sábado, 5 de julho de 2025

APRENDA A DAR BANHO A SECO EM SEU GATO PARA MANTÊ-LO SEMPRE LIMPINHO

Por mais limpos que os gatos sejam, em algumas situações a auto higienização não dá conta de remover toda a sujeira

Dificilmente os donos conseguem manter seu animal de estimação completamente limpo. Eles gostam de brincar no quintal, dar uma volta pela rua e correr pela casa, o que torna impossível deixá-lo perfeito. O mesmo acontece com os gatos, por mais limpos que sejam. O banho a seco pode ser uma boa opção para higienizar seu felino quando estiver sujo demais.
No entanto, em caso se sujeira extrema, não é melhor dar banho utilizando água? Não, pois como muitos sabem, água e gato não combinam. A maioria tem aversão a esse modo de limpeza e forçá-lo será bem pior, por mais sujo que ele esteja. É por isso que a melhor opção é aprender a dar banho a seco , pois higieniza e não se torna um momento traumático.

O gato precisa mesmo de um banho a seco?
Os bichanos são animais naturalmente limpos. Eles dedicam até 4 horas do seu dia só para se lamberem, se higienizarem e manterem o pelo em ordem. A sua língua rugosa e áspera foi desenvolvida exatamente para isso, permitindo que toda a sujeira acumulada entre os fios da pelagem seja eliminada. Por essa razão, dificilmente você encontrará seu amigo completamente sujo.
Então, antes de comprar os utensílios para limpá-lo, tenha certeza de que é necessário. Em algumas situações ele apenas chegou um pouco encardido da rua e você já imaginou que precisava de um banho, sendo que nem esperou o processo natural de limpeza.
No entanto, existem casos que ele realmente precisa do auxílio do dono, por exemplo, se for obeso demais para se lavar eficientemente, estiver usando o colar elizabetano, a pelagem estiver ficando suja demais e o animal não der conta, alguma doença impedindo a limpeza diária ou se o felino for idoso. É para situações assim que o banho a seco serve.

Lenços umedecidos
Lenços umedecidos para gatos são uma ótima alternativa ao banho com água. Esse produto desodoriza a pelagem do animal, remove alergênicos e espalha os óleos essenciais da pele. Pode ser encontrado em qualquer pet shop, mas lembre-se de escolher um com 0% de álcool, composto de ingredientes naturais (como lavanda e aloe vera) e que seja de uso veterinário.
Na hora que for limpar o bichano, escolha um momento que esteja relaxado e não irá reclamar, como após as refeições e brincadeiras, para facilitar seu trabalho. Se ele aparentar estresse ou agitação durante o banho, pare e tente em outro momento. Jamais force o animal a fazer algo contra sua vontade.
Um bom modo de acalmá-lo e deixá-lo confortável é fazer carinho antes. Mantenha os lenços umedecidos próximo de você para que comece o banho durante as carícias. Então, conforme passa a mão direita sobre seu pelo, pegue um lenço com a esquerda e comece a limpá-lo. Ele nem irá perceber a mudança e dificilmente irá se opor.
Dê atenção a todo o corpo e não só a região mais suja, distribuindo os óleos essenciais pela pelagem. Troque de lenço conforme vá ficando escuro. Utilize um novo para limpar a região facial. Com uma mão segure gentilmente a cabeça por trás e com a outra elimine os resíduos aos poucos. Por último, não se esqueça das patas, provavelmente a parte mais encardida do corpo. 
Por mais práticos que os lenços sejam, utilize moderadamente. O uso em excesso irá ressecar a pele do bichano, além de impedir que a limpeza natural aconteça.

Shampoo a seco
Esse produto foi feito especialmente para a limpeza a seco dos gatos. Sua textura é espumosa e basta a escovação do pelo para retirá-lo completamente. Você encontrará em qualquer pet shop, das mais variadas marcas. Escolha um natural, não tóxico e que evitará o ressecamento da pele do animal. Na dúvida, peça ajuda a um vendedor de confiança.
Assim como os lenços umedecidos, aplique o shampoo quando o gato estiver calmo. Coloque um pouco sobre a pelagem e espalhe com a mão, como se fosse um creme. Massageie durante o processo para mantê-lo relaxado. Após distribuir a espuma uniformemente, remova através da escovação.
Opte por uma escova raquete (com pinos) para retirar todo o produto. Para evitar que ele lamba o shampoo que está em sua pele, fique brincando e distraindo com petiscos ou brinquedos. Se tiver outra pessoa disponível em casa, peça para ela realizar essa tarefa. Lembre-se de utilizar o item com moderação.

Mantenha uma rotina de limpeza
Um bom jeito de manter o gato sempre intacto é mantendo uma rotina de limpeza. Compre as ferramentas certas, como uma escova raquete e um desembolador para remover os nós ou emaranhados, e lembre-se as usar regularmente. Caso o bichano não se dê bem com escovas, opte pela luva para grooming.
Para felinos de pelo curto, passe a escova uma vez por semana e, para os de pelo longo, diariamente. Seja gentil durante o processo para o animal não se opor. Caso tenha nós, utilize o desembolador. Passe com cuidado para não machucá-lo.
Mantendo essa rotina de limpeza, dificilmente seu ficará sujo demais e precisará do banho a seco ou com água. Lembre-se de dedicar um momento especial para as partes delicadas do corpo, como olhos, boca e orelha. Reserve um dia só para higienizar essas áreas.

Fonte Canal do Pet - iG

BOLAS DE PELOS: DICAS PARA EVITAR O PROBLEMA COM GATOS

O mais recomendado é prevenir a formação das bolas para minimizar o desconforto dos bichanos

O problema é quando os pelos não são expelidos pelas fezes ou através do vômito, pois se acumulam no aparelho digestivo

Quem tem um gato em casa está acostumado a acompanhar suas típicas sessões diárias de auto higiene, com direito a contorcionismo e lambidas sucessivas no próprio corpo. Esse comportamento natural dos felinos, no entanto, faz com que eles engulam alguns pelos, que podem se acumular no sistema digestivo, formando o que se costuma chamar de bolas de pelos.
Na realidade, as formações não têm a forma de bolas, mas de pequenos rolinhos. E como os pelos não são digeridos, os gatos geralmente expelem essas formações através do vômito. “Mas isso não deve ser sinal de preocupação quando ocorre eventualmente e se o apetite do gato está dentro da normalidade”, esclarece Keila Regina de Godoy, médica veterinária da PremieR pet.
O problema, de acordo com Keila, é quando essas formações não são expelidas pelas fezes ou através do vômito, e os pelos se acumulam no aparelho digestivo, podendo causar até mesmo uma obstrução intestinal. Em situações assim, algumas vezes a única solução é a cirurgia.
 Especialista em felinos, o GroomeR PremieR pet, Val Santarem, explica que os gatos mais afetados costumam ser os de pelo longo, tais como o persa, porém os demais não estão livres da ocorrência. “Até mesmo gatos sem pelo como o Sphynx podem sofrer com o problema, pois têm uma pele muito oleosa que pode acumular fiapos de tecidos e pelos de outros amiguinhos peludos, engolindo da mesma forma que os demais”, diz.

Problema costuma afetar gatos de pelo longo
No entanto o assunto não deve causar alarme. O mais recomendado é prevenir a formação das bolas de pelo para minimizar o desconforto dos bichanos. Os especialistas orientam algumas medidas simples e valiosas:

• Gatos de pelos longos devem ter uma nutrição diferenciada, com alimentos específicos que já ofereçam o benefício de prevenção das bolas de pelos. Isso é possível porque esses alimentos possuem quantidades aumentadas de fibras especiais, que auxiliam na eliminação dos pelos ingeridos através das fezes.
• Escovar os gatos diariamente ou, no mínimo, a cada três dias. A medida ajuda a remover os pelos mortos, evitando que grandes quantidades sejam ingeridas.
• Dar banho a cada 15 dias habitualmente. O ideal é contar com um profissional especializado em estética felina para cuidar da pelagem longa nos períodos de troca de pelos, período em que os banhos devem ser semanais.
• É possível adquirir em pet shops graminhas próprias para gatos que vivem dentro de casa. Quando ingeridas pelos felinos, elas ajudam no controle das bolas de pelos.
• Como o tédio e o sedentarismo potencializam o comportamento de se lamber, é importante oferecer atividades e distrações aos gatos. Um ambiente que estimule as brincadeiras, interação e exercícios físicos é o ideal. Ter brinquedos e arranhadores são boas opções.
• Visitar o veterinário a cada 6 meses para que avalie o estado geral da saúde do bichano. Vale lembrar que o pelo é um reflexo da saúde como um todo.
Por Priscilla Merlino
Fonte ÉPOCA Online

ALOPECIA: ENTENDA A QUEDA EXCESSIVA DE PELO NOS GATOS

Além de poder representar um grave problema de saúde, a alopecia pode trazer muita dor de cabeça para o dono com o excesso de pelos pela casa

Muitas pessoas deixam de ter animais de estimação ou escolhem determinada raça específica devido ao pelo. Geralmente são levados em conta o tamanho do pelo e a quantidade que ele costuma cair pela casa. Mas, mesmo com tanto planejamento, todo bicho está suscetível a sofrer com alopecia, a queda excessiva de pelos.
A presença da alopecia pode ter diferentes causas, algumas delas são doenças que possuem a queda de pelos com um dos sintomas. Por isso, o problema não pode ser ignorado, principalmente se o gato começar a apresentar falhas pelo corpo. O diagnóstico exato pode ser demorado, mas o dono precisar ser paciente e ter persistência.

Possíveis causas
Dermatite: existem diferentes tipos de dermatite, as principais são alérgica, que pode ser de contato ou inalante, e psicogênicas. A primeira delas aparece após o contato do gato com alguma substância que ele não é tolerante, como plástico, tipos de metal ou até mesmo medicações aplicadas na pele. Inalar pólen, poeira, mofo também podem causar o problema. A segunda representa um distúrbio neurológico nos felinos, ansiedade e tédio podem fazer com que ele se lamba com mais frequência e intensidade, fazendo com que uma quantidade maior de pelos seja retirada.

Pulgas: Além de fazer com que o animal se coce bastante - o que já causa queda de pelos - o gato pode desenvolver uma reação à saliva do parasita.

Alergias alimentares: Não é tudo que os felinos podem comer. Além desses alimentos não indicados, algumas rações podem ter substâncias que causam alergias em alguns gatos. Nesses casos, o uso de alimentos antialérgicos pode resolver.

Queimaduras de sol: Mesmo tendo o pelo para proteger, se ficarem muito tempo expostos ao sol os gatos podem ter queimaduras na pele. As mais avançadas causam queda de pelo. Por isso é importante que o dono não deixe o animal no sol e, se for necessário expô-lo, utilize protetor solar veterinário.

Foliculite: A inflamação dos folículos pilosos do animal, parte da pele responsável pela produção de pelos. O problema pode ser causado pela presença de bactérias ou micro-organismos. Além da não produção de pelo, o local fica inflamado e com pus.
 Alopecia Areata: A causa exata é desconhecida pelos veterinários, mas acredita-se que é causada por um conjunto de condições que afetam a imunidade do animal. Normalmente apenas o corpo e o rosto do gato são afetados e não há presença de coceira.

Bactérias: A presença de bactérias na pele do gato pode causar diferentes males, entre eles a queda de pelo, inflamação e muita coceira.

Micose: Causada pela presença de diferentes fungos na pele do animal, a micose é de difícil e demorado tratamento.

Sarna: Todo mundo já ouviu a expressão "arranjar sarna para se coçar". O motivo principal são os ectoparasitas.

Durante gravidez ou amamentação: Os gatos são animais que gostam de uma rotina e quando ela muda bruscamente eles podem acabar desenvolvendo problemas como o estresse.  

Tratamento
O tratamento será específico para cada causa e deve ser acompanhado de perto por um veterinário de confiança. Porém, é importante o dono ter a consciência de que pode ser algo demorado e é preciso ter paciência.

Prevenção
Como existem diferentes causas para a alopecia, é muito difícil determinar ações que diminuam a probabilidade do animal desenvolver a doença. Mas, sabe-se que gatos que não costumam ir à rua e vivem dentro de casa ou apartamento estão menos sujeitos. Além disso, consultas periódicas com o veterinário podem diminuir as chances de problemas de saúde.  

Fonte Canal do Pet - iG 

BOLA DE PELOS EM GATOS: O QUE SÃO, COMO ELIMINAR E COMO EVITAR

 
As bolas de pelos são normais, mas se tornam um problema quando não são eliminadas, afirma veterinária
 
Uma das várias famas dos gatos é a respeito da sua limpeza. Isso porque eles são extremamente limpos e os próprios se preocupam com a sua higiene, usando a língua para a limpar a pelagem. Essa característica é uma grande vantagem para os felinos, porém, ela também pode acarretar em um grande problema: a formação de bola de pelos.
Esses tricobezoares são o resultado da mistura do pelo, saliva, suco gástrico e ocasionalmente restos de comida. Elas não são algo anormal, mas causam um incômodo ao gato, que pode acarretar em muitos problemas, podendo se tornar extremamente grave. É comum vermos um felino vomitando essas bolinhas de vez em quando, mas o real problema aparece quando ele não consegue eliminá-las e elas ficam presas no intestino.
 
Como saber se o seu gato está com bolas de pelo presas
É preciso ficar atento a alguns sinais dado pelo gato que indicam que existe bola de pelos no intestino, são eles:
·        Prisão de ventre
·        Diarreia
·        Falta de apetite
·        Ânsia frequente
·        Vômitos mais de uma vez ao dia
·        Regurgitações
·        Sinais de cansado e apatia
·        Desidratação
·        Dores abdominais
 
Camila Conte afirma que se esses problemas evoluírem no gato, doenças graves podem ser formadas, como a chamada "Lipidose hepática ", doença grave que acomete o fígado dos felinos.  Além disso, eles também podem acabar adquirindo anemia, pela alta falta de apetite. As bolas de pelo serão identificadas através de ultrassons, e exames de sangue que ditarão como anda a saúde do animal.
 
Métodos caseiros para eliminar as bolas de pelo
Se você notar tais sintomas e perceber que o felino não está conseguindo eliminar as bolas sozinho, será preciso ajudá-lo nessa tarefa. Conheça alguns métodos caseiros que irão auxiliar na expulsão dos pelos:
Fibra na alimentação - A fibra ajuda a melhorar a digestão do felino. Se aumentar a quantidade em sua comida, ele conseguirá eliminar as bolas mais facilmente.
Grama para purgar - É um instinto natural do animal tomar grama para purgar. Pensando nisso, a planta valeriana é uma ótima opção. Em lojas especializadas é possível encontrar essa planta e gramas que ajudam na regurgitação das bolas de pelos.
Manteiga - A manteiga funciona como laxante para o gato, por isso é uma boa alternativa. Para fazê-lo comer, passe um pouco do alimento na pata que ele rapidamente irá lamber para limpar a região. Atenção, a manteiga é muito oleosa, então não exagere na dose. Caso não tenha o produto, use vaselina.
Malta - A malta é um derivado da cevada que favorece o trânsito intestinal do gato. Assim como a manteiga, passe a pasta na pata ou focinho do animal para ele lamber. A quantidade e frequência de uso deve ser determinada pelo veterinário. 
 
Evitando o problema
Para evitar chegar a um estado crítico, a veterinária afirma que há cuidados diários a serem feitos pelo tutor.  Se tudo for feito corretamente,  raramente será formado bola de pelos.
Escovação - escovar os pelos é uma tarefa que deve ser feita regularmente, principalmente na época de queda. Essa é uma forma fácil de evitar acúmulo de pelos mortos. Passe a escova no sentido contrário para retiradas dos fios e depois no outro sentido. O procedimento deve ser feito principalmente se o animal possui a pelagem média ou longa, geralmente os mais afetados por este problema
Alimentação - algumas comida são feitas especialmente para gatos com esse problema. Elas contém mais fibra, ajudando na regulagem do intestino, evitando assim a formação de bolas de pelo.
Água - ela é indispensável na vida de qualquer ser vivo. Deixe sempre água fresca e limpa no recipiente do felino, pois ela ajudará o sistema a limpar os pelos ingeridos.
Ambiente limpo - a limpeza da casa garante que o gato não coma nada estranho pelo chão. Isso pode piorar a situação.
Pulgas - essas pragas fazem o felino se lamber mais. Então, o tratamento contra as pulgas acaba ajudando na redução de pelos no intestino.
Ativo e saudável - brincadeiras e brinquedos interativos encorajam o animal a se divertir e gastar energia. Um gato mais ativo melhora sua saúde mental e física, consequentemente irá tornar a pele e os pelos mais saudáveis.
Antes de tomar qualquer decisão sobre a saúde do felino, consulte um veterinário para saber a melhor forma de proceder. Só um profissional conhece o melhor método de eliminar bola de pelos do intestino do gato.
 Por Canal do Pet - Nicoly Bastos
Fonte iG @ https://canaldopet.ig.com.br

GATOS PREFEREM MULHERES A HOMENS A COMUNICAÇÃO ENTRE GATOS E MULHERES É

A comunicação entre gatos e mulheres é tão forte que o relacionamento entre os felinos e suas donas é similar ao de mãe e filho

Não é à toa que muitos donos têm uma conexão intensa com seus gatos e, assim, conseguem interpretar corretamente cada mensagem que o gato quer transmitir. E esse relacionamento entre gatos e seus donos, que já é profundo, se empodera quando o dono é uma mulher. Isso é o que revela um estudo publicado no Jornal de Processos Comportamentais, referência no assunto.
Para o estudo, 41 interações entre os donos e seus gatos foram gravadas e testes separados de personalidade para cada dono realizado.  Durante o trabalho, pesquisadores jogavam um objeto desconhecido no ambiente, como uma coruja de pelúcia, e observavam as consequentes interações entre donos e seus gatos.
A co-autora do estudo, Dorothy Gracey, explica, “o relacionamento entre um gato e um humano pode envolver atração mútua, compatibilidade de personalidade, facilidade de interação, brincadeira, afeto e apoio social. O humano e seu gato podem mutualmente desenvolver interações ritualizadas que mostram uma compreensão substancial e mútua das inclinações e preferencias de cada um.”
A verdade é que os gatos são apaixonados pelos donos e demonstram esse carinho de diversas formas, dentre elas copiar a rotina diária do dono e passar o dia reservando sua energia para brincar quando o dono chegar em casa.  Mais ainda assim, o comportamento do gato se intensifica quando seu dono é uma mulher.

Como os gatos agem quando estão com suas donas
O estudo revela que o motivo que faz com que os gatos estejam mais próximos das mulheres é que elas interagem com os seus gatos – sejam eles machos ou fêmeas – mais do que os homens.  Sendo assim, elas têm um relacionamento mais intenso com os seus gatos em comparação aos homens.
Por conta disso, os gatos também se aproximam mais de suas donas e tomam a iniciativa mais vezes de entrar contato, através de tentativas de comunicação e ações como pular no colo.
Assim como acontece com bebês, que através do choro sinalizam para a sua mãe quando querem comer e receber colo, o gato, por meio do seu miado e linguagem corporal, comunica frequentemente para a sua dona quando ele quer receber carinho e se alimentar.  Similarmente, a comida serve, em ambos os casos, como a principal forma da “mãe” mostrar carinho e atenção ao seu “filho.”
A comunicação entre gatos e seus donos é tão forte que ambos conseguem expressar a sua necessidade de dar e receber carinho e atenção, além de compreender a necessidade do outro. Aliás, os pesquisadores concluíram que gatos e os seus donos são altamente influenciados um por outro, de tal forma que um estava determinando o comportamento do outro.
Por exemplo, quando o gato está no colo de sua dona, ele, por vezes, começa a agir como um bebê. Paralelamente, a dona tende a agir como uma mãe, que conversa com o filho e oferece calor e conforto da melhor forma possível.
Essa comunicação é intensificada com mulheres extrovertidas e gatos novos e ativos.  Nesses casos, os gatos precisavam apenas dar dicas sutis, como abanar o rabo, para serem compreendidos por suas donas.

Como os gatos enxergam seus donos
Gatos se relacionam com humanos e principalmente com as suas donas, como parceiros sociais. Eles lembram da bondade dos seus donos e retornam o favor em um momento oportuno. Dê comida para o seu gato ou faça um carinho quando ele te pedir e ele lembrará e te agradará em um outro momento.
Por Mariana Bartolomei 
Fonte LinkAnimal

ANIMAIS IDOSOS NECESSITAM DE VISITAS MAIS FREQUENTES AO VETERINÁRIO E CUIDADOS


Os animais domésticos são parecidos com os humanos em diversos aspectos e, alguns deles, ficam ainda mais evidentes em cães e gatos idosos. Assim como seus tutores, os animais que chegam à terceira idade necessitam de cuidados especiais, além de atenção e carinho redobrados. A preocupação com a saúde do animalzinho deve começar com alimentação apropriada para cada etapa da vida, visitas periódicas ao veterinário e atividade física frequente.
Porém, com o passar dos anos, o organismo do animal trabalha em um ritmo mais desacelerado e a disposição e energia para brincadeiras vão diminuindo, seus sentidos, como audição e olfato, ficam prejudicados, as necessidades calóricas são menores e começam a desenvolver doenças próprias de animais idosos.
“É bastante comum cães e gatos mais velhos sofrerem com alterações cardíacas, problemas ortopédicos e dentais, insuficiência renal e disfunção cognitiva”, alerta Renata Piazera, farmacêutica da Fórmula Animal, especializada em oferecer medicamentos manipulados a animais em formas e sabores diferenciados sempre visando à prevenção, tratamento e bem-estar. “Para que o animal tenha mais qualidade de vida é fundamental que, em média, a partir dos sete anos, passe por consultas ao veterinário a cada seis meses. Dessa forma, a prevenção de enfermidades é mais eficaz, prolongando o tempo do animal com seu tutor”, ressalta a farmacêutica.
Uma das maiores preocupações, quando se tem um animal de estimação mais velho, são as doenças cardíacas. “Os problemas que mais afligem os animais idosos são endocardites, miocardites, deficiências valvulares e bloqueio do impulso elétrico, comum em cães da raça boxer. Mas os tutores podem ficar mais aliviados, pois a medicina animal está bem avançada e há tratamentos para a maioria delas. Quando uma pessoa possui algum problema relacionado ao coração, ele toma um medicamento especial e com cães e gatos não é diferente”, revela Renata.
“É bastante comum cães e gatos mais velhos sofrerem com alterações cardíacas, problemas ortopédicos e dentais, insuficiência renal e disfunção cognitiva”, continua Renata.
Com o passar dos anos, os animais também podem desenvolver artrite e artrose, doenças que afligem tanto cães quanto gatos e exigem mais paciência e cuidado dos tutores. “Em muitos casos, os animais ficam com dificuldade para levantar e se locomover. Por isso, é importante que, durante toda a vida, o animal seja estimulado a praticar exercícios, assim conseguirá enfrentar o problema com maior facilidade. Outro ponto importante é nunca medicá-lo com remédio para humanos. Os ativos utilizados na medicina convencional podem ser totalmente prejudiciais à saúde animal, então sempre consulte um médico veterinário antes de administrar qualquer medicamento ao cão ou gato”, alerta a farmacêutica da Fórmula Animal Farmácia de Manipulação Veterinária.
A saúde bucal deve ser de cuidado primordial, pois, além de tártaro acumulado em dentes e gengivas, que causa periodontite e mau hálito, infecção bacteriana e queda progressiva dos dentes são problemas comuns nesta idade. “Muitos tutores não se preocupam com a limpeza dos dentes e isso pode prejudicar, e muito, a saúde dos animais.
Por exemplo, se as bactérias presentes na boca do animal caem na corrente sanguínea, a probabilidade de ocorrer uma infecção generalizada é muito grande, além do risco de atacar órgãos fundamentais, como rins, fígado e coração”, orienta Renata Piazera.
Por estas razões, a alimentação também deve ser adequada ao animalzinho mais idoso. “Há no mercado diversas marcas que produzem rações especiais para cada idade. No caso de cães e gatos que estão na terceira idade é importante que as refeições sejam ricas em ômega 3, zinco, proteínas, fibras e pobres em gordura, e que a ração seja um pouco mais macia para facilitar a mastigação, já que os dentes podem não estar tão fortes quanto antes”, afirma a farmacêutica.

Cuidados com animais mais velhos
Outro cuidado é com lugares para o animal se acomodar. Pets idosos não se movimentam com a mesma frequência que os mais novos e precisam ter cantinhos especiais para descansarem. “É bacana deixar cobertores e toalhas espalhados pela casa ou local que o animal costuma ficar e providenciar uma cama mais macia para que possam deitar. No caso dos gatos, opte por caixa de areia que tenha lados menores ou que tenha alguma abertura, assim ele conseguirá entrar e sair sem dificuldades.
Lembre-se também de deixar os potinhos com comida e água de fácil acesso, sem que tenha qualquer obstáculo, como degrau, entre eles e o animal”, finaliza Renata.

Por Agência de Notícias de Direitos Animais - ANDA
Fonte Hoje Interior

MIADOS - A LÍNGUA DOS GATOS: EMOÇÕES E DESEJOS EM CADA SOM


Seu gato tem um miado para cada ocasião? E você tenta contar isso para as outras pessoas e elas olham para você como se você fosse maluco? Pode ficar calmo: os gatos realmente se comunicam muito bem com os humanos através de miados, não é sua imaginação. E existe um tipo de som para cada situação.
Entre os felinos existem três tipos principais de comunicação: a expressão vocal, posturas corporais e marcas visuais e olfatórias. Esses sinais nem sempre são atendidos pelos humanos, o que torna nossa comunicação interespécie complicada. Mas assim como podemos entender as posturas corporais se convivermos bastante tempo com nossos gatos, como no caso de desagrado demonstrado através de uma abanada de cauda, também podemos aprender o que significa cada miado.
Os miados não são como a fala humana e não têm significado como as palavras, mas servem para expressar emoções. Esse é um assunto tão vasto e intrigante que vários estudos têm sido feitos para tentar entender como felinos e humanos desenvolverão essa capacidade de comunicação. O que já se sabe é que os gatos evoluíram os sons que emitem de acordo com a resposta obtida pelos humanos. Ou seja, alguns sons emitidos pelos primeiros gatos domesticados talvez tenham se extinguido já que não foram entendidos pelos donos naquela época. É fácil reagir a um miado do nosso próprio gato, onde já temos uma relação estabelecida. Por exemplo, todo dono de gato sabe diferenciar o miado de “me dá comida”, do miado “quero ir lá fora”.
Na verdade os sons emitidos pelos gatos se dividem em três grupos: os padrões de murmúrios, os padrões de vogais e os sons intensos. Esses sons são resultado de variações tonais obtidas pela mudança na laringofaringe dos felinos, ao contrário de nós humanos, que emitimos sons mexendo a boca e os lábios. Os diferentes sons fonéticos foram diferenciados e agrupados de acordo com a forma como são emitidos. Análises feitas em laboratórios através de espectogramas, que ainda são mais do que mapas que medem o comprimento de onda dos miados, reconheceram 23 padrões de sons emitidos pelos gatos. Os chamados puros são homogêneos, ou seja, sem muitas variações de volume de freqüência, estrutura harmônica e modulações de pulso.

Padrões de murmúrio
São aqueles emitidos pelo gato com a boca fechada.

Reconhecimento
Os gatos que são muito ligados a seus donos emitem esse som, caracterizado por um murmúrio único e curto, assim que percebem que vão receber carinho ou comida. Esse ruído é amigável e em mais de 90% das vezes ocorre quando o gato está em movimento.

Chamado
Esse som de chamado é emitido pelos gatos principalmente durante o acasalamento. O macho indica com este ruído que está pronto para acasalar, ou ao convidar outros machos mais jovens para uma briga.

Grunhido
Logo ao nascer os gatinhos já produzem esse som que tende a desaparecer com a idade. Na vida adulta ele pode ser usado para expressar dificuldade, por exemplo: diante de um obstáculo muito alto a ser transposto.

Ronronado
Os gatos ronronam em quase todas as situações, até mesmo um pouco antes de morrer depois de terem sofrido com uma doença crônica. Esse efeito reflete o estado de euforia que antecede a morte, causado pela liberação de endorfina no organismo. Os mais comuns são os ronronados de prazer em situações em que o felino está relaxado e feliz, mas se estiver muito estressado, também poderá ronronar. Alguns pesquisadores gostam de comparar o ronronar com o sorriso humano. E é exatamente esta a sensação que temos ao ouvir esse som fofinho produzido pelo gato. No caso, o ronronar do gato ansioso seria mais ou menos como quando rimos de nervoso em uma situação perigosa ou desagradável. Existem várias hipóteses sobre como os gatos ronronam. Pode ser devido a um frêmito causado pela passagem do sangue pelos grandes vasos do palato mole e conforme muda o ângulo da faringe, faria com que o som fosse emitido. Mas também pode ser gerado de outra forma. Depois de realizados estudos eletromiográficos que revelaram com os músculos da faringe se comportam durante o ronronar, descobriu-se que eles têm um papel importante ao fecharem a glote levemente aumentando a pressão do sangue nessa área. O diafragma controlaria a freqüência, ou seja, menos ou mais ronronados a cada minuto.

Enquanto isso, treine para identificar cada som que seu gato emite. Pode perguntar que ele responde!

ARTROSE E OSTEOPOROSE COMPROMETEM CARTILAGEM E OSSOS DOS PETS; VEJA AS CAUSAS

 

Entre os vários motivos que essa doença acomete os animais, fatores genéticos e de obesidade são algumas das causas das doenças

Animais mancando ou com mobilidade reduzida podem ser sinais de doenças que atingem os ossos e a cartilagem, como a osteoporose e a artrose. Caracterizada como uma doença degenerativa, a artrose se desenvolve nas articulações dos animais. Desse modo, cães e gatos passam a sofrer perda na elasticidade e, por consequência, têm a locomoção prejudicada. De acordo com Larissa de Lucca Druwe Lima, médica veterinária, a sobrecarga na articulação desprotegida promove o desgaste ósseo e faz com que o animal se movimente cada vez menos e de forma mais lenta, além de sentir mais dor.

A osteoporose, por sua vez, acomete cães e gatos provocando a diminuição da absorção de cálcio, deixando os ossos mais frágeis. Devido a essa conjuntura, pets ficam com uma densidade óssea menor, apresentando maior risco para fraturas. É mais comum nos animais idosos: de acordo com a profissional, com o envelhecimento, ocorre perda de massa óssea naturalmente, superando a formação de novo tecido ósseo. Porém, pode ser observada em 

“Além disso, algumas doenças podem também levar à diminuição da massa óssea, como o hiperparatireoidismo renal. Outro ponto importante é a nutrição, pets que recebem uma dieta inadequada quando jovens ou na fase adulta podem apresentar má formação do esqueleto e maior risco de osteoporose quando idoso”, explica.

A artrose, por ser uma doença degenerativa, também é mais comum em gatos e cães idosos, pois é um processo natural de desgaste da cartilagem com o passar da idade. No entanto, também pode ser observada em pets mais jovens. “Algumas raças podem ser mais predispostas para o desenvolvimento de artrose, assim como o maior risco em pets obesos devido à sobrecarga articular”, pontua.

Prevenção

Ambas as doenças podem ser evitadas com os cuidados necessários, que vão desde a disposição dos móveis até a rotina de atividades físicas dos pets. De acordo com a médica veterinária, é preciso proporcionar um ambiente seguro, possibilitando qualidade de vida desde a fase de filhote do animal. “O gato ou o cão devem estar em um ambiente seguro e consiga sempre se locomover de maneira confortável, evitando subir em locais muito altos, como camas e sofás. Evitar pisos lisos que podem desequilibrar e sobrecarregar as articulações também é importante, e sempre fornecer acessos como rampas para acesso em locais mais altos”, diz.

Manter uma rotina de exercícios adequados e conforme as necessidades de cada pet também é importante para a saúde óssea e articular. Outro fator a ser analisado é a alimentação, já que uma dieta balanceada fornece os nutrientes necessários para a saúde dos bichinhos. “Sempre oferecer alimentos de qualidade, completos e balanceados. Mas o controle da quantidade de alimento também é fundamental, para evitar o excesso de calorias e consequentemente sobrepeso e obesidade, que pode predispor às doenças degenerativas que falamos”, aponta.

Tratamentos

A artrose é uma doença degenerativa progressiva e sem cura, mas pode ser controlada, principalmente se for diagnosticada precocemente. Larissa salienta que o tratamento irá depender do estágio da doença, podendo ser utilizado medicamentos específicos para controle de dor, diminuição da inflamação e para proteção das articulações. “Outro ponto importante que mostra bons resultados no tratamento da artrose em gatos e cães é a realização de fisioterapia veterinária. Casos mais graves podem ter necessidade de intervenção cirúrgica, porém o médico veterinário é o mais recomendado para determinar o tratamento específico para cada caso”, esclarece.

Larissa ainda deixa claro que, para gatos e cães com osteoporose diagnosticada, o tratamento pode variar entre ajustes na alimentação, escolha de um alimento de alta qualidade e específico para a necessidade do pet, até a utilização de suplementos vitamínicos à base de cálcio, fósforo e vitamina D.

A artrose e a osteoporose atingem os pets de diferentes raças e portes, visto que são influenciadas por aspectos do ambiente em que o animal vive, a alimentação e o tipo de piso da casa, por exemplo. “Algumas raças podem apresentar maior predisposição ao aparecimento de doenças do sistema locomotor, como o Pastor Alemão, Rottweiler, Pit Bull, Labrador e Golden Retriever. Raças miniaturas e de porte pequeno também podem apresentar maior risco para doenças articulares principalmente, como Yorkshire, Poodle, Lulu da Pomerânia e Dachshund”, finaliza.

Por Bia Neves

Fonte Canal do Pet

A PAIXÃO PELOS GATOS É MUITO ANTIGA E INTENSA


O gato desempenhou um papel importante na mitologia. Os documentos mais antigos existentes no Egito, sobre os gatos, datam de 3.000 a.C. Somente a partir da 12ª Dinastia é que as múmias dos gatos começam a assinalar a sua domesticação.
Os egípcios sempre manifestaram muita estima pelos gatos, desde a semelhança com a Esfinge, que originou a adoração em todos os templos.
Destaca-se, também, a estátua de Bast, caracterizado por uma mulher com cabeça de felino, vestindo longa saia listrada e gravata, tendo na mão direita um sistro e, na esquerda um recipiente.
O animal acompanhava o tutor em todas as situações e era tratado com o maior respeito. Quando um gato morria, todos os moradores da casa raspavam os supercílios em sinal de luto. Foram esculpidos em madeira, joias e peças de mobílias, como prova de reconhecimento ao seu amor.
A pessoa que praticasse crueldade contra um gato era abandonada ao ódio do povo para ser insultada e apedrejada. Cambies aproveitou deste culto para invadir o Egito. Em vez de um escudo, deu um gato a cada soldado e os egípcios preferiram ser vencidos a ter que matar os animais.
O gato doméstico surgiu na Europa na Idade Média e, até o século XVI era considerado raro e precioso. O gato Montês da Europa ( Felis Catus) descende dos gatos dos antigos egípcios (Felis Maniculata), habitante da África Ocidental e domesticado pelo núbios. Foi considerado como símbolo de liberdade na antiga Roma.
As pesquisas indicam que o tronco de origem das raças é marcado pela variedade de espécies. Estudando-se as características típicas das raças, percebe-se que ocorreram sucessivos cruzamentos, que produziram os gatos índios (Felis Chaus) e afegãs (Felis Chaviana), de onde, provavelmente se originaram algumas raças asiáticas de pelos longos, como os angorás. 
Independente de ter raça definida ou não, a astúcia, a habilidade e os eficientes sentidos naturais (6º sentido), concede aos gatos o direito de ter muitos admiradores. Eles estão conquistando cada vez mais espaço nos lares e na sociedade.
Personagens como a Mulher Gato, o Tom, o Frajola, o gato Félix, o Garfield, entre outros personagens, reforçam a ideia que os gatos são irresistíveis companheiros e merecem ser muito valorizados através da cultura e da arte.
O dia 4 de outubro é comemorado o Dia Nacional de Adotar um Animal e ter um gato é uma boa opção.
Por Agência de Notícias de Direitos Animais - ANDA
Fonte Uol Notícia

PANLEUCOPENIA FELINA PODE CAUSAR A MORTE SÚBITA EM GATOS

Saiba de que maneira a panleucopenia afeta os gatos e como prevenir o seu bichano dessa doença

Embora seja uma doença bastante rara nas áreas onde é feita a vacinação preventiva de gatos, a panleucopenia felina é um problema grave e devastador para os gatos, e que pode, inclusive, levar o animal à morte súbita. Tendo um vírus da família Parvovividae como principal responsável, esta terrível doença é transmitida, principalmente, por meio do contado direto de um felino sadio com um animal contaminado e, portanto, áreas com grande aglomeração de bichanos estão entre as ideais para a promoção do contágio.
Objetos como tigelas e brinquedos, ambientes e secreções infectadas também podem facilitar a contaminação dos felinos pela doença, já que o vírus é bastante resistente e pode sobreviver mesmo fora do corpo do animal por um período de tempo considerável. Altamente contagiosa, a panleucopenia é mais comum em gatos ainda filhotes e não vacinados de até 12 meses de vida.
Manifestando seus primeiros sintomas cerca de uma semana após o contágio, a doença provoca sinais que incluem desde febres, vômitos e diarréia até a depressão nos gatos, podendo incluir, ainda, falta de apetite, desidratação, sensibilidade na área abdominal e a excreção de fezes com sangue.
Embora esta série de fatores possa dar sinais bastante claros e notáveis, isso nem sempre acontece – já que, em alguns casos, os gatos acometidos pela doença morrem de maneira súbita, antes mesmo que seus donos percebam que há algo de errado com ele.
Conforme insinuado anteriormente, a vacinação é a principal e mais eficaz forma de prevenção da doença, sendo que os felinos já podem receber estes antígenos a partir do segundo mês de vida, devendo repetir a proteção de forma anual. Manter seu bichando longe de grandes aglomerações de gatos também é uma boa forma de protegê-lo, assim como evitar o contato do animal com objetos desconhecidos ou ambientes pouco higiênicos.
Variando de acordo com o estágio da doença e o caso específico de cada felino acometido, o tratamento da doença deve ser indicado por um profissional veterinário, e tende a ser bastante caro e um tanto complicado.
Administração de antibióticos, reposição de fluidos (para combater a desidratação) e isolamento do animal (para evitar a propagação do vírus) podem fazer parte das medidas indicadas – no entanto, vale lembrar que, independentemente da situação em que seu felino se encontre, nunca é uma boa ideia medicá-lo por conta própria.

Por Dr. Ricardo Tubaldini 
Fonte CachorroGato

DETALHES QUE FAZEM DIFERENÇA E PODEM DEIXAR SEU GATO FELIZ

Gatos se adaptam a ficar sozinhos mais facilmente do que cães

Gatos são animais muito limpos, mas precisam de nossa ajuda na organização de seus utensílios facilitando a rotina e atendendo as necessidades e preferências.
Simples detalhes na organização dos pertences na casa podem deixar seu gato muito mais feliz. A localização e a manutenção da caixa sanitária é um ponto importante. Muitas pessoas costumam colocar a caixa sanitária em um local escondido ou próximo ao pote de água e comida do gato. Porém, essa disposição pode afugentar o gato de usá-la ou até mesmo de se alimentar bem ou beber água.
Para um correto manejo e a maior satisfação do felino, a caixa de areia deve estar em um local arejado, mas não frio e que proporcione alguma privacidade ao gato, de fácil acesso e com pouco barulho. O barulho deixa o gato nervoso e ele não vai querer se aproximar.
Coloque em locais diferentes da casa ao menos duas caixas sanitárias. Se tiver mais de um gato, o número de caixas pela casa deverá ser sempre uma a mais do que o número de gatos. Se tiver dois gatos, três caixas devem estar dispostas em locais diferentes.
O uso de odorizadores de ambiente com cheiro forte muito próximos à caixa de areia também pode desagradar o animal, que vai evitar o local. Após higienizar a caixa, enxague bem para retirar qualquer resíduo de sabão ou desinfetante e também o cheiro. Se a caixa não cheira bem a você, certamente não agrada seu gato também. Uma caixa sanitária bem lavada não deve exalar cheiro algum.
O tipo de areia ou sílica usadas na caixa são fundamentais para o correto uso e preferência. Evite mudanças repentinas no tipo de material usado, pois os gatos têm suas preferências e demoram a se adaptar a novidades, principalmente se causar algum desconforto.  Estudos mostram que a maioria dos gatos preferem areia com granulado fino e textura macia, que realmente reduza o odor. Porém, gatos adultos recolhidos da rua podem ter outras preferências e demorar a se adaptar.
A quantidade de areia na caixa não deve ultrapassar quatro a cinco centímetros e, diariamente, deve-se retirar as fezes e urina da caixa, pois muitos gatos se recusam a usar uma caixa suja e podem eleger outro local da casa como sanitário.
Caso seu gato repentinamente comece a urinar ou defecar fora da caixa e o problema não for de manejo conforme os descritos acima, vale a pena uma observação mais cuidadosa e detalhada. Esse comportamento pode sinalizar algum problema de saúde.
Os gatos são animais muito reservados e demoram mais para sinalizar problemas de saúde. Por isso um dono de gato deve ser atento, conhecer rotina e hábitos de seu animal. Sutis mudanças na rotina podem indicar que algo está errado e que já é hora de consultar o veterinário. Somente após excluir a possibilidade de alguma doença, deve-se pensar em um problema somente comportamental.
Por Fernanda Fragata
Fonte Época.com

AS DIFERENÇAS ENTRE MIAR E RONRONAR

Apesar de produzir 100 tipos de vocalizações distintas, os gatos costumam miar ou ronronar para expressar o que estão sentindo

Os gatos não conseguem demonstrar suas emoções por meio das expressões faciais.  No entanto, os felinos desenvolveram habilidades para se comunicar com o mundo que os cerca por meio de miados e através do ronronar e da linguagem corporal.
Embora miar e ronronar sejam maneiras de se comunicar, existem diferenças pontuais que definem o sentido e objetivo de cada som produzido pelo felino.

Por que o gato mia?
De uma maneira geral, o miado do gato é uma maneira que ele utiliza para chamar a atenção de seu dono e evidenciar o que ele está sentindo. Justamente por isso o animal produz diferentes tipos e frequências de sons para designar o que está sentindo.  Alguns deles são:

Miados curtos
Normalmente esses miados mais curtos e pontuais são utilizados quando o gato responde ao chamado do dono, quando quer fazer xixi, sair para passear ou até mesmo quando ele estiver com fome. É comum também o animal utilizar esse tipo de miado quando está se sentindo ameaçado por um inimigo.

Miados fracos
Aquele som quase inaudível que o felino faz com a boca levemente aberta é apenas uma maneira de reconhecer uma pessoa. Normalmente os gatos emitem esse som após rever o dono após algumas horas de separação.

Miados longos
É bem comum que os gatos emitam sons mais longos quando estão feridos, sentindo dores ou até mesmo no cio, no caso das fêmeas. O som é mais agudo e prolongado. É possível ouvir esse miado quando os gatos querem "demandar" algo, como, por exemplo, que seja alimentado imediatamente.
Apesar de caracterizado em estilos, os gatos são capazes de produzir 100 tipos de vocalizações distintas para se expressar.

Por que o gato ronrona?
A capacidade dos felinos de ronronar é algo que intriga a ciência data de hoje. Isso porque a vibração das cordas vocais dos gatos está diretamente ligada, assim como no caso do miado, a um processo normal do seu corpo e seus sentimentos.
O ato de ronronar é produzido por meio da vibração dos músculos presentes nas cordas vocais dos felinos. Tal habilidade permite que os animais ronronem continuamente, mesmo durante a inspiração e a expiração. Além disso, os gatos possuem um osso na garganta, o hióide, que muito se assemelha a parte existente no pescoço de humanos.
Normalmente os gatos ronronam quando estão felizes, mas também podem produzir o som quando estão machucados, aborrecidos, chateados, ou até mesmo assustados.

Fonte Equipe Linkanimal  

GATOS TAMBÉM PODEM TER CRISE DE ANSIEDADE

Cães latindo ou a chegada de uma nova criança na família podem desencadear uma crise de ansiedade nos gatos

Muito se comenta sobre o aumento alarmante de problemas psíquicos e comportamentais relacionados ao estresse. Os gatos, infelizmente, não ficam fora desta estatística. Não é raro encontrarmos animais com diminuição localizada da pelagem, ou até a ausência de pelos em determinada parte do corpo. Em alguns casos pode-se observar lesões de pele e até infecções no local. Mas por que isso acontece?
Os felinos, por natureza, têm o habito de lamber o corpo todo para manter-se limpo. Em alguns casos esse hábito pode se tornar compulsivo. A lambedura constante pode levar à diminuição de pelos no local e à inflamação crônica da pele. Alguns gatos lambem e mordem delicadamente uma área do corpo, outros mastigam seu pelo ou pele, e outros, além de mastigar, arrancam seus próprios pelos. Podemos comparar esses casos com o de pessoas que roem as unhas. Quando nervosas, são capazes de se ferir de tanto morder os dedos ou até de arrancar parte das unhas sem se dar conta.
A ansiedade pode ser causada por inúmeros fatores psicológicos. Os felinos são animais tão territoriais que a mudança para uma casa nova,  uma modificação na ordem de dominância no território, pode apresentar grande potencial de ansiedade. Outros fatores, como cães latindo ou a chegada de uma nova criança na família também podem desencadear uma crise de ansiedade.
Se for possível remover ou modificar esses problemas, o animal pode melhorar sem nenhum tratamento ou com um tratamento a base de feromônios que tem efeito calmante sobre os gatos. Casos mais graves ou persistentes necessitam de medicação antidepressiva por um período prolongado. O uso de medicamentos tópicos pouco ajuda, uma vez que o animal lambe o local e retira o produto. As áreas mais comumente afetadas por este tipo de comportamento incluem o abdômen, a face interior das coxas e parte inferior das costas.
Os gatos podem manifestar este comportamento somente quando os proprietários não estão presentes, dificultando a percepção pelo dono. Para o correto diagnóstico e tratamento, o veterinário terá que excluir uma série de outros problemas que podem levar a quadros semelhantes, como alergias alimentares, atopia (alergias sem causa definida), dermatite alérgica a pulga, infecções parasitárias, hipertireoidismo, entre outros. Se todos esses diagnósticos se confirmarem  negativos, o diagnóstico de dermatite psicogênica pode ser fechado. O diagnóstico de alopecia psicogênica felina é feito apenas quando todas as outras causas dos sintomas foram excluídas. Aumentar a quantidade de brincadeiras e interação social com o gato auxilia muito na prevenção e diminuição dos sintomas.

Por Fernanda Fragata
Fonte Época Online

CRIAR SEU GATO SOLTO PODE TRAZER RISCOS À SAÚDE


Com a verticalização das cidades, muitos felinos vivem com seus donos em apartamentos sem acesso à rua e sem contato com outros animais. Por mais estranho que possa parecer, isso não é tão ruim assim. O livre acesso para a rua e o contato com outros animais podem colocar a saúde e a vida de seu gato em risco.
Muitas pessoas pensam na prevenção de acidentes, como queda de muros ou telhados e atropelamentos, mas poucas sabem que o contato com outros gatos na rua pode transmitir duas doenças fatais: a leucemia e a Aids felina. Na primeira a transmissão ocorre principalmente pelo contato com a saliva, pela mordedura e arranhões de um gato contaminado. Conhecida pela sigla FeLV (vírus da leucemia felina), esta doença ataca tecidos e órgãos do sistema imunológico deixando o animal suscetível a doenças infecciosas, infecções respiratórias, lesões de pele, anemia, retardo na cicatrização e problemas reprodutivos. A maioria dos gatos infectados morre de doenças secundárias. Outros animais podem desenvolver câncer.
A Aids felina, cuja sigla é FIV (vírus da imunodeficiência felina), corresponde a um vírus que ataca e enfraquece o sistema imunológico do gato. Alguns animais resistem temporariamente ao vírus. Porém, uma vez infectado, o vírus encurta bastante a vida do animal. De 80 a 85% dos gatos morrem em até três anos e quase a metade morre em até um ano. Entretanto, alguns gatos expostos ao vírus tornam-se portadores e podem não desenvolver a doença durante algum tempo. Mas carregam o vírus em seu corpo e podem infectar outros gatos.
Não existe tratamento específico para ambas as doenças. Geralmente, faz-se apenas tratamento sintomático para as infecções secundárias, anemias e neoplasias.
Não existe até o momento uma vacina que auxilie na prevenção do FIV. Em relação ao FeLV, temos no mercado uma vacina inativada bastante eficaz na prevenção da doença. Mas o uso deve ser discutido individualmente com o veterinário para se pesar os prós e contras de seu uso de rotina. Os gatos suspeitos devem ser testados antes de receberem a vacina. O teste para ambos os vírus é simples e pode ser realizado por seu veterinário com uma amostra de soro, sangue ou saliva.
Por Fernanda Fragata
Fonte Época Online