“A legislação, a tecnologia e o planejamento energético

são maneiras de ajudar no combate ao aquecimento do planeta.

Mas nenhuma é tão eficiente quanto a educação.

Sem ela, as leis não vingam e a tecnologia fica sem ter quem a desenvolva.”

Atsushi Asakura, professor da Universidade de Hiroshima, Japão

domingo, 21 de setembro de 2014

BOA SEMANA

O SEGREDO PARA COMEÇAR UMA SEMANA MARAVILHOSA


Para a maioria das pessoas, o final do domingo é o prenúncio de dores de cabeça. Parece que a segunda-feira é uma grande ameaça: fim do descanso, volta à rotina, pressões e preocupações, prazos… Será que não há como escapar? A solução para esse problema é simples e depende unicamente de nós. Algumas dicas para fazer com que a segunda-feira seja o início de uma ótima semana:

1 – Evite compromissos no domingo que acabem muito tarde
Sempre que nos envolvemos em festas e eventos que se prolongam até altas horas no domingo, temos menos tempo para descansar. Procure estabelecer o hábito de dormir o suficiente na noite de domingo para segunda, para que o seu corpo possa repor as energias necessárias para a semana de trabalho;

2 - Divirta-se durante a semana
Muitas pessoas deixam para fazer somente no final de semana aquilo que lhes dá prazer. É um erro! Nós precisamos de diversão e relaxamento todos os dias. Se distribuirmos o divertimento ao longo da semana, não ficaremos tão decepcionados quando o domingo terminar;

3 - Durma o suficiente todos os dias
Alguns de nós têm o hábito de dormir pouco durante a semana e “descontar” no sábado e no domingo. De nada adianta esse hábito, pois o corpo não fica esperando para repor as horas perdidas. O ideal é dormir todos os dias pelo menos 6 horas (o ideal pode variar entre 6 a 9 horas para cada pessoa);

4 – Controle o consumo de álcool
Bebidas alcoólicas podem atrapalhar o seu repouso e ainda por cima causar uma ressaca no dia seguinte;

5 – Concentre-se nas coisas positivas da segunda-feira
A segunda-feira pode ser um dia maravilhoso para colocar a conversa em dia, rever colegas de trabalho, buscar novos desafios. Faça da segunda-feira um dia estimulante e positivo para você;

6 – Agrade a você mesmo
Aproveite a segunda-feira para faze algo que seja bom para você. Almoce a sua comida preferida, compre um livro, telefone para um grande amigo, ouça o CD que você mais gosta. Espante assim qualquer “energia negativa” que o dia possa ter.

7 – Não se esqueça do mais importante
A segunda-feira é o segundo dia da semana.  Para ter uma semana maravilhosa, cuide bem do seu domingo e não comprometa o dia seguinte. Evite extravagâncias e aproveite a semana inteira com muita disposição.

FRASE COM 2054 ANOS

VOCÊ OUSA SONHAR?

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Vídeo sobre como alcançar os seus sonhos, sair da zona de conforto, e conquistar os seus objetivos! 

Idealizado por Matti Hemmi  e Ilustrado por Ramón Rodrigez. 
Fonte Arte de Viver

LIÇÃO DO RATO - NUNCA DESISTA!

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DEUS EXISTE - ALBERT EINSTEIN

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POR QUE A PRESSA?

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COLOQUE O RACISMO EM SEU DEVIDO LUGAR

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ANDAR PARA VIVER MELHOR

PANFLETO SUSTENTÁVEL

PEQUENAS CORRUPÇÕES. DIGA NÃO!

EDUCAÇÃO AMBIENTAL

SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL

THOMAS EDISON: FOR 100% RENEWABLE ENERGY, ESPECIALLY SOLAR


Edison was way ahead of his time, and was clearly a fan of the 100% renewable energy ida (a true possibility), and especially tapping into our insanely abundant supply of solar energy.

By Zachary Shahan
Source CleanTechnica

THE OPTIMISM BIAS

 
The capacity to envision the future relies partly on the hippocampus, a brain structure that is crucial to memory. Patients with damage to their hippocampus are unable to recollect the past, but they are also unable to construct detailed images of future scenarios. They appear to be stuck in time. The rest of us constantly move back and forth in time; we might think of a conversation we had with our spouse yesterday and then immediately of our dinner plans for later tonight.
But the brain doesn't travel in time in a random fashion. It tends to engage in specific types of thoughts. We consider how well our kids will do in life, how we will obtain that sought-after job, afford that house on the hill and find perfect love. We imagine our team winning the crucial game, look forward to an enjoyable night on the town or picture a winning streak at the blackjack table. We also worry about losing loved ones, failing at our job or dying in a terrible plane crash — but research shows that most of us spend less time mulling over negative outcomes than we do over positive ones. When we do contemplate defeat and heartache, we tend to focus on how these can be avoided.
Findings from a study I conducted a few years ago with prominent neuroscientist Elizabeth Phelps suggest that directing our thoughts of the future toward the positive is a result of our frontal cortex's communicating with subcortical regions deep in our brain. The frontal cortex, a large area behind the forehead, is the most recently evolved part of the brain. It is larger in humans than in other primates and is critical for many complex human functions such as language and goal setting.
Using a functional magnetic resonance imaging (fMRI) scanner, we recorded brain activity in volunteers as they imagined specific events that might occur to them in the future. Some of the events that I asked them to imagine were desirable (a great date or winning a large sum of money), and some were undesirable (losing a wallet, ending a romantic relationship). The volunteers reported that their images of sought-after events were richer and more vivid than those of unwanted events.
This matched the enhanced activity we observed in two critical regions of the brain: the amygdala, a small structure deep in the brain that is central to the processing of emotion, and the rostral anterior cingulate cortex (rACC), an area of the frontal cortex that modulates emotion and motivation. The rACC acts like a traffic conductor, enhancing the flow of positive emotions and associations. The more optimistic a person was, the higher the activity in these regions was while imagining positive future events (relative to negative ones) and the stronger the connectivity between the two structures.
The findings were particularly fascinating because these precise regions — the amygdala and the rACC — show abnormal activity in depressed individuals. While healthy people expect the future to be slightly better than it ends up being, people with severe depression tend to be pessimistically biased: they expect things to be worse than they end up being. People with mild depression are relatively accurate when predicting future events. They see the world as it is. In other words, in the absence of a neural mechanism that generates unrealistic optimism, it is possible all humans would be mildly depressed.

Can Optimism Change Reality?
The problem with pessimistic expectations, such as those of the clinically depressed, is that they have the power to alter the future; negative expectations shape outcomes in a negative way. How do expectations change reality?

By Tali Sharot
Time Inc.

SÃO HOMEM E MULHER, REALMENTE, IGUAIS PERANTE A LEI?


Desde 1988 com a promulgação da Constituição Federal temos, como cláusula pétrea, a disposição de que “todos são iguais perante a lei” e que homens e mulheres são iguais em direitos e obrigações.
Sabemos que a igualdade ainda não prevalece da forma desejada em nossa Carta Magna, especialmente, quando pensamos em remuneração de trabalho, oportunidades de empregos, entre outros.
Todavia, com bons olhos verificamos que as mudanças estão paulatinamente ocorrendo, prova real é que hoje nosso país é comandado por uma mulher.
Apesar dos avanços e das merecidas conquistas das mulheres ao longo desses anos, no âmbito do direito de família, especialmente quando tratamos da questão dos alimentos, as mudanças ainda são lentas.
Como é sabido o índice de separações, divórcios e re-casamentos crescem a cada ano. Hoje, as mulheres não aceitam mais casamentos infelizes ou por conveniência, fato esse que aumentou a estatística dos desfazimentos dos casamentos e das uniões estáveis.
Todavia, apesar da mulher se sentir apta a desfazer um casamento ou uma união estável infeliz, ainda acredita que tem direito a preservar o padrão de vida econômico e financeiro que desfrutava quando vivia em uma união.
O artigo 1694, do Código Civil, expressamente dispõe que os cônjuges ou companheiros podem pedir uns aos outros os alimentos de que necessitem para viver de modo compatível com a sua condição social. E o parágrafo primeiro traz, como parâmetro para fixação dos alimentos, o binômio possibilidade/necessidade.
Portanto, somente há de se falar em alimentos e fixar seu valor com base na possibilidade do alimentante e na necessidade do alimentado.
Em relação a possibilidade do alimentante, temos, de certa forma, um critério simples para apuração: basta provar os ganhos do alimentante. O problema surge quando falamos em necessidade.
Por óbvio, temos noções básicas de que aquele que tem direito aos alimentos tem necessidade a saúde, lazer, moradia e educação, o que é incontroverso.
Ocorre, porém, que quando nos deparamos com uma lide familiar, que tem como o principal conflito o valor dos alimentos, os requerimentos são os mais diversos. As necessidades se multiplicam em milhares de pleitos que, apesar de fazer parte do dia-a-dia daquele casal, poderiam facilmente ser classificados de supérfluos.
Podemos afirmar que 99% dos processos que envolvem pessoas com poder aquisitivo elevado, têm a mulher pleiteando os alimentos e o homem incumbido de prestá-los.
Registramos que, atualmente, na grande maioria desses processos, a mulher ou é ativa, possui uma atividade remunerada, ou pode ser ativa, isto é ainda é jovem e tem formação para buscar atividade remunerada e não depender mais do ex-marido ou ex-companheiro.
Todavia, apesar dessa constatação, as mulheres continuam pleiteando um alto valor de alimentos para si e para os filhos advindos daquela união.
Os altos valores têm, como principal fundamento, a possibilidade do ex-marido ou companheiro, bem como o suposto “direito” da mulher em manter o padrão de vida que tinha durante a sua união.
Hoje, no meu entender, o principal desafio dos advogados, da doutrina e da jurisprudência é demonstrar (e informar) a mulher que esta se separando, divorciando ou dissolvendo uma união estável, que independentemente da possibilidade do alimentante, o limite do valor dos alimentos deve ter como base a efetiva necessidade da mulher e dos filhos advindos daquela relação e, não, ter como princípio, a manutenção do padrão de vida desfrutado durante o período em que perdurou aquela relação.
Portanto, se a mulher mantém atividade remunerada ou tem condições de ter uma atividade remunerada, os alimentos devidos a ela devem ser, se requeridos e deferidos, provisórios, isto é, somente por um período até que essa mulher possa se firmar ou se recolocar no mercado de trabalho.
Em relação aos alimentos dos filhos, vale lembrar que deve, sempre que possível, deve-se manter o padrão de vida da prole. Todavia,  esse encargo não deve ser restrito ao pai devendo ser compartilhado proporcionalmente com a mãe, que pode e deve comparecer também financeiramente.
Atualmente os Tribunais já estão adotando esse entendimento, revendo pensões vultosas e mesmo negando provimento aos requerimentos de pensões despropositadas.
Minha crença é que com a consolidação dessa posição, muitas lides familiares percam seu principal objeto, que geralmente esta focado na fixação dos alimentos. Esse fato com certeza reverterá em favor do casal e da família que terá menos um conflito ou mágoa nessa transição tão penosa.

Se homens e mulheres são:
(i)    iguais em direitos e obrigações; e
(ii) aptos a prover o seu sustento e desfrutar do pátrio poder, as questões que se  levantam são:

Por que as mulheres continuam e são orientadas a pleitear alimentos de forma despropositada às suas reais necessidades?
Por que acreditam que não têm obrigação de contribuir para o sustento dos filhos de maneira proporcional?
Por que continuam a se apropriar do direito de manter integralmente o padrão de vida anterior ao desfazimento da união?
Ao meu ver, cabe ao advogado informar e posicionar suas clientes, sempre visando preservar os direitos delas, mas expondo claramente as consequências que um processo dessa natureza pode gerar ao casal e aos filhos.
Acredito que esse objetivo será atingido com a consolidação da jurisprudência, a seriedade dos profissionais envolvidos e a crença de que a mulher tem os mesmos direitos que os homens, mas também tem as mesmas obrigações.

Por Ana Luisa Porto Borges
Fonte Consultor Jurídico

COBRANÇA DE COMISSÃO DE CORRETAGEM É LEGÍTIMA, DIZ JUSTIÇA DE SP


A cobrança de comissão de corretagem na compra de imóveis é legítima e não configura venda casada. Assim decidiu a Turma de Uniformização dos Juizados Especiais de São Paulo. No Tribunal de Justiça de São Paulo, a opinião majoritária segue no sentido oposto.
A turma analisou pedido de uniformização de interpretação de lei a respeito da possibilidade de exigir do comprador o pagamento da comissão de corretagem.
Apesar do entendimento do TJ-SP, o juiz Fernão Borba Franco, relator, discorda. Ele cita julgamento da apelação 0162192-85.2011, no qual o desembargador Francisco Loureiro afirma: “Óbvio que se a incorporadora contrata a promoção de vendas e os corretores para lançamento do empreendimento, deve remunerá-los, pagando-lhes a devida comissão de corretagem”.
“De outro lado, é claro que aludida comissão integrará os custos do empreendimento e será repassada, direta ou indiretamente, aos compradores, pois se encontrará embutida no preço total e final do produto”, acrescenta Loureiro.
Franco sustenta que a diferença entre o pagamento direito e a inclusão desses custos no preço final do imóvel é apenas fiscal e empresarial, já que, de qualquer maneira, a despesa recairá sobre o comprador. Para o juiz, como houve livre contratação em relação ao pagamento, não há ilegalidade na cláusula. “Afinal, o serviço foi efetivamente prestado”.
Sobre a venda casada, Franco afirma que não há exigência da compra de outro produto ou serviço para a conclusão do negócio, “mas simplesmente repasse dos custos respectivos, que podem ser incluídos no preço final”.
Processo 00018-42.2014.8.26.0968

Fonte Consultor Jurídico

CLÁUSULA QUE PRORROGA AUTOMATICAMENTE FIANÇA EM CONTRATO É NULA, DIZ TJ-RS


A cláusula que prevê a prorrogação automática do contrato não vincula o fiador, haja vista a interpretação restritiva prevista nas disposições relativas ao instituto da fiança, conforme prevê o artigo 819, do Código Civil. Assim, este só pode ser responsabilizado pelos valores previstos no contrato a que se vinculou, sendo irrelevante cláusula contratual em sentido diverso.
O entendimento da 12ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul, lastreado na jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça, não teve eficácia para desonerar totalmente um casal de fiadores perante o Banco do Brasil, que saiu parcialmente vitorioso no primeiro grau. Isso porque a sentença que acolheu o pedido, determinando a data de exoneração, só foi combatida no segundo grau pelo banco, que tentou, sem sucesso, reverter a sorte da demanda.
"Contudo, no caso, como não foi interposto recurso pelos autores/fiadores, não há como limitar que respondam apenas pela dívida contraída até o prazo contratado e no limite do crédito, razão pela qual vai mantida a sentença que exonerou os demandantes da fiança a partir da data da sentença, respondendo pelo débito vencido e exigível antes da exoneração", escreveu no acórdão o relator do caso no TJ-RS, desembargador Guinther Spode.

Ação Declaratória
O casal ajuizou Ação Declaratória para se desonerar da fiança concedida a um parente em um contrato rural firmado com o Banco do Brasil na Comarca de Bento Gonçalves, na Serra gaúcha. A redação da cláusula de fiança diz que esta é absoluta, irrevogável, irretratável e incondicional, obrigando ambos ao compromisso durante a vigência do contato e eventuais prorrogações. E mais: além de não comportar exoneração, os fiadores renunciam, expressamente, aos benefícios dos artigos 827, 830, 834, 835, 837 e 838 do Código Civil.
Além da abusividade da cláusula que possibilita a renovação automática do contrato, o casal pediu exoneração do seu encargo por enfrentar problemas de saúde. Com isso, alegou estar impossibilitado de se responsabilizar pela garantia prestada.
Citado judicialmente, o banco contestou. Tal como referido na via administrativa, em que se negou a excluir o nome casal, sustentou a legalidade do contrato financeiro e da cláusula de fiança.

Sentença
A juíza de Direito Christiane Tagliani Marques, da 1ª Vara Cível da comarca, escreveu na sentença que a cláusula combatida não traz nada de ilícito ou ilegal, sendo perfeitamente possível pactuar renovação de fiança automaticamente, juntamente com a do contrato. Além disso, os autores tinham plena ciência da possibilidade deste modo de renovação.
A julgadora destacou, por outro lado, que é possível, sim, tornar ineficaz a cláusula que prevê a renúncia à faculdade de exoneração da fiança. Citou a doutrina do jurista Nelson Nery Junior, segudo a qual “para que ocorra exoneração, porém, será preciso o manejo da Ação Declaratória, meio adequado para que se provem os motivos pelos quais não se deseja a continuidade do benefício prestado”.
Por fim, referiu que a doença citada no processo traz consequências severas e, não raro, requer considerável investimento em tratamentos e medicamentos. Com isso, a justificativa mostra-se mais do que suficiente para acolher o pedido de exoneração.
Na fundamentação, a juíza julgou parcialmente procedente a Ação Declaratória, tão-somente para excluir a parte autora do contrato a partir da data em que proferiu a sentença: 25 de novembro de 2013. "Porém, as dívidas pretéritas permanecem até a quitação do débito, e o fiador continua responsável pelo débito vencido e exigível antes da exoneração’’, advertiu.

Por Jomar Martins
Fonte Consultor Jurídico

JUIZ CONCEDE LIMINAR PARA GARANTIR PASSE LIVRE EM VIAGENS AÉREAS


O juiz da 25ª Vara Cível deferiu, em parte, pedido de urgência, determinando que a empresa aérea Avianca disponibilize, no prazo de 10 dias, gratuitamente, vaga em aeronave permitindo que o autor realize viagem para tratamento médico em outro estado, sob pena de multa.
O autor ajuizou ação de obrigação de fazer com pedido de urgência, pois é portador de necessidades especiais, não possui condições financeiras e precisa de passagem aérea gratuita para poder realizar tratamento médico no Estado da Bahia.
O magistrado reconheceu estarem presentes os requisitos para conceder a tutela de urgência, tendo o autor demonstrado ser deficiente, carente, e ter direito ao transporte gratuito (Passe Livre), beneficio concedido pelo Governo Federal. O Ministério dos Transportes garante viagens gratuitas nos veículos e embarcações das empresas que operam serviços de transportes interestaduais coletivos de passageiros nas modalidades rodoviária, ferroviária e aquaviária. 
Em sua decisão, o magistrado destacou que as normas que regulam o Passe Livre não trazem proibição expressa quanto sua possibilidade em relação aos transportes aéreos e que tal limitação seria ofensiva aos direitos fundamentais, bem como contraria as políticas públicas de integração dos portadores de deficiência: “Saliente-se que o Decreto n. 3.691/00 atribuiu apenas ao Ministro de Estado dos Transportes a regulamentação do Passe Livre. Com efeito, não se divisa razão jurídica ou econômica para a exclusão do transporte aéreo gratuito aos portadores de necessidades especiais carentes. Sobreleva o fato de que a norma legal não excluiu expressamente qualquer transporte e utilizou redação genérica designando tão-somente 'transporte coletivo interestadual'. A omissão do Poder Executivo não pode impedir o acesso das pessoas portadoras de necessidades especiais ao transporte coletivo gratuito, sob pena de contrariar a tutela eficaz dos direitos fundamentais. Há de se acentuar, ainda, que as políticas públicas voltam-se à plena integração da pessoa portadora de deficiência, a fim de assegurar o pleno exercício dos direitos individuais e sociais, inclusive no tocante ao acesso ao transporte.” 
Contra a decisão cabe recurso.
Processo :2014.01.1.134203-2

Fonte Âmbito Jurídico

10 DICAS PARA SOBREVIVER AO SEU EMPREGO CHATO

Especialistas contam como tornar o trabalho que você não gosta em algo um pouco mais agradável

Quem nunca acordou em uma segunda-feira querendo desaparecer ao invés de trabalhar? E depois passou o resto da semana contando quantas horas faltavam para o final do expediente na sexta-feira? Esta situação é comum a muitas pessoas e até normal, se for ocasional. No entanto, para quem trabalha com algo que não gosta e com atividades repetitivas, este sentimento desmotivacional passa a ser parte da rotina e começa a prejudicar não somente a vida profissional, mas também a pessoal.
Poucos sabem, mas a palavra trabalho vem do latim tripalium, uma máquina de tortura usada no Império Romano. E é assim que muitas pessoas encaram o seu emprego. Porém, por mais que você ache o seu trabalho chato, algumas atitudes podem tornar a sua situação um pouco mais agradável até que consiga uma nova oportunidade.
Para ajudá-lo a passar por esta fase sem muitos danos, o iG ouviu especialistas e criou uma lista com 10 dicas. Veja abaixo os passos para sobreviver a um emprego chato:

1- Enxergue seu sofrimento como temporário
Aceitar a sua infelicidade no emprego atual como irreversível é um engano. Desta maneira, você está se fechando para mudanças importantes em sua carreira e, provavelmente, carregará as mesmas frustrações para um próximo emprego ou para um próximo cargo que lhe for oferecido.
Por mais que a sua situação atual impeça que você abandone o seu trabalho chato, seja por contas a pagar, falta de condições para se qualificar ou pressão familiar, é preciso criar uma perspectiva de mudança e começar a enxergar sua situação como temporária. “Isso já lhe dá uma força, porque você começa a se empenhar não só para aquela coisa desprazerosa que é o seu dia a dia. Ele começa a ficar mais suportável, porque você já está olhando para frente, para o futuro”, comenta a psicóloga Luci Balthazar, da ProMover, empresa especializada em psicologia do trabalho.

2 – Seja criativo e fuja do tédio
O tédio é um grande inimigo no trabalho. Atividades repetitivas e rotineiras acabam desmotivando e fazendo com que você perca o interesse no que faz, pois lhe passam a sensação de que você está sendo mal aproveitado. Sabendo que você é capaz de fazer coisas mais complexas, o ideal é que você pense em novas maneiras de executar as mesmas atividades de forma mais eficaz. “Isso ajuda não só a criar uma situação mais agradável e a enriquecer aos poucos a própria atividade, como também pode ser uma oportunidade de [o profissional] ser visado para uma posição maior, porque ele vai demonstrar no dia a dia que pode aprimorar seu trabalho”, conta a psicóloga.

3 - Busque aprender com seus líderes e colegas
Se você já domina a sua atividade atual a ponto de não conseguir encontrar nada de desafiador no que faz, talvez seja o momento de aprender novas funções. Observe seus colegas de outras áreas ou mesmo os seus líderes e escolha quais atividades deles mais lhe interessam. A partir daí, peça para que eles lhe ensinem aquela função e reserve um tempo do seu dia para praticá-la. Além de lhe trazer uma maior motivação, também pode abrir oportunidades para mudar de área dentro da companhia.

4 – Aprenda a lidar com seu chefe difícil
Um mau relacionamento com o seu líder dificulta o convívio e a criação de um bom ambiente de trabalho. Quando o seu chefe tem uma atitude abusiva, e até agressiva, a sua autoestima pode ser afetada. “Quanto mais submisso você for, mais o outro cresce. E se você bater de frente, você está na ponta mais fraca da corda e vai levar a pior”, observa Luci.
O recomendável nestes casos é aprender a lidar com o seu líder de maneira mais assertiva. Comece a dar sua opinião e impor a sua visão sobre algumas situações corriqueiras, mas com educação. “Não precisa gritar e nem fazer nada agressivo, mas você se torna mais forte quando começa a se impor e passa a ser respeitado. Seja por esse chefe ou por colegas”, avalia a psicóloga.

5 – Ocupe seu tempo livre com atividades produtivas
Por mais desanimador que tenha sido o seu dia no escritório, chegar em casa e assistir 5 horas seguidas de televisão não é a melhor solução. Tente se qualificar fazendo cursos e outras atividades que possam melhorar o seu currículo profissional. Desta maneira, você está criando uma boa perspectiva de mudança na carreira.
Além disso, o consultor Sérgio Gomes, da Havik, empresa de recrutamento e desenvolvimento de profissionais, recomenda que a pessoa descubra uma atividade que goste de fazer, saiba fazer bem, possa ser praticada fora do horário de trabalho e ainda possa render um dinheiro extra. Por exemplo, um contador que goste de cozinhar pode começar o seu próprio negócio e vender refeições para fora, fazendo isso depois do seu expediente.

6 – Pratique esportes ou descubra um novo hobby
O lazer é essencial para manter a nossa mente desligada dos problemas. Aproveite o seu final de semana ou seu tempo livre para praticar esportes ou outras atividades relaxantes. Desta maneira, além de se distrair, você terá outras coisas para focar que não sejam as infelicidades do trabalho.

7 - Aprenda mais sobre o negócio da empresa
Ao trabalhar em grandes companhias, é normal não conseguir enxergar a sua influência no produto ou serviço final, principalmente se ocupa um cargo mais operacional. Neste caso, procure saber mais sobre como a sua atividade atinge os resultados da empresa e também quais são os planos da companhia no mercado. "Isso abre o horizonte. A pessoa pode se sentir orgulhosa do local onde trabalha. Ela vai se sentir engajada quando se sentir importante naquela empresa", observa Liana Westin, coach da Questão de Coaching.

8 – Fuja dos colegas negativos
A sua situação atual já não é a mais animadora, então o que você menos precisa é conviver com pessoas que vão lhe lembrar disto a todo o momento. Colegas que reclamam o tempo todo podem contaminar o ambiente com negatividade. Quando esses assuntos surgirem, tente mudar o foco da conversa ou não dê abertura para que o assunto continue.

9 – Faça novas amizades
Se você pelo menos se der bem com os seus colegas de trabalho, o ambiente será mais agradável e, provavelmente, será menos sofrido acordar em uma segunda-feira para trabalhar com algo que não gosta, pois você reencontrará seus amigos e poderá compartilhar bons momentos com eles. Caso a sua atividade não permita que você tenha muito contato com outros funcionários durante o expediente, combine um happy hour semanal ou participe de reuniões sociais com seus colegas. No entanto, evite falar de trabalho durante estes encontros e busque conversar sobre amenidades.

10 – Peça demissão
Se mesmo com todas estas dicas você ainda encarar o seu emprego como uma tortura, comece a planejar a sua saída. O ideal, principalmente se quiser mudar de área de atuação, é que você tenha uma boa folga financeira antes de pedir demissão. É recomendável que você poupe o suficiente para ficar pelo menos seis meses sem nenhum tipo de rendimento até encontrar uma nova oportunidade que lhe agrade mais.
No entanto, lembre-se de não levar as frustrações do seu antigo emprego para a nova empresa e esteja aberto às mudanças. "Faz mais quem quer do que quem pode. A motivação é intrínseca. Se a pessoa não estiver aberta para fazer esse movimento, ela não vai sair do lugar", conclui Liana.

Por Murilo Aguiar
Fonte iG Carreiras