quarta-feira, 18 de julho de 2018

REALIDADE BRASILEIRA


EPISTEMOLOGIA DE EÇA DE QUEIRÓS

FRASE COM 2054 ANOS

FILOSOFIA DE PLATÃO

THOMAS EDISON: FOR 100% RENEWABLE ENERGY, ESPECIALLY SOLAR


Edison was way ahead of his time, and was clearly a fan of the 100% renewable energy ida (a true possibility), and especially tapping into our insanely abundant supply of solar energy.
By Zachary Shahan
Source CleanTechnica

4 MANEIRAS DE GASTAR DINHEIRO

UMA CIVILIZAÇÃO DIFERENTE

CORRENTE DE ORAÇÃO PELA PAZ MUNDIAL

EDUCAÇÃO AMBIENTAL

PESSOAS VIOLENTAS

ENERGIA SOLAR - FONTE ENEGÉTICA ABUNDANTE


No decorrer da década de 70, o mundo adquiriu profunda consciência de uma escassez global de combustíveis fósseis e, com o inevitável declínio dessas fontes convencionais de energia à vista, os principais países industrializados empreenderam uma rigorosa campanha a favor da energia nuclear como fonte energética alternativa. O debate sobre como solucionar a crise energética concentra-se usualmente nos custos e riscos da energia nuclear, em comparação com a produção de energia proveniente do petróleo, do carvão e do óleo xistoso. Os argumentos usados por economistas do governo e das grandes companhias, bem como por outros representantes da indústria energética, são fortemente tendenciosos sob dois aspectos. A energia solar — a única fonte energética que é abundante, renovável, estável no preço e ambientalmente benigna — é considerada por eles "antieconômica" ou "ainda inviável", apesar de consideráveis provas em contrário; e a necessidade de mais energia é pressuposta de maneira indiscutível.
Qualquer exame realista da "crise energética" tem que partir de uma perspectiva muito mais ampla do que essa, uma perspectiva que leve em conta as raízes da atual escassez de energia e suas ligações com os outros problemas críticos com que hoje nos defrontamos. Tal perspectiva torna evidente algo que, à primeira vista, poderá parecer paradoxal: para superar a crise energética, não precisamos de mais energia, mas de menos. Nossas crescentes necessidades energéticas refletem a expansão geral dos nossos sistemas econômico e tecnológico; elas são causadas pelos padrões de crescimento não-diferenciado que exaurem nossos recursos naturais e contribuem, de modo significativo, para nossos múltiplos sintomas de doença individual e social. Portanto, a energia é um parâmetro significativo de equilíbrio social e ecológico. Em nosso estágio atual de grande desequilíbrio, contar com mais energia não resolveria os nossos problemas, mas só iria agravá-los. Não só aceleraria o esgotamento de nossos minerais e metais, florestas e peixes, mas significaria também mais poluição, mais envenenamento químico, mais injustiça social, câncer e crimes. Para fazer frente a essa crise multifacetada não necessitamos de mais energia, mas de uma profunda mudança de valores, atitudes e estilo de vida.
Uma vez percebidos esses fatos básicos, torna-se evidente que o uso de energia nuclear como fonte energética é absoluta loucura. Ultrapassa o impacto ecológico da produção de energia em grande escala a partir do carvão, impacto esse que já é devastador, em vários graus, e ameaça envenenar não apenas nosso meio ambiente natural por milhares de anos, mas até mesmo extinguir toda a espécie humana. A energia nuclear representa o caso mais extremo de uma tecnologia que tomou o freio nos dentes, impulsionada por uma obsessão pela auto-afirmação e pelo controle que já atingiu níveis patológicos.
Ao descrever a energia nuclear em tais termos, refiro-me a armas nucleares e a reatores nucleares. Esses dois fatores não podem ser considerados separadamente; esta é uma propriedade intrínseca da tecnologia nuclear. O próprio termo nuclear power tem dois significados vinculados. Power, além do significado técnico de "fonte de energia", possui também o sentido mais geral de "posse de controle ou influência sobre outros".
Assim, no caso do nuclear power (energia nuclear e poder nuclear), esses dois significados estão inseparavelmente ligados, e ambos representam hoje a maior ameaça à nossa sobrevivência e ao nosso bem-estar.
Por Fritjjof Capra 1982
Fonte O Ponto de Mutação

7 WAYS PERFECTIONISM STOPS YOU FROM SUCCESS


In this world every body wants to be perfect. But after getting perfectionism it stops you from success. Have you ever think that perfectionism is help or hurdle. The question arises how this is possible when a perfect person is undefeatable. If you are thinking this than you are wrong because after gaining perfectionism you become very conscious about every thing either it’s your life or anyone life. It became a hurdle between you and your success. You will become superstitious and you will not enjoy your life anymore. Its does more harm than help. This world is imperfect. The idea of possibility of perfectionism is just an illusion.
1. People are greedy to gain every thing in order to dominate on each other. But they don’t get anything done because they want perfection in every thing. Your desire for perfection will became your weakness and you will never solve out this problem as it becomes the part of your nature. If God makes human perfect than human will became God.
2. You cannot attain any achievement when to involve in details. Else you can use your previous experience. And when you focus more on micro things than you will miss macro things. You will gain success when you will think that you are frail like everybody in this world.
3. After creating an image of perfectionisms in front of the world, the next problem is that you have to maintain this image. Due to which you did not allow yourself from doing many things and you are restricted. And caught up inside own rules and regulation. You have no other option than suffering this pain alone as you built walls around yourself.
4. To know that you are perfect you need help and approval of other people. You will become miserable when other people did not pass judgment or wrongly judge you.
5. Due to perfectionism you always try to meet your own created standards that will cause stress on you to follow these. You feel more fear and anxiety after you trying to be perfect.
6. You didn’t accept your mistake either you are fully responsible of it. And you will not give credit to someone else of all your progress. This belief is true that perfection exist up to some limit, bur no body is perfect in this universe except God.
7. If you are stuck in any problem than you will never seek or accept help of others. You always focus on the future not present.

In Business Growth

ADVOGADOS DEVEM APRENDER A VENDER SEUS SERVIÇOS


"Vendafobia" e "marketingfobia" poderão, um dia, ser incluídas em dicionários para expressar a aversão que seres humanos — nem todos — têm às atribuições de vender e de "marquetear" — que incluam mais esta. A aversão é significativamente maior entre advogados. Recusam-se — nem todos — a vender e a fazer marketing, porque essas funções colidem com o senso que têm, justificadamente, da nobreza da profissão. Esse é o lado filé-mignon da advocacia. No entanto, em nome do sucesso profissional, também há que se aprender a roer ossos. Para esse mister — o de roer ossos — é melhor dispor de algumas boas ferramentas.
"Não é tão difícil vencer esse pavor", afirma o advogado e consultor de comunicação John Cunningham. Na verdade, é preciso vencer essa resistência às funções de marketing e de vendas, porque elas são inerentes ao funcionamento do escritório de advocacia, e de qualquer organização que dependa de receita para sobreviver. Todos os advogados de uma firma devem aprender e praticar as técnicas de marketing e de vendas, ele diz. Às vezes se pensa que isso é um problema dos sócios. Mas é um engano, porque a sobrevivência da firma e dos empregos dos advogados contratados e associados depende do trabalho dos rainmakers, expressão inglesa que define todos os advogados da firma que ajudam a conquistar clientes.
Os advogados empregados ou associados podem pensar que basta fazer um bom trabalho para garantir a segurança no emprego. Mas não é novidade que competência não é garantia de emprego, nem para advogados, nem para qualquer profissional. "É muito comum se ver advogados experientes e competentes serem substituídos por advogados mais jovens, com salários mais baixos, em tempos de contensão de despesas", lembra Cunningham. "No entanto, os rainmakers dificilmente são demitidos. A empresa precisa deles, mais do que nunca, para conquistar novos clientes e enfrentar a crise". E, se forem dispensados por qualquer razão, muitas firmas vão ficar interessadas em contratá-los, garante Cunningham.
Na verdade, o aprendizado da arte do marketing, da venda, da negociação e dos negócios deveria começar, para todos os profissionais, nos cursos universitários. E ser aperfeiçoado na educação continuada, como em cursos profissionalizantes. Afinal, o profissional terá de fazer o marketing e a venda de seu trabalho — e também de si mesmo — em todo o percurso do desenvolvimento de sua carreira. Terá de negociar a vida inteira. Fora disso, fica na esperança de que o sucesso caia dos céus com a próxima chuva.
A razão porque grandes profissionais falham quando deixam um emprego para abrir seus próprios negócios, seja em que ramo for, é que eles não passam de grandes profissionais. Em cursos de negócios nos EUA, ensina-se que qualquer empresa, e incluam-se aí firmas de advocacia, precisa ter a participação mínima de três elementos humanos, fora capital e outros elementos materiais, para garantir alguma chance de sucesso: um bom empresário, um bom marqueteiro e um bom profissional. Se um desses elementos falhar, todo o empreendimento corre um sério risco de não decolar.
Toda a sociedade de advogados precisa de profissionais que desempenhem as funções de empresário e de marqueteiro, para que os demais sócios e associados possam exercer a de advogado, sem esperar por más notícias no fechamento do mês. Para advogados autônomos e sócios de pequenas firmas, o único recurso de cada elemento humano é se transformar em três-em-um. Isto é, ser capaz de exercer as três funções, de empresário, marqueteiro e profissional, cumulativamente, mesmo que tenha de designar dias na semana ou horários nos dias para assumir cada uma de suas "personalidades" profissionais.
Qualquer firma começa com força para decolar, mesmo que o escritório esteja em processo de instalação em uma sala da casa, se tiver um ou dois clientes acertados. Isso é, tudo começa com o trabalho do marqueteiro e do empresário. Antes mesmo de alugar uma sala no centro da cidade, o marqueteiro pode anunciar ao mundo, ou seja, a todas as pessoas que conhece e que passará a conhecer em encontros ocasionais ou arrumados, que está no mercado, em tal área de atuação. O empresário pode entabular as negociações e procurar fechar algum contrato, mesmo que verbal. Ao profissional caberá corresponder a esse esforço, fazendo um ótimo trabalho para realimentar os esforços de marketing e de vendas.
A palavra "arte", no fim das contas, não é um bom atributo para as funções de "marquetear", vender e advogar. Marketing e vendas, como advogar, são capacidades, ou qualificações, que, acima de tudo, são adquiridas e desenvolvidas por meio do aprendizado e da prática. Fazer marketing e vendas, por sua vez, não depende de um esforço sobre-humano, de uma agressão às próprias vísceras. É uma técnica que se aprende, se desenvolve e se põe em prática, simplesmente.
A melhor técnica de marketing para advogados e para qualquer profissional não vem, necessariamente, de campanhas de marketing ou de campanhas publicitárias. Pode vir de procedimentos tão simples quanto frequentar clubes, associações, organizações, eventos, para fazer relacionamentos e obter informações sobre clientes prospectivos.
A melhor técnica de venda não vem, necessariamente, de um grande esforço de venda. Pode vir de uma conversa com um prospectivo cliente, em que nada tem de lhe ser vendido. Mas que informações têm de ser apuradas sobre a vida individual e familiar do futuro cliente, sobre sua empresa e o funcionamento dos negócios. Nessas conversas, problemas reais ou possíveis podem ser identificados e soluções jurídicas podem ser apresentadas. O cliente pode, em alguns casos, tomar a iniciativa de contratar os serviços do advogado. Se isso não acontecer, cartas ou cartões de agradecimento podem estimular o cliente prospectivo a tomar uma atitude. E assim por diante.
Na reportagem seguinte, o advogado e consultor de comunicação John Cunningham fala sobre os dez principais argumentos levantados por advogados para justificar sua resistência ao marketing e às vendas. E oferece sugestões, muito apropriadas para firmas de advocacia e advogados autônomos, que podem ajudar a superá-las. Há dificuldades, mas é preciso enfrentá-las em nome do sucesso profissional e da firma, ele diz. Vale o conselho de Pablo Picasso: "Estou sempre fazendo o que não consigo fazer, para aprender como fazê-lo".

Por João Ozorio de Melo
Fonte Consultor Jurídico

4 ESTRATÉGIAS IMPORTANTES PARA REDES SOCIAIS QUE FUNCIONAM COM ESCRITÓRIOS DE ADVOCACIA


Para advogados que usam as mídias sociais não raro é muito comum ficarem frustrados com a falta de resposta às postagens de seu escritório de advocacia. Mas se você está sentindo que seu tempo gasto em mídias sociais é desperdiçado, lembre-se de que isso não é mágico.E como qualquer ferramenta do marketing jurídico, a maneira como você usa faz toda a diferença.

Não seja tímido
É improvável que postar uma vez por mês no Facebook ou no Twitter ganhe audiência para seu escritório de advocacia. Sua mensagem quase certamente será perdida no fluxo. Para promover a perspectiva de seu escritório de advocacia e gerar visibilidade com conscientização, as postagens frequentes são fundamentais. E isso não leva muito do seu tempo. Conheça seu público-alvo e conheça a si mesmo.

Não seja antissocial
As redes sociais são lugares informais onde os usuários esperam ver alguma personalidade. Por definição, eles são espaços de conversação. As regras de ter conversas eficazes e persuasivas se aplicam. Então ouça, faça argumentos convincentes, apele às emoções pelo menos tanto quanto à lógica e, acima de tudo, não tenha medo de mostrar ao seu público que você se importa.

Não seja enganado
Ainda há muitos gurus por aí na internet. Eles incentivam você a subornar os usuários para que "gostem" e com isso fazer com que seu conteúdo jurídico na redes sociais seja "viral". Não caia nessa, para advogados e escritórios de advocacia a estratégia de marketing jurídico ético não é um jogo. Deve ser medido pelo retorno do investimento, não pelo número de seguidores no Facebook.

Não seja impaciente
Com a confiança, um público ativo e engajado é conquistado com o tempo. Como outros aspectos da sua marca e reputação. Existem poucas soluções rápidas para serem encontradas. Mesmo que a publicidade paga possa produzir resultados imediatos e deve fazer parte da estratégia de mídia social de qualquer escritório de advocacia, nada supera a paciência e a persistência quando se trata de conquistar os corações e mentes de seu público.
O ponto em questão é o seguinte: estar “na mídia social” costuma ser um diferencial na advocacia. Agora, seus resultados serão determinados menos pelo fato de você estar nas redes sociais e mais pela maneira como você as usa para promover sua estratégia de marketing jurídico.

Fonte Jurídica Marketing

3 DICAS IMPORTANTES DE COMO SE PORTAR EM UMA AUDIÊNCIA JUDICIAL


A audiência é uma das fases processuais mais importantes. É o momento ideal para demonstrar a verdade dos fatos e contribuir para a formação da convicção do magistrado. É comum que o enfrentamento seja grande durante a audiência, tanto entre os advogados quanto entre estes e o juiz.

A importância de manter a postura durante a audiência judicial
Para que você seja capaz de passar pela audiência com rendimento satisfatório e conseguir defender os interesses do seu cliente, é fundamental manter a calma durante todo o processo. Episódios de raiva, de perda do temperamento e desconcentração podem ser fatais.
Ao perder a paciência, o advogado deixa de ter clareza sobre o que está acontecendo, comete excessos e acaba sendo penalizado, de uma forma ou de outra.
Não é recomendado que o advogado, responsável pela defesa técnica do cliente, vá para a audiência sem estar preparado para lidar com a tensão existente. Na verdade, cabe ao advogado tomar medidas capazes de romper com a tensão da audiência.
Quanto maior for o seu nível de concentração, melhores os resultados. Separamos aqui algumas dicas básicas para não perder a paciência durante a audiência. Confira!

1 - Trate a todos com respeito
Uma das dicas mais básicas, aplicável não apenas à advocacia, mas a qualquer profissão, é o respeito. Ele deve estar sempre presente, mesmo em situações adversas. Durante a audiência, é comum que perguntas sejam indeferidas, que o advogado da parte contrária se utilize de ofensas e outras formas de violência verbal.
Trata-se de um embate, um momento em que autor e réu estão defendendo o seu lado, através de seus advogados. Mesmo que a situação não seja das melhores, o respeito deve predominar. Nas audiências, os juízes tendem a dar mais valor aos argumentos formulados sem a utilização de ofensas.
O respeito, a concentração e controle sobre a fala, gestos e ações demonstra firmeza. Ao contrário, perder a paciência e explodir durante a audiência pode ser visto como desespero e falta de consistência das alegações.

2 - Quebre a tensão das audiências
Fazer uma audiência não é fácil. A tensão é grande e a ansiedade também. O momento é de conflito de interesses, em que duas pessoas querem demonstrar estar com a razão sobre determinado fato. Esse clima de embate pode acabar prejudicando o rendimento do advogado. O nervosismo e a perda da paciência tendem a comprometer a defesa do cliente.
Uma das formas de minimizar esse quadro é quebrando a tensão das audiências. Como fazer isso? Antes mesmo do seu início, converse um pouco com o advogado da parte contrária. Ele, assim como você, é um profissional que está em defesa dos possíveis direitos de seu cliente. Não é um inimigo ou alguém que merece desprezo.
Quando for começar a conversa, evite qualquer tema que seja relacionado à lide. Procure dialogar sobre eventos do cotidiano, temas que possam ser de interesse dos dois. O nome disso é quebrar o gelo e sempre funciona.
Durante a audiência você verá como o clima estará bem melhor do que seria sem uma boa conversa.
Uma dica adicional é não falar diretamente com a parte contrária, mas só com o seu advogado. Trata-se de uma demonstração de respeito para com o profissional. Respeito gera respeito e isso pode influenciar de forma positiva no transcorrer da audiência.

3 - Não bata boca com o juiz, nem com o outro advogado
É muito comum que audiências terminem com bate boca. A discussão pode acontecer entre os advogados ou até mesmo envolver o juiz, o que é ainda pior. Mesmo que o juiz ou advogado da parte contrária estejam se portando de forma inadequada, o bate boca deve ser evitado.
O próprio Direito prevê mecanismos legais para punir desvios ocorridos, seja por parte dos advogados ou dos magistrados. Se houver desrespeito, seja de quem for, basta pedir para que conste tudo em ata e, posteriormente, tomar as medidas cabíveis.
Adicionalmente, o advogado pode anunciar, no começo da audiência, que gravará o conteúdo. Trata-se de uma prerrogativa legal, com embasamento no Código de Processo Civil. O importante é fazer o máximo para manter a estabilidade e equilíbrio emocional, para passar segurança ao cliente durante a audiência.
Essas são dicas simples, mas que podem ajudar qualquer advogado a manter a calma durante a realização de audiências. Trata-se de um momento importantíssimo para a defesa dos interesses do cliente. Manter a calma, o raciocínio e a segurança é fundamental para alcançar bons resultados.

Fonte Desmitificando

ASSISTÊNCIA HOLÍSTICA AO TRATAMENTO DO CÂNCER

O novo modo de tratamento do câncer é uma terapia de assistência holística à saúde por excelência

“O câncer é um fenômeno típico, uma doença característica de nosso tempo. O desequilíbrio e a fragmentação que impregnam nossa cultura desempenham um papel importante no desenvolvimento do câncer, impedindo ao mesmo tempo que os pesquisadores médicos e os clínicos compreendam a doença ou a tratem com êxito.
A imagem popular do câncer foi condicionada pela visão fragmentada do mundo em nossa cultura, pela abordagem reducionista da nossa ciência e pelo exercício da medicina orientado para o uso maciço de tecnologia. O câncer é visto como um forte e poderoso invasor que ataca o corpo a partir de fora. Parece não haver esperança de controlá-lo, e para a grande maioria das pessoas câncer é sinônimo de morte. O tratamento médico — radiação, quimioterapia, cirurgia ou uma combinação dessas técnicas — é drástico, negativo e danifica ainda mais o corpo. Os médicos estão cada vez mais propensos a ver o câncer como um distúrbio sistêmico, uma doença que, no início, é localizada, mas que tem a faculdade de se propagar e realmente envolve o corpo inteiro, e em que o tumor original é apenas a ponta do iceberg. Os pacientes, entretanto, insistem freqüentemente em considerar seu próprio câncer um problema localizado, especialmente durante sua fase inicial. Vêem o tumor como um objeto estranho e querem livrar-se dele o mais rapidamente possível e esquecer todo o episódio. A maioria dos pacientes está tão completamente condicionada em suas idéias, que se recusa a considerar o contexto mais amplo de sua enfermidade, sem perceber a interdependência de seus aspectos psicológicos e físicos. Para muitos pacientes cancerosos, seu corpo tornou-se um inimigo em quem não podem confiar e do qual se sentem inteiramente divorciados.
Um dos principais objetivos na abordagem Simonton é inverter a imagem popular do câncer, que não corresponde às conclusões da pesquisa atual. A moderna biologia celular mostrou que as células cancerosas não são fortes e potentes, mas, pelo contrário, fracas e confusas. Elas não invadem, atacam ou destroem, mas, simplesmente, se super-reproduzem. Um câncer principia com uma célula que contém informação genética incorreta, porque foi danificada por substâncias nocivas ou outras influências ambientais, ou simplesmente porque o organismo produziu ocasionalmente uma célula imperfeita. A informação defeituosa impede a célula de funcionar normalmente; e se essa célula reproduz outras com a mesma constituição genética incorreta, o resultado é um tumor composto de uma massa de células imperfeitas. As células normais se comunicam eficazmente com seu meio ambiente para determinar suas dimensões ótimas e sua taxa de reprodução, ao contrário do que acontece com a comunicação e a auto-organização das células malignas. Em conseqüência disso, crescem mais do que as células saudáveis e reproduzem-se a esmo. Além disso, a coesão normal entre as células pode se enfraquecer, e então as células malignas desprendem-se da massa original e viajam para outras partes do corpo, formando novos tumores — o que é conhecido como metástase.
Num organismo saudável, o sistema imunológico reconhece as células anormais e as destrói, ou, pelo menos, as mantém cercadas para que não possam propagar-se. Mas se, por alguma razão, o sistema imunológico não é suficientemente forte, a massa de células defeituosas continua a crescer. O câncer não é, portanto, um ataque vindo do exterior, mas um colapso interno.
Os mecanismos biológicos do crescimento canceroso deixam claro que a busca de suas causas tem que caminhar em duas direções. Por um lado, precisamos saber a causa da formação de células cancerosas; por outro, precisamos entender a causa do enfraquecimento do sistema imunológico do corpo.
Muitos pesquisadores chegaram à conclusão, ao longo dos anos, de que as respostas a ambas essas questões consistem numa complexa rede de fatores genéticos, bioquímicos, ambientais e psicológicos interdependentes. Com o câncer, mais do que com qualquer outra doença, a tradicional prática biomédica de associar urna doença física a uma causa física específica não é apropriada. Mas como a maioria dos pesquisadores ainda trabalha dentro da estrutura biomédica, eles acham o fenômeno do câncer extremamente desconcertante.
Simonton assinalou: "O tratamento do câncer encontra-se hoje num estado de total confusão. Quase se parece com a própria doença: fragmentado e confuso". E reconhece plenamente o papel das substâncias e influências ambientais cancerígenas na formação de células cancerosas e defendem vigorosamente a implementação de uma política social apropriada para eliminar esses riscos para a saúde. Entretanto, concluíram também que nem as substâncias cancerígenas, nem a radiação ou a predisposição genética fornecem, por si e em si mesmas, uma explicação adequada para a causa do câncer. Nenhuma explicação para o câncer será completa sem uma resposta para esta questão crucial: o que impede que o sistema imunológico de uma pessoa, num determinado momento, reconheça e destrua células anormais, permitindo, assim, que elas cresçam e se convertam num tumor que ameaça a vida? Esta foi a questão em que se concentraram, em suas pesquisas e na prática terapêutica; e concluí que ela só pode ser respondida desde que sejam considerados, cuidadosamente, os aspectos mentais e emocionais da saúde e da doença.
O quadro emergente do câncer é compatível com o modelo geral de doença sobre o qual estivemos discorrendo. Um estado de desequilíbrio é gerado pelo estresse prolongado, que é canalizado através de uma determinada configuração da personalidade, dando origem a distúrbios específicos. No caso do câncer, as tensões cruciais parecem ser aquelas que ameaçam algum papel ou alguma relação central da identidade da pessoa, ou as que criam uma situação para a qual, aparentemente, não há escapatória.
Numerosos estudos sugerem que essas tensões críticas ocorrem tipicamente de seis a dezoito meses antes do diagnóstico do câncer. Elas são passíveis de gerar sentimentos de desespero, impotência e desesperança. Em virtude desses sentimentos, uma doença grave e até a morte podem tornar-se consciente ou inconscientemente aceitáveis como solução potencial.
Simonton e outros pesquisadores desenvolveram um modelo psicossomático de câncer que mostra como os estados psicológicos e físicos colaboram na instalação da doença. Embora muitos detalhes desse processo ainda precisem ser esclarecidos, tornou-se evidente que o estresse emocional tem dois efeitos principais: inibe o sistema imunológico do corpo e, ao mesmo tempo, acarreta desequilíbrios hormonais que resultam num aumento de produção de células anormais. Assim, estão criadas as condições ótimas para o crescimento do câncer. A produção de células malignas é incentivada precisamente na época em que o corpo é menos capaz de destruí-las.
No que se refere à configuração da personalidade, os estados emocionais do indivíduo parecem ser o elemento crucial no desenvolvimento do câncer. A ligação entre câncer e emoções vem sendo observada há centenas de anos, existindo hoje provas substanciais do significado de estados emocionais específicos. Estes são o resultado de uma biografia particular que parece ser característica dos pacientes com câncer. Perfis psicológicos de tais pacientes foram estabelecidos por numerosos pesquisadores, alguns dos quais são até capazes de prever a incidência do câncer com notável precisão, com base nesses perfis.
Estudados mais de quinhentos pacientes com câncer e identificou os seguintes componentes significativos em suas biografias: sentimentos de isolamento, abandono e desespero durante a juventude, quando relações interpessoais intensas parecem ser difíceis ou perigosas; uma relação forte com uma pessoa ou grande satisfação com um papel no início da idade adulta, tornando-se o centro da vida do indivíduo; perda da relação ou do papel, resultando em desespero; interiorização do desespero, a ponto de os indivíduos serem incapazes de deixar outras pessoas saberem quando eles se sentem magoados, coléricos ou hostis. Esse padrão básico foi confirmado como típico de pacientes com câncer por numerosos pesquisadores.
A abordagem Simonton afirma que o desenvolvimento do câncer envolve um certo número de processos psicológicos e biológicos interdependentes, que esses processos podem ser reconhecidos e compreendidos, e que a seqüência de eventos que leva à doença pode ser invertida de modo a que o organismo se torne
saudável novamente. Tal como em qualquer terapia holística, o primeiro passo no sentido de se iniciar o ciclo de cura consiste em conscientizar os pacientes do contexto mais amplo de sua enfermidade. O estabelecimento do contexto do câncer começa por se solicitar aos pacientes que identifiquem as principais tensões que ocorreram em sua vida de seis a dezoito meses antes do diagnóstico. A lista dessas tensões é, então, usada como base para se analisar a participação dos pacientes no desencadeamento de sua enfermidade. O objetivo do conceito de participação do paciente não é suscitar um sentimento de culpa, mas criar a base para a inversão do ciclo de processos psicossomáticos que culminaram na doença.
Enquanto Simonton estabelece o contexto da enfermidade de um paciente, eles também fortalecem sua crença na eficácia do tratamento e na potência das defesas do corpo. O desenvolvimento dessa atitude positiva é crucial para todo o tratamento. Estudos realizados mostraram que a resposta do paciente ao tratamento depende mais de sua atitude do que da gravidade da doença. Uma vez gerados os sentimentos de esperança e expectativa, o organismo traduz esses sentimentos em processos biológicos, que começam a restaurar o equilíbrio e a revitalizar o sistema imunológico, utilizando os mesmos caminhos que foram usados no desenvolvimento da doença. A produção de células cancerosas decresce, enquanto o sistema imunológico se torna mais forte e mais eficiente para lidar com elas. Enquanto ocorre esse fortalecimento, a terapia física é usada em conjunto com a abordagem psicológica, a fim de ajudar o organismo a destruir as células malignas.
O Simonton vê o câncer não como um problema meramente físico, mas como um problema da pessoa como um todo. Assim, a terapia por eles adotada não se concentra exclusivamente na doença, mas ocupa-se do ser humano total. É uma abordagem multidimensional que envolve várias estratégias de tratamento planejadas para iniciar e dar apoio ao processo psicossomático de cura. No nível biológico, a finalidade é dupla: destruir as células cancerosas e revitalizar o sistema imunológico.
Além disso, usa-se o exercício físico regular para reduzir a tensão, aliviar a depressão e ajudar os pacientes a manter um contato mais estreito com seu próprio corpo. A experiência mostrou que os pacientes com câncer são capazes de uma atividade física muito maior do que a maioria das pessoas supõe.
A principal técnica de fortalecimento do sistema imunológico é um método de relaxamento e de formação de imagens mentais que os Simontons desenvolveram quando perceberam o importante papel das imagens visuais e da linguagem simbólica no biofeedback. A técnica de Simonton consiste na prática regular de relaxamento e visualização, durante a qual o câncer e a ação do sistema imunológico são descritos na própria linguagem simbólica do paciente. Comprovou-se que essa técnica é um instrumento extremamente eficiente para fortalecer o sistema imunológico, freqüentemente resultando em reduções espetaculares ou na eliminação de tumores malignos. Além disso, o método de visualização é também uma excelente maneira de os pacientes se comunicarem com seu inconsciente. Simonton vem trabalhando estreitamente com as imagens mentais de seus pacientes e aprenderam que elas dizem muito mais acerca dos sentimentos dos pacientes do que quaisquer explicações racionais.
Embora a técnica de visualização desempenhe um papel central na terapia Simonton, é importante enfatizar que a visualização e a terapia física não são suficientes, por si sós, para curar pacientes com câncer. Segundo Simonton, a doença física é uma manifestação dos processos psicossomáticos subjacentes, que podem ser gerados por vários problemas psicológicos e sociais. Enquanto esses problemas não forem resolvidos o paciente não ficará bom, ainda que o câncer possa temporariamente desaparecer. A fim de ajudarem os pacientes a resolver os problemas que estão na raiz de sua enfermidade, Simonton faz do aconselhamento psicológico e da psicoterapia elementos essenciais de sua abordagem. A terapia tem usualmente lugar em sessões de grupo, nas quais os pacientes encontram apoio e encorajamento mútuos.
Concentra-se nos problemas emocionais, mas não os separa dos padrões mais amplos da vida dos pacientes; assim, inclui geralmente aspectos sociais, culturais, filosóficos e espirituais.
Para a maioria dos pacientes com câncer, o impasse criado pela acumulação de eventos estressantes só pode ser superado se eles mudarem parte de seu sistema de crenças. A terapia de Simonton mostra-lhes que sua situação parece irremediável apenas porque eles a interpretam de uma forma que limita suas respostas. Os pacientes são encorajados a explorar interpretações e respostas alternativas a fim de encontrarem um modo saudável de resolver a situação estressante. Assim, a terapia envolve um exame contínuo do sistema de crenças e da visão de mundo dos pacientes.”

Fonte O Ponto de Mutação – Fritjof Capra

MARKETING JURÍDICO: ADVOGADO DESCUBRA SUA MARCA EM TUDO O QUE VOCÊ FAZ

Sua marca é a sua identidade, isso significa dizer que seu escritório tem uma marca

Então, qual é a marca do seu escritório de advocacia?
É como você evidencia o que você e sua atuação no direito são, incluindo sua reputação.
Assim, como a declaração de missão e valores em seu site, seus materiais do escritório, sua presença nas redes sociais são partes essenciais de sua identidade. Ainda existem outras maneiras menos óbvias de construir sua marca, mas igualmente importantes.

A primeira impressão
Sim, a maneira como você atende o telefone também faz parte da sua marca. Quando os clientes ligam para o seu escritório de advocacia, o que eles ouvem? Uma saudação cordial e amigável que identifica seu escritório e sugere que você está apto para ajudar e dar as informações que o cliente procura? Ou isso é indiferente para você?
Essa primeira impressão pode reforçar a percepção positiva da sua marca ou instantaneamente negar isso.

Serviço ao cliente
Serviço responsável antes, durante e depois de uma chamada beneficia seu cliente. Ajudar os clientes é sua missão como advogado e, portanto, também parte de sua marca. Ao responder às necessidades dos clientes de maneira cordial e eficiente, você também está obtendo uma forte reputação boca a boca. Os clientes satisfeitos são mais propensos a divulgar a boa notícia sobre seu escritório. Isso também ajuda a construir sua marca.

O que outros estão dizendo...
Boca a boca não é a única maneira pela qual os clientes podem ajudar a impulsionar os negócios. Comentários em seu blog jurídico e das redes sociais também são muito importantes. Depois de receber um comentário, responda sempre agradecendo!

E se o comentário for negativo?
Não recue, responda! Seja educado, evite ser defensivo e, quando apropriado, compartilhe sua experiência com maiores detalhes. Isso pode dar a você a chance de melhorar seus serviços e demonstrar seu ponto de vista em aceitar possíveis críticas construtivas.
A marca não é um complemento ao seu trabalho. Não é apenas marketing também. Seu escritório e sua marca são inseparáveis. Quanto melhor você construir sua marca, mais forte será o seu escritório.

Fonte Jurídica Marketing

TUDO O QUE VOCÊ PRECISA SABER SOBRE MARKETING PARA ADVOGADOS NAS REDES SOCIAIS


A maioria dos advogados ainda demonstra certo receio quando o assunto são mídias sociais. A verdade é que as redes funcionam como uma extensão de seus conteúdos jurídicos, marcando presença nas redes sociais. Mas você pode estar se perguntando: como administrá-las? Calma! Pode ser mais fácil do que você imagina. Dedicação e um pouco de tempo incorporando-as em suas atividades diárias são as respostas. Você já tem redes sociais? Certo, então vamos conversar sobre elas.

1. Presença social consistente
Ou seria melhor constante? Se você não está postando regularmente, você provavelmente não está fazendo direito. Visitantes que não vêem nada além de posts desatualizados podem questionar a relevância, o engajamento ou a sua atenção aos detalhes. Então, comprometa-se em oferecer conteúdo útil, com artigos e notícias relacionadas à sua área de atuação na advocacia. As postagens de seu blog jurídico podem e devem ser compartilhadas nas mídias sociais.
Dica: se você já é ativo nas redes, explore o uso de tags e categorias para tornar seu conteúdo sempre mais fácil e rápido de ser encontrado.

2. Adote a sua rede social
Certifique-se que todas as suas atividades nas redes estejam sempre alinhadas com os objetivos do marketing de seu escritório de advocacia. Será que seus tweets reforçam a sua marca? O Facebook é a melhor maneira de alcançar seu público-alvo? Você está compartilhando o tipo certo de informações no LinkedIn? Pratique explicar em voz alta como e por que seu escritório usa determinadas redes sociais. Suas respostas serão o norte para o que você vem desempenhado atualmente nas redes.
Dica: você pode ter uma rede de estimação, porém mantenha as demais em observação!

3. Analise seus resultados
Com a tomada de posse de suas mídias sociais, elabore um tempo para analisar quais redes estão realmente trabalhando para seu escritório de advocacia. Identificar os melhores resultados irão ajudá-lo a planejar de forma mais inteligente suas futuras atividades nas redes.
Dica: “quando eu tiver um tempo vou fazer isso” não funciona... você deve ter um tempo realmente para fazer isso na semana, de 15 em 15 dias...mensal...mas deve!
Pequenas mudanças no seu modo de pensamento sobre as redes sociais podem influenciar significativamente o sucesso do marketing jurídico de seu escritório de advocacia. Acredite!

Fonte Jurídica Marketing

OS SEGREDOS PARA SE TORNAR UM ADVOGADO DE SUCESSO


Ser um advogado de sucesso requer muito mais do que ter um bom conhecimento da lei. No meio de tanta concorrência, é necessário que o profissional tenha outras qualidades para conquistar e manter uma boa clientela. Por isso, selecionamos algumas dicas para você que está entrando agora no ramo ou que está em busca de novos clientes.

Comece aos poucos
Muitos advogados buscam apenas grandes contratos e grandes clientes. No entanto, é preciso estar atento também aos pequenos clientes que podem trazer resultados tão bom quanto os grandes. Os clientes menores também são essenciais para a divulgação e projeção do seu nome. Eles também proporcionam experiências para que você esteja pronto para os grandes negócios. Por isso, valorize e dedique-se a cada caso.

Preze pela boa apresentação
Quando procuram um advogado, as pessoas precisam sentir confiança no trabalho realizado para fechar o negócio. A boa apresentação não se limita a forma como você se veste, mas também à boa organização e limpeza do escritório, ao profissionalismo do cartão de apresentação e também à forma como você se expressa, seja por meio de linguagem verbal, prezando por um português claro e correto, ou não verbal, afinal suas expressões dizem muito sobre você.

Seja um empreendedor
Em qualquer área de atuação, é preciso saber administrar o próprio negócio. Além de manter as finanças e os trabalhos organizados, é necessário planejar estrategicamente: definir a área de atuação, fazer a divulgação dos serviços de forma correta, determinar metas, planejar investimentos e inovações. Somente desta forma, sua empresa estará pronta para crescer.

Saiba calcular o preço do seu trabalho
Este é um ponto fundamental. Saber quanto vale seu trabalho é essencial para você evitar prejuízos e também para cobrar um preço justo de seu cliente. Afinal, principalmente no início da carreira, o preço cobrado por trabalho é um diferencial no momento de conquistar um novo cliente. No entanto, você deve estar atento para que o valor seja suficiente para cobrir seus custos e proporcionar lucro. Outra dica importante é oferecer opções de pagamentos. Utilizando a Gerencianet como intermediador de pagamento, seu cliente pode pagar por meio de boletos recorrentes, carnês ou ainda no cartão de crédito. Pagando no cartão de crédito, o cliente pode pagar parcelado em até 12 vezes e você pode receber o valor total um uma única parcela, gerando fluxo de dinheiro para você. Saiba mais sobre as formas de cobranças recorrentes aqui! Elas facilitam a cobrança em caso de parcelamento e também em casos de pagamentos mensais.

Por Flávia Teixeira Ortega
Fonte JusBrasil Notícias

COMO CONQUISTAR CLIENTES NA ADVOCACIA: 4 DICAS PRÁTICAS DE SUCESSO


Fazer com que possíveis clientes entrem em contato com seu escritório de advocacia é o que advogados sempre esperam, mas... por boas razões. Ninguém pode criar clientes sem um primeiro contato. Então imagine agora por alguns momentos o impacto que os conceitos a seguir podem ter no trato com seus potenciais clientes.

1 – Urgência: Para manter os potenciais clientes que estão entrando em contato com seu escritório, você e todos os envolvidos devem estar voltados para o cliente na ação imediata em dar respostas. Então esteja sempre pronto para responder ao primeiro contato e caso não seja possível fazê-lo, se valha da tecnologia para não deixar um único contato no vácuo.
Dica: permitir que uma mensagem de boas vindas, informe seus horários de atendimento, ou “para maiores informações acesse nosso formulário de contato em nosso site www...” são saídas possíveis de respostas em sua secretária eletrônica quando não puder responder rapidamente. Com os e-mails a mesma regra, use uma mensagem automática de recebimento. Assim você melhora suas chances de garantir um novo cliente.

2 – Empatia: Empatia significa a capacidade psicológica para sentir o que sentiria uma outra pessoa caso estivesse na mesma situação. Ao entender que as pessoas que entram em contato com seu escritório, geralmente estão enfrentando situações difíceis, seja educado, gentil e acima de tudo verdadeiro.
Dica: seu site também deve refletir o quanto você se importa com seus clientes em toda a sua comunicação. Lembre-se: seu site é sua presença digital na internet funcionando 24 horas por dia e 365 dias por ano!

3 – Persistência: Em outras palavras, não desista de um contato que seja difícil de alcançar. A falta de respostas pode estar relacionada a uma série de coisas, e até você ouvir um "não" firme, não pode ter a certeza de que realmente nada vai acontecer. 
Dica: é claro que ninguém gosta de ser perseguido, mas cabe a você dar a devida atenção em cada contato que expresse interesse em seu escritório de advocacia.

4 - Coleta de Dados: Sem entender seus clientes que procuram seu escritório, você terá dificuldade em identificar seus futuros clientes. Bons dados podem mostrar todos os tipos de informações, como características de clientes de alto valor e quais canais os trouxeram até seu escritório.
Dica: seus resultados irão melhorar o desempenho se você rastrear e analisar seus dados obtidos corretamente, sempre entendendo de onde estão vindo!
Como diz o ditado, você só tem uma chance de causar uma boa primeira impressão. Portanto, certifique-se que seu escritório de advocacia envie a mensagem certa aos seus futuros clientes. Isso é marketing jurídico!

Fonte Jurídica Marketing