Luiza's Blog
quarta-feira, 2 de abril de 2025
terça-feira, 1 de abril de 2025
18 CARACTERÍSTICAS DE UM BOM MENTIROSO
Já dizia o doutor House: as pessoas mentem.
Algumas, muito mais e muito melhor do que as outras. Por isso, é normal desconfiar das histórias absurdas do amigo ou acreditar que o seu colega de trabalho pode ser um psicopata. Mas não há motivos para a paranóia.
A revista Scientific American mencionou recentemente o trabalho de uma equipe de pesquisadores liderados pelo psicólogo holandês Aldert Vrij, da Universidade de Portsmouth, que listou características típicas de mentirosos convicentes para ajudar a identificá-los:
1- São manipuladores. Segundo o artigo, manipuladores mentem frequentemente e não têm escrúpulos morais – por isso, sentem menos culpa. Eles também não têm medo de que as pessoas desconfiem e não precisam de muito esforço cognitivo para fazer isso. A coisa meio que acontece naturalmente.
2- São bons atores. Quem sabe atuar tem mais facilidade em mentir e se sente confiante ao fazer isso, pois sabe que é capaz de fingir muito bem. (Antes que comece a polêmica, não estamos dizendo aqui que bons atores são necessariamente mentirosos. A lógica é oposta: bons mentirosos é que são, geralmente, bons atores)
3- Conseguem se expressar bem. “Pessoas expressivas geralmente são benquistas”, dizem os pesquisadores. Elas dão uma impressão de honestidade porque seu comportamento sedutor desarma suspeitas logo de início, além de conseguirem distrair os outros facilmente.
4- Têm boa aparência. Pesquisas já mostraram que pessoas bonitas tendem a ser mais queridas e vistas como honestas, o que ajuda quem curte enganar os outros.
5- São espontâneos. Para acreditarmos num discurso, ele precisa parecer natural. Quem não tem a capacidade de ser espontâneo acaba parecendo artificial – e fica difícil convencer alguém desse jeito.
6- São confiantes enquanto mentem. Bons mentirosos geralmente sentem menos medo de serem desmascarados do que as outras pessoas. Então, mantêm uma atitude confiante em relação à sua habilidade de mentir.
7- Têm bastante experiência em mentir. Assim como nas outras coisas, o treino também leva à perfeição quando se trata de mentir. Quem está acostumado a isso já sabe bem o que é necessário para convencer as pessoas e conseguem lidar mais facilmente com suas próprias emoções.
8- Conseguem esconder facilmente as emoções. Em algumas situações mais arriscadas, mesmo um mentiroso veterano pode sentir medo e insegurança. Nesse caso, é fundamental conseguir camuflar bem essas emoções. Além disso, já dissemos que mentirosos geralmente são pessoas expressivas, né? Pois é: eles costumam ser bons em fingir sentimentos que não estão realmente sentindo, mas também tendem a manifestar seus verdadeiros sentimentos espontaneamente. Por isso, é necessário ter habilidade em mascará-los para que não venham à tona.
9- São eloquentes. Pessoas eloquentes conseguem confundir mais facilmente as pessoas com jogos de palavras e conseguem enrolar mais nas respostas caso lhe perguntem algo que exija outras mentiras.
10- São bem preparados. Mentirosos planejam com antecedência o que vão fazer ou dizer para evitar contradições.
11- Improvisam bem. Mesmo estando preparado, é preciso estar pronto a improvisar caso alguém comece a desconfiar da história que ele inventou ou as coisas não saiam como esperava.
12- Pensam rápido. Para improvisar bem, é preciso pensar rápido. Quando imprevistos acontecem, e fica fácil desconfiar quando a pessoa fica sem resposta ou tenta ganhar tempo dizendo “ahhn” ou “eee”. Bons mentirosos não têm esse problema e conseguem pensar em uma saída rapidamente.
13- São bons em interpretar sinais não verbais. Um bom mentiroso está sempre atento à linguagem corporal do seu ouvinte e consegue interpretar sinais não-verbais que possam indicar desconfiança. Caso identifique indícios de suspeitas, ele muda de atitude ou melhora a história.
14- Afirmam coisas que são impossíveis de se verificar. Por motivos óbvios, bons mentirosos costumam fazer afirmações sobre fatos que sejam impossíveis de se provar e evitam inventar histórias mirabolantes que poderiam ser facilmente desmascaradas.
15- Falam o mínimo possível. Quando é impossível falar algo que não pode ser verificado, o mentiroso simplesmente não diz nada. Se a peguete pergunta ao mentiroso onde estava naquela noite em que não atendeu ao telefone, ele vai preferir responder algo como “honestamente, eu não me lembro”. Melhor do que inventar que teve de levar a avó ao médico. Quanto menos informação fornecer, menos oportunidade ele terá de ser desmascarado.
16- Têm boa memória. Quem quer desmascarar um mentiroso procura por contradições no seu discurso, porque muitas vezes eles podem simplesmente se confundir ou esquecer detalhes que inventaram. Mas não se impressione se a pessoa conseguir se lembrar e repetir cada vírgula do que lhe contou anteriormente. Bons mentirosos geralmente têm ótima memória.
17- São criativos. Eles conseguem pensar em saídas e estratégias que você nunca imaginaria. Mas não se deixe levar pelo seu brilhantismo – afinal, é isso o que eles querem.
18- Imitam pessoas honestas. Mentirosos procuram imitar o comportamento que, no imaginário das pessoas em geral, são típicos de quem só diz a verdade – e evitam se parecer com a imagem que se tem dos mentirosos.
Apesar deste parecer um manual para ajudar as pessoas a mentir melhor, os pesquisadores têm certeza de que essa lista não é capaz de melhorar a capacidade mentirosa de ninguém. Isso porque, a maioria dessas características são inerentes à pessoa e têm a ver com aspectos da sua personalidade. Para a ciência, o melhor mentiroso é aquele que nasceu assim.
Por Ana Carolina Prado
Fonte Superinteressante
ADVOGADO: DEFENDA UMA VIDA SAUDÁVEL
Cliente chato, colega sem discernimento, processo
“amarrado”, atividades burocráticas e cansativas, chefe durão e tantos outros
problemas, permeiam a vida de quem trabalha em advocacia - embora outras áreas
também desfrutem dos mesmos ‘privilégios’. Se você é advogado e deseja defender
uma vida saudável, aplique as sugestões seguintes; afinal, sucesso vocacional
sem saúde é decadência.
Proteja seu
emocional
A principal dica para deixar seu emocional
equilibrado e evitar estresse no Direito, é por saber filtrar aquilo que
realmente deverá mexer com você. Pode parecer um assunto bobo, mas não é! Ao
passo que aprendemos a discernir o que é prioridade, bem como quando entendemos
que nem todos os comentários devem ser levados tão a sério, a vida se torna
mais simples.
Fora os comentários irrelevantes e
atividades não prioritárias, é preciso blindar o emocional para o momento de
lidar com os nossos próprios erros. Tem profissional que fica tão abalado por
ter errado, que acaba esquecendo de continuar a caminhar. Mas, ao passo que
você passar a entender o que deverá receber a sua energia mental e física - isso
em todos os sentidos - você sentirá cada vez menos os sintomas do estresse.
Portanto, blinde o seu emocional para
afastar o estresse!
Trabalho é trabalho
Da mesma forma que trabalho é trabalho; casa
é casa! Aprenda a respeitar seu momento de descanso e evite fazer hora extra. Continuar
o trabalho fora do escritório de advocacia, às vezes é preciso, mas é
importante tomar cuidado com a constância que seu prato de jantar está sendo
substituído por um notebook e papeladas.
Saber que tudo tem seu devido lugar, é
indispensável para defender a sua produtividade no trabalho e qualidade de vida
fora dele. A constância de estender a jornada de trabalho em casa acaba se
tornando um vício, atrapalhando seu descanso físico e mental, que futuramente, afetarão
o seu desempenho profissional.
Entenda o poder do não (para outros ou para
si mesmo)!
Coma bem para viver
bem
Desfrutar de pratos saudáveis ao longo do
dia e praticar atividade física, irão fornecer a resistência que seu corpo
precisa para enfrentar desafios sem prejudicar a sua saúde. Muito cuidado para
não confundir facilidade com qualidade, optando por comidas industrializadas.
Mesmo que seja mais rápido e (aparentemente)
prazeroso optar por fast foods, a nutrição que essas opções alimentares
fornecem é pobre - especialmente para quem tem uma rotina agitada. Vale deixar
um alerta para os excessos também, que podem tornar algo bom em maléfico. A
vitalidade começa de dentro para fora, então, cuide do seu interior optando por
um estilo de vida saudável tanto na alimentação como na prática de exercícios
físicos.
Viva bem para viver!
Generosidade gera
felicidade
Mesmo que você não seja religioso, já deve
ter ouvido alguém citar aquelas passagem bíblica onde se diz que “há mais
felicidade em dar do que há em receber”. E, realmente, tirar um tempo para
ajudar outros fará muita diferença eu sua forma de encarar a vida de forma
geral.
Tirar um tempo para auxiliar a sua vizinha
idosa trocar a lâmpada da varanda, contribuir de algum modo com uma ong, alimentar
animais na rua ou realizar qualquer outro gesto generoso, farão você dá valor
no que realmente importa na vida. Então, não entenda que ajudar é subtrair; pelo
contrário, quem ganha é você.
Ajude e seja ajudado!
A sua carreira de advogado será facilmente
satisfatória se você seguir a essas sugestões aparentemente simples, mas que
são riquíssimas para evitar o estresse na advocacia.
Fonte EPD online
CONTRATAÇÃO EFICIENTE: DOS PEQUENOS SERVIÇOS ÀS GRANDES OBRAS
A contratação de serviços é uma das principais causas
de transtornos nos condomínios, mas é possível evitá-los com informação e
medidas eficazes
Embora
a contratação de serviços faça parte da rotina dos condomínios, é comum o
surgimento de problemas, desde as manutenções do dia a dia até os grandes
projetos.
Contratar
profissionais e empresas para prestar serviços é uma das funções mais
importantes dos síndicos, pois pode causar não apenas transtornos, mas também
prejuízos financeiros aos condôminos. Para evitar esse tipo de situação, o
advogado paulista Rodrigo Karpat, especialista em direito condominial, lista
passos fáceis a serem seguidos, sendo o primeiro deles a verificação da real
necessidade de realizar determinada manutenção ou obra.
Depois
de avaliar essa necessidade, devem ser feitas três cotações para a obra, para
então levar o assunto à assembleia – ou novamente, caso já tenha sido feita uma
reunião prévia. Com a aprovação, o próximo passo é a pesquisa da empresa e de
referências de pessoas que já adquiriram os serviços.
“Com
a escolha, deve ser feito o contrato de prestação de serviços com base no que
foi ajustado. Apenas após a assinatura do contrato é que a obra deverá ter
início. E, dependendo da natureza dessa obra, o condomínio ainda poderá optar
por contratar um engenheiro para acompanhamento”, explica Karpat.
Fazer
uma boa pesquisa das empresas disponíveis e buscar referências também é o
primeiro ponto de destaque para o advogado Alberto Luíz Calgaro. Segundo ele,
são inúmeros os casos de contratempos, por isso é essencial que a escolha seja
feita com cuidado. “A maioria dos problemas poderia ser evitada, ou ao menos
amenizada, com cuidados básicos na hora de escolher e contratar o prestador de
serviços”, frisa.
O
advogado ainda sugere uma consulta no site do Tribunal de Justiça da cidade para conferir a situação da empresa, utilizando apenas o nome e o
CNPJ. “A existência de uma ação não significa, necessariamente, que a empresa
seja ruim, mas um mau prestador de serviços não dura muito tempo sem ser
demandado em diversas ações judiciais”, diz Calgaro.
É
recomendável também que o condomínio sempre contrate empresas com situação
regular, “exigindo a emissão de notas fiscais, e, quando for o caso, realizando
a correta retenção de impostos na hora dos pagamentos”, completa o advogado.
Nesse quesito, Karpat chama a atenção para os profissionais autônomos. “Caso
seja um prestador autônomo para pequenos reparos, ele deverá emitir um RPA
(Recibo de Prestador Autônomo), com o devido recolhimento de 11% do INSS por
parte do empregado e 20% por parte do empregador”, acrescenta.
Contrato detalhado: uma prática essencial
Escolhido
o prestador de serviços, chega a hora de elaborar o contrato, outro ponto
essencial destacado pelos dois advogados. “Deve-se sempre fazer um contrato,
especificando ao máximo o serviço que será prestado, como o tipo do serviço,
quantidades, qualidade dos materiais e produtos, além dos prazos para execução,
valor total e das parcelas, forma de pagamento, entre outros. Quanto mais claro
o contrato, melhor. Em caso de contratos de maior valor ou maior complexidade,
é recomendável que o condomínio seja assessorado por um advogado. Prevenir é
sempre melhor e mais barato do que remediar”, frisa Calgaro.
A
forma de pagamento também é uma questão a ser detalhada no contrato, já que é
comum a opção de parcelamento, principalmente no caso de obras maiores e que
exijam várias etapas de serviços. “Deve-se definir em contrato as etapas a
serem atingidas pelo prestador de serviços. Nesse caso, o condomínio deverá
dividir o valor total do preço pelo número de etapas, vinculando o pagamento
das parcelas ao efetivo cumprimento de cada etapa, deixando uma parcela para
ser paga com o recebimento da obra pronta”, explica Calgaro.
“Por
exemplo, a primeira parcela é sinal, a segunda parcela é contra a remoção do
piso, a terceira parcela é contra a impermeabilização, a quarta parcela é no
aceite da obra, a quinta parcela é 30 dias após o aceite. Prestações
condicionais, como as informadas no exemplo, amarram o prestador de serviços,
e, no caso de ação judicial, facilitam o processo”, acrescenta Karpat.
Alguns
projetos ainda exigem que o profissional contratado seja técnico e devidamente
habilitado junto ao Crea/SC (Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de
Santa Catarina), caso contrário, a obra é considerada irregular – e a
probabilidade de problemas aumenta ainda mais. “A ART (Anotação de
Responsabilidade Técnica) ou RRT (Registro de Responsabilidade Técnica) em
obras é necessária, pois assegura o termo de responsabilidade técnica daquele
que está executando, assim como que a execução ocorrerá de acordo com o projeto
apresentado”, explica Karpat.
Responsabilidade mútua
Na
contratação de prestadores de serviços, existem duas situações distintas
relacionadas à responsabilidade do condomínio sobre os funcionários envolvidos.
“No caso de contratação de empresa regular para realizar uma obra, por exemplo,
não existe responsabilidade subsidiária pelo pagamento de salários de empregados.
Nesse caso, há que se focar na segurança do trabalho, qualidade de materiais,
entre outros”, detalha Calgaro.
Quando
há contrato de terceirização, por sua vez, as responsabilidades do condomínio
aumentam. “Há a responsabilidade subsidiária da parte trabalhista, e, portanto,
a necessidade de o condomínio exigir a prévia comprovação dos pagamentos dos
empregados, para, somente depois, efetuar o pagamento à empresa terceirizada”,
orienta o advogado. “O condomínio também deverá exigir o comprovante de depósitos
do FGTS e INSS de todos os empregados que prestam serviço, antes de realizar o
pagamento do boleto mensal”, completa.
A
responsabilidade mútua ainda inclui contratos firmados com empresa responsáveis
pela limpeza de fossa, por exemplo, que é uma prática comum em Santa Catarina.
“Via de regra, a responsabilidade pela operação é da empresa. Porém, caso o
condomínio contrate uma empresa sem licença, com conhecimento da ilegalidade,
poderá concorrer para o crime ambiental”, diz Karpat. Para serviços de dedetização,
ainda é aconselhável verificar se a empresa possui experiência e bom conceito
no mercado, além de conferir se os produtos utilizados possuem o devido
registro na Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).
“Não
são raros os casos de empresas que trabalham com produtos caseiros ou sem
registro oficial, que podem ser ineficazes ou excessivamente tóxicos”, ressalta
Calgaro, que não deixa de destacar novamente a exigência da nota fiscal, com as
informações sobre o período de garantia da dedetização. “Bem como verificar se
os empregados estão usando os equipamentos de proteção. Empresas sérias
trabalham com produtos de qualidade, fornecem todos os EPI (Equipamento de
Proteção Individual) aos seus empregados e fazem questão de demonstrar isso aos
seus clientes. Se a empresa apresentar justificativas para não o fazer,
desconfie”, finaliza o especialista.
O barato sai caro
A
falta de referências da idoneidade da empresa e a falta de formulação de um
contrato detalhado foram os dois motivos que levaram o condomínio Solar do
Araguaia a ter problemas com o prestador de serviços. Segundo Leiri Remor, que
assumiu o cargo de síndica quando o transtorno já havia começado, a intenção
era apenas instalar claraboias no telhado da garagem e reformar uma porta do
salão de festas e da entrada principal do edifício.
Logo
na execução da primeira parte da obra, no entanto, os problemas já começaram.
“O material usado na porta do salão de festas não foi o combinado. Tínhamos
combinado de fazer as molduras em alumínio, mas ao invés disso, foram feitas em
outro material e pintadas de cor prata. Material de quinta categoria, nem de
segunda. E ainda tamparam todos os defeitos com cantoneiras”, relata a síndica,
ao detalhar que as claraboias do telhado ainda resultaram em goteiras sobre os
carros na garagem.
Com
a insatisfação, o prestador voltou ao condomínio para fazer os reparos, mas a
situação ficou ainda pior. “Ele mexeu quatro vezes e ficou com mais defeitos.
Usou material de sobras, tudo muito mal feito”, contou Leiri, que decidiu
sustar os cheques que havia dado previamente e cancelar a obra no portão de
entrada. No entanto, 80% do serviço já haviam sido pagos e a empresa, que usou
CNPJ de terceiro para emitir a nota, se recusou a refazer o projeto.
Segundo
o advogado Calgaro, esse caso envolveu diversos erros: “a falta de um contrato
escrito, a contratação de pessoa física que emite nota fiscal de uma terceira
empresa e a entrega de cheques pré-datados. Com relação aos cheques, vale
registrar que eles podem ser repassados a terceiros pelo prestador de serviços,
gerando enorme dor de cabeça para o condomínio caso precise sustá-los, como
ocorrido”, diz o especialista.
“Por
isso, não é recomendável emitir cheques pré-datados, mas sim fazer constar no
contrato a obrigação de pagamento da parcela no momento em que uma determinada
etapa da obra for atingida, e somente após a emissão da respectiva nota fiscal.
Por fim, com relação ao fato de o prestador de serviços ter emitido uma nota
fiscal de outra empresa, é possível estudar a eventual responsabilização
solidária da referida empresa com o profissional contratado”, completa.
Para
evitar esse tipo de situação, o síndico profissional Ermildo Tadeu Rodrigues,
do Condomínio Edifício Max Tower Business Center, em Coqueiros, opta por
trabalhar com uma comissão de obras, “pois ela ajuda a elencar e fiscalizar.
Elaboramos um descritivo com isso quando solicitamos os orçamentos, e o
prestador já sabe o que tem de ser executado”, relata ele, que também busca
sempre profissionais habilitados e contrata empresas que apresentem ART ou RRT.
“Porque, além de ser norma técnica (ABNT), nos dão mais segurança durante a
obra”.
Para
o síndico, o principal indício de que a contratação de determinado profissional
ou empresa poderá dar prejuízo começa pelo valor muito abaixo do mercado. Esse
fator, aliás, foi um aprendizado relatado por Leiri. “É preciso desconfiar dos
valores muitos baixos e fazer um contrato bem elaborado, sem adiantar o
pagamento. Além disso, tem o ditado muito sábio que já se falava desde a época
da minha mãe: o barato sai caro”.
Por
Beatriz Carrasco
Fonte
Karpat Sociedade de Advogados
COMUNICAÇÃO DE OBRA
A Comunicação de Obra é o documento a partir
do qual uma pessoa (comunicante) comunica a outra (comunicada) acerca de obras
que serão realizadas em determinado local do condomínio. O envio da comunicação
pode ou não ser obrigatório, a depender das normas vigentes para cada
condomínio.
Este documento abrange tanto as obras que
são realizadas no interior das unidades autônomas (apartamentos, salas, lojas
comerciais etc.) quanto aquelas realizadas nas áreas e bens comuns do
condomínio.
Se o condomínio for residencial e a obra for
realizada no interior de alguma das unidades autônomas (sejam apartamentos, no
caso de prédios, ou casas, no caso de condomínio horizontais), a Comunicação de
Obra é enviada pelo morador ao síndico. Se o condomínio for comercial e a obra
for realizada no interior de alguma das unidades autônomas (sejam salas ou
lojas comerciais), a Comunicação de Obra é enviada pelo usuário da respectiva
unidade - seja ele pessoa física ou jurídica - ao síndico.
Por outro lado, nos casos em que a obra for
realizada nas áreas e bens comuns do condomínio, independentemente da
destinação do condomínio, a comunicação é enviada pelo síndico ou pelo
subsíndico aos moradores ou usuários, conforme for o caso, podendo, ainda, ser
afixada nas áreas comuns.
Sendo assim, o comunicante poderá ser:
·
um
morador de condomínio residencial;
·
um
usuário de condomínio comercia;
·
o
síndico;
·
o
subsíndico.
O comunicado, por sua vez, poderá ser:
· o
síndico, nos casos em que a comunicação não for expedida por ele ou pelo
subsíndico;
· a
comunidade que reside ou utiliza o condomínio, nos casos em que a comunicação
for expedida pelo síndico.
· Vale
lembrar, por fim, que, em algumas reformas realizadas no interior de unidades
autônomas, para que a obra possa ser realizada, não basta o envio da
comunicação, sendo necessário também que o síndico ou subsíndico autorize a
realização do procedimento. Nestes casos, a Comunicação de Obra conterá também
um pedido de autorização.
Como utilizar este
documento?
A Comunicação de Obra deve ser integral e
cuidadosamente preenchida pelo usuário e, depois de lida e compreendida, assinada
pela pessoa que a enviará.
Caso a comunicação seja destinada ao síndico,
o documento lhe poderá ser enviado por qualquer meio, físico ou eletrônico, podendo
ser utilizado recurso que permita a confirmação de que, de fato, houve o
recebimento, sendo um dos meios possíveis para isto o envio de carta com aviso
de recebimento ("carta com AR"). O mesmo procedimento pode ser
adotado nos casos em que a comunicação for preenchida pelo síndico ou
subsíndico e for dirigida aos interessados, que podem ser todos ou apenas parte
dos moradores ou usuários das áreas comuns de determinado condomínio.
Nos casos das comunicações emitidas pela
administração do condomínio, ainda, é possível que sejam afixadas nas áreas
comuns, notadamente áreas de circulação de pessoas ou elevadores, para conferir
maior publicidade ao ato.
O Direito aplicável
A Comunicação de Obra é regida pelas
disposições do Código Civil Brasileiro (Lei Federal n. 10.406/2002) e pelas
normas aplicáveis ao condomínio, sejam a Convenção de Condomínio e o Regimento
Interno, sejam as normas municipais específicas.
Fonte Wonder.Legal Brasil
DECISÃO E AÇÃO: A CHAVE DO SUCESSO OU DO FRACASSO
As pessoas nem sempre têm consciênc ia de que,
quer queiram ou não, estão sempre decidindo, pois não decidir já é uma decisão.
Logo pela manhã já decidimos se queremos que o nosso dia seja AAA (ameno, agradável,
apaixonante) ou DDD (difícil, desagradável, depressivo). Decisão é uma escolha
entre alternativas e tudo o que se faz na vida é uma alternativa. Assim, por
exemplo, a roupa que você está vestindo agora é uma alternativa e o mesmo vale
para o que você vai fazer hoje. E para reforçar o que estamos escrevendo, vamos
citar Peter Drucker: “O produto final do trabalho de um administrador são
decisões e ações”. Assim, devemos considerar que:
• É nos momentos de decisão que o nosso
destino é definido;
• São as nossas decisões e não as condições
de nossa vida que moldam o nosso destino;
• Você começa a mudar a sua existência no
momento que toma uma nova decisão. Você deve saber que a qualquer momento uma
decisão pode mudar o curso de sua vida para sempre;
• Na grande maioria, são as pequenas
decisões ao longo do caminho que fazem com que as pessoas fracassem;
• A verdadeira decisão importa em ação.
Se estamos sempre decidindo, é importante
saber que decisões devemos tomar. Existem 5 que são fundamentais:
1) Decidir sobre o
que queremos, nossas metas e sonhos
Quais sãos os nossos objetivos em todas as
áreas da nossa vida, como profissional, afetiva saúde, financeira, contribuição?
2) Decidir sobre o
que precisa ser feito e fazer o que precisa ser feito
Não adianta ter objetivos se não houver ação.
Uma pesquisa feita pelo psicólogo Richard Wiseman sobre as promessas de fim de
ano constatou que aproximadamente 78% das pessoas acabam não cumprindo suas
promessas de fim de ano. Portanto, cabe uma pergunta: o que você fez ou está
fazendo hoje está levando na direção dos seus objetivos? O fato é que se o que
você fez ou estiver fazendo hoje não levar na direção dos seus objetivos, os
seus sonhos não passam de ilusão. E é sempre bom lembrar o que diz John
Whitmore: “Eu só posso controlar aquilo de que tenho consciência. O que não
tenho consciência me controla. A consciência me fortalece”;
3) Decidir e
desenvolver as competências necessárias
E este é um assunto da maior relevância que
muitas vezes é mal compreendido ou compreendido superficialmente. Portanto, vamos
nos deter um pouco mais neste tópico. Existem 3 competências que são
fundamentais, sobretudo para um administrador, que são: processo decisório/solução
de problemas, negociação e desenvolvimento de equipe/comportamento em pequenos
grupos. É sempre bom enfatizar que processo decisório é a competência das
competências, já que tudo na vida importa em decisão e ação. O fato é que
aquilo que somos hoje é consequência das decisões e ações do nosso passado e o
que seremos amanhã, das decisões e ações do presente.
Negociação é outra competência indispensável, pois
passamos mais de 50% do nosso tempo negociando. Mas também deve ser entendido que
para negociar bem existem algumas competências de apoio, como comunicação. Desenvolvimento
de equipe é outra competência da maior relevância, pois as equipes são parte
essencial do modo de se estruturar uma organização e de se fazer negócios. Um
estudo sobre as 500 Mais da revista Fortune revela que 80% das empresas
listadas adotaram o trabalho em equipes, pois equipes bem desenvolvidas são
capazes de melhorar o desempenho dos indivíduos e são o fundamento da sinergia
organizacional. Quando as organizações se reestruturam para competir, de forma
mais eficaz e eficiente, elas escolhem equipes como maneira de melhor utilizar
os talentos de seus funcionários/colaboradores.
As equipes são mais flexíveis e reagem
melhor às mudanças do que os departamentos tradicionais e outras formas de
agrupamentos permanentes, pois podem ser rapidamente montadas, organizadas e
ajustadas. Isto sem considerar as propriedades motivacionais das equipes, pois
elas facilitam a participação nas decisões. Entretanto, equipes despreparadas
são a estrada para o fracasso e estão sujeitas a fenômenos como “pensamento
grupal” e a coesão baseada em baixas normas de desempenho.
Mais ainda: Devemos considerar as competências sob
três óticas que são a competências exigida, para fazer face aos problemas, desafios
e oportunidades, a desenvolvida, fruto do nosso esforço de autodesenvolvimento
e a acessada, ou seja, a que nós conseguimos utilizar efetivamente. Pesquisas
mostram que em função das adversidades, estresse e crenças limitantes, nos momentos
de tensão é muito comum não termos acesso à plenitude das nossas competências e
recursos e, como consequência, o nosso desempenho pode ficar extremamente
prejudicado.
Um outro ponto fundamental é que a
competência não se mede pelo que você sabe, mas pelo que você faz. Assim, você
pode ler tudo e saber tudo sobre dirigir automóvel, mas mesmo assim ser um
barbeiro, ou uma barbeira. Portanto a verdadeira competência se define pelo que
está condicionado no seu sistema nervoso. Ou como dizia John Dryden: “Primeiro
nós fazemos nossos hábitos. Depois nossos hábitos nos fazem”.
4) Decidir sobre a
administração do estado mental e emocional
Existem estados mentais e emocionais fracos/pobres
de recursos e ricos de recursos. Não adianta ter competência, pois quando se
entra em estado mental e emocional fraco de recursos não se tem acesso aos
nossos recursos e competências. É importante identificar as 5 estratégias
básicas para a administração do estado mental e emocional que são a cinestésica,
a auditiva interna, a auditiva externa, a visual externa e a visual interna.
5) Decidir sobre
nossas crenças
Crença é um sentimento de certeza em relação
a algo ou sobre o que alguma coisa significa. São as conclusões e
generalizações que fazemos a nosso respeito, dos outros e do mundo. Uma vez
aceitas, nossas crenças tornam-se ordens inquestionáveis para o sistema
nervosos e possuem o poder de expandir ou destruir as possibilidades do nosso presente
ou futuro, aja visto o efeito placebo e o feitiço vodu. No caso do efeito
placebo, uma pessoa que está comprovadamente doente, toma um remédio, que na
verdade é farinha de trigo com açúcar e fica curada. No caso do feitiço vodu, quando
uma pessoa acha que foi atingida pelo feitiço entra em depressão profunda e
acaba até morrendo.
Um outro exemplo do poder das crenças é o de
um halterofilista que pode levantar facilmente 150 quilos, mas se é induzido a
um transe hipnótico e recebe o comando de que não consegue levantar uma agulha,
efetivamente não consegue levantar uma agulha. Assim, crenças, são como um
comando hipnótico que nos fortalecem ou nos fragilizam e também afetam o nosso
sistema imunológico, como mostrou Robert Dilts, um expert no assunto. A mãe de
Dilts estava com um câncer avançado e considerado incurável pelos médicos. Entretanto,
com um intenso trabalha de mudança de crenças sua mãe voltou a ficar
completamente saudável.
O fato é que a maioria das pessoas não tem
consciência do seu conjunto de crenças e nem da forma como elas impactam no seu
desempenho.
Um outro ponto fundamental é que antes da
decisão e ação vem a percepção e a compreensão e avaliação. O que deve ser
entendido é que a percepção é a chave do comportamento, e aqui vem um equívoco
fundamental da maioria das pessoas que acha que aquilo que veem é a realidade. Errado.
O que uma pessoa vê é a sua versão da realidade e quem prova isto é Albert
Einstein. Assim, se você estiver num trem em movimento de deixar um objeto cair,
para você este objeto vai cair numa linha vertical. Entretanto, para que
estiver fora do trem, este mesmo objeto vai cair numa linha inclinada ou numa
curva. E isto sem considerar a questão dos modelos mentais. Mais ainda: existem
dois outros fenômenos importantes de percepção que são a alucinação negativa e
a alucinação positiva. A alucinação negativa é quando você olha e não vê. Você
já procurou alguma coisa e não encontrou e de repente percebeu que estava na
sua frente? Já a alucinação negativa é uma espécie de miragem e ter
expectativas absolutamente irrealistas.
Um outro ponto que antecede a decisão e ação
é a capacidade de avaliação. Warren Buffet quando perguntado pela razão do seu
sucesso respondeu que se devia, em grande parte, à sua capacidade de avaliação.
Um dos pontos que mais prejudica a capacidade de avaliação é a da avaliação
precipitada e em consequência disto decidir. E é claro que a decisão estará
errada. E o passo seguinte é defender a decisão tomada e agir como um torcedor,
considerando somente os aspectos positivos da decisão tomada e ignorando todos
os pontos negativos que podem ser muito maiores e invalidar a decisão. O fato é
que em todos os treinamentos que desenvolvo, seja negociação, excelência de
desempenho ou liderança, este é um dos pontos fundamentais que abordo, através
de exercícios e simulações que levam a uma compreensão mais profunda da questão
e de todas as suas implicações.
Conclusão: O sucesso ou fracasso de qualquer pessoa, não
importa quem seja, inclusive Jorge Paulo Lemann, que é o homem mais rico do
Brasil e uma das maiores fortunas do mundo, se deve a qualidade das suas
decisões e ações. Um outro ponto importante em termos de decisão e ação é quem
quer ter sucesso estuda o sucesso. E é sempre bom lembrar de Isaac Newton que
quando perguntado pela razão de suas descobertas respondeu: “Eu vi mais longe
porque subi em ombros de gigantes”.
Por J.Augusto Wanderley
Fonte Portal Administradores
QUANTO CUSTA O TEMPO?
O tempo se tornou um
ativo cada vez mais importante para o consumidor. Entender esse fator é
realmente ganhar o coração e o respeito do cliente
Com a correria característica do nosso século,
ter tempo virou um luxo para poucos. As meras 24 horas do dia têm que ser muito
bem administradas para que haja equilíbrio entre todas as áreas da vida: trabalho,
família e descanso. Neste contexto, conseguir que alguém pare, ainda que por
alguns minutos, e preste atenção no que uma empresa tem para dizer é um grande
desafio. Não à toa que empresas dedicam, pelo menos, 5% de todo seu faturamento
para ativações de marketing, divulgação e comunicação com o objetivo de
conquistar o concorrido tempo de atenção do cliente.
Dessa maneira, ao se conseguir um minuto de
sua atenção, este tempo deve ser tratado com todo o valor que merece: com
respeito, objetividade, resolutividade e dedicação. Mas, se por um lado as
empresas disputam acirradamente o tempo de seus consumidores, por outro, falham
ao aproveitar possibilidades em que a atenção lhes é dada. Um exemplo é o tempo
do cliente em contato com uma central de atendimento.
Ao entrar em contato com um serviço de
atendimento ao consumidor, o cliente está interessado em ouvir o que a empresa
tem para apresentar, fazendo deste momento uma oportunidade estratégica para a
criação de uma ótima experiência. No entanto, este tempo considerado precioso, acaba
desperdiçado entre transferências de setores, gravações de espera, solicitações
repetidas e diversas burocracias que acabam
gerando uma quebra gigante de expectativa.
Dinheiro jogado fora
Se quantificarmos, em valores financeiros, o
valor de cada minuto do cliente para o negócio, perceberemos que jogamos pilhas
de dinheiro pela janela ao fazê-lo esperar e ao desperdiçar o seu tempo. Esse
cenário pode ser ainda mais prejudicial em um momento de pós-venda ou até mesmo
de suporte – momentos em que o cliente pode não estar amplamente satisfeito com
o que lhe foi oferecido pela empresa. Em larga escala e dependendo do momento
da compra, ele pode acabar procurando organizações de direito do consumidor.
Como fazer, então, para garantir que esses
momentos tempo sejam produtivos para a empresa e, principalmente, para o
cliente? Eficiência é a palavra-chave para minimizar esse o desperdício de
tempo – cujo motivo, em grande parte das situações, é fruto de problemas
técnicos, como falhas de sistema, ferramentas desatualizadas ou até processos
redundantes – como, por exemplo, repetir o CPF mais de uma vez para resolver um
problema.
Nesse ponto, investir em tecnologias que
garantam eficiência, acelerando e otimizando processos, é uma necessidade não
só de custos, mas também de qualidade da interação entre consumidor e
colaborador. Ao diminuir o desperdício do tempo, o funcionário tem mais
possibilidades de entender a necessidade do cliente, encantá-lo e também sair
mais cedo para aproveitar o seu tempo como desejar. Proporcionar uma boa
experiência ao cliente significa consumidores felizes, funcionários satisfeitos
e prosperidade do negócio.
Por Ricardo Gorski
Fonte Consumidor Moderno
APLICAR A TEORIA NA PRÁTICA É A MELHOR MANEIRA DE APRENDER
Ler livros, por
exemplo, é excelente, mas é preciso treinar e praticar para ser bom
Quando se está aprendendo algo, por mais
simples que seja, a abordagem comum é ler inúmeros livros sobre o assunto,
ouvir pessoas falando sobre o assunto, resolver cases sobre o assunto,
pesquisar, e assim por diante.
Infelizmente, essa tem sido a forma como a
maioria dos programas de MBA tem ensinado sobre liderança e gestão de negócios.
O resultado tem sido ondas de formandos de MBA brilhantes que entram no local
de trabalho e pensam que eles sabem tudo sobre liderança e gestão, mas na
verdade tem pouca habilidade real de lidar com problemas.
Um artigo sobre um novo estudo de Harvard
prende a atenção. Chamado “Field Immersion Experiences for Leadership
Development” começou há quarto anos. “Estamos
falando sobre o modo entender e fazer. A primeira vez que você coloca a teoria
na prática, você aprende sobre todos os desafios”, conta o chefe do programa
Alan D. MacCormack. O projeto leva alunos do MBA de Harvard para o mundo real,
para aplicar teorias de liderança.
Os estudantes passam cinco semanas recebendo
uma base sobre boa liderança e gestão: feedback, escuta, treinamento, inteligência
emocional, e dinâmica da equipe, entre outros, bem como participar de simulações
orientadas para tirá-los de sua zona de conforto e aprender a responder bem em
situações inusitadas. Depois, eles são enviados para o campo para trabalhar com
empresas locais para desenvolver novos produtos e serviços. Finalmente, depois
de voltar para os EUA, eles colocaram tudo o que experimentaram em prática,
iniciando seus próprios negócios empresariais.
As pessoas que são excelentes em alguma
atividade, são aquelas que se sentem desconfortáveis inúmeras vezes em
diferentes situações. Se você continuar se desafiando vai alcançar seu objetivo.
Por Erika Andersen
Fonte Brasil Forbes
A SAÚDE – MEDICINA & ASSISTÊNCIA MÉDICA
Acrescente dependência da assistência médica de uma tecnologia complexa acelerou a tendência para a especialização e reforçou a propensão dos médicos de tratar partes específicas do corpo. Esquecendo-se de cuidar do paciente como um todo.
A prática da medicina transferiu-se do consultório do clínico-geral para o hospital, onde se tornou progressivamente despersonalizada, quando não desumanizadas. Os hospitais converteram-se em amplas instituições profissionais, enfatizando mais a tecnologia e a competência científicas do que o contato com o paciente.
Os custos da assistência médica aumentaram num ritmo assustador. O desenvolvimento e o uso generalizado de uma dispendiosa tecnologia médica estão entre as principais razões que levaram a esse aumento acentuado dos custos da saúde.
De 30% a 50% dos casos de hospitalização atuais são clinicamente desnecessários. Serviços alternativos que poderiam ser, do ponto de vista terapêutico, mais eficazes, e economicamente mais eficientes são desprezados.
(Fritjof Capra – O Ponto de Mutação)
CINCO MENTIRAS QUE PODEM ARRUINAR SUA CARREIRA
Histórias como “É tarde
demais para mudar de direção” são um perigo
Aquela voz que todos nós ouvimos na cabeça
diz algumas coisas tão interessantes que, com frequência, realmente começamos a
acreditar nelas. Frases como “Eu não gosto do meu trabalho, mas paga as minhas
contas” ou “Tenho uma família que conta comigo, então, não tenho escolha” parecem
muito verdadeiras para quem diz. Mas, para a coach americana e consultora do
LinkedIn Theresa Sullivan, não passam de mentiras.
“Dia após dia, eu me deparo com gente que
conta essas histórias. Estas são mentiras que as pessoas dizem a si mesmas para
se manter em empregos, carreiras ou relacionamentos que são ruins para elas. É como
uma proteção para o nosso ego; faz com que a gente se sinta melhor sobre situações
ruins, fingindo que as coisas estão fora de nosso controle”, ressalta Theresa
em artigo que escreveu para o blog do LinkedIn.
Segundo ela, quem não mente para si mesmo,
está satisfeito com tudo o que tem. E se não está, qual a melhor maneira de
alguém mudar sua história? Questionar-se, diz Theresa. “Fale a sua história em
voz alta e, em seguida, pergunte a si mesmo: é verdade? Que tal pensar numa
história muito melhor para contar no lugar?”
Confira as cinco principais mentiras que a
coach ouve dos profissionais e como ela faz seu treinamento:
1) Eu não encontrei
a minha paixão / Eu não tenho uma paixão
Isso é verdade? Você não pode pensar em uma só
coisa que você ama fazer ou ser? Existe algo que você faz melhor do que a
maioria das outras pessoas que você conhece? Se você tivesse um dia livre para
fazer o que quisesse no mundo, o que faria? Mude a história: em vez de “Eu não
encontrei a minha paixão”, substitua por “Há muitas coisas que eu amo fazer”.
2) Eu não gosto do
meu trabalho, mas não posso me dar ao luxo de deixá-lo
É mesmo? A única maneira do mundo que você tem
de ganhar dinheiro é o trabalho que você tem agora? Não há nada que você possa
cortar de seu orçamento atual para poder ficar menos sobrecarregado por um
tempo? Seu corpo, seus relacionamentos, suas aspirações de carreira de longo
prazo podem pagar por você ficar num trabalho que você não gosta? Mude a história:
em vez de “Eu não posso me dar ao luxo de deixar o meu trabalho”, substitua por
“Eu não posso me dar ao luxo de ficar num trabalho que eu não gosto”.
3) É tarde demais
para mudar de direção na carreira agora
Isso é verdade? Quantos anos de vida que você
acha que lhe resta? Agora multiplique isso por 8.765, que é o número de horas
em cada ano. Isso é realmente muito pouco tempo para que você possa mudar de
direção? Nunca deixe um objetivo porque vai demorar muito tempo - o tempo vai
passar de qualquer maneira. Que tal gastá-lo trabalhando para tornar sua vida
mais divertida? Mude a história: Em vez de “É tarde demais...”, substitua por “Se
eu começar hoje, já terei dado um passo na minha viagem de mil milhas”.
4) Tenho uma família
que conta comigo financeiramente, correr atrás da minha própria felicidade
seria egoísta
Sério? Há uma razão pela qual os comissários
de bordo dizem que, em caso de uma perda repentina de pressão na cabine, você deve
colocar a sua máscara de oxigênio antes de ajudar os outros. Quão útil é você para
sua família e amigos se está sempre esgotado, doente, ressentido, ou com raiva
porque não está cuidando de si mesmo? Resposta: você não é. Mude a história: em
vez de “Correr atrás dos meus sonhos é egoísta”, substitua por “Mostrar aos
meus filhos o que é viver uma vida plena parece ser a melhor maneira de
enriquecer a deles”.
5) Eu odeio o meu
trabalho agora, mas eu vou ser feliz assim que [conseguir a promoção / terminar
o projeto / obtiver meu diploma]
Você tem certeza? É somente isso que impede
a sua felicidade? Quão rápido você acha que vai parar de odiar o seu trabalho
depois de realizar este objetivo mágico que o fará feliz? Gosto de uma frase do
cantor Dave Matthews, da The Dave Matthews Band: “o futuro não é um bom lugar
para colocar seus melhores dias”. Mude a história: em vez de “Eu vou ser feliz
quando....”, substitua por “Eu poderia ser feliz agora”.
“Todos nós temos nossas histórias. E se você
está se perguntando por que sua vida não está saindo do jeito que você planejou,
saiba que é só por causa de uma história que você diz a si mesmo. Não é a
verdade. Questione-se e dê a si mesmo permissão para acreditar em algo melhor”,
sugere a coach americana.
Fonte O
Globo Online
AUTO SABOTAGEM: SINTOMA COMUM ENTRE PROFISSIONAIS
Segundo
especialistas, a chamada ‘Síndrome do impostor’ deve ser combatida com transparência
A “Síndrome do impostor” é fenômeno comum em
profissionais com alto nível de expectativa quanto a seu desempenho. Eles estão
sempre atribuindo seu sucesso a fatores externos, como sorte e bom
relacionamento. Sabe aquela velha história do “eu estava no lugar certo, na
hora certa, com as pessoas certas”? O que parece postura modesta pode mascarar
um sentimento de insegurança que, mal administrado, desencadeia a
autossabotagem.
— A síndrome também é chamada de fraude,
porque quem sofre se considera uma farsa a ser desmascarada — explica a coach
Vera Hirsch Pontes. — Mesmo quando há sorte, é preciso estar preparado para
tirar proveito dela.
Segundo Vera, a síndrome foi identificada
pela primeira vez nos anos 80, por uma pesquisa de comportamento feminino. O estudo
mostrava a dificuldade das mulheres de se apropriarem do próprio sucesso. Mais
tarde, diz a coach, descobriu-se que a postura era comum a homens e mulheres.
PROTEÇÃO CONTA INSUCESSOS
Algumas atitudes são sinal de alerta para o
que pode vir a se tornar problema. A sobrecarga de trabalho por conta própria é
um. Quando o profissional faz muito mais que o escopo de trabalho exige ou
quando acha que tem que dominar todos os conhecimentos técnicos.
— Alguns ainda sabotam qualquer ação que
precisem exercer, criando obstáculos e questionando possíveis erros, a fim de
se proteger em casos de insucesso — explica Eva.
Especialistas estimam que 70% das pessoas,
em algum momento da carreira, sofreram ou ainda sofrerão a síndrome do
impostor, seja na empresa ou em propostas de mudança de emprego.
— No fundo, todo mundo tem a síndrome. O
problema é como lidar com ela — afirma Raphael Falcão, diretor da Hays, empresa
de recrutamento de cargos de alta e média gerência, acrescentando que a melhor
forma de lidar com ela é através da transparência.
Segundo Falcão, num processo seletivo, é difícil
encontrar um profissional com todos os requisitos que o cliente requer. Por
isso, o candidato pode e deve indicar, sem drama, que ele não é ainda capaz de
atender algumas demandas:
— 97% das empresas estão dispostas a
desenvolver as pessoas que contratam.
É uma questão de potencial, explica Eva. A
coach diz que ninguém está 100% pronto, mas as pessoas têm características que
merecem aposta.
— O mercado está muito exigente, e não há espaço
para dúvida, mas o profissional não pode lidar com o problema sozinho. A
empresa deve ajudar. Responder “não sei" e buscar feedbacks são uma forma
positiva de administrar a síndrome.
Fonte O
Globo Online
12 MANEIRAS DE ENXUGAR O ORÇAMENTO PARA ONTEM
Passos fáceis e simples são suficientes para tornar um
orçamento apertado mais saudável
Em
tempos de “vacas magras”, cortar gastos é essencial para aliviar os orçamentos
que ficaram mais apertados. E
a boa notícia é que com medidas muito simples é possível enxugar o orçamento. Algumas
dicas para gastar menos e até obter uma renda extra para aliviar o bolso.
Vender coisas que você não usa
Na
maioria das casas sempre há uma roupa no armário que não é usada há algum
tempo, assim como aparelhos eletrônicos e eletrodomésticos que servem apenas
para ocupar espaço. Para obter uma renda a mais, basta vendê-las.
Para
o consultor financeiro Mauro Calil, o acúmulo de objetos inutilizados indica
que as compras foram feitas de forma impulsiva ou que foram tomadas decisões
erradas. “Por isso, o consumidor deve ter cuidado para não vender tudo e ocupar
o espaço a mais com compras desnecessárias novamente”, diz.
Escolher
o que pode ser vendido, portanto, é uma boa maneira de rever hábitos de
consumo. E não há mais desculpas para não se desapegar de objetos que não são
mais usados. Em uma rápida busca pela internet, é possível encontrar diversos
sites e lojas que compram itens usados.
Gastar menos com refeições fora de casa
Comer
fora costuma estar entre os maiores custos do orçamento, diz Calil. “Gastar 30
reais para jantar durante uma semana pode ser equivalente a passar duas semanas
comendo em casa”, diz.
Portanto,
mudar hábitos e buscar ao máximo comer em casa, e também levar lanches para o
trabalho, pode fazer uma grande diferença no bolso.
As
compras no supermercado também exigem atenção. A simples troca de uma marca por
outra mais barata pode gerar economias no fim do mês.
“Há
quem defenda que uma marca é a melhor como se fosse funcionário da empresa.
Existem muitas ações de marketing que são feitas durante muitos anos e dão a
percepção de que o produto é melhor. Isso pode não ser verdade”, diz Calil.
Eliminar gastos supérfluos
Calil
define gastos supérfluos como toda compra que não traz um benefício permanente
ou ao menos duradouro.
Ele
cita como exemplos o cafezinho, um balde de pipoca no cinema (que pode sair
mais caro do que o tíquete para assistir ao filme) e brinquedos comprados para
os filhos que são usados duas vezes e depois ficam encostados.
Acumulados,
esses pequenos gastos pressionam o orçamento e precisam ser controlados.
A
ideia não é deixar os gastos com lazer de lado, mas usar o dinheiro de forma
mais inteligente. “Em vez de ir frequentemente a bares com amigos, por que não
convidá-los para encontros em casa, onde a bebida e comida sairá mais em
conta?”, diz Calil.
Reduzir o pacote de TV a cabo ou o plano do celular
Serviços
que são pouco utilizados não precisam ser necessariamente cancelados, mas seus
custos podem ser reduzidos.
Se
não há tempo para ver todos os canais oferecidos pela TV a cabo, talvez seja a
hora de repensar e escolher um pacote que ofereça menos opções de canais.
Se
o consumidor acessa a internet pelo celular por mais tempo do que o plano
contratado permite, por que não escolher um plano que seja mais adequado ao deu
perfil de uso? Com certeza sairá mais barato do que pagar por mais dados de
forma avulsa.
Calil
cita o caso de um casal que tinha seis pontos de TV a cabo em casa: na sala,
quartos, cozinha e até na churrasqueira. “Não faz sentido pagar a mais por uma
comodidade que dificilmente será utilizada de forma completa”.
Consumir de forma consciente
Hábitos
de consumo conscientes, além de protegerem o meio ambiente, também aliviam o
bolso.
Se
o imóvel tem goteiras ou vazamentos, pode ser a hora de consertar. A dica
também vale para reduzir gastos com eletricidade, diminuir o tempo do banho,
entre outros.
O
consumo com consciência também passa pela eliminação de desperdícios de
alimentos e outros produtos com prazo de validade, como cosméticos. Para isso,
basta comprar apenas o necessário.
Dividir o aluguel e as contas
Encontrar
alguém para dividir o imóvel, seja um parente, amigo ou conhecidos, pode
representar um alívio significativo no orçamento pessoal.
Para
quem não quer perder a privacidade, a opção pode ser mudar para um imóvel que
tenha um aluguel mais barato, localizado em um bairro com preço do metro
quadrado mais em conta.
Buscar uma renda extra
Trabalhar
horas extras, fazer freelancers e até transformar hobbies em “bicos”
remunerados são iniciativas que ajudam a lidar com um orçamento mais apertado.
Há
também a opção de alugar quartos para viajantes. Matéria anteriormente
publicada em EXAME.com mostrou que a renda extra mensal com o aluguel de um
quarto pode superar facilmente a casa dos milhares de reais. Se o imóvel
estiver localizado em uma cidade turística, a chance de ganhar dinheiro é ainda
maior.
Revisar preços de seguros e tarifas do banco
Seguros
e tarifas bancárias são custos fixos que têm grande impacto no orçamento
mensal. Portanto, devem receber atenção especial quando o tema é enxugar
gastos.
Para
isso, basta pesquisar se outros bancos e seguradoras estão oferecendo preços
menores pelos mesmos serviços. É recomendável realizar essa pesquisa
periodicamente.
No
caso de tarifas cobradas pelo cartão de crédito, apenas um telefonema para o
banco pode fazer com que as taxas sejam negociadas. “Os descontos podem ser
enormes”, diz Calil. Quem usa muito os serviços costuma ter mais poder para
barganhar custos menores.
Reduzir os juros das dívidas
Para
quem está no vermelho, migrar os débitos para empréstimos com taxas de juros
menores permite economizar e, consequentemente, quitar a dívida com maior
rapidez.
A
dica vale principalmente para quem costuma entrar no cheque especial, cujas
taxas de juros costumam ser as maiores do mercado. Nesse caso, basta ligar para
o gerente do banco e solicitar a migração da dívida para uma modalidade de
crédito mais barata, como o crédito consignado.
Por
Marília Almeida
Fonte
Exame.com
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