito importantes. Depois de receber um comentário, responda sempre agradecendo!

E se o comentário for negativo?
Não recue, responda! Seja educado, evite ser defensivo e, quando apropriado, compartilhe sua experiência com maiores detalhes. Isso pode dar a você a chance de melhorar seus serviços e demonstrar seu ponto de vista em aceitar possíveis críticas construtivas.
A marca não é um complemento ao seu trabalho. Não é apenas marketing também. Seu escritório e sua marca são inseparáveis. Quanto melhor você construir sua marca, mais forte será o seu escritório.
Fonte Jurídica Marketing

COMO RENEGOCIAR SUAS DÍVIDAS COM O BANCO

É necessário se preparar antes de tentar um acordo. Conheça seus direitos e saiba qual a melhor forma de obter vantagens na conversa

O início do ano costuma ser um incentivo a mais para se livrar de dívidas como forma de começar o novo ciclo com o pé direito. Em um cenário ainda incerto sobre a recuperação da economia, especialistas recomendam a quem perdeu recentemente parte da renda familiar ou está inadimplente a buscar um acordo com os credores o quanto antes, evitando que a dívida vire uma bola de neve no futuro.
Veja a seguir como obter uma boa negociação com o banco e conheça os seus direitos na hora de aceitar um acordo;

Proponha um valor que você possa pagar
De nada adianta negociar o valor da dívida, mas acabar aceitando uma proposta do banco que você não terá condições de pagar.
O primeiro passo para fazer um bom negócio, portanto, é colocar no papel a renda mensal, já descontando os impostos e benefícios, e subtraindo desse valor os gastos essenciais, como os relacionados à casa, à alimentação e à saúde.
Depois de fazer as contas, o consumidor deve cortar ao máximo as despesas supérfluas. O saldo que restou é o que deve ser proposto como pagamento mensal da dívida ao banco.
Eventual renda extra, como o 13º salário, pode ser utilizada para abater o valor da dívida. Nesse caso, o consumidor pode pedir desconto por causa do pagamento antecipado das parcelas.

Verifique se há a cobrança de taxas abusivas
Antes de renegociar a dívida, verifique se o contrato do financiamento não contém irregularidades, como taxas de juros muito acima das praticadas pelo mercado. As taxas médias cobradas pelos bancos em cada modalidade de empréstimo podem ser consultadas no site do Banco Central.
De acordo com Ronaldo Gotlib, advogado especializado em direito do devedor, neste caso a lei está do lado do consumidor. “Mesmo que o banco alegue que o consumidor tinha conhecimento da taxa no momento da assinatura do contrato,  ele pode alegar que não pesquisou como deveria em um momento de desespero, ou assinou o contrato sem entender qual era o valor.”
O advogado ressalta que os juros de empréstimos mais caros, como os cobrados no cartão credito e cheque especial, que giram ao redor de 15% ao mês, podem ser sempre contestados na Justiça, ainda que estejam dentro da média do mercado. “Neste caso, o CDC protege o consumidor ao entender que estas taxas causam prejuízo considerável”.
Caso haja alguma irregularidade, a pessoa deve denunciá-la aos órgãos de defesa do consumidor e ao Banco Central e utilizar isso como argumento na busca por um acordo com o banco. Dessa forma, será possível melhorar as condições do pagamento do débito.

Pesquise as condições oferecidas por outros bancos
É possível portar a dívida para outra instituição financeira que ofereça condições melhores de pagamento. Ao pesquisar taxas de juros, prazos e benefícios oferecidos por outros bancos é possível pressionar o credor para que sejam oferecidas condições semelhantes.
Caso o acordo não avance, o consumidor deve efetivamente levar a dívida para outra instituição financeira. “A dica é ficar atento se as condições são, de fato, mais vantajosas ou se o novo banco apenas estendeu o prazo da dívida para fazê-la caber no bolso”, diz Gotlib.

Por Marília Almeida
Fonte Exame Online

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2025

CULTIVAR AMIZADES É ESSENCIAL PARA VIVER BEM

Motivos não faltam para criarmos novas conexões e mantermos as antigas sempre nutridas

Por mais incrível que possa parecer nos dias de hoje em que tudo muda tão rapidamente, uma música lançada em 1985 ainda é sucesso quase 30 anos depois. Basta dar uma busca rápida na web para que pipoquem aproximadamente mais de três milhões de remissões para a canção That's what friend's are for que, em tradução literal, significa para que servem os amigos. Um tanto mais atrás, mas com números respeitosos, quase um milhão de referências, vem Canção da América, composta por Milton Nascimento e que começa com o seguinte verso: amigo é coisa prá se guardar, debaixo de sete chaves, dentro do coração...
Pois é, algo que sabemos fazer bem intuitivamente, vem intrigando pesquisadores do mundo todo. Tanto que não param de surgir pesquisas relacionadas à importância da amizade, principalmente para a turma dos 50+. A grande descoberta traz luz à receita da longevidade nota 10: além da prática de exercícios físicos regulares e de uma alimentação equilibrada, manter e criar novas amizades é um santo remédio para manter a saúde tinindo. O melhor é que não custa nada e não tem efeito colateral. Pelo contrário.
Entre os benefícios apontados pelos pesquisadores estão a diminuição da pressão arterial e de sintomas relacionados à perda de massa óssea e às doenças do coração, só para citar alguns exemplos. E não é só. No ano passado, renomados pesquisadores da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, concluíram que fortes laços de amizade também são capazes de deixar as funções cerebrais mais azeitadas Some-se ao fato um detalhe bem importante e que não pode ser deixado de lado em qualquer tempo: relacionar-se com pessoas diferentes enriquece nossos conhecimentos, muda nossos pontos de vistas e trabalha as habilidades de pensar, ouvir e argumentar. Tudo de bom.
Se na teoria a coisa é bem clara, às vezes, na prática não é tanto assim. Afinal, dependendo da etapa de vida, teremos expectativas distintas em relação ao círculo de amizades. 'Quando somos adolescentes, o grupo ocupa um espaço muito maior. Com a chegada da maturidade e das obrigações impostas pelo trabalho e pelo casamento, há uma diminuição da interação social pela falta de tempo, fazendo com que as pessoas se tornem cada vez mais seletivas para se abrir para outras pessoas ' , explica a psicanalista Sylvia Loeb, de São Paulo. 'Se optarmos por esse caminho, não usufruiremos dos benefícios que os amigos, sejam eles novos ou antigos, podem trazer.'
Porém, uma coisa é preciso ficar clara: solidão não faz mal nenhum a ninguém e, na medida certa, é bem gostosa. 'Tudo é uma questão de como se vive esses momentos de isolamento', acrescenta a psicanalista.
Mas, o que fazer se você estiver enferrujando e precisando abrir espaço para novos relacionamentos? A resposta é simples e exige uma boa dose de disposição: é preciso sair da toca e se entrosar com as pessoas ao redor. Seja retomando amizades, frequentando cursos, grupos de estudos, viajando, acessando as redes sociais....Claro, que a tarefa é mais difícil se você estiver sem prática mas nada que não se resolva com algumas sugestões estratégicas:

1. Saia da rotina
Nessa fase de abertura para o mundo, todos os contatos podem ser interessantes seja na academia, num curso de arte, numa aula de dança ou até num grupo de trabalho voluntário aliado com seus interesses. É só uma questão de começar.

2. Devagar se chega lá
Vá com calma e nada de ansiedade. Lembre-se que os laços levam um tempo para ser construídos e, muitas vezes, nem todo mundo está com a mesma intenção que você.

3. Experimente algo completamente novo
Vale entrar num clube de leitura, participar de um grupo de jardinagem, aprender a dançar salsa ou entrar numa turma de ciclistas. Nessa altura da vida, você já se livrou de muitos preconceitos e pode ampliar seus horizontes e paixões de maneiras até então impensadas.

4. Transforme o amigo virtual em real
Em tempos de redes sociais sempre é possível esbarrar em gente interessante (ou não, claro). Mas, tente separar o joio do trigo e ver se há alguém que possa valer um café no final da tarde. Por que não?

5. Arrisque-se
Talvez você tenha passado muito tempo vivendo e convivendo com gente com gostos muito semelhantes. O que por um lado é cômodo, por outro, pode levar a uma certa acomodação. Que tal aproveitar o embalo para conhecer pessoas que pensem diferente de você?

6. Peça ajuda, se for o caso
Se você estiver achando a jornada rumo ao novo difícil, tudo bem. Não desista. Chame uma amiga ou amigo para fazer companhia. Fica mais fácil, pode acreditar!
Fonte MSN Estilo

O DIA DE SÃO VALENTIM


O dia de São Valentim, celebrado anualmente em 14 de fevereiro em diversos países, é uma oportunidade de demonstrar afeição por meio de presentes como cartões, flores, chocolates e mensagens de amor.
Não sabemos muito sobre sua origem, trata-se de uma das ocasiões do calendário nas quais se celebra o amor e o romance.

Origens
O dia de São Valentim é uma tradição antiga que teria se originado em um festival romano de três dias chamado Lupercalia.
O festival celebrava a fertilidade e ocorria no meio de fevereiro. Seu objetivo era marcar o início oficial da primavera.
Como parte das celebrações, jovens sorteavam nomes de garotas misturados dentro de uma caixa. Os dois então se transformavam em namorados durante a festa, e podiam até casar.
Nos séculos seguintes a Igreja decidiu erradicar celebrações pagãs e por isso transformou o evento em uma festa cristã, em homenagem a São Valentim.

Mártires rivais
O primeiro dia oficial de São Valentim foi declarado em 14 de fevereiro do ano de 496, pelo papa Gelasius, em homenagem a um mártir que tinha esse nome.
A explicação mais comum é que São Valentim era um padre de Roma, que foi condenado à pena capital no século 3.
Mas há ao menos outras duas figuras históricas que disputaram o título de São Valentim associado à essa data.
Uma delas é um bispo de uma cidade próxima a Roma – na região da atual Terni – e a outra um mártir do norte da África.
Não se sabe muito mais informações sobre essas duas outras figuras e o padre de Roma acabou se tornando o mais conhecido São Valentim.

Casamentos
A história conta que o imperador Claudius 2 baniu os casamentos por acreditar que homens casados se tornavam soldados de má qualidade.
Valetim, porém, defendeu que o casamento era parte do plano de Deus e dava sentido ao mundo. Por isso, ele quebrou a lei e organizou casamentos em segredo.
Quando Claudius descobriu, Valentim foi preso e sentenciado à morte.
Na prisão, ele se apaixonou pela filha de um carcereiro. No dia do cumprimento da sentença, ele enviou uma carta de amor à moça assinando: "do seu Valentim" – o que originou a prática moderna de enviar cartões para a pessoa amada.

Popularidade e comercialização
Apesar dos cristãos antigos terem começado a celebrar o dia de São Valentim, apenas ao longo da Idade Média e dos períodos posteriores a celebração começou a ser associada com amor romântico e troca de presentes.
Dois gigantes da literatura inglesa – o poeta Geoffrey Chaucer e William Shakespeare – foram responsáveis pela popularização do evento na Grã-Bretanha e posteriormente na Europa e no Novo Mundo.
O costume de trocar cartões de papel com a pessoa amada já havia sido estabelecido na Idade Média, mas apenas se tornou um grande negócio depois da revolução industrial, que tornou possível a produção em massa de cartões.
Em 1916, uma pequena empresa chamada Hallmark Cards of Kansas City, no Estado americano do Missouri, começou a produzir sistematicamente cartões de dia dos namorados, mudando a natureza da celebração em boa parte do mundo. 
Assim, a data reúne elementos religiosos, românticos e comerciais.
Fonte BBC Brasil

terça-feira, 11 de fevereiro de 2025

O QUE FAZER COM VIZINHOS QUE RECLAMAM DE TUDO?

Se você tem vizinhos que reclamam de tudo, veja estas dicas para lidar com a situação e entenda o papel do síndico nesta questão.

O que fazer com vizinhos que reclamam de tudo?

Quem nunca passou por uma situação complicada com vizinhos que reclamam de tudo? Difícil, já que este tipo de problema é bem comum, principalmente em condomínios.

Como lidar com isso? Qual o papel do síndico em casos como esse? Para que o convívio seja tranquilo, cada um tem que fazer sua parte.

Vamos entender isso melhor?

Os vizinhos que reclamam de tudo são figurinhas carimbadas nos condomínios.

Eles são duros na queda e podem até ouvir barulhos que não existem. Ou ameaçar a integridade física e moral de seus desafetos.

Estabelecer boas relações entre os moradores de um condomínio, bem como com funcionários, prestadores de serviços e visitantes é uma das muitas tarefas dos síndicos.

De quem estamos falando

Vizinhos chatos e que reclamam de tudo, muitas vezes criando verdadeiros barracos, não podem ser tratados apenas por meio do bom senso. Porque até isso varia de pessoa para pessoa. O que um acredita se tratar de bom senso pode passar longe disso pro outro.

É bom lembrar que todo condomínio tem suas regras definidas na convenção e no regimento interno. E estes documentos não devem ficar sendo alterados para agradar o grupo A ou B. Ou por insistência de um vizinho que reclama de tudo, interfona para o síndico a toda hora e sem compostura alguma.

Além de verem problema num simples barulho do choro de uma criança ou não gostaram de um dos itens novos da decoração do condomínio, vizinhos que reclamam de tudo dão bastante trabalho ao síndico.

E o que dizer dos grupos que se unem com o único e firme propósito de fazer plantão ininterrupto buscando infrações, erros, pequenas falhas e deslizes.

Neste caso, o objetivo é minar o síndico atual ou que os demais moradores recebam avisos, notificações e até multas.

Quando tudo isso ou parte destes incômodos aparecem é hora de agir na raiz. Mesmo não sendo muito fácil, é possível. Mas é preciso ter bastante determinação para acabar com os problemas.

Ninguém merece perder a tranquilidade e prazer de morar num condomínio, simplesmente viver tenso com receio de sair da sua própria casa ou realizar obras no imóvel.

Na prática, como administrar os vizinhos que reclamam de tudo em condomínios?

Tente primeiro lidar com a questão de forma amigável

·        A primeira recomendação aqui é gerenciar esses episódios de forma amigável. Mesmo os vizinhos que reclamam de tudo, os chatos, insistentes e conspiradores devem ser tratados com respeito;

·        Se ambas as partes da relação partirem para atitudes impensadas, enfrentamentos e discussões acaloradas que nada agregam ao bom convívio, aí o caminho pro caos será mais curto;

·        Moradores precisam exercitar a paciência e as regras da boa educação. E o síndico, se cercar de dados e fatos – que possam ser comprovados – e agir com cautela.

·        A palavra de ordem em condomínios é tolerância. Em toda comunidade que se preze, boas doses deste ingrediente (em falta no mercado) podem garantir a harmonia.

·        As regras existem para serem cumpridas, mas tudo tem dois ou mais lados. Antes de partir para as penalidades mais severas, o exercício da empatia cai muito bem.

Problemas para os moradores e para o síndico também

·     Vizinhos que reclamam de tudo são aqueles com maior tendência a levar 100% das questões do dia a dia do condomínio ao síndico. Este, então, precisa ser preservado. Sob o risco de apagar tantos incêndios ficando sem tempo para executar um planejamento sério e executar tarefas mais fundamentais que gerenciar disse-me-disse.

·        Uma boa estratégia para blindar o síndico é estipular que somente o vice e os membros do conselho tenham linha direta de comunicação com o síndico. Desta forma, esses primeiros contatos já filtram as demandas e podem resolver desavenças mais simples;

·        Se as mesmas atitudes e comportamentos dos vizinhos que reclamam de tudo persistirem, cabe ao síndico usar das ferramentas que tem pra colocar ordem na casa. O ideal é se cercar da convenção, regimento interno e aplicar notificações e multas.

·        Se preciso for, não hesitar em procurar assessoria jurídica. O Código Civil, a Constituição e o Código Penal existem para regulamentar a vida em sociedade.

 Fonte Tudo Condo

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2025

FALTA DE FORNECIMENTO DE ÁGUA. O QUE FAZER?


O problema, recorrente no verão, afeta a saúde da população. Para o Idec, o direito à informação é a primeira medida a ser cumprida pelas empresas. O consumidor afetado pode pedir ressarcimento em caso de má prestação de serviço
Como todos os anos, a falta de água é um problema recorrente na época do verão. No entanto, por se tratar de uma questão que afeta a saúde da população, algumas medidas preventivas podem ser tomadas para evitar grandes períodos sem o fornecimento deste serviço essencial. As concessionárias de água poderiam fazer campanhas e enviar na própria conta orientações sobre a necessidade de economizar água e evitar o desperdício.
Além disso, no atendimento ao consumidor, quando da falta de água, as informações sobre o motivo e a previsão de normalização do abastecimento deveriam ser mais claras e objetivas. O direito à informação é garantido pelo CDC (Código de Defesa do Consumidor). “Somente com a informação o consumidor pode se organizar e tomar as medidas corretas para enfrentar as dificuldades ocasionadas pela falta de água, que afeta as necessidades mais básicas como saúde e higiene”, explica a advogada do Idec, Mariana Alves Tornero.
Quando o serviço de abastecimento de água tiver acontecido por motivo de má prestação de serviço, como por exemplo, um vazamento de água fora do domicílio, a concessionária deve ressarcir ao consumidor todos os custos decorrentes deste problema, como a compra de um caminhão pipa. “A empresa é responsável pela reparação de danos e o consumidor deve guardar todos os comprovantes de gastos para exigir esse reembolso”, orienta Mariana.
A conta de água também precisa ter o abatimento proporcional ao período que não houve fornecimento de água já que a prestação do serviço não foi contínua. Caso o consumidor não consiga um acordo com a empresa ele pode formular uma denúncia na Agência Reguladora do seu Estado, caso exista uma, nos Procons e até pleitear ressarcimento na Justiça.

Fonte Idec

sábado, 8 de fevereiro de 2025

CHAKRAS NOS ANIMAIS

O TRATAMENTO HOLÍSTICO NÃO SUBSTITUI O TRATAMENTO VETERINÁRIO CONVENCIONAL

Há um campo de energia que circunda o corpo do ser vivente, e é uma manifestação da Energia Universal. Não é exatamente um corpo, mas uma matriz energética. Mas, pode.
Há um campo de energia que circunda o corpo do ser vivente, e é uma manifestação da Energia Universal. Não é exatamente um corpo, mas uma matriz energética. Mas pode ser descrito como um corpo luminoso que rodeia o corpo físico e o penetra, emitindo radiação característica própria. É um campo de força vital.
Hoje com o avanço dos meios de comunicação e informação, já é possível estudar com mais facilidade o tema e aprofundar-se nas pesquisas publicadas.
Nos animais e vegetais, o campo bioelétrico tem uma dimensão mais ampla. Essa energia vital recebeu vários nomes na História e de sua observação pelo homem à medida que este foi evoluindo a sua consciência. Por volta de 5000 a.C., na Índia, já era mencionada uma energia universal chamada Prana.
Tudo que tiver uma estrutura atômica tem campo bioelétrico: pessoas, animais, plantas, objetos. É constituído por uma trama, ou rede de “nádis” (que são os condutores da força vital) de energia, os quais são entrelaçados e formam, em certos lugares, pontos focais, que receberam dos orientais o nome de “Chakras”.
O Sistema de Energia dos animais é um pouco diferente do humano. Eles recebem e distribuem a energia por Chakras individuais e isto os faz muito sensíveis a vibrações sutis e modificações atmosféricas. No ser humano adulto a energia entra pelo Chakra da Coroa e pela glândula pineal. Então, é decomposta nos vários raios coloridos. Passando pelo cérebro, a mente racional humana influi na energia e avalia quais as vibrações que não se deve responder e aquelas que não se pode ignorar. Mas, diferentemente de seres humanos adultos, a maior parte dos animais tem um Sistema Energético disperso principalmente devido aos seus corpos que têm alinhamento horizontal e não vertical.
Os animais têm um Sistema de Energia como um bebê humano, ou como um adulto que manteve a capacidade de experimentar coisas através da intuição e dos sentidos – onde o som, a luz, a cor, o gosto, o cheiro e o toque ainda estão ligados.
Alguns animais ficam agitados antes de um temporal, pois eles são capazes de sentir outros tipos de vibrações no ar, como as vibrações eletromagnéticas, que somos incapazes de perceber.
Usando os diagramas de anatomia humana para comparação, o Sistema de Energia dos Chakras em animais as posições dos Chakras são aproximadas. Os tamanhos e as formas variam, como os Chakras nos seres humanos.
O tratamento vibracional pode ser iniciado com o Chakra Braquial para estabelecer uma conexão com o animal. Então vá para o Chakra Raiz e trabalhe o caminho ao Chakra da Coroa. Você pode incluir os pontos de Chakras Menores no tratamento se você desejar.
Os animais são supersensíveis aos nossos humores, portanto não mostre impaciência ou aborrecimento se o animal parecer estar rejeitando o tratamento no início. Deixe o bichinho descansar por alguns minutos – caso ele continue agitado, proponha o tratamento para outro dia.
Chakras são Centros de Energia localizados nos Corpos Etéricos dos animais. Tudo que existe é energia, seja visível aos nossos olhos ou não. Um pensamento é uma forma de energia, uma planta é uma forma de energia – animais e  humanos, assim como todo o Universo, também são uma forma de energia. O corpo do ser vivente gera ao seu redor uma luminosidade meio enfumaçada, que é o resultado da vibração de energia, ou energia vibracional. Essa luminosidade tem a capacidade de apresentar diferentes cores, que terão, dependendo da intensidade e forma, significados diferentes.

Chakras são vórtices com diferentes sons, cores e densidades
Os animais têm Centros de Energia e seus Chakras estão do mesmo modo situados – com as devidas diferenças, dado que a maioria dos animais é mais horizontal do que somos – mas eles se situam em lugares muito semelhantes. Os animais têm outro Chakra Principal, que está situado abaixo do ombro (dos dois lados), chamado Chakra Braquial. Este chakra é também chamado de Chakra Chave, pois é um poderoso centro de energia e pode dar acesso a todos os outros Chakras.
Todos os animais possuem um Sistema Etérico de Chakras, como os humanos, e a maioria dos animais possui Oito Chakras Principais Ativos (ou Doze nos Gatos), Vinte e um Chakras Secundários ou Menores (alguns autores referem-se a Catorze Chakras Secundários) e Seis Chakras em Botão (Quatro nos Coxins Plantares – somente em animais com “almofadinhas” – animais com cascos não – e Dois nas Aberturas dos Ouvidos). Os Chakras nos animais também estão relacionados ao seu Sistema Endócrino.
Os Chakras afetam a área do corpo onde estão localizados – muitos desequilíbrios físicos podem ser resultado de desequilíbrios dos Chakras. Nos animais, o processo é o mesmo: a doença se manifesta em outros corpos mais sutis, e por último no corpo físico, que é o mais denso dentre todos.

Representação dos Chakras
Os Oito Chakras Principais têm um importante papel no comportamento dos animais. Os animais esfregam seus corpos em árvores, no chão ou mesmo nas pessoas, para estimular o Chakra do Plexo Solar, o Chakra Raiz e para se conectarem com as energias da Terra (energias telúricas). Os Chakras dos Coxins Plantares são sensíveis, e conduzem o animal a pontos de energia harmoniosa. Quando um ponto, local harmonioso é encontrado, o animal deitando-se nesse ponto absorverá energia positiva com seu Chakra do Plexo Solar e Chakra Raiz – abrirá seus canais de energia. Os Chakras dos Coxins Plantares são a fonte primária para animais encontrarem energia positiva. O Chakra Maior e os Chakras Menores da cauda ajudam a guiar o animal para fontes de energias benéficas.
Para uma harmonização do corpo inteiro do animal, pode-se começar o trabalho energético com o Chakra Raiz, na base da cauda, indo em direção a cada Chakra, para abrir e equilibrar cada área; isso pode ser obtido através da Cromoterapia, Reiki, Massagem com Óleos Essenciais, etc. Ou com o Chakra Braquial. É interessante também massagear delicadamente cada centro de energia, para conduzir o animal ao relaxamento. E depois começar o tratamento vibracional.

O ANIMAL DEVE SER SEMPRE EXAMINADO POR UM MÉDICO VETERINÁRIO
A escritora inglesa Diane Stein, formada em Ciências pela Universidade Duquesne, defende a terapia holística para cães e outros animais domésticos. Em seu livro A Cura Natural para Cães e Gatos (Editora Ground) ela expõe o trabalho de Linda Tellington-Jones, baseado na cura psíquica, com florais e acupuntura. Mais: Diane fala sobre os Chakras (centros de energia) dos animais e de como eles regem a saúde do bicho.
Para que o bicho tenha uma boa saúde, é necessário que tenha o campo energético em constante estado de equilíbrio – e isso pode ser obtido também pelas Terapias Holísticas Vibracionais: Florais, Cromoterapia, Cristaloterapia, Sons, Música, Aromaterapia etc.; sobretudo – ser amado!
Por Martha Follain
Fonte ANDA