domingo, 1 de março de 2026
DECLARO TODOS ADULTOS, INDEPENDENTES E AUTO-SUFICIENTES
Minha mãe tinha muitos problemas. Dormia mal
e se sentia exausta. Era irritada, mal-humorada e amarga, até que um dia, de
repente, ela mudou.
Um dia, meu pai disse-lhe: Amor, vou jogar
bola com os amigos.
Minha mãe respondeu: Está bem...
Meu irmão disse-lhe: Mãe, vou mal em todas
as matérias do colégio.
Minha mãe respondeu: Está bem. Você vai se
recuperar. E se não o fizer, você poderá repetir o ano. Mas você vai pagar com
as suas reservas.
Minha irmã disse: - Mãe, bati com meu carro.
Minha mãe respondeu: Está bem filha. Leve-o
para a oficina e procure uma forma de como pagar. E enquanto eles consertam, vá
andando de ônibus ou metrô.
Sua irmã disse-lhes: Irmã, eu vim passar
alguns meses com vocês.
Minha mãe respondeu: Está bem. Acomode-se no
sofá da sala, e procure alguns cobertores no armário.
Nos reunimos na casa dela preocupados, encabulados
em ver essas suas reações. Nos propusemos então fazer um "questionamento"
a ela para afastar qualquer possibilidade de reação que fosse provocada por
alguma medicação 'anti-birras'.
A nossa surpresa foi imensa, quando a minha
mãe nos explicou: "Demorou muito tempo para perceber que cada um é
responsável por sua vida. Levei anos descobrindo que minha angústia, minha
mortificação, minha depressão, minha coragem, minha insônia e meu estresse não
resolveriam os vossos problemas. Mas, sim, exacerbaram os meus. Eu não sou
responsável pelas ações dos outros. Eu sou responsável pelas reações de como eu
me expresso perante elas. Portanto, cheguei à conclusão que o meu dever para
comigo mesmo é manter a calma, e deixar que cada um resolva suas pendências da
forma que lhe convier. Vocês têm todos os recursos necessários para resolver
suas próprias vidas. Eu só posso dar meu conselho se por acaso me pedirem. E
cabe a vocês decidirem segui-lo ou não. Então, de hoje em diante, parei de ser
a receptáculo de suas responsabilidades, a carregadora de suas culpas, a
lavanderia dos seus remorsos, a advogada de seus defeitos, o Muro das
Lamentações, a depositária das suas frustrações, que resolve seus problemas ou
sua tábua de salvação para conta de vossos desafios. De agora em diante, eu os
declaro todos adultos, independentes e auto-suficientes.”
Todos na casa da minha mãe permaneceram em
silêncio.
Desde aquele dia, a família começou a
funcionar melhor porque todo mundo em casa sabe exatamente o que lhe cabe fazer.
Por UMA MULHER FELIZ
DOENÇA RENAL CRÔNICA AFETA 50% DOS GATOS IDOSOS, ALERTA ESPECIALISTA
A campanha "Março
Amarelo" é organizada pela Elanco Saúde Animal com o intuito de
conscientização para diagnóstico precoce e tratamento da doença
Os donos de animais têm um costume perigoso:
levar o pet ao veterinário apenas quando ele demonstra algum possível sintoma
de doença. Tal atitude corrobora para alguns dados clínicos, como o de que 50%
dos gatos idosos no Brasil sofrem com algum grau da doença renal crônica (DRC).
A doença renal crônica em gatos é silenciosa - apresentando sintomas
apenas nos estágios mais avançados, quando os rins já estão com 75% de suas
funções comprometidas - e não tem cura. Atualmente é o mal mais comum entre os
felinos acima dos 12 anos de idade, além de ser responsável pela morte de
milhares de bichanos todos os anos.
O aumento de consumo
de água é um dos sintomas da Doença Renal Crônica em gatos
A boa notícia é que, embora ainda não exista
uma cura para a doença, a DRC pode ser controlada quando diagnosticada em seu
estágio inicial, garantindo uma sobrevida de aproximadamente cinco anos aos
animais. Isso torna os check-ups periódicos fundamentais para a identificação
da doença em fase precoce e o tratamento adequado, evitando assim o sofrimento
do animal.
Por isso, buscando informar os tutores sobre
a doença e conscientizá-los sobre a importância de se fazer exames regulares em
seus gatos e manter um acompanhamento veterinário especializado, a Elanco Saúde
Animal organiza a campanha "Março Amarelo". Não à toa, este ano o
tema é “A importância da medicina preventiva e a estruturação de programas de
saúde por faixa etária na clínica”.
O veterinário Alexandre Daniel, uma das
maiores autoridades brasileiras no assunto e consultor do "Março Amarelo"
explica que "o diagnóstico precoce aumenta a expectativa de vida dos
animais. Quanto antes for diagnosticado o problema, maior é a possibilidade de prolongar
a vida do paciente”.
Recomendações
veterinárias - Os gatos devem passar por consulta veterinária periódica para
diagnóstico precoce da Doença Crônica Renal
A recomendação dos veterinários é para que
os gatos de meia idade, a partir dos 10 anos, façam os exames uma vez ao ano. A
partir dos 14 anos, a cada seis meses. Caso haja alterações nos resultados ou o
animal apresente algum tipo de sintoma, como perda de peso, ingestão excessiva
de água ou aumento do volume de urina, é necessário procurar um profissional
especializado para entender o melhor tratamento, que é feito caso a caso.
“Existem vários fatores que precisam ser
levados em consideração. Pacientes que têm pressão alta podem viver menos, pacientes
com variação na concentração de fósforo também podem viver menos, gatos com
proteína na urina também, mas é possível controlar com fármacos”, explica o
veterinário.
Tratamento da Doença
Renal Crônica - O tratamento da Doença Renal Crônica é feito por fármacos
De acordo com Alexandre Daniel, a DRC é
tradada por estágios, que variam de 1 a 4. “O paciente que é diagnosticado no
estágio 2 tem uma sobrevida média de cinco anos. Já no caso do paciente que é
diagnosticado no estágio 3, a sobrevida cai para dois anos. Quanto mais precoce
o diagnóstico, mais prolonga a vida do animal.”
Geralmente o tratamento é feito com fármacos.
Entre os mais receitados está o Fortekor 5TM, um medicamento fabricado pela
Elanco. Composto pelo cloridrato de benazepril, ele é um importante inibidor da
enzima de conversão da angiotensina (ECA). São comprimidos que devem ser dados
diariamente para o animal.
Qualquer medicação só deve ser dada para o
gato quando receitada por um veterinário de confiança. A dose também pode
variar de acordo com o caso.
A campanha "Março
Amarelo"
O Março Amarelo é uma ação de
conscientização para o diagnóstico precoce e o tratamento da doença renal
crônica em gatos. A campanha chega à sua quarta edição em 2019 com o objetivo
de engajar tutores e médicos veterinários em prol da saúde dos animais.
“O Março Amarelo é hoje mais do que uma
campanha, já é uma causa”, afirma Eliane Estephan, gerente de Marketing e
Serviços Técnicos para Animais de Companhia da Elanco. De acordo com a
executiva, a campanha é nacional e está focada em dois pilares de atuação: atualização
técnica dos veterinários e conscientização dos tutores para os perigos da DRC.
“Oferecemos aos profissionais diversos
materiais atualizados sobre a doença renal crônica , com alta aplicabilidade na
rotina clínica. Já os tutores são impactados através das campanhas de
comunicação, por meio de postagens nas redes sociais e de clinicas engajadas na
causa e de vídeos educativos sobre a doença, os principais sintomas e formas de
tratamento”, explica Eliane. “Em três anos de campanha, já alcançamos mais de 10 mil clínicas
veterinárias em todo o Brasil e impactamos cerca de 5 milhões de pessoas
através das mídias sociais.”
Fonte Canal do Pet - iG
FAÇA UM TOUR A PÉ PELO RIO DE JANEIRO
São quatro roteiros temáticos que percorrem construções históricas, paisagens naturais e tradicionais botequins
Cristo Redentor, no mirante do Morro do Corcovado, abençoando o Rio de Janeiro. Uma visão inesquecível da Cidade Maravilhosa
Descobrir – ou redescobrir – todos os encantos do Rio de Janeiro de uma forma diferente. Não importa se é a sua primeira vez ou se você já é um habitué da Cidade Maravilhosa, fazer um city tour permite descobrir a história e curiosidades de cada local.
“Nossa ideia era trazer a ideia do walking tour, que é muito comum na Europa, para o Rio. Mais do que visitar os pontos turísticos, o objetivo é descobrir lugares peculiares, que só os cariocas conhecem. O trajeto a pé aguça o olhar do visitante, que tem uma percepção maior do clima, do cheiro, das pessoas e permite vivenciar melhor a experiência”, conta Silene Berne, sócia da Rio Walks, que oferece quatro roteiros temáticos, com duração de três horas. Com paradinhas, é claro, para fotografias.
O roteiro Amantes da História percorre construções históricas do centro da cidade, que serviram de cenário para a história do Rio e até do Brasil. O percurso inclui o Paço Imperial, o Teatro Municipal e o Palácio Tiradentes. O gran finale é o belíssimo Mosteiro de São Bento, com direito à apresentação de canto gregoriano pelos monges beneditinos.
Se a ideia é fugir, literalmente, dos lugares comuns, a dica é o tour Grand Bazaar. Partindo da Cinelândia e passando pela Lapa, o visitante vai até a região de comércio popular conhecida como SAARA. O local, onde os primeiros comerciantes ingleses se instalaram no Brasil, hoje abriga lojas de árabes, judeus e coreanos. Repleta de casarões antigos, a área também concentra a maioria dos imóveis tombados da cidade.
A Baía de Guanabara, com o morro do Pão de Açúcar, cartão-postal do Rio, ganhou um roteiro todo especial. Além de se encantar pelo belo cenário, o visitante poderá conhecer o local de surgimento da cidade e palco de inúmeras batalhas contra invasores franceses. O trajeto inclui as praias de Botafogo e do Flamengo, além do Aterro do Flamengo.
Também não poderia ficar de fora a boemia e a cultura de boteco carioca. O roteiro Bar em Bar percorre, à noite, tradicionais bares de Ipanema, Leblon e do Baixo Gávea. E de quebra, dá para provar petiscos e chopes gelados. No trajeto estão o bar Garota de Ipanema, onde Vinícius de Moraes e Tom Jobim compuseram a música mais conhecida da bossa nova; o Jobi, cujo chopp é considerado o melhor da cidade pela Veja Rio; e o Chico e Alaíde, famoso pelo bolinho de baião de dois.
Por Mônica Cardoso
Fonte Exame.com
NINGUÉM PREPARA OS FILHOS PARA O ENVELHECIMENTO DOS PAIS
Sabem
quando a preocupação é tanta que nem conseguimos chorar? Quando o sentimento de
impotência se sobrepõe a qualquer lágrima narcisista que naquele momento nos
diz que nada mais importa a não ser a pessoa que temos à nossa frente, naquela
cama de hospital? A roupa para passar a ferro pode esperar, o jantar pode
esperar, o Mundo pode esperar.
E
à nossa frente encontra-se aquela pessoa de olhos vidrados, sem reação, numa
fugaz memória da mulher forte que uma vez foi. Continua a ser a mesma pessoa,
sem ser a pessoa que era. Qualquer pergunta que fazemos, fazemô-la sem grandes
expectativas de obter resposta, apenas para conforto próprio de que estamos de
fato ali. No quarto ao lado ouvem-se os gritos duma qualquer outra mulher
desdentada e desesperada, toda ela dores e doenças. Para mim, qualquer outra
mulher, mas para outra pessoa, também ela a razão pela qual nem se consegue
chorar de tanta preocupação.
É
costume dizer-se que nada nos prepara para sermos pais, que são os filhos que
nos ensinam a ser pais. Mas o que não nos ensinam mesmo é a sermos filhos de
pais envelhecidos. Queremos salvá-los deles próprios, impedir que o corpo ceda
mais rápido que a cabeça, ou que a cabeça ceda mais rápido que o corpo, mas não
há como.
E
o tempo passa a correr. O meu pai já nem parece o mesmo. Também ele não chora
de tanta preocupação. A mulher com quem passou a vida toda, a quem prometeu
amar na saúde e na doença, ali está, doente. E ele, a ficar doente, sugado pela
doença da mulher que ama, mas que já não reconhece. Quando o amor passa a pura
e constante preocupação torna-se numa forma estranha de amar, e o desespero
leva-o a fazer coisas irreconhecíveis. Também ele é a mesma pessoa sem ser a
pessoa que era. Muito mais magro, muito mais pálido, muito mais triste. E nada
nos prepara para isso.
No
hospital, outras pessoas esperam, umas mais preocupadas, outras mais aliviadas.
As ambulâncias vão chegando, uns choram, outros gritam, outros olham o vazio, e
há sempre quem esteja a tentar perceber o que é que se passou com cada um
deles. Quem morreu, quem não morreu. Esta é a dinâmica da sala. Não há conversa
de ocasião que se possa fazer, não importa o tempo, a política, futebol ou
religião. Importa apenas aquela pessoa que amamos e que queríamos recuperar,
voltar a vê-la, forte e saudável como ela era.
O
mais triste é quando chega o luto antecipado. Aquela réstia de esperança que na
verdade já nada espera. É quase como que aguardar pela autorização de poder
chorar. E pior de tudo é saber que, quando a barragem que contem as nossas
lágrimas finalmente rebentar e estas correrem incontroláveis pelo nosso rosto
abaixo, sabermos que choramos em pranto num misto de tristeza e alívio. Isso é
o mais triste, a noção de que a pessoa está melhor assim, inexistente enquanto
que nós, os que continuam mortais, aqui ficamos, na merda.
Nunca
ninguém nos preparou para isto, nunca a sociedade se preparou para isto. O
nossos líderes falam em envelhecimento ativo e saudável, mas falam por ocasião,
não por genuína preocupação, porque na verdade a forma como olham e tratam os
velhos pouco lhes importa. Importa-lhes não terem dores de cabeça ou escândalos
que possam manchar as suas ambições políticas. Vemos isso quando estamos
desesperados, no corredor das urgências, tudo é treta.
A
forma como as pessoas são tratadas não difere muito da maneira como se tratam
os refugiados. Agregam-se as pessoas idosas e doentes todas num sítio comum e
estas passam a ser apenas mais um núnmero para a estatística, onde ninguém
realmente se importa a não ser a própria família, e por vezes nem isso.
Fonte
Revista Reviver
FELIZ ANIVERSÁRIO MEU RIO DE JANEIRO!
Esse lindo Estado brasileiro completa mais um ano de existência no primeiro dia de março e que seja marcado por muita festa. Esse é um Estado brasileiro que tem orgulho de ter uma das sete maravilhas do mundo, fundado no dia 1º de março de 1565.
Assinar:
Comentários (Atom)




