Luiza's Blog
sábado, 30 de agosto de 2025
sexta-feira, 29 de agosto de 2025
COMO PLANEJAR UM FIM DE SEMANA REALMENTE REVIGORANTE
Depois de uma semana
inteira de trabalho intenso, o que você faz na sexta-feira?
Quem respondeu que se joga no sofá e
contempla uma longa lista de tarefas não está sozinho: para muitos
empreendedores, o fim de semana também conta como dia útil, e não como descanso.
O problema dessa rotina é acordar um tanto
exausto na segunda-feira, afirma a escritora Laura Vanderkam. Ela acaba de
publicar o e-book “What the Most Sucessful People Do on the Weekend” (o que as
pessoas mais bem-sucedidas fazem no final de semana), para o qual conversou com
empresários de sucesso sobre sua programação de fim de semana.
Em um artigo publicado no site da revista
Inc, ela resume o que ouviu desses empreendedores e dá três dicas para usar
melhor o sábado e o domingo para combater os efeitos do excesso de trabalho – e
voltar novo em folha para o escritório.
1 – Conte as horas
vagas – e aproveite-as
Você já contou quanto tempo livre tem entre
abrir uma cerveja na sexta às seis da tarde e desligar o despertador às seis da
manhã de segunda? São 60 horas no total, ou 36 horas úteis, descontando-se as 24
de sono – quase a mesma carga horária de uma semana de trabalho.
“Tanto tempo não pode ser desperdiçado”, diz
Vanderkam. Por isso, ela recomenda dedicação máxima ao planejamento antecipado
dos dias de folga e diz que é preciso traçar estratégias com o mesmo apuro e
seriedade de compromissos profissionais.
2 – Planeje eventos-âncora
A intensa semana de trabalho geralmente
deixa o empreendedor esgotado na sexta-feira. Mas Vanderkam argumenta que
sentar inertemente na frente da TV ou surfar aleatoriamente na internet não são
as melhores maneiras de se preparar para uma nova jornada.
Parece um paradoxo, mas para renovar as
energias é preciso se mexer. “Outros tipos de trabalho, como exercícios físicos,
um hobby, tomar conta dos filhos ou ser voluntário, ajudam mais a preservar o ânimo
para os desafios da semana do que vegetar completamente”, afirma a escritora.
O segredo para ter um fim de semana ativo é planejar
alguns eventos-âncora, afirmam os entrevistados por Vanderkam para o livro. Não
é preciso encher todas as horas vagas, apenas ter em mente que haverá um horário
reservado para ver atividades e apresentações dos filhos, jogar futebol ou
cozinhar para os amigos.
“De início, isso pode parecer pouco
divertido e muito trabalhoso, mas, de acordo com os entrevistados, gastar
energia dá mais ânimo para retomar o trabalho”, afirma Vanderkam.
3 – Desfrute por
antecipação
Planejar com minúcia até mesmo o fim de
semana parece coisa de gente bitolada, mas Vanderkam defende que essa tarefa
também pode ser muito prazerosa. “Projetar o futuro e antecipar o programa
representa uma boa parte da felicidade gerada por qualquer evento”, afirma.
A tática de marcar as atividades com antecedência
também economiza momentos preciosos do fim de semana que em geral são gastos
negociando um plano com seu cônjuge ou correndo atrás de algum restaurante que
ainda tenha lugares vagos – ou de alguém para tomar conta das crianças.
Além disso, marcar um compromisso
desestimula a clássica desistência de fazer algo no final de semana por estar
muito cansado.
Por Bruna Maria Martins Fontes
Fonte Papo de Empreendedor
NADA DAQUELA CALÇA VELHA, AZUL E DESBOTADA
O que vestir (ou não) na empresa na ‘casual friday’, aconselham consultoras de moda
A sexta-feira chegou e, em muitas empresas, nota-se que os funcionários exibem um visual mais relax. Isso por conta do ''casual day'', que surgiu e se popularizou nos Estados Unidos, mas foi sendo incorporado aos poucos pelos brasileiros. É quando executivos e funcionários de organizações mais formais deixam de lado o terno, a gravata, os taileurs e o salto alto, e adotam trajes mais descontraídos. Mas nada de ir trabalhar de qualquer jeito, alertam as especialistas em moda e estilo. Segundo elas, não há uma regra definitida, e tudo vai depender do perfil da empresa e o segmento em que esta atua.
A consultora de moda e imagem Milla Mathias diz que, ainda hoje, as pessoas têm dúvidas quanto ao tipo de roupa que devem - ou podem - vestir nesses dias.
- Ainda pensam que podem ir de calça jeans, camiseta velha e tênis, quando na verdade não é bem assim.
A consultora explica que o intuito do casual day é trazer mais descontração às roupas, e consequentemente, ao ambiente de trabalho às vésperas do fim de semana, para que os profissionais possam trabalhar mais relaxados e contentes.
E, se antes, a prática se restringia apenas às sextas-feiras, e a poucas empresas, hoje a informalidade no vestir se estendeu a outros dias da semana e a diversos tipos de organizações, acrescenta Paula Acioli, coordenadora acadêmica do curso “Gestão de negócios no setor de moda”, da FGV.
- Essa mudança de padrões e quebra de paradigmas no vestir é, na verdade, um claro reflexo do tempo que estamos vivendo, muito mais democrático em todos os sentidos, social e economicamente falando - ressalta Paula.
Independentemente do dia, afirmam as especialistas, não se deve esquecer que estamos falando de ambiente de trabalho, e não fim de semana ou passeio. Para Paula, ética, bom-senso, observação, educação e adequação são valores que devem ser levados em conta, não só na vida pessoal e profissional, mas também quando falamos de vestuário:
- Esses valores facilitam as escolhas, aumentam as chances de acertos e diminiuem a possibilidade de erro. Se adicionarmos a isso toda a facilidade de acesso à quantidade de informações disponíveis em revistas, sites, blogs, e até mesmo nas trocas de idéias entre amigos nas redes sociais, a gente conclui que é quase impossível nos dias de hoje alguém "sair com qualquer roupa" para trabalhar, sem levar em consideração seu local de trabalho.
- É para ser casual, mas mantendo a elegância. Bom-senso é fundamental. É preciso cuidado para não cair na vulgaridade - completa a consultora de moda Renata Abranchs.
Por isso, é importante que algumas regras sejam observadas quanto à forma de se vestir no mundo corporativo.
E quando a empresa adota um ‘dress code’? A decisão de contar com um código específico sobre o que é ou não permitido trajar vai depender do perfil da companhia e de seus funcionários, diz Paula. Segundo a coordenadora acadêmica da FGV, faz toda a diferença ter conhecimento de como se dá o processo criativo de um uniforme ou de um padrão de roupa a ser usado, da complexidade de pensar o vestir institucional e de compreender o porquê de se adotar um código de vestir dentro de uma empresa.
- Os funcionários e profissionais passam a se sentir muito mais parte da empresa e a valorizar suas posições e funções dentro do sistema de trabalho. A roupa agrega valor. Seja para marcas de luxo, seja para marcas populares de varejo, seja em uniformes (que transmitem via funcionário o conceito e os valores de uma determinada empresa). Um funcionário que conhece e compreende a história do que veste passa a entender muito melhor a história da empresa para a qual está trabalhando, ou como diz a expressão, está "vestindo a camisa".
As dicas das especialistas em moda e estilo para o ‘casual day’
- Vale a velha regra de proibição de decotes, fendas, transparências, roupas justas ou curtas;
- No lugar dos terninhos, coloque uma saia menos estruturada ou uma calça reta mais fluida, com uma camisa;
- Blusas de tricô com tramas mais abertas também são permitidas;
- Se quiser usar jeans, verifique se a empresa permite e, em caso positivo, use um de lavagem escura, corte reto e novo. Lembre-se: nada de rasgos, puídos, tachas etc.;
- Caso faça frio, leve um cardigã, suéter com gola careca ou blazer;
- Já no caso de muito frio, um casaco de lã ou de couro caem bem;
- Nos pés, sapatos mais baixos (e impecáveis) ou sapato-tênis de couro ou camurça;
- Bijuterias e enfeites de cabelo devem ser discretos.
Opções a serem riscadas da lista:
- Calça velha, azul e desbotada;
- Tops ou barriguinha de fora;
- Tecidos sintéticos ou brilhantes;
- Mules (tipo de calçado);
- Sandálias rasteirinhas;
- Estampas ou detalhes de bicho.
Para eles:
- Esqueça os ternos e adote as calças de lãzinha ou gabardine, para dias frios, e as de algodão ou sarja, para os mais quentes.
- Elimine a gravata;
- Se quiser usar jeans, verifique se a empresa permite e, em caso positivo, use um de lavagem escura, corte reto e novo (a regra vale para homens e mulheres).
- Camisa mais informal ou camiseta polo são uma ótima pedida.
- Se fizer frio, suéter, em decote V, cardigãs ou blazer azul marinho de tecido mais encorpado.
- Nos pés sempre mocassim social, combinando com a cor do cinto. Dê preferência ao tom café, pois ele é mais informal do que o preto.
É proibido usar:
- Jeans claro, rasgado, surrado, de balada etc;
- Calças com passante sem cinto;
- Calças com elástico na cintura;
- Camisetas sem manga ou com figurinhas ou piadinhas;
- Moletom;
- Boné;
- Roupa com camuflagem;
- Tênis ou sapato–tênis;
- Meia branca.
Por Ione Luques
Fonte O Globo Online
quinta-feira, 28 de agosto de 2025
quarta-feira, 27 de agosto de 2025
terça-feira, 26 de agosto de 2025
segunda-feira, 25 de agosto de 2025
5 CUIDADOS QUE UM ADVOGADO DEVE TER AO USAR AS REDES SOCIAIS
As redes sociais são plataformas eficientes
e baratas para executar uma estratégia de marketing jurídico. No entanto, essa
praticidade faz com que muitos advogados se confundam e acabem cruzando a linha
entre o uso regular de redes sociais e a publicidade advocatícia permitida nos
termos do Código de Ética e Disciplina da OAB.
Se você é advogado e usa plataformas e
recursos digitais como parte do seu planejamento de marketing jurídico, leia
nosso artigo e confira 5 dicas para evitar infrações disciplinares e manter a
sua presença nas redes sociais de forma ética, sustentável e eficiente.
1. Não usar
interações como consultas
O art. 33, I, do Código de Ética e
Disciplinada OAB determina que o advogado deve se abster de “responder com
habitualidade consulta sobre matéria jurídica, nos meios de comunicação social,
com intuito de promover-se profissionalmente”.
Isso porque a advocacia deve ser um serviço
personalizado, prestado de forma individual, em um ambiente de sigilo. Ademais,
a expertise do advogado deve ser oferecida de acordo com a dignidade de sua
profissão; preferencialmente, de forma remunerada, é claro.
Dúvidas podem ser respondidas de forma
selecionada, comedida e não habitual; mas evite fazer com que as interações em
redes sociais se transformem em verdadeiras consultas jurídicas.
2. Não falar em
preços
Precificar serviços publicamente é uma atitude
que pode causar problemas perante a OAB. Além disso, esta atitude pode passar
uma impressão pouco profissional, pois mostra a advocacia como um serviço
comoditizado.
3. Não prometer
resultados
A advocacia é uma atividade de meio, não de
fim. O advogado que usa as redes sociais para fazer promessas e garantir ganho
de causas está infringindo disposições éticas.
A título de complementação, vale destacar
que esta também é uma estratégia extremamente ruim em termos de construção de
marca (branding). Afinal, a sua marca jurídica deve estar centrada na sua
expertise e sua identidade própria; não em promessas de resultados.
4. Cuidado com as
credenciais
É comum ver advogados que se especializam em
outras áreas como contabilidade, coaching e consultoria financeira, para
agregar valor ao seu serviço; e existem também aqueles que exercem mais de uma
profissão. Se você se encaixa em algum desses casos, tome cuidado com a forma
como você se divulga nas redes sociais. O Código de Ética e Disciplina da OAB
proíbe a divulgação da advocacia em conjunto com outra atividade.
Se você investiu na aquisição de mais
conhecimento, é natural que queira divulgar seus títulos e credenciais – mas, se
for fazê-lo, tenha a cautela de não misturar a sua marca jurídica com os seus
outros trabalhos.
5. A publicidade
deve ser discreta e moderada
Por fim, é importante que toda a publicidade
advocatícia nas redes sociais seja feita de forma sóbria, discreta e moderada. Essas
características devem direcionar desde a identidade visual da marca, linguagem
utilizada, até o conteúdo dos posts.
O Código de Ética diz que a publicidade deve
ser sempre informativa, com textos ou vídeos que passem conteúdos relevantes
sobre uma área do direito e que possam ajudar pessoas e empresas com informações
preventivas ou com soluções jurídicas para o seu dia-a-dia.
Por Alexandre de Souza Teixeira
Fonte www.incompanypr.com.br
COMO SE TORNAR UMA PESSOA MELHOR EM 7 DIAS
Você
gostaria de se tornar uma pessoa melhor, seja no âmbito pessoal ou
profissional? Para muitas pessoas, o desejo de melhorar
constantemente, de estar sempre mudando e amadurecendo é o que as
move. Se você se inclui nesse grupo, saiba que nunca é tarde para
começar.
Lolly
Daskal, uma norte-americana que fundou uma empresa de coaching e
consultoria, escreveu um artigo para a Inc. listando sete questões
para fazermos para nós mesmos. A ideia é que o desafio dure uma
semana e você se faça uma pergunta por dia. "Se você
conseguir perguntá-las com coragem, respondê-las com sinceridade e
colocar em prática o que você aprender, os próximos sete dias
serão uma aula sobre como se tornar uma pessoa melhor", diz.
DIA
1: QUE IMPRESSÃO EU PASSO?
Comece
o dia prestando atenção no que você fala para você e para os
outros. A maneira como suas palavras e seus pensamentos soam são
bons indicadores de como você pensa. Na maior parte do tempo, você
expressa pessimismo ou otimismo? Aceitação ou julgamento? Aprenda a
selecionar seus pensamentos e as mudanças no seu discurso e
comportamento aparecerão. Tente soar do jeito que você gostaria de
se sentir.
DIA
2: O QUE EU PRECISO APRENDER?
Sentir
que você já sabe tudo o que precisa saber te tira a oportunidade de
aprender mais. Pergunte a si mesmo o que você gostaria de aprender.
Pode ser cultivar um novo hábito, atualizar seus conhecimentos ou
começar algo totalmente novo, como uma nova língua. Se você não
tem vontade de aprender, ninguém poderá te ajudar, mas se você
estiver determinado, ninguém poderá te segurar. Faça um plano hoje
do que pretende estudar amanhã.
DIA
3: COMO TER MAIS PROPÓSITO?
Ter
mais propósito te torna mais presente e, consequentemente, mais
disponível para os outros e para si mesmo. O que você pode fazer
hoje para ter um propósito maior, ser mais acessível e mais
presente? Lembre-se que sua história é relevante, sua opinião
importa e você pode criar um impacto. "O propósito da vida é
descobrir seu dom. O trabalho de uma vida é desenvolvê-lo. O
sentido da vida é doá-lo", como define David Viscott.
DIA
4: COMO EU POSSO ME TORNAR UM EXEMPLO PARA AS PESSOAS?
Para
ser um bom modelo é preciso, primeiro, amar e respeitar a si mesmo.
É uma posição privilegiada que exige um mergulho interno para
entender o que é importante para você. É também um esforço para
ser cada vez mais a melhor pessoa possível para que seja possível
liderar pelo exemplo. Não tem a ver com se tornar outra pessoa,
apenas ser coerente com suas crenças e valores, com seus pontos
fortes e fracos. Busque ser esse modelo autêntico, sendo o melhor de
você mesmo.
DIA
5: QUEM EU PRECISO PERDOAR?
Que
pessoa e que situação na sua vida você precisa perdoar? De qual
raiva você precisa se livrar? Você pode se tornar uma pessoa melhor
consertando essas mágoas. Pense em alguém que você pode perdoar
para seguir em frente.
DIA
6: COMO COLOCAR MAIS AMOR NA MINHA VIDA?
O
poeta romano Ovídio disse que "se você quer ser amado, seja
amável". Para aumentar o amor na sua vida, coloque-o em mais
situações. Amor próprio, pelos amigos, pela família, pelos
colegas, enfim, trate todos que estão a sua volta como um ser
querido. E não espere nenhuma recompensa por isso.
DIA
7: COMO CULTIVAR A GRATIDÃO?
Encare
os últimos dias com gratidão. Agradeça por quem você é, pelo que
você tem, pelo que você está se tornando e pelo que você vai
ganhar. O que te faz feliz na vida? Do que você se orgulha? Não
apenas pense nelas, mas seja sinceramente grato pelas coisas boas.
Pelas coisas ruins também, já que elas permitem crescer, aprender e
criar empatia. A gratidão faz com que apreciemos mais o que temos.
Fonte
ÉpocaNegócios
domingo, 24 de agosto de 2025
ORAÇÃO KAHUNA DO PERDÃO
Buscando eliminar todos os bloqueios que atrapalham minha evolução, dedicarei alguns minutos para “PERDOAR”. A partir deste momento, eu perdôo todas as pessoas que, de alguma forma, me ofenderam, me injuriaram, me prejudicaram ou me causaram alguma dificuldades desnecessárias. Perdôo, sinceramente, quem me rejeitou, me odiou, me abandonou, me traiu, me ridicularizou, me humilhou, me amedrontou, me iludiu.
Perdôo, especialmente, quem me provocou, até que eu perdesse a paciência e reagisse violentamente, para depois me fazer sentir vergonha, remorso e culpa inadequada. Reconheço, também que fui responsável pelas agressões que recebi, pois várias vezes confiei em indivíduos negativos, permiti que me fizessem de tola e descarregassem sobre mim seu mau caráter.
Por tempo demais suportei tratamento indigno, humilhações, medo, grosserias e desamor, perdendo muito tempo e energia, na tentativa inútil de conseguir um bom relacionamento com essas criaturas.
Já estou livre da necessidade compulsiva de sofrer e livre da obrigação de conviver com pessoas e ambientes tóxicos. Iniciei agora, uma nova etapa na minha vida em companhia de pessoas mais positivas, cheias de boas intenções, que se preocupam em ser amigas, saudáveis, alegres, prósperas e iluminadas. Pessoas preocupadas em melhorar a qualidade de vida não só de si mesmas, mas de todo o planeta. Queremos compartilhar sentimentos nobres, aprendendo uns com os outros e nos ajudando mutuamente, enquanto trabalhamos pelo nosso progresso material e evolução espiritual, sempre procurando difundir nossas ideias de unidade, de paz e de amor.
Evitarei me queixar, falando sobre mágoas e pessoas negativas. Se por acaso pensar nelas, lembrarei que já estão perdoadas e descartadas de minha vida íntima definitivamente. Agradeço pelas dificuldades que essas pessoas me causaram, pois isso me ajudou a evoluir, do nível humano comum ao nível espiritualizado em que estou agora.
Quando me lembrar destas pessoas que me fizeram sofrer, procurarei valorizar suas boas qualidades e pedirei ao Criador que as perdoe também, evitando que elas sofram pela lei de causa e efeito, nesta vida ou em futuras. Dou razão a todas as pessoas que rejeitaram meu amor e minhas boas intenções, pois reconheço que é um direito de cada um, não me corresponder e me afastar de suas vidas.
(Fazer uma pausa, respirar profundamente algumas, para acúmulo de energia).
Agora, sinceramente, peço perdão a todas as pessoas a quem, de alguma forma consciente ou inconsciente, eu ofendi, magoei, prejudiquei ou fiz sofrer. Analisando e fazendo julgamento de tudo realizei ao longo de minha vida, vejo que o valor das minhas boas ações é suficiente para pagar todas as minhas dívidas e resgatar todas as minhas culpas, deixando um saldo positivo a meu favor.
Sinto-me em paz com minha consciência e de cabeça erguida, respiro profundamente, prendo o ar e me concentro para enviar uma corrente de energia destinada ao meu Eu Superior. Ao relaxar, minhas sensações revelam, que este contato foi estabelecido.
Agora, dirijo uma mensagem de fé ao meu Eu Superior, pedindo orientação, proteção e ajuda, para a realização, em ritmo acelerado, de um projeto muito importante que estou mentalizando e para o qual estou já estou trabalhando com dedicação e amor, que será, com certeza, para o bem maior de todos os envolvidos.
Agradeço de todo o coração, a todas as pessoas que me ajudaram e comprometo-me a retribuir trabalhando para o bem do próximo, atuando como agente catalisador de entusiasmo, prosperidade e auto-realização. Tudo farei em harmonia com as leis da natureza e com a permissão do nosso Criador, eterno, infinito, indescritível que eu, intuitivamente, sinto dentro e fora de mim.
Assim seja, assim é e assim será.
Oração ensinada pelos Kahunas, antigos polinésios.
sábado, 23 de agosto de 2025
sexta-feira, 22 de agosto de 2025
quinta-feira, 21 de agosto de 2025
5 DICAS PARA CAPTAR MUITOS CLIENTES NA ADVOCACIA
A
concorrência no mercado jurídico é muito acirrada. Escritórios de advocacia,
principalmente de pequeno e médio porte, buscam descobrir como captar clientes
na advocacia e apostam em estratégias para se destacar no meio, além de criar
uma boa rede de relacionamento.
Para
tornar o escritório mais lucrativo, é importante investir em um plano tático:
avaliar o mercado e as possibilidades de crescimento, traçar metas e, por que
não, lançar mão de um bom planejamento de marketing jurídico para aumentar a
carta de clientes e o reconhecimento dos sócios.
A
montagem desse planejamento em escritórios iniciantes, onde ainda não está bem
definida a área de atuação, exige foco. Delinear o nicho de mercado vai ajudar
a definir como captar clientes na advocacia e como posicionar-se no segmento.
Para isso, é importante investir em atualização e especialização dos sócios e
na definição clara de todas as necessidades e do perfil do cliente. Quais são
as expectativas e como vou consolidar minha marca no mercado devem ser
perguntas respondidas nesse caso.
As
respostas das perguntas acima podem ser bastante eficazes para orientar a sua
autopromoção. Para aumentar o networking, o advogado pode lecionar em
faculdades de direito, por exemplo. A dica é se apresentar ao mercado como
referência de conteúdo específico. Quando o advogado se torna especialista em
uma área, é convidado a escrever artigos para revistas, jornais ou blogs e
chamado a dar entrevistas para programas de televisão. Dessa forma o advogado
se torna uma referência no assunto e passa a produzir conteúdo rico, o que gera
bons resultados para clientes que buscam uma autoridade para resolver uma
questão jurídica.
Além
das aulas, outras estratégias podem ser adotadas. Abaixo, apresentamos cinco
estratégias para implementar no seu escritório o quanto antes:
Como captar clientes na advocacia em 5 dicas
Aposte na comunicação
Como
captar clientes na advocacia? Comece aproveitando bem os canais digitais. Um
site bem construído, com todas as informações sobre a atuação do escritório de
advocacia, é uma porta de entrada para clientes. Grande parte dos brasileiros
consulta a internet antes de comprar um produto ou serviço.
Crie
um layout que represente o escritório. Logotipos e cores bem aplicados farão
parte da composição visual da marca e estarão presentes em cartões de visita,
materiais de escritório, placas e no site da empresa.
Participe de entidades e associações empresariais
Participar
ativamente faz toda a diferença para se tornar conhecido no meio. Marque
presença em eventos importantes da área, ministre palestras e compartilhe seu
conhecimento. Eventos e entidades são bons lugares para aumentar a rede de
contatos, e consequentemente, de clientes.
Crie uma rede de relacionamento
Uma
sugestão é propor serviços de consultoria para empresas de conhecidos, ou ainda
buscar na rede de relacionamento pessoas com problemas trabalhistas,
previdenciários, ou como consumidor, por exemplo. Normalmente se um conhecido
tem problema trabalhista ou previdenciário, outras pessoas que trabalham com
ele devem ter os mesmos problemas.
Invista na profissionalização
Você
seguiu as dicas acima e resolveu o dilema de como captar clientes na advocacia.
De nada adianta triplicar a carteira se o atendimento não for bem feito. Uma
equipe especializada vai servir como apoio para o crescimento do negócio. Conte
com o apoio de um software jurídico para organizar a demanda e de um
profissional que entre com contato com os clientes, entenda suas necessidades e
transfira para o advogado responsável.
Siga o Código de Ética
Ainda
no tema “como captar clientes na advocacia“, quando se fala em marketing
jurídico é preciso ficar atento ao que preconiza o Código de Ética. Há uma
limitação, de acordo com o provimento 94/2000, relacionado ao capital
intelectual e sua divulgação. De acordo com o parágrafo 1º do provimento, “a
publicidade deve ser realizada com discrição e moderação, observado o disposto
nos arts. 28, 30 e 31 do Código de Ética e Disciplina”. O uso de informação
para fins de prospecção de clientes deve ser muito bem avaliado.
Nesse
contexto, alguns profissionais pensam em usar estratégias que, por muitas
vezes, contradizem o disposto no Código de Ética. Nesse caso, fuja do “casa de
ferreiro, espeto de pau”. Um advogado bem quisto no mercado deve, acima de
tudo, prezar pela ética e pela qualidade. Mostramos acima algumas formas
permitidas e viáveis de divulgar seu trabalho e gerar demanda sem burlar as
regras. Já falamos aqui no blog sobre o assunto. Conheça nossa opinião sobre
marketing jurídico e algumas dicas de como captar clientes na advocacia
utilizando marketing digital.
Por
SAJ ADV
Fonte
JusBrasil Notícias
CONHEÇA AS DICAS PARA EVITAR O ENDIVIDAMENTO E A INADIMPLÊNCIA
Planejar antes de começar um financiamento, fazer uma
planilha com o orçamento mensal e utilizar cheques e cartão de crédito com
cautela são dicas fundamentais para o consumidor não acumular dívidas
Recentemente,
o governo tem colocado em prática uma série de medidas para reduzir as taxas de
juros cobradas pelos principais bancos do País. A ideia é manter a economia
aquecida e a estratégia principal é o estímulo ao consumo, especialmente de
bens duráveis. No entanto, os elevados índices de inadimplência têm demonstrado
que esse consumo pode não estar sendo muito bem planejado pelas famílias
brasileiras.
Para
evitar que a compra de seu carro, casa ou eletrodoméstico o leve a uma situação
de endividamento em excesso e, consequentemente, à inadimplência, o Idec
preparou uma série de respostas para as perguntas mais frequentes em relação ao
tema e também apresenta algumas dicas para que o consumidor mantenha as
finanças organizadas.
Qual a diferença entre endividamento e inadimplência?
Quando
uma pessoa pega emprestado recursos financeiros para adquirir algum bem, ele
está se endividando. O excesso de dívidas pode levar o consumidor à situação de
inadimplência, que é quando não se consegue pagar um compromisso financeiro até
a data de seu vencimento.
Como o consumidor pode evitar o endividamento
excessivo ou superendividamento?
A
regra principal para evitar o endividamento excessivo ou superendividamento é
não deixar que as parcelas dos empréstimos ultrapassem 30% da renda mensal
familiar. Se isso acontecer, o consumidor terá dificuldades em arcar com as
despesas básicas do dia a dia. Fazer uma planilha com o orçamento doméstico
mensal e saber exatamente o valor da sua renda para saber quanto poderá gastar
são dicas fundamentais para que o consumidor não acumule dívidas. Também é
aconselhável optar pelo pagamento de menor quantidade de parcelas em um
financiamento para evitar o pagamento de juros altos por um longo período.
Quais são as recomendações antes de começar um
financiamento?
A
primeira recomendação é planejar. Fazer um empréstimo em uma situação
emergencial ou desesperadora não dá certo. O consumidor precisa analisar sua
capacidade de pagamento, lembrando sempre que os cálculos não devem se basear
no valor do salário, mas no que sobra depois do pagamento das contas do mês e
outras dívidas que já possua. Imprevistos como desemprego ou doença devem ser
levados em consideração. Diminua gastos desnecessários e tenha controle do seu
dinheiro.
Antes
de começar um financiamento, o consumidor precisa saber que tipo de crédito é o
mais adequado para a finalidade dele. Se for para aquisição de bens, procure a
linha específica ao invés de simples empréstimos pessoais. As linhas
específicas para a aquisição de bens costumam ser mais baratas, porque o bem
fica como garantia. Fuja de crédito caros como cheque especial ou cartão de
crédito. Para uso do dinheiro sem finalidade específica, compare empréstimos
pessoais em diferentes bancos.
É
importante, ainda, pesquisar os diferentes bancos antes de fechar negócio, pois
as condições oferecidas costumam variar bastante, bem como as taxas aplicadas.
Também vale evitar financiamentos em mais de 24 parcelas e dar o maior montante
possível de entrada, a fim de diminuir ao máximo o prazo de pagamento.
Como
usar cheque, cartão de crédito e o cheque especial sem acumular dívidas?
Sempre
que utilizar cheque pré-datado, anote os números das folhas e as datas
previstas para os descontos. Desta forma, o consumidor tem o controle de seus
gastos e pode se programar para ter o dinheiro na conta quando o cheque for
descontado.
Já
o consumidor que parcelar as compras no cartão de crédito também deve ficar
atento não só ao valor da parcela, mas ao total que sua fatura vai somar com
aquela nova aquisição. O pagamento integral da fatura é fundamental, uma vez
que os juros cobrados no parcelamento da fatura são um dos mais altos do
mercado. Assim, ao parcelar ou pagar o “valor mínimo”, a dívida acumula para o
mês seguinte e fica cada vez mais alta!
Quanto
ao cheque especial, evite-o ao máximo. As taxas de juros dessa modalidade são
muito altas e é importante lembrar que, quando seu salário for depositado no
próximo mês, ele primeiramente cobrirá sua dívida no cheque especial - também
conhecido como “limite” de sua conta corrente. Sendo assim, você terá menos
dinheiro disponível para arcar com seus gastos do mês em questão, o que poderá
levá-lo a entrar novamente no cheque especial, criando um circuito sem fim de
cobranças de juros e uma conta corrente que não sai do vermelho nunca.
Fonte
Idec
TENSÃO MÁXIMA - BURNOUT
Você já ouviu falar em Burnout? Conheça a doença que atinge de 30% a 40% dos trabalhadores e saiba como se prevenir.
De cada dez profissionais brasileiros, sete são estressados. Entre eles, três desenvolvem a Síndrome de Burnout. Este nome não é muito conhecido, mas os sintomas são. “A doença é caracterizada por um conjunto de sinais desencadeados pelas pressões do ambiente de trabalho: exaustão profissional, distanciamento nas relações pessoais (despersonalização) e sentimento de baixa realização”, explica o dr. Paulo César Souza, da Diretoria Técnica da Amil. O burnout – que pode ser traduzido para “queimar por completo” – não escolhe um perfil específico, embora alguns profissionais sejam mais suscetíveis a desenvolver a doença, como aqueles que atuam sob pressão o tempo inteiro: médicos e enfermeiros – sobretudo os que atuam em emergência –, policiais, controladores de voo, entre outros; e pessoas que são muito dedicadas ao trabalho (workaholics), perfeccionistas ou que têm dificuldades de estabelebecer limites. Ainda assim, as causas que levam à síndrome são muito particulares. “A interação entre a percepção de um ambiente estressante e a resposta do indivíduo é o que promove a Síndrome de Burnout”, explica o dr. Paulo César.
Diagnóstico
Apesar de relativamente comum, a síndrome não é tão facilmente detectada. O perigo mora na semi-invisibilidade do burnout, já que trabalhar em ambientes de alta pressão e enfrentar situações desgastantes todos os dias constituem hábitos cada vez mais recorrentes e os sintomas acabam sendo encarados com naturalidade. Vale levar em conta também que cada um tem o próprio nível de tolerância e o esgotamento pode chegar para alguns mais cedo do que para outros – há quem conviva muito bem com um ambiente estressante e quem acabe não suportando. E o que acontece com frequência é que as pessoas só se dão conta de que estão com um problema quando atingem o pico máximo de estresse. Outro ponto que dificulta o diagnóstico é a confusão que se costuma fazer entre burnout e doenças de ordem pessoal, como depressão, pânico e ansiedade – que podem ser relacionados ao trabalho, mas não se limitam a essa área. “A doença não tem a ver com questões pessoais ou isoladas. Não deve ser confundida com depressão e com sinais parecidos”, diz o dr. Paulo César. Uma forma muito eficaz de detectar a síndrome é por meio de uma ferramenta de avaliação-padrão. Segundo o dr. Paulo César, na prática, a ferramenta mais usada é o Questionário de Maslach (Maslach Burnout Inventory), que conta com tradução validada para o português.
Apesar de relativamente comum, a síndrome não é tão facilmente detectada. O perigo mora na semi-invisibilidade do burnout, já que trabalhar em ambientes de alta pressão e enfrentar situações desgastantes todos os dias constituem hábitos cada vez mais recorrentes e os sintomas acabam sendo encarados com naturalidade. Vale levar em conta também que cada um tem o próprio nível de tolerância e o esgotamento pode chegar para alguns mais cedo do que para outros – há quem conviva muito bem com um ambiente estressante e quem acabe não suportando. E o que acontece com frequência é que as pessoas só se dão conta de que estão com um problema quando atingem o pico máximo de estresse. Outro ponto que dificulta o diagnóstico é a confusão que se costuma fazer entre burnout e doenças de ordem pessoal, como depressão, pânico e ansiedade – que podem ser relacionados ao trabalho, mas não se limitam a essa área. “A doença não tem a ver com questões pessoais ou isoladas. Não deve ser confundida com depressão e com sinais parecidos”, diz o dr. Paulo César. Uma forma muito eficaz de detectar a síndrome é por meio de uma ferramenta de avaliação-padrão. Segundo o dr. Paulo César, na prática, a ferramenta mais usada é o Questionário de Maslach (Maslach Burnout Inventory), que conta com tradução validada para o português.
Recuperação
O tratamento mais comum é o afastamento do ambiente estressante, psicoterapia de suporte e tratamento comportamental. Em alguns casos, o uso de medicamentos auxilia o processo. Por causa do alto índice de reincidência, o paciente deve ficar em observação constante. “A doença pode ser tratada e controlada, desde que a relação entre o indivíduo e o local de trabalho se modifique, com menos pressão, sobre aqueles que mais se ressentem. Não há cura definitiva, pois, retornando ao ambiente estressante, aquele que sofreu do distúrbio tende a tê-lo de novo”, explica o médico. Para a dra. Ana Maria Rossi, presidente do International Stress Management Association – Br (ISMA), o burnout requer cuidados especiais e deve ser levado a sério. “Há os que acreditam que o doente tem capacidade de sair sozinho da situação. Não acredito na autorrecuperação. A síndrome é uma doença e deve ser tratada como tal.”
Previna-se
A melhor maneira de lidar com o burnout ainda é a prevenção
Ainda que pareça fora de controle – afinal, a pessoa não tem autonomia total para determinar o nível de estresse em sua rotina –, é possível tomar algumas medidas simples para evitar a doença e viver melhor. A dra. Ana Maria ressalta que dormir bem, cultivar um estilo de vida saudável e lidar com situações difíceis sem se desgastar são ações que ajudam. Saber reconhecer, respeitar e impor os próprios limites também é essencial. Para o dr. Paulo César, a empresa pode desempenhar um papel importante no combate à doença. “O que é possível, mas ainda pouco frequente em nosso país. Ambientes ou empresas que trabalhem sob elevados níveis de pressão e estresse talvez devessem pensar na existência do distúrbio e tentar avaliá-lo por meio de ferramentas específicas (como o questionário de Maslach). Uma vez diagnosticado, fazer a prevenção, antes que vire um problema com consequências mais graves”, diz o profissional.
Sinal vermelho
Será que é burnout? Reconheça os sintomas da doença
A dra. Ana Maria Rossi cita três características predominantes;
• Exaustão física e mental: a pessoa está constantemente cansada, mesmo quando sai de férias.
• Ceticismo: desesperança, conclusão de que não há saída para aquela situação.
• Ineficácia: baixo rendimento, frustração. Mesmo que trabalhe por muitas horas, a pessoa mostra pouco resultado.
Para a médica, outro sintoma pontual da doença é a passividade ou a agressividade ao extremo – dependendo do perfil do atingido.
Para o dr. Paulo César Souza, alienação (quando o trabalhador fica quieto no seu canto, alheio às outras pessoas) e estresse emocional (pessimismo, irritação extrema, sentimento de injustiça, complexo de inferioridade, antipatia, insegurança, ansiedade) também entram na lista de sinais obrigatórios do burnout. “A primeira reação ao estresse ligado ao trabalho é a sensação de esgotamento e dificuldades de relacionamento. Pode haver, ainda, cansaço, desânimo, dores no corpo, desleixo, hipertensão, disfunção digestiva, procrastinação e intolerância.” E não é só o profissional que perde com a doença. As empresas também acabam sofrendo as consequências. Segundo o médico, há estudos que mostram a perda da lucratividade, seja por queda na produtividade, seja pelos aumentos de absenteísmo ou nos custos com saúde.
Por Alana Della Nina
Fonte One Health
VOCÊ É POUPADOR OU INVESTIDOR?
Os prazos e
objetivos variam conforme o perfil: tudo depende do seu comportamento
Geralmente, vemos os termos “poupador” e “investidor”
sendo usados como sinônimos – ou, pelo menos, como coisas muito parecidas. No
entanto, há diferenças técnicas entre quem poupa e quem investe e você pode ser
uma coisa ou outra – talvez as duas, se estiver com a disciplina financeira em
dia.
Poupador: Planeja
primeiro, compra depois
Tudo depende do seu comportamento. Quando
pensa em comprar uma bicicleta nova e, em vez de parcelar a perder de vista no
cartão de crédito, você vai juntando o dinheiro mês a mês antes de ir à loja?
Esse é o traço fundamental do verdadeiro poupador: ele se planeja primeiro e
gasta depois.
“O
poupador junta dinheiro pensando em utilizar o principal, não os rendimentos”,
define Janser Rojo, planejador financeiro da Soma Invest. Neste caso, a reserva
para aquela viagem ou para um conjunto de móveis novos é típica do poupador.
A primeira meta do
poupador é evitar o parcelamento
A mira está no sonho de consumo e, por isso,
o período de reserva não costuma ser maior que um ano. “Geralmente fica na
poupança ou na conta corrente mesmo”, lembra Conrado Navarro, planejador
financeiro e sócio do Dinheirama. No entanto, a opção da conta corrente não
serve para todo mundo. “Quem não tem muito controle precisa separar o dinheiro
do uso diário, senão vai embora.”
A maior preocupação do poupador deve ser,
sempre, a manutenção do poder de compra. Além de procurar aplicações de renda
fixa que tenham rendimento próximo da inflação, o poupador pode e deve
continuar monitorando os preços do produto desejado. “É necessário acompanhar
seu dia a dia. Só assim você garantir que está guardando seu dinheiro para ter
pelo menos [o rendimento maior do que a] inflação no prazo em que você pretende
realizar a compra.”
Investidor: Planeja,
investe e volta a planejar
O investidor, por sua vez, está mais
preocupado com os rendimentos da sua aplicação. “Essa pessoa está menos
associada ao patrimônio material e é mais apegada à possibilidade de ter
qualidade de vida e recursos em longo prazo”, sinaliza Navarro.
A previdência privada, por exemplo, é uma
aplicação prática do investidor que guarda hoje e aposta no rendimento para
recolher ganhos significativos lá na frente.
O que está em jogo é a rentabilidade e,
justamente por isso, trata-se de uma modalidade de reserva um pouco mais complexa.
Você terá de estudar os juros, as taxas de administração, os prazos e tudo mais.
“O investidor normalmente tem uma carteira
de investimentos”, aponta Navarro. Neste sentido, você pode pensar em aplicações
mais conservadoras para o curto prazo e as mais ousadas, como um fundo de ações,
por exemplo, para o tiro mais longo.
Na hora de usufruir da rentabilidade, o
investidor deve fazer mais uma rodada de planejamento
“Somos emocionais e
imediatistas. É da nossa natureza”
Se você ainda não tem nenhuma reserva, ou só
aquela para emergências, seu ponto de partida é o objetivo. Para quem ainda não
está acostumado a ver dinheiro parado, é muito mais fácil ter algo na mira para
prazos mais curtos. “Primeira meta é comprar coisas sem parcelamento”, explica
Navarro.
Por isso, prefira começar vestindo a figura
do poupador. “Quando você entende que é capaz de economizar pensando em algo e
depois usufrui deste esforço, você entende o desafio”, comenta. “É uma etapa
que todas as pessoas precisam passar.”
Tudo isso para deixar de lado uma faceta
humana. “Somos emocionais e imediatistas. É da nossa natureza”, pontua o
planejador financeiro.
No entanto, depois de dar o pontapé inicial,
a melhor alternativa é manter três reservas independentes, com foco no curto,
no médio e no longo prazo. Para Janser Rojo, da Soma Invest, o ideal é que os
três recebam rigorosamente a mesma atenção – e os mesmos depósitos. “É necessário
ter um equilíbrio entre aproveitar o presente e planejar o futuro.”
O centro das atenções deve estar na
disciplina de aportes e de monitoramento. Acompanhar de perto suas aplicações
garante que você esteja sempre observando a rentabilidade e os objetivos das
aplicações. “Tem de estar sempre acompanhando e monitorando, para não perder
dinheiro.”
Por Bárbara Ladeia
Fonte iG Economia
quarta-feira, 20 de agosto de 2025
GUIA DO ADVOGADO EXEMPLAR: SAIBA QUAL A POSTURA ADEQUADA EM UMA AUDIÊNCIA
O
que fazer e como se portar em uma audiência são dúvidas frequentes
para os advogados em início de carreira ou aqueles mais acostumados
ao trabalho burocrático — fazendo peças e mais peças jurídicas
e analisando contratos dentro das instalações de um escritório,
sem participar tanto da vida do Fórum em circunstâncias de embate
direto com outro causídico. O conhecimento jurídico deve guiar quem
vai à audiência, sem dúvida, mas não é tão simples assim.
Afinal, há todo um conjunto de regras a serem seguidas que, se não
forem respeitadas, poderão resultar em situações constrangedoras
para todos.
Que
tal saber de alguns detalhes bem válidos para qualquer tipo de
audiência, seja no âmbito civil, penal ou trabalhista? Então não
deixe de conferir agora mesmo nossas dicas:
CUIDADO
COM AS ROUPAS
O
advogado deve se trajar de acordo com a formalidade da profissão, ou
seja, preferencialmente com roupas mais sóbrias e que respeitem a
famosa moral e os célebres bons costumes. Dessa forma, é necessário
sempre evitar o excesso. Os advogados do sexo masculino devem se
apresentar preferencialmente em ternos, de cores sóbrias (nada de
usar aquela sua camiseta azul-bebê cafona). No caso das advogadas,
vestimentas com decotes muito proeminentes ou roupas curtas estão,
obviamente, fora de cogitação. Uma entrada imponente na sala de
audiência tem início com a preparação, bem antes de se chegar lá.
Então não pule essas etapas!
SEJA
PONTUAL
É
importante chegar cedo ao Tribunal onde a audiência ocorrerá, de
maneira que, quando o pregão acontecer, você e o cliente estejam
preparados para entrarem na sala. Ao adentrarem o aposento, cada
parte senta em seu devido lugar, acompanhada de seu representante
legal. Em uma audiência cível de conciliação ou de instrução e
julgamento, o advogado do autor se senta à direita do magistrado, à
mesa, e o advogado do réu se senta à esquerda, cada parte com seu
representante. Nas audiências trabalhistas, no entanto, essa
disposição se inverte. Se há dúvida sobre onde se sentar, não
demonstre tensão, simplesmente deixando que o outro advogado tome
seu assento primeiro. Depois, é só ocupar o lado contrário da
mesa.
Caso
você esteja com dúvidas, procure se informar com algum colega
advogado mais experiente, que já esteve nestas situações, sobre a
postura adequada para cumprir o ritual de uma audiência. Desta
forma, você consegue evitar que haja insegurança de sua parte
(fatal para o trabalho do advogado), na hora da audiência.
ATENÇÃO
AO PALAVREADO
Não
use gírias, palavras de baixo calão ou expressões nada técnicas
quando estiver diante do magistrado e da parte adversária na
audiência. E não se esqueça de orientar o seu cliente a fazer o
mesmo, guiando-o a, inclusive, evitar se expressar muito emocional ou
ofensivamente. Comportamentos inadequados podem acarretar em
punições, seja para você, seja para seu cliente. Afinal, o
tribunal é um espaço cuja formalidade deve ser prontamente
respeitada por todos os presentes.
É
interessante, sempre no dia anterior, ou poucos dias antes, da
audiência, que você explique ao seu cliente qual deve ser o
comportamento correto no tribunal, diante do juiz. Oriente-o quanto
aos rituais que ele deverá seguir, e explique para o cliente que as
perguntas do juiz devem ser prontamente respondidas, sem rodeios, mas
somente na exata medida do que for perguntado.
TRANSMITA
CREDIBILIDADE
Cada
audiência tem um conjunto de atos processuais específicos, o que
vai variar bastante de acordo com cada caso — como a tentativa de
conciliação, a fixação de pontos controvertidos, a fase
probatória e as alegações finais, por exemplo. O mais importante é
estar bem preparado, tanto no plano jurídico como no que diz
respeito ao conhecimento daquele caso em especial, de modo que
transmita grande credibilidade quando for se dirigir ao juiz ou à
outra parte. Esse cuidado facilitará o convencimento favorável do
magistrado, além de, claro, passar segurança ao seu cliente, que
certamente estará enfrentando um momento difícil e decisivo de sua
vida.
CONCLUSÃO
Com
boas práticas e atenção a coisas simples, o advogado poderá
cumprir muito bem seu papel e produzir uma excelente performance nas
audiências de que fizer parte. Dessa forma, você será cada vez
mais capaz de atrair novos clientes, e o respeito no mundo jurídico.
Blog Juris Correspondente
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