quinta-feira, 30 de janeiro de 2025
quarta-feira, 29 de janeiro de 2025
6 DICAS PARA SE TORNAR MAIS PRODUTIVO
Há dias em que você não consegue produzir
direito. Isso é um fato e nem adianta negar. Então, reconhecer isso pode ajudá-lo
a se tornar mais produtivo. Às vezes você está mais disperso, dormiu mal na
noite anterior, insiste em fazer mil e uma coisas ao mesmo tempo. Algumas
atitudes simples podem ajudá-lo a se manter mais focado. Veja a seguir seis
dicas que Ed Powers, líder de investimentos do Bank of America Merrill Lynch,
deu à revista Inc.
1. Comece pelas
coisas que você não gosta de fazer.
Um dos pontos que costuma prejudicar a
produtividade é adiar tarefas e decisões difíceis. “Certa vez trabalhei com uma
mulher que me sugeriu retornar as ligações mais desafiadoras logo pela manhã”,
diz Powers. Segundo ele, algumas tarefas exigem que a mente esteja limpa e
longe de distrações, o que acontece mais no período da manhã. Isso vai tornar
seu dia melhor.
2. Não seja escravo
de sua caixa de entrada.
Você certamente se conhece o suficiente para
saber que ao responder a todos os e-mails e às mensagens de texto (e vamos
incluir tuítes, publicações no Facebook etc?) o mais rápido possível você se
dispersa num piscar de olhos do que deveria fazer naquele momento. Reunir várias
mensagens para responder de uma vez – e um tempo depois que elas chegam – pode
ser bom para fazê-lo pensar no que quer dizer exatamente, sem precipitações.
3. Fale diretamente
com outras pessoas.
Às vezes, tratar assuntos por e-mail aumenta
sua produtividade. Mas se a situação se tornar um pingue-pongue de mensagens, o
melhor a fazer é conversar com o outro pessoalmente ou por telefone. Não vale a
pena atrasar uma decisão de que você não quer tomar.
4. Bloqueie as
distrações.
Quando você precisa fazer algo que realmente
demanda sua atenção, torne-se monotarefa. Ser multitarefa nesses momentos só atrapalha.
Com certeza você vai terminar sua atividade antes. Com foco, você será capaz de
concluir a tarefa com mais qualidade e rapidez. Se você é do time dos que se
orgulham de ser multitarefa, encare essa dica como ser um multitarefa em série,
com uma tarefa concluída após a outra – e não com todas em execução ao mesmo
tempo.
5. É preciso começar.
A inércia é uma força poderosa, até menos no
ambiente de trabalho. Nada vai ficar pronto sem que você comece. O que parece
ser algo inatingível ou uma tarefa monstro pode se tornar mais simples se for
dividido em partes. Além disso, você se sentirá melhor depois de dar um jeito
nesses desafios maiores.
6. Reflita sobre
como você faz as coisas.
Conhecer a si mesmo é uma ferramenta
importante. Você realmente vai ler um relatório enorme durante uma viagem a
trabalho? Vai passar a noite acordado por isso? Vai se cansar e começar a
assistir a algum filme ruim no avião? Então deixe o relatório de lado e deixe
para pensar nele depois de umas horas de sono – com a mente mais descansada.
Por Renata Leal
Fonte Papo de Empreendedor
terça-feira, 28 de janeiro de 2025
A PUBLICIDADE NA ADVOCACIA
A temática
publicidade na advocacia é disciplinada no Código de Ética da Ordem dos
Advogados do Brasil (OAB), no Capítulo VIII (art. 39 a 47)
A publicidade na advocacia, por óbvio, não é
vedada; mas, o tema recebe um tratamento bastante rigoroso pelo órgão de classe.
Por essa razão, gera um número incontável de discussões. Muitas são as críticas
destinadas a esse extremo rigor, argumentando-se da sua incompatibilidade com a
necessária sustentabilidade da atividade econômica desenvolvida pelos advogados.
Apesar das críticas, acreditamos que as disposições éticas impostas pela OAB
são nossas aliadas, na medida em que estabelecem diretrizes para trazer à
advocacia valorização e destaque dentro do mercado.
Então, hoje a nossa intenção não é adentrar
em discussões acerca de um possível rigor ético. O que queremos fazer é uma
breve reflexão prática sobre a publicidade na advocacia à luz da disciplina
legal vigente para a nossa profissão. E, por isso, iniciamos observando que o
Estatuto da OAB, em seu art 33, preleciona que “o advogado obriga-se a cumprir
rigorosamente os deveres consignados no Código de Ética e Disciplina”. Dentre
esses deveres, está o de respeitar as diretrizes acerca da publicidade que são
impostas ao advogado.
O artigo inaugural do capítulo VIII do nosso
Código de Ética diz o seguinte: “a publicidade profissional do advogado tem
caráter meramente informativo e deve primar pela discrição e sobriedade, não
podendo configurar captação de clientela ou mercantilização da profissão”. Já
neste artigo podemos perceber os limites impostos à publicidade da advocacia, de
modo a garantir a sua valorização e especialidade no mercado.
A ideia é que a publicidade feita pelo
advogado de sua atuação deve ser discreta, sóbria e informativa, sendo vedada a
sua utilização para a captação de clientes ou mercantilização profissional. Parece
um tanto confuso, mas vamos te explicar.
Imagine-se que você advogado tenha fechado
um contrato trabalhista que verse sobre um objeto controvertido na Reforma
Trabalhista. Após muito trabalho e esforço você consegue uma sentença inédita e
favorável a seu cliente. Você pode, por exemplo, fazer um post no Facebook
relatando o caso e dizendo da sua vitória para atrair novos clientes que tenham
um caso similar?
Ora colegas, a nosso ver algumas ponderações
precisam ser feitas. Primeiro que esse post pode sim ser feito, desde que
observadas as diretrizes do nosso Código de Ética. Então, por exemplo, se você
possui um perfil ou fanpage, poderá criar um post elucidando a matéria e publicando
a decisão proferida, tendo como objetivo levar conhecimento àqueles seus
contatos na rede social. A difusão de teses e ideias é plenamente compatível
com os rigores éticos impostos pela OAB.
O que não poderia ser feito, sob pena de
infração ética, é você finalizar o seu post com algo do tipo: “Interessados
favor chamar inbox para contratação e definição do valor dos honorários”. Uma
publicação dessa forma acabaria vulgarizando nossa atuação e entrando no campo
da lamentável desvalorização da advocacia, com o aviltamento de honorários. A
especialidade do serviços que nós prestamos implica na necessidade de que nossa
publicidade seja compatível com a dignidade da profissão.
Percebe-se, então, que a grande questão é a
forma de divulgação das informações. Você pode perfeitamente apresentar um caso
ou uma tese ao seu ciclo de relacionamentos, desde que o faça de forma
informativa e moderada. Não há qualquer vedação em você fazer um post
informativo, entre seu ciclo de relacionamentos, e a partir dali receber
contatos espontâneos sobre o tema. Isso não se trata de uma conduta ética
condenável pelo nosso órgão de classe.
Outra questão também muito discutida é
acerca do envio de emails com publicações do escritório. Aqui, novamente, precisamos
fazer algumas ponderações. O envio de mensagens indiscriminadas a público geral
caracterizando-se esse email com spam, certamente é condenável.
Mas, observe-se. Se você mantém um cadastro
dos endereços eletrônicos de seus clientes e periodicamente envia a eles um
boletim jurídico sobre as novidades do escritório ou com publicações, não há
qualquer infração ética. Esse correspondência eletrônica é, novamente, informativa
e destinada a um público específico que tem interesse nos assuntos ali
veiculados. Ademais, é de se frisar que a divulgação do email é expressamente
autorizada pelo nosso Código de Ética, vide art. 40, V, in fine.
Também é bastante comum vermos escritórios
que em seus sites oportunizam aos interessados a assinatura de newsletter para,
a partir daí, receber emails informativos. Mais uma vez, não vemos qualquer
conduta reprovável aqui, Ora, no caso é a pretensa clientela que solicita ao
escritório que lhe envie boletins informativos de seu interesse. Não há
qualquer abusividade ou falta de ética no caso. Essa newsletter pode trabalhar
informações gerais do advogado e seu escritório, a exemplo de títulos
acadêmicos e áreas de atuação. Também pode trazer artigos, opiniões , entrevistas
e notícias.
É importante frisar, ainda, que existem
meios de divulgação que são expressamente vedados pelo art. 40, do nosso Código
de Ética. É proibida: “ (I) a veiculação da publicidade por meio de rádio, cinema
e televisão; (II) o uso de outdoors, painéis luminosos ou formas assemelhadas
de publicidade; (III) as inscrições em muros, paredes, veículos, elevadores ou
em qualquer espaço público; (IV) a divulgação de serviços de advocacia juntamente
com a de outras atividades ou a indicação de vínculos entre uns e outras; (V) o
fornecimento de dados de contato, como endereço e telefone, em colunas ou
artigos literários, culturais, acadêmicos ou jurídicos, publicados na imprensa,
bem assim quando de eventual participação em programas de rádio ou televisão, ou
em veiculação de matérias pela internet, sendo permitida a referência a e-mail;
(VI) a utilização de mala direta, a distribuição de panfletos ou formas
assemelhadas de publicidade, com o intuito de captação de clientela”.
Observe-se, então, que a publicidade legal
possui amplas possibilidades, e a principal ideia das diretrizes éticas
impostas pela OAB é garantir a dignidade da advocacia e permitir que todos os
advogados possam apresentar seu trabalho no mercado de forma informativa e
ética.
Referência:
BRASIL. Lei nº 8.906, de 04
de julho de 1994. Dispõe sobre o Estatuto da Advocacia e a Ordem dos Advogados
do Brasil (OAB). Publicada no DOU de 05. jul.1994. Disponível em: < http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L8906.htm>.
_______. Conselho Federal
da Ordem dos Advogados do Brasil. Resolução nº 02/2015. Aprova o Código de
Ética e Disciplina da Ordem dos Advogados do Brasil – OAB. Datada de 19. out. 2015.
Disponível em: <http://www.oab.org.br/arquivos/resolucaon022015-ced-2030601765.pdf
>.
_______. _______. Regulamento
Geral do Estatuto da Advocacia e da OAB. Dispõe sobre o Regulamento Geral
previsto na Lei nº 8.906, de 04 de julho de 1994. Disponível em: <http://www.oab.org.br/content/pdf/legislacaooab/regulamentogeral.pdf
>.
Fonte IbiJus - Instituto Brasileiro de
Direito
segunda-feira, 27 de janeiro de 2025
TUDO O QUE VOCÊ PRECISA SABER SOBRE MARKETING PARA ADVOGADOS NAS REDES SOCIAIS
A maioria dos advogados ainda demonstra
certo receio quando o assunto são mídias sociais. A verdade é que as redes
funcionam como uma extensão de seus conteúdos jurídicos, marcando presença nas
redes sociais. Mas você pode estar se perguntando: como administrá-las? Calma! Pode
ser mais fácil do que você imagina. Dedicação e um pouco de tempo incorporando-as
em suas atividades diárias são as respostas. Você já tem redes sociais? Certo, então
vamos conversar sobre elas.
1. Presença social
consistente
Ou seria melhor constante? Se você não está
postando regularmente, você provavelmente não está fazendo direito. Visitantes
que não vêem nada além de posts desatualizados podem questionar a relevância, o
engajamento ou a sua atenção aos detalhes. Então, comprometa-se em oferecer
conteúdo útil, com artigos e notícias relacionadas à sua área de atuação na
advocacia. As postagens de seu blog jurídico podem e devem ser compartilhadas
nas mídias sociais.
Dica: se você já é ativo nas redes, explore o uso
de tags e categorias para tornar seu conteúdo sempre mais fácil e rápido de ser
encontrado.
2. Adote a sua rede
social
Certifique-se que todas as suas atividades
nas redes estejam sempre alinhadas com os objetivos do marketing de seu
escritório de advocacia. Será que seus tweets reforçam a sua marca? O Facebook
é a melhor maneira de alcançar seu público-alvo? Você está compartilhando o
tipo certo de informações no LinkedIn? Pratique explicar em voz alta como e por
que seu escritório usa determinadas redes sociais. Suas respostas serão o norte
para o que você vem desempenhado atualmente nas redes.
Dica: você pode ter uma rede de estimação, porém
mantenha as demais em observação!
3. Analise seus
resultados
Com a tomada de posse de suas mídias sociais,
elabore um tempo para analisar quais redes estão realmente trabalhando para seu
escritório de advocacia. Identificar os melhores resultados irão ajudá-lo a
planejar de forma mais inteligente suas futuras atividades nas redes.
Dica: “quando eu tiver um tempo vou fazer isso”
não funciona... você deve ter um tempo realmente para fazer isso na semana, de 15
em 15 dias...mensal...mas deve!
Pequenas mudanças no seu modo de pensamento
sobre as redes sociais podem influenciar significativamente o sucesso do
marketing jurídico de seu escritório de advocacia. Acredite!
Fonte Jurídica Marketing
domingo, 26 de janeiro de 2025
sábado, 25 de janeiro de 2025
APRENDA A FAZER A MAQUIAGEM DURAR MAIS NOS DIAS QUENTES
A maquiadora Grazi Magliano ensina truques
para que a maquiagem não derreta no calor.
E ainda ensina a fazer um make up colorido para a primavera.
Fonte Programa Simples Assim - TV Bbel
quarta-feira, 22 de janeiro de 2025
terça-feira, 21 de janeiro de 2025
SAIBA COMO PROTEGER SUA CONTA BANCÁRIA DOS GOLPES PRATICADOS NA INTERNET
Os riscos de fraude por uso de documentos
roubados ou perdidos, clonagem de informações e uso de conta corrente e cartão
de crédito por pessoas mal intencionadas são potencializados com as transações
realizadas pela internet e o uso de eletrônicos como tablets ou smartphones. São
frequentes notícias de desmonte de quadrilhas especializadas em fraudes bancárias,
que trazem transtornos para as pessoas e prejuízos às instituições financeiras.
Por conta disso, é preciso ficar atento a qualquer movimentação fora do comum
em contas bancárias. "Recomendamos que todos sempre acompanhem suas
movimentações bancárias e cuidem da segurança de suas informações”, alerta
Claudio Conceição, consultor de Negócios de Finanças e especialista em crédito
na TransUnion Brasil - empresa responsável pelo desenvolvimento de softwares e
soluções para automação de análise de crédito, risco e fraude. A seguir, veja
seis passos que ajudam a combater a fraude bancária, segundo o especialista.
1. Monitore sua conta
Acompanhe todas as suas movimentações bancárias.
Monitore a sua conta para identificar potenciais movimentações estranhas.
2. Não responda
mensagens
Tenha atenção com os contatos feitos por
instituições financeiras, por telefone e especialmente por e-mail. Não se deve
responder mensagens que demandam confirmação ou entrega de dados cadastrais ou senhas.
3. Suspeite de
contatos
Desconfie de ligações de credores, se você não
tem dívida. Um criminoso pode ter usado sua identidade para abrir contas ou
fazer compras, deixando as dívidas para você. Crianças e idosos também podem
ser alvos para ladrões que operam dessa forma.
4. Desconfie de
problemas online
se você não conseguir acessar a sua conta
online, entre em contato imediatamente por telefone com o seu banco. Alguém
pode ter roubado sua senha na tentativa de usar sua conta.
5. Proteja seu acesso
Instale programas antivírus e sistemas de
proteção contra malware. Softwares maliciosos podem estar armazenando as suas
informações enquanto você navega. Existem programas que podem ajudar a prevenir
isso.
6. Salve seus
contatos
Mantenha registro das conversas com
ouvidorias dos bancos em caso de problemas. Anote o número do protocolo e cobre
prazo para resolução de eventuais problemas.
Por Nair Eulália Ferreira da Costa
Fonte MSN.com
DICAS PARA ADMINISTRAR MELHOR O TEMPO EM 2026
Invista em uma ferramenta como um smartphone e peça auxílio a familiares ou amigos
Tablets e smartphones podem ajudar você a economizar tempo e organizar pendências
Quer ter mais tempo em 2026? Para evitar que o começo de ano já comece tumultuado com tarefas acumuladas, organize-se! Adquira hábitos que possam ajudar a alavancar sua carreira e aprenda a gerenciar melhor o seu tempo. O especialista em gestão do tempo, Christian Barbosa mostra três simples dicas:
1. Invista em uma ferramenta
Smartphone, agenda, tablet, de acordo com Barbosa é preciso investir dinheiro para que a pessoa comece uma mudança de verdade. “Quando você ganha uma agenda, raramente você dá valor”, afirma.
Para o especialista, gerenciar o tempo de forma produtiva é uma competência que deve ser buscada. Um livro sobre o assunto também pode ser uma alternativa.
2. Comece planejando os três próximos dias
Use e abuse da ferramenta que você adquiriu. Faça com que ela o auxilie a anotar as pendências, classificando as em urgentes, importantes ou circunstanciosas. Depois planeje os três dias seguintes anotando tarefas e o tempo necessário para realizá-las.
“Esse exercício mental de sentar e planejar é indispensável e tem que ser feito”, afirma Barbosa.
3. Compartilhe os resultados
Nos primeiros meses, peça para um familiar ou amigo que cobre de você a respeito das tarefas cumpridas. A cobrança vinda de outros evitará que você se auto sabote e deixe de lado sua organização.
Por Camila Lam
Fonte Exame.com
TESTE: VOCÊ É WORKAHOLIC?
Pesquisadores da Universidade de Bergen, na Noruega, desenvolveram um novo teste para identificar pessoas viciadas em trabalho. O questionário é simples e ajudam a determinar seu nível de dependência em relação ao trabalho. Basta responder às perguntas abaixo de acordo com as opções: nunca, raramente, às vezes, frequentemente e sempre.
- Você pensa em como ganhar mais tempo para trabalhar?
- Você passa muito mais tempo trabalhando do que pretendia inicialmente?
- Você trabalha com o objetivo de diminuir sentimentos como culpa e ansiedade?
- Outras pessoas já te disseram para diminuir o ritmo?
- Você fica estressado se é proibido de trabalhar?
- Você prioriza o trabalho a hobbies e atividades de lazer?
- Você trabalha tanto que isso afeta a sua saúde?
Se a sua resposta foi “frequentemente” ou “sempre”, em quarto ou mais critérios, a probabilidade de que você seja um workaholic é grande.
Para chegar ao questionário, o grupo da pesquisa contou com a colaboração de 12.135 funcionários de empresas norueguesas. Segundo Cecilie Schou Andreassen, a pesquisadora que liderou o estudo, as novas tecnologias e as fronteiras tênues entre trabalho e vida privada na era da globalização estão sendo acompanhadas de um crescente vício no trabalho.
Mas e quando se ama o que se faz? Será que há um limite para a relação entre vida pessoal e profissional?
Por Marina Ribeiro
Fonte Papo de Empreendedor
domingo, 19 de janeiro de 2025
sábado, 18 de janeiro de 2025
DIA INTERNACIONAL DO RISO
O
riso é uma demonstração de bem estar que aproxima as pessoas e traz alegria e
saúde. Quem consegue sorrir e viver de bom humor atrai coisas boas, levando uma
vida mais tranqüila e feliz. O riso é, muitas vezes, uma maneira de encarar a
vida de forma positiva.
Rir
relaxa as tensões. Quando rimos, movimentamos 12 músculos faciais; ao dar
gargalhadas, movimentamos 24 músculos faciais; quando conversamos e gargalhamos
ao mesmo tempo, são 84 músculos. Esse exercício facial retarda o aparecimento
de rugas. Mas o riso não exercita só o rosto; ele mexe com o corpo inteiro.
As partes do corpo
que são afetadas pelo riso:
-
Cérebro: o hipotálamo, centro de controle atuando na base do cérebro, libera no
organismo endorfina - hormônio com propriedades analgésicas e calmantes;
-
Nariz e garganta: o ar que vem dos pulmões bate nas cordas vocais que emitem
sons variados. As glândulas salivares e lacrimais aceleram sua produção;
- Rosto: os músculos do rosto se contraem;
-
Coração: bate mais rápido; as artérias, após terem se estreitado, se dilatam
provocando sensação de bem estar;
-
Tórax: os pulmões expelem enormes quantidades de ar em grande velocidade; o
diafragma se move, provocando fortes contrações respiratórias, ajudando a
respirar melhor;
-
Ventre: os músculos abdominais se contraem com força, o que é bom para a
vesícula;
-
Pernas: os músculos se relaxam e a pessoa se curva de tanto rir;
-
Pés: os dedos dos pés se agitam.
O Riso é uma Terapia
Na
década de 60, um jornalista americano chamado Norman Cousin se curou de uma
doença grave através do riso. Ele tinha um grande desejo de viver e decidiu
nutrir seu espírito com otimismo, confiança e bom humor. Começou a assistir a
filmes cômicos e proibiu qualquer pessoa de ir visitá-lo sem uma piada para
contar.
A
terapia do humor surtiu efeito, pois um período de dez minutos de riso aliviava
sua dor o suficiente para ele conseguir dormir por duas horas. Testes clínicos
também comprovaram que sua inflamação diminuía a cada sessão de riso.
Cousin
escreveu sua história dez anos após sua cura e tornou-se o símbolo da terapia
do riso, dando origem a pesquisas mais aprofundadas. Hoje sabemos que o riso
fortifica o sistema imunológico, estimula as funções cardiovasculares e libera
endorfinas que combatem a dor.
Rir
é o melhor remédio para o corpo e o espírito.
Sorria!!!
quinta-feira, 16 de janeiro de 2025
LEI DA OFERTA E PROCURA
O fator determinante para a procura de um determinado bem ou serviço deixou de ser o preço, pois o mesmo sofre alterações por causa de qualquer desequilíbrio entre a oferta e a procura. Dessa forma, pode-se dizer que o preço de algo é determinado pelo próprio consumidor, pois quando esses passam a buscar mais um produto qualquer, o produtor eleva o seu preço, fazendo com que o consumidor pague mais se deseja adquirir o mesmo. Em contrapartida, quando um produto não é mais procurado o produtor é estimulado a deixar de produzi-lo para que não tenha despesas em relação à oferta sem demanda.
quarta-feira, 15 de janeiro de 2025
COMO ATINGIR SUAS METAS EM 2025
Quando
o ano começa, todo mundo tem pelo menos um desejo a realizar: emagrecer, voltar
a estudar, comprar um carro, ler um livro por mês, fazer a tão sonhada viagem.
Traçar objetivos é mesmo uma ótima maneira de se sentir motivado a conquistar
algo novo, segundo o consultor André Menezes, especialista em gestão de
pessoas. O fato é que, para não desistir no meio do caminho, é preciso
determinar muito bem o que se pretende alcançar. “A maioria das pessoas não
atinge o que planejou por não saber estabelecer as próprias metas”, diz.
Um
dos erros mais comuns é traçar um objetivo de maneira genérica: a pessoa acaba não
sabendo exatamente o que fazer para atingi-lo. Desta forma, não adianta dizer
que quer emagrecer. É necessário estabelecer quantos quilos pretende perder, em
que mês vai começar a se exercitar, qual será a rotina de atividade física,
qual será o cardápio diário. “Nosso cérebro busca recursos específicos. Então,
se quero comprar um carro, tenho de pensar qual o ano, a cor, o modelo, o
preço”, explica. Portanto, para traçar planos é preciso estabelecer a meta com
riqueza de detalhes.
A
coaching Roselake Leiros, especialista em comportamento humano, ressalta outro
ponto importante: colocar prazos realistas, senão a meta vira apenas um sonho.
Assim, não dá para dizer que deseja ir a Paris. Pense primeiro quanto dinheiro
precisará economizar para o passeio e quanto tempo vai demorar para juntar o
valor. A partir da análise, instaure algo mais palpável: “em outubro de 2021 vou comprar minhas passagens”. “Toda meta requer foco e um bom planejamento,
para saber ao certo quais ações devem ser aplicadas para que o objetivo não se
perca na rotina durante o ano”, ressalta.
Veja
outros dez conselhos de especialistas para não perder a diretriz e chegar ao
fim do ano com as metas alcançadas.
·
Analise
se as metas que você quer alcançar em 2021 realmente estão de acordo com o seus
ideias e modo de vida - é um jeito de driblar possíveis frustrações.
·
Não
queira apressar os resultados: tenha em mente um prazo realista para cada meta
e mantenha-se paciente e motivado para alcançar os objetivos.
·
Detalhar
os objetivos é fundamental para se planejar. Pretende viajar? Analise como
deverá ser a reserva de dinheiro, custos médios, que países irá visitar...
·
Uma
dica para não esquecer as metas para o próximo ano é anotá-las no papel e
deixá-las à vista todos os dias, como um lembrete.
·
Dividir
com amigos e familiares as vontades para o próximo ano é uma maneira de criar
uma rede de apoio, fundamental para cumprir as metas prometidas.
·
Fique
atento aos sabotadores, como a preguiça e a falta de vontade. Se muitos
obstáculos surgirem para interromper as metas, vale parar um pouco e refletir
sobre as suas causas.
·
Vale
questionar porque alguma determinada meta é importante para você. Assim, a
motivação brota com mais facilidade.
·
Saber
comemorar as pequenas vitórias do dia a dia dá mais motivação e força para
conseguir superar obstáculos maiores.
·
Rever
os objetivos ao longo do ano e analisar o que já foi alcançado ou não ajuda a
manter o foco.
·
É
importante reconhecer o que é essencial na nossa vida, como os momentos com a
família. Vale abrir mão disso por uma série de metas? Questione sempre.
·
Analise
se as metas que você quer alcançar em 2021 realmente estão de acordo com o seus
ideias e modo de vida - é um jeito de driblar possíveis frustrações.
·
Não
queira apressar os resultados: tenha em mente um prazo realista para cada meta
e mantenha-se paciente e motivado para alcançar os objetivos.
·
Detalhar
os objetivos é fundamental para se planejar. Pretende viajar? Analise como
deverá ser a reserva de dinheiro, custos médios, que países irá visitar...
·
Uma
dica para não esquecer as metas para o próximo ano é anotá-las no papel e
deixá-las à vista todos os dias, como um lembrete.
·
Dividir
com amigos e familiares as vontades para o próximo ano é uma maneira de criar
uma rede de apoio, fundamental para cumprir as metas prometidas.
·
Fique
atento aos sabotadores, como a preguiça e a falta de vontade. Se muitos
obstáculos surgirem para interromper as metas, vale parar um pouco e refletir
sobre as suas causas.
·
Vale
questionar porque alguma determinada meta é importante para você. Assim, a
motivação brota com mais facilidade.
·
Saber
comemorar as pequenas vitórias do dia a dia dá mais motivação e força para
conseguir superar obstáculos maiores.
·
Rever
os objetivos ao longo do ano e analisar o que já foi alcançado ou não ajuda a
manter o foco.
·
É
importante reconhecer o que é essencial na nossa vida, como os momentos com a
família. Vale abrir mão disso por uma série de metas? Questione sempre.
·
É
importante reconhecer o que é essencial na nossa vida, como os momentos com a
família. Vale abrir mão disso por uma série de metas? Questione sempre.
·
Entender
porque você quer algo servirá como combustível para conquistá-lo.
1. Analise se as metas se enquadram na sua realidade
pessoal
Antes
de traçar qualquer objetivo, a primeira coisa a pensar é se ele está de acordo
com seus ideais e modo de vida. Não dá para estabelecer uma meta só porque a
“vizinha fez e conseguiu” ou o “chefe pediu”.
É
preciso verificar o que combina com cada um, caso contrário, não vai adiantar
se matricular pela quinta vez no curso de inglês se você odeia o idioma. “Tem
de fazer um trabalho de autopercepção, de refletir o que tem mais a ver
consigo, porque depois, se não conseguir atingir aquilo, vem a frustração e a
autodepreciação”, explica a psicóloga clínica Elisa Villela, especialista em
desenvolvimento humano.
2. Coloque prazos realistas
A
busca por resultados rápidos às vezes compromete a conquista das metas. É o que
acontece com muita gente que quer perder peso e, para isso, faz uma dieta
brusca e se mata na primeira semana de academia. Mas é claro que, depois, o
corpo não aguenta e tudo volta ao que era antes. Portanto, na hora de
estabelecer prazos, seja realista e pense no objetivo de maneira duradoura.
“Hoje, a sociedade está muito pautada na questão do imediatismo. Se não
conseguir algo naquela hora, a pessoa já se frustra, desiste”, opina Elisa
Villela. Desta maneira, se caminhar lhe proporciona mais prazer e qualidade de
vida do que correr, por exemplo, faça isso, mesmo que demore mais tempo para
alcançar a finalidade.
3. Detalhe o objetivo o máximo possível
Não
adianta somente se propor a fazer uma viagem internacional. É preciso fazer um
cronograma e detalhar quais os custos médios para realizar o sonho, quanto você
vai precisar guardar por mês e como vai poupar este dinheiro. Isso significa
planejar as ações passo a passo. “É preciso estabelecer metas que possam ser
medidas, mensuradas, especificadas. A falta de exatidão ofusca nosso foco”,
orienta o consultor André Menezes.
4. Torne suas metas visíveis
Para
aumentar o nível de comprometimento com os objetivos traçados, uma das dicas é
escrevê-los em um papel, como se fosse um documento mesmo. Mas não adianta
descrever tudo e esquecer no fundo de uma gaveta. O ideal é colocar o
planejamento em local visível. Vale até mesmo fazer um cartaz com as figuras
que representem os desejos: o carro a ser comprado ou o profissional que
inspira a mudança de carreira, tudo para ajudar a lembrar o compromisso
assumido consigo mesmo.
5. Envolva outras pessoas no processo
Ao
contar para alguém sobre suas metas, certamente as pessoas em volta vão cobrar
aquilo de você em algum momento. Outras vezes, o apoio de indivíduos também
será importante. É o caso de quem deseja emagrecer em uma casa na qual todos
têm uma alimentação inadequada, por exemplo. Por isso, é importante criar uma
rede de apoio, divulgando os projetos para amigos e familiares. “Às vezes, a
gente precisa de um estímulo a mais”, afirma a psicóloga Elisa Villela.
6. Fique atento aos sabotadores
Disciplina
é realmente algo imprescindível. Mas quando falta um pouquinho de força de vontade,
qualquer motivo é desculpa para desistir ou prorrogar o planejamento. É o caso,
por exemplo, daquela pessoa que se propõe a fazer caminhadas todos os dias
antes do trabalho, mas nunca consegue acordar mais cedo. “Se todas as vezes a
pessoa pensa em realizar algo e não consegue, ela precisa parar e pensar quais
são seus sabotadores, o que realmente a impede de fazer aquilo”, diz a
consultora Roselake Leiros, especialista em comportamento humano.
7. Questione-se por que deseja aquilo
É
preciso ter em mente que tudo o que se deseja terá uma consequência que precisa
ser calculada. É comum ver pessoas dizendo que querem mudar de emprego, mas não
se manifestam com afinco para que isso aconteça, seja pela insegurança de uma
nova carreira ou por medo de ganhar menos. “Entender porque você quer algo
servirá como combustível para conquistá-lo”, ressalta Roselake Leiros. Por
isso, para ter motivação é preciso compreender se aquela meta vai trazer algo
que realmente se preza, seja na vida particular ou profissional.
8. Reconheça as pequenas vitórias no caminho
Sem
motivação nada acontece. Por isso é tão importante reconhecer os pequenos
ganhos durante a jornada em busca de um sonho: para não desistir no primeiro
obstáculo ou achar que não vai dar certo quando surgir uma dificuldade maior.
“Se eu esperar perder 20 quilos logo de cara, certamente vou me desmotivar,
porque é algo difícil de conseguir. Mas posso mudar meus hábitos e começar
acordando todos os dias meia hora mais cedo para caminhar. Isso também já é uma
vitória”, aponta a psicóloga Elisa Villela.
9. Reveja os objetivos ao longo do ano
Ao
longo de 12 meses muita coisa pode acontecer e, no meio desse caminho, às vezes
é necessário rever o planejamento. Um imprevisto financeiro ou um problema de
saúde podem significar um adiamento das conquistas ou uma mudança de
estratégia. “Às vezes, a pessoa se deu um prazo e está vendo que não será
possível cumprir. Aí, é hora de intensificar o projeto, rever os planos e até
analisar o que já evoluiu, para se manter motivada e com foco”, afirma a
consultora Roselake Leiros.
10. Não abra mão daquilo que é essencial
De
nada adianta traçar planos muito desafiadores se o preço a pagar por eles é
alto demais. Desta forma, o consultor André Menezes aconselha, antes de
estabelecer qualquer objetivo, analisar como determinado projeto pode atingir
aqueles que vivem ao redor. “Se a pessoa quer comprar um carro importado, mas
vai ter que trabalhar tão duro para aquilo e abrir mão dos momentos bons com a
família, o cérebro pode boicotar essa meta”, esclarece. Por isso é necessário
alinhar seu planejamento aos seus valores pessoais: para que não haja
frustração nem desistência no meio do caminho.
Por
Por Alessandra Oggioni
Fonte
iG Delas Comportamento
terça-feira, 14 de janeiro de 2025
CLÁUSULAS INÚTEIS
Em curso de especialização em contratos empresariais, formado por advogados com certa experiência, foi realizado exercício para avaliar a relevância de determinadas cláusulas contratuais. Os alunos, que não sabiam do objetivo do teste, foram divididos em grupos para negociar um contrato de distribuição de medicamentos. Metade dos grupos representaria os fornecedores e a outra metade os distribuidores. Depois de analisarem dados econômico-financeiros do negócio, trabalharam em uma minuta, partindo de instrumento proposto pelo grupo de fornecedores. O primeiro documento que trocaram tinha quarenta páginas. O que foi assinado tinha dez. O que explica esse fenômeno? O amadurecimento do juízo sobre o útil e o inútil.
É clichê que vivemos uma americanização dos contratos no Brasil. Documentos longuíssimos são, muitas vezes, traduções de textos escritos sob a lógica anglo-saxã. Isso não seria ruim se houvesse um cuidado de adaptação. Porém, o que mais se vê é mera reprodução, inclusive com termos não aplicáveis à realidade brasileira. Cria-se, então, uma situação estranha: muitos instrumentos são elaborados como se fossem um fim em si mesmos, uma obra de arte ou uma poesia cheia de definições, ressalvas e referências caras a seus autores, mas, muitas vezes, inadequadas para o contexto negocial. O contrato deixa de ser uma ferramenta operacional para se tornar uma peça de manifestação de vaidade ou de um estilo pseudo "chic" de advogar.
Esse cenário traz duas consequências imediatas: (i) gasto de enorme quantidade de horas para discutir textos longos e (ii) dificuldade de fechar a minuta final, dado o emaranhado de cláusulas. É comum, ainda, sobrar para uma das partes (ou para as duas) certa sensação de insegurança a respeito daquele documento extenso, haja vista a possibilidade de algum ponto ter escapado aos olhos e, depois, ser usado de modo oportunista pelo outro contratante. Sendo assim, por que não elaborar minutas mais simples? Talvez por comodismo e insegurança dos seus autores.
O comodismo tem base no fato de os instrumentos já estarem modelados. É muito mais conveniente propor um modelo "obeso" do que enxugá-lo ou lapidá-lo para cada caso concreto. A insegurança, por seu turno, identifica-se na ideia de que, se as pessoas já estão usando aquele padrão, não é conveniente modificá-lo. E se for retirada cláusula que, depois, fará falta? Não, melhor deixar tudo como está. Por conta disso, acontecem equívocos como o ocorrido no exercício narrado acima: em duas cláusulas da primeira minuta que os grupos entregaram ao professor havia referência à operação de um contrato de distribuição de alimentos, apesar de o estudo proposto referir-se a medicamentos. As cláusulas estavam no tradicional capítulo "Das Declarações das Partes", presente na generalidade das longas minutas que circulam no mercado, como aquela que os grupos tomaram por referência.
Questionados sobre o assunto, os alunos ruborizaram. Depois de alguma conversa confessaram que apenas "passaram os olhos" naquele capítulo. O motivo, segundo disseram, foi que o conteúdo dele é padrão e, em geral, não muito relevante. Observando as marcas de revisão na minuta foi possível comprovar a afirmação: os grupos marcaram bastante o objeto, o preço, o prazo, as garantias e a extinção do contrato. O restante passou praticamente ileso. Convidados a reler o texto, julgar cláusula a cláusula e excluir o supérfluo e o irrelevante, chegaram a resultado que os surpreendeu. O documento final foi reduzido a um quarto do tamanho do inicial.
Algumas conclusões merecem destaque. Como todo mundo parte de algum modelo, hoje um bom advogado de contratos pode ser medido mais pelo que exclui do que pelo que inclui no texto contratual. Para excluir é preciso refletir e pesquisar, ou seja, fugir do comodismo e superar a insegurança. Além disso, nota-se que instrumentos depurados por profissionais com vivência em litígios têm solidez diferenciada. A falta de experiência contenciosa pode fazer crer que um contrato longo é bom, uma inocência diante do fundo estratégico de demandas contratuais complexas nas quais, por vezes, o menos é mais. Por fim, verifica-se que o processo de contratação ganha velocidade quando o "amor" pelo texto fica de lado em favor da praticidade do negócio. É sinal de amadurecimento eliminar das minutas cláusulas inúteis e definições como, entre outras, "Brasil: República Federativa do Brasil", por se compreender que ninguém interpretará "Brasil" em qualquer outro sentido como, por exemplo, "pau-brasil".
Por Kleber Luiz Zanchim
Fonte Migalhas
TEVE SEU WHATSAPP INVADIDO? VEJA O QUE FAZER!
Recentemente acompanhamos um crescimento
absurdo de vítimas buscando auxílio após ter seu Whatsapp invadido por
criminosos.
Infelizmente, os métodos utilizados para a
realização destas invasões são diversos, todavia, lembre-se, o objetivo é
sempre um: conseguir que você passe ao criminoso um código que você receberá em
seu celular.
Este código é chave de acesso ao seu
Whatsapp, e elemento essencial para esta invasão acontecer.
Nos casos em que os criminosos conseguem
este código, normalmente, após a invasão, eles se passam pelo titular daquela
conta e pedem dinheiro emprestado para todos os contatos da vítima. Esta que
logo saberá que foi invadida, seja por não conseguir acessar seu Whatsapp, seja
pelas ligações de seus amigos e familiares mais desconfiados e atentos.
Afinal, como estes
criminosos conseguem que a própria vítima envie o referido código?
O método mais comum é quando o criminoso se
passa por um funcionário de algum site que a vítima publicou recentemente
anúncio de produto, e afirma que para “validar” este anúncio a vítima precisa
fornecer o código recebido em seu celular.
Na verdade, este código é o de acesso ao
Whatsapp, que a própria vítima acaba concedendo aos criminosos, enganada por
este “suposto funcionário”.
Vejamos as 5 dicas iniciais, que elaborei, para
as vítimas da referida invasão:
1. Tente retomar imediatamente seu acesso no
próprio aplicativo (Whatsapp);
2. Não conseguiu? Envie um e-mail para
support@whatsapp.com ;
3. Coloque, como assunto, o seguinte: ACCOUNT
HACKED +55 (SEU DDD) + (SEU NÚMERO);
4. No corpo do e-mail, explique que teve sua
conta invadida, e que o criminoso está pedindo dinheiro em seu nome (se for o
caso), também solicite o bloqueio do acesso do criminoso e a devolução de seu
acesso. (O texto constante deste e-mail deve estar em português e também em
inglês). Dica: caso tenha dificuldade com a língua inglesa, use o Google
Tradutor;
5. Registre o boletim de ocorrência, quando
necessário.
Estas são as orientações iniciais. Lembre-se:
sempre ATIVAR a autenticação em dois fatores de seu Whatsapp, Instagram e etc -
que trará uma proteção extra, e pode, muitas vezes, evitar todas estas
situações. Muito cuidado com estes estelionatários digitais.
Por Luiz Augusto Filizzola D'Urso
Fonte JusBasil Notícias
CURRÍCULO QUE FUNCIONA É ENXUTO, EM TÓPICOS E SEM NENHUM ENFEITE
O tempo que um recrutador leva para decidir
se um currículo merece ou não uma análise mais cuidadosa é de menos de dez
segundos. A primeira impressão é, portanto, essencial. "Você precisa criar
a atração para um primeiro encontro", diz Fernando Mantovani, diretor
geral da consultoria Robert Half.
Não adianta, então, encher páginas e páginas
com todos os detalhes de seu histórico profissional. Recrutadores recomendam
que o currículo não passe de duas folhas -até quatro são aceitáveis numa
posição de gerência, segundo André Ferragut, da recrutadora Hays.
Todas as experiências, porém, devem estar
incluídas, mesmo as temporárias, autônomas ou projetos pessoais.
Se for difícil condensar o histórico, pode-se
detalhar os cargos ocupados nos últimos dez anos e só mencionar o resto. "Experiências
que não contribuem para o que você quer fazer agora podem ser bem sucintas",
orienta Patricia Paniquar, consultora de carreira da Lee Hecht Harrison.
A ordem das informações também importa e
pode alterar o resultado. Como o recrutador é rápido na hora de decidir se o
candidato vale a pena, informações mais importantes devem vir primeiro: após o
cabeçalho, uma linha com objetivos do candidato, sua formação e, só depois, histórico
profissional, do cargo mais recente ao mais antigo.
O importante é focar no conteúdo: enfeitar o
currículo para chamar a atenção pode ser um tiro no pé.
"Na dúvida, vá no modelo básico. Destaque
apenas os títulos em negrito, mas não use muitas cores. A entrevista é o
momento ideal para mostrar sua criatividade", diz Luiza Rondinelli, gerente
de recrutamento e seleção da Randstad Professionals.
Pensar em layouts diferentes só vale a pena
se a empresa para o qual o candidato está se aplicando for mais informal.
"Ambientes de marketing ou vagas de trainee podem ter formato e visual
diferentes, com gráficos", afirma Gabriel Santos, gerente sênior da
consultoria Talenses.
Mostre poder de
síntese e senso de prioridade já no primeiro contato
Sem experiência
Quem estiver ingressando no mercado deve
colocar no currículo experiências pessoais que possam ajudar a carreira de
alguma forma, orienta Rodrigo Vianna, presidente da Mappit, recrutadora
especializada em início de carreira.Intercâmbios, domínio de línguas, habilidades
com tecnologia, participação em empresas juniores ou trabalhos voluntários
podem ser incluídos.
Cabeçalho
Deve
conter dados pessoais básicos -nome,
endereço, celular e email-, diz o consultor Josué Bressane. Estado civil e idade
são opcionais.
Objetivos
É importante resumir em até cinco linhas que
tipo de cargo busca e em que área, para que o recrutador veja de cara se seu
perfil bate com o da vaga.
Estudos
Devem vir antes do histórico profissional. Segundo
Fernando Mantovani, diretor geral da Robert Half, às vezes a vaga exige um
diploma ou registro profissional, como OAB, então a formação pode ser decisiva.
É nesse tópico que entra uma pós-graduação. Se tiver cursado uma faculdade não
há necessidade de colocar onde fez o segundo grau, diz Josué Bressane. Logo
abaixo pode vir o domínio de idiomas -e é importante ser sincero.
Sem firulas
É comum que os currículos sejam analisados
primeiro por um computador, e imagens atrapalham. "Podem achar que fica
bonito, mas imagens confundem o algoritmo", diz André Ferragut, da
consultoria Hays.
Layout
Use tópicos em vez de texto corrido, para
facilitar a leitura. "Tem que ser visualmente atrativo, com intervalos, sem
blocos de texto muito grandes'", diz Ferragut. Melhor um currículo mais
longo e espaçado do que um muito condensado.
Destaques
Antes de elencar tudo o que fez, um
parágrafo de até dez linhas pode sintetizar suas qualificações.
Histórico
Experiências profissionais devem ser
listadas da mais recente para a mais antiga. Escreva o nome da empresa, a
localização e uma breve descrição de seu porte e atividades. Todos os cargos
exercidos devem ser elencados, com data. Liste tarefas e conquistas. Mas não
precisa escrever o óbvio. "Se você foi diretor, é claro que geriu pessoas",
diz Fernando Mantovani.
Quantifique
Transforme suas conquistas em números.
"Isso é importante para que o leitor entenda o tamanho do seu desafio e
resultado", diz Amanda Guedes de Oliveira, da Randstad Staffing. Redução
de custos e retorno de investimento são indicadores que mostram o resultado do
seu trabalho.
Palavras-chave
O currículo deve ser adaptado para cada vaga,
diz o consultor de carreiras Robert Wong. A escolha de termos utilizados
importa -na dúvida, veja as palavras utilizadas no anúncio da vaga.
Formato
O currículo deve ser enviado, de preferência,
como um arquivo de Word. Se for em PDF, evite o uso de caixas de texto, que
confundem os algoritmos que fazem a análise inicial do currículo.
Linguagem
Especialistas recomendam o uso de terceira pessoa
no currículo, por ser mais formal.
Por Fernanda Reis
Fonte Folha de S. Paulo
Assinar:
Comentários (Atom)

















