domingo, 30 de novembro de 2025

MAGIA DE CORDÃO E DE NÓS - O FEITIÇO DOS NOVE NÓS

Qualquer emoção simples, objetivo ou força elemental podem ser amarrados e controlados simplesmente atando-os em um nó. Amor, poder mágico, ventos, nuvens, chuva, doença - isso tudo pode ser amarrado em um cordão para criar um tipo de "bateria de armazenamento", afim de manter o poder do feitiço. Um rito de nós pode ser realizado para qualquer fim desejado, e a corda amarrada pode ser levada ou costurada em alguma parte da roupa, ou usada de outros modos. Os nós devem ser desfeitos mais tarde para liberar o feitiço (banir a negatividade) ou o cordão pode ser cerimonialmente queimado ou enterrado. Qualquer ritual pequeno pode ser criado para fazer os nós; há registro de vários.

Para curar um resfriado ou outras doenças pouco graves, uma bruxa ou feiticeiro pode comprar um cordão por uma soma simbólica e imediatamente fazer um nó para "amarrar a doença". A corda deve então ser pendurada em um arbusto ou queimada em algum lugar remoto onde vive. Para curar verrugas, pegue um pedaço de barbante, faça um nó para cada verruga e toque-a com o nó. Pendure o barbante no beiral de sua casa e a água da chuva que escorrer pelo barbante vai lavar as verrugas. Depois da chuva, enterre o barbante na terra.

No feitiço dos nove nós, uma série de nove nós não muito apertados (para que possam ser desfeitos), é feita em uma corda escarlate especial de 30cm (trinta centímetros) usada apenas para esse fim. Conforme cada nó é feito, a intenção do feitiço é visualizada com mais força, dirigindo a concentração e a energia para o nó. Os nós são feitos na ordem e no padrão, com as palavras (ou semelhantes) a seguir:

Pelo nó UM, o feitiço começou.

Pelo nó DOIS, ele se realizará.

Pelo nó TRÊS, que assim seja.

Pelo nó QUATRO, esse feitiço eu guardo.

Pelo nó CINCO, o feitiço está vivo.

Pelo nó SEIS, esse feitiço eu fixo.

Pelo nó SETE, o poder é dado.

Pelo nó OITO, o poder é grande.

Pelo nó NOVE, esse feitiço eu lanço.

Pelo nó DEZ, isto começa de novo. Justiça!

Ao atar o último nó, toda a energia será dirigida para o cordão e os nós com uma visualização final da intenção. O poder acumulado é então armazenado nesses nós, o qual pode ser mantido até o momento apropriado de sua liberação. Embora os nós tenham sidos atados em um ritual, deverão ser desatados um de cada vez ao logo de nove dias consecutivos. Desfaça-os na mesma ordem em que foram amarrados, e não na ordem inversa! Todos os dias, antes de desamarrar os nós, concentre-se novamente no que deve acontecer e repita as mesmas palavras usadas no ato da amarração.

Fonte Diário Madras

NÃO PERMITA QUE O COMPORTAMENTO DOS OUTROS TIRE A SUA PAZ! IGNORE E SIGA EM FRENTE

“Não permita que o comportamento dos outros tire a sua paz.” Dalai Lama

Conviver com outras pessoas pode ser muito difícil. Cada um recebeu uma criação diferente e desenvolveu sua personalidade, de acordo com as próprias experiências, por isso raramente alguém pensará ou agirá como nós, e quando essas variedades de estilos de vida se encontram, alguns conflitos podem ser gerados.
Em nosso dia a dia, encontramos pessoas com personalidades diversas: egoístas, maldosas, manipuladoras etc. É muito fácil absorvermos suas energias e ficarmos presos em suas armadilhas, especialmente se não desenvolvemos a nossa força interior.
Com muita facilidade nos encontramos cedendo às ameaças, aos comportamentos tóxicos e às intimidações dessas pessoas, permitindo que suas atitudes influenciem na maneira como vivemos nossas vidas.
Apesar de ser difícil manter-se alheio às energias e comportamentos das pessoas que estão ao nosso lado todos os dias, precisamos aprender a filtrar tudo aquilo que elas emanam – conscientemente ou não.
Nós não podemos permitir que essas atitudes roubem a nossa paz, tranquilidade e felicidade. Não podemos dar a ninguém o poder de controlar as nossas vidas ou de determinar o nível de nossa felicidade e realização.
Apesar de termos que conviver com pessoas muito diferentes de nós, precisamos manter uma distância emocional saudável delas, para que os seus comportamentos não interfiram em nossa jornada pessoal.
Um dos bens mais preciosos que podemos possuir é a paz interior. É ela que nos mantêm firmes, em todos os momentos da vida, e nos ajuda a seguir em frente com confiança e fé.Quando nós temos paz interior, vivemos a certeza de que nada na vida pode nos prejudicar e que as melhores coisas estão sempre a caminho.
A paz é a consequência de uma vida vivida com muita consciência e sabedoria, ela é o sinal de que estamos no caminho certo e avançando todos os dias. Ela é uma conquista muito valiosa, que não pode ser desperdiçada.
Valorize a sua paz e não permita que ela se perca por conta do comportamento alheio. Entenda que você pode não ser capaz de mudar os outros, mas sempre pode mudar algo dentro de si mesmo, para que nada externo lhe roube a alegria de viver.
Fortaleça o seu relacionamento consigo mesmo e invista no autoconhecimento. Quanto mais você souber sobre si, menos permitirá que os outros o controlem.
Guarde as palavras de Dalai Lama em sua mente e coração e preserve a sua paz, porque ela é a garantia de uma boa vida.
Por Luiza Fletcher
Fonte site O Segredo

QUERIDO DEUS, AMÉM!

quinta-feira, 27 de novembro de 2025

FUJA DOS 7 PIORES MOMENTOS PARA TOMAR UMA DECISÃO FINANCEIRA

Veja quando você não deve comprar, vender ou fazer um investimento – e aprenda a aproveitar as melhores oportunidades

Tomar decisões quase sempre é uma tarefa difícil. Fica ainda mais complicado quando o principal elemento em questão é o seu dinheiro. Entre palpites, pressões familiares e questões subjetivas, praticamente tudo que está ao redor influencia, e muito, na hora de bater o martelo de uma compra, venda e até de fazer um investimento.
A questão é que nós, os seres humanos, somos absolutamente emocionais e, por mais contas e análises que façamos, será sempre muito difícil racionalizar completamente qualquer decisão. Tudo fará diferença no seu veredicto: desde a simpatia do corretor de imóveis até a temperatura da sala onde você e seu gerente conversaram sobre os investimentos.
O educador financeiro Conrado Navarro sugere como primeiro passo o reconhecimento desta condição. Será muito mais fácil lidar com as variáveis emocionais quando você souber que elas existem. “Um bom negócio passa pela questão financeira, pela idoneidade da operação e pela sua satisfação em fazê-lo. Sempre terá um componente pessoal muito grande”, diz.
Garantia de sucesso não há. Mas há momentos que claramente não são melhores para bater o martelo sobre uma decisão. O pesquisador do Núcleo de Estudos de Felicidade e Comportamento Financeiro da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (FGV-EAESP), Wesley Mendes, lembra que é possível criar as melhores condições possíveis para uma escolha acertada. “Toda decisão precisa de um certo nível de racionalidade”, diz. “Então é fundamental tentar fugir dos momentos altamente emocionais.”

1- Na alegria
Momentos de felicidade e comemoração merecem ser curtidos. Não perca tempo pensando em decisões financeiras, porque muito provavelmente seu bom humor poderá converter otimismo em excesso de confiança – e é aí que mora o perigo. Wesley Mendes, da FGV, lembra que toda decisão financeira envolve um risco e ele precisa ser, ao menos, estimado. “Quando estamos muito felizes, tendemos a confiar demais nas abstrações”, diz. Para o pesquisador, jovens e religiosos ferrenhos são os principais perfis. “O jovem porque não teme e os excessivamente religiosos porque têm um menor senso de controle da vida.”
Por isso, o momento de euforia de ver seu time campeão, por exemplo, deve ser aproveitado fora de qualquer estabelecimento comercial – e de preferência com a carteira longe.

2 - Na tristeza
Os sentimentos extremos são sempre o pior cenário possível para sua decisão. Assim como a euforia eleva as expectativas a níveis pouco saudáveis, a depressão ou a tristeza tiram de você parte da sua racionalidade. Nesses casos, ou você toma decisões que confortarão os seus sentimentos, ou deixará de ver oportunidades onde pode haver bons negócios. “Não se toma decisões em momento de crise”, define Mendes, que sugere resguardo máximo em momentos de instabilidade. “Nesses momentos, nossa capacidade de processar informações está restrita e, por isso, vamos acabar em decisões pouco racionais.”
Quando perder uma pessoa próxima, deixe para decidir o que fazer com os bens quando o luto já estiver elaborado. Por exemplo, manter um comércio funcionando só porque era a razão de viver do seu avô pode dar dor de cabeça no futuro.

3 - Na pressa
Não é por acaso que as promoções de lojas e supermercados invariavelmente incluem um “só hoje” ou um “promoção válida enquanto durarem os estoques”. “As propagandas tendem a suprimir sua racionalidade privando você do tempo”, lembra Mendes. Você não precisa correr se não quiser e não há oportunidades únicas. “As decisões rápidas tendem a ser demasiadamente irracionais. Só toma decisão acertada rapidamente quem é treinado para isso”, aponta. Quando o assunto é tempo, uma regra é magna: quanto maior o valor financeiro do objeto em decisão, mais tempo você deverá gastar estudando possibilidades.
Não tema levar meses até decidir qual geladeira ou computador comprar. Mendes sugere ensaiar. “Se você quiser pegar o jeito e se acostumar com a tomada de decisão, a melhor coisa é simular”, diz. Faça as contas como se fosse fazer a aquisição ou a venda todas as vezes em que escutar propostas. Aos poucos, as ponderações ficam mais automáticas – e as decisões mais seguras.

4 - Na dúvida
Por sinal, se você é daqueles que simplesmente não consegue chegar a um veredicto, saiba que você não é só extremamente cauteloso nem indeciso, pode estar também mal informado. O educador Conrado Navarro explica que normalmente essa insegurança vem de falta de domínio sobre o assunto, seja ele um investimento ou qualquer outro tipo de operação. “Geralmente as pessoas ficam indecisas quando há uma assimetria de informação entre a pessoa que está do outro lado e quem está tomando a decisão. Esse medo paralisa”, explica.
Navarro aconselha ser mais proativo e buscar aprender mais, com cursos, conversas, ajudas, leituras e qualquer outra coisa que possa dar mais confiança. “É fundamental você decidir sabendo por que tomou a decisão”, aponta.

5 - Na pressão
Se tiver muita gente em volta dizendo o que fazer, procure a primeira porta mais próxima e fuja. Poucas coisas podem ser mais venenosas para uma boa tomada de decisão que os excessos de opções e argumentações vindos de familiares, amigos e palpiteiros em geral. Estes carregam a decisão de tons emocionais e é exatamente isso que você não quer.
Se forem familiares, procure o diálogo e encontre um acordo comum a todos. Navarro explica que todos os envolvidos nos resultados da decisão podem e devem discutir e também fazer concessões. “É importante que cada um ceda em um aspecto, para que não haja intransigência na decisão”, explica. Quando o acordo não for viável, consulte um profissional e faça com que ele aponte qual o melhor caminho.

6 - No escuro
Quando você não tem um objetivo muito claro, tomar decisão pode ser um processo duro e, pior, frustrante. Isso poder parecer óbvio, mas muitas vezes as pessoas se perdem dentro de seus sonhos. Seu objetivo de vida é morar fora do País? Não compre um imóvel. Acabou de casar e ainda não sabe em que cidade pretendem criar raízes? Opte pelo aluguel. O importante é manter a coerência. “O objetivo precisa estar claro, senão a insegurança do futuro vai estragar seu presente”, explica Navarro. “Tem casal que acaba de casar, já compra um apartamento sem saber se pretende, por exemplo, mudar de cidade para criar os filhos. Aí se endivida, aperta os cintos e não consegue curtir os primeiros anos do casamento.”
Claro que não há regras: se o seu objetivo for comprar um apartamento em Miami, não hesite em correr atrás do que quer. No entanto, mantenha-se focado e coerente. Só assim você não vai acabar se arrependendo do esforço. “Para tomar alguma decisão, a pessoa precisa estar sempre orientada para um objetivo maior, em que suas ações convirjam naturalmente para ele”, explica Wesley Mendes, da FGV.

7 – Na tempestade
É claro, não se esqueça de observar o cenário econômico da sua decisão em questão. Se vai comprar ações na bolsa, lembre-se de avaliar se o momento é o mais favorável. Quando for abrir um negócio, avalie se há demandas para seu produto e, principalmente, se as pessoas estão dispostas a pagar por ele. Se já planejou as férias, acompanhe a oscilação da moeda que você deverá comprar e aproveite as oportunidades. Com o objetivo em mente, você vai saber para onde olhar.
Fundamental aqui é, por exemplo, não deixar para observar a cotação do dólar somente quando falta uma semana para fazer aquela viagem da qual você já estava informado à mais de um mês. “Toda boa decisão depende de planejamento”.
Por Bárbara Ladeia
Fonte iG Economia

DIA NACIONAL DE LUTA CONTRA O CÂNCER


No dia 27 de novembro é comemorado o Dia Nacional de Luta Contra o Câncer. A questão do câncer vai além da barreira entre etnias, nacionalidade, idades e sexo. Por isso, nenhum aspecto relacionado a doença é irrelevante.
É importante acabar com certas concepções criadas ao redor da doença, propagar informações sobre as melhores formas de prevenção e a importância do diagnostico precoce, também é importante combater falsas informações que prejudicam a saúde das pessoas ou atrapalham a recuperação de um paciente já em tratamento.
Mesmo já existindo um dia mundial de combate ao câncer foi preciso criar um dia nacional. Assim como outras doenças não transmissíveis, o câncer possui características diferentes em cada país, principalmente quando se comparado a países mais desenvolvidos economicamente, com os menos desenvolvidos.
Câncer de pulmão, próstata, mama e cólon são mais incidentes em países mais desenvolvidos, enquanto o câncer de fígado, estômago e cavidade oral tem maior incidência em países menos desenvolvidos.
Esteja sempre em dia com seu corpo, e fique atento a qualquer sinal. Divulgue informações seguras e sempre procure um médico para tirar suas dúvidas.

Dicas para se prevenir
1.    Não fume – essa é a regra mais importante para prevenir contra o câncer. O cigarro libera cerca de 4.700 substâncias cancerígenas e tóxicas que são inaladas tanto pelos fumantes quanto por não fumantes.
2.      A alimentação saudável reduz o risco de câncer. Sua dieta deve conter pelo menos cinco porções de frutas, legumes e verduras. Evite ingerir frituras, salgadinhos, carnes de porco e carnes vermelhas com gordura, pele de frango, embutidos como salsicha, linguiça, salame e gordura hidrogenada.
3.   Faça pelo menos 30 minutos diários de atividades físicas. Ela consiste na iniciativa do movimento, por exemplo suba pelas escadas invés de elevador, leve o cachorro para passear, cuide do jardim, varra a casa, entre outras.
4.  Homens a partir de 50 anos devem realizar exames preventivos contra o câncer de próstata.
5.      Homens e mulheres acima de 50 anos, devem realizar exame de sangue oculto nas fezes anualmente.
6.      Mulheres com 40 anos ou mais, devem realizar exames clínicos das mamas anualmente.
7.      Evite ingerir bebidas alcoólicas.
8.   Evite exposição prolongada ao sol entre as 10h e 16h, e sempre utilize proteção, como protetor solar e chapéu.
9.      Mulheres entre 25 e 59 anos devem realizar exames preventivos ginecológicos.
10.  Realize todos os dias higiene bucal (escovação dos dentes e língua) e visite regularmente um dentista.

Agora que você já sabe a importância do Dia Nacional de Luta Contra o Câncer, adote hábitos saudáveis!
Fonte Valor de Planos de Saúde

BLACK FRIDAY: DICAS PARA APROVEITAR OS DESCONTOS

A data mais esperada pelo consumidor: a Black Friday. As grandes redes já estão se organizando para o evento, que será realizado no dia 28 de novembro. Ter a possibilidade de antecipar as compras de Natal é sempre positivo, ainda mais se for possível comprar em uma promoção. Mas, apesar da boa oportunidade de conseguir bons descontos, é preciso ter cuidado para não cair em armadilhas. Muitas vezes em promoções compramos mais do que deveríamos ou do que precisamos.  Veja como aproveitar a Black Friday da melhor forma:

1. Avalie as obrigações financeiras que você terá ao longo dos próximos meses e veja se este dinheiro usado agora não fará falta no futuro;

2. Faça uma lista de necessidades e cadastre alerta de preços nos produtos antes do evento. Além disso, estipule quanto pretende gastar com cada item que deseja;

3. Analise o produto que deseja e compare-o com outras marcas para certificar-se de que ele supre suas necessidades;

4. Não compre se para isso precisar se endividar. Lembre-se que parcelamento também é uma forma de dívida.Se for inevitável, tenha certeza de que cabe no orçamento;

5. Cheque a credibilidade da loja que você está comprando. Para isso, procure no site a identificação da loja (razão social, CNPJ, endereço e formas de contato). Caso o fornecedor não possua essas informações, escolha outro;

6. Faça uma pesquisa histórica dos preços dos itens desejados. Fique atento se realmente a oferta representa um desconto relevante, ou se não se trata de uma estratégia de marketing alterando o preço mental de referência do consumidor.

Estar atento aos seus direitos pode evitar transtornos na hora das compras. De acordo com a advogada Patrícia Peck, especializada em Direito Digital, as principais reclamações estão relacionadas a:
- Cobrança de valor diferente do anunciado, onde depois na fatura do cartão vem uma cobrança de outro preço;
- Entrega de produto diferente do anunciado (outras características, tais como tamanho, cor, tipo de voltagem);
- Atraso na entrega;
- Defeito;
- Problema para realizar troca, cancelamento ou devolução.

“Quando a aquisição de produto ocorrer fora do estabelecimento comercial (por telefone, em domicílio, através de internet ou por outro meio similar) o consumidor tem o prazo de reflexão de 7 dias corridos, a contar da data do recebimento do produto ou assinatura do contrato, para desistência, de acordo com o artigo 49 do Código de Defesa do Consumidor”, explica Patrícia.
A especialista também recomenda ter cuidado com segurança da informação, principalmente nas transações pela internet. “Sempre verifique se a loja possui ferramentas para garantir a proteção da operação e evitar uma fraude com dados de cartão de crédito ou financeiros”, diz.
Ela conta que no Brasil, ainda acontece muito o golpe da loja fantasma, em que as quadrilhas de criminosos se aproveitam desta época em que todos buscam um desconto, para oferecer algo imperdível, mas que na verdade é uma arapuca para pegar os dados do cliente e dar golpe na praça.
Segundo o Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor), toda informação transmitida ao consumidor – por meio de publicidade, embalagens ou mesmo declarações dos vendedores – torna-se uma cláusula contratual a ser cumprida pelos lojistas e fabricantes.
De acordo com essa regra, o consumidor tem o direito de exigir que os produtos lhe sejam vendidos exatamente pelos preços e condições anunciados na mídia, cartazes ou outros meios.Havendo algum problema, o cliente deve primeiro entrar em contato com a loja. Não conseguindo resolver a questão, a pessoa pode buscar o PROCON, o Juizado Especial de Pequenas Causas, bem como também fazer a denúncia no Portal do Consumidor.

Por Isabella Abreu
Fonte dinheirama.com.br

DIA NACIONAL DE COMBATE AO CÂNCER

RESPEITO & CARÁTER

quarta-feira, 26 de novembro de 2025

LEI DE MURPHY

Evitando a Lei de Murphy
Enquanto a maioria de nós gosta da Lei de Murphy pela capacidade de explicar nosso senso de impotência em certos casos, outros enxergam a lei como uma ferramenta. Pelo menos uma pessoa a vê como uma equação matemática que pode prever as chances de processos darem errado. Joel Pel, engenheiro biológico da University of British Columbia (em inglês), criou uma fórmula que prevê a ocorrência da Lei de Murphy.


A fórmula usa uma constante igual a um, um fator inconstante e algumas variáveis. Nesta fórmula, Pel usa a importância do evento (I), a complexidade do sistema envolvido (C), a urgência da necessidade de o sistema funcionar (U) e a frequência com que o sistema é usado (F).
Em um ensaio escrito para a revista Science Creative Quarterly, Pel usa o exemplo de prever a ocorrência da Lei de Murphy quando um motorista precisa dirigir seu Toyota Tercel (em inglês) em um trajeto de aproximadamente 100 km até sua casa debaixo de uma tempestade sem que a embreagem quebre. Usando a Equação de Murphy, Pel chegou a uma resposta igual a 1, o que significa que a embreagem do Tercel com certeza vai quebrar em uma tempestade. Apesar de todos que conhecem um Tercel esperarem que isso aconteça, é um certo consolo saber que isso pode ser previsto matematicamente [fonte: Science Creative Quarterly (em inglês)].
A Lei de Murphy lembra aos engenheiros, programadores de computador (em inglês) e cientistas uma verdade muito simples: sistemas falham. Em alguns casos, a falha de um sistema significa que o experimento deve ser repetido. Em outros casos, o resultado de uma falha pode custar muito mais caro.
A NASA sabe disso. A agência espacial já teve inúmeras falhas e, apesar de o número ser proporcionalmente pequeno em relação ao seu sucesso, as falhas geralmente custam muito caro. Ironicamente, no caso de uma nave não tripulada em órbita, um conjunto de sensores tinha duas maneiras de ser conectado e - exatamente como aconteceu no teste Gee Whiz de Murphy - todos os sensores foram conectados de maneira incorreta. Quando os sensores não funcionaram como havia sido projetado, os pára-quedas, cujo propósito era diminuir a velocidade da nave não abriram, e a nave se estraçalhou no meio do deserto [fonte: MSNBC (em inglês)].
São exemplos como esse, junto com a consciência da Lei de Murphy, que levaram designers a instalar dispositivos de segurança. Há vários exemplos desses equipamentos à nossa volta. Alguns são sistemas que usam escolhas limitadas para reduzir erros, como pinos de tamanhos diferentes em um plugue elétrico. Outros são mecanismos que evitam que as coisas passem de ruim para pior em caso de falha, como as máquinas de cortar grama que têm alavancas que precisam ser pressionadas para a máquina funcionar. Se a pessoa que opera a máquina soltar a alavanca, o cortador pára de funcionar.
Dispositivos de segurança também são conhecidos como "à prova de idiotas". Mas a Lei de Murphy tende a entrar em ação, mesmo quando todo cuidado foi tomado para garantir que falhas ou catástrofes não aconteçam. Isso nos leva à última lei relacionada à Lei de Murphy que mencionaremos: a Lei de Grave, que diz que "se você faz algo à prova de idiotas, o mundo criará um idiota melhor".
Por Joshua Clark
Fonte HowStuffWorks Brasil

12 DIFERENTES COMPETÊNCIAS PROFISSIONAIS

Conheça as características que constituem o perfil de todo profissional e avalie a sua maneira de trabalhar

Determinação: com essa competência o profissional sabe agir de forma direta, mas tem dificuldades de ouvir as pessoas

O teste Disc é uma avaliação de comportamento consagrada, utilizada por empresas de todo o mundo para avaliar perfis psicológicos de funcionários e candidatos. "A Disc é uma ótima ferramenta quando combinada com outras variáveis, não deve ser usada sozinha", diz Flávio Grisi, diretor de RH da Eternit, fabricante de telhas e caixas d’água, de São Paulo, que utiliza o teste há mais de cinco anos.
Na matéria, apresentamos um retrato do profissional brasileiro e dos perfis de analista, gerente, diretor e presidente. Além disso, diretores de recursos humanos de 61 grandes corporações que atuam no Brasil foram consultados sobre quais entre as características usadas no teste Disc eles mais valorizam.

Conheça abaixo as 12 competências profissionais avaliadas e faça o teste online -  http://etalent.com.br/myetalent/

Determinação
É agir de forma direta e ter dificuldade de ouvir as pessoas. O profissional muito determinado não é sociável e toma decisões impopulares.

Individualismo
Quando os interesses pessoais impulsionam o profissional a fazer aquilo que deseja. Sua principal fonte de energia são seus objetivos.

Autonomia
Característica de quem age de acordo com aquilo que acha correto, sem esperar pela opinião de terceiros. Pessoa que tem um ponto de vista forte.

Persuasão
É procurar sempre convencer os demais de suas ideias e persuadi-los sobre seu ponto de vista.

Intuição
Quem tem essa característica acredita firmemente em sua intuição e é regido por ela para tomar decisões na maioria das vezes.

Persistência
Perfil de quem foca o caminho a que deseja chegar e fecha os olhos para tudo o mais que possa tirá-lo de sua meta.

Sociabilidade
A pessoa sociável procura estar bem com todos e tende a não tomar atitudes que possam gerar conflito. Quem é sociável não costuma agir por impulso.

Dependência
É esperar ter certeza para agir. A motivação da pessoa depende muito de estímulos dos outros e do que percebe do meio.

Obediência
É estar em sintonia com os procedimentos. Essa característica leva o profissional a seguir as regras e as normas vigentes.

Consideração
Quem tem consideração ouve as pessoas, leva em conta seus pontos de vista, cede, compõe, não tenta impor. Tem empatia.

Objetividade
É não dar ouvidos à intuição e trabalhar somente com dados exatos. O profissional precisa de dados e fatos que comprovem e sustentem a ação que tomará.

Sensibilidade
É observar tudo a seu redor. Reavaliar o que está fazendo quando notar algo novo. Parar para alinhar os planos e, então, tomar uma decisão.
Por Nina Neves e Lucas Ross
Fonte Exame.com   

SETE PASSOS PARA FUGIR DA ZONA DE CONFORTO

Deixar vida no piloto-automático não é sinônimo de segurança. Desafiar-se diariamente pode revelar o verdadeiro potencial de cada um. Especialistas ensinam como fazer isso

Estar na zona de conforto pode ser atraente pelo nome. Mas tal status pode gerar a angústia de uma vida improdutiva e desgaste nos campos profissionais e pessoais do acomodado. A ideia de dedicar um tempo para viver em segurança e sem grandes emoções parece inofensivo, mas colocar a vida no piloto-automático pode ser perigoso a longo prazo.
Sensação de que a vida está paralisada, monótona e com momentos de angústia são os principais sintomas dos acomodados. Segundo a psicóloga e palestrante Meiry Kamia, pesquisas mostram que vencer um desafio traz realização e deixar de superá-los pode afastar a felicidade.
“Muitos acham que vivem um período de segurança e que estão isentos da realidade e possíveis frustrações, mas é uma ilusão”, diz ela.
Ter uma vida ativa e espontânea pode ser o remédio para fugir do comodismo. O segredo, garante a coach comportamental Fabiana Koch, é encontrar o equilíbrio entre a rotina e espontaneidade.
“Nosso cérebro quer segurança e, por isso, entramos na rotina. Mas precisamos inserir coisas diferentes na nossa vida”.
Leia a seguir as dicas de especialistas para sair do piloto-automático:

1. Reconhecer que está na zona de conforto
Você se identificou com o que foi descrito na reportagem? Busque fugir do período de improdutividade. Muitos pensam que o comodismo evita novos medos e frustrações. No entanto, o melhor caminho para se proteger é restaurar a autoestima e autoconfiança. Em casos mais extremos, quando há indícios de depressão, o melhor é buscar ajuda profissional.
“Sair da zona de conforto implica conhecer a própria potencialidade. E abandonar a rotina: como, bebo e durmo, logo existo”, garante o analista comportamental Getúlio Chaves.

2. Elimine a procrastinação
Após assumir o problema, trate de eliminar pensamentos que justifiquem a procrastinação, como “Estou muito cansada”, “Faço amanhã, hoje estou com sono” e “Não vou dar o meu melhor porque mereço descansar”. Meiry explica que é comum buscar justificativas racionais para explicar o medo. “É triste perceber que a pessoa apenas trabalha para pagar as contas. Você pode e deve fazer mais”, orienta a psicóloga.

3. Use o passado ao seu favor
O passado pode ser uma grande referência na hora de provocar mudanças de comportamento. Relembrar momentos em que teve “frio na barriga”, pode ajudar no processo de reconstrução da própria imagem. “Isso nós tivemos desde a infância. Procure pensar no primeiro emprego e sua capacidade para consegui-lo”, explica Fabiana. Para completar o exercício pense ainda nos benefícios que teve com as situações em que foi corajosa.

4. Enfrente pequenos novos desafios
Um novo esporte, estilo musical ou até apostar num curso de idiomas. Especialistas acreditam que ao aplicar energia em uma ação nova, você poderá ganhar visibilidade no ambiente de trabalho, aumentar a sociabilidade, e conquistar a autoconfiança. Acostume o corpo a agir mais rápido diante de pequenas atividades, aceite convites para tomar um café, por exemplo.

5. Mude o visual
Experimentar um novo corte de cabelo ou até uma nova cor pode provocar mudanças expressivas. Pontos a mais na autoestima vão agir diretamente na autoconfiança e relações interpessoais. Fabiana diz que, fazendo isso, a mulher pode se sentir encorajada. “Crie metas menores para ajudá-la a chegar ainda mais longe”. Aprenda: Mude de look todos os dias.

6. Se arrisque
Cada pessoa conhece o medo que precisa enfrentar. “Ir ao cinema sozinho pode ser um pesadelo para alguns. O importante é ter disciplina e lembrar que firmou um compromisso consigo”, orienta Meiry. Vale aproveitar cada oportunidade para fazer coisas diferentes, como escolher um novo prato no restaurante, falar com estranhos e até enfrentar uma viagem sozinha. Leia mais: 12 passos para criar coragem.

7. Faça novos amigos
Ainda dentro da proposta de expandir os círculos sociais, o próximo passo é enfrentar sozinha festas e eventos sociais. O começo pode ser assustador, mas leve cartões de visita na bolsa e distribua. “Uma oportunidade para adicionar novas pessoas no seu dia a dia e ouvir novos discursos”, conclui Fabiana. Leia mais: Saiba como e onde conhecer pessoas.

Por Carolina Garcia
Fonte iG Comportamento

5 DICAS PARA FAZER SEU TEMPO RENDER MAIS

Especialista em produtividade Christian Barbosa ensina empreendedor a planejar melhor sua rotina e se livrar de tarefas operacionais para focar nas estratégicas

Confira as dicas do especialista em produtividade Christian Barbosa para planejar melhor sua rotina e fazer seu tempo render mais:

1. Limite suas horas de trabalho
Um erro frequente entre os empreendedores é acreditar que a energia para se dedicar ao negócio é ilimitada. “O empreendedor tem uma relação de paixão com o seu negócio, por isso tem dificuldade em limitar o tempo dedicado a ele”, diz Barbosa. O risco é acabar sacrificando a vida pessoal e até o negócio, já que uma hora o excesso de trabalho cobra seu preço. “É preciso estabelecer um limite de horas dedicadas à empresa por dia, que vai variar conforme as circunstâncias de cada um. Um empreendedor muito jovem, sem esposa ou filhos, pode ter mais tempo disponível que um mais maduro”, exemplifica. O importante é definir uma carga horária e tentar respeitá-la para garantir que o tempo reservado ao trabalho seja realmente produtivo.

2. Aprenda a delegar
Muitos empreendedores acabam sobrecarregados de trabalho porque centralizam em suas mãos tarefas que poderiam ser delegadas. Saber dividir responsabilidades é um atributo importante de um bom líder. “Faça uma avaliação diária das tarefas operacionais que podem ser delegadas, assim você poderá se concentrar mais no que é estratégico para a empresa”, aconselha Barbosa. O especialista aconselha que o empreendedor reserve algumas horas do dia ou até mesmo um dia da semana para se dedicar apenas a pensar estrategicamente sobre o negócio.

3. Acabe com as interrupções
Uma das principais causas por trás da perda de produtividade em um negócio são as frequentes interrupções. Segundo Barbosa, o empreendedor deve fazer um diagnóstico para identificar por que está sendo sempre interrompido. “Como dono do negócio, ele vai ser sempre muito solicitado. Mas se nada funciona sem ele, significa que há falhas na comunicação”, explica o consultor. Se as funções de cada funcionário e os processos necessários para o negócio funcionar estiverem claros, o empreendedor será menos requisitado e a empresa funcionará naturalmente, sem a necessidade de intervenções constantes.

4. Não seja refém dos meios digitais
A checagem compulsiva da caixa de e-mail é outra fonte de desperdício de tempo. Determine horários para verificar o correio em vez de ficar acompanhando (e tentando responder) cada mensagem nova que chega. O mesmo vale para as redes sociais. “Delimite horários para entrar e desabilite as notificações por e-mail de novas fotos ou mensagens associadas ao seu perfil. Do contrário, a tentação de entrar toda hora é muito grande”, aconselha Barbosa.

5. Planeje sua rotina
Uma maneira eficaz de evitar distrações e otimizar o tempo é planejar o dia a dia com antecedência. “Planeje sempre três dias para frente. Coloque tudo na agenda para evitar o excesso de trabalho e o estresse”, recomenda Barbosa. Ter uma visão geral das próximas obrigações e compromissos é o primeiro passo para identificar e passar para frente tarefas que podem ser executadas por outros.
Fonte Exame.com

6 ACHADOS DA NEUROCIÊNCIA QUE SÃO ÚTEIS PARA A CARREIRA

De acordo com especialista, entender como o cérebro funciona pode ser um boa estratégia para o desenvolvimento profissional; entenda os motivos

Entender a lógica de trabalho do nosso sistema nervoso pode ser útil para o desenvolvimento pessoal e profissional

Os cientistas que tentam desenvolver soluções para prevenir ou curar doenças degenerativas não são os únicos a usufruir das descobertas da neurociência. Começa a ganhar corpo no Brasil o chamado neurocoaching, prática que alia as técnicas de coaching com o estudo de como o cérebro funciona.
Segundo este novo conceito, a lógica de trabalho do nosso sistema nervoso pode influenciar muitas de nossas atitudes e entendê-la pode ser útil para o desenvolvimento pessoal e profissional.
A importância do treino, os mecanismos que levam ao stress e até a necessidade de ter boas noites de sono são algumas das pontes possíveis que a neurociência pode fazer com sua carreira.
Confira algumas delas, segundo Carla Tieppo, professora da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo e pesquisadora na área de neurociências.

1 Durma
Passar dias e noites insones para tirar um projeto do papel ou cumprir um prazo, além de cansativo, pode prejudicar seu desempenho. Dormir, segundo a especialista, aumenta a capacidade de memorização, atenção e concentração.
Para os dois últimos itens, a razão é simples: o cérebro precisa de energia e o sono é o melhor meio para recuperá-la. “A vigília só pode ser mantida se o sono estiver em dia”, afirma Carla.
Quem dedica 8 horas do dia ao sono, experimenta entre cinco e seis episódios do chamado sono R.E.M. “São nestes períodos que as memórias e aprendizados são consolidados”, diz a neurocientista. “Quanto menos sono, menos tempo mergulhado neste sono”. Resultado? Menos capacidade de memorização e, segundo a especialista, condições para aprender.
A regra é válida até para quem afirma se sentir revigorado mesmo após poucas horas de sono. “Quem dorme entre quatro e cinco horas têm mais chances de desenvolver quadros de stress e doenças cardiovasculares”, afirma.

2 Não descarte as emoções
Engana-se quem pensa que, na hora de decisões profissionais, o que você sente deve ser colocado de escanteio. De acordo com a especialista, quando bem gerenciadas, as emoções podem ser guias valiosos para as escolhas.
“As experiências de uma pessoa são traduzidas em sinais emocionais que se acumulam”, diz Carla. “Um animal que foi quase atacado por um predador quando estava na beira de um lago, não irá se lembrar do episódio quando retornar ao local, mesmo assim, ele não vai querer ficar ali”, exemplifica.
É a isso que a sabedoria popular chama de intuição. E apesar do tom abstrato (e até fantasioso) que este termo pode ter, a intuição nada mais é do que o aprendizado que tivemos no passado traduzido em “marcações emocionais”.
“Saber ler suas emoções faz com que elas não tomem conta de você. Faz com que você as transforme em algo que pode ser manipulado pela razão”. E, portanto, um dado útil para a hora de tomar decisões.

3 Desenvolva (bons) hábitos
A excelência em suas atividades profissionais só será conquistada se você treinar. “Ela não vem por um passe de mágica”, diz a especialista. “Você só vai ser disciplinado se todo dia de manhã se comprometer com a disciplina”.
E não adianta teimar na história de que você nasceu assim e será sempre assim. “O conceito de neuroplasticidade mostra que todo mundo pode se modificar”, afirma Carla. “Tudo é possível, basta que você crie o hábito”.
Segundo a especialista, para “economizar” energia, o sistema nervoso possui alguns sistemas automatizados. Esta reação automática é o seu hábito.
Para explicar o conceito, Carla compara um novato na cozinha e alguém que já está acostumado a cozinhar. De acordo com ela, o segundo irá gastar menos energia do que o primeiro. Motivo? “Ele já tem tudo automatizado”, diz.
Por isso, não basta apenas recitar palavras positivas (que até podem ter, segundo especialista, um efeito de motivação importante). É preciso praticar, treinar, se comprometer com a formação do seu novo hábito.

4 Ame o seu trabalho (ou crie um sistema de recompensas)
Os autores de autoajuda estão certos quando sugerem que pessoas bem sucedidas são apaixonadas pelo próprio trabalho. “A motivação é a base emocional que provoca o comportamento”, diz. “O aumento da dopamina faz com que seu sistema seja guiado para a ação”, diz.
Agora, se a paixão pelo trabalho não faz parte da sua história profissional, a dica da especialista é retardar a sua recompensa. Projete para o futuro algo que motiva você e que depende do que você vive hoje para ser realizado.

5 Estabeleça metas possíveis
Todo mundo, em medidas diferentes, tem problemas e desafios. Quando conseguem encará-los e solucioná-los, “estas pessoas se tornam heróis das próprias vidas. Elas chegam em casa cansados mas recompensados”, descreve Carla.
O problema está quando o desafio é maior do que sua capacidade de suportá-lo. A crise é ter problemas e não conseguir sair deles. É ser incapaz de, naquele momento, se adaptar às situações.
Nestas circunstâncias, o stress é a reação óbvia do organismo. “Quando um predador está por perto, o animal que sobrevive é o que consegue fugir ou lutar. Por isso, o sistema nervoso desenvolve esta resposta para que mais sangue seja direcionado para seus músculos e cérebro, para estimular seu corpo a responder àquela situação”, diz. A dica é negociar metas possíveis diante do seu contexto de trabalho.

6 Pratique exercícios físicos
“Os exercícios físicos desafiam seu corpo, estimulam a recuperação (você sente fome e sono). Eles ajudam até a aumentar a sua capacidade cognitiva porque elevam o suprimento sanguíneo para o cérebro”, enumera a especialista. “Cada vez que você faz uma atividade física é como se você sinalizasse para o seu corpo que você está, que você dá conta dos próprios desafios”.
Por Talita Abrantes
Fonte Exame.com

VEJA COMO DESENVOLVER ALTA RESISTÊNCIA MENTAL


Desenvolver resistência mental pode te ajudar a ser mais emocionalmente resiliente, vencer desafios cada vez mais difíceis e construir uma armadura para se proteger das pedras que a vida joga às vezes.

O que é resistência mental?
“Resistência mental” é a qualidade de se manter forte em face da adversidade. É a capacidade de manter o foco e determinação, apesar das pedras que você encontra no caminho.
Eventos em nossa vida raramente acontecem da forma como a gente gostaria que acontecessem, mas isso não significa que você tem largar a toalha.
E é justamente nessas horas que a resistência mental faz toda a diferença.
Esta resistência e fortaleza lhe dá a força para manter as emoções sob controle. Essencialmente, é a voz na parte da sua cabeça que diz para você continuar tentando, mesmo quando as coisas ficam difíceis.

1. Gerencie suas expectativas
O melhor ataque é uma boa defesa. Uma das principais maneiras para você construir resiliência às coisas que surgem em seu caminho é o de gerir as suas expectativas. Se você tiver expectativas mal gerenciadas, você vai ter mais surpresas do que deveria, e elas podem fazer você se sentir fora de controle. A falta de controle, por sua vez, pode diminuir sua moral e enfraquecer a sua força mental.

2. Evite que emoções tirem o melhor de você
Estar em contato com suas emoções é uma coisa boa, mas elas também representar uma nuvem no seu julgamento no momento em que coisas importantes acontecem. Pessoas mentalmente fortes sabem como manter a calma em situações complicadas.
Emoções podem tirar o melhor de nós quando estamos entre a cruz e a caldeirinha, mas ter alguma resiliência emocional pode aumentar a sua capacidade de lidar com situações pesadas.
Sendo assim, enfrente o que está acontecendo com você em vez de fugir para buscar conforto. Os soldados da Marinha dos Estados Unidos têm um ditado bem interessante para esse contexto: “se sinta confortável estando desconfortável”.
Aprender a ficar confortável em situações desconfortáveis forçará você a aprender com a situação, em vez de evitá-la.

3. Encontre sua fonte de motivação
Mesmo se você mantiver expectativas realistas e suas emoções sob controle, você ainda precisará de alguma motivação dentro de você para alimentar aquele sentimento de querer sempre mais.
Se você está abordando um problema, lidando com um evento de vida difícil, ou à procura de uma maneira de forçar mais durante seu próximo treino, você precisa se sentir motivado. Mas como você encontra motivação? Você tem que se perguntar: “por quê?”
– Por que eu preciso resolver este problema?
– Por que eu preciso passar por isso?
– Por que eu preciso ficar mais forte, mais rápido, mais saudável?
Perguntar-se sobre essas coisas ajuda a identificar a verdadeira razão do por quê você precisa ou quer realizar algo. O ideal é ter um propósito bem claro, e alinhas suas atitudes a ele.
Quando algo difícil surge em seu caminho, você nem sempre tem uma escolha sobre se quer passar por isso ou não, mas há sempre uma razão melhor do que “tenho que fazer isso”. Tenha um objetivo específico em mente. Pense em algo ou alguém que depende de você, e imagine que você é um soldado com um senso de dever para consigo mesmo e com os outros. Suas razões para agir podem ser coisas como:
– Porque eu quero ser melhor no que faço.
– Porque essa pessoa precisa de mim.
– Porque eu quero viver mais tempo / ter uma determinada aparência / me sentir de uma certa maneira.
Quando você sabe o motivo pelo qual precisa enfrentar algo, isso o torna mais forte, mais preparado e com força de vontade para romper as barreiras que podem aparecer no caminho.

4. Aprenda a adiar a gratificação e deixe as coisas acontecerem naturalmente
Aprender a lidar com fracassos é um fator importante de ser mentalmente forte.
Dr. Sean Richardson falou sobre o fracasso e sua relação com a resistência mental em um TED Talks de 2011. Na palestra, Richardson explica que o desenvolvimento da resistência mental pode ser resultado de olhar para o fracasso como um atraso de gratificação. De acordo com ele, aceitar a falha, e ficar bem com o fato de não conseguir o que se deseja na hora, é uma das melhores estratégias de sucesso.
Você pode se sentir em um ciclo vicioso, mas é aos poucos que a vida vai dando certo. Ser capaz de retardar a sua própria gratificação ou dizer não com tranquilidade é realmente o que é ser mentalmente forte em essência.
Grandes coisas nunca são fáceis de se alcançar, mas se você pode trabalhar duro e esperar pacientemente, vai entender o que significa ter força mental.