sexta-feira, 4 de abril de 2025

COMO PLANEJAR UM FIM DE SEMANA REALMENTE REVIGORANTE

Depois de uma semana inteira de trabalho intenso, o que você faz na sexta-feira?

Quem respondeu que se joga no sofá e contempla uma longa lista de tarefas não está sozinho: para muitos empreendedores, o fim de semana também conta como dia útil, e não como descanso.
O problema dessa rotina é acordar um tanto exausto na segunda-feira, afirma a escritora Laura Vanderkam. Ela acaba de publicar o e-book “What the Most Sucessful People Do on the Weekend” (o que as pessoas mais bem-sucedidas fazem no final de semana), para o qual conversou com empresários de sucesso sobre sua programação de fim de semana.
Em um artigo publicado no site da revista Inc, ela resume o que ouviu desses empreendedores e dá três dicas para usar melhor o sábado e o domingo para combater os efeitos do excesso de trabalho – e voltar novo em folha para o escritório.

1 – Conte as horas vagas – e aproveite-as
Você já contou quanto tempo livre tem entre abrir uma cerveja na sexta às seis da tarde e desligar o despertador às seis da manhã de segunda? São 60 horas no total, ou 36 horas úteis, descontando-se as 24 de sono – quase a mesma carga horária de uma semana de trabalho.
“Tanto tempo não pode ser desperdiçado”, diz Vanderkam. Por isso, ela recomenda dedicação máxima ao planejamento antecipado dos dias de folga e diz que é preciso traçar estratégias com o mesmo apuro e seriedade de compromissos profissionais.

2 – Planeje eventos-âncora
A intensa semana de trabalho geralmente deixa o empreendedor esgotado na sexta-feira. Mas Vanderkam argumenta que sentar inertemente na frente da TV ou surfar aleatoriamente na internet não são as melhores maneiras de se preparar para uma nova jornada.
Parece um paradoxo, mas para renovar as energias é preciso se mexer. “Outros tipos de trabalho, como exercícios físicos, um hobby, tomar conta dos filhos ou ser voluntário, ajudam mais a preservar o ânimo para os desafios da semana do que vegetar completamente”, afirma a escritora.
O segredo para ter um fim de semana ativo é planejar alguns eventos-âncora, afirmam os entrevistados por Vanderkam para o livro. Não é preciso encher todas as horas vagas, apenas ter em mente que haverá um horário reservado para ver atividades e apresentações dos filhos, jogar futebol ou cozinhar para os amigos.
“De início, isso pode parecer pouco divertido e muito trabalhoso, mas, de acordo com os entrevistados, gastar energia dá mais ânimo para retomar o trabalho”, afirma Vanderkam.

3 – Desfrute por antecipação
Planejar com minúcia até mesmo o fim de semana parece coisa de gente bitolada, mas Vanderkam defende que essa tarefa também pode ser muito prazerosa. “Projetar o futuro e antecipar o programa representa uma boa parte da felicidade gerada por qualquer evento”, afirma.
A tática de marcar as atividades com antecedência também economiza momentos preciosos do fim de semana que em geral são gastos negociando um plano com seu cônjuge ou correndo atrás de algum restaurante que ainda tenha lugares vagos – ou de alguém para tomar conta das crianças.
Além disso, marcar um compromisso desestimula a clássica desistência de fazer algo no final de semana por estar muito cansado.
  Por Bruna Maria Martins Fontes
Fonte Papo de Empreendedor

NADA DAQUELA CALÇA VELHA, AZUL E DESBOTADA

 
O que vestir (ou não) na empresa na ‘casual friday’, aconselham consultoras de moda

A sexta-feira chegou e, em muitas empresas, nota-se que os funcionários exibem um visual mais relax. Isso por conta do ''casual day'', que surgiu e se popularizou nos Estados Unidos, mas foi sendo incorporado aos poucos pelos brasileiros. É quando executivos e funcionários de organizações mais formais deixam de lado o terno, a gravata, os taileurs e o salto alto, e adotam trajes mais descontraídos. Mas nada de ir trabalhar de qualquer jeito, alertam as especialistas em moda e estilo. Segundo elas, não há uma regra definitida, e tudo vai depender do perfil da empresa e o segmento em que esta atua.
A consultora de moda e imagem Milla Mathias diz que, ainda hoje, as pessoas têm dúvidas quanto ao tipo de roupa que devem - ou podem - vestir nesses dias.
- Ainda pensam que podem ir de calça jeans, camiseta velha e tênis, quando na verdade não é bem assim.
A consultora explica que o intuito do casual day é trazer mais descontração às roupas, e consequentemente, ao ambiente de trabalho às vésperas do fim de semana, para que os profissionais possam trabalhar mais relaxados e contentes.
E, se antes, a prática se restringia apenas às sextas-feiras, e a poucas empresas, hoje a informalidade no vestir se estendeu a outros dias da semana e a diversos tipos de organizações, acrescenta Paula Acioli, coordenadora acadêmica do curso “Gestão de negócios no setor de moda”, da FGV.
- Essa mudança de padrões e quebra de paradigmas no vestir é, na verdade, um claro reflexo do tempo que estamos vivendo, muito mais democrático em todos os sentidos, social e economicamente falando - ressalta Paula.
Independentemente do dia, afirmam as especialistas, não se deve esquecer que estamos falando de ambiente de trabalho, e não fim de semana ou passeio. Para Paula, ética, bom-senso, observação, educação e adequação são valores que devem ser levados em conta, não só na vida pessoal e profissional, mas também quando falamos de vestuário:
- Esses valores facilitam as escolhas, aumentam as chances de acertos e diminiuem a possibilidade de erro. Se adicionarmos a isso toda a facilidade de acesso à quantidade de informações disponíveis em revistas, sites, blogs, e até mesmo nas trocas de idéias entre amigos nas redes sociais, a gente conclui que é quase impossível nos dias de hoje alguém "sair com qualquer roupa" para trabalhar, sem levar em consideração seu local de trabalho.
- É para ser casual, mas mantendo a elegância. Bom-senso é fundamental. É preciso cuidado para não cair na vulgaridade - completa a consultora de moda Renata Abranchs.
Por isso, é importante que algumas regras sejam observadas quanto à forma de se vestir no mundo corporativo.
E quando a empresa adota um ‘dress code’? A decisão de contar com um código específico sobre o que é ou não permitido trajar vai depender do perfil da companhia e de seus funcionários, diz Paula. Segundo a coordenadora acadêmica da FGV, faz toda a diferença ter conhecimento de como se dá o processo criativo de um uniforme ou de um padrão de roupa a ser usado, da complexidade de pensar o vestir institucional e de compreender o porquê de se adotar um código de vestir dentro de uma empresa.
- Os funcionários e profissionais passam a se sentir muito mais parte da empresa e a valorizar suas posições e funções dentro do sistema de trabalho. A roupa agrega valor. Seja para marcas de luxo, seja para marcas populares de varejo, seja em uniformes (que transmitem via funcionário o conceito e os valores de uma determinada empresa). Um funcionário que conhece e compreende a história do que veste passa a entender muito melhor a história da empresa para a qual está trabalhando, ou como diz a expressão, está "vestindo a camisa".

As dicas das especialistas em moda e estilo para o ‘casual day’

Para facilitar, consultoras listam o que é permitido ou não usar no ambiente de trabalho

Para elas:
- Vale a velha regra de proibição de decotes, fendas, transparências, roupas justas ou curtas;
- No lugar dos terninhos, coloque uma saia menos estruturada ou uma calça reta mais fluida, com uma camisa;
- Blusas de tricô com tramas mais abertas também são permitidas;
- Se quiser usar jeans, verifique se a empresa permite e, em caso positivo, use um de lavagem escura, corte reto e novo. Lembre-se: nada de rasgos, puídos, tachas etc.;
- Caso faça frio, leve um cardigã, suéter com gola careca ou blazer;
- Já no caso de muito frio, um casaco de lã ou de couro caem bem;
- Nos pés, sapatos mais baixos (e impecáveis) ou sapato-tênis de couro ou camurça;
- Bijuterias e enfeites de cabelo devem ser discretos.

Opções a serem riscadas da lista:
- Calça velha, azul e desbotada;
- Tops ou barriguinha de fora;
- Tecidos sintéticos ou brilhantes;
- Mules (tipo de calçado);
- Sandálias rasteirinhas;
- Estampas ou detalhes de bicho.

Para eles:
- Esqueça os ternos e adote as calças de lãzinha ou gabardine, para dias frios, e as de algodão ou sarja, para os mais quentes.
- Elimine a gravata;
- Se quiser usar jeans, verifique se a empresa permite e, em caso positivo, use um de lavagem escura, corte reto e novo (a regra vale para homens e mulheres).
- Camisa mais informal ou camiseta polo são uma ótima pedida.
- Se fizer frio, suéter, em decote V, cardigãs ou blazer azul marinho de tecido mais encorpado.
- Nos pés sempre mocassim social, combinando com a cor do cinto. Dê preferência ao tom café, pois ele é mais informal do que o preto.

É proibido usar:
- Jeans claro, rasgado, surrado, de balada etc;
- Calças com passante sem cinto;
- Calças com elástico na cintura;
- Camisetas sem manga ou com figurinhas ou piadinhas;
- Moletom;
- Boné;
- Roupa com camuflagem;
- Tênis ou sapato–tênis;
- Meia branca.
Por Ione Luques
Fonte O Globo Online

PREVISÃO DO TEMPO PARA SEXTA-FEIRA

ORE

quinta-feira, 3 de abril de 2025

ADVOGADO: DEFENDA UMA VIDA SAUDÁVEL

Porque também é preciso pensar na sua qualidade de vida

Cliente chato, colega sem discernimento, processo “amarrado”, atividades burocráticas e cansativas, chefe durão e tantos outros problemas, permeiam a vida de quem trabalha em advocacia - embora outras áreas também desfrutem dos mesmos ‘privilégios’. Se você é advogado e deseja defender uma vida saudável, aplique as sugestões seguintes; afinal, sucesso vocacional sem saúde é decadência.

Proteja seu emocional
A principal dica para deixar seu emocional equilibrado e evitar estresse no Direito, é por saber filtrar aquilo que realmente deverá mexer com você. Pode parecer um assunto bobo, mas não é! Ao passo que aprendemos a discernir o que é prioridade, bem como quando entendemos que nem todos os comentários devem ser levados tão a sério, a vida se torna mais simples.
Fora os comentários irrelevantes e atividades não prioritárias, é preciso blindar o emocional para o momento de lidar com os nossos próprios erros. Tem profissional que fica tão abalado por ter errado, que acaba esquecendo de continuar a caminhar. Mas, ao passo que você passar a entender o que deverá receber a sua energia mental e física - isso em todos os sentidos - você sentirá cada vez menos os sintomas do estresse.
Portanto, blinde o seu emocional para afastar o estresse!

Trabalho é trabalho
Da mesma forma que trabalho é trabalho; casa é casa! Aprenda a respeitar seu momento de descanso e evite fazer hora extra. Continuar o trabalho fora do escritório de advocacia, às vezes é preciso, mas é importante tomar cuidado com a constância que seu prato de jantar está sendo substituído por um notebook e papeladas.
Saber que tudo tem seu devido lugar, é indispensável para defender a sua produtividade no trabalho e qualidade de vida fora dele. A constância de estender a jornada de trabalho em casa acaba se tornando um vício, atrapalhando seu descanso físico e mental, que futuramente, afetarão o seu desempenho profissional.
Entenda o poder do não (para outros ou para si mesmo)!

Coma bem para viver bem
Desfrutar de pratos saudáveis ao longo do dia e praticar atividade física, irão fornecer a resistência que seu corpo precisa para enfrentar desafios sem prejudicar a sua saúde. Muito cuidado para não confundir facilidade com qualidade, optando por comidas industrializadas.
Mesmo que seja mais rápido e (aparentemente) prazeroso optar por fast foods, a nutrição que essas opções alimentares fornecem é pobre - especialmente para quem tem uma rotina agitada. Vale deixar um alerta para os excessos também, que podem tornar algo bom em maléfico. A vitalidade começa de dentro para fora, então, cuide do seu interior optando por um estilo de vida saudável tanto na alimentação como na prática de exercícios físicos.
Viva bem para viver!

Generosidade gera felicidade
Mesmo que você não seja religioso, já deve ter ouvido alguém citar aquelas passagem bíblica onde se diz que “há mais felicidade em dar do que há em receber”. E, realmente, tirar um tempo para ajudar outros fará muita diferença eu sua forma de encarar a vida de forma geral.
Tirar um tempo para auxiliar a sua vizinha idosa trocar a lâmpada da varanda, contribuir de algum modo com uma ong, alimentar animais na rua ou realizar qualquer outro gesto generoso, farão você dá valor no que realmente importa na vida. Então, não entenda que ajudar é subtrair; pelo contrário, quem ganha é você.
Ajude e seja ajudado!

A sua carreira de advogado será facilmente satisfatória se você seguir a essas sugestões aparentemente simples, mas que são riquíssimas para evitar o estresse na advocacia.

Fonte EPD online

PAREM O MUNDO QUE EU QUERO DESCER!


A conhecida sentença de Rui Barbosa - "Justiça tardia não é Justiça, é injustiça manifesta" - pelo que estamos vendo e vivenciando, ao invés de servir de alerta a quem deva fazer justiça parece-nos, serviu de incentivo a tornar a justiça lenta e ineficiente.
O direito à justiça é um direito fundamental e, como se sabe, “justiça é dar a cada um o que lhe pertence”. Entretanto, para que se faça realmente justiça, a decisão que a outorga deve alcançar quem a busca, no tempo devido, sob pena de se enquadrar na assertiva de Rui Barbosa.
Sendo a justiça o último refúgio do cidadão, quem a ela recorre visa corrigir uma injustiça ou um prejuízo moral ou material, que exigem pronta reparação. Porém o que se verifica na prática é uma autêntica negação de justiça pela morosidade dos atos judiciais, gerados pela incapacidade do Poder Judiciário de processar de forma ágil as demandas que a ele são carreadas.
Não raras vezes ouvem-se manifestações oriundas de alguns representantes do Poder Judiciário, atribuindo culpa pela morosidade da Justiça aos advogados e ao excesso de recursos. Ora, isso é subestimar a inteligência dos operadores do Direito e do cidadão que têm conhecimento, por experiência própria ou por notícias que circulam na imprensa, de que a justiça é lenta por deficiência funcional.
Os advogados, pelo contato constante com os órgãos judiciais, na tentativa de agilizarem o andamento dos seus processos, já criaram calo abdominal de tanto esfregá-lo nos balcões surdos, mudos e inertes das serventias.
Advogar, nos dias atuais, é um desafio à resistência de qualquer ser humano. Não basta preparo e dedicação do advogado para que seu exercício se dê de forma plena e eficiente.
Hoje, mais do que capacidade técnica, é requisito essencial ao advogado gozar de boa saúde física e mental, sob pena de sucumbir numa fila de cartório ou de banco para pagar uma guia ou receber um alvará.
Todos nós já tivemos experiências pessoais dessa morosidade. Só como exemplo cito a 1ª Vara de Família de Alvorada, onde já se vão 60 dias aguardando a tal juntada de um mandado. Na comarca de Montenegro, passaram-se seis meses para juntada de uma petição. Na 7ª Vara da Fazenda Pública, levei um ano para ser intimado de um despacho. E, o pior, a douta juíza se negou a me receber em seu gabinete. Sem falar no Arquivo Judicial, onde demorar 60 dias para desarquivar um processo é comum.
Não sou mais um jovem e ainda exerço a Advocacia por gostar do que faço, mas, infelizmente, estou sendo aposentado compulsoriamente pela ineficiência do Judiciário. Estou num nível de estresse que - se insistir em continuar - serei preso por desacato ou mais uma vítima de infarto, pela incompatibilidade do meu temperamento com a ineficiência da máquina judicial.
Será que a cúpula do Judiciário não sabe disso? E a OAB, em que pese cobrar a mais alta anuidade dentre todas as categorias profissionais, o que está fazendo pela classe?
Parem o mundo que eu quero descer!
Por Jaime Lopes Izquierdo
Fonte Espaço Vital

COMO CONQUISTAR CLIENTES NA ADVOCACIA: 4 DICAS PRÁTICAS DE SUCESSO


Fazer com que possíveis clientes entrem em contato com seu escritório de advocacia é o que advogados sempre esperam, mas... por boas razões. Ninguém pode criar clientes sem um primeiro contato. Então imagine agora por alguns momentos o impacto que os conceitos a seguir podem ter no trato com seus potenciais clientes.

1 – Urgência: Para manter os potenciais clientes que estão entrando em contato com seu escritório, você e todos os envolvidos devem estar voltados para o cliente na ação imediata em dar respostas. Então esteja sempre pronto para responder ao primeiro contato e caso não seja possível fazê-lo, se valha da tecnologia para não deixar um único contato no vácuo.
Dica: permitir que uma mensagem de boas vindas, informe seus horários de atendimento, ou “para maiores informações acesse nosso formulário de contato em nosso site www...” são saídas possíveis de respostas em sua secretária eletrônica quando não puder responder rapidamente. Com os e-mails a mesma regra, use uma mensagem automática de recebimento. Assim você melhora suas chances de garantir um novo cliente.

2 – Empatia: Empatia significa a capacidade psicológica para sentir o que sentiria uma outra pessoa caso estivesse na mesma situação. Ao entender que as pessoas que entram em contato com seu escritório, geralmente estão enfrentando situações difíceis, seja educado, gentil e acima de tudo verdadeiro.
Dica: seu site também deve refletir o quanto você se importa com seus clientes em toda a sua comunicação. Lembre-se: seu site é sua presença digital na internet funcionando 24 horas por dia e 365 dias por ano!

3 – Persistência: Em outras palavras, não desista de um contato que seja difícil de alcançar. A falta de respostas pode estar relacionada a uma série de coisas, e até você ouvir um "não" firme, não pode ter a certeza de que realmente nada vai acontecer. 
Dica: é claro que ninguém gosta de ser perseguido, mas cabe a você dar a devida atenção em cada contato que expresse interesse em seu escritório de advocacia.

4 - Coleta de Dados: Sem entender seus clientes que procuram seu escritório, você terá dificuldade em identificar seus futuros clientes. Bons dados podem mostrar todos os tipos de informações, como características de clientes de alto valor e quais canais os trouxeram até seu escritório.
Dica: seus resultados irão melhorar o desempenho se você rastrear e analisar seus dados obtidos corretamente, sempre entendendo de onde estão vindo!
Como diz o ditado, você só tem uma chance de causar uma boa primeira impressão. Portanto, certifique-se que seu escritório de advocacia envie a mensagem certa aos seus futuros clientes. Isso é marketing jurídico!
Fonte Jurídica Marketing

QUANTO CUSTA O TEMPO?

O tempo se tornou um ativo cada vez mais importante para o consumidor. Entender esse fator é realmente ganhar o coração e o respeito do cliente

Com a correria característica do nosso século, ter tempo virou um luxo para poucos. As meras 24 horas do dia têm que ser muito bem administradas para que haja equilíbrio entre todas as áreas da vida: trabalho, família e descanso. Neste contexto, conseguir que alguém pare, ainda que por alguns minutos, e preste atenção no que uma empresa tem para dizer é um grande desafio. Não à toa que empresas dedicam, pelo menos, 5% de todo seu faturamento para ativações de marketing, divulgação e comunicação com o objetivo de conquistar o concorrido tempo de atenção do cliente.
Dessa maneira, ao se conseguir um minuto de sua atenção, este tempo deve ser tratado com todo o valor que merece: com respeito, objetividade, resolutividade e dedicação. Mas, se por um lado as empresas disputam acirradamente o tempo de seus consumidores, por outro, falham ao aproveitar possibilidades em que a atenção lhes é dada. Um exemplo é o tempo do cliente em contato com uma central de atendimento.
Ao entrar em contato com um serviço de atendimento ao consumidor, o cliente está interessado em ouvir o que a empresa tem para apresentar, fazendo deste momento uma oportunidade estratégica para a criação de uma ótima experiência. No entanto, este tempo considerado precioso, acaba desperdiçado entre transferências de setores, gravações de espera, solicitações repetidas e diversas burocracias que acabam  gerando uma quebra gigante de expectativa.

Dinheiro jogado fora
Se quantificarmos, em valores financeiros, o valor de cada minuto do cliente para o negócio, perceberemos que jogamos pilhas de dinheiro pela janela ao fazê-lo esperar e ao desperdiçar o seu tempo. Esse cenário pode ser ainda mais prejudicial em um momento de pós-venda ou até mesmo de suporte – momentos em que o cliente pode não estar amplamente satisfeito com o que lhe foi oferecido pela empresa. Em larga escala e dependendo do momento da compra, ele pode acabar procurando organizações de direito do consumidor.
Como fazer, então, para garantir que esses momentos tempo sejam produtivos para a empresa e, principalmente, para o cliente? Eficiência é a palavra-chave para minimizar esse o desperdício de tempo – cujo motivo, em grande parte das situações, é fruto de problemas técnicos, como falhas de sistema, ferramentas desatualizadas ou até processos redundantes – como, por exemplo, repetir o CPF mais de uma vez para resolver um problema.
Nesse ponto, investir em tecnologias que garantam eficiência, acelerando e otimizando processos, é uma necessidade não só de custos, mas também de qualidade da interação entre consumidor e colaborador. Ao diminuir o desperdício do tempo, o funcionário tem mais possibilidades de entender a necessidade do cliente, encantá-lo e também sair mais cedo para aproveitar o seu tempo como desejar. Proporcionar uma boa experiência ao cliente significa consumidores felizes, funcionários satisfeitos e prosperidade do negócio.

Por Ricardo Gorski
Fonte Consumidor Moderno

12 MANEIRAS DE ENXUGAR O ORÇAMENTO PARA ONTEM

Passos fáceis e simples são suficientes para tornar um orçamento apertado mais saudável

Em tempos de “vacas magras”, cortar gastos é essencial para aliviar os orçamentos que ficaram mais apertados. E a boa notícia é que com medidas muito simples é possível enxugar o orçamento. Algumas dicas para gastar menos e até obter uma renda extra para aliviar o bolso.

Vender coisas que você não usa
Na maioria das casas sempre há uma roupa no armário que não é usada há algum tempo, assim como aparelhos eletrônicos e eletrodomésticos que servem apenas para ocupar espaço. Para obter uma renda a mais, basta vendê-las.
Para o consultor financeiro Mauro Calil, o acúmulo de objetos inutilizados indica que as compras foram feitas de forma impulsiva ou que foram tomadas decisões erradas. “Por isso, o consumidor deve ter cuidado para não vender tudo e ocupar o espaço a mais com compras desnecessárias novamente”, diz.
Escolher o que pode ser vendido, portanto, é uma boa maneira de rever hábitos de consumo. E não há mais desculpas para não se desapegar de objetos que não são mais usados. Em uma rápida busca pela internet, é possível encontrar diversos sites e lojas que compram itens usados.

Gastar menos com refeições fora de casa
Comer fora costuma estar entre os maiores custos do orçamento, diz Calil. “Gastar 30 reais para jantar durante uma semana pode ser equivalente a passar duas semanas comendo em casa”, diz.
Portanto, mudar hábitos e buscar ao máximo comer em casa, e também levar lanches para o trabalho, pode fazer uma grande diferença no bolso.
As compras no supermercado também exigem atenção. A simples troca de uma marca por outra mais barata pode gerar economias no fim do mês.
“Há quem defenda que uma marca é a melhor como se fosse funcionário da empresa. Existem muitas ações de marketing que são feitas durante muitos anos e dão a percepção de que o produto é melhor. Isso pode não ser verdade”, diz Calil.

Eliminar gastos supérfluos
Calil define gastos supérfluos como toda compra que não traz um benefício permanente ou ao menos duradouro.
Ele cita como exemplos o cafezinho, um balde de pipoca no cinema (que pode sair mais caro do que o tíquete para assistir ao filme) e brinquedos comprados para os filhos que são usados duas vezes e depois ficam encostados.
Acumulados, esses pequenos gastos pressionam o orçamento e precisam ser controlados.
A ideia não é deixar os gastos com lazer de lado, mas usar o dinheiro de forma mais inteligente. “Em vez de ir frequentemente a bares com amigos, por que não convidá-los para encontros em casa, onde a bebida e comida sairá mais em conta?”, diz Calil.

Reduzir o pacote de TV a cabo ou o plano do celular
Serviços que são pouco utilizados não precisam ser necessariamente cancelados, mas seus custos podem ser reduzidos.
Se não há tempo para ver todos os canais oferecidos pela TV a cabo, talvez seja a hora de repensar e escolher um pacote que ofereça menos opções de canais.
Se o consumidor acessa a internet pelo celular por mais tempo do que o plano contratado permite, por que não escolher um plano que seja mais adequado ao deu perfil de uso? Com certeza sairá mais barato do que pagar por mais dados de forma avulsa.
Calil cita o caso de um casal que tinha seis pontos de TV a cabo em casa: na sala, quartos, cozinha e até na churrasqueira. “Não faz sentido pagar a mais por uma comodidade que dificilmente será utilizada de forma completa”.

Consumir de forma consciente
Hábitos de consumo conscientes, além de protegerem o meio ambiente, também aliviam o bolso.
Se o imóvel tem goteiras ou vazamentos, pode ser a hora de consertar. A dica também vale para reduzir gastos com eletricidade, diminuir o tempo do banho, entre outros.
O consumo com consciência também passa pela eliminação de desperdícios de alimentos e outros produtos com prazo de validade, como cosméticos. Para isso, basta comprar apenas o necessário.

Dividir o aluguel e as contas
Encontrar alguém para dividir o imóvel, seja um parente, amigo ou conhecidos, pode representar um alívio significativo no orçamento pessoal.
Para quem não quer perder a privacidade, a opção pode ser mudar para um imóvel que tenha um aluguel mais barato, localizado em um bairro com preço do metro quadrado mais em conta.

Buscar uma renda extra
Trabalhar horas extras, fazer freelancers e até transformar hobbies em “bicos” remunerados são iniciativas que ajudam a lidar com um orçamento mais apertado.
Há também a opção de alugar quartos para viajantes. Matéria anteriormente publicada em EXAME.com mostrou que a renda extra mensal com o aluguel de um quarto pode superar facilmente a casa dos milhares de reais. Se o imóvel estiver localizado em uma cidade turística, a chance de ganhar dinheiro é ainda maior.

Revisar preços de seguros e tarifas do banco
Seguros e tarifas bancárias são custos fixos que têm grande impacto no orçamento mensal. Portanto, devem receber atenção especial quando o tema é enxugar gastos.
Para isso, basta pesquisar se outros bancos e seguradoras estão oferecendo preços menores pelos mesmos serviços. É recomendável realizar essa pesquisa periodicamente.
No caso de tarifas cobradas pelo cartão de crédito, apenas um telefonema para o banco pode fazer com que as taxas sejam negociadas. “Os descontos podem ser enormes”, diz Calil. Quem usa muito os serviços costuma ter mais poder para barganhar custos menores.

Reduzir os juros das dívidas
Para quem está no vermelho, migrar os débitos para empréstimos com taxas de juros menores permite economizar e, consequentemente, quitar a dívida com maior rapidez.
A dica vale principalmente para quem costuma entrar no cheque especial, cujas taxas de juros costumam ser as maiores do mercado. Nesse caso, basta ligar para o gerente do banco e solicitar a migração da dívida para uma modalidade de crédito mais barata, como o crédito consignado.
Por Marília Almeida
Fonte Exame.com

DIFICULDADE DE ACORDAR

Dificuldade de acordar pode ter relação com gene do relógio biológico

Por Marcos Muniz

THE WORKING WEEK

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quarta-feira, 2 de abril de 2025

ADVOGADOS DEVEM APRENDER A VENDER SEUS SERVIÇOS


"Vendafobia" e "marketingfobia" poderão, um dia, ser incluídas em dicionários para expressar a aversão que seres humanos — nem todos — têm às atribuições de vender e de "marquetear" — que incluam mais esta. A aversão é significativamente maior entre advogados. Recusam-se — nem todos — a vender e a fazer marketing, porque essas funções colidem com o senso que têm, justificadamente, da nobreza da profissão. Esse é o lado filé-mignon da advocacia. No entanto, em nome do sucesso profissional, também há que se aprender a roer ossos. Para esse mister — o de roer ossos — é melhor dispor de algumas boas ferramentas.
"Não é tão difícil vencer esse pavor", afirma o advogado e consultor de comunicação John Cunningham. Na verdade, é preciso vencer essa resistência às funções de marketing e de vendas, porque elas são inerentes ao funcionamento do escritório de advocacia, e de qualquer organização que dependa de receita para sobreviver. Todos os advogados de uma firma devem aprender e praticar as técnicas de marketing e de vendas, ele diz. Às vezes se pensa que isso é um problema dos sócios. Mas é um engano, porque a sobrevivência da firma e dos empregos dos advogados contratados e associados depende do trabalho dos rainmakers, expressão inglesa que define todos os advogados da firma que ajudam a conquistar clientes.
Os advogados empregados ou associados podem pensar que basta fazer um bom trabalho para garantir a segurança no emprego. Mas não é novidade que competência não é garantia de emprego, nem para advogados, nem para qualquer profissional. "É muito comum se ver advogados experientes e competentes serem substituídos por advogados mais jovens, com salários mais baixos, em tempos de contensão de despesas", lembra Cunningham. "No entanto, os rainmakers dificilmente são demitidos. A empresa precisa deles, mais do que nunca, para conquistar novos clientes e enfrentar a crise". E, se forem dispensados por qualquer razão, muitas firmas vão ficar interessadas em contratá-los, garante Cunningham.
Na verdade, o aprendizado da arte do marketing, da venda, da negociação e dos negócios deveria começar, para todos os profissionais, nos cursos universitários. E ser aperfeiçoado na educação continuada, como em cursos profissionalizantes. Afinal, o profissional terá de fazer o marketing e a venda de seu trabalho — e também de si mesmo — em todo o percurso do desenvolvimento de sua carreira. Terá de negociar a vida inteira. Fora disso, fica na esperança de que o sucesso caia dos céus com a próxima chuva.
A razão porque grandes profissionais falham quando deixam um emprego para abrir seus próprios negócios, seja em que ramo for, é que eles não passam de grandes profissionais. Em cursos de negócios nos EUA, ensina-se que qualquer empresa, e incluam-se aí firmas de advocacia, precisa ter a participação mínima de três elementos humanos, fora capital e outros elementos materiais, para garantir alguma chance de sucesso: um bom empresário, um bom marqueteiro e um bom profissional. Se um desses elementos falhar, todo o empreendimento corre um sério risco de não decolar.
Toda a sociedade de advogados precisa de profissionais que desempenhem as funções de empresário e de marqueteiro, para que os demais sócios e associados possam exercer a de advogado, sem esperar por más notícias no fechamento do mês. Para advogados autônomos e sócios de pequenas firmas, o único recurso de cada elemento humano é se transformar em três-em-um. Isto é, ser capaz de exercer as três funções, de empresário, marqueteiro e profissional, cumulativamente, mesmo que tenha de designar dias na semana ou horários nos dias para assumir cada uma de suas "personalidades" profissionais.
Qualquer firma começa com força para decolar, mesmo que o escritório esteja em processo de instalação em uma sala da casa, se tiver um ou dois clientes acertados. Isso é, tudo começa com o trabalho do marqueteiro e do empresário. Antes mesmo de alugar uma sala no centro da cidade, o marqueteiro pode anunciar ao mundo, ou seja, a todas as pessoas que conhece e que passará a conhecer em encontros ocasionais ou arrumados, que está no mercado, em tal área de atuação. O empresário pode entabular as negociações e procurar fechar algum contrato, mesmo que verbal. Ao profissional caberá corresponder a esse esforço, fazendo um ótimo trabalho para realimentar os esforços de marketing e de vendas.
A palavra "arte", no fim das contas, não é um bom atributo para as funções de "marquetear", vender e advogar. Marketing e vendas, como advogar, são capacidades, ou qualificações, que, acima de tudo, são adquiridas e desenvolvidas por meio do aprendizado e da prática. Fazer marketing e vendas, por sua vez, não depende de um esforço sobre-humano, de uma agressão às próprias vísceras. É uma técnica que se aprende, se desenvolve e se põe em prática, simplesmente.
A melhor técnica de marketing para advogados e para qualquer profissional não vem, necessariamente, de campanhas de marketing ou de campanhas publicitárias. Pode vir de procedimentos tão simples quanto frequentar clubes, associações, organizações, eventos, para fazer relacionamentos e obter informações sobre clientes prospectivos.
A melhor técnica de venda não vem, necessariamente, de um grande esforço de venda. Pode vir de uma conversa com um prospectivo cliente, em que nada tem de lhe ser vendido. Mas que informações têm de ser apuradas sobre a vida individual e familiar do futuro cliente, sobre sua empresa e o funcionamento dos negócios. Nessas conversas, problemas reais ou possíveis podem ser identificados e soluções jurídicas podem ser apresentadas. O cliente pode, em alguns casos, tomar a iniciativa de contratar os serviços do advogado. Se isso não acontecer, cartas ou cartões de agradecimento podem estimular o cliente prospectivo a tomar uma atitude. E assim por diante.
Na reportagem seguinte, o advogado e consultor de comunicação John Cunningham fala sobre os dez principais argumentos levantados por advogados para justificar sua resistência ao marketing e às vendas. E oferece sugestões, muito apropriadas para firmas de advocacia e advogados autônomos, que podem ajudar a superá-las. Há dificuldades, mas é preciso enfrentá-las em nome do sucesso profissional e da firma, ele diz. Vale o conselho de Pablo Picasso: "Estou sempre fazendo o que não consigo fazer, para aprender como fazê-lo".

Por João Ozorio de Melo
Fonte Consultor Jurídico

CONTRATAÇÃO EFICIENTE: DOS PEQUENOS SERVIÇOS ÀS GRANDES OBRAS

A contratação de serviços é uma das principais causas de transtornos nos condomínios, mas é possível evitá-los com informação e medidas eficazes

Embora a contratação de serviços faça parte da rotina dos condomínios, é comum o surgimento de problemas, desde as manutenções do dia a dia até os grandes projetos.
Contratar profissionais e empresas para prestar serviços é uma das funções mais importantes dos síndicos, pois pode causar não apenas transtornos, mas também prejuízos financeiros aos condôminos. Para evitar esse tipo de situação, o advogado paulista Rodrigo Karpat, especialista em direito condominial, lista passos fáceis a serem seguidos, sendo o primeiro deles a verificação da real necessidade de realizar determinada manutenção ou obra.
Depois de avaliar essa necessidade, devem ser feitas três cotações para a obra, para então levar o assunto à assembleia – ou novamente, caso já tenha sido feita uma reunião prévia. Com a aprovação, o próximo passo é a pesquisa da empresa e de referências de pessoas que já adquiriram os serviços.
“Com a escolha, deve ser feito o contrato de prestação de serviços com base no que foi ajustado. Apenas após a assinatura do contrato é que a obra deverá ter início. E, dependendo da natureza dessa obra, o condomínio ainda poderá optar por contratar um engenheiro para acompanhamento”, explica Karpat.
Fazer uma boa pesquisa das empresas disponíveis e buscar referências também é o primeiro ponto de destaque para o advogado Alberto Luíz Calgaro. Segundo ele, são inúmeros os casos de contratempos, por isso é essencial que a escolha seja feita com cuidado. “A maioria dos problemas poderia ser evitada, ou ao menos amenizada, com cuidados básicos na hora de escolher e contratar o prestador de serviços”, frisa.
O advogado ainda sugere uma consulta no site do Tribunal de Justiça da cidade para conferir a situação da empresa, utilizando apenas o nome e o CNPJ. “A existência de uma ação não significa, necessariamente, que a empresa seja ruim, mas um mau prestador de serviços não dura muito tempo sem ser demandado em diversas ações judiciais”, diz Calgaro.
É recomendável também que o condomínio sempre contrate empresas com situação regular, “exigindo a emissão de notas fiscais, e, quando for o caso, realizando a correta retenção de impostos na hora dos pagamentos”, completa o advogado. Nesse quesito, Karpat chama a atenção para os profissionais autônomos. “Caso seja um prestador autônomo para pequenos reparos, ele deverá emitir um RPA (Recibo de Prestador Autônomo), com o devido recolhimento de 11% do INSS por parte do empregado e 20% por parte do empregador”, acrescenta.

Contrato detalhado: uma prática essencial
Escolhido o prestador de serviços, chega a hora de elaborar o contrato, outro ponto essencial destacado pelos dois advogados. “Deve-se sempre fazer um contrato, especificando ao máximo o serviço que será prestado, como o tipo do serviço, quantidades, qualidade dos materiais e produtos, além dos prazos para execução, valor total e das parcelas, forma de pagamento, entre outros. Quanto mais claro o contrato, melhor. Em caso de contratos de maior valor ou maior complexidade, é recomendável que o condomínio seja assessorado por um advogado. Prevenir é sempre melhor e mais barato do que remediar”, frisa Calgaro.
A forma de pagamento também é uma questão a ser detalhada no contrato, já que é comum a opção de parcelamento, principalmente no caso de obras maiores e que exijam várias etapas de serviços. “Deve-se definir em contrato as etapas a serem atingidas pelo prestador de serviços. Nesse caso, o condomínio deverá dividir o valor total do preço pelo número de etapas, vinculando o pagamento das parcelas ao efetivo cumprimento de cada etapa, deixando uma parcela para ser paga com o recebimento da obra pronta”, explica Calgaro.
“Por exemplo, a primeira parcela é sinal, a segunda parcela é contra a remoção do piso, a terceira parcela é contra a impermeabilização, a quarta parcela é no aceite da obra, a quinta parcela é 30 dias após o aceite. Prestações condicionais, como as informadas no exemplo, amarram o prestador de serviços, e, no caso de ação judicial, facilitam o processo”, acrescenta Karpat.
Alguns projetos ainda exigem que o profissional contratado seja técnico e devidamente habilitado junto ao Crea/SC (Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Santa Catarina), caso contrário, a obra é considerada irregular – e a probabilidade de problemas aumenta ainda mais. “A ART (Anotação de Responsabilidade Técnica) ou RRT (Registro de Responsabilidade Técnica) em obras é necessária, pois assegura o termo de responsabilidade técnica daquele que está executando, assim como que a execução ocorrerá de acordo com o projeto apresentado”, explica Karpat.

Responsabilidade mútua
Na contratação de prestadores de serviços, existem duas situações distintas relacionadas à responsabilidade do condomínio sobre os funcionários envolvidos. “No caso de contratação de empresa regular para realizar uma obra, por exemplo, não existe responsabilidade subsidiária pelo pagamento de salários de empregados. Nesse caso, há que se focar na segurança do trabalho, qualidade de materiais, entre outros”, detalha Calgaro.
Quando há contrato de terceirização, por sua vez, as responsabilidades do condomínio aumentam. “Há a responsabilidade subsidiária da parte trabalhista, e, portanto, a necessidade de o condomínio exigir a prévia comprovação dos pagamentos dos empregados, para, somente depois, efetuar o pagamento à empresa terceirizada”, orienta o advogado. “O condomínio também deverá exigir o comprovante de depósitos do FGTS e INSS de todos os empregados que prestam serviço, antes de realizar o pagamento do boleto mensal”, completa.
A responsabilidade mútua ainda inclui contratos firmados com empresa responsáveis pela limpeza de fossa, por exemplo, que é uma prática comum em Santa Catarina. “Via de regra, a responsabilidade pela operação é da empresa. Porém, caso o condomínio contrate uma empresa sem licença, com conhecimento da ilegalidade, poderá concorrer para o crime ambiental”, diz Karpat. Para serviços de dedetização, ainda é aconselhável verificar se a empresa possui experiência e bom conceito no mercado, além de conferir se os produtos utilizados possuem o devido registro na Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).
“Não são raros os casos de empresas que trabalham com produtos caseiros ou sem registro oficial, que podem ser ineficazes ou excessivamente tóxicos”, ressalta Calgaro, que não deixa de destacar novamente a exigência da nota fiscal, com as informações sobre o período de garantia da dedetização. “Bem como verificar se os empregados estão usando os equipamentos de proteção. Empresas sérias trabalham com produtos de qualidade, fornecem todos os EPI (Equipamento de Proteção Individual) aos seus empregados e fazem questão de demonstrar isso aos seus clientes. Se a empresa apresentar justificativas para não o fazer, desconfie”, finaliza o especialista.

O barato sai caro
A falta de referências da idoneidade da empresa e a falta de formulação de um contrato detalhado foram os dois motivos que levaram o condomínio Solar do Araguaia a ter problemas com o prestador de serviços. Segundo Leiri Remor, que assumiu o cargo de síndica quando o transtorno já havia começado, a intenção era apenas instalar claraboias no telhado da garagem e reformar uma porta do salão de festas e da entrada principal do edifício.
Logo na execução da primeira parte da obra, no entanto, os problemas já começaram. “O material usado na porta do salão de festas não foi o combinado. Tínhamos combinado de fazer as molduras em alumínio, mas ao invés disso, foram feitas em outro material e pintadas de cor prata. Material de quinta categoria, nem de segunda. E ainda tamparam todos os defeitos com cantoneiras”, relata a síndica, ao detalhar que as claraboias do telhado ainda resultaram em goteiras sobre os carros na garagem.
Com a insatisfação, o prestador voltou ao condomínio para fazer os reparos, mas a situação ficou ainda pior. “Ele mexeu quatro vezes e ficou com mais defeitos. Usou material de sobras, tudo muito mal feito”, contou Leiri, que decidiu sustar os cheques que havia dado previamente e cancelar a obra no portão de entrada. No entanto, 80% do serviço já haviam sido pagos e a empresa, que usou CNPJ de terceiro para emitir a nota, se recusou a refazer o projeto.
Segundo o advogado Calgaro, esse caso envolveu diversos erros: “a falta de um contrato escrito, a contratação de pessoa física que emite nota fiscal de uma terceira empresa e a entrega de cheques pré-datados. Com relação aos cheques, vale registrar que eles podem ser repassados a terceiros pelo prestador de serviços, gerando enorme dor de cabeça para o condomínio caso precise sustá-los, como ocorrido”, diz o especialista.
“Por isso, não é recomendável emitir cheques pré-datados, mas sim fazer constar no contrato a obrigação de pagamento da parcela no momento em que uma determinada etapa da obra for atingida, e somente após a emissão da respectiva nota fiscal. Por fim, com relação ao fato de o prestador de serviços ter emitido uma nota fiscal de outra empresa, é possível estudar a eventual responsabilização solidária da referida empresa com o profissional contratado”, completa.
Para evitar esse tipo de situação, o síndico profissional Ermildo Tadeu Rodrigues, do Condomínio Edifício Max Tower Business Center, em Coqueiros, opta por trabalhar com uma comissão de obras, “pois ela ajuda a elencar e fiscalizar. Elaboramos um descritivo com isso quando solicitamos os orçamentos, e o prestador já sabe o que tem de ser executado”, relata ele, que também busca sempre profissionais habilitados e contrata empresas que apresentem ART ou RRT. “Porque, além de ser norma técnica (ABNT), nos dão mais segurança durante a obra”.
Para o síndico, o principal indício de que a contratação de determinado profissional ou empresa poderá dar prejuízo começa pelo valor muito abaixo do mercado. Esse fator, aliás, foi um aprendizado relatado por Leiri. “É preciso desconfiar dos valores muitos baixos e fazer um contrato bem elaborado, sem adiantar o pagamento. Além disso, tem o ditado muito sábio que já se falava desde a época da minha mãe: o barato sai caro”.

Por Beatriz Carrasco
Fonte Karpat Sociedade de Advogados

20 HABILIDADES IMPRESCINDÍVEIS A QUALQUER PROFISSIONAL


Todos querem trabalhar numa excelente corporação. Todos querem estar nas "Melhores Empresas Para Se Trabalhar". O que nem todos captam, é que quem faz esta ou aquela empresa ser uma organização bem quista por todos, são as pessoas. São os funcionários, os capitais humanos que faz com que uma empresa cresça e se multiplique em seu nicho mercadológico. Logo, o que faz uma empresa ser melhor para se trabalhar é a própria pessoa que nela atua.
Várias pessoas têm conversado comigo, seja após minhas palestras, seja quando me contratam para ministrá-las, e me perguntam quais habilidades esses profissionais devem ter para fazer de qualquer organização, uma empresa melhor. Como estou sempre observando o ambiente onde me encontro, para identificar tendências e analisar como é o comportamento das pessoas, pude perceber quais são as necessidades das organizações, e quais são os profissionais que estão um passo a frente dos demais.
Procurei sintetizar o que observei para poder compartilhar com você um pouco dessas habilidades, que, creio, são imprescindíveis. Noto que essas habilidades fazem parte das pessoas que possuem um perfil empreendedor. Nas minhas palestras, costumo dizer que, se eu fizesse parte dos Recursos Humanos de uma empresa, somente contrataria uma pessoa que tivesse brilho nos olhos, uma "cara de orgasmo", ou seja, que fosse cheia de vitalidade, de energia, que não vê a hora de arregaçar as mangas e começar a fazer aquilo que ela tem de melhor, porque ela tem consciência do que pode agregar e o que pode fazer de diferente em seu ambiente profissional.
Além desse brilho único no olhar e da consciência da relevância que ela tem no que faz, eu destaco ainda outras habilidades:

1) Integridade e coerência. Revela a capacidade que o profissional tem de se relacionar. Faz com que as outras pessoas se comprometam e cooperem com ele. Para isso é preciso confiança dentro de uma organização, bem como potencializar alguns pontos do profissional: analisar as situações em que houve um descomprometimento com alguma tarefa; informar aos outros quando não irá poder cumprir com uma tarefa, para não perder sua credibilidade; aplicar os feedbacks em suas ações; reconhecer seus erros perante os demais; fazer um planejamento, como um fluxograma, dos compromissos adquiridos que devem ser cumpridos.

2) Flexibilidade. É a atitude para lidar com os imprevistos e contornar os momentos de crise. Para isso, tem que se “treinar” a improvisação. Mas como? Há alguns pontos que ajudam esse treinamento: reduzir o tempo que se emprega planejando uma tarefa; sempre que puder troque um trabalho que exige minuciosidade e morosidade por ações; trabalhe com equipes que contenham uma diversidade de pessoas, que vai te ajudar a aceitar que não existem verdades absolutas; crie o costume de pedir a opinião para toda sua equipe, e observe os vários pontos-de-vista para resolver um determinado problema; marque num papel os motivos que o levaram a determinar certa decisão, e se você os mantém ou não quando a situação muda de rumo.

3) Autoconfiança e autoconhecimento. Essas habilidades são importantes para você assumir riscos e ter segurança, são ótimas para o espírito empresarial, visando ser um líder e empreendedor. Para isso saia da sua zona de conforto e comece a ter uma visão mais ampla de até onde você pode chegar; marque num papel seus objetivos, circule os que já alcançou e sempre determine novos; fuja das pessoas muito protetoras e de superiores que não delegam tarefas, limitando sua capacidade; para melhorar seu autoconhecimento tente enxergar como as pessoas ao seu redor o vêem, ou procure um especialista no assunto, como um terapeuta, para melhorar suas capacidades pessoais.

4) Intuição. Deixar guiar-se pela sua intuição pode ajudar a livrar-se de um problema rapidamente, quando há escassez de tempo, e ajuda a melhorar sua capacidade de criação. Para isso é preciso aprender a pensar intuitivamente, como um “efeito helicóptero”, que significa ver as coisas de cima com uma certa distância; tente resolver um problema que pode até ser óbvio para os outros, e encontre mais de uma solução; quando tiver que explicar situações complexas, crie o hábito de simplificar as informações, identificando o ponto-chave para aqueles que concordam com a sua argumentação.

5) Capacidade crítica. Habilidade para analisar criticamente toda tarefa que lhe é delegada. Como se todo projeto ou trabalho seja feito com todos os prós e contras. Segundo os especialistas essa é uma das habilidades mais difíceis de se desenvolver, porém há algumas maneiras de exercitá-la: tente utilizar o lado mais racional do cérebro, evitando tomar decisões baseadas nas emoções; melhore sua capacidade de enxergar a realidade, analisando separadamente cada uma das partes que condicionam a solução de um problema, e peça a ajuda de outras pessoas para descobrir novos fatores que você não havia percebido; crie o hábito de marcar num papel qual o motivo lógico (racional) que o levou a chegar a determinada conclusão; discipline sua mente para criar todas as argumentações possíveis para defender suas idéias, sem se esquecer os detalhes como datas e investimentos.

6) Iniciativa. Serve para tornar as idéias boas em prática. É agir com velocidade e inovação. Para potencializar essa habilidade: ofereça ajuda para resolver situações difíceis e imprevisíveis; se tem tendência a evitar os riscos, passe a considerar os erros cometidos no passado como novas oportunidades para aprender; desenvolva atividades que estão coligadas à iniciativa como delegar tarefas, análise de custo-benefício; clarifique suas prioridades para colocá-las em prática.

7) Compreensão. Refere-se a compreensão e domínio da cultura da organização, otimizando o relacionamento de todos aqueles que trabalham, para ter um bom relacionamento com colegas, clientes e fornecedores. Para isso analise sua organização internamente, averigüe seu funcionamento e saiba dos obstáculos que possa vir a enfrentar; quando te anunciam um caminho, tente descobrir como as outras pessoas da organização reagirão em relação a esta nova meta.

8) Competitividade. Ter metas claras, não deter-se em chegar ao objetivo comum. Preocupar-se em realizar um excelente trabalho, ir além dos objetivos determinados por seus superiores, ter tendência a inovar e desfrutar coisas que antes não conseguia. Todos esses fatores referem-se a uma competitividade sadia, um passo para o sucesso. Esta habilidade está intimamente ligada às suas emoções e motivações pessoais. Questionar sobre seus objetivos e metas; sobre aquilo que realmente gosta de fazer e evitar rotinas de trabalho, sempre inovando, é um modo de potencializar essa habilidade.

9) Visão no cliente. Descobrir os desejos ocultos do outro, investir tempo sobre as necessidades das outras pessoas e clientes, enfim, detectar aquilo que satisfaz o cliente. Para potencializar essa habilidade: controle suas emoções e tenha flexibilidade para relacionar-se com os diversos tipos de pessoas; quando tem que lidar com clientes que não são muito claros naquilo que desejam, aprenda a questioná-los, para detectar sua real necessidade e desejos; tente manter-se sempre disponível para o cliente; seja simpático; desenvolva um histórico de pedidos de todos os seus clientes, para que quando eles entrarem em contato, você possa otimizar a comunicação.

10) Compreensão interpessoal e empatia. Ter sensibilidade para lidar com todos, satisfazer aos demais, tornar-se o líder do grupo graças a sua empatia. Esta é a habilidade chave, principalmente para aqueles que lidam diretamente com o atendimento ao cliente e profissionais na área de prestação de serviços, pois cabe a esses profissionais identificar com empatia aquilo que seus clientes realmente necessitam. Na verdade, a empatia se desenvolve com a prática, primeiro conscientemente (tomando notas do que o outro diz, escutando dúvidas e necessidades), e depois convertendo isso num hábito diário.

11) Capacidade de liderança. É a capacidade natural dos outros seguirem a você. Se você tem facilidade em motivar seus colegas de trabalho, e eles sempre pedem a sua opinião para tomar decisões importantes, você já tem essa capacidade dentro de si. Fazer com que os superiores também te sigam é uma boa proposta. Para pontecializar ainda mais essa capacidade, dedique uma parte do seu tempo para escutar os demais da equipe, conhecer os problemas pelos quais estão passando e deixar claro que eles podem confiar em você para alcançarem suas metas; tente ganhar o respeito dos demais por meio de suas atitudes, trabalhando com coerência e dando sempre o bom exemplo.

12) Persuasão. Influenciar e persuadir os demais para alcançar os objetivos propostos é uma habilidade muito poderosa. Alguns têm um inexplicável magnetismo com os outros membros da equipe, para que eles dêem o melhor de si. Mas, para conseguir ganhar mais capacidade de persuasão, há algumas dicas: melhore sua capacidade de comunicação e a maneira de por no papel o planejamento das metas; seja coerente em tudo o que diz ou faz, pois é a segurança de sua credibilidade, e assim poderá fazer com que os outros te sigam. Apenas não confunda essa poderosa habilidade de persuadir com a de manipular as pessoas, pois nesse caso essa capacidade deixa de trazer benefícios profissionais para você.

13) Relacionamentos/Pessoas. Manter relações de longo prazo com os colegas de trabalho fora do ambiente profissional; dominar as habilidades interpessoais importantes, como escutar os outros; trabalhar orientando-se nas pessoas e não nas tarefas. Essas e outras atitudes pertencem a uma habilidade muito valiosa e bem requisitada no meio corporativo pelas grandes empresas: a capacidade de relacionamento interpessoal. Para aprimorar essa habilidade: compartilhe com os demais seus assuntos pessoais; escolha pessoas que mais têm afinidade contigo, e estabeleça uma relação de confiança dentro e fora do ambiente de trabalho; trate cada um de forma personalizada; amplie sua rede de relacionamentos, entrando em contato com pessoas novas em reuniões, por exemplo.

14) Coaching. A palavra coach em português significa treinador, mentor. Quem tem a habilidade de “coaching” é aquela pessoa capaz de observar o trabalho em equipe e identificar quais os indivíduos são mais adequados para executar determinada tarefa; consegue abranger as necessidades pessoais de cada um com as necessidades da empresa como um todo e se preocupa para que toda equipe se desenvolva e cresça profissionalmente. Para aprimorar sua capacidade de coach, é preciso primeiramente se espelhar em um outro coach, que te ajude a identificar suas próprias fortalezas, e fazer com que você desenvolva-se profissionalmente, cada vez mais.

15) Trabalho em equipe. Se sentir bem em estar colaborando com todas as pessoas, em que elas também lhe digam o que deve fazer; escutar e respeitar as opiniões alheias diversas das suas; preferir trabalhar em conjunto para alcançar um objetivo comum a trabalhar sozinho para almejar por metas individuais. Essas são atitudes daqueles que possuem essa brilhante capacidade de trabalhar em equipe. Aprender a aceitar críticas; aprender a delegar tarefas; pedir opiniões para os demais e eliminar as barreiras formais em situações rotineiras são formas de você pontecializar mais essa habilidade.

16) Visão do negócio. Para aqueles que se preocupam em estar sempre atualizados; têm a própria opinião sobre em qual lugar está sua organização e para onde ela irá caminhar e é capaz de prever as conseqüências das suas decisões antes que elas virem um problema. Essas são as características de quem já possui essa habilidade, de aguçar seu faro para um todo. Para pontecializar ou começar a treiná-la: desenvolva seu lado e sua curiosidade intelectual, acostumando-se a ler livros, revistas e jornais periódicos; dedique uma parte do seu tempo para planejar, analisar e estabelecer prioridades na sua área de atuação; para prever possíveis conseqüências no futuro, passe a analisar a realidade do mercado em longo prazo, contrastando dados do passado com dados do presente.

17) Autocontrole das emoções. Controlar as situações difíceis e ter capacidade para suportar com naturalidade as situações de máximo estresse. Essas são algumas das características das pessoas que possuem essa habilidade. Para otimizar o controle das suas emoções, ou começar a ter essa habilidade: tome as decisões importantes em momentos de lucidez e não quando você estiver de mal-humor; aprenda a frear as reações negativas, contar até 10 já começa a resolver, ou peça para que alguém te ajude a se controlar; pare para respirar se necessário; potencialize sua habilidade interpessoal com os demais, assim você entenderá os pontos-de-vista dos outros, o que lhe ajudará a compreender melhor suas reações negativas em alguns momentos.

18) Comunicação e negociação. Aqueles que têm a capacidade para iniciar conversas com todos os tipos de pessoas e que, quando explicam assuntos complexos aos demais, conseguem fazer com que eles captem a mensagem logo em seguida. Essas são características das pessoas que possuem a habilidade da comunicação e negociação em evidência. Para otimizar ainda mais essa habilidade: use o feedback para descobrir quais são os obstáculos que te limitam quando se comunica com os demais; para evitar mal-entendidos, use sempre expressões como “ajude-me a...”, assim você consegue negociar e delegar tarefas aos demais.

19) Agilidade para tomar decisões. Não deixe que uma análise excessiva dos fatos faça com que você não tome decisões, te paralise. Essa habilidade se encaixa perfeitamente nas áreas em que se exijam resultados imediatos e decisões estratégicas, sem perder tempo em longas reuniões. Para otimizar: sempre analise todas as informações possíveis antes de tomar uma decisão, evite agir sob pressão; crie o hábito de anotar como você resolve os problemas mais complexos, assim quando tiver que tomar uma decisão difícil, já saberá como resolvê-los.

20) Aprendizado e desenvolvimento pessoal. Aqueles que estão dispostos a iniciar novas tarefas e buscar novos enfoques ou novos modos de fazer as coisas; sentem-se mais motivados com o desenvolvimento pessoal do que com as recompensas materiais que possam vir a ter. Essas são algumas das características que essa habilidade influi. Para otimizar ainda mais ou desenvolver essa habilidade: tente melhorar sua autocrítica com os feedbacks, pois, com eles os outros lhe informam o que está indo bem e mal com você. Se você for capaz de assumir suas críticas e erros será capaz de desenvolver qualquer aprendizado.
Por Leila Navarro
Fonte Portal Administradores