sábado, 5 de julho de 2025

MIADOS - A LÍNGUA DOS GATOS: EMOÇÕES E DESEJOS EM CADA SOM


Seu gato tem um miado para cada ocasião? E você tenta contar isso para as outras pessoas e elas olham para você como se você fosse maluco? Pode ficar calmo: os gatos realmente se comunicam muito bem com os humanos através de miados, não é sua imaginação. E existe um tipo de som para cada situação.
Entre os felinos existem três tipos principais de comunicação: a expressão vocal, posturas corporais e marcas visuais e olfatórias. Esses sinais nem sempre são atendidos pelos humanos, o que torna nossa comunicação interespécie complicada. Mas assim como podemos entender as posturas corporais se convivermos bastante tempo com nossos gatos, como no caso de desagrado demonstrado através de uma abanada de cauda, também podemos aprender o que significa cada miado.
Os miados não são como a fala humana e não têm significado como as palavras, mas servem para expressar emoções. Esse é um assunto tão vasto e intrigante que vários estudos têm sido feitos para tentar entender como felinos e humanos desenvolverão essa capacidade de comunicação. O que já se sabe é que os gatos evoluíram os sons que emitem de acordo com a resposta obtida pelos humanos. Ou seja, alguns sons emitidos pelos primeiros gatos domesticados talvez tenham se extinguido já que não foram entendidos pelos donos naquela época. É fácil reagir a um miado do nosso próprio gato, onde já temos uma relação estabelecida. Por exemplo, todo dono de gato sabe diferenciar o miado de “me dá comida”, do miado “quero ir lá fora”.
Na verdade os sons emitidos pelos gatos se dividem em três grupos: os padrões de murmúrios, os padrões de vogais e os sons intensos. Esses sons são resultado de variações tonais obtidas pela mudança na laringofaringe dos felinos, ao contrário de nós humanos, que emitimos sons mexendo a boca e os lábios. Os diferentes sons fonéticos foram diferenciados e agrupados de acordo com a forma como são emitidos. Análises feitas em laboratórios através de espectogramas, que ainda são mais do que mapas que medem o comprimento de onda dos miados, reconheceram 23 padrões de sons emitidos pelos gatos. Os chamados puros são homogêneos, ou seja, sem muitas variações de volume de freqüência, estrutura harmônica e modulações de pulso.

Padrões de murmúrio
São aqueles emitidos pelo gato com a boca fechada.

Reconhecimento
Os gatos que são muito ligados a seus donos emitem esse som, caracterizado por um murmúrio único e curto, assim que percebem que vão receber carinho ou comida. Esse ruído é amigável e em mais de 90% das vezes ocorre quando o gato está em movimento.

Chamado
Esse som de chamado é emitido pelos gatos principalmente durante o acasalamento. O macho indica com este ruído que está pronto para acasalar, ou ao convidar outros machos mais jovens para uma briga.

Grunhido
Logo ao nascer os gatinhos já produzem esse som que tende a desaparecer com a idade. Na vida adulta ele pode ser usado para expressar dificuldade, por exemplo: diante de um obstáculo muito alto a ser transposto.

Ronronado
Os gatos ronronam em quase todas as situações, até mesmo um pouco antes de morrer depois de terem sofrido com uma doença crônica. Esse efeito reflete o estado de euforia que antecede a morte, causado pela liberação de endorfina no organismo. Os mais comuns são os ronronados de prazer em situações em que o felino está relaxado e feliz, mas se estiver muito estressado, também poderá ronronar. Alguns pesquisadores gostam de comparar o ronronar com o sorriso humano. E é exatamente esta a sensação que temos ao ouvir esse som fofinho produzido pelo gato. No caso, o ronronar do gato ansioso seria mais ou menos como quando rimos de nervoso em uma situação perigosa ou desagradável. Existem várias hipóteses sobre como os gatos ronronam. Pode ser devido a um frêmito causado pela passagem do sangue pelos grandes vasos do palato mole e conforme muda o ângulo da faringe, faria com que o som fosse emitido. Mas também pode ser gerado de outra forma. Depois de realizados estudos eletromiográficos que revelaram com os músculos da faringe se comportam durante o ronronar, descobriu-se que eles têm um papel importante ao fecharem a glote levemente aumentando a pressão do sangue nessa área. O diafragma controlaria a freqüência, ou seja, menos ou mais ronronados a cada minuto.

Enquanto isso, treine para identificar cada som que seu gato emite. Pode perguntar que ele responde!

GATOS PRECISAM ESCOVAR OS DENTES?


Todos sabem que os gatos são bichos mais independentes, com hábitos e manias muito peculiares. O apetite deles, por exemplo, é bem seletivo — e os bichanos não gostam nada que abram sua boca. Por falar em boca, será que, como no caso dos cachorros, os felinos também precisam que seus dentes sejam escovados? A resposta é sim. Essa medida de higiene é necessária para prevenir uma série de doenças. É que uma boca cheia de tártaro pode ser fonte de bactérias que, se caírem na corrente sanguínea do animal, podem acabar se alojando no coração ou nos rins. Nesses órgãos, os micro-organismos causam vários problemas.
Para afastar esse perigo, o primeiro passo é habituar o gato. O ideal é que isso seja feito o mais cedo possível, ou seja, desde a época em que é filhote. Isso evita um baita estresse mais tarde, quando o animal se tornar adulto: se ele não estiver familiarizado com a higienização, oferecerá resistência. Daí, poderá ser necessário mais de uma pessoa para a limpeza da cavidade bucal do pet. Mas mesmo os adultos podem ser treinados.
Agora vamos ao passo a passo da escovação. Deve-se inicialmente massagear a gengiva e os dentes apenas com o dedal ou escova própria para felinos. Tudo para criar uma espécie de condicionamento. Com isso, o bichano ficará mais seguro e perceberá que a companhia de seu dono pode ser prazerosa. Isso porque ele vai encarar todo o procedimento como um momento de bastante interação.
Depois de pelo menos uma semana, introduza a pasta de dentes, primeiramente aplicando-a apenas na boca para acostumá-lo com o gosto do produto — os sabores variam de frango a carne. Só para constar, há também pastas com enzimas em sua composição que auxiliam na limpeza. Depois, deve-se massagear lentamente os dentes em movimentos circulares com uma escova especial ou dedal, limpando toda a superfície da dentição.
E como todo animal de estimação gosta de mimos, por que não preparar algo de interessante para depois do escova-escova? Existem muitos brinquedos e produtos que os gatos adoram. Brincar com eles logo em seguida pode ser um fator determinante para que encarem a higiene bucal, volto a repetir, como um momento de interação com seus donos. Para finalizar, mais algumas dicas. Oferecer ração seca também contribui para diminuir o acúmulo do tártaro. Quando ela é mastigada, ocorre um atrito natural do alimento com o dente, evitando o acúmulo da placa bacteriana. Além disso, um adstringente bucal específico pode ser adicionado à água de beber para dar chega pra lá no mau hálito. Nunca é tarde para começar a escovar os dentes do seu gato! Que tal tentar hoje mesmo?

Por Mário Marcondes
Fonte Revista Saúde É Vital

O QUE VOCÊ PRECISA SABER SOBRE IMÓVEIS PARA LOUCOS POR BICHOS


Que o mercado de animais de estimação vem crescendo no Brasil ninguém duvida. Segundo dados da Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet), o país conta com mais de 100 milhões de animais de estimação, ou seja, quase metade da população humana brasileira. Isso significa que, em média 1 em cada 2 pessoas tem um animal de estimação em casa e precisa levá-lo para a sua nova moradia.
Quer mais alguma razão para pensar nesse tipo de público enquanto corretor de imóvel? Ainda que as necessidades variem de acordo com o tipo de bicho, vamos apresentar algumas sugestões gerais sobre que tipo de diferenciais procuram os seus donos quando vão comprar ou alugar um imóvel, e vamos focar nos cachorros e gatos, os preferidos entre os animais domésticos.

Em primeiro lugar, o empreendimento precisa aceitar animais de estimação
Isso parece meio básico, mas a verdade é que certos condomínios não aceitam animais de estimação. Se esse é o caso de alguns dos empreendimentos em seu portfólio, nem os ofereça para esse tipo de cliente. Uma boa ideia é indicar em seu site e materiais promocionais os imóveis onde os bichos são bem-vindos, para evitar frustrações. No caso de imóveis para aluguel, se esta for uma exigência do dono do imóvel, converse com o mesmo e deixe claro como isso irá diminuir a possibilidade de encontrar um bom locatário para o imóvel.

Animais de estimação precisam circular sem problemas
Ainda que, por motivos de segurança, as portas especiais para gatos e cachorros tão comuns em outros países não sejam usadas no Brasil, os animais de estimação precisam entrar e sair da casa. Assim, seus donos irão preferir imóveis com entradas de serviço, pelas quais os bichos possam entrar com patas molhadas e sujas de areia ou de lama sem arruinar todo o apartamento. Certos pisos também dificultam o caminhar de gatos e cachorros de menor porte ou podem acabar riscados ou cavados pelos de grande porte, e, com certeza, carpetes não são muito apreciados, por serem de difícil manutenção e limpeza – os pisos preferidos são os de madeira com revestimento durável.

Lembre-se do espaço para dormir e brincar
Donos de animais de estimação vão preferir imóveis com espaço suficiente para seus bichos dormirem e brincarem dentro do possível. Lembre-se de que eles são considerados como filhos, por isso não se espante se uma pessoa solteira precisar de dois quartos, pois o outro será do cachorro. Salas ou áreas de serviços amplas também são bem-vindas, por poderem ser adaptadas para receber casas e banheiros para gatos e cachorros, bem como cômodas e estantes para brinquedos e acessórios. Converse com um arquiteto ou design de interiores para obter sugestões nesse sentido.
Caso você também tenha um animal de estimação, compartilhe sua experiência e soluções encontradas. Comente também sobre as possíveis áreas comuns do empreendimento ou fora deste que possam ser usadas para levar o cachorro para passear, além de veterinários e lojas de produtos para animais disponíveis no bairro.
Fonte Corretor Tech

COMO IDENTIFICAR DOR EM GATOS? CONHEÇA OS SINAIS MAIS COMUNS

Para saber se o bichano está sentindo dor basta observar alguns dos comportamentos dele

Algumas vezes os animais de estimação começam a agir de forma estranha e ficamos sem saber o que fazer. Mas como identificar, principalmente em felinos, se eles estão sofrendo? Alguns comportamentos específicos podem ser sinônimos de dor em gatos.
O primeiro passo é observar a rotina do bichano. Se ele estiver diferente, seja na hora de se higienizar, dormir, ou até usar a caixinha de areia, pode ser que o animal esteja doente. E claro, alguns problemas de saúde podem ocasionar quadros de dor em gatos.

Conheça os sintomas de dor em gatos 
Sinais de dor em gatos:
·    Fazer as necessidades fora da caixa de areia: pode ser que o dono encare isso como malcriação do animal, mas às vezes o felino não conseguiu chegar até a caixinha porque estava com dor, e teve que se aliviar no meio do caminho;
·        Dormir mais do que o normal: gatos são conhecidos por dormirem cerca de 18 horas por dia. Isso é comum, mas se o tempo se estender mais do que isso, pode ser que algo esteja errado. Letargia e cansaço são sinais de que ele pode estar sofrendo;
·        Não se movimentar: ficar muito tempo parado e na mesma posição pode querer dizer de que algo está errado. Se o felino estiver encolhido por muito tempo, ele deve estar com dor principalmente na parte abdominal;
·    Falta de higiene: gatos são autolimpantes, ou seja, eles praticam a própria limpeza. Porém, se seu animal de estimação não estiver tomando banho se lambendo, é hora de ficar preocupado. Nesses casos, o pelo fica áspero, sem brilho e arrepiado;
·        Evitar de marcar território: diferente dos cães, gatos marcam território afiando as unhas ou esfregando a cabeça, seja em seus humanos ou em objetos e móveis. Se o animal não estiver tendo essa atitude, pode ser que esteja sentindo algum tipo de dor;
·    Excesso de saliva: o bichano está babando excessivamente? Dentre um dos grandes problemas que causam isso, a impossibilidade de engolir está entre os maiores. Além de causar dor, também faz com que o animal fique desnutrido;
·        Agressividade: um felino carinhoso que apresentou comportamento agressivo do nada, evita contato físico e se isola são sinais de que ele está sentindo muito desconforto;
·    Muito miado: alguns gatos gostam de chamar a atenção de seus donos miando. Mas miados em excesso, com tom de desespero são um sinal para se preocupar.

Em todos esses casos, se o seu bichano apresentar um ou mais desses sintomas, procure o médico veterinário. Muitas doenças vêm acompanhadas de sinais de dor em gatos.

Fonte Canal do Pet - iG

ARTROSE E OSTEOPOROSE COMPROMETEM CARTILAGEM E OSSOS DOS PETS; VEJA AS CAUSAS

 

Entre os vários motivos que essa doença acomete os animais, fatores genéticos e de obesidade são algumas das causas das doenças

Animais mancando ou com mobilidade reduzida podem ser sinais de doenças que atingem os ossos e a cartilagem, como a osteoporose e a artrose. Caracterizada como uma doença degenerativa, a artrose se desenvolve nas articulações dos animais. Desse modo, cães e gatos passam a sofrer perda na elasticidade e, por consequência, têm a locomoção prejudicada. De acordo com Larissa de Lucca Druwe Lima, médica veterinária, a sobrecarga na articulação desprotegida promove o desgaste ósseo e faz com que o animal se movimente cada vez menos e de forma mais lenta, além de sentir mais dor.

A osteoporose, por sua vez, acomete cães e gatos provocando a diminuição da absorção de cálcio, deixando os ossos mais frágeis. Devido a essa conjuntura, pets ficam com uma densidade óssea menor, apresentando maior risco para fraturas. É mais comum nos animais idosos: de acordo com a profissional, com o envelhecimento, ocorre perda de massa óssea naturalmente, superando a formação de novo tecido ósseo. Porém, pode ser observada em 

“Além disso, algumas doenças podem também levar à diminuição da massa óssea, como o hiperparatireoidismo renal. Outro ponto importante é a nutrição, pets que recebem uma dieta inadequada quando jovens ou na fase adulta podem apresentar má formação do esqueleto e maior risco de osteoporose quando idoso”, explica.

A artrose, por ser uma doença degenerativa, também é mais comum em gatos e cães idosos, pois é um processo natural de desgaste da cartilagem com o passar da idade. No entanto, também pode ser observada em pets mais jovens. “Algumas raças podem ser mais predispostas para o desenvolvimento de artrose, assim como o maior risco em pets obesos devido à sobrecarga articular”, pontua.

Prevenção

Ambas as doenças podem ser evitadas com os cuidados necessários, que vão desde a disposição dos móveis até a rotina de atividades físicas dos pets. De acordo com a médica veterinária, é preciso proporcionar um ambiente seguro, possibilitando qualidade de vida desde a fase de filhote do animal. “O gato ou o cão devem estar em um ambiente seguro e consiga sempre se locomover de maneira confortável, evitando subir em locais muito altos, como camas e sofás. Evitar pisos lisos que podem desequilibrar e sobrecarregar as articulações também é importante, e sempre fornecer acessos como rampas para acesso em locais mais altos”, diz.

Manter uma rotina de exercícios adequados e conforme as necessidades de cada pet também é importante para a saúde óssea e articular. Outro fator a ser analisado é a alimentação, já que uma dieta balanceada fornece os nutrientes necessários para a saúde dos bichinhos. “Sempre oferecer alimentos de qualidade, completos e balanceados. Mas o controle da quantidade de alimento também é fundamental, para evitar o excesso de calorias e consequentemente sobrepeso e obesidade, que pode predispor às doenças degenerativas que falamos”, aponta.

Tratamentos

A artrose é uma doença degenerativa progressiva e sem cura, mas pode ser controlada, principalmente se for diagnosticada precocemente. Larissa salienta que o tratamento irá depender do estágio da doença, podendo ser utilizado medicamentos específicos para controle de dor, diminuição da inflamação e para proteção das articulações. “Outro ponto importante que mostra bons resultados no tratamento da artrose em gatos e cães é a realização de fisioterapia veterinária. Casos mais graves podem ter necessidade de intervenção cirúrgica, porém o médico veterinário é o mais recomendado para determinar o tratamento específico para cada caso”, esclarece.

Larissa ainda deixa claro que, para gatos e cães com osteoporose diagnosticada, o tratamento pode variar entre ajustes na alimentação, escolha de um alimento de alta qualidade e específico para a necessidade do pet, até a utilização de suplementos vitamínicos à base de cálcio, fósforo e vitamina D.

A artrose e a osteoporose atingem os pets de diferentes raças e portes, visto que são influenciadas por aspectos do ambiente em que o animal vive, a alimentação e o tipo de piso da casa, por exemplo. “Algumas raças podem apresentar maior predisposição ao aparecimento de doenças do sistema locomotor, como o Pastor Alemão, Rottweiler, Pit Bull, Labrador e Golden Retriever. Raças miniaturas e de porte pequeno também podem apresentar maior risco para doenças articulares principalmente, como Yorkshire, Poodle, Lulu da Pomerânia e Dachshund”, finaliza.

Por Bia Neves

Fonte Canal do Pet

A PAIXÃO PELOS GATOS É MUITO ANTIGA E INTENSA


O gato desempenhou um papel importante na mitologia. Os documentos mais antigos existentes no Egito, sobre os gatos, datam de 3.000 a.C. Somente a partir da 12ª Dinastia é que as múmias dos gatos começam a assinalar a sua domesticação.
Os egípcios sempre manifestaram muita estima pelos gatos, desde a semelhança com a Esfinge, que originou a adoração em todos os templos.
Destaca-se, também, a estátua de Bast, caracterizado por uma mulher com cabeça de felino, vestindo longa saia listrada e gravata, tendo na mão direita um sistro e, na esquerda um recipiente.
O animal acompanhava o tutor em todas as situações e era tratado com o maior respeito. Quando um gato morria, todos os moradores da casa raspavam os supercílios em sinal de luto. Foram esculpidos em madeira, joias e peças de mobílias, como prova de reconhecimento ao seu amor.
A pessoa que praticasse crueldade contra um gato era abandonada ao ódio do povo para ser insultada e apedrejada. Cambies aproveitou deste culto para invadir o Egito. Em vez de um escudo, deu um gato a cada soldado e os egípcios preferiram ser vencidos a ter que matar os animais.
O gato doméstico surgiu na Europa na Idade Média e, até o século XVI era considerado raro e precioso. O gato Montês da Europa ( Felis Catus) descende dos gatos dos antigos egípcios (Felis Maniculata), habitante da África Ocidental e domesticado pelo núbios. Foi considerado como símbolo de liberdade na antiga Roma.
As pesquisas indicam que o tronco de origem das raças é marcado pela variedade de espécies. Estudando-se as características típicas das raças, percebe-se que ocorreram sucessivos cruzamentos, que produziram os gatos índios (Felis Chaus) e afegãs (Felis Chaviana), de onde, provavelmente se originaram algumas raças asiáticas de pelos longos, como os angorás. 
Independente de ter raça definida ou não, a astúcia, a habilidade e os eficientes sentidos naturais (6º sentido), concede aos gatos o direito de ter muitos admiradores. Eles estão conquistando cada vez mais espaço nos lares e na sociedade.
Personagens como a Mulher Gato, o Tom, o Frajola, o gato Félix, o Garfield, entre outros personagens, reforçam a ideia que os gatos são irresistíveis companheiros e merecem ser muito valorizados através da cultura e da arte.
O dia 4 de outubro é comemorado o Dia Nacional de Adotar um Animal e ter um gato é uma boa opção.
Por Agência de Notícias de Direitos Animais - ANDA
Fonte Uol Notícia

PANLEUCOPENIA FELINA PODE CAUSAR A MORTE SÚBITA EM GATOS

Saiba de que maneira a panleucopenia afeta os gatos e como prevenir o seu bichano dessa doença

Embora seja uma doença bastante rara nas áreas onde é feita a vacinação preventiva de gatos, a panleucopenia felina é um problema grave e devastador para os gatos, e que pode, inclusive, levar o animal à morte súbita. Tendo um vírus da família Parvovividae como principal responsável, esta terrível doença é transmitida, principalmente, por meio do contado direto de um felino sadio com um animal contaminado e, portanto, áreas com grande aglomeração de bichanos estão entre as ideais para a promoção do contágio.
Objetos como tigelas e brinquedos, ambientes e secreções infectadas também podem facilitar a contaminação dos felinos pela doença, já que o vírus é bastante resistente e pode sobreviver mesmo fora do corpo do animal por um período de tempo considerável. Altamente contagiosa, a panleucopenia é mais comum em gatos ainda filhotes e não vacinados de até 12 meses de vida.
Manifestando seus primeiros sintomas cerca de uma semana após o contágio, a doença provoca sinais que incluem desde febres, vômitos e diarréia até a depressão nos gatos, podendo incluir, ainda, falta de apetite, desidratação, sensibilidade na área abdominal e a excreção de fezes com sangue.
Embora esta série de fatores possa dar sinais bastante claros e notáveis, isso nem sempre acontece – já que, em alguns casos, os gatos acometidos pela doença morrem de maneira súbita, antes mesmo que seus donos percebam que há algo de errado com ele.
Conforme insinuado anteriormente, a vacinação é a principal e mais eficaz forma de prevenção da doença, sendo que os felinos já podem receber estes antígenos a partir do segundo mês de vida, devendo repetir a proteção de forma anual. Manter seu bichando longe de grandes aglomerações de gatos também é uma boa forma de protegê-lo, assim como evitar o contato do animal com objetos desconhecidos ou ambientes pouco higiênicos.
Variando de acordo com o estágio da doença e o caso específico de cada felino acometido, o tratamento da doença deve ser indicado por um profissional veterinário, e tende a ser bastante caro e um tanto complicado.
Administração de antibióticos, reposição de fluidos (para combater a desidratação) e isolamento do animal (para evitar a propagação do vírus) podem fazer parte das medidas indicadas – no entanto, vale lembrar que, independentemente da situação em que seu felino se encontre, nunca é uma boa ideia medicá-lo por conta própria.

Por Dr. Ricardo Tubaldini 
Fonte CachorroGato

DETALHES QUE FAZEM DIFERENÇA E PODEM DEIXAR SEU GATO FELIZ

Gatos se adaptam a ficar sozinhos mais facilmente do que cães

Gatos são animais muito limpos, mas precisam de nossa ajuda na organização de seus utensílios facilitando a rotina e atendendo as necessidades e preferências.
Simples detalhes na organização dos pertences na casa podem deixar seu gato muito mais feliz. A localização e a manutenção da caixa sanitária é um ponto importante. Muitas pessoas costumam colocar a caixa sanitária em um local escondido ou próximo ao pote de água e comida do gato. Porém, essa disposição pode afugentar o gato de usá-la ou até mesmo de se alimentar bem ou beber água.
Para um correto manejo e a maior satisfação do felino, a caixa de areia deve estar em um local arejado, mas não frio e que proporcione alguma privacidade ao gato, de fácil acesso e com pouco barulho. O barulho deixa o gato nervoso e ele não vai querer se aproximar.
Coloque em locais diferentes da casa ao menos duas caixas sanitárias. Se tiver mais de um gato, o número de caixas pela casa deverá ser sempre uma a mais do que o número de gatos. Se tiver dois gatos, três caixas devem estar dispostas em locais diferentes.
O uso de odorizadores de ambiente com cheiro forte muito próximos à caixa de areia também pode desagradar o animal, que vai evitar o local. Após higienizar a caixa, enxague bem para retirar qualquer resíduo de sabão ou desinfetante e também o cheiro. Se a caixa não cheira bem a você, certamente não agrada seu gato também. Uma caixa sanitária bem lavada não deve exalar cheiro algum.
O tipo de areia ou sílica usadas na caixa são fundamentais para o correto uso e preferência. Evite mudanças repentinas no tipo de material usado, pois os gatos têm suas preferências e demoram a se adaptar a novidades, principalmente se causar algum desconforto.  Estudos mostram que a maioria dos gatos preferem areia com granulado fino e textura macia, que realmente reduza o odor. Porém, gatos adultos recolhidos da rua podem ter outras preferências e demorar a se adaptar.
A quantidade de areia na caixa não deve ultrapassar quatro a cinco centímetros e, diariamente, deve-se retirar as fezes e urina da caixa, pois muitos gatos se recusam a usar uma caixa suja e podem eleger outro local da casa como sanitário.
Caso seu gato repentinamente comece a urinar ou defecar fora da caixa e o problema não for de manejo conforme os descritos acima, vale a pena uma observação mais cuidadosa e detalhada. Esse comportamento pode sinalizar algum problema de saúde.
Os gatos são animais muito reservados e demoram mais para sinalizar problemas de saúde. Por isso um dono de gato deve ser atento, conhecer rotina e hábitos de seu animal. Sutis mudanças na rotina podem indicar que algo está errado e que já é hora de consultar o veterinário. Somente após excluir a possibilidade de alguma doença, deve-se pensar em um problema somente comportamental.
Por Fernanda Fragata
Fonte Época.com

CRIAR SEU GATO SOLTO PODE TRAZER RISCOS À SAÚDE


Com a verticalização das cidades, muitos felinos vivem com seus donos em apartamentos sem acesso à rua e sem contato com outros animais. Por mais estranho que possa parecer, isso não é tão ruim assim. O livre acesso para a rua e o contato com outros animais podem colocar a saúde e a vida de seu gato em risco.
Muitas pessoas pensam na prevenção de acidentes, como queda de muros ou telhados e atropelamentos, mas poucas sabem que o contato com outros gatos na rua pode transmitir duas doenças fatais: a leucemia e a Aids felina. Na primeira a transmissão ocorre principalmente pelo contato com a saliva, pela mordedura e arranhões de um gato contaminado. Conhecida pela sigla FeLV (vírus da leucemia felina), esta doença ataca tecidos e órgãos do sistema imunológico deixando o animal suscetível a doenças infecciosas, infecções respiratórias, lesões de pele, anemia, retardo na cicatrização e problemas reprodutivos. A maioria dos gatos infectados morre de doenças secundárias. Outros animais podem desenvolver câncer.
A Aids felina, cuja sigla é FIV (vírus da imunodeficiência felina), corresponde a um vírus que ataca e enfraquece o sistema imunológico do gato. Alguns animais resistem temporariamente ao vírus. Porém, uma vez infectado, o vírus encurta bastante a vida do animal. De 80 a 85% dos gatos morrem em até três anos e quase a metade morre em até um ano. Entretanto, alguns gatos expostos ao vírus tornam-se portadores e podem não desenvolver a doença durante algum tempo. Mas carregam o vírus em seu corpo e podem infectar outros gatos.
Não existe tratamento específico para ambas as doenças. Geralmente, faz-se apenas tratamento sintomático para as infecções secundárias, anemias e neoplasias.
Não existe até o momento uma vacina que auxilie na prevenção do FIV. Em relação ao FeLV, temos no mercado uma vacina inativada bastante eficaz na prevenção da doença. Mas o uso deve ser discutido individualmente com o veterinário para se pesar os prós e contras de seu uso de rotina. Os gatos suspeitos devem ser testados antes de receberem a vacina. O teste para ambos os vírus é simples e pode ser realizado por seu veterinário com uma amostra de soro, sangue ou saliva.
Por Fernanda Fragata
Fonte Época Online

quinta-feira, 3 de julho de 2025

ASSISTÊNCIA HOLÍSTICA AO TRATAMENTO DO CÂNCER

O novo modo de tratamento do câncer é uma terapia de assistência holística à saúde por excelência

“O câncer é um fenômeno típico, uma doença característica de nosso tempo. O desequilíbrio e a fragmentação que impregnam nossa cultura desempenham um papel importante no desenvolvimento do câncer, impedindo ao mesmo tempo que os pesquisadores médicos e os clínicos compreendam a doença ou a tratem com êxito.
A imagem popular do câncer foi condicionada pela visão fragmentada do mundo em nossa cultura, pela abordagem reducionista da nossa ciência e pelo exercício da medicina orientado para o uso maciço de tecnologia. O câncer é visto como um forte e poderoso invasor que ataca o corpo a partir de fora. Parece não haver esperança de controlá-lo, e para a grande maioria das pessoas câncer é sinônimo de morte. O tratamento médico — radiação, quimioterapia, cirurgia ou uma combinação dessas técnicas — é drástico, negativo e danifica ainda mais o corpo. Os médicos estão cada vez mais propensos a ver o câncer como um distúrbio sistêmico, uma doença que, no início, é localizada, mas que tem a faculdade de se propagar e realmente envolve o corpo inteiro, e em que o tumor original é apenas a ponta do iceberg. Os pacientes, entretanto, insistem freqüentemente em considerar seu próprio câncer um problema localizado, especialmente durante sua fase inicial. Vêem o tumor como um objeto estranho e querem livrar-se dele o mais rapidamente possível e esquecer todo o episódio. A maioria dos pacientes está tão completamente condicionada em suas idéias, que se recusa a considerar o contexto mais amplo de sua enfermidade, sem perceber a interdependência de seus aspectos psicológicos e físicos. Para muitos pacientes cancerosos, seu corpo tornou-se um inimigo em quem não podem confiar e do qual se sentem inteiramente divorciados.
Um dos principais objetivos na abordagem Simonton é inverter a imagem popular do câncer, que não corresponde às conclusões da pesquisa atual. A moderna biologia celular mostrou que as células cancerosas não são fortes e potentes, mas, pelo contrário, fracas e confusas. Elas não invadem, atacam ou destroem, mas, simplesmente, se super-reproduzem. Um câncer principia com uma célula que contém informação genética incorreta, porque foi danificada por substâncias nocivas ou outras influências ambientais, ou simplesmente porque o organismo produziu ocasionalmente uma célula imperfeita. A informação defeituosa impede a célula de funcionar normalmente; e se essa célula reproduz outras com a mesma constituição genética incorreta, o resultado é um tumor composto de uma massa de células imperfeitas. As células normais se comunicam eficazmente com seu meio ambiente para determinar suas dimensões ótimas e sua taxa de reprodução, ao contrário do que acontece com a comunicação e a auto-organização das células malignas. Em conseqüência disso, crescem mais do que as células saudáveis e reproduzem-se a esmo. Além disso, a coesão normal entre as células pode se enfraquecer, e então as células malignas desprendem-se da massa original e viajam para outras partes do corpo, formando novos tumores — o que é conhecido como metástase.
Num organismo saudável, o sistema imunológico reconhece as células anormais e as destrói, ou, pelo menos, as mantém cercadas para que não possam propagar-se. Mas se, por alguma razão, o sistema imunológico não é suficientemente forte, a massa de células defeituosas continua a crescer. O câncer não é, portanto, um ataque vindo do exterior, mas um colapso interno.
Os mecanismos biológicos do crescimento canceroso deixam claro que a busca de suas causas tem que caminhar em duas direções. Por um lado, precisamos saber a causa da formação de células cancerosas; por outro, precisamos entender a causa do enfraquecimento do sistema imunológico do corpo.
Muitos pesquisadores chegaram à conclusão, ao longo dos anos, de que as respostas a ambas essas questões consistem numa complexa rede de fatores genéticos, bioquímicos, ambientais e psicológicos interdependentes. Com o câncer, mais do que com qualquer outra doença, a tradicional prática biomédica de associar urna doença física a uma causa física específica não é apropriada. Mas como a maioria dos pesquisadores ainda trabalha dentro da estrutura biomédica, eles acham o fenômeno do câncer extremamente desconcertante.
Simonton assinalou: "O tratamento do câncer encontra-se hoje num estado de total confusão. Quase se parece com a própria doença: fragmentado e confuso". E reconhece plenamente o papel das substâncias e influências ambientais cancerígenas na formação de células cancerosas e defendem vigorosamente a implementação de uma política social apropriada para eliminar esses riscos para a saúde. Entretanto, concluíram também que nem as substâncias cancerígenas, nem a radiação ou a predisposição genética fornecem, por si e em si mesmas, uma explicação adequada para a causa do câncer. Nenhuma explicação para o câncer será completa sem uma resposta para esta questão crucial: o que impede que o sistema imunológico de uma pessoa, num determinado momento, reconheça e destrua células anormais, permitindo, assim, que elas cresçam e se convertam num tumor que ameaça a vida? Esta foi a questão em que se concentraram, em suas pesquisas e na prática terapêutica; e concluí que ela só pode ser respondida desde que sejam considerados, cuidadosamente, os aspectos mentais e emocionais da saúde e da doença.
O quadro emergente do câncer é compatível com o modelo geral de doença sobre o qual estivemos discorrendo. Um estado de desequilíbrio é gerado pelo estresse prolongado, que é canalizado através de uma determinada configuração da personalidade, dando origem a distúrbios específicos. No caso do câncer, as tensões cruciais parecem ser aquelas que ameaçam algum papel ou alguma relação central da identidade da pessoa, ou as que criam uma situação para a qual, aparentemente, não há escapatória.
Numerosos estudos sugerem que essas tensões críticas ocorrem tipicamente de seis a dezoito meses antes do diagnóstico do câncer. Elas são passíveis de gerar sentimentos de desespero, impotência e desesperança. Em virtude desses sentimentos, uma doença grave e até a morte podem tornar-se consciente ou inconscientemente aceitáveis como solução potencial.
Simonton e outros pesquisadores desenvolveram um modelo psicossomático de câncer que mostra como os estados psicológicos e físicos colaboram na instalação da doença. Embora muitos detalhes desse processo ainda precisem ser esclarecidos, tornou-se evidente que o estresse emocional tem dois efeitos principais: inibe o sistema imunológico do corpo e, ao mesmo tempo, acarreta desequilíbrios hormonais que resultam num aumento de produção de células anormais. Assim, estão criadas as condições ótimas para o crescimento do câncer. A produção de células malignas é incentivada precisamente na época em que o corpo é menos capaz de destruí-las.
No que se refere à configuração da personalidade, os estados emocionais do indivíduo parecem ser o elemento crucial no desenvolvimento do câncer. A ligação entre câncer e emoções vem sendo observada há centenas de anos, existindo hoje provas substanciais do significado de estados emocionais específicos. Estes são o resultado de uma biografia particular que parece ser característica dos pacientes com câncer. Perfis psicológicos de tais pacientes foram estabelecidos por numerosos pesquisadores, alguns dos quais são até capazes de prever a incidência do câncer com notável precisão, com base nesses perfis.
Estudados mais de quinhentos pacientes com câncer e identificou os seguintes componentes significativos em suas biografias: sentimentos de isolamento, abandono e desespero durante a juventude, quando relações interpessoais intensas parecem ser difíceis ou perigosas; uma relação forte com uma pessoa ou grande satisfação com um papel no início da idade adulta, tornando-se o centro da vida do indivíduo; perda da relação ou do papel, resultando em desespero; interiorização do desespero, a ponto de os indivíduos serem incapazes de deixar outras pessoas saberem quando eles se sentem magoados, coléricos ou hostis. Esse padrão básico foi confirmado como típico de pacientes com câncer por numerosos pesquisadores.
A abordagem Simonton afirma que o desenvolvimento do câncer envolve um certo número de processos psicológicos e biológicos interdependentes, que esses processos podem ser reconhecidos e compreendidos, e que a seqüência de eventos que leva à doença pode ser invertida de modo a que o organismo se torne
saudável novamente. Tal como em qualquer terapia holística, o primeiro passo no sentido de se iniciar o ciclo de cura consiste em conscientizar os pacientes do contexto mais amplo de sua enfermidade. O estabelecimento do contexto do câncer começa por se solicitar aos pacientes que identifiquem as principais tensões que ocorreram em sua vida de seis a dezoito meses antes do diagnóstico. A lista dessas tensões é, então, usada como base para se analisar a participação dos pacientes no desencadeamento de sua enfermidade. O objetivo do conceito de participação do paciente não é suscitar um sentimento de culpa, mas criar a base para a inversão do ciclo de processos psicossomáticos que culminaram na doença.
Enquanto Simonton estabelece o contexto da enfermidade de um paciente, eles também fortalecem sua crença na eficácia do tratamento e na potência das defesas do corpo. O desenvolvimento dessa atitude positiva é crucial para todo o tratamento. Estudos realizados mostraram que a resposta do paciente ao tratamento depende mais de sua atitude do que da gravidade da doença. Uma vez gerados os sentimentos de esperança e expectativa, o organismo traduz esses sentimentos em processos biológicos, que começam a restaurar o equilíbrio e a revitalizar o sistema imunológico, utilizando os mesmos caminhos que foram usados no desenvolvimento da doença. A produção de células cancerosas decresce, enquanto o sistema imunológico se torna mais forte e mais eficiente para lidar com elas. Enquanto ocorre esse fortalecimento, a terapia física é usada em conjunto com a abordagem psicológica, a fim de ajudar o organismo a destruir as células malignas.
O Simonton vê o câncer não como um problema meramente físico, mas como um problema da pessoa como um todo. Assim, a terapia por eles adotada não se concentra exclusivamente na doença, mas ocupa-se do ser humano total. É uma abordagem multidimensional que envolve várias estratégias de tratamento planejadas para iniciar e dar apoio ao processo psicossomático de cura. No nível biológico, a finalidade é dupla: destruir as células cancerosas e revitalizar o sistema imunológico.
Além disso, usa-se o exercício físico regular para reduzir a tensão, aliviar a depressão e ajudar os pacientes a manter um contato mais estreito com seu próprio corpo. A experiência mostrou que os pacientes com câncer são capazes de uma atividade física muito maior do que a maioria das pessoas supõe.
A principal técnica de fortalecimento do sistema imunológico é um método de relaxamento e de formação de imagens mentais que os Simontons desenvolveram quando perceberam o importante papel das imagens visuais e da linguagem simbólica no biofeedback. A técnica de Simonton consiste na prática regular de relaxamento e visualização, durante a qual o câncer e a ação do sistema imunológico são descritos na própria linguagem simbólica do paciente. Comprovou-se que essa técnica é um instrumento extremamente eficiente para fortalecer o sistema imunológico, freqüentemente resultando em reduções espetaculares ou na eliminação de tumores malignos. Além disso, o método de visualização é também uma excelente maneira de os pacientes se comunicarem com seu inconsciente. Simonton vem trabalhando estreitamente com as imagens mentais de seus pacientes e aprenderam que elas dizem muito mais acerca dos sentimentos dos pacientes do que quaisquer explicações racionais.
Embora a técnica de visualização desempenhe um papel central na terapia Simonton, é importante enfatizar que a visualização e a terapia física não são suficientes, por si sós, para curar pacientes com câncer. Segundo Simonton, a doença física é uma manifestação dos processos psicossomáticos subjacentes, que podem ser gerados por vários problemas psicológicos e sociais. Enquanto esses problemas não forem resolvidos o paciente não ficará bom, ainda que o câncer possa temporariamente desaparecer. A fim de ajudarem os pacientes a resolver os problemas que estão na raiz de sua enfermidade, Simonton faz do aconselhamento psicológico e da psicoterapia elementos essenciais de sua abordagem. A terapia tem usualmente lugar em sessões de grupo, nas quais os pacientes encontram apoio e encorajamento mútuos.
Concentra-se nos problemas emocionais, mas não os separa dos padrões mais amplos da vida dos pacientes; assim, inclui geralmente aspectos sociais, culturais, filosóficos e espirituais.
Para a maioria dos pacientes com câncer, o impasse criado pela acumulação de eventos estressantes só pode ser superado se eles mudarem parte de seu sistema de crenças. A terapia de Simonton mostra-lhes que sua situação parece irremediável apenas porque eles a interpretam de uma forma que limita suas respostas. Os pacientes são encorajados a explorar interpretações e respostas alternativas a fim de encontrarem um modo saudável de resolver a situação estressante. Assim, a terapia envolve um exame contínuo do sistema de crenças e da visão de mundo dos pacientes.”
Fonte O Ponto de Mutação – Fritjof Capra

terça-feira, 1 de julho de 2025

COMO BOLAR UM PLANO B PARA CRISES E FRACASSOS

Veja como evitar prejuízos prevendo riscos e montando estratégias para contornar situações como uma falência, desemprego ou uma gravidez inesperada

Pensar em possíveis prejuízos pode não ser agradável, mas é a melhor forma de evitar que eles ocorram ou mesmo minimizá-los. Ninguém quer ficar desempregado, enfrentar uma alta do dólar com uma viagem marcada para os Estados Unidos ou ir à falência, mas essas situações não escolhem suas vítimas. Nestes casos, duas estratégias podem minimizar os danos: ter sempre em mente um plano B e fazer um gerenciamento de riscos, isto é, refletir com antecedência sobre todas as possibilidades, sejam elas positivas ou negativas.
"Quem não tem uma estratégia prevista para uma situação de crise pode entrar em desespero procurando opiniões na internet, ou mesmo com um vizinho, e acaba tomando uma decisão emocional, que pode ser desastrosa", diz André Massaro, especialista em finanças pessoais da Moneyfit e trader independente.
Veja a seguir como se preparar para seis crises inesperadas: desemprego, alta de dólar com uma viagem marcada, gravidez inesperada, desvalorização de um imóvel, falência e processos em função de erros profissionais.

Desemprego
O desemprego pode afetar tanto um Steve Jobs, quanto qualquer outro profissional, mas nem todos se preparam para isso. Especialistas recomendam que seja feito um colchão financeiro de emergência, ou seja, uma reserva de dinheiro capaz de manter o padrão financeiro do profissional no caso de ele ficar desempregado. Alguns dizem que o ideal é uma reserva que cubra um ano de despesas, outros sugerem seis meses. “Na minha opinião deve-se pensar em uma reserva para doze meses, que cobre 80% dos casos. O cálculo do quanto deve ser reservado para cada mês inclui todos os gastos, até o presente de Natal e o cafezinho”, explica o consultor financeiro Mauro Calil.
Se o colchão financeiro não foi constituído e a demissão acontecer, entra então a estratégia de pensar em um plano emergencial. É importante que seja realizado um planejamento para a nova situação financeira. Em primeiro lugar, deve-se verificar qual é o valor do seguro-desemprego, da rescisão trabalhista e o saldo no FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço).
O seguro-desemprego é válido para trabalhadores demitidos sem justa causa e o valor do benefício varia de 622 reais a 1.163,76 reais, de acordo com a média dos últimos salários anteriores à demissão. Já o valor da rescisão é calculado com base no último salário recebido, levando em conta o tempo de empresa, o motivo da demissão, a forma como foi feito o aviso prévio e se as férias estavam vencidas ou não. E o saldo do FGTS pode ser sacado em caso de demissão sem justa causa e corresponde ao valor acumulado pelos depósitos mensais efetivados pelo empregador, equivalentes a 8,0% do salário pago ao empregado.
Contar com estes recursos pode ajudar, mas um corte de gastos também deve entrar no planejamento. Se estas medidas não forem suficientes, muitas vezes é melhor abrir mão de investimentos que não tenham sido feitos com a finalidade de suportar uma situação de emergência, como uma aplicação que tinha como objetivo a compra de um novo imóvel. Será melhor do que contrair dívidas, já que um empréstimo normalmente tem taxas de juros muito mais altas do que o rendimento de uma aplicação.
Se ainda assim não for possível arcar com as despesas, entram algumas medidas mais duras. “A pessoa que tem bens, tem que praticar o desapego e abrir mão do patrimônio, vendendo o carro ou se mudando para uma casa menor antes de partir para o pedido de empréstimo”, orienta André Massaro.
Ele acrescenta que o desempregado deve lançar mão do empréstimo como último recurso, caso ainda haja necessidade de mais renda mesmo após a venda dos bens. Massaro explica que as instituições financeiras são menos propensas a oferecer crédito a pessoas desempregadas, pois as chances de inadimplência neste caso são maiores. Então, a última opção seria recorrer a familiares e amigos. “Esta é a última alternativa, pois cada vez que se pede dinheiro emprestado para amigo ou parente é um crédito que se perde com aquela pessoa”, afirma Massaro.

Gravidez inesperada
Segundo Mauro Calil, um filho representa, no mínimo, um adicional de 15% nas despesas no orçamento de um casal. No sentido financeiro, a parte boa deste imprevisto é que o período da gestação permite que haja alguns meses de planejamento até a chegada do bebê. “Neste tempo é possível realinhar as verbas para as despesas e cortar alguns gastos”, diz Calil.
André Massaro recomenda também que os pais busquem meios de aumentar a renda para que seja possível arcar com o novo padrão financeiro que o filho exigirá. “Os pais devem buscar uma pós-graduação ou algo que faça o currículo se tornar mais valioso. O aumento da renda pode ser difícil, mas eles têm que ir atrás do mesmo jeito para se adequar à nova responsabilidade”, afirma.
Recomenda-se que os pais invistam o dinheiro reservado para os gastos com a chegada do bebê em uma aplicação de renda fixa. Com a Taxa Selic a 8,5%, a poupança pode ser a aplicação mais vantajosa no curto prazo, e os CDBs, Tesouro Direto e fundos DI, são mais vantajosas no longo prazo (mais de um ano de aplicação). Quando existe um objetivo definido para o valor investido, no curto prazo, não se deve aplicar em renda variável, porque o investimento pode gerar algum prejuízo. Em uma compra de ações, por exemplo, se a chegada do bebê coincidir com um momento de baixa da Bolsa, os pais podem correr o risco de ter que resgatar o dinheiro em um momento em que as ações estejam desvalorizadas, perdendo parte do valor investido inicialmente.
É muito importante que os pais verifiquem se o plano de saúde da mãe tem cobertura obstétrica - ou seja, se inclui as consultas de pré-natal e o parto -, e se já foi cumprido o período de carência. Normalmente, o plano só cobre o parto se ele acontecer pelo menos 10 meses depois da assinatura do contrato.
Se o plano de saúde não fizer a cobertura, as despesas médicas devem ser a prioridade no planejamento, uma vez que são os gastos mais importantes e urgentes. Se o corte de gastos ou a tentativa de aumento de renda não cobrirem estas despesas, os próximos passos são os mesmos da situação de desemprego. Os pais devem vender algum patrimônio ou utilizar os recursos investidos em aplicações antes de pedir empréstimos.

Alta do dólar com viagem marcada
Prever a alta do dólar e de outras moedas é algo bastante difícil até mesmo para especialistas. Por isso, é sempre bom se prevenir sobre um efeito de valorização para que a viagem não seja prejudicada. “A moeda tem que ser comprada o quanto antes, não importa o valor, porque dependendo do tamanho da valorização futura, a pessoa pode ser obrigada a cancelar a viagem. Comprando logo, pelo menos já se sabe a taxa certa. Se cinco minutos depois o dólar cair, aí paciência, o câmbio é uma loteria”, diz André Massaro.
Além de comprar a moeda com antecedência, outra forma de se proteger contra a valorização do dólar é o investimento em um fundo cambial. O dinheiro investido neste tipo de aplicação é convertido em dólares e flutua de acordo com as variações da moeda americana, assim evita-se qualquer perda frente a uma valorização. Veja como funciona a aplicação em um fundo cambial.
Se, no entanto, ocorrer uma alta e a moeda não tiver sido comprada, então as alternativas que restam seriam gastar mais dinheiro do que o previsto, encurtar a viagem, postergá-la ou mudar o destino.
Se você quiser viajar de qualquer jeito, mas aumentando os gastos, deve atentar à forma de pagamento. Se para arcar com os custos for necessário utilizar o cartão de crédito, o consumidor deve ter em vista que o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) que incide em pagamentos com cartão de crédito internacional é de 6,38%, acima dos 0,38%, cobrados em operações normais de câmbio. Além disso, as taxas cobradas no rotativo do cartão de crédito são bem altas.
Calil explica que se os gastos previstos não couberem no orçamento, o mais recomendável seria então mudar a data da viagem, cancelá-la ou mudar o destino. “Se a viagem previa passar pelos Estados Unidos e Canadá, concentre-se apenas no Canadá”, diz. Ou talvez fazer uma viagem doméstica, paga em reais, seja o melhor caminho.

Falência
Os empresários têm algumas possibilidades antes que o juiz decrete a falência da empresa. Um dos principais planos B neste caso, são os mecanismos da recuperação judicial. Eles suspendem o pagamento imediato das dívidas e estabelecem um novo plano de pagamentos em comum acordo com os credores. Este plano é aprovado e homologado por um juiz, o que permite à empresa se reestruturar para pagar seus credores e posteriormente até mesmo se reerguer.
Muitas vezes o que se consegue obter é uma separação da parte boa e da parte ruim da empresa, e uma venda a interessados que possam dar uma solução de continuidade ao negócio. A recuperação pode dar mais condições para a empresa devedora se reerguer, em especial porque quem concede o crédito para a companhia na fase de recuperação judicial tem prioridade no pagamento posterior.
Caso seja decretada a falência, a empresa é encerrada, e um síndico apura os bens remanescentes - imóveis, veículos, máquinas, ferramentas e assim por diante. Todo o patrimônio é levado a leilão para que o valor apurado seja destinado aos credores, aos empregados, aos fornecedores, aos bancos e aos governos estadual, municipal e federal.
Segundo Carlos Mastrobuono, sócio do escritório Walfrido Jorge Warde, o melhor a se fazer no caso de uma falência seria buscar um acordo amigável com os credores. Mas, se não houver acordo, então o caso é decidido por meio de um processo judicial, e o juiz decidirá como será feito o pagamento. Em alguns casos, o juiz pode chegar até mesmo a bloquear o patrimônio do empresário. “Se a empresa praticou atos contrários à lei, os sócios são responsabilizados e podem ter seu patrimônio particular comprometido”, explica.
Uma falência pode trazer prejuízos astronômicos, sobretudo se os sócios forem responsabilizados particularmente. Por isso, a principal orientação neste caso é manter sempre em vista os riscos do negócio para que seja possível prevenir ao máximo uma falência.
Conrado Navarro, sócio-fundador da consultoria Dinheirama, destaca algumas das principais situações que levam uma empresa à falência e que devem ser evitadas: “Gastar com projetos e decisões ainda não avaliadas, confundir gastos pessoais com gastos da empresa - que é o principal problema dos pequenos negócios -, estabelecer prazos de venda sem levar em conta o capital de giro e usar muitos recursos de terceiros são alguns dos fatores fundamentais que devem ser pensados”, diz.

Desvalorização de um imóvel
J.R.T. é proprietário de uma casa que fica próxima ao estádio do Morumbi. Ele conta que depois do anúncio da construção da estação de metrô na região sua casa sofreu uma desvalorização de 50%. “Minha casa valia 1.000.000 de reais e agora, como este metrô deve passar em uma altura que deve acabar com a vista, ela está desvalorizando e agora vale 500.000 reais”. J.R. pretendia vender o imóvel quando os filhos saíssem de casa para reservar parte do valor para a aposentadoria.
Mauro Calil explica que neste tipo de situação, o proprietário deve primeiramente buscar alternativas para o imóvel ou tentar fazer um bom negócio, seja transformando-o em um ponto comercial ou vendendo-o a uma empresa que considere benéficos os projetos previstos para a região. “Um amigo meu morava em uma ótima casa, mas foi construída uma faculdade encostada na parede dele. Para não perder dinheiro com a desvalorização do imóvel, ele inaugurou uma rotisserie no local e obteve bons resultados com o negócio”, diz.
Se não houver este tipo de alternativa, Calil orienta que o proprietário não fique pensando no valor que pagou pelo imóvel, uma vez que isso não fará diferença na venda, e que ele procure vender a propriedade o quanto antes, para que o prejuízo seja o menor possível.

Processos em função de erros profissionais
Profissionais que correm risco de serem processados, como médicos, dentistas, engenheiros ou advogados, podem contratar um seguro de Responsabilidade Civil. O seguro protege o cliente no caso de uma ação judicial por danos causados ao meio ambiente, à saúde dos consumidores e outros eventuais processos.
Segundo Mauro Calil, pouquíssimos profissionais contratam este tipo de seguro. “Dependendo da apólice, ele pode cobrir processos que cheguem a até 500.000 reais e custa algo como uma garrafa de vinho por mês, algo factível com essas classes de profissionais”. Calil acrescenta que no Brasil a população em geral não costuma se prevenir para riscos, mesmo que a prevenção seja simples, como neste caso.
Por Priscila Yazbek
Fonte Exame.com

HUMILDADE - O VERDADEIRO SENTIDO DE SER HUMILDE

 
Humildade - Pratique a humildade em seu dia a dia

Nesses tempos globalizados em que vivemos, a palavra humilde teve seu significado distorcido e, hoje, equivale a pobreza de espírito, ignorância e fraqueza. Sentidos que, na realidade, ela não possui, pois “humilde” vem do latim húmile e etimologicamente quer dizer baixo, rente com a terra.
De acordo com os hebreus, humildade é modéstia e reconhecimento – oriunda do termo hebraico hoda’a, que quer dizer “muito obrigado” a Deus. A humildade, ao contrário do que muitos pensam, não significa depreciar a si mesmo nem ver com ignorância o que somos, mas justamente o inverso, é o conhecimento exato do que não somos, é a aceitação plena dos próprios defeitos e qualidades sem a necessidade de invocar a vaidade.
A verdadeira humildade é vista apenas nos processos mais avançados de autoconhecimento, é aquela em que o homem tem plena consciência de quem ele é – de suas habilidades, qualidades e defeitos –, compreende, assim, a natureza de sua inferioridade e reconhece seus limites. No entanto, isso não o aflige, pois ele se esforça para atingir a excelência na busca incessante de seu aperfeiçoamento físico, mental e espiritual.

Praticando no dia a dia
A humildade é a coragem de assumir que “posso estar errado” e exige a responsabilidade de aprender com as experiências e conhecimentos disponíveis ao seu redor. De acordo com a filosofia judaica, se a tolerância é o motor da vida, a humildade é o seu combustível.
Juan Luis Lorda, professor de antropologia na Faculdade de Teologia da Universidade de Navarra, na Espanha, diz que quem ama a verdade procura formar a consciência: conhecer os princípios morais, pedir conselhos às pessoas certas e com experiência e não considerar humilhante ser corrigido. De fato, os outros nos observam com mais objetividade que nós mesmos. Além disso, é necessário tirar a experiência dos próprios atos, examinar-nos com frequência (diariamente) e corrigir nossos erros. É preciso ser humilde para reconhecer as falhas e retificá-las – e isso nos dará uma grande sabedoria e capacidade de ajudar os outros.
Sendo assim, o autoconhecimento é a base da humildade. E um exemplo inverso disso é a declaração de um jogador de futebol, o português Cristiano Ronaldo, no fim de 2008: “Eu sou o primeiro, o segundo e o terceiro melhor jogador de futebol do mundo”.
Quantos supostos Cristianos Ronaldos nós conhecemos na empresa e no mundo? Aquelas pessoas que acham que resolvem tudo sozinhas. Experimente colocá-lo num jogo em que somente ele integre o time. Humildade é trabalho em equipe, é reconhecer que o outro também é uma peça fundamental de seu sucesso, é aceitar que você não é perfeito tanto quanto o outro e, por isso, não deve julgar indiscriminadamente quem está ao seu redor.
Existem pessoas que nunca estão satisfeitas com nada, são eternas caçadoras de falhas e erros. Certa vez, li em uma revista a seguinte declaração: “Caso você encontre quaisquer erros nesta revista, por favor, lembre-se de que eles foram colocados ali de propósito. Tentamos oferecer algo para todos. Alguns indivíduos estão sempre procurando erros, e não desejamos desapontá-los”.

6 dicas para praticar a humildade
1. Admitir que você não é o dono da verdade nem sabe tudo.
2. Ouvir os outros com atenção, pois qualquer pessoa pode lhe ensinar alguma coisa.
3. Não confundir humildade com humilhação.
4. Ter coragem, porque humildade não é para covardes e fracos. Somente os fortes conseguem alcançá-la.
5. Enxergar os pontos fortes, e não somente os fracos das pessoas ao seu redor.
6. Possuir sensibilidade a fim de perceber e disponibilidade para servir.

Por Roberto Recinella
Fonte Motivação Online

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