domingo, 9 de julho de 2017

EPÍLOGO A SAGA DOS CAPELINOS

 Astral Superior da Terra - 1932 d.C.

As informações são ainda confidenciais, mas, em breve, tornar-se-ão de uso comum em nossa esfera.
O interlocutor de Ghandria o escutava com atenção. Ele estivera com um espírito do mundo mental, que fora convo­cado ao grande conclave angélico de 1932. Neste egrégio con­cílio angelical fora escolhido o coordenador do grande expurgo terrestre, que iria se iniciar em poucos anos. Kylbran havia sido convidado pelo coordenador - o Messias espiritual -para ser um dos muitos planejadores do grande expurgo. Dera-lhe permissão de ter os assistentes de que necessitasse. Era por isso que Kylbran estava explanando para Ghandria que o assunto ainda era confidencial, já que o estava convi­dando para ser seu assessor.
- Assim como os capelinos foram os aceleradores evolu­tivos da Terra há cerca de cinco mil e setecentos anos, o mesmo acontecerá com os terrestres, que forem expurgados. Eles também serão os aceleradores evolutivos de um outro planeta, que se encontra ainda em estágio muito primitivo.
- E quando começará este expurgo?
- Já começou, com a nomeação do coordenador!
- Sim, claro! Mas digo, de fato.
- As primeiras levas deverão ser deportadas dentro de três a quatro anos, no máximo.
- Não temos muito tempo!
- É verdade! Os administradores planetários determi­naram que o processo deve ser lento e gradativo. Como sempre, querem dar todas as chances de evolução aos que estão renascidos, assim como aos que estão em erraticidade.
- Como se processarão essas chances aos renascidos?
- Através do sofrimento com guerras, cataclismos, bar­báries jamais vistas. Eles querem que todas as pendengas raci­ais, religiosas e geográficas sejam resolvidas por bem ou por mal, nos próximos cento e cinqüenta anos. Mas também aju­darão através de ondas de espiritualismo nunca vistas antes. E verdade que aparecerão religiões estranhas e de pensamentos esdrúxulos, mas que servirão para modificarem as religiões atualmente constituídas. Haverá, como nunca se viu, liber­dade de expressão, beirando a permissividade. Assim como o seu antagonismo: a ditadura e a censura.
Fazendo uma breve pausa, Kylbran prosseguiu, expla­nando outros tópicos de relevante importância.
- Em breve, os espíritos guias dos humanos renascidos os estarão levando a novos exames de consciência, a uma nova forma de espiritualidade, e a toda a mensagem de transforma­ção interior, de aperfeiçoamento espiritual e de aprimora­mento social, que Yeshua ben Yozheph pregou durante a sua estada na Terra. Estará eclodindo também uma emergência espiritual jamais vista, ou seja, estará emergindo de dentro de cada ser uma necessidade de transformação jamais sentida. Muitos passarão por este processo de maneira calma e serena, encontrando em si próprios, forças para a necessária renova­ção. Outros, como trazem inúmeros problemas de ordem emo­cional ainda não completamente resolvidos de outras existên­cias, terão um despertar mais conturbado. Irão aparecer fobias as mais esdrúxulas, como a claustrofobia, a fobia do pânico e outras, ainda desconhecidas da ciência atual dos homens, que os levarão a tratamentos psíquicos e espirituais jamais presen­ciados no passado, utilizando-se para tal de técnicas de regres­são e de auto-ajuda, que serão introduzidas pelos amoráveis espíritos guias da humanidade. Tudo isto visa resolver pen­dências do passado de forma a proporcionar condições ade­quadas para o futuro espiritual do homem. Aos que fugirem deste forte apelo, encastelando-se em posições de ódio e revolta, só restará o expurgo.
- Entendo! Tudo será usado como instrumentos postos ao alcance do homem para seu desenvolvimento físico e men­tal. Abrir-se-ão portas nunca vistas antes.
- Isso mesmo, meu caro Ghandria. No entanto, também serão facultados os maiores horrores jamais vistos a qualquer ser até agora.
Ghandria olhou para Kylbran com certo espanto.
- Sim, infelizmente, serão guerras fratricidas, provoca­das pela ignomínia do homem. Não são determinações dos nos­sos superiores, mas teremos massacres espantosos em guerra mundial próxima a eclodir, que deixarão as mortandades do passado como pálido trabalho de amadores. Nestes terrores a virem, os últimos capelinos, os mais endurecidos, os mais renitentes de todos, os últimos alambaques serão trucidados em campos de horror jamais sonhados pela mente doentia dos homens.
- Ainda existem capelinos renascidos entre nós?
- Sim, pouco mais de trezentos mil. São os últimos daquela espécie, mas hoje são candidatos ao mundo astral superior. Há mais de quinhentos anos que o último capelino abandonou o crime e a abominação dos caminhos tortuosos do vício, do ódio e da vingança. Muitos foram terrivelmente truci­dados na Noite de São Bartolomeu. Outros foram torturados até a morte nas masmorras da inquisição. Os poucos que sobram estão em busca de redenção através do sofrimento superlativo. Serão esmagados pelas rodas do destino, que fize­ram girar há milênios.
- E os demais homens?
- O coordenador nos atestou que será um expurgo maciço. Ele estima que um em cada duzentos seres serão leva­dos embora, num período de cento e cinqüenta a duzentos anos. Estamos falando de mais de cem milhões de pessoas!
- É muito mais do dobro do número de capelinos que foram trazidos à Terra.
- Sim, mas neste interregno, houve mais de oito bilhões de espíritos primitivos que foram trazidos para evoluírem aqui, nos últimos dois mil anos. Agregados aos seis bilhões que existiam aqui na época de Yeshua, temos hoje perto de quatorze bilhões entre renascidos e os que estão no astral inferior e médio. Juntando todos os que gravitam em torno do planeta Terra, temos mais de vinte e oito bilhões de almas, já incluídos o astral superior e parte do mundo mental.
- Eu estive estudando recentemente as religiões e todas falavam de um dia do juízo final, onde Deus haverá de julgar os homens e separar os bons dos maus. Neste terrível dia, os homens bons ficarão no olam ha-bá - o mundo por vir - tornan­do-se felizes no reino de Deus. Uns falam de um planeta que irá passar perto da órbita terrestre, destruindo o nosso orbe e, literalmente, aspirando os espíritos degredados. Até que ponto esses homens estão certos?
- Estas concepções foram geradas pela reminiscência capelina. As idéias de luas e planetas negros são frutos da mente excitada por excesso de fanatismo religioso, que é uma das piores formas de radicalismo. Os capelinos passaram pelo dia do juízo final quando o mundo em que estavam - as trevas e o astral inferior - foi destruído de forma pavorosa por artefa­tos espirituais desenvolvidos pelos trabalhadores de Ahtilantê e de Karion. Eles tinham, portanto, a noção bem desenvolvida do que seria aquele terrível dia. No entanto, não há um dia específico, já que o expurgo é um processo longo. Não se reti­ram cem milhões de pessoas num único dia.
- Ouço falar que a Terra será assolada por cataclismos terríveis, com destruição em massa jamais vista, assim como pela morte de mais de dois terços da humanidade, em condi­ções absolutamente terrificantes. Será que isto há de aconte­cer?
- Em futuro breve, os homens hão de descobrir o poder fantástico escondido no átomo, e caso não encontrem o cami­nho da fraternidade, e prefiram usar de extrema violência, pode realmente acontecer um débâde nuclear. No entanto, isto terá sido uma opção feita pelos homens. Já a destruição estarrecedora, que muitos profetas do apocalipse preconizam, não faz parte dos planos dos maiores. Haverá, sim, destruições causadas por terremotos, maremotos, tufões e por outras ativi­dades telúricas, mas não em número maior do que já acontece e vem acontecendo há milhares de anos. A grande destruição será o aniquilamento do astral inferior, incluindo suas zonas mais densas como as trevas e os grandes abismos, pois na Terra não poderão habitar espíritos desta faixa vibratória. Aceitare­mos até mesmo os pecadores arrependidos, aqueles que têm uma sincera vontade de se aperfeiçoarem e de se regenerarem através de novas atitudes, contudo os endurecidos, os encaste­lados em posições de ódio terão que recomeçar seu aprendizado em condições muito mais severas e aflitivas em planeta ainda primitivo, iniciando, eles, sua própria saga dos terrestres.
Kylbran olhou direto para os olhos de seu interlocutor e lhe falou:
- Nós não queremos destruir a Terra, pois estamos envi­dando enormes esforços para levar-lhe o progresso material, novas invenções, novas formas de pensamento e uma emer­gência espiritual pessoal intensa. Não haveria lógica em des­truirmos tudo isto, deixando um terço ou menos da humani­dade profundamente traumatizada, o que nos obrigaria a tratamentos especializados por séculos para recuperarmos tanto suas mentes devastadas por um apocalipse, assim como a sociedade humana em total caos. Só o pensamento de um fato desta natureza nos repugna imensamente. O que queremos é o progresso e a vitória de cada um sobre suas imperfeições. Saiba que em Ahtilantê, o grande vitorioso não foi Varuna, que expurgou trinta a quarenta milhões de espíritos para a Terra, mas sim, principalmente Saercha, o ministro espiritual res­ponsável pela regeneração espiritual e cultural do planeta, que pôde recuperar um número ainda maior de capelinos que per­maneceram naquele paraíso.
- Varuna, então, realmente existiu?
- Sim, assim como todos os seus ajudantes.
- E onde estão agora?
- Eles estão no mundo angélico e fizeram parte da assembléia de espíritos angélicos do sistema solar, que con­cluiu pela necessidade de um imenso expurgo aqui na Terra.
- E Jesus Cristo também esteve nesta egrégia assem­bléia?
- Sim, sem dúvida. Ele é um dos espíritos que adminis­tram a Terra. Há quase dois milênios que faz parte do grupo dos administradores planetários que nos orientam.
- Se bem entendi, Jesus de Nazareth era Orofiel, rebatizado como Mithra, responsável pelo êxodo dos hebreus e pela criação da nação de Israel.
- Isso mesmo, meu caro Ghandria. Ele adquiriu as luzes plenas em vários níveis antes de vir à Terra. Ele alcançou a maioridade espiritual em Tarandat, e depois passou por várias existências físicas em outro planeta extremamente evoluído, até que foi transferido para a Terra como braço direito de Metatron, seu pai espiritual, que sempre teve uma afinidade impressionante com ele. Aqui na Terra, ele se aprimorou atra­vés de inúmeras missões, até que se candidatou para renascer entre o povo que ajudara a formar, para aprimorá-lo. A sua missão também era a fim de ajudar os espíritos decaídos a superarem sua inferioridade de tal forma que não fossem exi­lados para a Meso-américa e para outros lugares primitivos, pois a Terra estava recebendo ou estava para receber mais de dezesseis levas de espíritos de níveis inferiores, que chegaram aqui em blocos de vários milhões de pessoas. Estes inúmeros agrupamentos de seres espirituais haviam passado pelas fases primitivas em seus próprios planetas e foram transferidos para uma escola de nível médio. A última leva chegou aqui há cerca de trezentos anos, num total de dois bilhões e duzentos milhões de espíritos, que evoluíram num planeta de outra galáxia e que foram trazidos através do astral, dormindo um profundo sono, para renascerem especialmente nestes últimos séculos.
Dando uma pequena pausa, Kylbran prosseguiu:
- Ao renascer como Yeshua ben Yozheph, ele não só deu a mensagem de amor, fraternidade, providência e justiça divina, como também passou por uma iniciação extraordiná­ria para ascender aos mundos angélicos: a sua morte na cruz, símbolo máximo de sacrifício pela humanidade.
- E Metatron? E Varuna? E Phannuil?
- Metraton faz parte da administração do nosso sistema solar, sendo um dos seus administradores. O mesmo aconte­ceu com Phannuil e Raphael. Mykael tornou-se um ser de grande luz, mas ainda está na Terra, pois sua missão é recupe­rar completamente todos os capelinos e ainda existem alguns em fase final de redenção, e ele os aguarda com amor e paciên­cia. Quanto aos demais, Kabryel, Sandalphon, Uriel e vários outros também fazem parte do conselho administrador do orbe. Estão num plano evolutivo tão magnífico que seria impossível descrevê-lo. Eles fazem parte dos altos conselhos espirituais terrestres e solar, mas a vida nesses planos se amplia de tal forma que eles podem vivenciar diversas experiências ao mesmo tempo.
- Será que Metatron realmente já convive com Deus?
- Todos nós convivemos com Deus, em maior ou menor grau, mas somente os administradores universais e os que estão além desse plano têm a possibilidade de se amalgamarem com Deus, bebendo diretamente da fonte da felicidade absoluta. Portanto, Metatron está se aproximando da santa essência divina, mas ainda não está ungido com o Pai amantíssimo. E antes que você me pergunte, nem está Jesus Cristo, pois mesmo sendo um espírito de elevadíssima estirpe, nós não podemos esquecer que a Terra ainda está se tornando um planeta de evolução mediana e que temos ainda um imenso caminho até Deus.
Kylbran mudou de assunto e comentou que o expurgo haveria de exigir, por parte deles, um grande sacrifício. Todos teriam que abandonar a Terra de onde eles se desenvolveram, para ajudarem um outro mundo a se civilizar através do influxo, nem sempre benfazejo, dos irmãos degredados.
- Sim, claro, eu sei disso. Mas, se é que posso perguntar, mestre Kylbran, quem é o nosso coordenador, o escolhido, o eleito, o Messias do expurgo?
- Seu nome espiritual deve ficar desconhecido da grande maioria para não ser usado de forma inadequada, e só posso lhe dizer que, além de ter sido um dos apóstolos do pró­prio Jesus de Nazareth, ele renasceu mais uma vez, tendo sido um santo de elevadíssima veneração. Nada mais me é permitido falar do coordenador do expurgo. Apenas que é um espí­rito de elevadíssima estirpe sideral.
- Naturalmente! Entendo sua posição. Mas, será que teremos os mesmos processos que tanto perturbaram Ahtilantê, Karion e outros planetas?
- Por que terão que ser diferentes?
Não houve resposta por parte de Ghandria.
- Não somos todos muito parecidos em todos os quadrantes dos universos? Não evoluímos das fases mais primiti­vas até alcançarmos a fase da razão? Não abusamos todos desta magnífica faculdade - a razão - até que, através de dezenas de existências, alcançamos as fases superiores? E acima delas não existem formas de vida ainda mais majestosas até alcançarmos a união com o divino Pai, que também é nossa divina Mãe?
- É verdade, o senhor tem razão.
- Se hoje começa uma fase difícil do nosso planeta, esta­mos, por outro lado, vislumbrando um mundo a vir - o olam ha-bá - absolutamente grandioso. Não será, entretanto, uma dádiva dos deuses, e sim, uma conquista dos homens. Não será um ato religioso, mas um fato científico.
- Será um mundo de perfeições?
- Claro que não! O homem não é perfeito. Ele é perfectível, e, como tal, balançará, como um pêndulo, entre os extre­mos, até alcançar um estágio cada vez mais perfeito. No entanto, sempre haverá novas conquistas, novas idéias, novos mundos a descobrir. Não ocorrerá a monotonia. Pelo contrá­rio, o futuro oferece perspectivas fabulosas para todos nós.
Kylbran sorriu, acompanhado de Ghandria.
- Mas, mestre Kylbran, voltando a Jesus Cristo. Tenho uma enorme dúvida em relação ao que aconteceu ao seu corpo físico. Será que eu poderia saber o que foi que ocorreu, naque­les dias, na longínqua Judéia?
- Claro, meu amigo Ghandria. Você já deve ouvido falar no fenômeno de desmaterialização.
Ghandria meneou positivamente a cabeça.
- Muito bem, os espíritos superiores resolveram que o corpo de Jesus não devia ficar exposto à execração dos membros do sinédrio. Deste modo, eles enviaram um grupo de trabalha­dores especializados, que desatou os últimos nós que o pren­diam ao corpo físico, retirando o espírito de Jesus, quando ainda estava em seu sepulcro. Assim que se processou o desenlace espiritual, os espíritos superiores, através do poder men­tal de Metatron, energizaram o corpo físico, desmaterializando-o. Houve uma carga de energia maiúscula que fez tremer a terra naquele local, seguida de uma explosão luminosa, em que o corpo físico de Jesus desmaterializou-se e as partículas atômicas foram lançadas na atmosfera, sendo espalhadas por grande área.
- Mas, mestre, como eles fizeram isso?
- De modo tão fácil e corriqueiro como seria para um homem acender uma lâmpada ou ligar um aparelho eletrodo­méstico. A ciência dos espíritos das fases angélicas ainda não está ao alcance dos homens, mas saiba que não houve nem milagre, nem magia. Apenas a utilização das sábias leis divi­nas, pois, alterando o campo energético do corpo físico, ele­vando a vibração intrínseca deste campo, ele se transforma em material etérico extremamente sutil por alguns segundos, tempo suficiente para espalhá-lo pela atmosfera circunvizinha, quando então retorna ao estágio anterior. Deste modo, todas as partículas materiais do corpo de Jesus transforma­ram-se, por alguns décimos de segundos, e foram espalhadas pela atmosfera numa ampla área, sendo reabsorvidas pela energia da Terra.
Ghandria meneava a cabeça em assentimento, ele estava realmente emocionado em saber a verdade sobre o desaparecimento do corpo de Jesus. E, mudando de assunto, ele perguntou:
- Mestre Kylbran, voltando aos capelinos. Devo presu­mir que sua saga de sofrimento e dor estará terminada? Não haverá mais capelinos remanescentes na Terra após os débâcles que estão para acontecer?
- Se encararmos os capelinos como uma corrente espiri­tual exilada de seu Éden, a história não terminará nunca, pois sempre teremos espíritos provenientes de Atlântida entre nós.
Só não estarão mais sofrendo as agruras de um exílio, já que estarão perfeitamente entrosados com os terrestres, sendo impossível identificá-los. Temos, no entanto, que considerai-os capelinos como um impulso cultural, e, portanto, neste ponto é que a saga dos capelinos mescla-se com a história dos terrestres, tornando-se uma só e de importância capital. Deve­mos a estes degredados toda a nossa civilização. Não só o prin­cípio, na Suméria, como, também várias influências culturais e religiosas posteriores. Observe que o cristianismo, o judaísmo, o islamismo, o hinduísmo, o budismo, o confucionismo, o xintoísmo, e, até mesmo, as religiões africanas receberam uma maciça influência capelina. Afora isso, as grandes correntes filosóficas receberam uma imersão tão profunda de cultura capelina que seria impossível distinguir o que é material pura­mente terrestre da influência capelina, seja trazida pelos degredados, seja intuída pelos guias espirituais que vieram de bom grado de Capela. Nossa cultura está tão imbuída de influências capelinas que continuaremos sempre a ser frutos desse imenso degredo.
- Sim, neste sentido é que a História da Terra continuará sempre a ser a Saga dos Capelinos.

(Epílogo JESUS, O DIVINO MESTRE - OS ANOS DE PREGAÇÃO E MARTÍRIO - Albert Paul Dahoui)